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Guga Chacra

04.outubro.2009 10:06:20

Israel x Irã – como seria o ataque

Uma ação israelenses contra o Irã não seria tão simples quanto a realizada contra o reator de Osirak, em 1982, no Iraque, ou contra uma misteriosa instalação na Síria, há dois anos.

Primeiro, nos casos anteriores, havia apenas um alvo em cada país. Agora, no Irã, os objetivos estão espalhados por vários pontos. Em análise no Wall Street Journal, Anthony Cordesman, do Centro para Estudos Estratégicos Internacionais, afirma que Israel teria como foco a usina nuclear de Natanz, onde há milhares de centrífugas para enriquecimento de urânio, e os reatores de Arak e Bushehr. Essas instalações estão a 2 mil quilômetros dos outros alvos de Israel e a logística não seria simples, com necessidade de reabastecimento.

Os aviões israelenses também teriam obstáculos nas três vias aéreas para chegar ao Irã. Poderiam cruzar pela Síria e, posteriormente, optar por sobrevoar a Turquia ou o Iraque. Os turcos provavelmente diriam não. No caso iraquiano, poderia haver o veto americano. Outra opção seria descer pelo sul, via mar Vermelho, atravessar pela Arábia Saudita e o Golfo Pérsico. Os sauditas não têm interesse em um Irã nuclear. Mas dificilmente, por serem a terra sagrada do islã, poderiam tolerar a violação de seu espaço aéreo por Israel, com quem não mantêm relações.

A Stratfor cita outras consequências na resposta iraniana. Além de poder usar o Hezbollah, no sul do Líbano, para alvejar Israel, o Irã poderia envolver os EUA indiretamente por meio do fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 40% da produção mundial de petróleo. Com os preços do barril disparando, os americanos teriam de agir contra a Marinha iraniana para conseguir liberar o fluxo de cargueiros.

Imagem israelense seria afetada

Por último, autoridades de Israel temem o reflexo dessa ação na sua imagem no exterior. No conflito em Gaza, em janeiro, e no Líbano, em 2006, o país teve inicialmente suporte internacional, mas com o início da ofensiva, na avaliação de Israel, eles foram vistos como o lado responsável pela eclosão do conflito, e não como uma reação a provocações dos grupos libanês Hezbollah e do palestino Hamas.

* Parte de reportagem minha escrita na edição impressa do Estadão

Comentários (46)| Comente!

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  • 04/10/2009 - 11:43
    Enviado por: ROSENVALD

    Gustavo:
    Israel não vai atacar o Irã.
    O ataque a Gaza já explodiu o antisemitismo pela Europa,imagina um ataque ao Irã que envolve a economia mundial que consequencias não teriam para Israel e os judeus ao redor do mundo.
    Todos que já estão sofrendo a crise mundial ainda iam odiar mais ainda os judeus.
    E Israel seria novamente o agressor,já que se Israel pode ter a bomba,porque o Irã não pode???
    {pensamento de milhares de pessoas que não tão nem ai para o risco que Israel sofre}.
    E são varios alvos espalhados,apezar de não ser impossivel.{ser mais dificil}Mais quem garante que o Irã não retomaria este projeto depois??
    E o custo de um contraataque de misseis por parte de Teerã e talvez do Hezboolla?????
    Sou leigo,acho que é melhor ir pelo caminho das sansõens e enfraquecer o Irã,já que acho que eles não estão unidos,basta ver os protestos abafados.As sansõens enfraqueceriam este regime.
    Já um ataque uniria o pais.
    E no mais a pressão não é só de Israel,é da poderoza Arabia Saudita,que artigos de jornal dizem que “feichariam os olhos” para a pasagem de aviôens de Israel fazer o ataque.
    Depois assistem de camarote os dois se matarem….
    Mais sou leigo,não estou dentro de Israel,não sei se de fato eles acreditam que podem ser atacados.Portanto se eles atacarem um dia,será pela certeza que este será o “mal menor” com todas suas consequencias,pois terão a certeza dentro da lógica deles que o Irã atacaria primeiro tendo a bomba.

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    • 16/07/2010 - 12:26
      Enviado por: otavio

      Se você se diz leigo, baseado em que estudos fizestes este comentário? Foi “achologia’?

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    • 24/11/2011 - 11:43
      Enviado por: daniel

      Não é preciso se aprofundar muito em um estudo para saber o que é certo e o que é errado. Onde está a coerência em um mundo onde certos países podem obter ogivas nuc. e outros não (Lembrando de que o Iran sempre negou as acusações de que utilizaria para fins militares). Quer dizer, na base da desconfiança vamos fazer guerra! Isso é inaceitável!!! Devemos respeitar a soberania de cada país. A meu ver, essas atitudes não só sujam, como destroem a reputação de Israel, que históricamente deveria ser uma nação pacífica. Eles “Israel” deveriam ter vergonha na cara, e dar o que é de dieito a Palestina, se não, em pouco tempo vou achar que Israel em todo o seu território deva se tornar PALESTINA. Da mesma forma que eles generalizam os palestinos como terroristas e os iranianos como torturadores e mal intensionados, vamos generalizar Israel como ameaça a paz mundial. Viu como é fácil se queimar no cenário mundial moderno, ninguém tolera mais esse tipo de intervenção sem sentido, ninguém mais é enganado com tanta facilidade. Se subestimarem a inteligência comum do globo, certamente irão se surpreender.

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  • 04/10/2009 - 12:20
    Enviado por: Fabio Nog

    Eu destaco dois elementos importantíssimos no texto do Gustavo:

    1. O conhecimento sobre a construção de uma bomba atômica não se perde com o eventual bombardeio das instalações físicas por Israel. Centrífugas podem ser obtidas por ai. Como se sabe, existe mercado negro para tudo, de pendrive até motores para foguetes. Por que não haveria para centrífugas?

    2. O fechamento do estreito de Ormuz. Não precisa fechar o estreito para que um bombardeio sobre o Irã fizesse o preço do petróleo disparar. A produção dos 5 maiores países exportadores de petróleo estabelece o preço mundial do produto. O Irã é um destes produtores. Qualquer que possa ser vista como prenúncio de guerra conduziria o mundo a constituir reservas estratégias de óleo. Em outras palavras, sairia todo mundo comprando petróleo por aí, a qualquer preço. E o preço estouraria. Para um mundo que ainda se encontra em recessão, seria um desastre total.

    Sabe quando Obama permitiria que todos os seus esforços de recuperação da economia americana fossem jogados no lixo por causa de um ataque preventivo de Israel? Em minha opiniõa, nunca. Daí o endurecimento da retórica com o Irã

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  • 04/10/2009 - 12:34
    Enviado por: Marcos L. S.

    “Haverá guerras e rumores de guerras” já diziam os profetas antigos e livros sagrados.

    O mais interessante, é que apesar de todas as frases que atribuem ao Sr. Ahmadinejad, a mim ao menos parece, que é Israel e o ocidente, quem tem a visão mais estreita e preconceituosa, chamam aos iranianos de tudo (fundamentalistas, radicais terroristas e por aí vai) mas é o ocidente e Israel que vociferam com ameaças e imposições a um país que apenas se desenvolve em paz, e isso a muitos anos.
    É o ocidente e Israel, que dizem que não vão TOLERAR, e assim se afirmam explicitamente como RADICAIS e INTOLERANTES.
    Quem ameaça e fala em guerra todo o tempo, são as avançadas e “livres” democracias que se crêem senhoras da razão e se arrogam defensoras da liberdade e da justiça, pregam um “ataque preventivo” tentando disfarçar um gesto grotesco de agressão deliberada, contra uma nação que quer apenas se desenvolver livremente.
    Não sei como vai terminar a história do Irã, sei apenas que isso não vai impedir a proliferação de armas nucleares por países do terceiro mundo, isso apenas vai ensiná-los a fazer tudo sempre completamente oculto, e só exibir seus músculos ao mundo no futuro, quando já possuírem o suficiente para não serem incomodadas por mais ninguém, aliás como fez Israel por exemplo, que até hoje esconde suas quase 200 ogivas a sete chaves, como podemos ver, um exemplo de transparência e civilidade democrática.
    Mas tenham certeza, cedo ou tarde, os demais vão aprender essas “técnicas de lisura” e também vão desenvolver seus “brinquedinhos” na surdina.
    Aparentemente, o ocidente e Israel, ensinam ao mundo que a honestidade, é só uma tolice inconveniente ..

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  • 04/10/2009 - 13:45
    Enviado por: gustavochacra

    Rosenvald, foi mais menos isso que eu disse na última parte, com outras palavras. Mas realmente a imagem de Israel ficará extremamente arranhada

    Fabio Nog, perfeita a análise

    Marcos, você acerta na crítica ao Ocidente. Existe, sim, muita hipocrisia. Afinal, os EUA possuem a bomba e já a usaram. Ao mesmo tempo, você ignora as ameaças iranianas, como se eles fossem os corretos. Na minha avaliação, Israel tem a bomba para ser mais seguro, diante de ameaças vindas de todas as partes. E o Irã pretende ter pelo mesmo motivo. Cada país agirá de acordo com seus interesses. Para os americanos, não será bomba um Irã nuclear. Logo, farão de tudo para impedir. Israel, idem. Defenderão apenas seus interesses

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  • 04/10/2009 - 14:44
    Enviado por: José

    Em relação aos Estados Unidos terem sido o primeiros pais a usar a bomba,é bom sómente explicar que não foi do “nada”,embora faço questão de dizer que não estou apoiando os USA terem lançado a bomba.
    Os americanos já tinham perdido milhares de soldados nas diversas batalhas no pacifico com os Japoneses,e estes jamais desistiriam numa guerra convencional.
    Antes de jogar a bomba,os USA fizeram uma extimativa de perder milhares de homens ou até um milhâo numa tomada ao Japão por meios convencionais,alem de extender a guerra por anos.
    Seria totalmente diferente dos USA que dominaram o Iraque,pois na época a tecnologia das armas se equivalia e o exercito japones era bem treinado e disposto a lutar se sacrificando como foi com os kamikazes.
    E para aproveitar,gostaria de saber com você Gustavo,porque Israel não se incomoda com o Paquistão ter a bomba,já que é um paiz muçulmano,e se incomoda com os Persas????
    Agradeço seu ponto de vista.
    E tenho certeza que a Arabia Saudita,o Egito e a Jordania se incomodam muito menos com Israel ter a bomba do que o Irã.
    Porque será????

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  • 04/10/2009 - 15:03
    Enviado por: gustavochacra

    José, Israel não se incomoda porque o Paquistão não é visto como um inimigo. E, realmente, a Arábia Saudita, o Egito (a Jordânia não interessa tanto) se incomodam mais com os iranianos porque disputam uma mesma zona influência. Haveria um desequilíbrio

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  • 04/10/2009 - 15:35
    Enviado por: José

    Você pode ver Gustavo,o Paquistão e o Irã estão longe de Israel,e apezar do Paquistão ser um pais mulçumano,nunca ameaçou Israel,seu problema é com a vizinha India.E mesmo assim não a ameaça varrer do mapa.
    O Irã já participou indiretamente de guerra contra Israel armando o Hezboolla e treinando suas milicias no Irã,portanto se alguem é uma ameaça a alguem,quem se mostrou ser é o Irã a Israel e não o contrario.Fora contrabando de armas para Gaza e treinamento de combatentes do Hamas no Irã.
    E o Irã que diz que o regime sionista é moribundo,que Israel vai sumir do mapa etc…
    Portanto dizer que o Irã terá uma bomba para se defender de Israel{a quem ataca} é ilógico,não carece de argumentos.
    Mesmo assim não acredito que Israel vai atacar o Irã.

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  • 04/10/2009 - 16:24
    Enviado por: Jhony

    O Irã é uma democracia, com um povo que orgulhoso propocionou ao mundo um dos maiores levantes populares da historia , rechaçando a “modernidade ocidental”.
    O Iraque ao contrário, era governado por um fantoche dos EUA (Israel), pois nada que é feito pelos EUA no Oriente Médio deixa de levar em conta os interesses sionistas.

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  • 04/10/2009 - 16:40
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro Gustavo,

    Fico surpresa com o último parágrafo do seu post. Israel ficar preocupado com a opinião pública mundial? Se não se preocupam hoje, como se preocupariam amanhã?

    Existe alguma pesquisa séria sobre o assunto? Alguém conhece? Desconfio saber o resultado. E não é favorável à Israel.

    Se Israel quiser atacar, atacará, por qualquer dos caminhos citados por voce. E para a opinião pública mundial estão como aquele deputado gaúcho, se lixando. Isto em razão da certeza de que seus financiadores os EEUU, “segurarão a barra”.

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  • 04/10/2009 - 17:25
    Enviado por: Ronaldo

    Prezado Gustavo,

    É um prazer vê-lo de volta para onde você reina, o OM, longe das influências yankees.

    Você acha que o Irã pode ter desenvolvido uma bomba “suja”, possível de ser colocada em seus misseis? Isto seria dissuasivo para Israel?

    Obs: O “title” da sua página ainda está com “Diário do Oriente Médio”. O webmaster do Estadão deve alterá-lo.

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  • 04/10/2009 - 17:37
    Enviado por: Florentina

    Eu diria, numa linguagem figurada, que Gaza e Líbano ficam do lado de cá da colina. Ficam ali, à vista.
    Já o Irã está do outro lado da colina. Israel teria que atravessá-la.

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  • 04/10/2009 - 18:58
    Enviado por: Mariana Ferreira

    Parabéns pelo texto e por ter conseguido espaço no Estadão para explicar a situação com profundidade. Lá em Israel eles realmente temem o Irã possuir armas nucleares e se sentem muito ameaçados com tudo isso. Esta é a opinião nas ruas e é uma das raras vezes que existe uma visão formada e majoritária por lá. Obviamente seria uma catástrofe para o Oriente Médio e para todo o mundo um ataque de Israel ao Irã, porque as usinas nucleares ficam nas cidades e seria bem difícil não acontecerem milhares ou milhões de mortes de civis. Isso prejudicaria muito a imagem de Israel sim e alteraria toda a região, que como diz o seu próprio blog, é a mais instável e imprevisível do mundo. Acho que a única saída viável para fazer o Irã permitir a entrada dos inspetores da AIEA é colocar a Rússia e a China na jogada, como quer a ONU. Com uma sanção comercial destes dois gigantes, os maiores parceiros dos iranianos, o regime seria obrigado a cumprir com o que foi acordado no Tratado de não proliferação nuclear.

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  • 04/10/2009 - 19:02
    Enviado por: José

    Se Israel não se incomodasse com a opinião publica no nivel ao qual o Gustavo relata,Livni não teria demorado tanto tempo para revidar os misseis do Hamas,e não teriam terminado a guerra nas vesperas da posse de Obama.
    Se Israel não se importasse com a opinião publica mundial a este nivel,teria feito como o Hamas o que eles fizeram ,que foi fuzilar seus presos{irmâos do fatah} no meio da rua.
    Como Israel tinha poder de varrer Gaza como a Russia varreu a Tchechenia,ai não seriam 1.000 mortos entre centenas de combatentes,e sim um numero incalculavel de vitimas.
    Israel não usou 5% do seu poder em Gaza.
    Já o Hamas usou 100% do que tinha,e se não tivessem dado um corretivo neles como na guerra de Gaza,hoje estariam nos atirando misseis em Tel Aviv,pois estavam caminhando para se tornar um novo Hezboolla.
    E uma guerra anos mais a frente iria explodir de qualquer jeito,só que morreriam 10 vezes mais palestinos e Israel teria os mesmos danos que sofreu na guerra contra o Hezboolla.
    E o mundo ia cair de paú em Israel de qualquer jeito.
    Alguem tem duvida que poderia não ter tido esta guerra com o Hamas jogando centenas de misseis em dias ou por semana no sul de Israel????
    Estavam tomando o gosto de atacar Israel todo dia,as vezes eram dezenas de Kassans e katuiuchas por dia.
    Realmente por este caminho da violencia, ninguem vai convencer Israel que é melhor um acordo.Ao contrario,vão se afundar mais ainda.
    Não podemos acabar com o Hamas nem o Hezboolla,mais podemos mostrar para eles que nos atacar tem “um preço”,e parece que esta linguagem eles entendem.afinal a violencia,repressão e selvageria fazem parte da cultura do mundo árabe,basta ver que eles se mataram entre eles centenas de vezes mais que mataram e morreram em guerras com israelenses.
    Desde que acabou a guerra o Hezboolla não tentou sequestrar um soldado,e não fez nada durante a invazão a Gaza.
    Por traz da “divina vitória” de ter destruido dezenas de tanques merkava e matado duas centenas de soldados israelenses,teve o preço de perder sua nata de combatentes{nunca vai se saber quantos}ver Dahya seu quartel general virar pó{tá na you tube} assim como Israel destruir suas bazes no Sul do Libano e ter terminado a guerra dentro de território libanês e destruindo todos os bunkers do Hezbolla do lado libanês da fronteira.{tá na you tube tambem}
    Portanto parece que para eles não interessa um novo conflito,já viram que o preço é alto.
    O que Israel jamais vai aceitar é tomar missel na cabeça ou ver soldados serem mortos e sequestrados no lugar que for,por medo da opinião publica mundial.
    Se o Irã atacasse Israel como o Hamas e o Hezboolla atacaram,garanto que Israel revidaria,assim como se a Siria atacar,independente da opinião publica mundial.
    Mais Israel não atacará a Siria nem o Irã,como não atacou quando estes dois paises lutaram indiretamente a guerra ao lado do Hezboolla,seja o Hezboolla passando combatentes e armas e a Siria passando eles por suas fronteiras.
    Quanto destruir o reator Sirio,foi o “minimo” que Israel podia fazer para “retribuir” a guerra indireta que lutaram contra nós atraves do Hezboolla.Foi um unico ataque cirurgico,numa area remota,que a Siria até hoje não explica o que de fato aconteceu.
    E foi nescecario baixar a bola do Assad que ameaçava Israel pela força,tomado pela euforia da “divina vitória” do Hezboolla.
    Acabou com o reator e acabou com as bravatas de Assad.
    Pela força com Israel vai ser igual aquele ditado:
    Deus te de 10 vezes mais pelo o que esta me dando ou desejando.
    É melhor terem um razoavel acordo um dia do que ficarem do jeito que estão.
    Mais os burocratas palestinos que decidem estão cheios de euros e dolares e propriedades na europa para endurecerem o maximo com Israel.
    Já o povão palestino que só quer viver em paz e preferia uma vida digna diante do que vivem,não tem poder de decidir nada.
    É muito facil os intelectualóides da Europa e do Brasil no seu conforto dizerem para eles viverem 50 anos a mais assim,contando que um dia vão ter Jerusalem e que os bisnetos dos refugiados vão ter direito de voltar a Jerusalem em 2.059 pois vão conseguir impor isto ao estado sionista.
    Quem tá hoje em Gaza não quer esperar 50 vezes para ver algo do tumulo,isto se ver……
    Estes não tem euros na mão,geladeira cheia,empregos para familha,e muitos deles propriedades na Europa ou poderem viver no Luxo de Damasco como o rato Khalled Meshall que não arriscou sua gravata importada na guerra de Gaza,pois vive no luxo de Damasco.

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  • 04/10/2009 - 19:34
    Enviado por: Sorales

    Pessoal

    Esse negócio de atacar o Irã nada mais é que puro diversionismo, um tumor de fixação ideal para se produzir uma cortina de fumaça cujo pano de fundo é a promessa de campanha de Obama, nos EUA, de criar um Estado para o povo palestino. Pois a mídia engajada ao poder da Oligarquia sionista praticamente “esqueceu” o assunto, dando ênfase ao “conflito” Israel/Irã. Pouco se fala de uma das principais bandeiras de campanha eleitoral de Obama, no plano da política internacional, a questão da Palestina. De modo que, discutir sobre uma hipótese que jamais se materializará, é perda de tempo. Apenas uma questão de linha editorial do jornal. Os EUA, dentro do tradiciolnal jogo macabro de usar o sangue “purgador” dos conflitos religiosos e étnicos para divividir e governar no OM já trocou figurinha em inúmeras ocasiões com o clero xiita iraniano, como foi o rumoroso caso Irã-Contras, na guerra Irá/Iraque. Depois, com o Iraque de Saddan, dos sunitas, que passou para as mãos dos xiitas, clero dominante no Irã, graças a invasão do país com centenas de milhares de mortos. Sendo a grande maioria religiosos sunitas. Aí está o jogo sujo do terror sionista. A guerra psicológica levada a suas últimas consequências

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  • 04/10/2009 - 19:53
    Enviado por: MarioS

    “a mim ao menos parece, que é Israel e o ocidente, quem tem a visão mais estreita e preconceituosa, chamam aos iranianos de tudo (fundamentalistas, radicais terroristas e por aí vai)”

    “É o ocidente e Israel, que dizem que não vão TOLERAR, e assim se afirmam explicitamente como RADICAIS e INTOLERANTES.”

    Marcos, a voce parece, e tem todo o direito a isso. Aliás, aqui no Ocidente, e em Israel, tem até o direito de expressa-lo! Mas, se quiser saber o porque de outros acharem que voce está errado e chamar o Irã de intolerante, experimente trocar Israel e o Ocidente por Irã e países islâmicos e publicar o post em um blog de Tehran.
    Experimente também ir a uma praça pública iraniana e pregar que Maomé não exisitiu, que tudo que dizem ter sido feito por ele é mentira.
    Eu ouvi exatamente isto sobre Jesus no Hide Park, que fica no Ocidente hipócrita.

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  • 04/10/2009 - 20:04
    Enviado por: José FARHAT

    Gustavo,
    Quando a União Soviética se desmantelou, cada uma das repúblicas ou regiões autônomas ficou com o armamento que estava em seu território. Todas as unidades soviéticas estavam numa penúria etíope. Por isto, e dadas as proximidades territoriais e religiosas, sempre tive a convicção que o Irã comprou armas nucleares daquele povo carente de tudo, inclusive dinheiro e combustíveis. Esta é a razão pela qual muita gente acha que o Irã possui armamento nuclear. Não muito, mas tem, assim afirma a coscuvilhice corrente.
    No mercado negro existe todo tipo de armamento, inclusive bombas nucleares sujas para vender e esta é a outra possibilidade que o Irã teria usado para adquiri-las, segundo a boataria difusa que também corre por aí.
    O senhor Mahmoud Ahmadinajad tem alertado seguidamente para as consequências de um ataque contra o seu país. Apesar de ele não ter as rédeas sobre tudo, dificilmente ele repetiria a ameaça sem o consentimento dos órgãos superiores e estes, considerando-se a tradição persa desde os tempos de Ciro, para mencionar apenas um, não costumam gracejar quando se trata da Pérsia.
    Por tudo isto, é melhor para aqueles gritam bravatas, em primeiro lugar para eles e depois para a humanidade inteira, que tratem do assunto com bastante seriedade.

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  • 04/10/2009 - 20:12
    Enviado por: Observdor

    Gustavo,

    tem uma frase sua que não faz sentido na observaçào para o Marcos, “nao será bomba um Irã nuclear”.
    Mas muita coisa não faz sentido, nesta história. Mas pros fazedores de grana com a desgraça alheia ( vendedores de armas, remédios, logistica de guerra, etc…) essa retórica belicosa, isso faz sentido.

    Do ultimo post:
    “Antigamente” onde marioesse? …nao deve ser no Brasil… Estou falando da falência da cultura atual, dos seres humanos que nao aprenderam a conviver com o diferente em vários lugares, especialmente no OM, de HOJE.
    A tia de minha esposa ( filha de bainao com mineira) casou-se com um filho de judeus, na São Paulo dos anos 50. Deram certo principalmente por que se mam e não colocaram suas tradições em primeiríssimo lugar e sim o futuro que construiriam (e construíram efetivamente) juntos. Isso é possivel hj lá na Hollyland? Com um muro separatista? Um judeu la em Israel se casar por AMOR com uma palestina ou um palestino se casar com uma soldada do IDF? Deve até ser possivel, mas altamente improvavel. Falencia de quem? Da cutura que dá base moral pra açoes humanas… é isso que disse sobre convivencia. As religioes, meu caro, assim como as ideologias nao estao nem ai pra evoluçao do ser humano.

    Sorales, boa e realistica análise, digna de quem conhece os porões da famigerada reuniao da ONU que deliberou sobre a “partilha”.

    Jacques, é o que sinto tb. Como disse: o mundo dá voltas e nao se sai do lugar…

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  • 04/10/2009 - 21:56
    Enviado por: Hazem

    Infelizmente certas políticas entram no imaginário coletivo da população, tornam-se realidade para esses e passam a ser difíceis de serem controlados. Escrevo isso em relação ao medo que está reinando entre os israelenses em relação á possibilidade de o Irã ter bomba atômica. As palavras dos dirigentes iranianos foram alimentadas pelos sucessivos governos israelenses, pela imprensa israelense e hoje, o medo é considerado real, apesar de, o Irã nunca ter tido problemas com Israel, nunca ter atacado um país árabe à exceção do Iraque e de ter problemas históricos mais ao norte com a Rússia do que com países do OM. Se foi diversionismo ou não para se deslocar o foco da criação do estado palestino, é difícil de se saber, mas a criação de novos focos de tensão política é sempre perigoso e não se sabe como terminarão.
    RicardoT,
    Você mesmo escreveu e, portanto, deve ser sua opinião que os judeus não aceitam a localização de seu estado em outra localização que não em Israel – “O dificil (alias impossivel) para os judeus e’ justamente aceitarem que a localizacao desse Estado nao seja onde e’ Israel, territorio que foi o berco da cultura e da historia judaica, e que sempre foi considerado a terra dos judeus. A terra dos judeus e’ Israel.”
    Os judeus quiseram que o seu estado fosse na mesma região que haviam saído no primeiro milênio, ou seja, não tiveram a menor preocupação com quem passou a habitar a região depois da saída dos judeus, nem com o que aconteceu nessa terra durante 1700 anos. O que importava era que o estado judeu fosse fundado lá. O que aconteceu? O estado judeu foi lá fundado, independente do que estava ocorrendo na região. Portanto, o estado judeu foi fundado à força, isso é indiscutível.
    Você erra ao colocar para mim a discussão sobre a legitimidade de Israel. Eu não discuto isso. O que quero deixar claro é que a criação de Israel foi um ato de força de um povo sobre o outro, é importante que os judeus tenham consciência disso, que o seu país foi construído às custas de outro povo. Escrevo isso, pois aceitando-se isso, fica patente que há um preço a ser pago, inicialmente foram as guerras entre árabes e israelenses e agora o preço é a criação do estado palestino nos territórios ocupados ilegalmente por Israel desde a guerra de 1967.
    Em relação à criação do estado judeu na Patagônia ou Uganda, concordo com você que não havia por que as populações dessas regiões aceitassem forasteiros, sem nenhuma identificação cultural com os mesmos (o que aconteceu com os palestinos…). Não sei se você conhece a criação do lar nacional judeu na URSS, a designação inicial para o estado judeu era que ocorresse no Cáucaso (não me lembro o local exato), mas houve grande oposição da população local, e, então, o local designado foi mudado para a região leste da ex-URSS, fronteira com China e Coreia, local onde a população nativa era praticamente inexistente (em função do clima), mas aqui a frase muito usada por Golda Meir – “uma terra sem povo para um povo sem terra” estaria sendo corretamente aplicada, mas não na Palestina. E contradizendo a sua afirmação de que os judeus não aceitam outra região que não a Terra de Israel, digo-lhe que os judeus russos aceitaram e houve grande imigração inicial a essa região, infelizmente, era Stalin quem governava a URSS e o estado não floresceu como inicialmente se esperava.

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  • 04/10/2009 - 22:07
    Enviado por: Palmeirense

    Jhony,
    “O Irã é uma democracia, com um povo que orgulhoso propocionou …. , rechaçando a “modernidade ocidental”.”

    O computador pelo qual vc digitou a mensagem acima é uma modernidade ocidental. Um monte de coisas que vc usa foi inventado no ocidente. Por questão de coerência, que tal abrir mão da modernidade ocidental?

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  • 04/10/2009 - 22:09
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro José,

    Gastasse tanta tinta para escrever o que já sabemos. Israel é uma potência militar. E seus vitupérios contra os palestinos e árabes em geral não surtem efeito na opinião pública mundial e nem neste blog.

    Apenas reforça o desejo de defender o mais fraco, o menos armado, o esfomeado, o vilipendiado, o desterrado, o humilhado,

    Que glória pode ter algum povo que perpetre tais barbaridades?

    E que honra pode ter um guerreiro que luta todo paramentado, contra um adversário desarmado ou mal armado. E que faz alvo de treinamento estampa de mulheres grávidas do invadido? A vitória é da tecnologia ou da justiça da causa?

    Ingênuo é aquele que pretenciosamente supõe que pode conquistar corações ou mentes com tais atitudes.

    Tenha alguma serenidade e perceba que Israel já perdeu guerra. A derrota militar é só questão de tempo.

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  • 04/10/2009 - 22:48
    Enviado por: José

    Francisco Ernesto Guerra [Visitante] :
    Pela sua forma de pensar não combateriamos os marginais das favelas de Rio e São Paulo,pois não seria mérito combater favelados,esfomeados,e humilhados,e sim “conquistar coraçôens e mentes”,embora para isto, só se dermos nossas casas a eles e dividirmos o que temos com eles,como querem os palestinos.
    E não seria garantia de nada.
    Pelo seu modo de ver,já perdemos a guerra contra o crime,afinal nossas favelas são pequenas Gazas,e de lá saem 99% dos assaltos a residencias,automóveis e pedestres nas ruas.
    Como Israel já perdeu sua guerra mesmo sendo superior militarmente.
    Agora qual seria a sua solução confiavel para Israel e para a politica de segurança publica no R.J e S.P que a população tá cansada de ser roubada nas ruas por seus refugiados das favelas???

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  • 04/10/2009 - 23:11
    Enviado por: Degrelle

    O Irã abrirá suas instalações na usina nuclear de Qom para a inspeção da AIEA no dia 25/10/09 em clara mostra das suas pacíficas intenções. O presidente Ahmadinejad, mostrando coerência, pragmatismo e habilidade, deixou claro que quem têm intenções belicistas é Israel e não o Irã.
    Qualquer ameaça de ataque por parte de Israel deve ser condenada de imediato pelas organizações que velam pela paz mundial. O verdadeiro perigo para a paz mundial chama-se Israel.

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  • 04/10/2009 - 23:36
    Enviado por: Degrelle

    Depois do Irã permitir as inspeções, veremos que argumento usa Israel para manter o clima hostil contra o Irã. É obvio que novas mentiras do tipo das que foram utilizadas para destruir o Iraque surgirão para tentar jogar o ocidente contra a Nação Persa. A intenção de Israel é não deixar o Irã se levantar como país hegemônico no O.M, e fará todo tipo de patranhas para conseguir seu objetivo.
    Que Deus dê sabedoria ao presidente Ahmadinejad, para conseguir evitar que seu povo seja alvo de um covarde ataque.

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  • 05/10/2009 - 08:23
    Enviado por: le

    e depois, israel vai viver em paz ?

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  • 05/10/2009 - 09:39
    Enviado por: O MENSAGEIRO

    Nao esquecamos que qdo e’ a vontade de Deus nada podera’ contra esse povo. No passado Deus usou simplesmente um anciao, ja cansado em seus dias para libertar todo esse povo que era escravisado no Egito. Nao precisou de revolucao, militarismo, guerras nada disso. Simplesmente Moises com um pau torto na mao libertou todo o povo hebreu das garras de farao e de seu sistema ditadorial que escravisava esse povo pra ser uma nacao livre e independente. Israel nao precisara’ de ajuda da ONU ou dos EUA pra se livrar de seus inimigos, pois assim que buscarem ao Senhor dos Exercitos, criador de todo o universo, Deus aniquilara seus inimigos como ha feito inumeras vezes no passado. Iran, Siria, Russia serao todos engolidos no vale do armegido pela ira de Deus.

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  • 05/10/2009 - 09:50
    Enviado por: José Antonio

    Todos aqueles que não gostam e desprezam a modernidade ocidental e ainda são antissemitas eu gostaria de propor o seguinte. Abram seus computadores ou notebooks e vejam onde é fabricado o chip Intel que lhes da alma. Será que todo esse ódio será capaz de faze-los desligar o computador e pararem de escrever besteiras.
    Nota: O chip Intel, principalmente para notebooks foi criado e é fabricado em ISRAEL.

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  • 05/10/2009 - 09:51
    Enviado por: José

    Francisco Ernesto Guerra [Visitante] :
    Estes “pobres coitados” que fuzilaram seus irmãos da Fatah no meio da rua em Gaza,como os traficantes fuzilam a facção rival quanto tomam a sua favela.
    COMO SÃO HUMANOS………QUE ATITUDE DE VITIMAS,SÂO IGUAIS OS BAHAIS……
    A questão não é ser a favor deles,e sim contra os judeus.
    Se alguma tropa de elite de Israel fosse convidada para ajudar no combate a trafico e assaltos nas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro,era capaz de ter gente em duvida se preferia ver o israelense que nunca lhe fez mal morto,ou o marginal que invade sua casa,quebra o vidro do seu carro e lhe atira na cara se reagir ao assalto.
    Que duvida cruel !!!!!!
    Entendo o tipo da sua solidariedade aos assassinos dos seus irmãos da Fatah na tomada de Gaza.
    A mesma dos que se calaram quando os palestinos do Fatah morreram fuzilados de barriga no chão nas ruas de Gaza.

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  • 05/10/2009 - 09:54
    Enviado por: Hagá

    1. Gustavo, contra todas as previsões lógicas e racionais do seu artigo, eu ainda acho que Israel pode atacar o Irã (e logo sofrer contra-ataque com “bombas sujas”). Mas o objetivo principal do governo (eleito) de Israel já foi alcançado: perdeu-se de vista o problema principal da Questão Palestina e sobretudo dos assentamentos ilegais na Cisjordânia.

    2. A extrema-direita nos EUA tem aumentado a campanha contra Barack Obama. Thomas Friedman (NYT) compara o clima político com aquele que antecedeu o assassinato de Isaque Rabin.

    http://www.elpais.com/articulo/internacional/campana/odio/amenaza/Obama/elpepuint/20091005elpepiint_10/Tes
    Algo peligroso está pasando y Thomas Friedman compara la actual situación que se vive en EE UU con los meses anteriores a que asesinaran a Isaac Rabin en Israel en 1995. “Ese paralelismo me revuelve el estómago. No tengo problema con las críticas razonables, vengan de la derecha o de la izquierda”, escribe Friedman en The New York Times. “Pero la extrema derecha ha comenzado a volcarse en deslegitimar el poder y crear el mismo clima que existió en Israel antes del asesinato de Rabin”. Todo vale. Desde caricaturizar al presidente como el Joker interpretado por Heath Ledger en el último capítulo de la saga Batman; gritarle “mentiroso” en medio de una sesión del Congreso; o negar que haya nacido en EE UU y sea un ciudadano con derecho a la presidencia. ¿La última vuelta de tuerca? Una encuesta colocada en Facebook en la que se consultaba a los internautas si Obama debía “ser asesinado”. Los servicios secretos tomaron cartas en el asunto y la apuesta fue retirada, lo que deja en suspenso la respuesta.

    3. Micheletti admitiu que a expulsão de Zelaya foi um golpe do exército (prefiro dizer golpe militar) “para proteger o povo” e “evitar derramamento de sangue” (sempre as boas e nobres intenções da extrema-direita; não é diferente com a extrema-esquerda: não me agradam extremismos), deixando de observar aqueles detalhes do devido processo legal, previsto na mesma Constituição que estabelecia outras cláusulas pétreas:

    Micheletti admite que fue un error expulsar a Zelaya de Honduras
    El presidente de facto asegura que fue decisión del Ejército – El mandatario depuesto pide suspender el estado de sitio como condición para el diálogo
    AGENCIAS – Tegucigalpa – 05/10/2009
    El presidente del Gobierno de facto de Honduras, Roberto Micheletti, cree que fue un “error” expulsar al depuesto dirigente Manuel Zelaya del país y asegura que fue el Ejército quien tomó esa determinación por temor “a que se produjese un derramamiento de sangre”.

    4. Contra todas as expectativas (e torcidas), Brasil e Venezuela melhoraram sua pontuação no IDH.

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  • 05/10/2009 - 10:34
    Enviado por: MarioS

    Marcos,
    Voce qualifica de visão estreita e preconceituosa, chamar os iranianos de fundamentalistas, radicais e terroristas. Como deveria, na sua opinião, ser chamdo um governo que prende e estupra os oposicionistas, mantém corpos policiais para obrigar o cumprimento de normas religiosas, apoia e sustenta grupos terroristas em outros países, e por aí vai?

    Já que o Observador faz referencia ao post anterior, respondo e considero, de minha parte, encerrado o assunto.

    Antigamente no mundo todo. Estou falando de grupos étnicos que evoluiram e de outros que nem tanto assim. Seres humanos que nao aprenderam a conviver com o diferente existem, como voce disse, em vários lugares, só que alguns mais e em outro menos.
    Fico feliz pela tia da sua esposa, e acrescento que o meu casamento também deu muito certo, assim como o da minha irmã.
    Digamos que isso não seja possível em Israel. Mas no seu post inicial, não era a isso que voce se referia, voce claramente falava em judeus. Segundo voce somos nós que precisamos aprender a conviver, eu apenas apontei que com certeza absoluta não somos os primeiros da fila.
    Concordo que deve ser altamente improvavel por lá, devido a quase um século de conflito.
    O inexplicável é ocorrerem assassinatos (mesmo por lá seria) na França, Alemanha e Estados Unidos simplesmente por um filho(a) querer se relacionar com alguém de outra etnia/religião

    As religioes, assim como as ideologias nao estao nem ai pra evoluçao do ser humano, mas a evolução do ser humano faz com que coloquemos outros valores acima delas. Pelo menos em algumas sociedades.

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  • 05/10/2009 - 10:53
    Enviado por: Sutter

    Para mim o ponto principal é ninguém ter armas nucleares e pronto nem Israel ou Irã, qualquer contra argumento é inútil.

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  • 05/10/2009 - 10:57
    Enviado por: José Antonio

    Degrelle parece que vc. tem um novo idolo.
    Para quem é fã de Hitler, Himmler e a corja toda nazista. Só não consigo entender como alguém nasce para o mal. Com quem vc. aprendeu? Algum maluco que se escondeu com toda a sua coragem na Argentina?

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  • 05/10/2009 - 11:13
    Enviado por: MarioS

    Francisco Guerra,
    O que deve fazer guerreiro todo paramentado, contra um adversário mal armado que o ataca?
    O que voce faria se estivesse com um revólver e um colete a prova de balas e alguém com um taco de beisebol o usasse para quebrar a cabeça de um filho seu?
    Na sua opinião uma pessoa deve se submeter calada a todo o tipo de a agressão desde que cometida por alguém mais fraco?

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  • 05/10/2009 - 11:48
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro José,

    Seu comentário tem o condão de ofender brasileiros e palestinos.

    Como pode voce comparar favelados com palestinos? E voce começa fazendo uma distinção entre marginais e favelados para depois misturá-los numa panela só, como se uma coisa fosse sinônimo da outra. Pequena parcela dos favelados são bandidos. Então, voce ofende milhões de brasileiros que, se não bastasse a sua difícil sobrevivência, ainda carregam o ônus de seu preconceito.

    E palestinos não são favelados. Estão favelados. Por ação e obra de um invasor externo, de outra nacionalidade, que sequer lhes permite reconstruir suas casas ou alimentar e educar dignamente seus filhos.

    O resto de seu comentário são redundâncias. A vitória moral, a conquista de corações e mentes precedem a vitória militar. Os franceses e os EEUU no Vietnã, Os russos no Afeganistão, os ingleses na Índia. A história é pródiga em exemplos.

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  • 05/10/2009 - 14:17
    Enviado por: Eduardo Jacob

    Caro Gustavo parabens pelo post

    O comentario de Sr. José de 04.10.09 21:56 é racista peço que edite.

    Eduardo Jacob

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  • 05/10/2009 - 17:06
    Enviado por: jhony

    Assim como os judeus precisaram de ajuda, para livrar-se da furia descabida de Hitler, os palestinos precisam de ajuda para livrar-se da tirania israelense. De resto sómente explicações para justificar a vilania do estado de Israel.

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  • 06/10/2009 - 13:40
    Enviado por: Ali Chams

    A melhor análise a respeito dessa questão que vi até agora é a da Aljazeera. Basta dar uma olhada no youtube, no canal da aljazeera e procurar pelo programa Countdown 01 october 09.

    Neste programa, eles mostram que um dos grandes pontos a respeito de uma possível incursão de Israel seria a aquisição ou não por parte do Irã do sistema anti-aéreo S300 da Russia, que mudaria drasticamente os custos sobre uma eventual aventura israelense.

    Recomendo assistir ao vídeo.

    Abraços,

    Ali.

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  • 07/10/2009 - 15:38
    Enviado por: Bueno de Taubaté

    Em princípio, o Iran tem o direito de desenvolver ou comprar, de quem bem entender, tecnologia nuclear ou outra de uso dual (civil e bélico). Digamos que Israel também tem a mesma prerrogativa e a tem exercido desde há muito, mais ou menos impunemente, graças ao beneplácito sobretudo dos EUA e das potências européias. Aliás, por critérios de isonomia internacional, qualquer Estado poderia fazer o mesmo, dentro ou fora do Oriente Médio. Mas, generalizações à parte, não é assim que os eventos se verificam na realidade concreta, pois na prática existe um diferencial de poder que privilegia alguns atores, em detrimento de outros. Ou seja, em outras palavras, na (relativa) ordem internacional vigente prevalece uma estruturação hierárquica e elitista, baseada no ‘quantum’ de poder efetivo de cada membro da coletividade de entes soberanos – os quais são, essencialmente, os diferentes Estados. É compreensível que aqueles dentre tais atores que não estejam satisfeitos com a respectiva posição na escala atual procurem subvertê-la e ampliar seus ativos de poder. Israel sempre fez isso e continua a envidar todos os esforços para aumentar seus recursos e potencial em todas as esferas civis e militares. O Iran desde há muito age no mesmo sentido (o Brasil, não sei se tem sido capaz de se organizar a contento para isso, dada a dispersividade, descaso com os interesses nacionais, incompetência e burrice inveterada de alguns de nossos políticos que prefiro nomear…).

    Considerando-se, porém, a configuração de múltiplos conflitos existente no Oriente Médio, é de se questionar se Iran e Israel, entre outros, estariam capacitados a conter-se em caso de uma escalada de ações e reações agressivas na área. Pior, os “maus exemplos” de ambos deveriam ser reprimidos, não estimulados, em benefício de um apaziguamento das tensões, permitindo a instauração de uma atmosfera de racionalidade propícia à construção de SOLUCOES NEGOCIADAS para os problemas da região, inclusive e sobretudo no que tange à CAUSA PALESTINA.

    Num clima em que preponderam os trogloditas de todos os lados, não há muito espaço para atitudes racionais. Pode ser que eu esteja enganado, mas a bomba iraniana, se esse é o objetivo dos ayatollahs, mesmo que nunca seja usada, implodirá as perspectivas de uma acomodação entre israelenses e palestinos a curto prazo e ninguém para onde se encaminhará o tão demorado entendimento básico entre ambos alcançado em torno de premissas básicas tais como “dois Estados” e “troca de terra por paz*.

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  • 21/02/2010 - 22:44
    Enviado por: resolvino

    SEm dicurceira . Com esses caras só a lei da força . Chega de hein hein hein!.Tem atolar esses fanaticos . Do jeito que esta nós nunca vamos ter tranquilidade. Ou resolve essa merda com uma ação militar definitiva ou vamos ficar esperando o proximo ato terrorista.

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  • 21/02/2010 - 22:52
    Enviado por: resolvino

    Tem que eliminar da face da terra esses loucos. Não pode deixar nem um casal, senão eles voltam a se reproduzir e começam tudo de novo.

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  • 06/03/2010 - 15:54
    Enviado por: São Pedro

    Enquanto não mandarem esses loucos radicais pro paraiso , a humadidade e Israel estaram sempre esperando pelo pior . Com esses caras só a força bruta pode resolver . Eles querem varrer Israel do mapa e os analistas heim heim heim querer dialogo com esses loucos que usam mulheres e crianças como escudo . O radicalismo deles não tem limites, usam os próprios filhos como bombas ambulantes e voces ainda querem dialogo com esse tipo de gente. Por vavor não sejamos ingenuos .

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  • 06/08/2010 - 18:20
    Enviado por: Ana Carolina

    Hoje escrevi um poema sobre este tema… vai como “ilustração”.

    65 anos da Bomba Nuclear – poema antropofágico de amor

    Eles não se cansam.

    Eles não descansam.

    Eles – os da guerra – estão sempre em pé.

    Nós bebemos.

    Rimos.

    Fumamos sonhos, deitamos no chão e contamos as estrelas.

    Eles usam drogas pesadas, calculadas para evitar dispersão.

    Eles não cansam e não descansam.

    Eles estão sempre no mar, no ar, com o fuzil e o radar.

    Nós fazemos artesanato com folhinhas, pedrinhas, resto de pano velho.

    Protegemos a alma das alfaces.

    Dizemos que procuramos nosso eu,

    Bebemos chás, falamos esperanto, deitamos no chão e contamos as estrelas.

    Eles têm as estrelas contadas, sabem quantas e onde estão.

    Eles tomam anabolizantes.

    Eles não se cansam. Não descansam. Estão no céu, além do céu, em todo o lugar.

    Nós queremos nos esconder no mato,

    e ser caule e raiz

    e ser criança e ser feliz.

    Eles estão com o mato mapeado no Google earth,

    mataram Michael Peter Pan,

    violaram a biodiversidade,

    amordaçaram as latino-americanidades

    e tudo o que se quis.

    Nós dizemos – Não à energia Nuclear – eles se deitam com ela, fazem filho nela,

    Guardam o lixo atômico em lagoas próximas do mar.

    Eles não cansam e não descansam.

    Eles ganham os companheiros da gente.

    Eles estão fazendo exercícios em torno da Coréia,

    enquanto pensamos emocionados na estréia

    Do Avatar.

    Nós – os do amor – seremos os responsáveis pelo próximo holocausto nuclear.

    Ana Carolina Martins da Silva

    06/08/2010

    Aniversário de 65 anos da Bomba H

    Ver fotos no site da Terra.

    http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/bomba-atomica/

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  • 10/11/2011 - 15:47
    Enviado por: Marcos Fernando

    Se acontecer de Israel atacar o Irã isso será bem feito, o regime persa prega destruir o estado hebreu, portanto acredito que Israel tem toda obrigação de defende-se contra atacando.

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  • 11/11/2011 - 15:39
    Enviado por: jose candido

    parabens para o rosenvald , ele sabe das coisas !! amigos e amigas eu tambem sou leigo nesse assunto ! mas uma coisa eu quero dizer ! ( israel esta morrendo de medo do iran )

    outra coisa !! se acontecer esse conflito ! e eu acredito que ate dezembro deve acontecer ! teremos problemas serissimos ! a partir do primeiro ataque o mundo nao sera o mesmo !! com certeza !!

    pense bem !!
    abraco a todos !!

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