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	<title>Guga Chacra – Estadão.com.br</title>
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		<title>Guga Chacra – Estadão.com.br</title>
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		<title>Obama transforma &#8220;assassinato&#8221; em &#8220;ação letal&#8221; para justificar ataques de Drones</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 21:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Barack Obama tentou defender seus ataques com Drones hoje em discurso em Washington. Mas, no fim, seus argumentos, como bem falou em entrevista para a CNN Jeremy Scahill, autor do livro Dirty Wars, sobre as guerras do atual presidente americano, não tiveram muitas diferenças em relação ao que fazia George W. Bush quando estava no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Barack Obama tentou defender seus ataques com Drones hoje em discurso em Washington. Mas, no fim, seus argumentos, como bem falou em entrevista para a CNN Jeremy Scahill, autor do livro Dirty Wars, sobre as guerras do atual presidente americano, não tiveram muitas diferenças em relação ao que fazia George W. Bush quando estava no poder.</p>
<p><span style="font-size: 13px">Mudaram apenas as palavras. O Nobel da Paz e professor de direito sabe se expressar melhor e tem um ótimo redator para seus discursos lidos com um talento quase inigualável em seu teleprompter. Por exemplo, o  que para Bush era guerra, para Obama recebe o nome de “intervenção”. O que para Bush era assassinato, para Obama é “ação letal”.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Nos seus ataques com Drones, estes robôs voadores que bombardeiam o Yemen, a Somália e o Paquistão, foram mortos muitos civis. Há discussões sobre os números. Mas até Obama admite existirem vítimas sem ligação com o terrorismo.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Quatro cidadãos americanos foram mortos entre os milhares de seres humanos alvejados. Destes, pelo menos dois não eram terroristas. Um deles era o filho de Anwar al Awalaki, acusado de terrorismo. Foi assassinado por um Drone. Obama não soube explicar o motivo. Ser filho de criminoso não é crime.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">O presidente argumenta que os ataques com Drones aumentaram a segurança dos americanos. Será? Quais os dados dele? Se não houvessem ocorrido estes bombardeios, teria havido mais terrorismo? Bush não dizia o mesmo da Guerra do Iraque? Enfim, entre Obama e Bush,  mudaram as palavras, mas não a forma de conduzir a guerra ao terror, a não ser pelo fim da tortura, embora alguns já digam estas foram apenas terceirizadas&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
<div>
<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<title>Entenda os diferentes braços do Hezbollah</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 12:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja meu comentário sobre Drones no Jornal das Dez da Globo News Alemanha, Grã Bretanha e França estudam classificar o Hezbollah como uma organização terrorista. Os EUA e Israel há anos já colocaram este grupo libanês em suas listas de grupos ligados ao terrorismo. Mas por que os europeus decidiram tomar esta atitude apenas agora? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3366ff"><strong>Veja meu <a href="http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/t/todos-os-videos/v/eua-admitem-pela-primeira-vez-a-morte-de-americanos-em-ataques-de-drones/2590545/"><span style="color: #3366ff">comentário sobre Drones no Jornal das Dez da Globo News</span></a></strong></span></p>
<p>Alemanha, Grã Bretanha e França estudam classificar o Hezbollah como uma organização terrorista. Os EUA e Israel há anos já colocaram este grupo libanês em suas listas de grupos ligados ao terrorismo. Mas por que os europeus decidiram tomar esta atitude apenas agora? E eles estão corretos nesta decisão? Isso vou responder no próximo post, pare este não ficar longo. Aqui, apenas serei didático para explicar esta organização.</p>
<p>Primeiro, precisamos saber a origem do Hezbollah. O grupo nasceu por três motivos – a ocupação israelense do sul do Líbano, a marginalização dos xiitas na sociedade libanesa e a Revolução Islâmica no Irã (os iranianos e o grupo libanês são majoritariamente xiitas).</p>
<p>Em segundo lugar, precisamos ver o que é o Hezbollah. O grupo possui quatro braços. O político, tendo membros no Parlamento, ministros e uma aliança com partidos cristãos – isso mesmo, a maior parte dos libaneses cristãos são aliados do Hezbollah, embora muitos sejam adversários. Existe também o social, com hospitais e creches. O econômico, incluindo uma rede de TV, a Al Manar, e captação de recursos ao redor do mundo. E o militar, com uma milícia que lutou contra Israel durante a ocupação, posteriormente na Guerra de 2006 e agora está envolvida nos embates na Síria, onde se posiciona ao lado de Bashar al Assad contra os rebeldes.</p>
<p>Mas por que terrorista? O grupo é acusado de envolvimento nos atentados contra a AMIA, em Buenos Aires, em 1994, contra Rafik Hariri, ex-premiê libanês, em 2005, diante do Hotel San George na Marina de Beirute, e agora contra turistas israelenses na Bulgária. Acompanho bem as investigações na Argentina e no Líbano e ambas são falhas – muitos suspeitam do regime sírio, e não do grupo xiita em ambos os casos. Não estou muito a par do que ocorreu no território búlgaro para avaliar.</p>
<p>Mais tarde, explico o contexto das posições dos europeus.</p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<title>Ahmadinejad termina como Bush &#8211; humilhado e impopular em seu próprio país</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre ouvimos a bobagem de que Mahmoud Ahmadinejad era o ditador do Irã. A afirmação nunca teve nexo e o líder iraniano sempre possuiu pouco poder em Teerã. Quem manda mesmo é o aiatolá Khamanei e seu Conselho de Guardiães. O resto da população, incluindo o inimigo preferido de Israel e dos EUA, deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre ouvimos a bobagem de que Mahmoud Ahmadinejad era o ditador do Irã. A afirmação nunca teve nexo e o líder iraniano sempre possuiu pouco poder em Teerã. Quem manda mesmo é o aiatolá Khamanei e seu Conselho de Guardiães. O resto da população, incluindo o inimigo preferido de Israel e dos EUA, deve ser submisso.</p>
<p><span style="font-size: 13px">A prova final veio ontem. Ahmadinejad não conseguiu emplacar como candidato  Esfandiar Rahim-Mashaei, seu braço direito. Ele foi vetado pelo Conselho de Guardiães. Os aiatolás não suportam mais o populismo de viés latino-americano do atual presidente. Sem falar na desastrosa condução da economia. No fim, Ahmadinejad terminará como o George W. Bush de Teerã – odiado dentro e fora de seu país.</span></p>
<p><embed id="mpl" width="455" height="380" flashvars="&amp;file=http://img.estadao.com.br/videos/50/D9/84/50D9845AC08745C08A312F881CDA8BEF.xml&amp;autostart=false&amp;playlistsize=90&amp;image=http://tv.estadao.com.br/app/estadao/tvestadao/videos-proxy.php?guid=50D9845A-C087-45C0-8A31-2F881CDA8BEF" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/jwplayer/player.swf" /><br />
Comentário sobre o Hezbollah na Síria</p>
<p><span style="font-size: 13px">Existe, claro, uma diferença grande. Bush vive hoje em seu rancho no Texas. Ahmadinejad, por sua vez, pode passar os próximos anos atrás das grades.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Vale lembrar que, além do pupilo de Ahmadinejad, ficou de fora Hashemi Rafsanjani, que governou o Irã de 1997 a 2005 e talvez seja hoje uma das pessoas com maior poder econômico e político. Em 2005, havia tentado se candidatar, mas acabou perdendo para Ahmadinejad. Era, na época, acusado de corrupção.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Em 2009, mesmo não disputando a eleição, Rafsanjani decidiu apoiar os protestos da oposição. Isso aumentou a sua popularidade com os reformistas. Mas sua imagem se deteriorou completamente com a ala mais conservadora do regime. Por outro lado, sua relação de lealdade com o aiatolá Khamanei permaneceu intacta.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Dias atrás, Rafsanjani teria esperado até o último momento para receber um aval de Khamanei para se candidatar. Não se sabe se este veio ou não, mas ele decidiu se inscrever. Caso fosse aprovado, certamente seria o preferido dos reformistas, que não conseguiram ter nenhum nome de peso, como Mir Hussein Mousavi, quatro anos atrás. Agora sua única chance seria uma ação de Khamanei para reverter o veto, mas muitos de seus simpatizantes estão céticos.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<item>
		<title>Hezbollah é forte em casa, no Líbano, não na Síria</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/hezbollah-e-forte-em-casa-no-libano-nao-na-siria/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 13:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também Por que o libanês Hezbollah entrou na Guerra da Síria Entenda o Envolvimento do Hezbollah na Guerra da Síria O Hezbollah pela primeira vez está lutando fora de casa. Contra Israel e seus aliados libaneses, no sul do Líbano, os membros desta organização estavam em seus quintais. Conheciam cada pedaço do território e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leia também</strong></p>
<p><span style="color: #3366ff"><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/por-que-o-libanes-hezbollah-entrou-na-guerra-da-siria/"><span style="color: #3366ff">Por que o libanês Hezbollah entrou na Guerra da Síria</span></a></strong></span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/entenda-o-envolvimento-do-hezbollah-na-guerra-da-siria/"><span style="color: #3366ff">Entenda o Envolvimento do Hezbollah na Guerra da Síria</span></a></strong></span></p>
<p><span style="font-size: 13px">O Hezbollah pela primeira vez está lutando fora de casa. Contra Israel e seus aliados libaneses, no sul do Líbano, os membros desta organização estavam em seus quintais. Conheciam cada pedaço do território e colocavam os israelenses em emboscadas. Também fugiam em túneis e buscavam abrigo com parentes. Mais importante, lutavam para defender suas terras de uma ocupação estrangeira.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Agora, em Qusayr, na Síria, o Hezbollah, aliado do regime de Bashar al Assad, enfrenta milícias opositoras sírias. Mas são seus adversários que lutam em suas casas. São eles que conhecem as trilhas e as montanhas do território. São eles que lutam até a morte para derrubar o regime. Os membros do grupo libanês, por sua vez, são estrangeiros em defesa de Assad na Síria, não da população libanesa do sul do país dos cedros.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Por este motivo, o Hezbollah não deve ser visto como tão poderoso quando luta dentro da Síria, mesmo que a alguns quilômetros do vale do Beqaa. Mas seus rivais no Líbano precisam tomar cuidado e não se empolgar tanto. Em casa, o grupo xiita ainda é quase imbatível. Enfrentar o Hezbollah em Qusayr, na Síria, é bem diferente de enfrentar o Hezbollah em Nabatieh ou em Baalbek, que nem fica tão longe de Qusayr.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
<div>
<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que o libanês Hezbollah entrou na Guerra da Síria?</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/por-que-o-libanes-hezbollah-entrou-na-guerra-da-siria/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/por-que-o-libanes-hezbollah-entrou-na-guerra-da-siria/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 14:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também - Entenda o Envolvimento do Hezbollah na Guerra da Síria O Hezbollah nasceu nos anos 1980 no sul do Líbano por três principais motivos – a ocupação israelense do território, a Revolução Islâmica do Irã e a marginalização dos xiitas na sociedade libanesa. Ao longo dos anos 1990 e da década passada, sempre teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3366ff"><strong>Leia também - <a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/entenda-o-envolvimento-do-hezbollah-na-guerra-da-siria/"><span style="color: #3366ff">Entenda o Envolvimento do Hezbollah na Guerra da Síria</span></a></strong></span></p>
<p>O Hezbollah nasceu nos anos 1980 no sul do Líbano por três principais motivos – a ocupação israelense do território, a Revolução Islâmica do Irã e a marginalização dos xiitas na sociedade libanesa. Ao longo dos anos 1990 e da década passada, sempre teve como objetivo lutar contra Israel e, por este motivo, desfrutava de enorme popularidade nas ruas árabes.</p>
<p>A retirada israelense em 2000 e, acima de tudo, a sensação de  vitória (no mundo árabe) na Guerra de 2006 deixaram o Hezbollah com uma aura de verdadeira resistência no mundo árabe. Dentro do Líbano, a aliança com cristãos fortaleceu a imagem da organização, embora os embates contra os sunitas libaneses tenham se acentuado.</p>
<p>A eclosão da Guerra da Síria alterou o cenário. O Hezbollah, neste caso, ficou ao lado do regime de Bashar al Assad, e não dos supostamente reprimidos. Sua imagem no mundo árabe sunita despencou, embora sua popularidade entre xiitas, cristãos e alauítas não tenha sido afetada.</p>
<p>Conforme expliquei aqui outro dia, existem três eixos no Oriente Médio. O primeiro é Israel, que eu chamo de “Tel Aviv”. O segundo, formado por Irã, regime de Assad na Síria, governo iraquiano, cristãos árabes, xiitas e alauítas seria o “Teerã”. O terceiro, de viés sunita, conta com a oposição síria, países do Golfo, Irmandade Muçulmana e sunitas árabes, seria o eixo Riad – que fique claro, há divisões nestes três grupos.</p>
<p>O Hezbollah possuía apoio pois lutava a favor do eixo Teerã contra o eixo Tel Aviv. Na época, o eixo Riad, embora rival do eixo Teerã, ainda o preferia quando o adversário era Tel Aviv.</p>
<p>Agora a guerra civil da Síria é abertamente entre o eixo Teerã versus o eixo Riad. O Hezbollah não mudou de grupo. Apenas se concentrou em outro adversário por motivos táticos pois seu inimigo principal ainda é Israel. Seu objetivo final ainda é vencer os israelenses, mesmo que isso dure décadas. Sem o apoio do regime de Assad, esta meta  fica bem mais complicada.</p>
<p>A batalha de Qusayr, na qual o Hezbollah está envolvido diretamente, tem mais um dado importante – esta cidade fica próxima da fronteira com o Líbano. No lado libanês, são vilas de maioria xiita, ligadas ao Hezbollah, incluindo a importante cidade de Hermel. O norte do vale do Beqaa sempre foi ligado à organização, que agora decidiu cruzar a fronteira – do outro lado, também há concentrações de xiitas.</p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<title>Os dias de Assad NÃO estavam contados dois anos atrás</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/os-dias-de-assad-nao-estavam-contados-dois-anos-atras/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/os-dias-de-assad-nao-estavam-contados-dois-anos-atras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também –  O Regime infanticia versus a Oposição Canibal (e vice-versa) Um Estado para alauítas e cristãos na Síria Mediterrânea? O premiê da Turquia, Recep Tayyp Erdogan, errou dois anos atrás quando apostou que os dias de Bashar al Assad no poder estavam contados. Agora, ele paga o preço por este erro de avaliação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leia também –</strong></p>
<p><strong> <span style="color: #3366ff"><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/guerra-da-siria-o-regime-que-mata-criancas-versus-oposicao-que-come-coracao-e-vice-versa/"><span style="color: #3366ff">O Regime infanticia versus a Oposição Canibal (e vice-versa)</span></a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff"><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/um-estado-para-alauitas-e-cristaos-na-siria/"><span style="color: #3366ff">Um Estado para alauítas e cristãos na Síria Mediterrânea?</span></a></span></strong></p>
<p>O premiê da Turquia, Recep Tayyp Erdogan, errou dois anos atrás quando apostou que os dias de Bashar al Assad no poder estavam contados. Agora, ele paga o preço por este erro de avaliação.</p>
<p><span style="font-size: 13px">Até a eclosão dos levantes na Síria no início de 2011, Erdogan era um dos maiores aliados de Assad na comunidade internacional. Em Damasco, cartazes com a foto do premiê turco estavam espalhados por toda a cidade. Os investimentos da Turquia na economia da Síria eram gigantescos e a elite de Istambul e Ancara frequentava Aleppo e Damasco.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Mas, em meio à febre inicial da Primavera Árabe, Erdogan abandonou o seu aliado e apostou todas as fichas nos opositores. Imaginou que estes conseguiriam derrubar o regime e pretendia manter a influência sobre a Síria depois da partida de Bashar. Fazia ameaças ao líder sírio e deu como certa muitas vezes a sua queda.</span></p>
<p><embed id="mpl" width="455" height="380" flashvars="&amp;file=http://img.estadao.com.br/videos/B2/D9/9A/B2D99AA1A2AB4CF5B6189D643DC8B21C.xml&amp;autostart=false&amp;playlistsize=90&amp;image=http://tv.estadao.com.br/app/estadao/tvestadao/videos-proxy.php?guid=B2D99AA1-A2AB-4CF5-B618-9D643DC8B21C" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/jwplayer/player.swf" /></p>
<p><span style="font-size: 13px">O problema é que Assad não caiu. Sem dúvida, está mais enfraquecido do que três anos atrás. No entanto, conforme escrevi ontem, ainda domina a maior parte do território sírio, incluindo Damasco, Hama e toda a costa Mediterrânea. Homs também permanece com as suas forças, apesar dos confrontos. O mesmo se aplica a Daara, mais perto da fronteira com a Jordânia. Aleppo se transformou em uma cidade dividida. A estrada que liga esta gigantesca metrópole à capital também voltou para as mãos do governo.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">E, mais grave, o conflito sírio começa a afetar a Turquia. A população turca está insatisfeita com Erdogan por ter adotado um dos lados na guerra. As dezenas de milhares de refugiados começam a gerar problemas na fronteira. Para complicar, o número deles tende apenas a crescer. Sem uma perspectiva de fim para o conflito, eles podem permanecer por anos no território turco. O país foi até alvo de atentado terrorista.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Em vez de dias, Erdogan sabe que Assad pode durar anos no poder. E, mesmo que venha a cair no futuro (algo improvável hoje), sua queda será apenas uma nova etapa na guerra civil sem data para terminar.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<title>Um Estado para alauítas e cristãos na Síria Mediterrânea?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 13:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também &#8211; O Regime infanticia versus a Oposição Canibal (e vice-versa) Já escrevi aqui diversas vezes como está a divisão do território hoje na Síria. O regime controla Damasco, Hama e toda a costa Mediterrânea. Homs também permanece com as forças de Assad, embora com confrontos. O mesmo se aplica a Daara, mais perto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3366ff"><strong>Leia também &#8211; <a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/guerra-da-siria-o-regime-que-mata-criancas-versus-oposicao-que-come-coracao-e-vice-versa/"><span style="color: #3366ff">O Regime infanticia versus a Oposição Canibal (e vice-versa)</span></a></strong></span></p>
<p>Já escrevi aqui diversas vezes como está a divisão do território hoje na Síria. O regime controla Damasco, Hama e toda a costa Mediterrânea. Homs também permanece com as forças de Assad, embora com confrontos. O mesmo se aplica a Daara, mais perto da fronteira com a Jordânia. Aleppo se transformou em uma cidade dividida. A estrada que liga esta gigantesca metrópole à capital também voltou para as mãos do governo.</p>
<p><span style="font-size: 13px">Os opositores controlam boa parte da fronteira com a Turquia e o Iraque, além de vilas espalhadas pelo país. Algumas destas áreas estão com curdos, que não são associados aos rebeldes.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Por este motivo, ainda é cedo para se falar em divisão da Síria. Uma vitória de Assad poderia manter a integridade do território, caso ele consiga continuar com os avanços conquistados nos últimos dois meses. Mas, assim como no segundo semestre do ano passado, a oposição pode voltar a se fortalecer e ganhar outras regiões da Síria. Dominaria totalmente Aleppo e rumaria em direção a Damasco, tentando tomar Homs e Hama pelo caminho. Uma outra frente viria a partir de Daara.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Neste caso, provavelmente, o interior da Síria se transformaria em uma terra de ninguém, com líderes feudais, como o comedor de coração. Não existira país. Por outro lado, a costa mediterrânea, nas cidades de Tartus e Latakia, tenderia a ficar com membros do atual regime ou seus simpatizantes. Seria a Síria Mediterrânea, um Estado controlado por alauítas, cristãos e sunitas não religiosos. Uma espécie de Líbano do Norte, com tamanho e problemas similares.</span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		<title>Guerra da Síria &#8211; O Regime Infanticida versus a Oposição Canibal (e vice-versa)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 19:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também &#8211; Obama espiona jornalistas e ataca liberdade de expressão A resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU para condenar a violência na Síria e pedir uma transição política, além de não ter peso algum como seria uma do Conselho de Segurança, será completamente inócua para interromper a guerra civil entre um regime sanguinário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leia também &#8211; <span style="color: #0000ff"><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/governo-obama-espiona-jornalistas-ataca-a-liberdade-de-expressao-nos-eua/"><span style="color: #0000ff">Obama espiona jornalistas e ataca liberdade de expressão</span></a></span></strong></p>
<p>A resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU para condenar a violência na Síria e pedir uma transição política, além de não ter peso algum como seria uma do Conselho de Segurança, será completamente inócua para interromper a guerra civil entre um regime sanguinário, apoiado por milícias sanguinárias, que enfrenta uma oposição sanguinária, composta por diferentes facções sanguinárias.</p>
<p><span style="font-size: 13px">A guerra civil da Síria é um conflito no qual um líder rebelde come o coração de um soldado e acha que, desta forma, conseguirá atenção internacional. É um conflito no qual milícias cristãs e alauítas, apoiadas pelo regime, queimam e matam crianças sunitas. E é um conflito no qual milícias sunitas, integrantes da oposição, queimam e matam crianças alauítas e cristãs.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Nesta guerra civil, mulheres sunitas são estupradas por cristãos e alauítas pró-Assad. E mulheres cristãs e alauítas são estupradas por sunitas da oposição.</span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8THGiHZ6mtk" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/LO9w0jKQ_4w" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><span style="font-size: 13px">Se quiserem, vejam estes vídeos. Eu não recomendo. Mas esta é a guerra civil da Síria. Não tem lado bom. Os dois são péssimos. Não tem solução. Todas são horríveis. A guerra civil não vai terminar tão cedo. A Síria morreu. E eu acho improvável que o Líbano e a Jordânia saiam ilesos. A Turquia e Israel conseguem se defender.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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		</item>
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		<title>Governo Obama espiona jornalistas ataca a liberdade de expressão nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 16:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja também meu comentário sobre este tema no Jornal das Dez da Globo News O governo de Barack Obama desrespeitou claramente a liberdade de imprensa com o argumento de defender a segurança nacional. Cerca de 20 repórteres e editores da Associated Press, uma das principais agências de notícias do mundo, tiveram suas ligações telefônicas interceptadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Veja também meu comentário sobre este tema no <span style="color: #3366ff"><a href="http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/t/todos-os-videos/v/governo-russo-expulsa-do-pais-diplomata-americano-acusado-de-espionagem/2574373/"><span style="color: #3366ff">Jornal das Dez da Globo News</span></a></span></strong></p>
<p>O governo de Barack Obama desrespeitou claramente a liberdade de imprensa com o argumento de defender a segurança nacional. Cerca de 20 repórteres e editores da Associated Press, uma das principais agências de notícias do mundo, tiveram suas ligações telefônicas interceptadas pelo Departamento de Justiça.</p>
<p>Esta atitude viola  a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Jornalistas têm o direito de conseguir informações com fontes. Inclusive, agindo desta forma, foram fundamentais, no caso Watergate, para derrubar o então presidente Richard Nixon.</p>
<p>Verdade, existe a questão da segurança nacional. O New York Times, por exemplo, optou por não noticiar a invasão da Baía dos Porcos para não estragar os planos. Desta vez, porém, a Associated Press noticiou apenas o caso de um atentado terrorista frustrado planejado para o aniversário de um ano da morte Osama bin Laden, em 2012.</p>
<p>Como esta informação afeta a segurança nacional dos EUA? Obama diz não gostar de vazamentos. Mas graças a dois deles soubemos que o governo americano utilizou um vírus para atacar as instalações nucleares do Irã e possui, além disso, uma “kill list” para matar com Drones supostos terroristas. Estas duas reportagens foram publicadas no New York Times, que também teme ter sido alvo do governo.</p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
<div>
<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #339966"><em><strong>Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter <a href="https://twitter.com/gugachacra"><span style="color: #339966">@gugachacra</span></a> , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  <a title="mailto:gugachacra@outlook.com" href="mailto:gugachacra@outlook.com"><span style="color: #339966">gugachacra at </span></a><a title="http://outlook. " href="http://outlook.com/" target="_blank"><span style="color: #339966">outlook.com</span></a></strong><strong>. Leiam também o blog do Ariel Palacios</strong></em></span></p>
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]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Qual a estratégia de Assad?</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/qual-a-estrategia-de-assad/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 13:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Chacra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia também Uma entrevista com o maior líder cristão do mundo árabe Rússia e EUA não mandam em Assad e na Oposição A estratégia de Bashar al Assad, na Síria, é se manter no poder até o ano que vem, estabilizando a maior parte do território sírio. Ele disputaria as eleições, já convocadas, representando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia também</p>
<p><span style="color: #3366ff"><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/uma-entrevista-com-o-maior-lider-cristao-do-mundo-arabe-o-patriarca-bechara-rai/"><span style="color: #3366ff">Uma entrevista com o maior líder cristão do mundo árabe</span></a></strong></span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/russia-e-eua-nao-mandam-em-assad-e-nos-rebeldes/"><span style="color: #3366ff">Rússia e EUA não mandam em Assad e na Oposição</span></a></strong></span></p>
<p>A estratégia de Bashar al Assad, na Síria, é se manter no poder até o ano que vem, estabilizando a maior parte do território sírio. Ele disputaria as eleições, já convocadas, representando o regime. Opositores poderiam lançar candidatos e a votação seguiria o método chavista da Venezuela, com todas as suas falhas.</p>
<p><span style="font-size: 13px">Assad acredita, primeiro, que está vencendo a guerra. Nos últimos meses, realmente seu regime avançou depois de perder espaço ao longo do segundo semestre no ano passado e domina completamente Damasco e toda a costa mediterrânea, onde estão Latakia e Tartus. Hama e Homs, apesar de confrontos, também estão em suas mãos. O mesmo se aplica a Daara, na fronteira com a Jordânia. Aleppo segue dividida, mas as forças do governo recuperaram o controle da estrada que liga a segunda cidade da Síria a Damasco.</span></p>
<p><embed id="mpl" width="455" height="380" flashvars="&amp;file=http://img.estadao.com.br/videos/A8/47/DF/A847DF4E8CC440FE852ACB772E5DE6AB.xml&amp;autostart=false&amp;playlistsize=90&amp;image=http://tv.estadao.com.br/app/estadao/tvestadao/videos-proxy.php?guid=A847DF4E-8CC4-40FE-852A-CB772E5DE6AB" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/jwplayer/player.swf" /></p>
<p><strong>Meu comentário na TV Estadão sobre a Síria</strong></p>
<p><span style="font-size: 13px">Em segundo lugar, Assad acredita ter apoio popular para vencer uma eleição. Mas, neste caso, é impossível de saber se ele tem razão. Certamente, o líder sírio desfruta de mais popularidade do que Hosni Mubarak, Ben Ali, Abdullah Saleh e Muamar Kadafi. Já estive na Síria antes e durante a guerra e o suporte dele é genuíno – vale ver os sírios das Colinas do Golã, ocupadas por Israel, que o apoiam. Mas não há condições de saber se atinge a maioria da população.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px">Não acho impossível que Assad permaneça no poder, mesmo depois de seu regime ter matado dezenas de milhares de pessoas. Outros regimes atingiram o mesmo objetivo no passado e venceram guerrilhas, sejam elas separatistas ou revolucionárias. </span></p>
<p><span style="color: #3366ff"><em><strong>Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, <strong>é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia</strong>.<strong> </strong>Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires</strong></em></span></p>
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<p><span style="color: #ff0000"><em><strong>Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista</strong></em></span></p>
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