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	<title>Hackatão</title>
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		<title>Hackatão</title>
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		<title>O fim da maratona</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2012 00:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[hackatão]]></category>

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		<description><![CDATA[Termina o Hackatão, que reuniu programadores e jornalistas para analisar dados públicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou a primeira maratona hacker organizada por um veículo de comunicação no Brasil, uma parceria do <strong>Grupo Estado</strong> com a Casa de Cultura Digital. O evento reuniu jornalistas, designers, programadores e estudantes por 24 horas para para criar aplicações que facilitem o acesso e a compreensão de dados públicos.</p>
<p>A ideia foi reunir pessoas com ideias afins para criar projetos previamente pensados ou surgidos no calor do momento. Assim, cada um contribui com o que sabe e os trabalhos contam diferentes abordagens para serem desenvolvidos.</p>
<p>Os participantes se revezavam entre programação e reuniões para redefinirem constantemente seus objetivos e discutirem como resolver <a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/23/dados-codigos-e-problemas/">problemas frequentes</a> para quem manipula bancos de dados públicos.</p>
<p>No vídeo abaixo, o editor do Link, Alexandre Matias, e o editor do Estadão Dados, José Roberto de Toledo, falam da importância do Hackatão e da continuidade do mesmo.</p>
<p><embed id="mpl" width="455" height="380" flashvars="&amp;file=http://img.estadao.com.br/videos/2B/78/FF/2B78FFA170D14171B35DFC3A42393381.xml&amp;autostart=false&amp;playlistsize=90&amp;image=http://tv.estadao.com.br/app/estadao/tvestadao/videos-proxy.php?guid=2b78ffa1-70d1-4171-b35d-fc3a42393381" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/jwplayer/player.swf" /></p>
<p style="text-align: center">
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		<title>Para onde foi o seu voto?</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/24/para-onde-foi-o-seu-voto-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2012 00:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Carolina Papp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto desenvolvido no Hackatão quer criar serviço em que a população possa acompanhar o desempenho de cada vereador de São Paulo ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto desenvolvido no Hackatão quer criar serviço em que a população possa acompanhar o desempenho de cada vereador de São Paulo </em></p>
<p>Já é raro as pessoas lembrarem em qual vereador votaram na última eleição. Acompanhar seu desempenho na Câmara, como os projetos propostos, mais raro ainda.  Mesmo para os interessados, essa tarefa não é fácil: muitos dados não estão disponíveis; outros não estão categorizados, dificultando a busca, ou encontram-se em uma linguagem pouco acessível. Mas, afinal, nesse emaranhado de leis, projetos e informações, é possível encontrar onde é que o seu voto foi parar?</p>
<p>A ideia foi dos colegas programadores Raphael Silvestre Molesim e Jonas Abreu, que haviam participado anteriormente de um projeto na Câmara chamado &#8220;Contas Refeitas&#8221; &#8211; que eles consideraram mal-sucedido. &#8220;Queríamos fazer com que as pessoas se envolvessem com política de alguma forma. O vocabulário nessa área é muito difícil de entender e o conteúdo,  muito extenso; as pessoas acabam desistindo&#8221;, diz Raphael. &#8220;Pensamos: e se a gente conseguisse categorizar os projetos de lei para as pessoas terem uma visão, ainda que superficial, do vereador em que votaram? Será que ele propôs mais projetos para mudar nome de rua ou para melhorar a educação?&#8221;, questiona.</p>
<p>A proposta do projeto &#8220;Para onde foi o meu voto?&#8221; é criar um sistema no qual o usuário possa inserir o nome do vereador de São Paulo no qual votou, obtendo, a partir daí, um histórico do político com os projetos de lei que ele propôs na Câmara. A ideia é, posteriormente, também disponibilizar os projetos nos quais ele votou, bem como seu índice de presença nas reuniões da Câmara. &#8220;Queremos mostrar a responsabilidade do voto do cidadão na Câmara, como o voto dele foi aproveitado&#8221;, diz Wesley Seidel, um dos participantes do trabalho.</p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/hackatao-fim.jpeg"><img class=" wp-image-121   " src="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/hackatao-fim.jpeg" alt="" width="431" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo trabalha na criação de histórico dos vereadores em São Paulo</p></div>
<p>Para isso, além de trabalhar com algoritmos de classificação, também era necessário ler os projetos de lei e agrupá-los em categorias. Antes do Hackatão, o grupo de amigos já havia classificado cerca de 180, mas queria estender esse número. Aí é que entrou a colaboração entre diferentes áreas: jornalistas e designers ajudaram com a leitura e classificação de textos, além de pensar em como organizar os rankings e disponibilizar as informações.</p>
<p>Além disso, o grupo teve que preparar bases manuais de dados de funcionários do gabinete dos vereadores, uma vez que essas informações não estavam disponíveis. &#8220;Em casos assim, temos que trabalhar com a legislação. Quanto esses funcionários tem que ganhar por lei?&#8221;, explica Wesley.</p>
<p><strong>Entre reuniões e post-its</strong><br />
Um círculo de pessoas em puffs em frente a um cartaz de post-its: era mais uma reunião do projeto &#8220;Para onde foi o meu voto?&#8221;. O grupo se destacou no Hackatão por sua metodologia de trabalho: faziam reuniões curtas e periódicas (primeiramente em intervalos de quatro horas, que passaram a duas e, no final, a uma hora), no qual conversavam, dividiam as tarefas e atualizavam o cartaz, dividido em três partes &#8211; to do (a fazer), doing (fazendo) e done (feito).</p>
<p>&#8220;O objetivo desse modelo é manter a equipe em comunicação para dar feedback e realinhar os objetivos, reavaliando constantemente o que é prioridade&#8221;, explica. E o quadro? &#8220;Chama-se Kan-Ban, e é um método utilizado pela Toyota. Ele permite agenciamento de tarefa e uma gestão visual de organização&#8221;, diz.</p>
<p>Ele exemplifica a importância de reavaliar os objetivos, o que às vezes gera mudanças de prioridade na programação: &#8220;No começo, uma prioridade era conectar o projeto com Twitter e Facebook. Após essas reuniões, vimos que havia coisa mais importante para ser feita primeiro e deixamos isso de lado&#8221;.</p>
<p>O grupo pretende dar continuidade ao projeto, deixando-o cada vez mais completo. &#8220;Uma coisa importante que ainda não foi feita é colocar não só os projetos propostos pelo vereador, mas aqueles nos quais ele votou. Conseguimos essa base de dados muito tarde, então não vai dar para colocar isso hoje. Mas vamos continuar&#8221;, diz.</p>
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		<title>Ferramenta de desenvolvedor</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/23/ferramenta-de-desenvolvedor/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla  Peralva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[Google Refine é um programa gratuito que ajuda na organização de dados brutos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das ferramentas sobre as quais mais se ouve falar neste Hackatão é o Google Refine, útil para colocar em ordem bancos de dados desorganizados. O <a href="http://code.google.com/p/google-refine/">programa</a> altera formatos de dados, modifica diversos campos em poucos passos, agrupa informações semelhantes e monitora todas as ações de edição.</p>
<p>A ideia do programa é &#8220;lapidar&#8221; grandes planilhas de dados crus e torná-las compreensíveis e possíveis de serem trabalhadas. Ele visualiza o total de dados, identifica inconsistências e ajuda o usuário a consertá-las.</p>
<p>Por exemplo: uma base de dados que detalhe gastos dos vereadores construída a partir de diversas planilhas. Se uma das fontes de dados descreve o partido do político em questão pela sigla e a outra, dá o nome do partido por extenso, fica impossível filtrar os gastos por partido, pois o computador entende que sigla e nome são categorias diferentes.</p>
<p>A proposta do Google Refine é ajudar o programador a encontrar e resolver esses problemas. O programa é gratuito e deve ser baixado no computador &#8211; aí não é necessário fazer upload de dados.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/B70J_H_zAWM" frameborder="0" width="450" height="253"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/cO8NVCs_Ba0" frameborder="0" width="450" height="253"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5tsyz3ibYzk" frameborder="0" width="450" height="253"></iframe></p>
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		<title>Dados, códigos e problemas</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 19:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana de Mello Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhar com dados públicos gera uma série de dificuldades, como falta de padronização e conversão de formatos fechados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/problemas.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-110" src="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/problemas.jpg" alt="" width="444" height="297" /></a></p>
<p>Não há maratona hacker sem problemas a serem resolvidos. Faz parte do processo. Solucionar e consertar são forças motrizes da cultura hacker desde seu início, nos anos 50 e 60. E em um evento que usa como bases dados públicos, os problemas são abundantes.</p>
<p>Faltam poucas horas para a maratona acabar, e há participantes parados no mesmo problema desde ontem. Mas isso não desanima &#8211; pelo contrário.</p>
<p>Muitas das bases de dados utilizadas pelas equipes do Hackatão nunca haviam sido tocadas antes (e, talvez, os responsáveis por elas não imaginassem que dali sairiam análises como as que estão sendo produzidas aqui). A boa notícia é que agora elas estão no foco. E, com isso, aumenta a responsabilidade do poder público sobre o que ele faz &#8211; e como as informações serão disponibilizadas ao público.</p>
<p>As dificuldades:</p>
<p><strong>Conseguir os dados.</strong> A matéria prima de uma maratona de programação são as bases de dados do governo ou outras instituições. Ter acesso a eles é a primeira dificuldade. A Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor em maio, é uma ferramenta poderosa para obrigar o governo a fornecer os dados necessários para determinada análise. Mas, ainda assim, é preciso uma mudança de mentalidade nos servidores em relação à transparência. No portal Queremos Saber, por exemplo, há vários pedidos de informação negados pelos órgãos públicos, por várias justificativas.</p>
<p><strong>Os dados devem estar padronizados</strong>. Os governos têm de divulgar informações em formatos abertos, acessíveis e legíveis por máquina. Não adianta divulgar relatórios em PDF. O PDF é um documento fechado &#8211; para editá-lo é preciso executar conversões. O formato ideal é em XML, JSON ou CSV.</p>
<p><strong>Uma vírgula muda tudo</strong>. Para transformar um texto em algo que uma máquina entenda como dado nem uma vírgula &#8211; literalmente &#8211; pode estar fora do lugar. É muito comum, por exemplo, relatórios apresentarem números em diferentes formatos: 1,999 ou 1.999. Isso para um humano pode significar a mesma coisa, mas para o computador não. O mesmo vale para maiúsculas e minúsculas e contagem de espaços.</p>
<p><strong>E o foco?</strong> Você tem a base de dados. O computador é capaz de trabalhar com eles, criando visualizações e aplicativos sobre aquilo. Mas o que? Como definir o que é relevante e relativamente simples de ser trabalhado no período de 24 horas?</p>
<p>Não é fácil. Mas vale a pena.</p>
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		<title>Visualizar para entender</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/23/visualizar-para-entender/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 18:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Carolina Papp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[escolaridade]]></category>
		<category><![CDATA[índice]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[visualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Programador espera criar formas mais acessíveis para análise e comparação de dados sobre os municípios paulistas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No site do Índice de Desenvolvimento Paulista de Responsabilidade Social, é possível encontrar dados sobre escolaridade, longevidade e riqueza dos 645 municípios do estado de São Paulo. As informações, coletadas pela Fundação Sistema de Análise de Dados de São Paulo (Seade) de 2000 a 2008, formam indicadores e rankings, dispostos em tabelas.</p>
<p>A base de dados é rica, mas há um problema. &#8220;Através de tabelas simples assim, fica difícil fazer interpretações. Não dá para ver o quanto uma cidade melhorou ou piorou em uma categoria ao longo do tempo, ou compará-la com outras cidades&#8221;, diz Júlio Boaro, programador participante do Hackatão.</p>
<p>Ele mostra que no site é possível fazer até downloads de PDFs com informações específicas para cada município, com sua posição no ranking para cada indicador. &#8220;Mas quem vai atrás disso com essa forma de apresentação?&#8221;, questiona.</p>
<p>Júlio então teve uma ideia, ou, como ele mesmo chamou, &#8220;um projetinho&#8221;. Que tal pensar em uma maneira de explorar melhor essas informações, organizando-as visualmente? Seu objetivo é dispor os dados em gráficos que possam ser facilmente compreendidos, nos quais seja possível destacar o município desejado, analisar sua trajetória e compará-lo a outros em cada indicador.</p>
<div id="attachment_97" class="wp-caption aligncenter" style="width: 453px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/educacao_IPRS_Seade.png"><img class=" wp-image-97   " src="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/educacao_IPRS_Seade.png" alt="" width="443" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Em Paulínia, apesar do índice alto em 2000, o crescimento em escolaridade foi pequeno e ficou abaixo da média</p></div>
<p>O programador já conhecia o índice pois realiza projetos com o Acessa São Paulo, programa de inclusão digital do governo do Estado.  No entanto, passou a pensar sobre uma forma de visualização mais atraente para sanar uma curiosidade a respeito de sua cidade Natal: Paulínia.</p>
<p>Ele conta que, na maneira como os dados sobre educação estavam expostos no site, não era possível observar que, apesar do índice de escolaridade ter aumentado ao longo desses oito anos, cresceu abaixo da média dos outros municípios.</p>
<p>Utilizando o LibreOffice, Júlio montou um gráfico com os índices de escolaridade, em que cada município aparece como uma linha, em uma cor diferente. A princípio, um emaranhado colorido bonito, mas complicado para a identificação. No entanto, após quebrar um pouco a cabeça, o programador conseguiu criar uma maneira para destacar a linha do município desejado &#8211; no caso, Paulínia. A ideia agora é aprimorar o gráfico, bem como realizar outros para os índices de riqueza e longevidade.</p>
<p>&#8220;A transparência hacker serve pra trazer à tona dados que estão aí, já publicados, mas inacessíveis no sentido da informação&#8221;, diz ele. &#8220;Nosso trabalho é melhorar a visualização dessas informações. É aumentar o acesso, a disponibilidade; é sintetizar, pegando o que parece complexo e tornando simples para o público&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Chega de descanso, de volta ao trabalho</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/23/chega-de-descanso-de-volta-ao-trabalho/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 15:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla  Peralva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Projetos do  Hackatão têm viés social]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um começo de tarde lento no Hackatão, com desenvolvedores e jornalistas descansando da noite de programação e almoçando, as atividades começam a ser retomadas na sede do Grupo Estado, em São Paulo.</p>
<p>No momento, há grupos trabalhando em temas como: propriedade de imóveis na cidade de São Paulo, gastos em campanhas eleitorais, desempenho dos alunos das escolas paulistas no Enem, índice de transparência das prefeituras de capitais brasileiras, projeto &#8216;para onde foi meu voto&#8217;, sobre vereadores da cidade de São Paulo.</p>
<div id="attachment_84" class="wp-caption aligncenter" style="width: 423px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/insta_hackatao590.jpg"><img class=" wp-image-84 " src="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/insta_hackatao590.jpg" alt="" width="413" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto &quot;Para onde foi o meu voto&quot; trabalha com base de dados da Câmara de vereadores de São Paulo</p></div>
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		<title>Hackatão no centenário de Alan Turing</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/hackatao/2012/06/23/o-centenario-de-alan-turing/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 14:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla  Peralva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[alan turing]]></category>
		<category><![CDATA[computação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura hacker]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Hackatão acontece no mesmo dia em que se comemora os cem anos do pai da computação moderna]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se estivesse vivo, o pai da computação moderna Alan Turing estaria comemorando seus cem anos nesta sábado, 23. E teria motivos para estar bem satisfeito. Sua concepção de &#8216;máquina universal&#8217; se espalhou pelo mundo ao ter papel central na concepção do computador pessoal, a possibilidade de um mesmo aparelho assumir diversas funções tornou-se corriqueira com a disseminação do uso de aplicativos e a cultura hacker assimilou como ninguém a vontade de modificar dados, modificar codificações e compreender mensagens cifradas.</p>
<p>No dia de seu centenário, desenvolvedores, jornalistas, estudantes, designers, ilustradores e programadores estão reunidos no prédio sede do Grupo Estado para criar aplicações digitais (tudo sob licença aberta) que tornem mais fácil o acesso a dados públicos, a fim de torná-los mais úteis e compreensíveis.</p>
<p><img style="margin: 8px" src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2012/04/turing590.jpg" alt="" width="413" height="560" align="center" hspace="8" vspace="8" /></p>
<p>O cientista da computação britânico Alan Turing formalizou a ideia de algoritmo e de computação, além de desenvolver a &#8220;máquina de Turing&#8221;, concepção de máquina que poderia realizar incontáveis tipos de tarefas trocando-se seu software, não o hardware. Ele e sua equipe tiveram especial função na Segunda Guerra, ao decifrarem mensagens criptografadas que a Alemanha usava para se comunicar.</p>
<p>Nesse centenário, também é interessante notar que quem capitaneou a equipe que aplicou as ideias de Turing para desenvolver a máquina mais veloz até então criada (entre o final dos anos 40 e o começo dos 50) e uma das primeiras a usar o tipo de memória de acesso aleatório (RAM) que usamos até hoje &#8211; o matemático John von Neumann, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton &#8211; optou por uma espécie de licença pública. Todo o projeto foi documentado e publicado de forma que outros matemáticos, cientistas e engenheiros pudessem se valer das novas ideias. E a nova máquina, por opção da equipe desenvolvedora, não foi patenteada, para garantir que as ideias tivessem a aplicação mais ampla possível.</p>
<p>Diversas comemorações ao centenário de Turing podem ser encontradas <a href="http://www.mathcomp.leeds.ac.uk/turing2012/">aqui</a> e <a href="http://www.turingsunflowers.com/about/page.aspx?ID=40">aqui</a>.</p>
<p><strong>&#8211;</strong><br />
<strong>Leia mais:</strong> <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/big-bang-binario/">Big bang binário</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um ambiente para gerar potencial</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 11:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Roncolato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Francisco Matelli Matulovic, de 24 anos, concluiu seu curso de Administração Pública em 2010 com um trabalho aprovado em mãos e um diploma no bolso. Era pouco. Nascido em Itapetininga, no interior de São Paulo, Matelli queria ver seu projeto em atividade. A maratona hacker do Estadão, que reúne profissionais de diversas áreas com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Matelli Matulovic, de 24 anos, concluiu seu curso de Administração Pública em 2010 com um trabalho aprovado em mãos e um diploma no bolso. Era pouco. Nascido em Itapetininga, no interior de São Paulo, Matelli queria ver seu projeto em atividade. A maratona hacker do Estadão, que reúne profissionais de diversas áreas com o propósito de tirar ideias do papel, era a oportunidade ideal.</p>
<p>“O Hackatão é a primeira vez que estou tentando colocar esse projeto em teste. Quero ver se minha ideia é só uma viagem mesmo ou se pode se tornar algo real”, afirmou Matelli.</p>
<p>Seu trabalho tomou por base um anterior, de autoria do seu orientador, o professor doutor Valdemir Aparecido Pires, que reuniu toda legislação já criada sobre disponibilização de documentos públicos à população pelas prefeituras, resultando no transparência orçamentária municipal (TOM). Somando isso à Lei Capibaribe, a Lei de Transparência (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp131.htm">nº131</a>), aprovada em 2009, Matelli decidiu criar uma escala que pudesse medir a transparência online por município. É o e-TOM.</p>
<p>&#8220;Essa escala que eu criei, com base nesse trabalho, tenta transformar uma linguagem que era restrita ao meio técnico a uma linguagem acessível ao cidadão comum.&#8221;</p>
<p>Em uma primeira etapa, um grupo de voluntários está completando um formulário (criado por um dos programadores presentes na maratona hacker) com os dados que eles conseguem obter, ou não, dos sites de transparência e da prefeitura das 26 capitais do País. A partir da nota, deve-se criar um site com o ranking e a avaliação final de cada município.</p>
<p>No seu TCC, o estudante formado pela Unesp de Araraquara avaliou o caso da cidade de São Carlos, no interior de São Paulo, que tirou 58 em uma escala que vai de 0 a 100. “A ideia desse projeto é criar um índice universal, que possa ser utilizado em qualquer prefeitura, de qualquer porte”, diz Francisco Matelli. “O Hackatão é importante para dar visibilidade a esse tema.”</p>
<p>“Quero chamar a atenção da sociedade para pressionar o governo. Não espero que uma prefeitura que obteve nota 40 na escala pule para uma nota 100 amanhã”, explica. “Mas a esperança é que com essa ferramenta, a comunidade possa pressionar os políticos da sua cidade e melhorar esse índice com o tempo.”</p>
<p>Os tópicos da avaliação são planejamento orçamentário, execução orçamentária, compras públicas, usabilidade do site e recursos para interação com o usuário.</p>
<p>“Aqui é um ambiente com várias pessoas tentando ajudar. Um projeto pequeno ganha um potencial gigantesco para crescer. A gente está aqui regando uma sementinha que na terra ninguém vê, mas que pode virar uma mudinha de uma árvore bacana.”</p>
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		<title>VÍDEO: Hackatão cruza jornalismo e tecnologia</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 05:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed id="mpl" width="450" height="376" flashvars="&amp;file=http://img.estadao.com.br/videos/80/41/22/80412207C76241FAA8CEB74778F14F2B.xml&amp;autostart=false&amp;playlistsize=90&amp;image=http://tv.estadao.com.br/app/estadao/tvestadao/videos-proxy.php?guid=80412207-c762-41fa-a8ce-b74778f14f2b" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/jwplayer/player.swf" /></p>
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		<title>Exercendo cidadania no Hackatão</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2012 02:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[daniela silva]]></category>
		<category><![CDATA[hackatão]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[maratona hacker]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;É sexta à noite e essas pessoas podiam estar fazendo qualquer coisa, mas elas estão aqui exercendo seu papel de cidadãos&#8221;, explica diz Daniela Silva, da comunidade Transparência Hacker, que participa do Hackatão. Desenvolvedores e jornalistas estão debruçados sobre várias mesas e computadores discutindo maneiras de organizar e apresentar massas de dados em estado bruto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/hackataogrupo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-36" src="http://blogs.estadao.com.br/hackatao/files/2012/06/hackataogrupo-e1340428756777.jpg" alt="" width="450" height="600" /></a></p>
<p>&#8220;É sexta à noite e essas pessoas podiam estar fazendo qualquer coisa, mas elas estão aqui exercendo seu papel de cidadãos&#8221;, explica diz Daniela Silva, da comunidade Transparência Hacker, que participa do Hackatão.</p>
<p>Desenvolvedores e jornalistas estão debruçados sobre várias mesas e computadores discutindo maneiras de organizar e apresentar massas de dados em estado bruto.</p>
<p>Entre os temas, violência urbana, transparência orçamentária, educação e trabalho. &#8220;É um ano em que, além da eleição, estamos olhando muito para a cidade de São Paulo&#8221;, comenta.</p>
<p>Para Daniela, não deixa de ter caráter político uma iniciativa onde as pessoas se reúnem espontaneamente para trabalhar com informações sobre sua cidade ou seu País. Sem nenhum político por perto. &#8220;Não tem nenhum vereador aqui&#8221;, brinca.</p>
<p>O espírito é o do faça-você-mesmo. &#8220;Não tem setinhas, nem ninguém pegando na sua mão. É total auto-organização&#8221;.</p>
<p>Daniela ressalta que, por mais tecnológico que seja um evento como o Hackatão, o espaço físico, não virtual, é fundamental. &#8220;O cara a cara é muito importante. E o legal é que são pessoas de diferentes áreas, mas que tem um interesse pela coisa pública.&#8221;</p>
<p>A junção das sabedorias de hackers e jornalistas tem muito potencial para Daniela &#8220;porque um sabe construir um projeto e o outro sabe fazer as perguntas necessárias&#8221;.</p>
<p>Terminadas as 24 horas do Hackatão, o que vem depois? &#8220;Os projetos criados ou iniciados tem que ser registrados como software livre. Daí eles podem virar qualquer coisa. É muito importante entender que o Hackatão é um processo, não um conjunto de produtos&#8221;.</p>
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