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Guga Chacra

04.novembro.2009 23:17:12

Israel pode usar captura de navio com armas para escalada militar contra o Irã

Israel capturou um navio carregado com centenas de toneladas de armamentos. De acordo com militares israelenses, o arsenal seria iraniano e o destino final era o Hezbollah, com escala no território sírio. A tripulação da embarcação foi abordada por autoridades de Israel e não sabia do carregamento. A Síria e o Irã, chamando os israelenses de piratas, disseram que o navio levava bens dos iranianos para os sírios, e não armamentos. As imagens, porém, são de um arsenal militar. Dificilmente poderia ser feita uma montagem tão rápida (assista ao vídeo aqui).

Se as armas tivessem como destino o Hezbollah, seria uma violação da resolução 1701, das Nações Unidas, que encerrou o conflito entre o grupo libanês e Israel em 2006. A mais grave, até agora, já que os dois lados desrespeitaram diversas vezes a determinação da ONU.

Os israelenses dizem possuir uma prova de que o Irã não está interessado na paz na região e busca armar grupos hostis a Israel e, no caso do Hezbollah, considerado terrorista pelos EUA – a organização, além do braço militar, possui, no Líbano, um partido político, uma rede de TV, creches e hospitais. A ajuda do Irã ao grupo está longe de ser novidade, com Teerã sempre dizendo que, se os EUA podem ter acordos militares com Israel, os iranianos também têm o direito de manter relaçõs com seus aliados.

O problema, para Teerã, é que não interessa o que eles pensam. Afinal, sempre acharão que Israel está errado e vice-versa. O que importa, no Oriente Médio, é a visão da comunidade internacional. Agora, com a interceptação de Israel, existe a imagem simbólica de um navio com mísseis que poderiam ser usados em ataques contra o norte israelense.

O carregamento interceptado ontem era grande e certamente estas armas farão falta para o Hezbollah, caso realmente fossem destinadas ao grupo. Ainda assim, segundo analistas militares, a carga confiscada representa apenas 10% do que o grupo libanês possui em estoque.

Do episódio, fica a pergunta sobre o por que de o Irã decidir enviar o carregamento por mar. Seria mais seguro, ainda que caro e com logística mais complicada, mandar as armas por via aérea pela Síria e, de lá, cruzar sem problemas para o Líbano, como feito muitas vezes. Talvez, como mostrou o Haaretz, o regime de Teerã e o de Damasco tenham obtido sucesso pela via marítima no passado, mas, agora, Israel intensificou suas operações no Mediterrâneo.

De qualquer forma, o cenário Israel x Irã está assim, na posição israelense

1 – Atacar as instalações militares preventivamente
2 – Manter a Guerra Fria

Caso opte pela opção 1, Israel tende a sofrer as seguintes consequências

a) matará civis iranianos e, mais uma vez, a imagem israelense ficará deteriorada diante da opinião pública internacional
b) não há certeza de que conseguirá sucesso em eliminar o suposto programa nuclear iraniano
c) poderá sofrer uma dura resposta do Hezbollah, caso o grupo concorde em cooperar com Teerã na retaliação

Com a captura do navio ontem, Israel buscará mostrar para a comunidade internacional que o Irã provocou antes. Isto é, abrandará o efeito A descrito acima. Também pressiona o governo libanês, dizendo que um ataque a Israel do Hezbollah será visto como um ataque do Líbano. Assim, tenta conter o grupo pela via doméstica libanesa e reduz a consequência C. Já o efeito B está nas mãos da Força Aérea israelense, considerada uma das mais preparadas do mundo.

Como acredito que o atual governo israelense não considera a opção 2, da guerra fria, uma saída favorável, eu diria que existe uma possibilidade grande de caminharmos, em breve, para uma operação militar israelense contra o Irã.

Os iranianos, por serem o lado mais fraco na matriz, esperam para Israel mover a sua peça antes de agir. Caso seja a opção 1 de Israel, deve aplicar as seguintes retaliações

a) fechar o golfo pérsico, fazendo o preço do petróleo disparar
b) sabotará os EUA no Iraque e no Afeganistão
c) pode usar o Hezbollah contra Israel, desde que consiga exercer mais força sobre o grupo do que os aliados cristãos da organização em Beirute

As medidas A e B afetam diretamente os EUA. Assim, Teerã busca usar Washington, que apenas teria a perder com o conflito, para impedir Israel de agir, ganhando tempo para completar o seu programa nuclear

Logo,

1 – Israel, Irã e Hezbollah podem ou não ganhar com o conflito
2 – Os EUA certamente perderiam, assim como o Líbano
3 – A Síria, sabe-se lá como, sairia ilesa mais uma vez

É, literalmente, um cabo de guerra. De uma certa forma, o Irã e Israel puxam para o mesmo lado, com uma ajuda síria. Libaneses (o governo) e americanos, para o outro. Os palestinos? Esqueçam, por enquanto

Comentários (136)| Comente!

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136 Comentários Comente também
  • 05/11/2009 - 00:24
    Enviado por: JOSE DO ARMAGEDON

    E eis que o Armagedon se aproxima. Por quanto tempo as nacoes afrontarao a Israel e nao serao punidas? Eis que o Senhor tarda, mas nao falha, pois a mao de Deus caira’ sobre todas as nacoes que se levantarao contra a nacao eleita de Deus. Deus ouvira’, e afligira’ aqueles que levantam sua maos contra Israel.

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  • 05/11/2009 - 00:35
    Enviado por: Leonardo Abelha

    Gustavo,

    Me desculpe a sinceridade, mas você não falou uma linha sequer dos equipamentos de espionagem que israel mantinha no Líbano e os detonou quando foram descobertos. Por quê ?

    Não escuto ninguém falando que israel cruza o céu do Líbano quase todos os dias, violando assim o acordo. E se o Líbano derruba um desses aviões. Como ficaria ?

    Que forma é essa de análise ?

    E outra coisa, olha o tanto de arma que israel possui. Não tem comparação !

    Se vier degladiar comigo , você possuir um revólver, uma bazuca e uma faca. Logo não tenho o direito de adquirir um retrátil ?

    Pô !

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  • 05/11/2009 - 00:43
    Enviado por: carlos 3m

    vide minha resposta no topico anterior (inicio e final).

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  • 05/11/2009 - 01:01
    Enviado por: Morad Zahran

    Em um post dos vários que escrevi, apostei no ataque Israelense ao Irã antes do fim deste ano, Espero que eu esteja errado, mas obviamente que um “Alibi”, “suposição” ou “prova” seja qual for destas palavras diante destas cenas é o suficiente para Israel tomar uma atitude.

    Quanto a opinião pública, acho que depois de Gaza Israel tá pouco se lixando com as capas de jornais!

    -Sou de origem palestina, mas com as circunstâncias da politica mundial atual aprendi a lição, que nesta selva os israelenses são leões, e como os leões são os reis da selva, é melhor manter distância e não disafiar!

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  • 05/11/2009 - 01:12
    Enviado por: Jhony

    Israel deveria parar com as provocações aos paises do Oriente Médio. A longo prazo a tecnologia se dilui. Sem a vantagem tecnológica, não fica um israelense para apagar a luz.

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  • 05/11/2009 - 01:27
    Enviado por: Avrum

    Gustavo,

    Eu ja ia reclamar aqui que foi muito pouco divulgada essa historia do navio apreendido, mas vejo que voce ja deu ma cobertura boa do assunto. Tudo isso e mais uma mostra de que o Ira nao tem intencoes pacificas com seu programa nuclear. Aos poucos, esse pais vai se firmando como principal patrocinador do terror mundial, sem mesmo ter feito nenhum ataque oficial a nenhum pais, o que confunde a opiniao publica desinformada. O Ira representa um perigo a estabilidade nao so da regiao, como no mundo inteiro. Estamos sentindo aqui em Israel cheiro de guerra se aproximando e, de acordo com as previsoes, o numero de mortos entre civis vai ser maior do que entre militares. Israel e EUA realizaram um grande exercicio de defesa contra misseis na semana passada, ontem foi testado o sitema de sirenes na regiao central de Israel(depois de um teste que o Hamas fez com um missil que pode chegar a uma distancia de 60 km, ou seja Tel Aviv) e o clima vai se esquentando aos poucos.

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  • 05/11/2009 - 01:37
    Enviado por: JOSEPH CZARNOWSKI

    Sera’ que era mesmo armamento e nao ajuda humanitaria. Talvez pudesse ser ice cream or chocolates ja que Israel destruiu uma fabrica de chocolates na Siria nao muito tempo atras. Isso tudo e’ uma blasfemia. Iran nao faria tal coisa, pois eles estao mais e’ preocupados com os palestinos passando fome em Gaza do que fornecer aramamento a Siria. Talvez eram bombas de chocolates recheados de caramel.

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  • 05/11/2009 - 02:24
    Enviado por: Hazem

    Gustavo,
    Você baseou o seu post nas informações passadas pelas IDFs, que são, infelizmente, campeãs em não dizer, exatamente, a verdade.
    Eles dizem:
    - as armas eram iranianas;
    - eram endereçadas ao Hezbollah.
    Devemos acreditar nas IDFs dessa vez?

    Outra coisa, a apreensão foi feita próxima a Chipre, ou seja, em águas territoriais cipriotas ou em águas internacionais. Por acaso, Israel tem alguma autorização do Conselho de Segurança da ONU para abordar navios? Em caso positivo, eu aceito, em caso negativo, essa é outra das ilegalidades cometidas impunemente por Israel.

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  • 05/11/2009 - 03:10
    Enviado por: Ceci

    Creio que mesmo que Israel venha apresentar documentos provando sua procedência, é previsível que os anti-Israel dirão que é tudo forjado, ou que, assim como israel recebe ajuda americana, os hizbollenses tem o direito de receber ajuda iraniana.
    E durma-se com um baruho desses

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  • 05/11/2009 - 03:31
    Enviado por: gustavochacra

    Armagedon, não comento sobre religião

    Leonardo, escrevi no texto – “Se as armas tivessem como destino o Hezbollah, seria uma violação da resolução 1701, das Nações Unidas, que encerrou o conflito entre o grupo libanês e Israel em 2006. A mais grave, até agora, já que os dois lados desrespeitaram diversas vezes a determinação da ONU.”. Portanto, falei das violações israelenses agora e também em muitos outros posts, incluindo os sobrevôos do Líbano. Mas agora o tema era o barco

    Carlos 3M, se der, posta de novo

    Morad, acho que, depois de Gaza, Israel passou a se importar mais, pois a imagem saiu extremamente deteriorada

    Avrum, se possível, acrescente mais descrições de como está a situação em Israel

    Joseph, pode ser muita coisa. Clique no link acima e tire suas conclusões

    Hazem, fui claro no texto. Minha fonte são as IDF e coloquei o lado sírio e iraniano. Todo o tempo uso o verbo no condicional

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  • 05/11/2009 - 05:28
    Enviado por: Marcelo N.

    Gustavo,
    Gosto muito dos seus textos, mas ‘e uma pena quando vejo que alguns sao arranhados com frases com certa conotacao. Conotacao essa que nao consigo entender o porque voce da. Acredito que vc esteja buscando o maximo de imparcialidade, mas as vezes o efeito ‘e contrario:
    “Hezbollah, considerado terrorista pelos EUA – a organização, além do braço militar, possui, no Líbano, um partido político, uma rede de TV, creches e hospitais”
    O que voce que dizer com “considerado”? O problema entao esta nos EUA “considerarem” o Hezbolah terrorista? O Hesbolah ‘e terrorista, Gustavo. O Comando vermelho tamb’em financia bem-feitorias nas favelas mas nenhum jornalista minimiza o carater traficante da organizacao.
    Existe uma grande diferenca em se dizer “O Comando vermelho ‘e traficante” e “A policia considera o CV traficante”.
    O Hamas tambem tem um canal de TV (Al Aqsa TV). E ‘e nesse canal que se proliferou o mundialmente conhecido Mickey terrorista. Aquele programa infantil em que um Mickey (ironicamente um icone da cultura norte americana) incitando criancas palestinas a Jihad, a morte de judeus e infiei e ao martirio.
    Instituicoes politicas, meios de comunicacao e bem-feitorias em sua propria comunidade nao tiram o carater terrorista do Hezbolah.
    A maneira em que essa parte do texto foi escrita ‘e capaz de mudar a percepcao de leitores com pouco conhecimento de OM e formar opinioes. Esse tipo de colocacao ‘e muito perigosa quando se trata de um veiculo como o Estadao, mesmo quando sem a intencao do jornalista.

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  • 05/11/2009 - 05:34
    Enviado por: Marcelo N.

    Jhony,
    Quem ‘e que Israel esta provocando?
    E de que tecnologia vc esta falando? Se for a tecnologia militar, dilui-se a israelense na mesma proporcao que dilui-se tambem a iraniana, a libanesa, a sul- coreana e a pernambucana. Ambos se renovarao, cada um com seus recursos.

    Hazem,
    Em quem podemos confiar entao?
    1. IDF
    2. Hezbolah
    3. Ahmadinejad
    4. JOSEPH CZARNOWSKI e a teoria dos chocolates e caramelos (que nao duvido que surja algo parecido da boca dos numeros 2 e 3)

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  • 05/11/2009 - 06:47
    Enviado por: Gabriel

    Oi Guga!

    Comentaristas militares aqui colocam a coisa da seguinte maneira:

    1) Este carregamento nao fara falta nenhuma, ja que eh sabido que o Hizbollah vem recebendo bastante equipamento por terra. Na verdade a coisa vem a ser um grande inconveniente economico e juridico na verdade. Alem do mais, dizem nao ter sido encontrado no meio do equipamento nenhum armamento que o Hizbollah ja nao tivesse antes.

    2) A rota terrestre era realmente preferida pelo Iran, mas tal quantidade de armas, apenas um gigantesco comboio poderia transportar.

    3) Grande parte do equipamento belico do Hizbollah foi e eh adquirido na China, vindo por mar, e portanto acoes como esta tem unicamente forca politica e juridica, influenciando muito pouco no poderio do Hizbollah.

    Agora uma analise minha:

    1) Israel nunca esteve TAO indiferente a opiniao internacional. O governo tem influencias muito serias de Kahanistas, direitistas extremos e teocraticos. O discurso eh: “Quem esta em perigo somos nos, nao o resto do mundo, entao f***m-se.

    2) Mesmo assim nao vai atacar o Iran. Nao sem uma provocacao direta. E isso NAO FOI uma provocacao direta. Foi continuidade de uma politica que ja tem decadas.

    3) E mais; nao vai atacar nem Gazza, nem o Libano. A situacao juridica depois do relatorio Goldstone fez com que o cerebro de quem quer que seja que tem que ter o cerebro funcionando, funcionar. Israel nao tem NADA a ganhar em nenhum desses ataques – nem mesmo prestigio politico interno (como foi no caso do ataque ao Libano e de Gazza) – porque JA TEM este prestigio, fazendo jogo mole com Obama e outras jogadas politicas de direita. E os raivosos da direita sao quem puxam Israel para guerra.

    4) Politicamente falando, vale mais a pena usar o Iran como fonte de preocupacao do que torna-lo em um inimigo real. E paradoxalmente o mesmo vale dentro do Iran.

    5) A Turquia anda em PESSIMAS relacoes com Israel. E MUITO BOAS relacoes com o Iran. Isso muda o peso da balanca seriamente.

    e, por fim:

    6) Nao vai atacar ninguem porque o presidente dos EUA nao eh mais o Bush.

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  • 05/11/2009 - 07:25
    Enviado por: Fabio Nog

    Caso ocorra o fechamento do Golfo e consequente disparada do preço do petróleo, o mundo inteiro perde. É difícil evitar uma recessão mundial quando um componente crítico da matriz energética – o petróleo – salta abruptamente de preço. O mundo ainda não se recuperou totalmente da crise do ano passado, em particular a Europa e o Japão. Será um duro golpe para eles a explosão de um conflito no OM.

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  • 05/11/2009 - 08:02
    Enviado por: MarioS

    E aí Gustavo, how about those Yankees?!!!!!!

    Back to business.
    “com Teerã sempre dizendo que, se os EUA podem ter acordos militares com Israel, os iranianos também têm o direito de manter relaçõs com seus aliados”
    Como tudo mundo que tem boca, Teerã pode dizer o que quiser, mas acordos, sejam militares, economicos ou culturais entre nações são não só comuns como legítimos, já entre governos e grupos terroristas não. Se nem o Chavez assume ter feito isso (com as FARCs), algum motivo há.

    É curioso (para não dizer altamente esclarecedor) como alguns acham (ou fingem achar) normal um partido ter exército próprio. É totalmente irrelevante o Hezbollah manter ou não creches e hospitais, isto nada significa comparado a ter um braço armado.
    Os mafiosos tinham uma definição precisa (e muito engraçada) disto, pena que pelos termos nela empregados não posso cita-la aqui. Vou pensar em alguns eufemismos e sinônimos e caso encontre, escrevo. Enquanto isso segue uma adaptação, muito menos saborosa: se um escritor, autor de 100 livros comete UM estupro, ele deixa de ser escritor, passa a ser estuprador

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  • 05/11/2009 - 08:07
    Enviado por: Avrum

    Gustavo,

    Apesar de a imprensa mundial publicar a noticia de uma maneira bem discreta, dando a impressao de que se trata de um acontecimento quase irrelevante, ams aqui em Israel foi noticiado durante o dia inteiro ontem, com programas especiais na televisao mostrando o navio sendo descarregado e o conteudo encontrado. Aqui vao alguns detalhes:

    - Foram apreendidos 36 containers contendo armamentos, granadas, misseis de medio alcance, uma quantidade que daria para o Hizbollah manter um mes inteiro atacando Israel
    - O material belico foi encontrado escondido dentro dos containers, atras de cargas civis. A tripulacao nao sabia e nem tinha como saber do conteudo da carga
    - O transporte desse tipo de carga tem de ser feito de uma forma especial, pelo perigo que representa. Colocando esse tipo de material como se fosse carga normal, coloca em risco toda a tripulacao.
    - Os containers que nao continham armamentos foram devolvidos ao navio e a tripulacao foi liberada, estando a essa hora a caminho da Turquia.
    - Noticia da ultima hora:Hizbollah nega que a carga era destinada ao grupo e acusa Israel de pirataria, a exemplo da Siria
    Fonte:imprensa israelense(yediot aharonot,jerusalem post e maariv)

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  • 05/11/2009 - 08:41
    Enviado por: marcelo

    teorias da conspiraçao a parte, nao acredito no ataque gustavo. todos ja falam nisto há muito tempo mas um navio de armamentos pro hizbollah nao é motivo. todos sempre sabem que o ira arma o hizbollah. acho que israel vai usar isto apenas como instrumento politico. o pessoal aqui do blog é muito catastrofico.

    quanto ao lado da siria e do ira, como sempre se acusam, quem ainda duvida que foi isto mesmo que aconteceu é muito ingenuo ou tendencioso.

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  • 05/11/2009 - 09:01
    Enviado por: Florentina

    Essa semana hein!
    A coisa ta pegando fogo lá pelas bandas da região Palestina e Israel.
    Primeiro, a secretária de Estado Americano dá uma de Celso Amorin e fala demais, demonstrando apoio à expansão dos assentamentos.

    Dali a adiante a coisa já pegou pra ela.
    O que uma frase mal falada não faz!
    Como diria um amigo aqui: Ela ficou mal na fita com os árabes.
    E, ao invés de ajudar, dificultou ainda mais as negociações de paz entre palestinos e Israel.
    Pobre Obama. Ganha um nobel de paz aqui, a secretária desfaz ali.

    Agora vem esse navio. Israel diz ter vindo do Irã e cita junto na acusação, a Síria.
    A Síria, Irã e Hezbollah negam.
    Bom, nessa hora todos negam.
    Mas numa dessas, Israel não teve nada de pirata. Seja lá qual for a origem do armamento, mas o destino se sabe, seria para ser utilizado contra Israel.
    Certamente.
    É, esse navio pode mesmo mudar a história do Oriente Médio.
    (tóc tóc tóc..)

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  • 05/11/2009 - 09:26
    Enviado por: Rodolfo

    Há algumas semanas, a Veja publicou uma matéria sobre o desaparecimento de um navio russo, que oficialmente transportava madeira e teria sido sequestrado por piratas. Como a história oficial do governo russo apresentava diversas incongruências, a matéria questionava se na verdade o navio não estaria transportando armamentos ao Irã e os piratas, agentes do Mossad. Isso explicaria a reunião entre um alto membro de ambos os governos há cerca de um mês.

    Gustavo, você sabe ou pode comentar algo sobre o assunto?

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  • 05/11/2009 - 09:35
    Enviado por: João Braziliano

    Um navio cheio de armas pra combater Israel, não deixa de ser humanitário.

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  • 05/11/2009 - 09:36
    Enviado por: Dr. Sério

    Gustavo,

    Perda de tempo ficar fazendo estas análises, Israel faz o que quer a hora que quer, as explicações, justificativas etc. ficam a cargo das grandes empresas de mídia.

    Se Israel ainda não atacou é porque não está pronto, só isto. Você já viu algum líder israelense se preocupar com opinião pública ou com a vida humana?

    Abraços.

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  • 05/11/2009 - 09:47
    Enviado por: kerwson/parnamirim/rn

    NÃO É A NAÇÃO IRANIANA, MAIS SIM ARMADINEJADE E OS RADICAIS ISLAMICOS QUE INCLINAM O IRÃ NO SENTIDO DA GUERRA.JÁ EXISTE UMA OPOSIÇÃO ATUANTE QUE NÃO DESEJA A DESTRUIÇÃO DO IRÃ E POR ISTO ESTÃO LUTANDO INTERNAMENTE. O PROBLEMA É QUE MUITOS PAISES SÃO COVARDES E IRESPONSAVEIS E NEGOCIAM POR DEBAIXO DO PANO COM O GOVERNO CRIMINOSSO DO IRÃ.FALTA CORAGEM E MEDIDAS DURAS CONTRA TODOS OS MARGINAIS QUE GOVERNAM E NISTO SE INCLUI IRÃ E COREIA…CHEGA DE HIPOCRISIA E VAMOS A LUTA DESARMAR ESTES FACÍNORAS PQ ELES SÓ ENTENDEM A LIGUAGEM DO CONFRONTO , ASSIM É MELHOR LUTAR C ELES AGORA JÁ QUE NÃO POSSUEM AINDA UMA TECNOLOGIA TÃO AVANÇADA.SÓ NÃO PODEREMOS É CONTINUAR A PERDER TEMPO PQ LOGO, LOGO ESTARÃO CHEGANDO LÁ.

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  • 05/11/2009 - 10:02
    Enviado por: jose roberto

    Uma guerra irã/israel será um péssimo negócio para o oriente médio, enterrando de vez o já moribundo processo de paz palestinos/israel. Tomara que fique apenas na opção 2 guerra fria, a menos perigosa para o momento.

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  • 05/11/2009 - 10:03
    Enviado por: Johny

    O Irã é proibido pela Onu de exportar ou importar armas. Portanto em qualquer território em águas internacionais, via terrestre ou ar. O problema se encontra na Onu, que nada faz pelo cumprimento de suas resoluções, um verdadeiro cabide de emprego internacional de diplomatas desprovidos de capacidade, nada fazem !!! O Irã não quer seguir nenhum organismo de controle nuclear, ele quer é impor! Mas agora com a tática de ganhar tempo para poder ter um pouco de urânio para fazer uma única e pequena bomba, não precisa de muito. Israel não vai esperar para ver o que acontece, seu serviço de inteligência sabe grama por grama do urânio que o Irã dispõe… Falta pouco para um novo conflito bélico no Oriente Médio.

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  • 05/11/2009 - 10:04
    Enviado por: Mariana Ferreira

    De todos os atores citados no texto, o que parece ter o objetivo mais claro a curto prazo é Israel. Como já falei aqui no seu blog, eles dizem lá que uma operação militar contra o Irã é uma questão de tempo e oportunidade. A descoberta destes armamentos (que duvido que seja montagem até porque o Haaretz, o jornal mais sério e crítico do governo israelense, estava lá) pode- e vai- ser um forte argumento para convencer os EUA e a comunidade internacional da ameaça iraniana, tanto via Hezbollah na froneira quanto pela construção de armas dentro do País. Resta saber se os EUA vão apoiar ou pelo menos não impedir que Israel prossiga com estes planos. À partir deste movimento, os outros Países vão dançar conforme a música. Gostaria que vc respondesse algumas dúvidas, ok?

    1- O país que tem a posição mais incerta na questão é o Líbano, certo? O governo atual, a coalizão 14 de março, é alinhado aos EUA, enquanto o Hezbollah, hoje com força em vários setores da sociedade libanesa, é pró-Irã. Quais as opções, diagamos assim, menos drásticas para o Líbano, tanto no caso de um confronto direto quanto numa guerra fria?

    2- Numa eventual guerra fria, não seria uma boa oportunidade para a criação do Estado Palestino?
    Até para os mais radicais de Israel, a situação se estabilizando por lá seria melhor para o País. Ganharia mais apoio da comunidade internacional e o argumento forte de opressão aos palestinos se enfraqueceria. Para os palestinos seria um bom momento, já que eles sabem que este apoio “muy amigo”do Irã e do Hezbollah mais atrapalha do que ajuda. Já para os países árabes, seria uma maneira de neutralizar a influência crescente do Irã na região e assim evitar que um conflito armado afete o comércio de petróleo no Golfo Pérsico.

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  • 05/11/2009 - 10:07
    Enviado por: eduardo

    Gustavo vc realmente acredita na opcao de guerra?
    Qual a opiniao publica em israel?

    Acredito que a IDF nao se mexeria antes de avisar o tio sam, porque eles sao os que mais tem a perder, principalemte agora com as negociacoes em andamento.

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  • 05/11/2009 - 10:07
    Enviado por: Marcio Reis

    Acho que esta na hora de alguem por um fim no regime recista, xenófobo e infanticida de Israel.
    Desde criança acompanho os acontecimentos no oriente médio e não tenho duvidas de que Israel usa o seu poder financeiro e de mídia para sempre se fazer de vitima em função do holocausto judeu na segunda guerra e com isso consegue a omissão da comunidade internacional para os seus crimes contra civis palestinos.
    A campanha de vitimização judia é tão forte que chega a ser pecado falar mau de Israel e com isso privam até agua potável que esta sob o solo palestino da Cizjordania aos palestinos e ninguem diz nada, ao contrario se omitem contra os assentamentos criminosos que não param de aumentar no territorio palestino.
    Para mim, não vejo diferença entre Adolf Hitler, Mengele, Goebells e Himmler de Ehud Olmert, Ehud Barack, Shimon Perez e Nethanyau.

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  • 05/11/2009 - 10:18
    Enviado por: Mariana Ferreira

    De todos os atores citados no texto, o que parece ter o objetivo mais claro a curto prazo é Israel. Como já falei aqui no seu blog, eles dizem lá que uma operação militar contra o Irã é uma questão de tempo e oportunidade. A descoberta destes armamentos (que duvido que seja montagem até porque o Haaretz, o jornal mais sério e crítico do governo israelense, estava lá) pode- e vai- ser um forte argumento para convencer os EUA e a comunidade internacional da ameaça iraniana, tanto via Hezbollah na froneira quanto pela construção de armas dentro do País. Resta saber se os EUA vão apoiar ou pelo menos não impedir que Israel prossiga com estes planos. À partir deste movimento, os outros Países vão dançar conforme a música. Gostaria que vc respondesse algumas dúvidas, ok?

    1- O país que tem a posição mais incerta na questão é o Líbano, certo? O governo atual, a coalizão 14 de março, é alinhado aos EUA, enquanto o Hezbollah, hoje com força em vários setores da sociedade libanesa, é pró-Irã. Quais as opções, diagamos assim, menos drásticas para o Líbano, tanto no caso de um confronto direto quanto numa guerra fria?

    2- Numa eventual guerra fria, não seria uma boa oportunidade para a criação do Estado Palestino?
    Até para os mais radicais de Israel, a situação se estabilizando por lá seria melhor para o País. Ganharia mais apoio da comunidade internacional e o argumento forte de opressão aos palestinos se enfraqueceria. Para os palestinos seria um bom momento, já que eles sabem que este apoio “muy amigo”do Irã e do Hezbollah mais atrapalha do que ajuda. Já para os países árabes, seria uma maneira de neutralizar a influência crescente do Irã na região e assim evitar que um conflito armado afete o comércio de petróleo no Golfo Pérsico.

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  • 05/11/2009 - 10:23
    Enviado por: Rafael

    Há de se aventar a hipótese de que o navio é um engodo, uma falsa justificativa plantada para uma eventual ação militar de Israel contra o Irã.

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  • 05/11/2009 - 10:28
    Enviado por: Paulo

    Gustavo

    Em que águas esse navio foi interceptado?

    Israel têm esse poder de polícia de realizar essa apreensão ou trata-se como sempre de uma imposição de poder de fato?

    Irã e Siria não podem realizar comércio de armas, há algum tratado a respeito?

    Sinto desaponta-lo mas Israel não dá a mínima para tal opinâo pública, se achar que deve fazer fará, essa espécie de autismo Israelense é que vai acabar entornando o caldo para Israel…

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  • 05/11/2009 - 10:34
    Enviado por: Antonio

    A confiabilidade da fonte da informação (IDF) é nula.
    As armas mostradas podem ou não ter sido plantadas pela própria IDF. Podem ou não ser provindas do Irã. Podem ou não ser destinadas a quem quer que seja.
    O único fato inequívoco é que interceptar e sequestrar um navio em águas internacionais é pirataria.

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  • 05/11/2009 - 10:40
    Enviado por: Dr. Sério

    Gustavo,

    Claro que isto é uma mentira, analise as imagens do vídeo divulgado.

    1º Os sacos de Polietileno possuem informação de fabricante, data de fabricação e lote. Seria facílimo rastrear a sua venda e exportação para saber quem os possuia quando foram embarcados para proteger a carga.

    2º A caixa de munições mostrada a 0:44 está escrita em PORTUGUÊS e refere-se a grandas para canhões de artilharia sem recuo (C.S.R. como está indicado na caixa). O Hezbollah não opera este tipo de arma, eles usam foguetes, mais fáceis de mover e esconder.

    3º Quem usaria “containers” com números de série para fazer contrabando de armas? Um pouco de bom senso ajuda!

    4º O restante das arams não são de fabricação iraniana, mas chinesa.

    Não bastasse receber armas avançadas de graça dos EUA, agora Israel rouba as armas dos outros!

    Abraços.

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  • 05/11/2009 - 10:45
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Leonardo Abelha

    Sempre falamos sobre estes voos sobre o líbano. o Gustavo sempre fala destes voos tambem, e sempre comenta sobre as violações dos acordos da ONU de ambos os lados.

    Guga

    Ainda acho que o argumento desse carregamento é muito fraco para ajudar em um ataque. Já passamos por situações piores antes.

    Na verdade eu achei estranho do por que israel não atacou instalações no irã quando atacou o norte da Síria.

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  • 05/11/2009 - 10:47
    Enviado por: Marcos

    O problema não é o direito das nações ao redor de israel possuir armas, mas sim o fim a que servirão esses armamento, israel é uma nação em que Deus colocou ali, tem bastante armas, mas usa apenas para defender seus territórios, já as nações ao redor querem ter armas para exterminar Israel do mapa. Concerteza não vão conseguirem por que Deus é a favor de Isreal , logo serão todas exterminadas antes de tentar exterminar Israel.

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  • 05/11/2009 - 10:51
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Há, sem contar o fato da Síria e do Irã ter um tratado de mútua defesa.

    Se o Irã for atacado a Síria tem que defendê-lo, e vice e versa.

    As vezes funciona.

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  • 05/11/2009 - 10:57
    Enviado por: carlos 3m

    gustavo, nao tenho copia do que postei, mas o que tentei dizer no topico anterior e vale aqui, eh que a cupula do regime iraniano eh bem menos protegida que suas instalacoes nucleares, se tornando um alvo bem mais interessante.

    isto traria os beneficios que listei la.

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  • 05/11/2009 - 10:57
    Enviado por: Henry

    Não entendo a passividade do mundo frente à esta pústula que é o perigoso e belicoso Iran. Espero ardentemente que Israel “desça a Pua” nesses caras, conforme ações fantásticas que realizou no passado, vide Iraque e Idi Amin Dada.

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  • 05/11/2009 - 11:03
    Enviado por: carlos 3m

    de qualquer forma a noticia mais interessante que vi no haaretz hoje nao foi a do navio, mas:

    http://www.haaretz.com/hasen/spages/1126056.html

    quanto ao navio, nao deixa de ser sintomatico, o state o denial, tipico de alguns grupos do om, com que alguns se apresentam neste blog. o mundo gira, mas algumas mentes continuam estaticas afirmando que a terra eh plana.

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  • 05/11/2009 - 11:08
    Enviado por: Avrum

    Gustavo,

    Triste ler as opinioes dizendo que Israel forjou tudo, quanta desinformacao e ignorancia. Nao culpo os leitores que falam isso, mas a midia internacional que coloca Israel em uma posicao delicada. Enquanto Israel tenta combater o terrorismo e defender sua terra de ataques causando o menor numero de mortos civis, outros paises tem conflitos e matam um numero muito maior de pessoas(veja a Russia por exemplo, no ataque a Georgia)mas nao estao no foco e as pessoas acabam esquecendo ou nao dando importancia. Gostaria de alguma forma mostrar que a realidade e outra, mas ja se criou um estigma contra Israel dificil de contornar e nada serve de prova para aqueles que odeiam, mesmo sem ter motivos claros.
    Felizmente os governos com que Israel mantem relacoes sabem exatamente da realidade, tem informacoes oficiais de suas inteligencias e sabem ponderar. Ontem mesmo Angala Merckel declarou que um ataque do Ira a Israel vai ser considerado um ataque a propria Alemanha. Alias a Alemanha esta fornecendo a Israel 2 submarinos nucleares, em caso de ataque ao Ira. No final das contas, apesar da forte propaganda contra Israel, os paises sabem diferenciar entre o bem e o mal. Aos leitores que duvidam de \Israel, na fiquem procurando provas nas fotos publicadas, procurem saber a verdade de fato, sem influencias externas. Se tudo for forjado por Israel, nao tem como sustentar isso por muito tempo perante a comunidade internacional

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  • 05/11/2009 - 11:17
    Enviado por: RicardoT

    Dr. Serio,

    Seus argumentos para “provar” que a noticia e’ uma mentira sao muito fracos.

    “1º Os sacos de Polietileno possuem informação de fabricante, data de fabricação e lote. Seria facílimo rastrear a sua venda e exportação para saber quem os possuia quando foram embarcados para proteger a carga.”

    “Errado, so’ seria facil rastrear quem foi o primeiro comprador, e mesmo assim poderia ser um “laranja”. Alem disso, quem disse que o produto dentro dos sacos e’ aquele originalmente embalado nesses sacos?

    “2º A caixa de munições mostrada a 0:44 está escrita em PORTUGUÊS e refere-se a grandas para canhões de artilharia sem recuo (C.S.R. como está indicado na caixa). O Hezbollah não opera este tipo de arma, eles usam foguetes, mais fáceis de mover e esconder.”

    O fato de eles terem usado um tipo de armamento nao quer dizer que nao poderiam usariam outro.

    “3º Quem usaria “containers” com números de série para fazer contrabando de armas? Um pouco de bom senso ajuda!”

    Realmente um pouco de bom senso ajuda. Que navio mercante embarcaria containers sem numeros de serie? Nenhum, isso nao existe, a nao ser que a tripulacao e as autoridades portuarias estivessem envolvidos. Nesse caso, a tripulacao nao sabia de nada.

    “4º O restante das arams não são de fabricação iraniana, mas chinesa.”

    E dai’? Os iranianos por acaso nao compram armamentos chineses? E mesmo que nao comprassem, esses armamentos nao poderiam tambem ter sido contrabandeados?

    Fala serio…

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  • 05/11/2009 - 11:24
    Enviado por: Frank

    Na minha opinião nada vai acontecer. Nem o Irã ataca Israel, e nem Israel ataca o Irã. Vão os dois ficar nesse “lenga lenga” ainda por muito tempo. Não se esqueça que o governo do Irão sofre uma terrível oposição dentro do seu país e, sufocado à força. Imagine um ataque maciço da força aérea de Israel em Teerã, derrubaria o governo ditatorial de Almadinejah. Potanto, isso não vai dar em nada, por enquanto somente propaganda da ambos os lados.

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  • 05/11/2009 - 11:38
    Enviado por: Del

    Gabriel, a guerra fria está instalada então?

    Fabio Nog, o mundo inteiro perde não, os países produtores de petróleo ganham. A não ser que você não os considere como fazendo parte do mundo.

    Ué, MarioS, mas o Hezbollah é afinal de contas um partido político ou um grupo terrorista? Porque ou bem se é um ou outro – se é um, realmente as armas ficam estranhas, mas se é outro…então defina você primeiro o que o grupo é antes de perguntar.

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  • 05/11/2009 - 11:49
    Enviado por: emerson cardoso

    Como esta mesma lei que proibe o envio de armas para o hezbollah nao proibe o envio de armas americanas para israel??

    Nao me surpreenderia em nada se este material militar fosse plantado para permitir israel criar este teatro todo.

    Em 1967 Israel atacou o USS Liberty, em um ataque de falsa bandeira, que seria colocada a culpa no Iran. Foi apenas gracas a presenca de outro navio americano na área, que testemunhou o ataque de duas horas ue nao puderam levar adiante este plano nefasto.

    Apesar de a mídia ignorar o evento durante anos, hoje em dia é de conhecimento público que israel atacou tendo conhecimento que o navio era americano, em uma manobra maligna para justificar um ataque ao Iran.

    http://www.anovaordemmundial.com/2009/06/envolvimento-dos-eua-no-iran.html

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  • 05/11/2009 - 11:50
    Enviado por: Tolerância -5+

    O vídeo da captura é fajuto. Todo editado. Notem nos minutos de nº 0:18min.; 0:23;0:24;0:26;0:40… São imagens feitas a partir de displays que foram frisados junto à filmagem… Vídeo “engana bobo”… Depois eles só mostram o material que piratearam no porto de Ashdod-que, ironicamente, na Bíblia, é uma das cinco cidades dos filisteus…

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  • 05/11/2009 - 11:55
    Enviado por: Florentina

    A questão principal gira em torno do conflito Israel e Palestina.
    Alguma coisa estranha, leva os envolvidos a não ver o óbvio: “Jamais existirá um Estado palestino”.

    Criar um Estado palestino é impossível, inviável.
    1 – Não se cria um país com territórios separados, onde para ir de um lugar a outro dentro do mesmo, tem de passar por outro país.
    2 – Hamas e Fatah jamais dividirão um governo.
    3 – Não existe uma Palestina. Existe Faixa de Gaza e Cisjordânia. São duas jurisdições distintas, separadas a muito tempo.
    Incrível como que a ONU e envolvidos na busca de solução não vê por este ângulo.

    A coisa é tão óbvio, que a solução pode aparecer naturalmente, sem acordos: O Fatah realiza eleições na Cisjordânia e cria seu parlamento.
    Hamas realiza eleições na Faixa de Gaza e cria seu parlamento.

    Assim se estabelece dois Estados: O Estado da Cisjordânia e o Estado de Gaza.

    Ou eu, na minha ignorância não entendo de nada e estou dizendo besteiras.

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  • 05/11/2009 - 12:00
    Enviado por: Mariana Ferreira

    Frank,

    A oposição que o Ahmadinejad sofre é de outros políticos apoiados pelo clero, como o Rafsanjani. Seria uma briga entre mulás super importantes e que realmente comandam o país. Claro que os iranianos querem mais liberdade, mas nada e nem ninguém hoje teriam condições intermanente de derrubar os comandades da Répública Iraniana. Talvez isso aconteca, mas deve demorar algum tempo. E no meio disso tudo, podem sim acontecer conflitos bélicos sérios.

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  • 05/11/2009 - 12:04
    Enviado por: Sica

    Guga acho que seria o caso de bloquear os pregadores. Não acrescenta nada.

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  • 05/11/2009 - 12:18
    Enviado por: Roberto Miglioli

    A matemática é simples:

    1. Israel é muito mais poderoso.
    2. Sem provocações, Israel não ataca.

    O Irã patrocina os grupos terroristas à revelia de sua própria população, que, duvido, seja pela destruição de Israel (claro, sempre há uma minoria alucinada, mas isso existe até mesmo aqui no Brasil…).

    Qual gado, os iranianos são manipulados por discursos inflamados, mídia controlada e eleições fraudadas. Uma pena. Os persas têm longa tradição de equilíbrio, esforço e prosperidade, sendo que a comunidade persa nos EUA é uma das mais educadas, com uma quantidade de PHDs acima da média. Uma pena que os dirigentes iranianos não usem esse potencial humano para desenvolver a paz e prosperidade na região.

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  • 05/11/2009 - 12:29
    Enviado por: justo

    Interessante é que os jornais do Brasil não deram quase ou nenhum destaque à apreensão destas armas Iranianas, porém estão dando bastante destaque ao desmentido do Hezbolah quanto a dizer que estas armas não tinham destino a eles.
    O que queriam que o Hezbolah dissesse?
    Que eram mesmo para eles as tais armas? E que iriam lança-las sobre Israel?
    A mídia quando demonstra a sua face antissemita chega a ser patética.

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  • 05/11/2009 - 12:46
    Enviado por: José

    Gustavo:
    Se muitos acham que o Hezboolla pode receber armas do Irã como israel dos Usa,porque até agora não apareceram os vendedores e os compradores reclamando que Israel não tinha direito de confiscar as armas???

    Se israel agiu como um “policial fora da lei’, pena que o traficante não pode dar queixa num orgão qualquer que este “mau policial’ tomou o produto ilegal dele,pois vai se complicar todo.
    E o policial em questão não tomou nada escondido como um policial corrupto,tomou as claras e noticiou ao mundo todo,e quem mandou e os quem iriam receber não apareceram e assumiram a sua carga.
    A Siria chama Israel de pirata,o Hezboola diz no dia seguinte{um dia sem o Al Manar postar nada,pois quando o Haaretz posta algum assunto que interessa a eles em cinco minutos eles reproduzem no jornal deles}que desconhece esta carga,mais ninguem fala em montagem,só alguns leitores deste blog que viram o que Assad e Nashalla não viram.
    Gostaria de perguntar para Avrum que mora em Israel ,se ele pessoalmente acha ou não se Israel vai atacar o Irã e se será com OK dos USA.
    E se acha que o Hezboola vai revidar mesmo Israel destruindo o Libano e se o povo em Israel esta disposto a pagar “o custo beneficio” de um ataque ao Irã a nivel de perda de civis e chuvas de misseis por periodo indefinido em Israel.
    Agradeço ao Avrum por me responder estes questionamentos.
    Graças a Deus seja o que for,hoje não temos mais Halutz nem Amir Perez,temos Barack e Gabi Esquenazi,e Israel evoluiu “decadas’ após poucos anos da guerra do Libano.

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  • 05/11/2009 - 12:57
    Enviado por: Morad Zahran

    Gustavo,
    discorda da tua opinião em parte,
    Israel pode e deve se importar com a sua imagem mundial, mas depois de Libano/2006 e Gaza/2009 que são as mais rescentes acredito que a repercussão do que Israel faz ou deixa de fazer no Oriente Médio virou noticia Banal, infelizmente, mesmo pq temos as tragédias diarias no Iraque que tb se tornaram noticias banais e e no Afeganistão…..e as informação se tornam banais pois elas se repetem todos os dias ou em tempos menores.
    Algo que ficou muito parecido “Arroz e Feijão”no prato do dia dia….infelizmente.

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  • 05/11/2009 - 12:59
    Enviado por: Ha

    MarceloN,
    Respondendo a sua pergunta, não confio em nenhum dos quatro que você citou (o último por não conhecê-lo)

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  • 05/11/2009 - 13:04
    Enviado por: Fabio Nog

    Só agora pude ver o filme. Realmente, não dá pra concluir muita coisa vendo aquelas cenas.

    Fiquei com algumas questões na mente:

    - o que fazia a imprensa no navio patrulha da marinha israelense? para ela estar lá é porque a marinha já sabia o que iria encontrar. Muito parecido com os “estouros e flagrantes” que a polícia paulista faz em antros de tráfico de drogas.

    - a rota provável desse navio cargueiro passa por águas infestadas de piratas somalis e muitos navios militares patrulham aquela região tentando proteger os navios comerciais. Tremendo risco deixar toneladas de armamentos no meio dessa bagunça toda.

    - a pergunta levantada no texto do Guga (porque não mandaram por via aérea) é pertinente. A carga é grande mas é fracionada. Ou seja, não tem elementos que, isoladamente, sejam muito grandes ou muito pesados. Com alguns vôos esses equipamentos chegariam a seu destino em segurança. Um cargueiro militar leve carrega 20 toneladas de carga. Um cargueiro pesado russo, como o Antonov An-124, leva 150 toneladas. Ou seja, não é um problema insolúvel transportar grandes cargas militares pela via aérea

    - Nessa questão do mar, existe uma confusão comum. O mar territorial, no mundo todo, é de 12 milhas náuticas da costa. O que pode ser de 200 milhas é a zona de exploração econômica exclusiva. Se Israel capturou o tal navio além das 12 milhas náuticas (22 km) da cosa de Chipre, eram águas internacionais

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  • 05/11/2009 - 13:08
    Enviado por: Fabio Nog

    Tem razão, Del. O mundo inteiro perde exceto os produtores de petróleo

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  • 05/11/2009 - 13:17
    Enviado por: Avrum

    Gustavo

    No meu local de trabalho serao feitos exercicios de evacuacao a partir da semana que vem. Desde o tempo da guerra contra Gaza nao se fazia esse tipo de exercicio. Mas se houver algum conflito nao sera agora, quando o inverno esta entrando, as condicoes seriam dificeis. Ate o Hamas aproveitou as fortes chuvas e fez um teste com um missil que foi lancado ao mar para se certificar de seu alcance.Alias, segundo fontes de inteligencia, Hamas ja recuperou o poderio militar antes da guerra, alem de possuir novos misseis, vindos do Ira.Houve tambem comentarios de que durante a guerra passada o Hamas ja possuia um missil que chegaria a Tel Aviv, so que somente uma pessoa sabia aciona-lo, e ele foi aniquilado por Israel. Agora a situacao e outra, muitos ja receberam treinamento vindo do Ira, que montou mais uma base, desta vez ao sul de Israel, em Gaza. Portanto um conflito agora significa misseis vindos de todas as direcoes

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  • 05/11/2009 - 13:22
    Enviado por: José Antonio

    O que eu acho mais ridiculo é que tanta gente que nunca passou perto do OM entenda mais que os que lá vivem. Transformam-se em analistas de videos sem saber bater uma foto. Contam histórias já resolvidas a muito tempo como se fossem novidades e que ninguém sabe. Continuem assim. Enquanto Israel tiver que se degladiar com gente assim sempre vai vencer. Profissionais contra amadores.

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  • 05/11/2009 - 13:24
    Enviado por: Paulo W

    Apanhados com a boca na botija e diante das irrefutaveis provas, a unica reação do Irã, da Siria, do Hezbola e de todos que apoiam estes estados e organizações terroristas é de tentar desviar a atenção das formas mais absurdas possiveis, dentro da lógica de acusar a vítima, responsabilizando-a pela agressão sofrida. Esta atitude é amplamente analisada nos compendios da psicologia.

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  • 05/11/2009 - 13:42
    Enviado por: Dr. Sério

    Senhor Ricardo,

    Um mínimo de veracidade deveria haver numa notícia verdadeira, no caso específico não há nenhuma.

    Quando digo que seria fácil rastrear a passagem de uma certa mercadoria por portos internacionais, certamente não espero que isto possa ser feito por pessoas comuns, como o sr. Ricardo, mas por serviços de inteligência, que dispõe de meios para tal.

    O senhor realmente não sabe o que é e como se usa um canhão de artilharia e que não é, nem nunca será uma arma de uso de guerrilhas como o Hezbolah.

    Encontrar munição de um canhão de artilharia sem recuo, seria como encontrar mísseis destinados a aviões e afirmar que eram para o Hezbolah. Absurdo!

    Este carregamento de armas nem veio do Irã e nem era para o Hezbolah.

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  • 05/11/2009 - 13:43
    Enviado por: Christina

    Caro Justo,
    A imprensa brasileira é antissemita?
    Isso não faz o sentido. Dizer que a imprensa iraniana o é, dá para aceitar, mas a brasileira!!!05.11.09 @ 12:29

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  • 05/11/2009 - 13:56
    Enviado por: Christina

    Caro Justo,
    Escrever que a imprensa brasileira é antissemita não faz sentido. Dizer que a imprensa iraniana é, é mais fácil de acreditar, mas a brasileira!!!

    MarioS, meu querido,
    Achei que você soubesse que o Hezbollah tinha sido criado expulsar Israel do território libanês. Você acha que isso é possível com o uso de creches e hospitais ou é mais fácil usando armas, como canhões, bazucas, foguetes etc?
    Eu não entendo nada de guerra, mas acho que é mais fácil enfrentar um invasor com armas do que com creches!!!!
    O Hezbollah começou a construir creches, hospitais no Líbano para suprir a ausência do estado libanês, que ña época da criação do Hezbollah mal existia em função da guerra civil.

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  • 05/11/2009 - 13:58
    Enviado por: José

    Gustavo:
    Antes de 1967,West Bank era Jordania e Gaza era do Egito.
    Eram de dois paises diferentes.
    Que eu saiba não tinham ligaçôens e estradas que faziam ligaçôens diretas.
    Portanto querer ligar estes dois territórios passando por Israel será impossivel,ninguem pode obrigar Israel a ceder estradas dentro do seu território.
    Portanto temos a palestina do Hamas e a do Fatah,que tão cedo parecem que não vão se entender.
    Portanto como fazer um négocio com o dono de um terreno que tem dois donos e que não se entendem,e ainda tem o agravante que um não faz négocio por medo e o outro porque quer um preço que Israel nunca vai pagar.
    Vai ficar por mais muitas decadas deste jeito……

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  • 05/11/2009 - 14:02
    Enviado por: José

    Gustavo:
    Gostaria de saber na sua opinião se Israel vai ou não atacar o Irã.
    Sei que você não tem bola de cristal e que errar ou acertar previzôens faz parte do curriculo de qualquer jornalista.
    Mais gostaria de saber com a sua experiencia sobre o caso,o que você responderia num debate se fosse perguntado sobre esta questão.

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  • 05/11/2009 - 14:03
    Enviado por: eduardo jacintho

    bom guga, depois disso tudo as commodites vao subir… grande abraco

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  • 05/11/2009 - 14:15
    Enviado por: Avrum

    Fabio Nog,

    - Nao era a imprensa que estava no navio israelense, operacoes como essa sao filmadas pelos proprios soldados e liberados pelo porta voz do exercito. Voce entende, hoje em dia nao e preciso vir imprensa para se filmar videos, existem cameras de pequeno porte. Mas voce levantou um ponto muito importante: e logico que ja sabiam que essas armas estavam la, trata-se de um trabalho secreto da inteligencia israelense, que sabia exatamente de onde via o navio, para onde ia, e o que tinha dentro. Ha muitos outros casos em que Israel consegue interceptar outros carregamentos, so que ninguem fica sabendo.

    Tolerancia, e logico que o video e editado, assim foi feito para se ter um resumo de todos os events envolvidos em poucos minutos.

    Pessoal, nao adianta ficar procurando razoes para o video ou a situacao toda ser forjada, Israel e um pais democratico e livre, faz parte do mundo liberal ocidental, coisas como essas nao podem ser forjadas, imediatamente seria desmentido e Israel perderia a credibilidade junto aos seus aliados.

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  • 05/11/2009 - 14:22
    Enviado por: Tolerância -5+

    Se José Antonio estiver se referindo a minha leitura icônica, vou logo lhe adiantando que sou profissional filiado a FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais), e dos bons…Inclusive com incursões no Tribunal do Júri…Portanto o desafio para debate>

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  • 05/11/2009 - 14:29
    Enviado por: José

    Como disse vulgarmente o oficial no filme tropa de elite eu falo agora:
    Segura esta pica que ele é tua “aspira Obama”…..
    E ai Obama,vai fazer o que encima disto.
    A folha de São Paulo até agora não noticiou nada no seu caderno internacional sobre isto.
    O fato é tão irrelevante assim???

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  • 05/11/2009 - 14:31
    Enviado por: José

    Avrum:
    Gostaria de perguntar para Avrum que mora em Israel ,se ele pessoalmente acha ou não se Israel vai atacar o Irã e se será com OK dos USA.
    E se acha que o Hezboola vai revidar mesmo Israel destruindo o Libano e se o povo em Israel esta disposto a pagar “o custo beneficio” de um ataque ao Irã a nivel de perda de civis e chuvas de misseis por periodo indefinido em Israel.
    Agradeço ao Avrum por me responder estes questionamentos.
    Graças a Deus seja o que for,hoje não temos mais Halutz nem Amir Perez,temos Barack e Gabi Esquenazi,e Israel evoluiu “decadas’ após poucos anos da guerra do Libano.

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  • 05/11/2009 - 14:40
    Enviado por: Avrum

    No site abaixo, pode-se ver a trajetoria do navio FRANCOP e sua posicao atual(tem que ser registrado)

    http://www.vesseltracker.com/en/Ships/Francop-9277412.html

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  • 05/11/2009 - 14:42
    Enviado por: Regener Fortes

    Sinceramente, creio que esse navio é um “boi-de-piranha”…ou seja, chamariz para desviar a atenção do transporte do verdadeiro arsenal…:P

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  • 05/11/2009 - 14:45
    Enviado por: gustavochacra

    Marcelo N, coloquei os dois lados1) Os EUA consideram o Hezbollah terrorista 2) O Hezbollah possui um partido político, TV, creche e hospital. Caso não colocasse qualquer uma das duas informações, seria impreciso. Note como é difícil escrever sobre este assunto. Neste post, alguns disseram que a imprensa sempre defende Israel e, em outro comentário, afirmou que os jornais são anti-semitas

    Gabriel, primeiro, obrigado pela excelente análise. 1) Concordo (coloquei no texto) 2) Discordo, poderiam ter feito aos poucos, a não ser que exista algum tipo de urgência 3)Concordo. Agora, sobre a sua análise 1) Concordo, mas a comunidade judaica na diáspora se importa 2) O Irã já provocou bastante Israel 3) Boa análise 4) Mas o Irã não seria um inimigo real? 5) Este ponto é muito importante, você tem razão 6) Verdade

    Fabio Nog, concordo

    MarioS, campeões pela 27a vez

    Avrum, também achei discreta a cobertura, inclusive aqui nos EUA. Fiquei surpreso. Esta notícia é das mais importantes nos últimos tempos

    Rodolfo, esta história do navio russo tem repercutido muito, mas fica difícil saber

    Dr Sério, não é verdade. Israel pediu autorização para atacar o Irã ao governo Bush no fim do ano passado e voltou atrás ao receber um não

    Kerwson, verdade, a oposição interna não para de crescer, como vimos ontem

    José Roberto, concordo

    Mariana, boa análise. Mas lembro que a 14 de Março ainda não conseguiu montar um governo no Líbano

    Eduardo, acho que sempre existe o risco de guerra. Ninguém previa o conflito no Líbano em 2006. Sobre a opinião pública, o Avrum e o Gabriel, que moram em Israel, tem bons relatos e mais próximos com o dia a dia

    Paulo, vou verificar para te responder com mais precisão

    Antonio, por que nula?

    Ali, é muito simbólico o carregamento, especialmente em Israel

    Ricardo T, por onde você andava? Sumiu do blog

    Emerson, o Irã não entrou em guerra com Israel em 1967. Não ficou claro o que você quis dizer

    Florentina, este é um comentário para outro post

    Mariana, boa análise

    Sica, acho melhor deixar, mas não comentar. Faz parte das opiniões

    Roberto Miglioli, concordo sobre os persas

    Justo, o Estado deu uma matéria sim, no alto da página. E o meu blog está com chamada na capa do portal. Não ficou clara a crítica. Você mora fora de São Paulo? Talvez você tenha pego a edição anterior

    Avrum e Gabriel, continuem enviando relatos

    José, acho que tudo pode acontecer no OM. Ninguém previa a guerra de 2006. Portanto, não descarto um ataque

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  • 05/11/2009 - 14:52
    Enviado por: Paulo

    Fabio Nog
    “…Se Israel capturou o tal navio além das 12 milhas náuticas (22 km) da cosa de Chipre, eram águas internacionais”

    O fato de ser águas internacionais da o direito de qualquer país interceptar um cargueiro, dar uma geral e apreender a carga?

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  • 05/11/2009 - 14:57
    Enviado por: Paulo

    Considerando o comentário do < Dr. Sério > em
    05.11.09 as 10:40 tá explicado porque muita gente não esá dando a mínima pra essa história… acho que vc caiu no famoso 171 Gustavo… rsrsrs…

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  • 05/11/2009 - 15:13
    Enviado por: Avrum

    Jose,

    Respondendo a suas perguntas:
    1- Nao tenho duvidas que havera um ataque ao Ira, mas acho dificil Israel, no momento, atacar sem o aval dos EUA, mesmo que nao seja oficial. A intencao iraniana e clara e os paises sabem exatamente o que se passa. Algo vai ter de ser feito, o Ira representa uma ameaca a estabilidade mundial.

    2-Em relacao ao Hizbollah, sem duvida que ira atacar a israel, no caso de um conflito com o Ira, pois essa e justamente(segundo analistas) a motivacao que o Ira tem de financiar o Hizbollah. Ha poucos dias atras, foram lancados alguns misseis do Libano ao norte de Israel. Mas o Hizbollah esta guardando seu arsenal de 40 mil misseis para atacar Israel, no caso da guerra. Sim, mesmo colocando a populacao libanesa em risco, eles farao isso, assim como fizeram em 2006, quando provocaram Israel gratuitamente, levando sofrimento ao povo libanes.

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  • 05/11/2009 - 15:13
    Enviado por: Dr.Massarandba

    Gustavo,
    para evitar especulacoes seria bom colocar as alternativas.
    Se o carregamento nao vinha do ira para os terroristas do hizbolah, entao vinha de onde para quem?
    Quais as alternativas?
    Obviament enao era um caregamento ofocial dado que estva escondido.
    Dado a qualidade de equipamentos deveria te rum destino de alguem com infraestrutura para usa-los.
    Fora isso e’ so’ o bla bla de sempre.
    Se israel quiser atacar, nao vai ser esse o motivo e israel nao precisa de apoio publico tambem.

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  • 05/11/2009 - 16:11
    Enviado por: Avrum

    Gustavo,

    Daqui a pouco Abu Mazen vai declarar que nao ira concorrer nas proximas eleicoes em janeiro. Otimo assunto para o proximo post, quais serao as alternativas?

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  • 05/11/2009 - 16:15
    Enviado por: Gabriel

    Gustavo, pergunto eu de volta: o que eh um inimigo real?

    Israel eh a galinha dos ovos de ouro da politica iraniana. Sem Israel, sobra muito pouco discurso efetivo no atual governo do Iran. Como na verdade (e ja discutimos isso, inclusive ao vivo) o Iran nao tem qualquer motivo para estar raivoso quanto a Israel, acho que politicas de provocacao eternas vao seguir adiante durante mais alguns anos. Vai ser um jogo de frescobol: quem errar primeiro, ou errar mais, perde.

    Acho interessantissimo gente vir aqui usando seu vasto conhecimento de leis internacionais para provar seu ponto, justamente sem saber NADA de lei internacional.
    O Iran esta proibido de negociar armas pela ONU. Sejam armas produzidas em casa ou compradas de outros lugares.
    Abordagem a um navio em aguas internacionais significa ato de pirataria – a nao ser que seja por legitima defesa e/ou para aplicar a lei internacional (touche!).
    A Siria nao usa foguetes Fajer. Simplesmente porque nao sao armas de guerra. Sao armas de terrorismo. Eles viajam 100km e atingem alvos sem qualquer precisao. Adivinhem como sao usados? E por quem?
    A inteligencia vem tracando a rota deste comboio desde sua saida do Iran. Este e varios outros que as vezes passam. Este daqui veio do Iran, portou no Sudao, subiu por terra pelo Egito e so de la entrou neste navio.

    Enfim, voltando a politica, que tal essa saida do Abbas, Guga? Eu leio essa noticia com apenas uma palavra na cabeca: caos.

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  • 05/11/2009 - 16:16
    Enviado por: Fabio Nog

    Paulo

    Acho que não dá o direito, não. A minha frase não foi precisa. Alguém havia perguntado antes se Israel poderia abordar um navio em águas cipriotas. Eu me referia a essa pergunta quando disse que as águas territoriais são de apenas 12 milhas.

    Não conheço profundamente direito internacional mas me parece que não é permitido a nenhum país abordar um navio, ou aviãom pessoas ou o que for, além de sua área de jurisprudência, o que inclui apenas o mar territorial. Se assim fosse, uma corvetta americana poderia abordar um cargueiro em alto mar, abrir seus containers e fazer o que quisesse lá.

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  • 05/11/2009 - 16:17
    Enviado por: Dr.Massarandba

    Gustavo,
    e’ um fato que Israel tem todo o direito de parar os navios iranianos. Ate’ onde sei israel foi autorizado pelo conselho de seguranca da ONU a combater o contrabando de arma sproviniente do iran. INclusive a propria OTAN participa deste procedimento.
    Acho que isso responde as duvidas de varios leitores aqui. Voce tem algo a adicionar?

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  • 05/11/2009 - 16:20
    Enviado por: RicardoT

    Sr. Serio,

    O senhor “esqueceu” de comentar os itens 3 e 4 da minha resposta, mas tudo bem, eu entendo.

    Quanto ao item 1: “Quando digo que seria fácil rastrear a passagem de uma certa mercadoria por portos internacionais, certamente não espero que isto possa ser feito por pessoas comuns, mas por serviços de inteligência.”

    Se isso nao pode ser feito por pessoas comuns, entao nao e’ facil. E e’ justamente por ser passivel de rastreamento que foi descoberto pelo servico de inteligencia de Israel. Obrigado por colaborar com meus argumentos.

    Quanto ao item 2: “O senhor realmente não sabe o que é e como se usa um canhão de artilharia e que não é, nem nunca será uma arma de uso de guerrilhas como o Hezbolah.”

    Realmente, nao e’ qualquer um que sabe o que e’ um canhao de artilharia, nao e’ mesmo?… O Hezbollah de fato tem se utilizado de armamento leve e agil, tipico de uma forca paramilitar de guerrilha, mas a) isso nao quer dizer que negariam a oferta de outros tipos de armamento, principalmente daqueles mais potentes, e b) nao sabemos exatamente o que havia dentro da embalagem.

    Enfim, os dois argumentos que sobraram continuam insuficientes. Mesmo que a historia tivesse sido inventada por Israel, voce precisaria de argumentacao muito melhor para concluir com tanta seguranca que se trata de uma farsa.

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  • 05/11/2009 - 16:20
    Enviado por: José Antonio

    O navio tinha o destino da Siria e de lá iria para o Libano. Estava a 160 km da costa israelense.
    Será que as pessoas que ficaram bravas com a captura, claro que eles querem a morte de judeus, ficariam tristes também se a Colombia capturasse um barco na amazonia cheio de armas para os bandidos cariocas? Vamos ver as respostas.

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  • 05/11/2009 - 16:28
    Enviado por: Adriana

    Voces nao entenderam: era um carregamento de ajuda infantil ao morro do Macaco e ao morro do Boreo… nada perigoso.
    So brinquedos para as criancas de la se divertirem quando o BOPE chega.

    Ou sera que é para as criancas e adolescentes de outro lugar?

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  • 05/11/2009 - 16:38
    Enviado por: RicardoT

    Gustavo,

    Tenho estado muito ocupado, e nao tenho tido tempo de participar ativamente. So’ dois especimes conseguem fazer varias coisas ao mesmo tempo, as mulheres e o FabioNog. Mas sempre leio os posts e os comentarios.

    Abraco!

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  • 05/11/2009 - 16:58
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    José Antonio.

    E o que vc acharia de um navio interceptado pela Síria com armamentos para israel?

    Eles serviriam para matar a maior quantidade de civis possíveis certo? É o que estou ouvindo as autoridades israelenses dizerem

    Mas se a Colombia pegasse um carregamento, ou sei la o que, nao me importa.. meu coração está em outro lugar. O sr sabe

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  • 05/11/2009 - 17:11
    Enviado por: Morad Zahran

    Avrum,

    Se Abu Mazen declarar que nao ira concorrer nas proximas eleicoes em janeiro, seria otimo para consolidar todos os partidos como Hamas, Fatah, sigla “A” ou “B”, até pq a ideia partiu dos E.U.A e tem como unico objetivo excluir alguns partidos na votação como o Hamas por exemplo, o que seria péssimo para a democracia, e criaria o então sonhado pelo governo Israel, a guerra civil entre as ideologias palestinas, mas creio eu que o Massacre em Gaza tenha servido de lição as rivalidades internas e que os grupos comecem a sentar na mesa e dialogar mais e tomarem decisões de comum acordo!

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  • 05/11/2009 - 17:12
    Enviado por: José

    Avrum :
    Obrigado pela atenção.
    Se o Hezboolla atacar Israel pelo irã que não atirou um unico scud durante a guerra de 2.006,com certeza Israel pagara um preço de baixas civis altas e os misseis vão chegar em Tel Aviv e outros lugares que não chegaram,o povo de Israel vai ter que ter a força que a inglaterra teve na segunda guerra.
    já o Libano vai desaparecer do mapa,pois Israel se defenderá de um ataque e ninguem podera dizer que em relação ao Libano,terá sido Israel a parte agressora.
    Gostaria de saber com o Gustavo e com o Ali se o Hezboolla põe em primeiro lugar o sangue libanês ou se é um braço armado do Irã.
    Pela lei da recipriocidade o Irã assistiu a guerra de 2.006 sentado.
    Porque o Libano teria que fazer diferente de “assistir sentado” um confronto entre Israel e o Irã.
    Tenho certeza que quem não for xiita no Libano não quer destruir seu paiz pelo Irã.
    Este é o problema de uma milicia que não segue um comando.
    E Israel já falou que se o Hezbooola atacar,será como um ataque do Libano,o que de fato será.

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  • 05/11/2009 - 17:13
    Enviado por: Marcio Reis

    Não vejo nenhuma diferença entre a Faixa de Gaza e um Gueto de Varsóvia na segunda guerra.
    É só comparar, nos Guetos de Varsóvia a população Judia era tratada como subraça e subversivos, era privada de alimentos, remédios, agua e qualquer possibilidade de melhoria de vida, sem falar que qualquer revolta dos guetos contra os alemães, a resposta era desproporcional( um massacre)
    Se alguem me apontar alguma diferença entre o que os Nazistas faziam com os Judeus e o que os Judeus fazem com os palestinos, eu me calo.
    Que as pessoas que se comovem com os filmes do holocausto Judeu, pensem tambem no holocausto palestino.

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  • 05/11/2009 - 17:27
    Enviado por: Ivan DR

    Esta captura, no fim das contas não representa grande coisa. Não há porque esperar uma guerra entre Irã e Israel. Como já foi dito isto representa 10% do que o Hezbollah possui estocado. Israel capturou esse navio não só para evitar que mais armas cheguem ao Líbano, mas como forma de demonstrar as intenções iranianas.
    O Irã vem com uma política bastante perigosa de expansão de sua influência. Exemplos claros são o Hamas e o Hezbollah. Os iranianos vem emergindo como um grande jogador na região. Por isto querem um programa nuclear. Ai a influência é bem maior.
    Israel precisa trabalhar muito bem nos bastidores a questão das armas. Precisa demonstrar que o Irã está em processo de expansão de influência. E os países árabes precisam prestar atenção também! Logo logo começaram a serem deixados de lado.

    PS: Ontem, dia 4, foi o aniversário de 14 anos da morte do Rabin. Se queremos a paz na região, não podemos esquecer de quem lutou por ela!

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  • 05/11/2009 - 17:31
    Enviado por: justo

    Eu espero viver para ver o dia em que Israel irá triunfar sobre todos estes pulhas.

    PS: Se a mídia brasileira é antissemita? Obviamente que é, em sua maioria. Ser antissemita vende jornal, pois há tanta ignorância em nosso país que adora acreditar que o mal da terra são os judeus.
    Se a mídia brasileira é antissemita? Com raras exceções é tão antissemita quanto este país é racista. Pois há tanta ignorância em nosso país…..

    E a ignorância não se resolve com os estudos, infelizmente. Mas é também fruto da falta de educação. Daí a total incapacidade de compreender.

    Quanto ao que eu disse sobre não ter “quase” noticias sobre o armamento encontrado no navio, ratifico, pois apenas o “estadão” dar uma nota justifica o “quase”. Será que sou eu que escrevo em grego ou alguns que querem ler em aramaico?

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  • 05/11/2009 - 17:34
    Enviado por: justo

    Agora, andei pensando sobre a nota:”Israel pode usar captura de navio com armas para escalada militar contra o Irã”…
    Ora…
    Será que a tal “escalada” contra Israel já não começou , justamente com o envio deste (e outros) armamentos do Irã?
    A inversão dos valores fica patente.
    Daqui a pouco o culpado será Israel por ter descoberto o tal armamento…onde ja se viu.. Israel se defender?
    Ora..ora…

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  • 05/11/2009 - 17:48
    Enviado por: Fabio Nog

    Ricardo… há duas leituras possíveis pro teu comentário a meu respeito .. vou ficar com a leitura mais favorável a mim ..rsrsrsrsrss

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  • 05/11/2009 - 17:49
    Enviado por: MarioS

    Gustavo,

    Temos que conviver com posts negando o óbvio, querendo tapar o sol com peneira e chamando de pirataria a apreensão de material ilegal. A liberdade de expressão é saudável e regras são regras, joga o jogo quem as aceita e aqui quem as faz é voce, nada contra.
    Completamente diferente é o caso alguns que voce deixou passar, talvez de ressaca pela comemoração do World Series.
    Mesmo que sejam liberadas ofensas e acusações infundadas, não vou faze-lo em relação a qualquer grupo étnico, raça, país ou religião, porque considero uma barbaridade, arma de recalcados, infelizes e covardes, mas usarei sim este direito para dar minha opinião sincera sobre os autores dos tres posts dos quais reproduzo alguns trechos abaixo. Aguardo seu pronunciamento sobre a liberação da manifestação de ataques racistas e odiosos

    Braziliano, 05.11.09 @ 09:35
    Um navio cheio de armas pra combater Israel, não deixa de ser humanitário.
    Dr.Serio, 05.11.09 @ 09:36
    “Você já viu algum líder israelense se preocupar com opinião pública ou com a vida humana?”
    Marcio Reis 05.11.09 @ 10:07
    Acho que esta na hora de alguem por um fim no regime recista, xenófobo e infanticida de Israel.
    Para mim, não vejo diferença entre Adolf Hitler, Mengele, Goebells e Himmler de Ehud Olmert, Ehud Barack, Shimon Perez e Nethanyau.

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  • 05/11/2009 - 17:51
    Enviado por: Hazem

    Abbas não vai concorrer à reeleição para as eleições presidenciais palestinas em 24 de janeiro próximo.
    Coitado, nem sempre o poder é prazeroso.
    Talvez o Fatah, sem uma liderança importante possa ser derrotado por um candidato como Mustafa Barghouti. Infelizmente o Hamas não participará.
    Mas essas eleições adiantarão para o processo de paz? Infelizmente o parceiro israelense não tem ajudado em quase nada.
    Fonte – http://english.aljazeera.net/news/2009/11/200911514136555635.html

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  • 05/11/2009 - 17:57
    Enviado por: Hagá

    Gustavo, como tenho escrito, acredito que Israel começará mais uma guerra, independentemente de ter ou não razão. Como não tinha na situação das “armas químicas” no Iraque, nunca encontradas. Naquele caso, Israel terceirizou o trabalho para a quadrilha de George Bush & Cheney. A guerra pode começar perto do Natal, como quase aconteceu em 2006. Uma pena, pois no início deste ano cheguei realmente a acreditar numa proposta de Paz que seria benéfica para todos, israelenses, palestinos, demais países árabes. Mas logo percebi que o governo (eleito) de Benjamin iria desperdiçar a janela de oportunidade, em vez de tentar um acordo geral com todas aquelas cláusulas de reconhecimento recíproco etc. Eu não compraria atualmente um carro a diesel. Aliás, eu não gostaria de morar atualmente em Israel ou no Oriente Médio em geral.

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  • 05/11/2009 - 18:06
    Enviado por: MarioS

    O Gabriel diz, e imagino que ninguem vá negar, que a Turquia anda em péssimas relacoes com Israel e muito boas com o Iran. Em um outro tópico, chamei a atenção para o fato de que um partido de base religiosa ter assumido o poder naquele país fez com que sua política externa mudasse. Gostaria que quem discordou, e lembro-me que foram mais de um, dissesse a que então atribuir o fato acima, dado que não era assim antes

    Del,
    O Hezbollah é um grupo terrorista que pode até ser também partido político ou organizar quermesses,sei lá.
    Pensei que tivesse deixado claro minha opinião, mas parece que não consegui. Vou tentar novamente. Digamos que o Pelé colecione selos, voce o chamaria de maior craque de futebol de todos os tempos ou de filatelista? Voce quando pensa em Michael Jordan, pensa em um jogador de golfe? Repito: se o Hezbollah mantem creches, é completamente irrelevante. Ninguém em sã consciencia perderia muito tempo discutindo a cor da farda das SS. Ninguém bem intencionado se concentraria em análises sobre a barba do Bin Laden. Ficou mais claro agora? Pode-se até simpatizar com as SS e com o Bin Laden, mas não vai se convencer ninguém que é pela beleza do uniforme ou pelo estilo “cool”

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  • 05/11/2009 - 18:24
    Enviado por: José Antonio

    Gustavo, gostaria que vc. voltasse ao tema tão comentado do relatório Goldstone. Ele recuou e se diz envergonhado pelo que está escrito em seu próprio relatório.

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  • 05/11/2009 - 18:33
    Enviado por: Hazem

    O nome de Mustafa Barghouti, médico, nascido em Jerusalém, um dos fundadores da Iniciativa Nacional Palestina (Al Mubadara) é uma das mais importantes lideranças palestinas que apareceram nos últimos 20 a 25 anos.
    Abaixo estou enviando link de trechos de uma entrevista com Barghouti. Ela é um pouco longa, mas ajuda muito a entender o processo da primeira Intifada, as negociações de Madri, Oslo, as táticas utilizadas pelo governo israelense, a mudança de posição do Fatah e comentários sobre o futuro.
    É de 2005, mas é de uma atualidade impressionante. Vale a pena ler até o final.
    http://www.newleftreview.org/A2555

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  • 05/11/2009 - 19:19
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro Gustavo e colegas,

    Estou vendendo bilhetes de uma rifa patrocinada por Bibi e Lieberman. Quem se habilita comprar?

    Adianto que não garanto a entrega do prêmio, se voce for agraciado. (não confio nos patrocinadores)

    O premio: Um filminho falso feito pela organização terrorista Mossad, mas também pode ter sido feito por outro serviço de inteligência, ora pois pois.

    Descobri, finalmente, quem batizou o motel com o nome de Motel NSra. do Bom Parto.

    Definitivamente, não dá para levar Israel a sério.

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  • 05/11/2009 - 19:35
    Enviado por: Marcos L. S.

    Que conveniente, o momento, a oportunidade, as condições ..
    Parece até o afundamento do Maine em Havana em 1898, ou a pseudo investida polonesa, contra as fronteiras germânicas em fins de agosto de 1939 ..
    Querem uma guerra contra o Irã, e aparece um navio inteirinho, cheio de armas só pra provar como os Iranianos são “malvados” ..
    Agora os paladinos da justiça, liberdade, democracia e do “mundo livre” recebem a divina licença para matar e trucidar o povo iraniano. Acho que assisti um filme parecido com esse em 2003, tinha o Bush e o Saddam como protagonistas, pessoalmente já estou cansado deste roteiro ..

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  • 05/11/2009 - 20:39
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro Sr. MarioS,

    05.11.09 @ 17:49

    O que acha o Sr. se fosse apreendido um carregamento de espadas e escudos, destinado aos resistentes da fortaleza de massada?

    Não se incomode de responder. Já sei a resposta.

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  • 05/11/2009 - 20:39
    Enviado por: Sica

    Mario

    “Gostaria que quem discordou, e lembro-me que foram mais de um, dissesse a que então atribuir o fato acima, dado que não era assim antes”

    Pois não: O Erdogan foi preterido VARIAS vezes em negociações com os palestinos. E pior, preterido por um EX INIMIGO DE ISRAEL, Egito. A perda de hegemonia como o “grande mediador do oriente médio” pesa muito mais que qualquer orientação religiosa. E pelo que tenho lido, Erdogan é uma espécie de Lula da Turquia, com um discurso BEM polulista. Mais populista que religioso.

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  • 05/11/2009 - 20:43
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro MarioS,

    No seu pedido de censura ao Gustavo esqueceu deste:

    05.11.09 @ 17:31
    Eu espero viver para ver o dia em que Israel irá triunfar sobre todos estes pulhas.

    Feito pelo colega Justo(?)

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  • 05/11/2009 - 20:46
    Enviado por: Christina

    Caro MarioS,
    Vou me candidatar a responder a sua pergunta sobre a mudança de postura da Turquia em relação a Israel.

    Em primeiro lugar, é importante que você saiba a título de conhecimento, que o Império Otomano, foi o bastião do islamismo sunita, não vou dizer se isso foi bom ou ruim (esse fato foi dito até por Bernard Lewis, um grande imbecil, metido a orientalista) e, durante o Império Otomano, a Pérsia ou Irã SEMPRE foi visto como inimigo. Portanto, a Turquia, que é herdeira do Império Otomano não vê também o Irã como um aliado incondicional.

    Outro fato, a maior parte do tempo em que a Turquia foi aliada de Israel, foi quando era governada por sucessivas ditaduras.
    Mais um fato, durante muitos anos as relações entre os árabes e turcos foram tensas em função de ressentimentos da dominação otomana durante séculos.

    Meu querido, uma hipótese para explicar o distanciamento entre Israel e Turquia talvez seja pelo fato de que esse governo democraticamente eleito e reeleito, tenha entendido que os turcos são historicamente mais próximos dos árabes do que dos israelenses. Não sei se você chegou a ver na televisão as manifestações na Turquia em 2003 contra a invasão do Iraque, foram lindas.

    Também quero lhe dizer que é um erro seu (vou chamar de erro) dizer que o atual governo turco é religioso. Que absurdo! Me diga uma ação desse governo contra o secularismo turco. Há algumas semanas, eu fui criticada pelo Sica, que achou esquisito eu citar a entrega do Prêmio Pritzker de Arquitetura ao Paulo Mendes da Rocha pelo Erdogan, como prova do secularismo, mas é isso mesmo, o atual governo turco não é religioso, é importante que você pare de espalhar essa mentira.

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  • 05/11/2009 - 20:47
    Enviado por: Paulo

    A coisa é bem simples:

    Israel haje com o mesmo despudor autista dos norte-americanos, faz o que quer pelo poder de fato e não pelo direito, quando algum país acha que dá para encarar a coisa engrossa…

    Não é difícil entender pq tanta gente têm bronca dos dois… e pq os dois fingem não entender pq têm tantos desafetos…

    Qualquer macaco sabe que 99% do comércio de armas do mundo é feito na moita, aliás uma das maiores fontes de receitas de Israel são armas e sistemas de segurança, devo presumir que tudo vendido com nota e entregue de dia?

    Hahaha que triste comédia!

    Os caras do Mossad que armaram essa presepada devem estar sem serviço… para Israel “tantufas” se der na telha eles sentam o cacete e fim de papo…

    Mais triste é ver os puxas de plantão defendendo o filminho e seu uso como álibe…

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  • 05/11/2009 - 20:48
    Enviado por: Christina

    Caro Francisco Guerra,
    Escreva mais, acho os seus comentários muito bons e muito bem humorados.
    Pena que o Francisco Junqueira se encheu e parou de escrever, que pena!

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  • 05/11/2009 - 20:59
    Enviado por: MarioS

    “Se alguem me apontar alguma diferença entre o que os Nazistas faziam com os Judeus e o que os Judeus fazem com os palestinos, eu me calo”

    Muito obrigado Marcio Reis, muito obrigado meeeessssmo! Teremos um anti-semita a menos no blog, não fará a mínima falta. Será um enorme prazer não te-lo mais entre nós, espero apenas, sinceramente, que cumpra sua promessa.

    Voce pediu uma, mas fiquei tão feliz com a sua promessa (a de se calar), que aponto tres:

    1) Nunca nenhum palestino foi submetido a trabalhos forçados e/ou experiências “médicas”
    2) Judeus em território alemão foram as primeiras vítimas, palestinos em território israelense tem todos os direitos, tanto que chegam a ter representantes no parlamento!!! Quantos judeus eram parlamentares no III Reich?
    3) Em territórios ocupados pelos alemães nunca houve rabinos exercendo suas funções (e isto para não falar em que usassem esta autorização para fomentar agressões)

    Estou realmente feliz! Tanto que lá vão mais duas:
    4) A Suprema Corte Alemã nunca tomou nenhuma decisão a favor de judeus
    5) A proporção de judeus mortos em QUALQUER região ocupada pelos nazista comparada com a de palestinos em regiões ocupadas pelas IDFs

    Bye, bye, Marcio, não sentirei sua falta, e caso tenha vontade de voltar, tenho dezenas de diferenças para voce.

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  • 05/11/2009 - 21:31
    Enviado por: MarioS

    ” Não se incomode de responder.Já sei a resposta”

    Incomodo nenhum Francisco, tenho certeza absoluta que voce não sabe a resposta.
    Deixemos de lado que passaram-se DOIS MIL ANOS (mesmo assim, peço que pare um pouco para pensar no absurdo que é comparar épocas tão distantes)
    Quem, tão longe como o Irã está de Israel, enviaria armas para os resistentes de Massada? E por que? Com qual motivação?

    “O Erdogan foi preterido VARIAS vezes em negociações com os palestinos. E pior, preterido por um EX INIMIGO DE ISRAEL, Egito”
    Nunca tive problema em admitir erros. Voce chamou a atenção para algo altamente relevante, o EGO. É muito provável que este tenha sido o fator decisivio. Confesso que não tenho lido muito sobe o Erdogan, e por isso não me arriscaria a chama-lo de um Lula da Turquia. Considero isto uma ofensa grave. Obrigado por se manifestar, outros se calaram

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  • 05/11/2009 - 21:36
    Enviado por: De novo ?

    É uma piada…

    Foguetes caseiros de combustível sólido com 60km de alcance ?!? Alias, diga-se combustível caseiro, feito de açucar e nitrato de sódio (porque eu duvido que sequer Israel deixa entrar nitrato de potássio, mesmo em adubo, em gaza)

    Olha !!! Desculpe, mas tem que ser muito idiota pra cair numa historinha dessas…

    Sabe que nessas horas eu sinto saudades da guerra fria ? pelo menos o pessoal era mais ligado em armas, ciência, foguetes e não cairia numa ladainha dessas.

    O Astros I da década de 70, foguete de artilharia de propelente sólido tinha 30km de alcance, 5 metros de comprimento, uns 30cm de diametro, uns 80kg, sistema eletronico (não para mirar o missel, mas apenas para mante-lo em trajetoria) com bateria térmica para alimentar giroscopio estabilizador interno (do contrário o foguete sai da angulação e nunca poderá atingir seu pico máximo)… Isso é o que há de mais avançado em tecnologia militar de propelente sólido…

    Agora os caras tão falando em foguetinho de açucar de 60km com 6m de comprimento ?!? Inventa outra vai !!!

    Se os rojões dos chinelinhas de Gaza tem tal tecnologia, eles estão muito a frente de gigantes como a Rockwell, Halliburton ou General Eletric, que não têm o privilégio de fornecer um míssel com essas dimensões, alcance e principalmente custo, para seus clientes. Vamos dar o prêmio nobel de ciência pra eles e vamos elevá-los aos predicados de Von Brown.

    Os foguetes palestinos, tanto o Katiucha, derivado do M-13 (so o motor) não passam dos 12 km de alcance (isso se vc tiver sorte de queimar todo o combustivel em 45º sem um um vento desviá-lo ou desangulá-lo), pois seu alcance efetivo é 7km, e são grandes (uns 1,8m metros)… Eles tem ainda o Qassam-3 que atinge 10km de alcance efetivo, e tem 2,3 metros…

    Para se fazer um foguete de de 6m que atinga 60km de alcance, imagino que só seja possível com foguetes supersonicos, que só é conseguido com propelentes de perclorato de amonia. Ainda assim, para se atingir essa velocidade( 3 ou 4 mach) e permanecer estável, o foguete teria que ser comprido, fino e basicamente com pouca carga explosiva (pouca mesmo.. algo em torno de no máximo 3 kg)… Seria um foguete extremamente caro e inviável pelo estrago que faria.. Mas mesmo assim.. é só um chute.. pode ser até impossível para os padrões dos palestinos de gaza :-) .

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  • 05/11/2009 - 22:31
    Enviado por: Hagá

    Mario S,

    para alegrá-lo um bocado (nós estamos aqui para isso), cito outras diferenças a mais entre o que Israel tem feito aos Palestinos e o que a ditadura nacional-socialista alemã fez contra várias minorias, entre as quais os Judeus nos anos 40 do século passado:

    6) o holocausto na Alemanha aconteceu há mais de 60 anos e na Palestina acontece há mais de sessenta anos.

    7) Outra: nos anos 40 o gás usado criminosamente foi o Zyklon B. A contemporânea violação de Direitos Humanos por parte de Israel, baseia-se o ataque em Bomba de Fósforo, condenadas pela ONU.

    Agora, para você ter uma overdose de alegria:

    8) Após a vitória dos aliados em 1945 se espalhou o Direito Internacional Humanitário. No contexto atual, Israel detonou o Relatório Goldstone e passou a questionar o Direito Internacional Humanitário.

    Pelo visto, levaram o Juiz Goldstone para a sala escura. Deve ter acontecido um debate muito profundo, para ele desmoralizar toda uma carreira e dizer que se “envergonha do que escreveu, por ser tão tendencioso”. Se é que disse isso mesmo sobre o relatório de mais de 500 páginas.

    A questão é: quais foram os argumentos usados nesse “debate”?

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  • 05/11/2009 - 22:54
    Enviado por: HAMAS

    A noticia do barco, é tão importante que nem saiu na rede Globo, imagina o Jornal Nacional perder esta oportunidade!

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  • 05/11/2009 - 22:56
    Enviado por: Dr.Massarandba

    Se a marinha brasileira fosse tao eficietne quanto a israelsense as armas nao estariam chegando nas favelas.
    Mas vai ver os contrtabandistas iranianos precisam aprende ro know-how dos nossos trafigantes. Nao e’ facil ser contrabandista! Estes iranianos sao tao incompetentes que nem contrabando conseguem fazer direito! Faz um estagio em fox do iguacu para aprender com os brasileiros!
    Daqui a pouco a palhaco chefe do Lularapio ,o tal do Amorim , vai aparecer dizendo alguma das besteiras costumeiras.

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  • 05/11/2009 - 22:58
    Enviado por: Dr.Massarandba

    Gustavo,
    eu nao entendo porque voce deixa estas comparacoes ridculas com israel =alemanha e judeus=palestinos durante os anos 40.
    voce sabe muito bem que a diferenca e’ da’ agua ppara o vinho. Por definicao, nao se trata da mesma coisa. Muito pelo contrario e’ totlamente diferente.
    Voce deveria estabelecer esta diferenca de uma vez por todas. Ou voce acha quee’ a mesma coisa?
    Voce tem uma posicao?

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  • 05/11/2009 - 23:10
    Enviado por: gustavochacra

    Massaranduba, você me lê faz tempo, sendo um dos mais antigos leitores. E já viu várias vezes que repudio este tipo de comentários comparando Israel aos nazistas. De qualquer forma, deixo claro, mais uma vez, que os israelenses não são nazistas

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  • 05/11/2009 - 23:17
    Enviado por: Tolerância -5+

    Estou com Braziliano, Dr.Serio e Marcio Reis.Acho que o MarioS esta errado quando tenta colocá-los na vala dos racistas e odiosos.Eu, por exemplo, se tivesse numa localidade onde covardes de dentro de aviões e tanques blindados estivessem despejando bombas sobre minha familia e vizinhos, acharia de bom agrado se carregamentos de armas chegassem para que pudéssemos fazer as nossas defesas.Portanto, se um navio cheio de armas, para combater uma Israel brutal,chegar pros palestinos, é ajuda humanitária,sim.

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  • 05/11/2009 - 23:31
    Enviado por: Del

    MarioS

    O Hezbolah é um grupo terrorista que também é um partido assim como o Pelé é um jogador de futebol que poderia ser filatelista? Será, então, que quem tem o exército não seria, na verdade, o grupo terrorista que, por definição, tem que ter armas, e não o partido político, que cuida de creches, hospitais, etc?

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  • 05/11/2009 - 23:42
    Enviado por: Pamella

    Devemos sempre manifestar nossas opiniões, defender o que acreditamos. No meu caso, por exemplo, não me conformo de o Brasil estar esperando a visita de Ahmadinejad, presidente do Irã. Ahmadinejad é conhecido por sua postura antissemita, criminalizou a liberdade de expressão e opção sexual. Brasil é uma República democrática! Respeita minorias e os direitos humanos. Por isso, no dia 15 de novembro demonstrarei minha opinião com outros que também lutam por nosso país, com uma grande manifestação contra a vinda do presidente do Irã vinda ao nosso país. Local: Praça dos Arcos as 15h30. Vista branco e traga sua bandeira do Brasil!

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  • 06/11/2009 - 00:18
    Enviado por: José

    Gustavo:
    No tópico” fatos e mitos “já tivemos uma concordancia que não se pode comparar campo de concentração com Gaza.
    Afinal não tem palestino em forma de osso humano morrendo de tifo,e isto após fazer serviços escravos para Israel.
    Não tem crianças e mulheres sendo fuziladas aos milhares por dia.
    Não tinha no campo de concentração, judeus com armas potentes e geladeiras cheias e com automoveis mais modernos dá época,e enfermarias com ótimos remédios e médicos podendo cuidar deles como tem os dirigentes do Hamas e a elite de seus combatentes e politicos de Gaza.
    E aos Judeus não era permitido viver nem sair do gueto,pois eles não reviindicavam suas casas ou um bairro se quer, nem seus pertences,apenas sobreviver e não morrer no forno ou fuzilado ou esquelético.
    Não é isto que acontece em Gaza nem é o que reenvindica os palestinos de Gaza.{ou seus dirigentes}
    Portanto estes antissemitas que fazem a comparação com intenção de provocar deviam ter vetados seus comentarios,pois esta comparação é negação do Holocausto ,é antissemitismo brabo,não tem nada haver com antisionismo ou Israel,pois muitos que sobreviveram e sofreram nos campos não são sionistas ou israelenses,são apenas judeus,o que caracteriza o antissemitismo dos negadores do Holocausto.
    Fazer comparação de campo de concentração com Gaza, é como comparar o bombardeio de Hirochima e Nagazaki com a retaliação de Israel a Gaza.
    Portanto mesmo você concordando que não se pode comparar Gaza com campos de exterminios da segunda guerra,penso que não devia se publicar este revizionismo eu negação dos antissemitas.

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  • 06/11/2009 - 00:41
    Enviado por: Jhony

    Israel já assaltou um banco palestino levando cinco milhões de dólares. Uma pirataria a mais não faz diferença.

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  • 06/11/2009 - 01:00
    Enviado por: Hazem

    MarioS,
    Você e alguns outros sionistas quando lêem algum comentário sobre o Holocausto ou uma comparação com o que os palestinos sofrem, a primeira coisa que fazem é tentar diminuir o sofrimento dos palestinos, colocando o Hoolocausto como algo incomparável. Ora, infelizmente, houve outros genocídios atrozes como o sofrido por cambojanos, burundineses, ruandeses, armênios e a lista pode continuar.
    Imagine se um ruandês, um judeu e um armênio se sentarem e começarem a discutir qual foi o pior genocídio! Seria mesquinho.
    Infelizmente, e espero que não se ofenda, mas é mesquinho de sua parte querer negar o sofrimento palestino só porque foi comparado ao dos judeus na Segunda Guerra.
    E é exatamente o que você e outros fazem, ao se levantarem contra a comparação, o que fazem na verdade, é negar ou minimizar o sofrimento palestino.

    Esse sofrimento é grande, não vou fazer comparações, justamente por que acaba sendo usado para minimizá-lo, mas:
    - um povo que está sob ocupação há mais de quarenta anos,
    - 10.000 palestinos mofam em prisões israelenses,
    - existe um muro que separa palestinos de palestinos e não palestinos de israelenses,
    - não existe liberdade de movimento em seu próprio território,
    - quando de um dia para outro você olha para o outro lado da rua e vê que foi erguido mais um assentamento israelense,
    - quando vocÊ não pode ir rezar onde quer porque tem menos de 20 ou 30 anos,
    - quando você vê o seu pai sendo obrigado a se despir na frente de um soldado invasor,
    - quando você vê o seu pai sendo maltratado por esse mesmo soldado, que não respeita um senhor de idade ou é capaz, simplesmente, de prendê-lo.
    - quando se entra em Gaza e se mata 1400 pessoas e se mutila outros milhares,
    - O que justifica a utilização de armamentos pesados de guerra em áreas densamente povoadas?
    - O que justifica Israel roubar a água da CisjordÂnia para dá-la aos colonos?
    - Que medida de segurança justifica Israel obrigar os palestinos a comprar através de Israel e obrigá-los a recolher o imposto, entregá-lo a Israel para “posterior” devolução?
    - O que justifica a não permissão aos palestinos que reformem ou construam suas casas em Jerusalém?
    Isso não é sofrimento? O que é então?

    Outra coisa, concordo integralmente com o que a Christina escreveu sobre o distanciamento entre Turquia e Israel e acrescento outra razão. Finalmente a Turquia percebeu o que o povo palestino vem sofrendo e resolveu ficar ao lado do que é justo e não do que é cômodo e lhe fornece alguns armamentos a mais.
    Não é a primeira vez que você afirma que o governo Erdogan tem raízes religiosas de forma a desmerecÊ-lo. Eu gostaria que vocÊ fizesse uma lista dos atos do governo Erdogan que diminuíram o secularismo turco.

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  • 06/11/2009 - 01:06
    Enviado por: Hazem

    José Antonio,
    Por favor, publique onde você leu que o juiz Goldstone voltou atrás em seu relatório.
    Procurei em vários lugares, NY Times, Aljazeera, Haaretz, JPost, LeMonde e não achei nada, só que a Assembleia da ONU aprovou o relatório, o que é ótimo.

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  • 06/11/2009 - 01:18
    Enviado por: manuela

    marios

    basta ler o que alguns super entusiastas de israel escrevem no blog do gustavo ( nao incluo voce ) para concluir que existe algo muito perigoso em comum entre israelenses e nazistas : ambos se julgam superiores

    o que veio depois ou pode vir é consequencia disso pois basta os israelenses cometerem 1% com os palestinos do que os nasistas cometeram com os judeus para o estado de israel perder a razão de existir na configuração atual

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  • 06/11/2009 - 01:33
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Muito obrigado.

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  • 06/11/2009 - 03:31
    Enviado por: Ceci

    Sobre o navio capturado, o depoimento de um amigo residente em Israel: “Já estamos imunes a estas confusões e praticamente não nos causam grande distúrbio. Não é questão de receber os fatos com indiferença como se fossem decretados pelo destino. Trata-se da própria confiança em nossa capacidade de fazer frente a esses desafios, sejam quais forem. Um navio capturado, significa que pelo menos uns 5-10 passaram. É como contrabando de drogas.”

    Ao De novo?
    Interessante… li um comentário igualzinho aos seu no blog do Sirotsky, só que o autor se chamava de Legião Árabe. Também no Caio Blinder outro Legião Árabe costuma demonstrar seus vastos conhecimentos em engenharia militar e anti-israelismo, os primeiros sempre contestados pelo bitt e pelo Elias. Lembranças ao Dino.

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  • 06/11/2009 - 08:20
    Enviado por: Jose FARHAT

    Prezado Gustavo,

    Voce fez uma analise rica em detalhes, mas que pecam pela origem e pela precisao desta. Tudo parece armacao daquelas que o estado sionista costuma espalhar por ai. Qualquer dos barcos que levam ajuda a Gaza, a qualquer momento, poderia servir de base para esta noticia, numa ocasiao conveniente para os ocupantes ilegais de terras palestinas. Nenhum de nos e crianca e inocente para acreditar na historia de policial corrupto que planta erva no bolso daquele que quer prejudicar. Todos os dias e todas as horas ha barcos como estes viajando de Chipre para Gaza, e so escolher um. Seria a inocencia, ou melhro dizendo, a burrice, dos acusados: Hizbullah, Ira e Hamas. Eles que inventem outra, esta nao cola.

    Tudo no Oriente Medio, por onde ando presentemente, em Riyadh, Dubai ou Mascate e diferente do que se ve, le e ouve no lado onde o sol se poe.

    Em Riyadh ha perto de unanimidade, por parte das pessoas com as quais conversei, de que o problema de todos os males atuais da regiao e o Ira. Eu disse bem: da atualidade pois a permanente e o estado sionista que veio se instalar a forca sem consultar os donos da casa. No entanto, quando se analisa a posicao do govetrno saudita, e com este todas as monarquias do Golfo Arabico, nota-se uma tentativa de conciliacao com o proprio Ira. Tem medo, e inegavel, tanto que fizeram ressurgir os acontecimentos de anos atras quando os iranianos tentaram levar a politica para o acontecimento maior do Isla e os sauditas estao advertindo de que nao serao tolerados desvios do objetivo do Hajj. E para a plateia regional ficar alerta enquanto dao recados duros a Hillary Clinton que acabou tendo que transmitir recados esclarecedores que lhe foram ditados pela `voz de seu Mestre`. Os Estados Unidos nao querem guerra na regiao, nem com o Ira e nem tampouco com qualquer outro pais da regiao, ja lhes bastando os atoleiros de Iraque, Afeganistao e Paquistao. E, de seu lado, o estado sionista esta desesperado e quer se fazer presente.

    Com a captura do barco, ampliado em tamanho e significado, foi montada mais uma tempestade numa xicara. Os eventuais destinatarios desses armamentos nao usariam este caminho obvio demais, burro em excesso. Se e assim, porque nao atacaram aqueles tuneis entre o Egito e a Palestina por onde passam armas a vontade e sem cessar e a pergunta obvia.

    Um navio navegando pacificamente em aguas internacionais ou territorias de Chipre nao e crime. E crime de pirataria o estado sionista manter sua frota maritima em aguas territoriais do Libano, dia e noite, em aguas libanesas e invadir o seu espaco aereo todos os dias do calendario. Se alegarem violacao da Resolucao 1701 do Conselho de Seguranca sera mais uma manifestacao de cinismo, pratica na qual sao inegualaveis pois eles jamais cumpriram uma.

    Este pessoal ainda nao entendeu, ou entendeu e finge que nao, que a direcao do Hizbullah e muito mais, anos luz mais, inteligente que eles e os Estados Unidos ja entenderam. Depois, o Ira busca sim caminhar firmemente em seu objetivo de ser potencia regional usando o estado sionsita e o perigo que este representa para a regiao. Isto nao e novidade e nem tampouco que os sionsitas estao procurando usar o Ira e o seu eventual perigo como arma para se firmar e se fazer ouvir numa regiao onde e corpo estranho. Quem tem demonstrado sem duvida que esta se mantendo a forca de armas nao e exatamente o Ira e sim os estado sionista e isto os paises arabes ja entenderam e estao conseguindo, e alguns aspectos ja conseguiram, convencer os Estados Unidos.

    O sol esta lindo em Mascate, vou a praia quem sabe aina volto hoje.

    Abracos a todos.

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  • 06/11/2009 - 11:03
    Enviado por: José

    Gustavo:
    A questão do Irã esta se “expandido’ pela região.
    Acho que isto merece um tópico:
    A large Saudi armored force crosses into Yemen to fight Iran-backed rebels

    DEBKAfile Special Report

    November 5, 2009, 11:20 AM (GMT+02:00)
    Saudi warplanes over Yemen

    Saudi warplanes over Yemen

    Thursday, Nov. 5, a substantial Saudi armored infantry force and tank column crossed the border into Yemen to do battle with Iran-backed Houthi rebels the day after they killed a Saudi border guard. Saudi air force F-15 and Tornado jets have been bombing Yemeni rebel positions near the border with the southern Saudi Jizan province since Wednesday. The Yemeni Houthi rebels are the second Iranian ally to be attacked after Israel’s Cast Lead operation against the Palestinian Hamas in Gaza earlier this year, DEBKAfile’s military sources report.

    “This is not a hit-and-run, this is a sustained action” to clean out the rebel camps in coordination with the Yemeni authorities, said a Saudi source Thursday night.

    Sources in Riyadh report a number of Saudi casualties in the first hours of combat. The Saudis decided to send troops into northern Yemen to wipe out the Yazdi Houthi bases after the rebels crossed into Jizan Tuesday, Nov. 3, and captured three villages in the rugged Jebel al-Dukhan district. They killed a Saudi soldier and injured eleven before being driven out.

    At this point, the oil kingdom’s royal rulers decided to draw the line lest the Yemeni revolt spill over into southern Saudi Arabia’s Shiite Muslim tribes which have an affinity with the Yazdis, a branch of the Shia. Most of all, they are concerned to prevent pro-Iranian fighters from encroaching on Saudi soil.

    In the last two weeks, Saudi warships have helped the Yemeni navy apprehend at least three ships bringing fresh arms supplies from Iran to the Houthis, by the same method as Tehran arms supplies reach Hizballah and Hamas.

    Tehran denied it is sending weapons to the rebels, but the Saudi rulers decided that Iran had crossed too many red lines and it was time to go on the offensive before the throne was imperiled by Iranian proxy belligerence.

    For the last five months, Saudi Arabia and Egypt have been providing Yemeni president Abdullah Salah with military assistance against the Yazdi Houthi insurrection, mainly military equipment and ammunition.

    Nonetheless, the Yemeni military has not been able to quell the rebellion. The Houthis’ strength has been constantly reinforced from Tehran to the point that the Salah regime is in danger.

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  • 06/11/2009 - 12:09
    Enviado por: José Antonio

    Lá vai Hazem, se o Gustavo permitir.
    Questões que a grande mídia não pensa em abordar sobre o Relatório Goldstone. Mas que devem ser de conhecimento de todos. Traduzido do boletim do Honest Reporting por Irene Walda Heynemann
    “Esta minuta de resolução me entristece porque ela só inclui alegações contra Israel … Não há uma única frase condenando o Hamas, como fizemos no relatório. Espero que o conselho possa modificar o texto”.
    Assim falou ninguém mais do que o próprio Juiz Richard Goldstone, ao jornal suiço Le Temps, na sexta-feira, antes que o Conselho de Direitos Humanos da ONU (UNHRC) aprovasse uma resolução (sem modificar o texto), endossando o Relatório Goldstone, abrindo caminho para discussão no Conselho de Segurança da ONU.
    A resolução também condenava as atividades israelenses em Jerusalém Oriental e em Judéia e Samária, ainda que não fizessem parte do texto submetido à apreciação por Goldstone.
    Será que Goldstone foi tão ingênuo a ponto de pensar que seu relatório não se tornaria uma arma política e legal a ser usada contra Israel pela UNHRC? O comentarista Robin Shepherd destaca a óbvia hipocrisia e iniquidade dos membros da UNHRC e de todos aqueles que votaram a favor da resolução:
    Entre os que apoiaram a resolução, a presença de muitos países despóticos, bem como tantos outros que são classificados pela Freedom House (N.T. “Casa da Liberdade”, organização americana que promove os direitos humanos, a democracia, a economia de livre mercado, o estado de direito, etc.) como apenas “parcialmente livres”, fala por si própria. Países classificados como “não livres” pela Freedom House, no grupo, são: China, Cuba, Egito, Qatar, Rússia e Arábia Saudita. Países parcialmente livres no grupo são: Bahrain, Bangladesh, Bolívia, Djibouti, Jordânia, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Senegal e Zâmbia. Dos 25 países que votaram contra Israel, 17 (68%) são déspotas absolutos ou pseudodemocracias corruptas e de má reputação.
    Como colocado pelo UN Watch (Observador da ONU), Hillel Neuer:
    A resolução, escandalosamente unilateral, concede aos terroristas do Hamas a vitória política pela qual eles ansiavam desesperadamente. Membros do Conselho como Paquistão, China, Cuba e Arábia Saudita foram novamente bem sucedidos, em sua estratégia de mirar em Israel, para esconder os reais abusos cometidos pelo mundo, especialmente os seus próprios. Sendo esta a sexta seção especial do Conselho sobre Israel – contra apenas 4 sobre o resto do mundo em conjunto – é trágico que mais uma vez a política está derrotando fraudulentamente os direitos humanos.

    COMANDANTE MILITAR BRITÂNICO QUESTIONA A UNHRC:

    Questionando a UNHRC, em nome do UN Watch, Coronel Richard Kemp, ex-comandante das forças Britânicas no Afeganistão, declarou:

    Durante a Operação Chumbo Fundido, as Forças de Defesa de Israel fizeram mais para proteger os direitos dos civis em uma zona de combate do que qualquer outro exército do mundo na história das guerras.

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  • 06/11/2009 - 12:15
    Enviado por: Kohlmeyer

    Acho que o MárioS foi pontual demais na sua exemplificação das diferenças entre “o que Nazistas faziam com os Judeus e o que os Judeus fazem com os palestinos”.

    Marcio Reis, (i) a Alemanha Nazista era um estado totalitário, baseado em normas de exceção, com ampla violação de garantias individuais essenciais de seus cidadãos e, no caso dos judeus, com extinção de quaisquer direitos (quaisquer mesmo, e.g. a partir de 38, judeus não mais podiam ter animais de estimação); e (ii) a Alemanha Nazista tinha um política ofical, institucionalizada e plenamente operante de extermínio de judeus e outro grupos em seu território e nos territórios ocupados (e.g. cerca de 90% dos judeus da Polônia, provavelmente o país com a maior comunidade judaica na Europa da época, foram mortos, barbaramente mortos).

    Não escrevo por ter qualquer simpatia pelo governo israelense, mas por meu sincero horror pelo III Reich. E, por mais que tenha críticas à atual política israelense, não parto para o ‘qualquer coisa’ a ponto de alguma forma minimizar a brutalidade que foi o Nazismo, o que seria um desserviço à defesa dos direitos humanos.

    Haga, acho que entendemos ‘holocausto’ de forma diferente. Como você o definiria?

    Hazem, definitivamente não sou “sionista”, talvez esteja mais para germanófila. Tendo mesmo a crer que o Nazismo foi uma tragédia incomparável ou comparável a poucas, mas não à de Gaza. E não é uma questão de minimizar o sofrimento palestino, mas não deixar que, pela comparação recorrente, a atrocidade que foi o Nazismo seja diminuída, banalizada.

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  • 06/11/2009 - 12:15
    Enviado por: José Antonio

    Tolerancia, se vc. acha ajuda humanitaria as armas chegarem até os palestinos, não poderá mais reclamar da reação de Israel. Quem quer ter armas tem que se preparar para a reação.
    Eles vão querer usar e vão ser mortos como sempre. E vcs. vão continuar chorando.

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  • 06/11/2009 - 12:21
    Enviado por: José Antonio

    Continuando
    Coronel Kemp disse ainda:
    O Hamas, da mesma forma que o Hezbollah, é um especialista em direcionar a pauta da mídia. Ambos têm sempre gente pronta pra dar entrevistas, condenando as forças israelenses por crimes de guerra. Eles são muito competentes na arte de encenar e distorcer incidentes.

    De fato, porque a mídia e, agora, a Comissão Goldstone, estão dispostos a considerar as alegações dos grupos terroristas e seus partidários sem argumentar, mas questionam a confiabilidade e até mesmo a honestidade de Israel?

    GOLDSTONE RECUANDO?

    Mas, e o que dizer sobre o próprio Richard Goldstone? Além da sua decepção com a resolução da UNHRC, a credibilidade de seu relatório foi ainda mais minada em uma entrevista que ele concedeu ao The Forward, onde ele declarou:

    Se fosse em um tribunal, nada teria ficado provado. Eu não consideraria nem um pouco constrangedor se muitas das alegações acabassem sendo refutadas.

    Escrevendo no The Sunday Times, R.W. Johnson diz:

    O comportamento de Goldstone não surpreende quem seguiu sua carreira. Como estudante na África do Sul ele ficou do lado antiapartheid e muitos esperavam que ele fizesse o mesmo como advogado, já que um pequeno grupo especializado de advogados liberais foi crucial para a defesa dos oponentes políticos do regime. Em vez disso, Goldstone manteve a cabeça baixa e evitou aborrecer o governo apartheid, devotando-se às causas comerciais. Então, quando a situação política mudou, Goldstone também mudou. Encarregado pelo Presidente de Klerk de uma comissão para investigar os casos de violência, Goldstone aumentou provas prejudiciais ao regime apartheid, mas se recusou a investigar o braço armado do ANC (N.T. Congresso Nacional Africano, movimento de oposição ao apartheid e partido governante desde o estabelecimento da democracia não racial na África do Sul). …

    Por toda sua carreira, Goldstone tem sido acusado de cortar caminhos, movido a ambição, e críticos dizem que sua comissão em Gaza estabeleceu um novo ponto mínimo. Que um juiz judeu, proibido de entrar em Israel por aceitar presidir uma comissão preconceituosa contra o estado, escrevesse um relatório, amplamente baseado em entrevistas contra o Hamas, que favorece a opinião anti-sionista (ou mesmo anti-semita), parece imbatível.
    REAÇÃO DA MÍDIA:
    Sua mídia local percebeu? O Washington Times sim:

    Não existe equivalência moral entre o Hamas e Israel mais do que existe entre a al Qaida e os Estados Unidos. No entanto, na lógica de Goldstone, terroristas e países soberanos são idênticos. As mortes de civis incidentais, não intencionais, que Israel causou durante o conflito em Gaza são condenadas como crimes de guerra; os ataques largamente difundidos e intencionais do Hamas a civis israelenses são basicamente ignorados. O modelo de Goldstone torna impossível para estados civilizados atingir efetivamente os bárbaros do mundo, que estão lutando uma guerra paralela contra a decência, que considera não-combatentes inocentes da mesma forma como alvos legítimos e como úteis escudos humanos.

    As consequências do Relatório Goldstone afetarão Israel na mídia e na esfera diplomática pelo futuro previsível. Esteja preparado para agir, escrevendo para sua mídia local, apontando as falhas do Relatório Goldstone e a política suja e o preconceito anti-Israel da ONU e do Conselho de Direitos Humanos.

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  • 06/11/2009 - 12:46
    Enviado por: Hagá

    Hazem, você tem razão em boa parte do seu comentário. Aproveito para responder ao leitor Ricardo T, que afirmou em post antigo desconhecer o uso do Holocausto dos anos 30 e 40 na Alemanha como argumento de governos de Israel, em desrespeito às verdadeiras vítimas do antissemitismo. Aguardei o retorno do tema ao debate.

    Ricardo T,
    A análise abaixo, de Carlo Strenger foi o exemplo mais atual e concreto do que problema que eu identifico na extrema-direita de Israel, em relação à Questão Palestina e ao uso do Holocausto como “carta branca permanente” para violação dos direitos humanos de Palestinos.

    Comentário de: RicardoT [Visitante]
    06.10.09 @ 11:39
    Haga’,
    O que vem a ser “a política de vitimização da extrema-direita em relação ao holocausto, NO PRESENTE”? Pode dar exemplos atuais e concretos?
    http://www.haaretz.com/hasen/spages/1119443.html
    Last update – 23:41 07/10/2009
    Ahmadinejad, Netanyahu and the Holocaust: The ethics of memory
    By Carlo Strenger
    In using the Holocaust to defend indefensible policies, Netanyahu harms the ethics of memory that Ahmadinejad is incapable of endorsing.
    When the German Foreign minister recently called Ahmadinejad a shame to his own country and people, he spoke the minds of many. Now that Ahmadinejad is not even recognized by many of his own countrymen and women as legitimate, and that the Iranian regime’s legitimacy is questionable within Iran itself, it is time for the world to support the opposition by making clear what a miserable figure this fanatic ignoramus is.
    Because an ignoramus he is: Ahmadinejad’s Holocaust denial is not a cynical ploy. He believes what he says – and he is unlikely to have invested much time in the huge historical evidence for the Holocaust.
    The question then remains: is there anything interesting about Ahmadinejad’s Holocaust denial – except, of course, that it provides one of his ‘arguments’ against the state of Israel (unfortunately he hasn’t read up on the history of Zionism, which started almost a century before the Holocaust, either)
    I think there is something interesting. I have a heavy dislike for the question whether the Jewish Holocaust perpetuated by the Nazis does or doesn’t compare to others; whether it is the worst of all genocides in history. How do you measure the horror of human cruelty and suffering? Do you count the dead? In this case Mao is probably the worst killer in history, closely followed by Stalin, with Hitler coming in ‘only’ third. Do you measure the means, the organization, the hatred, the irrationality and the sheer inhumanity?
    While the Nazi Holocaust certainly has unique features, I do not think that this should be a moral or political argument for or against anything, including the existence of the State of Israel. That nowadays is simply a fact that even most Arab states are acknowledging.
    I believe that it is the commemoration of the Holocaust that is unique. The Jewish people, after a period of initial shock, have turned remembering of the Holocaust and its victim into a moral duty. Historians, novelists, psychologists and filmmakers have invested huge energies simply in remembering; museums have been built around the world, simply to make sure that those murdered will not vanish without a trace, and that humanity should never forget what it is capable of.
    Here is the question that I would like to pose to Mr. Ahmadinejad – without expecting a response, of course. Could it be that the main problem he has with the Holocaust of the Jews is that we adhere to a very strict ethics of memory, to use Israeli philosopher Avishai Margalit’s felicitous phrase? That we try not to allow any of the victims to have died without a trace? That we try to mourn the horrors that our families have endured, without turning these horrors into mythical heroism?
    Mr. Ahmadinejad perpetuates a regime that has done horrible things to its own people. Khomeini sent scores of thousands of children into a useless war of attrition, arming them with plastic keys he told them would open the doors of paradise. He sent them into minefields using a military approach discarded after WWI, of trying to conquer positions through waves of human beings. Are the people of Iran allowed to mourn this act of horror? Or are they only allowed to glorify the useless death of their children (Khomeini sent them into battle when the Iraqi army was no longer on Iranian soil) by saying that they are shaheeds?
    In speaking in favor of the ethics of memory, I do not really address Mr. Ahmadinejad; he seems incurable, and it is only to be hoped that his people will find ways to get rid of him. There is a lesson for us here.
    Netanyahu has made the comparison of Iran with Nazi Germany and warning the world that a new Holocaust is on the way the centerpiece of his rhetoric. As Aluf Benn has pointed out, Netanyahu likes to think of himself as the Churchill who refuses to accommodate Hitler. Let us leave aside the question whether the comparison between Nazi Germany and Iran is justified – I think it isn’t.
    Netanayhu’s latest installment was the speech at the UN. (Get the full text of Netanyahu’s speech here). The part of the speech in which he attacks Ahmadinejad and the Holocaust denial is certainly justified. But then he moves on to defend operation Cast Lead by comparing it to the London Blitz. Netanyahu plays the Holocaust card to defend the indefensible. Even if Netanyahu thinks that the Gaza operation was justified, the constant harping on the Holocaust to justify Israel’s policies in the West Bank and Gaza is both politically useless and ethically problematic.
    Nobody in the world can see any connection between the Iranian threat and holding on to the West Bank and pandering to Israel’s ideological right. Nobody can see how making the lives of Palestinians miserable will stop Iranian missiles. And while many believe that Israel had the right to defend itself against the Qassam attacks, they feel (and I agree) that the way Operation Cast Lead was conducted is indefensible.
    In making use of the Holocaust to defend indefensible policies, Netanyahu harms the very ethics of memory that Ahmadinejad is incapable of endorsing. Remembering the Holocaust is a moral duty for Jews and non-Jews alike. Netanyahu’s politicization of it does not fulfill this duty; it taints it. Instead of weakening Ahmadinejad, he enters the arena in which truthfulness about history is no longer a duty in its own right, but where history is used for the sake of political manipulation.
    He taints the work of Raoul Hilberg, a Jewish soldier who participated in the liberation of Concentration Camps, and became the first historian to document Nazi extermination of the Jews; of those like Primo Levi, Shaul Friedlander and Steven Spielberg, who have made every effort to remember without embellishment and without manipulation. The lessons we should learn from Mr. Ahmadinejad is that remembering for its own sake is a virtue that must never be compromised.

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  • 06/11/2009 - 12:58
    Enviado por: Uraniano

    José, enfim agluém trouxe o combate da Arábia Saudita e rebeldes do Yemen à tona. Essa é outra peça importante do xadres do OM, mas parece que ninguém quer se importar com isso, uma vez que isso tira Israel do foco.
    O OM tem muito mais complicações e temos que saber analisar o conjuto e não somente partes.

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  • 06/11/2009 - 13:31
    Enviado por: Paulo

    Gustavo

    Se quiser desconsidere meu post anterior e publique apenas esse:

    “…Ninguém deve sair daqui, pois poderia levar para o mundo, juntamente com a marca gravada na carne, a terrível notícia do que, em Auschwitz, o homem teve coragem de fazer ao homem…”

    José, José Antonio, Pamella o problema é o homem, não os palestinos, vc já leram “Isto é o homem” de Primo Levi?

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  • 06/11/2009 - 23:32
    Enviado por: Yoko

    José,
    como japonesa que passou parte da infância em Hiroshima, que viu, leu e ouviu os horrores que sofreram as vítimas da bomba atômica, não me sinto nem um pouco ofendida em compararem Gaza a Hiroshima e Nagasaki.

    São iguais de terem a população civil castigada por atos praticados por um parcela da população.

    Que passou ou passa por privações de alimento, saúde, tanto por erro das decisões do governo como pelas restrições econômicas impostas.

    Que não tinha para onde escapar.

    Que é duplamente vítima, tanto do fogo amigo como do inimigo.

    Você pode mostrar as diferenças entre Gaza e guetos onde judeus eram confinados na Europa, mas sem minimizar o sofrimento de outros povos.

    A morte de um civil deve ser repudiado, independente de credo, raça, país, época. Ainda mais quando é feito por meio covarde. E nisso os judeus do Holocusto, os japoneses de Hiroshima e Nagasaki, os palestinos de Gaza têm em comum.

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  • 07/11/2009 - 11:20
    Enviado por: Hazem

    Jose Antonio,
    Estou procurando ler nos meios que voce citou, Le Temps, Honest Reporting. Fiz uma leitura superficial, e parece que ele nao se arrepende de ter feito o relatorio, mas sim do uso politico posterior. Depois eu comento mais.

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  • 08/11/2009 - 03:02
    Enviado por: Hazem

    José Antonio,
    Eu não tolero ofensas, que isso fique bem claro para você.
    Você me ofendeu dizendo que me passo por ignorante e me acusou de crime de preconceito ao me chamar de antissemita. Eu quero que você mostre para mim e para os outros participantes onde ou em quais comentários eu ofendi o povo judeu.
    Comentário de 06.11.09 @ 12:03

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