Um aperitivo do novo sistema do iPhone, iOS 7
- 18 de junho de 2013|
- 19h37|
- Por Camilo Rocha
O site Recombu colocou um simulador do iOS 7, última versão do sistema operacional para tablets e smartphones da Apple.
O sistema só estará disponível para o consumidor no segundo semestre.
No Recombu, é possível ter uma ideia de como funcionarão vários aplicativos do novo sistema, entre eles câmera, mensagens, App Store, calendário e o próprio telefone.
Vale a olhada!
Ele está entre nós
- 9 de dezembro de 2012|
- 18h00|
- Por Camilo Rocha
O novo iPhone 5 será finalmente lançado no Brasil nesta sexta-feira. Ele chega aqui e em outros 50 países mais de três meses depois da sua estreia nos Estados Unidos. Sua homologação na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já está pronta desde outubro.
Na Vivo, o telefone vai custar a partir de R$ 1.450 no plano mais caro. A empresa não informou o modelo, nem os detalhes dos planos. A TIM venderá num primeiro momento apenas a versão de 32 GB em quantidade limitada. Custará R$ 2,7 mil. Depois começa a venda dos demais modelos. O de 16 GB custará R$ 2,4 mil e a 64 GB, R$ 3 mil. Até o fechamento desta edição, nem a Apple e nem outras operadoras divulgaram seus preços.
Conversando com funcionários de lojas de operadoras, o Link apurou que a chegada do aparelho nos estoques pode demorar. Uma atendente da Claro garantiu que no dia 15 ele já poderia ser encontrado. Já na Oi, ele só apareceria a partir do dia 20. Claro, TIM e Vivo abriram cadastro para a compra em seus sites. Nas lojas físicas, não havia possibilidade de se inscrever na lista de espera.
Nesta primeira fase, o desejado telefone não estará disponível em lojas de eletrônicos. As operadoras TIM, Claro, Vivo e Oi conseguiram o privilégio de vendê-lo antecipadamente no Brasil. Redes de varejo devem recebê-lo mais para a frente, em data ainda não divulgada.
Segundo os vendedores, o iPhone 4S pode melhorar de preço, mas só mais para a frente. Um vendedor calculou que o preço inicial para o modelo de 16 GB cairia para R$ 1.9 mil, só R$ 100 a menos que o valor atual.
Sim, um iPhone recém-lançado continua saindo bem caro. Não surpreende portanto que seja ainda um produto usado por poucos no Brasil, mesmo sendo tão conhecido. Segundo uma pesquisa recente, o aparelho só tem 0,4% do mercado brasileiro de smartphones. Sua participação piorou em relação ao ano anterior, quando tinha 1%.
Quando testei o novo iPhone, cerca de um mês atrás (o texto está no blog Homem-Objeto, no site do Link), chamaram a atenção as poucas diferenças entre ele e a versão anterior. Em termos de hardware, é mais leve, mais fino e com tela maior. Entre as novidades do software, a maioria também está disponível nos modelos 3GS, 4 e 4S, com a atualização do sistema. Isto significa que a versão 4S continua sendo uma ótima opção de compra. A escolha entre ele e o 5 é uma questão de preço e de preferência por formato físico.
Especulações de que a assistente de voz Siri chegaria aqui falando português parecem mais fruto de empolgação do que realismo. Será que a Apple faria isso em um mercado onde tem tão pouca participação? A Siri ganhou mais opções de línguas em junho na atualização do sistema iOS 6. Se for o caso de uma nova rodada de línguas, teremos uma nova versão do iOS 6?
Outro aplicativo de que os brasileiros não poderão usufruir por inteiro é o Maps. Aqui não funcionará o guia por voz nem a previsão de trânsito. Mapas em detalhes só para cidades grandes. Ainda há os outros problemas do aplicativo enfrentados por usuários em todo o mundo.
Vale lembrar que o iPhone 5 não conseguirá se conectar às redes 4G locais, como faz nos Estados Unidos. Entre as faixas de transmissão que ele reconhece, não está a usada no Brasil.
Produto : Apple iPhone 5
Preço : R$ 2,4 mil (16 GB) R$ 2,7 mil (32 GB) e R$ 3 mil (64 GB) (Preços da TIM)
Câmera : 8 MP
Conectividade : Wi-Fi e 3G
Sistema: iOS 6
Medida certa
- 2 de dezembro de 2012|
- 18h00|
- Por Camilo Rocha
Para muitos que pegarem o iPad Mini pela primeira vez, uma reação provável será: “Por que não pensaram nisso antes?”. Foi assim comigo quando o aparelho chegou na redação do Link, semana passada. O pequeno tablet é leve, portátil e bom de manusear. Além disso, muitos dos aplicativos parecem ter encontrado nele seu tamanho ideal de tela.
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Na verdade, alguns rivais da Apple já tinham pensado, como a Samsung com os Galaxys Tab 2 7.7 e Note 2. Faz todo sentido que este aparelho móvel, usado em tantas situações diferentes, tenha um tamanho grande o bastante para uma boa visualização e pequeno o suficiente para caber confortavelmente em mãos e bolsas das pessoas.
O iPad Mini tem menos da metade do peso do iPad convencional: são 300 gramas contra 650. Sua tela apresenta 7,9 polegadas contra as 9,7 polegadas do maior. A resolução, medida em pixels por polegada, é de 164 ppi. Perde para os iPads de terceira e quarta geração, com seus 264 ppi, mas ganha do iPad 2, que tem apenas 132 ppi. Por outro lado, como a tela é menor, a impressão é de resolução afiada.
Em questão de configuração, ele é bem parecido com o iPad maior. Tem câmera traseira de 5 megapixels (e dianteira de 1,2 MP). Vem em três opções de armazenamento: 16 GB, 32 GB e 64 GB. O processador é o A5, versão anterior dos chips dos últimos iPads maiores.
Nos Estados Unidos, o iPad Mini pode acessar as redes LTE/4G. No Brasil, ele só conseguirá acessar o 3G, pois não é compatível com a faixa de frequência 4G designada para a América do Sul. Será que a Apple poderia fazer uma versão que “pega” o 4G daqui, uma vez que o iPad Mini será fabricado no País? O histórico sugere que não.
Uma das atividades especialmente beneficiadas no iPad Mini é a leitura. Com sua altura de 200 mm e largura de 135 mm, ele tem as dimensões médias de um livro. Foi uma atividade agradável folhear páginas de um livro no aplicativo do Kindle.
Outro aplicativo que ganhou com o tamanho de tela do mini-tablet foi o Instagram. Sempre achei que a tela do iPhone (ou dos smartphones) ficava devendo na hora de apreciar as fotos. Na tela do Mini elas ficam no tamanho ideal.
O jogo Angry Birds também ficou de bom tamanho no pequeno iPad. Mais confortável para jogar do que no iPad maior e melhor de visualizar do que no smartphone.
De volta ao hardware, a carcaça do iPad Mini é rigorosamente igual a de suas versões maiores. Os botões de volume e mudo nas laterais, as entradas de fone de ouvido e microfone em cima, o alto-falante embaixo com o conector (já no novo modelo “lightning”, com oito pinos; é necessário adaptador para se conectar com o modelo anterior, de 30 pinos) e o botão de home logo abaixo da tela.
O iPad Mini foi uma grande (ainda que tardia) sacada da Apple. Por seu tamanho de tela, ele faz muito mais sentido para uma série de atividades do que o modelo tradicional. O que levanta algumas questões pertinentes: será este o iPad do futuro? Ele pode vir a substituir a versão maior ou os dois coexistirão?
No Brasil, ainda não há previsão de lançamento nem de preço do novo produto. O único passo dado até agora foi sua homologação pela Anatel, na quarta-feira.
Nos Estados Unidos ele custa entre US$ 329 e US$ 529 nas versões Wi-Fi.
OUTROS ‘MINIS’
No fim de 2011, a Samsung apareceu com um tablet menor chamado Galaxy Note. Tinha 5,5 polegadas. De lá para cá, várias marcas colocaram no mercado aparelhos de tela reduzida. Todos foram lançados antes do iPad Mini. Conheça alguns deles ao lado.
Galaxy Note 2
Tela 5,5 polegadas
Peso 180 gramas
Processador 1,6 GHz
Preço sugerido R$ 2.299
Kindle Fire HD
Tela 7 polegadas
Peso 395 g
Processador 1,2 GHz
Preço sugerido US$ 199
Google Nexus 7
Tela 7 polegadas
Peso 340 gramas
Processador 1,3 GHz
Preço sugerido US$ 199
Multilaser Diamond
Tela 7 polegadas
Peso 240 gramas
Processador 1,5 GHz
Preço sugerido R$ 599
Maior, mais leve e quase igual
- 11 de novembro de 2012|
- 18h00|
- Por Camilo Rocha
Os céticos desdenharam, os especialistas não se impressionaram e os fãs de Android riram. No fim, não fez nenhuma diferença. O novo iPhone está vendendo adoidado. Só no primeiro fim de semana foram 5 milhões de aparelhos comprados. E a produção não está dando conta. “Não estamos conseguindo atender a demanda”, admitiu Terry Gou, o chefão da Foxconn, empresa que produz os smartphones da Apple.
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Com sua costumeira reserva, a Apple não divulga data de lançamento nem preço nem previsão da chegada do iPhone 5 no Brasil. Levando em conta o cronograma de lançamento do iPhone 4S, ele deve chegar às lojas daqui até o fim do ano.
Fora dos canais oficiais, porém, vários brasileiros já têm em mãos o novo smartphone da Apple, lançado nos EUA em 21 de setembro e disponível em 31 países. Não param de chegar iPhones 5 por aqui. Em questão de minutos, encontramos via Twitter um conhecido que tinha acabado de voltar de São Francisco, nos EUA, e topou emprestar seu iPhone 5 novinho para teste.
Como ele, outros milhares estão comprando o telefone em Apple Stores no exterior e trazendo para o Brasil. Compram desbloqueado, pagando mais do que o dobro da opção vinculada a algum plano de operadora.
O iPhone 5 testado pelo Link é a versão de 64 GB e custou pouco mais de US$ 900 (cerca de R$ 1.830)numa Apple Store. O preço do mesmo modelo com uma operadora norte-americana é de US$ 399. A versão sem operadora ainda nem foi oficialmente lançada nos EUA. Chegou a aparecer na Apple Store norte-americana, mas foi logo removida. No varejo físico de lá, consegue-se encontrá-lo em algumas lojas, depois de alguma insistência.
Nem todos os compradores são usuários comuns. Já anda a todo vapor um mercado paralelo de novos iPhones no Brasil. O modelo de 16 GB (o mais simples) pode ser encontrado no Mercado Livre a R$ 2.999. Um conhecido soube de um lote de 15 aparelhos de 16 GB que chega aqui semana que vem, custando cerca de R$ 2.400 cada. O lote já está todo vendido.
Vale pagar ágio indecente e procurar esquemas paralelos? Se você é daqueles fãs da Apple que “precisa” ter a novidade o quanto antes, não escutará a voz da razão. Se não é, a verdade é que não vale. O iPhone 5 é excelente, mas não traz nenhuma novidade fundamental.
Um dos poucos diferenciais é percebido logo que se pega no telefone. O iPhone 5 é muito mais leve que seus antecessores. Pesa apenas 112 gramas, contra 140 gramas do iPhone 4S e 135 gramas do 3GS. Também é mais anatômico e cabe melhor na mão. O motivo é que ele está mais fino, com 7,6 milímetros de espessura comparado aos 9,33 milímetros do 4S. O novo iPhone também é mais alto, o que aumentou sua tela de 3,5 polegadas (no 4S) para 4 polegadas.
Na parte inferior do aparelho, outro pequeno, mas importante, item passou por mudança. A entrada para o conector, antes um espaçoso retângulo, agora é um buraco minúsculo. Nele, vai o novo conector de oito pinos, que substitui o anterior de 30 pinos. Portanto, para encaixar o iPhone 5 em um equipamento que usa a entrada antiga (como um aparelho de som), é necessário usar um adaptador. A peça custa US$ 29 (cerca de R$ 59) nos EUA. Na Apple Store brasileira é vendida por R$ 129.
Outra mudança física é o tamanho do chip, ainda menor. Do iPhone 3GS para o 4 o chip encolheu de tamanho normal para Micro SIM. No iPhone 5, virou um cartão Nano SIM. As operadoras Claro, TIM e Vivo já oferecem o minúsculo chip em suas lojas ao preço de R$ 10. A TIM cobra apenas de clientes que quiserem habilitar uma nova linha.
O iPhone 5 está preparado para se conectar a redes LTE/4G, mas não no Brasil. A faixa escolhida para a rede de dados de última geração no País não está entre as compatíveis com o aparelho.
Olhando para a tela inicial do novo smartphone, parece que nada mudou. Mas é só impressão: graças à tela maior, o usuário tem agora uma fileira horizontal a mais de ícones de aplicativos, totalizando cinco. O brilho e a nitidez da tela continuam iguais, graças à mesma resolução de 326 pixel por polegada (ppi).
Começo a mexer nos aplicativos para testar o novo processador A6, que promete dobrar o desempenho do aparelho e é 22% menor que o chip anterior. O ganho em velocidade é perceptível em várias operações. Em apps como Mail e Mensagens há uma resposta mais ligeira aos comandos. A câmera também está mais ágil e é possível tirar fotos rapidamente em sequência.
Um atrativo novo da câmera no iPhone 5 é o recurso de “panorâmica”. Depois de escolher essa opção, você segura o aparelho e faz um passeio pela paisagem que quer capturar. Se fizer isso muito rápido, o aparelho pede para ir mais devagar.
Muitas das novidades do iOS 6, o sistema operacional do iPhone 5, podem ser desfrutadas por quem tem um modelo anterior. A atualização está disponível para as versões 3GS, 4 e 4S. Com isso, donos de aparelhos mais antigos podem aproveitar recursos como streaming de fotos via iCloud, integração maior com Facebook e novas facilidades no telefone e no aplicativo de mensagens. O impopular aplicativo Maps também vem no pacote.
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Leia mais:
• Link no papel – 12/11/2012
iPhone 5 em mais 22 países
- 28 de setembro de 2012|
- 18h22|
- Por Camilo Rocha
Site da Apple eslovaca destaca o iPhone 5
O novo smartphone da Apple chegou nesta sexta-feira, 28, a mais 22 países.
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São eles: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Eslováquia, Esolvênia, Espanha, Suécia e Suíça.
Até o fim do ano, a Apple quer lançar o telefone em 100 países. Se for como no ano passado com o iPhone 4S, estaremos no último grupo de países a recebê-lo.
A evolução dos produtos Apple
- 27 de setembro de 2012|
- 13h33|
- Por Camilo Rocha
Um fã fez um vídeo mostrando a evolução dos produtos de hardware da Apple.
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Ele mesmo avisa que não “está em ordem cronológica nem tem todos os produtos”.
Mesmo assim, vale a olhada.
Quanto custam as peças de um iPhone 5?
- 14 de setembro de 2012|
- 16h13|
- Por Camilo Rocha
Somando-se os preços de todas as peças do novo smartphone da Apple, seu custo fica em US$ 167,50 (R$ 339,25). A estimativa é do site TechInsights e não foi confirmada pelo fabricante.
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O custo é maior que o do iPhone 4S, que totaliza US$ 132,50, e do iPhone 4, US$ 112.
O processador A6 é o item mais caro, custando US$ 28. Depois vem o modem LTE, que fica em US$ 25. A tela sai por US$ 18 e a câmera por US$ 10.
Veja na tabela abaixo a relação completa dos preços e a comparação com os modelos mais antigos do iPhone.
Guarde para quando sair o preço do novo aparelho no Brasil.
Os primeiros acessórios para iPhone 5
- 24 de agosto de 2012|
- 17h27|
- Por Camilo Rocha
Pronto para o iPhone 5? A empresa de acessórios Spigen está.
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Seu site já oferece (na pré-venda) dois acessórios pensados no smartphone que só será lançado, segundo as últimas previsões, em 21 de setembro.
Os produtos também são vendidos no site da Amazon americana.
Aqui um modelo de protetor de tela para o iPhone 5, mais reforçado. Custa US$ 27,99.
Aqui um mais simples, por US$ 13,99.
iPhone 5 vs Galaxy S3
- 21 de agosto de 2012|
- 17h10|
- Por Camilo Rocha
O vídeo abaixo faz uma comparação física entre o iPhone 5 e o Galaxy S3.
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Espere um pouco, que iPhone 5? Ele só sai em outubro!
Na verdade, a cara do futuro smartphone da Apple que aparece é baseada em imagens que vazaram no dia 30/7 de uma assistência técnica japonesa chamada iLab.
Alguém compra Samsung achando que é Apple?
- 7 de agosto de 2012|
- 19h15|
- Por Camilo Rocha
A briga judicial entre Apple e Samsung segue a todo vapor.
Nesta terça, a fabricante do iPhone chamou para o tribunal uma ex-funcionária e designer premiada para falar como os aparelhos da concorrente coreana eram ” confusamente semelhantes”.
A imagem acima mostra a evolução dos smartphones da Samsung (via CNet). Impossível negar que, pós-iPhone, os aparelhos da coreana adotaram características visuais semelhantes ao telefone da Apple. Assim como vários outros fabricantes.
A questão maior é: “Alguém já se confundiu achando que um produto Samsung era da Apple?”
A pergunta foi feita pelo site CNet, que sugere que a Apple leve para o tribunal pessoas que já cometeram esse tipo de engano. Seria uma prova irrefutável de que o design da Samsung é tão parecido que induz consumidores ao erro.


















