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Guga Chacra

24.dezembro.2008 09:16:15

Vinho e Arak – as tradicionais bebidas do mundo árabe, que também tem cerveja

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, visitou a Síria em 3 de dezembro de 2003. Ao fim de um jantar com o líder sírio, Bashar al Assad, o chefe de Estado brasileiro propôs um “brinde”. A bebida era suco. Mesmo assim, a declaração foi suficiente para que alguns jornais do Brasil classificassem a atitude do presidente como gafe. O argumento de jornalistas brasileiros que acompanhavam Lula era o de que a Síria era um país islâmico. Pena que, pelo menos naquela ocasião, a gafe foi dos repórteres, e não do presidente brasileiro.

Brindar é comum no mundo árabe. A expressão usada é Sahtein, que equivale a “duas saúdes”. Em segundo lugar, a Síria não é um país islâmico. A maior parte da população pode ser muçulmana, mas a nação não é regida pelo islamismo. Restaurantes e supermercados vendem bebidas. Mais do que isso, a Síria produz arak, a bebida destilada tradicional nesta região do mundo, que deve ser consumida misturada à água.

Os principais produtores de arak são a Síria e o Líbano. Os dois vizinhos disputam o título de “melhor arak do mundo”. O que ninguém nega no Oriente Médio, porém, é sobre onde se produz o melhor vinho, outra bebida com história no mundo árabe. Iraquianos, egípcios, sírios e palestinos dirão com certeza que é em Zahle, no vale do Beqaa.

As marcas tradicionais são a Ksara, Kfraya e Musar. As vinículas podem ser visitadas ao longo de todo o ano, mas a melhor época é o outono. Lembra muito o sul da França. Inclusive, muitos frequentadores são franceses, além dos tradicionais imigrantes libaneses de Montreal (Canadá) que são fascinados por esta parte do Líbano, que tem crescido como destino de amantes do vinho. Sauditas e outros árabes provenientes de países onde impera a lei seca também aproveitam a liberdade dos cedros libaneses para beber um pouco.

Os visitantes se hospedam em Zahle, conhecida como a “noiva do Beqaa” e, sem dúvida, uma das cidades mais charmosas do Líbano. A cada dia, vão a uma vinícula diferente fazer degustação. À noite, podem sentar em um dos restaurante à beira do rio Bardauni e desfrutar de pratos da culinária libanesa enquanto consomem uma taça de Ksara. Sem correr o menor risco de “cometer uma gafe”.

Além do vinho e do Arak, não dá para esquecer de citar as cervejas árabes. A mais conhecida é a libanesa Almaza, que neste ano ganhou a concorrência da 961 (uma alusão ao código de área libanês).

Para quem está em São Paulo, não é difícil encontrar os vinhos libaneses na cidade. Há uma distribuidora das principais marcas do Beqaa na capital paulista. Talvez, ainda dê para comprar um para a ceia natalina. Se não achar, vá até alguma loja árabe da 25 de Março e compre um bom arak. Por outro lado, para os cervejeiros, fica um pouco mais complicado encontrar a Almaza. Eu nunca vi, mas não gosto de cerveja.

Feliz Natal a todos.

Comentários (24)| Comente!

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24 Comentários Comente também
  • 24/12/2008 - 10:03
    Enviado por: Mario

    Gustavo,

    Talvez você possa nos esclarecer: o pastis, amplamente comsumido na França, deu origem ao arak ou originou-se desse? Tanto o gosto como a maneira de consumir (acrescentando água) são semelhantes. Feliz Natal.

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  • 24/12/2008 - 12:18
    Enviado por: Milton

    Gustavo,

    Que em 2009 só tenhamos assuntos amenos como este para discutir, e que possamos todos brindar à justiça, ao entendimento e à paz entre todos os povos do OM.

    Sahtein! LeChaim (à vida)!

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  • 24/12/2008 - 12:28
    Enviado por: Caio

    Legal, Gustavo!Bem legais as suas dicas, vou dar uma procurada nos vinhos (o Araks eu já conhecia). Bem, quanto a esse tipo de crítica ao Lula sabemos todos porque os jornalistas a fizeram.

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  • 24/12/2008 - 12:57
    Enviado por: TANIOS KOPTI

    Caro patricio Gustavo
    Parabéns pelas considerações que tem realizado pelo Oriente Médio. Sou seu fã incondicional. Nasci em Beirut ( MINA ) e infelizmente, por causa da guerra, viemos aportar neste pais maravilhoso que é o BRasil.
    Acompanho todos os seus comentários que além de informativos, são muito instrutivos.
    É muito bom para nós , do OM, esta desmistificação de nossa História, principalmente ao assunto ligado a Israel.
    Quem me dera, um dia, todos vivam em paz, comendo Homus, kibe, tabuli e bebendo um pouco de Arak ( desculpe-me, não bebo ).
    Gostaria, que um dia, voce tecesse comentarios sobre os Koptas.
    Maa salem

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  • 24/12/2008 - 13:23
    Enviado por: José FARHAT

    Prezado Gustavo Chacra,

    Antes de mais nada, desejo-lhe, junto com minha família, um Feliz Natal extensivo a todos os seus. O que você fez com este comentário foi assanhar a vontade de ir ao Líbano antes da hora programada; tanto para tomar o Arak triplo destilado de Zahle quanto o Ksara vermelho seco. Não vou falar em comida se não pego o primeiro avião.

    Mesmo que Luiz Inácio Lula da Silva tivesse de fato cometido a tal gafe, ela já teria sido esquecida por tudo aquilo que o governo brasileiro atual tem feito para estreitar as relações entre, não somente o Brasil, mas também toda a América do Sul, com todos os países árabes. A próxima reunião de chefes de Estado das duas regiões será realizada dentro em breve, desta vez em país árabe. Este estreitamento de relações entre as duas regiões incomodou bastante os Estados Unidos que tentaram enviar um representante para a reunião, nem que fosse só um observador o que também foi frustrado e aí começaram, junto com Israel, a reativar uma velha mentira relativa à existência de células do Hizbullah na tríplice fronteira, inclusive atribuindo ao partido libanês os ataques às propriedades de judeus argentinos. Como compensação foi prometido a Israel um acordo de livre-comércio com o Mercosul, algo que a meu ver é de difícil implementação pois terá que passar pela aprovação de todos os parlamentos do Bloco, onde o Estado hebreu não goza lá de muita aprovação.

    A interpretação dos versículos do Alcorão a respeito de bebida dá margem a diversas interpretações. Aqueles que querem justificar o consumo de álcool respondem ao versículo que determina “não se aproximem da oração embriagados” com uma resposta cínica porém convincente: “não vou rezar agora… e nem tampouco chego a me embriagar”. Na minha opinião, mais cínico ainda é aquele que não bebe em público, censura quem bebe, mas se embriaga às escondidas ou em países onde não há polícia religiosa.

    Sahtein ia Ghustaf!

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  • 24/12/2008 - 13:27
    Enviado por: Democrata Universalista

    Feliz Natal a todos!
    Meu pai desembarcou no porto de Santos em 1927, com minha avó viúva (meu avô que era padre da Igreja Maronita da aldeia de Ain Anoub – Monte Líbano, morreu durante a Guerra de Libertação dos Territórios ocupados pelo Império Turco-Otomano que dizimou 1/3 da população Libanesa e até hoje não recebemos nenhuma reparação e nem um simples pedido de perdão pela violação dos Direitos Humanos a que se refere a Declaração Universal dos Direitos Humanos da O.N.U.). Meu pai chegou com 12 anos de idade e sabia falar a língua árabe, fluentemente, e minha tia, também libanesa falava Francês também. O meu pai sempre falou bem do Líbano e traduzia textos do árabe para o português para mim, na infância e eu que já sabia ler a Bíblia falava para e ele que o seu país natal era a “Terra onde mana o leite e o mel” e aí então ele falava das oliveiras, da neve, do clima “que não machuca no inverno” e eu extasiado, na fantasia de menino, imaginava o Líbano como uma Terra abençoada, sagrada e santa! O curioso é que a palavra “Líbano”, segundo padres e místicos também significa “Bons Pensamentos”. “Líbano”, também significa “Branco”, devido a neve. Mais que um lugar geográfico e estratégico, para mim o Líbano
    é a Terra dos meus avós, que graças a Dom Pedro II, puderam imigrar para o Brasil, a Terra da Santa Cruz. Quem tiver curiosidade leia na Bíblia em Jeremias sua profecia para o Líbano e Israel e em Ezequiel o que ele profetizou para Tiro e analisem para ver se estas profecias foram cumpridas ou não.

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  • 24/12/2008 - 13:31
    Enviado por: athalyba

    “Há uma distribuidora das principais marcas do Beqaa na capital paulista.”

    Pô, então fala o nome !!! :-)

    E bom Natal pra vctb !!

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  • 24/12/2008 - 14:20
    Enviado por: edgard loepert

    Gustavo, esse seu post me refletir em dois temas.
    O primeiro da gafe, o desconhecimento de muitos formadores de opiniao (reporteres e jornalistas) dos costumes e habitos do Oriente Medio. Se sao capazes de cometem uma gafe dessas, imagine quantas outras bobagens nao fazem? e assim vao informando a populacao brasileira que vive exprimindo opinioes muito equivocadas sobre o tema OM.
    Segundo a bebida no islam. Como voce cita, muitos sauditas e outros arabes quando saem do seu pais onde rege a lei seca, vao para diversos lugares beber( os que tem dinheiro, logico).
    Em seus paises de origem citam as leis da moral e bons costumes, mas fora de la sao verdadeiros”pecadores”
    Lembra muito brasileiros, americanos,j aponeses, etc etc que vao fumar um baseado em Amsterdam.

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  • 24/12/2008 - 15:24
    Enviado por: Rosenvald

    Gustavo:
    Para mim o melhor azeite do mundo é o Libanês,e muita gente nunca provou e nem sabe.Aqui no RJ se encontra com alguma sorte.Acho que em São Paulo devido a grande comunidade Libanesa é mais facil de se encontrar.
    A Zata do Libano tambem não tem igual,assim como o pistache.

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  • 24/12/2008 - 18:47
    Enviado por: Anônimo

    Mario, pode ser que uma bebida tenha influenciado a outra, pois a França há muito tempo tem laços com o Líbano. Por outro lado, acredito que o Arak seja anterior a isso. Honestamente, eu não sei. Talvez algum dos leitores possa responder.

    Caio e Athalyba, é fácil descobrir a distribuidora. Alguns restaurantes árabes também tem.

    Tanios obrigado pelo elogio. Seu nome é uma alusão ao Tanios, guerreiro maronita do século 19?

    Democrata, minha avó chegou mais ou menos nesta mesma época. Meu avô veio antes. Eles ainda eram crianças. Meu medo é que, nas próximas gerações, nossos descendentes não saibam mais destas pessoas que cruzaram o oceano para imigrar para o Brasil.

    Edgard, muita gente do golfo, quando estão em países mais liberais do que o Líbano, cometem pecados ainda maiores do que “beber”. Em breve, farei um post sobre os “passeios” dos “golfie” por Beirute. Note que não são todos os moradores da região que vão ao Líbano atrás disso. A maioria quer mesmo é desfrutar do clima mais ameno das montanhas libanesas, longe do calor desértico do golfo.

    Rosenvald, você tem inteira razão. Aqui em São Paulo dá para encontrar com relativa facilidade

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  • 24/12/2008 - 19:09
    Enviado por: Mané

    Chacra
    Comeci a ler este post quando o assunto era esfiha. Após os duelos judeus x palestinos é bom voltar ao assunto da concordancia de todo mundo. Inclusive já recomendei a leitura para conhecidos “turcos”.

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  • 24/12/2008 - 19:37
    Enviado por: Cláudia

    É por essas e outras que a popularidade do homem está lá em cima, Gustavo, por ser humano e espontâneo. E que bom que você trouxe essa história para ficar registrada como exemplo para todos nós.

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  • 24/12/2008 - 19:53
    Enviado por: carlos 3m

    farah, vejo que reestableceu o humor e isso eh bom, mas de novo algumas afirmacoes suas (ex triplice fronteira) sao puro exercicio de wishfull thinking. se voce tem provas apresente as mesmas.

    eu nao tenho provas nem que sim nem que nao, mas tendo uma ideia da plataforma do regime do Ira e do seu braco externo, o hezbolah, nao vejo porque eles nao aproveitariam a triplice fronteira, onde ha um numero razoavel de seus simpatizantes, para agir. seria ilogico que nao facam isto.

    quanto a sua torcida contra o acordo Mercosul-Israel, me lembra a postura dos piqueteros argentinos porque Botnia resolveu montar a fabrica no Uruguai e nao na Argentina. acusaram de poluicao ambiental e etc, mas as proprias fabricas ja existentes na Argentina poluem bem mais do que eles esperavam. (recentemente o atual governador da provincia que faz fronteira com o Uruguai, Enter Rios, afirmou que nao foi encontrada poluicao ambiental) o problema eh que nao colocaram a fabrica na Argentina. eh o famoso patrioterismo dos vizinhos em funcionamento, embora nao eh exclusivo.

    eu penso dieferente. quanto mais comercio houver entre diferentes regioes, mais os paises e as pessoas teram a ganhar e tambem a perder e isto fara que se evitem comportamentos malucos.

    um dos muitos motivos que muitos paises e seus regimes tem para evitar esse aumento do comercio eh que o conceito de soberania perde um poco de sentido e ai os governantes perdem poder e nada como o patrioterismo para segurar suas populacoes.

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  • 24/12/2008 - 20:00
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Gustavo, o Arak lembra uma palavra em português o araque, que signinifca “de mentirinha”. Talves os jornalistas brasileiros tenham se confundido um pouco. Não sei se com a bebida ou com outra coisa. No mais, ao que se sabe Lula gosta mesmo é de Barak Obama, quer dizer Barraca da Brahma, o que resto é preferência nacional brasileira.
    Feliz natal a todos.

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  • 24/12/2008 - 21:03
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Magnífico o post do colega Democrata Universalista. Como sou neto de imigrantes italianos, em minha infância ouvia muitas histórias também. E minha imaginação voava, ao ponto de supor que todos nós brasileiros tinhámos a mesma origem e cultura. Não era verdade, mas não é mentira.
    A esperança que motivou a vó do colega democrata foi a mesma que motivou meus avós a emigrarem para o Brasil.
    Fugiam de um mundo decadente e sem esperança. Terra de miséria e guerras, rumo a terra prometida. Aquele lugar em que se plantando tudo dá. Terra sem guerras, sem preconceitos. Tudo verdade e tudo mentira. Mas pergunte a algum imigrante, filho deste ou neto se ele quer voltar?
    Só se for como turista.

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  • 24/12/2008 - 21:11
    Enviado por: José FARHAT

    Vou pesquisar sobre o Arak e contarei para vocês.
    Já vou adintando uma: o arak, no Iraque, é feito de tâmara e não de uva, como no Líbano e na Síria.

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  • 24/12/2008 - 22:06
    Enviado por: SIONISTA

    Amigos

    Na sul da franca a bebida que e a mistura de arak com agua e chamada de ” pastaga” e a bebida pura e chamada de ” pastis”.
    Desconheco as origens mas na italia a mesma bebida e chamada ” Sambuca” e e servida normalmente com tres ” mosquetitas” ou tres graos de caffe torrado, sem agua.
    Na espanha bebi a mesma coisa e la e chamada de ” Anisado”, que os espanhois levaram a Argentina onde tambem existe.

    Nao sei quem inventou, mas me da a impressao que foi ” descoberta” ao mesmo tempo em varias regioes. E uma bebida tipica do mediterraneo.

    No que toca a cerveja, sou mais a Macabee, nao tem cerveja igual no oriente medio.

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  • 25/12/2008 - 02:10
    Enviado por: Shabeli

    Feliz Natal Gustavo!

    Um brinde transbordante de paz, de compreensão e tolerância à todos os nossos queridos copatriotas.

    Que todos se embriaguem no sincero desejo da paz, da fé, seja esta qual for, do amor e da caridade.

    Que na diversidade de sabores, crenças e culturas encontremos a fertilidade de um planeta livre de preconceitos, repleto de paz.

    E, que sejamos utópicos ao menos uma vez. E, que nos seja permitido sonhar, para que da semente da utopia, quem sabe, aliás nunca se sabe, o sonho, um dia, possa se concretizar.

    Parabéns à todos que acompanham este belíssimo trabalho, parabéns Gustavo tudo de ótimo.

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  • 25/12/2008 - 09:01
    Enviado por: Jorge Daher

    Prezado Gustavo,
    Como neto de imigrantes libaneses me delicio com seu blog como se estivesse a apreciar um vinho do vale do Beqaa. Também com apreensão percebo a sua preocupação com as nossas origens cristãs, que tendem a desaparecer do Líbano, mas o blog de hoje me fez receber o alento que um foco de resistência da tradição das famílias cristãs pode estar no fluxo turístico contínuo de libaneses da diáspora cristã.
    Continue sempre firme, seu blog é uma bandeira dos valores árabes mais puros, que se baseiam na amizade e no respeito a todos.

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  • 25/12/2008 - 11:30
    Enviado por: Anônimo

    Oi Jorge, muito obrigado por suas palavras. E, realmente, aos poucos o turismo da diáspora para Beirute volta a crescer. Estava indo bem até 2006, caiu muito em 2007, e melhorou em 2008. Por enquanto, é difícil dizer como será em 2009, já que teremos eleições em maio

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  • 25/12/2008 - 18:13
    Enviado por: hobsbawm

    gustavo, voce poderia falar da historia da anrguila tb! abracos e boas festas

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  • 26/12/2008 - 14:58
    Enviado por: Yoko

    Feliz Natal atrasado… estava com 40 graus de febre e sumi.
    Experimentei o Chatêau Ksara no restaurante Arábia, com belíssimos mezzés. Queria conhecer o Musar, mas vi agora que não está mais na carta de vinhos. Talvez por causa da alta do dólar?

    Edgar Loepert, os meus conterrâneos não vão APENAS à Holanda para fumar APENAS maconha. Fazem coisas mais vergonhosas, inclusive no Brasil…

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  • 05/04/2010 - 09:43
    Enviado por: Charles David Purses

    I do not think I have seen this said that way before. You really have cleared this up for me. Thank you!

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  • 19/06/2010 - 15:41
    Enviado por: youssef hamed

    Arak é muito bom para quem sabe apreciar. Quase matei um amigo que disse ser bebida de mulher por causa do cheiro suave. Ele virou meio copo de uma vez e a pressão dele foi a 22/12.

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