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Guga Chacra

04.fevereiro.2009 10:39:41

Esqueça Hamas, Hezbollah e Síria; Israel teme mesmo um Irã com bomba atômica

O maior temor dos israelenses é o Irã. Pelo menos é o que fica claro na campanha eleitoral aqui em Tel Aviv. Mesmo sem terem fronteira e sem nunca terem travado uma guerra, os dois países se tornaram inimigos mortais nos últimos anos, a ponto de analistas preverem que uma terceira guerra mundial tenha início em um confronto envolvendo o Estado islâmico e o Estado judeu.

Israel teme o Irã por três motivos – os iranianos estão desenvolvendo um programa nuclear que provavelmente culminará em um bomba atômica; o regime de Teerã dá apoio ao Hezbollah e ao Hamas, duas organizações que entraram em conflito contra os israelenses, além de não reconhecerem a existência de Israel; o presidente iraniano, Mahmoud Ahmedinejad, teria dito que Israel deveria ser varrido do mapa e nega o Holocausto.

O Irã argumenta que o programa nuclear é para fins civis. Mas apenas ingênuos acreditam nisso. Está claro que, em breve, os iranianos realizarão o seu primeiro teste nuclear. O lançamento de um satélite nesta semana com uso de foguetes nacionais que podem ser usados também em armamentos foram um sinal claro de que o mundo terá que se acostumar com uma bomba atômica iraniana.O avanço tecnológico do Irã não deixa dúvidas.

Dizer que o Irã é signatário do acordo de não-proliferação nuclear e poderia sofrer ainda mais sanções caso realmente desenvolva armas nucleares não tem muita validade para os iranianos. Eles preferem observar outros países para ver qual a melhor saída. Índia e Paquistão não foram penalizados depois de testarem armamentos atômicos. E a Coréia do Norte passou a ser mais respeitada. Já o Iraque e o Afeganistão, que não tinham esses arsenais, foram invadidos e seus regimes removidos. Logo, para os iranianos, a lógica é ter uma bomba.

Além disso, os iranianos consideram as grandes potências hipócritas. Primeiro, Israel tem bomba atômica e se recusa a assinar os acordos de não-proliferação. Em segundo lugar, os Estados Unidos, que tanto pressionam os iranianos, são justamente o único país a ter usado uma arma nuclear, contra o Japão. Os americanos ainda invadiram dois vizinhos do Irã – em um ato cujo maior beneficiado foi justamente o regime de Teerã, pois tanto Saddam Hussein quanto o Taleban eram inimigos da República islâmica.

Os iranianos não pensam na segurança de Israel, da Arábia Saudita ou da Jordânia. Eles são realistas e pensam na própria segurança. Querem as armas para se defender.

O segundo ponto é mais delicado. O Irã dá apoio ao Hezbollah e ao Hamas, grupos comprometidos em atacar Israel. Os iranianos dariam as armas para estas organizações? Para o Hamas, certamente não. Já para o Hezbollah, em um quadro de guerra regional, é bem possível que sim.

Os israelenses ainda têm razão quando vêem as declarações de Ahmedinejad. Apesar de muitos tradutores argumentarem que ele não afirmou que pretende “varrer Israel do mapa”, ele defende que os habitantes da Palestina (o que para ele é Israel, Cisjordânia e Gaza) deveriam realizar um plebiscito e decidir como seria o país. O presidente não é claro se os judeus que chegaram a Israel durante o movimento sionista seriam incluídos. De qualquer forma, Israel não aceita ser um Estado que não seja judeu. O plebiscito, de uma certa forma, poderia significar o fim de Israel como Estado judaico. Não interessa tanto se uma pessoa é a favor ou não disso. O fato é que os israelenses querem continuar vivendo em um Estado judaico e um líder estrangeiro se posiciona contra.

A questão do Holocausto é provocação pura do presidente iraniano. Ahmedinejad começou a tocar no assunto depois de uma charge que ironizava o profeta Maomé ter sido publicada em jornais europeus. Para o presidente do Irã, é errado poder falar mal do islamismo e não do judaísmo. Seriam dois pesos duas medidas. Porém ele esquece que negar o Holocausto é simplesmente ignorar um dos maiores genocídios do século 20 e não pode ser colocado na mesma escala de uma charge. Além disso, passa por ignorante.

Esta inimizade entre o Irã e Israel é recente. Antes da queda de Saddam e do Taleban, os iranianos não tinham tanto tempo para pensar em Israel. Os dois países também têm interesses em comum. Ambos são vizinhos de milhões de árabes. O Irã tem petróleo, Israel possui tecnologia. Ao lado da Turquia, são os países com o sistema educacional mais avançado da região. Poderiam ser aliados. Mas não são.

Israel pediu autorização aos Estados Unidos no ano passado para bombardear instalações nucleares iranianas. Não teve. Um ataque ainda não está descartado. Porém já é tarde demais. Os israelenses terão que aprender a viver com um outro país com armas nucleares no Oriente Médio. O Irã terá bomba atômica e poderá destruir cidades como Tel Aviv. Isso não significa que vá destruir. A União Soviética não atacou os Estados Unidos na Guerra Fria. Muito menos o Paquistão e a Índia partiram para uma guerra nuclear. Ao contrário, passaram a dialogar em igualdade de condições.

Apenas comentários que tenham alguma relação com o post serão publicados. Como sempre, comentários anti-árabes, anti-semitas e islamofóbicos serão vetados. Serei rigoroso também em textos com ataques entre leitores. Comentários que coloquem um povo ou uma religião como superiores tampouco entram

Comentários (146)| Comente!

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146 Comentários Comente também
  • 04/02/2009 - 11:08
    Enviado por: Morad Zahran

    Gustavo,
    Estou cada vez mais convencido de que sou um cara de Sorte, filho de pais palestinos refugiados depois de 1967, vieram morar aqui no Brasil.
    Sou um cara de sorte, pq nasci no Brasil, sou brasileiro e tenho orgulho de ser brasileiro e palestino também, longe desta baita encrenca que é o Oriente Médio, o nosso país é um paraiso,
    temos paz;
    -podemos construir casas com segurança para nossos descendentes, filhos, netos, sem o medo de ser bombardeado depois;
    -podemos ter filhos e netos e uma familia com segurança sem serem massacrados por fuzis ou bombardeios;
    - temos o mais importante, a liberdade de ir e vir, sem postos de controle que nos impessa;
    -temos o mais importante a liberdade de expressão, de dizer o que a gente pensa, opinar, mesmo que possamos estar certos ou equivocados;
    -temos um presidente “lindo” que faz com que tenhamos esperança de um país forte e soberano sem medo da crise fantasmagórica mundial;
    -temos até o que se parece impossivel ai no Oriente Medio, que é a amizade entre palestinos e judeus, (minha mãe tem uma amiga judia e eu tenho uns quantos)
    -temos as mulheres mais lindas do mundo, principalmente aqui no Rio Grande do Sul, realmente sou um cara de sorte, e vivo no Paraiso,
    perto deste inferno mental que é o Oriente Médio;

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  • 04/02/2009 - 11:22
    Enviado por: Cláudia

    A bomba consegue a que a ONU jamais conseguiu.

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  • 04/02/2009 - 11:26
    Enviado por: Guilerme Dias

    Incrivel a capacidade do ser humano de destruição, e eu não estou falando do Irã, estou falando de Israel, dos E.U.A, pq para mim é a gang do capitalismo desinfreado, Lema: “sangue por dinheiro”, invadiram o Iraque pois possuia armas que nunca acharam, morrem mais de 50 pessoas lá todo dia e isso nem é mais noticia.
    Agora começa a campanha para atacar o Irã, por uma suposta bomba atômica que nascerá de um programa nuclear parecido com o desenvolvido aqui no Brasil, para fins pacificos.
    é so analisar a história, e veremos que E.U.A e Israel são paises expansionistas e colonizadores por naturesa, estas investidas em paises do oriente Médio para mim tem outros nomes: “controle dos preços do petróleo”, “neo colonialismo” e “the new Big Stick”…em portugês poderiamos dizer “ou dá ou desce”…e o Brasil?
    está em que numero desta lista?

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  • 04/02/2009 - 11:28
    Enviado por: Elcio

    O equilíbrio do terror. Funcionou na guerra fria. Tem funcionado entre Índia e Paquistão. A Coréia do Norte percebeu que artefato nuclear gera respeito, responsabilidade e riscos. Esperemos que volte a funcionar, apesar das incógnitas: o próprio Irã e Israel, que tem a bomba, mas não sei ao certo se sabe de suas responsabilidades e dos riscos envolvidos.

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  • 04/02/2009 - 11:37
    Enviado por: Marcos Paulo Sanchotene

    Olha Gustavo,
    Espero mesmo que o Irã tenha já esta bomba atômica, pq Israel possui mais de 200 Ogivas, num território bem menor do que a cidade de São Paulo, o que é um absurdo.
    Eu digo espero que o Irã tenha, pq me lembro da Guerra Fria, existiam financiamentos armamentisticos e pequenas guerras mas nunca ouve confronto direto entre os E.U.A e a U.R.S.S,
    pois existia uma “balança ponderada” entre o pacto de Varsóvia e a Otan, por isso que era “FRIA”, mas com o fim da União Sovietica, Estados Unidos e Israel começaram a esquentar as guerras, Afeganistão, Iraque, Faixa de Gaza…
    Força total…..não há mais “freios” para estes dois paises chegarem onde querem….agora é “locura total”.

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  • 04/02/2009 - 11:48
    Enviado por: Antonio

    Caro Gustavo ,
    Ditaduras com bombas atômicas são um perigo para o mundo livre.
    Ou se tira a bomba da ditadura , ou se tira a ditadura da bomba.
    Vamos ver o que o tempo vai dizer…
    (e pelo amor de Deus , não me diga que o Irã é uma democracia…)

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  • 04/02/2009 - 11:54
    Enviado por: Mané

    Quando o Irã tiver a bomba atômica, certamente em termos de estado, haverá mais respeito e dificilmente haverá o uso da mesma, pelo que se viu durante a guerra fria, quando EEUU e Rússia mantinham o dedo no gatilho, mas contavam até 10. Fidel Castro pediu que Kruschev usasse a bomba durante a crise dos mísseis, segundo depoimento do seu filho. Imagine a retaliação proporcionada pelos EEUU e por Israel: Israel ficará destruído mas o Irâ estaria inabitável por muitos séculos.
    Contudo, a bomba nas mãos dos radicais islâmicos é outra história; acho que seriam capazes de usá-la, pela maneira que se comportam nos ataques suicidas, não se importando com as conseqüências.

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  • 04/02/2009 - 11:56
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Gustavo,

    No meu comentário do post anterior eu comemorava a concreta possibilidade do Iran obter armas atômicas, que conjugada com o meio de transporte (os mísseis de grande alcance) torna possível o Iran atingir e exterminar Israel. Concordo consigo que o Iran não fará uso deste armamento, mas vai tirar proveito de sua posse. Primeiro, quem quiser atacá-lo vai pensar duas vezes e segundo Israel vai ter que finalmente crescer. Deixar de ser a criança mimada que faz e desfaz de todos, porque o papai (os EEUU) dá ampla geral e irrestrita cobertura, vende e doa armas e munições e de quebra impede resoluções na ONU condenando tal prática.
    Qualquer desavisado que possa ver intenções belicosas e expansionista de Theeran, basta conhecer um pouco da história daquele fraterno e tolerante país.

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  • 04/02/2009 - 12:09
    Enviado por: ROSENVALD

    O Irã vai ter a bomba atômica e ponto final.
    Israel não vai atacar{o que só atrazaria do programa ser refeito adiante}e elevar o antisemitismo a milésima potencia,e ainda ter que combater o Hezboola e o terrorismo Iraniano pelo mundo cometendo atentados como os dois que foram feitos na Argentina matando centenas de pessoas no governo Menem.
    E o Irã se atingir Israel,mataria israelenses e palestinos.E se ele não conseguisse extermimar Israel a resposta Israelense seria “disproporcional”,para uma bomba o Irã receberia 5 de maior potencia e literalmente desapareceria do mapa,e não penso que o Irã queira isto.
    Acho até que se o Irã quizese uma guerra de exterminio,poderia já ter começado,seria lançar suas centenas de scuds com armas quimicas ou ogivas convencionais pezadas,teriam o efeito de uma bomba atõmica sobre Israel.Não precizaria de bomba,e se fizesse combinado com o Hezboola ao mesmo tempo,pior ainda.
    Mais não farão isto.
    É importante dizer o medo da Arabia Saudita,vizinha do Irã e inimiga histórica que ajudou o Iraque na guerra contra o Irã e ajuda correntes politicas contrarias ao Hezboola no Libano.Este sim tem medo,como teve quando Sadam se voltou contra seus ex aliados e invadiu o Kwait,e ai temendo ser o proximo aceitou os americanos infieis” em seu solo.
    Agora o medo da Arabia Saudita é maior,pois quando os USA sair do Iraque o Irã com sua população xiita tem tudo
    para formar no Iraque uma “BASE DA GUARDA REVOLUCIONARIA” ao estilo Hezboola,com mais força e influencia que o Irã tem no Libano.
    Penso que a unica forma de fustigar o Irã é com sansôens sérias,vizando modificar este governo ou já que a bomba é algo irreversivel conseguir em troca que o Irã tenha um papel pozitivo na pacificação do Iraque,que pare de incitar o Hamas e instigar o Hezboola no Libano.
    Será possivel sansôens economicas{se a Europa feichar com Obama e nesta crise mundial se derem ao luxo de impor as sansôens}ter algum efeito,mais ninguem sabe se no final estas sansôens serâo aplicadas e o Irã sera a “Nova Russia “do passado, jogando do Lado oposto aos USA como foi a UNIÂO SOVIETICA no tempo da guerra fria.
    A Bomba do Irã é inevitavel,é questão de meses.

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  • 04/02/2009 - 12:10
    Enviado por: João Só

    O “problema” Irã é mais uma das heranças da doutrina colonial. Se EUA e Reino Unido não houvessem promovido a destituição do primeiro ministro Mohammed Mossadegh, apenas porque ele contrariou interesses das das sete irmãs petroleiras, possivelmente o Irá seria um país secular e amistoso ao ocidente hoje em dia.

    Lhes devemos mais esse favor.

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  • 04/02/2009 - 12:14
    Enviado por: Messenger

    Se Israel realmente tem algum interesse de continuar existindo, devera’ destruir o mais rapidamente as uzinas nucleares persas.
    Alias nao e’ de hoje que os persas fazem de tudo para eliminar o povo judeu da terra.
    Os mais esclarecidos ja devem ter ouvido falar de Hama, general Persa, que conseguiu o decreto de Xerxes, Imperador Persa, para matar cada judeu em todo imperio (imperio este, que tinha desmantelado o imperio Babilonico). Se nao fosse a Misericordia divina, os Persas teriam concluido o seu objectivo. Hoje a Historia se repete.
    Espero que os governantes judeus acabem com essa possibilidade nuclear o mais rapido possivel, nao importando o preco a pagar.

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  • 04/02/2009 - 12:30
    Enviado por: gustavochacra

    Claudia, não entendi o que você quis dizer. O que a ONU quer?

    Guilherme, não acho que tudo seja motivado pelo petróleo. Especialmente no caso do Irã x Israel

    Antonio, o Irã não é uma democracia e tampouco uma ditadura. É um regime islâmico, com um líder supremo, um conselho de clérigos abaixo dele. Há eleições para o Parlamento (Majilis) e presidente que muitas vezes não são livres porque candidatos são impedidos de concorrer. Isto não impede, porém, que um outsider, como o Ahmedinejad, ou um opositor, como Khatami, vençam. E o único país que usou a bomba era democrático. As ditaduras soviéticas e paquistanesa (na época do Musharraf) não usaram

    Rosenvald, boa análise

    Como disse no próprio post, comentários que não tenham a ver com o assunto Irã e Israel não serão publicados

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  • 04/02/2009 - 12:50
    Enviado por: Antonio

    Gustavo ,
    Acreditar que o Irã não é uma ditadura , é para dizer o mínimo , ingenuidade.
    Quando a Dinamarca publicou as charges contra o profeta Maomé , houveram artigos pro e contra nos jornais dinamarqueses.
    Gostaria que o voce me achasse apenas um artigo a favor das charges na imprensa iraniana.
    Então , se queremos ser neutros , temos que dar o nome correto as coisas.
    Quanto ao poder de persuassão da Bomba iraniana , acredito que eles não conseguirão chegar a isso.

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  • 04/02/2009 - 12:50
    Enviado por: Cláudia

    A ONU foi criada para ser um fórum de resolução de problemas internacionais. Após 60 e poucos anos de existência, no entanto, não é possível afirmar que tenha conseguido atingir seus objetivos iniciais. Como seu próprio texto sugere, Gustavo, a bomba tem sido muito mais eficiente para forçar negociações do que a ONU.

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  • 04/02/2009 - 12:51
    Enviado por: Democrata Universalista

    Se o Irã cometer a loucura de disparar um míssil
    nuclear, contra Israel, vai matar judeus e palestinos e de quebra vai contaminar todo o ambiente circunvizinho do Líbano, da Síria, da
    Jordânia e do Egito. Na minha opinião as Forças
    Armadas e de Defesa, deveriam ser mais um fator
    político disuasório (conforme falam os militares)
    do que de intimidação e muito menos como forma
    de dominação (como forma de defesa eu até aceito). O Brasil mesmo, comprou armas da França,
    recentemente, e eu mesmo sugerí que o Líbano
    comprasse também, mas só p/ atuar como forma defesa e nunca para atacar ninguém a tôa, e sim p/ garantia da PAZ! Parece que agora Israel tem um Rival e um Concorrente do mesmo nível!
    Até agora a guerra em Gaza parece aquele caso do irmão + forte, batendo no + fraco. Paz p/ todos

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  • 04/02/2009 - 12:59
    Enviado por: Leonardo abelha

    O Irã tem todo o direito de ter uma bomba atomica. Israel e Estados Unidos não são a polícia do mundo. Não tem a moral para vetar algo semelhante como esse em outro país. Tb não acredito que o Irã use dessa arma para atacar ninguém, mas que vai ser respeitado, vai. Eu não daria tapa na cara de um inimigo meu que tem um revolver 38 na cintura… Talvez Israel possa cair na real, saber que não é a polícia do médio Oriente.Passe a agir com menos truculencia. E não apenas “”se defender”".

    Abraço a todos.

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  • 04/02/2009 - 13:00
    Enviado por: Tolerância -5+

    Penso que a questão do Holocausto não é provocação pura do presidente iraniano. É justamente para passar a dialogar em igualdade de condições que Irã quer ter a “bombona”.

    Mahmoud Ahmedinejad, Gustavo, não nega o Holocausto judeu. Ele quer é recalculá-lo.

    Quantas guerras Irã fizeram? Por que ingênuo? Programas nucleares são desenvolvidos só para matar pessoas? Como descartarmos que as utilizações dos programas nucleares do Irã são para fins civis? O governo da Rússia não é contrário a sanções ao Irã. Os países ocidentais–com negócios rentáveis embolsados pelo ex-rico EUA– são favoráveis às sanções. A China, como a Rússia, não é. Esse papo que só “democracias” podem ter bomba atômica é conversa-fiada, pois quem a teve e efetivamente a usou foi o “pai da democracia de salão”.

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  • 04/02/2009 - 13:01
    Enviado por: Antonio Silva Silva

    Eu nunca ouvi nenhum discurso dos EUA falando que queriam riscar o Japão do mapa e jogar todos os japoneses no Mar.

    Não podemos esperar sabedoria de um país que patrocina grupos terroristas. Afinal, se hoje matamos 30 inocentes, qual a diferença de matar uns milhares a mais.

    Talvéz exista nesse exato momento algum iraniano que esteja lendo esta discussão mas que não pode opinar porque lá os blogueiros são presos e torturados pelo governo.

    Gustavo, imagine durmir na sua cama, sabendo que a todo momento alguem pretende invadir sua casa e acabar com seus sonhos! Não é a toa que a população de Israel é acusada de ser paranóica com segurança. Eles precisam disso.

    Qual a credibilidade de um governante que nega que existam homossexuais em seu país? qual a credibilidade de um governo baseado em religião? Qual a credibilidade de um governo que acha que a sua religião é a certa e que as demais nações estão desvirtuadas? Qual a credibilidade de uma nação que prega o ódio a um grupo de pessoas sendo que a vasta maioria da população nunca sequer viu um israelense ou judeu? o que devemos esperar disso?

    O Irã critica os EUA de usar a força como argumento, mas construindo esta bomba o que eles estariam tentando. O pior de tudo isso, o que o regime do Irã atualmente tem a dizer ao mundo que seja razoável e que possa acrescentar em algo?

    Com essas coisas não se deve brincar. Uma pessoa só pode ter um carro desde que tenha responsabilidade. Será que para ter uma bomba atômica isso não seria razoável?

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  • 04/02/2009 - 13:11
    Enviado por: Tolerância -5+

    Concordo com Claudia das 12:50:”a bomba tem sido muito mais eficiente para forçar negociações do que a ONU”.
    O paradoxal é que justamente os que possuem a tal bomba são os mais enervados para tentar impedir que outros a tenha. Estranho!

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  • 04/02/2009 - 13:19
    Enviado por: Tolerância -5+

    O Leonardo abelha mandou bem no seu comentário!Acho que Israel teme perder o posto, que tenta em vão ostentar, de policia do OM.

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  • 04/02/2009 - 13:20
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Gustavo

    Ótimo Post… nem tenho nada para completá-lo.

    o que eu posso dizer é que, como sírio, tenho muito medo de ter sobre a minha cabeça e a de meus parentes a mira de um missel nuclear.

    Claro que israel apenas os usaria em último caso, mas este último caso pode não tardar a chegar.

    Tenho muito medo também por que os governos vem e vão, mas as armas ficam. Hoje, o governo de Teerã é aliado da Síria, mas antes de 79 não havia esta proximidade tão grande. As mãos estavam ligadas ao governo americano.

    Mas quem sabe quanto tempo este governo islâmico irá durar, e quem irá governar depois…

    Só espero que, com a bomba, venha a responsabilidade.

    P.S. Os Estados Unidos iniciaram uma parceria no desenvolvimento de tecnologia atômica com os Emirados Árabes há mais ou menos um mês… Eu acho muito mais arriscado isto… não é igual, mas o Bin Laden é Saudita, aliado americano, como os Emirados… e não são todos em Dubai ou em Qatar que adoram os americanos…

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  • 04/02/2009 - 13:35
    Enviado por: jarbas

    Israel e os EUA näo säo potências atômicas irresponsáveis. Agora imaginem uma Líbia ou um Irä dominando essa tecnologia.

    Nessas questöes, sou muito o cientista político Karl Deutscher (em “Os nervos do governo”). Ele näo temia, à época da guerra fria, uma deflagracäo nuclear iniciada pela URSS ou pelos EUA, mas antes um ditador doidivanas e megalomaníaco de um país atrasado qualquer, como uma Síria ou uma Líbia. Ou talvez um Irä. Quando ouco Ahmadinnerjacket (o erro no nome foi de propósito) falando que é necessário cultivar a cultura do martírio, fico arrepiado.

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  • 04/02/2009 - 13:35
    Enviado por: alexandre

    Se fosse pra se defender conforme sugere o Abelha Israel tem todos os motivos pra atacar o Ira ja que o pais prega sua destruicao e ativamente atua nesta tentativa mandando armas, teinamento e homens tanto rpo Hesbolah quanto pro Hamas, ou seja, ainda que Israel na esteja em guerra contra o Ira, o Ira esta indubitavelmente e declaradamente em guerra contra Israel. Se vai? Nao sou bidu, mas que tem razao e direito a revidar, ja que o Ira o ataca, tem.

    Espero que as eleicoes iranianas tirem o palhaco assassino do poeder e alguem com bom senso assuma.

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  • 04/02/2009 - 13:46
    Enviado por: Antonio

    Caro Ali ,
    Pelo mesmo motivo que a Arabia Saudita teme uma Bomba Iraniana , (eles são sunitas e os iranianos xiitas) , voce como Sirio (maioria sunita) também deveria se preocupar…
    Não creio que o problema de uma bomba Iraniana seja apenas israelense.
    Hoje eles querem jogar os judeus ao mar…(dito explicitamente pelo presidente iraniano) , amanhã vão querer jogar qualquer um que não seja xiita.
    Basta ver como vivem os zoroatristas e os sunitas no Irã (os judeus ja foram expulsos de la quando o xa caiu…)

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  • 04/02/2009 - 13:56
    Enviado por: Fabio Nog

    A imagem popular da bomba atômica são as explosões de Hiroshima e Nagasaki ou os testes no atol de Bikini nos anos 50. Esse tipo de bomba ainda existe mas foi desenvolvida uma variedade muito maior de artefatos nucleares desde então. As bombas atômicas se dividem em três categorias: (1) as de fissão nuclear, que usam urânio ou plutônio. São as que destruiram o Japão (2) bombas de fusão nuclear, feitas com hidrogênio ou hélio. São cerca de 10 vezes mais potentes que as anteriores (3) bombas de nêutrons, que possuem a terrível capacidadede de destruir apenas organismos vivos e deixar intacto estruturas físicas. Por fim, existe uma variante chamada bomba suja, que vem a ser simplesmente uma bomba convencional com um invólucro de material radioativo que se espalha quando a ogiva explode. A função desta bomba não é destruir mas contaminar com radiação, provocando a incidência generalizada de câncer na população atingida. E existe um uso muito pouco comentado do urânio como conteúdo de projétil e peças de artilharia para canhões. Neste caso é utilizado o urânio empobrecido, de valor explosivo muito menor. Infelizmente o urânio empobrecido é abundante na natureza. Hoje em dia os americanos o empregam como munição anti-tanque. O projétil com urânio empobrecido dentro libera uma imensa quantidade de calor que derrete a blindagem dos tanques, além de matar por radiação os soldados no interior.

    Tudo isso é para dizer que nem o Irã, nem ninguém, precisa de altíssima tecnologia para produzir uma bomba atômica. Na verdade, quanto menor o poder destrutivo da bomba, melhor. Matará apenas onde cair e não contaminará os países ao redor.

    O medo do planeta não é pelo uso de bombas de altíssimo poder de destruição. Essas ninguém jamais usará. O problema são estas baby bombs.

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  • 04/02/2009 - 13:56
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Antonio

    Eu não tenho medo do Irã como tenho de israel.. que é uma ameaça real e presente… o que eu tenho é um pé atras quando qualquer país queira se aliar com a Síria.

    A Síria realmente possui maioria sunita, mas juro por deus que lá não tem essa diferença. Viajo para la, convivo com pessoas de outras seitas e até trabalho com sunitas, xiitas e alawitas. Em minha casa vem e vão amigos sunitas, xiitas e ~maronitas jogar baralho, comer um churrasco, conversar…

    A questão das seitas islâmicas é muito mais complexa do que falar que um não gosta do outro. O que me aflinge é que muito ódio é motivado por países que estão longe deste conflito. O próprio Líbano possue uma divisão de poder organizado por países de fora do OM ( o Gustavo poderá explicar melhor isto). E com uma bomba nuclear, o Irã será o centro da manipulação internacional… se hoje Ahmadinejah diz que há muito infiltrados da CIA em grupos contrários ao governo, imaginem daqui 10 anos… e imaginem o que o governo fará para segurá-los.

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  • 04/02/2009 - 14:10
    Enviado por: Alet

    Ahmadinejad acredita (e muito) no retorno do Madhi ou o 12 Ima. Seu retorno so pode acontecer depois de uma seria confrontacao involvendo o mundo muculmano. Os seguidores desta doutrina sao encourajados a criar caos pelo mundo pois so assim o Madhi pode retornar. (Este movimento foi fundado por Mahmoud Halabi, nos anos 50.) Nao eh so Israel que tem que temer a bomba atomica iraniana, mas todos nos.

    Eh ingenuo acreditar que o Ira quer esta bomba so para se proteger de ataques. Com o louco do Ahmadinejad no governo, a possibilidade dele fazer uso dela contra Israel – e nao so – eh grande.

    04.02.09 @ 13:00: Ahmadinejad NEGA o Holocausto, ele nao quer a recalcula-lo; isto esta bem documentado.

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  • 04/02/2009 - 14:15
    Enviado por: le

    estae e a minha segunda poste, a primeira não deu certo.

    Gustavo, siria,hozbolla, hamas, são importantes sim, a bomba atomica do irã, e importante so para equilibrar as forças, tanto israel quanto irã não deven usar bombas atomicas, afinal as fronteiras são limitatas e qualquer bomba de qualque lada não iria fazer diferença, e a mesma coisa a dizer (a morte não asusta os mortos ) portanto israel não pode contar com bomas atomicas, ainda mais agora que irã tambem pode usar, seria o fim de tudo oriente medio.
    todo mundo sabe que não ha paz entre israel e os arabes (mesmo com egito e jordania, os governos não representam os povos e a politica pode mudar qualquer hora e adios acordo de paz,
    israel deve viver em estado de qguerra permanente porque a paz significa tregua para que os doisd lados se armarem melhor, e quando mais longa a tregua e maior o armamento, basta esperar para ver o futuro, os calculos do ben gorian não deram certo,

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  • 04/02/2009 - 14:17
    Enviado por: Antonio

    Caro Ali ,
    Israel e Siria convivem em uma paz forçada por varios anos.
    Não acho que é com Israel que o Sr. tem que se preocupar.
    De um lado Irã + Iraque (xiita) de outro o Hezbollah (também xiita).
    A Arabia Saudita , o Egito , a Jordânia , estão se preocupando com a coisa certa (e pode ter certeza que não é Israel)
    Para finalizar , como o Gustavo disse , o Irã daria a bomba para o Hezbollah , mas não para o Hamas.
    De qualquer forma , não adianta ficar jogando conversa fora se o Irã não tem a bomba…

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  • 04/02/2009 - 14:23
    Enviado por: Cláudia

    Gustavo, você sabe dizer se o presidente do Irã tem mesmo todo esse poder que alguns aqui atribuem ou quem manda lá de verdade são os aiatolás?

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  • 04/02/2009 - 14:49
    Enviado por: simão pedro

    PERGUNTO NOVAMENTE

    POR QUE O IRÃ????

    Por ser um adversário à altura?
    Por equilibrar as forças na região?
    Tenho mais de 50 anos, nunca ouvi falar que os iranianos invadiram ou bombardearam seus vizinhos. Foram sim agredidos pelo Iraque, a mando do USA, na época que Saddan era do “eixo do bem”. Será porque com o equilíbrio de forças Israel terá que negociar pra valer? Parar com a eterna embromação – devolvo SUAS TERRAS, mas, controlamos as fronteiras e o transito interno dos cidadãos, ou seja, um estado de 2ª categoria que nunca vai progredir. Acredito que os paises detentores de armas nucleares, só usariam em caso de retaliação a um ataque com este tipo de arma. Pelos antecedentes históricos, apenas dois paises são adeptos dos “ataques preventivos”, o mundo todo sabe quem são. Pelo amor de DEUS, parem com essa lenga-lenga religiosa de quando o messias ou sei lá quem voltar, o problema é geopolítico, de interesse das grandes potências, não tem nada a ver com religião.

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  • 04/02/2009 - 14:51
    Enviado por: Tolerância -5+

    Alet , segue trecho da entrevista de Mahmoud Ahmadinejad à revista Der Spiegel :

    Ahmadinejad: Não queremos confirmar nem negar o Holocausto. Estamos contra qualquer tipo de crime, porém, queremos saber se esse crime realmente aconteceu. Se ocorreu, os que têm responsabilidade sobre ele, têm que pagar, não os palestinos. Por que não é permitido investigar sobre um acontecimento que ocorreu há 60 anos? Além disso, outros que têm demonstrado que eram mentiras e que aconteceram há milênios, se tem investigado sem problemas nos estados.

    Spiegel: Senhor Presidente, com todo o respeito, o Holocausto ocorreu: houve campos de concentração, há dossiês sobre o extermínio dos judeus, tem havido muita investigação a respeito e não há a menor dúvida de que existiu e de que os alemães tiveram culpa. E que o assunto dos palestinos não está conectado com isto, o que nos leva ao presente.

    Ahmadinejad: Não, não, as raízes do conflito palestino estão no passado. O Holocausto e a Palestina estão diretamente conectados. E se o Holocausto aconteceu, então devem permitir a grupos independentes estudá-lo, de todo o mundo. Por que o restringem somente para um grupo? Não me refiro a você, senão aos governos ocidentais.

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  • 04/02/2009 - 15:00
    Enviado por: English

    Welcome to the club, Iran !!!

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  • 04/02/2009 - 15:17
    Enviado por: Nagib

    Gustavo, seu post é abrangente e completo. Me mostra que o eleitorado israelense aprova o endurecimento. Falta informação a eles ? Sem dúvida. Ainda dá tempo de mudar, os israelenses podem optar por aceitar que o Irã veio pra ficar e é forte, que mais vale adotar um tom conciliador com eles ou então apavorados pelo medo que o governo espalha, optar pelo ataque e agressão a esse Estado persa, cujo regime dos aiatolás em seus 30 anos de poder não agrediram ninguém.

    A segunda opção ao meu ver abrirá a caixa de Pandora. O Irã tem gente de peso que os apóia, gente que os EUA respeitam. Um ataque ao Irã, que parece iminente, será um terrível e lamentável equívoco.

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  • 04/02/2009 - 15:30
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden))

    Gustavo,
    O tal presidente do Ira e’ praticamente um fantoche dos aiatolas. Os religiosos dao as cartas.
    O Iran e’ um dos paises com classe media mais culta do OM,se nao do mundo. Varios Iranianos nos EUA se destacam por sua capacidade profisisonal. Iraniano, ou Persas como eles se denominam por aqui e’ o que nao falta. Sao muito gente boa.
    Todavia, estao aqui pois me dizem que o Iran dos aiatolas e’ um lugar de muito pouco secularismo e baixissima tolerancia. As pessoas tremem de medo da polica sevreta dos aiatolas. E o pior esses aiatolas nao sao previsiveis. As pessoas nunca sabem como eles irao reagir. Desta forma, ter a bomba me parce um grande risco para a humanidade.
    Alem de que, eu tenho um sentimento de que algo ainda pode acontecer..

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  • 04/02/2009 - 15:42
    Enviado por: Larissa

    Cláudia,

    Não sei se o Iran tem todos esses poderes, mas que incomoda, incomoda por ter se mantido durante estes anos de forma independente, por ter mantido suas raízes, e não se submeter aos EUA, ou a quem quer que seja.
    Com relacão ao Ahmadnejad ser louco, mera fantasia, os iranianos são extremamente inteligentes, como escrevi antes, são conhecidos entre os diplomatas como ”verdadeiras raposas”. Qualquer iraniano pode afirmar isso, enquanto o Ahmadnejad bradava aos quatro cantos que o Iran não estava de brincadeira, o país ia e continua se articulando.
    Acho que o ”sonho de consumo” de Israel é bombardear o Iran, espero que a ”idéia” não passe de retórica eleitoreira, pois pagarão bem caro, e nem é necessário ser muito versado para saber disso.
    Bush não autorizou um bombardeio porque sabia dos custos, Mrs.Clinton pregou uma política dura para o Iran, e após o recado dos americanos, felizmente ela perdeu, agora como secretária deve obedecer ao presidente, fala em diplomacia. Não acredito que por mais pressionados que os EUA sejam por Israel, queiram correr o risco de justificar um ataque ao Iran depois do fracasso no Iraque e suas mentiras, do Afeganistão, e do número alto de suicídios cometidos por soldados americanos nessas regiões, dados recentes, e da cobrança da população americana.
    Mr.Obama sabe do quanto os EUA precisam equilibrar as contas domésticas, para apoiar um ”capricho” de Israel, com a propaganda, vamos fala ”ingênua” da possibilidade de ser varrido do mapa, possibilidade essa que só quem estiver ”disposto”, ou pretende ser ingênuo o suficiente, ou parecer, é capaz de acreditar.

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  • 04/02/2009 - 15:47
    Enviado por: gustavochacra

    Claudia, agora entendi e concordo com você

    Tolerância, não é papel do presidente do Irã querer recalcular o Holocausto. Acho que o objetivo dele é certamente provocar os israelenses, não aumentar o conhecimento acadêmico

    Antonio Silva, os americanos não falaram, mas lançaram a bomba atômica em Hiroshima e depois em Nagazaky

    Ali, os Emirados Árabes são um país estável. E dificilmente terão armas nucleares

    Jarbas, não é questão de ser responsável ou não. Os países são realistas. E não existe uma só pessoa. Há generais, ministros e, no caso do Irã, clérigos que dificilmente autorizariam o lançamento de uma bomba que significaria o fim do Irã horas depois. Além disso, como outros disseram acima, o Irã atacou nenhum país na história recente. Os EUA atacaram dois de seus vizinhos. Um deles com argumento (o Afeganistão, por dar guarida a Al Qaeda) e outro sem (Iraque)

    Alexandre, se a crise econômica continuar no Irã, o Ahmedinejad perde. Como em quase todo o mundo, na hora de votar, os iranianos pensam no bolso

    Antonio, eu diria que os sauditas temem a bomba iraniana tanto quanto os israelenses. Mas os sírios não

    Fabio Nog, vou ter que te pagar salário daqui a pouco. Ótimo comentário e não suma

    Ali, concordo com você. As pessoas precisariam conhecer melhor a Síria

    Claudia, quem tem o poder é o aiatolá Khamanei, seguido pelo conselho. São eles que decidiriam sobre um ataque nuclear

    Nagib, qualquer população do mundo ficaria como os israelenses se um líder estrangeiro, como o Ahmedinejad, fizesse tantas ameaças

    Massaranduba, vejo que você conhece bem os persas da Califórnia. É exatamente o que você disse. O povo mais culto do Oriente Médio. Basta ver o cinema e a literatura dos iranianos

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  • 04/02/2009 - 15:53
    Enviado por: Larissa

    Gustavo,

    Muita gente esquece que a expulsão do Shah do Iran, fantoche dos EUA, foi apoiada pelo povo iraniano, cansados da corrupção, onde só os seus chegados tinham a tão pregada ”liberdade”, e o resto sofria todas as perseguições.
    Exatamente, os iranianos não são estúpidos, são esclarecidos o suficiente para não se deixarem manipular por propagandas, muitas que só mostraram a intenção dos EUA em promover a ”democracia”, vide Iraque e Afeganistão, com todos os mortos, grande maioria de civis, crianças e mulheres.
    Quem só enxerga o Iran como meros radicais estúpidos, sugiro dar uma olhada na Press TV, talvez se espante com o bom nível dos seus jornalistas, e entre estes mulheres.

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  • 04/02/2009 - 15:56
    Enviado por: PP

    Gustavo,

    Lendo os posts anteriores, gostaria apenas de fazer uma observação.
    A questão da segurança é importante sim para Israel no Golan.
    Só no monte Hermont existem 9 postos militares para proteger o país 4 estão visiveis e 5 escondidos, além disso existem carros do exército e vigilancia de vários soldados 24h por dia.

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  • 04/02/2009 - 16:03
    Enviado por: Democrata Universalista

    Gustavo, já que vc publicou o comentário do
    Messenger, eu quero tranquilizar o companheiro,
    dizendo que realmente houve no tempo do Rei
    Assuero (ou Xerxes), um príncipe de nome Aman que fez um decreto para matar e exterminar os judeus e saquear todos os seus bens, porque Mordechai (ou Mardoqueu), que era um judeu que assistia o Rei, não se dobrava a esse príncipe, por motivos religiosos. Aman construiu uma fôrca para enforcar Mordechai, porém a Rainha Ester, judia e casada com Assuero, interveio em favor do seu povo judeu, que teve que lutar para sobreviver e Aman foi enforcado na fôrca que fez p/ Mordechai. Eu lí na minha Bíblia, no Livro de Ester, talvez vc não publique este post mas não é ofensivo e serve como mensagem de Justiça e de
    Paz. Abraços Messenger, Shalom!!! Obrigado Guga.

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  • 04/02/2009 - 16:04
    Enviado por: Maria Helena

    Estou me divertindo muito com esse assunto, os pró palestinos parecem que ganharam um brinquedinho novo. Ah agora os judeus vão ver. Lamentável.
    Os iranianos não tem nada ainda, quem tem é israel.
    O Iran faz fronteira com a ex União Soviética que os russos ainda mandam. Duvido que eles queiram arriscar ter um vizinho armado nuclearmente e completamente louco.
    Ter tecnologia para poder fazer e realmente fazer é muito diferente. Colocar uma ogiva em um missil que talvez não caia onde deve. Acho que os árabes devem se preocupar mais. É mais fácil acerta-los que Israel. Eles tem mais território.
    Acho que os patriots podem ser reativados, se eles pegarem o único missil, aí é que vai ser. O outro lado não tem essa defesa. E é a sua vez de experimentar o foguete com ogiva nuclear. Como é que fica.

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  • 04/02/2009 - 16:06
    Enviado por: geraldo uchoa

    Caro Gustavo,apesar do direito do Irã ter em mãos artefatos nucleares,assim como seu vizinho,acho temerário por conta da grande e crescente influencia religiosa presente na região,pois, como já vimos há tempos atrás, a mistura de intolerância e poderosos exércitos com a complacência de uma população manípulável ,seja pela mídia(ocidente) ou pelo fanatismo religioso(médio oriente),não nos traz esperança de uma paz duradoura.Além disso, o que fariam os Estados Unidos, forneceriam as mesmas armas de dissuassão a Arábia Saudita,Egito e outros aliados? Pois, estes também teriam direito de se defender.
    Infelizmente acredito que com a disseminação de tais armas nas mãos de nações e regime semi-feudais e teocracias religiosas ,não vislumbro em que isso possa contribuir para a PAZ e o desenvolvimento desta região.Acho que só nos resta Orar…….
    Abraços.

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  • 04/02/2009 - 16:30
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Gustavo
    Eu ainda acho que a própria estabilidade no OM é instável.

    Há muitas reviravoltas nos países daquela região… o Egito com Abdel Nasser e o Egito de Sadat são muito discrepantes, mas a população continua a mesma.

    Mas é verdade, hoje o Emirados é realmente estável, espero que continue assim.

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  • 04/02/2009 - 16:30
    Enviado por: Mauro Souza

    Não nos equeçamos que Irã e Israel não fazem fronteira. Mísseis e aviões teriam que sobrevoar Síria, Iraque e Jordânia o que inevitavelmente colocariam esses países dentro do conflito.

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  • 04/02/2009 - 16:32
    Enviado por: Antonio

    Gustavo ,
    Cansei de blogueiros que interpretam as palavras dos iranianos e de seu presidente em particular.

    Quando ele diz que o holocausto não existiu , o pessoal interpreta que ele “quer dialogar em condições de igualdade”?????

    Quando ele diz que quer jogar todos os judeus no mar (assim como o Hamas) o pessoal (inclusive voce diz que ele só quer se defender)

    Pelo menos , ele e o Hamas são honestos em seus objetivos finais (diferente do pessoal do blog que não para de tergiversar) que é destruir Israel e jogar todos os judeus no mar.
    Como são fanáticos religiosos , não conseguem medir as consequencias de suas palavras e atos…

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  • 04/02/2009 - 16:38
    Enviado por: Maria Helena

    O que é necessa’rio para acabar com o sonho: Impedir a produção de material fissionável requer incapacitar somente três instalações da infra-estrutura nuclear do Irã. Em ordem ascendente de importância, são eles: a fábrica de água pesada e a produção de reatores de plutônio em construção em Arak, uma instalação de conversão de urânio em Isfahan, e uma usina de enriquecimento de urânio em Natanz. Destruir a usina de Natanz em particular, observam eles “é crítico para impedir o progresso para a nuclearização do Irã “.
    Artilharia: Danificar as três instalações com razoável confiança requer – dado o tamanho delas, o fato de serem subterrâneas, as armas disponíveis às forças israelenses e outros fatores – vinte e quatro armas de 2268 kg. e vinte e quatro de 907 kg.
    Plataformas: Observando a “estranha união de tecnologias” disponíveis aos iranianos e as limitações dos seus aviões de combate e de suas defesas terrestres de resistir a alta tecnologia da força aérea de israelense, Raas-Long calcula que o IDF (Força Aérea de Israel) precisa de um pacote relativamente pequeno de vinte e cinco F-15Is e vinte e cinco F-16Is.
    Rotas: Jatos israelenses podem alcançar seus objetivos por três vias: A Turquia ao norte, a Jordânia e Iraque ao meio, ou a Arábia Saudita ao sul. Em termos de combustível e carga, as distâncias nos três casos são manejáveis.

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  • 04/02/2009 - 16:40
    Enviado por: Maria Helena

    Vejam que Israel não está dormindo.
    Forças de defesa: Em vez de prever o resultado de uma confrontação israelense-iraniana, os autores calculam quantos dos 50 aviões israelenses teriam que alcançar os três objetivos para a operação ter sucesso. Eles calcularam que 24 aviões teriam que alcançar Natanz, 6 Isfahan e 5 Arak, ou seja 35 ao todo. Resumindo, isso significa que a defesa iraniana teria que no mínimo neutralizar de 16 a 50 aviões, ou um terço da força de ataque. Os autores consideram esta taxa de atrito “considerável” para Natanz e “quase inimaginável” para os outros dois alvos.

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  • 04/02/2009 - 16:43
    Enviado por: Maria Helena

    Levando tudo em consideração, a modernização inexorável da força aérea de Israel lhe dá “a capacidade para destruir alvos até mesmo bem-protegidos no Irã com bom nível de confiança”. Comparando uma operação iraniana ao ataque de Israel ao reator nuclear Osirak no Iraque em 1981 que foi um total sucesso, acha-se que esta “não pareceria ser mais arriscada” que a anterior.

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  • 04/02/2009 - 16:44
    Enviado por: José

    Comentário de: Larissa [Visitante]

    04.02.09 @ 15:53
    Gustavo,

    Muita gente esquece que a expulsão do Shah do Iran, fantoche dos EUA, foi apoiada pelo povo iraniano, cansados da corrupção, onde só os seus chegados tinham a tão pregada ”liberdade”, e o resto sofria todas as perseguições.
    MAIS A LARISSA NÂO COMENTOU QUE QUANDO OS FUNDAMENTALISTAS TOMARAM O PODER,FUZILARAM DEZENAS DE PESSOAS,PRIVATIZARAM EMPRESAS NA MARRA,TOMARAM A EMBAIXADA AMERICANA E FIZERAM REFENS,OBRIGARAM AS MULHERES A USAREM O SHADOR SOB PENA DE SEREM PRESAS,ENFIM,UMA DESGRAÇA BOTOU A OUTRA PARA FORA.SAIU 6 ENTROU “MEIA DUZIA”.
    E SERÁ QUE O DINHEIRO LEGITIMO DO POVO PERSA QUE O SHAH ROUBAVA PARA SEUS LUXOS,NÂO É O MESMO DINHEIRO QUE OS FUNDAMENTALISTAS “ROUBAM” DO POVO PARA INCITAR GRUPOS ARMADOS NO LIBANO E EM GAZA,ALGO QUE NADA REVERTE DE POZITIVO PARA O CIDADÂO DO IRÂ????
    ESTE REGIME É UMA DESGRAÇA COMO O DO SHAH,SÓ QUE SÂO DESGRAÇAS DIFERENTES.
    MULHERES SEREM MORTAS POR ADULTERIO OU HOMENS POR SEREM HOMOSEXUAIS!!!!
    QUANTOS AMIGOS NOSSOS SERIAM MORTOS NO IRÂ LARISSA???OU VOCÊ NÂO TEM ESTE “TIPO” DE GENTE ENTRE SEUS AMIGOS???

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  • 04/02/2009 - 16:53
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden))

    Gustavo,
    pensei que os post com propaganda anti-qualquer coisa estava proibido. Mas a propaganda anti-america continua…
    Essa e’ a beleza deste mais (EUA) as pessoas moram aqui, comem aqui, ganham a vida aqui e ainda falam mal daqui!
    Voce acha que este tipo de critica publica em um website no Ira seria possivel contra os aiatolas?
    Isso e’ uma demonstrracao cabal do que e’ e do que nao e’ democracia, o resto…retorica.

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  • 04/02/2009 - 16:55
    Enviado por: S.M.

    “… Graças ao Lobby sionista , os Estados Unidos se tornaram na prática o capacitador da expansão israelense nos Territórios Ocupados, o que fez deles cúmplices nos crimes perpetrados contra os palestinos. Essa situação debilita os esforços do governo americano para promover a democracia no exterior e o faz parecer HIPÓCRITA quando pressiona outros Estados a respeitar os direitos humanos. Os esforços americanos para limitar a proliferação nuclear parecem igualmente HIPÓCRITAS dada a sua disposição de aceitar o arsenal nuclear de Israel, o que só estimula o Irã e outros a buscar uma capacidade semelhante.”
    ( “O LOBBY DE ISRAEL” – John Mearsheimer , Stephen Walt )
    Realmente é hipocrisia , novamente 2 pesos e 2 medidas , Israel pode , mas os outros não , tudo pensando na “segurança” de Israel , e na continuação de sua política agressiva e expansionista .
    Bem dito por um leitor , Israel é um filho mimado ….. (e eu acrescento) de um pai irresponsável que faz vistas grossas …..

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  • 04/02/2009 - 17:19
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Diretodo Eden)

    Gustavo,
    Os Persas sao muito gente fina sem duvida, ao menos os que conheco aqui. Estao em todas as areas. Excelentes profissionais. Mas obviamente nao aprovam e nao gostam do regime dos aiatolas.
    Porisso estao aqui obviamente.
    Tem gente que adora o regime dos aiatolas mas nao estao la’ ,estao aqui?
    E nao sao nem mesmo persas! Estranho…

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  • 04/02/2009 - 17:19
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Chacra

    Essa questão do Irã, já ha muito me preocupa, também tenho considerável receio que um embate entre Israel e o Irã, venha a desencadear uma verdadeira hecatombe mundial.
    Muitos dos que antagonizam com a idéia de um Irã munido de armas nucleares, se esquecem, (talvez ofuscados com a idéia de um retumbante flash nuclear sobre suas cabeças), é que o Irã já possui um vasto e mortal arsenal químico e biológico.
    E como também se pôde perceber pelos eventos desta terça feira, já possui também foguetes de longo alcance, capazes de atingir ao menos toda a Europa.
    Logo se atacado, a resposta Iraniana, já poderá ser absolutamente devastadora, com os mais variados tipos de pragas possíveis, podemos citar Varíola, Pólio, Antraz, Peste, Febre hemorrágica, enfim um sem número de possibilidades nefastas.
    Além disso o imediato fechamento do estreito de Ormuz, levaria o ocidente a bancarrota, com o esfacelamento do sistema financeiro internacional, Rússia e China, (“se” ainda estivessem de fora) entrariam na contenda a fim de assegurar seus interesses. Havendo mesmo um contra ataque biológico, em 2 a 3 semanas, todos os países do mundo já teriam sido atingidos, e seus respectivos sistemas de saúde estariam entrando em colapso.
    O mundo como conhecemos deixaria de existir, todos seriam seriamente afetados com milhões e milhões de mortos por todo o globo.
    Por isso acho, que a questão de um possível (provável) arsenal nuclear iraniano, se torna irrelevante, o potencial para o pandemônio já está presente.
    Creio que o melhor que o ocidente e Israel tem a fazer é deixar a Pérsia seguir o seu caminho em paz.
    Como bem disse a Sra. Cláudia, o “equilíbrio” de forças sempre foi muito mais eficiente que a ONU para controlar os falcões de todos os lados.
    E como bem disse o senhor mesmo. Israel, só terá que aprender a viver com outro parceiro a sua altura nas vizinhanças, o resto é orgulho e ganância, mas se todos quiserem continuar existindo nesse planeta, espero que o orgulho e a ganância sejam postos de lado.

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  • 04/02/2009 - 17:24
    Enviado por: Branfer

    Com o envio do seu satélite ao espaço, o Irã mostra que tem tecnologia avançada, em vários campos, inclusive na área militar.
    Mas por outro lado isso também mostra que o Irã NÃO é tão “terrorista ou irresponsável” assim, em suas relações com Israel.
    Com sua tecnologia, o Irã fabrica mísseis de longo alcance, que poderiam atingir Israel, já faz tempo. No entanto, até agora, NÃO cedeu nenhum deles para o Hizbollah ou para o Hamas.
    Não os usam para “varrer Israel do mapa”, como supostamente Ahmanidejad teria dito.
    É o mesmo tipo de MENTIRA que usaram contra o Iraque. As potências disseram que Saddam tinha “armas de destruição em massa”. Embora não as tivesse, tal mentira serviu para acabar com ele.
    SE Saddam tivesse armas atômicas, seria invadido? É óbvio que não.
    Por esse ângulo, Ahmanidejad poderia e deveria ter, sim, armas atômicas.
    Afinal, ele não iria invadir ninguém, como até hoje não invadiu, mas poderia ser INVADIDO por Israel (ou pelos EUA), sob aquele pretexto mentiroso de que o Irã quer “varrer Israel do mapa”.
    Outra mentira que dizem, também, é que o Irã atacará Israel, associado com um grupo de nações, que serão lideradas pela Rússia. Citam as Escrituras, mas elas NUNCA disseram nem dizem nada disso.
    Se alguém está ameaçando alguém, nesse contexto, o Irã é que deve se sentir ameaçado.
    Na realidade, na história das nações, vê-se que TODAS só defendem os seus interesses, independente de serem democráticas ou não, Ocidentais ou Orientais.
    Os EUA e a Europa não são santos. A Rússia e a China também não. Israel muito menos e o Irã idem.
    São todos “farinha do mesmo saco”.

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  • 04/02/2009 - 17:28
    Enviado por: Democrata Universalista

    Eu não entendo nada de armas e nunca usei uma,
    porque o meu ramo é o da construção e não de destruição e nem de demolição. Cada vez menos
    eu entendo esse mundo: fabricam-se bombas extremamente potentes, que nunca serão usadas.
    (graças a Deus, espero que não usem mesmo).
    O Fabio Nog deu uma aula. As bombas de nêutrons
    já foram chamadas de bombas capitalistas porque
    destroem a vida mas preserva os bens materiais.
    Einsten, físico judeu, fez a famosa relação E = mc²,
    onde a matéria é a energia condensada e a energia é a matéria descondensada. As armas contemporâneas podem ser de destruição em massa, e completando a relação nefasta das bombas, ainda existem as biológicas e químicas, tão temidas, e muito divulgadas na guerra de Bush,
    contra Saddam, mas que não foram encontradas.

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  • 04/02/2009 - 17:30
    Enviado por: AMIR SHAFA

    AMIGOS,
    SE DESEJAM TER UMA VISÃO MAIS ABRANGENTE DESSA GENTE QUE GOVERNA O IRAN, VEJAM O SITE

    http://WWW.BAHAI.ORG.BR/PORTASFECHADAS/

    VERÃO O QUE A MISTURA DE IGNORÂNCIA, RELIGIÃO E PODER FAZEM COM OS DIREITOS HUMANOS….

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  • 04/02/2009 - 17:33
    Enviado por: Tolerância -5+

    Alet, às 14:10 você coloca: “Ahmadinejad NEGA o Holocausto, isto esta bem documentado”.

    Gostaria de pedir, por favor, que colocasse em que lugar e como esta documentada a negação do Ahmadinejad
    Gostaria de ler. Obrigado!

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  • 04/02/2009 - 18:09
    Enviado por: Nagib

    Gustavo, vc tem razão, reconheço que o povo israelense está num período muito difícil.

    Maria Helena, este estudo do pessoal do MIT foi feito em 2006, hoje já está defasado, ainda mais se levarmos em conta o aprimoramento da defesa anti-aérea do Irã.

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  • 04/02/2009 - 18:18
    Enviado por: Alet

    Tolerancia: aqui vai: http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/4527142.stm
    http://www.jpost.com/servlet/Satellite?pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull&cid=1134309577132
    http://www.haaretz.com/hasen/spages/906472.html
    So para a sua informacao: Ele tambem nega que existem homossexuais no Ira.

    04.02.09 @ 17:24: Suposto nao. Ele disse isso mesmo.

    04.02.09 @ 16:44 Jose: a tendencia eh sempre esconder o lado negativo e somente exaltar o ‘positivo’.
    Apesar de eu achar que a corrupcao eh um grande mal, acho que fanatismo religioso eh bem pior, entao era melhor o Shah corrupto do que os aiatolas.

    Que eu saiba a comunidade iraniana nos EUA (que nao eh pequena) nao gosta nem um pouco de ver o pais deles ser governado por uma pessoa tao instavel, que em outras circumstancias, muito probabilmente, estaria internado em um hospicio.

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  • 04/02/2009 - 18:25
    Enviado por: Fabio Nog

    Apenas como complemento, colocar um satélite em órbita, hoje em dia, é uma meta alcançável por diversos países em estágios intermediários de desenvolvimento. O Brasil desenvolveu um foguete para colocação de satélites. O projeto parou depois que um desses foguetes explodiu na base de lançamento, em Alcântara, poucos anos atrás matando um contingente significativo de cientistas e técnicos. De toda sorte. países como Irá, Brasil, Coréia do Sul, Israel e diversos outros em estágio similar de desenvolvimento tecnológico conseguem desenvolver um foguete lançador, se quiserem.

    Foguetes para colocar satélite em órbita são maiores e mais potentes do que mísseis capazes de detonar ogivas nucleares em um pais próximo. Na verdade, quem constrói um foguete capaz de colocar carga útil em orbita, a 36.000 km de altura, está preparado para desenvolver um missil balístico intercontinental. A questão da precisão do sistema de navegação é importante, sem dúvida. Mas não é preciso precisão milimétrica para mandar uma bomba sobre uma cidade ou região.

    Um último dado. Desde 1985 os americanos testam um sistema capaz de detonar mísseis e outros objetos voadores considerados perigosos. A última demonstração dessa tecnologia aconteceu em 21 de fevereiro de 2008. Na ocasião um satélite militar se desgovernou, perdeu a órbita e começou a cair. A avaliação da trajetória da queda indicava que ele tocaria o solo na China. Seja porque guardasse segredos militares, seja porque seu combustível fosse altamente tóxico (hidrazina, que foi o motivo oficialmente alegado) o fato é que um missil interceptador SM-3 foi lançado e destruiu o satélite quando ele estava em queda livre. O satélite tinha 1 metro de diâmetro e foi destruído a 210 kms de distância, sendo que não havia nenhuma fonte térmica acionada. O satélite estava com os motores desligados durante a queda !!! Como foi que esse interceptador localizou e atingiu precisamente o satélite ninguém sabe

    Provavelmente um míssil nuclear lançado pelo Irã seria destruído no espaço, antes de atingir o solo, por um armamento semelhante.

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  • 04/02/2009 - 18:34
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto Do Eden)

    A Adriana carranca, escreveu uma otima reportagem sobre o Ira no seu blog. Ela foi la’.
    A reportagem dela e’ bem consistente com o que os Persas que conehco por aqui me falam.
    Democracia passou longe por la’.
    Alais Gustavo, ela, a Adriana, e’ um milhao d evezes mais bonita que voce!

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  • 04/02/2009 - 18:41
    Enviado por: Maria Helena

    As defesas anti-aéreas talvez estejam melhores, mas os aviões também F15i e F16i. Eles contam muito papo. Já na época da guerra com o Iraque a guarda do Sadan quase ganhou deles, estes os americanos ganharam só batendo o pé. Eles se entregavam. Profissionais só IDF, o resto são um monte de falastrões

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  • 04/02/2009 - 18:48
    Enviado por: Maria Helena

    Estou com vc. Alet. Se os loucos aiatolás não tivessem dominado o Iran, teriamos dois grandes países no OM. Israel e Iran, provávelmente aliados. Vão falar de corrupção, isto tem em todo o lugar, mas loucos no comando já é mais dificil e perigoso.
    No Brasil tem um monte no governo e nem por isso foram tirados de lá.

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  • 04/02/2009 - 18:50
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Fábio Nog

    Não existe míssil capaz de neutralizar uma ogiva nuclear, o que pode acontecer, é o foguete que a transporta, ser destruído durante o seu vôo, mas nesse caso a ogiva cairá, como está preparada para detonar por altímetro, quando a altitude de detonação chegar, ela explodira, com toda a sua força original, no caso de um míssil lançado do Irã rumo a Israel, esta ogiva explodiria em algum lugar sobre o Iraque provavelmente.
    Na verdade os “escudos” de mísseis, são bastante paliativos, e no caso de uma guerra entre potencias com arsenais grandes e considerável número de disparos, mesmo que a maioria dos foguetes fosse “abatida” as ogivas ainda assim explodiriam quando de sua queda (na altitude planejada).
    por isso tal escudo é uma estupidez, por exemplo, na Polônia, ele defenderia os EUA por exemplo, mas a Polônia seria devastada ..

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  • 04/02/2009 - 18:51
    Enviado por: Cláudia

    Larissa, acho que são raposas mesmo pois o Ahmadinejad, com toda sua aparente falta de tato, não foi até convidado para palestrar em universidade americana? Tudo bem que se os Estados Unidos não estivessem atolados até o pescoço em duas frentes de guerra a história talvez fosse outra. Mas será que ele também não aproveitou exatamente o momento para fazer sua propaganda? Aos trancos e barrancos que seja, mas algum resultado vêm apresentando.
    E para quem acha que o Irã é uma terra de bárbaros, sugiro uma olhadinha nas fotos que a Adriana Carranca colocou em seu blog da viagem que fez ao Irã em 2007. Impossível olhar essas fotos e continuar desejando a guerra.

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  • 04/02/2009 - 18:59
    Enviado por: Maria Helena

    Fui dar uma olhada no site indicado, o dos Bahais que são perseguidos no Iran pelos islamicos.
    Não conheço essa religião ou seita, mas lá diz que homem e mulher tem os mesmos direitos e obrigações, acho que é por isso que são perseguidos.

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  • 04/02/2009 - 19:09
    Enviado por: Alet

    04.02.09 @ 17:24: Iran’s president has defended his widely criticised call for Israel to be “wiped off the map”.http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/4384264.stm
    Video
    http://www.jewishjournal.com/video/article/ap_video_ahmadinejad_israel_will_disappear_from_map_20080604/

    Eh claro que tem quem afirme que ele nao disse isso; que eh so um tipico caso de: “lost in traslation”
    http://www.nytimes.com/2006/06/11/weekinreview/11bronner.html?partner=rssnyt&emc=rss

    E outros:
    Ahmadinejad: Destroy Israel, End Crisis By SEAN YOONG The Associated Press
    Thursday, August 3, 2006; 10:49 AM
    http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/08/03/AR2006080300629.html

    Boa leitura.

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  • 04/02/2009 - 19:10
    Enviado por: gustavochacra

    Larissa, muitos iranianos apoiaram a queda do Shah. Mas vários deles não queriam uma Revolução Islâmica. Imagino que você tenha visto o filme ou lido Persepolis. Vale a pena para explicar os dois lados da moeda

    Maria Helena, você tocou em um ponto importante, que é a fronteira com países da ex-União Soviética. Mas lembre-se que muita gente na Rússia ganha dinheiro com o programa nuclear iraniano

    Geraldo, o risco de armas na mão de religiosos é sempre grande. Mas o Irã tem armamentos convencionais e nem por isso os usou para atacar dois de seus inimigos – Saddam Hussein e o Taleban. Na Guerra do Irã contra o Iraque, os iranianos foram atacados. Mesmo com o Saddam cambaleante no pós-guerra do Golfo, eles não aproveitaram para nocautear o líder iraquiano. Acho que existe bastante racionalidade na política externa iraniana

    Mauro Souza, você tem razão e não podemos esquecer que, no Iraque, há tropas americanas

    Massaranduba, realmente ela é mais bonita. Até hoje, por incrível que pareça, não houve um comentário elogiando as minhas qualidades físicas. A foto deve ser ruim

    Comentários que não tenham a ver com o post não serão publicados. Os leitores devem ter notado como o debate hoje teve um nível melhor

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  • 04/02/2009 - 19:14
    Enviado por: Cláudia

    Vi na última Mostra Internacional de Cinema de São Paulo um docudrama (meio ficção, meio documentário) iraniano sobre transexuais e a situação deles não é bem essa que você aponta, José. Imaginei que assistiria cenas de repressão explícita, mas qual não foi minha surpresa ao ver que até operações de mudança de sexo são permitidas pois segundo a interpretação religiosa a mudança de sexo não afetaria em nada a humanidade da pessoa. Já para as mulheres a situação de fato é bastante mais complicada.

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  • 04/02/2009 - 19:17
    Enviado por: Fabio Nog

    Marcos
    O processo de reação nuclear (a explosão atômica em si) é iniciado por uma outra pequena explosão que ocorre no interior da ogiva. Vc tem razão em dizer que o que o interceptador destruiria seria o lançador e não a ogiva em si. Entretanto, a explosão do lançador poderia fazer papel do detonador da ogiva e ela acabaria explodindo junto. De todo modo, se o míssil for atingido durante a ascenção, a ogiva cairá sobre o país emissor.

    Os escudos de mísseis que vc mencionou sempre foram considerados mais obra de ficção do que realidade militar. Porém a destruição do satélite ano passado mostrou que a tecnologia amadureceu e sua precisão surpreendeu o mundo. A China, em especial, aproveitou a ocasião para investigar a tecnologia alegando que o míssel não havia destruído por completo o tanque de combustível do satélite e porções de hidrazina foram localizadas no chão. Pode não ter acontecido mas os chineses conseguiram intimidar os americanos o suficiente para que estes recebessem observadores militares para uma demonstração do uso do interceptador

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  • 04/02/2009 - 19:18
    Enviado por: Cláudia

    Gustavo, eu ia dizer que acho você muito mais bonito que a Adriana, mas não vou dizer porque você nos proibiu de falar de assuntos que não sejam relacionados ao post.

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  • 04/02/2009 - 19:19
    Enviado por: Anônimo

    Cactus, sua pergunta foi respondida no post anterior, em resposta destinada a você. Basta ir até lá e ler. A partir de agora, apenas comentários ligados ao post serão publicados. Está no texto

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  • 04/02/2009 - 19:24
    Enviado por: S.M.

    Gustavo ,
    Você ouviu falar de VIRGILLIA TILLEY ?
    Ela escreveu um artigo chamado “Putting Words in Ahmadinejad’s Mouth ” ( Colocando palavras na boca de Ahmadinejad ).
    Quando soube das declarações de Ahmadinejad , realmente estranhei o tom agressivo e a exposição exagerada de assuntos polêmicos. Segundo Tilley , especialistas da língua farsi, como Juan Cole e jornalistas como Jonathan Steele, do jornal londrino The Guardian, denunciaram os erros de tradução.
    Sinceramente , tenho minhas dúvidas , tenho impressão que isto tudo tem sido bem explorado para uma propaganda que justifique os interesses de Israel, …. me faz , também , lembrar as mentiras que justificaram a invasão do Iraque.
    Vamos aguardar … a pressa frente aos FANTASMAS inventados sempre foi a tática israelense ….
    mas depois do escândalo IRAQUE & ARMAS DE DESTRUIÇÂO , é preciso mais do que suposições e propagandas , precisamos de provas concretas.

    Gustavo o que você acha da possibilidade destas traduções do idioma farsi terem sido distorcidas ??

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  • 04/02/2009 - 19:25
    Enviado por: gustavochacra

    Claudia, deixei passar o elogio

    S.M., também já ouvi que as traduções foram distorcidas (inclusive, coloquei algo no texto). Seria na parte de “varrer Israel do mapa”. Porém ele provocou sim em relação ao Holocausto. Esta é a minha opinião

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  • 04/02/2009 - 19:39
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Fábio Nog

    Os interceptadores, estão mais precisos de fato, mas em sendo o conjunto (ogiva foguete), relativamente extenso, com maior parcela para o lançador, a maior probabilidade, é que o corpo do foguete seja atingido, além disso ogivas, são muitíssimo resistentes, tanto que várias já resistiram a quedas de enormes altitudes sem detonar, por disso, seria necessário uma outra ogiva nuclear, para detonar a primeira, especialmente se não fosse um caso de impacto direto (ogiva com ogiva).

    E sim, ocorre uma pré detonação no interior da ogiva, mas esta é iniciada por leitura de altitude.

    Não é possível atingir um foguete em ascensão, pois ainda nem se sabe qual a sua finalidade, só se intuirá sobre isso quando a curvatura de trajetória se estabelecer,
    se não os EUA teriam abatido a subida do satélite iraniano de ontem (just in case) e depois se retratado.

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  • 04/02/2009 - 19:46
    Enviado por: Larissa

    Gustavo,

    Assisti ao filme e lí o livro, mas tenho um amigo dipomata egípcio que morou três anos em Teerã, e me mostrou um lado que eu não conhecia. Muitos intelectuais iranianos não concordam com o governo, no entanto, também não concordam com a possibilidade de outro país, ou outro governo, ou quem quer que seja, decidirem o que é melhor para o seu país.
    Isso aliás é muita pretenção, além de outros interesses.

    José,

    Não precisa ficar nervoso. Eu não defendo nenhum tipo de repressão, é por isso que toda vez que alguém elogia a postura do Egito, eu sou contra aquele governo, que só quer agradar aos seus interesses e não liga para o povo. Mas é aliado dos EUA, como a Arábia Saudita.
    Eu só não gosto mais dos iranianos porque gosto mais dos árabes, especialmente os Palestinos, mas o afeto por eles, iranianos, é imenso. Além de serem lindos.
    Estou impressionada com a sua preocupação com os povos do OM.
    Acho que você deveria se preocupar com os crimes cometidos pelo exército de Israel.

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  • 04/02/2009 - 19:48
    Enviado por: Mauro Souza

    Maria Helena,

    Os americanos venceram os iraquianos apenas batendo o pé?

    Acho que você não está entendendo o que está ocorrendo lá: os Estados Unidos PERDERAM a guerra no Iraque, já estão negociando a retirada.

    A IDF teve uma importante derrota no sul do Libano em 2006, não se esqueça.

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  • 04/02/2009 - 19:54
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Fábio Nog

    Ogivas caem sem detonar, quando não estão armadas (evidentemente), mas mesmo armadas, são resistentes o suficientes para só detonarem quando a altitude de detonação for atingida ..

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  • 04/02/2009 - 19:55
    Enviado por: Cactus

    Mauro Souza

    Você tem razão. Os Estados Unidos perderam a guerra contra o Iraque, o Sadam Hussem ressucitou e Israel foi desmoralizado pelo Hamas saindo com o rabo entre as pernas!

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  • 04/02/2009 - 19:58
    Enviado por: alexandre/sp

    No Irã tem ainda muitos judeus, graças às leis islâmicas,inclusive.Aqui,alguém disse o oposto.Pois,é.
    E aqui parece que ta todo mundo mais preocupado em arranjar motivos para Israel atacar o Irã, que temendo um ataque persa…
    E eu não sou fã do regime deles,que só interssa aos mesmos. Vivo no Brasil e muito bem,obrigado.
    Aliás, quem faz justiça não é admirador, eu procuro seguir a verdade.
    Mas, por outro lado se ouvesse esse mesmo empenho que vejo aqui,de muitos em analisar e propor idéias para nosso país,como se faz com os do OM, teríamos ótimos resultados.Parabéns a todos por esse empenho.

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  • 04/02/2009 - 20:05
    Enviado por: Mauro Souza

    Gustavo,
    eu tinha pensado nas tropas dos EUA no Iraque e também no Afeganistão. Agora, eu acredito que eles estão sem saúde para abrir mais uma frente de batalha, talvez por isso tenham negado permissão à Israel para bombardear as instalações nucleares iranianas.

    Fábio Nog,
    seu comentário me lembrou do caso recente no qual os chineses iluminaram um satélite militar dos EUA com um laser de alta potência durante alguns segundos.
    Lembrando que esses satélites estão numa órbita bem mais elevada

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  • 04/02/2009 - 20:05
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Mauro Sorrza,
    Voce tem razao. O samericanos perderam no Iraque. Alias, recentemente, o vencedor Sadan, ate’ psicografou uma mensagem exaltando sua vitoria.

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  • 04/02/2009 - 20:17
    Enviado por: Mauro Souza

    Cactus,

    pois é, e se você vem acompanhando os noticiários, verá que no Afeganistão eles estão com dificuldade de abastecer as tropas e o Talebã está ressurgindo com força total.
    Como disse Robert Fisk, eles vão inventar alguma história do tipo “estendemos a mão da democracia e os iraquianos não aceitaram”, “não nos merecem” etc.

    Obama parece que já traçou um plano de retirada. Eles não são invencíveis. Parece que ninguém…

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  • 04/02/2009 - 20:18
    Enviado por: Larissa

    Alexandre,

    O Iran tem muitos médicos judeus, eles estão em ótima posições nos hospitais iranianos, além de serem ótimos pesquisadores também. Conheci alguns num congresso Istambul.

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  • 04/02/2009 - 20:18
    Enviado por: Alet

    “S.M., também já ouvi que as traduções foram distorcidas (inclusive, coloquei algo no texto). “

    http://www.nytimes.com/2006/06/11/weekinreview/11bronner.html?_r=1&partner=rssnyt&emc=rss

    esta reportagem explica bem o caso da linguagem, e a autora termina assim:

    So did Iran’s president call for Israel to be wiped off the map? It certainly seems so. Did that amount to a call for war? That remains an open question.
    Nazila Fathi contributed reporting from Tehran for this article.

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  • 04/02/2009 - 20:37
    Enviado por: Marco Antonio

    Nunca comenta, por desinformação ou má fé, massss:

    1. Quem inventou esta história de bombardear instalações atômicas foi o Irã, na guerra contra o Iraque. Coitados, tentaram, tentaram, mas não conseguiram. Depois veio Israel e fez o serviço.

    2. Israel é um pais extremamente confiável aos olhos dos arabes da região quando se fala de arsenal atômico. Eles sabem que Israel nunca vai usar. Por isso invadiram em 1973, o Iraque jogou skuds, os palestinos Kassans, os libaneses Katyushas… Podem jogar a vontade. Israel nunca ameaçou retaliar com arma nuclear.

    3. Como é que alguém pode ver algum sinal de inteligência num lider que ao mesmo tempo que faz bomba insinua que vai exterminar outro povo? Seria a mesma coisa que o Brasil constuisse Itaipu e falasse: queria que os argentinos morressem afogados.

     4.Como é que alguém pode confiar num regime que mede a quantidade de gel que os homens usam no cabelo? E as pessoas ainda aplaudem.. Em que mundo estamos?

    5. Não tem nada mais deprimente do que ver a esquerda elogiar o Irã. Perguntem para a filha do Che Gevara o que ela achou do pais quando foi la receber um premio… coitada, voltou horrorizada com o atraso, com a opressao das minorias sexuais, com a violacao dos direitos humanos e a submissão das mulheres. Cuba sim é um exemplo de resistencia ao imperialismo. O Ira é um regime abominável. Isto tudo com bomba atômica e messianismo é uma combinação lamentavel.

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  • 04/02/2009 - 20:43
    Enviado por: Yoko

    O desenvolvimento de arma nuclear pelo Irã, assim como o fortalecimento de grupos radicais como Hamas é consequência da recente política externa dos EUA e da política interna/externa de Israel. Eles viram que os países/grupos que deixaram as armas de lado não apenas não conseguiram o diálogo como perderam terreno – vide a licensa dada por Israel hoje para novas construções na Cisjordânia.
    Crie corvos, e estes lhe comerão os olhos. Infelizmente o mundo funciona assim, no grito. Os EUA conseguiram dar uma freada nesta escalada de vionência com a eleição de Obama. Veremos se os israelenses também terão esta clareza. Já os iranianos, a esperança não é o resultado da eleição (alguém acredita na sua licitude?), mas a abertura ao diálogo forçada por esta bomba.

    PS. Gustavo, a sua voz é bonita – se ainda não inventaram o Photoshop para som… Mas sugiro que na sua próxima visita ao Brasil peça para algum colega de redação fazer uma foto caprichada.

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  • 04/02/2009 - 20:54
    Enviado por: Mané

    Conheço uma pessoa que prestava consultoria no Irã. Segundo ele, os jovens odeiam os aiatolás devido às enormes restrições impostas nos costumes. Também disse que o Irã é uma espécie de “pária”, pois muitos equipamentos não são vendidos para eles

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  • 04/02/2009 - 20:56
    Enviado por: Florentina

    A frase é simples: “Se tal país tem, nós também podemos ter”.

    Caso o Irã consiga construir uma arma atômica, não há dúvidas que os países da região se lançarão numa corrida a este tipo de arma.

    A questão é séria e a comunidade internacional tem de achar uma solução para o problema.

    Uma coisa é produzir a bomba outra é conduzi-la ao alvo.
    Outra coisa é confiar na estabilidade mental de quem está no controle destas.

    Pelo histórico de cada parte, não se pode confiar em coerência tanto nas autoridades israelenses quanto islâmicas. Ambas não hesitariam em usá-las.

    Em minha opinião, caso os ataques de Saddam à Tel Aviv fosse mais consistentes na época e causasse maior destruição, Israel utilizaria das armas.

    Não vejo tanta dependência de Israel para com os EUA em termos de decisão de guerra. Eles podem tomar decisão que venha a surpreender.

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  • 04/02/2009 - 21:10
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caro Gustavo,

    Parabéns pela coragem de publicar este seu post. Certamente voce estava ciente da repercusão dele, não é?

    Como poderão os defensores do indefensável -Israel, negar o pavor que lhes causa a perspectiva de um Iran forte militarmente, com a bomba atômica.

    Então, na falta de argumentos lógicos ou plausíveis, tergiversam. Alegam que o Iran não é uma democracia, mas fecham os olhos sobre os regimes ditadoriais (de verdade) da Jordânia, da Arábia Saudita, do Egito, dos Emirados Árabes Unidos.

    Coitada da democracia. Foi reclassificada por conta e risco de Israel ou seus defensores. Os que são a favor de Israel são democratas, já os a favor de palestinos, são ditadores, sanguinários, cléricos radicais, esquerdistas, etc, etc.

    Como já escrevi em comentarios anteriores: Com defensores assim, precisaria Israel de inimigos?

    Se este pessoal, ressalvado aqueles que defendem Israel por dever de ofício, querem mesmo preservar a existência de Israel, que comece por cerrar fileiras ao judeu Uri Avnery, cujos escritos estão no http://zope.gush-shalom.org, cujas teses defendida por ele concordo plenamente.

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  • 04/02/2009 - 21:18
    Enviado por: marcelo

    Gustavo,

    Alguns historiadores, como Kershaw, Fest, Hubber, afirmam que foram 5,5 milhões os que morreram no Holocausto. Mas, pelas contas, não são todos judeus que morreram. Eles (os três acima), estimam que haviam desses mais ou menos 1,5 milhões de mortos na qualidade de ciganos, testemunhas de jeová, homossexuais, o que “baixa” para 4 milhões o número de judeus mortos no período de 39 até 45 — período da Segunda Guerra. Isso é o que eles afirmam em suas obras, os dois primeiros na biografa de Hitler e o último sobre a própria guerra.

    Acredito que é essa a conta que Ahamadinejad está fazendo….

    Sobre a bomba. Sua análise está correta. Pra mim é mais para impor respeito do que outra coisa. O Irã sade que se varrer do mapa Israel no outro dia irá sobrar para os persas. O destino será o mesmo. È inegável que após obterem a bomba as coias lá poderão se alterar bastante.

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  • 04/02/2009 - 21:30
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Complementando o que disse o Mauro de Souza à Sra. Maria Helena, digo que a arrogância é meio caminho andado para a derrota. Enqunto os outros guerreiros evoluem os EEUU e as IAF regridem. E não se esqueça que a motivação é a força maior para a vitória dos guerreiros.

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  • 04/02/2009 - 21:31
    Enviado por: Mané

    Quem fica pensando que Rússia e China darão suporte ao Irã estão muito enganados. A Rússia tem problemas com uma região mulçumana (Chechênia), bem como os chineses. Para eles não há interesse que outros países tenham bomba A.
    Mais uma coisa sobre o Irâ: meu amigo consultor adorou o povo iraniano.
    Acho que pensar que as intervenções americanos são devido ao petróleo não resiste a uma análise: os americanos respeitam o mercado, preços sobem e descem. Lembrem-se de que os americanos são grandes produtores de commodities, e que os preços também sobem e descem. Na década de 70, quando houve a crise do petróleo, os preços do carvão mineral, em que os EEUU são os maiores produtores mundiais, com os melhores tipos ainda por cima, subiram na mesma proporção. São os maiores exportadores de grãos do mundo.

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  • 04/02/2009 - 21:52
    Enviado por: Francisco Ernesto Guerra

    Caros Mario LS e Branfer,

    Gostei muito dos comentários de ambos. Num post anterior esqueci-me de que o Iran já tem foguetes de longo alcance. Este novo, que levou o satélite, na verdade tem alcance intercontinental, o que levaria o Iran a alcançar o “grande satã”. Vossos comentários dão bem um panorama do que pode ocorrer. Israel finge que desconhece estas possibilidades, confiantes no suporte e proteção dos EEUU.

    Mas Branfer, embora eu não goste de falar de religião neste espaço, infelizmente as escrituras sagradas falam sim da invasão de Israel por uma coalizão de países, capitãneada por um potência “das bandas do norte”, que é comumente interpretado como sendo a Rússia. Se tiver tempo, leia Ezequiel 38 e 39 e atualize os nomes dos países que lá estão. Por exemplo: Cut é um antigo nome geográfico da Líbia, Togarma = Turquia e assim por diante.

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  • 04/02/2009 - 22:09
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Gustavo,
    acho que um dos maiores impecilhos do blog e’ confundir discussao de fatos/possibilidades com os desejos que elas tem em que algo aconteca.

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  • 04/02/2009 - 22:22
    Enviado por: Yoko

    Gustavo, passo algumas dicas para sair bem na foto. Não que você esteja feio na foto atual, mas a maneira como se tira pode estragar a pessoa.

    Primeiro, relaxe. Na foto atual você está muito tenso.
    Segundo, se puder use luz natural. A luz artificial pode deixar a pele muito pálida ou muito rosada. A luz da tarde deixa a pessoa com aspecto saudável.
    Terceiro, deixe a testa à mostra. A franja deixa o cabelo muito pesado e esconde o rosto.
    Quarto, apare bem a barba ou se quiser usa-la, peça para o barbeiro fazer. Afinal, é a foto que os outros irão ver. A mesma coisa com o cabelo.
    Quinto, vire um pouco mais o rosto para o lado. Isso afina o rosto, além de deixa-lo menos chapado.
    Sexto, use roupa com gola. Como você é muito jovem, roupa sem gola o deixa com cara de calouro de faculdade. Talvez uma camisa de cor escura, como o Felipe Machado, fique bem em você.

    Como é um conselhopara você, por favor não publique.

    Abs.

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  • 04/02/2009 - 22:41
    Enviado por: Democrata Universalista

    Na minha opinião Israel e EUA, ainda não atacaram
    o Irã porque respeitam a sua força. O Irã tem vizinhos muito fortes como a China e a Rússia.
    O Irã sózinho não é tão forte assim, mas vcs podem
    notar que existe cooperação economica, militar e
    estratégica com seus vizinhos chineses e russos, por isso a briga com eles é de “cachorro
    grande”. O Irã pode até sofrer muito em um confronto com Israel + EUA (mais fraco), mas mesmo assim ainda pode causar muito estrago em Israel. O O.M. que sempre foi “a região + instável
    do planeta”, ficaria muito pior c/ este possível
    confronto e o mundo todo sofreria os efeitos.

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  • 04/02/2009 - 22:59
    Enviado por: Kairuz

    israel tem bombas atomicas desde a primeira metade da decada de 60, sem qualquer controle ou inspecao. Porem, isso claramente nao vem ao caso. Quanto a democracia, israel e tao democratico como o Iran. Na verdade, a democracia israelense me lembra a original: a grega. Ou seja, eh uma democracia plena apenas p/ os “escolhidos” e que mantem um regime de apartheid. Portanto, tanto o Iran, como israel sao na verdade teocracias, uma judaica, outra xiita. Por isso, talvez nao gostem um do outro. Por uma questao de principios, se tivesse que optar, ficaria com a xiita. Pelo menos eh legitima. Agora se querem saber qual eh unica democracia na regiao, juntamente com a Turquia, eh o Libano. Eh laica, contempla 17 (ou 16) afiliacoes religiosas e sobreviveu a guerras civis, invasoes e a uma pessima vizinhanca. Moribunda, mas viva.

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  • 05/02/2009 - 00:19
    Enviado por: alexandre/SP

    O Exército de Israel vem cometendo, também muitos crimes, como disse a srta.Larissa e como já comentou alguém aqui,partidário daquele país, que lembrava inclusive, que muitos desses crimes são investigados e até comentados pela justiça.
    Mas há os mais recentes, como o abuso do uso do fósforo branco( que também será investigado, parece) bem como do abuso geral do direito de defesa.
    E aé temos erros do Estado, não de forças armadas e quem julgará tais erros?
    Lembrem-se que esse Estado já transgrediu resoluções da ONU, principalmente desde 1967, como na invasão do Líbano,por expl. Sem contar no Conflito de Suez, na extesão do muro, etc.
    E só os palestinos são responsáveis por tudo?
    O histórico depõe contra.
    E o Irã? Fora as acusações de apoio ao terror, em ter a tal bomba eles paraecem ter motivos.

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  • 05/02/2009 - 01:04
    Enviado por: hipocrito

    Hipocrisia pura, enquanto Israel e USA, GBR, FR, CH, Paquistão e Coréia do Norte estão com seus silos abarrotados de Ogivas, querem dar uma de bom moço, ora bolas ou se desarma todo mmmmmmundo ou até as Ilhas Salomão terão direito a desenvolver seus brinquedos atomicos, segundo reza o direito internacional todas as nações são soberanas e tem o direito de decidir que armas quer possuir.

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  • 05/02/2009 - 02:03
    Enviado por: Nagib

    Israel atacando o Irã prejudica indiretamente o Brasil também. O Irã compra do Brasil mais de 1 bilhão de dólares, e a Petrobrás tem investido bastante no Irã apesar dos protestos dos americanos, que aliás falam em diplomacia com os iranianos mas financiam pessoas nativas no Irã a colaborarem para derrubar o regime islâmico, a contra-espionagem do Irã afirmou que a CIA gastou mais de 32 milhões de dólares.

    Fábio Nog, o Brasil lançou com sucesso VLS-1 no final do ano passado em S J dos Campos.

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  • 05/02/2009 - 03:35
    Enviado por: Sorales

    Dizer que o Irã quer fazer bomba atômica, como propala a propaganda sionista, não chega a ser diferente das armas de destruição em massa de Saddan. Israel sim tem bomba atômica. Se realmente o Irã fizer coro com os judeus na tecnologia bélico-nuclear, qual dos dois loucos vai sacar primeiro? Israel, da forma desmezurada como mata os palestinos, inclusive com armas proibidas, não é difícil atacar primeiro. Ou mesmo adotar uma tática profilática contra as instalações nucleares iranianas. Vejam voces o que muçulmanos e judeus promovem no OM. E nós, que não temos absolutamente nada a ver com isso, como ficamos? Eles brincam de fazer guerra e nós pagamos o pato. Não é engraçado? Tragicômico! Mais aloprados mesmo são os EUA, qua alimetam tudo isso. Fazem vistas grossas para Índia e Paquistão, seus aliados, e usam de leviandades para assustar o mundo, como é o caso da Coréia e do Irã. Lembrando que os EUA detonaram a bomba no Japão, numa demosntração de quem tem usa.

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  • 05/02/2009 - 06:01
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Gustavo,
    como falei anteriormente a spessoas tem um desejo tao grande que seus sonhos virem realidade que comecam a alucinar e misturam sonho com fatos. Um bom exemplo e’ a cpacidade do foguete do Ira. Opa, parece qu algum “expert” acima se enganou!

    “Weapons experts agreed that the act was mainly a symbolic accomplishment because the satellite was very small. Launching a heavy warhead intercontinental distances would require a far more powerful missile.”

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  • 05/02/2009 - 06:16
    Enviado por: Mauro Souza

    Carlos Massaranduba,

    Quanto à derrota dos EUA é um problema grave. Em política não existe vazio, ou seja, com a perda/abalo da hegemonia desse país, as forças tendem a se reacomodar e isso pode trazer graves conseqüências para o OM, veja o caso da França que já saltou para tentar mediar um acordo de paz entre Israel e Gaza. Sabemos que a França é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

    Quem derrotou os EUA não foi seu antigo aliado, Saddam Husseim, mas os insurgentes iraquianos.

    Posso estar enganado, mas, segundo o Espiritismo, me parece, um morto não poderia psicografar nada, e sim um médium. Nesse caso sua piada não procede. Salvo engano de minha parte.

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  • 05/02/2009 - 06:17
    Enviado por: Democrata Universalista

    Quem se assusta com esse xadrez político no O.M.
    não deve se esquecer que o mundo foi construído
    assim desde a antiguidade. As nações sempre fizeram alianças umas com as outras e contra outras. Se muitas sobreviveram, foi graças a essa cooperação. A Inglaterra foi aliada de Portugal
    contra a França de Napoleão. Os EUA foram aliados
    da França contra a Alemanha de Hitler. Por quê
    a Rússia e a China não dariam suporte para o Irã?
    O Brasil em breve terá seu 1º submarino nuclear,
    com cooperação francesa e helicópteros tbm.
    A Argentina conseguiu fazer algum estrago para
    os ingleses, na guerra das Malvinas, usando armas
    francesas. Países fracos, como o Líbano tbm precisam se defender. Os aviões Rafale da França,
    que o Brasil comprou, impõe respeito até p/ EUA.

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  • 05/02/2009 - 07:05
    Enviado por: Democrata Universalista

    O Brasil assinou um contrato com a França, que transfere a tecnologia francesa para a construção
    de helicópteros militares em Itajubá-MG; construção de submarinos convencionais e um
    nuclear e a compra de aviões Rafale. Para um país
    ser forte e respeitado no mundo precisa em 1º
    lugar ter uma economia estável e sustentada; ser
    uma democracia plural, com respeito aos direitos
    civis e humanos; ter uma tecnologia sofisticada e
    capaz de evoluir com o tempo, construir, reconstruir e se manter em todas as áreas, principalmente na área militar, como “sempre fizeram” EUA e seu aliado e parceiro Israel.

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  • 05/02/2009 - 07:14
    Enviado por: Democrata Universalista

    Yoko e Cláudia, o Guga está com cara de assustado
    na foto, mas deve ser por causa da guerra.
    Desculpe Gustavo, é brincadeirinha, igual ao do
    Kadafi, que deu a sugestão de mudar Israel para uma ilha no meio do Oceano Pacífico. A sugestão
    dele é muito boa, lá eles não teriam nenhuma ameaça, a não ser Tsunamis ou algum vulcão.
    Existe a ilha de Papua, com aborígenes, que há
    40 anos atrás eram canibais, hoje não são mais.
    Gustavo a gente precisa rir um pouco tbm. Esse é
    o problema no O.M. levam tudo a ferro e fogo.
    Daqui há pouco já é carnaval no Brasil. Se Deus
    quiser no futuro ainda teremos uma Copa do Mundo no O.M., com um jogo IsraelxPalestina.

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  • 05/02/2009 - 07:17
    Enviado por: Daniel

    Nesse processo israelo-palestino, o que haveria de acontecer de fato, é a reestruturação de Gaza e Cisjordânia, com supervisão de vários países, pois a ONU, hoje em dia, não consegue pragmatizar nada. Bilhões de dólares já foram entregues aos palestinos. Mas, a mãos erradas. Essas, ao invés de construir uma sociedade, visando seu futuro, organizado no sentido de suprir as necessidades de seu povo, arma-se até os dentes, pregando a teocracia, gastando seus bilhões de dólares recebidos pelo mundo a fora. Israel deve e tem que se defender, ainda mais, de mais um maluco teocrático. Resumindo: democracia X teocracia.
    *OBS- Israel como país democrático deve ser muito rígido com os colonos, pois esses não diferem ideologicamente do Hamaz, Hezbollah e Ahjminedejah.

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  • 05/02/2009 - 08:05
    Enviado por: Jorge

    ou o mundo será justo para todos ou será um lugar infernal para todos. talvez a bomba do irã deixe israel menos arrogante e ajude na paz com os palestinos. talvez fanáticos de israel e irã levem a região para um confronto nuclear.

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  • 05/02/2009 - 08:12
    Enviado por: Intrigado

    Florentina,

    “Pelo histórico de cada parte, … Ambas não hesitariam em usá-las (bombas atomicas). … caso os ataques de Saddam à Tel Aviv fosse mais consistentes na época e causasse maior destruição, Israel utilizaria das armas.”

    Discordo. Pelo historico de Israel, a bomba atomica so’ seria usada na mais ultima instancia.

    Acredita-se que na Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel ja’ tinha capacidade de para um ataque nuclear. Na Guerra do Yom Kipur, em 1973, as forcas armadas arabes chegaram a avancar perigosamente nos primeiros dias, e os egipcios chegaram bem perto de Tel Aviv. Israel nao usou as bombas nucleares em nenhum desses episodios, muito mais graves para Israel do que os skud do Saddam.

    Quanto ao Iran, nao ha’ historico, a bomba iraniana seria uma novidade, assim como e’ novidade na historia recente do Iran um governo tao agressivo com Israel.

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  • 05/02/2009 - 08:12
    Enviado por: Elcio

    Uma necessária correção: Nagib, em 05/02/2009 @ 02:03, afirma que o Brasil lançou com sucesso o VLS-1 no final do ano passado, em S J dos Campos. Não lançou. Testou, com sucesso, em 20 de outubro, o novo propulsor do foguete. O lançamento, com carga útil, está previsto para entre 2012 e 2015. Tudo vai depender de quanto efetivamente o país alocará de recursos para fazer o VLS voar.

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  • 05/02/2009 - 08:35
    Enviado por: Intrigado

    Claudia,

    O presidente do Iran disse explicitamente que “nao ha’ homossexuais no Iran”. Nao ha’ discussao sobre a veracidade do comentario, ja’ que ele disse para a TV quando entrevistado na Columbia University, em Nova York. O que voce acha desse comentario?

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  • 05/02/2009 - 08:45
    Enviado por: Intrigado

    Nagib,

    “os israelenses podem optar por aceitar que o Irã veio pra ficar e é forte, que mais vale adotar um tom conciliador com eles”

    Quem deveria ouvir esse tipo de recado e’ justamente o sr. Ahmedinejad, que nao aceita Israel e adotou um tom provocativo contra Israel.

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  • 05/02/2009 - 09:30
    Enviado por: Intrigado

    Mauro Souza,

    A nao ser que a midia tenha retratado incorretamente o recente pleito iraquiano, as eleicoes ocorreram em relativa tranquilidade. Que eu saiba, a violencia tambem vem diminuindo significativamente no Iraque.

    Eu fui desde o inicio contra a invasao do Iraque pelos argumentos dados pelo governo Bush, ja’ que a equipe de experts da ONU em armamentos quimicos e biologicos no Iraque nao havia terminado seu trabalho de inspecao.

    No entanto, parece inegavel que o Iraque esta’ se tornando mais democratico e justo. Sob esse aspecto, os EUA podem estar atingindo seu objetivo no Iraque.

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  • 05/02/2009 - 09:55
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    o Irã tem que se preocupar é com o que vem de dentro.

    Ahmadinejah sabe que um perigo mais presente hoje são os grupos contrários a sua liderança. Alias, pelo visto, mais presente não, mas mesmo assim uma forte ameaça.

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  • 05/02/2009 - 09:58
    Enviado por: Intrigado

    Vi hoje pela Band News que as ultimas pesquisas indicam que o Likud ficaria hoje com 26 assentos, o Kadima com 23, e o Trabalhista… com 3!! E o Israel Beitenu com 19!!!!

    Pode confirmar, Gustavo? Se o resultado for mais ou menos esse mesmo, nao me lembro de um outro momento na historia israelense em que a direita estivesse tao fortalecida. Netaniahu sera’ duro com os palestinos. A sociedade israelense realmente endureceu. Esse foi o resultado da tao aclamada vitoria do Hamas.

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  • 05/02/2009 - 10:00
    Enviado por: Bruno

    Um míssel saido do Iran provavelmente seria interceptado no iraque ou mesmo em Israel pelos sistemas de anti-mísseis.
    E a resposta seria muito, mas muito ruim para Teeran… e para os palestinos também, pois abriria as portas para a guerra aberta e Israel aproveitaria pra acabar com todos os exércitos inimigos de uma vez só.

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  • 05/02/2009 - 10:01
    Enviado por: Rogério

    A cultura do martírio é só para a plebe, os líderes nunca vão para o sacrifício e aposto que não rasgam dinheiro. Que tenham suas bombas para se sentirem seguros, espero que não sejam loucos o suficiente para tentar algo contra Israel, senão será o fim de todos na região e quem sabe no mundo todo. Mas não precisamos temer nada a morte é certa, só não sabemos o momento, portanto vivamos o que nos resta com coragem e fazendo o melhor possível.

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  • 05/02/2009 - 10:12
    Enviado por: Maria Helena

    Mauro Souza:como você pode dizer que os EUA perderam a guerra do Iraque, Israel perdeu para o Hesbolah? Gostaria que vc. explicasse como funciona esta avaliação tão esquisita. Para mim e para a maioria, quando vc. invade um pais, toma a sua capital e fica lá o tempo que quiser, isso é vitória.

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  • 05/02/2009 - 10:21
    Enviado por: Bruno

    Não acho que Israel vai deixar o iran contruir sua bomba atômica, alguns ataques cirúrgicos, com o apoio do Obama ou não, e tudo isso fica parado por uns vinte anos, ainda mais com o petróleo a US40,00. Com vontade de estado e dinheiro, qualquer país pode fazer uma bomba, isso é tecnologia de 70 anos passados. Isso o Iran tinha, mas o petróleo agora não é mais o mesmo.
    Não acho também, que o Iran vai atacar Israel caso tenha seus reatores destruidos, o Iraque e o Afeganistão não mostram vitórias convencionais, mas mostram claramente troca de regime.

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  • 05/02/2009 - 10:37
    Enviado por: Cláudia

    Não acho que está com cara de assustado não, Democrata, mas também gostei das dicas da Yoko. Se dá para melhorar, sorte nossa.

    Intrigado
    Acho que o comentário reflete uma posição pessoal de Ahmadinejad. Por que a pergunta?

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  • 05/02/2009 - 10:45
    Enviado por: Fabio Nog

    Massaranduba

    Para um aprofundamento na questão da tecnologia iraniana de foguetes, sugiro a leitura de artigos técnicos e de fontes de boa credibilidade, como este abaixo, da Federation of American Scientists, entidade formada por alguns dos mais respeitados acadêmicos americanos:

    http://www.fas.org/programs/ssp/man/militarysumfolder/shahab-3.html

    Nesta matéria há um exaustivo exame técnico do missil Shahab-3, que tanto medo causa em Israel e nos demais países. E mostra também que este missíl não surgiu das pranchetas em branco dos técnicos iranianos, mas sim deriva de um missil norte-coreano o qual, por sua vez, deriva de um missil russo dos anos 80 (na época, a comunista Coréia do Norte tinha excelentes laços com a comunista União Soviética)

    A matéria é instrutiva, extensa, ilustrada com fotos e diagramas esquemáticos e inclui algumas constatações como o fornecimento de 12 motores de propulsão para mísseis balísticos de médio alcance pela Coréia do Norte ao Irã no início do ano 2000

    A Coréia do Norte, como todos sabemos, absorveu tudo o que pode de tecnologia militar russa até a debacle do império comunista

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  • 05/02/2009 - 10:53
    Enviado por: joao batista

    Aqueles que defendem que o irã deve possuir bomba atomica estão no minimo com a cabeça fraca, está mais que claro que o irã quer uma guerra, pelo amor de deus gente, parem com isso, se o irã financia atos terroristas, imaginem só o que ele quer com uma bomba atomica, muitos falam dos EUA, mas me digam quando os EUA invadiram um país democratico, só invadem paises com ditadores no poder, essa é a minha opinão.

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  • 05/02/2009 - 11:18
    Enviado por: Nagib

    Intrigado, uma coisa tmb me intriga, e pq será que Ahmedinejad disse isso ? À toa acho que não é. Vi uma entrevista dele e ele é muito inteligente, um raciocício rápido e conhecimento muito profundo sobre questões de outros Estados.
    Nós, seres comuns, podemos no máximo esmiuçar o Google, achar aqui ou ali umas informaçõezinhas, mas o que será que é sussurado nos círculos internos de cada País ? Para isso existem as agências de inteligência, os espiões, e quem sabe se Israel não tem algum plano secreto para o Irã também? Israel deveria agradecer por Ahmedinejad falar alto o que pensa, assim vcs não baixam a guarda e se previnem, mas e se Israel trama algo em silêncio?

    Élcio, obrigado pela correção.

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  • 05/02/2009 - 12:49
    Enviado por: David Vieira

    Prezado Gustavo,

    o seu Blog é excelente e o tenho lido com freqüência. Parabéns! Aproveitando a oportunidade do tema que você abordou no último ‘post’, sugiro que você aborde o processo de consecução de armas nucleares por Israel. Já vi, em um filme chamado “The Sum of All Fears”, que o material usado na fabricação de bombas atômicas israelenses foi fornecido pelos EUA. O filme, naturalmente, é um filme de ficcção, produzido pela indústria de cinema de Hollywood, mas penso que seria oportuno você abordar essa questão. A propósito, uma outra coisa que tenho curiosidade e está relacionada ao assunto, diz respeito a principal forma de produção de energia elétrica em Israel. Qual é a matriz energética do país? Você sabe informar?

    Saudações,

    David Vieira

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  • 05/02/2009 - 12:59
    Enviado por: Larissa

    Yoko,

    Adorei as dicas, você parece entender do assunto, mas vou dar a minha opnião também.

    Gustavo,

    Eu acho bem interessante essa foto do blog, passa um ”ar de despreocupado” com detalhes como roupa, cabelo, ou se ficou bonito ou não. Isso é um charme a mais e combina com o conteúdo do blog, com as viagens, afinal o tema é OM.
    Talvez num debate seja necessário mais cuidado com os detalhes, pelo contato com o público.

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  • 05/02/2009 - 13:11
    Enviado por: José FARHAT

    Kairuz e Sorales

    Enquanto as meninas cuidam do visual do Gustavo Chacra e eu acho que ele deve mesmo fazê-lo, para que fique à altura de seus escritos, vamos falar de algo que fica zonzando a minha cabeça, há muitos anos: tenho absoluta convicção de que o Irã tem, um arsenal atômico sim, adquirido das antigas repúblicas soviéticas que as herdaram da URSS. Como se lembram, cada país ficou com o armamento que estava em seu solo ou suas águas quando da dissolução da União Soviética. Tenho até a lembrança de que a CIA e o Mosad andavam atrás de umas tantas ogivas que ninguém sabe em mãos de quem foram parar.

    Outro aspecto que na minha opinião é indício é a calma do Irã, parecendo a calma de quem está seguro e, sublinhem bem, uma declaração tranqüila do Supremo Líder Sayyid Ali Hoseyni Khamenhai de que se o estado sionista ousar se aproximar do território iraniano vai se dar mal. Não tenho as palavras e parece que foram mais fortes ainda.

    A força do Irã, no entanto, está longe da posse de armas nucleares e, quem quiser saber onde está, é só ler o livro do ex-presidente do Irã, Sayyid Muhammad Khatami: Diálogo entre Civilizações – O Irã contemporâneo e o Ocidente (edição brasileira da Attar Editorial).

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  • 05/02/2009 - 13:20
    Enviado por: Cláudia

    Como já dizia o velho Newton tudo que vai, volta. Sendo assim, agora é minha vez de lhe fazer uma pergunta capciosa, Intrigado. Se é inegável que o Iraque se tornou mais democrátrico e justo, a troco do que aquela sapatada?
    Ah, mudando de assunto. Intrigado, você viu quem fez aniversário ontem? Comemorou?
    (sei que não é do tema, Gustavo, mas se você deixou passar o elogio tem que deixar passar esse aqui também).

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  • 05/02/2009 - 13:25
    Enviado por: Larissa

    Gustavo,

    Nenhum iraniano contra ou favor do governo, intelectual ou não admite a idéia estúpida de decidirem o destino do seu país, isso é um fato.
    Numa tentativa absurda de se impor algo sobre o Iran, os iranianos se uniriam até o fim, os EUA sabem disso.
    Os persas têm profundas ligações com as suas raízes , a relação de um povo com sua herança cultural é algo intocável, especialmente naquela região, em todas as camadas. O maior erro do Shah foi subestimar isso, tentou implantar uma ”ocidentalização” sobre o país, as pessoas se sentiram ameaçadas nas suas tradições, esse fator foi decisivo na sua queda. As famílias começaram a se assustar com a idéia de perderem as raízes, e foram às ruas.
    Com relação aos EUA vencerem a guerra, parece piada, houve um aumento no número de suicídios entre os soldados no Iraque e no Afeganistão, e na fronteira do Paquistão, o custo de tudo isso foi e continua sendo altíssimo, e o retorno, bom, o americano comum está aguardando o retorno…
    Sugiro dar uma olhada em como país ”agradeceu” a Bush pela ”vitória no Iraque”.
    E para quem fala em Iraque tranquilo, basta verificar o número de mortes em apenas um mês, e com o Paquistão, deve verificar o número de soldados paquistaneses e americanos mortos na fronteira.
    Bela Vitória de Pirro!!!

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  • 05/02/2009 - 13:42
    Enviado por: Alet

    “*OBS- Israel como país democrático deve ser muito rígido com os colonos, pois esses não diferem ideologicamente do Hamaz, Hezbollah e Ahjminedejah.” Por mais radicais que sejam os colonos israelenses, eles nao saem por ai se explodindo no meio de civis. Esta comparacao nao faz sentido.

    Na guerra de Yom Kippur os israelenses sentiram o perigo de perder uma guerra. A ameaca de perder esta guerra foi real, mas Israel nao fez uso da bomba atomica. Israel na verdade tem o poder nuclear realmente so por causa da sua seguranca. Acredito que ele usaria seu poder atomico em ultima instancia. Se nao tivesse mais nenhuma alternativa. O Iran deste louco, por outro lado tem outros motivos para obter a bomba. Mas voces realmente querem um instavel como este com poder nuclear? Vcs acham que eh so uma ameca para Israel e os EUA? Eh evidente que nao.

    05.02.09 @ 00:19 infelizmente a quem so veja Israel como o grande mal e esquece que o outro lado tambem tem suas culpas. Simpatizar com uma causa nao quer dizer que verdades que nao agradam devem ser omitidas. E em relacao aos palestinos muitas coisas sao deliberadamente ignoradas so para enfatizar como Israel eh mau.

    04.02.09 @ 22:59 Israel eh a unica verdadeira democracia no Oriente Medio. Ira tao democratico quanto a Venezuela de Chavez.

    04.02.09 @ 21:18 No Holocausto morreram 6 milhoes de judeus, e muitos outros milhoes: deficientes fisicos, ciganos, e todos que os nazistas nao consideravam arianos.
    Ahmadinejad que negar algo que esta mais do que documentado. Muito bem documendato. Os americanos documentaram tudo muito bem pois, sabiam que um dia apareceriam pessoas que – como esta acontecendo agora – tentariam negar o Holocausto.

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  • 05/02/2009 - 13:46
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Maria Helena

    Imagino que muitos aceitam o não cumprimento dos objetivos como uma derrota.

    Quando vc começa uma batalha para libertar um soldado ou para descobrir e pegar as armas de destruição em massa e não as cumpri seria uma derrota, mas com certeza não é uma vitória para o outro lado.

    Israel só conseguiu os corpos dos soldados com o Hezbollah através de uma negociação, que acarretou na libertação de centenas de prisioneiros, dentre eles de Samir Quntar.

    Em Gaza Israel não tirou o poder do Hamas, nem o enfraqueceu, nem libertou o soldado Gilad (não me lembro bem o nome inteiro).

    Os Estados Unidos não conseguiram achar as armas de destruição em massa, e com os seus soldados nesta terra, morrem muito mais iraquianos que nos tempos de Sadam.

    Se você contar quem venceu a guerra pela quantidade de crianças mortas, ai sim, Israel e Estados Unidos venceram todas.

    Acho que o que muitos querem dizer quando Israel e/ou EUA perderam as últimas “guerras” no Oriente Médio é referente a não atingir nenhum dos seus objetivos. Claro, Israel puniu o Líbano e Gaza por atitudes de alguns de seus, e os Estados Unidos tem maior controle sobre o petróleo daquela região, mas esses são objetivos que ficam sempre debaixo dos panos, mas que todo mundo vê.

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  • 05/02/2009 - 13:56
    Enviado por: Larissa

    Gustavo,

    Muitos defensores de Israel se mostraram neste blog bem preocupados com a situação no Iran, temem pela falta de responsabilidades do Iran com arsenal nuclear, e claro a possibilidade de Israel, ”tão indefeso” sofrer com isso.
    Questiono que moral Israel tem para criticar o Iran, quando diante do assassinato pelo exército israelense das três filhas adolescentes daquele médico palestino, há a declaração de que ”foi uma atitude razoável”.
    Felizmente, como já afirmei, os jornais no mundo mostram essa monstruosidade, e as pessoas podem analisar o verdadeiro perigo. Isso vale também na hora de se acusar o Iran.
    Gostaria de saber de Mr.Obama o que ele faria se ASSASSINASSEM as suas filhas.

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  • 05/02/2009 - 14:09
    Enviado por: Eduardo

    interessante é que com apenas um “pequena” bomba de 20MTon pode-se acabar com os EUA, e os iranianos sabem disso, fato que até a CIA já reportou.

    Uma explosão atomica na ionosfera, não mataria ninguém, porém o pulso eletromagnetico e a tensão elétrica dissipada na atmosfera, queimariam todos os circuitos elétricos do continente americano.

    Imaginem a nossa sociedade hoje, sem internet, computadores, celulares, automoveis…

    Toda cadeia de produção, distruibuicao de alimentos, medicamentos, transporte, serima paralisados!

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  • 05/02/2009 - 14:19
    Enviado por: Mauro Souza

    Intrigado,
    O Iraque estava se tornando democrático e justo antes de ser levado à guerra contra o Irã.
    Apresentava um aumento considerável de estudantes universitários, conquistas para os direitos da mulheres etc.
    O motivo da guerra foi a revolução iraniana que precisava ser ‘esmagada’. Então chamaram o, à época ‘bom rapaz’, Saddam Husseim para fazer o trabalho.
    O resultado foi o retrocesso de todas as conquistas civis no Iraque, empobrecimento, destruição, enfim.

    Há uma entrevista do Robert Fisk no Roda-viva, que pode ser lida no link abaixo, que retrata bem essas questões da diminuição da violência, derrota dos EUA… vale a pena ler/assistir

    http://www.rodaviva.fapesp.br/materia_busca/336/robert%20fisk/entrevistados/lawrence_wright_e_robert_fisk_2007.htm

    Com relação à mídia, parece que hoje é controlada por sete empresas monopolistas, a CNN apoiou abertamente a invasão do Iraque, por exemplo. O Washington Post foi alvo de protesto recentemente devido sua ‘imparcialidade’ na operação Israelense em Gaza.

    Veja que engraçado, nós lemos coisas do tipo: “o ditador egípcio”, “o ditador cubano”, “o ditador venezuelano”, e… “o REI saudita…”. Na imprensa estadunidense é tabu questionar os direitos civis na Arábia Saudita, especialmente os das mulheres. Está aí um bom país para se implantar a tal democracia.

    Os EUA não precisavam da ONU para saber o tipo de armamento que o Iraque possuía, aquela inspeção foi pura encenação, eles sabiam até a cor da cueca que o Saddam usava quando resolveram invadir. A palavra chave é PETRÓLEO.

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  • 05/02/2009 - 14:44
    Enviado por: Branfer

    Francisco Ernesto Guerra
    04/2 – 21,52 h

    O “foco” deste Blog é sobre o desenvolvimento da situação do Oriente Médio, com seus protagonistas (Israel, Palestina, Síria, Irã, etc.).
    Embora a análise seja mais político-militar, cabe a citação das Escrituras, pois elas citam, textualmente, um CONFRONTO entre Israel e um grupo de nações que incluiria a antiga Pérsia (ou o atual Irã), conforme Ezequiel 38 e 39.
    Mas quem disse que tais nomes citados na Bíblia se aplicam aos países modernos de Israel e do Irã?
    Existem várias interpretações a respeito.
    Uma delas diz que tais textos NÃO teriam nada a ver com o Estado de Israel (nem com o do Irã).
    Como “foge” um pouco do “foco” deste Blog, SE quiser vê-la e analisá-la melhor, coloque o Título “Israel será atacado?” num órgão de Busca, tipo Yahoo ou Google.
    Poderá se surpreender com o seu conteúdo.
    Abraços!

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  • 05/02/2009 - 14:55
    Enviado por: Mauro Souza

    Maria Helena,

    a derrota da IDF no Líbano já foi discutida em posts anteriores. O efeito colateral foi o fortalecimento da direita em Israel.

    Os combatentes do Hezbollah estavam muito bem treinados e usaram táticas de guerrilha, além dos armamentos leves anti-tanque.

    O fato de Israel ter destruído aeroportos, bairros xiitas e ter matado mais civis que soldados, não lhe confere a vitória.

    Agora em Gaza a IDF venceu de quem? Sem inimigo fica mais fácil.

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  • 05/02/2009 - 15:05
    Enviado por: Ali Abdulhamid

    Mauro Souza

    Concordo com o que vc diz Mauro.

    A Arábia Saudita hoje possui muito mais perseguição a mulher e a homossexuais do que o Irã.

    Se é para se preocurpar com a política interna de cada país poderiam começar pela Arábia Saudita, Marrocos, Omã, etc… Este sim poderia ser considerado o verdadeiro “Eixo do Mal”… Na Síria e no Líbano há homens bem menos machistas do que em diversas regiões do Brasil.

    Se futuramente tivesse que mandar uma filha minha para algum intercâmbio, ficaria muito mais seguro em mandá-la para o Irã do que para a Arábia Saudita

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  • 05/02/2009 - 15:37
    Enviado por: josé antero

    Escreve-se que durante os primeiros dias da Guerra de 1973, Golda Meir ameaçou jogar uma bomba atômica no Cairo e outra em Damasco, mas foi dissuadida pelos EUA que,em troca, enviaram grande quantidade de armamentos à Israel, o que permitiu a reviravolta na guerra até o cessar-fogo.
    São comentários, que são difíceis de serem comprovados, mas fica o registro

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  • 05/02/2009 - 15:52
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Po Gustavo,
    voc enao tem senso de humor?

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  • 05/02/2009 - 16:07
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Fabio Nog,
    Se voce ler no proprio website que voce recomendou veras’ que as informacoe sla’ nao contrazidem o meu post.
    E sua “aula” sob aretefatos nucleares pode ser download em qualquer website primario.
    Boa tentativa.

    Gustavo, tem que parar com esses boatos de gente pseudo-expert!
    Isso aqui ta’ virando uma novela.
    Tem o bandido mau e o resto e’ tudo bonzinho.

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  • 05/02/2009 - 16:28
    Enviado por: Alet

    Eh bem mais barato comprar petroleo do que desencadear uma guerra que dura a mais 8 anos, ja custou bilhoes de dolares e matou mais de 3mil americanos.

    05.02.09 @ 13:56 eles devem ter seus motivos para dizer isso. Qdo Israel nao reconheceu o ataque na escola da ONU, vc se indignou e nao perdeu tempo em acusa-lo. Agora um mes depois a ONU nega este ataque, pois eh… Vc nao perde uma oportunidade para acusar Israel(e o que as filhas do Obama tem a ver com isso?)
    Voce sabe muito bem qual a aspiracao de Ahmajedain. Nem tudo que Israel faz eh certo, mas concordar que um louco como Ahmajedain possa ter uma bomba nuclear eh irresponsavel. . Entendo quanto vc sente pela causa palestina mas isso nao deveria te impedir de ver as coisas como elas sao em relacao Ahmajedain. Israel tem todo o direito de critcar o Ira. Nao eh Israel que declara a destruicao do Ira mas vice-versa.

    05.02.09 @ 13:46 por que sera que vc nunca manciona as criancas e adolescents isralenses que foram assassinadas pelos terroristas do Hamas?

    05.02.09 @ 14:19 democratico? Mas o Sadam Hussein estava no poder na epoca, nao??

    Repito: a unica democracia no Oriente Medio eh Israel.

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  • 05/02/2009 - 16:38
    Enviado por: Larissa

    Mauro Souza,

    Quero agradecer por essa dica da entrevista no Roda Viva, muito interessante, eu não conhecia.
    Vale a pena ler.

    Essas palavras do Fisk, dizem muito…

    Não defendo os palestinos, nem o mundo muçulmano, tenho muitas críticas e eu as escrevo sobre esses assuntos, mas temos de… É um clichê antigo: devemos dar nomes aos bois e não mudar constantemente nem dessemantizar conflitos para que nós, jornalistas, não sejamos atacados. O grande medo de jornalistas dos Estados Unidos que cobrem a disputa árabe-israelense – sejamos francos – é que, se criticarem Israel, serão acusados de anti-semitismo, o que é uma calúnia que nunca deve ser usada. É ultrajante. Existem anti-semitas de verdade, sou totalmente contra eles e todos deveriam sê-lo. Mas usar essa calúnia para tentar calar jornalistas na cobertura o Oriente Médio é um ultraje.

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  • 05/02/2009 - 16:54
    Enviado por: Intrigado

    Mauro Souza,

    Permita-me continuar achando que o Iraque hoje parece estar se tornando mais democratico e justo do que nos anos anteriores ‘a invasao americana. Se houve alguma onda de violencia ou alguma fraude significativa no pleito iraquiano, a midia realmente escondeu muito bem. Se alguem tem evidencias do contrario, estou interessado em saber.

    De forma alguma acredito que a aparente queda da violencia no Iraque seja alguma justificativa para a invasao. Ao contrario, a invasao provocou por alguns anos a explosao de conflitos antes controlados pelo regime de Saddam Hussein com armas quimicas e mao-de-ferro. No entanto, me parece que, felizmente, as previsoes mais pessimistas de uma guerra civil de longo prazo iria se disseminar pelo Iraque e contaminar o oriente medio nao irao se confirmar. Mesmo que a manutancao de sua influencia no petroleo da regiao possa ter sido a razao principal da invasao, ou mesmo que o time do Bush 43 quisesse terminar o trabalho iniciado durante o tempo do bush 41, ou seja la’ qual tenha sido a razao principal, o fato e’ que a aparente tranquilidade reinante no Iraque durante as eleicoes e’ bastante animador, e pode abrir a possibilidade de que o Obama remova pelo menos a maior parte das tropas americanas rapidamente.

    Quanto ‘as empresas de comunicacao, se sete dominam o mercado elas nao podem ser monopolistas. Acredito que elas sejam septopolistas. O fato de que a CNN apoiou a invasao do Iraque nao quer dizer que queiram esconder os problemas da ocupacao militar do Iraque. Muito pelo contrario, a imprensa acabou percebendo o erro do governo e se voltou contra o Bush. De qualquer forma, se eu estou errado a respeito da relativa paz durante as eleicoes, me desmintam, pois so’ tenho lido e visto sobre o Iraque atraves da imprensa tradicional.

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  • 05/02/2009 - 17:05
    Enviado por: alexandre/SP

    Viva o Murad, Viva o Brasil.
    Só está faltando mais brasileiros,alguns até frequentadores aqui, valorizarem mais o seu país.
    E o Mauro Souza mais uma vez mandou bem, leiam com atenção o que ele diz.

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  • 05/02/2009 - 17:22
    Enviado por: alexandre/SP

    Belo comentário do sr Ali.
    Acrescento que para potências militares, a morte de crianças e inocntes, em geral é uma consequência razoável. Quando são de outra nacionalidade ,que não a delas.
    E é um padrão nas guerras atuais, desde a Segunda Grande Guerra.
    E assim se contam as vitórias.

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  • 05/02/2009 - 17:50
    Enviado por: gustavochacra

    A partir de agora, comentários no próximo post

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