É provável que esteja entre as preocupações do governo a questão da violência nas escolas públicas como sério obstáculo às iniciativas de melhoria da qualidade do ensino.
Mas não se extrai essa conclusão das abordagens de autoridades da área.

O ministro da Educação, Fernando Haddad. Foto: André Dusek/AE – 16.12.2010
Embora anuncie medidas positivas, como o ensino médio em tempo integral, estendendo- o ao ensino técnico profissionalizante, o ministro da Educação Fernando Haddad, deve uma manifestação mais objetiva em relação ao ensino fundamental do que a registrada pelo repórter Demétrio Weber, de O Globo, em entrevista recente.
“…sobretudo o ensino fundamental reagiu às políticas do ministério da Educação positivamente. Assimilou a cultura da qualidade, do acompanhamento e do cumprimento de metas”.
É possível que a declaração esteja num contexto pouco claro para o leitor da entrevista, mas fica a sensação de que a medição de resultados do MEC está fortemente baseada nas estatísticas.
E estatísticas, como sabemos, servem tanto para respaldar ações efetivas de qualidade quanto para produzir ilusão. Principalmente, a de que tudo vai bem.
O ensino fundamental nas escolas públicas sofre de um mal cujo antídoto deve preceder as demais iniciativas destinadas à melhoria de qualidade e, como diz Haddad, à renovação do ambiente escolar.
Trata-se da violência nas escolas públicas, especialmente as da periferia (mas não só). Para que alguma coisa funcione nesse campo, é preciso abrir a porta da escola, hoje obstruída pelas drogas e pelo tráfico, para a educação.
Aqui sim, as estatísticas constituem uma boa bússola. Para ficar só em Brasília, Capital do país, pesquisas registram que 70% de alunos e professores já testemunharam algum tipo de violência externa à escola ou dela já foram vítimas.
Tanto professores quanto alunos consideram que obviamente esse quadro reduz o aproveitamento escolar e se confessam desestimulados para comparecer à escola
As organizações comprometidas com a redução da violência nas escolas, em sua maioria, associam a possibilidade de êxito dos programas ao fim da ação do tráfico nas regiões onde elas estão localizadas.
“A droga patrocina a violência nas escolas, impondo medo aos alunos, professores e pais, sendo muito comum notícias de acertos de contas entre traficantes dentro dos corredores das escolas da periferia”, atesta Denis Mizne, do Instituto Sou da Paz.
É verdade que o governo federal não está alheio a esse problema, mas os programas em curso com o fim específico de minorar a situação são insuficientes.

José Eduardo Cardozo, da Justiça. Foto: Paulo Pinto/AE – 03.12.2010
Talvez seja necessário menos gabinete e estatísticas em favor de iniciativas sinérgicas entre os ministérios da Educação e Justiça, considerando que o ensino hoje é também uma questão de segurança.
O ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, usou a parceria vitoriosa entre o Estado do Rio de Janeiro e o governo federal, nas operações contra o tráfico nas favelas cariocas, como referência de continuidade entre os governos Lula e Dilma. Assegurou que estenderá a experiência da parceria a outras unidades da federação.
O MEC poderia fazer o mesmo, buscando acordos com governadores e prefeitos, com a intermediação do ministério da Justiça, para um efetivo policiamento das escolas.
O Brasil tem abandonado gradativamente o fator inibidor como eficiente instrumento de redução da violência, o que é um erro estratégico, a se considerar os índices de criminalidade urbana.
Sob a justificativa de que não é possível à polícia estar em todos os lugares, corre-se o risco de não tê-la em nenhum.
Como já ocorre no trânsito cujo conceito de segurança ficou restrito aos radares eletrônicos – poderosas máquinas arrecadadoras que varreram a educação e a civilidade das ruas.
Grande parcela dos cidadãos, mesmo entre os de maior urbanidade, não percebem a rua como espaço coletivo, mas individual, onde cada um é dono de seu nariz.
Como o tráfico também não respeita o espaço público da escola. A educação já merece uma articulação nacional, também por uma questão de segurança.
Tags: Educação, Fernando Haddad, José Eduardo Cardozo, Violência nas Escolas
Achei muito interessantes as colocacoes. E isso mesmo temos que ter seguranca nas escolas. Parece que ninguem esta preocupado. Educacao esta deixada de lado, mas vamos lutar por ela.
Muito interessante e na linha geral de seguranca. Temos que lutar pela educacao em nosso pais.
Os dirigentes tem que acordar. Nao existe desenvolvimento sustentatavel sem educacao.
ESCOLAS DEVEM TER PSICOPEDAGOGOS E SEUS MONITORES ESTAGIÁRIOS PARA ACOMPANHAR CADA ALUNO AO LONGO DO ANO, AÍ INSERIDO BIMESTRALMENTE O CENSO INTERNO DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DA FAMÍLIA E PROFESSORES. SEM ESSE EXÉRCITO DE FORMIGUINHAS VIA CONCURSO PÚBLICO E REFORÇO DE PATROCINADORES DAS ECONOMIAS LOCAIS (ATÉ PADARIAS) QUALQUER PACOTE ANTIVIOLÊNCIA É INCOMPLETO – NELE INCLUÍDOS COMO ESTRATÉGICOS DE PRIMEIRA HORA OS ALFABETIZADORES E PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ATIVIDADES DE TEMPO INTEGRAL. PT SAUDAÇÕES.
O método de idiotização de crianças e jovens nas escolas públicas estaduais de São Paulo devem ser incluídos neste combate à violência nas escolas.
A educação dos tucanos é o pior tipo de violências nas escolass paulistas.
Há 16 anos eles vem assassinando gerações de cidadãos e cidadãs.
Estadão, Folha, Veja e as organizações mafiosa Globo não cabo do resto.
São fábricas de asnos.
27/09/2010 – 20:21
Enviado por: marcos moraes
Roberto Riberio bom er o sambista que perdemos tão cedo. essa aí é um besta que se utiliza do “espaço dado” por um das familias para falar tolices.
é irresponsavel e paranoico como Plinio mais que salgado.
MAM
responder este comentário denunciar abusoRoberto Canalha Ribeiro
Achei mais uma ” pérola ” a seu respeito , de o quanto te respeitam !!!
kkkkkkkkkkkkkkkkk lá vai
09/11/2010 – 09:07
Enviado por: freddy
sr ribeiro,
a cpfm esteve em quase todo mandato do pt/lullalorota, e ainda assim
a saude publica esteve ruim, muito ruim. e o sr vem com essa cretinice
que eh a sua caracteristica, tenha a santa paciencia…
denunciar abuso
responder este comentário denunciar abusoOps!
Estadão, Folha, veja e organizações mafiosas Globo dão cabo do resto.
São fábricas de asnos.
Tenho certeza que os jornalistas que prestam serviços para essas gente, os poucos inteligentes é claro, não permitem que seus filhos leiam o que eles próprios escrevem nestes jornais e revistas.
Gente não dá!
Não é possível que eles consideram seus próprios filhos, como os demais leitores.
Idiotas.
22/09/2010 – 02:08
Enviado por: João Bosco Rabello
Roberto, se eu fosse o seu patrão, exigiria mais consistência e qualidade nos comentários pelos quais recebe. Você precisa trabalhar melhor, fazer jus realmente ao salário que recebe. Você trabalha mal, tente fazer melhor. ”
Nem para isso você serve KKKKKKKKKKKKKKKK IDIOTA !!!!!!!!!!!!
responder este comentário denunciar abusoRoberto Ribeiro,
Você deve urgente consultar um psiquiatra pois com certeza você sofre de algum problema mental. Veja bem: Você fala mal de São Paulo mas mora por lá, fala mal das escolas paulistas mas estuda ou estudou em alguma delas. Fala mal do Estadão mas não deixa de ler e comentar todos os dias seus conteúdos. Sabe como isso se chama na gíria? Mulher de malandro. Você teve problema na infância? Foi mulherzinha na cadeia? Vai ser chato assim em outro lugar, cara.
responder este comentário denunciar abusoP. Brasil
Vai ver ele era o ” Garoto do MEP ” que o lulla
quis traçar na cadeia !!!! KKKKKKKKKKKKK .
Além disso , ele adora assistir ” filminhos ” eróticos
do Ali Kamel !!! KKKKKKK Roberto Canalha Ribeiro IDIOTA !!!!!!
responder este comentário denunciar abusoo tal guga romano mais parece mauricinho travestido ,viuvinha do serra meliante do PIG chorando mais uma sirra nas urnas
Roberto Canalha Ribeiro
travestido de oswaldo leite , mude o vocabulário
IDIOTA , as eleições já acabaram faz tempo !!!!
Você que esta levando o que merece , vários os
indignados com o esgoto que você posta .
MULHER DE MALANDRO !!!!!! ” GAROTO DO MEP ”
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK COVARDE !!!!!!!!!!!
responder este comentário denunciar abusoCaros Blogueiros
Uma vez mais esta provado que o Canalha Ribeiro , adora usar codinomes !!
Quem cala consente , aguardei por vários dias a manifestação de oswaldo
leite , que nada mais é que o Roberto Canalha Ribeiro , travestido !!! Isto
me leva a pensar que ele é realmente MULHER DE MALANDRO e o próprio ”
Garoto do Mep ” No silêncio da noite , se diverte com filminhos eróticos da sua
paixão Ali Kemel !!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkk SAAAANNNNNTAAAAA !!!!
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