Barack Obama pode até ser reeleito e ter alcançado alguns de seus objetivos como presidente. Mas, na criação de empregos, o líder americano foi um fiasco. Mesmo três anos e meio depois de assumir o cargo, o ocupante da Casa Branca foi incapaz de ao menos colocar a taxa de desemprego em uma tendência de queda.
O índice permanece em alarmante 8,3%, crescendo em julho em relação ao mês anterior. O número de novos postos de trabalho criados está aquém ao crescimento da população economicamente ativa. E o valor poderia ser ainda pior se fosse levado em conta o subemprego e as pessoas que desistiram de procurar uma ocupação.
Alguns dirão que o Congresso e o Federal Reserve, além do presidente, possuem parcela de culpa. Sem dúvida, estão corretos. Mas, em seus primeiros dois anos, Obama controlava a Câmara e o Senado. O FED tem agido muitas vezes em coordenação com ele.
Outros argumentam que o problema é a herança deixada por George W. Bush. Em parte, sim. Mas já passaram 42 meses desde que o atual presidente assumiu. Ele próprio afirmou que solucionaria o emprego em três anos. Ronald Reagan conseguiu. Isto é, não era impossível.
Agora, basta ao time de campanha de Mitt Romney deixar de tropeçar e se focar no que interessa aos americanos – a economia. Esqueçam de política externa e questões sociais. Os eleitores pensarão com o bolso, especialmente nos swing states, como são denominados os Estados sem predomínio democrata ou republicano.
Leiam ainda o blog Radar Global. Acompanhem também a página do Inter do Estadão no Facebook
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. Também é comentarista do programa Em Pauta, na Globo News. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
no twitter @gugachacra
Veja como funciona o sistema de comentários dos blogs do Estadão.com.br
2013
2012
2011
2010
2009
2008
Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.
Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.
Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastradoEm instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.
Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.