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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

segunda-feira 30/11/09

A Oração da propina

propina

Leia abaixo a íntegra da Oração da Propina que os deputados Rubens César Brunelli Jr. (PSC-DF) e Leonardo Prudente (DEM-DF), presidente da Câmara Distrital, ofereceram ao então secretário Durval Barbosa (Relações Institucionais), que distribuía as propinas entre a base aliada. A ironia é a circulação do vídeo no Dia dos Evangélicos, que o ex-governador Joaquim Roriz transformou em feriado na Capital, em busca dos votos dos fiéis. "Pai, queremos te agradecer por estarmos ...

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segunda-feira 30/11/09

PPS está na fita

Não durou muito o teatro do PPS anunciando o rompimento com o governo e condenando a corrupção: há gravações que implicam o presidente local do partido e subsecretário de Saúde, Fernando Antunes, acusado de cobrar dinheiro para a campanha eleitoral do partido em São Paulo. Segundo a acusação, Antunes teria criado dificuldades num contrato com fornecedor da secretaria para vender facilidades. O velho esquema de sempre: pede auditoria no contrato, alardeia a tese da transparência, tira o oxigênio do prestador de serviço. No fim, sugere a ...

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segunda-feira 30/11/09

Meirelles é uma interrogação para o PMDB

Parece já ter sido maior o ânimo do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, com a idéia de voltar à política. Pelo menos essa é a percepção no PMDB, que lhe cedeu a vaga para o Senado.  Meirelles quer esticar ao máximo sua permanência à frente do BC,  mas desde que admitiu a possibilidade de concorrer parece ter ressuscitado velhos fantasmas que sempre o assustaram em relação à política, onde a exposição é maior, o jogo de interesses mais complexos e as práticas quase sempre questionáveis.

Uma avaliação corrente no partido acha que ele se sente mais preservado onde está e que já raciocina com a hipótese de ficar mesmo até o final do mandato de Lula no BC.  Muitos acham que ele se sentiria mais à vontade para exercer o contraponto à política econômica dentro do governo – onde é um conselheiro valioso para Lula – se estiver livre da candidatura.

A decisão do presidente do BC de ficar o máximo possível no cargo, mantendo suspense em relação à candidatura, já produziu no PMDB a comparação com o comportamento do governador de São Paulo. “Ele parece o nosso Serra”, brinca um dirigente do partido.

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segunda-feira 30/11/09

Indefinição

O governador José Serra mantém-se determinado a cumprir o prazo estratégico para decidir oficialmente sobre sua candidatura à Presidência da República, mas faz movimentos de candidato para reduzir a pressão dos que querem antecipar esse prazo. Serra não cederá: seu debate, está convencido, tem que ser com Dilma Rousseff e não com Lula. O problema é que muitos temem que essa candidatura  não se materialize. Não há discurso uniforme em relação a isso. No DEM, por exemplo, Jorge Bornhausen aposta que ela acontece, mas ...

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segunda-feira 30/11/09

Rossi ameaça acordo PMDB/PSDB em SP

Não é a candidatura própria à presidência defendida pelo governador do Paraná, Roberto Requião (a ser lançada amanhã em Brasília), que mais preocupa a direção do PMDB, empenhada em consolidar a aliança pela eleição de Dilma Rousseff.  A mosca na sopa do presidente Michel Temer é a candidatura própria do partido ao governo de São Paulo que atende pelo nome de Francisco Rossi, deputado com base em Osasco, com histórico de expressivas votações. Rossi lançou-se à revelia do partido e sua candidatura ameaça ...

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segunda-feira 30/11/09

O vice no escândalo

A crise no governo do Distrito Federal promete ser das mais complexas. Depois da exibição do vídeo em que o governador recebe dinheiro de Durval, a  Câmara Distrital perde as condições de rejeitar um inevitável pedido de impeachment, sob pena de uma reação eleitoral devastadora para as pretensões de seus integrantes. Esse, o grande mérito de sua divulgação pela TV Globo. O problema não se esgota aí: o vice-governador, Paulo Octávio, segundo na linha sucessória, terá problemas para assumir o cargo no momento em que ...

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