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Quem Faz

HUMBERTO DANTAS Cientista social, doutor em ciência política, professor do Insper e da FESP-SP, e colunista da Rádio Estadão. EDER BRITO Jornalista, mestre em administração pública, servidor público em São Paulo e coordenador de projetos da Oficina Municipal. CAMILIA TUCHLINSKI Jornalista, radialista, apresentadora e repórter da Rádio Estadão. Cobre assuntos gerais. Observadora e curiosa sobre a política nacional.
segunda-feira 09/06/14

Tolerância zero: contra promessas

- imagem do arquivo pessoal

Eleição é assim: promessas. O gesto é antigo, sugerido por Maquiavel no século XVI para o Príncipe em época que não era costume promover escolhas democráticas. Se pra tapear súdito já era comum, imagina para receber votos. Fosse o eleitor minimamente formado e a história seria outra, mas vamos adiante. Ouvido que aceita qualquer coisa

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segunda-feira 26/05/14

O legado da plena ignorância

A mistura partidária federativa e o terrorismo eleitoral são apenas dois dos pontos que costumam trazer desconforto para quem observa a nossa política atentamente. Em 2002, por exemplo, era Regina Duarte a ter medo do que Lula faria se ganhasse a presidência. Estrelou a campanha de José Serra (PSDB) e contribuiu para endossar o descontrole

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segunda-feira 12/05/14

Sensíveis demais

Governos pecam por sensibilidade no trato com o cidadão. Parecem mais preocupados, por vezes, com seus planos pessoais ou com aspectos gerais da administração do que com o bem estar comum. Ou tropeçam em valor que a ministra do STF Carmen Lúcia deixou claro recentemente em palestra: a intolerância. Somos intolerantes, não enxergamos o outro.

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sexta-feira 25/04/14

Choro de perdedor

A eleição presidencial de 2010 foi marcada por uma série de erros do PSDB. A laje fake foi uma das representações teatrais mais ridículas da dramaturgia eleitoral. O discurso afirmando que Serra e Lula eram amigos, o personagem do programa de rádio com a voz do então presidente e o desejo de confundir o eleitorado

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segunda-feira 11/11/13

Uma realidade dourada? Ou simplesmente “sonhática”?

Em 2010, a “sonhática” Marina Silva concentrou parte de seu discurso na possibilidade de, uma vez eleita presidente, utilizar o que existia de melhor nos quadros de PT e PSDB para governar em nome de um bem maior chamado Brasil. Em 2013 ela insiste no discurso. Em 2014 ouviremos esse mantra ideal, vendido como facilidade.

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