A comunidade internacional, com razão, fica espantada quando o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad questiona o Holocausto. Afinal, não faltam provas e documentos históricos que podem ser vistos em diversos museus e bibliotecas ao redor do mundo comprovando que o regime nazista levou adiante um processo de extermínio de judeus e outras minorias em escala industrial durante a Segunda Guerra.
Ao mesmo tempo, poucos parecem se importar quando o presidente Barack Obama e sua secretária de Estado, Hillary Clinton, tentam impedir que o Congresso dos EUA aprove uma resolução reconhecendo o genocídio armênio, já aprovada pela Comissão de Relações Exteriores. Para quem não sabe, o Império Otomano massacrou 1,5 milhão de armênios na Anatólia (atualmente território turco) durante a Primeira Guerra. Outras centenas de milhares foram obrigadas a fugir para o Líbano e Síria, com alguns seguindo adiante junto com sírios e libaneses para a América. Hoje, formam prósperas e influentes comunidades em Buenos Aires, Los Angeles, São Paulo e Beirute.
Os americanos dizem se tratar de realpolitik, de não querer irritar a Turquia, um importante aliado na OTAN. Bobagem, o Líbano e a Síria, países pequenos e próximos do território turco, reconhecem o genocídio, assim como a França. E nenhum deles rompeu relação com Ancara.
Apenas para ficar claro, a versão turca, contestada por historiadores do próprio país, é de que os armênios morreram em conseqüência da guerra. Também vale frisar que, para defender este ponto de vista, ironicamente, os turcos se valem da ajuda do lobby pró-Israel da AIPAC. Uma atitude lamentável desta organização, que provoca enorme condenação de membros da comunidade judaica nos EUA que reconhecem o genocídio armênio. A AIPAC também apóia a posição turca devido à aliança com Israel – que, aliás, não serve para muita coisa, já que a Turquia tem se posicionado sucessivamente contra os israelenses.
Obama também posa de bonzinho ao criticar George W. Bush e suas ações no Iraque. Porém, nos bombardeios contra jihadistas no Afeganistão realizados por sua administração, morrem mensalmente, em média, mais civis – incluindo mulheres e crianças – do que nos anos do republicano. Por que os pacifistas não saem às ruas para protestar contra o belicoso Obama, como fizeram contra Bush e também contra Israel, na guerra em Gaza? Por que Bush, Ariel Sharon e Bashar al Assad são tratados como maus e Shimon Peres, rei Abdullah e Obama como bons? Enfim, Obama ordena ações que resultam na morte de civis e nega um genocídio – apesar de, na sua campanha, ter admitido que houve um Holocausto contra os armênios. Desta forma, fica difícil ele criticar Ahmadinejad.
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
Sobre esta questão sempre houve 2 pesos e 2 medidas para tudo que envolve o povo do Oriente Médio, onde povos se fazem de vítima e usam qualquer argumento para atacar os outros países.
Da mesma forma que os EUA condenam provável tráfico de cocaína pelas Farcs na Colômbia e ao mesmo tempo apoia um governo no Afeganistão com suspeita de tráfico de opio na região. São dois pesos e duas medidas, típico dos governos norte-americanos.
Ah! Outra coisa que me deixa encucado, os EUA e países possuem armas nucleares (inclusive, Israel, Índia e Paquistão), porém, a confusão só é feita contra Irã e Coréia do Norte (não defendo a proliferação das armas nucleares, só acho ambígua a posição dos EUA.)
Sobre a questão do extermínio de inocentes é deplorável que qualquer governo vire a cara para isso.
E.U.A., França, Inglaterra, Israel e outros possuem armas nucleares. Seria melhor o mundo com mais armas deste tipo? Não! Penso que isso não se trata de quem já tem e quem vai ter.
O que nos aflige é o fato de ser o Obama apenas mais um chato de esquerda no lugar e hora errados. São muito parciais. Um chato que para não se chatear, chateia os americanos (ainda bem que só lá entre eles) monotemáticamente falando sobre planos de saúde. Os armênios e seus descendentes que botem a boca no trombone.
Não sabia que existia esquerda no USA. A única diferença entre Republicanos e Democratas é que: republicanos chifram suas mulheres por debaixo no pano, e os democratas são escancarados!
responder este comentário denunciar abusoHavera uma manifestação pacifica em frente ao MASP no dia 24/04/2010 as 15hs em prol do reconhecimento do Genocidio Armenio.
Aposto que judeus e armenios irão. Só eles.
responder este comentário denunciar abusoErrado José. Eu sou brasileiro e irei, como vou ineterruptamente há 4 anos nas manifestações dos armênios em prol do reconhecimento. Isso é uma causa de todos os seres humanos, estamos aqui falando de Direitos Humanos violados. É problema dos armênios, mas é nosso também!
responder este comentário denunciar abusoNo dia 24 de abril, não apenas o Heitor, que vêm de Juiz de Fora em MG, estará presente. Várias pessoas estarão. Minha namorada que não é Armênia e comparece há 6 anos, vários amigos, simpatizantes da causa e interessados.
Estão todos convidados. 24 de abril, sábado.
Estaremos lá com bandeiras, cartazes e vamos distribuir panfletos e aguçar a curiosidade das pessoas áfim de que elas cheguem em casa e procurem por sí só as evidências. Para que passem a conhecer algo que elas nunca ouviram falar na vida. Algo que não se aprende na escola, principalmente aqui no Brasil.
responder este comentário denunciar abusoEu também tentarei ir.
responder este comentário denunciar abusoGuatavo, as posturas da AIPAC também envergonham muitos Judeus aqui na Diáspora. Além do Holocausto armênio ocorreu outro no século XX, ainda mais ignorado e bem maior: na Ucrânia, durante a ditadura de Stálin, nos anos 1930, quando milhões morreram de fome, por causa dos alimentos que eram saqueados para envio à Rússia. Talvez porque o Holocausto seja usado até a exaustão, como argumento para legitimar toda e qualquer atrocidade por parte de Israel contra os Palestinos (Hasbara), os outros genocídios devam ser diminuídos ou ignorados. E é isso que incomoda: justamente por causa do Holocausto na Europa, se deveria ter aprendido e feito algo muito, muito diferente em Israel. A incoerência transborda e hoje é clara para muitas pessoas.
“Também vale frisar que, para defender este ponto de vista, ironicamente, os turcos se valem da ajuda do lobby pró-Israel da AIPAC. Uma atitude lamentável desta organização, que provoca enorme condenação de membros da comunidade judaica nos EUA que reconhecem o genocídio armênio. A AIPAC também apóia a posição turca devido à aliança com Israel – que, aliás, não serve para muita coisa, já que a Turquia tem se posicionado sucessivamente contra os israelenses.”
Hagá, eu sou judeu e não me envergonha da AIPAC, de onde tirou isso? Sou colaborador deles. Mais uma vez tentando dar aulas para os judeus. Nós não tentamos dar aulas para os arabes. Nós nos envergonhando da AIPAc e vcs. exaltando hesbolah, hamas. Que diferença.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio, ele disse que MUITOS judeus se envergonham da AIPAC, não todos, nem a maioria, apenas muitos; o que não necessariamente inclui vc e seus colegas.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio,
Como você pode falar em nome de todos os judeus? Não existem judeus que se envergonham da AIPAC? Como você sabe? E todos arabes pensam igual?Todos os arabes exaltam o hesbosbollah e o hamas?
Sem desviar do assunto objetivo, você acha certa a campanha da AIPAC contra o reconhecimento do Holocausto Armênio?
responder este comentário denunciar abusoHagá,
concordo com vc. Outros genocídios ocorreram e continuam sem que os governos dêem a devida importância. Isso continua acontecendo em alguns países africanos em pleno século XXI.
Acontece que o holocausto é usado de forma exaustiva para que Israel continue com suas barbáries contra o povo palestino.
Quando eu comparei a AIPAC ao hesbolah e hamas quis mostrar que são coisas completamente diferentes. LObby é uma coisa que os brasileiros não entendem muito. Lobby existe em Brasilia, aqueles que querem ganhar dinheiro obtendo as propinas das construtoras. Nos USA isso é controlado. A AIPAC jamais foi contra ou desmentiu o genocidio armenio. Os judeus não acreditam nisso, se um acreditar paciencia, mas não são os judeus. Por essas generalizações morreram muita gente. O Jacob da lojinha errou no troco. Ah os judeus são ladrões, vamos quebrar as lojas deles em todo o bairro. Meus parentes passaram por isso. Vcs. não podem imaginar nem em sonho o que seja isso.
responder este comentário denunciar abusoParabéns Gustavo, por levantar esse tema! Parabéns Hagá pela coragem de arrostar o lobby. Um dia, os judeus vão se livrar, se Deus quiser, da carapaça de extrema direita em que vivem desde o assassinato do general e presidente Itshak Rabin pela mesma extrema-direita que cerca a Palestina de muros e perpreta barbaridades para impedir o que Rabin queria: uma Palestina independente e em paz com Israel.
responder este comentário denunciar abusoHagá, vc é judeu? Parabéns pelo seu comentário. Caso você seja judeu gostaria que vc entrasse em contato comigo, pois não conheço nenhum judeu (q eu saiba) e eu estava ficando com uma opinião meio errada dos judeus por conta dos comentários de alguns sionistas que comentam aqui no estadão, como por exemplo o comentário de um louco que disse: abre aspas “acho horrível quando um soldado israelense atira em uma criança palestina… e erra, essas crianças tem mania de explodir” fecha aspas, esse cara devia estar na cadeia. E outra coisa, eu não vejo o Japão que sofreu um ataque aos seus civis com duas bombas nucleares ficarem invadindo outros países e falando, nossa como somos coitadinhos e injustiçados, a gente pode invadir aqui e matar todo mundo, pois fizeram isso com a gente. A unica coisa que eu vejo crescer com isso, é o ódio contra os judeus, infelizmente, porque quem sempre paga é quem não tem nada a ver com isso, tanto judeus palestinos que eram contra Israel, ou judeus que estão em outros países e vão acabar sofrendo mais discriminação do que já sofrem, infelizmente. Se puder entrar em contato comigo, responda por aqui, q eu envio meu e-mail.
responder este comentário denunciar abusoUma perguntinha para os que criticam “a indústria do holocausto”.
O maior crime da história da humanidade deveria ser esquecido e não mais mencionado?
Na minha opinião deveria acontecer exatamente o contrário, ou seja, o massacre, holocausto, genocídio dos armenios deveria amplamente divulgado. Mas atenção, os que odeiam os judeus teriam que admitir que seus aliados da hora, os muçulmanos são capazes das maiores barbaridades, ficaria muito mais difícil vender a falsa imagem dos malvados israelenses contra os santos palestinos.
Para os que defendem uma Palestina em paz com Israel (sou um deles) digo que para isso é necessário que os palestinos se juntem a nós. O noticiário dos últimos dias está repleto de informaçõs sobre forte pressão que Egito, Arábia Saudita e Jordânia vem fazendo para que eles aceitem negociar. Ou seja, é mais do que claro quem se recusa a buscar a paz.
Repetindo o que eu e outros comentaristas já escreveram algumas vezes aqui: as políticas internacionais não se pautam por princípios e sim por interesses e conveniências. Isso vale para o Brasil, para os Estados Unidos e para todos os demais países do mundo. Bobagem tentar cobrar coerência
Isso Nietsche já disse:
se queremos descobrir como somos egoístas, basta ver as ações nacionais, que não tem disfarces éticos.
Jairo
responder este comentário denunciar abusoÉ claro que meu comentário acima é no sentido de tentar perceber-nos realisticamente, o mais possível, como uma crítica, e não apoiando tal situação.
responder este comentário denunciar abusoMuito bem. Hitler falava a mesma coisa. Vc está no caminho certo.
responder este comentário denunciar abusoSabe Fabio, acho que é nosso dever ético, como seres humanos, COBRAR coerência, ainda que não a ESPEREMOS de fato, por parte dos governos e políticos. E até razoável que possamos compreender posturas mais pragmáticas, de “realpolitik”. Deles, políticos, eu quero dizer.
responder este comentário denunciar abusoPerfeito Fabio,
Vale lembrar que nosso lider inquestinável absolveu o presidente Bashir, do Sudão, de estar cometendo genocídio contra parte de seu povo. Obama não reconhece o genocídio armeno e o Lula não reconhece o genocídio sudanês.
responder este comentário denunciar abusoConcordo, Hagá. Eu, em especial, me sinto profundamente desconfortável com a política justamente porque política é como nuvem (na expressão de Ulisses Guimarães): muda sua forma constantemente de acordo com o vento. Eu acho política um mal necessário mas também acho políticos, de modo geral, seres nojentos (com o perdão da agressividade).
Infelizmente eu sou obrigado a concordar que gerir a política externa de um país é, em boa medida, buscar atender aos interesses dos vários grupos econômicos, políticos, e da sociedade como um todo, o que pode conduzir a decisões de conveniência, comportamentos erráticos e retrocessos. A mesma mão que cumprimenta Obama também acaricia Fidel.
responder este comentário denunciar abusoFabio
“Eu acho política um mal necessário mas também acho políticos, de modo geral, seres nojentos (com o perdão da agressividade).”
O voto no Brasil é direto e universal!!!!!Nos é que somos nojentos(tá parecendo aquele humorista.rsrsrs).
Prezado Gustavo Chacra,
Gostei de seu artigo justo e esclarecedor. Você pôs o dedo na ferida e vai doer para alguns hipócritas e mentirosos.
Mahmoud Ahmadinajad não pode negar o holocausto judeu ou seu tamanho, é condenado e massacrado, mas Barack Obama e Hillary Clinton negam o holocausto armênio e, com eles, a AIPAC e aqueles que rezam pela cartilha desta organização que não prima por métodos isentos de caráter, como reconhecem, e você atestou, até judeus estadunidenses. O estado sionista nega o holocausto armênio e quem ousar chegar perto de questionar uma letra apenas da palavra holocausto judeu é chamado de anti-semita, para dizer o mínimo.
Os armênios foram recebidos por todos nós, no Líbano, de braços abertos e hoje fazem parte da nação libanesa, e deles esta se orgulha. Povo operoso, hábil e honesto, só nos dá alegria ter os armênios a nosso lado. Nas lutas pela libertação nacional do Líbano da ocupação francesa e das agressões vindas de fora das fronteiras libanesas e dentro do Parlamento, conta o Líbano sempre com seus filhos oriundos da Armênia.
Isto nos leva a outros refugiados. Os palestinos também foram recebidos de braços abertos e têm a solidariedade do povo e do governo do Líbano. O fato de não terem direito a certos empregos e à nacionalidade libanesa nada tem com a solidariedade libanesa para sua causa; eles são refugiados temporários, querem voltar para sua terra ocupada, os próprios palestinos entendem que qualquer emprego que tomem dos libaneses fará falta a seus hospedeiros e, em suma, nem palestinos e nem tampouco libaneses querem ajudar a consolidação do estado sionista pela eliminação do problema dos refugiados. Aqueles que expulsaram os palestinos, então que os aguentem, pois “quem pariu Mateus que o embale”. Somos solidários com os palestinos e, por isto, queremos que voltem a sua terra ocupada.
E o nosso querido presidente, que o senhor venera, com sua política externa excentrica, para dizer o mínimo, nega o genocídio sudanês.
responder este comentário denunciar abuso“O fato de não terem direito a certos empregos e à nacionalidade libanesa nada tem com a solidariedade libanesa para sua causa.”
Isto é uma piada de mau gosto. Não seria uma boa idéia aplicar este conceito a comunidade palestina no Chile também?
responder este comentário denunciar abusoBom ponto Marcelo,
Nunca percebera antes, mas engraçado que aos armênios, que brigam com a islâmica Turquia, os Libaneses concederam cidadania. Aos palestinos, que conflitam com o judeu Israel, não há cidadania. Prof Farhat, o senhor teria alguma explicação coerente para isso, que não seja fomentar o conflito com Israel?
responder este comentário denunciar abusoRodolfo,
Quantas vezes tenho que repetir que não sou eleitor do Presidente Lula? A sua afirmação sobre meu sentimento para com ele está redondamente enganada. Não tenho a mínima idéia qual o opinião dele a respeito dos acontecimentos no Sudão. Fica feio ficar fazendo afirmações levianas e sem base sólida.
Marcelo,
Eu conheço mais que o senhor o que se passa no Líbano e com os refugiados palestinos que lá estão; com certeza tanto quanto a sua ignorância que demonstra a respeito do assunto. Quanto aos palestinos no Chile, não tenho a mínima idéia do que se passa com eles. Se o senhor sabe, diga.
Pelo que me lembre, o Farhat não venera o Lula. Ele o respeita, assim como respeita outras pessoas. Já o vi criticando o atual presidente, assim como outros políticos. Só qe ele faz de forma elegante.
responder este comentário denunciar abusoRodolfo
O Lula não nega nada.Eu te entendo,você é judeu/brasileiro e de direita.Eu não sou nem de esquerda nem de direita.Só quero pontuar que porque você não simpatiza com o governo atual não significa que ele é do “mal”.E eu não te entendo quando:Você tá parecendo o pessoal da revolução de 64.Quando as coisas iam mal falavam que era por culpa dos comunistas.
Rodolfo,
Você acaba de provar que tem uma visão retrógrada e ultrapassada de tudo o que há à sua volta e tudo o que vai pelo mundo. A religião não é o que move o mundo; procure estudar e se inteirar da realidade e constatará que a coerência dos fatos citados está longe do Judaísmo. Cristianismo e Islamismo. Não use o santo nome de Deus e os seus ensinamentos em vão, é pecado; está nos Dez Mandamentos que o Profeta Moisés recebeu para transmitir àqueles que têm fé, isto sim é Religião.
GilbertoR,
Sempre tive dificuldade em me situar entre direita e esquerda. Em assuntos econômicos estou à direita de Reagan e Tatcher e em liberdades civis à esquerda do Gabeira. Decidi portanto, há muito tempo, não me preocupar com o assunto.
Para minha alegria descobri recentmente que alguém resumiu brilhantemente o que penso, definindo precisamente posições como a minha, e isto na década de 20! Louis Dembitz Brandeis, juiz da Suprema Corte americana.
E outra coisa, Lula com certeza nem sabe aonde fica o Sudão, mas o governo chefiado por ele negou sim, ou seja, esta é a posição oficial do Brasil, representado (muito mal) por ele.
“AIPAC e aqueles que rezam pela cartilha desta organização que não prima por métodos isentos de caráter”
Exatamente, 100% de acordo! Ao contrário de Hamases, Hezbollases e aqueles que rezam pelas cartilhas destas organizações que PRIMAM por métodos isentos de caráter”
Graças a Deus os Judeus civis que perderam suas casas na segunda guerra foram melhores acolhidos pelo mundo que não lhes negou residencia nem emprego para lhes obrigarem a voltarem para a Polonia,Alemanha,Austria,Letônia etc….
Graças a Deus o mundo não agiu com eles como os Libaneses agem com os Palestinos,senão teriamos refugiados judeus até hoje ao redor do mundo,inclusive no Brasil.
E os Judeus{Israel} conseguiram se entender com a Alemanha e receberam indenizaçõens e hoje os dois paises tem boas relaçõens.
Não teve uma “Siria e um Irã” para atrapalhar como fazem com os palestinos.
E o que os Judeus sofreram na mão dos alemâes é totalmente incomparavel ao que os palestinos sofreram na mão de Israel,e fizeram Israel sofrer na mão deles com atos terroristas.
Professor Farhat,sua explicação do Libano não dar cidadania aos palestinos é pobre e carece de lógica.
Mario,você tem um amigo aqui.Mario você é a quintessência da sociedade brasileira.É um trabalhador que “venceu”.Além disso é paulistano da gema,judeu askenazin(ou seja branco,louro de olhos azuis.rsrsrs).
Mario você tem todo o direito de admirar juizes da suprema corte dos EUA(é chique hein).
Não tem ai um brasileiro que você admira não,sem ser você,claro,ou um gringo?
Juca,
Não cabe a comparação. O caso dos judeus vítimas do nazismo não tem semelhança com o dos refugiados palestinos no Líbano. Este país tem um equilíbrio confessional extremamente delicado e como todo o poder é dividido proporcionalmente às confissões, a introdução de um contingente em sua maioria muçulmana sunita, desequilibraria toda a frágil harmonia. Ao tempo da chegada dos refugiados armênios a situação era outra, totalmente diferente, a maioria era ficticiamente cristã (incluídas todas as confissões) com base no único recenseamento ocorrido no país e altamente duvidoso, mas os muçulmanos, em sua totalidade não reconheciam o Líbano a não ser, como sempre foi, uma parte da Síria (a divisão foi feita arbitrariamente pela França) e, a valer isto, os armênios, em sua maioria cristã, em nada alteraria o poder sírio.
Aspecto mais importante ainda que o problema interno libanês é que absorver os refugiados palestinos enfraquece a reivindicação do regresso dos refugiados às suas terras, na Palestina. Só idiota daria esta colher de chá ao estado sionista e, nisto, os libaneses e os palestinos estão de acordo.
Farhat,
Não fique chateado comigo. É claro que o senhor entende de Líbano do que eu. Eu apenas citei a comunidade chilena como exemplo. Não acharia justo um descendente de palestino ter menos direito que qualquer outro chileno, independente dele ter ou não o direito de retornar para Israel.
Quanto aos refugiados palestinos, eu tenho duas certezas: a primeira é que eu não sei SE um dia esses refugiados voltarão para Israel. A segunda certeza é que o senhor não sabe QUANDO eles voltarão para o estado Sionista.
A pergunta que te faço é a seguinte: A maioria dos refugiados palestinos prefeririam receber hoje uma cidadania plena no Líbano , tal como os Armênios, ou prefeririam sofrer por tempo indeterminado (talvez por gerações) até que pudessem voltar a terra natal de seus ancestrais?
Chacra, acho importante frisar que o genocídio focou-se contra os armenos cristãos. Num contexto em que o ataque ao cristianismo está se tornando uma atitude “cult”, acho importante lembrar que o ódio contra crenças leva sempre a consequências desastrosas, e que isso não se aplica apenas ao lamentável Holocausto sofrido pelos judeus.
Agora, quanto à postura de conivência e mesmo ignorância popular frente aos desmandos de Obama, realmente é algo que merece atenção. Para muita gente, é conveniente que suas patuscadas não sejam divulgadas ou condendas, afinal ele é ainda a esperança de setores liberais da sociedade norte-americana. Para essas pessoas, sua imagem não pode de forma alguma ser manchada como foi a de Bush, ainda que isso custe a omissão da morte de civis e mais civis no Afeganistão.
Grande Chacra.
Voce mexeu num vespeiro.
E eu te ajudo: Mesmo negando o genocídio armenio e matando civis no Afeganistao (e porque nao incluir também Iraque), o senhor Barack Hussein Obama ainda ganha o “Premio Nobel da Paz” pregando que “as vezes a guerra é necessária para levar a paz”.
Coloquei Premio Nobel da Paz entre aspas porque na ocasiao da entrega do premio ao Obama o senhor Alfred Nobel deve ter “sambado” dentro do túmulo de tanto se revirar.
Barack Obama: surgiu como um messias aos olhos do mundo. Mas, ao que parece, não é muito diferente dos demais. Enfim, o “yes we can” não passou de uma frase de campanha eleitoral que perdeu a sua significação com o passar do tempo.
É lógico que todo governante faz as escolhas em beneficio dos interesses de deu estado, nao existem santos, todos buscam acordos e tratados em beneficio próprio, afinal o mundo nao é um mosteiro. Claro mosteiro nao ´eum exemplo de pureza e imparcialidade, olha é difícil. Infelizmente seu texto é irreal,lamento
Essa AIPAC é o câncer das administrações dos USA. O controverso na falta de reconhecimento deve estar, novamente, como sempre, na inclinação desses lobistas para a guerra.
Esses aficionados por guerra pensam é no futuro da base militar de Incirlik, no sudeste da Turquia. As instalações estão cedidas aos EUA e são de fundamental importância para o abastecimento das tropas americanas no Iraque e no Afeganistão. Querem expandir seu tabuleiro de guerra e pensam duas vezes antes de desagradar quem vai ceder terra para suas fortalezas de matanças, matéria prima para seus decadentes filmes…
Mohamad, se os irmãos árabes fossem tão bons os palestinos já teriam um estado. Coitados acreditam tanto nos irmãos. Os libaneses são tão bonzinhos que tem mais restrições a eles que os israelenses. Os arabes israelenses palestinos tem uma vida melhor em Israel que em qualquer pais arabe.
Os libaneses os mataram em Sabra e Chatila, os jordanianos os mataram no setembro negro, os sirios os mataram no Libano. Os Kwaitianos nem querem ouvir falar deles, os sauditas aliam-se a Israel, mas não aos palestinos, os egipcios constroem um muro mais intransponivel que Israel. Que sina. E depois falam que são os outros os culpados. Ficar em uma barraca por 60 anos é ajuda? Imagina quando eles forem contra. E o pior, nem vergonha tem de falar um absurdo desses. O que o genocidio armenio tem a ver com os palestinos e Israel? Quem o operou foram os islamicos, é problema deles. Imagina que culpar o lobby judaico muda alguma coisa. Israel não é culpado por isso e nem os judeus. O holocausto judeu não tem nada a ver com isso, comparações são absurdas. Os mesmos que culpam Israel por ter relações com a Turquia, não culpam o Brasil por abrigar terroristas, por ter relação intima com bandoleiros sul americanos e persas. Realmente eu não sei como funciona o cerebro deles. Mas deve ter um bug que nenhum antivirus conseguiria tirar. O bug se chama: Antissemitismo.
Excelente resposta Jose Antonio.
As pessoas gostam de esquecer os fatos.
Se libanes gostasse de palestinos eles os tratariam de igual par aigual nao e’?
José Antonio,
Seguindo sua linha de raciocinio : o que os palestinos tem haver com o holocausto nazista ?
Se o problema dos armenios é de islamicos com cristãos o dos judeus é de judeus com nazistas?
O resto que se dane?
É um raciocinio absurdo!!!
Existem arabes que gostam dos palestinos e arabes que não gostam, mas isso não exime Israel pela tragedia desse povo.
Nao se pode Generalizar “arabes” ou “judeus”
Mohamed,
Você acertou em cheio. Sei que vão dizer que mudei de casaca e estou defendendo interesses dos Estados Unidos, mas o que dizem não me atinge.
Falar em AIPAC e falar em esgoto é a mesma coisa. Falarei de arma e falarei, à medida do necessário, de outros aspectos das relações gringo-sionista e como aqueles bancam os bobos com o conluio da AIPAC.
Vamos a um fato isolado, para demonstrar que o estado sionista se aproveita da ajuda estadunidense para atuar contra os interesses dos Estados Unidos. Lembram do projeto do avião Lavi dos anos 1980? Não precisa, vou lembrá-los. Este projeto altamente oneroso para o Tesouro dos Estados Unidos foi financiado pelo governo Reagan com a infantil pretensão de dar ao estado sionista um seu próprio avião de combate, projetado e produzido em seu território (território palestino ocupado é óbvio.
Eu disse infantil, pois a Administração estadunidense pagou 90% dos custos e forneceu 50% da tecnologia necessária ao projeto. O estado sionista prometeu que não usaria o Lavi para competir com as exportações estadunidenses de aviões para o que chamam de Terceiro Mundo.
Apesar de todos os desmentidos daqueles que não têm compromisso com a verdade a AIPAC declarou em 1992: “O Lavi nunca teve a pretensão de competir com aviões de fabricação americana”, mas ocorre que o Washington Post, descobriu que a Israel Aircraft Industries, uma firma estatal contratada para produzir o Lavi, distribuiu brochuras de marketing logo no início do programa intitulado: “Lavi: The Affordable Fighter” e quem tiver um contato na Força Aérea Brasileira, um dos velhinhos já aposentados, poderá eventualmente obter um exemplar onde se lê que a projeção de vendas a outros países é de 407 jatos.
Sabem quanto custou o projeto que teve que ser abortado pelo excesso de tudo? O Tesouro estadunidense amargou com US$ 1,5 bilhão. Depois veio mais uma fatura de US$ 450 milhões de despesas de desativação do projeto.
Há mais, sabem onde foram parar os técnicos? Foram para a então racista África do Sul e lá desenvolveram o Cheetah-E, avião de combate semelhante em tudo com o Lavi, regiamente financiado a fundo perdido pelos Estados Unidos. Amigo assim só a AIPAC defende.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio,
você só se esqueceu de dizer que os palestinos estão sofrendo por terem sido expulsos de suas terras. E quanto a Sabbra e Chatila você se omitiu detalhes importantes, como o tal ‘carniceiro’.
É sério mesmo que você não consegue ver diferença entre as intenções de Bush, Bush, Ariel Sharon e Bashar al Assad e de Shimon Peres, rei Abdullah e Obama?
O Shimon Peres levou adiante o massacre de Qana e construiu mais assentamentos do que Sharon, o rei Abdullah desrespeita os direitos humanos tanto quanto Assad e Obama ordena ataques a que resultam na morte de civis, assim como Bush
responder este comentário denunciar abuso“…e Obama ordena ataques a que resultam na morte de civis, assim como Bush.”
Desculpe mas isso é reduzir demais a coisa. Bush tomou a iniciativa da guerra enquanto Obama a pegou em andamento. Obama poderia ter saído do Afeganistão? Pois Bush poderia ter saído muito antes. Por que não o fez? Porque talvez as condições não permitissem, não sei. O fato é que a guerra deveria ser a última das opções pois é sabido e notório que é fácil começar uma guerra mas muito complicado encerrá-la. Quando Obama decidir iniciar uma guerra espontaneamente talvez ambos possam ser comparados, até lá não.
responder este comentário denunciar abusoE tem mais Del, Obama pegou as milícias no Afganistão muito mais bem organizadas, porque o Bush havia concentrando os esforços na guerra do Iraque, que diga-se de passagem, ou o Bush era otário (o que parece mas não é) ou tentou enganar todo muito com o papo de armas de destruição em massa….fala sério
Ou seja, se o Bush se concentrasse no Afhanistão na sua caça a turpe do Bin-Laden, talvez o Obama pudesse programar o retorno das tropas, como está fazendo no Iraque, ao invés de fazer o que está tendo que fazer.
“Obama ordena ataques a que resultam na morte de civis, assim como Bush”
Obama ordena que o foco da tão difundida “guerra ao terror” seja no Afeganistão com o objetivo claro de desmantelar o Taleban, a Al Qaeda e todos os grupos radicais que corrompem as crenças islâmicas afim de promover o caos. Inevitavelmente, as ações ordenadas por Obama resultaram na morte de civis. E isso é sempre triste.
Agora, comparar a morte desses civis com o que fez Bush, não faz o menor sentido. Por que ele invadiu o Iraque mesmo? Quantas pessoas morreram lá?
Por favor, Gustavo, vamos contextualizar as coisas. O Obama está, a duras penas, tentando consertar o “mess” que herdou do Bush.
Não coloquemos ambos no mesmo balaio. É feio!
Abraço!
responder este comentário denunciar abusoParece que o mundo está começando a ver o que o Obama é. Ele não é criticado porque é politicamente incorreto, é negro, veio depois do Bush, esta baboseira que idiotas criaram para poder agir nas sombras. A Europa e principalmente a Espanha está cheia deles. Aqueles que defendem bandidos e fazem de tudo para condenar os que defendem a liberdade. Aqueles que criticam Israel por se defender dos árabes, mas aplaudem a Otan por incursões no Afganistão. O certo é, Israel tem que matar os terroristas, se não fizer paga por isso. E a Otan deve fazer o mesmo com Al Qaeda, Talibans e demais malfeitores.
Um exemplo claro disso é a confusão em Dubai. Alguém aqui seria maluco de defender os bandidos das favelas e achar que a policia é culpada de violencia. Ponha um uniforme de agente da lei e se defronte com um bandido. Vc. vai esperar ele apertar o gatilho e te matar, ou vai manda-lo mais cedo para o inferno. A diferença dos apoiadores de bandidos do OM é que estão bem longe disso. Se estivessem em Israel sentados em um bar, igual aqueles que nós frequentamos com os leitores do blog
e alguem entrasse com um cinturão cheio de dinamite, duvido que continuassem com essas ideias malucas.
J. Antonio concordo com você.Uma coisa é o ideal a outra a enorme realidade.
responder este comentário denunciar abusoHavera uma manifestação pacífica em frente ao MASP no dia 24/04/2010 a partir das 15hs em prol do reconhecimento do Genocidio Armênio.
Após a leitura de alguns comentários acima, dá pra ver que o ódio é presente no lado turco, no armênio, no judeu e em todas as outras classes sócio-politico-econômico-religiosa. Como falar em busca pela PAZ se quem a discute sempre resgata o ódio e as diferenças do passado??? É uma discussão vazia, sem valor. A questão principal, então, não é se houve genocídio deste ou daquele povo, mas se as nações estão de propensas a concessões em prol da Paz e entendimento global.
Gostei Gustavo.
uma posicao inteligente e imparcial no meu entender. sei que na Alemanha é proibido negar o holocausto judeu com pena de prisao e tudo o mais. portanto o Ahmadinejad é muito mau visto por aqui. mas se nao se pode negar um, porque pode negar o outro? e o que me impede de querer estudar um ou o outro?…..
abracos
Tai
Tai,
essa é uma pergunta que devemos nos fazer. Warum nicht?
“Mas se nao se pode negar um, porque pode negar o outro? e o que me impede de querer estudar um ou o outro?….”
responder este comentário denunciar abusoHagá so por curiosidade.Você tem ascendencia árabe ou alema ou só tupiniquim mesmo(igual ao perguntador)?
responder este comentário denunciar abusoGilbertoR, talvez você ficasse surpreso se soubesse as minhas origens. Considero-me apenas um Adamita, um descendente de Adão. É o que importa.
responder este comentário denunciar abuso_______________________
Papo no final de semana
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- Lembra daquela última vez que fui na ONU?
- Poxa presidente Lula, como podiamos esquecer?
- Pois é, precisei ir correndo no restroom.
- E aí, o que houve?
- Chegando lá tinham quatro portas.
- Quatro entradas em um só sanitário?
- Sim, ‘BADS’, ‘GOODS’, ‘REALPOLITIKS’ e ‘PIGS’.
- E na qual o presidente entrou?
- Não entrei. Sei lá onde eu iria encontrar o Obama, né?
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No “pigs” certamente ele não entraria, afinal ele é corinthiano!
responder este comentário denunciar abusoBaseado em varias atitudes anteriores dele, como por exemplo a de jogar papel no chão em uma cerimônia oficial, ele deve ter feito em algum canto qualquer.
responder este comentário denunciar abusoJohn Lennon e che guevara já morreram. O sonho esta acabando. O mundo é materialista e a ciência substituirá as religiôes. Ideologia leva o bem intecionado para o inferno. São paulino mata palmerense e mulsumanos matam cristãos ou vice versa.
Na guerra, pobre mata pobre para defender interesses dos poderosos.
O surgimento de regimes democráticos, principalmente nos paises de primeiro mundo, não terá volta. O mundo vai se globalizar e mais cedo ou mais tarde, organismos como a onu terão que por fim as ditaduras. Isso não depende de messias ou lider, depende de tecnologia. A internet não tem volta, ela é o novo messias que mudará o mundo.
Gostaria de ressaltar que nunca existiu guerra entre duas democracias. Abraços.
oxara, parece que voce acabou de ler kohelet. animo!
responder este comentário denunciar abusoEh verdade: os americanos tem dois pesos e duas medidas para tudo, nao soh para o genocidio. Por exemplo: o terrorismo e os crimes de guerra praticados por Israel nao sao considerados “terrorismo” nem “crimes de guerra”. Porem, quando “praticados” pelos arabes, asiaticos e sulamericanos o sao.
That’s right: the American government has a double standard for everything, not only for genocide. For instance: terrorism and war crimes when performed by Israel are not considered “terrorism” or “war crimes”. However, when these very same actions are committed or performed by Arabs, Asians or South Americans, they are vehemently condemned and classified as “TERRORISM” and “WAR CRIMES”.
Gustavo, os Armenios tambem não recenheçem o holocausto,não passa de um grande hasbara,
por ourto lado as relaçãos enter turquia, irã e armenia esta melhoramdo, tudo o oriente medio sabe que o estado sionista e probema, e so serve o interese dos sionistas (dinheiro), tudo esta mudando rapidamente, não vou falar de mr. obama que ela não passa de um dometicado que acreditou e era president,
Nunca duvidei das boas intenções de Obama. Mas também sempre achei que ele não conseguiria levar adiante suas idéias. A democracia nos Estados Unidos tem muito de fachada. Se permite que se troquem os governantes mas não o poder. Ali funciona a ditadura dos lobbies. São eles que financiam as campanhas de deputados e senadores. Não difere muito de outras ditas democracias.
O Gustavo, mais pela minha ignorancia a respeito do citado genocidio contra os armenios (que ja tinha ouvido falar, mas nunca pesquisei), gostaria que vc elaborasse mais sobre a pesquisa de historiadores respeitados, as provas e a profundidade das mesmas. Quer dizer, ja vi pessoalmente em museus arquivos e relatos historicos sobre o Holocausto por exemplo (enriquecedora experiencia, por sinal, que nao deixa duvidas sobre sua existencia ou o tamanho da tragedia que foi), mas creio que no caso dos armenios nao se ouve muito a respeito ou se ve muita informacao solida por ai. Por gentileza.
Concordo, Fabio. Outra parte que ficou meio obscura pra mim foi
“quando o presidente Barack Obama e sua secretária de Estado, Hillary Clinton, tentam impedir que o Congresso dos EUA aprove uma resolução reconhecendo o genocídio armênio, já aprovada pela Comissão de Relações Exteriores. ”
Como assim, eles tentam impedir? Isso é fato consumado ou boato de corredor? O que está sendo feito pra impedir essa aprovação? É coisa do Obama e Hillary mesmo ou lobby da CIA e Pentágono?
Ressalto que essas dúvidas só surgiram porque o assunto despertou bastante interesse. Parabéns, Gustavo, por proporcionar combustível de qualidade para o debate. Creio que este post vai bater recorde de comentários.
responder este comentário denunciar abusoO genocído armenio foi um ato bárbaro lastimável; uma página negra na história da Humanidade. Igualmente bárbaro e lastimável foram as bombas atômicas que os EUA lançaram no Japão a pretexto de encurtar a guerra e salvar vidas dos soldados americano. Portanto, os EUA devem desculpas ao Japão e ao Mundo pelo ocorrido.
Trato estas e outras questões no livro: O sociocapitalismo – por um Mundo Melhor. Disponível fre em: http://www.slideshare.net/pjvalente/o-sociocapitalismo
Nào existem desculpas por ato de guerra. Vc. pediria para o Japão pedir desculpas pelas barbaridades que fez com coreanos, chineses, malaios etc. Pelo ataque sem guerra de Pearl Harbor? Todos ataques injustificaveis, apenas por expansionismo e controle de região. Japoneses executavam seus prisioneiros, quando eram presos eram tratados no minimo como prisioneiros de guerra.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio está redondamente equivocado. Existe sim pedidos de desculpas por atos de guerras. Isso reaproxima países e restabelece confianças. O Ataque militar as bases americanas no pacífico foi traiçoiro e premeditado, mas o alvo era militar. O que não foi correto do ponto de vista ético, moral e religioso, os EUA pulverizarem milhares de civis: mulheres, velhos e crianças em Hiroxima e Nagasaki. Afinal os nazista não fizeram o mesmo nos campos de concentração?
Em toda a história da humanidade estes atos (queimar cidades com civis) são considerados bárbaros. Você sabe sobre isso?
Paulo
“uma página negra na história da Humanidade.”
Por favor retire a palavra negra.Você quis dizer terrível.
José Antonio, onde você leu queJapão não pediu desculpas aos países asiáticos?
O Japão pediu desculpas e compensou financeiramente os países da Ásia pelos crimes da Segunda Guerra.
Se não conhece história, é melhor pensar duas vezes antes de abrir a boca. Ou corre risco de passar vergonha, sendo corrigido em público.
Estimado jonalista Gustavo Chacra
Seu artigo presta um importante serviço a causa dos Direitos Humanos. Um genocídio é imprescritível. Os efeitos dele são tão alarmantes quanto o fato. O negacionismo turco apoiado pela Casa Branca coloca em risco todos os seres humanos indefesos nas regiões de conflito. A resolução 252 do congresso americano é o primeiro passo para uma longa caminhada na busca de justiça e vai obrigar futuramente que o governo americano e seus representantes oficiais usem o termo “genocídio” ao se referir aos tristes fatos ocorridos em 1915.
Isso deve despertar ainda mais a atenção das lideranças mundiais com fatos tristes como os que ocorrem em Darfur e que devem ser imediatamente criminalizados incluindo os financiadores diretos e indiretos desse crime.
No caso do reconhecimento do genocídio armênio, espero que a sociedade turca consiga assim enfrentar outros fantasmas e trilhar o caminho da democracia e dos Direitos Humanos.
James Onnig Tamdjian
James Onnig Tamdjian,
Como vivi muitos anos no Líbano, aprendi a considerar os armênios nossos irmãos e nossos companheiros de luta contra tudo que de mal atinge os libaneses, aos quais estão incluídos os armênios. A multifacetada negação do holocausto armênio, deve ser combatida. Que tal irmos engrossar a manifestação de 24/3 no MASP e chamar a atenção da sociedade brasileira para ele?
Farhat, é no 24/04. Um sábado.
responder este comentário denunciar abusoSempre duvidei das intenções de Obama. É um boneco manipulado pela CIA e por Sionistas.
Nossa muito engraçado O carlos 3 Mer.
responder este comentário denunciar abusoquanta sutileza voce exala.
responder este comentário denunciar abusoOs Armenios tem um grande sonho de um GRANDE ARMENIO por isso estao somente fazendo barulho historiadores turcos conviaram os armenios para abrir os arquivos do emperio ottomano mas ate hoje eles nao aceitaram esta proposta.Outra coisa Turquia assinou um documento para normalizar as relaçoes entre dois paises e ainda esta esperando Armenia levar o documento no parlamento.Na Turquia moram oficialmente 120.000 armenios e deve ter muito mais que fogem da Armenia para morar na Turquia em especial Istanbul.Esta coisa de genocidio e uma bobagem e nao faz absolutamente nenhuma diferenca quem assinar.Alias eles nem tem o direito se votar sobre uma coisa desta.
O país armenia não representa o povo armenio trucidado. São povos diferentes.
responder este comentário denunciar abusoMatheus, os armênios do país Armenia eram do Imperio Russo. Não são os mesmos que sofreram o massacre, na Anatolia. Logo, o acordo de paz não envolve os armênios de origem otomana. E o número de 120 mil armênios indica ter havido uma limpeza étnica, já que eram 2 milhões na época do genocídio
responder este comentário denunciar abusoEsta Armenia do império otomano não existe mais. A Armenia com capital em Yerevan é outra. Por isso a confusão. Os turcos além de ter essa mancha na sua história tem também outra com os gregos, mas como não tem judeu na história pouco importa
responder este comentário denunciar abusoSenhor Matheus
Os armênios tem o sonho de obter justiça. Abrir os arquivos daqueles que perpetraram o genocidio certamente não vai acrescentar nada. Os protocolos de intenções aos quais o senhor se refere tentam tirar da constituição da República da Armênia, livre e soberana, os artigos que colocam o estado armênio como defensor do povo e da história incluido ai o reconhecimento do genocídio. As pessoas não fogem da Armênia, elas fogem da pobreza causada em grande parte por um bloqueio econômico turco que ao fechar as fronteiras com a Armênia em 1993 isolou o país. Muitos dos atuais trabalhadores armênios na Turquia são recrutados por intermediarios turcos e levados a trabalhar em condições sub-humanas, já que a Turquia é uma das rotas do trabalho escravo e do vergonhoso tráfico de seres humanos no planeta.
James Onnig Tamdjian
Matheus,
Lembro-lhe que pimenta nos olhos dos outros é colírio. Negar o holocausto armênio e menosprezá-lo se fosse com outros seria crime, anti-semitismo etc e tal.´Tenha a humildade de participar do pesar dos outros, é um gesto humano.
Gustavo,
Se o lider iraniano ou qualquer outra pessoa questiona a existência do Holocausto judeu, em minha opinião, está errado. Mas, isso não quer dizer que este episódio negro da história humana, (ou qualquer outro crime contra a humanidade, como o genocídio armênio) não possa SEMPRE ser estudado, analisado, questionado em sua extensão, causas e consequências.
Novos fatos sempre ocorrem. Todo dia abre-se um arquivo, encontra-se um diário, analisa-se um episódio, esta é a dinâmica da história e consequantemente a função do historiador isento.
Qualquer objeto ou fato histórico pode e deve ser visto sob vários angulos insisto SEMPRE. Se é visto só de um lado corre sério risco de se tornar “versão oficial” quew sabemos subordina-se normalmente a quem interessa (poder) esta versão.
A história não pode ser fechada e enclausurada no passado, sob pena de se transformar em mitologias, e como sabemos os mitos não são comprovados pela realidade.
Liberdade para os historiadores contemporâneos, em sua missão de trazer á tona a verdade ocorrida é o mínimo pra quem deseja que episódios assim nunca mais ocorram, com nenhum povo no mundo.
INFELIZMENTE, leis que proibem este estudo e somente versão hollywoodiana dos fatos não inibem que outros crimes de lesa humanidade voltem a acontecer.
youssef,
estudar sempre eh bom. negar a realidade nao eh bom.
o presidente do ira nega a realidade no limite do que pode faze-lo publicamente.
responder este comentário denunciar abusoYoussef
“Mas, isso não quer dizer que este episódio negro da história humana,”
Por favor retire a palavra negro.Você quer dizer terrível.
Pobre Obama, totalmente inerte em face dos lobbys! É incrível como os democratas apenas adicionam ”cinismo” à política americana. Isso é histórico. Na impossibilidade de fazer o que quer, Obama virou uma figura patética que nem mais consegue virar o pescoço pro lado esquerdo para dizer o que pensa. Incorporou a marionete! Eu já sabia!!!!!
Pq nao publicou o meu comentario? Sao fatos que pode verificar!
Às vezes demoro um pouco porque estou sem internet
responder este comentário denunciar abusoChacra, é com grande satisfação e orgulho que vejo as provas de imparcial isenção do seu senso de justiça.
Você é um homem livre !!!
Fiquei admirado, e adicionalmente em especial por ver tamanha liberdade de pensamento num jornal que prima pela censura.
De fato, a AIPAC não serve ao povo Israelita, mas tão-somente aos poderosíssimos lobbies do complexo industrial militar, que usa Israel para promover o marketing da guerra e vender armamentos.
E é a própria Torá que determina que o povo judeu apenas poderá se reunir com a vinda do esperado Messias, e sob a sua liderança.
O sionismo é uma dissidência do povo judeu, porque nega as suas origens históricas.
Portanto, o regime sionista não detém a legitimidade que alardeia, e subsiste apenas às custas do poder dos Rothschild; estes, interessados apenas em usar a Causa Judaica como cabeça-de-ponte do domínio anglo-americano sobre o Oriente Médio.
Os EUA há muito já mataram a sua bandeira original de “Farol de Valores e Virtudes”, para abertamente engrossarem a lista histórica dos impérios agressivos e invasores.
Obama é apenas mais um representante do ‘Stablishment’ americano, em parte nas mãos dos Oligarcas locais e parte nas dos estrangeiros Rothschild. Se os contrariar, terá o mesmo destino de Kennedy.
A estratégia oculta está num livro do assessor de Obama, o Zbiegnew Brzezinsky – de extrema direita – obra denominada de “The Grand Chessboard”, para dominar a EurÁsia = Rússia+China+Índia.
O objetivo final está revelado no “Camelot Project”:
É impedir a irresistível ascensão dos asiáticos, que iriam se tornar majoritários, e assim dominar economicamente o mundo. Pretendem começar com uma guerra entre Iran e Israel, para depois estender a uma guerra nuclear e bacteriológica contra a China, e reduzir a população da Terra em 50%.
Leia William Engdhal, Paul Craig Roberts, Rick Rozoff, Michel Chossudovsky, Michael Hudson, Ellen Brown, Eric Walberg.
Veja o site:
- “Global Research Center”, no Google aponta 228 milhões de acessos.
Cordialmente,
Francisco Almeida.
Mais um que quer ensinar sionismo para sionistas, e pior que não tem vergonha de tantas bobagens.
responder este comentário denunciar abusoOrigens históricas e religião, falar da torah sem nunca ter lido em hebraico e nem ter visto os pergaminhos. Gustavo obrigado pelo blog existir, eu nunca pensei que o Brasil fosse assim.
responder este comentário denunciar abusoFrancisco é a grande conspiração sionista “international”!!!???Isso tá parecendo programa do Datena.
responder este comentário denunciar abusoEngraçado, acho que já vi gente querendo dar aula sobre Alcorão porque se achava inteirada do assunto porque a empregada palestina havia lhe explicado… mais uma vez usam dois pesos e duas medidas!
responder este comentário denunciar abusoAhnn agora entendi! os Rotschild devem ser os cabeças do grupo dos protocolos de Siao.
E Yoko, então um erro justifica outro?
vcs não enganam.
responder este comentário denunciar abusoHá dúvidas, razoáveis, sobre a extensão do genocídio judeu. Primeiro porque trata-se de uma estimativa. Ou seja, ninguém contou um por um. Depois, o tamanho dos fornos nos campos de concentração, isto é, sua pouca capacidade “de produção” não autoriza a conclusão de que foram 6 milhões de mortos (ao menos para o judeu Jonathan Littell, autor do horripilante “As benevolentes” o número não passaria de 5 milhões). Pois bem: que fossem “só” 100.000 e já seria um genocídio e tanto.
Quantos aos armênios, torço para que eles tenham ao menos uma compensação moral. A financeira é mais complicada.
E a grande verdade disso tudo é que os EUA são mesmo um império podre, aético e que terá as suas culpas expiadas mais cedo ou mais tarde.
José Maria Furtado, não há dúvidas sobre a dimensão do Holocausto judaico, conforme comprovam documentos em museus, bibliotecas e universidades ao redor do mundo. Basta procurar que terá resposta para as dúvidas. Os próprios alemães reconhecem o genocídio
responder este comentário denunciar abuso“Há dúvidas, razoáveis, sobre a extensão do genocídio judeu. Primeiro porque trata-se de uma estimativa. Ou seja, ninguém contou um por um.
Depois, o tamanho dos fornos nos campos de concentração, isto é, sua pouca capacidade “de produção” não autoriza a conclusão de que foram 6 milhões de mortos (ao menos para o judeu Jonathan Littell, autor do horripilante “As benevolentes” o número não passaria de 5 milhões).”
voce so pode estar brincando. sua conclusao se deve ao que voce leu de 1 cara que tem como credencial que supostamente eh judeu?
e assim que voce acostuma se informar para sair com essa arrogancia a fazer afirmacoes publicas tipicas de um bom antisemita?
voce quer discutir que nao eh 6 mas 5 milhoes? voce esta aguardando a contagem manual?
responder este comentário denunciar abusoOs fornos foram arrumados e superdimensionados para matar mais, acho que vc. está enganado ou le em lugares antissemitas. Conhece os lugares onde isso aconteceu? Ou fica lendo as revistinhas antissemitas que compra? Alguem está furtando a sua inteligencia
responder este comentário denunciar abusoZé Maria,
Na verdade foram 11 milhões de assassinados, sendo aproximadamente 6 milhões de judeus.
responder este comentário denunciar abusoPrezado José Maria,
Também li “As Benevolentes”. Repare que 1. é um livro de ficção, não uma obra que se pretenda histórica ou científica e 2. em nenhum momento no livro o número é “diminuído” para 5 milhões; o que ele afirma é que desse número haveria “prova incontestável”, e que as estimativas dos números reais passariam de 6 milhões.
Gente vocês estão pegando pesado. Littel é um escritor genial DE FICÇÃO. Hoje ele mora em Barcelona mas já morou em Israel. E o livro não é de maneira nenhuma negador do holocausto nem nunca teve esta intenção, uma vez que ele próprio teve ancestrais mortos na Hungria.
Nunca ninguém acusou Littel de anti-semitismo. Muito pelo contrário. Acusam-no de escrever histórias sobre o holocausto apenas para ganhar mais leitores.
Não sei de onde tiraram que ele se pretende a provar qualquer coisa. Procurem por uma entrevista que ele deu ao Haaretz.
De novo essa conversa!
Se apenas um judeu tivesse sido queimado em um forno pelo simples fato de ser judeu ainda assim seu algoz seria um bárbaro digno de repulsa…
Qual a razão dessa conversa? dizer que não foram 6 milhões e que sendo um número menor os judeus deveriam reclamar menos? que um número menor tá na média e pode ser aceito? … ou que eram judeus mesmo…
A miséria humana não têm fim!
responder este comentário denunciar abusoPaulo,
Você disse tudo, um só, seis milhões ou cinco milhões novecentos e noventa e nove dá no mesmo; o crime foi cometido -um crime contra a humanidade. E muitos crimes continuam a serem cometidos já que a lição não foi aprendida. Criminoso escapa, escapa, escapa, mas um dia paga.
Antes de mais nada, Ahmadinejad nunca negou o holocausto. A Counterpuch já desmistificou esta mentira deslavada. O que os tradutores fazem é moldar o persa do Ahmadinejad par adequar aos interesses dos EUA e aliados.
Isto superado, é fato, Obama tem todo o direito de negar o genocídio armênio para agradar seu aliado turco – assim como fecha os olhos para o genocídio dos Palestinos nas mãos de seu aliado israelense – mas ninguém mais no mundo pode fazer o mesmo.
Os EUA constantemente patrocinam e negam gneocídios e nada é feito. O mundo tem a capacidade de fechar os olhos e comprar – ou ser comprado – qualquer baboseira dita pelos EUA.
É lamentável, mas é a realidade. Os estados maqueiam a realidade como bem entendem. Compre quem quiser
http://tsavkko.blogspot.com/2010/03/estados-verdades-e-democracia-maquiagem.html
A diferença entre Bush e Obama, assim como de todo democrata e republicano não são as atitudes, mas a forma como sua mensagem é recebia e como discursam. O republicano é feio, ignorante e você não gosta dele – mas faz o que ele manda. O democrata é bonito, tem sorriso no rosto, é cosmopolita… E você faz o que não gosta, mas finge gostar porque… o sorriso é tão lindo!
A diferença entre Bush e Obama no caso de politica externa é zero.
Os EUA tem interesses que fazem valer com invasão militar inclusive.Se outras nações acham que estão lucrando ótimo,se não, acho pouco provavel que faça diferença para os EUA.
No caso da bomba iraniana ,paises como o Brasil só podem propor negociação.Nos só temos saliva.Eles tem saliva,arsenal convencional, nuclear,dolar para subornar e etc.Nos vamos subornar o Irâ com reais!!!!!
Eu nunca vi um genocidio onde a quantidade de pessoas só aumenta, não diminue. Realmente conseguiram com os palestinos criarem um genocidio pelo avesso. Acredite quem quiser e não se preocupe em falar asneiras.
responder este comentário denunciar abusoSr. Tsavkko,
Meus parabéns pelo seu comentário.Até onde eles(eua)iram chegar? quem sabe até encontrar um novo Vietnã
“O que os tradutores fazem é moldar o persa do Ahmadinejad par adequar aos interesses dos EUA e aliados.”
e voce sim sabe o persa para afirmar tal bobagem? ou estara repetindo outros? ou conversou com o ahj?
responder este comentário denunciar abusoHolocausto em Gaza?
Holocausto é a matança indiscriminada e sistemática de uma população, isto NÃO ocorre em Gaza.
Se você não gosta de Israel, é direito seu, apenas não falte com a verdade.
Os americanos e a OTAN impediram o genocidio dos bosnios muçulmanos. os irmãos não estavam nem aí.
responder este comentário denunciar abusoConcordo com o Chacra; um outro assunto que mereceria um comentario seria o massacre de Nanking, cometidos pelos japoneses, onde morreram milhoes, e que governos americanos tentam esconder por ser aliados dos niponicos, sendo assim, nao tem moral para criticar o presidente iraniano !
A moral deles é que são a maior economia da terra.Esses massacres terriveis que aconteceram só são lembrados pelos vencedores das guerras e pelos povos que foram massacrados.Nesse sentido entendo perfeitamente os judeus(e outros povos na mesma condição) por desconfiarem de tudo e de todos.
Vale ressaltar que Israel é um dos paises desenvolvidos do mundo atual(e só com 60 anos de existencia).
Prezado Thomas,
Há farta documentação do massacre de Nakin, inclusive em documentários sobre a II Guerra em DVD (eu compro tudo que aparece). Os próprios japoneses dizem que esse material foi compilado e disponibilizado pelas forças armadas dos EUA, logo ao final da guerra.
Ops, “Nankin”.
responder este comentário denunciar abusoconcordo com o joão brasiliano e olho com desconfianças a análise de gustavo cacha, para mim o comentário de gustavo está polarizado tem um teor sutil de criticar a diplomácia do governo lula que por sua é muito boa e demonstra grande personalidade e não subserviência como aquela aplicada pelo governo FHC.É MUITO RUIM QUANDO COMENTÁRIOS EM JORNAL DE GRANDE DIMENSÃO COMO ESTADÃO POSSUEM COMENTÁRIOS POLARIZADOS TAL COMO O DE GUSTAVO CHACRA, GUSTAVO POR FAVOR VC COMO COLUNISTA FORMA OPNIÃO TAMBÉM, ENTÃO SEJA IMPARCIAL FAÇA UM COMENTÁRIO NEUTRO E NÃO POLARIZADO, ESTÁ MAIS QUE NOTÓRIO QUE NESTE ANO DE ELEIÇÃO VOCÊ É PSDB E DEM.É CLARO SE ESTIVER NO BRASIL,POIS PELA SUA FALTA DE BRASILIDADE VOCÊ DEVE ESTÁ EM OUTRO PAÍS DO HEMISFÉRIO NORTE E NÃO BRASIL, TALVEZ O EUA.
Fidel, não escreva em caixa alta. Na linguagem da internet isso significa gritar e é mal educado.
responder este comentário denunciar abusoBrasilidade na sua opinião é concordar em ser roubado.
É concordar em transformar o Brasil em uma Venezuela, ou pior em uma Bolivia. Não critique os outros por estarem fora do pais. É apenas trabalho e não patriotismo. Parece que as pessoas não conseguem entender que brasileiros vão para onde entenderem sem serem menos brasileiros que os que ficaram. É como a critica da “dotora” que disse que os que ficaram presos são superiores aos que foram exilados. Os que ficaram presos é porque eram bandidos. Os outros foram trabalhar e não ficaram as custas do governo.
Fidel o nome do ilustre jornalista é Chacra.
Fidel vossa senhoria é cubano?
.
Em tempo…
pesquise no Google :
“NWO, ou New World Order”.
… e verá coisas aterradoras …
Abs, Fco.
.
Pois é… nao entendi bem, mas vamos lá:
eu busquei NEW ORDER e achei um monte de musica legal.
responder este comentário denunciar abusoOs EUA têm dois pesos para tudo: um para o Irã e outro para a Arábia Saudita por exemplo.
Alguém já ouviu falar de eleições na Arábia Saudita? Já viu uma mulher de lá na TV, pelo menos nas olimpíadas? Já assistiu a um filme saudita na mostra de cinema? ]
Por que tanta ira contra o Irã? Vou acabar achando que eles realmete precisam de uma bomba atômica, antes que sejam condenados pelos EUA a virar uma Arábia Saudita…
Mais uma contradição apoiada por muitos aqui.
responder este comentário denunciar abusoTem uma coisa que não entendo.
Sem entrar no mérito dos fatos ocorridos em 1915 (sem dúvida trágicos e lamentáveis), por que o “reconhecimento” por parte do EUA é tão importante?
Se os EUA “reconhecerem” vai mudar alguma coisa?
Por que o “reconhecimento” por parte dos EUA é mais importante do que o da Bolívia, por exemplo?
Será que nossas mentes não são colonizadas?
Peota, muda sim, pelo caráter simbólico e também pelas indenizações
responder este comentário denunciar abusoE quanto aos negros? Quantos milhões morreram e foram escravizados, inclusive para o novo mundo? Desses ninguém também fala. Eu acho que é tudo questão de conveniência. Inclusive a igreja dizia que os negros não tinham alma, hoje estão suplicando por fiéis na África. Como eu disse, é apenas o que convém, e assim é com os Armenios.
responder este comentário denunciar abusoNão dá para afirmar que as pessoas não estão nem aí para a escravidão dos negros. Nos EUA há políticas afirmativas para afrodescendentes; no Brasil há sistema de cotas. Podem não ser suficientes, mas não dá para afirmar categoricamente que ninguém liga.
responder este comentário denunciar abusoEM PORTUGUÊS. ESTE ARTIGO É DE HOJE :
( por Paul Craig Roberts).
http://resistir.info/eua/roberts_26fev10_p.html
” A corrida louca para a hegemonia americana põe em perigo a vida na Terra”.
Abs, Fco.
Eu nunca vi lingua mais dificil que o farsi. Ninguém consegue traduzir. Claro que existe a má vontade e a intenção de esconder atos maléficos. Nunca pensei em viver tanto ao ponto de ler tantas bobagens. Será que não conseguem traduzir o que o iraniano falou para o sirio. Ele entendeu.
Acho que ainda não respondeu à pergunta que fiz.
05/03/2010 – 13:13
Enviado por: Hagá
Sem desviar do assunto objetivo, você acha certa a campanha da AIPAC contra o reconhecimento do Holocausto Armênio?
Hagá,
Certas coisas o senhor José Antonio nao responde e se omite, vide a resposta da Yoko acima na afirmacao dele sobre “Desculpas de guerra”.
Em poucas palavras: Se sente o dono da verdade e nao tem humildade de aprender junto com todos.
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Este numero nao existe, se realmente os armenios fosse atras da verdade poderiam aceitar a proposta da Turquia para abrir os arquivos num lugar independente como LAHEY.Outra coisa, voce mesmo esta falando Anatolia onde era dos Turcos muito antes do que dos armenios, entao os armenios que estavam na terra dos turcos e houve uma guerra para tomar as terras invadidas.Nesta guerra os armenios tambem mataram muitos civis turcos enquanto estava fugindo, quimando cidades aldeias matanda civis.
Matheus, os armênios eram habitantes do Império Otomano, que era controlado pelos turcos, mas não habitado apenas por estes
responder este comentário denunciar abusoOs judeus da AIPAC nunca negaram o genocidio armenio, isto é uma mentira. O relacionamento do lobby é apenas um negócio com os turcos. Sabemos como os islâmicos se comportam.A Turquia é apenas mais um peão util para a defesa de Israel. Um povo como o judeu jamais negaria isso. Não confundam os judeus com o que os outros povos fazem. Nós estamos aguentando 3000 anos de sacanagem do resto do planeta. E vamos aguentar mais 3000, sabemos que não vão mudar. Por isso não damos moleza a quem nos quer destruir. Aquele judeu que aguentava sacanagem diaria por parte de outros povos morreu na decada de 40. A irritação toda é porque passamos a nos defender e não conseguem mais nos matar em escala industrial. Os armenios deveriam fazer isso. O dia em que fizerem os islamicos também vão partir pra cima deles. Não existe povo bobo pra sempre. Um dia a coisa muda.
Maria Helena, os armênios, que são cristãos, se consideram palestinos quando vivem no que hoje é Israel. Também vivem muito bem no Líbano e na Síria. E como os islâmicos se comportam? Imagine se alguém escrevesse “sabemos como os judeus se comportam”? Você consideraria anti-semitismo? Aliás, dizer que os judeus mortos no Holocausto eram fracos não pode ser classificado como anti-semitismo? E a AIPAC faz lobby para a Turquia na questão do genocídio armênio. Isto é, indiretamente, nega que tenha havido. Imagine se a AIPAC fizesse lobby para não reconhecerem o Holocausto?
responder este comentário denunciar abusoNão acredito que Gustavo tenha errado, muito menos mentido, ao situar a posição lamentável da AIPAC no artigo.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, os judeus do holocausto não eram fracos, apenas seguiam o que o judaismo ensina. Ser paciente com os não judeus. A visào dos judeus pré Israel era, nós somos estrangeiros e devemos nos comportar bem. Isso não valeu de nada na Russia, Polonia, Alemanha e outros paises. Agora temos Israel e a visão sionista, e não precisamos mais levar desaforo para casa. Como qualquer povo. Os armenios ainda precisam aguentar porque estão em terras estrangeiras. Os judeus pré holocausto sempre foram o esteio das sociedades em que viveram e isso sempre despertou a inveja dos outros. Lá no Brasil ainda despertam inveja, mas acompanhados dos arabes. Monte um negócio perto de judeus ou arabes e espere alguns anos. O outro falirá e sairá dissendo que judeus e arabes roubam ou fazem negócios ilegais. Os menos providos de tino comercial sempre culpam os outros, não a si mesmo. Só não acontecem pogrons porque o povo brasileiro é avesso a violencia.
responder este comentário denunciar abusoÉ precisamente por essa razão que eu prefiro ser sócio de judeus e/ou árabes …. é dificil competir com eles….rsrsrs
responder este comentário denunciar abusoDona Maria Helena(R…).
Num blog para tras a senhora disse que eu falei que Israel é o problema.Eu não disse isso.Eu disse que achava que os sirios pensavam assim,ou seja ,achometro da minha parte.
Eu sou só brasileiro mesmo e sigo o Brasil que foi um dos paises que reconheceu Israel(imediatmente apos a resolução da ONU)e quero acreditar que reconheceu o Estado Palestino também.
Gilberto,
Voce segue o Brasil que foi um dos paises que reconheceu Israel, eu também. Até onde sei o Brasil também reconheceu o Estado Palestino e nem poderia ser diferente, já que a resolução foi a da partilha.
Israel e os judeus, como nós dois e mais o Brasil, fez o mesmo. Fica faltando alguém? Quem?
Leiam o livro “A Indústria do Holocausto”, que, a título de curiosidade, foi escrito por um judeu.
Sem mais.
JB, parece que vc. não acredita. Não vá passear na Alemanha. Ficaremos sem a sua boa cia.
responder este comentário denunciar abusoJB(W…)eu e você sabemos que esse livro é um libelo.Portanto com uma boa dose de exagero.Mas fica tranquilo eu te entendo(não esqueço daquilo que você me falou sobre o perigo que seus entes queridos passaram no “Lubnan”)
responder este comentário denunciar abusoLeia a reportagem sobre o filho de um dos fundadores do Hamas que esta exilado na Europa e diz que o Hamas é a desgraça do povo palestino e que se pudesse lutaria ao lado dos israelenses para expulsar o Hamas de Gaza.
E “a industria dos refugiados palestinos” que Arafat e sua mulher e seus politicos e generais parazitas roubaram bilhôens dos pobres palestinos.
Na industria do Holocausto,o dinheiro foi parar na mão das vitimas do nazismo,e não de dirigentes safados ladrõens.
E a grana da indusria da seca e de milhõens de dolares que são roubados dos cidadôens braziliano do Brasil???
Como cidadão do Brasil,pois você não tem nada haver com judeus e palestinos,o que você tem a dizer sobre isto?????
O livro não é sobre o Holocausto. É sobre a Indústria do Holocausto. O autor faz a distinção logo de início.
responder este comentário denunciar abusoE os paises árabes,o que fazem ou esbravejam na ONU em relação ao massacre de mulçumanos no afeganistão no Iraque ou na Tchetchenia?????
Nada,lambem as botas dos americanos e dos russos.
Porque o bloco de paises árabes não incentivam um “relatório goldstone” para Obama e Putin se explicarem dos seus massacres contra os irmâos mulçumanos????
Vocês não tem moral para nada.
Gustavo:
Um relatório “Goldstone” similar para investigar o massacre russo e das tropas da OTAN no Afeganistão,e dos americanos no Afeganistão e no Iraque.
Não vi um pais árabe pedir um relatorio similar ao “Goldstone” para os USA,OTAN e Russia,só para Israel.
Portanto a questão não é a união mulçumana pelos mulçumanos,e sim contra Israel.
E os irmãos que se odeiam mais se unem para brigar com o vizinho.
E porque não passaram das criticas as guerras do Iraque e Ageganistão{ para consumo interno ruas árabes}para a luta da implementação de um relatorio goldstone similar ao que implantaram contra Israel???
É por isto que digo que os paises árabes não tem moral para falar sobre como Israel se poziciona em relação a Armenia que nem irmãos de Israel são como são os “irmâos mulçumanos”.
José, vocês quem? Os países muçulmanos criticam sim os massacres no Iraque (até mais do que em Gaza) e na Tchetchênia. E o relatório Goldstone não foi proposto pelos países muçulmanos
responder este comentário denunciar abusoGustavo, li o Relatório Goldstone inteiro. Ele é de alto nível, imparcial e condena tanto as ações de Israel como o lançamento de foguetes caseiros Qassam da faixa de Gaza contra o sul de Israel. O texto é fácil e, apesar das cerca de 570 páginas, que assustam pelo número, as letras são grandes e o espaçamento também. A linguagem é fluida. Vale a pena ler. Acho que basta um final de semana.
responder este comentário denunciar abusoHaga sinceramente, na sua opinião o que vc. acha que Israel deveria ter feito depois de 8000 foguetes lançados aleatóriamente contra seu território. O que fariam outros paises? Lança-los de volta? Não daria Israel não os tem. Usar arco e flexa? Também não daria, a IDF não tem este treinamento. Pedir para pararem? Terroristas só entendem a violencia como dialogo. Vejam como ficaram quietinhos. Claro até esquecerem e tomarem outra surra. Bandidos não aprendem. Pense em sua vida pessoal. Imagine seu vizinho lançando pedras em seus filhos durante 8 anos. O que vc. faria?
responder este comentário denunciar abusoOntem na esplanada das mesquitas, palestinos começaram a jogar pedras nos judeus que rezavam no muro das lamentações. Claro que a policia interviu e muitos ficaram feridos. Pergunto pra que esta provocação inutil, sabendo que vão perder. Depois choram para o mundo ficar com pena. Israel cedeu o acesso e gerenciamento das mesquitas aos arabes, o que eles querem mais? Quando mandavam em Jerusalem, os judeus não podiam ir ao muro e além disso destruiam sinagogas e urinavam no muro. Os judeus jamais desrespeitaram as mesquitas. Esta é a diferença entre os dois povos. Falta respeito de um dos lados
Maria Helena, este assunto nada tem a ver com o tópico. Mas, de qualquer forma, Israel proíbe que pessoas palestinos com menos de 50 anos rezem na mesquita. E os que moram na Cisjordânia, sem autorização, tampouco podem ir
responder este comentário denunciar abusoAo lado do recente projeto provocativo de anexação ilícita de terras em Hebron e Bethlehem [por razões teocráticas], policiais de Israel teriam permitido a invasão dos jardins da Esplandada das Mesquitas por judeus radicais, dos assentamentos, em mais uma atitude belicosa, como se Netaniau pretendesse uma nova Intifada para se legitimar, posando depois como vítima e invertendo a situação. Só que esse discurso não funciona mais.
http://electronicintifada.net/v2/article11110.shtml
Rights group: Israeli forces responsible for settlers’ provocation at al-Aqsa
Press Release, Palestinian Centre for Human Rights, 2 March 2010 The following press release was issued by the Palestinian Centre for Human rights on 1 March 2010: The Palestinian Centre for Human Rights (PCHR) condemns with the strongest terms storming the yard of the al-Aqsa Mosque in East Jerusalem by hundreds of Israeli settlers and their supporters, escorted by Israeli security forces. PCHR further condemns the use of excessive force by Israeli Occupation Forces (IOF) against Palestinian civilians who gathered inside the mosque and/or attempted to prevent the provocative entry of settlers into the mosque. PCHR recalls that the storming of the mosque took place one week after a decision taken by the Israeli government to include the Ibrahimi Mosque in Hebron and Bilal Ben Rabah Mosque in Bethlehem on the list of Israeli archaeological heritage sites. PCHR further notes that repeated attempts to cause disturbances at the al-Aqsa Mosque have been a main reason for the escalation of tensions in the Occupied Palestinian Territory (OPT), the most notable instance being the provocative visit by former Israeli Prime Minister Ariel Sharon to the Mosque on 28 September 2000, which led to the outbreak of the al-Aqsa Intifada, during which thousands of Palestinians were killed.
Gustavo, é que vi que o meu comentário ia sair repetido, mas parece que não aconteceu. Quanto a população de mais de 50 anos parece que estavam certos. Israel amoleceu esta regra por duas semanas e olhe o que aconteceu. Os palestinos atacaram.
responder este comentário denunciar abusoParece que o comentário saiu duplo Gustavo. Apague um por favor
Qual comentário Maria Helena?
responder este comentário denunciar abusoQualquer semelhança do Sr. Obama com o Sr. Lula…o que diz em pé não fala sentado.Quando candidato prometia mundos e fundos ao assumir o mandato se esquece do que havia dito.
Gustavo parabéns pelos seus comentários.
Chacra,
Excelente artigo. No dia 24 de Abril os Armenios de todo mundo relembram o genocidio ocorrido contra o povo Armenio durante a 1a guerra mundial. Foram, como voce citou, 1.5 milhao de Armenios massacrados pelo entao Imperio Otomano.
Muitos paises reconhecem o genocidio, como Canada, Franca, Grecia, Italia, Libano, Suecia, Suica, Uruguai, Russia e outros, mas os EUA, Brasil, Inglaterra e Israel ainda nao reconhecem o genocidio.
Nao podemos nos esquecer, nem negar, as barbaridades ocorridas contra a humanidade, includindo o genocidio Armenio, pois fazendo isto podemos estar condenados a repetir a historia.
Assim como Ahmadinejad nega o holocausto contra os Judeus, Obama esta negando o holocausto contra os Armenios.
Neste aspecto, eles estao iguais.
Alvaro, você também anda ausente. E sensacionais os seus comentários. Concordo com todos
responder este comentário denunciar abusoA questao aqui eh o reconhecimento de um acontecimento historico que mudou a vida de uma nacao. Fique sabendo que a Armenia Ocidental simplesmente foi riscada do mapa, e com ela toda a sua populacao.
O holocausto judeu foi reconhecido pelo governo Alemao, e nem por isso estes paises estao em guerra. A mesma coisa, acredito, iria acontecer entre Armenia e Turquia.
é por este tipo de mentalidade que as guerras perduram. Nós , cem anos depois, nao temos nada com isso! Larguem o osso!!!
O rei Abdullah desrespeita os direitos humanos? Nossa!! Eu não tinha conhecimento disso. Não é ele o marido da rainha Rania, aquela que tem diversos trabalhos sociais para ajudar a população de classe inferior? Sinceramente eu imaginava que ele devia ser um bom rei, mas pelo visto estava enganada. Preciso me atualizar melhor.
Ele é um bom rei, cuida dos seus suditos o que não acontece com os outros governantes arabes. Sabe porque passou a ser mau? Porque descobriram que ele não cai nas conversas dos outros arabes e palestinos. Rania até a pouco no blog era a rainha dos maus e oprimidos, hoje já passa com seu marido a ser traidora da causa arabe, assim como seu sogro. Causa arabe =
destruição de Israel.
A rainha da Jordânia…
responder este comentário denunciar abusoMaus e oprimidos são aqueles que achavam que a palestina ( Rania ),iria contra o bom senso do seu marido. Claro que ela é a rainha da Jordania, pais amigo de Israel e que está crescendo com isso.
responder este comentário denunciar abusoObama nega o genocídio armênio e não é contestado simplesmente por ser o presidente dos Estados Unidos, Mas com certeza se o acusarem de genocídio no Afeganistão ou Iraque o mundo desaba. Pois o “super país” só está tentando defender o mundo do mal. Essa é a questão, muitas vezes os EUA se sentem superiores a diversas nações e só o que eles dizem é o que está certo. Fazer o quê, né?
Gustavo,
O Holocausto armênio existiu, o governo turco devia deixar de tentar tampar o sol com uma peneira.
Não entendi o seu comentário sobre a AIPAC, nunca vi nenhuma notícia sobre a ajuda dela ao governo turco e mesmo se isso for verdade, esta ONG é apenas mais uma das várias ONGs que apoiam Israel. Por exemplo, a J Street também tem esta finalidade e com certeza nunca apoiou esta postura do governo turco.
Abraços,
Olá Gustavo Chacra. Gosto dos seus artigos e temos muitos pensamentos em comum.Por isso convido-o a ler meu e-book O Sociocapitalismo disponível free em: http://www.slideshare.net/pjvalente/o-sociocapitalismo
Alguns tópicos que o livro aborda:
- pós-crise global
- a convergência socialimo & capitalismo
- A Nova Onu
- O cidadão Global
- A e-democracia direta
- O fundo do capital social do trabalhador
- O sociocapitalismo
Chacra
Os aliados na segunda guerra mundial bombardearam várias cidades alemães na luta contra os nazistas. Como é sabido morreram vários civis. Você também acha que as tropas que lutavam contra os nazistas também praticaram genocídio?
Por mais que se lamente a morte de civis em qualquer circunstância, você realmente acha que é possível no horror que é qualquer guerra os civis ficarem totalmente preservados?
Nilton,
Os bombardeios a cidades alemãs durante a 2ª Guerra não se enquadrariam na definição de genocídio, que é específica. Mas há os que argumentam que o bombardeio de Dresden teria sido desnecessário, um crime de guerra.
Claro que guerras provocam baixas civis, mas nem por isso tudo deve ser permitido.
“Claro que guerras provocam baixas civis, mas nem por isso tudo deve ser permitido.”
Falando daqui tudo bem mas no campo de batalha será que a racionalidade prevalece?
Gilberto R, bombardeios como a de Dresden não são reações imediatas, numa frente de batalha, como num embate corpo-a-corpo. São ações calculadas. E quem planeja deve fazer de forma a evitar danos a civis, sejam eles quem for.
responder este comentário denunciar abusoExatamente, Gilberto, faço minhas as palavras da Yoko.
Seria melhor que as guerras se limitassem aos campost de batalha, onde, em regra, não há civis. Nem sempre isso é possível, há combates em cidades. Mas Dresden não era um campo de batalha, nem tinha instalações ou fábricas militares relevantes. E tinha muitos refugiados de outras partes da Alemanha, que foram para lá justamente por Dresden não ser alvo (ao contrário de Berlin e Hamburgo, por exemplo).
“Afinal, não faltam provas e documentos históricos que podem ser vistos em diversos museus e bibliotecas ao redor do mundo comprovando que o regime nazista levou adiante um processo de extermínio de judeus e outras minorias em escala industrial durante a Segunda Guerra.”
Na verdade, esse é exatamente o problema: Não há essas provas…
De onde você tirou que não há estas provas?
Há provas abundantes, irrefutaveis, em volume assusetador.
Há museus ao redor do mundo com estas provas, só para citar os mais famosos: Museu do Holocausto em Washington, Iad Vashen em Jerusalem, Museu/Memorial do Holocausto em Berlin.
Você falta com a verdade, em alguns paises democráticos, a sua atitude é considerada um crime, como por exemplo Alemanha e Aústria.
Lamentável que alguém se esconda atrás da Internet para promover este tipo idéia covarde, mentirosa e assíntosa para com a memória das vítimas.
gustavo, como da para publicar uma besta assim?
sou totalmente a favor da liberdade de expressao mas esse individuo passou do limite.
responder este comentário denunciar abusoComo o anonimato da WEB torna os pusilânimes corajosos!
responder este comentário denunciar abusoJovem,muda seu nome para Nazi antamen.rsrsrs
responder este comentário denunciar abusoNa verdade, Black Horsemen, o problema é que tem gente que quer ignorar as provas do genocídio, faz questão de não saber.
Mas pelos menos a Alemanha e a Áustria, os perpetradores, reconhecem e se arrependem dos crimes que cometeram.
O conflito do Vietnan começou com o envio de soldados para aquele pais no governo do democrata bonzinho John Kennedy,também é bom não esquecer que a bomba atômica foi criada no governo do democrata Roosevet,e, utilizada quebrando todos os conceitos éticos pelo seu vice Truman. Quanto a questão de genocídios, tanto o Reino Unido quanto os USA tinham total conhecimento do extermínio de judeus e ciganos pelo regime nazista e não tomaram qualquer providência, isso porque o democrata Roosevelt queria manter uma falsa neutralidade para ver o que ganhariam após o enfraquecimento da Europa.
Interessante, sempre polêmico Gustavo, parabéns.
José Antônio, você faz mais mal que bem, acredite, falo sinceramente…
Se fizer mais mal aos que atacam Israel, é um elogio.
Se está falando que faço mal aos judeus por defende-los também é um elogio
Gustavo,
do ponto de vista de expressar os fatos voce o fez muito bem.
Mas voce seu artigo ficou muito “relatvizado”.
Essa estoria de que “obama mata civis” nao esta’ a sua altura. A sua afirmacao e’ provocativa e errada.
Seria algo equivalente a dizer que a polcia mata com bala perdia uma crianca no rio e voce fala “governador ordena morte de civis”.
Eu acho que voce se expressou mal.
Concordo com o Massaranduba.
Ocorreto seria “os EUA, sob a administração Obama”.
Discordo da afirmação de que Ahmadinejad “questiona” o Holocausto. Ele nunca negou sua existência, apenas disse (veridicamente) que os judeus foram apenas um dos povos exterminados por Hitler. A associação do genocídio nazista majoritariamente ao povo judeu é fruto do poder deste grupo específico. Caso não fosse assim, lembrar-se-ia sempre dos eslavos, russos e ciganos, que também foram mortos na mesma escala dos judeus.
Eslavos e russos estavam em guerra com os nazistas. Ciganos gays e judeus não. Esta é a diferença
responder este comentário denunciar abusoCometi um engano. Russos são eslavos também
responder este comentário denunciar abusobruno, vou dar o credito da duvida quando voce afirma que o ahj nao “nega”, mas nao pense que somos ingenuos em acreditar.
quanto ao seu:” A associação do genocídio nazista majoritariamente ao povo judeu é fruto do poder deste grupo específico.”
voce mostra claramente disposicao em contrario ao povo judeu, o que eh um direito seu, mas voce esta m e n t i n d o na sua afirmacao.
quem fez essa associacao foi hitler pessoalmente no mein kampf. foi ele que responsabilizou os infortunios da alemanha ao povo judeu (o mesmo poder com o que voce acusa) e concluiu que era seu dever limpar da face da terra de esse povo. eh esse tb seu proposito?
responder este comentário denunciar abusoSim, o campos de concentração continham judeus, eslavos, ciganos, gays, comunistas, opositores em geral e até criminosos comuns.
Mas a maior parte das vítimas era judeus, a grande maioria. Os mecanismos de expoliação e extermínio dos judeus era mais completo, duro, expresso e eficaz. Dentro do próprio campo, a situação dos judeus era significativamente pior do que a dos outros grupos.
Bruno,
Não é comum encontrar tantos absurdos e mentiras em tão poucas linhas.
“Ele nunca negou sua existência”
Negou sim, várias vezes, até em entrevistas
“A associação do genocídio nazista majoritariamente ao povo judeu”
Judeus eram o alvo prioritário (declaradamente) de Hitler, de que russos estavam em guerra, de que judeus alemães também foram vítimas
“fruto do poder deste grupo específico.”
Esta última frase classifico como piada, só pode ser. Dizer que os judeus são mais poderosos do que a Rússia, ou é humor ou insanidade
Sempre foi assim: a História não consegue ser apreendida enquanto ela está sendo feita justamente porque nossa tendência é sermos tendenciosos em relação ao Passado. Principalmente o mais recente, que se projeta conflitantemente com notórios interesses do Presente. Hoje há um genocídio lento — mas notório — de árabes por judeus que pretendem validar sua condição de invasores porque são deles os territórios de que eles expulsam os habitantes árabes, sob argumentos de “posse histórica” da Terra Santa. O inferno que se vive lá é bem uma amostra — hoje com viés atômico — de eternas disputas de território e poder. Em suma, algo bem animal, como se pode constatar ao longo da História. É preciso se ter essa perspectiva para entender onde se escondem as garras ao se esconder a realidade histórica.
Também advogo a tese de que a coisas precisam ser analisadas com distanciamento, frieza e observando-se um longo curso de história. Tirar conclusões definitivas ou formar opinião sobre questões importantes com base em aspectos conjunturais é um grande erro. Infelizmente, a grande maioria das pessoas conclui com base em volumes mínimos de informação. E se essa informação vier acompanhada de imagens de televisão, aí a escolha de quem é mocinho e quem é bandido é imediata (e quase sempre errada)
responder este comentário denunciar abusoComo vc. mesmo disse, enquanto a história esta sendo escrita é impossivel avalia-la. Esse genocidio palestino é uma delas. Genocidio significa matar pessoas por terem um etnia que não gosto. Como palestinos podem estar sendo mortos em escala industrial se eles crescem demograficamente? Na Polonia antes da guerra existiam mais de 3 milhões de judeus, hoje menos de 30 mil e depois de 60 anos.
Existem mais de 1 milhão de palestinos só em Gaza e crescem todos os dias. Tem suas festas andam de carros luxuosos, tem seu negócio de tuneis milhonarios. Se matar bandidos que jogam misseis nos civis israelenses, nos militares não tem peito, é genocidio então mudaram o dicionário
Philomeno,
segundo o Aurelio, genocídio significa “Crime cometido com a intenção de aniquilar um grupo humano, nacional, étnico, racial ou religioso.” Se voce pudesse provar que Israel tem a intenção de aniquilar os palestinos, serviria para dar credibillidade as suas palavras. Caso contrário, voce está só dando um tempo na sua seriedade e deixando extravasar a sua estupidez, né?
Em termos de natalidade aqui na Terra os palestinos só perdem para os chineses, os indianos e os coelhos.
Os crimes contra palestinos só não estão piores porque o mundo está de olho.
responder este comentário denunciar abusoFala Guga,
So pra te dar os parabens – nao e de hoje que acompanho seu blog. Mais uma vez otimo artigo!
Alias todos que vi ate hoje interessantes e muito inteligentes. Nesse caso (Obama e Armenia) alem de tudo comentado e elogiado por varias pessoas.
abraco
Thomaz
O Lula quer responder sobre a escravidão.
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
A Turquia moderna deve responder por algo perpetrado pelo Império Otomano? España e Portugal (Estados Modernos) devem responder pelo Genocídio ameríndio?
Na verdade logo após o genocídio formou-se a turquia moderna. O mesmo Kemal Attaturk é o pai da turquia moderna. Bom álibi. ou acha que só você pensou nisso?
responder este comentário denunciar abusoEssa é uma questão que ja passou pela minha mente várias vezes. Não da forma objetiva como você colocou, mas de uma forma mais genérica. A história da humanidade foi construída por uma sucessão de conquistas que invariavelmente destruiam uma cultura existente e a substituiam por outra. Nesse processo morria muita gente, quase sempre de forma atroz. Isso rola até hoje, haja visto a situação em alguns países africanos. Se nós olharmos para trás, haverá uma montanha de reparações a serem feitas. E surgem várias questões:
- matar 1 milhão de pessoas em 2 anos é considerado genocídio. E matar 5 milhões de pessoas em 3 séculos, também é? Os portugueses mataram muitos milhões de índios em 3 séculos.
- pode-se pedir reparação a uma Igreja? muitos milhões de negros sucumbiram ao tratamento sub-humano que lhes era provido durante a escravidão. Para a Igreja Católica daquele período, os não catequizados não tinham alma. Os negros e índios não tinham alma. Eram equiparados a animais e podiam ser mortos sem maiores problemas. Isso conferia legitimidade à ação dos portugueses. A Igreja Católica patrocinou o genocídio dos índios brasileiros e dos negros africanos. Vamos cobrar indenização do Vaticano?
- qual a linha de corte? vamos considerar apenas os eventos do século 20 ou os italianos deverão também indenizar os egipcios pela conquista do Egito por Júlio César, 2000 anos atrás? Ou talvez pela Grécia, já que o Egito era controlado por Cleópatra, uma rainha grega descedente do general Ptolomeu, braço direito de Alexandre, o Grande.
- o que a gente faz com os interesses constituídos? Sim, porque ao se falar em devolver terras ou indenizar indivíduos deslocados de suas residências 100 anos atrás, nós teremos de desconsiderar os direitos daqueles que hoje ocupam tais propriedades. Reconhecer o direito de um, nesse caso, pode muito bem implicar em desconsiderar o direito de outro. E como isso fica? É um imbroglio considerável.
Não tenho resposta a estas questões. Suas questionamentos que, vez por outra, me ocorrem.
responder este comentário denunciar abusoDevem responder España,Portugal e os proprios indios que se aliaram a eles e aos franceses e holandeses e etc.
responder este comentário denunciar abusoFabio Nog
voce foi 10.
Realmente, convidamos à todos que quiserem participar da manifestação em Frente o Vãqo Livre do Maps, na Avenida Paulista.Um ato, que frize-se aqui, pacífico. Apenas onde pedimos que o mundo reconheça o genocídio contra o povo da nossa pátria mãe. A Questão não é suscitar coisas do passado que guardam ódio ou coisa parecida. O Povo Armênio não quer dinheiro. Nenhum dinheiro no mundo paga os horrores vivenciados, as familias destruidas, a diáspora pelos mundo afora. O que queremos, na verdade, é que se reconheçam as injustiças feitas no passado com tantos tratados acordados. Queremos os nossos território históricos de volta, queremos nosso monte sagrado, sagrado para todos os Cristãos. O monte Ararat, onde na Bíblia (para os crentes) conta que a arca de Noé atracou depois do dilúvio. Os Turcos não são crsitão, mas mantém os territórios da Armênia em sua posse.
Para tentar frera o genocídio que foi de 1915 até 1918 a Armênio pediu para fazer parte dos estados da comunidade comunista Russa. Assim Stalin cedeu territórias ao Azerbaijão, Geórgia e etc, reduzindo o território Armênio.
Não queremos indenizações em dinheiro, queremos nosas terras com nossas igreja Cristãs em territórios Turcos.
Parabéns pelo comentário Armen.e até abril no Masp
responder este comentário denunciar abusoNós judeus sabemos o que é isso. Tivemos um pouco mais de sorte, porque o nosso genocidio foi a menos tempo. Existiam mais leis e informação. Também quiseram nos dar lugares como Uganda, um lugar impronunciavel na Russia. Infelizmente vcs. tem que lidar com os islamicos e a história mostra que pacificamente nao se consegue. Espero que tenham boa sorte daqui para frente.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, o comentário da Mara Helena generaliza e ofende os islâmicos. Não está contra as regras do blog?
responder este comentário denunciar abusoMaria Helena, apenas complementando seu post:
o recente genocidio contra judeus na alemanha não foi rememorado somente por ser mais recente e sim pois foi repetidamente mais um, e de gigantesca proporção.
Ne esqueçamos de outros diversos, como a contra-reforma, pongroms, etc.
Yoko,
Na boa, o que a levou a assumir o cargo de policial dos que criticam um dos lados? Por que sua “sede de justiça” é parcial?
Não lembro que voce se manifestando contra posts claramente antissemitas.
E qual o problema em apontar os erros cometds? Ninguém precisa de autorização para isso.
E caso tenha esquecido, já critiquei comentários antissemitas também. Vá lá trás e procure, que vai encontrar.
responder este comentário denunciar abusoParece-me que essas questões como o Holocausto, as guerras, o genocídio contra armênios, a 1ª. e a 2ª Guerra Mundial, ficaram para trás, e ninguém deve negar essas tragédias, mas são problemas daquelas gerações. As gerações de hoje nada tem a ver com tudo aquilo. Devemos apenas prevenir para evitar que novamente aconteça.
“Quem nao conhece a historia esta condenado a repeti-la”. Nossa geracao nao esta tao desenvolvida assim que podemos achar que isto eh coisa do passado.
Hitler comentou na epoca “Hoje quem se lembra dos Armenios”, o que pode ter sido o bastante para que ele pensasse que suas acoes contra os judeus tivessem o mesmo fim, o esquecimento.
Se ao menos o genocidio Armenio tivesse sido reconhecido na epoca, pouco mais de 20 anos antes da ascencao nazista, talvez Hitler iria repensar seu plano.
Afinal, quando nao ha consequencias para seus atos, voce acha que pode fazer tudo. Eh so ver no que se tornaram nossos politicos: a certeza da impunidade eh um elemento que incentiva a corrupcao e o mal uso da maquina publica. O mesmo pode ter ocorrido com Hitler.
alberto,
na teoria vc esta certo, mas na pratica nao esta correto.
a geracao atual, na medida em que se considera herdeira da anterior, que foi a responsavel, tem a responsabilidade de reconhecer o que aconteceu para aqueles que sao herdeiros das vitimas.
eh uma forma de tornar a realidade relevante em vez de viver na ilha da fantasia. no momento em que voce entende que seus antepassados nao foram santos,como geralmente se tende a pensar daqueles que nos antecederam e dos quais fomos gerados mas que nao estao mas conosco, e de que seus atos trouxeram consequencias a outras pessoas, voce se conscientiza de que voce esta em plena condicao de cometer o mesmo tipo de erro. no minimo.
por ai comeca a ser evitada a repeticao. eh necessario entender a natureza humana principalmente em grupo para perceber como o individuo pode se perder e agir como um animal. os nossos problemas nos estadios para no ir nem longe fisicamente e no tempo tem tudo a ver com isso.
responder este comentário denunciar abusoAlvaro Janikian,
Nós não temos uma fórmula para evitar genocídios. Cambodia, para tomar um exemplo óbvio, é bem mais recente do que os genocídios das duas primeiras guerras mundiais. Se a impressão da impunidade fosse a causa primária do genocídio, já teríamos matado a charada, no bom sentido.
responder este comentário denunciar abusoPS,
O genocídio entre Hutus e Tutsis (sempre me esqueço qual que é qual, se não me engano foram os Hutus que atacaram os Tutsis) na Africa, é ainda mais recente. Darfur. Embora não tenha as proporções Hutu/Tutsis, aconteceu hoje.
Isso não é coisa de um mundo que sabe como evitar.
O que assusta nos genocídios que tiveram envolvimento Alemão é que os próprios Alemães eram vistos como supra-sumo da civilização.
Joseph Conrad, quando criou um personagem ultra-civilizado fazendo coisas selvagens, chamado Kurtz (no seu livro “Heart of Darkness” de 1899) parece ter modelado Kurtz num Alemão, embora uma das linhas famosas daquele livro é “all of Europe went into the making of Kurtz”.
responder este comentário denunciar abusoPPS,
E sem querer encher o saco, mas se o Chacra me permite um último post antes do time-for-tubby-bye-bye, as experiencias conduzidas pelo departamento de psicologia de Stanford, que geraram todo uma literatura sobre “by-stander effect” e “compliance”, são absolutamente chocantes.
A maioria das pessoas (2/3) não operam um sistema moral autonomo. Isso significa que são maria-vai-com-as-outras, se verem um genocídio na frente delas vão achar o máximo.
responder este comentário denunciar abusoMas Fábio, cá entre nós, se tivessem coibido e/ou até punido os massacres com os Armênios talvez não haveria holocausto, Cambodia, Ruanda e por aí a fora.
Ninguém fala mas os Armênios de Kharapagh sofrem genocídio até hoje.
Entendo que nossa tendência é sempre de elevar os nossos ancestrais e antecessores, no entanto, há que se dizer que os Armênios não possuiam um exército nacional. Eles não eram santos, eles se rebelaram, resistiram 40 dias como em Musa Dagh. Entenda: gostariamos que justiça fosse feita sem menosprezar nenhum genocídio, seja ele recente ou em algum lugar do passado!
responder este comentário denunciar abusoKohlmeyer
Em nenhum momento minhas palavras devem ser interpretadas como permissão à matança de civis. Guerras não deveriam existir, entretanto é um dado da realidade e em última instância há uma grande hipocrisia, nonsense mesmo nas análises que pretendem estabelecer regras para o horror.
No Afeganistão uma organização terrorista há algumas dezenas de anos manteve seus cidadãos nas trevas, oprimindo homens e mulheres, explodindo símbolos de outras religiões e outras barbaridades .
Tais fanáticos escondem -se covardemente no meio da população civil que recebem a sobra da sua insanidade.Condenar Obama , como faz provocativamente CHACRA nos levaria também a condenar De Gaulle, Churchill e outros comandantes aliados pelos civis mortos no conflito.
Gustavo,
sua legião de fans e leitores ficaria eternamente grata se ao final de cada post voce deixasse a relação dos sites que voce pesquisou para escreve-los. Como se fosse a fonte bibliográfica.
Eu, pelo menos, adoraria.
Henrique, aqui não é tese de doutorado. Mas, ao longo do texto, costuma citar as fontes, a não ser quando é opinião minha
responder este comentário denunciar abusoPalmas ao Nobel da Paz !!!!
E ainda querem que intermediem palestinos e israelenses? Onde vamos parar?
Ali, por onde você anda?
responder este comentário denunciar abusoali, voce esta fazendo falta neste baticanal.
mesmo que tenhamos discordado numa serie de coisas, voce eh um cara ponderado, algo que esta ficando raro por aqui.
se voce participar mais frequentemente no blog, o gustavo pode lhe assegurar o dobro do salario e eu lhe ofereco um 14to salario. topas?
responder este comentário denunciar abusoInfelizmente, além do horror intrínseco a um genocídio, existe o horror posterior que é o uso político que se faz dele. Os genocídios viraram moeda de troca internacional. O que interessa aos envolvidos (governos, estados) não é a justiça nem a verdade, mas o valor político de negar ou afirmar um genocídio. Assim, a França, que reconhece o genocídio armênio, não gosta nem de ouvir falar nas centenas de milhares de argelinos que trucidou no século 20. A Itália de Berlusconi, aliada de Israel, demonstra indignação com o Ahmadinejad, mas ao mesmo tempo o premier relativiza a culpa do Mussolini no Holocausto, e também não gosta nem de ouvir falar nos centenas de milhares de líbios trucidados pelo exército italiano na década de 20. E imagina se alguém na Rússia vai querer falar sobre o 1 milhão de afegãos mortos, ou sobre a hecatombe que o Stalin cometeu contra os chechenos. E a AIPAC, tão zelosa em denunciar antissemitas verdadeiros ou supostos,não hesita em negar o ensaio para o Holocausto (“Hoje, quem lembra dos armênios?” dizia Hitler). Onde está a indignação provocada pelas palavras do Ahmadinejad? Sumiu. Agora é uma questão de pragmatismo, de política… Ao mesmo tempo, o mundo árabe é descrito como bastião do negacionismo extremo, enquanto ninguém lembra que foram os libaneses e os sírios (muçulmanos, cristãos, judeus) quem ajudaram os armênios naquela hora de horror.
Tudo isso é um insulto a mais à memória de todas as vítimas de todos os massacres da história.
Gusdtavo, mais uma observação.
Pode-se perguntar: por que a AIPAC insiste em boicotar o reconhecimento do genocídio armênio, se o governo da Turquia anda às turras com Israel? Bem, aí entra uma variável mais complicada. O grupo mais interessado em negar o genocídio é a elite autoritária-militar-secularista que está ligada, em linha direta, aos perpetradores principais do massacre (os Jovens Turcos ). Esses grupos sempre foram e continuam sendo favoráveis a Israel, aos Estados Unidos, e contrários aos palestinos. Frequentemente relacionam os palestinos aos armênios, alegando que são todos “terroristas do mesmo saco”. Tais grupos não negam apenas a chacina dos armênios, mas também a opressão contra gregos, árabes e cipriotas durante a Primeira Guerra Mundial. Por outro lado, o atual governo turco é opositor dessa elite militar – lembrando que os militares são anti-islâmicos e durante muito tempo oprimiram todas as religiões na Turquia. As medidas e manifestações contra a política de Israel foram feitas portanto pelos opositores dos autocratas militares. A AIPAC não quer perder essa moeda de troca que poderá usar no futuro, caso os militares voltem ao poder na Turquia.
Voce parece conhecer bem esta questao. Excelente comentario, Francisco.
responder este comentário denunciar abusoPelo que vi, o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad não questiona o holocausto da forma como todos os meios de comunicação colocam (a não existência do holocausto). Mas sim que o holocausto ocorreu na Europa, e deveria ser a Europa a ceder terras para o estado de Israel, e não os Palestinos cederem…
Justamente isso que é o questionamento, e que por acaso ninguém responde.
responder este comentário denunciar abusojoao, tua visao anda embacada. uma troca de oculos poderia ajudar.
responder este comentário denunciar abusoJoão,
mostra pra mim o link ou o site de algum mapa de qualquer época, século ou década, onde exista um país chamado Palestina, habitado por uma nação chamada de palestinos, com fronteiras traçadas e reconhecidas. Pede ajuda pro Mário (qual Mário?, esse que está logo abaixo do seu comentário).
Henrique,
De novo? Leia a Declaração Balfour e a Carta do Mandato da Liga das Nações dada à Grã Bretanha e a Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas que dividiu a Palestina (será que foi a Palestina ou será que foi a Cochinchina? Quando vão aprender?
Henrique,
serve o maior clássico da história? No livro “Declínio e Queda do Império Romano”, de Edward Gibbon, no capitulo 1, A extensão e poderio militar do império na época dos Antoninos (98-180 d.C.), escrito em 1776, menciona-se a Palestina como uma das provìncias do império Romano.
Tá bom ou quer mais?
responder este comentário denunciar abusoFarhat
onde era a capital da entidade palestina? qual era a sua moeda? qual o seu hino? qual é a sua data nacional? quem eram os seus heróis? quem foi seu presidente ou seu primeiro ministro? o que dizia a sua constituição? de quando é a sua carta magna? quais acordos comerciais mantinha? com quem? comérdio de quê? quais países tinham a sua embaixada?
E justamente por não existir nada constituido, é que a Conchichina foi dividida em Israel e a entidade palestina.
Henrique, nenhum estado nacional tem capital, fronteiras definidas, hino, moeda, lei básica, etc. até que se constitua efetivamente como país. A Itália e a Alemanha não os tinham até o séc. XIX, você também questiona sua existência como país?
responder este comentário denunciar abusoÉ assim que se tenta reescrever a História. Alguns aqui insistem em vender a idéia de que foi Israel que não aceitou a partilha. É muita cara de pau.
responder este comentário denunciar abusoSe eu entendi bem, a importancia do reconhecimento do genocidio armenio eh para comecar uma disputa para devolucao das terras ocupadas? Ou seja comecar outra guerra. Nao bastam as que ja estao em andamento? Esse assunto esta sendo debatido faz muito tempo, patrocinado por um poderoso e rico lobby armenio, e acho que o congresso americano tem coisas mais importantes para debater agora.Nao sou contra o reconhecimento, so acho que tem genicidios acontecendo agora, Darfur por exemplo, e que deveriam motivar as pessoas a resolver. E no Brasil mesmo tem muitas causas importantes para serem debatidas, combatidas e eu nao vejo nenhuma passeata em prol delas. O que eu li aqui eh assutador. Nao esquecam que o sectarismo foi a causa de todos os holocaustos.Que tal usarmos os fatos historicos para organizar um futuro melhor para todos?
Entao voce sugere que esquecemos isto tudo? Talvez se o mundo se lembrasse mais das barbaridades cometidas, poderiamos evitar outras que estao ocorrendo.
Voce diz isto porque nao sabes o que isto significa. Se seus avos contassem historias sobre o que ocorreu com eles, acredito que voce iria respeitar sua memoria. Pimenta nos olhos dos outros eh suco.
Afinal, a maioria acha que houve apenas um holocausto, contra os Judeus, mas se souberem de quantas barbaridades tem feito, a opiniao publica destes paises poderiam forcar seus governos a uma aproximacao mais diplomatica.
Esquecer um holocausto eh desprezar as vitimas do mesmo.
Nao acredito que isto iria criar guerra alguma, visto que a Armenia eh muito pequena para ameacar qualquer pais que seja.
Apenas complementando, lembre-se que um dos incentivos de Hitler cometer o holocausto contra os judeus foi exatamente a apatia do mundo pelo que ocorreu com os Armenios. “Hoje, quem lembra do genocidio Armenio”, indagou Hitler.
Se o genocidio Armenio tivesse sido reconhecido pelas potencias europeias da epoca, Hitler teria claro em sua mente que um genocidio nao passaria despercebido.
Mas como o genocidio dos Armenios, ocorridos poucos mais de 20 anos antes da ascencao Nazista, passou despercebido, entao Hitler acreditava que ninguem iria perceber o genocidio que ele estava planejando.
O reconhecimento do genocidio Armenio na epoca poderia, potencialmente, ter salvado a vida de milhoes de judeus.
Pense nisto.
eu entendo que o objetivo do reconhecimento eh uma questao de humanidade. uma questao de carater por parte daqueles que herdaram do imperio otomano. o bom e o ruim.
as vitimas do imperio otomano mercem, repito, por uma questao de humanidade, ter o reconhecimento da verdade sobre o que aconteceu com seus antepassados que foram vitimas do regime da epoca.
se indenizacoes ou outras coisas forem devidas, deveria haver conversacoes civilizadas sobre a forma razoavel de resolve-las. mas isto eh menos importante que o reconhecimento da verdade.
responder este comentário denunciar abusoAlvaro,
O principal objetivo dos que pregam o “esquecimento” do genocídio armênio é poder negar o dos judeus. Não perca tempo tentando explicar a eles o efeito que causa ouvir histórias de horror contadas por familiares, não vai sensibilizar nenhum deles.
Agora, experimente contar algo sobre um palestino que foi revistado por um soldado israelense, sem violência, ou o de um palestino a quem não permitiram se expressar livremente através do arremesso de pedras. Aí sim começarão as manifestações de indignação. Vou procurar um artigo, escrito por membros de um daqueles grupos europeus que vão para o OM criar mais problemas ainda, que, juro, reclamava que o ar-condicionado da sala de interrogátorio da delegacia para a qual foi conduzido em Israel estava muito frio! Precisei ler tres vezes para me convencer que era isso mesmo
Os EUA tem dois pesos e duas medidas para tudo. Não existe justiça e por isso cria-se ressentimentos. É simples assim.
mandei uma mensagem similar mas parece que nao chegou:
sou a favor da turquia, como herdeira do imperio otomano, reconhecer a verdade do que aconteceu com os armenios no seu territorio.
como a atual geracao turca, conseguiria construir um novo pais, sem reconhecer a verdade do que aconteceu antes deles pelos seus antecessores?
vai ajudar a criar um pais que aprecia a verdade, mesmo que ela nao seja florida, e por isso entendo que seja mais importante para os turcos do que para os armenios que sabem bem o que aconteceu. mas tambem permitiria criar um clima favoravel ao futuro com seus vizinhos.
o imperio otomano extrapolou nao so com os armenios e por isso acho bom os proprios turcos tomarem a iniciativa. nao eh sinal de fraqueza, mas pelo contrario de alguem corajoso, reconhecer esse tipo de erro.
as vitimas merecem a verdade.
Caro Gustavo,
você fará alguma matéria em Glandale, Califórnia no dia das manifestações?
tem alguem pra me indicar para acompanhar a nossa manifestação no MASP -SP , algum repórter que possa indicar?
porque normalmente nada acontece, sempre fazemos a manifestação mas quase não há divulgação!
Obrigado.
Armen, eu não poderei ir, mas gostaria muito
responder este comentário denunciar abusoNão tem duas contas ainda para serem resolvidas pela França e EUA?? Argélia (1960) e Japão (1945)??
Sem contar a Guerra Química (Napalm, Herbicida, Efeito Laranja, Balas de urânio enfraquecido…) no Vietnã, Iraque e Afeganistão…
E isso TUDO não fazem nem tanto tempo assim.
Sei não…
Por favor José Antonio, de onde você conseguiu esta
afirmação, de que o lobby nos USA é controlado?
O lobby mais forte nos USA é dos judeus no Congresso
americano! Todos sabem disso! E existem lobby nos
USA em todos os setores públicos e privados!!!!
Está noticiado na imprensa americana, geral!!!!!
Ala-bol, o lobby não é judaico, mas pró-Israel
responder este comentário denunciar abusoCaro Gustavo,
Eu não sabia o que era AIPAC nem Genocídio Armenio até ler esse seu blog.
Por acaso, gabaritei a prova de história da Fuvest. (E também não caiu nenhuma questão sobre a Guerra Civil Angolana.)
Portanto, gostaria de parabenizar aqui os Armenios que estão se mobilizando para nos retirar da ignorancia.
PS
And don’t take this the wrong way, ok?
Para dizer a verdade, o Império Ottomano não é estudado. A única coisa que se fala a respeito dele na escola é que era brutal e foi derrubado pelos Arabes e por um espião Ingles, durante a Primeira Guerra Mundial. Talvez, se voce for muuuito perspicaz ao assistir Lawrence of Arabia, saberá da sexualidade do espião.
responder este comentário denunciar abusoPPS
E Alan Turing, outro homosexual que derrubou o Reich na outra guerra, não mereceu nem super-produção.
responder este comentário denunciar abusoLi mais matéria sobre o caso.
Se Obama prmeteu reconhecer o genocídio armênio em campanha, e agora Hillary aega que houve mudanças, algo está errado: ou fizeram promessa vazia ou não souberam avaliar o que este reconhecmento acarretaria.
Uma coisa é certa: a comunidade armênia tem todo o direito de cobrar coerência.
Obrigado pela sua postagem.
Procurei muito alguem que escrevesse colocanto todos os pingos nos “i”s.
Abraços.
Falando em dois pesos e duas medidas: num jornal que se queixa de estar sob censura , numa época em que esta hipoteticamente não existe, o senhor colunista estabelece que não se façam comentários “anti” isso , anti-aquilo etc…etc..Sr. Colunista, minha ex-sogra(criatura pouco letrada, mas muito sagaz) afirma que”a careta fica na cara de quem faz”! Portanto se quer um debate com liberdade , “não põe corda no meu bloco, não vem com teu carro chefe , nem da ordem ao pessoal, não traz lema nem divisa pois a gente não precisa que organizem nosso carnaval…”( obrigado Aldir!!) Dito isto pergunto: Oque ser anti-semita? Falar que Israel massacra sistemáticamente as populações do oriente médio há milênios? O que é ser islamófobo? Dizer que fanáticos pseudo religiosos assasinam mulheres que se rebelam contra seu machismo criminoso? Oque é ser anti-árabe? É denunciar práticas desumanas contra populações carentes dentro de seus próprios países? Ah senho articulista como seria bom se só existisse um povo, uma religião(apesar de eu achar que nenhuma seria perfeito), um idioma não é? Parece que esta ideia vai perigosamente de encontro aos diversos genocídios cometidos exatamente em nome de limpezas raciais como aconteceu na alemanha nazista, na turquia nazistificada, na russia fascista e em Sodoma e Gomorra, Hasran dentre outras. Peço por fim que o sr articulista nos informe, a n´s seres incapazes de atingirmos seu elevado nível sócio-político-religioso nos informar o que podemos falar e a respeito do que!
Roberto, é preciso ser educado para comentar aqui
responder este comentário denunciar abusoEste “desregulado” me lembra a piada{humor negro} do cara que odiava o maluco do Hitler por não ter matado todos os judeus e negros e ter feito um trabalho porco de árabe pela metade.
Este camarada misturou camarão com picanha !!!!!!!!
Se preocupam mais em fazer esse jogo politico do que fazer um gesto de reconhecimento a esse genocídio.
E isso está em prestes completar 100 anos de genocídio e ainda recusam reconhecer?
Não dá pra entender….Por isso ter um paz mundial é tão difícil ter!
corrigindo…”Peço por fim que o sr articulista nos informe, a nós seres incapazes de atingirmos seu elevado nível sócio-político-religioso o que podemos falar e a respeito do que aqui no seu holly of hollies pedaço?
O que se pode dizer de canalhas como os norteamericanos do poder( deles pode-se falar mal sr. articulista?) que criaram ao longo de 250 anos de sua ditadura mundial, farsas e mais farsas para rapinarem os outros povos e praticarem seus genocidios perenes? Hipócritas que têm milhares de armas nucleares( incluido ai Israel, oops antisemitei de novo!!)fazem esse estardalhaço contra o Irã? Hipócritas que usam fósforo branco contra palestino(oops , de novo) contra afegãos, contra Iraquianos(leram as informações sobre as doenças congênitas em níveis astrônomicos em Fallujah?) Ah que pena que esteja chovendo hoje e tenho que trocar minha caminhada na praia por este exercício diatribesco por aqui, mas prometo que pararei e lerei algum conto de Maupassant ao invés!!
Acho que você tem pezadelos com o Mickey e o Pato Donald e que será raptado e ficara num bunker na Disney.
Procure um psiquiatra ou se mude para o Irã,um pais maravilhoso para você todo dia caminhar em calçadas e pizar sobre bandeiras pintadas de Israel e USA e gritar :
Morte a Israel !!!
Morte aos USA !!!!
Morte ao grande Satã!!!
Morte ao pequeno Satã!!!!
Você vai gozar literalmente no Irã.
Parabéns Chacra pelo excelente post sobre o Genocídio Armênio. Uma análise bem sóbria de como as questões de geopolítica atropelam os Direitos Humanos.
A última fase do Genocídio é a negação. Isso é o que a Turquia faz até hoje, portanto, o Genocídio Armênio ainda não teve fim.
Heitor, tanto que o Jornalista Hrant Dink é considerado um martir, e foi morto na turquia ha cerca de 3 anos.
O genocídio não acabou.
Do que o governo turco tem medo??
o cidadão não pode nem compactuar com o que quiser.
Se assumir publicamente ou citar o genocídio o “cara” sofre as sanções da lei marcial.
responder este comentário denunciar abusoOlá Gustavo, lendo seu último post, vamos torcer pa-
ra que não aconteça com os armênios o mesmo horror
que aconteceu com os judeus que sofreram o holocausto e depois sofreram a exploração nas mãos
de seus próprios irmãos, que não distribuiram o
dinheiro que receberam, causando a Industria do
Holocausto, como escreve ( em seu livro Norman G.
Finkelstein (The Holocaust Industry: Reflexion out
the Explotation of Jewish Suffering), onde conta o
que aconteceu com sua família, que foram vítimas do
holocausto na Alemanha e também vítimas desta orga-
nização. Morávamos em New York, quando o autor lan-
çou seu livro, compramos e lemos, meu marido e eu,
foi realmente revoltante! Finkelstein escreveu ou -
tros livros sobre esta exploração que sofreu sua
família! Mais informações no site do autor (www.
Norman G. Finkelstein.com). Quem comenta também mui-
to sobre este assunto em seu site é a jornalista
muito conhecida nos USA Amy Goodman (democracy now.
org.). Citando também Noam Chomsky o notório Profes
sor do Instituto Massachussets de Tecnologia, que
também escreveu e continua escrevendo sobre o
mesmo acontecimento, fazendo críticas contundentes
sobre a citada organização!! O Professor Finkels -
tein foi demitido de uma Universidade em Chicago ,
em vingança a publicação de seus livros sobre
a Industria do Holocausto, pelo lobby judeu!!!!!
Também está proibido de entrar em Israel!!!!!
Chacra, se eu disser que não acredito em nenhum dos ditos genocídios, tanto de armênios quanto de judeus, vc me chamará de antissemita ?
Killing, direi que você não acredita na história
responder este comentário denunciar abusoEu acho que não se deve proibir o estudo e o questionamento da história. Impedir alguém de pensar é pior do que 1000 holocaustos.
responder este comentário denunciar abusoMuito obrigado por me dar o direito de discordar de historinhas, sem usar pecha alguma contra mim. Equilíbrio é isso. Parabéns !
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Acaba de sair no jornal árabe Al Quds Al Arabi, que é publicado em Londres, que “o lobby judaico está por trás do reconhecimento do genocídio armênio”.
Veja bem, agora os acusam os judeus de conseguirem o reconhecimento do genocídio dos turcos contra os armenios!!! Ha,ha,ha. Será que todos estes comentaristas antisemitas aí de cima, vão se arrepender de seus comentários?
Abraços,
Mauro, desculpe, mas todos os jornais americanos (incluindo o New York Times de hoje) escrevem que o genocídio foi reconhecido desta vez justamente porque o lobby pró-Israel (e não judaico) não se esforçou para a apoiar a Turquia devido às más relações recentes entre os dois países. Ao longo das últimas décadas, sempre estiveram do lado da Turquia. Não é à toa que os armênios sempre simpatizaram com os palestinos. Aliás, os armênios de Israel e dos territórios se consideram palestinos, jamais israelenses
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
Estive nos anos 80 no bairro armenio em Jerusalem,e entrei na casa museu dos armenios,onde vi as fotos do genocidio armenio,e escutei toda história do massacre com detalhes.
Não me recordo de tudo que escutei pois tem 28 anos que se passaram.Mais a foto das cabeças decapitadas sendo seguradas pelos cabelos pelos turcos eu não esqueço.
Portanto é bom se divulgar isto,pois quem ir um dia a Jerusalem poderá ver esta casa,e saber que Israel não proibiu esta expozição pelos turcos.
Até turistas turcos podem ver,só convem não se indentificarem
Rosenvald, fiquei curosa sobre este museu. Tem o nome ou o link? Obrigada.
responder este comentário denunciar abusoPerdão, faltou um pedaço
… até hoje estão aguardando a condenação devida por parte da Europa.
, segue abaixo completo:
A retificação feita pelo Jarbas é necessária. A falha é significativa, pois o termo genocídio não pode ser interpretado livremente, especialmente em artigos jornalísticos.
Pois para que não houvesse dúvidas – e isso foi um fato relevante, que hoje permanece como tal, já que nunca faltaram os que distorçem esse conceito para fins diversos – foi firmado um tratado internacional, resultado da Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio (Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide). O genocídio é definido como:
Qualquer dos seguintes atos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tal como:
(a) Matando membros do grupo
(b) Causando danos corporais ou mentais a membros do grupo
(c) Deliberadamente inflingindo ao grupo condições de vida calculadas para causar sua destruição física no todo ou em parte
(d) Impondo medidas destinadas a prever nascimentos dentro do grupo
(e) Promovendo transferências forçadas de crianças do grupo para outro grupo
Na Turquia de 1915-16 houve genocídio inegavelmente.
Genocídio é um crime punível sob essa legislação internacional, surgida após a 2ª Guerra, justamente devido aos genocídios especialmente dos nacional-socialistas. Como já mencionaram no presente filamento de comentários, infelizmente os genocídios dos socialistas marxistas-leninistas, que foram horríficos tanto quanto, e muito maior em número (o caso da Ucrânia 1932-33 de 6 milhões de pessoas mortas pela fome é apenas parte pequena, vide The Soviet Story, documentário de Edvins Snore de 2008) até hoje estão aguardando a condenação devida por parte da Europa.
Claro, lendo o artigo com atenção, Chacra em momento algum disse que as mortes decorrentes das ações dos EUA configuram genocídio. Mas facilmente alguém poderia interpretar a comparação feita como em um mesmo nível, como aliás é típico da esquerda radical ao redor do globo.
Continuo lendo Chacra com atenção e satisfação.
Eu fico um pouco assustado quando vejo comentários afirmando, de forma taxativa, que os judeus mandam nos EUA e o Congresso Americano é refém de seu lobby.
Eu não sou judeu, não tenho procuração para defender judeus e não posso me colocar na pele de um judeu. Mas posso fazer algumas ilações aqui e ver como as pessoas reagem.
Meu primeiro ponto é o seguinte: todo judeu está dividido entre a sua nacionalidade (o lugar onde nasceu) e sua afinidade com Israel (por laços religiosos, históricos, culturais, etc). Um judeu brasileiro é um cara brasileiro antes de tudo. Um judeu americano é um sujeito americano. Duvido que algum judeu coloque o interesse de Israel acima do interesse de sua própria pátria. Acredito que coloque, na melhor das hipóteses, no mesmo nível. Imaginar que os judeus americanos manipulam tudo à sua volta para beneficiar exclusivamente Israel seria acusá-los de crime de lesa-pátria. Não me parece um pensamento razoável.
Meu segundo ponto: existem algo como 5 milhões de judeus morando nos EUA. A população norte-americana é de 305 milhões de pessoas. Como é possível que 5 milhões de indivíduos influenciem de modo determinístico a votação de centenas de milhões (que são os eleitores do Congresso)? Supondo que não influenciem, os 5 milhões de judeus terão lá seus deputados e senadores. Porém serão minoria. Pergunta número 2: como é possível que os lobbies influenciem de forma determinística 435 deputados federais e 100 senadores eleitos por voto distrital? Até o Congresso Brasileiro, que é um antro de corrupção, é dividido em dezenas de grupos de interesses e nenhum é majoritário. Nenhum grupo independente no Brasil consegue comprar o Congresso todo. Só o governo federal consegue e muito disso é por meio de barganha com a execução do orçamento federal. Como é possível imaginar que o Congresso Americano possa ser todo comprado por um único grupo de interesse? Novamente, não me parece um pensamento razoável.
Fábio,
Mais uma vez voce comete o erro de procurar lógica aonde o que impera é puro ódio irracional. A acusação de que os judeus “mandam” nos Estados Unidos esta muito longe de ser a mais absurda que fazem a nós.
Aqui mesmo no blog pode-se ler algumas delas, disfarçadas é claro (para se adequar às regras) de feitas a Israel.
E não, eu não considero toda crítica a Israel como antissemitismo, apenas aquelas dirigidas SÓ àquele país, as baseadas em mentiras óbvias (a da limpeza étnica, a do bebe de três cabeças, etc) e as generalizações criminosas como as do “bombardeio” com fósforo branco.
Fábio,
Esse é o meu ponto. Aos insanos que insitem na teoria da conspiração sionista para dominar o mundo, me expliquem: como 14 milhões podem dominar 7 bilhões?
responder este comentário denunciar abusoBBC
Israel pune oficiais por uso de fósforo branco durante ofensiva em Gaza
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100201_israelfosforo_gf.shtml
Na história sempre teve holocaustos. Alguns compreensiveis. Imagine que vc é um rei em uma cidade estado na antiguidade. Sua cidade tem 200 mil pessoas. Como vc desenvolveu um sistema que funciona, seu reino tem comida estocada para 1 ano. Como houve uma grande estiágem, a cidade estado visinha, que possui 500 mil habitantes e não estocou comida, começam vir em sua direção em busca de comida. O que vc faria? Mataria todos? Distribuiria sua comida e ficaria sem? Ou faria como jesus, multiplicaria o pão? Abraços.
Como sempre, um artigo bem escrito e elucidativo.
Polidamente discordo, todavia, de uma das conclusões, a de que Desta forma, fica difícil ele criticar Ahmadinejad.
Não, não fica. O genocídio praticado pelos nazistas não foi uma acidente, uma fatalidade, uma vicissitude da guerra: foi algo sistemático e planejado. As mortes no Afeganistão, sim.
Pode-se talvez dizer o mesmo do massacre dos armênios na Turquia: não foi um acidente de percurso.
A negação do holocausto por parte do Irã é vergonhosa – assim como os esforços da AIPAC em impedir que o Congresso emita uma resolução que confirme o que a maior parte dos pesquisadores reconhece, a de que houve um genocídio armênio perpretado pelos turcos.
A retificação feita pelo Jarbas é necessária. A falha é significativa, pois o termo genocídio não pode ser interpretado livremente, especialmente em artigos jornalísticos.
Pois para que não houvesse dúvidas – e isso foi um fato relevante, que hoje permanece como tal, já que nunca faltaram os que distorçem esse conceito para fins diversos – foi firmado um tratado internacional, resultado da Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio (Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide). O genocídio é definido como:
Qualquer dos seguintes atos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tal como:
(a) Matando membros do grupo
(b) Causando danos corporais ou mentais a membros do grupo
(c) Deliberadamente inflingindo ao grupo condições de vida calculadas para causar sua destruição física no todo ou em parte
(d) Impondo medidas destinadas a prever nascimentos dentro do grupo
(e) Promovendo transferências forçadas de crianças do grupo para outro grupo
Na Turquia de 1915-16 houve genocídio inegavelmente.
Genocídio é um crime punível sob essa legislação internacional, surgida após a 2ª Guerra, justamente devido aos genocídios especialmente dos nacional-socialistas. Como já mencionaram no presente filamento de comentários, infelizmente os genocídios dos socialistas marxistas-leninistas, que foram horríficos tanto quanto, e muito maior em número (o caso da Ucrânia 1932-33 de 6 milhões de pessoas mortas pela fome é apenas parte pequena, vide The Soviet Story, documentário de Edvins Snore de 2008).
Claro, lendo o artigo com atenção, Chacra em momento algum disse que as mortes decorrentes das ações dos EUA configuram genocídio. Mas facilmente alguém poderia interpretar a comparação feita como em um mesmo nível, como aliás é típico da esquerda radical ao redor do globo.
Continuo lendo Chacra com atenção e satisfação.
responder este comentário denunciar abusoSou a favor de dar os nomes certos aos acontecimentos históricos, e, portanto, acho que o que aconteceu na Primeira Guerra deva ser chamado de genocídio, sim. Mas há outras coisas escondidas nesse texto.
Em primeiro lugar, é nítido que o texto possui um tom bastante recheado de anti-americanismo e de críticas injustificadas a Israel. Por que meter no meio Israel, quando o país não tem nenhuma influência decisiva nessa questão?
Segundo, se é pra chamar de genocídio o massacre de armênios, se há a proibição de manifestação de idéias nazistas, por exemplo, por que não fazer o mesmo com o comunismo, que matou muitíssimo mais gente do que os turcos e os nazistas somados? Por que ninguém fica indignado com as manifestações comunistas por aí? Por que se pode ter um PSOL, ou um PT por aí, pregando idéias que mataram, em um século, mais do que qualquer outra praga ou guerra na história humana?
Talvez, a verdade seja que os “direitos humanos” não sejam válidos nem defensáveis em todos os casos, não é mesmo?
Terceiro, quanto ao Afeganistão, a única causa da morte de civis é o uso de escudos humanos por parte dos terroristas. É muita inocência achar que só os EUA são os vilões da história. O que acontece é que escolas e hospitais são utilizados como armazéns de armas e esconderijos pelos verdadeiros assassinos, que fazem os civis de reféns.
Por que não se fala sobre isso? É muito fácil ficar nesse anti-americanismo infantil e não querer enxergar o verdadeiro mal.
Marcelo
Você está com toda a razão. Não sei se o Chacra procurou uma manchete contundente como forma de chamar atenção para seus sentimentos contra os Estados Unidos.Ninguém acha que os Estados Unidos foram santos ao longo de sua história. Aliás se alguém conhece algum império que tenha sido , por favor me apresente.
Cabe perguntar se o brilhante articulista( Chacra) tem alguma forma indolor de combater o terror , o preconceito e a intolerância no Afeganistão ou no Irã.Os inocentes e ingênuos ao longo da história só serviram para que a barbárie tomasse conta.
responder este comentário denunciar abusoMarcelo, antes de mais nada quero dizer que sou anti-comunista. Contudo, os valores capitalistas e de “liberdade” pregados pelo Ocidente também sacrificaram, sacrificam e sacrificaram milhões de pessoas no mundo. Portanto, a questão não é ser contra o comunismo ou contra o comunismo e sim contra as pessoas que representam idéias autoritárias, preconceituosas, xenófobas, eugenicas e que sejam contra o ser humano. O capitalismo mata até hoje, e quando é do seu interesse nega o que o vizinho fez, como é o caso dos EUA em relação ao genocídio armênio, por puro interesse. O caso armênio é apenas um exemplo. E a África? onde milhares de pessoas morrem diariamente por conta da ganância capitalista do Colonialismo.
responder este comentário denunciar abusoMarcelo.
Não sou anti nada e sou pró Brasil.
Mas o que você está chamando de mal?Mal para quem para os soldados norte americanos.Isso faz parte da guerra.Os EUA invadiram dois paises.Eles não querem nossa solidariedade e não sei o porque que sofremos aqui por decisões soberanas de outros.O anti americanismo com certeza é infantil,mas alinhamento automatico também.Eles não sabem nada de nos,nem querem,nem precisam.
Lá é guerra e não é porque sai na imprensa ocidental que eles vão parar de dar tiros uns nos outros.Nos(Brasil) não somos o ocidente contra os barbaros.Esse discurso é anglo-saxão.
responder este comentário denunciar abusoSou descendente de Armenios.Cresci ouvindo meus avós contando a história do povo Armenio.Inclusive minha avó tinha uma marca nos lábios que foi feito pelo povo turco com ferro quente.Meus avós fugiram da Armenia para o libano. Lá nasceu a minha mãe e com 6 meses de idade veio para o Brasil.Os meus avós maternos e paternos perderam todos os irmãos, pai e mãe neste genocídio.Foram parar no líbano e se conheceram num orfanato.Além de matarem os Armenios cometeram tb. atos de selvageria.O GENOCÍDIO DOS ARMENIOS ACONTECEU.OBAMA E HILARI QUERENDO OU NÂO.QUEM SÂO ELES PARA MUDAREM OS FATOS HISTÓRICOS.RECONHECENDO OU NÂO O FATO ACONTECEU.NÃO SÂO OS INTERESSES COMERCIAIS OU POLÍTICOS DO E.U. OU DA TURQUIA QUE VÂO MUDAR AS COISAS.A MANCHA SOBRE A TURQUIA EXISTE E ESTÁ GRAVADA NO CAMPO UNIVERSAL. NOS REGISTROS UNIVERSAIS OBAMA OU HILARI NÂO TEM COMO APAGAR. ELES NÃO MANDAM.
Olá Gustavo,
Venho acompanhando o seu blog há algum tempo, e me interesso muito com essas questões sobre o oriente médio. Você conhece alguns livros sobre o assunto para serem indicados?
Abraços
E TEM MAIS.Vai saber se os pontos estratégicos que os E.U.A tem na TURQUIA tb. não vai servir para futuros “massacres” em nome da PAZ NO MUNDO?Tudo é um jogo de interesses.Qual a história que nossos descendentes vão contar? O Sr. Obama e a Sra. Hilari tem uma responsabilidade maior da que eles estão imaginando.Monte ARARAT faz parte da história da Armenia e hoje está em território TURCO.Porque será?A Armenia deu de graça? Algum de vcs. já deu de graça as suas terras ou a sua casa para alguém?Muitas vezes o mais agressivo e o mais forte ganha pq. usa de estratégias desonestas.Tudo já passou mas precisamos ficar alertas quanto aos direitos humanos que os E.U.A. tanto proclama.
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer os armenios aqui por terem nos retirado da ignorancia acerca do genocidio.
Quanto a outros posts dizendo que houve genocídio na União Soviética, eu continuo achando que não houve. O que aconteceu em Cambodia, por exemplo, foi um genocidio, sim. Mas por outros criterios que estão sendo usados, como os mortos de fome na Ucrania, eu posso dizer que a prefeitura de São Paulo está praticando limpeza étnica quando ameaça confiscar um imóvel por falta de pagamento de impostos.
PS,
E posso tranquilamente dizer que Reagan e afins praticaram genocídio contra Homosexuais nas Américas, houve não só um padrão calculado do Executivo de ignorar a AIDS contra as recomendações do CDC (center for disease control), como toda uma cumplicidade de uma sociedade inteiramente homofóbica.
Isso, ladies and gentlemen, é Genocídio com G maíusculo, se os mortos de fome na Uniào Soviética são genocídio.
responder este comentário denunciar abusoHoje o maluco beleza do Ahmadinejad disse que a queda das torres do 11 de setembro nos EUA foi uma “grande invenção”. (click the name)
Enquanto ele arrotar pros costados de Israel e EUA os lacaios aqui vão zurrar de prazer. Mais um pouco e ele começa a achar que pode meter as patas com qualquer um, aí essa turma vai ficar com a sensação de um tijolo entalado no reto.
Henrique,
Dá para indicar a fonte de sua afirmação; não duvido que Ahmadinajad tenho dito isto, mas gostaria de analisar com base em fatos.
Ala-bol,
Morei 10 anos nos EUA e nao sabia que o lobby pro-Israel e’ o mais fote do congresso ameriano. Achei que eram os das armas, dos fazendeiros, e dos professores. Seu comentario soa como preonceito, mas se puder me demonstrar aquilo que “todo mundo sabe” (e, evidentemente, so’ eu nao sei), agradecerei pela contribuicao a minha eduacao.
Caro professor:
em ambos os depoimentos “insuspeitáveis” apenas vi referencia a influencia em relação à política no OM.
Isso quer dizer influência nos EUA?
talvez a suspeita nao venha destes depoimentos e sim do uso distorcido que foi feito, como tantas outras distorções.
responder este comentário denunciar abusoPrezado Ricardo T,
Vou mencionar dois testemunhos insuspeitos, para demonstrar o quanto é influente o lobby da AIPAC nos Estados Unidos.
Donald McHenry, respeitado diplomata de carreira e antigo embaixador permanente dos Estados Unidos nas Nações Unidas e professor em várias universidades estadunidenses disse e transcrevo tal como citado em livro recente sobre política externa: “Because of the [Israeli] lobby’s influence, our government is unable to pursue its own national interests in the MIddle East” (Por causa da influência do lobby [israelense], nosso governo é incapaz de perseguir seus próprios interesses no Oriente Médio).
George W. Ball, subsecretário de Estado nas administrações Kennedy e Johnson, é citado por dizer: “On Middle East Policy, Congress behaves like a bunch of trained poodles, jumping through the hoop held by Israel’s lobby” (Na política do Oriente Médio, o Congresso comporta-se como um bando de poodles amestrados, pulando através de um arco segurado pelo lobby de Israel).
O primeiro pode ser contatado através do telefone e o segundo não, pois já morreu.
responder este comentário denunciar abusoFarhat,
“The ability of individuals, groups, and corporations to lobby the government is protected by the right to petition[2] in the First Amendment of the United States Constitution.”
Se os pro-palestinos sao incompetentess ao ponto de nem ao menos conseguirem exercer seu direito da First Ammendement o que se ha’ de fazer.
Alguns tem competencia, outros ficam reclamando da vida em blogs! Levanta o traseior e vai trablahr ao invez de reclamar de quem exerce seu direito constitucional d emanewira eficiente!
Caro Jose FARHAT,
Àntes de mais nada , gostaria de esclarecer que lobby pro-Israel nos EUA nao se limita a AIPAC. Inclui nao apenas outros grupos judaicos, mas tambem representantes de dezenas de milhoes de evnagelicos.
Nao ha’ duvida alguma de que o lobby pro-Israel tem grande influencia, mas dizer que e’ o lobby mais influente no congresso americano e’ bobagem, e puro preconceito. Mencionei acima 3 lobbies mais fortes do que o pro-Israel, mas posso ainda mencionar os lobbies do petroleo e dos farmaceuticos, tambem significativamente mais influentes no congresso americano do que o pro-Israel.
Esse comentario da Aba-bol e’ tipicamente preconceituoso, mais uma inverdade para criticar os judeus.
responder este comentário denunciar abusoInclusive creditando que os judeus ao final dos tempos ou antes se converteram ao cristianismo.Não precisa ir tão longe eu conheço evangelicos aqui mesmo no Brasil que acredita nisso.
responder este comentário denunciar abusoCorrrigindo:
Inclusive acreditando que os judeus ao final dos tempos ou antes se converterão ao cristianismo.Não precisa ir tão longe eu conheço evangelicos aqui mesmo no Brasil que acreditam nisso.
Chacra, parabéns pelo post. O que você escreveu representa o grito de justiça entalado na garganta de cada família armênia vítima da perseguição turca, que continua até hoje, que diga a morte do jornalista Hrant Dink. O mundo todo sabe o que aconteceu antes da primeira grande guerra. Os Turcos sem dúvida foram muito inteligentes. Premeditaram um plano de extermínio do povo armênio nos mínimos detalhes. Limitaram os direitos dos armênios dentro do seu território, perseguiram e mataram os seus líderes e intelectuais, usurparam os seus bens, deportaram milhões de armênios para o deserto e os deixaram lá para morrerem de fome e sede, quando não eram simplesmente jogados de penhascos. Percebam aqui as primeiras técnicas de extermínio em massa, que mais tarde seriam aprimoradas pelos nazistas com as câmaras de gás. Vejam a ironia da história. Os alemães eram aliados dos turcos em 1915 e seus jovens oficiais do exército aprenderam com os turcos as práticas de extermínio em massa, que seriam aplicadas nos campos de concentração nazistas contra os judeus. E hoje existem judeus, não todos, que trabalham a favor do negacionismo do genocídio cometido pelos turcos contra os armênios.
Eu nao sugeri que as familias que sofreram com esses acontecomentos esquecessem os fatos. Eu soh sugeri que usassemos esses fatos para construir um futuro melhor, em vez de destilar sentimentos negativos sobre povos ou grupo de pessoas como se todos fossem iguais. Todos , vejam bem, todos esses grupos ou povos fizeram muitas coisas que beneficiaram a humanidade. Se eu concordasse com voces, teria que achar que todo brasileiro eh corrupto, toda brasileira se prostitue no exterior e otros esteriotipos que existem mundo afora. Eu discordo sim veementemente da generalizacao. e discordo tambem do momento em que isso volta a ser discutido pois existem sim coisas mais urgentes e atuais para resolver tanto nos EUA como no Brasil.
O jogo entre palmeirenses e corintianos continua. Não acredito e nem duvido do chamado holocausto de judeus ou armenios. Gostaria de saber a verdade, entretanto para saber a verdade é necessario investigar, sem ideologias. Os dois lados devem fazer parte da investigação.
Existem pessoas que não acreditam que morreram 6 milhões de judeus em campos de exrtermínio. Alegam que foi muito menos e que fotos de campos de concentração da alemanha derrotada no final da guerra, não poderiam ser diferente.
Não há nenhuma ideologia na minha posição. Entre israel que é uma democracia e irã , que é ditadura religiosa – essa é a pior – fico com israel. Aliás, ninguem mais precisa ter dó de israel, virou primeiro mundo e tem hoje, os mesmos interesses que a alemanha. A versão do vencedor nem sempre é a verdade.
Quando um genocídio é investigado e documentado, geralmente existem expatriados que perderam parcialmente ou completamente suas famílias (civis). Daí voce não pode mudar de idéia e dizer que não houve genocídio: seria como dizer aos expatriados que suas famílias jamais existiram.
responder este comentário denunciar abusoPS,
E sem me alongar muito mais, existem os genocídios que são tão eficientes que não deixam tais rastros, como aquele praticado contra várias tribos das Américas.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, sugestão de pauta: comentar o filme “Guerra ao Terror”
Prezado Chacra, concordo com Francisco Almeida quando ele diz que vê com grande satisfação mais uma prova de sua imparcialidade e amor à justiça. Você é mesmo um homem livre, não está de rabo preso com ninguém ou nenhum grupo. Admiro isso, mas, claro, nem sempre concordo com você. Eu não estou indignado com Obama por causa da questão armênia. É verdade que durante a campanha, ele disse que não tinha dúvida de que tinha havido um genocídio e agora evita usar a palavra “genocídio”. Mas numa visita à Turquia, quando já era presidente, ele se referiu aos eventos de 1915 como sendo uma das maiores atrocidades do século 20. Minha fonte é o Guardian: http://www.guardian.co.uk/world/2010/mar/05/armenia-deportations-first-world-war-turkey
Eu não dou muito valor a uma discussão sobre o significado
das palavras. O que importa é que fique bem claro para todos o que ocorreu. O link acima dá um resumo, na minha opinião, bem objetivo e desapaixonado. Não acho que caiba a parlamentos julgar se os crimes cometidos contra os armênios devem ou não ser rotulados de genocídio. Houve uma deportação em massa, morreram centenas de milhares, talvez um milhão e meio de pessoas. Que diferença faz chamar ou não chamar isso de genocídio? Fazendo uma analogia menos apaixonante, que diferença faz chamar ou não chamar Plutão de planeta? O que importa é que saibamos como Plutão é, onde ele está.
A insistência dos armênios em querer que os parlamentos do mundo inteiro rotulem de genocídio a matança de 1915 não é uma mera discussão sobre o significado das palavras. O que virá depois? Mudança de fronteiras, reparações?
Eu já conversei com um armênio residente na atual República da Armênia sobre como eles veem os territórios da Turquia antigamente habitados por armênios. Eles os chamam de “Armênia histórica”, deixando claro que têm uma ambição territorial sobre a Turquia. Vamos então um passo adiante. Se o mundo inteiro carimbar os crimes cometidos pelos turcos contra os armênios de “genocídio”, isto dará legitimidade a eventuais reivindicações territoriais da Armênia contra a Turquia? Eu sou contra mexer em fronteiras reconhecidas internacionalmente. O que o mundo tem de exigir é que todos os habitantes que vivem sob o poder de um dado estado tenham os mesmos direitos (a voto, a passaporte, a liberdade de expressão, ao direito de ir e vir, etc). Mas essa história de querer voltar no tempo para desenhar fronteiras mais justas é uma loucura, um vespeiro.
Também acho um vespeiro essa história de reparações. Até quantos anos atrás isso se aplica? O bisneto de um turco
que, em 1915, expulsou e matou armênios, tem dívida com os armênios de hoje? Sou um brasileiro branco, meus ancestrais são quase todos portugueses. Será que um dia vão querer que eu pague uma indenização aos descendentes dos ex-escravos?
toscano,
entendo que independente de reclamacoes terriotiais ou de outra ordem, o fato eh que houve um evento tragico com os armenios na turquia causado pelo regime do imperio otomano, antecessor da turquia.
ha de se admitir o fato e ponto.
a partir dai, as implicacoes praticas sao outra coisa.
posso concordar que nao seja desejavel mexer no status quo de fronteiras, mas nao eh algo sagrado que nao permita acomodar a vontade das partes.
quanto a sua preocupacao sobre reparacoes que teria que fazer aos descendentes dos indigenas, fique tranquilo que voce ja esta fazendo isso faz tempo. os direitos especiais concedidos aos indios, inclusive as reservas indigenas nao sao mais do que reparacoes. claro que em algum momento do futuro isso tera que acabar, mas por enquanto faz parte do status quo.
entendo que em primeiro lugar deve se reconhecer o acontecido tal como me manifestei anteriormente.
responder este comentário denunciar abusoToscano,
se seu filho deixou de entrar na faculdade porque um afrodescendente usou da cota racial para entrar no lugar do seu filho, voce já pagou, sim, uma “indenização aos descendentes de ex-escravos”.
Toscano. Concordo com vc. A título de conhecimento histórico, acho que todos os fatos polêmicos da humanidde devem ser investigados cientificamente. Entretanto, como já disse, não existe lutas de raças ou religiões. são ideologias que escondem a luta de classes.
responder este comentário denunciar abuso“Justamente isso que é o questionamento, e que por acaso ninguém responde.”
Não xará, este é o questionamento que alguns inventaram, o Ahmadinejad nega a ocorrência do Holocausto, e prega mais um.
E por acaso ninguém se atreve a, nem digo justificar, mas explicar.
Mais importante que condenar ou não Israel,é condenarmos a Turquia pelo massacre que fez,e perguntar porque não só Israel,mais o bloco árabe não usam sua força politica para trazer este tema para a ONU.
E no momento a Turquia e o novo amiguinho da Siria e do Irã,se afastando de Israel e dos USA.
São pontos a serem analisados separadamente.
- Obama errado. O genocídio armênio aconteceu assim como aconteceu o holocausto judeu. Não faz sentido reconhecer um e negar outro.
- O Obama certo ao criticar as ações no Iraque.
- Obama sem culpa sobre os erros militares no Afeganistão.
Foi o governo anterior que programou as ações e hoje não se pode recuar.
Obama não pode prever os erros.
É incrível como algumas pessoas não toleram NENHUMA crítica a NENHUM governo dos Estados Unidos. É impressionante como o Gustavo Chacra, que já foi chamado de sionista e pró-Bush, agora é chamado de antiamericano só porque colocou uma crítica ao presidente dos EUA em sua manchete. Só falta chamarem-no de comunista.
Onde os rótulos proliferam, os cérebros encolhem.
Gustavo,
saiu no estadao hoje:
“Ahmadinejad chama ataque de 11/9 de ‘grande invenção’”
E agora? Fica dificl par ao Obama criticar?
E o Genocídio dos Palestinos como fica?
Nao fica, nao existe!
responder este comentário denunciar abusoOlha que graça, o Massaraduba querendo dar uma de Ahmadinejad!
responder este comentário denunciar abusohahahahahahahahahaha
Yoko, dei altas gargalhadas com seu comentário brilhante.
responder este comentário denunciar abusoNão vai ser algum negacionista com megalomanias atomicas, que vai salvar os Palestinos. Que azar se uma bomba atomica cai lá!
Qual é a vantagem? Será que os Palestinos e os Israelenses vão se tornar irmãozinhos de tanto medo?
responder este comentário denunciar abusoFiz um comentario identico ao do MarioS sobre o policamento da Yoko, mas meu post nao passou.
“Onde os rótulos proliferam, os cérebros encolhem”
Certamente.
Muitobom texto Guga… agora as pessoas parecem viciadas em se atacar… acho que nao viram a nova propaganda do Itau ainda.. abracos..
Leiam este texto do site do próprio Obama. É possível acreditar em uma pessoa que promete uma coisa e faz outra? Se dentro dos interesses americanos, não cabe o reconhecimento do genocídio, não o tivesse prometido.
http://www.barackobama.com/2008/01/19/barack_obama_on_the_importance.php
Gustavo,
O título do seu “post” sugere que o Obama mata afegãos porque quer. Guerras são mais complexas do que a ideia exposta na abertura do texto.
Abraços!
E porquê não pedir também á Republica Portuguesa e ao Reino de Espanha que admitam o massacre que cometeram aqui na america do sul contra os nativos da região. Exterminaram milhões de nativos e nunca até hoje assumiram qualquer responsabilidade por isso.
Quem não se lembra de quando Obama era apenas candidato à presidencia?
Prometeu mundos e fundos a vasta comunidade armênia-americana, basta ver a quantidade de vídeos onde ele aparece defendendo a Causa Armênia, criticando Bush e a Turquia, monstrando-se uma pessoa de carater e defensora dos DH.
Hoje, no entanto, ocorreu uma inversão. Ele se encontra atrás da mesa de presidente dos EUA e como podemos ver nada mudou. Em política externa os EUA decepcionaram, todos esperavam grandes mudanças como a saída de tropas americanas do Afeganistão e Iraque, não aconteceu.
No caso dos armênios, continuaram a lutar mesmo sem o apoio, Obama não pronunciará genocídio em seu discurso anual de 24 de abril, alegará que não quer interferir no processo de paz turco-armênio. Mas que processo???
Os protocolos já estão fadados ao fracasso. Até quando usará este pretesto como refugio de posicionamento?
A Armênia já votou na Comissão de Constituição e afirmou que estão em conformidade com a declaração de independência e com a constituição. Ótima saída, pois ambas afirmam a luta pelo reconhecimento internacional do genocído, bem como dos interesses nacionais.
A Armênia diz, sob estas condições aceitamos os protocolos, a Turquia vê como precondição. Mas nenhum país do mundo pode aceitar um tratado, acordo e etc que conflita com sua carta magna.
Este impasse de ratificação prosseguirá e se um não fizer o outro lado não o fará. Quem ratificará primeiro? Eis a questão rs.
A Comissão de Relações Exteriores dos EUA já havia aprovado uma resolução sobre o genocídio armênio no governo Bush mas foi engavetada pela Casa Branca, pois, a resolução necessita ir a plenário e uma vez aprovada segue para sanção presidencial.
Aguardemos a votação mor agora, e se Obama não sancionar, além de ir contra os princípios democráticos de acatar o decidido pelo plenário ainda arcará com o peso de sua imagem e promessas.
Sigamos à luta, 95 anos já se passaram, e se até agora não cessamos de lutar não será agora que pararemos
provocação
os estados unidos, em sua eterna provocação ao mundo islámico, provocam a ira dos turcos classificando-os como genocidas. logo os turcos que apoiaram a invasão do iraque e a quem pedem apoio contra o irã. mui amigos!
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