Conversei com três analistas ontem sobre como ficam as possibilidades de aplicar novas sanções ao regime de Teerã no Conselho de Segurança da ONU depois do acordo firmado entre Irã, Brasil e Turquia. Sei que a Hillary Clinton acabou de anunciar no Senado um “acordo” com seus aliados para novas sanções. Mas seria impossível a negociação de um texto ter sido feita depois do anúncio do pacto de Teerã. Além disso, o governo de Pequim indicou que apoia a iniciativa turco-brasileira. Logo, o acordo de Hillary deve ter sido negociado antes dos novos acontecimentos. Será que a China volta atrás?
“Os EUA, seus aliados europeus, a China e a Rússia terão um grande problema pela frente. Depois do acordo, será muito difícil aprovar sanções” - professor iraniano-americano Abbas Milani, diretor do Centro de Estudos Iranianos da Universidade Stanford e do Instituto Hoover.
“Está quase impossível um acordo para uma resolução” – professor Gary Sick, professor da Universidade Columbia e ex-assessor da Casa Branca para questões iranianas
“Ficou complicado imaginar sanções neste momento” – Trita Parsi, acadêmico, que dirige Conselho Nacional Iraniano-Americano, sem ligações com o regime de Teerã.
E, hoje de manhã, li no editorial do conservador Wall Street Journal
“Israel terá que considerar seriamente suas opções militares. Uma confrontação se tornou bem mais provável graças a Recep Tayyp Erdogan e Lula”
Conforme escrevi neste blog algumas vezes, existem duas opções. A primeira delas prevê aceitar o realismo na política internacional e se preparar para conviver com um Irã com condições de produzir armas atômicas – não está claro se as fabricará. Esta possibilidade é discutida no meio acadêmico, chegando a ser capa da revista Foreign Affairs. A segunda, bem mais arriscada, seria uma operação militar israelense. O resultado poderia ser apenas um atraso nas ambições iranianas, mas com a radicalização do país, possibilidade de guerra regional, elevação no preço do petróleo, instabilidade no Iraque e no Afeganistão e até mesmo ações via Hezbollah contra Tel Aviv. Sem falar que Israel passaria a ser visto como o agressor.
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
Leia os blogs dos correspondentes internacionais do Estadão – Ariel Palacios (Buenos Aires) – http://blogs.estadao.com.br/ariel-palaci… – Patricia Campos Mello (Washington) – http://blogs.estadao.com.br/patricia-cam… – Claudia Trevisan (Pequim) – http://blogs.estadao.com.br/claudia-trev… – e Adriana Carranca (pelo mundo) – http://blogs.estadao.com.br/adriana-carr…
Chacra,
Israel não tem condições de atacar o Irã sem o apoio dos Estados Unidos. Para além do apoio político, que não creio que Obama dará, há necessidade de apoio militar. Um ataque só poderia ser por ar, e Israel não tem condições técnicas de realizá-lo porque não tem aviões com essa autonomia de voo. Teria de reabastecer no ar e não tem aviões para isso. Teria que contar com aeronaves norte-americanas.
Então, o que resta é a hipótese de conviver com um Irã capaz de ter uma bomba nuclear, ao que parece pela opções levantadas ali em cima. O mundo já não convive com outros países que a tem, entre eles o próprio Israel?
Não creio que seja um problema porque o Irã jamais atacou país algum. E a maioria desses que têm a bomba já o fez
Dona Alceste Pinheiro,
Com esse seu comentário eu é que sou o ignorante? (no sentido de ignorar o que está falando).
Minha cara, em que mundo a senhora vive???? Pelo visto você não conhece nem Israel e nem o Irã.
Eu espero que não haja uma guerra, se houver, também acho que Israel terá o apoio americano, mas daí afirmar que Israel não tem tecnologia e precisa reabastecimento para essa distância… Procure se informar melhor!
Se houver uma guerra será muito difícil para Israel, uma vez que o Irã é o país melhor preparado militarmente no Oriente Médio depois de Israel. Muitas vidas inocentes serão ceifadas nos dois lados.
Mas eu acredito que se os esforços diplomáticos não surtirem efeito serão os americanos que tomarão a dianteira num ataque.
Boa Noite!
responder este comentário denunciar abusoSr. Avrahan, eu havia colocado duas opções para o senhor – ignorância ou má fé – e acreditava ser a primeira. Eu continuo a crer que o seja, emboras o senhor parece preferira a segunda hipótese.
Quando digo que aviões militares israelenses não têm condições de chegar ao Irã sem reabastecimento baseio-me em informações procedentes do estado sionista e publicado sem desmentido em jornal israelense. Fundamentei-me também em informações de quem conhece o assunto.
A senhora pode informar a sua fonte exatamente?
responder este comentário denunciar abusoVá à luta e procure porque foi o que eu fiz.
responder este comentário denunciar abusoQue idéias vocês tem…
O Lula está atrás de comércio, o Irã tem grana/petróleo, podem se tornar consumidores de muitos produtos brasileiros, os USA querem fazer como no iraque, tudo agora vem do USA, já viram os carros da polícia, os eletrônicos, os cigarros, as armas, os tênis…
Já deve ter agência de turismo em Bagdád oferecendo pacotes pra Disney.
Querem dominar o mundo, estão começando pelo oriente médio.
Alaska, Afeganistão, Iraque, e por aí vai…. tudo extensão dos USA Coréia do norte tá na mira…
Ou o país é submisso ou é dominado… uma hora até rússia e china rodam…
Escudos antí-mísseis na europa… Bases pelo mundo… na Colômbia… ALCA…
Protecionismo ecomômico… agora Armas Laser em Satélites… Conhecem as armas laser? Pior que atômicas… Tem microondas também… Essas armas já estão rodando… Como o mundo é burro.
5736 Ogivas eles tem… israel tem +/-200… pra explodir a palestina quantas vezes?
A venezuela também está na lista do Tio SAM…
Dona Alceste, foi o que eu pensei!
Você, como tantos outros que gostam de atacar Israel por simplesmente ser hoje o “politicamente correto” a se fazer, e por estar na “moda” ser a favor dos “coitadinhos” dos palestinos, falam (e eu uso aqui a palavra “falar” para não usar um termo mais apropriado, porém chulo, por respeito ao Blog) sem qualquer conhecimento de causa e do que de fato acontece aqui com os palestinos: quem eles são, e o que fazem, porque, e sobre Israel e sua reação com relação aos palestinos.
Você se limita à mídia e depois tira conclusões fantasiosas.
É fácil dizer: “uma pesquisa afirma”, “li outro dia”, “dizem que” e coisas do gênero, sem provar a fonte do que se está afirmando, ou, quando mostra a fonte, normalmente são fontes não confiáveis. É uma velha maneira de tentar convencer o que crer com subterfúgios.
Embora eu não concorde com tudo o que expressa o Gustavo, sinto nele uma sinceridade em tentar ser o máximo possível imparcial. Imagino como deva ser difícil para ele ler parte desses comentários. Mas ele não tem escolha, ler e responder alguma coisa é parte da profissão dele. Eu tenho escolha, prefiro me retirar. É melhor ler o que ele escreve sem me atentar aos comentários, alguns muito bem elaborados e inteligentes, mas a maioria são de arrancar lágrimas, ou de risos ou de angústia.
Se você acha que é “ignorância” de minha parte ou que sou “mal intencionado”, que importa? Depois de saber sua visão sobre Israel fico surpreendido de ter encontrado apenas estas duas características para mim. Então, como não tenho vasos sanitários nos ouvidos para você, me despeço.
Aliás, por curiosidade, “procurei” e achei: Israel tem caças, os mais usados e os de maior número, que podem chegar até o Irã e retornar parte do caminho precisando de reabastecimento. Há caças de outro tipo, em menor número que podem fazer todo o trajeto, ida e volta, sem precisar do reabastecimento. Assim como fez quando destruiu as usinas do Iraque, e, ainda naquele tempo, o voo não usou uma trajetória direta, precisou fazer uma trajetória mais longa. Foi e voltou sem precisar reabastecer. Em caso de guerra declarada os voos têm sua trajetória mais diretas, normalmente. Observe o mapa do Oriente Médio e tire, como costuma fazer, suas conclusões.
Ah! É claro! Minha FONTE DE MINHA AFIRMATIVA:
http://www.iaf.org.il/Templates/HomePage/HomePage.aspx?lang=HE&lobbyID=25
Avraham Yehoiaqim Pereira
avsa_agassim@walla.co.il
Seu Pereira,
Vai procurar sua turma sionista, ávida de sangue palestino.
Israel ja vem treinando para esse ataque, realizando voos longos. Possibilidade de reabastecimento aereo nao e nenhuma novidade para Israel. Portanto nao ha nenhuma impossibilidade tecnica de realizar esse ataque. Fora isso, Israel possue misseis teleguiados que podem ser lancados com precisao.
responder este comentário denunciar abuso.
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Entreouvindo no retorno
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- Não foi um belíssimo gol, presidente Lula?
- Pois é Amorim. Depois desse acordo, não aprovam mais nada contra o Irã.
- E aí, o que faremos de imediato?
- Vamos esperar. Apostei com o Erdogan que Israel ataca antes do Yom Kipur, né?
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Entrelinhas entre Lula e Amorim:
LULA: Vixe, Amorim, parece que demo mancada indo ao Irã.
AMORIM: É, Lula, parece que o tiro saiu pela culatra.
LULA: Você acha que minha imagem ficará ruim depois disso?
AMORIM: Pode até ser, mas tenho uma idéia.
LULA: Qual?
AMORIM: Já comprei passagens para irmos ao Afeganistão. Marquei com o Osama Bin Laden. Disse a ele que temos interesse em intermediar o problema talebã-EUA.
LULA: Hmmm. E ele?
AMORIM: Ele disse que gostou da idéia. E que ta pensando que podemos chegar a um acordo. O talebã se desarma, e pára com os atos terroristas.
LULA: Mas, Amorim, tem certeza que isso vai dar certo?
AMORIM: Pôxa, Lula, e quando foi que eu me equivoquei? Diga uma vezinha sequer…
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Eu procurei entrar em jornais americanos e ler comentários de leitores americanos sobre o acordo. Os que foram contra o acordo, sempre foram muito mesquinhos, donos da verdade e prepotentes tratando os EUA como sábios e os brasileiros e turcos como bullshits. Alguns comentários parecia de pessoas que nunca sairam ou leram a respeito de outros países a nao ser os EUA. Isso se reflete no editorial do Wall Street Journal.
Penso que esse acordo foi um divisor de águas, algo que nao teve quando EUA e Inglaterra acusavam o Iraque de armas químicas e biológicas. Os EUA e Israel imporao a sua força, seja politicamente com sançoes (no caso os EUA) ou militarmente (no caso Israel, já que os EUA nao tem como bancar outra guerra).
O Brasil meteu água no chope americano e pra ajudar tem agora a China que expressou apoio ao acordo firmado. A Europa, para variar ficou em cima do muro. Alemanha pendeu para os EUA, França para Brasil e Turquia…
Nao sei se foi a primeira vez, mas posso dizer que faz muito tempo que os EUA nao tinham uma perda tao grande no campo diplomático. Claro que isso nao significará muito, pois logo os ianques vao acionar outros meios para fazer valer sua vontade, daí, com certeza vai sobrar para o Brasil. E Lula, pode parar de sonhar em ser Secretário da ONU, como hoje noticiou a versao online do Washington Post.
Abracos.
Pronto,
NY Times já noticiou que os EUA já tem o texto das sancoes pronto, com apoio do 5+1. Os comentaristas de plantao por lá, já endeusaram a Hillary Clinton.
Dá-lhe rolo compressor americano! O Império da democracia dá mais uma aula como respeitar acordos e opinioes!
responder este comentário denunciar abusoIsto comprova cabalmente, para meio entendedor, de que lado os EUA estão. Finalmente é conseguido algum avanço por meios diplomáticos, e os ianques já saem falando que vão melar tudo com sanções. Nem cogitaram apoiar um pequeno passo em direção à paz. Deveriam saber que “toda longa caminhada começa com um pequeno passo” (ou quase isso).
E Israel já dispensa apresentações. Depois de tantas atrocidades cometidas contra seus vários vizinhos, e a inominável agressão contra o povo palestino, nada deles me surpreende. Nem um possível ataque militar para “comemorar” um acordo diplomático.
Abraços,
Grilo D
Palavras do próprio Chacra (no post Irã, Turquia, Brasil e Arábes usam Israel para pressionar EUA) que na minha opinião bem desnudam a questão EUA x Oriente Médio Nuclear:
“(…) caso os americanos realmente estejam interessados na paz na região, deveriam apoiar o fim das armas nucleares na região, defendendo o desarmamento israelense. Se forem contra, serão acusados de terem dois pesos e duas medidas.”
Bom, nessa história de “possível” ataque de Israel ao Irã nós todos sabemos quem os EUA apoiam…
responder este comentário denunciar abusoOntem na TV Estadão vi a entrevista com o Roberto Godoy sobre o acordo nuclear iraniano e as reações das potências sobre o acordo. Destaco uma parte que achei interessante em que o analista comparava a situação do Irã com a história do lobo e do carneiro: basicamente não importa o que o Irã faça, a comunidade internacional (EUA e aliados) querem devorá-lo. (link pra entrevista http://tv.estadao.com.br/videos,IRA-BRASIL-E-TURQUIA-FECHAM-ACORDO-NUCLEAR,101111,0,0.htm)
O lobo e o carneiro
O mais forte sempre tem razão. Isso é o que veremos agora.
Um carneiro matava a sede num córrego claro. Então vem um lobo faminto e espantado.
“Como se atreve”, grita ele com raiva, “a turvar a minha bebida? Por esse atrevimento você deverá ser punido!”
“Ach, meu senhor” , respondeu o carneiro, ” não fique nervoso. Eu bebo a vinte passos de você. Por isso não posso turvar a sua água.”
“Você pode!”, falou o lobo cruel, “E além disso eu sei, você já fez isso no ano retrasado.”
“Como eu posso ter feito isso”, respondeu o carneiro, “se eu não era nem nascido?”
“Se não foi você, foi seu irmão!”
“Mas eu não tenho nenhum irmão.”
“Então foi qualquer um de sua família. Vocês sempre me tiveram em mira. Vocês, seus pastores e seus cães. Por isso preciso me vingar.”
Com estas palavras, o lobo pegou o carneiro, o arrastou para a floresta e o devorou.
No velho estilo do “Big Stick”. Dar com o cacete nos outros! Roubar o petróleo alheio. A metáfora é perfeita: as “desconfianças” dos EUA, UK e Israel são ilimitadas, ilimitáveis e incontroláveis, ou melhor, plenamente unilateráis e à disposição, conforme a conveniência e oportunidade.
Lamento que uma guerra na atual conjuntura econômica venha a ser trágica para o mundo inteiro. Quem iniciar o primeiro ataque será tido na História como um demônio. Mas o pior é ver leitores brasileiros sem instrução, que ficam repetindo os discursos da “Veja” et alii.
responder este comentário denunciar abusoMeu caro Justo, seu comentário é o melhor ! Suscinto e direto ao ponto.
responder este comentário denunciar abusoOs que aqui criticam a iniciativa do Brasil parecem estar fazendo a mais típica politicagem doméstica, algo nada incomum. Essa opinião reflete o desdém dos Tucanos pelo ato do líder petista, como se houvesse apenas a tentativa de ganhar dividendos domésticos por parte do Lula. Na verdade os dividendos serão diplomáticos e renderão frutos a longo prazo para a nação brasileira. Isso temos que elogiar. A posição pacifista do Brasil foi firmada e isso abrirá as portas para outras mediações desse gênero. Foi uma bela tacada, ao contrário do que o desapontador Obama está fazendo. Deveria devolver o prêmio Nobel da paz, ou tê-lo cassado. O Irã um dia terá as armas nucleares e os EUA e “aliados” terão de se acostumar com essa nova realidade. É um jogo de forças? Claro que sim. Num primeiro momento, uma intervenção militar pode atrasar esses planos, mas vai unir os povos muçulmanos ainda mais. Não se sobrepuja uma cultura dessa forma. Isso é o que os nazistas fizeram com os judeus e agora os sionistas agem da mesma forma. Para eles os muçulmanos devem viver em guetos, à parte da civilização. Enfim, os que buscam a paz sairão vitoriosos e mais fortes dessa vez e o Brasil se inclui entre eles, graças ao Lula.
responder este comentário denunciar abusoSr.Leonardo, a irresponsabilidade desta pseudomediação, tendo em vista que foi claramente combinada em Caracas sob o manto de Chavez e os irmãos Castro , já está sendo discutida como de perda para a diplomacia brasileira como ingênua, ou pior, de má fé. O resto dito pelo sr. é apenas miscelânia petista.
responder este comentário denunciar abusoÉ… parece-me que o Fla x Flu das próximas eleições (que são favas contadas pró-Dilma) está afetando o discurso da oposição sem rumo.
Esqueceram-se de um pequeno detalhe: O mundo não é mais o mesmo e os EUA já não dão mais as cartas sozinhos.
Agora mesmo a Agência Reuters divulgou um conteúdo de uma carta, atribuída a Barack Obama, na qual ele diz: “Uma decisão do Irã de enviar 1.200 quilos de urânio de baixo enriquecimento para fora do país geraria confiança e diminuiria as tensões regionais por meio da redução do estoque iraniano”.
O que percebemos é que o presidente americano não consegue domar os falcões do estabilishment conservador nacional, tendo a todo momento que refazer suas frases e ações.
O mundo unipolar já não é mais possível e os EUA sentem que já perderam este protagonismo exclusivo. A China, a Índia, a Rússia (menos), a França, a Alemanha e talvez o Japão são atualmente forças políticas e econômicas a serem consideradas em qualquer questão. Nesse cenário, o Brasil busca se inserir como um mediador natural, pela sua posição de equidistância na maior parte das questões mundiais, e pela sua relevância econômica e política no hemisfério sul principalmente e no mundo.
Não há como deixar de mencionar o quão estratégica é a questão do enriquecimento de urânio, e o quanto isso interessa ao Brasil, pois detém a 6ª maior reserva desse minério e é uma das 8 nações com tecnologia para enriquecê-lo, tendo, inclusive, uma das mais modernas e eficientes tecnologias de ultra-centrífugas do mundo.
O TNP e a pressão que os EUA fazem para adotar novos protocolos adicionais, visa exatamente refrear as possibilidades de novos concorrentes nesse mercado exclusivíssimo, que deve ser proximamente uma das fontes de energia limpa que mais dispenderão recursos e investimentos em todo o mundo. A reserva desse mercado interessa muito aos EUA.
Os EUA miram no Irã, mas o recado vale para o Brasil e outras nações que busquem estar presentes em áreas (como energia e militar) onde nunca estiveram, desafiando a hegemonia americana.
O saldo só é positivo para o Brasil, mesmo que as sanções ocorram. O mundo não é mais o de 10 anos atrás.
responder este comentário denunciar abusoÉ claro, eu sei que a opção militar não está descartada, especialmente por parte de Israel, embora pessoalmente, considere que qualquer atitude de força, é inadmissível, contra um país que não ataca outro a várias décadas, porém, se quiserem levar a cabo uma agressão ao Irã, deveriam ao menos aguardar o esgotar de toda e qualquer chance diplomática.
Qualquer ação militar contra o Irã, que não seja uma resposta a um ataque direto do regime de Teerã, para mim é um crime, e só irá evidenciar, quem de fato são os intolerantes e irracionais desta história.
Se houver um ataque, ainda antes de esgotadas as probabilidades diplomáticas, este vai exibir além de intolerância, absoluto barbarismo, incompatível com a civilidade da comunidade internacional.
Ou seja: Os lobos vão mostrar sua verdadeira face ao mundo ..
De uns tempos para cá comecei a querer entender a fundo o oriente médio, os árabes, persas e Israel. Tenho lido muitos livros (aliás, seria interessante a divulgação de uma bibliografia aqui) e acompanhado esse blog sistematicamente. Até árabe comecei a estudar já há mais de um ano, e pretendo viajar ao Egito em dezembro, para 30 dias de imersão.
Tenho procurado entender bem o ponto de vista de Israel, e me manter neutro, mas caso haja uma ataque de Israel ao Irã, vou ter que aceitar sem muitas reservas o que muita gente aqui diz sobre o país.
E acho que a diplomacia brasileira está no caminho certo, mesmo que erre em alguma coisa.
Noam Chomsky foi impedido de entrar em Israel.
Um bom tema para vcs que são ‘especialistas’ em Oriente Médio, são defensores ferrenhos da democracia e são entusiastas da liberdade de imprensa.
Pernalonga, acho lamentável a proibição, que, aliás, foi tópico de longa reportagem no New York Times de hoje. Não abordei o assunto porque, no caso iraniano, há envolvimento direto do Brasil e não posso deixar o tema de lado
responder este comentário denunciar abusoOra Gustavo!
Nao se lembra daquele jornalista do NYT que foi ameaçado de ser expulso do Brasil porque chamou o Lula de bebado?
“Hábito de beber de Lula se torna preocupação nacional”.Larry Rohter
Pois é…qualquer país tem o direito de deixar entrar em seu território quem ele desejar.
Se uma pessoa que ofende uma nação e se torna “persona non grata” reclama de que não pode entrar no país alvo de suas criticas (muitas delas infâmias) que vá procurar sua turma em outro lugar…
Vocë pode até achar lamentavel o fato, poré Israel acha muito mais lamentavel o fato dele fazer o que faz e ainda se achar no direito de entrar e sair de Israel quando bem queira…
responder este comentário denunciar abusoCat Stevens ou Yusuf Islam, também não foi impedido de entrar nos USA?
democracia… hahaha
O Chomsky faz o quê?
Colocou bomba em algum lugar? Matou algum agente do Mossad? Invadiu um hotel e enforcou um militante sionista?
Chomsky, que é judeu, exerceu apenas o direito à crítica.
E é um grande crime mesmo.
pernalonga,
pela resposta, o rapaz não entendeu o sentido das aspas que você pôs na palavra ‘especialista’. Da próxima vez seja mais explícito.
Gustavo,
Se não me engano voce sempre defendeu a tese que todo país é livre para barrar a entrada de quem quiser. Mudou de idéia? Claro que é um direito seu, mas se for o caso explique os motivos por favor.
Por que Israel deveria deixar entrar um mentiroso contumaz e que causa tanto prejuízo ao país?
Mauro Souza,
Desde quando ser um país democrático implica em deixar entrar quem quiser? Voce leu no Estadão de ontem o artigo sobre os salários do funcionalismo? Prova aquilo que eu disse, ninguém mais ganha mal por lá.
“O Chomsky faz o quê?”
Campanha sistemática contra Israel, Estados Unidos e tudo o que representa e representou democracia
“Colocou bomba em algum lugar? Matou algum agente do Mossad? Invadiu um hotel e enforcou um militante sionista?”
Não, assim como nenhum grande líder nazista fazia isso pessoalmente, Nem Bin Laden nem o covarde líder do Hezbollah (aquele escondido na Síria) fazem isso, apenas incentivam buchas de canhão a fazer
Comparo Noam Chomsky a estes personagens no poder de influência que tem em mentes primárias, na propagação do ódio, no mal que causam.
Chomsky, que é judeu, exerce apenas um direito que lhe é assegurado pela Constituição do país que ele tanto odeia, inclusive fazendo amplo uso de mentiras.
Israel exerce apenas um direito assegurado a TODOS os paises, o de negar entrada a um de seus maiores inimigos.
Para quem não está familiarizado com as “teses” dele, um bom resumo seria: tudo o que Estados Unidos e Israel fazem está errado, tudo o que seus inimigos fazem está certo. Duvidam? Leiam no próprio site dele
http://www.chomsky.info/
Alguns aqui pensam mesmo isso, tudo o que Estados Unidos e Israel fazem está errado, tudo o que seus inimigos fazem está certo, mas para quem, corretamente, diz que ambos os lados erram e acertam, desafio-os a encontrar algo semelhante na infinidade de textos do barrado em Israel.
Oi MarioS, não mudei. Mas achei, assim como o Marc Regev, porta-voz do governo israelense, equivocada esta decisão
responder este comentário denunciar abusoSr MárioSS
O senhor é contra a livre expressão do pensamento. Isso é fascismo.
O senhor indica que Chomsky mandou alguém matar alguém, como um nazista. É uma comparação de troglodita.
Quem costuma mandar matar, além dos nazistas, são as autoridades israelenses e para isso instituiram o Mossad.
Pernalonga e Celeste:
Pior que Israel proibir um judeu de entrar em Israel,seria matar ele como o Hamas fez com a turma do fatah como cachorros leprosos ou o Irã que mata seus estudantes.
Se algum Iraniano de outro pais falasse mal do Irã,é claro que o Irã permitia ele entrar no seu pais{o Irã}!!!!!!!!
Para depois torturar e matar ele.
E para quem diz que o Irã nunca matou ninguem nem começou uma guerra,os milhares de curdos mortos nas montanhas que os diga,alem dos Bahais.
Peraí, dessa vez Chomsky foi impedido de entrar na Cisjordânia.
A decisão de quem entra ou não entra na Palestina é dos palestinos, não deve ser de Israel.
Será que os isralenses aceitariam que um outro país decidisse quem entra e sai no seu país?
MarioS,
você há de concordar comigo que opinião não é crime.
Quanto à matéria sobre o funcionalismo eu não li, mesmo assim obrigado pela informação, porque os dados que eu tinha era do governo FHC e 70% do funcionalismo ganhava até R$ 1.500, ou algo assim. Mas eu não acho errado que se ganhe bem, e nós temos que exigir bons serviços em troca.
responder este comentário denunciar abusoLamento decepciona-lo Alceste, mas não sou contra a livre expressão do pensamento, voce deve ter me confundido com os aiatolás, com o Hamas ou com quem agrediu há menos de dez dias, o cartunista sueco Lars Vilks.
Se não ouviu falar do caso, procure informar-se sobre o motivo da agressão.
O que sou é a FAVOR do direito de eu deixar entrar na minha casa quem eu quiser.
Segundo o seu “raciocínio” se amanhã alguém decidir pregar o nazismo na Hebraica, o clube seria obrigado a permitir, ou caso um radical judeu queira fazer a defesa a construção do Terceiro Templo no lugar da Mesquita de Al Aqsa, instituições muçulmanas seriam obrigadas a recebe-lo.
Desculpe, mas é que eu vivo esquecendo, de Israel e SÓ de Israel se cobra tudo.
Eu NÃO indico que Chomsky mandou alguém matar alguém, tanto que disse:
“Comparo Noam Chomsky a estes personagens no poder de influência que tem em mentes primárias, na propagação do ódio, no mal que causam.”
Pensei que tivesse sido claro.
Quem costuma mandar matar, são grupos como Hamas, Al Qaeda (que aliás pos a prêmio a cabeça do Lars Vilks, leia a respeito), os aiatolas iranianos e todos os seu similares.
Mauro, claro que concordo em que opinião não é crime, mas como deixo claro na resposta ao Alceste, defendo que não sou obrigado a ouvir quem me agride e difama.
O Estadão sempre foi a favor da liberdade de imprensa, mas isto, obviamente, não significa que é obrigado a contratar comunistas ou nazistas.
Liberdade de opinião é uma coisa, outra é o direito, que não existe, de opinar sobre o que quiser aonde quiser.
Sobre os salários, o dado que voce citou só reforça o que eu disse: foi o Lula que fez a coisa virar festa.
Mauro, claro que concordo em que opinião não é crime, mas como deixo claro na resposta ao Alceste, defendo que não sou obrigado a ouvir quem me agride e difama.
O Estadão sempre foi a favor da liberdade de imprensa, mas isto, obviamente, não significa que é obrigado a contratar comunistas ou nazistas.
Liberdade de opinião é uma coisa, outra é o direito, que não existe, de opinar sobre o que quiser aonde quiser.
Sobre os salários, o dado que voce citou só reforça o que eu disse: foi o Lula que fez a coisa virar festa, dando aumentos absurdos a torto e direito.
Yoko,
A Cisjordania ainda nao e um pais, Israel ainda controla quem entra e sai de la, recentemente Israel concedeu permissao para um terrorista do Hamas ir ao Jordao para dar tratamento medico a sua filha
responder este comentário denunciar abusoMárioSS
A Cisjordânia não é a sua casa.
É o próprio discurso do sionismo nazista que acha que manda na casa dos outros. Os seus vizinhos devem sofrer com o senhor.
De qualquer forma, Chomsky – já considerado o maior intelectual vivo – fez a conferência por televisão.
E recordou que, normalmente, Israel faz com seus críticos pior do que fez com ele.
Quando chegará o dia que os países mais fortes perceberão que a paz é mehor que guerra?
Quantos seres humanos ainda terão que morrer em meio a atrocidades?
Quanto do meio ambiente será destruído por caua de ambições desenfradas?
Desculpem a obviedade, mas assim como na vida particular é melhor um acordo que uma demanda, também entre as nações, para os povos e para o planeta, é melhor um acordo que uma guerra!
Gustavo:
Basta levar em conta que: 1) o Irã é dono de uma das poucas reservas petrolíferas de boa qualidade em terra firme, 2) o passado não tão distante da ação do imperialismo ocidental no País – o episódio da destituição de Mossadegh em 1953, aliás lembrado por Obama no seu discurso no Cairo no ano passado – e 3) o entorno geográfico em que o Irã se insere – Paquistão, Índia e Israel e a frota americana e bases militares na Arábia Saudita e Kuwait, todos dotados de armas nucleares -, para se concluir que é muito compreensível seu desejo de chegar à bomba atômica. Por isso penso que, qualquer que fosse o poder reinante em Teerã, buscaria desenvolver um projeto nuclear. Seria melhor que não fosse com Ahmanidejad, um radical perigoso e fanático, mas é imperativo reconhecer que, dadas as circunstâncias acima prevalecentes, é mais razoável entender que uma bomba atômica em mãos iranianas serviria mais a propósitos defensivos que ofensivos, mesmo porque, como observado por comentarista anterior, o Irã não tem histórico de ataques a outros países, ao contrário dos países (e como!) que clamam por sanções (e até bombardeios) contra ele. No meu ponto de vista, apenas no contexto de uma completa desnuclearização do Oriente Médio, que teria de abranger Israel e as frotas e bases americanas destacadas para a região, seria lícito exigir que o Irã abandonasse seu projeto de desenvolvimento nuclear.
Paulo Afonso, dos mais sóbrios comentários já escritos neste blog. Vale lembrar, como você colocou, que os opositores iranianos nunca foram contra o programa nuclear. Vou mais longe – o Khatami, quando presidente, esteve empenhado neste projeto. E ele era mais moderado do que os atuais líderes opositores
responder este comentário denunciar abusoPaulo Afonso,
Estou com o Chacra. Excelente comentário.
O Irã não tem mesmo histórico de ataque a nenhum país. Aliás, estou á espera que me contestem essa afirmação.
Parabéns.
Sem esquecer a Rússia, que atualmente não tem fronteira direta com o Irã, mas que no passado já travou guerra com esse país.
responder este comentário denunciar abusoHá a questão do financiamento do terrorismo…
responder este comentário denunciar abusopara os esquecidos: ira x iraq 0-0, e 1 milhao de mortos. fichinha.
nao falamos aqui das mortes e torturas aos dissidentes politicos. mais fichinha.
responder este comentário denunciar abusoSejamos sensatos,
O Irã é um país psicopata, se ele fosse nosso vizinho e hostil a nós, nós o deixariámos ter uma arma nuclear? Com certeza não e ele é hostil a todos os seus vizinhos, com exceção da Síria. Os americanos estão muito mais interessados em preservar a Arabia Saudita e Egito do que Israel( que já deu provas em 7 guerras de que sabe se defender, inclusive não usando armas nucleares quando corria sério risco de ser destruído pelos sírios e egipcios na Guerra de 73).
Portanto, só restam sanções, ameaças e ataque militar, que será feito por americanos, israelenses, Otan ou Onu ou qualquer combinação destes.
Abraços,
.
responder este comentário denunciar abusoAlceste,
Afora ocupar embaixadas (nenhuma das piores ditaduras da História ousou isto), financiar terroristas pelo mundo e massacrar seu próprio povo, o Irã mantém território pertencente aos EAU sob ocupação.
Claro que isto não interessa a ninguém, só Gaza e Cisjordânia
Ocupar embaixada?
Aquilo nem embaixada mais é.
E o que é ocupar uma embaixada diante dos territórios que Israel roubou e ocupa ilegalmente? O que é uma embaixada diante das atrocidades cometidas pelo sionismo, filhote do nazismo? O que é uma embaixada diante dos territórios que os Estados Unidos ocupam?
Lula… ARRASOU!! Acabou com as sanções inúteis e guerrinhas dos EUA haha se foderam.
Maurício, por favor, não use palavrões aqui no blog. Poderia ter escrito “os EUA se deram mal”, passando a mesma mensagem
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Com todo respeito a palavra “foder” e’ sem duvida uma palavra de baixo calao para expressar o ato sexual.
Porem, para a maioria das pessoas o ato sexual pode ser considerado algo prazeroso.
Desta forma quando o leitor falou “se foderam”, an realidade eles estava querendo expressar que se deram bem e nao mal. Dado que,como expliquei, “foder” e’ algo bom.
Desta forma se o leitor quisessem expressar “se deu mal” ele deveria ter dito que foi uma “foda mal dada”. Isso sim e’ se dar mal!
Bom…o Dr. tem razao…pior ainda é “fazer nas coxas…” algo comum na atual diplomacia brasileira..
responder este comentário denunciar abusoJusto e Massaranduba, excelente lembrança. O comentário deslumbrado do deslumbrado companheiro apenas reforça uma tese por mim levantada no blog passado : O Lulopetismo está invadindo o blog do Chacra…
responder este comentário denunciar abusoA única que eu gostaria de saber é o seguinte: qual o benefício que o Brasil terá em agradar o Irã, um país de pequena expressão econômica no âmbito mundial, e prejudicar sua relação com a Europa e os EUA, que são grandes parceiros comerciais nossos e os maiores investidores no Brasil?
Eu entendo a nossa necessidade em abrir mercados para produtos e serviços brasileiros. Isso é uma coisa. Agora, meter a colher em um problema que divide o mundo ao meio é um passo grande demais para um país emergente que precisa estar de bem com o máximo possível de paises para continuar a ser um emergente
Fabio Nog, o Brasil tem interesse também em seu próprio programa nuclear
responder este comentário denunciar abusoSim, Guga, o Brasil tem seu próprio programa nuclear. O Brasil é signatário de todos os acordos mundiais referentes ao uso da tecnologia nuclear. O Brasil compartilha tecnologia nuclear com a Europa e os Estados Unidos. Tão recentemente quanto o ano passado, comprou tecnologia de propulsão nuclear para submarinos da França. Já tem uma experiência acumulada de 30 anos em geração de energia elétrica pela via nuclear. Há anos desenvolve tecnologia médica nuclear. Nossas ambições nucleares, até onde eu sei, não envolvem aplicações militares, as quais são proibidas pela constituição (como afirma nosso presidente).
Ou seja, por qualquer quer seja o ponto de vista, nosso interesse é não conflitar com nossos parceiros mas importantes, sejam eles financeiros, tecnológicos ou comerciais. E estes parceiros são a Europa e os EUA. A China – que todos endeusam – não investe praticamente nada no Brasil, apesar das inúmeras promessas. E o Oriente Médio é nosso cliente para alimentos, basicamente. Até seu papel de provedor de petróleo está sob judice porque, a se crer nas declarações do governo brasileiro em 2009, a camada de pré-sal da bacia de Santos abriga algo entre 55 e 100 bilhões de barris de petróleo de média qualidade, suficiente para o Brasil romper a dependência de fornecimento do petróleo do Oriente Médio.
Então para que entrar em um assunto que nos melindra frente a quem nos é mais importante? Se amanhã ou depois o Brasil anunciar que quer ampliar o enriquecimento de urânio para utilizar em usinas de geração de energia, qual será a boa vontade do mundo para conosco?
responder este comentário denunciar abusoNão agradamos o Irã. Fomos atrás da aproximação deste com o resto da comunidade internacional. A falta de acordo pode levar a uma guerra ou sanções que só prejudicam a população civil e aumentam a revolta contra os aliados dos EUA. Isto é interesse da humanidade.
Os aliados dos EUA são contra o acordo devido aos interesses econômicos – o Irã é rico em petróleo, e isto motivou o golpe de estado de 1953, solicitado pela Inglaterra e executado pelos EUA – e políticos – os EUA apoiam incondicionalmente Israel, que mantém o resto do Oriente Médio sob ameaça. Qualquer chance do Irã se entender com a comunidade internacional esvaziaria o discurso dos EUA, daí as novas tentativas de estragar o acordo.
Abraços,
Grilo D
Na minha modesta opinião, se o Brasil pretende ser algo mais que uma potência emergente, vai ter que, mais dia, menos dia, ter a sua bombinha. Isso considerando o atual cenário mundial.
Apenas reitero que sou a favor da extinção de todos os arsenais nucleares.
Fábio,
Encontro apenas dois motivos: ideológicos e eleitoreiros, que estão parcialmente ligados. Existe uma ala do PT que faz questão de se opor aos EUA apenas por esporte. E ai, entra a famosa tática do inimigo do meu inimigo é meu amigo e qualquer retardado que se oponha aos norte-americanos ganha a nossa simpatia, ou melhor, a simpatia do nosso governo. O antiamericanismo está na moda, pelo menos em alguns “meios intelectualizados”, o que aumenta a simpatia desses meio pelos candidatos do PT e ninguém me tira da cabeça de que o Lula quer um cargo internacional de peso, quando acabar o seu mandato, e sofre da “síndrome de Cesar Maia”, de desejar deixar a sua marca a qualquer custo. A diferença é que o prefeito carioca ‘apenas”construiu uma meia dúzia de elefantes brancos, enquanto o presidente está nos jogando no meio do barril de um barril de pólvora que não temos cacife pra bancar. A tal baboseira da independência ideológica brasileira ainda vai custar caro.
responder este comentário denunciar abusoFabio,
excelente pergunta.
Na minha opiniao, nao passa d emotivos ideologicos.
Fábio Nog. O Interesse do Brasil é óbvio. Abertura de mercados é só uma pequena parte, o principal interesse é se tornar um “player” global. Aumentar a presença e importância do Brasil nos assuntos gobais e continuar abrindo caminho para um assento num futuro novo conselho de segurança da ONU.
Podem discordar da forma como isto está sendo conduzido, mas o plano é esse.
E ao contrário da bobagem que foi se envolver com a confusão de honduras. Esse tratado foi uma jogada inteligente. Mesmo que os Iranianos voltem atrás Brasil e Turquia podem dizer : tentamos pela paz.
Quanto a se indispor com EUA e EU, fazemos isso o tempo todo. Faz parte do relacionamento entre países, pior seria adotar um alinhamento automático.
responder este comentário denunciar abusoBoa sorte Fabio, quem sabe voce consegue o que eu nunca consegui, respostas.
Não vejo quais grandes benefícios o Brasil possa ter agradando o Irã, mas vejo menos ainda em ceder às mais absurdas exigências de Bolívia e Paraguai.
O Irã é realmente um país de pequena expressão econômica no âmbito mundial, tão pequena que seu PIB é de apenas dez vezes a soma dos PIBs daqueles dois países, quase empata com o da Argentina, com quem também seguimos a política do faremos tudo o que seu mestre mandar.
A única explicação possível para este comportamente idiota é aquela que o Rodolfo
deu em 18/05/2010 – 15:08
“Existe uma ala do PT que faz questão de se opor aos EUA apenas por esporte. E ai, entra a famosa tática do inimigo do meu inimigo é meu amigo e qualquer retardado que se oponha aos norte-americanos ganha a nossa simpatia, ou melhor, a simpatia do nosso governo.”
Concordo com o Ricardo em que não se deve adotar um alinhamento automático com EUA e EU, coisa que NUNCA fizemos, mas muito pior é adotar um adotar um alinhamento automático com o atraso do atraso, representado por Chavez, los Castros, Evo e Ahmadinejad.
Quero comentar a excelente pergunta do Nog e a excelente resposta do Rodolfo, com a qual concordo. Talvez a megalomania intelectual petista pretenda recriar o sonho do mundo comunista de Stalin tendo a frente Nosso Guia, com uma vela na mão procurando o fim do tunel, sei lá…É uma atitude totalmente infeliz afrontar os parceiros tradicionais para defender(dizem em prol da Paz) uma cadeira no CS da ONU, coisa que jamais conseguirão agindo desta forma !
responder este comentário denunciar abusoO menino travesso que o mundo politicamente correto endeusa, entre outras razões, por ter emergido da pobreza total para a presidência de um país emergente, fez mais uma das suas: aparecer para se perpetuar no poder.
Se aparecer significa endossar e avalizar ditadores sanguinários; se aparecer torna mais fortes esses próceres das trevas, nada disso importa, pois os correligionários do enfant gaté vão ficar contentinhos e os desinformados, agradavelmente impressionados.
E a paz? Ah, essa uma hora vai ser conseguida no mundo [se ainda existir mundo…}
Sem duvida.
Devemos lembrar que o governo Lula tem um historia solidade de apoiar ditadores sanguinarios. Mesmo o genocidio no sudao ele sempre apoiou.
Porque sera’ que neste caso ,sudao, ele nao procurou um acordo de paz?
Voce sabe dizer Gustavo?
O mesma pergunta serve proque ele nao procurou um acordo d epaz aos enforcados (literalmente) opositores no iran? Ou os assassinatos politcios em Cuba e Venezuela?
Porque o Lula nao usou suas abilidades para salvar estas vidas?
Voce sabe o porque Gustavo?
Chacra,
Creio que o mundo não pode se dar ao luxo de conviver com mais uma potência nuclear. É fato que vários países ja possuem a arma, incluse Israel, mais é fato também que quanto mais países optarem pelo caminho nuclear, maior seria o risco de uma guerra total que poria em risco a propria humanidade. Sou contra a violência, mas me ponho no lugar das autoridades israelenses e me pergunto: Israel pode conviver com um Irã nuclear e tomado por radicais que pregam a completa extinção do Estado israelense?É possivel ter mísseis apontados para sua cabeça sabendo que isso seria uma mal evitavel ou ao menos postergavel? Óbvio, não existe formula mágica que erradique qualquer possibilidade do Irã ter bombas,mas um ataque CIRÚRGICO da força área israelense poderia atrasar em dez anos qualquer possibilidade real de uma bomba iraniana. Reitero: um ataque planejado, restrito às instalações nucleares iranianas seria aceitavel. Não se deve sonhar em transfromar o Irã num Iraque, seria um desastre. O povo iraniano merece todo o respeito possível. Porém, o Ocidente tem que ser responsavel e dizer NÃO a qualquer expansão nuclear. Se Israel tiver que sujar às mãos e aguentar os bicos do Obama, creio que ainda sim o custo é baixo e o retorno compensatório.
Anderson, você se colocou corretamente na cabeça de um dirigente israelense. Mas é preciso levar em conta os outros pontos – a reação iraniana e, acima de tudo, a deterioração da imagem israelense no exterior. E também é preciso se colocar na cabeça de um dirigente iraniano, com tropas americanas em suas duas fronteiras. Como brasileiro, sou a favor de um mundo livre de armas nucleares. Como realista, sei que será impossível na minha geração
responder este comentário denunciar abusoAnderson;
18/05/2010 – 13:32
Atacar o Irã (cirurgicamente ou não) só poderá ser feito com ajuda norte-americana.
O Irã tem (e irá usar) foguetes capazes de atingir Telaviv (sabe-se lá o quê eles poderiam colocar nas ogivas?Ex:Material radiotivo) o que implica em colocar um arsenal de defesa (missil x missil) que somente os estados possuem (em tecnologia e quantidade) suficientes para garantir minimo de percas para Israel.
Os EUA estão apresentando um rascunho de sanções a serem implementadas em curto prazo contra o Irã. Penso que se estas medidas forem feitas, tal conflito fica avastado por um tempo.
Porém se estas medidas não forem colocadas em prática ou ainda que se mostrarem ineficientes, não haverá outra solução senão o ataque.
E acredite. Os EUA (E boa parte assustada a Europa) irão dar todo o apoio necessário.
O Lula tem um ego muito perigoso…Ao invés de promover a ordem acabou por promover um gatilho muito maior do que as sanções que ele diz querer evitar…
Ataque cirurgico, como no Libano, vamos ver como as embaixadas israelenses vão aguentar os ataques cirurgicos também.
responder este comentário denunciar abusoDe qualquer forma, vejam o resultado da irresponsabilidade e da inconsequencia de um alienado que, além de não resolver os problemas que estão acima (e abaixo) do próprio umbigo, ainda sai pelo mundo distribuindo sua sabedoria. Que isso tenha ao menos um aspecto positivo, que é o de mostrar ao mundo a verdadeira cara desses oportunistas e demagogos
Você é o Paulo de sempre?
responder este comentário denunciar abusoO próprio Lula diz que seu ego não cabe nas calças…Estou começando a acreditar na estória da tentativa de curra de Lula ao garoto militante…
responder este comentário denunciar abuso“Estou começando a acreditar na estória da tentativa de curra de Lula ao garoto militante…”
Olimpio, esta história tem só duas explicações possiveis: ou foi verdade, ou, como dizem os que DEFENDEM esta figura tragicômica, foi uma BRINCADEIRA com o repórter.
Na MELHOR das hipóteses, temos um presidente em exercício, que acha engraçado inventar que tentou estuprar um rapaz.
Não confio no presidente Iraniano …
Poucos confiam, mas ele não está no topo do regime
responder este comentário denunciar abusoArnaldo,
você confiou quando disseram que o Iraque tinha armas de destruição em massa?
O problmea, como o Gustavo ja’ declarou, ninguem sabe quem manda no Iran.
E’ esse lugar que quer te ruma bomba. Nao sabe nem quem vai decidir se tiver que usas. Nao me parece sensato.
será que ele está no topo do regime mesmo? e se ele for um “testa de ferro”?
responder este comentário denunciar abusoGostei do comentário do Lobo e do Cordeiro…(sem chance pro cordeirinho, né?)…tipo, de qualquer forma, idiota, vou te comer!
Que faz o cordeirinho?
E o comentário de que o diabo propaga que não existe e, a razão é, pôr a culpa nos outros!
Bem, deixo uma pergunta…
QUAL O MOTIVO PARA O DIABO QUERER PÔR A CULPA NOS OUTROS?
Qual o motivo de o diabo não querer aparecer…ou seja…deixar claro que foi ele que fêz as coisas?
QUAL A SAÍDA QUE PLANEJARAM PARA O CORDEIRINHO?
FINAL: PODERIAM NESSA ESTÓRIA (IRAN-EUA) APOSTAR EM QUEM É CORDEIRINHO E QUEM É LOBO?
E NESSA ESTÓRIA…então o invisível diabo quer pôr a culpa em quem?
BEM, PODERIAM LER HEBREUS 2:14,15?
14 ¶ E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;
15 E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.
E PODERIAM LER 1 Coríntios 10:13?
Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.
E PODERIAM LER 1 Timóteo 6:9
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
E PODERIAM LER Gl 5.19-23
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza,
lascívia,
idolatria,
feitiçarias,
inimizades,
porfias,
emulações,
iras,
pelejas,
dissensões,
heresias,
invejas,
homicídios,
bebedices,
glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse,
quem os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é:
caridade (amor),
gozo,
paz,
longanimidade,
benignidade,
bondade,
fé,
mansidão,
temperança.
Contra essas coisas não há lei.”
ENTÃO, GENTE, que diabo que nada…é carne, carne, carne querendo ser alimentada ás custas de carne, carne, carne dos outros…AMBIÇÃO!
Enquanto isso, o carneirinho quem seria?
Carneirinho mesmo, gente, é só quem NÃO ANDA SEGUNDO A CARNE MAS SEGUNDO O ESPÍRITO!
Ademais, QUEM FARÁ A PAZ NÃO É GOVERNO NENHUM…
SÓ O PRÍNCIPE DA PAZ…
JESUS CRISTO!
No mais…cada um só está puxando a sardinha pro seu lado!
Muitos podem dizer: MAS ESTAMOS NA TERRA…
mas esse é o problema, negão…quem se ocupa da Terra é da Terra e quem se ocupa do Céu é do Céu!
Cada um na sua!
O planeta não é do homem que pesquisando descubriu as bombas para se defender do LOBO HOMEM…
O UNIVERSO E TUDO MAIS É DO CRIADOR QUE TEM TUDO SOB CONTRÔLE…ou seja…SOB CONTRÔLE DOS PLANOS DELE!!!!!!!!!!!!1
Do amigo Davi
responder este comentário denunciar abusoSó faltava essa: apareceu um pregador…
Cadê o Super Bonder???
responder este comentário denunciar abusoNão existem laços entre o Brasil e o Irã que justificariam essa aventura diplomática. O Irã é um desconhecido para o Brasil e está envolvido com financiamento de terrorismo internacional para sairmos dando crédito na base do “olho no olho”. A conclusão que se pode chegar é que a questão está servindo de palco para ambições pessoais de Lula, da mesma forma como ocorreu em Honduras. Passa a impressão de um país deslumbrado com um assento temporário na Conselho de Segurança da ONU, governado por um bobalhão.
Caro Robert,
O Irã é a nova melancia no pescoço do nosso presidente!!!!
responder este comentário denunciar abusoGuerra à Vista ou à Prazo.
Os EUA kerem apenas 1 motivo para justificar 1 próxima guerra do petróleo..
Esta mentira arquitetada é = a do SADAN deposto e morto..
A contrapartida tb é vdd- jhidah contra o ocidente é dogmática e aí mora 1 perigo..
Nessa veetente o ocidente luta em nome de Deus se matanto e matando outros..
Os EUA em nome de Deus.. Tb fazem =..
Kem é o Demônio eu não sei..Mas amor q não é..
O q não pode acontecer é a omissão d países.. O Brasil está tentando..
Mas na guerra do dinheiro o diálogo é mero romantismo..
Como dizia o hobes, o Homem é o lobo do Homem..
Essa conversa dos EUA desejarem apenas um motivo para a próxima do petróleo era dos Democratas contra os Republicanos, em especial contra o Bush. Agora os Democratas estão no poder e OBAMA é Nobel da Paz. É bom arranjar outro discurso para justificar porque os malvados americanos estão preocupados com um país extremista e sedento por sangue estar desenvolvendo arsenal atomico.
responder este comentário denunciar abusoIsso apenas demonstra que tanto os democratas quanto os republicanos, com diferenças sutis, representam os interesses das grandes corporações.
responder este comentário denunciar abusoO so homen nos EUA que pode explicar aos “Americans” a realidade de hoje e Fareed Zacharia – de Mumbai/India – o “guru” maximo novo nos EUA . O livro dele “The Post-American World” ( O mundo depois a hegemonia dos EUA). O Lula e o Erdogan escreveram mais um capitulo no fim do “Global Leader”!
Prezados, continuamos na mesma. O dito acordo criou apenas um factóide político. Como o Irã não deixará de caminhar na direção de possuir armas nucleares e nem na intenção de extinguir o estado de Israel – e isso está claro nas declarações do governo fundamentalista iraniano – restará ao mundo se posicionar quanto a esta ameaça a segurança do planeta. Lula, ao contrário do que se pensa ,não faz o jogo da paz. Faz, sim, o jogo da guerra, pois diante de uma ameaça dessa envergadura, o estado israelense poderá, todos sabemos, adotar medidas bélicas preventivas, como atacar o Irã antes que o mesmo possa fazê-lo contra Jerusalém. Lamentável!
Essa história está parecendo aquela das armas de destruição em massa iraquianas: fizeram toda aquela palhaçada das inspeções, mas iam atacar de qualquer jeito, já estava tudo acertado.
Se tem algum satã nisso tudo, com certeza não é o Irã.
Mauro,
também tenho essa impressão.
Será que as pessoas não aprenderam nada com o desastre no Iraque?
O “ataque preventivo” de Israel na Guerra dos Seis Dias foi assim também?
Receio que sim.
responder este comentário denunciar abusoO maior truque do Diabo é fazer todos acreditarem que ele não existe.
responder este comentário denunciar abusoexiste, mas o maior truque dele é colocar a culpa nos outros.
responder este comentário denunciar abusoMauro,
O que voce diria se o governo israelense declarasse a todo instante que pretende varrer a Síria do mapa? E se os EUA fizessem o mesmo em relação ao Brasil?
O Obama não tem nada, nada, remotamente nada a ver com o Bush Jr.
Ele está de parabens por conduzir a questão iraniana com sabedoria e trazer o mundo ( com exceção de Brasil, Turquia, Zimbabwe, Irã, Cuba, Coréia do Norte,Venezuela e Líbia, ou seja, só gente boa) unido para não permitir que estes psicopatas do Irã ponham em risco a segurança mundial.
Sanções neles e se não resolver, o CS da Onu saberá o que fazer, se os israelenses não fizerem antes, como fizeram com o reator de Osirak em 1986 e com o reator que os norte-coreanos deram para os sírios em 2007, aliás quais foram as graves consequências do ataque israelense ao reator nuclear sírio em 2007? Só mais dez anos sem que este maluco do Assad tenha armas que poderiam destruir qualquer cidade em Israel, no Oriente Médio ou no sul da Europa, pensando bem um ataque cirúrgico talvez seja a melhor solução para o problema iraniano.
O maior truque é fazer os outros acreditarem que diabo é o outro!
responder este comentário denunciar abusoO maior truque é não precisar de truque!
responder este comentário denunciar abusoH. Backman, que comparacao infeliz. A Guerra dos Seis Dias ocorreu apos o Egito ter expulsado as tropas da ONU do Sinai, colocar seu exercito na fronteira com Israel, e fechar o acesso de Israel no Estreito de Tiran. Israel estava encurralado. Comparar isso com a invasao dos EUA no Iraque e’ completamente ridiculo!
responder este comentário denunciar abusoAcabo de ver uma reportagem no New York Times sobre a continuidade do processo de sanções ao Irã. Ao contrario do que foi dito por um leitor acima, a maioria dos comentários feitos em tal jornal é de pessoas contrárias a nova sanções e a favor de manter o diálogo e de dar crédito ao novo acordo. Estou falando de americanos e americanas que preferem dar crédito as novas propostas para o assunto. Segundo um desses leitores, falar em sanções 1 dia após o novo acordo é deixar claro que os Estados Unidos não estão interessados em soluções pacíficas para o conflito.
As sanções são sobre pontos que nada tem a ver com o acordo, que, diga-se, não tem validade juridica.
responder este comentário denunciar abusoIn February 2003, Iran revealed its uranium enrichment program at Natanz, claiming it was using the technology for peaceful purposes and inviting the UN nuclear monitoring body, the International Atomic Energy Agency (IAEA), to visit. The US, however, alleged that the program is part of a drive to develop nuclear weapons and sought to refer the Iranian case to the Security Council. However in November 2004, Tehran signed a temporary agreement with Germany, France and Britain to cease uranium enrichment and the IAEA issued Iran a clean bill of health, effectively avoiding Security Council intervention. Nevertheless, the IAEA said it could not confirm that Iran was not pursuing undeclared nuclear activities and referred the case to the UN Security Council.
In June 2006, the Security Council adopted a resolution endorsing the P5 and Germany offer of diplomatic and economic incentives and demanding that Iran suspend all uranium enrichment programs by August 31. In December 2006, after Tehran’s failure to comply, the Council imposed sanctions on Iran’s trade in sensitive nuclear materials and technology. Following the IAEA’s offer to Tehran of a 60 day grace period where halting of the country’s uranium enrichment would be exchanged for suspension of UN sanctions which Iran did not take up, the Security Council passed Resolution 1747 in March 2007, intensifying the previous sanctions package while also naming specific officials as targets of the sanctions and adding additional sanctions against Iranian financial institutions.
Nevertheless, Iran vowed to continue enriching uranium, citing its right to do so without external interference and within the limits of international law. Indeed, Iran has demonstrated compliance with the Nuclear Non-Proliferation Treaty (NPT), and the countries that have backed sanctions have provided no evidence to the contrary. In fact, in December 2007, U.S. intelligence services declared that Iran had ended its nuclear weapons research in 2003. In spite of these revelations, Washington’s policy remained firm. In March 2008, the Security Council passed Resolution 1803 to reaffirm and uphold previous sanctions.
Debates surrounding Iran’s nuclear program intensified in September 2009 when the United States, Britain and France revealed that Iran was building a uranium enrichment facility in a mountain near Qom. Although Iran maintained that the Qom facility was being developed for peaceful purposes and reported its existence to the IAEA, the Security Council emphasized a February 2010 report in which the IAEA noted that Iran continued to enrich uranium. By April 2010, it appeared that Russia and China – Iran’s traditional supporters on the Security Council – might reconsider their tolerance of Iran’s nuclear program as the USA, France, and Great Britain pushed for a resolution approving more sanctions.
http://www.un.org/News/Press/docs/2006/sc8792.doc.htm
responder este comentário denunciar abusoKey Documents
Security Council Resolution 1835 on Iran (September 27, 2008)
Resolution 1835 reaffirmed previous resolutions that approved sanctions and demanded that Iran stop uranium enrichment in light of a September 15 IAEA report that Iran had failed to comply with these demands. Although the resolution passed unanimously, Indonesia declared its opposition to further sanctions by stating that had Resolution 1835 included further sanctions, it would not have voted in favour. This Security Council press release summarizes the meeting at which Resolution 1835 was passed, and includes the text of the resolution.
Security Council Resolution 1803 on Iran (March 3, 2008)
This Security Council resolution extends sanctions against Iran. It notes that the Iranian government attempts to enrich uranium – potentially a key component in the development of nuclear weapons. The text restricts the import of “dual use” technology used for both peaceful and military purposes, and asks UN member states to inspect cargos suspected of transporting nuclear material to and from Iran. The resolution also adds 13 names to an existing travel ban and asset freeze on companies and individuals thought to be engaged in Iran’s nuclear program.
Report of the IAEA to the Security Council (February 22, 2008)
This official International Atomic Energy Agency (IAEA) report, submitted to the Security Council, records an open verdict on Iran’s nuclear program. The report states that Iran has answered many key questions on the development of a weapons program. However, Iran has refused to cooperate with the IAEA over US allegations that Tehran is attempting to enrich uranium and develop nuclear missile heads, describing the accusations as “baseless” and “fabricated”
Resolution 1747 (March 24, 2007)
In this resolution, the Security Council builds on its previous decision to impose sanction on Tehran by banning arms exports from Iran and imposing a freeze on the financial assets of 28 individuals and entities. After lengthy negotiations, the text takes into account some of the concerns expressed by South Africa, Indonesia and Qatar, such as the acknowledgment that all parties to the NPT, including Iran, have a right to peaceful uses of nuclear technology. The resolution also includes mechanisms for future negotiation with Iran and reference to a nuclear-free Middle East.
Draft Resolution on Iran’s Nuclear Program (March 15, 2007)
The UN Security Council’s draft resolution on Iran calls again on Tehran to comply with the demands of the International Atomic Energy Agency (IAEA) “to build confidence in the exclusively peaceful purpose of its nuclear program.” Further, it restricts the sale of arms to Iran and prohibits financial assistance to Iran other than for humanitarian purposes. The director general of the IAEA is to submit a further report within 60 days on the extent of Tehran’s compliance with Resolution 1737. The draft resolution affirms that all measures taken against Iran will be suspended contingent on Iran discontinuing its enrichment program.
Resolution 1737 (December 23, 2006)
The Security Council unanimously imposed sanctions against Iran. The text, calling for steps required by the IAEA, bans trade with Iran of all items, materials, equipment, goods and technology which could contribute to Tehran’s uranium enrichment program and contains a list of persons and entities, whose assets are subject to a freeze. It also established a new sanctions committee to monitor compliance of the resolution.
Resolution 1696 (June 31, 2006)
In this resolution, the Security Council endorses the offer of diplomatic and economic incentives put forward by the P5 and Germany and demands that Iran suspend all uranium enrichment programs by August 31. Acting under Article 40 of Chapter VII of the United Nations in order to make mandatory the suspension required by the IAEA, the Council threatens Iran with sanctions in case of non-compliance, but avoids any implication that use of force may be warranted. Iran has rejected the resolution claiming that it has only made negotiations more difficult.
Robert, só estou comentando o que eu lí. O que eu quero dizer é que as pessoas que comentaram a notícia preferem, á partir desse novo acordo, uma tentativa de reaproximação. Aproveitar essa oportunidade para mostrar boa vontade e, talvez em seguida insistir para que o Irã aceite uma maior supervisão do seu programa nuclear,.
responder este comentário denunciar abusoEm resumo, se este for o último acordo sobre o tema, o Irã logo terá sua bomba nuclear e as tensões no Oriente Médio ficarão dentro de limites muito difíceis de serem administrados. Mas isto é o que menos importa. O que importa mesmo é que Lula, nosso grande presidente, foi lá fora e ganhou fama de ser um grande pacificador para os idiotas que o aclamam ser um gênio da diplomacia.
Gustavo, mas se as sançôes forem aplicadas , e o Irã , com motivos entâo, nao permitir a fiscalização da AIEA , nao será pior? ou seja, o governo dos aitolás continuará a desenvolver o material nuclear e a a nação sofrendo sanções econômicas.
É interessante como atua a mente das pessoas, selecionando os argumentos e os fatos, de forma a ignorar o que lhes convém momentaneamente. Esquecem que o Irão já se comprometeu, anteriormente, a não prosseguir na busca de maior concentração do urânio, e que não cumpriu o acordo – foi descoberto fazendo plantas escondidas de concentração de urânio, as quais em seguida ele mesmo teve que reconhecer. Assim, não é um acordo extraordinário, é mais do mesmo. Não cumpriu o primeiro, porque irá cumprir este?
Ao mesmo tempo, é difícil entender porque nós brasileiros, cidadãos de um país que formalmente é contra as armas nucleares, devamos defender o Irã neste assunto. O Irão não quer a energia nuclear para fins pacíficos, o que pode obter sem adotar o caminho que está trilhando; portanto, o que quer é o acesso a armas atômicas.
Finalmente, porque devemos defender um país com baixo índice de democratização, que vem de eleições no mínimo discutíveis, que agiu com violência contra a oposição e que defende, públicamente, a extinção do Estado de Israel. Defender o Irã, com este histórico, não é coerente com os princípios adotados pela política externa brasileira. Isto, sem contar que não vai dar em boa coisa…
Dessa vez, o Irã assinou documento, não foi um comprometimento apenas verbal.
responder este comentário denunciar abusoO documento que foi assinado não tem validade juridica. Não vale nada.
responder este comentário denunciar abusoExiste o prazo de uma semana para entregar o documento ao AIEA.
responder este comentário denunciar abusoSerá um erro tático aprovar as sanções antes do relatório ser analisado pelo orgão de contrôle internacional. Todos os comentaristas estão cantando essa bola !
responder este comentário denunciar abusoDiante do ódio declarado do Ahmadinejad pelos EUA e o que eles representam – o liberalismo ocidental; diante do ódio disfarçado (mas evidente) do partido no governo brasileiro pelos EUA, isto é, pelo liberalismo; e diante da guinada turca em favor dos muçulmanos e contra Israel, é claro que americanos, israelenses, europeus e todos que têm apreço pela tradição liberal do Ocidente só podem desconfiar do tal acordo, que, de plano, serviu para aliviar a situação do Irã. Quem poderia acreditar na boa vontade dessa trempe? O problema dos antiliberais é que sempre subestimam a inteligência alheia.
Milena, esta divisão entre Ocidente e Oriente não cola muito. A Turquia e o Líbano são bem mais liberais que alguns países europeus e latino-americanos
responder este comentário denunciar abusoessa história de que o governo brasileiro odeia os USA também não é verdade, não faz muito tempo começaram, na moita, um acordo de cooperação militar, não se assustem se em breve tivermos bases ianques por essas bandas.
responder este comentário denunciar abusoChacra,
A Turquia tem tradição liberal mas, como eu disse, deu uma guinada em favor dos palestinos. O Líbano está fora da confusão desse acordo. Dos latino-americanos, os países menos liberais (justamente os amigos do Lula) só não metem a colher porque não têm tamanho para tanto. Eu falei em liberalismo do Ocidente, não em Ocidente x Oriente. Claro que há ditaduras no Ocidente e há regimes liberais até no extremo Oriente, mas o liberalismo é uma criação da cultura ocidental. E tanto os muçulmanos radicais quanto a esquerda radical do Ocidente odeiam o liberalismo e farão o que puderem para destruí-lo. Eis por que não se pode confiar neles. Simples assim.
Milena, os países escandinavos são radicalmente a favor dos palestinos e nem por isso deixam de ser liberais. O que tem a ver a Turquia se aproximar dos palestinos e deixar de ser liberal?
responder este comentário denunciar abusoChacra,
Os governos escandinavos, ao contrário do nosso, não fazem nenhuma questão de aparecer na política mundial, e eu até desconheço a posição deles sobre o conflito no Oriente Médio. Mas sei que, independentemente de qualquer posição oficial, o mundo escandinavo e o muçulmano são quase antagônicos. Exemplo disso foi a crise das caricaturas de Maomé na Dinamarca. Em Estocolmo, há poucos meses, parei num hotel em cujo saguão havia painéis gigantes com cenas bíblicas representadas por travestis. Era a semana do “orgulho gay” ou coisa do gênero. Imagina isso na Palestina! Mesmo que nem fosse com Maomé… Além das divergências ou convergências políticas, e muitas vezes determinando-as, existem os fatores culturais. Os próprios radicais islâmicos que pregam a “guerra santa” ao Ocidente mostram isso. Geralmente, os liberais toleram seus contrários, mas a recíproca não é verdadeira. Um palestino pode viver como quiser na Suécia, mas um sueco não pode viver na Palestina como vive em seu país. Aproximações políticas podem ser ditadas por razões políticas, econômicas, culturais etc. A Turquia sempre foi dividida entre o mundo ocidental e o oriental, pendendo ora para um lado, ora para outro. Há tempos vinha mais para o nosso lado, mas dá sinais de mudança. E logo agora que as potências ocidentais se defrontam com o radicalismo islâmico. Claro que é preocupante.
qual país latino-americano é menos liberal que o Líbano e Turquia?
responder este comentário denunciar abusoEscolha qualquer um da América Central
responder este comentário denunciar abusoMilena,
“Os governos escandinavos, ao contrário do nosso, não fazem nenhuma questão de aparecer na política mundial, e eu até desconheço a posição deles sobre o conflito no Oriente Médio.”
OSLO te serve como exemplo?
Sabe onde fica OSLO?
Tem noção dos acordos que lá foram assinados?
Cada uma….
responder este comentário denunciar abusoChacra,
A Milena te botou no corner direitinho, gostei de ver.
Abraços,
Mauro
responder este comentário denunciar abusoMilena, acho que você não conhece bem os territórios palestinos, ou pelo menos a Cisjordânia. Primeiro, há muitos suecos vivendo ali. Alguns são ativistas, outros trabalham em ONGs e também jornalistas. Em segundo lugar, há gays em lugares como Ramallah. Você pode generalizar Israel, e dizer que todos são ortodoxos. Mas seria errado, assim como no caso dos palestinos. Inclusive, a vida noturna nesta cidade é de dar inveja a muitas no Brasil. Para completar, os acordos de Oslo foram assinados na Noruega. A Suécia critica duramente as políticas israelenses
responder este comentário denunciar abusoTuaregue fez um passe para o Guga marcar gol!
responder este comentário denunciar abuso“O que tem a ver a Turquia se aproximar dos palestinos e deixar de ser liberal?”
O motivo pelo qual o fez Gustavo, puramente religioso.
“A Suécia critica duramente as políticas israelenses”
Assim como criticou as ditaduras latino-americanas. Pela milésima vez: não há problema algum em criticar Israel, DESDE QUE se critique TODOS os que se cometerem os mesmo atos pelos quais se o critica. Qual é a posição da Turquia quanto à situação sudanesa por exemplo?
“Escolha qualquer um da América Central”
Não me parece que nem Turquia nem Líbano sejam mais liberais que Costa Rica, ou que alguns micro-paises caribenhos.
Outra coisa Gustavo, o que significa “há gays em lugares como Ramallah”?
Leia uma notícia da France Press de 2003:
O Grupo Gay da Bahia (GGB) e o Grupo de Gays, Lésbicas e Transgêneros Judeus do Brasil pediram hoje ao governo brasileiro a concessão de asilo político a três homossexuais palestinos presos em Israel.
O pedido foi feito por uma carta enviada pelos grupos de homossexuais brasileiros ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os grupos temem a morte dos homossexuais palestinos, informou o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira.
Os três gays palestinos seriam “operários ilegais”, segundo a acusação dos israelenses, e estariam ameaçados de transferência para a faixa de Gaza e Cisjordânia. Se isso acontecer, os homossexuais palestinos correm risco de morte, justificaram os gays brasileiros.
As coisas mudaram? Pode ser, mas leia esta do site dosmanzanas, defensor da causa gay e criticando Israel e este de 2009:
“Un joven homosexual palestino de quien sólo conocemos su inicial, T., que vive con su compañero sentimental en Israel recibió la noticia de que su padre estaba gravemente enfermo en Cisjordania, así que decidió ponerse en camino para encontrarse con su familia cerca de la frontera, ya que no puede volver a su pueblo al estar amenazado por ser homosexual . Después de un emotivo encuentro con los suyos y de entregarles una suma de dinero que había conseguido ahorrar, volvió al punto de control con la intención de volver con su pareja, Doron, pero le fue denegado el permiso para volver a entrar en Israel”.
Penso que para Israel ainda é menos arriscado conviver com um Irã nuclear, colocando-o sob eterna vigilancia, mantendo seus foguetes atomicos apontados para Teerã, do que entrar em guerra aberta.
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O mau está feito e não há como voltar atrás, nem pela força.
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E o que ainda não foi tentado: convocar o mesmo Lula e o mesmo Erdogan, para voltarem a Teerã para fazer o Ahmadinejad ser demovido da idéia de atacar Israel. Na verdade não é o fato de o Irã ser uma potencia nuclear que coloca o mundo de cabelo em pé; e sim o fato de o Irã nuclear ameaçar um outro país nuclear que não hesitaria em lançar a suas bombas para se defender. É isso que tem que ser colocado em discussão.
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Sai muito mais barato e deixa todo o MUNDO muito mais tranquilo, pois enquanto Israel sentir medo, o mundo sentirá medo.
Henrique, ótima análise
responder este comentário denunciar abusoESPETACULAR !!!!!!
DE 0 A 10…..33
Gostei também ! A lógica está perfeita ! Só fica a pergunta : Já combinaram com os principais atores ?
responder este comentário denunciar abusoPena que muitos governantes não compartilhem desta visão.
responder este comentário denunciar abusoDesarmamento nuclear para todos, inclusive para EUA,RÚSSIA,CHINA,FRANÇA,ISRAEL.
Tecnologia nuclear de usos pacíficos para todos.
Caro Vinicius,
Não sei que substância vc andou tomando, mas eu também quero……..
responder este comentário denunciar abusoConcordo com o LG ! Droga boa dessa só na época das Assembléias Estudantis dos anos 70…
responder este comentário denunciar abusoDesmantelamento de áreas de conflitos, políticos e/ou armados, em qualquer lugar.
Solução de conflitos, políticos e/ou armados, via diálogos multilaterais.
Estou seriamente preocupado com a participação do Sr. Marco Aurélio Garcia neste processo todo envolvendo Brasil, Turquia e Irã.
Acaba de sair no Terra a seguinte notícia atribuída a ele: “EUA ‘vão se dar mal’ se optarem por sanção ao Irã”.
Acho que está na hora de o Senado Federal mover uma ação desaurotizando-o de falar pelo Brasil. Apesar de acreditar que isso não ocorra de forma alguma, pois não somos sérios e não possuímos uma Oposição competente que esteja disposta a isso.
Enquanto isso, vemos petrificados notícias como essa, que nos afeta diretamente
sem podermos fazer coisa alguma.
ESSE GOVERNO QUE ESTÁ AÍ NÃO ME REPRESENTA!, NÃO FALA POR MIM, sou adepto da RESPONSABILIDADE, ÉTICA e MORAL.
Qual é o problema? Tem medo dos Estados Unidos?
responder este comentário denunciar abusoMarco Aurélio Garcia é nocivo e tóxico em qualquer situação, e talvez seja o próximo Chanceler, caso a Dilma vença !
responder este comentário denunciar abusoNão descreio de que o esforço do Brasil e Turquia acoplados à boa vontade do Irã, resulte em algo inútil, diante da disposição de Israel de atacar. A tradição tem conservado essa assertiva. Israel foi à guerra contra quem quis, mesmo contra qualquer resolução da ONU ou em meio a negocições de paz. Acho que a fábula do lobo e do cordeiro é atual para o caso em tela. A posição americana diante de Israel não será conduzida pelo caminho da paz, até porque falta aos americanos o exemplo a ser dado. Depois do que ocorreu com o Iraque, a diplomacia dos EUA em questões que envolvam a força é pura farsa. Diante desse quadro aumenta a possibilidade de um ataque “preventivo” de Israel. Bem, para que não posemos de farsante, qual seria a saída para o Irã? Apenas a conquista da bomba daria ao Irã, ao menos o respeito que,por exemplo, a Coréia do Norte conquistou.
Essa tramóia patrocinada pelo Brasil e Turquia para favorecer o ilegítimo governo do Irã recorda-me uma famosa frase de Winston Churchill:”Entre a desonra e a guerra, eles escolheram a desonra, e terão a guerra”. Lula e Erdogan, com suas interferências indevidas e decisões inconsequentes contribuiram, em muito, para aumentar as chances de um conflito militar com consequências imprevísiveis e terríveis.
E ainda colocando o nosso na reta…
responder este comentário denunciar abusoIsrael ainda não atacou o Irã por causa da ONU. A partir da hora que o poder da ONU for considerada insuficiente, inclusive com a impossibilidade de baixar sanções contra o Irã, medidas militares são quase certas.
USA e UK atacaram o Iraque apesar da ONU…
responder este comentário denunciar abusoIsrael continua ocupando ilegalmente Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Colinas do Golã apesar da ONU… e pensar que este país foi criado através da ONU…
responder este comentário denunciar abusoPágina Pacifista, contra a guerra dos EUA e Israel contra o Irã:
Não entendo, vejo que muitos leitores ainda insistem que o caminho do dialogo seria a melhor forma de deter o programa militar nuclear iraniano. Com todo o respeito creio que isso é não praticar a política do real. O Irã, por meio da sua Guarda Republicana estuprou e matou seus proprios cidadãos por discordarem legitimamente – ao contrário do que o Presidente Lula e Marco Aurélio Garcia pensam – das eleições. Obama, e boa parte do Ocidente engoliram a fraude em troca de manter o diálogo aberto com a cúpula dos Aiatolas….a que custo? Não se faz acordos com quem não mantém a palavra. Quando o bom senso e diálogos falham é necessário usar de todos os meios de dissuasão para convencer o inimigo a ceder. O Ocidente dispõe dos meios para, sem derramar sangue em excesso deter o programa militar nuclear iraniano. Falta vontade ou caratér para fazer isso. O petismo e o lulismo não tem apreço pela democracia ou pelo equilíbrio no Oriente Médio. Tudo agora se volta para capitalizar apoios para candidtura da Dilma/Mandela….incluse se deixar ludibrir pelo Irã. Não devemos cair num buraco negro de negociações sem fim. As vezes a força, bem medida e bem usada, é o único meio para se evitar o pior.
Vide o uso da força no Iraque e Afeganistão.
responder este comentário denunciar abusoConcordo inteiramente no que diz respeito A ÚNICA SAÍDA DESTA CRISE É A FORÇA, INFELIZMENTE !
responder este comentário denunciar abusoAnderson:
Sorte do Lula ter nascido brasileiro,pois aqui ele só cortou o próprio dedo por ser incompetente no que fazia,já no Irã iam cortar a cabeça dele se ele fosse com megafone protestar nas fabricas dos Ayatolas.
Se uso da força fosse solução então o mundo já teria explodido há décadas.
Para tirar pensamentos simplista da cabeça de alguns vale também o uso da força?
responder este comentário denunciar abusoComo teoria da conspiração,
Especialistas da area atomica ja deram uma entrevista certa vez, sobre as capacidades dos paises na area nuclear, acredita-se que o brasil não leva mais de 15 dias p construir uma arma atomica. pois já é conhecido que o pais domina todo o ciclo atõmico já faz um certo tempo só que depois da explosão em alcantara nem tudo pode ser revelado.
Concordo e não creio ser teoria conspiratória, e sim realidade. Hoje em dia devido aos estratosféricos arsenais e armas secretas do tipo dos “Projetos Negros” dos USA ,Russia, Otan e etc, não faz sentido produzir traques nucleares, à não ser para fomentar o terror.
responder este comentário denunciar abusoApenas um dia após a assinatura do acordo envolvendo o Irã, Brasil e Turquia, Hillary Clinton,em uma audiência sobre os acordos entre EUA e Rússia para os senadores americanos, resolveu dizer que os países com poder de veto no CS da ONU chegaram a um acordo para NOVAS e FORTES sanções ao Irã.
Por motivos não claros, a diplomacia americana resolveu não dar chances a que o acordo vá em frente. Ao ameaçar o Irã com novas sanções mesmo depois desse assinar acordo de cooperação onde reitera os fins pacíficos de seu programa nuclear e concorda em fazer o beneficiamento de urânio na França e Rússia, o pronunciamento de Clinton parece sugerir que o canal diplomático não é o que deva ser seguido….
É uma pena
Foi o que eu quis dizer no meu post. Até os americanos concordam com você. Parece que os meios pacíficos foram descartados.
responder este comentário denunciar abusoEste acordo é inócuo, pois o Irã continuará a enriquecer material nuclear, portanto este só serve para jogar para platéia (ano eleitoral no Brasil, presidente turco com medo de ser deposto por militares, líder iraniano precisando buscar coesão após os violentos protestos contra a sua “eleiçao”).
Ocorre que EUA, Europa, Russia e China não são bobos e vão continuar apertando o Irã até ele desistir ou ser “desistido” com um ataque militar.
“e concorda em fazer o beneficiamento de urânio na França e Rússia”
Hazem,
E a parte em que diz que vai continuar a fazer o beneficiamento de urânio? Ou seja, antes do “acordo”, o Irã produzia x de urânio beneficiado, após, segundo eles mesmos, irá continuar produzindo os mesmo x e ainda terá y beneficiado no exterior.
Voce consegue explicar qual seria então o resultado de o acordo ir em frente?
Uma coisa é defender o “direito” do Irã ter uma bomba, outra é dizer que um acordo que irá acelerar o processo visa a impedir isso.
O Estado de Israel, com certeza, terá muito receio ou muito temor de usar sua Força Aérea e, muito mais, de usar mísseis para atacar instalações nucleares do Irã. É muito mais fácil e inteligente reforçar ao máximo as suas defesas antiaéreas, multiplicar os seus abrigos nucleares, preparar e treinar muito bem a sua população para ocupar imediatamente esses abrigos quando for necessário, e ir se acostumando com um Irã nuclear, assim como a China convive com a índia, e a Índia convive com o Paquistão, mesmo sob o risco do terrorismo. Israel tem um excelente serviço secreto e deve saber muito bem o tamanho da reação das forças armadas iranianas, dos seus vizinhos aliados, e dos seus colaboradores, se colocar em prática esse “ataque preventivo”. Com certeza sabe que vai colocar fogo no pavil desse barril gigantesco de pólvora que é o Oriente Médio e que vai ser uma grande explosão, que não se sabe direito tudo que vai causar e onde vai parar em todo o mundo. Nessas condições de fanatismo religioso, de ódio extremo, homens e mulheres bomba, matança de civis, mulheres e crianças dos dois lados, acumulados durante décadas, uma guerra cirúrgica contra as instalações do Irã é semelhante a uma roleta russa, pode-se dar um tiro na própria cabeça, e sem ter necessidade disso. Os dirigentes iranianos sabem de có e salteado que se um dia se atreverem a usar uma ogiva nuclear contra o Estado de Israel, o Irã e todos os seus aliados vão virar cinzas. Israel tem muitos abrigos nucleares, tem se preparado para uma guerra de destruição em massa, portanto uma grande parte da sua população e capacidade industrial escaparão. E se os iranianos secretamente já possuirem algum tipo de dispositivo nuclear de destruição em massa, que entrou clandestinamente no País através do cambio negro. Quem é que vai saber? Sabemos que deve possuir armas químicas, biológicas, bacteriológicas…. Aí os israelenses resolvem fazer um ataque preventivo sobre as instalações nucleares do Irã, os iranianos revidam violentamente, o Oriente Médio explode numa guerra louca e suicida e o que era pra ser uma ataque preventivo, passa para uma guerra convencional e aí escapa para uma guerra de destruição em massa. Se eu, que sou uma simples pessoa, de pouco conhecimento sobre o assunto, penso nessas consequencias desastrosas, imaginem os líderes de Israel!! Por isso mesmo é que eu não acredito que Israel tenha coragem de apertar o gatilho. É porque eles não são loucos ou suicidas.
É o que também penso. Falei disso as 14,47h
Abraço.
“Por isso mesmo é que eu não acredito que Israel tenha coragem de apertar o gatilho. É porque eles não são loucos ou suicidas.”
Não são mesmo, mas como enfrentar loucos e suicidas? Já pensou que após estes adquirirem bombas nucleares talvez não haja uma solução que não implique em destruição em massa?
Vejam o contrasenso!!! Acusam o Irã de planejar uma ofensiva contra Israel, agora o melhor é atacar e destruir os arabes iranianos, ou seja, a “paz” americana é conquistada por meio da violência; a desconfiança é silenciada com destruição e mortes. Bom exemplo!!!…não é a toa que os filmes americanos ensinam ao mundo como resolver os problemas: guerras, mortes e intolerância. Estava nítido que eles não aceitariam um acordo, não é interessante para os objetivos americanos e israelenses. Ou seja, depois de subir eles querem chutar a escada!!!!!…depois é só pedir desculpas para a comunidade internacional, como fazem com os iraquianos, palestinos e afegãos.
Não existe “arabe iraniano”,os iranianos são persas,chamar eles de árabes é como chamar Libanês de turco.
Aproveita e aprende o que é sunita e xiita antes de voltar a se pronunciar.
Quem quer atacar os árabes??????
O Irã é arabe ?????
Os arabes da Arabia Saudita e do Egito que tão se cagando do Irã ter a bomba.
Enquanto Lula e seus psudos diplomatas faziam bobeiras próximo (Haiti, Hondura, Cuba etc…) tudo bem o Brasil continuava sua caminhada rumo a irrelevancia. Agora querrer entrar em um jogo, aonde o nós não passamos de um Pitt Bull desdentado. É fazer com que o pais seja motivo de piada mundo a fora. Só mesmo o jagunço poderia nos proporcionar tamanha vergonha.
Quem nsceu de joelhos, nunca vai poder ficar de pé. Levanta ao menos a cabeça Fabiano.
responder este comentário denunciar abusoé o começo do fim … mas
“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
A indústria bélica precisa faturar. Qualquer argumento contrário ao acordo é relevante para os que desejam a guerra como oportunidade de grandes negócios; os milhares de inocentes mortos são apenas detalhes. É curioso observar como manipulam para que a iniciativa diplomática do Brasil e Turquia, que teve como objetivo a preservação da paz, se transforme em pretexto para a guerra.
Estava para postar um comentário lembrando da indústria bélica. Acho que os representantes da indústria bélica norte-americana influenciam muito na diplomacia, no executivo e legislativo dos EUA. Juntos com a indústria petrolífera, impedem qualquer avanço pela paz que contrarie seus interesses.
E numa “boa guerra” devem faturar milhões de dólares, quiça bilhões. Primeiro faturam com venda de armas, depois com a exploração do petróleo por companhias americanas e de países aliados.
Ouvi falar que a economia americana é muito dependente do dinheiro da indústria armamentista. Se de repente, um mundo com paz total surgisse, os americanos teriam problemas econômicos muito grandes. Não sei quão verdadeira é essa informação, mas acredito piamente que esse pessoal deve gostar de guerras e de situações instáveis. Para eles isso tudo é lucro!
Noticias dão conta que a diplomacia Americana já avisou ao Itamaraty da proibição de Dilma Rouseff entrar nos EE.UU. , o motivo foi o sequestro do Embaixador Americano no Brasil, inclusive o Ministro Franklin Martins e o Senador Gabeira também estão proibidos, podem ser presos ao Desembarcar em território Americano e em mais 11 países que mantém acordos com os EE.UUJ., lá os poderes são independentes, ao contrário do Brasil.
Mario, onde você viu esta informação? Eu já entrevistei a Dilma em Washington. Logo, ela entrou no ano passado aqui nos EUA
responder este comentário denunciar abuso…. por favor vai se informar pra não falar besteira, mesmo que ela tivesse participado do sequestro, ela é ministra de ESTADO e tem passaporte DIPLOMATICO o que lhe garante SALVO CONDUTO.
VAI ESTUDAR FILHO!!!!!
DIMITRI
PS : SOU ADVOGADO.
Putz….que idiotice…como alguém pode falar uma merda destas?
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
essa informação está circulando na internet, e pode ser classificada como “hoax”. Na verdade, deve ser uma versão politiqueira de uma hoax.
Para quem não sabe o que é ” hoax”, veja em http://pt.wikipedia.org/wiki/Hoax
Dilma não é mais ministra de estado. Ela renunciou ao cargo para poder se candidatar às próximas eleições. Como ela também não é parlmanetar em licença, tenho a impressão de que ela não goza de imunidade diplomática
De todo modo, essa informação deve ser hoax mesmo. Seria uma tremenda agressão diplomática se os EUA bloqueassem a entrada de algum político brasileiro nestas circunstâncias
responder este comentário denunciar abuso“Eu já entrevistei a Dilma em Washington. Logo, ela entrou no ano passado aqui nos EUA”
Sim Gustavo, quando era ministra e, portanto, como afirma o advogado (!!!!) Dimitri Vympel, de uma maneira extremamente grosseira TINHA passaporte diplomatico, o que lhe GARANTIA salvo conduto
PS : não sou advogado
justo,
Se impediriam a entrada dela eu não sei, mas é fato notório que o Gabeira não pode entrar nos EUA, ou seja, a hipótese está longe de ser merda como voce afirma.
Minha opinião é que discretamente diriam para ela não tentar, até porque, mesmo permitindo, nada poderia impedir um juiz de agir, pois como bem observou meu xará, lá os poderes são independentes
Então quer dizer que o documento que o Irã assinou foi com impressão digital, ou foi fio de bigode que o nosso diplomata perdeu na viagem?
Boa tarde gostaria de citar alguns fatos sobre o IRA:
4° maior produtor de petroleo do mundo.
Membro das Nações Unidas.
Lutou sozinho contra o Iraque( à época apoiado pela CIA.) e ganhou. Já que o Chat el arab é contolado pelo IRÃ.
Coloca seus satélites de fabricação própria no espaço com tecnologia Iraniana.
Tem uma população de 80 milhoes de habitantes.
TEM UMA DAS MAIS ANTIGAS COMUNIDADES JUDAICAS DESDE A EPOCA DA DIASPORA BABILONICA.
JÁ SOFRE SANÇÕES ECONOMICAS DESDE A DERRUBADA DO XÁ REZA PAHLEVI.
OS PERSAS TEM MAIS DE 5 MIL ANOS DE HISTORIA E GUERRAS,ENTÃO COM TODO O RESPEITO AO DPT DE ESTADO NORTE AMERICANO, EU ACREDITO QUE OS EUA DEVERIAM ENFIAR SUA VIOLA NO SACO E CALCULAR SERIAMENTE SEUS MOVIMENTOS NO XADREZ DO ORIENTE MÉDIO. EM 1981 , UMA OPERAÇÃO “BRILHANTE” DAS FORÇAS ESPECIAIS AMERICANAS(FORÇA DELTA) ACABOU EM TRAGÉDIA PARA OS AMERICANOS. O IRÃ NÃO É O IRAQUE , E É OBVIO QUE COM O PAQUISTÃO AO LADO COM ARMAS NUCLEARES, O AFEGANISTÃO COM TROPAS DA OTAN(EUA) E O IRAQUE INVADIDO COM MAIS DE 100 MIL SOLDADOS AMERICANOS, NÃO É NECESSARIO SER UM GÊNIO PRA SABER QUE ELES ESTÃO SIM BUSCANDO ARMAS DE DISUASÃO.
atacar o irã seria um erro grosseiro, e se os Israelenses ainda não atacaram, é porque ou não conseguem ou porque sabem as verdadeiras consequencias que um ataque aos moldes da operação ÓPERA ( ataque ao reator Iraquiano em 19810) desencadearia.
O PRESIDENTE LULA NÃO ESTÁ FAZENDO MÉDIA, O BRASIL TEM REAIS INTERESSES NA PARCERIA COM O IRÃ E AO CONTRÁRIO DO SENHOR OBAMA ( PREMIO NOBEL DA PAX AMERICANA) BUSCA REALMENTE EVITAR UMA CATÁSTROFE QUE AGORA SIM PODE COLOCAR O MUNDO A BEIRA DA TERCEIRA GUERRA… E VAI SER PRA VALER. NÃO SE ENGANEM, ESSE PAPO AMERICANO DE ACHAR QUE ELES TEM ALIADOS É BALELA , PAÍSES NÃO TEM AMIZADE E SIM INTERESSES. OBRIGADO E UMA BOA TARDE A TODOS.
Não sei como te agradecer pelo comentário, gente inteligente é outra coisa.
responder este comentário denunciar abusose voce acha que os interesses do brasil com o ira sao tao relevantes, eles nao podem ser mais do que os que tem com o mercosul. mas no conflito entre argentina e uruguai sobre as fabricas de celulose, o nosso governo achou que lavar as maos era mais relevante. certo? saimos de fininho porque era na nossa esquina e podiamos nos machucar entao o lula achou melhor dar uma de estadista onde ninguem pode criar problema para ele.
voce pode discutir o papel de usa na briga com ira mas so o papelao de quem nos representa.
responder este comentário denunciar abusoAcredito que o primeiro passo já foi dado e temos que dar apoio a qualquer tipo de negociação diplomática em benefício da paz.
Se o Brasil e a Turquia estão sendo enganados? Cabem aos dois fazerem os papéis de “fiscais” permanentemente e obter todo o tipo de informação para a manutenção deste acordo.
A qualquer tipo de descumprimento o Brasil e a Turquia devem ter pulso firme e caso não adiante, aí sim, o mundo deve ser infomado.
O histórico do Irã não é de estado agressor, portanto só o tempo dirá quais suas intenções.
Essa é a realidade, não adianta pensarmos que Israel e os EUA deixarão suas ogivas de lado para uma conversa franca e amigável.
Melhor é aprendermos a conviver com o Irã Nuclear e sabermos conversar para chegarmos a bons acordos para todos nós.
É muito bom saber a opinião de especialistas como estes que estão no blog. Ajudam a entender melhor o assunto.
Jeferson, desculpe perguntar mas, qual a sua idade ? O Brasil ser fiscal internacional do enriquecimento ilícito do Irã ? No Brasil não se consegue nem fiscalizar o crescimento ilícito das favelas em áreas públicas ! Esta tramóia que foi assinada no Irã foi costurada em viagens de Ahmadinejad à Caracas no passado, atravé do pau-mandado de Fidel(este sim uma viuva de Stalin)…
responder este comentário denunciar abusoTeve um tempo em que eu pensava que os aiatolás eram malucos por chamar os USA de “grande satã”. Pensava errado. Hoje vejo o tanto que eles estavam certos. Com o furor dos “grandes satãs”, os USA, que detém estoques de armas nucleares suficientes para aniquilar o mundo inteiro várias vezes, não quer que Teerã tenha uma única bomba. É uma das maiores contradições que já se teve noticia.
Teerã pode dormir despreocupada. Israel só ataca pelas caladas.
Lamentável e perigoso o seu comentário.
responder este comentário denunciar abusoQual o interesse do Brasil na discussão nuclear?!
Faço as seguintes reflexões:
Hoje, o ouro do mundo é o petróleo. Amanhã será a água.
Interessa ao Brasil abrir precedente diplomático onde um país emergente deverá estar aberto às potências militares, para qualquer tipo de inspeções, a hora que desejarem ou bem entenderem?
Ainda, devemos (o Brasil) apoiar suspeitas, ao meu ver injustas, só pq partem dos “defensores da democracia”?
Atentai bem, hoje é o Iran… amanhã poderá ser o Brasil. Basta a busca ser outra.
Quanto a questão militar: um possível ataque a Israel, acho que nem o mais louco dos loucos poderia atacar outra nação nuclearmente, pois a retaliação seria devastadora. O Iran sumiria do mapa, os EEUU os varreriam com todas as justificativas que tanto desejam.
“acho que nem o mais louco dos loucos poderia atacar outra nação nuclearmente, pois a retaliação seria devastadora.”
João,
Uma perguntinha: este raciocínio não implicaria na impossibilidade da existência de atentados suicidas?
concordo com henrique 14:47. a unica solucao duradoura eh a troca de regime no ira por um regime realmente democratico. como fazer isto eh outra historia, mas tenho a impressao que o lula nao pretende visitar o ira para essa finalidade.
Um ponto que não consigo entender é toda esta exaltação do governo brasileiro com relação à este acordo.
O Irã concordou em enviar uma quantidade de urânio enriquecido a 5% para a Turquia que ira repassar para o Irã urânio, proveniente do UE enriquecido a 20%.
Ok, problema resolvido, mas eis que conforme noticiado pela imprensa um ministro do governo iraniano proclama que o programa de enriquecimento de urânio do Irã não será cancelado, ou seja além do urânio importado continuaremos a enriquecer o nosso.
Tanto faz uma ou cem bombas atômicas. Sem entrar no mérito de um Irã nuclear este acordo é uma falácia.
Outra reflexão, se Israel possui as armas atômicas, já passou por uma série de guerras sem utilizá-las. A dúvida é seo Irã fundamentalista não usaria, ou pior, repassaria material nuclear para atentados e se eximiria da culpa.
George:
Os antissemitas só querem Israel de pretexto,pois Israel não tem fronteiras com o Irã,nunca teve guerra com o Irã,e o Irã antes deste governo fundamentalista tinha ótimas relaçôens com o Irã.
India e Paquistão tem fronteiras,já tiveram guerras e ainda tem o problema da cachemira.Se entende porque ambos tem a bomba.
Nada de parecido com Israel e Irã.
E em 1973 quando Israel tava tomando uma surra nos 7 primeiros dias de guerra,que os sirios estavam a um passo do lago tibérias e das planices da galiléia{eu morei em Israel e conheço estes lugares}e o Egito destroçado as linhas Bar Lev,e 1/3 dos aviôens de Israel tinham sido derrubado pelos novos sam 6,Israel não usou a bomba atômica nem destruiu a represa de Assua e inundou o Cairo para terminar a guerra.Arriscou mais vidas israelenses para virar o jogo na guerra.
Portanto são dados concretos,e o Gustavo que me desminta se eu tiver errado.
Mais os antissemitas querem que o Irã tenha a bomba e jogue em Israel mesmo que para matar milhares de judeus matem junto milhares de árabes e palestinos.
Quem diz que eles se preocupam com árabes e palestinos,eles não enxergam a “Big Picture”,só se preocupam em ver o Irã terminar o trabalho que Hitler não conseguiu concluir.
Para ter moral, Israel deve de uma vez por todas repetir o exemplo dos Estados Unidos e admitir seu arsenal nuclear, o tamanho dele e sua origem. O ex-presidente Jimmy Carter declarou, em maio de 2008, revoltado com as ações contra a população palestina, que Israel tinha 150 bombas atômicas. Ele é um ex-presidente americano. Suas declarações foram recebidas com gelo antártico. Em recente reunião para tratar do assunto, em Washington, o governo de direita de Israel inventou uma desculpa para não estar presente. Esse arsenal é o nó.
Para ter alguma moral, o governo de Israel deve repetir o exemplo recente dos Estados Unidos de confirmar que tem um arsenal nuclear – - o que é notório – seu tamanho e, ainda mais complicado, sua origem. Esta normalmente é atribuída a um programa secreto coma África do Sul do Apartheid. A existência do arsenal foi revelada em maio de 2008 pelo ex-presidente Jimmy Carter, revoltado pelas ações do governo israelense contra os palestinos. Esse material está facilmente acessível na internet. Na ocasião, Carter – um ex-presidente dos Estados Unidos! – revelou que Israel teria 150 bombas atômicas. Não se pode esquecer que a tese de doutorado do Presidente Obama foi justamente sobre o Acordo de Helsinki de Desarmamento.
Gustavo
“A paz no mundo depende da paz entre muçulmanos e judeus”
Saramago
Em meus post’s sobre o tema Irã tenho destacado que qualquer acordo isolaria ainda mais Israel, que tem no regime de Teerã um tumor de fixação para justificar sua intransigência e insubordinação aos “esforços” dos EUA, da ONU e da diplomacia européia, para a PAZ. Eu disse: “Planeja-se contra o Irã a utilização de armas nucleares de “ação limitada”, as mais modernas do arsenal americano. O presidente Obama, com declarações ameaçadoras, deu início a um trabalho de preparação da opinião pública nesse sentido. O discurso é uma nova versão do mesmo utilizado por Busch quando as equipes da ONU no Iraque constataram que não havia as armas de destruição em massa, justificativa usada pelos americanos para invadir o país e assumir suas reservas de petróleo. Se a constatação da ONU com Busch de nada valeu, qualquer acordo no Irã “nuclear”, por mais sincero que possa ser, de nada valerá diante da sanha diabólica de conquista e poder do sionismo que tem o povo americanos, agrilhoado em sua consciência, dominado por uma máquina de engenharia social a serviço da Oligarquia. Como eu disse, caso o acordo fosse consolidado, os EUA fariam de tudo para melar. Com o Irã, os EUA assumem o controle total das reservas de petróleo do OM. Diante desse quadro, a crise é muito mais grave e ameaçadora para a paz no mundo do que aparenta ser. Pois o eixo da crise é Jerusalém, por mais que vc tenha me contestado em várias ocasiões no blog, o conflito é sim religioso/tribal. Porque a paz está nas mãos daquilo que há de mais primitivo nas formações nacionais da cultura humana: O tribalismo etnocêntrico, associado à teocracia do Estado confessional. De modo que o que temos no quadro geopolítico do OM é a consolidação de Israel como uma moderna Esparta nuclearizada no OM, como elemento fundamental da estratégia do Establishment angloamericano para controlar a região, sob o amparo ideológico do sionismo. De modo que a ação do Brasil e Turquia de aparar as arestas do conflito, revelou, na realidade, aquilo que é o âmago da questão.
O senhor e o Saramago devem pensar que o Sudao nao faz parte do mundo…
responder este comentário denunciar abusoDesculpe, Gustavo, está havendo um problema no browser, acabei colando duas vezes. Na primeira vez, o browser recusou, refiz o texto, agora vejo o primeiro texto aí. Peço desculpas e que acerte…
Que saudades dos tempos em que o Estadão tinha algum cuidado ao escolher comentaristas sobre assuntos internacionais em suas páginas…
A coragem de Israel só vale para nações mais fracas, nunca par uma do mesmo nivel.
Espero que não haja confronto pois se houver, muitos judeus que nada tem haver com o regime nazi-sionista que infelizmente sempre governou o estado Judeu, sofreriam demais com uma guerra contra o poderoso e determinado país persa.
Tambem acho que o acordo entre Turquia e Irã foi uma jogada de mestre de Ahmadinejad, pois vais enviar 1200Kgs de uranio para a Turquia e com isso deverá passar ao mundo uma imagem de que esta aberto à negociações, adiando qualquer medida mais dura do Conselho de Seg. da ONU, ganhando com isso talvez até mais um ano sem retaliações, sem falar que irá barrar ainda mais a AIEA, alegando que não precisa ser investigado uma vez que esta contribuindo com o que a comunidade internacional lhe exigiu.
Este tempo dará ao Irã sem duvida condições de enriquecer o restante de seu estoque de uranio sem sofrer grandes retaliações.
No Xadrez normalmente se sacrifica os peões para que a rainha consiga por em cheque o rei adversario, neste caso os peões são o Lula e o Erdogan, a rainha é o Irã e o Rei adversario são os membros permanentes do Conselho de Seg da ONU.
JOGADA DE MESTRE
Marcio, voce esta’ se especializando em comentarios ridiculos. Israel nao tem tido opcao de escolher adversario, luta pela sobrevivencia, desde 1948 tem lutado contra ate’ 5 paises ao mesmo tempo. Em 1967 e 1973, o Egito e a Siria estavam fortemente armados pela URSS. No seu odio contra Israel, perde a razao.
responder este comentário denunciar abusoMarcio Reis Magos:
A coragem de Israel serviu para combater em 1948 TODOS PAISES ÁRABES,em 1967 a Jordania,o Egito e a Siria,e em 1973 o Egito,a Siria e tropas jordanianas e iraquianas que lutaram no golã ao lado dos sirios.
Portanto vai estudar história antes de abrir a boca para falar besteira,ou vai para um blog de futebol que talvez você entanda de forma menos sofrivel.
Marcio:
A Siria e o Irã que só sabem lutar contra Israel com sangue libanês e palestino.
Israel não põe ninguem para derramar sangue por ele.
Gustavo,
Mais um excelente artigo! Se bem entendi este tal “Acordo de Teera”: (a) o Ira se compromete a enviar 1200 kg de uranio para enriquecimento a 20% atraves da Turquia, sem nenhum compromisso em relacao a quantidade excedente de uranio que ficara no Ira; (b) imediatamente apos a assinatura do “acordo”, o Ira declarou que continuara a enriquecer uranio a 20% (ou mais?), presumivelmente com o uranio excedente que ficara no Ira, sabe-se la com quais intencoes, e que seu programa nuclear continuara “a todo vapor”. Ou seja, aparentemente tudo isto em Teera faz parte de uma grande e escandalosa maracutaia internacional para dar uma bela “maquiagem” no programa nuclear iraniano. Gostaria de saber se voce tem algum comentario ou informacao adicional a respeito, Gustavo. Muito obrigado.
É preciso ter a consciência de que Israel ou Iran reagirão por meios militares se forem encurralados em situações que lhes ameacem a sobrevivência. A menos de uma improvável crise desagregadora em suas respectivas instâncias de comando politico e militar, ambos os Estados são suficientemente capazes de adotar medidas com as quais procurem proteger sua integridade face a alguma ameaça de agressão belígera de parte de outrem. Em suma, nenhum está para brincadeiras. Se não for preservado um espaço para que se meçam entre si, mesmo que aos berros e lançando-se farpas por tabela, teremos com toda probabilidade uma escalada de tensões e finalmente uma guerra, que terá efeitos devastadores não somente para os que, naquela região, ficarão diretamente envolvidos, mesmo que por involuntária proximidade (entenda-se ai a maioria dos israelenses, palestinos, libaneses e iranianos), mas também para a cambaleante economia mundial. E aí está justamente o mérito da manobras diplomáticas articuladas pelo governo Lula e sua diplomacia, capitaneada pelo Chanceler Amorim, que soube atrair habilmente a Turquia para o jogo que culminou tão positivamente nesta semana. Por ora, é legítimo apostar que os negociadores de Amorim conseguiram convencer Ahmadinedjad e os ayatollahs de que o melhor é continuar a discutir uma saída negociada, mesmo que possivelmente haja no regime iraniano quem aposte no quanto pior melhor. Isso é melhor que nada.
Se a guerra do Ocidente contra o Iran for inevitável, ela vai acontecer, mas ao menos os diplomatas brasileiros tentaram evitar que as potencias hegemonicas precipitem tal catastrofe com a habitual truculencia irrefletida que foi mostrada no Vietnam, Afeganistao e Iraque. A intransigência fanática de setores mais duros do regime iraniano pode ter cedido o passo para uma apreciação mais racional e realista do cenário geopolítico atual.
Eu interpreto os recentes entendimentos entre brasileiros, turcos e iranianos como uma contribuição para a paz. E, apesar de ter criticado alguns aspectos, penso que foi marcado um gol para o Brasil e sua imagem. Se as boas intenções e expectativas vão surtir efeito é uma outra conversa. Segundo pressinto, vamos saber logo, logo, se o tento diplomático brasileiro vai impedir uma incursao de Israel contra os iranianos, seguida de um imediato ataque destes via Hezbolah e Hamas contra o território israelense e quiçá uma coalizao belica ocidental para se assenhorear de cabecas de ponte na terra dos persas com vistas a assegurar os suprimentos de petróleo ao Ocidente e eventualmente auxiliar movimentos de oposicao ‘a Revolução Islâmica.
Comentário lucido.
responder este comentário denunciar abusoO que me dá mais medo é que as grandes guerras vêm precedidas de grandes crises , estamos vendo a crise econômica afetar o planeta novamente, e infelizmente , para os países ricos uma guerrinha melhora suas finanças em
tempos difíceis !
Acordo foi desconsiderado…
Potências aprovam resolução preliminar contra Irã
(No O~GLOBO)
Por Arshad Mohammed e Phil Stewart
WASHINGTON (Reuters) – Grandes potências, incluindo China e Rússia, chegaram a um acordo sobre uma nova resolução para a Organização das Nações Unidas (ONU) impor sanções contra o Irã por causa do programa nuclear do país, anunciaram os Estados Unidos nesta terça-feira.
O anúncio foi uma recusa tácita ao acordo promovido pelo Brasil e pela Turquia e tornado público na segunda-feira, segundo o qual o Irã concordaria em enviar um pouco de urânio para o exterior. As autoridades norte-americanas consideraram esse acordo uma manobra do Irã para adiar novas sanções.
Vamos torcer para não azedar mais ainda…ou seja, para o Irã permita a inspeção de suas instalaçoes ou que pare de refinar o urânio…
Sr. Justo
Se esse acordo não serviu para avançar no caminho da paz, ao menos, está aparentemente servindo para evidenciar a verdadeira face da intolerância.
Os falcões vão procurar uma falácia atrás da outra, e no fim, atacarão como fizeram no Iraque, atacarão unicamente para satisfazer sua ganância e a sua hegemonia sobre a região. Vão novamente ceifar milhares de inocentes, contaminar o solo, a água, mutações e natimortos com suas armas “sujas” radioativas e tóxicas ..
Bom, como no momento é só um rascunho, e o mesmo ainda será discutido, neste contexto não tirarei conclusão, mas já podemos no mínimo vislumbrar um conflitozinho diplomático entre os todos poderosos e os emergentes. Ademais, acredito em cartas marcadas neste jogo. Mas minha dúvida fica somente em querer saber onde entra os Kazars no sistema administrativo do estado chinês, pois no sistema do regime sei como foi o processo de criação, implantação consolidação e como será a queda! Tenho que voltar aos livros!
responder este comentário denunciar abusoMarcos L. S.;
Se o irã tivesse mesmo (e tão somente) boas intenções com seu programa nuclear o que o impediria de permitir o acesso as suas instalações para inspeção???
Acho que toda a esquerda idiopata da américa do Sul tem uma visão distorcida da realidade. Para ela (a esquerda) todo inimigo de seus inimigos torna-se amigo.
O Sr. Marcos nunca veio até este blog para condenar a sistematica assassina do Irã para todas as minorias oprimidas naquela país. Nem tampouco veio questionar a eleição fraudolenta do Ahmadinejad.
Porém na primeira oportunidade de “defender” a cagada do Lula aparecem por aqui com ar professoral.
Bom…aqui não tem ração….
Adeus.
responder este comentário denunciar abusoSr. Justo
Não consigo condenar os crimes do Irã, pois estes são risíveis frente aos crimes do EUA mundo afora nas últimas 5 décadas, e são exatamente esses criminosos, que querem vistoriar a lisura de outra nação e a acusam de ser intolerante.
Pois parece que quem vai começar MAIS UMA guerra, não vão ser àqueles intolerantes, e sim, os assassinos de sempre ..
Ah, e’ mesmo? Entao por que o senhor condena tanto Israel se os crimes desse pais sao risiveis se comparados aos cometidos pela URSS ou pela China? Pelo jeito o senhor nao condenaria o Champinha, pois nao e’ nada perto do que fez o Fernandinho Beira-Mar, certo?
responder este comentário denunciar abusoExcelente comentário, parabens.
Essa briga nos bastidores vem sendo escrita a anos, O que todos concordam é com a não proliferação das armas nucleares. Todos nos concordamos com isso. Esse acaba de ser o verdadeiro impasse ainda sem uma solução, que verdadeiramente possa trazer uma tranquilidade a longo prazo. Para isso creio q a ONU, teria q criar uma zona das naçoes unidas tipo a Antartida, e ali ter cientistas, que possam enriquecer esse bendito uranio, e ser distribuido ou vendido para todos os países que desse tipo de energia necessitar. E afastariamos esse fantasma das ameaças, contra outros povos e naçoes.
A despeito de seu pluralismo de concepção e suas divergências ideológicas internas, o sionismo foi um movimento de massas extremamente bem sucedido, ao conseguir resgatar os remanescentes de um grupo humano disseminado por vários países e, apesar das respectivas diferenças étnicas, linguísticas e culturais, revivescer-lhes o sentimento de pertencerem a um mesmo povo ancestral. Nos cinquenta anos escoados desde o surgimento da Organização Sionista, esse povo ressurrecto construiu seu Estado, o qual, em seu curto período de existência, tem se distinguido como um ator internacional capaz de inflexível determinação para proteger seus interesses, agudo senso de oportunidade para explorar as fraquezas e inconsistências de seus adversários e corajosa audácia para levar a cabo as mais extraordinárias proezas militares. As elites dirigentes de Iran, Síria e Líbano, sem falar de suas homólogas nos países árabes vizinhos, certamente estarão levando em conta que ameaçar a existência de Israel é algo intolerável não somente para os judeus israelenses, mas também para maioria dos correligionários radicados em outros países. Os sionistas se consideram imbuídos da missão de jamais permitirem que se venham a repetir massacres e humilhações milenares que culminaram no Holocausto. Assim, sempre será interpretada como uma justificação antecipada para a guerra toda retórica que preconize a aniquilação da ”entidade sionista”, como os mais radicais adversários de Israel preferem designá-lo. E quem optar por linguagem bélica arcará com as consequências de sua escolha.
Gustavo,
sempre leio o seu blog e considero as suas análises bastante equilibradas. No caso do Irã, é notório (para mim, pelo menos) que eles querem ir além de simplesmente utilizar energia atômica para fins civis. Estão apenas ganhando tempo com o acordo arranjado por Brasil e Turquia. A minha duvida é: se eles realmente querem fabricar a bomba, por que simplesmente não denunciam o acordo de não-proliferação de armas nucleares, como fez a Coréia do Norte? Imagino que os outros países querem impor sanções ao Irã porque este, na qualidade de signatário do referido tratado, está descumprindo as suas obrigações (inspeção pela AIEA etc.). Não é o caso então de o Irã simplesmente deixar de ser signatário do tratado, para ficar na mesma situação, p.ex., da Índia e do Paquistão, que têm armas nucleares mas não sofrem sanções da comunidade internacional? Ou minha análise está equivocada?
Marcelo, de qualquer forma, o Irã estaria sujeito a sanções por desrespeitado termos do acordo durante o período em que era signatário. Mas esta sua pergunta é importante. Além disso, ao sair do TNP, o Irã se isolaria. O Paquistão tinha a Índia, e a Índia, o Paquistão. A comunidade internacional entendeu que deveria haver um equilíbrio. Mas discordam disso no Oriente Médio, onde apenas Israel tem a bomba atômica. O motivo é que, na avaliação das grandes potências, o equilíbrio existe por Israel ser um país pequeno em meio a nações hostis, apesar dos acordos de paz com o Egito e a Jordânia
responder este comentário denunciar abusoTenho notado aqui (e em outros locais também) um certo engano no que seja o enriquecimento do urânio no Irã.
Convém deixar claro o sequinte
O irão não que enriquecer MAIS o que ja consegue para alimentar reatores nucleares para energia termo-eletrica, pois com os 3,5% que faz já é suficiente para isto.
Deseja atingir os 20%, alegando para isto ter o uso medicinal.
Porém o tenta fazer de forma obscura, em instalações secretas e sem acesso para inspeção.
IMPORTANTE saber que quem atinge a tecnologia de 20% de refino esta muito proximo de continuar e chegar aos 90% ( bomba atômica).
Portanto, ao alegar que pretende continuar a fazer refino do urânio mesmo com o acordo o Irã mostra o total desprezo por qualquer resolução internacional.
Deve arcar com as consequências.
Gustavo, simplismo que me faz pensar se vale apena ter os neurônios ativos! Brother, não tem lógica você cantar essa pedra! Lembro-me um comercial antigo de televisão, em que dois garotinhos dividiam umas balinhas, que na minha época de moleque eram a sensação do momento. Tinha um moleque metido a esperto que na hora da divisão das balinhas, ele dizia: dois delicados para mim, um para você, três delicados para mim, dois para você e assim o moleque continuava passando a perna em todos os outros, com os valores de equidade e equilíbrio da nossa sociedade da época.
Imagine só: 5000 ogivas atômicas para mim, 0 para vc!! 293 ogivas atômicas para mim, 0 para vc!! E assim vai..
Precisamos de estímulos inteligentes, para nos fazer pensar, brother!
Assim neguinho para de pensar, se isto for possível, é claro.
responder este comentário denunciar abusoO Iran busca ser uma potência à altura de seu magnífico passado e do valor de seu povo, sua admirável cultura e seus enormes recursos naturais, inclusive e sobretudo os petrolíferos. Nada mais legítimo.
O protagonismo do atual regime iraniano, no entanto, incomoda grandes interesses ocidentais e, não fossem bastantes os riscos que isso envolve, a retórica incendiária de Ahmadinedjad preparou o terreno para que aventuras belicistas possam ser desencadeadas contra a Revolução Islâmica. Isso seria provavelmente uma catástrofe de inantecipáveis proporções.
Tudo o que se possa fazer para evitar que o Oriente Médio entre em uma espiral de tensões crescentes é válido e, nesse sentido, as iniciativas do governo Lula naquela região me parecem justificadas, mesmo que não surtam os efeitos pretendidos.
nao so interesses ocidentais mas principalmente de outros estados arabes importantes do om. e eles por serem vizinhos provavelmente sabem mlehor que nos o porque se preocupam com o regime iraniano.
responder este comentário denunciar abusojá esta desatualizada essa matéria !
Gustavo. Tomara que eu esteja errado, mas acho que os EUA já selaram o destino do Irã. Como uma invasão agora seria muito custosa, pois o Irã está muito bem armado e os EUA com uma dívida pública chegando aos 100% do seu PIB, eles pretendem implantar a estratégia usada para invadir o Iraque: dez anos de sanções que o debilitou economicamente e militarmente, seguida de invasão. O acordo que Brasil e Turquia fizeram com o Irã é fortemente contra os interesses americanos, pois atrapalha sua estratégia acima. Raramente um membro não permanente discorda das decisões dos cinco permanentes e Brasil pode estar fazendo escola. Será isso?
Ricardo, acho que os EUA não seriam loucos de invadir o Irã. Mas nunca se sabe, é a teoria do Cisne Negro, que escrevi aqui outro dia
responder este comentário denunciar abusoÓtimo comentário Ricardo, mas você notou que os únicos paises que são contra o projeto nuclear Iraniano é os Estados Unidos e Israel.
responder este comentário denunciar abusoCredo ! Este “trombeta” parece ser a do apocalipse da Lingua Portuguesa.Contra o programa nuclear iraniano estão, alem dos EUA e Israel, a Europa, Russia, China e etc. À favor estão Coréia do Norte, Cuba, Venezuela, Brasil, só gente boa…da melhor categoria !
responder este comentário denunciar abusotrombeta, pode tocar alto mas voce desafina. os vizinhos arabes do ira estao mais preocupados. muda o discurso.
responder este comentário denunciar abusoSim, so’ esses dois, a nao ser que voce considere as outras dezenas que tambem sao, nao e’ mesmo?!
responder este comentário denunciar abusoAos sabichões , o acordo não foi votado ainda , apesar de todos concordarem com as sanções, os outros países ( China e Rússia ) vetaram qualquer tipo de embargo ao petróleo e derivados do Irã , e as sanções mais graves são parecidas com as aplicadas a Coreia do Norte , que é inspeções forçadas aos transportes de cargas quando as cargas/transportes saírem, e antes de entrarem no Irã .
Agora me diz se o Irã vai ficar muito preocupado com isso, quem vai ser o besta a inspecionar com o armamento que eles dispõem.
Gustavo sugestão para o pessoal de IT que cuida da parte técnica do blog.
Porque não numerar artigo e comentários e colocar no arquivo de cookie de forma que permita identificar os comentários novos ?
Exemplo :
Blog do Gustavo Chacra, blog nro 10
O Artigo Teerã parte 3, artigo nro 555
O utimo comentário quando eu acessei hj a tarde era o de nro 103 ( Assume-se
que eu vou ler todos os comentátrios )
Então no meu arquivo de cookie ficaria
10;555;103
Acesso agora a noite e já existem 140 comentários para o post 555
Qualquer comentário maior cujo nro seja maior que 103 para mim aparece diferenciado. ( cor diferente ou Data/Hora em vermelho ou um NOVO em negrito )
Assim fica fácil saber os novos, sem ter q praticamente dar uma passada de olhos em todos os comentários novamente.
Para não ficar com um arquivo de cookie gigante, pode se manter esse controle apenas para os 5 ultimos artigos
Não parece ser dificil de implementar.
Ricardo, vou repassar para eles. Obrigado pela sugestão
responder este comentário denunciar abusoA moça que foi eleita miss US só por ser`de origem àrabe, esta sendo acusada de terrorista, de quem é o preconceito.
Tratando-se da possibilidade de ataque israelense ao território iraniano ou vice-versa, temos que levar em conta a grande diferença entre país limítrofe e país não limítrofe.
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Para que os EUA invadissem o território iraquiano, foram necessários primeiro aliados vizinhos, como a Arábia Saudita e Turquia, além da região do Golfo. Ou com o Paquistão na invasão do Afeganistão.
Não tivesse ele conseguido estes aliados, mesmo sendo quem é não teria possibilidade da invasão.
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Ataques contra Gaza e Líbano, dependem apenas de atravessar a fronteira.
Ataque contra o Irã depende de acordos e aliados com vizinhos deste.
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Israel teria que negociar muito, mas muito e em circunstâncias difíceis de conseguir estes aliados na atual situação política do Oriente Médio.
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Seria praticamente impossível através da Arábia Saudita, Jordânia, Turquia e Síria, a não ser através da invasão destes países, o que estaria atraindo a si muita confusão.
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Não existem áreas neutras nas fronteiras. Teria mesmo que invadir território de alguém.
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Ou seja, ataques Israel – Irã ou vice versa somente através de foguetes. Não há como executar ação militar com tropas terrestres ou aviação. Teriam que guerrear com foguetes, como foram os ataques de Sadan a Israel durante a guerra com os EUA no caso do Kuait.
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(Mas se acaso a possibilidade se tornar real, o Lula vai lá e consegue um acordo… rsrs).
Florentina, você está correta. Escrevi um post exatamente sobre estas dificuldades
responder este comentário denunciar abusoFlorentina, Chacra,
Em 76 Israel atacou Entebbe a 2600 Km de distância com sucesso, em 86 atacou Osirak no Iraque, que não é limítrofe, com sucesso e em 2007 destruiu o reator nuclear na Síria sobrevoando a rota mais longa, em parte sobre a Turquia (para pegar os sírios desprevinidos, falando de forma simplista). Se eles tiverem que fazer, farão.
Por sinal, os aviões robô Heron tem autonomia para chegar no Irã e voltar, a IAF fez alguns exercícios voando até Gibraltar, simulando combates aéreos e voltando para Israel, será que les estão treinando?
Ou por submarino nuclear.
Embora acho que a “Arabia Saudita” feicharia feliz os olhos para Israel.
Mais os Usa não deram luz verde e Israel não quer pagar este preço de atacar sem os USA.
MauroZ, Israel teria que sobrevoar a Turquia (não receberia autorização), a Arábia Saudita (também não) ou o Iraque (os EUA deixariam?). Logo, Israel seria obrigado a desrespeitar o espaço aéreo de alguém. Acredito que o saudita
responder este comentário denunciar abusoNão sei aonde está a dificuldade, pois décadas (eu disse décadas) atrás um ataque da aviação israelense já destruiu um reator nuclear não muito longe..Hoje em dia Israel dispõe dos mais modernos equipamentos de ataque e defesa, e tem mais não seria nada ilógico pensar em um bombardeiro B-2 com tecnologia anti-radar americano fazer o serviço e dar crédito aos israelenses…Essa não cola.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, sera’ mesmo que a Arabia Saudita nao daria autorizacao? Acho que voce esta’ enganado. Alias, a Al Qaeda surgiu exatamente com resultado das “autorizacoes” da Arabia Saudita em 1991.
responder este comentário denunciar abusoQuer dizer que aqueles que buscaram a paz e tentaram até o fim a diplomacia e o entendimento seriam os responsáveis pela sanha dos sanguinários?
Acho que o raciocínio foi um tanto quanto corrompido, não?
Se houver guerra será por pura imposição da arrogância ocidental, e não pela boa vontade de Brasil, sob Lula, e Turquia.
Querer responsabilizar os pacificadores é, no mínimo, desonestidade intelectual.
Não estou dizendo ! Mais um(a) iludido(a)…Êta país (com minusculas mesmo!)…Brasiiilll….il…il….il…
responder este comentário denunciar abusoArrogancia ocidental? Que generalizacao rasa! Os paises nordicos sao arrogantes? A Australia, com sua civilizacao ocidental, e’ arrogante? A Russia e a China nao sao arrogantes? E o Iran, que anos atras passou a ameacar Israel de uma hora para outra, sem que Israel nunca houvesse tido qualquer problema com o Iran, nao e’ arrogante? Alias, teocracias, regimes que tipicamente nao toleram oposicao de ideias, nao sao arrogantes?
responder este comentário denunciar abuso@RicardoT
Quando digo da arrogância ocidental não incluo os países ocidentais rasamente, até porque não elaborei nenhum rol taxativo. Digo do sentimento geral comumente associado ao pensamento ocidental de considerar tudo quanto vem dessa região mais racional, mais científico, mais moral, mais perfeito, enfim, e de desprezar o pensamento e o modo de vida dos povos orientais, de maneira geral, apelidando-os “exóticos”. É disso que falo. É dessa falta de respeito, desse enquadramento forçado.
E os EUA, nesse episódio, provam que o uso da força é parte de sua política de estado, independente de governo, de partido político governante.
Não querem diálogo, querem ameaça e enquadramento.
Como todos sabem, isso SEMPRE dá na pior resolução, em que há maiores perdas para ambos ou um dos lados.
Sou fã da diplomacia brasileira, humilde na melhor acepção do termo.
O CS da ONU ignorou o Lula.
A entrevista com o patetico e ridiculo Amorim ,quase chorando, “ninguem escutou o Lula”.
Esperava o que que alguem escutasse esse coitado?
qua qua..que fiasco!
Sofre Brasil, mais uma palhacada em praca publica!o
Gustavo:
Israel não vai atacar o Irã como já falei anteriormente,até porque não se vê israelenses saindo as pressas de Israel,preços pela metade de imóveis e construção de bunkers para a população e exercito{o que o Hezboolla tem feito perto da fronteira com a Siria}o que mostra que o governo de Israel e seus cidadôens não estão pensando em atacar o Irã.
Como falei,o Hezboolla esta se preparando muito mais para um confronto que Israel,embora acho que o Hezboolla não vai começar uma guerra,até porque Israel não vai atacar o Irã.
Atacar o Irã para ter sucesso real,só com mini bombas atômicas nos varios alvos separados.Não vejo armas convencionais que destruam de vez estas instalaçôens nucleares bem espalhadas.
E qual seria “o preço” disto:
Ataque do Hezboolla destruindo centenas ou milhares de edificios e centenas ou milhares de civis mortos mesmo que o Libano voltasse a idade da pedra.
Os judeus do mundo{nesta hora Israel e os judeus do mundo são tudo mesma coisa}serem responsaveis por uma crise financeira mundial que o antissemitismo seria algo tão forte que nem penso em imaginar suas consequencias.
Judeus que tem filhos em escolas judaicas em qualquer lugar do mundo teriam medo de retaliaçõens de antissemitas que se aproveitariam para por seu ódio para fora ou até de celulas “adormecidas” do Hezboolla.
Centenas ou milhares de Scuds do Irã lançados diretamente em Tel Aviv.
E Israel não teria autorização de Obama para este ataque.
E no mais um Irã nuclear não é só problema de Israel.
É problema para os americanos que tentam pacificar o Iraque com uma população 80% de xiitas e lutam no Afeganistão,é tambem para Arabia Saudita e o Egito que o Irã vai fazer de tudo de forma indireta para destabilizar estes regimes.
A Siria mesmo recebeu o “abraço de urso”do Irã,pois este quando tiver a bomba pode perfeitamente mudar de planos e querer minar a influencia siria no Libano para ela passar a ser exclusiva do Hezboolla xiita,seus maiores aliados.
Ai a Siria corre para onde???
Israel não vai atacar o Irã e este problema não é exclusivo de Israel
O Irã vai ter a bomba e Israel vai querer ver o Irã sangrar aos poucos com as sanÇõens que virão aos poucos mais virão.A bomba iraniana é fato consumado.
E se alguem tomar alguma atitude unilateral de penalidades será os USA e não Israel,seja elas com Obama ou num proximo governo republicano se Obama não for reeleito.
Se alguem se prepara para a guerra e o Hezboola e não Israel,embora acho que o Hezboolla não vai começar uma guerra se o Irã não for atacado:
Hizballah and Syria are building a massive fortified wall, running from Rashaya Al-Wadi on the western, Lebanese slopes of Mt. Hermon (85 kilometers southeast of Beirut) in the south, to the Lebanese Beqaa Valley town of Aita el-Foukhar, in the north, debkafile’s military sources reveal.
The structure, 22 kilometers long in parallel to the Lebanese-Syrian border promises to be one of the biggest fortified structures in the Middle East. It is designed as an obstacle against any Israeli tank forces heading through Lebanon toward the Syrian capital, Damascus. When it is finished, the barrier will isolate a key Lebanese border region – 14 kilometers wide and 22 kilometers long – from the rest of the country and place it under Hizballah-Syrian military control.
This region is inhabited most by Druzes and Christians.
The project became possible in the last year, after Lebanon’s Druze leader, Walid Jumblatt, turned away from his pro-Western allegiance and threw in his lot with the pro-Syrian camp, lining up with Syrian president Bashar Assad and Hizballah’s secretary Hassan Nasrallah and buying into the military alliance headed by Iran.
Behind the rising wall, Hizballah and Syria can freely smuggle weapons across concealed from outside surveillance, while deepening Syria’s footprint in Lebanon.
In any case, as debkafile has disclosed, they pulled off their subterfuge for getting the Scuds across by stationing two Hizballah brigades on the Syrian side of the border for training in the new missiles. When Israeli failed to make good on its threat to strike those missiles if they reached Hizballah hands, Damascus and Hizballah felt free to go forward with Part Two of their plan for Lebanon’s militarization – first the Hizballah militia’s transformation into a modern army with sophisticated weapons, and now the raising of a fortified wall and creating a Syrian-controlled buffer region inside Lebanon, 55 kilometers east of Beirut and 35 kilometers north of South Lebanon and the Israeli border.
According to our military sources, Syria intends to keep that region off-limits to Lebanese military access -except for Hizballah. Syrian troops, officers and arms stores are to be based there and maintained in a state of war readiness.
Syria stands to gain another prime strategic asset with its control of Rashaya Al-Wadi, at the southernmost point of the new wall: This scenic village commands the Taim valley, whence flow a number of water courses that feed the River Jordan and the Sea of Galilee; for the first time in many years, Damascus will be placing a hand on one of Israel’s primary water sources.
Satisfied that the Netanyahu government will continue to sit on its hands, Syria and Hizballah are not hiding the massive barrier project’s progress. Long convoys of trucks crossing in from Syria can be seen converging on the site, loaded with cement and other building materials.
Our Middle East sources report that the project is so immense and the work so intensive, that shops in Damascus have run out of cement, forcing many other construction works in Syria to a standstill.
Rosenvald, onde você pegou esta informação? Meus avós são de Rachaya. Já estive na vila deles várias vezes
responder este comentário denunciar abusohttp://www.debka.com/article/8788/
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
No jornal Debka file na internet.
Ohh!!! Que burrada os americanos e seus aliados europeus estão arrumando ! ! ! Primeiro ficam cozinhando durante meses resoluções contra o Irã supondo e declarando que o país persa está querendo fabricar armas atômicas pois está se empenhando muito em enriquecer urânio para tal. Por causa disso vinham propondo acordos que no final o Irã não acatou pois os considera invasivos à sua soberania e mal recebidos internamente. Depois, quando muitas propostas foram por água abaixo eles sinalizam que vão mesmo aprovar sanções junto ao Conselho de Segurança da ONU. Quando tudo caminha para uma possível catástrofe surge uma solução quando da entrada do Brasi no jogo alto das grandes potencias. Então, antes da aprovação das sanções o Brasil resolve intermediar uma solução e procura a Turquia para legitimar uma proposta viável para todas as partes. O Itamaraty resgata uma das propostas apresentadas pelas potencias e consegue consenso para aprová-la, algo inédito até então. Quando a paz e o bom senso parece ter triunfado, coisa rara nesse nosso mundão, um dia depois de anunciada essa possibilidade de paz, as grandes potências aparecem com propostas de sanções quentinhas, saídas diretamente do forno do ódio e da dúvida. Que estranho? Não ? Quem essas potências estão pensam que enganam? Pelo jeito das coisas agora dá para entender o pessimismo e a incredulidade da busca de paz. Na verdade, agora é evidente, elas sempre trabalharam mesmo era para a guerra. Não vai haver paz na terra santa pois a guerra ali é o negócio.
Mais um iludido pelo Brasil altaneiro e grandioso…É por isso que estamos na Idade Média da Diplomacia…
responder este comentário denunciar abusoLeio em O Globo de hoje, coluna de Ancelmo Gois, que o deputado Paulo Delgado (PT-MG) disse que acredita no Brasil mas não acredita no Irã.
por vezes, p(e)tistas também são acometidos de lampejos de lucidez.
ele sabe que Lula conseguiu apressar as sanções contra o Irã.
Cartão amarelo para jogador que quer enganar a arbitragem na hora do penalty.
Gol contra da “diplomacia” brasileira.
Tsairet, você leu mas não entendeu ! O deputado petista não foi lúcido, ele foi simplesmente mineiro !
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
sou leitor quase diario do Estadão, o melhor jornal no Brasil. E nele o seu é o melhor blog de todos.
Estou achando que a Hillary está querendo se fazer de mais importante que o Obama, que parece quieto no seu canto na Casa Branca. Acontece que essas sanções que ela está imaginando não vão sair do papel por uma única razão: a China.Como ela é membro permanente do CS seu veto significa esquecer tudo – alem disso a Hillary não deve esquecer que a China é a Bola da Vez – isso está escrito.Alem disso ela não deve esquecer que 2 vizinhos do Iran são a Turquia e a Russia. E a Turquia nesse esquema parece que se decidiu pelo Iran em vez de pela Europa. Assim como fez Portugal quando teve que decidir entre Brasil e UE.
Roland, obrigado pelo elogio ao blog. E parece que a China talvez aceite as sanções
responder este comentário denunciar abusoVamos mandar chumbo no Irã.
Israel pode ter armas nucleares e ninguém questiona… estranho, não?
tao estranho como voce nao se perguntar porque eh obrigada a ter as mesmas, nao?
responder este comentário denunciar abusomas ja que voce tentou ser sarcastico, dedicacao total a voce:
http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/identificador-de-sarcasmo/
responder este comentário denunciar abusoQuando o maluco do Hitler tentou exterminar o povo judeu, foi um disfarçado meio de tentar tomar a força os detentores do cash mundial.A Alemanha estava deteriorada como nação após a primeira grande guerra. Então, usando como pretexto que os grandes males da humanidade se devia ao povo judeu, desencadeou o mais sangrento de todos os conflitos, e nós sabemos bem o elevado preço pago por tamanha tirania.
Não é de se iludir que os verdadeiros interesses que movem a disputa entre EUA-ISRAEL x IRÃ, chama-se petróleo. O xis da questão é que o país persa além de ser o quarto produtor mundial, ameaça a existência do país judeu. Então, primeiro o interesse no petróleo alheio e de quebra elimina-se o perigo para os judeos. É a história se repetindo, lembram da tamanha tirania?
como as nossas antas tem tempo para atravesar meio mundo mas o dever de casa fica para outro dia:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u737100.shtml
to falando absurdo?
Tudo é profundamente lamentável. Nós seres humanos agimos em função de pulsões interiores e o mais das vezes não atentamos devidamente para a transitoriedade da vida e para as circunstâncias em que nos é dado desempenhar nosso papel na História. Acabamos por nos tornar vítimas de um destino coletivo cujo curso eventualmente poderíamos mudar, se nos preocupássemos em ampliar nossa consciência e atuarmos em consonância com o objetivo de ao menos tentarmos corrigir os erros do passado e construirmos um mundo menos desequilibrado e mais agradável para todos. Trata-se de uma loucura global e fancamente não sei quem é mais irracional…quem se aferra ao Cristianismo em franca decadência moral e ou se presta aos joguinhos das potências ocidentais que estão enterrando o futuro do planeta, ao Judaismo talmúdico sepultado em fórmulas vazias de sentido e a Israel que perdeu muito da inspiração ética original do sionismo, ao Islam fundamentalista alucinado e insurgente dos palestinos do Hamas e do Hezbollah libanês apadrinhado pelo Iran, o Estado dos xiítas, os dissidentes da fé maometana, proscritos e considerados como heréticos pela maioria dos muçulmanos… E tudo indica que vai prosseguir celeremente a marcha da insânia, como diria Barbara Tuchman, sem que ninguem a faça parar para que possamos sequer tentar discutir alguma solução negociada ou uma acomodação pro-tempore até que o Messias chegue (ou retorne, se for essa a preferência) ou Ali reapareça e quiçá traga junto os doze Imans para ajudá-lo a pôr um pouco de ordem no barraco que está sob a guarda dos Ahmadinedjads e Khameneis da vida…
Bueno, lúcidas palavras…
Aparentemente fugindo do tema, mas extremamente dentro dele percebo que carecemos de um novo Renascimento, já que o Homem se afastou de sua evolução, de sua consciência. A cultura que está aí baseada em grande parte na tradição religiosa dos livros ditos sagrados, como vc bem relata, não resolveu e nem resolverá os graves problemas humanos. A corrupção, o desamor, o ódio, o exarcebamento das paixões, a violência contra a vida e contra o planeta só tem aumentado. A tão ansiada paz não virá simplesmente por que o homem não aprendeu a ter paz nem dentro dele mesmo. (se alguem aprendeu está escondendo o segredo). Uma guerra de pensamentos o invade e domina seu tempo. Parece que estamos em meio a um torvelinho, onde um conjunto decadente de conceitos criados por seres que viveram em outros tempos, ha séculos, como é o caso das religioes que vc menciona, e totalmente desvirtuados da realidade, ainda querem se impor, querm ditar as regras de convivência. Enquanto preconceitos milenares forem mais fortes que a ansia por algo novo, condizente com o espírito humano, só mudarão as armas, a tecnologia, mas o homem continuará escravo desses preconceitos e dessas idéias extremistas e viveremos mais miséria e sofrimento. Como não aprendemos com o passado, virá a guerra, já soam os tambores inclusive por aqui, ecoando o grito dq quem vive da guerra… e assim os poderosos entendendem que não perdem o poder, mas esquecem que todos morrem e morrendo perdemos todos nós e as ideologias triunfam.
Já passa da hora essa atual civilização.
Tenho confiança nos seres de todos os lugares que pensam por sí sós, que buscam soluções novas para os velhos problemas. São os que não repetem fórmulas. Os que não mudam o disco, por mais intelectuais que sejam, não sentem a existencia, estao a serviço dessa velharia, não evoluem. Mas vamos lá, quem sabe no próximo encontro dos leitores do Chacra, resolve-se os problemas da humanidade?
responder este comentário denunciar abusoO Celso Amorim disse que quem não cumprir o acordo terá que arcar com as consequencias. Como assim, cara pálida? O acordo foi assinado entre o Brasil, o Irã e a Turquia, de modo que somente um desses 3 poderiam descumpri-lo. Para a comunidade internacional e para a ONU, o acordo que vale já foi assinado pelo Irã em outubro-09 e ja está sendo descumprido.
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A ONU está prestes a aprovar as sansões contra o Irã, colocando os “esforços do Brasil para a paz com o Irã” no seu devido lugar: no LIXO.
Não foi assinado acordo entre a ONU e o Irã em outubro de 2009.
responder este comentário denunciar abusoAlceste,
Quando você se referiu ao MarioS, um dos mais atuantes comentaristas do blog, de MarioSS, foi um erro de digitação, não foi?!
Se não foi, a sua ironia não tem a menor graça. Eu aguardo um pedido de desculpas. Alguém discorda?!
Youssef S,
Você disse tudo. A alienação é tanta que, de todos os lados, a letra morta é tomada como a realidade concreta, mesmo que todas as evidências e os registros históricos demonstrem que escolher certo tipo de comportamento é a receita certa para o desastre.
A crise global e a alteração da importância dos atores na economia e geopolítica atual pode levar o mundo capitalista a uma terceira guerra mundial com intuito de remapear os mercados, suas áreas de domínio e influênca, a exemplo do que aconteceu nas duas anteriores.
A China pode espertamente fazer o mesmo papel que os USA na Segunda: financia, espera o circo pegar fogo, entra numa etapa posterior e depois manda o boleto, o que pode elevá-la a principal potência mundial. Isso que chamam de ‘caminho do meio’ da diplomacia chinesa, deve ser exatamente porque eles não precisam se expor agora, e esperam colher melhores frutos depois.
A pressão sobre o Irã pode ser um indício de que os USA talvez se arrisquem e tentem uma última cartada no OM, o que vai arrastar Israel junto. Na verdade já estão se antecipando e movendo suas peças para lá, e deve ter muita gente incomodada com isso além do Irã. Mas se o plano fizer água, terá que voltar toda sua atenção para a AL para ver se fica com alguma coisa, e aí teremos problemas.
Israel teria que arranjar uma maneira de se tornar menos dependente dos USA, e não falo isso do ponto de vista financeiro. Até hoje sempre foi cômodo para Israel ter os USA como principal aliado, mas isso pode ser seu grande problema no futuro.
Quanto ao Brasil, faz bem em peitar os USA desde já e tentar se tornar referência na AL, ou vai passar o resto da vida na sombra.
Fico contente por você ter retirado o comentário em nome de Okoy. Foi de um nível baixíssimo
boa tarde, em réplica ao Sr. Carlos 3m que fez um comentario ridiculo no que eu disse acima gostaria de dizer apenas que o caso das papeleras envolvendo ArGentina e Uruguai é um assunto exclusivo de soberabia entre os dois países. Brasil não tem jurisdição legal de se envolver neste assunto assim como ARG e URU, não se envolveram e não Impediram a construção da USINA de ITAIPU.Mais uma vez sugiro aos comentaristas internacionais de plantão que evitem dizer bobagens e assim como o mediador já alertou evitem baixar o nível da discussão.Ofensas pessoais são aceitas talvez em uma partida de futebol, mas ao se discutir assuntos relevantes como a crise no oriente médio que afeta sim o mundo todo pelo grau de importacia da região, seria de bom tom usar uma linguagem polida e escorreita. OBRIGADO e boa tarde a todos.
Bom dia, Gustavo. Ainda não li seu artigo, mas a 1ª palavra diz tudo – assassinato – pois foi isso que Israel fez. Parabens. Leio seus artigos e muito me alegra seu raciocínio. Continue falando aquilo que muitas pessoas gostariam de dizer mas, por escrupulo, não dizem. Valeu.
Inevitável o Ressurgimento da nação Israel conforme profecias bíblicas, tal fato de fato aconteceria e estava previsto. Os demais acontecimentos que surgirão decorrentes desse novo surgimento, também estão previstos nas professias, incluindo as previsões conforme aludidas no apocalipse de João. Mudando de assunto. O governo do Irã e seus generais observaram durante as guerras contra Sadam Husseisn, que a capacitação tecnologica e poderio bélico da OTAN e seus aliados estão na sopremacia aerea. Não dá para competir com jatos de 5ª geração F 22 raptor. Então, mister desenvolver sistemas de defesa alternativos. O raciocínio iraniano é investir nas baterias anti aereas do sistema S-400 russo. E de fato já fizeram isso. Israel não possui jatos F-22 Raptor, bem como não possui bombardeiros B2 Spirit, talves estejam aguardando a chegada e desenvolvimento dos novos F-35 Lightning II, para só depois ousar avançar sobre o territorio Iraniano e enfrentar as famosas baterias russas SAM S-300. Sem muitas perdas
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