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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 28/07/14

Indiscrição reveladora

Em que pese a indevida  formalização aos clientes de um ponto de vista eleitoral, a mensagem do Banco Santander aos clientes especiais sobre a conjuntura econômica reflete a visão do mercado. Associá-la a uma sugestão, implícita na análise, para que não votem na candidata governista, é ultrapassar o limite ético e legal. A repercussão do

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sábado 26/07/14

Decisão do TCU não altera inércia das CPIs

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de responsabilizar 11 ex-diretores da Petrobras pelo prejuízo na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, reforçou na oposição a necessidade investigar a estatal brasileira. Porém, a avaliação é que a conclusão do tribunal não deve alterar o rumo das investigações nem servir para prorrogar

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quinta-feira 24/07/14

Decisão do TCU isenta Dilma, mas agrava Petrobrás

 A decisão do Tribunal de Contas da União de isentar o Conselho da Petrobrás pelos erros na operação de compra da refinaria de Pasadena, deve ser comemorado pelo governo como uma vitória parcial, mas com prazo de validade, já que retira à oposição munição direta contra a presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral. O atestado

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quarta-feira 23/07/14

Cláudio: desgaste evitável

A campanha emite os primeiros sinais de que predominará, em boa parte, a guerra de denúncias entre os candidatos, da qual parece que o menos atingido será Eduardo Campos, do PSB,  com notórias dificuldades de firmar a terceira via que se propôs representar. A motivação para denúncias é proporcional ao êxito das candidaturas. Aquela que

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segunda-feira 14/07/14

No plano da fantasia

Há notícias suficientes a indicar que a relação com o mundo financeiro centraliza as preocupações da coordenação de campanha do PT – e, mais que isso, as ações de perfis estratégicos empenhados na vitória eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Faz sentido e, por mais dissimulada no discurso,  a angústia com a situação econômica e sua

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sexta-feira 11/07/14

A reação populista à derrota

Não demorou muito, talvez menos do que se podia supor, o recurso do governo ao populismo configurado na proposta de intervenção do Estado no futebol. Depois de flertar com o risco de apostar na seleção, contra todas as evidências a desautorizá-lo, a presidente Dilma Rousseff tenta o discurso mais fácil para se desvincular da derrota

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segunda-feira 02/06/14

“Padaria Petrobrás”

É curioso notar que todos os depoimentos oficiais em defesa da Petrobrás, no âmbito Legislativo, têm em comum a confirmação de irregularidades na condução das operações comerciais investigadas. O que levou um dos acusados pelos desvios a  comparar a empresa a uma padaria. Desde a admissão de “mau negócio”,  por parte da presidente , Graça

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quinta-feira 22/05/14

Mesmo chapa-branca, CPI exibe contradições da Petrobrás

O desmentido da Petrobrás ao seu ex-presidente, Sérgio Gabrielli, mostra que mesmo uma CPI chapa branca acaba produzindo conteúdos ruins para governos e projetando o que poderia levantar se isenta e efetivamente funcionando com o propósito de investigar. Gabrielli afirmou que os contratos da Petrobrás com a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, eram geridos

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terça-feira 13/05/14

Ampliação do RDC gera reação de arquitetos, engenheiros e urbanistas

O Senado deverá votar na próxima semana a MP 630/13, que amplia o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), estendendo-o a qualquer obra pública. Na prática, a medida revoga a Lei de Licitações, a partir de uma exceção feita para acelerar as obras da Copa do Mundo e das olimpíadas, depois estendida ao PAC e, agora,

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