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Será esta a cara do smartphone da Amazon?

  • 15 de abril de 2014|
  • 17h35|
  • Por Camilo Rocha

Planos de mais uma investida da varejista Amazon em aparelhos eletrônicos próprios foram revelados pelo Wall Street Journal na sexta-feira, 11. Segundo o jornal, a empresa fundada por Jeff Bezos teria intenção de lançar um smartphone próprio em setembro. 

Fontes anônimas ouvidas pelo jornal disseram que o aparelho deve incluir quatro câmeras frontais para acompanhar os movimentos de cabeça do usuário, além de oferecer a opção 3D na tela sem a necessidade de óculos. A especulação em torno do smartphone da empresa não vem de hoje, tendo origem há pelo menos quatro anos.

Nesta terça, apareceram o que seriam fotos do aparelho no site BGR.

O BGR, citando “múltiplas” fontes anônimas, descreveu uma série de especificações do novo aparelho. Ele deve vir com um processador Qualcomm Snapdragon e ter 2 gigabytes de RAM. Seu sistema operacional seguiria a lógica do tablet da empresa, Kindle Fire, e seria uma versão customizada do Android.

A tela seria de 4,7 polegadas com resolução HD mais básica, de 720p (é cada vez mais comum a presença da resolução Full HD, de 1080p, nos smartphones da faixa mais sofisticada). A câmera traseira, segundo o BGR, promete ser de 13 megapixels.

Na parte dianteira do aparelho da foto pode-se ver o que promete ser seu grande diferencial (também citado na notícia do Wall Street Journal). Além da câmera frontal tradicional, aparecem quatro lentes nos cantos da tela do telefone. Seriam câmeras infravermelhas de baixa potência e que teriam como função registrar os movimentos dos olhos e do rosto do usuário com o objetivo de adequar o efeito tridimensional da tela para a posição da pessoa.

Vale lembrar, porém, que há grandes chances do aparelho nas imagens estar dentro de uma capa que esconde sua verdadeira aparência.

O BGR disse também que a Amazon pretende lançar dois aparelhos. Além do smartphone da foto, um segundo modelo, mas econômico, também estaria nos planos.

Seu próximo smartphone vai ser chinês

  • 14 de abril de 2014|
  • 5h00|
  • Por Camilo Rocha
De montar. Eco-mobius, da ZTE. FOTO: Divulgação/ZTE

 

No começo da década passada, seria considerada uma boa piada se alguém lhe dissesse que em dez anos você seria dono de um celular coreano de alta qualidade e tecnologia de ponta. LG e Samsung teriam de esperar até a virada dos anos 2010 para serem respeitadas como marcas de produtos eletrônicos.

É uma das graças do mundo da tecnologia – o tabuleiro está sempre em movimento. No universo dos smartphones e apps, quem não entrega novidade vê a fila andar.

É uma boa aposta dizer que os coreanos de amanhã serão os chineses. Esqueça o velho preconceito do xing ling; há produtos chineses cada vez melhores, incluindo aí muitos na categoria econômica.

As empresas chinesas acumulam vasto conhecimento na produção de componentes para aparelhos eletrônicos. É na China que muitas empresas de outros países vão montar seus smartphones e tablets. Incluídos aí os produtos da Apple que, embora “desenhados na Califórnia”, como lembram as embalagens, são montados em linhas chinesas. Huawei e a ZTE começaram assim, fabricando partes para outras empresas.

As chinesas também estão confortáveis quando se trata de produzir em grandes quantidades, já operando no maior mercado consumidor da Terra.

Hoje, a Huawei é a terceira maior vendedora de smartphones do mundo. A marca voltou a lançar produtos nessa categoria no Brasil ano passado, depois de um tempo fora, com três bons modelos: Ascend P6, Ascend G506 e Ascend G510.

Nos EUA, a ZTE é a quarta maior vendedora de aparelhos e já morde os calcanhares da LG. A empresa com base em Shenzhen surpreendeu este ano no Mobile World Congress, maior evento da área em Barcelona, ao apresentar o Eco-Mobius (na foto acima), um smartphone modular, cujas partes podem ser compradas em separado, mesmo conceito do Project Ara, do Google.

Falando em Google, fundamental nessa história é lembrar que a empresa de buscas vendeu a Motorola para uma fabricante chinesa, a Lenovo. A empresa de Pequim investe no banho de loja, contratando o ator Ashton Kutcher (que, ironicamente, fez o papel do cofundador da Apple no filme Jobs) para trabalhar como engenheiro e desenhar uma linha de aparelhos.

Mas, pode ser que todas fiquem pequenas perto do trator que a Xiaomi promete ser no mercado internacional. A história da companhia é uma de ascensão fantástica. Fundada em 2011, hoje vale US$ 10 bilhões.

Assim como a Lenovo, a empresa, hoje com o brasileiro Hugo Barra (ex-Google) na vice-presidência, pretende vender 60 milhões de aparelhos em 2014. E não só na China. Barra anunciou um plano de expansão que começa pela Ásia e vem para a América Latina, incluindo, claro, sua terra natal.

E quem deve se preocupar com o avanço dos chineses? Principalmente seus vizinhos, os coreanos, que ganham novos e ferozes competidores usando o mesmo sistema operacional que o seu, o Android.

Onde o smartphone faz a curva

  • 7 de abril de 2014|
  • 5h00|
  • Por Camilo Rocha

A guerra das especificações chegou ao limite. Não é mais possível para fabricantes ficarem apostando que mais megapixels na câmera e mais giga-hertz no processador irão atrair os consumidores. A saída para muitos agora é focar em características mais práticas, relacionadas ao uso do dia a dia.

O LG G Flex, nova aposta da empresa sul-coreana, é um exemplo dessa disposição porque traz entre seus principais destaques a tela curva, que seria mais anatômica. O texto de divulgação tenta até pegar carona na história dos aparelhos vestíveis, posicionando o G Flex como aparelho que segue “a tendência de produtos que se adaptam melhor ao corpo do ser humano”.

Acontece que um dos princípios por trás dos vestíveis é liberar cada vez mais as mãos e o LG G Flex faz exatamente o contrário, as deixa bem ocupadas. O bicho é dos grandes, com uma tela de seis polegadas, uma das maiores entre os smartphones disponíveis hoje no mercado (falta uma polegada para ele chegar à medida de tela da maioria dos tablets).

Com todo esse tamanho, o ganho anatômico do design curvo perde um pouco do sentido. Por outro lado, o formato da tela melhora a experiência de assistir um vídeo (especialmente com o telefone na horizontal) e fornece uma pequena proteção contra luz indesejada. Pena que a resolução da tela deixe um pouco a desejar, ficando abaixo de concorrentes como iPhone 5S e Samsung Galaxy S5.

Outra inovação anatômica (presente também no G2, da LG) é a localização dos controles de bloqueio de tela e volume, que ficam na parte traseira do aparelho e por isso demandam um tempo de adaptação do usuário.

Alguns pontos a favor: a câmera, de 13 megapixels, que grava em Full HD; e o armazenamento interno, com generosos 32 gigabytes.

Na área de software, vale destacar o Quick Theatre, que centraliza vídeos e fotos do usuário e vídeos de seu perfil do YouTube.

O preço é dos mais salgados do mercado nacional. Sem plano de operadora, o G Flex sai por R$ 2.699.

LG G Flex
• Sistema: Android 4.2.2
• Processador: 2,26 GHz
• Armazenamento: 32 gigabytes
• Peso: 177 gramas
• Tela: 6 polegadas
• Câmera: 13 megapixels (traseira); 2,1 megapixels (frontal); 1080p Full HD (vídeo)
• Preço: R$ 2.699 (sugerido)

Galaxy S5 já tem preço para o Brasil

  • 26 de março de 2014|
  • 22h51|
  • Por Camilo Rocha

 

O esperado topo de linha da Samsung, Galaxy S5, foi apresentado pela empresa no Brasil nesta quarta-feira, 26.

O preço, como era de se prever, é de difícil acesso: R$ 2.599. Por enquanto, só uma versão estará disponível, a com armazenamento de 16 gigabytes.

Junto dele, a Samsung mostrou dois relógios inteligentes que lançou na Mobile World Congress, de Barcelona, no fim de fevereiro: o mais completo Galaxy Gear 2 e o menor Galaxy Fit. Os preços serão, respectivamente, de R$ 1.299 e R$ 899.

Os três aparelhos chegam às lojas do País no dia 11 de abril.

O Galaxy S5, como seus antecessores, é a aposta da empresa para competir com o iPhone. Traz tela de 5,1 polegadas Full HD, Android 4.4.2 (KitKat), câmera traseira de 16 megapixels e processador quad-core de 2,5 GHz.

 

Os smartwatches são compatíveis com o S5 e com a maior parte dos smartphones e tablets da linha Galaxy. Diversas funções independem da conexão com o aparelho maior, como várias ligadas a atividades físicas, caso do pedômetro, cronômetro e monitor de frequência cardíaca. O Galaxy Gear 2 permite ainda falar pelo telefone, mas precisa do celular por perto para esta função.

A Samsung deixou os três aparelhos com o Link para um teste completo em primeira mão. Confira em nossa próxima edição impressa, que sai na segunda-feira, 31.

Este smartphone se autodestruirá em 5 segundos

  • 28 de fevereiro de 2014|
  • 17h02|
  • Por Camilo Rocha

Um smartphone que se autodestrói em caso de perigo parece coisa de filme de espionagem. Mas ele não é ficção e está sendo desenvolvido pela Boeing, fabricante de aviões civis e militares.

O Boeing Black promete ser o celular mais seguro do mundo, à prova de invasões. Seu mecanismo de proteção consiste não em explodir  na cara do inimigo, como seria num filme de James Bond, mas em apagar todos os dados internos e desligar se violado ou aberto.

O aparelho não estará disponível na Best Buy ou Wal-Mart, porém. A empresa intenciona vendê-lo apenas para “agências do governo ou empresas fornecedoras de agências que estejam ligadas à defesa ou segurança interna”, segundo comunicado que faz parte do pedido de registro junto à agência reguladora das comunicações dos Estados Unidos, a FCC.

O telefone é fabricado como “um aparelho selado com epóxi em volta da carcaça e parafusos que têm as cabeças cobertas com uma camada anti-violação que identifica qualquer tentativa de desmontagem”, diz a empresa. “Qualquer tentativa de abrir a carcaça do aparelho dispara funções que apagam todos os dados e o software contido no aparelho, que se torna inoperante”. O Boeing Black promete também proteção total de dados e software durante o funcionamento, incluindo armazenamento e transmissão criptografada.

O vídeo de apresentação (abaixo) explica que seu sistema operacional é Android, a conectividade inclui 4G, ele tem opção de carregamento por energia solar e sensor biométrico. Também ressalta características como “fabricado nos EUA”, “proteção de dados” e “canais de rádio discretos”. Um dos trechos mostra o aparelho com uma imagem do Pentágono ao fundo.

A maior parte dos detalhes sobre o aparelho, porém, é segredo. Segundo a Boeing, informações sobre o “Black” devem permanecer confidenciais ou protegidas por acordos.