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Impressora 3D (ainda) não é para ter em casa

  • 19 de maio de 2013
  • 18h00
  • Por Camilo Rocha

  

(1) Começa o desenho O bico extrusor da Cube aplica a primeira camada de plástico PLA; (2) Algumas camadas depois Pacientemente, a máquina repete o mesmo traçado várias vezes; (3) Resultado Cerca de 40 minutos depois, a peça de plástico duro fica pronta

Imagine-se em 1958, falando da novíssima TV em preto e branco da Philco, com seu móvel de madeira, antena enorme e recepção chuviscada da TV Tupi. Quando falamos de impressão 3D em 2013, estamos nesse mesmo patamar.

As promessas de imprimir tênis, peças automotivas ou comida ainda estão bastante longe de chegar ao usuário comum. As impressoras disponíveis se limitam a produzir pequenos objetos de plástico.

A boa notícia é que os preços começam a baixar e há mais opções de impressoras. Recentemente, a Staples, maior rede de lojas de material de escritório, começou a vender uma dessas máquinas, a The Cube, da 3D Systems, por US$ 1.299,99 (R$ 2,6 mil).

É o mesmo equipamento que a Robtec lançou no Brasil em abril. Aqui, ela vai custar R$ 6.690, mais que o dobro do preço americano, mas ainda assim “acessível” para o mercado local.

A Cube vem com alguns desenhos prontos para impressão em plástico PLA. Um deles é uma peça de Lego que, no teste do Link, demorou 40 minutos para ficar pronta. O resultado deixou a desejar, com rebarbas, acabamento grosseiro e impossibilidade de se encaixar uma peça real de Lego.

É necessário um pen drive ou uma rede Wi-Fi para carregar outros desenhos (ela não se conecta por cabo). Os arquivos têm de estar no formato .cube, e o tamanho dos objetos não pode ser maior do que a área de impressão. Um software – que vem com o aparelho – pode converter outros formatos de desenho para o .cube.

A Cube tem serventia no ambiente profissional (modelos de peças, design), mas para o cidadão comum é um item caro e de pouca utilidade.

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Site simula o que o usuário vê com o Google Glass

  • 16 de maio de 2013
  • 20h20
  • Por Camilo Rocha

Pensado nos que querem construir aplicativos para o Google Glass, o site Glass Sim simula o que o usuário vê usando os óculos conectados.

A ferramenta oferece várias das telas  disponíveis nos óculos do Google (agenda, lembretes, resultados de jogos) para que o desenvolvedor possa ter uma ideia de como ficará seu projeto.

É possível até simular a paisagem, que no caso do uso de fato dos óculos seria qualquer coisa que estivesse na frente do usuário. No Glass Sim, imagens da webcam, do computador do usuário ou de uma galeria própria do site podem ser usadas para esse fim.

Clique aqui para ir ao Glass Sim.

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Uma impressora 3D por menos de R$ 1.000

  • 15 de maio de 2013
  • 16h15
  • Por Camilo Rocha

É o que promete ser a Bucaneer.

Ela ainda não existe, nem no KickStarter, onde se encontra atualmente em processo de avaliação.

Informações por enquanto só no site do projeto, que anuncia “finalmente, uma impressora 3D que qualquer um pode usar”.

A Pirate3D pretende custar apenas US$ 347 nos EUA.

É claro que um preço assim tão baixo já despertou desconfiança. Como lembrou o site TechCrunch, só um bico extrusor de plástico (peça fundamental de qualquer impressora 3D, é por onde sai o material que vai formar a impressão) custa entre US$ 50 e US$ 75.

Os fabricantes tem postado imagens em seu blog e página do Facebook do que seriam peças feitas com o protótipo do aparelho.

O mais divertido do projeto são suas referências à pirataria, tanto no nome do aparelho, “Bucaneer”, como da empresa, “Pirate 3D”. Uma provocação que tem em mente as muitas polêmicas relacionadas a direitos autorais que a impressão 3D já vem levantando.

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Leitura em alta definição

  • 12 de maio de 2013
  • 18h00
  • Por Camilo Rocha

ATUALIZAÇÃO: A assessoria do Kobo no Brasil informou nesta segunda-feira, 13, que o preço sugerido do leitor Aura será de R$ 599 e sua data de lançamento em junho. Anunciou também que a Livraria Cultura foi escolhida como canal de vendas do produto no Brasil, o que ainda não estava definido. 

É inegável que os e-readers vieram para facilitar nossa vida. Recentemente, numa época de muita correria, terminei de ler um livro de 340 páginas entre smartphone e desktop. Não dispunha de tempo para ler em casa com tranquilidade. Sem a opção eletrônica nas plataformas móveis não teria conseguido.

Apesar de o Kindle, da Amazon, ser a grande referência no assunto, o concorrente Kobo vem conquistando seu espaço.

Desde o fim do ano passado, a Livraria Cultura trouxe ao Brasil três modelos da empresa canadense: Touch, Glo e Mini. Embora não divulgue números, a assessoria da Cultura garante que as vendas são animadoras.

Talvez por isso esteja chegando aqui mais uma opção de Kobo, o Aura, o modelo “premium” da família. É a primeira versão que não será lançada com a Livraria Cultura. O lançamento será feito mais uma vez em parceria com a Livraria Cultura. O Aura deve chegar às lojas até o fim do semestre junho e ainda não tem terá o preço sugerido de R$ 599.

O Kobo Aura tem tela de 6,8 polegadas, maior que os outros Kobos já à venda aqui. A tela, com tecnologia de papel digital, é de alta definição (HD), com resolução de 265 ppi (pixels por polegadas), consideravelmente mais alta que os Kindles (até mesmo que o Kindle Fire, que tem 169 ppi). Isso significa contraste e nitidez acentuados para a leitura, mesmo em ambientes externos com sol forte.

O catálogo à disposição é amplo. São três milhões de títulos da Kobo, sendo 15 mil em português. Nas páginas, é possível fazer marcações e procurar palavras no dicionário. O Kobo Aura tem bom espaço interno, totalizando 4 GB de armazenamento. Uma limitação é que ele não pode ser recarregado na tomada, apenas via USB.

KOBO AURA

Preço | Não definido
Tela | 4 polegadas
Resolução | 256 ppi (pixels por polegada)
Processador | 1 GHz
Peso | 240 gramas
Armazenamento | 4 GB

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Novo LG disputa faixa mais cara

  • 5 de maio de 2013
  • 18h00
  • Por Camilo Rocha

O andar de cima do mercado de smartphones ficou mais movimentado. A LG lançou seu topo de linha, o Optimus G, que tem recursos e preço que o colocam na mesma categoria do Samsung Galaxy S3 e do iPhone 5.

Faz pouco tempo, a empresa lançou um modelo premium bem parecido com este em termos de configurações. Foi o Nexus 4, produzido em parceria com o Google. Os dois têm mesmo tamanho de tela, resolução e poder de processamento. O Optimus G, porém, tem acesso à nova rede 4G, o dobro de espaço de armazenamento (32 gigabytes contra 16 gigabytes do Nexus 4) e câmera mais poderosa. E custa R$ 300 a mais.

O Optimus G tem visual sofisticado, com seu exterior esbelto, economia de detalhes e o colorido vivo de sua tela “true HD” (1280 x 768 pixels), resolução maior que o HD comum, mas menor que o Full HD. A tela é das grandes (4,7 polegadas), mas o peso de 145 gramas ajuda na portabilidade.

O processamento do Optimus G está apto a encarar a concorrência. Com 1,5 GHz de potência, ele se equivale ao Galaxy S3. A navegação por diferentes telas e aplicativos corre sem engasgar. É possível, aliás, deixar dois apps abertos ao mesmo tempo usando a função QSlide, que regula a transparência do aplicativo “por cima”.

A câmera é uma das mais poderosas do mercado. São 13 megapixels na traseira (e 1,3 MP na frontal). Um recurso interessante é o que registra os milésimos de segundos antes da foto, para escolher a melhor imagem.

A versão do Android que vem nele não é a última: Jelly Bean 4.1 (a plataforma já está no 4.2). Apesar do armazenamento folgado, o Optimus G ficou devendo também uma entrada para cartão microSD.

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Música portátil e sem fios

  • 29 de abril de 2013
  • 16h58
  • Por Camilo Rocha

Testamos três aparelhos de áudio de tamanhos diferentes com Bluetooth

Apesar de muitos avanços, ouvir músicas que estão no seu celular ou tablet em um aparelho de áudio de qualidade ainda depende de procedimentos nada modernos.

Um deles, bem tradicional, é espetar um cabo com o padrão P2 na saída de fone de seu celular e ligar a outra ponta num sistema de amplificação. Mas isso, como resultado, pode gerar um emaranhado de fios não muito bonito de se ver e pouco prático de lidar.

Outra opção é acoplar o aparelho em um dock – uma ação bem mais contemporânea e simples, mas que ainda envolve certo esforço, como ir até o dock e deixar o smartphone lá.

Uma boa maneira de se livrar dos emaranhados de fios e da caminhada até o aparelho são os docks e caixas de áudio que já vêm com sistema Bluetooth. A tecnologia de transmissão de dados a curtas distâncias permite que as músicas sejam enviadas de um computador ou smartphone para um sistema de som. Basta ligar os dois eletrônicos e fazer o emparelhamento.

Avaliei três aparelhos de áudio com Bluetooth de tamanhos diferentes.

Samsung DA-E750 
O maior e também mais caro entre os aparelhos selecionados tem um bonito acabamento que simula madeira e transmite um ar de mobília clássica e elegante. Também pesa como móvel – quase nove quilos. O jeitão vintage não para por aí: o dock traz um sistema de pré-amplificação com válvula (para os cultuadores de áudio clássico, o valvulado só perde para analógico). O som faz jus à pompa e bate bem. Em algumas lojas, pode ser encontrado por R$ 600 a menos do que o valor sugerido pelo fabricante.

Preço sugerido | R$ 2.499
Potência | 100 W
Peso | 8,6 quilos

Jawbone Jambox
Pode dar trabalho encontrar esse aparelho no Brasil. E o alto preço não é nada atraente. Mas a Jambox é um triunfo de desenho e qualidade de som que vale conhecer. Discreto e moderno, o dock Bluetooth vem em diferentes opções de cores e se mescla com os objetos de prateleira. Ele também ganha dos concorrentes em termos de portabilidade. Seu som tem presença e clareza. A Jawbone também oferece vários aplicativos para smartphone que acrescentam novos recursos à caixa de som.

Preço | R$ 1.799
Potência | Não divulgado
Peso | 347 gramas

LG Dock ND 5520

Lançamento recente da LG, o dock oferece duas opções ao freguês: a transmissão do áudio de  computador/smartphone/tablet via Bluetooth ou o acoplamento em uma das duas entradas disponíveis – uma compatível com iPhone/iPad e a outra com aparelhos que usam o sistema operacional Android. O aparelho oferece diferentes alternativas de equalização. O design minimalista e a cor branca permitem que ele fique bonito em uma variedade de cenários. Ótima relação custo-benefício.

Preço sugerido | R$ 899
Potência | 30 W
Peso | 2,27 quilos

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Smartphones acessíveis

  • 21 de abril de 2013
  • 19h00
  • Por Camilo Rocha

Testamos o Motorola Razr D3 e o Sony Xperia J, que custam abaixo de R$ 800

Os smartphones estão cada vez mais acessíveis no País. Há dois anos, era preciso gastar acima de R$ 1 mil por um bom modelo. Hoje em dia, vários aparelhos com ótimos recursos custam a partir de R$ 400.

Por isso, escolhemos dois modelos mais em conta para avaliar. O primeiro é o Motorola Razr D3, que tem preço sugerido de R$ 799.

O Razr D3 é um bom exemplo de barateamento de recursos antes vistos como topo de linha. Com 1,2 GHz, seu processador tem a mesma configuração do Samsung Galaxy S2, que há dois anos era o modelo mais sofisticado da fabricante. O Razr D3 é ágil e, no teste, abriu rapidamente os aplicativos. Ele traz a versão 4.1 do sistema Android quase “pura”, uma vez que a Motorola praticamente não fez modificações.

Sua câmera de 8 megapixels (MP) tem um recurso chamado HDR, que consegue diferentes níveis de exposição e tira fotos boas de ambientes com pouca luz. O acabamento de plástico do telefone não é dos mais sólidos e o design é pouco atraente. Para compensar a deficiência estética, o D3 é leve, pesando apenas 120 gramas. O aparelho tem espaço para dois chips.

Já o Xperia J, da Sony, é mais bonito e anatômico, característica privilegiada pela parte traseira curvada. Mas é um produto com recursos modestos. O processador tem 1 GHz, a câmera 5 megapixels, e a versão do Android é a 4.0.

A tela de quatro polegadas tem boa resolução (245 pixels por polegada) e a qualidade do áudio surpreende. O armazenamento interno é de 4 gigabytes (GB), expansível para 32 GB com cartão de memória. O preço nos planos pré-pago fica em R$ 699. Um porém: ele só pode ser comprado, por enquanto, nas lojas da Claro (e com aqueles aplicativos da operadora que ninguém nunca usa). Uma promoção da empresa oferece o aparelho por R$ 150 – amarrado ao plano ilimitado 100 –, mas apenas para clientes que migrarem de operadoras concorrentes.

MOTOROLA RAZR D3
Preço | R$ 799 (sugerido)
Tela | 4 polegadas
Sistema operacional | Android 4.1
Câmera | 8 MP / 1.2 MP (frontal)
Armazenamento | 4 GB e entrada
para cartão microSD de até 32 GB

SONY XPERIA J
Preço | R$ 699 (pré-pago, na Claro)
Tela | 4 polegadas
Sistema operacional | Android 4.0
Câmera | 5 MP / VGA (frontal)
Armazenamento | 4 GB e entrada
para cartão microSD de até 32 GB

Tabletão de mesa

  • 14 de abril de 2013
  • 16h00
  • Por Camilo Rocha

As coberturas das grandes feiras internacionais de eletrônicos, como a CES, realizada em Las Vegas em janeiro, sempre trazem imagens de novos aparelhos que fascinam pelos recursos apresentados ou pelo tamanho. Neste ano as telas de toque king size, como a do super tablet Lenovo Horizon de 27 polegadas, estavam entre essas novidades.

Outro modelo mostrado no evento foi o Vaio Tap 20, da Sony, com 20 polegadas. O aparelho saiu no mercado brasileiro no fim de 2012 e é um híbrido de desktop e tablet.

É uma abordagem interessante. Depois do lançamento do Windows 8, a mais recente versão do sistema operacional da Microsoft, o mercado presenciou a chegada de uma série de aparelhos que são meio laptop meio tablet. Mas um híbrido desktop/tablet?

A lógica do tablet é ser móvel. A do desktop é estar num lugar fixo. Um produto assim não provocaria então um conflito de interesses? Talvez – e ainda mais porque o Vaio Tap 20 não é leve nem compacto. Além dos 50 centímetros de altura e 30 centímetros de largura, o peso dele é de 5,2 quilos. Isto é quase dez vezes mais que a maioria dos tablets (e o dobro dos 2,4 quilos do aparelho com tela de touch de 20 polegadas que a Panasonic apresentou na mesma CES).

Por outro lado, se o Tap 20 não serve como companheiro do sofá ou da reunião externa, ele pode mostrar seu valor em atividades realizadas a curtas distâncias. Uma grande alça atrás e a ausência de fios ligando mouse e teclado fazem dele um item bem mais prático de transportar de uma sala para outra do que um computador de mesa convencional com gabinete e monitor.

Assim, ele pode funcionar como uma central de entretenimento para a família ou uma tela maior à disposição em um ambiente profissional. Desconectado da tomada, a bateria dele dura até três horas.

Com todo seu tamanho, a tela bem que podia ser Full HD. Mas as especificações dele, de 1.600 por 900 pixels, o deixam abaixo disso. A resposta do toque da tela é outro ponto que poderia ser mais veloz. O Vaio Tap 20 também tem controle de gestos para algumas funções, captados pela boa webcam que vem com ele. Pode vir a calhar nos momentos em que você cansou de batucar em uma tela em posição vertical (e acredite, você vai cansar…).

O processador tem 1,70 GHz, mas que pode ir a 2,60 GHz com Turbo Boost, tecnologia da Intel que permite acelerar a CPU. Com 750 GB de disco rígido, o Tap 20 tem espaço de armazenamento de sobra. Na carroceria, duas entradas USB 3.0, mais webcam e microfone integrados. Ainda no aspecto da conectividade, ele vem com Bluetooth e NFC, para transferências de arquivos a curta distância, mas senti falta de uma saída HDMI.

SONY VAIO TAP 20

Processador | 1,70 GHz
Armazenamento | 750 GB
Memória RAM | 4 GB
Sistema operacional | Windows 8
Tela | 20 polegadas (resolução de 1.600 x 900 pixels), sensível ao toque (até 10 pontos simultâneos)
Peso | 5,2 quilogramas
Conexões | Wi-Fi e Bluetooth
Preço sugerido | R$ 4.699 (inclui mouse e teclado sem fios e webcam de alta resolução)

Energia sem fio

  • 7 de abril de 2013
  • 18h00
  • Por Camilo Rocha

Carregador sem fio do LG Google Nexus 4

As origens do carregamento de bateria sem fio são bem antigas. Em 1891, o inventor sérvio-americano Nikola Tesla transferiu pela primeira vez energia através de um campo eletromagnético, sem a necessidade de fio ou metal condutor. O fenômeno ganhou o nome de “efeito Tesla”.

Têm aparecido cada vez mais aparelhos com a possibilidade de carregamento sem fio, incluindo os recentes Nokia Lumia 920, LG Google Nexus 4 e Samsung Galaxy S4. Faz todo sentido em tempos de celulares cada vez mais esfomeados por tantos recursos e aplicativos.

Caixa da JBL com carregador

A empresa de consultoria IHS prevê que em 2015 haverá cerca de 100 milhões de aparelhos compatíveis com carregadores sem fio. Em 2012, o número foi de 5 milhões.

“Queremos erradicar o problema do fim da bateria”, anuncia o site da Wireless Power Consortium. O grupo é responsável pela criação do padrão de carregamento Wi-Fi Qi (pronuncia-se “Tchi”). Entre seus 125 membros, há nomes como Sony, Samsung, Nokia e LG (mas não Apple, que pode estar desenvolvendo tecnologia própria).

Detalhe do painel do Toyota Avalon com carregador sem fio

O consórcio aposta num mundo onde recarga sem fio será tão comum quanto pontos de Wi-Fi, com usuários reabastecendo em lanchonetes, escolas ou no transporte público.

O procedimento é simples. O carregador é ligado na tomada. O usuário então encosta o celular na superfície lisa do acessório e o deixa lá. Bateria preenchida, é só pegar o celular sem precisar desconectar nada.

A maior desvantagem do procedimento é que o aparelho não pode ser utilizado enquanto carrega. Vale observar que só aparelhos com tecnologia específica podem ser carregados assim.

Amazon dá MP3 para quem comprar vinil ou CD

  • 5 de abril de 2013
  • 19h53
  • Por Camilo Rocha

A Amazon acaba de introduzir o AutoRip, um brinde para os compradores de CDs ou discos de vinil na loja. Trata-se de uma versão em MP3 da música do formato físico, dada de graça ao seu comprador.

O presente é disponibilizado via Amazon Cloud Drive, o serviço de armazenamento em nuvem da empresa. O upload do (s) Mp3 (s) é feito automaticamente, assim que a compra é concretizada. A música pode então ser ouvida num tablet ou smartphone ou baixada num computador.

A oferta não vale para todo o catálogo de CD ou vinil da loja, apenas para músicas que tenham o logo AutoRip

A empresa também promete dar de brinde versões em MP3 de qualquer CD ou vinil comprado no site desde 1998.

Entre os mais vendidos de vinil da Amazon americana, estão os novos álbuns de Justin Timberlake e David Bowie e Back To Black, de Amy Winehouse.

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