A primeira expectativa que cerca a nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), diz respeito às negociações em torno do Código Florestal.
Como se sabe, Palocci contrariou profundamente não só ruralistas como a maioria da base aliada ao romper o acordo na primeira tentativa de votação do texto do deputado Aldo Rebello (PC do B-SP).
Até ali as negociações eram protagonizadas pelos ministros do meio-ambiente e da Agricultura, lideranças da base aliada e a presidência da Câmara.
Desde que recebeu a ex-ministra Marina Silva acompanhada de 16 representantes de ONGs, Palocci mudou o rumo das negociações e o governo trocou o diálogo pela ameaça de retaliação.
O que levou ao ponto de combustão o relacionamento com PT e, principalmente, com o PMDB, cujo presidente – o vice-presidente da República, Michel Temer -, chegou a ser ameaçado por Palocci a mando de Dilma.
Pouco antes desse episódio, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) fez contundente pronunciamento no plenário pela votação imediata do texto de Rebelo, absorvendo mesmo a tese da conspiração externa contra o setor produtivo brasileiro, configurada na ação dos ambientalistas.
Importante que nem mesmo a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), líder dos interesses do setor produtivo do agronegócio, recorria mais a essa teoria conspiratória para não aumentar o conflito nas negociações.
No post seguinte, a íntegra do discurso da então senadora e agora ministra da Casa Civil.
Tags: Aldo Rebello, Código Florestal, Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, Palocci
Palocci é o Pedro Malan dos petistas e Roberto Gurgel é o Engavetador-Geral da República deles. Eles deveriam pagar direitos autorais aos tucanos, as únicas ideias deles foram a compra do banco falido e as bolinhas de papel.
Gleisi defendeu o mensalão como sendo parte de um projeto coletivo partidário e citou Fernando Collor no discurso de despedida do Senado, ou seja, não deve ser grande coisa.
Na última eleição, Gleisi, ex-diretora financeira de Itaipu Binacional, arrecadou R$ 8 milhões para sua campanha ao Senado. Quatro empreiteiras doaram R$2,3 milhões. Que saudades dos tempos em que o PT vendiam camisetas para fazer campanhas eleitorais, mas isso é página virada.
2013
2012
2011
2010
2009
Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.
Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.
Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastradoEm instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.
Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.
Deixe um comentário: