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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

terça-feira 28/09/10

PT já não descarta segundo turno

DILMA21.jpg

Foto: Celso Junior/AE - 28.09.2010

O segundo turno já não é mais tratado como algo remoto na seara do PT, embora o partido discorde dos números do Datafolha que indicam essa possibilidade. A direção do partido só diz ter certeza de que, nesta hipótese, a disputa não será entre Marina e Dilma, mas entre esta última e José Serra. Segundo um dirigente petista, os números do Vox Populi, contratado pelo partido, dão a Dilma, ...

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segunda-feira 27/09/10

Judiciário serve de biombo aos interesses políticos

A perversa combinação de interesses que atrela juízes a políticos responde pela banalização do segredo de justiça, originalmente destinado a preservar a privacidade de cidadãos envolvidos em processos de conteúdos caros a famílias ou a interesses comerciais legítimos. A dependência de indicação e aprovação políticas para ascensão na carreira torna uma parcela do Judiciário submissa à troca de favores com aqueles que avalizam nomeações. É nesse contexto que o conceito de segredo de justiça ganhou elasticidade e passou a ser um instrumento ...

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sábado 25/09/10

PT teme que abstenções aumentem no Nordeste com exigência do TSE

A iniciativa do PT de recorrer ao STF para revogar a exigência de duas identidades para a votação, tem por base a altíssima abstenção registrada nas eleições de 2006, quando 20% dos eleitores não foram às urnas no segundo turno (23,9 milhões). No primeiro turno, o índice foi de 16,7%  (21 milhões). Que aumentaria com a nova exigência, teoricamente onde Dilma Rousseff tem votação mais expressiva: na região nordeste. Outra preocupação do PT é com os atingidos pelas enchentes de junho em ...

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sábado 25/09/10

Uma maioria com força para reformas constitucionais

 Não é lícito tratar hoje como oposição futura os candidatos e partidos inferiorizados nas pesquisas de intenção de voto. Mas, a uma semana das eleições, já há uma contabilidade razoavelmente segura a indicar que, se eleita Dilma Rousseff, o chamado governo de continuidade terá força numérica, tanto na Câmara quanto no Senado, para promover reformas constitucionais.

No entanto, essa expressão numérica não se traduzirá necessariamente numa força linear e permanente, dadas as diferenças ideológicas e os interesses políticos antagônicos entre os dois principais partidos da base governista – PT e PMDB.

Por isso, é de se prever que este último  exerça  atração natural sobre DEM e PSDB para alianças pontuais contra o PT.

Trocando em miúdos, a oposição engordará o PMDB quando este divergir de seu parceiro em temas que dividam o governo, como inevitavelmente ocorrerá quando se discutirem reformas mais complexas e estratégicas para o País.

Esse pensamento já é explícito no DEM, por exemplo, que não será “extirpado” pelo processo eleitoral, como gostaria o presidente da República, mas chegará ao Congresso amputado e dependente de acompanhantes. Um deles, o PSDB; o outro, o PMDB, conforme a circunstância.

No Senado, a história se repete: a oposição de hoje não deverá somar mais que 23 senadores, configurando um quadro partidário de maioria desequilibrante e um governo de “rolo compressor”, imune até a CPIs cuja aprovação depende de 27 senadores.

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segunda-feira 20/09/10

Lula, de fiador a algoz da liberdade de imprensa

Candidaturas que representam a continuidade, como a de Dilma Rousseff, são beneficiárias e vítimas dos resultados do governo do qual fez parte e pelo qual concorrem. Dificilmente haveria candidatos dispostos a representar essa continuidade se o governo estivesse mal das pernas, impopular e de resultados negativos. Em cenário oposto, caso da presente eleição, há disputa pelo lugar de candidato, algo que Lula impediu, com a força de uma popularidade que pertence a ele e não ao governo. Ambos se confundem – Lula é ...

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sexta-feira 17/09/10

Gilmar Mendes defende revisão da legislação sobre atuação dos institutos de pesquisas

gilmar_mendes_battisti_dida_sampaio_AE_18112009

gilmar_mendes_battisti_dida_sampaio_AE_18112009

"Quem faz pesquisa independente não deveria trabalhar por encomenda dos partidos e candidatos", diz Gilmar Mendes

As contradições nos números  e as guerras declaratórias produzidas pelo institutos de pesquisa na atual campanha,  já autorizam a previsão de uma revisão nessa área com vistas às próximas  eleições. À insatisfação de grande número de políticos,  candidatos ou não, com relação ao trabalho dos institutos,  soma-se a preocupação do Judiciário com o assunto. Além da ...

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quinta-feira 16/09/10

Declaração de Israel o compromete por sonegação fiscal

De uma advogada, leitora do blog ,recebi as seguintes reflexões a respeito do caso Erenice Guerra, mais especificamente sobre o modus operandi do seu filho, Israel Guerra. "Guerra escreveu na mensagem à revista Veja: "Eu construí a argumentação e o embasamento legal da referida peça e a encaminhei ao representante legal da empresa aqui na cidade de Brasília, que a protocolou no órgão competente. Por razão deste serviço prestado, solicitei a gentileza de meu irmão, que a Capital emitisse nota fiscal ...

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quinta-feira 16/09/10

Ex-governador do Tocantins, Marcelo Miranda concorre sob risco de inelegibilidade

marcelo miranda ed ferreira ae 24042009

marcelo miranda ed ferreira ae 24042009

Miranda foi cassado por compra de votos nas eleições de 2006. Foto: Ed Ferreira/AE - 24.04.2009

Ainda não entrou na pauta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o julgamento do recurso do ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda (PMDB), que teve o mandato cassado ano passado. Miranda se lançou candidato a uma das duas vagas de senador pelo seu Estado, apesar do alto risco de ser considerado inelegível. Sua cassação foi ...

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quinta-feira 16/09/10

Erenice sai para desvincular lobby da campanha

Como previsto, ficou insustentável a permanência da ministra Erenice Guerra no cargo. O governo acaba de anunciar sua demissão que, como sempre, será registrada "a pedido". Foi assim com José Dirceu e todos os que caíram por denúncias indefensáveis. Erenice foi avisada que não seria possível preservá-la, mas que o ideal era que  entregasse o pedido de demissão. Assim o fez. A nota de Erenice em reação às denúncias foi a gota d'água, por anular o esforço do Planalto em desvincular o episódio da ...

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