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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quarta-feira 31/08/11

Campos toma café com Aécio e obtém apoio à indicação da mãe ao TCU

Em campanha pela indicação da mãe, a deputada Ana Arraes (PSB-PE),para o Tribunal de Contas da União (TCU), o governador Eduardo Campos, de Pernambuco, tomou café da manhã hoje com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e com o governador de Minas, Antonio Anastasia, em Brasília.  Saiu com o apoio garantido. A deputada já tem o

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terça-feira 30/08/11

Miro questiona princípio de que crime prescreve com a eleição do parlamentar

O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) acaba de questionar, em plenário, a base da defesa da deputada Jacqueline Roriz (PMN-DF), que inviabiliza punições a parlamentares por delitos cometidos antes do exercício do mandato. Miro sustenta que, à parte o mérito do processo, não há na ordem legal brasileira nada que sustente a tese produzida no conselho

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domingo 27/02/11

Para risco jurídico zero, novo partido de Kassab teria de ser legitimado por eleição de 2012

Sondagens junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), feitas por interessados no partido a ser criado pelo prefeito Gilberto Kassab, indicaram que para ter risco jurídico zero na empreitada é conveniente submeter a nova legenda a, pelo menos, uma eleição. Embora especialistas e até ex-ministros do TSE achem remota a hipótese de um julgamento desfavorável a

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segunda-feira 07/02/11

Por apoio, governo dá tratamento vip a PTB de Roberto Jefferson

De olho em  22 votos na Câmara e 6 no Senado, o governo decidiu dispensar tratamento especial ao PTB que, além de preservar o que já tinha no governo Lula, entrará na partilha do segundo escalão que está em curso. Considerando que o partido está na denúncia original do mensalão e que foi aliado de

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terça-feira 25/01/11

Demissão de Abramovay revela rigor seletivo do governo

O rigor aplicado ao ex-Secretário Nacional Antidrogas, Pedro Abramovay, a pretexto de quebra hierárquica, contrasta com a tolerância do governo para com outras personagens ministeriais de comportamento bem mais comprometedor. Abramovay manifestou uma opinião que, embora polêmica, é absolutamente pertinente ao cargo que ocupava. E que merece debate: afinal, não defendeu a absolvição do pequeno

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sábado 15/01/11

Acordo para presidência da Câmara mostra uma oposição consentida

A desistência do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) de disputar a presidência da Câmara, determinada pela constatação de que não reuniria os votos necessários a uma dissidência na base aliada, mostra também que a oposição está envolvida com a sua própria sobrevivência e distante de seu papel no processo político. Além de não conseguir

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terça-feira 07/12/10

Prêmio de consolação para derrotados pode ser mandato remunerado no Parlasul

Senador Mão Santa (PSC-PI), que não se reelegeu, é um dos mais entusiasmados defensores da medida. Foto: Pablo Valadares/AE – 18.12.2009 A pedido do presidente da Casa, senador José Sarney (PMDB-AP),  a área jurídica do Senado tenta encontrar uma brecha no protocolo do Parlamento do Mercosul para viabilizar a indicação de políticos derrotados nas últimas

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sábado 04/12/10

Previdência e SAE, os patinhos feios da bolsa ministerial

Ninguém quer o Ministério da Previdência, que um dia foi a menina dos olhos do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR)que, em 2005,  deixou a pasta sob uma avalanche de denúncias. Cinco anos depois, a pasta transformou-se num vespeiro. Num dos cenários traçados por Dilma Rousseff, seria entregue ao PP para compensar a perda do

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quarta-feira 01/12/10

Quem precisa de psicanálise é o Presidente, para ajudá-lo na volta à planície

Não se sabe qual o conceito de “evolução” do presidente Lula para chamar de retrógrado um repórter que lhe perguntou se estava no Maranhão agradecendo o apoio da oligarquia Sarney nas eleições presidenciais. Mas a receita que sugeriu ao repórter é mais recomendável neste momento ao próprio Lula: um

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