Os Estados Unidos podem ser colocados contra a parede na Conferência para a revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) que se inicia nesta semana em Nova York. Os países árabes, aliados à Turquia e ao Irã, devem propor um Oriente Médio livre de armas nucleares, se comprometendo inclusive a assinar um adendo ao pacto internacional ou realizar uma conferência sobre o tema no ano que vem.
A iniciativa visa atingir diretamente Israel e forçar os EUA a se posicionarem no Oriente Médio. Na avaliação destes países que, com a exceção do Irã e da Síria, mantêm relações amistosas com Washington, caso os americanos realmente estejam interessados na paz na região, deveriam apoiar o fim das armas nucleares na região, defendendo o desarmamento israelense. Se forem contra, serão acusados de terem dois pesos e duas medidas.
Documento Oficial – A pressão começou antes da cúpula nuclear convocada pelo presidente Barack Obama, no mês passado. Os presidentes do Egito, Hosni Mubarak, e o premiê Turco, Recep Tayyip Erdogan, ameaçaram levantar a questão das armas israelenses no encontro. Para evitar um mal estar, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, cancelou a sua viagem para a capital americana.
Dias depois, o Egito, que possui acordo de paz com Israel, apresentou um documento oficial na ONU afirmando que “o ponto central da conferência deve ser o início de negociações, com a participação de todos os países do Oriente Médio, de um tratado efetivo para o estabelecimento de uma zona livre de armas nucleares no Oriente Médio”.
Irã - Em uma conferência nuclear paralela em Teerã, em abril, o presidente Mahmoud Ahmadinejad também defendeu o plano. “O regime sionista [termo usado por ele para se referir a Israel], com mais de 200 ogivas nucleares, provocou uma série de guerras na região e é apoiado integralmente por Washington e seus aliados. Enquanto isso, outros países são impedidos de utilizar energia nuclear para fins pacíficos”, disse o presidente do Irã, país que é acusado pelos EUA de estar desenvolvendo ilegalmente um programa nuclear – o regime de Teerã nega. O líder sírio, Bashar al Assad, já disse a diversos interlocutores que estaria aberto a qualquer forma de inspeção dentro de seu território caso Israel abdicasse das armas nucleares.
Até mesmo o Brasil - Além da Turquia, do Irã e dos árabes, outros países também defendem uma posição similar, inclusive o Brasil. Em recente visita a Nova York e posteriormente em Washington, o chanceler Celso Amorim disse ser a favor de que o Oriente Médio se transforme em uma zona livre de armamentos nucleares, assim como a América Latina. Oficialmente, os israelenses não confirmam e tampouco negam possuírem armas atômicas, apesar de analistas militares e governos de quase todo o mundo afirmarem que este arsenal existe.
Diferentemente do Irã, Israel não está sujeito a inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a sanções do Conselho de Segurança por não ser signatário do TNP – o Paquistão e a Índia estão na mesma situação. Os iranianos assinaram o pacto por vontade própria. Mesmo se saíssem agora do tratado, poderiam sofrer punições por desrespeitar o acordo durante o período em que eram membros.
Sem ameaças - Os governos dos Estados Unidos, desde os anos 1970, evitam tocar neste tema, já que Israel é um dos maiores aliados americanos no mundo, recebendo uma ajuda militar anual de US$ 3 bilhões. A posição da administração de Barack Obama deve ser a de apoiar um Oriente Médio livre de armas nucleares, mas que um pacto deve ser definido apenas depois um amplo acordo de paz na região, segundo afirmou a subsecretária Estado para controle de Armas Ellen Tauscher. “Até haver um processo de paz avançando, será difícil discutir debater sobre uma conferência [em 2011] sobre as armas de destruição em massa”, disse. Além disso, os americanos lembram que Israel, apesar de envolvido em algumas guerras desde ter supostamente adquirido as armas, nunca as usou.
O ex-embaixador Thomas Pickering, considerado um dos maiores especialistas em questões nucleares nos EUA e que já representou país em Israel, afirmou recentemente para a BBC “que os israelenses têm especificamente e cuidadosamente mantido a sua ambigüidade [sobre as armas nucleares]. Se eles assinassem o TNP, teriam que abdicar destas armas, se é que realmente elas existem. Mas não acho que esta seja uma possibilidade real. Caso os israelenses tenham as armas nucleares, certamente eles não ameaçaram ninguém. Além disso, eles já disseram ser a favor de um Oriente Médio livre de armas nucleares assim que resolverem seus problemas com o mundo árabe”.
Dica – Assistam à entrevista da documentarista Julia Bacha sobre a resistência pacífica palestina no Manhattan Connection. Ela falou com o blog há duas semanas
Obs. Por favor, sigam enviando os seus blogs
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
Leia os blogs dos correspondentes internacionais do Estadão –
Ariel Palacios (Buenos Aires) – http://blogs.estadao.com.br/ariel-palaci… –
Patricia Campos Mello (Washington) – http://blogs.estadao.com.br/patricia-cam… –
Claudia Trevisan (Pequim) – http://blogs.estadao.com.br/claudia-trev… –
e Adriana Carranca (pelo mundo) – http://blogs.estadao.com.br/adriana-carr… –
Dois países que já atacaram Israel (Iraque em 1991, e Síria, em 1967 e 1973) já tentaram obter armas nucleares, e atualmente, o Irã, cujo presidente declara abertamente que Israel deve ser varrido do mapa, movimenta-se de forma no mínimo suspeita em relação a tecnologia nuclear. Logo, seria ingenuidade imaginar que Israel vá assinar qualquer tratado neste sentido ou que abrirá mão deste poder. Insistir nesta tese não pode ser entendido como forma séria de diplomacia.
Concordo plenamente.
responder este comentário denunciar abusoIsrael já atacou Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque. Qual o significado de escrever que Síria e Iraque já atacaram Israel!!!
responder este comentário denunciar abusoO claro propósito de Israel é tomar a sí toda a antiga Palestina. Para isto, sistemáticamente tem criado colônias nesta região. Somente haverá paz, quando isto ocorrer e não houver mais palestinos naquele território. Como não podem matar os palestinos habitantes da região, pois seria um genocídio, vão tornando para este povo a vida alí, insustentável, cortando água, fontes de trabalho, recursos do exterior, etc. Isto tudo, claro com apoio incondicional dos Estados Unidos, onde o lobby judeu é fortíssimo.
Julio, discordo. Atualmente, a maioria absoluta dos israelenses não pretende ter toda a Palestina histórica. Há divergências sobre as fronteiras na Csjordânia e Jerusalém Oriental. Mas são raros os que defendem que Israel ocupe todo o território. O lobby judaico se divide em dois nos EUA. Existe o conservador (mas não radical) da AIPAC. E o liberal, da J-Street e outras organizações
responder este comentário denunciar abusoChara, concordo plenamente e faço um pequeno adendo, o que os EUA querem é o mais babaca possível da politica do eu posso e você não. Portanto quando todos estes paises tiverem suas bombinhas atômicas ai a conversa será outra, pois o desarmamamento terá que ser para todos e não para alguns.
responder este comentário denunciar abusoSr. Julio, ao dizer que “como não podem matar…” o Sr. deixa nas entrelinhas a sua sensação de que os Israelenses matariam, se pudessem, o que demonstra o seu desconhecimento histórico e factual. Israel defende unicamente o seu direito de existir, e já deu sucessivas provas de que território não é o problema, mas sim a segurança.
responder este comentário denunciar abusoSenhor NELSON NISENBAUM, acredito que o Senhor que não noção alguma dos fatos atuais que englobam Israelitas Sionistas na questão palestina, pois existem diversos esforços (matar quando possível) para a existência infundada de Israel sobre um motivo unicamente RELIGIOSO. Abaixo segue alguns links de “Fatos” atuais sobre a questão palestina diante dos inocentes olhos Israelita. Se possível olhe e reflita antes de responder qualquer bobagem:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/mulheres+israelenses+reconhecem+maustratos+a+palestinos+em+servico+militar/n1237592279009.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090319_israel_soldados_gaza_rc.shtml
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100201_israelfosforo_gf.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u537906.shtml
Poderia postar dezenas de “Fatos” atuais, essa é só a ponta do iceberg, se puder aguardo uma tréplica séria sua.
responder este comentário denunciar abusoPÉROLAS DA CARTA ORGÃNICA DO HAMAS PARA APRECIAÇÃO
Artículo 6) El Movimiento de Resistencia Islámica es un distinguido movimiento palestino, que entrega su lealtad a Alá, y cuyo modo de vida es el islam. Lucha por alzar el estandarte de Alá sobre cada pulgada de Palestina, pues bajo la protección del islam los seguidores de todas las religiones pueden coexistir con toda seguridad en lo que se refiere a sus vidas, posesiones y derechos. En ausencia del islam abunda la discordia, se extiende la opresión, prevalece el mal y estallan cismas y guerras.
el Movimiento de Resistencia Islámica aspira a la realización de la promesa de Alá, en tanto tiempo como haga falta. El Profeta, que Alá le bendiga y le dé la salvación, ha dicho: “El Día del Juicio no llegará hasta que los musulmanes combatan contra los judíos (matando a los judíos), cuando el judío se esconderá detrás de piedras y árboles. Las piedras y los árboles dirán: Oh musulmanes, oh Abdulla, hay un judío detrás de mí, ven a matarlo. Sólo el árbol gharkad (evidentemente cierta clase de árbol) no lo hará, porque es uno de los árboles de los judíos”. (Narrado por al-Bukhari y Moslem)
Artículo 12) El nacionalismo, desde el punto de vista del Movimiento de Resistencia Islámica, forma parte del credo religioso. Nada es más significativo o más profundo en el nacionalismo que en el caso de que un enemigo pise tierra musulmana. Resistir al enemigo y eliminarlo pasa a ser el deber individual de todo musulmán, hombre o mujer.
Artículo 13) Las iniciativas, y las llamadas soluciones pacíficas y conferencias internacionales, están en contradicción con los principios del Movimiento de Resistencia Islámica. El insulto a cualquier parte de Palestina es insulto dirigido contra una parte de la religión.
No hay solución para la cuestión palestina si no es a través de la Yihad. Las iniciativas, las propuestas y las conferencias internacionales son todas una pérdida de tiempo y empresas vanas.
Es imperativo instilar en las mentes de las generaciones musulmanas que el problema palestino es un problema religioso, y que hay que acometerlo sobre esa base. (E TEM GENTE DIZENDO PRA NÃO METER RELIGIÃO NO MEIO. DIGAM ISSO AO HAMAS)
Los pueblos islámicos deben cumplir su cometido enfrentándose a las conspiraciones de estos saboteadores. El día en que el islam controle la dirección de los asuntos de la vida, estas organizaciones, hostiles a la humanidad y al islam, serán aniquiladas.
Bajo la protección del islam es posible que los seguidores de las tres religiones –islam, cristianismo y judaísmo– coexistan en paz y tranquilidad unos con otros. La paz y la tranquilidad no serían posibles de otro modo que bajo la protección del islam. (SERÁ QUE O ISLÃ QUER GOVERNAR O MUNDO??? OU É IMPRESSÃO MINHA?)
Abandonar el círculo de la lucha con el sionismo es alta traición, y maldito sea el que lo haga. “Pues quien ese día les vuelva la espalda, a menos que se desvíe para combatir o se retire a otra tropa de los fieles, incurrirá en la indignación de Alá, y su morada será el infierno; mal viaje será ir allí.” (C 8:16). (OLHA A RELIGIÃO AÍ DE NOVO.)
El Movimiento de Resistencia Islámica se considera la punta de lanza del círculo de lucha contra el sionismo mundial y un paso en el camino. (O QUE SIGNIFICA CONTRA O SIONISMO MUNDIAL – SERÁ QUE É ALGO QUE TEM A VER COM O MUNDO TODO?)
Artículo 33) El Movimiento de Resistencia Islámica, estando basado en las ideas comunes, coordinadas e interdependientes de las leyes del universo, y fluyendo con la corriente del destino en cuanto a hacer frente y combatir a los enemigos en defensa de los musulmanes y de la civilización islámica y los lugares santos, el primero de los cuales es la Mezquita al-Aqsa, insta a los pueblos árabes e islámicos, a sus gobiernos, a las agrupaciones populares y oficiales, a temer a Alá en lo que concierne a su visión del Movimiento de Resistencia Islámica y sus tratos con él. Deben respaldarlo y apoyarlo, como Alá quiere que hagan, facilitándole más y más fondos hasta que se cumpla el propósito de Alá, cuando se cierren las filas, combatientes se unan a combatientes y en todo el mundo islámico las masas den un paso al frente en respuesta a la llamada del deber, proclamando en alta voz: Gloria a la Yihad. Su grito llegará a los cielos y seguirá resonando hasta que la liberación se logre, los invasores sean vencidos y se realice la victoria de Alá.
“Y Alá auxiliará, ciertamente, al que esté de su lado; porque Alá es fuerte y poderoso.” (C 22:40) ( OLHA A RELIGIÃO AÍ DE NOVO)
Seréis vencidos y arrojados juntos al infierno; un mal lecho será.” (C 3:12)
Esa es la única manera de liberar a Palestina. No cabe ninguna duda acerca del testimonio de la historia. Es una de las leyes del universo y una de las reglas de la existencia. Nada sino el hierro puede vencer al hierro. Su credo falso y vano sólo puede ser derrotado por el recto credo islámico. A un credo sólo se le combate con un credo, y al final la victoria es para los justos, porque la justicia es ciertamente victoriosa.
“Nuestra palabra ha sido ya dada anteriormente a nuestros siervos los enviados; que ciertamente serían auxiliados contra los infieles, y que nuestros ejércitos serán sin duda los conquistadores.” (C 37:171-173)
El Movimiento de Resistencia Islámica adopta el islam como modo de vida. El islam es su credo y religión. Quienquiera que tome el islam como modo de vida, ya sea una organización, una agrupación, un país o cualquier otra colectividad, el Movimiento de Resistencia Islámica se considera su tropa y nada más.
responder este comentário denunciar abusoSenhor NASSER, acredito que o Senhor é que não noção alguma dos fatos atuais que englobam os sionistas e a questão palestina. Primeiro, seus principais fundadores não eram religiosos, mas judeus ateus socialistas. Portanto, esse seu argumento de que o motivo é unicamente religioso cai por água abaixo e trata-se de uma mentira muito fácil de desmentir. Quanto aos fatos que citou, são excessos lamentáveis do exército de Israel CONDENADOS PELA OPINIÃO PÚBLICA ISRAELENSE. Por mais que se tente evitar, a guerra é um prato cheio para pessoas más. E essas existem em qualquer etnia, religião ou grupo humano. O que importa é que essas pessoas são combatidas dentro do exército israelense. Prova disso é que o exército entrou em Gaza, um lugar altamente populoso e, mesmo acabando com boa parte da estrutura do Hamas, o número de baixas foi um pouco mais de mil. O que é uma catástrofe em perdas humanas (uma vida já seria), mas mostra um claro cuidado com a população. Se possível, olhe, reflita e estude História antes de responder qualquer bobagem.
responder este comentário denunciar abuso.
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Entreouvindo em Jerusalém
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- Nós israelenses temos de manter a nossa ambiguidade sobre as armas nucleares.
- De qual maneira?
- Assim como nos negócios: com sagacidade e honestidade.
- E o que isso quer dizer?
- Honestidade para cumprir a sua palavra sempre…
- E sagacidade?
- Que nunca devemos prometer nada, né?
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uHAuhAUhuHAUhUHAuhuhaUHHuhUHAuhauh*
ps.: desculpe pela informalidade na risada, mas o post foi muito ‘sagaz’ e oportuno!
responder este comentário denunciar abusoGlúon,
Como sempre: PERFEITO
Forte Abraço;
GRV
Bingoooooo. Agora quero ver quão original e honesta, são as proposta de desarmamento e não ploriferação das armas atômicas!!
Quais as diferenças entre o Chico e Francisco?
Não há como exigir ou impor sanções ao Irã enquanto os Israel, USA e outros possui armas nucleares. Querer impor sanções ao Irã e ter 2 pessos 2 medias. Não adianta falar que o Ahmadinejad é louco ou o Irã não é democracia, isso ou aquilo, blablabla. Já vimos que aqueles que se acham “moralmente superior” USA, Israel são capazes de fazer muitas atrocidades. Veja o massacre feito em Gaza por Israel aquilo foi Terrorismo puro.
O massacre realizado na Faixa de Gaza tem um culpado: O HAMAS, E SOMENTE O HAMAS. Ou estou errado? Mostre-me quando Israel atacou a Palestina sem motivo outro que não fosse para se defender?
E mais: por que os extremistas do Hamas em sua maioria seguem vivos? Porque usam mulheres e crianças (população civil) como escudos humanos. O Hamas incita a violência, trava qualquer tipo de negociação entre israelenses e palestinos, atrai a matança aos palestinos. Eles encurralaram os palestinos, porque o Irã assim o quer. A meta é a propaganda de Goebbels – uma mentira dita tantas vezes, torna-se uma verdade.
Essa é a arma que os inimigos de Israel estão usando. Mas dessa vez Israel está bem atento, e seus inimigos não vão ter as coisas tão fáceis assim. Israel está supra preparado para isso. SEUS INIMIGOS NÃO TRIUNFARÃO.
responder este comentário denunciar abusohdsauhduashudhas
Hamas? sempre o Hamas?
É isso que irão falar para sempre?
Sempre ouço Hamas.. Sempre ouço a Falange.. sempre ouço que deir yassin nunca existiu…
meu deus… que que há gente? Se não assumirmos pelo menos a culpa de cada um não iremos ter paz nenhuma…
responder este comentário denunciar abusoSr. Júnior Mocelin, me espanta a sua total “Inocência” ao dizer que o HAMAS é culpado diversos delitos durante a “Incursão” (massacre realizado por aquele que tem mais força/dinheiro):
– Morte 1.441 crianças palestinas num total de 6.348 pessoas
– 39.019 Pessoas feridas
– Gastar $7.000.000 (7 milhões) de dólares por dia na
Realmente é detestável a sua visão. Falta-lhe mesmo, muita consciência humana nesses assuntos.
É duro ter que ler meses a fio comentários como o do Sr. Mocelin.
como escreve o Ali, só rindo mesmo…
Então ria, meu amigo, mas ri melhor quem ri por último. Abraços.
responder este comentário denunciar abusoÉ impressionante como o Sr. Júnior Mocelin trata esse assunto com um jogo de tabuleiro. Lamentável
responder este comentário denunciar abusoDeve ser porque o mundinho dele deve ser do tamanho de um tabuleiro…
responder este comentário denunciar abusoNão adianta Países que tem armas nucleares impor aos que não tem essas regras,seria melhor se nenhum tivesse.
Entendo, Gustavo, que não pode haver bom relacionamento entre as nações se algumas são tratadas como supranações, supra-Estados, que tudo podem – mesmo barbaridades -, e infranações, obrigadas a tudo e mais alguma coisa. As nações devem ser tratadas como iguais, pelo menos juridicamente. Está claro que o Estado de Israel – manifestamente armado com bombas atômicas segundo uma pessoa obrigatoriamente bem informada, o ex-presidente Jimmy Carter -, goza de status de supra-Estado, confiando apenas na proteção dos Estados Unidos. Esse status de supra-Estado possibilita a Israel o luxo de viver de costas para o Oriente Médio, em vez de integrar-se à região, às nações daquele contexto, como deveria. É possível que segmentos da população israelense apreciariam essa integração. Esse status de supra-Estado, de Israel, também estimula o radicalismo religioso e político, tanto interno, como da parte do Islamismo. Quem sabe, estejamos na direção de um Israel que passe a se preocupar em integrar-se ao Oriente Médio, a investir e a receber investimentos dos países da região, e disposto a interagir numa situação nova e melhor. Um dos benefícios dessa mudança de atitude seria à Democracia numa região marcada por governos autoritários, personalistas, transmitidos de pai para filho, como é o caso da Síria. Por isso, apoio a ação diplomática do Itamaraty no Oriente Médio, no sentido de manter relacionamento equânime com todas as nações, o que não me obriga, no entanto, a apoiar o Governo Lula como um todo.
José Carlos, boa análise. Concordo que, para Israel, o ideal seria se integrar aos vizinhos. Mas estes também precisam evoluir. O Egito pode ser o próximo a oficializar a transmissão do poder de forma hereditária
responder este comentário denunciar abusoO que é um supra-Estado José Carlos? Supra significa estar acima, não faz sentido dizer que um país está acima do Estado, afinal qual seria este Estado, o próprio? Idem supra-nações.
Se Israel vivesse de costas para o Oriente Médio, já teria sido apunhalado há muito tempo. Como integrar-se à uma região em que alguns querem destrui-lo e outros o consideram ilegal?
IMENSOS segmentos da população israelense apreciariam essa integração, assim como apreciariam ganhar no loteria.
Israel se preocupa em integrar-se ao Oriente Médio, mas para que isto seja possível, é preciso que continue existindo.
Sr. José Carlos, Israel só não está integrado ao OM por que desde a sua fundação vem sendo atacado. Egito e Jordânia fizeram acordos de paz e estão em paz. E os outros? O que não falta a Israel é a vocação cosmopolita, comercial e democrática, o que não ocorre com outros países da região, dominados por castas
responder este comentário denunciar abusoMarioS,
Você levanta uma questão interessante “Como integrar-se à uma região em que alguns querem destrui-lo e outros o consideram ilegal?” Escreve isso com uma ingenuidade interessante. A ideia inicial dos judeus ao formarem Israel não era de integração regional, mas de um território exclusivo para o povo judeu, sem árabes. Nunca fez sentido para Israel uma integração à região, trata-se de uma nação que apresenta traços culturais, língua extremamente diferente do restante da região, impostos à força.
Entretanto, apesar disso, há a possibilidade não de integração, mas de paz na região, à medida que se resolvam as questões de sempre (Palestina), resolvido isso, a integração pode ou não a ocorrer. A União Européia procurou a integração após alguns séculos da criação dos estados nacionais. Não é um processo rápido.
“A ideia inicial dos judeus ao formarem Israel não era de integração regional, mas de um território exclusivo para o povo judeu, sem árabes”
Seria por isso Hazem que não existem árabes em Israel? Pena que a sua “tese” seja desmentida pela realidade, não é?
“Entretanto, apesar disso, há a possibilidade não de integração, mas de paz na região”
Não fui eu que preguei a integração, muito pelo contrário, estou de pleno acordo com voce, ela é impossível a curto e médio prazo.
Quanto à paz, também estamos de acordo, ela é mais provável.
MarioS,
Minha “tese” não foi desmentida pela história. A história diz que durante a criação de Israel, uma das teses defendidas pelo pai do estado israelense, Ben Gurion, era que quanto mais árabes foras das terras israelenses, melhor, isso foi implementado parcialmente, mas não completamente, pois para isso seria necessário o extermínio dos árabes, o que não foi feito, graças a Deus. Portanto, existiam árabes em Israel, existem e existirão, infelizmente (do ponto de vista dos criadores de Israel) não foi possível a saída de árabes de Israel, o que se reflete ainda hoje com a não integração total, diferença de direitos (presidente ou primeiro ministro árabe!!!).
Hazem, não sei disso do Ben Gurion. Mas sei que a Golda Meir fez um pedido público para que os árabes não deixassem a terra. 1,5 milhão de árabes num país com 7,5 milhões de habitantes é bastante significativo. Mais do que significativo, prova acima de qualquer dúvida que os árabes não foram expulsos em massa e indiscriminadamente.
responder este comentário denunciar abusoAgora sim a conversa tomou um rumo certo. Se realmente Israel esteja querendo a paz não haverá motivo para não ser assinado o tratado.
Finalmente os países árabes conseguiram parar e pensar em uma alternativa real: TODOS devem assinar o tratado de paz e não se fala mais nisso.
Infelizmente na minha modesta opinião acredito que Israel não irá abrir mão de seu poderio nuclear alegando falta de segurança na região.
Vamos ver se o governo israelense deseja tanto a paz como dizem…
Jeferson, Israel, com uma certa dose de razão, não confia em alguns de seus vizinhos. Certamente, não irá se desarmar
responder este comentário denunciar abusoAs armas nucleares são para defender Israel. Papéis assinados não valem nada quando paises querem destruir os outros. Quando os árabes e ou muçulmanos deixarem suas armas o mundo terá paz, se Israel fizer isso deixará de existir.
responder este comentário denunciar abusoIsrael jamais deverá se desarmar. Se fizer isso, está morto. Seus inimigos sabem disso. Estão tentando dar um golpe, mas não terão êxito nunca. O que o povo judeu passou nesses últimos séculos (para não dizer milênios) é mais que o suficiente para que fiquem completamente na defensiva.
O que me assusta é pessoas como Ahmadinejad exporem publicamente seu intento de apagar Israel do mapa, e a comunidade internacional não tomar medidas mais duras contra isso. Sem dúvida que esse monstro lembra muito a Hitler. Não sou judeu, porém, vejo que mais uma vez o mundo se cala perante o que futuramente poderá ser outro Holocausto. Enquanto isso, busco fazer minha pequena parte neste espaço.
responder este comentário denunciar abusoChacra, já que Israel não vai se desarmar, nada mais justo que seus vizinhos tenham armas nucleares !!!!!! Eu sou a favor ! DIREITOS IGUAIS.
responder este comentário denunciar abusoJeferson, realmente me sensibilizo com as condições sub-humanas dos palestinos, acho que a ONU deveria ser mais incisiva na obtenção da paz no oriente Médio. Os países integrantes permanentes do Conselho de Segurança, que são na verdade os que mandam na ONU, deveriam chegar a um consenso quanto a divisão de Jerusalém. E assim a ONU e o próprio estado de Israel poderiam contribuir para o desenvolvimento econômico, social e político desta região.
Mas enquanto isto não se traduz numa realidade, acho que Israel tem o direito de continuar com seu arsenal nuclear e os países árabes, cujos governos são autoritários e anti-democrático, e muitos deles sonham com a extinção do estado judeu (embora só o Irã tenha tido a coragem de expressar), não devem ter direito a esta tecnologia. A quanto tempo israel tem armas nucleares e nunca as usou, mesmo quando foi atacado por vários países árabes ao mesmo tempo e de surpresa. Agora esse ditador maluco do Irã é capaz de tentar varrer Israel do mapa. É louco, covarde, traiçoeiro, terrorista, fanático religioso e usurpador dos direitos individuais do seu próprio povo. Se Satanás tem um rosto, deve ser parecido com o desta besta. A ONU precisa recuperar sua legitimidade acabando com o poder de veto no Conselho de Segurança, vencendo assim a vontade da maioria dos seus membros. Certamente não haverá maiores dificuldades para satisfazer as duas partes envolvidas quanto ao domínio de Jerusalém.
responder este comentário denunciar abusoQuando isso vai acabar? toda essa bobagem ainda se cria a idéia de nações opostas que eternamente devem se confrontar ‘bla bla bla’ parecem até mesmo um punhado de porcos silvestres brigando entre si pro recompensa.
Sr. douglas Marchel, imagine você e sua família de porcos morando num mesmo chiqueiro a séculos (pais, pais dos seus papais porcos, avós dos seus porcos avós). Dai, após uma Guerra em outro ponto da floresta, chega uma porção de Javalis apoiados pela Irmandade de Ursos comandantes da floresta e lhe explicam que, baseado numa história de um livro considerado sagrado na visão dos Javalis, diz que aquele Chiqueiro que você vive a séculos, é por um motivo celestial de propriedades dos pobres Javalis.
Na sua opinião, vale apena lutar por sua Recompensa?
responder este comentário denunciar abusoNasser, não foi isso que aconteceu. Pare de insistir.
responder este comentário denunciar abusoAs armas e ambições das potências nucleares!
No dia 25 de Abril 2009, em entrevista a Teresa Ribeiro, do Estadao.com.br, Roberto Godoy, de O Estado de S. Paulo, comentou o arsenal dos países que desenvolvem tecnologia nuclear.
Rússia : 5.192
Estados Unidos : 4.075
Reino Unido : 192
China : 176
França : 300
India : 73
Irã : 0
Israel : 200 Ogivas
Coréia do Norte : 2
Paquistão : 15
Total :
Por uma questão de isonomia, se tantas nações podem ter suas armas nucleares, porque o Irã e a Coréia do Norte não podem terem as suas?
Por uma questão de racionalidade, porque a ONU não propõe um programa de desarmamento global, não só de armas nucleares mas também as convencionais?
Será que a industria armamentista ‘molha a mão’ de todos?
Oswaldo, há um grupo de países, composto pelo Brasil, México, África do Sul, Egito e outros que propõem o desarmamento global. O próprio Obama concorda, mas, sendo realista, não ocorrerá na nossa geração
responder este comentário denunciar abusoOswaldo
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A indústria armamentista não “molha a mão de governos” eles mandam nos governos e estão dentro do cotidiano de nossas casas como GE, HP, Texas, Boeing…
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Os USA admitiram hoje mais de 5 mil Nukes, ou seja, mocosavam mais de MIL!!! só isso…!!! e o peréba do Ahmednejad não pode ter meia dúzia?…
responder este comentário denunciar abusoNossos governantes têm adotado uma política internacional esdrúxula, alinhando-se com os países árabes e a Turquia, países que sempre tiveram posições contrárias ao Estado de Israel, com posicionamentos radicais beligerantes, muito semelhantes aos dos petistas.
Luciano, você pode criticar a política externa brasileira e a sua aliança com os árabes, os turcos e os iranianos. Porém não pelos motivos citados. Lembro que Israel mantém relações com a Turquia, Egito e Jordânia. De todos os países árabes, os americanos não são parceiros apenas da Síria – acredite, Washington tem ótimas relações com o Líbano e a Autoridade Palestina. Para completar, quem tem posicionamento radical beligerante? Sim, os turcos em relação aos curdos, mas se reduziu muito na administração Erdogan. A Síria no Líbano também, mas menos do que Israel. O Yemen contra os houthis e onde mais?
responder este comentário denunciar abusoFinalmente tocaram na questão mais óbvia e crucial no Oriente médio, que toca na ferida dos hipócritas EUA, França, alemanha e Inglaterra, que é o porque de Israel estar acima da Lei.
Ora não esqueçamos que quem inventou o terrorismo nos moldes da Al Qaeda de hoje foram os Sionistas do Ingur e Gang Stern nos anos 40, e o unico país a ter armas nucleares no Oriente médio é Israel, portanto só haverá paz quando todos, independente de ter assinado ou não o Tratado de não proliferação nuclear.
Quem não assina o tratado e não abre suas instalações ( Israel), é porque tem culpa e sabe que representa uma terrível ameaça ao Oriente e ao mundo.
Este Lideres israelenses não são nenhum pouco confiáveis, pois não esqueçamos que os precursores do Sionismo na Palestina, chegaram a assinar um pacto em 1942 com os Nazistas para enfrentar a Inglaterra que possuia uma inclinação clara à onstrução do estado arabe na região e não sionista.
Marcio, o Irgun não usava os mesmos métodos da Al Qaeda. As ações não utilizavam suicidas
responder este comentário denunciar abusoMárcio, cite-me uma única vez em que Israel atacou sem antes ser atacado. Desde que se tornou uma nação livre, na mesma noite foi bombardeado. Cadê o respeito das outras nações a Israel? Querem que Israel respeito o direito palestino a um Estado livre? Respeitem o Estado livre judeu. Pois desde 1948 não fazem isso. São 62 anos de desrespeito.
Quem não respeita não deve ser respeitado.
responder este comentário denunciar abusoChacra, isto é só um pequeno detalhe!!
responder este comentário denunciar abusoGustavo, estou de férias, longe de computadores e da “civilização”. Mas soube do caso do carro na Times Square e vim ler seu Blog. Legal esse artigo. Uma das vantagens da globalização é justamente que os debates tendem a uma maior transparência. Discursos de vitimização eterna não subsistem diante da realidade.
Agora, de volta para a floresta… Abraços!
Oi Hagá, eu havia dado folga ao blog no fim de semana, mas acabei escrevendo. Boas férias
responder este comentário denunciar abusoIsrael pensa que pode fazer o que quiser. Precisamos acabar com isso; basta precionar os EUA. Os Palestinos precisam ter a sua patria. Isso só não aconteceu por culpa dos EUA.
Caro Antonio, parece que você não conhece bem a História mesmo. Você acha que a Palestina sendo um Estado livre e soberano (do que sou totalmente a favor) vai resolver a situação no oriente Médio?
O Irã, de Ahmadinejad, apoiador incondicional do Hamas, usa a Palestina apenas como pretexto para atacar e destruir Israel – essa é a meta iraniana e do Hamas.
A Palestina será um Estado livre, e a perseguição implacável contra Israel continuará. Acharão outro argumento para sufocar o povo judeu novamente.
MAS ISRAEL VIVE, E VIVERÁ PARA SEMPRE!!! NINGUÉM, NADA, O DESTRUIRÁ.
responder este comentário denunciar abuso“Os Palestinos precisam ter a sua patria. Isso só não aconteceu por culpa dos EUA.”
Voce está 100% certo Antonio. Todos lembram que em 48, quando foram criados DOIS países, os EUA invadiram o que seria dos palestinos e lá permaneceram até 67.
Ninguém ignora também que Clinton não permitiu que Arafat aceitasse de 90% a 97% (varia conforme a fonte) dos territórios que lhe foram oferecidos.
E alguém por um acaso não viu o que os EUA fizeram quando Israel se retirou de Gaza? Imediatamente começaram a bombardear cidades israelenses.
PARA O MARIO S
03/05/2010 12:14
De novo, a mesma ladainha de sempre.
Continuo sem resposta objetiva.
Sinto-me lesado nisso, já declarei inumeras vezes que reconheço Israel e que aceito que os árabes fizeram seus erros, mas como o Ali sempre relembra, não foram só os árabes que erraram.
Atualmente os erros estão em outro lado, é muito conveniente apagar da memória coletiva isso e continuar com essa lenga-lenga …
Abaixo nossa troca de mensagens aqui mesmo neste espaço, que infelizmente continua sem resposta:
Mario, leia e me responda, ou pare de conatr as mesmas mentiras de sempre:
COMEÇOU ASSIM:
.20/02/2010 – 08:06
Enviado por: MarioS
Vou aproveitar a oportunidade para fazer, pela enésima vez, algumas perguntas para os defensores da causa palestina:
- por que a AP se recusa a negociar SEM pré-condições?
- quando e aonde, como já disseram muitos por aqui, o Hamas declarou-se disposto a reconhecer Israel?
- por que é totalmente inaceitável ter o TERCEIRO mais importante local sagrado sob soberania estrangeira, com livre acesso a todos, e é aceitável não só devolver (o que foi justo) o segundo (Hebron) e passar décadas sem soberania e SEM acesso ao primeiro?
- o que o Irã tem a ver com o conflito Israel x palestinos?
- voces acusam o governo israelense das maiores barbaridades, mas justificam outras, muiiiitoooo maiores, cometidas por governos e grupos radicais islamicos sob a alegação de fatores “culturais”. Caso Israel se declare “religioso”, passariam a automaticamente aceitar TODO e QUALQUER ato seu?
- e finalmente, o que justifica a existência de milícias armadas, não obedecendo ao governo, em um país? Aceitariam o mesmo em qualquer um?
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.20/02/2010 – 10:24
Enviado por: Mohamad
Se você pergunta o que o Irã tem a ver com o conflito Israel x palestinos, lhe respondo com uma pergunta: o que , seguindo seu raciocínio,os USA tem a ver com o conflito Israel x palestinos?
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20/02/2010 – 22:38
Enviado por: Tuaregue Alemão
Olá, Mario
Alguns destes pontos já te respondi em outro forum mas não tive sua réplica.
Vamos ver se aqui alguém o faz:
Um ponto a citar:
Tinhamos os acordos de Oslo (1993) que começaram a desmoronar quando o saudoso Yitzak Rabin foi morto por um colono extremista em Jerusalém.
Durante a vigencia dos acordos (2 longos anos) a violencia na região cessou e pensavamos que a paz havia finalmente chegado.
Depois da morte do Rabin, Israel passou por uma perturbação politica e infelizmente elegeu o Sharon que colocou o Ehud Barak para oferecer outro acordo, e não o prosseguimento do que havia sido assinado em Oslo.
Logo após os encontros de Camp David, em editorial, o Guardian criticava a União Européia por ter deixado sair de Oslo também a finalização dos acordos e desdenhava da influencia americana, mas principalmente relembrava os pontos assinados pelo Rabin e que Barak havia alterado.
O El Pais focava a força dos partidos pequenos, depois do desmoronamento do partido trabalhista de Shimon Perez, para a coalizão que formou governo com Sharon, dai a impossibilidade de o Likud assinar embaixo o que Rabin e Perez já haviam acordado.
(Bingo: matar Rabin foi como tirar o eixo mestre da coalizão de governo…).
O jornal espanhol citava a mudança em alguns pontos, como a não retirada de alguns assentamentos (acertados em Oslo) e que a direita de Israel não queria ceder.
Neste ponto não só o acordo anterior era rompido como inviabilizava a criação do Estado da Palestina. Pelo simples motivo que não seria possivel construir um estado com pedacinhos de vilarejos não comunicáveis.
Mario, se é que estás a ler: aqui respondo sua questão, não houve contraproposta pois o ponto não negociável para Ehud Barak era este… e este inviabilizava a criação da Palestina..
Então são os Palestinos que fazem birra??
Por favor, pela enésima vez, leia e me responda (atitude que já implorei mas de sua parte nunca tive resposta).
Sds
Tuaregue
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20/02/2010 – 23:03
Enviado por: Tuaregue Alemão
Na seqüencia:
Você diz:
“- voces acusam o governo israelense das maiores barbaridades, mas justificam outras, muiiiitoooo maiores, cometidas por governos e grupos radicais islamicos sob a alegação de fatores “culturais”. Caso Israel se declare “religioso”, passariam a automaticamente aceitar TODO e QUALQUER ato seu?”
Não, Mario, como também já lhe respondi em outra ocasião e fui solenemente ignorado:
Aliás, as monarquias teocráticas mais repugnantes são aquelas que hoje são citadas pela imprensa como quem pode dar passagem aos aviões de Israel para atacar o Irã…
Os lideres árabes que pouco se importam com seus povos são os mais badalados pelo ocidente, pois calam a galera enquanto vendem petróleo bruto e enchem os próprios bolsos de grana. Os que procuram algo melhor para seus paises são sempre párias na comunidade internacional.
Me explique porque a sacrossanta defesa da monarquia Saudita pelos EUA, um regime asqueroso e que oprime seu povo (diferente do Hamas, pois em Gaza a mulher pode dirigir um carro, e outras coisas que na Arábia Saudita não podem nem em sonho).
(**** Veja que o parágrafo acima é uma versão oposta daquela que você fala dos “radicais” do Hamas e que considero mistificação, são radicais sim, mas não estão nem perto da policia dos costumes dos Sauditas***).
O Mohammed Hosny Mubarak, egipcio, não é amado no Egito, massacra a oposição. E claro, com isso sobra somente a Irmandade Muçulmana para lhe contestar (dos quais ele se borra de medo), forçando a radicalização do país. Mas é “nosso” ditador, melhor ele, que se dobra às politicas do que algum engraçadinho que queira emancipar seu povo.
Sds
T
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21/02/2010 – 15:24
Enviado por: MarioS
Desculpe Tuaregue se alguma vez deixei de responder, mas COM CERTEZA não foram tantas quanto voce afirma, procuro faze-lo sempre.
Em relação à sua primeira resposta, ela não tem relação com a minha pergunta, que é sobre a situação atual, aonde Abbas diz que só INICIA negociações se A, B e C. Esta é a minha dúvida: por que não reunir-se a aí sim, dizer, queremos A, B e C?
Quando eu pergunto porque a defesa de ditaduras teocráticas por parte de alguns colegas de blog, estou me dirigindo a…. colegas do blog. Acho muito difícil que alguém encarregado da diplomacia americana nos leia, por isso não entendi o que tem a ver o apoio dos EUA ao Egito e Arábia conosco. Vou ser mais claro: vários aqui aplaudem Ahmadinejad. Voce lembra de ter lido um só elogio ao príncipe saudita? Eu não. Como nosso universo é esse, não faz sentido nenhum discutir sobre alguém que ninguém apoia, sobre o qual há consenso (Arábia Saudita), já o Hamas e o Irã tem aqui um fã-clube.
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21/02/2010 – 23:10
Enviado por: Tuaregue Alemão
Mario,
A sua primeira pergunta é por que a AP não negocia sem pré condições e está, sim, respondida no meu e-mail:
Não senta na mesa por que sabe que lá vem mais do mesmo… como ocorreu com Oslo, que não foi cumprido nem sequer o que havia de consenso (com Rabin e Perez).
Sem pré-condições, a AP somente estaria a fazer o jogo de cena do governo israelense, que não quer ceder nenhum dos assentamentos que já haviam sido incluidos em Oslo, mas que na hora “H” os judeus (governo)negaram-se a cumprir o acordo.
Sabem bem que enquanto ficam jogando suas esperanças na mesa de negociações, os assentamentos continuam a ser construidos em velocidade sem a menor intenção de deixar um espaço viável para o futuro estado palestino. Já não há mais espaço para haver a Palestina, vocês recortaram e ocuparam tudo.
E como os israelenses não querem acordo nenhum que os impeça de continuar a construir na Cisjordania, não há o que negociar.
Aliás, o pleito atual de Abbas é: ok, sejamos todos israelenses…
Pois se não teremos a Palestina como a terra dos palestinos, então aceitamos ser israelenses.
O que vão fazer para impedir isso? Faxina étnica?
Um estado Palestina só será possivel, de agora em diante, em Jericoaquara ou outra praia semi-deserta.
Israel não cumpre os acordos nem em memória de um de seus maiores e mais honrados lideres.
A segunda infelizmente não tenho a fonte e estou com muita preguiça de procurar. Se alguém se prontificar a encontrar, agradeço.
Ouvi dizer que o Hamas aceitaria, mas não tenho como confirmar.
(Aposto que este será o ponto no qual vc vai se pegar para tentar me embrulhar de novo…)
A terceira pergunta eu sinceramente não compreendi…
A quarta o Mohamad já lhe respondeu (logo abaixo do seu comentário) e faço minhas as palavras dele…
A quinta como vc sabe sou ateu e barbaridades causadas pela monarquia saudita são minhas preferidas para acusá-la de tudo aquilo que mais detesto. Algo que me deixa sossegado é que há muito laico a viver em Tel Aviv e se incomoda mais que eu em viver sob o jugo de uma teocracia.
Sinceramente duvido que Israel um dia se torne uma teocracia apesar de estar infestado de radicais.
Existem muitas coisas boas em Israel, uma delas é o seu povo (em linhas gerais…), uma outra são as instituições democráticas.
E finalmente,´quais milicias armadas as quais você se refere?
Hezbollá? Este encosto podemos agradecer a vocês…
Com a desculpa esfarrapada de resgatar seus dois soldados, simplesmente destruiram quase todo o Libano, mataram cristãos e muçulmanos totalmente distantes dos xiitas do Hezbollá, no norte do país e foram corridos de lá por quem ??
Pelos próprios… até uma fragata israelense tomou um missil no bico e teve que retornar a Haifa..
E qual foi o desdobramento do massacre que vocês promoveram?
Bingo !!! Enfraqueceram o governo que era pró ocidente e de quebra multiplicaram por milhão o prestigio do Hezbollá, que agora tem muito mais força política no Libano e tem desestabilizado o pais.
Sinceramente.. só podemos agradecer !!!
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21/02/2010 – 23:35
Enviado por: Tuaregue Alemão
E quanto ao Hamas:
O surgimento do Hamas como força politica (pois era assistencialista) aconteceu quando por dois anos o Arafat foi mantido prisioneiro na Mukata, sem qualquer justificativa.
No vácuo de administração que houve eles ganharam força dentro da Palestina.
Parabéns, vocês ganharam mais uma, dividiram os caras…
Isso aconteceu depois da morte do Yitzak Rabin por um radical judeu (em Tel Aviv,,, céus… cadê o Mossad nestas horas??).
O governo de Israel mudou muito nas eleições sequentes e a coalizão que se formou era infestada de partidos pequenos e religiosos, que não queriam o cumprimento do acordo assinado por Rabin e Perez.
Sharon dizia que Arafat não era um interlocutor confiável (pois, claro, o tonto do Rabin tinha assinado um papel em branco, não é?).
Arafat nunca foi ouvido,nunca quiseram ouvi-lo.
Saiu dali para acabar de falecer na França, onde estão guardados os segredos sobre as causas de sua morte. Duvido que não tenha o dedinho do Mossad.
Nesta época o Hamas ganhou força politica. E posteriormente se elegeram.
Também se armaram, o que cai como uma luva como motivo para Israel não negociar.
Mas tudo o mais agora não importa, esperamos somente que como israelenses possamos finalmente ver as oliveiras plantadas pelos nossos ancestrais dar seus frutos e nunca mais serem ameaçadas por algum bulldozer.
Quem sabe possamos mesmo beber uma cerveja em Tel Aviv, como se estivéssemos a Vila madalena…
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22/02/2010 – 23:30
Enviado por: Tuaregue Alemão
Chacra,
Desculpe mas é para registrar:
Mais uma vez, quando respondo às questões que me propôem, fico sem a réplica.
E dentro de alguns dias a mesma pergunta será feita, como se este diálogo acima nunca tivesse ocorrido.
Ps: seu trabalho é muito bom, você escreve com uma clareza que me dá inveja. Teu trabalho é de primeira.
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responder este comentário denunciar abusoCaro Tuaregue, é que a barriga não deixa enxergar os pés de barro…
responder este comentário denunciar abusoNão se pode ficar com a versão que o Sr. MarioS propaga. Israel foi criado à força na região da Palestina, com população estranha à região (judeus europeus), com hábitos, costumes, cultura e língua diferentes. Os árabes sentiram-se traídos pelo Império Britânico, lutaram com os ingleses para derrotarem o Império Otomano e como prémio, passaram para a dominação britânica e francesa e ao final da segunda guerra ainda tiveram a criação do estado de Israel. É óbvio que o caminho era o da guerra, que aliás foi vencida por Israel. Outra questão versa sobre a proposta de Ehud Barak em 2000, ela dividia a Cisjordânia em três bantustões, sem contiguidade, a devolução seria de 95%, onde os 5% seriam territórios tomados e controlados por Israel para evitar a contiguidade territorial. Questões sobre o controle de água, também não são citadas, mas ficariam sob controle de Israel. A questão dos refugiados e direito de retorno também não eram contempladas. O prof. Farhat (não sei se ainda escreve ao blog, mas trata-se de pessoa com cabedal invejável de conhecimento da região) escreveu várias vezes explicando essa famigerada proposta.
responder este comentário denunciar abusoTuaregue,
Mais uma vez: existem as mais diversas versões sobre o que foi proposto em Camp David, cada um acredita na que quiser, mas, sem nenhuma dúvida, algumas merecem mais crédito que outras, exemplo, a de Clinton que estava lá e culpou Arafat pelo fracasso.
A coisa mais fácil do mundo é encontrar alguém que mal sabe aonde fica Camp David e mesmo assim “conta” o que aconteceu durante as negociações. .
Ao contrário do que voce imagina, li e reli o artigo que voce indicou sobre o assunto e nele esperava encontrar acusações pesadíssimas contra Israel.
Foi uma agradável surpresa perceber que, muito resumidamente, o que aconteceu (de novo, segundo o artigo que voce indicou) foi: Israel fazia uma proposta e Arafat além de não fazer a sua, não aceitava, porque “achava” que Israel não iria cumprir!
Voce mesmo confirma isso ao dizer: “Não senta na mesa por que sabe que lá vem mais do mesmo…”
Ou seja, segundo o seu ponto de vista, não se deve mais negociar já que anteriormente acordos não foram cumpridos. Pergunto então: o que resta fazer?
O trágico é que o raciocínio tem lógica, se eu não acredito nas intenções de meu interlocutor, nem me interessa o que ele promete. Se eu achar que voce não vai pagar, tanto faz o preço que voce oferece, concorda?
E de uma vez por todas Tuaregue, quais são as tais perguntas que, segundo voce, eu me recuso a responder ??????
“mas como o Ali sempre relembra, não foram só os árabes que erraram.
Atualmente os erros estão em outro lado,”
Se esta for uma “pergunta”, concordo, não foram só os árabes que erraram, mas atualmente os erros CONTINUAM dos DOIS lados.
Mas tenho a impressão que nossos conceitos sobre o que é uma resposta são diferentes. Quando pergunto o que o Irã tem a ver com o problema tanto voce quanto o Mohamad consideram resposta perguntar o que os EUA tem.
Quanto pergunto porque apoiar (e alguns até exaltar) Ahmadinejad e Hamas, voce acha suficiente apontar que a monarquia saudita é mais extremista em matéria de religião. Duas diferenças:
- os sauditas não vivem assassinando civis em outros países e nem ameaçando fazer isso.
- não existe um fã-clube saudita, muito menos apoiado por Lula e pelo Itamarati
“a barriga não deixa enxergar os pés de barro…”
Constatação otica-anatômica correta, da mesma forma que a baixa estatura, tanto física quanto moral, não permite enxergar o contexto geral.
Caso clássico de quem toma a árvore pela floresta.
Parece que alguém aqui sofre de paranoia ou de TPM…
responder este comentário denunciar abusoMario,
Voce sabe muito bem qual é a questão.
Não se faça de desentendido.
MENTIRAS.
Só isso, chega de mentir, vc não percebe que só atrapalha seu próprio país?
Agora é com Israel, ou dá cidadania ou expulsa.
Vou assistir ao desfecho.
Mais uma vez, pare de propagar mentiras.
responder este comentário denunciar abusoTuaregue,
- NÃO sei a qual questão voce se refere.
- NÃO estou me fazendo de desentendido.
- NÃO estou mentindo
“só atrapalha seu próprio país”
E mais uma vez, o meu país é o Brasil, ao contrário de voce, que se disse libanes um dia desses, eu nunca me declararia israelense, simplesmente por ser MENTIRA, o que não o impediu de mudar as praias santistas para o Mediterrâneo.
Sou judeu e tenho profunda admiração por Israel, assim como tenho por outros países por motivos diversos.
Tenho convicção de que Israel tentou várias vezes obter a paz e não conseguiu, agora, lamentavelmente, pode até ser tarde demais, veremos.
Não sei porque voce insiste nesta bobagem de ou dá cidadania ou expulsa, talvez por saber que NENHUMA proposta israelense para a criação do estado palestino será aceita.
Neste exato momento Abbas está empenhado em apenas uma coisa: “provar” que Netaniahu não quer negociar!
Parece papo de louco, negar-se a conversar alegando que o outro, que está convidando, não quer!
Vamos todos assistir ao desfecho, seja ele qual for.
Lamento sinceramente que tenhamos chegado a este ponto, que voce tenha se deixado influenciar por aqueles que só enxergam a questão do OM sob a lente do ódio. Nada mais resta a conversar portanto, pena.
Já ia esquecendo, mais uma vez parabéns pelo poodle herdado, que continua rosnando. Parece que voce pode contar com ele para tudo.
responder este comentário denunciar abusoMario,
Quem começou com esse papo de louco foi você.
Você continua…
“Parece papo de louco, negar-se a conversar alegando que o outro, que está convidando, não quer!”"
Mario, pergunta para o Joe Biden (vice-presidente do EUA) quem ele acha que é doido…
E para variar vc torce minhas palavras, mesmo coisa de maluco, eu me declarei descendente de libaneses,
Boa sorte com toda a população árabe que herdaram, por favor, não matem…
responder este comentário denunciar abusoJá fui acusado de muitas coisas, mas raras vezes de mentiroso. O curioso é que a maior parte delas foi neste blog, aonde é muito fácil provar algumas (infelizmente nem todas) verdades.
Por exemplo, eu afirmo:
“ao contrário de voce, que se disse libanes um dia desses”, referindo-me a um colega, que em seguida diz,
“E para variar vc torce minhas palavras, mesmo coisa de maluco, eu me declarei descendente de libaneses
E aí quem está mentindo? Facílimo saber, basta ir buscar no tópico que deu origem à divergência.
23/04/2010 – 17:37
Enviado por: Tuaregue Alemão
E como libanes , espero mesmo que Israel pense muito antes de acabar com o verão do Libano novamente.
meu caro Cacra,eu fico cada vez mais impressionado com algumas posiçoes inclusive suas,a unica ameaça na regiao foi e é Israel,vejamos a situaçao antes de surgir a questao do Ira.Os arabes se reunem em Beirute e atraves da Arabia Saudita
propos o recinhecimento de Israel por todos os paises da regiao a troco da criaçao
do estado Palestino.inclusive com relaçoes diplomaticas e comerciais,qual foi a resposta de Israel???NAO
Entao a unica ameaça na regiao e Israel pois como ja disse e um pais construido pela guerra e se mantem pela guera,algum pais arabe tem condiçoes de enfrentar israel???NAO Entao é Israel o problema do oriente medio,nao Ira,Siria,Egito ou os palestinos chega de hipocrisia
Desde quando Israel é uma ameaça? Pelo que parece você é mais um daqueles extremistas que veio armar sua barraca aqui em nosso país, para ajudar a difundir o antissemitismo neste país.
ISRAEL VIVE E VIVERÁ PARA SEMPRE! BENDITOS OS QUE TE ABENÇOAREM. MALDITOS OS QUE TE AMALDIÇOAREM.
responder este comentário denunciar abusoSe os árabes pudessem enfrentar Israel, Israel deixaria de ser o problema. Não existiria mais. Como vc. é ingenuo, ou acha que os israelenses são?
responder este comentário denunciar abusoÉ por isso que Israel não deve e nunca irá se desarmar, porque as onças estão à espreita, esperando o momento para atacar e devorar. Querem destruir Israel mas veremos quem sairá destruído.
responder este comentário denunciar abusoJúnior Mocelin,
Não há fortaleza inexpugnável que possa ser vista de longe!!
responder este comentário denunciar abusoEu fico cada vez mais impressionado com algumas posiçoes. O único ameaçado na regiao foi e é Israel. Nunca soube de algum grupo que tivesse como objetivo a destruição do Egito, da Síria ou do Líbano.
Não conheço nenhum líder de país que viva ameaçando a destruição do Irã.
Vejamos a situaçao antes de surgir a questao do Ira.Os arabes se reunem em Beirute e atraves da Arabia Saudita propõe o reconhecimento de Israel por todos os paises da regiao a troco da criaçao do estado Palestino, do direito(?) ao “retorno” de milhões de palestinos (?) para… Israel! Consequência disso: relaçoes diplomaticas e comerciais seriam estabelecidas com mais um país árabe, não com o que chamamos Israel.
Qual foi a resposta de Israel a esta sugestão de suicídio?NAO, claro.
Entao o único ameaçado na regiao e Israel, um pais construido por uma resolução da ONU, e que, infelizmente e contra sua vontade, se mantem pela guerra. Algum pais arabe tem condiçoes de enfrentar israel???NAO, e só por isso Israel ainda existe.
Chega de hipocrisia
MARIO S
03/05/2010 12:24
MarioS,
Chegue tu de hipocrisia.
Leia minha resposta ao seu comentário das 12:14.
O único ameaçado é Israel?
Claro, Israel não ameaça, simplesmente joga fósforo branco sobre a população!!!
Apenas uma questão discursiva…
responder este comentário denunciar abusoTuaregue,
Eu assumiria a hipocrisia caso, na sua resposta voce apontasse um grupo que tivesse como objetivo a destruição do Egito, da Síria ou do Líbano, um líder de país que viva ameaçando a destruição do Irã.
Ou caso desmentisse que a aceitação da proposta árabe implica no fim de Israel.
E parabéns, parece que voce herdou um poodlezinho.
Yoko, responda-me uma coisa que até agora o sr. nasser não me respondeu:
por que morrem tantos civis na Faixa de gaza, sendo que antes de cada ataque israelense, o exército de Israel lança milhares de panfletos desde aviões, alertando a população civil a deixar essa zona de guerra?
Por que morrem mais crianças nesses ataques? Imaginemos: estamos numa zona de guerra, os adversários avisaram por panfletos que vão atacar, e que a população civil se retire. O ataque ocorre. Crianças morrem às centenas. O que será que houve? Quem manteve essas crianças na zona de conflito?
Por que será que os extremistas do Hamas continuam vivinhos da silva? Será que é porque eles invadem escolas, casas, etc, e mantêm os civis acuados; impossibilitando a estes que escapem, a fim de ganhar o apoio da mídia tendenciosa?
Na maioria das fotos dos conflitos vemos pais desesperados com as crianças cheias de sangue nos braços. Onde esses pais fajutos estavam quando o ataque começou? Por que não protegeram suas crianças? Isso é a guerra santa? usar seus filhos como alvos humanos para impressionar a mídia e colocar o mundo contra Israel?
Vi a foto de uma mãe judia durante o Holocausto, enquanto um guarda apontava sua arma para ela, ela abraçava seu pequenino no peito, buscando protegê-lo, como se de alguma forma fosse possível. Quanta diferença entre ela e os pais palestinos que se escondem atrás de suas crianças.
responder este comentário denunciar abusoÉ triste, mais é verdade que o mundo tem dois peso, e duas medidas.EUM. invadio iraque afeg.e só aumentou a violencia,no oriente médio,perssegue o Irã, e sabe-se quer,China,Esrrael,Russia,e o próprio EUM.teem armas nucleares,mas só os pequenos não pode enrrequecer urânio nem para fins pacífico. É UMA VERGONHA…
Sou completamente contra isso, porque Israel nunca atacou nenhuma nação vizinha. Todos os ataques foram realizados para defender seu território.
O desarmamento de Israel o poria à mercê das nações inimigas, facilitando a essas a destruição de Israel. O mundo não pode estar dormindo para essa realidade. Mais uma vez buscam destruir Israel. Basta ver o regime totalitário de Ahmadinejad, que, em tudo é semelhante ao de Hitler.
Se o mundo fizer isso, estará mais uma vez pondo o povo judeu em um novo Holocausto, mas desta vez sem precedentes, pior que o anterior. E sabendo que nações como o Brasil tem milhões de descendentes hebreus, coloca em risco essas pessoas também; porque, ao que parece, estão tramando algo “a la Hitler”. A própria carta orgânica do Hamas, bem como a folosofia de Ahmadinejad, é matar os judeus, não importa onde estejam.
Ou a humanidade aprende com seus erros, ou vai tornar a cometê-los.
É preciso pensar bem antes de tomar uma decisão como esta, que deixará Israel totalmente desprotegido. Se é que é bem isso que essas nações querem. Israel nunca foi ameaça para ninguém. A única coisa que faz desde 1948 é defender-se daqueles que não o aceitam como uma nação livre e soberana.
Querem o Estado livre palestino, então que respeitem o Estado livre judeu primeiro. Por que essas nações não dão esse primeiro passo?
Sim, o Ahmadinejad tem a careta do Hitler!
O cara administra um campo de concentração em Gaza, comete assassinato seletivo, invade fronteiras vizinhas para anexação, expulsa seletivamente seu povo nativo, encarcera crianças, mulheres e adultos sem direito a defesa, pratica fuzilamento para se livrarem de seus desafetos e se não tirarem desses loucos a poder atômico de destruição em maça, acabarão confirmando a verdadeira sina do holocausto!
responder este comentário denunciar abusoDetesto entrar em discussões, mas queria dizer umas coisas. Primeiro, o regime de Ahmadinejad, como já foi dito aqui em outras oportunidades, não se parece em absolutamente nada com o regime de Hitler. Os judeus não são perseguidos no Irã – aliás, aquele país conta com a maior população judaica do mundo islâmico – e o governo iraniano mantém relações amigáveis com algumas organizações judaicas, como o Neturey Karta. Não me lembro de Hitler ter tido relações pacíficas com qualquer tipo de organização judaica.
Outra coisa: Israel e sua população nunca estará à mercê de ninguém. Não digo isso baseando-me em argumentos de caráter quase messiânico, mas no fato de aquele país receber 3 bilhões de dólares por ano em ajuda militar (isso está escrito no texto do Chacra) e no fato de, até hoje, Israel ter recebido quase o dobro de ajuda financeira dos EUA do que todos os países da América Latina juntos (vide o documentário Occupation 101 para maiores informações).
Os palestinos que reinvidicam a criação de um Estado próprio são, em grande parte, descendentes dos palestinos que foram desalojados de suas residências para a criação do Estado de Israel. Seu desejo não é só compreensível, como legítimo. Além do mais, aí vai uma novidade: nem todos os palestinos pensam como o Hamas. Aliás, o Hamas é uma organização que, dentro da própria realidade palestina, não é assim tão bem cotada.
O Hamas não é um grupo de galantes paladinos da justiça. Estão bem longe disso. Ahmadinejad não é o líder de uma democracia – os Baha’is são perseguidos impiedosamente lá. Entretanto, Israel também não é o baluarte de justiça e desenvolvimento no Oriente Médio por ser o maior aliado dos EUA na região. Nessa história, as únicas vítimas são os palestinos (vítimas do Hamas, de governos corruptos e néscios) e os israelenses (que não terão um segundo de paz enquanto governos conservadores de direita continuarem tratando os territórios ocupados ilegalmente em 1967 como se fossem seu quintal).
Me pergunto, se na guerra de 1967, invés de Israel vencer e ocupar as terras conquistadas; se fossem os adversários que fizessem isso com Israel, como estaria a situação hoje? A opinião dos senhores seria a mesma, a favor de Israel?
Outra coisa, seu Oliveira, seu sobrenome é judeu; deveria ficar ao lado de seu povo, e não contra ele.
responder este comentário denunciar abusoMais uma vez o Sr. Júnior Mocelin trata esse assunto como uma simples disputa de rivais numa partida de futebol de fim de semana ou tribos de colegial, mas tente lembrar que estamos lidando com vidas humanas, e não acho de bom agrado colocar o quesito da perseguição do “Mundo” aos judeus, porque se o Sr. pesquisar um pouquinho, verá que um dos únicos povos que não perseguiu os judeus foram os árabes, e que a Alemanha fica muito longe da Palestina, mesmo porque não há sentido colocar razões Bíblicas na ocupação da Palestina por Israel, ou há?
responder este comentário denunciar abuso.
Eu detesto dizer isso mas pragmaticamente falando jamais Israel NÃO abrirá mão de suas armas nucleares enquanto ele fôr a único país a te-las no OM, e fará TUDO para impedir que outros tenham.
.
Antes que me torrem a paciência com essa afirmação: Não não acho isso justo, não acho isso certo, mas enquanto lá houver petróleo Israel será sempre o melhor feitor americano na região e por esse serviço recebe e receberá bem.
.
Somente com o fim do petróleo e a mudança da matriz energética do mundo é que Israel perderá essa boquinha com os EUA, mas pelo andar da carruagem isso ainda vai demorar muito.
Ola Sr. Paulo um ponto muito bem observado esse o seu. Independente de todo o debate e expressões de pontos de vista esdruxulos aqui presente, não podemos deixar de entrar nesse assunto.
Um belo ponto geografico que é de grande valia ao braço forte de israel na região, um ótimo bode espiatório. Se essa afirmação não é verdadeira, é no mínimo relevante.
responder este comentário denunciar abusoDe onde você tirou essa de “judeus genocidas”? Percebe-se que você não conhece muito do que fala. Deve ser apenas mais um daqueles que foi infectado pelo vírus do antissemitismo, e, por querer ser diferente, abraçou a causa de Ahmadinejad e do Hamas, falando coisas arrogantes e sem fundamento algum de Israel.
Te aconselho a se aprofundar mais sobre o assunto. Aqui a questão não é torcer para seu time, é questão de início de uma Terceira Guerra Mundial. Um pouquinho mais sério que torcer para seu time.
Israel já invadiu países vizinhos, em ofensivas militares contra civis, matando muita gente inocente. Também comete todo tipo de atrocidade contra o povo palestino, como impedir a entrada de água, energia, comida e assistência humanitária, e multiplicar leis discriminatórias dentro dos territórios ocupados. Ainda assim, recebe vultuosa ajuda financeira, e também militar, dos EUA, e são permitidos a manter arsenal atômico. Tudo isso impunemente.
Como falar em paz com tamanho abuso e desequilíbrio?
Abraços,
Grilo D
Fomoso e bem conhecido dito popular: “DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS”
responder este comentário denunciar abuso“…eles (israelenses) já disseram ser a favor de um Oriente Médio livre de armas nucleares assim que resolverem seus problemas com o mundo árabe”.
Ou seja, nunca.
Irã: Em suas afirmações, o presidente iraniano repete constantemente, de forma arrogante e descarada, que o regime sionista de Israel é um “tumor” que deve ser apagado do mapa.
Há algum tempo ele especulou sobre os seguintes dados macabros: “Se durante uma guerra nuclear cair uma bomba atômica sobre Israel, finalmente todos os 5 milhões de judeus serão mortos de uma só vez. Caso Israel ainda consiga revidar antes disso, lançando mísseis nucleares, talvez serão mortos em torno de 15 milhões de árabes – o que importa? Então teríamos simplesmente mais 15 milhões de mártires no céu, mas na terra continuarão vivos mais de um bilhão de muçulmanos para conquistar o mundo”.
Chacra,
O coimentário do Sidinei Osorio acima é racista ou estou a ficar paranóico???
Li em uma entrevista que o “sabio e justo” Avigdor Lieberman teria dito que o unico jeito para resolver a questâo da Palestina seria mandar uma bomba atomica e acabar com tudo de uma so vez. O que o senhor acha desta ideia?
Quero ver quem vai culpar o Hamas ou o Iran?
Eu não sou racista, os fatos mostram que os israelenses são o povo mais cruel e desumano da atualidade. E a mesma raiva que senti dos nazistas por causa do holocausto sinto dos israelenses hoje pelo que fazem com os palestinos.
Os soldados são o povo israelense. Os sionistas autorizam e os ortodoxos aceitam.
Onde esta a diferença?
É engraçado, certos comentários em que o Estado Judeu só ataca em resposta a agressão sofrida. Quem esta na terra de quem? Os palestinos na dos Judeus ou os Judeus na dos Palestinos, tomando por base a linha verde que é o reconhecimento internacional. Olha a vida dos palestinos sob o jugo dos Judeus, é pior do que qualquer animal. se se pode tratar animal daquele jeito. Os Palestinos sofrem humilhações, prisões sem justificativas e mortes, em que o exercito Judeu, nunca chega a um veredito nas apurações. Olha para Gaza, para punir um grupo “terrorista” os Judeus matam a conta gotas, homens, mulheres e crianças. É crime lutar pela liberdade? É hipocrisia a teoria de não devolver as terras para os Palestinos, como se fosse prejudicar a segurança dos Judeus. Nossa Segurança, se faz na nossa casa e não na casas dos outros.
Edmundo, Israel está na sua própria terra, não a tomou de ninguém. Isso se contarmos seu estabelecimento em 1948 (algo que seus vizinhos até hoje não consideram; e depois querem ter alguma consideração por paret de Israel).
Porém, se voltarmos às raízes, essa terra foi dada em herança a Israel por Abraão. Os outros é que invadiram, saquearam e expulsaram os judeus deste lugar. O fato de os terem expulsado não significa que aquela terra não é deles.
Quanto aos palestinos, os responsáveis são os extremistas do Hamas. Eles é que impedem qualquer forma de negociação. Eles é que se utilizam dos palestinos como escudos humanos – sendo os extremistas tão desumanos. Toda desgraça é porque os palestinos elegeram o Hamas para cuidar deles. Não culpem Israel por isso.
responder este comentário denunciar abusoJunior Mocelin
Israel estava em suas terras até 1967.
Após a guerra ocupam ilegalmente a terra dos outros, e não tem o reconhecimento destas terras.
Nem me fale de Abraão ou outro MITO qualquer.
Em nome das religioes já se trucidou o semelhente como nunca.
Nem em seu pior pesadelo, Jesus Cristo imaginaria que a fé seria usada para tantas barbaridades.
Além do fato de não acreditar nisso, acho engraçado como se invoca os tais “profetas” para justificar coisas inumanas.
Menos, menos, os fanáticos religiosos são mesmo muito engraçados…
responder este comentário denunciar abusoSr. Júnior Mocelin, muito me espanta a sua repudia aos extremistas arabes, ainda mais um ser que defente a invasão, expulsão e ocupação de um território por motivos infundados (INFUNDADOS = RELIGIOSOS). Mais realista seria a retirada total de todos os americanos (America do Norte/Centra/Sul) e deixassem para os Indios, os reais donos da nobre fatia de terra.
Realmente é lamentável a sua colocação, é por visões hipocritas dessas que o PAZ fica cada vez mais longe.
responder este comentário denunciar abusoA solução é um Estado Palestino Independente.
dai serão DOIS ESTADOS.
Hoje é um estado e campos de refugiados.
Ai HAMAS, HESBOLA e seja lá quem for vai ter que sentar e conversar DOIS PAÍSES INDEPENDENTES.
Olá Chacra
Estive lendo sobre a posição do Brasil no que se refere à armas atômicas. Nosso país defente a NÃO proliferação de armas e esta a proposta que vai levar à conferência dessa semana. Embora até concorde com essa visão, não é isso que os EUA defendem, muito menos Israel por motivos muito claros aqui.
É o desejo de todos, mas ninguém se move na direção da não proliferação, pelo contrário. É sempre aquele discurso, “ele tem eu também quero”. “Se tal país tem o brinquedo, eu também posso ter”.
Se os país desejam o OM livre de armas nucleares eles mesmo deviam dar o exemplo, não apenas reduzindo e eliminando seus arsenais, mas deixando de fomentar suas políticas intervencionistas. Boa parte dos conflitos atuais na região é fruto do dedo americano na região.
Abç
engraçado um Pais diga se israel pode ter armas nucleares, outro nao pode diga se Irâ porque , dizem que armas nucleares podem destruir o planeta e quem tem armas nucleares sao loucos e querem destruir o mundo e outras naçoes.
1 – pergunta , porque um pode ter e outro nao , os direitos tem que ser iguais correto
2 – sera que Israel , usa , inglaterra, e outros mais querem destruir o mundo ou naçoes
3 – e tem outra se um pode o outro tambem tem direito , e assim caminha a mediocredade
1 – A questão não é direitos iguais, quem deve ter ou não. Por exemplo: há duas pessoas, ambas possuem uma fazenda. Um dos donos compra uma arma para se proteger e proteger sua família e bens. O outro fazendeiro compra também uma arma, e diz: Agora vou matar meu vizinho, sua família e destruir seus bens. Aí está a diferença. Ahmadinejad disse abertamente que quer a bomba para destruir Israel O Hamas diz o mesmo.
Então, neste caso, a declaração de Ahmadinejad é contraditória. Como um presidente afirma querer usar o urânio para fins pacíficos, quando ele mesmo disse que quer apagar Israel do mapa?
2 – É a mesma resposta da 1.
3 – É a mesma resposta da 1.
responder este comentário denunciar abusoÉ muita inocencia pensar que o Irã realmente atiraria uma bomba nuclear em Israel.. Vamos la gente, não estamos mais no primário, e é só abrir o G Earth que vemos a proximidade de jerusalem, tel aviv, damasco, Beirut, Ghaza, Belem
Tirando que atacar uma bomba em israel corre um grande risco de matar milhares de árabes
Vamos la gente.. esta história de que o Irã (ou, meu deus, pior ainda.. o hamas) ataque uma arma nuclear em israel é piada.. e das ruins
Ok? vamos combinar que isto não é argumento nenhum…
responder este comentário denunciar abusoAfinal Sr. Ali Abdulhamid o que o estimado Sr. Júnior Mocelin não entende, é que o Irã tem como Único propósito a utilização de energia nuclear para fins pacificos, ASSIM COMO O RESTO DO MUNDO.
E que jamais usaria esse armamento em algum país, bem diferente do ocorrido em Hiroshima e Nagazaki por um país que é o principal aliado de Israel.
Ali,
Desculpe, mas muita inocencia é pensar que o Irã não atiraria uma bomba nuclear em Israel devido a questões geográficas
Não só nós como também Ahmadinejad sabemos perfeitamente que jogar uma bomba em Israel não implica somente em um grande risco de matar milhares de árabes, mas sim numa certeza.
Assim como sabemos que bombas em ônibus israelenses mataram árabes, que bombas em mesquitas iraquianas mataram exclusivamente muçulmanos
e nem por isso deixaram de ser explodidas.
Estamos falando de alguém que declarou:
“Se durante uma guerra nuclear cair uma bomba atômica sobre Israel, finalmente todos os 5 milhões de judeus serão mortos de uma só vez (e mais 1,5 milhão de árabes acrescento eu). Caso Israel ainda consiga revidar antes disso, lançando mísseis nucleares, talvez serão mortos em torno de 15 milhões de árabes – o que importa? Então teríamos simplesmente mais 15 milhões de mártires no céu, mas na terra continuarão vivos mais de um bilhão de muçulmanos para conquistar o mundo”
Entendeu? O que importa? Para quem, como ele, “dispõe” de 1 bilhão para sacrificar, acrescentar mais 5, 6 ou mesmo mais 10 milhões de vizinhos não muda muita coisa, realmente não importa. Na pior das hipóteses ele trocaria 15 por 25 no seu discurso macabro.
Mais uma vez Ali, não se baseie em raciocínios lógicos de pessoas normais para tentar entender a mente de um assassino fundamentalista.
Nasser, porque a certeza de que o Irã tem como único propósito a utilização de energia nuclear para fins pacificos e que jamais usaria esse armamento em algum país?
responder este comentário denunciar abusoÉ, Nasser, fico feliz que fizemos uma bela amizade neste espaço (e digo isso sem hipocrisia). Mas vamos lá. Como assim:
“Afinal Sr. Ali Abdulhamid o que o estimado Sr. Júnior Mocelin não entende, é que o Irã tem como Único propósito a utilização de energia nuclear para fins pacificos…”
Foi o próprio Ahmadinejad quem disse que quer apagar Israel do mapa.
Foi o próprio Ahmadinejad quem disse que quer banhar o Mediterrãneo de vermelho com o sangue judeu.
Como você vem falar de propósito pacifista? Realmente acho que o sr. não assimilou isso ainda. Mas em tendo tempo, há esperança.
responder este comentário denunciar abusoOla Sr. Júnior Mocelin seguindo seus passos de não utilização de hipocrisia, gostaria de começar lembrando que não iniciamos uma bela amizade, apenas conhecidos virtuais que confrontam idéias.
Bom, gostaria que nos esclareço porque o Irã usaria uma arma nuclear no estado de Israel (semelhante ao ocorrido em Hiroshima), caso o Sr. não saiba uma explosão nuclear não se restringe as primeiras horas de destruição como as “bombas convencionais ou fósforo branco”, mas sim um enorme dano que atravessaria as fronteiras de Israel afetando todos os países vizinhos, inclusive a Faixa de Gaza.
Continuando, o que Sr. entende por “apagar Israel do mapa”, seria este um ato semelhante a ocupação de Israel as Terras Palestinas entre 1946 até os dias atuais. Caso o Sr. não se recorde pode acessar esse estudo bem conhecido na internet:
http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/archport/jpgEvb5UIPEHM.jpg
Será este o plano do Irã para com Israel? Devolver as terras ocupadas da Palestina com a mesma tática utilizada para tomalas (a ferro e fogo) usando como justificativa relatos de livros religiosos.
E quanto a minha assimilação das coisas, o Sr. pode ficar despreocupado basta analisar todo o nosso debate aqui nessa pagina que ficará bem claro quem precisa assimilar o que.
responder este comentário denunciar abusoDesculpa, Nasser…mas não convence… Todos os que expressam este ponto de vista falam iguais. É como se tivessem estudado na mesma escola, lido os mesmos livros, decorado as mesmas falas. Basta ver todos os comentários postados aqui no Estadão quando se adentra a esse assunto, e veremos diferentes pessoas falando a mesma coisa, sempre contra Israel e a favor dos árabes (com o argumento de proteger o mais fraco). Isso não muda. A verdade é que o problema continuará até que o Messiah enfim solucione esse problema de família, que, na verdade, é um problema de herança. Devido a que Ismael não aceita isso, bem como Esaú (ou Edom, como bem queira).
responder este comentário denunciar abusoBom Sr. Júnior Mocelin, faço questão de te lembrar que não estou aqui para te convencer de nada, mas sim para mostrar o outro lado da moeda para quem interessar. Quando o Sr. comenta que:
[05/05/2010 - 10:47]“Todos os que expressam este ponto de vista falam iguais…”
Muito me estranharia se cada um tivesse uma opinião diferente, talvez assim teria que repensar o meu modo de pensar.
O que realmente não posso aceitar é a sua colocação religiosa, quando diz que os problemas da região só haverá solução quando alguém de um lugar misterioso qualquer resolver dar um jeito para problemas que nós mesmos causamos, pra quem passa fome, frio e humilhação constante não tempo para esperar, precisam de uma solução para ontem. Essas colocações religiosas foram causas das maiores barbaridades realizada pela humanidade, o homem criou os livros sagrados, e deles fazem sempre fazem a interpretação que lhe convém. O que as pessoas precisam é encarar de frente os problemas, respeitar as pessoas independente de religião/etnia/etc.
Fica muito fácil para as pessoas se esconder atrás da “cortina de fumaça” que os dizeres religiosos desses livros manipulados criam em benefício próprio.
leia meu post com algumas pérolas da carta orgânica do hamas.. ah, e por favor, não venha dizer que essa carta é invenção… tenha dó…
responder este comentário denunciar abusoBom Dia, Guga!
Tudo bem?
Eu, particularmente, acho muito interessante a estratégia de obrigar o posicionamento dos EUA na questão nuclear no Oriente Médio. Ok, eles possuem uma posição, inclusive em relação a Israel, mas não é “coerente” – e todos sabem disso.
Agora, o que também sabemos é que, mesmo que as relações entre todos os países da região fossem as mais pacíficas e fraternas; mesmo que as lideranças árabes, persas, xiitas, sunitas, maronitas, curdos, turcos (etc) visualizassem o mesmo futuro e objetivassem os mesmo ideais e valores, firmar o pacto não seria uma estratégia estável.
Uma arma nuclear é, por si só, um trunfo enorme; torna-se maior ainda se os seus visinhos não a tem. Havendo um pacto de não possuir o armamento, o primeiro que o obtiver, terá uma vantagem enorme em relação aos demais. Dependendo de como será redigido o tratado, ao invés de conter as sanhas, irá somente estimulá-las. E é por isso que eu disse que a estratégia não é estável, além disso, acredito que a retaliação que os demais governos do Oriente Médio seriam capazes de infligir no trapaceiro seria inferior aos benefícios de se possuir a bomba.
Pelo mesmo raciocínio, Israel não possui razão nenhuma de se desfazer das suas armas. Neste ponto, humildemente, discordo parcialmente do senhor Thomas Pickering, pois a solução dos problemas do Oriente Médio não será motivo suficiente para Israel se desfazer das suas armas, no máximo, servirá apenas como justificativa para não ampliar o arsenal.
Forte Abraço;
GRV
Todas as discussões envolvendo posturas históricas de Israel tendem a deslizar para a cloaca do “racismo”, pois há interesses gigantescos em desqualificar possíveis críticas. Israel é o “eixo” de interesses americanos no Oriente Médio; não por acaso, tem a bomba — por isso vive “bombando” posturas guerreiras regadas a muros e discriminações, com apoio explícito dos EUA. Todavia, dizer isso é ser “racista” no entender de muita gente; é negar o “holocausto”, etc., etc. Eis a cloaca pré-fabricada onde sempre querem jogar a limpidez da Verdade. Vamos fazer uma perguntinha básica, que nada tem a ver com o desejo de extinção de Israel. Trata-se de mero exercício de Lógica: SE ISRAEL NÃO EXISTISSE, O ORIENTE MÉDIO ESTARIA NESTA DRAMÁTICA EFERVESCÊNCIA GUERREIRA?
Philomeno, talvez estivesse. A Guerra do Irã contra o Iraque, para ficar em um exemplo, nada tem a ver com a criação de Israel. O mesmo vale para a invasão americana do Iraque, a ocupação do Kuwait por Saddam Hussein, a Guerra do Yemen e, de certa forma, até mesmo no Líbano
responder este comentário denunciar abusoONU?..
Supranacionalidade?…
Mito?…
Até os países “pequenos” também batem de frente nesse complexo arranjo de políticas!
Apesar de ser um tanto quanto clichê questionar a ONU nesse tema, esse mesmo apontamento ajuda a contestar um outro clichê, de que a ONU só serve para ajudar Estados-potência.
Bom, tratando-se de discutir Política Externa, nada mais natural do que cair em palpites e clichês… rs…
Parabéns pelo artigo, Gustavo!
Não há ninguém que busque a paz, a própria conferencia é pura demagogia. Os lideres virão com propostas vazias, desprovidas de conteúdo e realidade. O palco já esta montado, e os tambores de guerra já estão prontos. O cenário é o de sempre, a mesma terra que durante toda a historia esteve banhada de sangue, fará jus ao seu martírio perpetuo. Os EUA atacarão o Irã, com ampla colaboração de Israel, desencadeando absurdos de destruição em todo o oriente médio, gerando carnificina e ódio que alimentarão terroristas do mundo todo. Os pilares da ONU serão destruídos, pelo descrédito e impotência frente aos senhores da guerra.
Essa é a teoria do caos mais sensata e verdadeira da atual situação de hoje, espero realmente que seja lá qual for o Deus/Messias/Salvador possa ajudar a quem mais precisa nesses momentos. As pessoas pobres da linha de frente nesses Jogos de Guerra.
responder este comentário denunciar abusoComo guradiães do futuro que todos nós somos, certamente, haveremos de apoiar qualquer ação visando um mundo sem armas, sobretudo às de destruição em massa. O triste é constatarmos que por trás de todas as discriminações e violências contemporâneas há a marca dos dogmas religiosos e das genealogias. Mas perder a esperança não podemos.
Acho que o problema de Israel e’ seu tamanho. Precisam ser temidos para que nao tenham a ideia de ataca-los. Por outro lado, um ataque com poucas bombas nucleares nao destruiriam o estado judeu?
J Pereira, destruiria, mas centenas de milhares de palestinos e provavelmente muitos libaneses e sírios morreriam também
responder este comentário denunciar abusoQuem pretende destruir Israel ainda não possue os vetores para levar estas bombas. E mesmo que os tenha, alguns segundos depois Israel dispararia a sua carga mortal. Portanto ninguém ganharia. Os satélites israelenses e americanos observam tudo. É impossível um ataque de surpresa. É exatamente por isso que russos e americanos nunca dispararam. Mas o poder russo não impediu a dissolução da União Soviética. Quem gasta o seu dinheiro em bombas nunca acaba bem. A sua população fica sem nada e acaba derrubando o governo ou ele acaba se diluindo sózinho. Claro que alguns governos arriscariam a sua população para isso. Israel fez as bombas para sua defesa como disse o Ali, só em caso extremo de desaparecimento de estado e povo.
Sei que muitos aplaudiriam isso, são os antissemitas que torcem como se fosse um time de futebol. Por falar nisso, saudações santasticas.
Só tamanho não justifica.
Vejam a Coreia do Sul: minúsculo, tendo de um lado um país inimigo com quem o armistício não foi assinado e desenvolve armas nucleares; cercado pelo mar no resto da fronteira; teve cidadãos seus sequestrados pelo regime de Pyongyang, que pelo jeito explodiu submarino sul-coreano recentemente; é próximo da China, que é um dos poucos países que apoiam a Coreia do Norte; tem bases norte-americanas; disputa como Japão e a China a posse de umas ilhas.
Eles teriam todos os motivos do mundo para se armarem até os dentes com artefato nuclear. Mas não econtro notícias relacionando este país com armas nucleares.
Em minha opinião ou Israel assina o tratado e desiste de armamentos nucleares, ou para de chorar, e aceita que os outros desenvolvam seus programas como bem quiserem.
Isso de dizer, que eu posso ter, porque sou “legal e bonito” e o outro não pode porque é “safado e feio”, não cola nem em jardim de infância, e só prova que um dos lados quer poder e hegemonia só para si. O resto é papo furado ..
gustavo,
queria propor um tema pra uma discussão futura:
os direitos civis de judeus e árabes dentro do território de israel.
eu acho esse um ponto significativo da situação do país e que não costuma ser muito tratado.
Tobias, eu escrevi posts a respeito no ano passado, quando cobri a eleição em Israel. Mas você tem razão. A maior parte da cobertura dos árabes de Israel é restrita ainda à imprensa israelense. O filme Ajami retrata bem esta questão
responder este comentário denunciar abusoNão costuma ser muito tratado porque escancararia a diferença entre Israel e os que o combatem. Deixaria claríssimo que se trata de um confronto entre uma democracia e fundamentalistas.
Vou me antecipar: existem muitos palestinos, provavelmente a maioria, não é , e exatamente por isso precisariam fazer tudo o que fosse possível para impedir que os radicais continuem falando, e, muito pior, agindo em seu nome.
“Por uma questão de isonomia”
“ter 2 pessos 2 medias”
“DIREITOS IGUAIS.”
“Quais as diferenças entre o Chico e Francisco?”
Segundo estes brilhantes argumentos, já que pedreiras podem ter explosivos armazenados, torcidas organizadas também deveriam poder. Isonomia!
Como hospitais usam morfina, nada mais justo que baladas usem. Direitos iguais!
Ainda bem que não são voces que fazem a leis brasileiras.
O projeto sionista não teve e nem terá sucesso conforme concebido e está sendo aplicado. Para tal comportamento, viver entre muros, a felicidade nunca florescerá.
Se apenas um item, o da água, for contemplado, verificar-se-á que não tem como sobreviver intramuros e longe dos vizinhos que têm o líquido precioso necessário à própria vida.
Esta atitude absolutamente não inteligente está cada vez mais se baseando na força de armas nucleares que nunca serão usadas, a menos que seja decretado um suicídio coletivo.
Do contrário, que o Irã e quem mais quiser, tenha cada um o seu arsenal nuclear, a única saída para que todos, quietinhos como alunos de professora brava, se sentem à mesa para negociar.
Proposta de paz não falta, é só querer negociar pois sem negociação não haverá paz, algo que as armas e a força não realizam; a menos que se queira viver eternamente carregando a desaprovação de uns e o ódio de outros.
Gustavo:
Se Israel abrir mão de suas bombas atômicas,na mesma hora pode ser atacado ao mesmo tempo por misseis da Siria,Irã,Hezboolla,e quem sabe de um Egito pós Mubarack ou até a Jordania que na solidariedade aos irmãos árabes,atacou Israel em 1967 e mandou tanques em 1973 para combater ao lado dos sirios no Golã.
E se Israel for atacado ao mesmo tempo por milhares de misseis destes diversos paises,a unica coisa que fará eles pararem será uma bomba atômica,seja de uma potencia menor,pois Israel ainda poderia sofrer com a radiação.
Israel é um só, não tem ninguem para se juntar a ele.
Já os árabes sempre se juntaram para destruir Israel.
Este argumento idiota do Irã é outra manobra para tirar o foco deles e por em Israel.
Israel jamais usaria uma bomba atômica por usar.
Não usou em 1973 nos primeiros longos dias da guerra,quando a Siria já ameaçava tomar a galiléia e o Egito desbancou a linha barlev,retomou parte do Sinai e todos aviôens israelenses estavam sendo derrubados pelo missel sam 6 em ambos os fronts.2.000 israelenses já tinham morrido até então,seria proporcionalmente uns 100.000 mulçumanos.
Portanto Israel só usaria a Bomba se fosse “juntado novamente” em uma guerra dirigida a sua população civil,numa chuva de misseis que a força aerea de Israel não poderia parar e em um mês Israel seria literalmente destruido.
Será que não é a bomba de Israel que impede isto de acontecer ???
Se Deus quizer a “novidade e voto de protesto” do Obama não será reeleito,e um novo presidente republicano vai parar de encher o saco de Israel e tentar ver como lidar com um Irã nuclear destabilizando o Iraque com suas milicias xiitas igual fez com o Hezboolla no Libano.
A Israel só resta aguardar este presidente islamico antissemita camuflado americano ir embora.É fato que ele não tá fazendo esforço nenhum para impedir o Irã de ter a bomba,é só teatrinho,no fundo ele quer isto.
Pressiona mais o aliado do que o inimigo.
Barak HUSSEIN obama.
Tsairet, discordo. Com armas convencionais, Israel é capaz – como já foi antes – de derrotar os vizinhos
responder este comentário denunciar abusoIsrael sempre vencerá. Essa é a sina de seus inimigos. A Guerra dos Seis Dias que o diga. Tem mais coisas por aí… mas deixemos os dias correrem,,,
responder este comentário denunciar abusoOs EUA da america sempre quiseram ser melhores que todos,basta lembrar dos testes nucleares feito antes da segunda guerra mundial,com aplicação de duas bombas como teste em Hiroshima, e Nagasaki aniquilando instantaneamente milhares de vidas inocentes. Será que eles teriam coragem de jogar alguma bomba nuclear contra os Russos,Chineses,Corea do Norte,França etc. Toda nação que possue armas nucleares nunca foram ameaçados pelos gringos. O brasil deveria desenvolver uma bomba atomica. Quem sabe teria mais respeito ai fora.
Acompanho há algum tempo seu blog e sempre gosto de ler. Claro, nem sempre concordo com tudo mas devo confessar que seus artigos são de uma lucidez ímpar. Parabéns! E aos pró-americanos e pró-iranianos: nem Obama nem Mahmoud são inteiramente confiáveis (e quem é?) mas vocês acreditam no propósito pacifista do iraniano que nega o holocausto? Parece piada.
Uma coisa é certa: A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL NUNCA ESTEVE TÃO PERTO DE ACONTECER. Parece que o terceiro “ai” que a Bíblia fala está às portas. Dois “ais” já foram, resta o terceiro “ai”, que, certamente será o pior de todos.
Infelizmente o homem não aprende com seus erros, e, novamente a humanidade pagará caro por isso.
Júnior Mocelin
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“Ema ema ema cada um com seus pobrema” meu amiguinho isso é “pobrema” de Israel e do OM Médio inclua o resto dundo fora disso!!
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Quem pariu Mateus que o embale!!
Prezado Paulo, não existe mais essa de problema do OM. O mundo globalizado aproximou fronteiras. O fator 11 de setembro provou isso. Ninguém está totalmente seguro na Terra. Uma guerra no OM tem suas consequências no mundo todo, principalmente porque a maioria dos países do mundo tem descendentes de árabes e judeus, e isso desencadeia uma guerra entre esses povos nesses países. Basta ler os comentários aqui postados para perceber essa verdade.
responder este comentário denunciar abusoPorque um país se ” prostitui “. Estou com uma tese de doutorado que inclui o assunto desarmamento ! Minha tese, exemplifica mais especificamente o caso do Brasil. Depois da Segunda Grande Guerra, quem tinha cientistas de ponta e poder militar conseguiram desenvolver a bomba atomica. Outros pela influencia da União Soviética , algums anos após a Grande Guerra. EUA conseguiram esconder as bombas Atomicas ultra-secretas até meados do ano 2.000 quando houve vazamento e confirmação das bombas atomicas de Israel . Dizer que boa parte da tecnologia e que os experimentos e explosões técnicas nos desertos dos EUA fizeram parte da conquista dos israelenses da bomba atomica é real. Dizer que não, é o mesmo que “roubar pirulito de criança”, que “papi noel existe” , “bicho papao ” …. etc. Vale para quem quer ser enganado. ” Me engana que eu gosto”!! Sinto-me mais calmo.
Depois de quase colocar a nú, o Brasil, nas questões atomicas, obrigando-o a assinar todo tipo de Tratado…. ” Tratado de Tratelouco” …. “Tratado de Não Proliferação Nuclear” …. ” Tratalho de Comprimisso não nuclear ” …. ” Tratado de Assistencia Mutua nuclear” …. SEMPRE IMPONDO ao Brasil e restringindo a este opções de acordos futuros . O que restou ao Brasil para negociar …. foi dar a b….da.! Eh , restou ao Brasil dar a b….da! Não ficou nada para o Brasil dar em troca , a não ser a b….da! Porisso, eh claro que EUA , Europa e Outros Países que impuseram ao Brasil as obrigações, e não se comprometarem o seu arsenal nuclear …. podem pedir a B….da! do Brasil como opção ! Já que o Brasil assinou e se submeteu a tudo que os países quizeram …. agora chegou a hora de dar a B….da! E aih, surge o Lula, macho pra nos defender. A nossa honra não ! A B….da ! nos não damos.
Eh isso a pura verdade. Quem quer se evadir , ou desconversar , ou encontrar chifre em cavalo , ou dizer sobre alienígenas , ou outros , tem todo o direito , afinal estamos num país democratico.
Vc. esqueceu de dizer que nosso governo também da a B….. por dinheiro
responder este comentário denunciar abusoChirac,
Duas perguntas se me permite:
- seu doutorado será em área?
- por que é pior dar a b…. para EUA , Europa (o Brasil nunca fez isso, estou me baseando apenas na sua falsa tese) do que para Bolívai, Cuba, Venezuela, Argentina, Equador e Paraguai, e ainda pagar caro pela “honra”?
Fico muito triste em ver a política agindo de forma hipócrita na região (ou seria a hipocrisia agindo de forma política?)
Mas de qualquer jeito, acho que os países árabes pressionam Israel pelo unico motivo de que, por mais evoluida que suas forças são, por maior que for seus exercitos frente ao exército israelense, sabemos que se, em uma guerra… se israel estiver nas ultimas, podem usar as armas nucleares. Não da para “acabar” com nenhum país que tenha armas nucleares sem, nos 45 do segundo tempo, eles enviarem um ataque nuclear.
Não queria uma bomba destas em lugar algum do OM. Não quero mais guerra, e cansei de ouvir que as conversações de paz estão recomeçando.
Dane-se (no portugues claro) as conversações de paz. Hoje nao precisamos mais sentar em mesa alguma. Sabemos o que Israel quer, da mesma forma que eles sabem o que queremos.
Se os dois lados não abrir suas mãos para um acordo, então o Irã continuará atras das suas bombas, os palestinos continuarão lutando, os Sírios continuarão cooperando de todos os lados, e Israel continuará sua vida ambígua.
E sim… os EUA possuem um forte aliado na região, mas para eles, este aliado pode ou não ter armas nucleares que não faria a menor diferença
Assim falou Nelson Mandela
“A justiça para os palestinos é a principal questão moral de nossa era”.
responder este comentário denunciar abusoClaro que deve haver justiça.
Na verdade é o seguinte. Israel tem o direito de viver no OM (hoje, após o erro de 48, que foi dividir a palestina). Claro que pode, e pode defender-se como quiserem (da mesma forma como nós podemos defender nossos filhos). Acho realmente que somos muito compatíveis. E para quem duvida eu os chamo para um arguile na minha casa com meus amigos Gabriel Firer, Marcelo e Victon (todos judeus) depois de irmos no Casa Líbano e ver eles serem tão bem recepcionados quanto eu.
Somos compatíveis, somos parecidos, temos os mesmos gostos por comida e nossa cultura vem da mesma barriga.
Até ai tudo bem. A questão dos desarmamento nuclear neste caso não é sobre o OM. É algo moral e humano. Todos lembramos de Hiroshima, e temos empatia com os japoneses. Todos lembramos da catastrofe da guerra.
O desarmamento nuclear nao deve ser justificado pelo equilibrio de forças, mas deve ser justificado para sermos mais justos e morais.
A tecnologia nuclear é otima para gerar energia e para matar pessoas. Então 50% dela é utilizavel moralmente. Ponto final.
responder este comentário denunciar abuso“Israel tem o direito de viver no OM ”
Voce concorda com o Ali, Braziliano?
Sr Ivo, seu comentário denuncia a sua postura racista. Lembro que no nosso país o racismo é ilegal e pode sofrer pena de prisão.
Gustavo, quero deixar registrada a minha admiração pelas suas ponderações sóbrias, equilibradas e realistas.
Se o mundo quer um Oriente Médio livre de armas nucleares é correto exigir que Israel abdique das suas. Afinal a atitude mais correta para estabilizar a situação daquela região é tratar todos os países com certa igualdade. Portanto, se o Irã não pode ter armas Israel também não deve ter. Para ser bem sincera eu gostaria muito que nenhum país do mundo tivesse algum tipo de arma que ponha em risco a paz mundial. Mas acho que isso é quimera.
Prezada Priscila, se Israel abdicar de suas armas, esse é o dia em que Israel deixa de existir. Isso é apenas utopia. Seus inimigos aguardam a mais mínima brecha para destruírem-no…
Oxalá os brasileiros, cuja população é formada em pelo menos 40% de descendentes hebreus entenda a real situação e se coloque ao lado da nação irmã contra esses terroristas.
Aliás teu sobrenome (Pacheco) é de origem judaica, do grupo dos marranos que vieram de Portugual, como os cristãos novos. Dá uma pesquisada na net que você acha isso. Abraços.
responder este comentário denunciar abusoPelo que vejo o Sr. Júnior Mocelin continua na sua busca irracional de novos membros para seu time, afinal nada melhor que a desculpa religiosa e familiar para atrofiar a mente das pessoas para as questões de abuso vivida por pessoas inocentes em diversas partes do mundo.
Realmente o senhor deveria se sentir envergonhado de tomar certas atitudes.
responder este comentário denunciar abuso“Se forem contra, serão acusados de terem dois pesos e duas medidas.”
Os EUA sempre tiveram e sempre terão dois pesos e duas medidas em relação ao OM.
Hoje uma guerra aberta contra Israel é inviavel.
Teríamos basicamente um flanco forte (norte com o Líbano e nordeste com a Síria) e não teriamos o flanco leste (com a jordânia) e o flanco sul seria basicamente aniquilado em uma semana (do Hamas, ja como o Egito não entraria de forma alguma, a menos que for para AJUDAR Israel, e o Hamas, em uma guerra aberta, não daria conta de mais do que 7 dias)
Hoje, o Irã e a Síria investem mais em seus braços avançados (Hamas, Hezbollah, etc) do que no exército (claro, o Irã possui um centro de tecnologia bélica enorme). Pois eles sabem que em uma guerra aberta com os dois exércitos que mais investem em armamento no mundo ocidental (EUA e Israel), dificilmente eles conseguem mais coisas além do Golan e do Beeka.
o Irã não ganharia nada em uma guerra aberta.. .muito pelo contrário
Ganharia sim, Ali, e como ganharia… lembre-se: a causa islâmica (???) é a que conta: varrer Israel do mapa. Não sei se isso realmente é do Islã, ou se apenas os extremistas pensam assim, mas pelo que se sabe crêem que o Islã governará o mundo. Então toda essa guerra se baseia nisso.
responder este comentário denunciar abusoO sr nao tem noção do que fala
O islã é uma religião que usa ensinamentos da torá no seu livro sagrado…
E se você estudasse um pouco a história da palestina recente iria descobrir que o grupo que mais fez ataques contra israel até a segunda inteifada é um grupo cristão…
Mas infelizmente há muito preconceito em todos os lugares, e muita gente achando coisas… uma pena, assim não evoluimos
responder este comentário denunciar abusoChacra, peço que remova o mesmo comentário, pois o postei no lugar errado, e deixe este que sim, está no lugar correto. Obrigado.
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Sr. Ali, realmente é nessa parte que fico confuso. Se usam a Toráh, ela ensina que a terra prometida pertence aos judeus, correto? Porém, se acham que isso é coisa do passado, que já não vale para nosso tempo, então penso que as Escrituras na verdade não servem para nada.
Se Deus, o Eterno, Alá, Jeová, é perfeito, toda Sua Palavra o é. Como diria algo, e depois desdiria? Onde, e em qual outro livro sagrado oriundo da Toráh, Deus diz que a terra prometida não é mais de Israel. Se vocês vão contra essa realidade, vão contra a Toráh; se vão contra a Toráh, vão contra o próprio islamismo; se vão contra o islamismo, aí negariam sua própria fé.
Judeus e árabes são povos irmãos; uns descendem de Isaque e outros de Ismael. Porém, a herança maior coube a Isaque, apesar dos ismaelitas terem uma grande porção também, porque são um povo mui abençoado.
Meu desejo sincero é ver esses povos irmãos em paz; porque quando eles tiverem paz, o mundo terá paz. O mundo precisa que judeus e árabes façam as pazes e vivam como irmãos; porque são dois povos que foram criados para bênção da humanidade; porém, se estão em conflito, o mundo fica em conflito.
PAZ PARA JUDEUS, E PAZ PARA ÁRABES, E PAZ PARA TODAS AS NAÇÕES.
responder este comentário denunciar abusoSr. Ali Abdulhamid o que eu gostaria que todos entendessem em especial o Sr. Júnior Mocelin é que temos que dar prioridade as vidas inocentes perdidas nesse conflito ou qualquer outro no Mundo, em especial na África.
Enquanto os governantes dos dois lados (não existe lado certo, sempre a população mais humilde sofre) brincam com seus jogos de guerra, o povo sempre sofre com as perdas humanas e materiais. O que me enoja é quando pessoas entram nessa mesquinharia religiosa/étnica e esquecem do real valor da vida, não podemos nunca nos esquecer, estamos lidando com percas de vidas, e essa é maior que qualquer outro princípio.
responder este comentário denunciar abusoSr. Nasser, vocês realmente me deixam confuso; suas afirmações seguem paradoxais. Ok, concordo que a vida humana é o bem maior e mais precioso; não sou a favor da morte em nenhum dos dois lados. Queremos um mundo de justiça, de paz e felicidade para todos os seres humanos. Porém, como alguém que diz proteger a vida humana fica a favor de uma pessoa como Ahmadinejad, o qual não apenas nega a morte de 6 milhões de inocentes (crianças, mulheres, jovens, adultos, idosos) apenas porque eram judeus, senão que a seu próprio povo oprime sob um regime ditatorial opressor, e, totalmente totalitário?
responder este comentário denunciar abusoCaro Sr. Júnior Mocelin, não existe paradoxo nenhum nos meus relatos, em nenhum momento defendo qualquer regime opressor e assassino. O que eu discuto é a velha regra de “Dois Pesos Duas Medidas” nas tomadas de decisões mundiais fundadas em princípios religiosos que sempre tendem para o lado mais forte.
Me esclareça que sanidade mental é essa que os países Imperialistas detentores da Energia Nuclear e responsáveis por todas as atrocidades mundiais até hoje relatadas tem para julgar os países que querem explorar essa tecnologia? Quem Israel pensa que é para julgar a “ameaça iraniana” quando esmagou a autoridade palestina restringindo o povo dois míseros pontos em todo o território.
http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/archport/jpgEvb5UIPEHM.jpg
Uma outra dúvida, até quando os israelenses vão se esconder atrás do holocausto para fazer o que bem entender e da forma que achar mais conveniente, humilhando o povo palestino das mais diversas formas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090826_palestinos_assentamentos_cq.shtml
Existem varias formas de oprimir um povo Sr. Júnior Mocelin, esse link acima mostra uma bem cruel. Se o Sr. pesquisar um pouco verá que o massacre dos armênios pelos turcos foi de intensidade semelhante, quiçá maior que o ocorrido no holocausto, nem por isso serviu de escudo para cometer ocupações desenfreadas e sem escrúpulos.
Uma coisa em que acredito é que ninguém fica em cima do muro com relatos paradoxais para agradar a gregos e troianos. Todo mundo tem um lado, mas poucos o expõem, e quanto ao meu lado, fico com aqueles realmente sofrem com os horrores da guerra (pais de famílias, mulheres, crianças), fatos que não aparecem no Jornal Nacional ou é capa da semana da revista Veja.
responder este comentário denunciar abusoEssa conversa não convence ninguém; trata-se de um discurso encoberto para que o verdadeiro sentido não apareça; basta entender um pouco de psicologia para captar isso. Por que o mundo árabe não ajuda aos palestinos?
responder este comentário denunciar abusoSr. Júnior Mocelin, pela segunda vez insiste na idéia de que estou colocando meu ponto de vista para tentar te convencer de algo, quanto a isso pode ficar tranqüilo não há interesse algum nessa causa, apenas confronto tuas idéias e mostro com fatos o que está acontecendo e não fico preso a interpretações religiosas para aceitar com banalidade as barbaridades cometidas por toda a Palestina.
Quanto ao seu poder psicológico, poupe-se, apenas abrindo um pouco os olhos podemos enxergar a verdade.
Finalizando quando o Sr. comenta:
[05/05/2010 - 10:41] “Por que o mundo árabe não ajuda aos palestinos?”
Será que devolver as terras ocupadas de forma injusta e brutal por Israel seria um bom começo? Se for necessário uma razão religiosa para isso aposto que em pouco tempo ela será achada ou fabricada tanto faz!
Se o Sr. tem alguma razão concreta (NÃO RELIGIOSA) para essa ocupação desumana sinta-se livre se quiser responder.
leia a carta orgânica do hamas antes de me acusar de utilizar termos religiosos…
responder este comentário denunciar abusoRespondendo ao Manoel Joaquim, das 08:28. A diferença entre chico e francisco é que o chico quer matar o francisco e varre-lo do mapa. Enquanto que o francisco, mesmo sendo atacado 3 vezes, continua querendo viver (sobreviver) em paz. abraços.
Falou e disse… perfeita sua colocação.
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
As guerras pasadas não envolveram população civil,em 1973 ou 1967 os paises árabes não usaram milhares de misseis para lançarem simultaneamente em Haifa ou Tel Aviv,assim a duras perdas Israel venceu suas guerras com armas convencionais.
Portanto Israel não exprimentou um ataque do tipo do Hezbooolla em 2.006 sendo 30 vezes mais forte vindo de 4 paises diferentes,alem de infantaria e força aerea.
Portanto como vencer um tipo de conflito destes que Israel nunca lutou na vida,só a “sombra disto” com o Hezboolla que não tinha aviôens de guerra americanos como o Egito tem,os migs da Siria,fora tanques etc….O Hezbbolla só tinha os misseis a nivel de estrago a Israel,pois alem dos misseis estes paises teriam tanques e aviôens.
E Israel teria que bombardear 4 paises aos mesmo tempo !!!!!
Não conseguiu impedir até o ultimo dia de guerra do Hezboolla lançar seus misseis em Israel,imagina somado a isto o Irã,a Siria,e um Egito pós Mubarack na mão de um saudozista de Nasser.
Portanto as guerras convencionais que Israel venceu foram totalmente diferentes,não envolveram destruição civil,não foi guerras de exterminio declarada.
Sendo assim,mesmo sabendo o poder de Israel,não vejo como convencionalmente Israel vencer uma guerra de exterminio com misseis a população civil,contra 3 ou 4 paises com uma população muito maior,podendo absorver muito mais perdas humanas e com muito mais território para se locomoverem, expalharem seus misseis,e terem opçôens até de estradas para seus aviôens de guerra aterrizarem.
Portanto no convencional não dá não,os árabes unidos poderiam absorver muito mais perdas que um pais pequeno como Israel numa guerra de exterminio.
A Alemanha foi o melhor exercito da segunda guerra,e na guerra de exterminio civil por bombardeios,mesmo destruindo londres acabou sendo muito mais destruida pelos aliados,entre eles USA,a própria Inglaterra e pilotos de paises europeus ocupados alem dos bombardeios russos.
Neste caso só destruindo a represa de Assua,ou pequenas bombas atômicas,para causar um estrago exepcional que fizesse esta união ser desfeita e a guerra ser interrompida.
Lembre Gustavo,a primeira guerra de cidades tipo que o Irã lutou com o Iraque{trocas de scuds de ambos os lados}Israel nunca conheceu antes de 2.006 contra um unico inimigo sem tanques e força aerea.
Não quero nem pensar contra 4 paises com milhares de misseis por dia,aceitando nas suas contas malucas perder 10% dos seus civis para Israel ser borrado do mapa.
Ai é onde a porca torce o rabo.
Árabes: “..Então fica assim, nós não produziremos armas nucleares aqui e vocês destruam as de Israel”.
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Se os países árabes aliados à Turquia e ao Irã, assim como outros países interessados, dependerem do desarmamento de Israel para não construirem as suas, então vão produzir armas nucleares.
Ou tem alguém que acha que Israel vai aceitar a proposta de seu desarmamento?
Que vai desarmar?
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Israel sempre declarou não ter tal armamento.
Nunca executou ensaios (ao menos que fosse percebido).
Todas informações de que Israel possui e a quantidade, nunca passou de especulações.
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E na base da especulação, eu também acho que tem e o suficiente para amedrontar até os americanos.
E também na especulação, o lobby israelense dentro dos EUA, é superior do que se imagina.
Queria dizer que não penso que isto vai acontecer,{paises árabes se unirem numa guerra de exterminio civil}mais a unica suposta garantia de Israel é ter bombas atômicas.
Quem tem varios vizinhos ameaçando retomar território ou destruir a “bactéria sionista” é Israel.
O unico inimigo que o Irã teve é este Iraque que nem força aérea tem mais, e o Talibã destruido,os USA acabaram com os inimigos do Irã.
E que eu saiba,quando os americanos planejaram ou ameaçaram atacar o Irã para este pensar em ter um bomba atômica???
É Israel que ameaça o Irã ou o contrario????
O Irã só ajudou a destabilizar o Libano armando o Hezboolla e criando um mini estado que não acata o poder dentro de um estado,e dificultando a causa palestina e levando eles a auto destruição quando armaram o Hamas em Gaza e ordenaram eles bater de frente com Israel ao invés de renovarem a Hudna {trégua}o que levou a ultima guerra de Gaza.
E Israel nunca teve guerra ou conflito territorial com o Irã e estes são persas,não árabes.
Escolheram Israel para ganhar o coração das ruas árabes até construirem sua bomba e jogar as suas populaçôens contra os seus governos{Arabia Saudita e Egito} como se o Irã enfrenta Israel e os dois gigantes árabes não.
Tão cagando para causa palestina,o négocio é fazer a bomba e enfraquecer os paises sunitas internamente.
Depois vamos ver o que vai acontecer quando os USA sairem do Iraque com 80% da população chiita,cujas milicias são armadas pelo Irã e o Irã não recebe dinheiro por isto,apenas as milicias ficam “devendo favores” ao Irã como é o caso do Hezboolla.
E de que forma estes “favores” serão pagos ????
Daqui alguns poucos anos veremos este tópico aqui no blog…..
Sr. Makal
Foram os próprios americanos, que destruíram o estado tampão Sunita (o Iraque), que eles mesmo haviam mantido e armado anteriormente, para se protegerem de uma possível expansão Xiita. Tanto que até fizeram os Sunitas iraquianos atacarem os Xiitas no Irã, numa tentativa de fazer desaparecer a revolução islâmica que ocorria naquele país (guerra Irã X Iraque).
Agora, porque o tonto do Sr. Bush, resolveu retirar do tabuleiro a única peça que os detinha ? Peça que eles mesmo haviam colocado lá para esse fim ?
Os americanos vão se perguntar ainda muito tempo a razão dessa estupidez de sua política externa, talvez tenham deixado o militarismo subir tanto a cabeça, que tenham ficado burros, ou pra variar subestimaram o inimigo, ou o brutal custo não só da guerra, como da ocupação do território iraquiano indefinidamente, e agora estão com uma batata quente nas mãos.
Mas tudo por obra deles mesmos, o Irã, nunca atacou o Iraque, e mesmo agora, ainda não moveu um dedo para agredir a ninguém. Ao contrário, o ocidente e Israel, é que vivem a falar em “ataque preventivo”, ou seja tomar para si o início das hostilidades, com uma agressão deliberada, a um estado que não ataca nenhum outro a mais de 30 anos, e tentar fazer com que essa agressão, seja “percebida” pelo mundo, como um gesto de defesa. Ou seja, puro engodo em nome de hegemonia no OM.
Marcos L.S :
Concordo que os USA que fizeram a cagada de destituir Sadam e expurgar os generais de Sadam e do partido Baaht ao invés de aproveitarem a baze para reconstruir o poder com generais que tinham poder sobre suas tropas e aceitariam cooperar com os USA.
E de querer uma democracia num pais de 80% de xiitas o que só melhora a vida para o Irã.
E a cultura árabe e persa é tribal e ditadorial,não se impôe democracia de fora para dentro.
Mubarack é ditador,no Libano o Hezboolla não acata o comando de uma maioria e tem uma milicia dentro do pais,e a Jordania e a Siria o poder passaram de pai para filho e na Siria o filho de Assad foi eleito com 98% dos votos,nem LULA atingiu esta popularidade ou qualquer presidente numa reeleição ou quando candidato em qualquer lugar do mundo.
Pode se ver que é fraude ou sucessão,como foi nas ultimas eleiçôens no Irã.
Quanto a Israel ameaçar o Irã,você parece não ser mal informado e ignorante e sim mal intencionado,pois o Irã que ameaçou varrer Israel do mapa,negou o Holocausto e armou o Hamas e o Hezboolla para confrontar Israel.
E Israel nunca entrou em guerra com o Irã,não tem fronteiras,prisioneiros iranianos e não arma ou incita inimigos do Irã.
Portanto se alguem ameaça alguem, é o Irã.
Israel nunca antes deste presidente negador do holocausto e de ser ameaçado de ser varrido do mapa ,se pozicionou de forma hostil ao Irã.
Portanto não venha distorcer a realidade.
Sr. Makal
Responda então por favor, em quantas guerras estiveram envolvidos, Israel EUA e Irã nos últimos 30 anos, será fácil de ver quem é ignorante e mal intencionado com a sua resposta.
Quem fala em ataque preventivo ? É por acaso o Irã ? Ou seriam Israel e EUA ?
A questão de varrer Israel do mapa já foi pra lá de abordada e creditada a má tradução.
E a expressão ataque preventivo, também é mal traduzida ?
Ou as diversas declarações da chancelaria de Israel de que a opção militar não está descartada, não são ameaça ?
Quem quer se passar por inocente aqui, eu ou o senhor ?
Que forças armadas recentemente atacaram usando ogivas de fósforo branco contra a população civil, foram as do Irã ?
Foi o Irã ou os EUA que atacaram o Iraque com ogivas de urânio empobrecido ?
Quem são os criminosos ? O Irã que fala, ou aqueles que matam ?
“A questão de varrer Israel do mapa já foi pra lá de abordada e creditada a má tradução. E a expressão ataque preventivo, também é mal traduzida”
Marcos,
Qual dificuldade haveria em dizer que a expressão ataque preventivo foi mal traduzida?
Os que creditaram à má tradução a intenção de varrer Israel do mapa são donos da verdade? Segundo quais critérios?
É impressionante a facilidade com que alguns aqui se auto-nomeiam tradutores oficiais e exclusivos de idiomas que desconhecem.
Sr. MárioS
Eu não traduzo idioma nenhum, apenas disse o que já foi comentado diversas vezes, por várias fontes. De que o líder Iraniano foi mal traduzido.
Mas engraçado, o senhor ignorou todas as minhas outras indagações, porque será ?
Não, não precisa responder se não quiser, eu tenho uma boa ideia do porque.
Onde arrumar argumentos, contra o uso de fósforo, ou urânio empobrecido contra civis ?
Como argumentar que o Irã atacou a outro país nos últimos 30 anos ? Se ele não o fez.
E os EUA e Israel, será que atacaram algum ? Em quantas invasões e escaramuças os dois estiveram ? Seria o Irã tão agressivo quanto qualquer dos outros dois ?
Como eu disse antes, Ahmadinejad falou, ou teria dito, mas os outros dois, não falam, eles fazem, ou seja: Matam, procure saber qual é a herança das crianças de Fallujah, onde os democráticos EUA lançaram ogivas de metal pesado, tóxico e radioativo (Depleted Uranium)
Dizem que sem o Egito não tem guerra e sem a Siria não tem paz.
A minha supozição seria com a morte de Mubarack algum detentor do poder resolver atacar Israel numa “guerra de cidades”.
Ai a coisa ficaria braba para Israel e ainda poderiam dragar a jordania para o conflito como foi em 1967.
Mais se for a Siria e o Hezboolla sem o Egito,acho que ai convencionalmente Israel sairia vencedor deste conflito apezar das milhares de vitimas que sofreria.
O Hamas é “cafe com leite”,em dois dias de “força total” por parte de Israel,eles implorariam a trégua.
Portanto espero que após a morte de Mubarack seu filho ou quem ficar no poder mantenha a “paz fria” de hoje com Israel e não de mole para irmandade mulçumana.
Sem o Egito não tem guerra,e não tem como a Jordania ser dragada como em 1967.
E acho que tanto Israel como Siria e Hezboolla não querem uma guerra,pois que vitória seria para Israel “perder 3 dentes” para “quebrar a boca toda” do Hezboolla e da Siria????
E que vitória seria para a Siria arriscar seu governo Aluwita que é uma minoria ser arrazado e outras forças tentarem tomar o poder,ou até generais descontentes com uma aventura militar estupida darem um golpe de estado em Bashir Assad???
E para o Hezboolla ver o Libano destruido,perder seu apoio e ser culpado internamente por uma catastrofe alem de ver Dahia e o sul do Libano virarem pó???
Portanto hoje não terá guerra,e sem o Egito não terá nunca.
Em dois dias de “força total” o percentual de pessoas que consideram Israel má influência para o mundo passaria do atual 50% para uns 80% facinho, facinho.
Segue a tradução de trecho de uma matéria que saiu no jornal Yomiuri, do dia 19/04:
“Pesquisa de opinião realizada pelo jornal Yomiuri e a rede britânica BBC em 33 países constatou que 53% dos consultados consideram que “o Japão influencia o mundo positivamente”, ultrapassando os 21% que considera que “influencia negativamente”.
Foram feitas avaliações sobre 17 países e instituições públicas.
(…) Alemanha ficou em primeiro lugar como país que influencia positivamente, com 59% das opiniões.
(…) Já os países considerados má influência ficaram Irã com voto de 56% dos consultados, Paquistão com 51% e Israel com 50%. Em relação a Coreia do Norte, 49% consideraram o país má influência, contra 17% que consideraram boa influência.”.
Israel nao pode e nao vai eliminar armas atomicas. Ate’ porque eles nunca admitiram que tem bombas atomicas.
Infelizmente os paises arabes, aliados ou nao do ocidente, sao ditaduras corruptas refens do fanatismo religioso da populacao ignorante.
A guerra nao e’ so’ de Israel contra os arabes, e’ de todo o Ocidente desenvolvido contra o Islamismo terrorista.
Leia mais estude e se informe, bastante antes de chamar outras culturas de ignorante.
Pessoas com seu tipo de discurso,se estivesse do outro lado de Gaza possivelmente
apoiaraiam o que israel faz em nome da ganancia e crueldade.
Sr. Nasser, uma pergunta:
Por que será que tantos civis morrem na Palestina quando Israel lança folhetos desde aviões alertando a população civil que se retire da zona de conflito? Por que o hamas insiste em deixar civis nestes lugares? Ou será que eles querem fugir daí e o hamas não permite? O sr. poderia me responder essa?
responder este comentário denunciar abusoChacra ,
Até quando terei que ler estas estultices girando como rosca sem fim?
Perderam a noção do ridiculo ou nunca tiveram mesmo?
Quem fala uma barbaridade dessa, ou não sabe nada do mundo árabe, ou é mal intencionado a pregar a mesma mentira sempre a perder de vista e de conta…
Este não é um comentário islamofóbico e anti-árabe???
responder este comentário denunciar abusoE o gabinete israelense não é refém de fanáticos religiosos também?
O roto falando do amassado…
responder este comentário denunciar abusoSR. Bndias,
Comentário racista e nojento.
Sr. Júnior Mocelin, acredito que o Sr. Ivo D’Aquino Neto esteja fazendo referencia a esses Genocidas aqui da era Moderna:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100201_israelfosforo_gf.shtml
Ou quem sabe destes:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090319_israel_soldados_gaza_rc.shtml
Basta fazer um pouquinho só de esforço ao procurar que voce acha sim.
Nasser, uma pergunta:
Por que será que tantos civis morrem na Palestina quando Israel lança folhetos desde aviões alertando a população civil que se retire da zona de conflito? Por que o hamas insiste em deixar civis nestes lugares? Ou será que eles querem fugir daí e o hamas não permite? O sr. poderia me responder essa?
responder este comentário denunciar abusoÉ, você recebe um folheto no quintal da sua casa dizendo para você se mandar que vamos bombardeá-la. Que é que você faz? Para onde você vai?
Cara, realmente acho que os dois lados têm atitudes corretas e erradas. Os dois lados têm que ceder alguma coisa para haver paz. Não estou aqui para defender ou criticar as causas israelenses ou palestinas.
Mas seus comentários são muito radicais. Pense um pouco nos seus argumentos. Folhetos voando na sua rua, dizendo para sair dali que vamos bombardear!!?? Fica meio difícil certas atitudes na prática. Me parece mais propaganda para aplacar as críticas internacionais do que algo que realmente vai dar certo.
Falamos de uma zona de conflito, onde o hamas se instala e lança foguetes contra cidades israelenses. Não falamos de uma cidade como São Paulo, Rio, ou outra; falamos da Fiaxa de Gaza. Israel mostra que sua luta é contra os extremistas e não contra a população civil. A questão ainda é: por que tantos civis morrem então?
Mesmo em minha cidade, se lançassem panfletos dizendo que em três dias iriam atacá-la; eu me mandaria com minha família para qualquer outro lugar; melhor perder casa e bens do que perder a vida de meus familiares, caso esse fosse o único jeito.
responder este comentário denunciar abusoCaro Sr. Júnior Mocelin, um pergunta simples: Quantas vezes sobrevoaram a sua casa atirando panfletos com uma “Ordem de Retirada”? Para onde o Sr. e sua estimada família foram nessa situação?
É muito fácil falar isso no conforto e aconchego do nosso lar, aposto e ganho que isso nunca aconteceu com o Sr. então não bata no peito VOMITANDO TODA ESSA CORAGEM oportunista. Não se martirize numa situação hipotética, fica muito fácil se expressar assim.
O Sr. consegue imaginar uma chuva de fósforo branco em cima de sua residência? Lembre-se não uma chuva que estraga o seu dia na praia e sim algo corrosivo que destrói a sua pele e deixa seqüelas pelo resta da sua vida.
responder este comentário denunciar abusoSim, eu concordo que é uma área de conflito. Mas o hamas não é parâmetro. Eles não estão nem aí para fatalidades civis (alíás, parece ser esse seu objetivo), bem diferente do Exército de Israel, que é um dos mais bem treinados do mundo e não tem interesse em atingir civis. Mas o hamas está no meio de civis!!! Fazer o que! Dano colateral? Acho que não é bem assim.
Não sou militar nem especialista em segurança para dar uma opinião, mas não dá para bombardear área civil porque tem gente do hamas alocado ali.
Em relação a se mandar. Bem, é muito difícil. Basta ver vários exemplos de famílias nas favelas do RJ que têm suas casas condenadas pela defesa civil e que lá permanecem com todos os riscos inerentes a isso. As pessoas simplesmente não têm recursos e nem para aonde ir. De repente se fosse eu ou você, pegaríamos o nosso cartão de crédito, alguns poucos objetos pessoais e iríamos para a casa de parentes, para um hotel ou etc. Mas certas pessoas não têm essa possibilidade.
O direito de uma nação se defender contra grupos terroristas é legítimo, e Israel se enquadra nessa categoria. Mas o que vai diferenciar a defesa de Israel dos ataques do hamas, não é só que um começa e o outro termina, mas quem eles atingem. Se Israel começar a matar civis, alegando que são danos calaterais, pois os objetivos seriam membros do hamas, acho que perde o sentido de ele querer se diferenciar.
Nasser, o culpado disso é o Hamas, que é como uma imã negativo nessa região. A forma com o Hamas atua é totalmente planejada, e nunca executada sem que antes tenham a certeza de que terão o resultado que esperam.
O Hamas não quer a paz; não deseja que os palestinos tenham uma vida digna, pois eles são so que em verdade acometem esse povo, tirando deles o pouco de esperança que resta, sufocando-os até à morte; deixando como único consolo a meta da jihad: destruir Israel. Suas crianças são ensinadas nas escolas a terem ódio do povo judeu – ISSO É CRIME CONTRA A HUMANIDADE. ONDE ESTÁ A UNESCO PARA VER ISSO? O que eles fazem às suas próprias crianças é pior que qualquer outro crime; pois as tornam terroristas extremistas, cheias de ódio. Não dão a mínima chance para essas crianças experimentarem o outro lado da vida, que não a violência e o ódio racial aos judeus.
De modo que estas crianças aparecem em dezenas e centenas de vídeos mostrando o que fizeram com elas; falam como terroristas; aprendem a amarrar bombas em si mesmas como sendo algo altruísta. MAS ISSO É CRIME CONTRA A HUMANIDADE. NOVAMENTE QUESTIONO: ONDE ESTÁ A UNESCO QUE NÃO AGE CONTRA ISSO?
Poupe-me de seus discursos pré-programados cheios de mentira e engano.
responder este comentário denunciar abusodrmfav,
Concordo em que os dois lados têm atitudes corretas e erradas e mais ainda em que os dois lados têm que ceder alguma coisa para haver paz.
Também não sou militar nem especialista em segurança, mas não dá para um exército assistir passivamente seu povo ser bombardeado apenas porque terroristas covardes se escondem entre civis.
Caro Sr. Nasser, uma pergunta simples: quantas vezes lançaram foguetes sobre a sua casa SEM antes atirar panfletos com uma “Ordem de Retirada”? O sr. e sua estimada família nem precisariam pensar para onde ir, pois seriam pegos de surpresa.
Quantas vezes colocaram bombas no ônibus que o sr. ou seus filhos costumam pegar? Nos cafés que frequentam?
O Sr. consegue imaginar uma criança sendo morta a machadadas?
Ola Sr. MarioS, interessante colocar na balança esse quesito [04/05/2010 - 17:22]: “mas não dá para um exército assistir passivamente seu povo ser bombardeado apenas porque terroristas covardes se escondem entre civis”, acredito que o Sr. esta colocando num desses lados o contexto em que as pessoas prejudicadas dentro de Israel se encontravam durante o ataque massivo de foguetes “caseiros”, foguetes esses que são disparados as escuras e sem rumo, realmente deve ser muito cansativo e desgastante dirigir-se aos abrigos anti-aéreos para se defender desse perigo real de ataque, apos um aviso coordenado do Governo.
Que tal se do outro lado da balança o Sr. colocar todo o sofrimento do povo da Faixa de Gaza, afinal é chato mas seguro se esconder nos abrigos anti-aéreos palestinos após os a queda dos salvadores panfletos com o avisos, se não fosse um pequeno detalhe: Que abrigo uma região devastada e coberta na miséria pode ter para se esconder? Quais recursos anti-terror um região paupérrima pode recorrer numa situação de terror dessas? Talvez construir um escudo gigante para cobrir a casa com os panfletos salvadores de papel! Ou quem sabe pedir asilo político em Israel! Para que lado a sua balança tende? E só uma questão de reflexão meu caro. E lembrando, não estou apoiando governo nenhum mas sim o povo mais carente.
Quando o Sr. me faz o seguinte questionamento:
[04/05/2010 - 17:22] “Caro Sr. Nasser, uma pergunta simples: quantas vezes lançaram foguetes sobre a sua casa SEM antes atirar panfletos com uma “Ordem de Retirada”? O sr. e sua estimada família nem precisariam pensar para onde ir, pois seriam pegos de surpresa.”
Nesso momento o Sr. esta de pleno acordo comigo com critico negativamente a colocação do Sr.Júnior Mocelin quando menciona as:
[03/05/2010 - 18:48] “Por que será que tantos civis morrem na Palestina quando Israel lança folhetos desde aviões alertando a população civil que se retire da zona de conflito?”
Mas aproveitado o ensejo, quando o Sr. me questiona se já presenciei algumas barbaridades como: explosivos em ônibus dos meus filhos ou uma criança morta a machadadas, confesso que Graças a Deus não, nem desejo isso a ninguém. Mas esses traumas me faz lembrar de uma palestra ministrada pelo jornalista e escritor brasileiro José Arbex Júnior, onde ele descreve os traumas detalhados de um civil Palestino antes de ficar possuído pelo sentimento de vingança e canalisando toda a sua raiva, vindo assim, a se tornar Homem-Bomba. Assim como gentileza gera gentileza, atrocidades geram atrocidades.
responder este comentário denunciar abusoOla Nasser,
Nunca entendi porque tantos se usam o fato de que os tais foguetes são “caseiros”, e disparados as escuras e sem rumo, para tentar “justifica-los”, mas não é este o caso aqui.
Vamos sim nos colocar nos dois lados da balança. Concordo plenamente em que o sofrimento do povo da Faixa de Gaza é muito maior, claro.
Voce (uso o voce porque imagino que, como quase todos aqui, seja bem mais novo do que eu, e peço que também me chame assim. Não me importo nem um pouco em ser chamado de senhor, mas faço menos questão ainda) afirma ironicamente:
“talvez construir um escudo gigante para cobrir a casa com os panfletos salvadores de papel” E eu respondo: não, mas talvez construir abrigos com os recursos, humanos e materiais, usados na construção de tuneis que enriquecem alguns e causam a morte de outros.
Ou, mas isto parece inconcebível, parar de lançar foguetes, caseiros ou não sobre Israel e dedicar-se a desenvolver Gaza. Este é o lado que minha balança tende
Verdade, é só uma questão de reflexão meu caro. E se voce não está apoiando governo nenhum mas sim o povo mais carente, há de reconhecer que o de Israel está muito mais preocupado com o seu povo do que o Hamas.
Nesso momento o Sr. esta de pleno acordo comigo com critico negativamente a colocação do Sr.Júnior Mocelin quando menciona as:
[03/05/2010 - 18:48] “Por que será que tantos civis morrem na Palestina quando Israel lança folhetos desde aviões alertando a população civil que se retire da zona de conflito?”
Eu também não desejo barbaridades a ninguém, e também acho que gentileza gera gentileza, atrocidades geram atrocidades. Só que não posso aceitar ignorar dezenas de atrocidades anteriores e focar apenas na última e penúltima.
responder este comentário denunciar abusoEntão Sr. MarioS para o senhor entender o termo “caseiras”, vamos exemplificar:
Essa bomba classificada “caseira” e disparadas as escuras são as mesmos foguetes que traz, em sua maioria, Danos Materiais quando essas não explodem em lugares desabitados, bem diferente daquelas bombas “inteligentes” forjadas em fornalhas americanas e que deixa um legado de morte, dor e destruição nas famílias, ou mesmo o Fósforo Branco, uma arma química pela Convenção de Genebra. Acho que agora ficou um pouco mais fácil de entender.
Quando o Sr. afirma com simplicidade:
[05/05/2010 - 10:06] “…não, mas talvez construir abrigos com os recursos, humanos e materiais, usados na construção de túneis que enriquecem alguns e causam a morte de outros.”
Bom, acredito que a construção de abrigos é algo bem mais complexo de realizar quando estamos falando de um estado sem soberania, uma faixa de terra miserável, como pensar em abrigos quando não há comida, infra-estrutura ou até mesmo terra, terra esta que foi tomada de forma arbitrária e violenta por meio de tortura física e psicológica. Bom acredito que por esses e outros motivos que iniciar benfeitorias fica complicado, afinal NÃO existe um Tio-Sam dando cobertura e carta branca para realizar tanto benfeitorias no próprio país como a colonização desenfreada e desumana em terras alheias.
Para quem não sabe o que é antissemitismo eis o exemplo.
(sobre as armas de destruição em massa”, disse. Além disso, os americanos lembram que Israel, apesar de envolvido em algumas guerras desde ter supostamente adquirido as armas, nunca as usou.)
Por que a palavra de Israel vale mais do que a do que a palavra do Iran??
Qual o pais que Iran invadiu e jogou bomba de fosforo branco?
Os EE.UU quer esconder seus interesses se invadir, saquear as riquesas do Iran como ja faz com outros paises, tornando Israel mais confiavel que Iran ?
E se não tem interesse em usar por que tem?
E o unico malvado e mentiroso é o Iran, que não tem bomba atomica mas esta ameaçado pelos EE.UU?
o sr mocelin pratica racismo quando me diz”voce deve ser mais um rxtremista que veio para o nosso pais armar su barraca….”
isso é racismo puro e nao é a toa que defende israel pois é um estado racista tambem,alias o que tentou dar sustentaçao ao regime do apartheid da africa do sul
sendo o ultimo estado a manter relaçoes com aquele pais ,ao qual copiaram o sistema e colocam os palestinos em guetos como fora feito na africa do sul.
Quanto a questao antissemita isso cola na europa nao aqui no brasil pois tambem sou de origem semita seu analfabeto vai ler os principios sionistas da criaçao do estado de israel para ver o que é ser racista,pois nao a toa sionismo foi classificado
como uma forma de racismo pela onu,racismo da cadeia sim por isso se contenha
mocelin seu racista enrustido
Acredito que o Sr. Júnior Mocelin não seja racista, mas sim uma pessoa totalmente alienada e crédulo na filosofia Global implantada pelos Teles-Jornais e revistas unilaterais (dai podemos citar Veja, Isto É entre outras).
Mas acredito que se ele procurar uma fonte de informação alternativa consiga melhores resultado quanto ao entendimento dos problemas mundiais, mas isso se consegue com o tempo, basta estar disposto a mudar!
responder este comentário denunciar abusoNão me acho um alienado, nem uma pessoa que segue o que a mídia dita; pelo contrário. Busco a verdade da história, de forma a não seguir a manipulação feita por extremistas árabes, que quando atacam Israel de forma ardilosa, usando formas paradoxais em suas teses afirmativas, não se acham cometendo atissemitismo ou mesmo extremismo; porém, quando confrontados com pensamentos contrários aos seus, julgam tais pensamentos como antissemitas ou extremistas por parte daqueles que defendem a causa judaica.
Porém, suas teses fundadas em visões previamente compostas e disseminadas pela comunidade árabe mais agressiva de forma alguma altera minha forma de pensar; mesmo quando tacham minhas opiniões de infantis, alienadas e sem conhecimento de causa (que no meu ver seria também uma espécie de agressão e recismo por parte de vocês, que não aceitam outro tipo de visão que não as suas).
Dessa forma, chego à conclusão que pau que nasce torto, morre torto. Suas mentes estão programadas para isso, e nada nesse mundo as mudará. De forma que, vocês seguem com seus ideais, que eu sigo com os meus. Defende Israel com unhas e dentes, mesmo não sendo judeu; e para mim, seria um orgulho se fosse. Amo esse povo, e tudo o que eles representam para a humanidade.
E agradeço ao Chacra por nos permitir este espaço de diálogo livre, onde cada qual pode postar suas opiniões de maneira democrática.
responder este comentário denunciar abusoCaro Sr. Júnior Mocelin, não estou aqui para tachar ninguém, mesmo porque acredito que todos nós aprendemos no dia-a-dia, o conhecimento não vem da noite para o dia.
Quando critico a sua forma de pensar, apenas gostaria que o Sr. abrisse mais a sua mente e não ficasse na superficialidade dos fatos.
Mais uma vez gostaria de explicar que não sou militante de nenhum dos lados governamentais, mas sim do povo que sempre “paga o pato”, principalmente quando se envolve religião para justificar más ações, artifício esse que na minha opinião, trouxe mais infelicidade para humanidade que coisas boas. Sou de origem árabe por parte de pai, mas minha mãe e brasileira, não sou mulçumano, cristão ou judeu pelo contrario repudio a religião, e diferente de você não gostariam de nascer em qualquer país extremista, seja esse regime islâmico, judaico ou cristão, pois se me encontrasse numa situação dessa com certeza não teria uma visão tão ampla dos reais problemas e me encontraria mascarado.
Caro Sr. Chacra,
A muito evito ler seu blog, pois sempre vejo seu posicionamento defensivo aos atos israelenses. Primeiro gostaria de acrescentar que os palestinos não são anjos, podem não é correto, como o Sr. aqui o faz, tratar desta Guerra como uma Guera de iguais. Noto que o Sr. sempre analisa os fatos com um espesso filtro defensivo e justificativo.
Pois bem, ao ler sua seu comentário hoje, notei que novamente colocá-se na defensiva, justificando armamento nuclear como defesa. Pois esclareço que este não é, armamento nuclear não escolhe alvo, não escolhe a sua vítima, armamento nuclear é apenas para extermínio, e mais nada. Mas ao contrário de outros que possuem bombas para ameça mútua, como Rússia x EUA, Paquistão x Índia, China x EUA, França x Inglaterra, e outros), Israel se encontra isolado (caso tenha bombas) num ambiente sem inimigos, ou seria: Israel x Mundo Islâmico? Se for este o caso, a intenção de Israel não é boa com uma bomba atômica. No Oriente Médio, Israel e mais ninguém começou a corrida armamentista na região.
Outro fato, está no desenvolvimento de ICBMs, dos quais Israel é suspeito de possuir ou desenvolver, mesmo assim, possui foguetes com autonômia de 10000Km, te pergunto: para que servem essas armas? O Sr. já viajou mundo e sabe que essa distância cobre São Paulo – Europa, qual o inimigo a esta distância ameaçando Israel?
Honestamente, não gasto meu tempo com comentários em blogs como este, no qual o Sr. já assume uma justificativa para os atos brutais e muitas vezes covardes de Israel, porém seria mais honesto de sua parte colocar as cartas na mesa sobre a imparcialidade. Entendo a posição estratégica de Israel para o Ocidente, porém se queremos mostrar civilidade, comecemos sendo exemplo. Coisa o atual Estado de Israel não está sendo, fato que temos que admitir, ao invês de culpar os outros e já partir para defesa.
Muito me entristece ver amigos que viajam à Israel para prestar serviço militar, a fim de ganhar cidadania. Muitos deixaram de ser meus amigos, pois trataram pessoas lá como se fossem personagens de um mundo irreal. Sugiro ao Sr. que viaje a sua querida Jerusalém, passe uma semana aparentando Palestino, falando árabe, e nos conte sua experiência. Existe um experimento feito por uma israelense tempos atrás, ela se surpreendeu. Experiência internacional em jornalismo não é ir para um lugar tomar café com os amigos.
Bem, apenas te escrevo depois de descobrir que Israel sabotou novamente o TNP e o Irã não, ou seja, seu comentário inverte os valores para quem o lê, Israel não foi para evitar mal estar, não foi mesmo para não dar satisfações. Mesmo assim, o maior motivo de gastar meu tempo, foi um video que acabei de ver na internet, aonde um soldado israelense aponta uma arma para uma moça, que está a frente de uma manifestação. Irá ver que alguns manifestantes estão atirando pedras, mas o soldado está com um rifle, buscando um alvo, ato injustificável, e apenas não atirou por causa da camera. Era um jovem inexperiente, que jamais será julgado, apenas ganhará o direito de viver em Israel. Inclusive muitos destes soldados de bordas em Israel são jovens, a fim de não terem muita experiência e tomarem atos por impulsos, assim transformando esses jovens em cúmplices também. Péssima política militar!
Muito me envergonha ver um jornalista brasileiro com uma posição tão míope da situação. O tempo trás sempre esclarecimentos, então não corra para noticiar sem refletir! Destaco ainda que no boletim divulgado hoje pelo RSF, o qual o Sr. deveria defender, coloca a Defesa israelense como inimigo da impresa.
Desculpe me alongar, mas por gentileza reflita e se coloque no lugar do outro. Assim é que sempre fizemos no Brasil e por isto somos uma nação tolerante.
Abraço,
Humberto Sandmann
Ao reler o comentário, notei que sumiram alguns “é”s e outros erros, como “trás”, deveria ser “traz”, me desculpe. Em meu fuso já é quase 0h00. Bem, espero que tenha entendido a mensagem.
Abraço,
Humberto Sandmann
Caro Sr. Chacra,
Esta foi a primeira vez que me comuniquei em seu blog, notariamente, hoje a tarde (estou no fuso de Berlin), notei que até pouco antes das 14h00, meu comentário não havia sido “julgado” pelo censurador, fato que há pouco ocorreu, dando boa distância dos aprovados recentemente.
Porém, não sei qual a politica do sítio, mas ao notar que foi removido o link ao video no youtube, com o cena que descrevi, gostaria que ao menos que o censurador desse nota que postei tal link. Poderia colocar: link censurado ou link fora da política de comentários do Estado.
Assim, ajudaria a manter a credibilidade da minha informação, assim como, a credibilidade de sua coluna. Censurar links, ok, mas numa democracia esta deve ser explícita também, pois meu comentário seguiu completamente a Lei, uma vez que estou claramente me identificando, logo, não gostaria de ver meus comentários distorcidos.
Abraço,
Humberto Sandmann
Parabéns Humberto! Já na estréia escreve o que, sem dúvida, é um dos dez maiores absurdos que já apareceram no blog.
“Israel se encontra isolado (caso tenha bombas) num ambiente sem inimigos”
Pensando melhor, a medalha de ouro é sua. Considerar França e Inglaterra mais inimigos que Síria e Israel merece.
Peço que continue gastando seu tempo com comentários neste blogs, se não nunca saberemos segredos como o dos ICBM israelenses.
Quanto à sua sugestão feita ao Gustavo, digo que eu topo fazer a experiência, desde que voce viaje a Gaza aparentando ser judeu e falando hebraico. Pena que não poderá nos contar a experiência.
Aliás sua sugestão não faz sentido, esta “experiência” é realizada TODOS os dias por DEZENAS DE MILHARES de pessoas!
E dizer que uma israelense se surpreendeu com isso! Surpreendente.
Mas voce mesmo sabe da imensa superioridade moral de Israel, tanto que a confirma: “apenas não atirou por causa da camera”
Cameras são um problema que o Hamas não tem quando decide executar oponentes, que, NÃO atiravam pedras neles.
Voce, como é muito ocupado, só teve tempo de ler o que o site http://en.rsf.org/
fala sobre Israel. Vou ajuda-lo reproduzindo manchetes sobre os palestinos e não precisa agradecer:
West Bank court sentences Palestinian journalist to 18 months in prison
Security forces raid journalist’s home just hours after his release
Hamas bans press conferences in Gaza City
Tit-for-tat arrests of journalists continue
Journalists banned from Gaza Strip hospitals and Rafah until further notice
E pensar que voce se atreve a querer dar lições de imparcialidade para o Gustavo!
Caro Sr. MarioS,
Obrigado por reproduzir o trecho, realmente não havia lido, entre eles está também a Máfia Italiana, as FARCs e outras aberrações. Porém, não questiono o direito legítimo de Israel a suas terras e a Palestina as dela, não é isto. Mostrar que palestinos são citados junto com Israel, não quer dizer que os atos de um sejam melhores que os do outro, ou seja, ambos são condenáveis. A diferença é que a Defesa israelense “deveria” representar um estado de direito e democrático, como diz a ocidentalidade israelense, logo, ver que a Defensa israelense é comparável a palestina, é de fato uma vergonha para ambos os lados.
Atos de terrorrimsmo contra estado sempre existiram e existirão, não existe forma fácil de terminar com isto sem resolver problemas profundos nas Sociedades, porém ao tratar deste assunto, é esperado que Israel tenha um comportamento modelo, já que suas ações são sempre justificadas pelos mais “altos” valores de civilidade.
Bem, ao que consta a Síria nem de perto chega a ter armas nucleares, logo, sim, Israel se encontra sozinho no Oriente Médio neste requisito, resalto: se realmente tiver essas armas, espero que não, pois já mostrou capaz de manter sua soberania sem estas.
Agora esta questão atômica afeta sim diretamente o Brasil, pois este é signatário da TNP. O Oriente Médio é muito longe do Brasil, porém a mesma política pregada lá pela ONU, poderia ser posta aqui, nisto a Diplomácia brasileira está certa. Imagine Chaves desenvolvendo armas nucleares?
Bem, fico por aqui, mas não sem antes me desculpar talvez pela maneira rude como me dirigi ao Sr. Chacra. Não havia atentado para a proibição de videos, mesmo na forma de link. Porém, mesmo assim seria mais sensato substituir pelas palavras “censurado pelas regras do blog”.
Abraço,
Humberto Sandmann
Gustavo,
Ao mexer em alguns papeis neste fim de semana, encontrei uma cópia da sua tese sobre a guerra das Malvinas e comecei a relê-la. Lá encontrei a seguinte declaração da Tatcher (tradução aproximada e livre):
“uma ditadura pode não se comportar da maneira que consideraríamos racional. Mesmo assim nenhum de nós esperava uma invasão imediata das Falklands”
Parece que ele pensava como eu penso sobre a Argentina o mesmo que eu penso sobre o Irã: nenhum raciocínio lógico se aplica. No caso iraniano temos ainda um grande agravante, o fator religioso.
Se alguns malucos, visando apenas a sobrevivência política fizeram o que fizeram, o que não farão outros pensando não só nela mas também na ida ao paraíso?
Olha Gustavo…isto é importante!
Líder do Taleban que era dado como morto aparece em vídeo e ameaça EUA
Colaboração para a Folha
O líder do Taleban no Paquistão, Hakimullah Mehsud, dado como morto após um ataque aéreo americano, apareceu em um vídeo divulgado pela internet ameaçando ataques suicidas nas principais cidades dos Estados Unidos.
O Paquistão tinha anunciado a morte de Mehsud em janeiro deste ano, mas na semana passada agentes da inteligência do país disseram que ele estava vivo.
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u729616.shtml
Abraços.
Um problema sem solucao. Nao adianta discutirmos, nao tem solucao.
Se deixamos Israel em paz, como eu acredito que deveriamos, o crescimento natural do pais, seja em termos economicos (com a necessidade de maior territorio para expancao comercial, industrial, etc..) ou apenas em termos de populacao (outros assentamentos necessarios, etc…), iria gerar a necessidade de uma expansao do territorio conhecido como Israel.
Se forcamos Israel a mudar, como? Existiu uma razao clara e ate’ justificada, pelo fato de Israel ter se instalado geograficamente ou se instalou! O problema e’ que a regiao e’ tambem tao importante para muslins e para nos (como eu, quero dizer) catolicos ou cristaos.
Agora, Israel e’ uma potencia nuclear, e usa este status para se defender. Se defender deve ser entendido nao so’ como sobreviver, mas tambem dar um suporte aos constantes conflitos necessarios para seu crescimento (como mencionei antes).
Nao tem solucao…. Bem, tera’ uma solucao, mas com certeza um lado (ainda nao defenido qual) sera’ eliminado. Triste, mas realista!!
Os cães ladram e Israel passa.
.
Enquanto ficam discutindo abobrinhas a respeito de Israel, esse país progride em um dia o que o Brasil progride em 2 meses. Adoro quando os cães ficam latindo contra Israel. É só isso mesmo que os cães podem fazer. Latir.
.
au!
Ele vem falar de cachorros ladrarem e late no final???
responder este comentário denunciar abusoE por falar em latir, eis o poodle.
responder este comentário denunciar abusoA conversa ainda não chegou às cercanias onde vivem elefantes cor-de-rosa.
responder este comentário denunciar abusoIsrael só pode contar consigo mesmo. Não pode confiar sua defesa a ninguem.
A diferença é que Israel nunca atacou ninguém, muito pelo contrário, seu povo é que sempre foi perseguido.A detenção de armas nucleares por Israel é mais do que legitima é primordial para a existência do Estado de Israel e do povo Judaico.Já contra o Irã pesa o fato de serem descendentes dos Persas.Quem não se lembra dos livros de história, onde o Rei Dario e Xerxes eram conquistadores do mundo e escravizavam os conquistados.Quem acredita que esse povo silenciou seu ímpeto?!Eu não acredito que a genética de conquistadores e escravizadores morreu, só o Lula.Força Israel, meu braço é forte e a minha mão é amiga.Vou dar um desconto para o Lula, pois, ele não foi a escola.
Voces que sao anti Israel: Israel tem o direito de existir ponto final!!!!!!
As mentiras da media internacional apontando atrocidades feitas pelos Israelitas etc…. Um conselho para voces: Leia varios jornais locais e internacionais inclusive jornais cristaos e israelitas. Depois analize a situacao com a mente aberta e sem preconceitos contra um povo ou outro. Apartir dai, tome uma conclusao.
Atire a primeira pedra aquele que nunca pecou.
Gustavo,
Sobre o outro post.
Voce fez muito bem em enfatizar que o terrorista de NYC poderia ser um branco cristao como no caso de Oklahoma City.
Porem nao deu.
Olha o suspeito ai: “Faisal Shahzad “. Mais um terrorista mulculmano.
Nao e’ preconceito..somente fatos, evidencia.
Mas valeu a tentativa.
Imagina se ele tivesse uma bombinha dos iranianos..
Que simplismo, coisa de adulto mesmo!! O cara vem do Paquistão recentemente, compra um carro através da internet com todos os seus dados, para o carango em frente a quatrocentas câmeras de vigilância (uma a mais que o big brother) cheio de traquitana sem fundamentos para o intento, dois dias depois, com cara de bobão, entra no aeroporto mais policiado do planeta para voltar para o Paquistão e cai na armadilha da CIA!! Que otário!!
Ardil: Uma turma especializada da CIA travestida em religioso ou militante mulçumano contacta um otário fanático, leva este em diversas reuniões plantadas de “militantes fanáticos”, faz o otário crer que está realmente participando de uma célula de jirradista mulçumano, determina sua primeira missão como molengotengo (fácil) e depois todos nós sabemos como termina.
Já foram desmascarados diversas vezes com esta mesma tática, mas por que a CIA deixaria de continuar?? Pensam como crianças enganando um adulto, é claro!!
Quem foi mesmo o mestre de todos os tempos que dizia que, é mais fácil fazer qualquer coisa, que tirar doce de crianças. Sábio, sábio, sábio!!!
responder este comentário denunciar abusoAtencao Senhoras e Senhores: Se voce le em ingles, por favor click nesse link ai do Washington Post. Muito interessante e altamente recomendado.
Gustavo…isto aqui esta repleto de antissemistimo. Isto não é crime?
Abraços!
(Textos!)
03/05/2010 – 08:10
Enviado por: Ivo D’Aquino Neto
Se os judeus, genocidas bíblicos, podem ter armas nucleares, os iranianos também podem!
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03/05/2010 – 18:36
Enviado por: mohamad el kadri
o sr mocelin pratica racismo quando me diz”voce deve ser mais um rxtremista que veio para o nosso pais armar su barraca….”
isso é racismo puro e nao é a toa que defende israel pois é um estado racista tambem,alias o que tentou dar sustentaçao ao regime do apartheid da africa do sul
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Justo, obrigado e vou apagar. Ontem, por estar em trânsito (viajando), publiquei alguns comentários realmente inaceitáveis
responder este comentário denunciar abusoTuaregue Alemâo,
neste seu comentário fica claro que os judeus sâo culpados pelas guerras, pelo comunismo, pelo capitalismo, pelos extremismos, pela morte nao esclarecida de Arafat, e por ai vai, se tem alguma coisa errada no mundo moderno , os culpados sâo os governos de Israel e Estados Unidos.
O Ahmandinejad também acha! Que venha o apocalípse.
Se a gente ver na história conhecida, os judeus sempre foram escravizados e muito se tentou acabar com o povo de Israel. Depois de quase 2 mil anos sem um país, quando finalmente voltam a sua terra os árabes nao reconhecem Israel.
Mesmo assim, os árabes foram derrotados e os palestinos sofrem com isto, por estar do lado dos árabes, mas o povo judeu , mesmo em estado permanente de alerta , fez de Israel um lindo país, um país de primeiro mundo , com tecnologia de ponta, com universidades invejáveis ,exportando conhecimento para todos os outros países.
Então o que você qualifica de ¨ladainhade sempre ¨são opiniões diferentes das suas.
Catarina,
Ladainha=mentira.
responder este comentário denunciar abusoCatarina,
estou totalmente de acordo com você que os judeus sofreram perseguições inaceitáveis. Agora, quando voltaram para formar um país, aquelas terras eram ocupadas por outras pessoas que estavam ali durante gerações e gerações. Então, a formação de Israel tinha que ser negociada, não imposta pelo tacão de ferro.
Os palestinos sofrem não porque estão do lado dos árabes, mas porque as suas terras estão sendo constantemente ocupadas, as fronteiras de Israel não batem com o de sua criação, isso é um fato. Os palestinos sofrem porque tiveram que enfrentar o terrorismo da Irgun e outros assassinos como esse tal de Menahen Begin, Sharon etc.
Agora, antes que me acusem até de ser invejoso, como um infeliz fez dias atrás, sou a favor, sim, da existência do Estado de Israel e torço pela paz.
responder este comentário denunciar abusoTuroegue Alemâo,
ladainha diferente de mentira.
A palavra vem do grego, significa repetição de palavras ou idéias em frases curtas e desde o início da igreja católica é usada pelos fiéis em suas procissões.
Mauro Souza, entendo este processo e sou favorável a dois estados, que era como deveria ter sido em 48, se os árabes não tivessem atacado logo após a criação do estado de Israel. Israel tem que sobreviver e a Palestina também. Agora, óbvio, o bom senso teria que prevalecer. Não é os palestinos se aliando aos árabes e aos persas que vai haver negociação a base de diálogo, não.
responder este comentário denunciar abuso“nao é a toa que defende israel pois é um estado racista tambem,alias o que tentou dar sustentaçao ao regime do apartheid da africa do sul”, essa afirmação não é antissemita também, Chacra?
Não consigo achar este comentário. O anterior foi apagado
responder este comentário denunciar abusoOra, não sei o porque de sua indignação. Israel é SIM um estado racista e SIM, apoiou o regime racista sul-africano.
O regime sul-africano caiu, pois o mundo não tolera mais apartheid nem segregação oficial, que é o que Israel opera.
A afirmação não é antissemita, ela critica as políticas israelenses, não está falando do povo judeu. Dessa maneira, o senhor utiliza uma tática bastante confortável, que ao taxar as críticas às políticas israelenses erradas, procura lhe dar o rótulo de antissemitas, o que, na prática, impede qualquer crítica à Israel.
responder este comentário denunciar abusoBraziliano,
Israel NÃO é um estado racista. O regime sul-africano caiu por uma série de razões, mas não porque o mundo não tolera mais apartheid nem segregação oficial. Se assim fosse, há muito teriam caído regimes como por exemplo o da Arábia Saudita e do Irã.
Hazem,
Concordo com voce, a afirmação não é antissemita, é simplesmente mentirosa.
Ela critica políticas israelenses que não existem.
Também concordo que é uma tática bastante confortável taxar as críticas às políticas israelenses erradas (quem julga se são certas ou erradas?) de antissemitas, mas também é confortável esconder o antissemitismo (espero que voce concorde que ele existe) atrás de críticas à qualquer política de Israel.
Antissemitismo é muito parecido com pornografia: sabe-se que é quando se vê.
Voce consegue imaginar os motivos para tanta indignação contra Israel por parte de quem não tem nada a ver com o conflito e NENHUMA contra fatos muito piores?
Veja bem, não estou dizendo que Israel não pode ser condenado, apenas desconfio de quem não sendo árabe se diz indignado com a morte de um palestino e não mostra nenhum sentimento pela de CENTENAS DE MILHARES de sudaneses. Pode apostar que são antissemitas.
MarioS,
Infelizmente, não são informações mentirosas. Israel é um estado racista na medida que trata de maneira diferente os seus cidadãos, em função de sua etnia. Até hoje não ficou claro para mim se é possível para um cidadão árabe israelense não judeu se tornar presidente ou primeiro ministro israelense. Caso você tenha essa informação (de fonte confiável), por favor, informe.
Israel deu sustentação ao regime do apartheid e ajudou a África do Sul a desenvolver armamento nuclear, mesmo sabendo das ações do regime sulafricano contra determinadas parcelas de sua população.
Assim como na Arábia Saudita, dificilmente um xiita chegará ao poder, o mesmo ocorre em Israel.
Hazem,
Continuo achando que são informações mentirosas, Israel não é um estado racista.
Também não sei se é possível para um cidadão árabe israelense não judeu se tornar presidente ou primeiro ministro israelense, mas imagino que não seja nenhum segredo, vou tentar descobrir.
Ao levantar esta dúvida, voce deu um exemplo do que chamo de antissemitismo. Não seu, mas o de muitos, inclusive aqui no blog. Críticas APENAS a Israel, críticas dirigidas a Israel por coisa que não criticam em outros países.
Digamos que seja verdade a sua suposição. Voce sabia que na Argentina, aqui do lado, até bem recentemente, o presidente tinha que ser católico? Pergunto então: quantas vezes voce ouviu alguém dizer que era um estado racista?
João Brasiliano:
você escreve : O regime sul-africano caiu, pois o mundo não tolera mais apartheid ¨¨ …
Mas o mundo continua tolerando que a África do Sul seja o campeão em estupros cometidos contra crianças e adolescentes.
responder este comentário denunciar abusoLamento a evidente bipolaridade dos comentários. Enquanto seguirmos a frustrante tentativa de definir que está com a razão, seguiremos vivendo este conflito. Da mesma maneira a discussão sobre o desarmamento é relevante durante o conflito latente, mas certamente nada disto faz parte da contrução de uma solução.
João Braziliano e Hazem,
Estava fora e só agora consegui acompanhar esta discussão; mas vocês dois estão cem por cento com a razão.
Usa-se a acusação de anti-semitismo para encobrir os erros do estado sionista.
Tenho certeza que nós três somos semitas sim senhor e podemos provar a presença de nossas famílias na região da grande Síria histórica enquanto que muitos dos colegas que freqüentam este blog não conseguem provar, nem que são semitas e nem tampouco que tiveram um parente ascendente direto há 200 anos dentro de um raio de 200 km tendo Al-Quds como centro.
Correto prof. Farhat
responder este comentário denunciar abusoFarhat,
um judeu pode ser presidente ou orineiro ministro no Libano?
O João Braziliano diz que Israel é racista. Mas como????? Israel é o único país do mundo que “sequestra” negros africanos para repatria-los em liberdade em Israel.
.
Racista se vê em atitudes dos árabes contra as suas mulheres, dos xiitas contra os sunitas, dos sunitas contra os xiitas, do governo de Dubai quando proibiu a entrada de uma tenista israelense numa competição há 2 anos, do modo como os negros são tratados pelos árabes em Darfour e no Sudão, do racismo dos árabes fundamentalistas, o racismo do islã árabe contra os “infiéis” não islamicos. Isso sem falar das milhares de charges publicadas em jornais árabes contra Israel em geral e contra os judeus em particular. O Chacra mesmo ja escreveu sobre o racismo árabe em dezembro do ano passado, o que pode ser lido em http://frankherles.wordpress.com/tag/racismo-arabe/
Henrique,
Qual o significado de “árabe fundamentalista”?
Que grandebesteira escrever racismo do islã árabe, se a maior parte dos muçulmanos não são árabes?
Para o árabe, yahud (judesus) tem o mesmo significado que israelense, isso decorre da formação do estado judeu, que se deu através, principalmente, de judeus europeus que imigraram legalmente e ilegalmente para a Palestina. Eles eram conhecidos, simplesmente como yahud, já que não existia Israel àquela época. Um judeu americano não é discriminado no Egito assim como um judeu brasileiro, já o judeu israelense, esse sim, é discriminado em países árabes.
Darfour é majoritariamente formada por muçulmanos e não por animistas, a maior parte das mortes têm sido de muçulmanos, isso em consequência de ação direta ou omissão do atual governo sudanês, governo genocida, cujo presidente já foi condenado por tribunais internacionais.
“Tenho certeza que nós três somos semitas sim senhor e podemos provar a presença de nossas famílias na região da grande Síria histórica enquanto que muitos dos colegas que freqüentam este blog não conseguem provar, nem que são semitas e nem tampouco que tiveram um parente ascendente direto há 200 anos dentro de um raio de 200 km tendo Al-Quds como centro.”
Farhat, pela sua lógica nem eu, nem vocês três são brasileiros.
Outra coisa, o sr está sendo arbritário.
Porque o sr. usa sempre fala de 200 anos/200km? Porque não 20 anos/20 Km ou 2.000 anos/2.000Km?
MarceloA, fica difícil buscar os antepassados há mais de 200 anos
responder este comentário denunciar abusoConcordo Gustavo,
só quis mostrar como ele está sendo parcial com 200 anos. Se colocarmos 60 anos a resposta muda totalmente. Já está nascendo a quarta geração de israelenses.
Como Farhat disse, há 200 anos atrás,o povo semita habitava a Grande Síria histórica, que seria mais ou menos a a área da circunferência com 200Km de raio e com centro em Jerusalém. Porque os refugiados palestinos não podem obter cidadania plena no Líbano, já que ambos os povos são semitas e habitam há seculos a mesma região?
Voce comete um erro grave, chamar de lógica uma argumentação sem pé nem cabeça.
Para os poucos que ainda dão ouvidos a este tipo de disparate, sugiro aplica a mesma “lógica”, a dos 200 anos/200km à São Paulo, Buenos Aires, Los Angeles, NY, ou até mesmo a metrópoles européias, como Paris e Londres.
Na Europa garanto que os que não toleram os muçulmanos irão adorar.
MITO
“Israel discrimina seus cidadãos árabes”.
FATO
Israel é uma das sociedades mais abertas do mundo. De uma população de
6,3 milhões de pessoas, 1,1 milhão – 18% da população – não são judeus
(945 mil muçulmanos, 130 mil cristãos e 100 mil drusos).
Os árabes em Israel têm o mesmo direito de voto; na verdade esse é um dos
poucos lugares do Oriente Médio onde as mulheres árabes podem votar.
Eretz, não é verdade. Mulheres votam em muitos países árabes
responder este comentário denunciar abusoMentira à parte, vale dizer que os druzos também são muçulmanos; mas isto po9uco importa, o que importa é que a discriminação contra palestinos e judeus árabes é uma realidade.
responder este comentário denunciar abusoARMAGEDOM! O mundo contra ISRAEL!
Zacarias 12 e 13…
responder este comentário denunciar abusoMarceloA, Respondo a seu comentário de 05/05/2010 – 13:18
Um judeu não pode ser presidente do Líbano. Muçulmano ou cristão também não podem, só pode cristão desde que seja cristão maronita. O mesmo acontece com o Primeiro Ministro que não pode ser judeu ou cristão e nem tampouco muçulmano, a não ser que seja muçulmano sunita. E é o mesmo com relação à presidência do Parlamento: não pode ser judeu ou cristão e nem tampouco muçulmano, a não ser que seja muçulmano xiita.
Isto tem raízes locais que remetem a condições socio-econômicas equivocadas e que foram aproveitadas pelas potencias estrangeiras, começando com o Império Otomano e demais potencias que dominaram o século XIX. É uma história longa que não dá para contar neste espaço.
Nada a ver colm o estado sionista ou o que pensam os governantes árabes da atualidade com relação àqueles que ocupam a Palestina ilegalmente.
Terras bíblicas milenares
A Margem Ocidental do Jordão pertence a Israel
A Margem Ocidental do Jordão (Cisjordânia) é o centro geográfico da revelação divina e a pátria bíblica dos judeus há mais de 3000 anos. Na Declaração de Independência do Estado de Israel está escrito: “Aqui surgiu o povo judeu. Aqui foi forjada sua identidade espiritual, religiosa e política. Aqui ele viveu em liberdade e independência. E aqui ele construiu uma cultura nacional e universal, dando ao mundo o eterno Livro dos livros”.
Eretz, se pertence a Israel, os cidadãos locais precisam de cidadania. Caso contrário, é Apartheid
responder este comentário denunciar abusoPERGUNTA a quem possa responder.
Por que os mulçumanos chamam os ocidentais de INFIÉIS?
Eretz, alguns palestinos chamam ocidentais de infiéis. Assim como alguns cristãos falam o mesmo dos judeus e dos muçulmanos. O problema é generalizar
responder este comentário denunciar abusoNão é de admirar que – apesar de todos os esforços – não se chega a um acordo no Oriente Médio, e que o cerne da questão é justamente Jerusalém! A Bíblia diz em Zacarias 12.2-3: “Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor… Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra”.
A história mais assombrosa de Jerusalém ainda está por ser escrita. O rápido desenrolar dos eventos no Oriente Médio aponta quase diariamente em direção ao Grande Final – o tempo de maior sofrimento para o povo judeu em todo o mundo, que terá seu clímax na terrível batalha do Armagedom e no retorno glorioso do Messias que resgatará Israel e reinará sobre o mundo a partir do trono restabelecido de Davi em Jerusalém.
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