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Quem Faz

JOÃO BOSCO RABELLO está no jornalismo político desde 1977, em Brasília, onde participou da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembléia Nacional Constituinte de 88, passando pela redemocratização, com a eleição e morte de Tancredo Neves, o primeiro governo civil, de José Sarney e os que o sucederam.

Iniciou sua carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro (RJ). Transferiu-se para Brasília (DF), em 1977, onde alternou as funções de repórter político,coordenador, editor e diretor de sucursal, no Correio Braziliense, Empresa Brasileira de Notícias, O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de S.Paulo (1990/2013), nessa ordem.

É responsável também pelo conteúdo de análise política do serviço em tempo real Broadcast, da Agência Estado.

quinta-feira 21/08/14

Difícil convivência

As queixas do presidente do PSB, Roberto Amaral, com relação ao noticiário político nos dias que se seguiram à tragédia aérea que tirou de cena o ex-governador Eduardo Campos, antes de exibir um descontentamento pessoal, refletem mais a crise interna que dividiu o partido em relação à candidatura de Marina Silva. Esse aspecto é mais

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terça-feira 19/08/14

Programáticos e pragmáticos

A menos de 24 horas da reunião da Executiva Nacional do PSB que deverá confirmar Marina Silva como candidata do partido à sucessão presidencial, as expectativas passam a girar em torno da adaptação da ex-senadora à nova condição, que encerra desafios difíceis e decisivos. A sua confirmação informal esvaziou a ansiedade pela definição maior antes

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quinta-feira 14/08/14

A busca da racionalidade

Passadas as primeiras horas do acidente aéreo que vitimou o ex-governador Eduardo Campos ainda é a perplexidade que prevalece no ambiente político. Além da consternação, as preocupações com os procedimentos de despedida ocupam aliados e adversários se dividem entre a preparação para os rituais e as avaliações sobre as consequências políticas do episódio. Nesse sentido,

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quarta-feira 13/08/14

A visita do imponderável

A morte do ex-governador Eduardo Campos é daquelas tragédias que reúne todos os elementos para alimentar a mitologia política, dado o contexto que retira de cena precocemente um dos políticos mais promissores de sua geração , destinado a consolidar-se como referência política permanente no país. Sua saída de cena, de forma abrupta, aos 49 anos,

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segunda-feira 11/08/14

Longe dos olhos

O prazo de 60 dias estabelecido pela presidente Dilma Rousseff para a conclusão das investigações sobre o uso de computador do Palácio do Planalto para alterar perfis de jornalistas na Internet, cai em 10 de outubro, uma semana após a votação do primeiro turno eleitoral.  Parece estratégico o prazo – e é, se considerado o

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quarta-feira 06/08/14

Sindicância protocolar

Pouco se deve esperar da CPI da CPI, assim chamada a sindicância que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou para apurar as denúncias de ação combinada entre o Palácio do Planalto e parlamentares da base aliada para blindar os depoentes na comissão que investiga contratos da Petrobrás. Ele próprio um dos articuladores da

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