O mediador da ONU para o conflito na Siria, Kofi Annan, alerta que é “hora de potências agirem para influenciar Síria e rebeldes a aceitar plano de Paz”. Caso contrário, poderia ser “tarde demais” e alerta que conflito saia de controle, afetando todo o Oriente Médio.
Annan anuncia que vai convocar reunião de emergência com ministros do Conselho de Segurança, mas alerta que quer Irã nos debates: “Teerã deve fazer parte da solução”.
Uma reunião para pensar em novas medidas deve ocorrer na próxima semana, em Genebra. “Temos de refletir sobre o que mais pode ser feito para que o plano de paz seja implementado”, disse, em coletiva de imprensa na ONU.
Annan estima que o prazo está terminando para um acordo na Síria e que, em pouco tempo, o cenário não permitirá mais uma negociação de paz. “Temos de fazer esforços e todos precisam agir”, declarou.
O general Robert Mood, que lidera as operações dos 300 observadores da ONU na Síria, criticou países estão tentando “ganhar tempo” no conflito e alerta que a situação nas ruas de algumas cidades, como Homs, é cada vez mais “dramática”. Mood diz que suas tropas continuarão sem sair dos hoteis na Síria e que a violência os impede de fazer as patrulhas.
Annan admitiu que seu plano de paz, que já completa três meses, não foi implementado. Mas alerta que, nesse momento, não existe uma alternativa viável. Segundo ele, 1,5 milhão de sírios vivem em situação crítica por conta dos conflitos e apenas um terço está recebendo algum tipo de ajuda.
Muito natural a participação do Irã em qualquer negociação sobre a Síria.Não é natural a participação de países longínquos como EUA e França.A solução militar é o estopim para uma grande guerra, disso não há dúvidas, porque a Síria não está usando o grosso das forças armadas contra os rebeldes.O governo de Assad poderia varrer Holms do mapa, mas os rebeldes usam escudos humanos. Os cristãos sírios já decidiram e pegaram em armas. Não aceitam as lideranças rebeldes e a Sharia que querem impôr a mando do reizinho saudita, o maior déspota do mundo.Porém, Tartus, é uma questão também iraniana e russa.Não entendo porque a grande Imprensa do Brasil esconde da população a união e as manobras conjuntas, as maiores desde a 2ª guerra, das forças chinesas, russas , iranianas e sírias, com mais de cem mil homens, 400 aviões e mais de cem navios de guerra, entre destroiers, porta-aviões e submarinos. As manobras irão testar mísseis em geral, bem em frente ao canal da Suez, por onde 15 navios de guerra chineses estarão passando nos próximos dias, ao lado de Israel , Turquia e e em torno de Tartus. Não é preciso lembrar que fazem parte das manobras armas de destruição em massa, nucleares e não nucleares.As manobras conjuntas são uma clara mensagem aos que enviam armas para os rebeldes.Assad pode cair mas o regime na Síria não muda. Já o Ocidente vai amargar o fato de ter dado armas e apoio aos curdos sírios, porque curdo é curdo e a Turquia terá sérios problemas com eles daqui para a frente.Querem o fim do último país árabe laico do regime alauita.
publiquei seu comentário em meu blog
responder este comentário denunciar abusoNão vi na midia que exista manobras militares da russia ,china, irã e siria no mar mediteraneo.Que eu saiba, as manobras entre russos e chineses aconteceram no mar amarelo e foram feitas para dar um recado aos americanos sobre sua expansão na regiao asia-pacifico.
responder este comentário denunciar abusoQual é a fonte de suas informações, Eros Alonso?
responder este comentário denunciar abusopor último país laico você diz qual? a síria?
responder este comentário denunciar abusoTodo esse blá blá blá e nenhuma palavra sobre a população que esta sendo morta !!!!
Blá blá sobre o ódio aos EUA, Europa, etc, mas lembrar que o povo esta morrendo, nada…
Agora os Curdos são dizimados pelos Turcos há décadas, assim como foram massacrados os Armênios.
Alauita, Chiita e o resto dos ..itas, se odeiam mais do que a nós.
Mas não se identificar com o sofrimento das famílias, já é demais, né ?
Peguntem aos Afegãos o que eles pensam da Russia ? Veja se algum ucraniano quer voltar a ser satélite da Russia ?
O que importa é o povo, não as malditas ideologias que, cegam militantes.
Vejam o vídeo: “Entrevista com general Wesley Clark legendado”.
A queda da Síria e do Irã já estavam traçadas.
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