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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 24/03/14

Petrobrás, ativo eleitoral transferido à oposição

O episódio da compra da refinaria de Pasadena é apenas o mais vistoso a integrar uma série gradual de ações do governo desastrosas para a Petrobrás, transferindo à oposição um ativo eleitoral que, em algum momento, pareceu consolidado para o PT. Além da refinaria do Texas há empreendimentos diversos que, na melhor hipótese, configuram um

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domingo 11/08/13

Polêmica compra de caças volta à pauta

A polêmica concorrência para renovação da frota de caças da Força Aérea Brasília (FAB) volta à pauta na próxima terça-feira, quando o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, expõe aos deputados da Comissão de Relações Exteriores o andamento das negociações. Também há expectativa de que o ministro da Defesa, Celso Amorim, vá ao Congresso ainda neste

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sexta-feira 10/12/10

Imprensa livre é bom, mas…no quintal do vizinho

É bom ouvir o presidente Lula fazer uma apologia da liberdade de imprensa, na esteira da prisão de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, site que vem expondo os bastidores da diplomacia americana. Melhor seria se manifestações anteriores do presidente não tirassem a credibilidade do que disse ontem, quando condenou a punição ao mensageiro e não

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terça-feira 23/11/10

Confirmações de Miriam e Tombini dão mais nitidez ao xadrez de Dilma

Se confirmados os nomes de Miriam Belchior e Alexandre Tombini para o ministério do Planejamento e Banco Central, respectivamente, alguns movimentos já ganham maior consistência na bolsa especulativa ministerial. A escolha de Belchior eleva de possível para provável a nomeação do atual ocupante do Planejamento, Paulo Bernardo, para a Casa Civil. O que põe o

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quarta-feira 21/07/10

PT e Farc, uma antiga relação ideológica que encontrou abrigo no governo brasileiro

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Acusar o PT de vínculo com o narcotráfico, como o fez o deputado Índio da Costa, candidato a vice de José Serra, é um reducionismo indevido que compromete a verdadeira crítica a ser feita ao governo Lula – de vista grossa com a ligação entre o movimento e o narcotráfico. À essa postura é atribuída uma ação

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quinta-feira 11/03/10

A ditadura da popularidade

Para Lula, não se deve dar importância a tudo que é produzido dentro do PT, porque o partido é uma "feira ideológica". Foto: Clayton de Souza

O PT abortou ontem uma sessão da Comissão de Relações Exteriores da Câmara na qual seria votada uma moção de solidariedade a Orlando Zapata, o dissidente cubano morto na cadeia e criticado pelo presidente Lula por fazer greve de fome. O trabalho sujo coube ao desconhecido deputado do Acre, Nilson Mourão, que conseguiu ser mais realista do que o

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quarta-feira 06/01/10

Zelaya, só um sem-teto

Zelaya, de presidente refugiado a sem-teto isolado. Foto: Wilson Pedrosa/AE

No próximo dia 27, termina o mandato que Zelaya estaria exercendo não tivesse sido deposto sob a acusação de descumprir  a Constituição hondurenha. Assume Porfírio Lobo, eleito recentemente. Zelaya permanecerá na embaixada brasileira,  já na condição de ex-presidente. Será uma voz autista a exigir a renúncia de Micheletti, que não estará mais no cargo. Resta a hipótese

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quarta-feira 16/12/09

Tratado reduz chances de Battisti

Voto de Eros Grau mereceu nova interpretação do próprio e restringiu bastante a margem de manobra de Lula. Foto: André Dusek/AE

Está na letra “F”, do artigo 3, do Tratado de Extradição entre Brasil e Itália, a única brecha que restaria ao presidente Lula para usar a autonomia limitada que lhe reconheceu o STF, em favor do terrorista Cesare Battisti. Mas Lula não tem como usá-la sem causar um mal estar ainda maior com o governo italiano, porque

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quarta-feira 16/12/09

STF limita autonomia de Lula no caso Battisti

Começa a  ter repercussão internacional a hesitação e a profunda divisão do Supremo. Foto: Marcos de Paula/AE

O Supremo Tribunal Federal produziu há poucos minutos uma reviravolta no caso do italiano Cesare Battisti. Um reexame da proclamação do resultado da sessão que optou pela extradição do terrorista, retirou do presidente Lula a autonomia para que possa descumprir a decisão do tribunal. Pela proclamação anterior,  caberia ao presidente da República a palavra final sobre o assunto. Mas

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