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Herton Escobar

09.dezembro.2013 10:44:36

Lançamento falha e satélite sino-brasileiro cai na Terra

FOTO: Imagem de computador do CBERS-3. Crédito: AEB/Divulgação

Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Atualizado às 9h do dia 11/12

O satélite sino-brasileiro CBERS-3 caiu na Terra depois de ter sido lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na China. Segundo informações repassadas à imprensa pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), houve uma falha na etapa final de colocação do satélite em órbita — procedimento que é de responsabilidade da China. O motor do terceiro estágio do foguete lançador parou de funcionar 11 segundos antes do que deveria, de modo que o CBERS-3 foi liberado no espaço numa altitude abaixo do ideal (720 km, em vez de 778 km) e com uma velocidade horizontal abaixo do mínimo necessário para permanecer em órbita (8 km/s). Resultado: Assim que foi liberado no espaço, o satélite começou a perder altitude, até cair de volta na Terra, puxado pela atração gravitacional do planeta. “É o que tudo indica que tenha acontecido”, resumiu o vice-diretor do Inpe, Oswaldo Miranda.

A queda não foi registrada visualmente, mas acredita-se que o satélite tenha caído na região da Antártida. Não há o que ser resgatado. “Provavelmente foi pulverizado na reentrada da atmosfera”, disse Miranda. A baixa altitude, segundo ele, poderia ter sido corrigida com o uso de propulsores internos do satélite. Mas a falta de velocidade, não. ”Aqueles 11 segundos (de impulso) que faltaram foram fatais. É como num estilingue: se você não puxa o elástico o suficiente, a pedra não voa e cai bem na sua frente.”

Não foi possível determinar a velocidade exata do satélite, mas é certo que ela ficou abaixo de 8 km/s. Técnicos chineses vão analisar os dados de telemetria do foguete para tentar entender porque os propulsores do terceiro estágio foram cortados antes da hora. Esta foi a primeira falha registrada em 35 lançamentos chineses com esse modelo de foguete, chamado Longa Marcha 4B. “Demos o azar de ser justamente na vez do CBERS”, disse o chefe de gabinete do Inpe, Carlos Alexandre de Souza.

Miranda ressalta que, ao ser liberado do foguete, o CBERS-3 funcionou exatamente como deveria. O painel solar foi aberto, todos os sistemas foram ligados, as câmeras foram apontadas para baixo e o satélite enviou dados para a Terra durante 30 minutos. Depois, desapareceu. “O CBERS-3 funcionou perfeitamente. O problema foi no lançamento”, disse Miranda.

O satélite era metade brasileiro, metade chinês (veja infográfico abaixo com mais detalhes); mas o lançamento era de responsabilidade total da China, que tem um dos programas espaciais mais avançados do mundo e comprovada eficiência no desenvolvimento e lançamento de satélites. O custo do lançamento, de US$ 30 milhões, foi dividido entre os dois países.

A meta do Brasil agora é acelerar o processo de montagem e preparo do CBERS-4 (um irmão gêmeo do CBERS-3), cujo lançamento estava previsto para o fim de 2015. “Vamos tentar reduzir esse prazo o máximo possível”, disse Miranda. Segundo ele, é “factível” pensar em ter o satélite pronto para lançamento no prazo de 12 a 14 meses, mas isso dependerá de negociações com o lado chinês do projeto — que teria de trabalhar dobrado, também, para cumprir esse prazo mais curto. Uma comitiva liderada pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, que foi à China acompanhar o lançamento ao vivo, permanecerá no país por mais alguns dias para realizar essas negociações. Uma reunião extraordinária do comitê conjunto de coordenação do programa CBERS (JPC, em inglês) foi convocada para esta terça-feira, dia 10, segundo nota do MCTI divulgada pela Agência Espacial Brasileira (AEB).

Investimento. O Brasil investiu R$ 320 milhões* na construção dos satélites CBERS-3 e 4. O satélite perdido não tinha seguro, o que normalmente só é feito para projetos comerciais. “Para um satélite científico como o CBERS, o custo do seguro seria praticamente o mesmo do satélite”, avalia Miranda. Ele e outros representantes do programa no Inpe ressaltaram que qualquer projeto na área espacial é um projeto de risco, e que todos os programas espaciais e todos os modelos de lançadores já vivenciaram eventos como esse. “É uma frustração, claro, mas estamos cientes de que isso é um risco natural”, disse o coordenador geral de engenharia e tecnologia espacial do Inpe, Amauri Silva Montes.

(*Nota: Há uma certa confusão com relação a esses números. R$ 320 milhões é o valor que foi contratado a empresas brasileiras para construir as partes brasileiras dos dois satélites. O valor total investido pelo país na construção de cada satélite individual, porém, foi por volta de R$ 270 milhões, segunde me disse o diretor do Inpe, Leonel Perondi, em uma entrevista recentemente, antes de viajar para a China. Isso incluiria os gastos com logística, testes, montagem, etc. Estou aguardando mais informações do Inpe para saber o valor exato.)

Miranda ressalta que o investimento não foi “jogado fora” com a perda do CBERS-3, já que o conhecimento tecnológico adquirido com o desenvolvimento do satélite continuará a render dividendos para o programa espacial brasileiro. “Hoje temos 90% do conhecimento necessário para fazer um satélite CBERS inteiro”, destacou.

Até que o CBERS-4 esteja funcionando no espaço, porém, o Brasil continuará como está há quase quatro anos, dependendo exclusivamente das imagens de satélites de outros países (como o Landsat-8, dos EUA, e o Resourcesat-2, da Índia) para observar seu próprio território. O CBERS-3 era um modelo muito mais avançado do que os seus antecessores (CBERS-1, 2 e 2B). Ele levava quatro câmeras de alta tecnologia — duas desenvolvidas pelo Brasil e duas, pela China –, com diferentes resoluções espaciais e temporais, que poderiam ser empregadas numa série de aplicações, como o monitoramento de florestas e de atividades agrícolas.

Miranda garantiu que os serviços atuais de observação da Terra prestados pelo Inpe não deixarão de funcionar por causa da perda do CBERS-3, mas deixarão de contar com as imagens e dados adicionais que seriam fornecidos pelo satélite. No caso do programa de monitoramento do desmatamento da Amazônia em tempo real (Deter), por exemplo, a câmera WFI do CBERS-3 permitiria ao Inpe obter imagens de toda a floresta a cada cinco dias e detectar desmatamentos menores até do que 1 hectare, enquanto que as imagens usadas atualmente para isso (dos satélites Aqua e Terra, da Nasa) só permitem detectar clareiras maiores do que 6 hectares.

“Vai fazer falta? Vai. Mas o Inpe tem suas precauções. Não vamos deixar a sociedade brasileira desprovida de dados”, disse o coordenador do segmento de aplicações do CBERS, José Carlos Epiphanio.

Para mais informações sobre o programa CBERS, veja a reportagem especial sobre o assunto publicada anteriormente neste blog: http://blogs.estadao.com.br/herton-escobar/cbers3-lancamento/

Essa ilustração do Inpe (feita originalmente para o CBERS-2) mostra os estágios de lançamento e colocação do satélite em órbita pelo foguete Longa Marcha. O problema com o lançamento do CBERS-3 teria ocorrido no estágio em que o satélite é liberado da coifa do foguete. O motor desse estágio parou de funcionar 11 segundos antes do necessário, de modo que o satélite não ganhou velocidade horizontal suficiente para permanecer em órbita.

Infográfico de Carlos Muller/Estadão

comentários (71) | comente

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71 Comentários Comente também
  • 09/12/2013 - 11:17
    Enviado por: Lothar von Puttkamer

    Analises preliminares sugerem que o problema no foguete chinês foi causado pelo dispositivo responsável por tocar “pour elise”

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  • 09/12/2013 - 11:32
    Enviado por: Paulo Ferraz

    Provavelmente o Marco Aurélio Garcia, Gilberto Carvalho e Cia, incluindo a PresidAnta, vão propagar que foi sabotagem da CIA e demais agencias americanas e européias de espionagem com o propósito de engrossar o coro dos pessimistas de plantão….. .

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    • 09/12/2013 - 14:06
      Enviado por: Fabio Figueiredo

      Provavelmente foram os tucanos que fizeram figa e derrubaram o satélite. Esse satélite “atrasou” 3 anos e nesse interim, o Brasil ficou sem satélites.

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  • 09/12/2013 - 11:42
    Enviado por: Antonio

    Produto Chinês ó dura seis mês.(meses)
    Foguete Chinês voa 6 metro.(metros) … Ah ahahahahhahah!

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    • 09/12/2013 - 14:09
      Enviado por: Regis

      Engana-se Sr Antônio, eu nunca vi produto Xinês durar mais que seis semanas ainda que part destas 6 semanas esperando pra ser lançado ao lixo.

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  • 09/12/2013 - 11:50
    Enviado por: emerson

    brasil ta na hora de acordamos,..ja perceberam que toda vez que vamos dar um passo em direçao ao conhecimento tecnologico ,algo acontece??foi assim em alcantara ,en angra, na antartida ,…..seja la o que ou quem ,esses tem sabotado n ossas pesquisa ,so nao ve quem nao quer,ta na hora de darmos umas resposta,a altura….eua ,nao ajuda en nada ,china se mostrou negrijente com nossos interesses,ta na hora de nois se unir militarmente ,tecnologicamente , com a russia,essa sempre foi leal com os parceiros……………………….

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    • 09/12/2013 - 13:55
      Enviado por: Flavio

      A tecnologia critica no pais não é considerada uma política de estado, e sim de governo. Decorre que isso desaba qualquer tipo de iniciativa de desenvolvimento tecnológico em área. Não é tanto questão de recursos financeiros, porém mais de vontade política, gestão de recursos humanos e empenho tanto do governo quanto das instituições desenvolvedoras. Estamos atualmente perdendo a capacitação nas diversas áreas devido a uma política de não reposição de recursos humanos especializados. Existe um envelhecimento natural dos recursos humano que torna critica a recuperação da capacidade que se existia décadas atrás. Quanto ao problema do lançador, o longa marcha é um foguete muito confiável. Possui uma confiabilidade altíssima dentre os demais lançadores de satélites. O programa espacial chinês é um programa a ser utilizado como referência, assim como o programa indiano. Ambos são exemplos de como uma nação alinhada com um ideal converte um sonho em realidade.

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    • 09/12/2013 - 13:58
      Enviado por: Cristiano

      Para um país que tem o tamanho do nosso e nossos pilotos estão voando com aviões mais velhos do que fuscas, você queria o quê. Fala que não tem dinheiro e gasta mais de 2 Bilhões com o Haiti, deixa os Americanos cuidarem do problema que está no quintal deles. Coisa desse governo do PT.

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    • 09/12/2013 - 14:47
      Enviado por: Claudio Mesquita

      KKKKKKKkkkkkkk-Boa Piada emerson, porém se vc estiver falando sério, isso denota que você está, no mínimo, igualznho a esse foguete e esse goveninho, dando Chabu kkkkk.
      Calma, eu tenho, confesso alguma culpa, pois votei uma vez no Molusco de 9 dedos e ele pôs o poste da diuma.
      Os russos NÃO são CONFIÁVEIS E MUITO MENOS LEAIS.
      Por favor pessoal, façam um esforço, e reflitam as enormes asneiras que escrevem.
      LEIAM LIVROS ou( MENOS MAL) busquem inforção crível em sites de geopolítica.

      Após 03(três) de atrasos e outras desmando$. In-com-PeTên-cia. Essa é a marca desse gorverninho de pibinho e bolsa desocupados. E assim, se produz, uma geração de NEM-NEM.
      Nem nunca são honestos, Nem nunca serão úteis ao Brasil.

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    • 09/12/2013 - 16:30
      Enviado por: Luiz

      Caro Emerson, partindo da premissa que entre países não há amizade mas interesses, o acordo com a China baseado na troca de conhecimentos de combustíveis, liquido por parte do Brasil e sólido por parte da China, além da troca de tecnologia de satélites de sensoriamento ambiental remoto. E quanto a lealdade russa ela cai por terra quando trocou as bandas de frequências dos radares das unidades de defesa aérea iranianas com Israel que em troca entregaram aos russos os códigos fontes dos vants israelenses que a Ucrânia iria usar na guerra da Ossétia do Norte, sem falar da não entrega das baterias S-300 versão exportação para Síria em troca da não admissão da Ucrânia na UE.

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  • 09/12/2013 - 11:50
    Enviado por: Rafael Xavier

    Bom dia, Herton, realmente triste essa notícia. Agora pergunto, a China irá restituir os 270 milhões de reais ao Brasil, ou a conta fica com o contribuinte? Eu espero que o Brasil passe a trabalhar com a ESA ou NASA, que tem experiência no assunto, ao invés de usar a China.

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    • 09/12/2013 - 12:01
      Enviado por: victor freire

      uma curiosidade: de 20 lançamentos realizados com este lançador, esta é a primeira falha. fomos “sorteados”.

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    • 09/12/2013 - 12:19
      Enviado por: Pedro

      Rafael,

      A China não vai repor os 270 milhões. Esse valor é uma fração do valor do satélite, que tem fabricação conjunta com a China. O Brasil construiu só algumas partes dele. Portanto, ambos países tem interesse no sucesso das operações. A China não está “prestando um serviço” ao Brasil pelo lançamento, nem tem interesse em sabotar o Brasil. É um projeto de parceria tecnológica.

      Provavelmente Brasil não faz parceria com a NASA, pois esta iria sugerir usar a base de Alcântara, o que parece estar fora de cogitação pelo governo brasileiro.

      A ESA usa a base de Kourou na Guiana Francesa, não precisa do Brasil para nada, nem deverá precisar em muitas décadas.

      Herton, a manchete da notícia deveria destacar “Satélite Sino-Brasileiro” já que, somadas todas as etapas do processo de colocar o satélite lá em cima, China tem parcela maior de participação no projeto.

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    • 09/12/2013 - 12:58
      Enviado por: Herton Escobar

      Olá Rafael. Vou responder rápido, pois estou de saída para uma coletiva de imprensa no Inpe …

      Você e outros leitores estão fazendo uma leitura equivocada da qualificação espacial da China. A China tem um dos programas espaciais mais avançados do mundo, competindo de igual para igual com EUA e Europa em vários aspectos, entre eles a capacidade de desenvolvimento e lançamento de satélites, de modo que é um parceiro adequado para o Brasil, do ponto de vista técnico (questões geopolíticas são outra história).

      A China tem grande experiência no lançamento de satélites e foi realmente uma má sorte ter ocorrido esta falha justamente no lançamento do CBERS, depois de todos os problemas que o Inpe (especialmente) enfrentou para levar esse projeto a termo. Se a falha foi mesmo do lançador, como tudo indica, a responsabilidade é 100% da China. Mas não acredito que haja ressarcimento, pois qualquer atividade espacial é uma atividade de alto risco inerente, e esse risco tem de ser assumido por ambas as partes desde o início.

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    • 09/12/2013 - 13:57
      Enviado por: Rafael Xavier

      Herton, obrigado. Eu não insinuei que a China queira sabotar o Brasil. Apenas pergunto como ficam os R$ 270 milhões investidos pelo país. Eu estou ciente dos riscos de lançamento de foguetes, mas também sei que americanos e europeus possuem na fabricação de veículos lançadores padrões de qualidade que garantem o funcionamento do veículo. Eu não sei como é o controle de qualidade da China, mas se for o mesmo dos produtos deles que compramos, então me preocupo bastante. Se a responsabilidade pelo lançamento é da China, eu acho justo que esta assuma o prejuízo pela perda do satélite. Isso inclusive serve de motivação para melhoria do sistema de garantia da qualidade dos veículos lançadores.

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    • 09/12/2013 - 14:49
      Enviado por: Flavio

      Não se deve confundir o desembolso efetuado para o desenvolvimento do satélite com o preço para lançá-lo. Na realidade, o lançamento do satélite Sino-Brasileiro por um Longa Marcha é uma das contrapartidas existentes junto à cooperação para desenvolvimento do satélite.
      Também o conhecimento adquirido em um desenvolvimento não se restringe a unidade física satelitizável, porém a todo uma tecnologia em inovação que fica em terra, abrangendo segmentos de meios de solo e do satélite propriamente ditos.
      O custo apresentado inclui elementos recorrentes e não recorrentes. Fazer uma unificação genérica certamente traz uma noção errônea das perdas.

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    • 09/12/2013 - 15:08
      Enviado por: Vander Pereira

      Para quem fala que a falha no foquete esta sendo atribuida a maqualidade em que se tem tradição aos produtos da localidade chinesa, o que dizer desta materia: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1799012

      ja sei, tem mais de dois anos, isto e velho… mas pensamos um pouco: se SO eles tem TANTA qualidade e nivel tecnologico assim pra poder nao ter falhar, oque dizer dos onibius espaciais que se foram em esplosoes matando 100% de seus tripulantes?

      nao vamos julgar os outros sem saber os motivos. deixemos esse julgamento para aqueles que participarem do inquerito para averiguar a real causa desta “tragedia”.

      Quanto aos 270Mi gastos, acho que estamos pensando de forma errada. vamos dar mais credito a agencia espacial brasileira para que assim, ela possa nos levar alem do que ja fomos. para podermos nos tornar mais independentes de outros pásises, como os EUA, que um belo dia, desligou os satelites GPS(que sao deles) durante um treinamento militar conjunto aqui na america latina. isso e um absurdo. Tendo o Brasil um acordo desses de lançamentos, quem sabe o sistema de posicionamento global da china nao seja tao bom quanto o dos americanos? pelo que eu saiba ja lançaram alguns desses para que eles mesmos usem. tecologia propria em que o Brasil poderia ter uma parte para uso proprio e nao depender mais dos chamados “inteligentes” da tecnologia.

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    • 09/12/2013 - 16:01
      Enviado por: Luiz Schiller

      A China é um país com quem o Brasil consegue mais facilmente ter acordos de cooperação tecnológica, justamente porque a China tem um nível de desenvolvimento tecnológico na área espacial num nível semelhante ao brasileiro, e juntos estes países têm chance de progredir mais rápido.

      Países como os Estados Unidos não têm o interesse em compartilhar estas tecnologias com países que não as possuam. Neste “mercado”, não é dinheiro que mais importa, e sim o recurso tecnológico. Não existe ninguém bonzinho. Os chineses só permitiram a cooperação brasileira porque também tinham a ganhar com o acordo.

      Exigir da China que devolva este dinheiro poderia fazer com que eles não tenham mais interesse em fazer este tipo de parceria com o Brasil. Nós é que sairíamos perdendo. Vale ressaltar que nós ainda não temos tecnologia para fazer lançamento de satélite por nossa conta. Todos os testes que fizemos até o momento fracassaram.

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    • 09/12/2013 - 16:42
      Enviado por: Luiz

      No caso de lançamento de satélites civis é comum a contratação de seguro, por isso a preocupação em iniciar a construção CBERS 4 se não fosse este seguro não haveria provisão de verbas no Impe.

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    • 09/12/2013 - 17:47
      Enviado por: Ronaldo

      Questionar o controle de qualidade de produtos fabricados na china, para mim, é assumir que desconhece a quantos produtos são fabricados lá hoje em dia. Pegue qualquer produto eletrônico e verá que ele (ou compontentes do mesmo) são fabricados lá.

      Assumir que a qualidade um produto qualquer comprado por 15 reais na Santa Efigênca define a qualidade de produção de toda a industria chinesa é um equivoco imenso.

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    • 10/12/2013 - 07:52
      Enviado por: Rafael Xavier

      Depois do meu comentário de 13:57 horas, a resposta mais lúcida que li foi a do Luiz, 16:42. Eu gostaria de perguntar ao Wander se ele leu o artigo que ele mesmo postou. Se sim, verá que a NASA abriu inquérito para descobrir a causa da falha do foguete. Temo que no caso Brasil-China fique tudo por isso mesmo. Deixo porém a pergunta: quantos foguetes os EUA e a China lançam por ano? Quanto aos ônibus espaciais, foram dois acidentes em 20 anos de operação. Depois de ambos os acidentes, houveram extensas investigações para se descobrir as causas dos acidentes e se tomarem medidas preventivas. As investigações foram públicas, e os resultados estão disponíveis para consulta. Então, quem tem melhor qualidade? A NASA é aberta a cooperação com outros países, e o faz. Mas é lógico que quem quiser cooperar com a NASA terá que dividir os custos do projeto em cooperação e tratá-lo com a seriedade que os EUA esperam de parceiros. Somente ideologia petista acha que não há essa cooperação. Por exemplo, a Cassini é uma cooperação da NASA com a ESA europeia e com a agência espacial italiana. A Estação Espacial Internacional é uma cooperação puxada pela NASA com vários países, entre eles a Rússia e o Brasil. Eu tenho na minha casa vários produtos ‘made in Brazil’ e ‘made in PRC’. Eu não sou de SP, então garanto que não comprei na Santa Efigênia. Não preciso dizer quais produtos me dão as maiores dores de cabeça. Pelo menos os ‘made in PRC’ fabricados por filiais de empresas americanas e europeias funcionam, porque tem projetos e programas de qualidade ‘made in USA’ e ‘made in UE’.

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  • 09/12/2013 - 11:56
    Enviado por: Luiz Carlos Zanoni

    China/Brasil?
    Longa Marcha 4B?

    Imagina se fosse um: Marcha Curta 1B. Caia em Canoas..

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  • 09/12/2013 - 11:56
    Enviado por: cleo ferrari

    Esse dinheiro e nada perto das propinas dadas a fiscais da prefeitura ,gastarem com putas.Acredito que como sempre o lazer dos americanos impedio o nosso satelite de operar.

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  • 09/12/2013 - 11:57
    Enviado por: xinguara10

    Mais dinheiro nosso jogado no lixo, a educação nada,e o ranque do Pais no ocde lá embaixo !

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  • 09/12/2013 - 11:58
    Enviado por: daniel alves

    O Brasil está errado desde o início. Como é que a nossa nação vai fazer parceria logo com a China, que nada que fabrica presta! Eu sou um exemplo vivo da China: Já possui celulares, motos e carro Chinês. Nenhum foi aprovado, perdi tudo. Mais 300 milhões de reais do contribuinte jogado no lixo.

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  • 09/12/2013 - 12:01
    Enviado por: Antonio Augusto

    Governo Burro …porque não fez convenio com a RUSSIA.
    Produto Chinês não tem garantia.

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  • 09/12/2013 - 12:10
    Enviado por: jose amaral filho

    Todos esses investimento deveriam ter sido para a Base de Alcântara no MA, ou para a Barreira do Inferno em Natal- RN. São mais de 45 anos de pesquisas, só que sem investimento não se pode lançar nem foquetão. .

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  • 09/12/2013 - 12:11
    Enviado por: jose vieira cezimbra

    e queriam que caisse onde…na cabeça do pt… em cima do congresso… tanta incompetencia querem o que… que subisse…. hahaha… até o congo ja mandou satelite mas o brazil….hahahaha…. com essas cabecinhas de vento pt saudações….

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  • 09/12/2013 - 12:12
    Enviado por: Ademar Melo

    Realmente me pergunto: por qual motivo usar a China? Há de se convir que confiabilidade não é o forte deles. Se a decisão foi custo… como fica agora com esta perda? – que provavelmente fica mesmo com o contribuinte. Parabéns aos PTralhas envolvidos em mais esta dilapidação.

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  • 09/12/2013 - 12:14
    Enviado por: Jefferson

    Isso é tipico dos governantes Brasileiros…

    Forma de ganhar dinheiro fácil, se é que esse material custou todo esse valor.

    Até balão de gás Hélio leva câmera de vídeo para o espaço e aparece esse desculpa estupida.

    Os Brasileiros aceitam qualquer desculpa mesmo.

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    • 09/12/2013 - 17:01
      Enviado por: Luiz

      Balões de grande altitude são balões, geralmente enchidos com hélio ou hidrogênio, que são liberados para a estratosfera, geralmente alcançando entre 18 e 37 km de altitude. Em 2002, um balão chamado BU60-1 alcançou 53 km de altitude,estes balões são lançados para o que se convencionou chamar de área próxima ao espaço da atmosfera Terrestre, onde existe muito pouco ar, mas na qual um satélite não consegue se manter em órbita Já os satélites CBERS com peso 1.980 kg,apresentam uma órbita heliossíncrona em uma altitude de 778 km, faz cerca de 14 revoluções por dia e consegue obter a cobertura completa da Terra em 26 dias.A família de satélites de sensoriamento remoto CBERS trouxe significativos avanços científicos ao Brasil.
      Suas imagens são usadas desde o controle do desmatamento e queimadas na Amazônia Legal, até o monitoramento de recursos hídricos, áreas agrícolas, crescimento urbano e ocupação do solo.1 Além de ser fundamental para grandes projetos nacionais estratégicos, como o SIVAM e a ocupação de espaço definitivo em diversos programas ambientais.Fonte WIKI

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  • 09/12/2013 - 12:21
    Enviado por: Ricardo Freidenson

    Sou da mesma opinião que o colega Rafael, mas me temo que da esquerda mediocre brasileira nao podemos esperar grande coisa…

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  • 09/12/2013 - 12:31
    Enviado por: Luis Oliveira

    Isto é que dá agir de forma ideologica. Poderiamos estar lançando satélites muito superiores tecnologicamente em parceria com os EUA ou com a Agencia Espacial Europeia mas decidimos provocar e fazer parcerias com a China. Este governo brasileiro é uma pena, uma verdadeira quadrilha lesa pátria. Se estivessem na China, ja teriam sido fuzilados. Os próprios Chineses devem olhar com pena para nós…

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  • 09/12/2013 - 12:32
    Enviado por: Mariza

    Deviam ter chamado os baloeiros do Rio de Janeiro para participarem desse projeto.

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  • 09/12/2013 - 12:37
    Enviado por: José Horta Manzano

    Olá Herton,

    Fiquei indignado ao saber da leviandade de nossos governantes. Como é fácil jogar pela janela o dinheiro dos outros…

    Acabo de pôr no meu blogue um post baseado na sua informação. Se quiser dar o prazer de uma visita, está aqui:
    http://brasildelonge.com/2013/12/09/conheceu-papudo/

    Abraço

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  • 09/12/2013 - 12:45
    Enviado por: luiz eduardo anelli

    Em décadas de esforços de engenheiros brasileiros jamais conseguimos colocar algo no espaço “um pedaço de metal sequer”. Mas em uma década fomos capazes de destruir duas bases: primeiro Alcântara, e então a estação Comandante Ferraz. E dá-lhe estádios… (e olhe lá…). Caro, 270 milhões não é nada perto do que já destruímos.

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    • 09/12/2013 - 17:04
      Enviado por: Antonio Zaia

      Caro Luiz,
      para sua informação o Brasil, lançou em 1984 no governo Sarney o Sonda IV, foguete com 4 estágios na barreira do inferno em Natal, um foguete desenvolvido totalmente pela aeronáutica pelo então dignissímo presidente Figueiredo. Último presidente a investir na tecnologia nacional.

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    • 09/12/2013 - 22:06
      Enviado por: luiz eduardo anelli

      Entendo Antônio, e este foguete deixou o que na orbita terrestre?

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    • 09/12/2013 - 23:21
      Enviado por: Antonio Zaia

      Respondendo a vc Luiz Eduardo, em 1984, foi noticiado ao mundo que o Brasil (na época, um país de 3ºmundo, onde o mundo tinha o Brasil como um país de índios e com perigo de se topar com uma sucuri ou jacaré ao se atravessar a rua, ou seja sem respeito algum) iria lançar um foguete para que outros países liberacem o espaço aéreo para se evitar acidentes. No projeto Apolo dos E.U.A.(em que no pós guerra levaram os cientistas alemães que desenvolviam as bombas V1 e V2 para o Hitler), em plena guerra fria, lançava-se uma média de 5 foguetes por semana, apenas um subia, o resto explodia no chão, ou seja, até hoje este conhecimento é restrito a poucos países, (entre eles o nosso). Notícia tratada como chacota, no dia do lançamento, fora dos limites territóriais estavam ancorados navios dos E.U.A., União Soviética, França, Inglaterra, etc,, só da Argentina havia 2, com seus radares monitorando o lançamento. No horário marcado o foguete subiu, e na órbida planejada deu 2 bips, ouvidos pelo mundo. Aqui esta notícia foi dada na 2ª folha do estadão (só), no New York times foi notícia de capa, onde traduzindo dizia: Brasil, este estranho continente! Apesar de não ter levado nada para o espaço, mostrou a capacidade do brasileiro, onde não se permite o erro (senão o projeto seria parado). O foguete Sonda IV, teve um conhecimento em que nenhuma nação do mundo dá, empresta ou vende e o técnicos brasileiros desenvolveram. Pesquise sobre isto, a internet está ai para isso, não espere pela mídia, ela só noticia o que querem…, um abraço e conto com vc para alastrar um novo modo de pensar e de agir e criar um novo Brasil.

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  • 09/12/2013 - 12:52
    Enviado por: Augusto Lima

    Deveríamos procurar parceiros que tenham experiência e competência para este tipo de projeto, pois o dinheiro do contribuinte não é capim.
    Outro critério que deveria ser usado nas escolhas é que o país seja uma democracia, já que não tem sentido injetar dinheiro em países antidemocráticos.

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  • 09/12/2013 - 12:55
    Enviado por: Augusto Lima

    Deveríamos procurar parceiros que tenham experiência e competência para este tipo de projeto, pois o dinheiro do contribuinte não é capim.
    Outro critério que deveria ser usado nas escolhas é que o país seja uma democracia, já que não tem sentido injetar dinheiro em países antidemocráticos.
    Vamos em frente.

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  • 09/12/2013 - 12:57
    Enviado por: Fernando

    Posso estar enganado, mas, desconfio muito dessas quedas…
    Qualquer ação neste campo – tecnologia aeroespacial – está e estará sendo espionada, vigiada, monitorada e sabotada para terminar aqui na Terra mesmo por alguns interessados interesseiros…

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  • 09/12/2013 - 13:12
    Enviado por: Edson Magalhaes

    Isso que dá foguete comprado no Ali Express……. comprei um helicóptero controle remoto e também não saiu do chão…….pelo menos não caiu na cabeça de ninguém…

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  • 09/12/2013 - 13:16
    Enviado por: Giba

    A maior preocupação é sobre o futuro do INPE.

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  • 09/12/2013 - 13:17
    Enviado por: JOAO DE PATIMOS

    E agora, quem vai arcar com o prejuízo? O correto seria a agência espacial chinesa ressarcir o governo, visto que eles prestaram um serviço que seria o lançamento do satélite brasileiro ao espaço e a devida colocação em órbita, como o serviço não foi realizado, cabe à China reembolsar os US$ 15 milhões gastos com o lançamento mais o valor do satélite, é muito simples. Mas se o governo brasileiro fizer corpo mole, como estamos acostumados a ver, iremos engolir o sapo chinês e ainda pagar os US$ 15 milhões.

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  • 09/12/2013 - 13:35
    Enviado por: Antonio Zaia

    Incrivelmente, no tempo em que as forças armadas brasileiras cuidavam desse nosso país, existia segurança, educação, saúde nunca foi boa, mas não se via doentes nos corredores dos hospitais públicos, não se existia pedágios, nem filhos de ex presidentes virarem milhonários da noite pro dia, e…,pasmem! a aeronáutica chegou a mandar em 1984 o Sonda 4, foguete exclusivamente desenvolvido e construído sem ajuda nenhuma dos gingos, e lançado com sucesso da barreira do inferno em Natal. SINTO SAUDADES DAQUELA ÉPOCA.

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  • 09/12/2013 - 13:52
    Enviado por: Eliana

    R$ 300 milhões indo literalmente para o espaço! Desculpa aí os pesquisadores, mas o país cheio de problemas na saúde, educação, moradia e tantos outros é melhor manter os pés firmes na Terra mesmo pra dar mais qualidade de vida à sua população do que ficar com a cabeça na Lua.

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    • 09/12/2013 - 18:46
      Enviado por: Antonio Zaia

      Cara Eliana,
      Pense num foguete como um veículo. Nele podemos colocar um satélite, um macaco, um cachorro e até uma bomba para estourar do outro lado do planeta. Só de dominar essa tecnologia, dissuadimos qualquer agressão ao nosso território nacional, (proteção a Amazônia, bacias de petrôleo, ferro e todas as riquezas aqui fabricadas. Dinheiro existe (e muito!), e é dever de um país sério investir em educação e projetos de defesa, pense só se os E.U.A. resolverem invadir a Amazônia ou nosso litoral como fez com o Iraque, por causa do petrôleo.

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  • 09/12/2013 - 14:31
    Enviado por: Valmir Matos

    Este fato me remete ao futebol. A queda é o preço da incompêtencia, do mal planejamento.

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  • 09/12/2013 - 14:57
    Enviado por: Claudio Mesquita

    Esse governo é composto de tudo de ruim no país.
    Mais dinheiro desviado daqueles que pagam impostos, tributos nessa república da Banânia.
    Até quando seremos coniventes com tudo isso.
    Eleitor que insiste votar nesse PT e os outros não é burro, não é isso, é CÚMPLICE.

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  • 09/12/2013 - 15:10
    Enviado por: Rubson

    Não sei.
    O Brasil deveria contruir um foguete seu !
    Estamos tentando fazer com auxilio de fora e me parece que nada sai do chão.
    Dure o que durar, desenterrem uma V2 do Von Braun !
    Reconstruam vários protótipos e levem para Alcantara. Dissiminem o
    conhecimento da construção de Foguetes para as Universidades todas ! Una-as e
    vamos lançar um protótipo por ANO. Experimental que seja !
    Finalmente vamos para de REBOLAR e gritar GOL, os tempos que vivemos, são os finais !
    Impossivel que não dê certo !

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  • 09/12/2013 - 15:14
    Enviado por: Leonardo

    Herton, esses foguetes devem conta com localizadores, assim como ocorrer com caixas pretas de avião, certo? Assim, seria possível localizar o local da queda do satélite e resgatá-lo, minimizando (se é que isso é possível) o prejuízo financeiro e tecnológico?34Y.

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    • 09/12/2013 - 18:22
      Enviado por: Herton Escobar

      Olá Leonardo. Se o satélite realmente reentrou na atmosfera (como tudo indica que ocorreu) ele foi pulverizado nesse processo. Um pedaço ou outro pode chegar a atingir o solo, mas quase nada … ele vira uma bola de fogo e se desintegra por completo

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  • 09/12/2013 - 16:11
    Enviado por: Regina

    Nós consideramos de má qualidade tudo o que vem da China. Não é bem assim. O país produz de acordo com o comprador. Tanto exporta caneta ultra descartável vendida a R$1,00 nas ruas das grandes cidades quanto muitos dos componentes de nossos bons computadores, por exemplo.

    Vendeu para o Brasil o que este paizinho ridículo, metido a pais do futuro, quis comprar.
    Lendo essa notícia lembrei do personagem de Chico Anísio: o Vampiro Brasileiro!!

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  • 09/12/2013 - 16:29
    Enviado por: marcel

    A empresa fabricante do satelite deve ser a mesma dos carros chineses. kkkkk

    Alguem ai tem coragem de entrar em um foguete chines??? kkkk Nao tenho coragem nem de andar no carro chines q a gente nao sabe se o airbag funciona

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  • 09/12/2013 - 16:30
    Enviado por: neto gaya

    Acho que o foguete marcha longa esta mais para o paraguay….e o Zé dirceu e a Erenice ja ganharam os 27 milhões por fora! Abram o olho, eles estão saqueado este país!

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  • 09/12/2013 - 16:42
    Enviado por: Humberto Barreto

    Já tentamos várias vezes colocar engenhos no espaço. Às vezes fico pensando : será azar, macumba, incompetência, ou ……… será que não tem alguém com interesse para que o Brasil não coloque satélites no ar, a fim nos libertarmos de outros países que vendem o uso dos seus? Vejam: uma vez tivemos a audácia de tentarmos e, perdemos mais de 20 técnicos e cientistas.
    Um país que é espionado por “aliados”. Sei lá!….. as coisas estão muito estranhas.

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  • 09/12/2013 - 16:56
    Enviado por: Airton

    INPE

    INSTITUTO NACIONAL DE PICARETAS ESPACIAIS

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  • 09/12/2013 - 17:22
    Enviado por: ALEXANDRE

    Tenho uma ótima notícia pra vocês. O equipamento funciona muito bem! Porém, o controle ficou com os chineses o Brasil vai receber uma sucata parecida com a que foi lançada, mas uma vez o Brasil foi passado pra traz, manés, kkkkkkkk. Endereço da queda? Rua 25 de março – SP Brasil!!!

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  • 09/12/2013 - 17:23
    Enviado por: stefanini

    Se um dos objetivos deste satélite seria vigiar o desmatamento da Amazônia fica fácil saber porque
    ele não foi colocado corretamente no espaço e caiu. Viva a América!

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  • 09/12/2013 - 17:43
    Enviado por: ednundo

    NÃO SE DEVE DESCARTAR A POSSIBILIDADE DE SABOTAGEM. O BRASIL É MUITO INVEJADO PELO MUNDO, PELA SUA DIVERSIVIDADE DE RECURSOS NATURAIS

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  • 09/12/2013 - 17:46
    Enviado por: carlos assis

    lamentavel , esta falha , mesmo porque a China esta com o programa espacial bem avançado, esperemos as explicações

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  • 09/12/2013 - 17:59
    Enviado por: Luiz

    Nos comentários anteriores fica evidente a síndrome de cachorro vadio que alguns compatriotas ainda
    possuem em relação a nossa capacidade de gerar tecnologia de vanguarda, desconhecem que um programa parecido com esse ciência sem fronteiras na década de 60 gerou a Embraer 3º ou 4º maior fabricante de aeronaves do mundo, o INPE e toda a industria bélica nacional sem falar do agronegócio brasileiro, se nos lembrarmos que nossa industria de base começou a ser instalada na década de 40 com a CSN queimamos várias etapas que outros países passaram para chegar ao equivalente estagio em que nos encontramos, esses países tiveram muitos reveses como este, nem por isso desistiram, porque nós devemos?A até porque os benefícios são muitos e duradouros e as frustrações efêmeras.

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  • 09/12/2013 - 18:05
    Enviado por: e'duardo antonio

    os esquerdopatas atrasados vão dizer que foi sabotagem dos EUA. Talvez o Lullanta saiba resolver o problema.Bando de incomPTentes.

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  • 09/12/2013 - 18:47
    Enviado por: Edmea Placido de Oliveira Ribeiro

    Fiquei desolada com a noticia! O grupo de cientistas e técnicos do INPE, estão decepcionados. Muito triste! Investimento alto para acabar em desastre. Minha opinião sincera, nao desanimem, rumo a projetos futuros! Pais sem ciência e pais pobre!

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  • 12/12/2013 - 22:38
    Enviado por: Moudcri

    Apesar de termos todo o problema com desvio de verbas essa foi com Certeza o melhor investimento ; E UMA QUESTAO DE TEMPO OS FRUTOS DESTE INVESTIMENTO ESTAO POR VIR A QUEM DE FORA DO NOSSO PAIS QUE ESTA DE OLHO MAS EM BREVE TEREMOS BOAS NOVAS PRA COMEMORAR A LEI DE DARWIN NAO ESTA PRA NOS MAS SIM PRA QUEM ESTA NOS TENTANDO IMPEDIR. E A FORÇA DELES CONTRA ELES MESMO JÁ ESTAMOS OPERANDO CAMBIO E DESLIGO.

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  • 13/12/2013 - 09:26
    Enviado por: Cícero

    Adivinhem quem pagará a conta?… nós escravos contribuintes, assim como os 7,1 bilhões para o pão e circo dos estádios da Copa…

    Enquanto isso o CAOS E VERGONHA reinam e imperam na saúde, educação, transporte, segurança… :-(

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    • 13/12/2013 - 10:12
      Enviado por: Cícero

      Aliás, notícias mais recentes dizem que os gastos só com estádios chegarão a 9 bi!
      E o total dos investimentos em infraestruturas para o Mundial chegará a R$ 23 bilhões!

      Metade vão pras pizzas… :-P

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    Herton Escobar

    Herton Escobar é repórter do jornal O Estado de S. Paulo desde 2000 e blogueiro desde 2008, especializado em jornalismo científico e ambiental. É formado em jornalismo pela Western Michigan University e foi bolsista do MIT e do Marine Biological Laboratory, nos EUA.

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