ir para o conteúdo
 • 

Gustavo Chacra

no twitter @gugachacra

Veja como funciona o novo sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br

Israel deve tomar cuidado com políticos que querem apenas falar dos problemas domésticos do dia a dia, como Yair Lapid, o candidato “cool”. O ideal é votar em quem se preocupa também com assuntos de segurança e de política internacional. Afinal, os israelenses vivem um país pequeno na vizinhança mais complicada do mundo.

Querer fingir que não existe um conflito com os palestinos, ignorar a questão iraniana, não tocar no distanciamento egípcio, evitar abordar a guerra civil na Síria, as ameaças do Hezbollah no Líbano e a derrocada do rei Abdullah na Jordânia demonstra ignorância ou despreparo.

Os israelenses deveriam optar por figuras sérias. Goste deles ou não, premiês de Israel tiveram nomes como Ben Gurion, Golda Meir, Yitzhac Rabin, Menachem Begin, Ariel Sharon, Ehud Barak e Benjamin Netanyahu. Se Lapid quiser ser um deles, trate de encarar os problemas fora (e dentro) das fronteiras com seriedade.

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

no twitter @gugachacra

Veja como funciona o novo sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br

Faz dois anos que aguardamos o ataque de Israel ao Irã, o fim do euro, a desaceleração da China e uma segunda recessão (ou uma retomada do crescimento) nos Estados Unidos. Estes quatro eventos, por enquanto, não aconteceram.

A ação israelense contra as instalações nucleares iranianas ficarão congeladas até a realização das eleições americanas e em Israel. Depois disso, tenham certeza, voltarão a falar sem parar no assunto.

A Grécia pode até pular fora do euro. Os dois partidos tradicionais de Atenas e defensores da moeda comum estão mal das pernas. Mas falavam exatamente a mesma coisa em 2010 e falarão de forma idêntica nos próximos meses.

A economia chinesa também perderia o fôlego, com países como o Brasil sendo afetados. Mas faz tempo que escutamos isso. Será que acontecerá mesmo? Não sou especialista em China e fica difícil avaliar.

Nos Estados Unidos, todos sabem que a economia cresce, mas aquém do que esperava Obama e acima do que desejavam seus adversários republicanos. Tem cara de jogo zero a zero.

Gostem ou não, vamos ver se até o fim do ano teremos novidades nestes quatro assuntos. No meio tempo, pode ser que um Ben Ali seja deposto, um Sarkozy perca a eleição e o Assad se mantenha no poder.

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

no twitter @gugachacra

Veja como funciona o novo sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br

Desde o início dos levantes na Síria eu insisto que o regime de Bashar al Assad se enfraqueceria caso os protestos chegassem aos centros de Aleppo e de Damasco. Afinal, uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, ou na Avenida Atlântica, no Rio, chama mais a atenção do que em cidades menores. O mesmo se aplica neste país árabe.

Até agora, Assad vinha controlando estas duas metrópoles. Em parte porque desfruta de apoio de considerável parcela da população. Ao mesmo tempo, há um Estado policial capaz de qualquer ação para impedir uma manifestação. E foi exatamente isso o que aconteceu ontem na Universidade de Aleppo.

Depois de um raro protesto dos estudantes, membros de milícias pró-Assad e alunos simpatizantes do regime mataram quatro de seus colegas que pedem mudanças na Síria. Além disso, fecharam os dormitórios.

Como sabemos, estudantes sempre estiveram na vanguarda de revoluções. Neste sentido, esta ação na universidade em Aleppo pode provocar uma onda de protestos ao redor da Síria, em um novo momentum para a oposição.

Por outro lado, os estudantes envolvidos nos protestos, segundo alguns relatos, incluindo do New York Times, seriam de áreas como Idlib, na fronteira com a Turquia, onde sentimento entre Assad é maior. Os alunos naturais de Aleppo ainda estariam a favor do regime. De longe, fica complicado fazer uma avaliação.

Independentemente disso, a Síria está em guerra civil e prosseguirá por meses ou anos com ou sem Assad no poder. Todas as iniciativas de paz, como o plano Annan, fracassarão no curto prazo e os dois lados tendem a se radicalizar ainda mais.

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

Eleições nos EUA 2012

no twitter @gugachacra

Veja como funciona o novo sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br

Matar Osama bin Laden não é política externa. Trata-se de uma ação de inteligência isolada com forças especiais. Política externa é defender os interesses do país no exterior, especialmente por meio da diplomacia e, quando necessário, através de armas para enfrentar Exércitos ou milícias, não uma pessoa. O ideal para um Estado seria alcançar suas metas sem bater de frente com ninguém.

No caso da China,  claramente houve um fracasso da administração de Barack Obama. O ativista chinês Chen Guongcheng buscou abrigo na embaixada dos Estados Unidos. Neste momento, a Casa Branca teve de tomar uma série de decisões.

1 – Permitir a entrada ou não do ativista

2 – Se permitiu a entrada, deveria entregá-lo ou não para as autoridades chinesas

3 – Caso exija condições, quais seriam

4 – Além da China, o que negociar com Chen

Inicialmente, havia um sinal de vitória. O ativista deixou a embaixada, sem se transformar em um Zelaya. Ao mesmo tempo, diziam os americanos, a China não o prenderia. Sucesso total e nota A+ para Obama. Mas, horas depois deste suposto acordo, um novo cenário emergiu.

Chen afirma que diplomatas americanos teriam passado recado de ameaças dos chineses caso ele não saísse. Agora, o ativista quer ir para o exílio nos EUA “no avião de Hillary Clinton”. Para completar, a China demanda desculpas do Departamento de Estado por ter dado abrigo a ele.

Basicamente, o governo Obama bateu de frente com a segunda potência mundial para defender os seus interesses de defesa dos direitos humanos, ainda que em detrimento de ideais geopolíticos. Nada contra. O problema é que, no fim, apenas o choque com Pequim prevaleceu, com o presidente sendo questionado em relação a Chen e os direitos humanos.

A morte de Bin Laden, conforme escrevi aqui, seria deixada de lado em alguns dias. Ninguém mais fala do assunto 48 horas após a celebração do aniversário da ação militar. Os eleitores americanos se importam com economia nesta eleição, a não ser que aconteça algum atentado. Afeganistão e Iraque não interessam mais. Se quiser falar de política externa, Obama precisará mostrar avanços em relação ao Irã, Síria e China.

Os republicanos, por sua vez, certamente insistirão que Obama “é o presidente que pede desculpas pelo mundo”.

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

Apesar de estar longe de ser a prioridade dos americanos neste ano eleitoral, no qual a economia é o tema mais importante, poucas pessoas nos Estados Unidos apóiam o prosseguimento do conflito no Afeganistão, uma guerra mais longa do que a do Vietnã e a Segunda Guerra.

Desta forma, a decisão de Obama, em visita surpresa ao Afeganistão, de delinear um plano para encerrar a guerra afegã até o fim de 2014 deve sofrer pouca oposição de seus adversários no Partido Republicano, apesar do claro tom de campanha em seu discurso. Daqui alguns dias, praticamente não falarão mais deste conflito, que deve deixar, como o do Iraque, de aparecer nos jornais e nas TVs.

Em política externa, até a eleição, o Irã, a Síria e a China serão temas mais presentes nos debates entre Obama e seu adversário Mitt Romney. Mas, no fim, os americanos devem votar com o bolso. E a sensação econômica nos swing states, onde não há predomínio democrata ou republicano, determinará o resultado da corrida para a Casa Branca, independentemente de Bin Laden.

Isso, claro, se não ocorrer um atentado no meio tempo.

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

Eleições nos EUA 2012

no twitter @gugachacra

Veja como funciona o novo sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br

Segue texto do Marcos Guterman em resposta ao meu post. Vale a pena ler. É um ponto de vista diferente do meu em relação ao Obama

01.maio.2012 16:37:50

Como é malvado, esse Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, está sendo criticado por usar a morte de Osama Bin Laden como trunfo eleitoral. Meu colega de Estadão, Gustavo Chacra, foi duro em seu julgamento, ao lembrar que Obama é Nobel da Paz e, no entanto, usa um “assassinato” como “principal bandeira” para tentar se reeleger. Chacra é muito mais informado do que eu, tanto em termos de eleição americana (afinal, é correspondente nos EUA) quanto em relação ao Oriente Médio e à Al Qaeda, já que esteve presente na maior parte dos países da região fazendo excelentes reportagens. No entanto, permito-me a ousadia de contestá-lo.

Em primeiro lugar, não é possível concluir que a morte de Bin Laden tenha sido um assassinato. Se estamos preocupados com as minúcias da lei, é preciso conhecer igualmente todas as minúcias do episódio, e não conhecemos. A versão oficial diz que houve confronto. Manda o bom jornalismo e o bom senso desconfiar de versões oficiais, mas, por outro lado, é equivocado tirar toda uma série de juízos de valor a partir da mera sugestão de que o governo americano está mentindo.

Em segundo lugar, a questão do “assassinato” de Bin Laden é controversa mesmo entre especialistas em direito internacional. Não há consenso sobre a legalidade da ação, sobretudo porque, para os EUA (inclusive a Suprema Corte), Bin Laden era um “alvo militar legítimo”.

Em terceiro lugar, parece-me um pouco exagerado dizer que o “assassinato” de Bin Laden é a “principal bandeira” eleitoral de Obama. Do material de campanha que pude ver, o presidente está apostando na recuperação da economia, ainda que tímida e inconclusa, porque ele sabe que isso é o que dá ou tira votos. Bin Laden é, digamos, uma cereja no bolo.

E que cereja. Achar que Obama não deveria explorar eleitoralmente a morte de Bin Laden é o mesmo que esperar que o Santos não escale Neymar. É um trunfo vistoso demais para qualquer político, e não vejo razão para que Obama, mesmo sendo “Nobel da Paz”, tenha pruridos em usá-lo. Ademais, Obama não tem culpa se os velhinhos em Oslo resolveram lhe dar um Nobel da Paz antes mesmo que ele fizesse realmente jus – foi uma aposta, que ainda pode ser ganha, porque Obama deve se reeleger, e sua marca pode ser a de ter acabado com as duas guerras que seu desvairado antecessor começou.

Por fim, é hilário ver o Partido Republicano questionando Obama por associar sua imagem ao triunfo sobre Bin Laden. Eram os mesmos republicanos que desde 2001 diziam que, se um democrata assumisse a Presidência, os monstros da Al Qaeda comeriam todas as pobres criancinhas americanas. Eram os mesmos republicanos que declararam “cumprida” a missão no Iraque no distante Primeiro de Maio de 2003 – e a guerra provocada pelas mentiras republicanas, como se sabe, ainda duraria quase dez anos mais.

Obama, por sua vez, cumpriu o cronograma de retirada das tropas do Iraque e, de lambujem, Bin Laden, o inimigo público número 1 dos EUA, está mortinho da silva. Não surpreende que os republicanos estejam tão mordidos.

Minha resposta

O Guterman, junto com o Sergio Malbergier, foi o meu editor de Inter na Folha no início da minha carreira e, se estou onde estou, é porque eles me ensinaram muito, inclusive a discordar de quem admiramos

 

Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comente!

Arquivo

Blogs do Estadão