Os Estados Unidos estão irritados com Israel. Não é a primeira vez neste governo e tampouco na história americana. Na Guerra de Suez, em 1956, os EUA se posicionaram a favor do Egito e contra seus aliados franceses, ingleses e israelenses. George Bush (o pai) e Bill Clinton também divergiram de Israel ao longo de seus mandatos, apesar de a aliança entre os dois países nunca ter sido colocada em cheque – e tampouco está agora.
O conflito atual envolve a construção de 1.600 novas unidades residenciais em um assentamento em Jerusalém Oriental. Esta parte da cidade é reivindicada pelos palestinos como capital de um futuro Estado. Muçulmanos em sua maioria, mas também incluindo uma minoria cristã, eles defendem o caráter palestino da cidade por questões demográficas e também históricas e religiosas. Já Israel considera Jerusalém sua capital eterna e indivisível também por razões históricas e religiosas.
Balança Demográfica - A construção dos assentamentos visa alterar a balança demográfica, elevando o número de judeus na parte oriental, e também para isolar a cidade do restante da Cisjordânia. Os EUA e a comunidade internacional consideram esta ação um obstáculo para as negociações de paz. Os americanos nunca disseram oficialmente que consideram a área oriental como palestina. Apenas deixam claro que, até ser encontrada uma solução negociada, deveria haver um congelamento na expansão das colônias. Enquanto isso, mantêm a sua Embaixada em Tel Aviv.
A briga - Na semana passada, quando as relações entre Israel e EUA já não eram boas, Joe Biden, na avaliação da administração americana, foi humilhado durante visita a Jerusalém. O vice-presidente, que é uma das figuras mais próximas de Israel em Washington, buscava relançar o processo de paz. Em vez disso, recebeu a notícia de que Israel construiria as novas unidades residenciais. Os americanos reagiram e a secretária de Estado, Hillary Clinton, demandou que Netanyahu voltasse atrás nos planos. O premiê se recusou. O enviado especial dos EUA, George Mitchell, não retornará à região até Israel mudar sua postura – ou, eu diria, até a poeira baixar. De qualquer forma, o tom assustou inclusive o presidente Lula, que teve a sua viagem ofuscada pela crise envolvendo Washington e Jerusalém.
Divisões - Nos EUA, há divisões. De um lado, o liberal New York Times (isso mesmo que vocês leram) defende Obama. O governo também conta com o apoio de entidades judaicas liberais, como a J-Street. O conservador lobby pró-Israel AIPAC e o Wall Street Journal consideraram desnecessária a reação do governo americano. Obama, em relação ao Oriente Médio, escuta três pessoas. Mitchell, o seu chefe de gabinete, Rahm Emmanuel, e seu assessor, David Axelrod. Os dois últimos são judeus. Emmanuel viveu em Israel e fala hebraico fluentemente. Muitos podem achar que este histórico o colocaria sempre a favor da administração israelense. O problema é que o chefe de gabinete de Obama diverge de Netanyahu por questões pessoais e ideológicas. Os dois se odeiam e Emmanuel possui uma ideologia política liberal, próxima da J-Street, do New York Times e dos judeus do Upper West Side. Netanyahu simpatiza mais com os republicanos, com os judeus conservadores e o Wall Street Journal.
Aliança – Afinal, Israel é como qualquer país. Muitos leitores não concordam com Lula e mesmo assim amam e defendem o Brasil. O mesmo ocorre com Israel. Criticar as políticas de Bibi não é ser contra o Estado judaico, mas contra a administração atual. Assim age Obama. Para completar, os EUA parecem finalmente ter aprendido a lição de John Mearsheimer, de Chicago, e Stephen Walt, de Harvard, autores do livro “O lobby de Israel”. Na visão deles, as relações dos americanos com os israelenses deveriam ser a mesma existente entre os EUA e a Inglaterra ou os EUA e a Alemanha. São aliados, mas podem divergir. Não precisam concordar sempre. E é isso que ocorre atualmente. A aliança dos EUA e de Israel é muito profunda e necessária para os dois países. Não fossem os americanos, Israel talvez não existisse. E, se não fosse pelos judeus, Nova York não seria a capital financeira do mundo e os EUA teriam bem menos Nobel do que possuem.
O Lula no Oriente Médio fica para o próximo post.
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
em 1956 os E.U.a nao podiam ainda ser considerados aliados de israel…
Marcelo, verdade, não eram tão aliados como hoje. E tampouco eram inimigos
responder este comentário denunciar abusoEm 1956 os EUA ainda não tinham tomado o partido de Israel. Eles ainda eram também aliados dos árabes. Esse equilíbrio se quebrou no governo Kennedy, quando os EUA ficaram com medo que os árabes passassem para o lado dos soviéticos.
responder este comentário denunciar abusoDemoro p/ tal crise!!!
Prefiro pensar assim.
Se a política americana com israel mudar, seria ja uma grande vitória se eles não concelassem cada resolução contra israel referente a cisjordânia, Golan, Jerusalem, Sheeba ou um eventual ataque contra palestinos…
Ali, os EUA não vetam as resoluções do Golã
responder este comentário denunciar abusoCerto, mas israel chama Golan de sua terra.. a ONU não aceita sua anexação como território ocupado, mas mesmo assim, o que fazem?
E lembrando que estamos falando do mesmo estados unidos que recentemente caiu no lobby libanes contra a siria
responder este comentário denunciar abusoGustavo, qual é a principal atividade econômica de Israel? Eles dependem muito do comércio exterior? Eu acho que a decisão da construção dos assentamentos deveria ser respondida com algum tipo de sanção econômica. No contrário, o atual governo israelense continuará ignorando a cara-feia dos americanos e os protestos de todo o planeta.
Carlos,
apoio o seu boicote. Procure saber, dentre os seus beneficios do dia a dia, aqueles originados ou desenvolvidos em Israel e comece voce a dar o exemplo, caro magnâmico.
Israel é um dos países mais desenvolvidos em tecnologia do mundo. Por ser pequeno, depende muito do comércio exterior e assinou um acordo com o Mercosul
responder este comentário denunciar abusoHenrique,
Obrigado por me apoiar, mas eu não propus boicote algum, e sim uma sanção econômica. Uma sanção econômica não implica a rejeição dos benefícios originados em Israel, mas sim a restrição, para este país, do comércio de determinados produtos com países do exterior, de forma a pressioná-lo a mudar de ideia. Tudo isso diplomaticamente legitimado pelos governos de um grupo de países, pela ONU, etc. Nada a ver com o “boicote” que você citou (e atribuiu a paternidade a mim), que significa a interrupção do consumo de produtos desenvolvidos em Israel.
Tal boicote prejudicaria a população israelense que não apóia os assentamentos (maioria). Só o conflito político com os EUA já é um mecanismo de pressão para que a ala do Likud não se reeleja e esse tipo de assentamento pare.
responder este comentário denunciar abusohahha, henrique, o boicote deve ser referente a maioria dos softwares, de icq a programadores de equipamentos de ressonancia magnética, telefone celular, aparelhos de irrigação automatizados e microprocessadores.
E AI, PRONTO PRA VOLTAR A IDADE DA PEDRA?
A crise entre USA e Israel tem a ver com a situação atual da economia estadunidense, se as coisas piorarem, a relação piora.
Mauro, não sei se existe tal relação. Precisaria verificar os momentos de atrito com os de crise econômica para comparar
responder este comentário denunciar abusoTudo tem um custo, pelo andar da carruagem os USA vão começar a ter problemas domésticos para resolver como o desemprego, por exemplo. Se faltar dinheiro para a Seguridade Social, mas continuarem os gastos com Israel, imagino que a opinião pública comece a ficar desfavorável. E acho que até mesmo alguns setores da economia estadunidense preferem que os recursos sejam aplicados internamente para tentar incrementar a economia do que esperar por resultados macroeconômicos.
responder este comentário denunciar abusoMauro, quais são os custos com Israel? Os USA não dão dinheiro para Israel. A ajuda militar os israelenses pagam. Os USA concedem um emprestimo anual de armamento, nada é dado. O dinheiro de milhões de judeus estão nos USA. Se fosse dado já teriamos os caças f25 e até os bombardeiros B2 invisiveis. Sabe porque não temos? Custa caro.
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
Analisando politicamente sem querer justificar nada o que entendo é o seguinte:
Bibi esta dando um recado para Obama,que se o Irã que é inimigo,esta livre para construir sua bomba,já que Obama não fez absolutamente nada de efetivo desde que tomou a posse,porque Israel vai deixar de tornar mais impossivel a devolução de Jerusalem e aproveitar para consolidar a presença em Jerusalem e arredores??
O Irã quer a sua bomba e vai ter,os USA não farão nada nem permitirâo Israel atacar sózinho o Irã.{Não sei se Israel quer fazer este ataque,mais é certo que os USA vetaram}
E Israel quer consolidar a soberania de Jerusalem e arredores.
No futuro,Israel propôe trocar estes territórios por terras israelenses habitadas por árabes como um arranjo por compensação de território,e estes árabes vão se juntar aos palestinos que tanto simpatizam e viverem sob administração deles,e Israel será um estado Judaico,para judeus.
Os palestinos terão seu estado desmilitarizado e terras que Israel lhes dará de recompensa.
Se não aceitarem,vai ficar como esta e o mundo que sempre criticou Israel vai ficar criticando como os brasileiros sempre criticaram seus politicos e vão morrer criticando,seja do partido e esfera que for.
Para um governo Obama,nada melhor que um Bibi para contrapor.
E a mensagem é esta mesmo:
O Irã tera sua bomba e nós veremos de “braços amarrados” para não atrapalhar os interesses americanos no Iraque e no Afeganistão e ponto final.
E nós teremos jerusalem e arredores acrescidas de milhares de residentes judeus,e vocês verão de “braços amarrados” e ponto final.
Estou comentando como comentarista o que acho que passa na cabeça de Bibi,de Barak e de muitos outros politicos de Israel.
Jose,
perfeito o seu comentário. Parabéns.
José, não entendi. O argumento é o teu ou o que você acha que o Bibi pensa?
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
Acho que é exatamente o que passa na cabeça de Bibi .
Acho uma compensação justa, afinal é o dos judeus que está na reta.
responder este comentário denunciar abusoGustavo
A parte final de seu último parágafo, a meu ver, contém séria imprecisão sócio-histórica, não há dúvidas de que sem o apoio americano a existência de Israel seria muito mais complexa, é arriscado no entanto dizer impossível, resolver a “questão judaica” pós II Guerra e ter uma ancôra forte em uma encruzilhada vital do mundo, além de tudo cheia de petróleo interessava a muita gente e não apenas aos EUA, logo era bem possível que não faltasse apoio aos judeus.
Por outro lado, mesmo sem os judeus NY seria a capital financeira do mundo pelo simples fato de que a cidade expressa a pujança do capitalismo americano, sistema onde os judeus tiveram terreno fértil para progredir no entanto o capitalismo, os EUA e NY não são uma obra judaica, são uma obra histórica coletiva, se quizer associar com religião sugiro começar pelos protestantes seria um caminho mais seguro.
O mesmo raciocínio vale para o Nobel, trata-se de um prêmio focado na tecnociência que é um alicerce fundamental do capitalismo, tanto na fase indústrial como na era da informação, logo é natural que os prêmios se concentrem nas regiões onde esse sistema se encontra mais sofisticado, que por sua vez são regiões com maiores quantidades de judeus que em razão da mobilidade dedicam-se com frequência a atividades intelectuais – já falamos sobre isso aqui no BLOG – quem anda não é preso a propriedades imóveis.
Judaismo é religião e não alocação geográfica, falar em “Prêmio Nobel Judaico” é típico de quem está dando voltas para acabar dizendo outra coisa… do tipo: Judeus são geniais!
Muito próprio e elucidativo seu comentário. Parabéns
responder este comentário denunciar abusoPaulo, desculpe, mas acho que Nova York seria no mínimo diferente sem os judeus. E não acho que os judeus sejam melhores do que ninguém, até porque adoro o Brasil e não temos Nobel – a não ser o Batalhã Suez indiretamente. Mas ignorar a importância dos judeus para os EUA é um erro. Eles foram e são fundamentais para economia americana
responder este comentário denunciar abusoGustavo
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Talvez vc esteja num mau dia… meio exaltado…
(Deveria estar saltitando pela sapatada que seu Palmeiras deu no Santos)
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Não desprezei a contribuição judaica na formação do EUA apenas existem mais coisas entre tudo por causa dos judeus e nada por causa dos judeus, foi isso que tentei ponderar.
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Evidentemente que NY seria diferente sem judeus… e sem negros? e sem italianos?…
E é claro que vc. não gosta disso
responder este comentário denunciar abusoBoa tarde Gustavo,
Acho importante fazer um balanço mais amplo dos relacionamentos e interdependencias entre os demais países do OM.Pois afinal a China depende do petroleo Iraniano,a Arabia Saudita dos USA,a Síria (França como gde aliada?),o Líbano (Síria/Irã?).
Idem com o papel da Rússia/Coreia do Norte (tecnologia nuclear/venda de armas)….O inter-relacionamento entre todos os países envolvidos é muito forte e alicerçado em interesses econômicos ANTES dos interesses políticos e/ou humanitários !Se os humanitários fossem relevantes o povo Palestino já teria uma pátria faz tempo com a existencia (e talvez) apoio Israelense !
Realmente entre USA e Israel há uma discórdia momentânea, mas dizer que é crise…acho improvável.O $$ manda em TODOS os interesses.
Abraços a todos.
Luis Alberto, escrevi sobre isso algum tempo atrás. Preciso organizar melhor o blog na questão das categorias. Mas acho que você consegue achar
responder este comentário denunciar abusoSe não houvesse sempre o protecionismo exagerado americano na região para com Israel que ergue muros (era contra quaisquer tipos de ditadura e opressão pelo que me lembro), acredito que as negociações de paz já estariam mais avançadas. Mas no final das contas o que interessa mesmo naquele local é o petróleo e os americanos precisam de um local para aterrissarem seus B 52 em caso de algum conflito.
Christiano, os B52 usam países árabes, como o Qatar, não Israel. Mas concordo que não precisava defender de forma exagerada Israel
responder este comentário denunciar abusoMais do que esperada a alegria com que alguns receberam a notícia desta crise Provavelmente imaginam que agora sim, torna-se viável o sonho de tantos, a destruição de Israel. Chamo a atenção desses ‘”otimistas” para um detalhe: é muito pior enfrentar um inimigo desesperado, sem alternativa. Se isso vier a acontecer será terrível para todos, ninguém ganharia ao contrário do que esperam.
” Afinal, Israel é como qualquer país”
Insisto em minha tese, nenhum país é como qualquer outro, assim como nenhuma pessoa é igual a outra.
Tanto sabemos disso que tratamos diferentemente nossos parentes e amigos, dependendo das suas condições. Ninguém dispensa o mesmo tipo de atenção a um sobrinho de 2 anos, um primo de 30 e uma avó de 80, afinal cada um tem suas limitações e necessidades.
Entre paises se dá o mesmo, os Estados Unidos oferecem garantias a Taiwan e ao Japão que não faria o mínimo sentido oferecer, por exemplo, ao Uruguai.
A Alemanha com certeza é mais ligada à Suiça do que a Ruanda, mas também com certeza, envia mais ajuda ao segunda.
Israel é o único dos aliados americanos cuja sobrevivência é ameaçada explicitamente por outros países e grupos armados organizados.
Não se trata de ser melhor ou pior do que ninguém, mas sim das circunstâncias de cada um. Existem casas para mulheres ameaçadas por seus maridos, mas não para aquelas que tem um casamento feliz.
MarioS, os EUA tratam Israel com mais proximidade do que o Canadá em alguns assuntos e mesmo o México. Israel não é melhor nem pior do que nenhum outro país. Tem seus defeitos e suas qualidades. Os EUA devem levar em conta as preocupações de Israel em relação ao Irã. Mas não há como concordar com a ilegalidade dos assentamentos. Não por serem ilegais apenas, já que os EUA são aliados de regimes ditatoriais, como o Egito. Mas por afetarem as relações com os países árabes, fundamentais para os americanos. Sem falar no Iraque
responder este comentário denunciar abusoGustavo
O parágrafo acima foi a melhor síntese sobre o tema que vc já escreveu.
responder este comentário denunciar abusoTenho a impressão de estamos falando a mesma coisa Gustavo, ou pelo menos quase.
Não sei bem o que voce chama de proximidade, mas tenho certeza absoluta de que os EUA levariam muito a sério e tomariam medidas extremas se o Canadá fosse ameaçado pela Rússia ou o México por Cuba.
Imagine que em cada discurso seu Putin declarasse que o Canadá é um cancer e que iria varre-lo da face da terra. E o exemplo nem é o melhor, mais apropriado seria um dos russos extremistas, aqueles malucos xenófobos eleito e fazendo isso.
De novo, não se cuida de um parente são da mesma maneira que um doente, auxiliamos amigos que passam por dificuldades, tentamos defender quem esta sob ameaça. Se dois brasileiros pedirem proteção policial, um simplesmente porque assim se sentiria mais seguro, e outro porque vários marginais ameaçaram mata-lo e a sua familia, tendo inclusive tentado algumas vezes, só o segundo conseguiria, apesar de ambos serem cidadãos com os mesmo direitos.
Que Israel tem seus defeitos e suas qualidades não resta a menor dúvida. Os EUA devem levar em conta as preocupações de Israel em relação ao Irã, ao Hamas, ao Hezbollah.
“Mas não há como concordar com a ilegalidade dos assentamentos”
E eu não concordo, mas considero o seu argumento de que seja por afetar as relações com os países árabes incompleto. Mesmo achando errada esta prática tenho certeza de que vários países árabes só a combatem tanto por temerem os terroristas.
Já passou da hora de Israel, os EUA, os países árabes e lideranças palestinas responsáveis terem “um papo sério”, deixando bandidos de lado e num segundo passo (logo em seguida) acabando com eles. Se alguém discorda, que responda: quem foi favorecido, até hoje pelos massacres cometidos por Hamas e cia. ltda?
Na sua analogia você esqueceu de falar que ele é ameaçado porque constroi em terras alheias, joga fósforo branco sbre os filhos dos vizinhos…
responder este comentário denunciar abusoInteressante… tanto o Gustavo como o MarioS gostam de lançar mão de metáforas e analogias como faz desinibidamente o sr. presidente… como já nos disse o poeta na canção “As aparências enganam”:
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As aparências enganam
Aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio
Se irmanam na fogueira das paixões
…
O Netanyahu é um homen perigoso. Isso todos ja sabiam, muito antes dele reassumir o cargo de primeiro-ministro. Assentamentos como esse ja eram previstos. Bibi rompeu com Sharon e deixou o ministério das finanças por causa do plano de desocupação. O homem é obsecado. O Netanyahu não da ponto sem nó. Ou alguém tem vaga esperança de que Tel Aviv va recuar ? Não enquanto ele for primeiro-ministro..
Diego, discordo. Acho o Netanyahu um político comum com uma ideologia que discordo em relação aos palestinos. Na economia, ele até teve um desempenho bom. Sua briga com o Sharon foi por poder. Ocorre em qualquer parte do mundo
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Minha opinião se baseia no fato de Netanyahu ser totalmente pró assentamentos em areas palestinas. O homem defende a trangressão a plenos pulmões. Diz que com isso pode-se chegar à paz.Ele usa a politica do medo.
Todos os seus discursos são no sentido de subjulgar o povo Palestino pela força ou restrição.
Ele é linha dura. Perdeu o irmão mais velho em combate contra terroristas. Fundou centros de inteligencia anti-terrorismo…
E se a briga dele com Sharon foi por poder, seu argumento era outro. Ele foi o maior oposicionista ao plano de desocupação e fez valer seus ideais depois do coma de Sharon.
sdçs.
Só corrigindo. Tel-Aviv não é a capital e sim jerusalem
responder este comentário denunciar abusoCapital que a maioria dos países não reconhecem.
responder este comentário denunciar abuso.
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Papo em Jerusalém
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- Ô Amorim… e finalmente pra que servem os judeus?
- Bem presidente Lula, se não fosse pelos judeus, os EUA teriam bem menos Nobel do que possuem.
- Ah, tudo isso é conversa mole!
- Como assim, presidente?
- E por que existem tantos judeus no Brasil e não temos nenhum premiado, hein?
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Gluón, hoje acertou
responder este comentário denunciar abusoEssa questão de casa ilegais já falei aqui e em outros locais como sendo o necessário obvio e não o tal ‘ilegal’, enquanto a paz não vem pessoas tem que morar em algum lugar e o tal lugar proibido tem terrenos mais baratos e disponibilidade de espaço, enfim ninguém é obrigado a viver em cima da cabeça do pai e da mãe ou no quartinho do puxadinho, enquanto a paz não vem.
Sutter, são ilegais porque constróem em áreas palestinas. Poderiam muito bem erguer em outras regiões. O objetivo claro é isolar Jerusalém Oriental da Cisjordânia e alterar a balança demográfica da cidade
responder este comentário denunciar abusoGustavo ta de novo irrealista e idealista, mulher quando casa quer ficar perto da mãe para ajudar a cuidar e educar os filhos, se vc fosse libanesa que mora com a mãe em Beirute e se casasse e quando tivesse seus filhos certamente não iria morar nas tais outras ‘regiões’, eu moro próximo a minha família, faça então uma enquete no seu blog para saber quem mora longe e perto de seus familiares e me de as porcentagens , fico no aguardo dos números de sua teoria a ser comprovada. Senão fico na impressão que vc acha que judeu é diferente e deve morar longe de tudo e todos. Não se esqueça que Jerusalém não tem assim tanto espaço para construção esta muito valorizado e a muitos lugares históricos que não podem ser mexidos ou usados para moradia.
responder este comentário denunciar abusoSutter, se você quiser fazer seu puxadinho, você tem que fazer sob as leis de onde você mora. Se os assentados aceitassem ser tratados como palestinos e abdicassem a cidadania israelense, seria mais ético.
responder este comentário denunciar abusoBom, ilegal por ilegal, o programa atômico iraniano é ilegal assim como os foguetes que o Hamas mande de presente para Israel.
responder este comentário denunciar abusoAssim como as 200 ogivas não declaradas que Israel tem. O Irã é signatário do TNP, Israel, não.
responder este comentário denunciar abuso“Lula criticou o muro construído por Israel e que, em Belém, isolou comunidades e bloqueou ruas e estradas. “O muro de separação cobra um alto preço em termos de sofrimento humano e materiais. Divide famílias, afasta amigos, desarticula a produção e consequentemente assusta o investimento”, disse ele.”
A anta se esqueceu que o antes do muro também havia sofrimento humano e materiais, divisão de familias, amigos afastados, desarticulação de produção e investimentos “assustados” (?). Só que era do lado isralense, por conta das mortes irreversíveis causadas pelos homens-bomba que despareceram depois do LINDO muro de defesa. Se os palestinos impedissem os homens bombas, Israel não faria o muro. Então a presença do muro é por ação ou omissão dos palestinos. E lá vai permanecer atéééééééééééééééééé…… . . . . . . . . . . . !
Henrique, o muro seria legítimo se respeitasse as fronteiras internacionais, sem incorporar os territórios palestinos
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
os ataques terroristas (que motivaram o muro) seriam legítimos se respeitassem os acordos internacionais, sem incorporar os civis israelenses.
Se não fosse a violência sionista não haveria homens-bomba.
responder este comentário denunciar abusoA violência a que você se refere é o simples fato de Israel existir, estou certo?
responder este comentário denunciar abusoIsrael existir não é um fato simples.
responder este comentário denunciar abusoHenrique,
Nao to defendendo ninguém, mas se o Lula é tao “anta” e “mula” como voce tem dito, porque ele é Presidente do Brasil e nao voce?
responder este comentário denunciar abusoMauro, obrigado por confirmar.
responder este comentário denunciar abusopor favor mais respeito com o nosso presidente (lulla),
pois ate agora não vi nenhum melhor , e tenho 51 anos
De fato e que a politica exterior de EUA esta influida pelos agentes voluntarios dos intereses do Israel – no Congreso (House & Senate), no governo executivo-administrativo, na TV e nos journais, no “Wall Street”. Existe somente uma instituicao com alguma independencia e resistencia frente a “Jewish Lobby”: As Forcas Armadas. Esta semana o general Petraeus, preferido de George Bush, o “heroi” do “surge” (ofensiva final) no Irak, e comandante supremo de tudo no Afghanistao, Irak, (Pakistao..)Asia Central – declarou no “Senate”: A expansao das colonias dos Israelies estimula mais fanatismo extremista islamico que dificulta a missao das forcas de EUA em Irak e Afghanistao (o declarou ao Senador Linsay Graham, republicano ultra-conservador da South Carolina – o estado mais extremamente direitista nos EUA). Muitos acreditam que o general Petraeus sera o proximo presidente dos EUA (veja “Petraeus for President”). Os Forcas Armadas dos EUA tem experiencias negativas com Israel: “Jonathan Pollard” foi analista civil num projeto da Marina – e robou 200,000 documentos segredos para Israel, o quais logo foram trocados a Uniao Sovetica para visas de saida de judeos. Pollard esta na prisao nos EUA para sempre. Em 1967, o navio USS Liberty da Maria de EUA foi atacado em mar internacional por avioes do Israel, 34 marineros foram mortos e 140 feridos: O navio tinha observado electronicamente a ofensiva de Israel no Sinai pendante a guerra de 1967 – e os Israelies no queriam que EUA soubesse da aniquilacao de tropas do Egipto. Veja “USS Liberty”. Paul Wolfowitz como Assistent Secretary of Defense foi o principal Neocon e arquiteto da invasao do Irak, junto com mais judeos pro-israelies no ministerio da defensa: Os militares nao gostaram a invasao, mais ainda uma invasao feita improvisada (“shock & awe”) que ate agora custou quasi 5000 militares mortos e mais do que 30,000 feridos e descapacitados, e custou mais do que mil bilhoes de dollares – sem fim nem establidade verdadeira jamais. O comandante supremo das forcas armadas dos EUA, o general Shinseki advertou a George Bush que para uma guerra profesional precisasse 400,000 tropas no Irak, mais os Neocons (Wolfowitz, Perle, Feith e o ministro de defensa Donald Rumsfeld insisteram em somente 100,000 o que resultou no desastre pendante anos de luta no Irak. O general Shinseki foi tirado e postou em aposentadoria. – - Na semana proxima, Obama deve falar no congreso do AIPAC (American-Israel-Political-Action-Committee) – o “lobby” principal dos judeos-pro-israeli nos EUA. Sera interesante de observar o que acontecera. Ate agora o governo dos EUA tem doado 28+ bilhoes de dollares a Israel (sem contar a bilhoes donados por fontes privados nos EUA).
Jan, discordo. Como escrevi no texto, há enormes divisões em relação a Israel mesmo na comunidade judaica americana. Qual lobby? A AIPAC ou a J-Street?
responder este comentário denunciar abusoGustavo: Existe somente um so “Jewish Lobby” ( com AIPAC principalmente). O “J-Street”nao tem importancia – e uma “cruzada de meninos” sem influencia , coisa da noticia por um dia so. Mais, importante – o “Jewish Lobby” nao representa todos os 5+ milhoes de judeos nos EUA (pop. 300+ mihoes). De fato, a mitade dos judeos nos EUA nao casam-se com outros judeos e ficam mais seculares no seu estilo de vida e filosofia. O que faz o “Jewish Lobby” poderoso e forza economica e presencia na politica nacional, nas universidades/think tanks, na administracao central, na relacoes diplomaticas, na TV, nos jornais – tudo totalmente fora de proporcao com relacao a outros grupos etnicos/culturales/religiosos. O quem foi o “cerebro” de Ronald Reagan, o escritor/comentarista Patrick Buchanan (conservador nacionalista) opinou: “O Congreso dos EUA e territorio ocupado pelo Israel”.
responder este comentário denunciar abusoEu tenho sérias dúvidas de que Netanyahu realmente quer a paz.
Sérias dúvidas…
Rodrigo, paz ele quer. O que ele não aceita é um Estado palestino soberano
responder este comentário denunciar abusoPara Israel está tudo em paz.
Quem não está em paz são os palestinos. Caso eles não estejam satisfeitos, eles que apresentem propostas concretas e vantajosas também para Israel. Senão fica tudo jeito que esrá mesmo.
Ninguém fica em paz quando é expulso das próprias terras.
responder este comentário denunciar abusoBoa Gustavo, é como eu sempre digo, TODO MUNDO quer a paz, desde que…..
Não sei se Netanyahu aceita ou não um Estado palestino soberano, afinal ele diz que sim. Claro que pode ser mentira, talvez seja, mas o Hamas e Ahmadinejad (existem outros, mas fiquemos nestes) dizem abertamente não aceitar um Estado judeu soberano o que o coloca em uma situação muito cômoda, a de não precisar demonstrar nada.
Quanto à competição para escolher os melhores pilotos de combate do mundo, se houver uma, e tiver um bolão, meu palpite será ou o seu (os americanos) ou o do José (isralenses), ou seja, nenhum de nós tres apostaria nos venezuelanos e nem nos sudaneses, certo? Resumindo, sejam os israelenses os primeiro, segundos ou terceiros melhores pilotos do mundo, NINGUÉM será beneficiado colocando Israel na situação de não ter nada a perder, muito menos os palestinos. Estes serão as primeiras vítimas, os que sofrerão as piores consequências.
Muito provavelmente aqueles que aqui do Brasil comemoram o progressivo isolamento de Israel continuarão suas vidas da mesma maneira, mas tenho certeza de que quem vive por lá, dos dois lados, não.
Os que dizem se enternecer pelo sofrimento das “´vitimas da política israelense” terão motivos para se alegrar (o sofrimento de Israel e dos judeus) e mais ainda, para continuar fingindo preocupação com os “irmãos”. Quem verdadeiramente quer o bem dos palestinos sabe que este virá do isolamento total dos radicais
“Se não fosse a violência sionista não haveria homens-bomba”
“Ninguém fica em paz quando é expulso das próprias terras.”
Mauro,
Até estes dois comentários seus eu pensei que voce tinha trocado o Partidão pelo Hamas, mas após o terceiro, “Haja vista a limpeza étnica também, não podemos nos esquecer.”, parece-me que foi pelo velho Nacional-Socialista.
Gustavo, o Bibi não é burro. Ele sabe que sem Estado Palestino não haverá paz verdadeira em Israel. Ele apenas tem um plano muito doido que não faço idéia qual seja. O cara é linha duríssima.
responder este comentário denunciar abusoGustavo no outro post concordou em um estado palestino ser desmilitarizado como a Costa Rica.
Os palestinos aceitariam???
E para garantir esta desmilitarização só sob controle áereo,terrestre,e maritimo por parte de Israel,afinal tropas da UNIFIL que deveriam impedir o fluxo de armas da Siria para o Libano não os estão fazendo.
E o direito dos refugiados,os palestinos abririam mão por indenizaçõens que no mesmo pacote se estudaria a indenização a judeus sefaradis expulsos de paises árabes para compor esta verba???
O Libano e a Siria e o Hamas e o Irã permitiriam algum lider palestino abrir mão do direito de retorno que Israel JAMAIS aceitará???
E os palestinos,vão se entender quando,já que o Hamas tá doido para tomar a Cijordania e fuzilar a turma do Fatah de barriga para baixo como fizeram em Gaza??
É facil dizer que Netaniahu é o unico intranzigente nesta questão do estado palestino.
Por a segurança de Israel em perigo em troca de promessas que valem uma nota de 3 reais,nunca.
Os judeus idiotas de 1934 jamais serão esquecidos por sua ingenuidade.
MarioS,
não adianta querer varrer a sujeira para baixo do tapete. A tática de querer menosprezar quem se opõe àquilo que você quer não vai funcionar comigo. Os dados históricos estão aí para quem quiser ver. Israel só consegue se manter à partir do terror e está na hora de começar a dialogar. É muito cômodo sempre colocar a culpa nos outros dizendo que do lado de lá só existem fanáticos e malucos, assim fica fácil.
Daniel,
O Bibi sabe que sem Estado Palestino não haverá paz verdadeira em Israel. Quanto ao plano dele, meu palpite é que ele pretende retraçar as fronteiras, de modo a passar árabes para o outro lado, por motivos demográficos.
Isto seria atingido com a tal troca de territórios: assentamentos por partes de Israel com maioria árabe, o que, aliás, não é nenhum segredo, já foi proposto. Não vejo nada de doido nisto, muito pelo contrário, parece ser a única solução possível atualmente.
Mas enquanto os palestinos não pararem de exigir OS MESMOS grãos de areia que tinham em 67 , nada será feito.
A única coisa realmente inaceitável para Israel é o absurdo “direito” de retorno.
Mauro,
Concordamos em muita coisa, por exemplo:
Não adianta querer varrer a sujeira para baixo do tapete, os dados históricos estão aí para quem quiser ver e que está na hora de começar a dialogar. Aliás tanto está que por várias vezes começou-se. Também concordo em que é muito cômodo sempre colocar a culpa nos outros dizendo que do lado de lá só existem fanáticos e malucos, só não entendi o que voce quis dizer com isso.
Eu pelo menos nunca disse isso, nem ninguém aqui no blog e também nenhum político israelense. O que se costuma dizer é que os palestinos tem que isolar os fanáticos e malucos, não permitir mais que estes falem a ajam em seu nome.
Caso se achasse que do lado de lá só existem fanáticos e malucos esta exigência (a da marginalização dos assassinos) não faria sentido, não seria feita. O irônico é que as maiores vítimas desta situação são os próprios “representados” pelos terroristas, todos sofrem, claro, mas eles muito mais. No dia em que abrirem os olhos, tudo mudará. Espero que ainda haja tempo.
Com o que não concordo é que Israel só consegue se manter à partir do terror, simplesmente por ser uma mentira, assim como é a alegada limpeza étnica, esta muito mais óbvia e absurda.
A limpeza étnica não é alegada, é documentada pelos novos historiadores israelenses, e ao menos esses vocês não vão poder acusar de antissemitismo.
responder este comentário denunciar abusoNão importa se o historiador é israelense ou marciano. Limpeza étnica é exterminar uma etnia. Israel não faz nem nunca tentou fazer isso. Isso não passa de retórica mentirosa para fazer falsa propaganda anti-Israel. Até mesmo durante a tão criticada ofensiva a Gaza, em meio a mais de um milhão de palestinos, foram mortos mil e trezentos. Em meio a uma operação tão complexa é um número relativamente baixo e muito distante do que seria uma limpeza étnica. Se quer saber o que é limpeza étnica vai estudar o Balcãs e deixe de baboseiras.
responder este comentário denunciar abusoObama sózinho por sua própria vontade não pode isolar Israel como Lula não pode por sua vontade pessoal incentivar o MST a invadir a terra dos bacanas.
Ambos não tem poder de decidirem sózinhos partindo de sua vontade própria esta decizão.
Israel tem muitos amigos no congresso americano,seja entre democratas e republicanos,e Barack Hussein Obama não vai por vontade própria cortar orçamentos para Israel.
E como disse o Mario S.,não queiram imaginar um israel acuado,pois na hora da sobrevivencia uma Córeia do Norte ou até o Irã não são nada diante o poder belico de Israel com os melhores pilotos em combate do mundo.Um Israel acuado não deve ser bom para ninguem,todos perdem,igual Lula fala para não acuar o Irã que será pior.
Obama não é eterno no poder e possivelmente nem será reeleito,e Israel pode perfeitamente com as armas e o material humano que tem esperar o tempo de Obama passar e até aumentar parcerias com outras super potencias.
Obama um dia passa e vai,Israel fica,e forte.
E o congresso e senado americano e majoritario a favor de Israel.
José, outras potências tem um viés mais favorável aos palestinos. Não será tão fácil desta forma. Especialmente em relação à China e à Índia, onde as comunidades judaicas são irrelevantes, ou no Brasil, onde é uma fração da árabe. Sem falar na Turquia, África do Sul e México, que são os outros emergentes. Portanto, Israel não pode esperar tanto tempo. Sem falar no isolamento internacional e no risco de os palestinos começarem a pedir cidadania israelense. Para completar, não sabia da competição para escolher os melhores pilotos de combate do mundo. Onde ocorreu? Se fosse arriscar, diria sem dúvida que os americanos são os melhores
responder este comentário denunciar abusoJosé tem razão, Obama não tem o poder de sozinho tomar a decisão de tirar apoio de Israel. Tudo leva a crer que ele está sendo pressionado a fazer isso.
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
Os melhores e mais modernos aviôens do mundo são os americanos,e Israel não tem todos eles.Portanto os melhores aviôens do mundo são americanos.
Em relação aos melhores pilotos,é porque Israel tem mais pratica de ataque e pilotos profissionais e conhece melhor seus adversarios, e fez operaçôens que os Usa nunca fizeram igual,como resgatte em Entebbe,destruir o reator nuclear Iraquiano voando de longa distancia,destruir o quartel da OLP na Tunisia saindo de Israel{outro ataque a longa distancia},o reator sirio sem ser detectado,e ser muito mais bem sucedido em ataques seletivos matando com precizão muito mais terroristas que os USA conseguiu matar com o mesmo tipo de ataque no Iraque e Afeganistão.
Portanto são dados a ser considerados que para mim comprovam na pratica que Israel tem os melhores pilotos.
Em 1982 sob os céus do Libano,Israel destruiu 100 migs sirios em 3 dias e não perdeu nenhum no duelo de aviôens.
Até em 1973 os aviôens de Israel derrubados foram pelo moderno missel sam-6,e não por combate de piloto x piloto.
Os fatos comprovam.
Depois de 67 Gustavo, não são mais. Hoje os pilotos israelenses criam normas de batalha que os americanos seguem. Foi um passeio no Iraque porque imitaram os israelenses. O F16i foi todo construido com normas israelenses, com a experiencia dos pilotos israelenses. Em tempo: O i é de Israel.
responder este comentário denunciar abusoE não podemos esquecer que a China é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, com poder de veto. E o país é o maior detentor de papeis do govern norte-americano.
responder este comentário denunciar abuso“Não fossem os americanos, Israel talvez não existisse. E, se não fosse pelos judeus, Nova York não seria a capital financeira do mundo e os EUA teriam bem menos Nobel do que possuem.”
Gustavo, não vejo a relação de interdependência entre as duas nações que você quis passar. Não fossem os americanos, é correto afirmar que Israel talvez não existisse. Mas como os EUA dependem de Israel para ter mais prêmio Nobel? Os ganhadores são judeus americanos e Israel não os mandou, deliberadamente, para os EUA para que conquistassem prêmios e retribuíssem o favor àqueles a quem devem a sua existência.
Desconsiderando a interdependência econômica, das quais não tenho nenhum dado, a aliança entre os dois países me parece ser muito mais proveitosa para Israel.
Marcos Paulo, escrevi “não fossem os judeus”, não “israelenses”
responder este comentário denunciar abusoGustavo, exatamente por isso que a idéia que você quis vender não é correta. Você quis mostrar que um país era o que era por causa do outro. Mas quem tá ganhando prêmio Nobel para os EUA são judeus (americanos) e não israelenses.
responder este comentário denunciar abusoVejo a situação da seguinte forma…:(Aguardo Crítiras ansiosamente!!!)
Os EUA querem continuar com seus planos de expansão sob o mundo árabe…e tem Israel como aliado.
Os Árabes querem o fim de das invasões capitalistas no Oriente, o fim de Israel e dos EUA e tem aliados na Asia.
Israel quer a paz mais do que nínguem, >>> CQC !!!
Mas num dá pra fazer greve de fome nessa altura do campeonato !!!
Bruno, os árabes querem o fim das invasões capitalistas? Não entendi, os árabes, tirando a parte sul do Yemen, sempre foram capitalistas. Veja o Qatar, Abu Dhabi, o Líbano
responder este comentário denunciar abusoÉ engraçado,mas a pátria do Capitalismo ( EUA) tem uma relação estreita com Israel que teve seu principal líder, um socialista ( Ben Gurion) que inclusive estimulou a implantação de um modelo de coletivização do campo ( os famosos Kibbutz).
responder este comentário denunciar abusoPAZ? . . . . ISRAEL VIVE EM PAZ!!!
Para Israel a situação de paz atual não é melhor nem pior daquilo que sempre foi; ou seja, para Israel tanto faz como tanto fez, pois desde que Israel existe, a situação sempre foi a mesma merda (ou ótima, como queiram). Israel é uma potencia à despeito de haver guerra ou paz. Desde a sua criação há 60 anos, Israel nunca conheceu um único dia de paz, sem estar em guerra ou em estado de guerra. Um país minúsculo acostumado a ser alvo permanente dos árabes (inimigos geo-políticos) e do mundo todo com o antissemitismo ou o anti-israelismo (existe essa palavra?).
O que ocorre é que o mundo não aceita como um paisinho de merda cercado de inimigos, em estado de guerra ha 60 anos, consegue se destacar no cenário internacional com mais empresas na Nasdaq do que qualquer outro país do mundo (depois dos EUA).
Engraçado como até hoje se discute a paz no Oriente Médio.
PAZ para quem, cara-pálidas?
Para Israel?
ISRAEL VIVE EM PAZ!!!!
Entendam isso, Israel não precisa que as coisa mudem, Israel está em paz como sempre esteve, mesmo estando em guerra.
E os palestinos?
Esses não vivem em paz desde que se entendem por palestinos. Haja vista terem sido exterminados na Jordania, não serem aceitos pelos irmãos árabes que deles só querem distancia e os mantem confinados em acampamentos de refugiados como favelados, sem falar no ódio mortal demonstrado entre eles mesmos em 2006 com a guerra vencida pelo Hamas contra o Fatah.
Se os palestinos não estão em paz, problema deles; eles que tratem de buscar os seus interesses da forma como acharem melhor. Se jogarem pedra terão pedra ou bombas, se quiserem conversar chamem para conversar. Se preferirem confiar no Lula, vão se dar mal, como milhões de brasileiros pagadores de impostos estão se ferrando. Todos os países lutam por seus interesses de acordo com as circunstancias, por que os palestinos agiriam diferente? Eles são melhores do que alguém?, são mais sofridos? ou o quê?
Cada um colhe o que planta, paciencia.
Henrique, os palestinos vivem dentro de um território ocupado por Israel. Se não receberem cidadania, será Apartheid. Assim, Israel não terá paz no futuro porque poderá ser isolado pela comunidade internacional. E os palestinos vivem em campos apenas no Líbano. É preciso ser específico quando escrever isso. Eles estão bem na Síria e na Jordânia. Não há população palestina relevante nos outros países
responder este comentário denunciar abusoHaja vista a limpeza étnica também, não podemos nos esquecer.
responder este comentário denunciar abusoO Henrique dormiu com o Bozo e acordou gozadão! cheio de bravata!
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Qualquer um tem o direito de viver como se não houvesse amanhã, o problema é que o tal do amanhã sempre chega…
Gustavo 16:17h,
os palestinos SEMPRE viveram em territorios ocupados. SEMPRE ! ! ! Os palestinos NUNCA tiveram uma pátria, mesmo muitos séculos antes de os judeus retornarem da diáspora. Os palestinos viviam em territorios ocupados pela Jordania antes da guerra onde os JORDANIANOS, e não os palestinos, perderam territorios. Os palestinos tiveram a chance de se estabelecer desde o início da sua existencia até 1967. Se nunca tiveram interesse ou competencia para isso é porque haviam outros objetivos mais urgentes. Escolheram e erraram. A culpa é só deles e não de Israel.
Paulo, acho que pela última resposta dormir com o Bozo não fez bem ao colega, pelo humor dele!
responder este comentário denunciar abusoO ponto defendido pelo foi bem claro
HENRIQUE DISSE QUE ISRAEL ESTÁ PRÓSPERO NOS NEGÓCIOS E NAS CIÊNCIAS.
A abordagem é precisa, pois quem controla o mundo hoje, é quem tem dinheiro e conhecimento.
Quanto aos agoureiros de plantão, quero dizer que a história está sempre sendo reescrita. Tantos fazem prognósticos negativos dizendo que o dia da queda de Israel chegará, mas quero fazer algumas indagações:
- Quem diria que após as cinzas do holocausto, os judeus teriam uma nação ?
- Quem diria que após a ira e loucura de Adolf Hitler, da força do 3º. Reich que queria dominar o mundo, dos campos de extermínio de Bierkanau e Treblinka, os judeus estariam florescendo na terra que lhes foi prometida?
- Quem diria que os judeus teriam uma nação com uma bandeira tão linda e maravilhosa? (Oh! Wonderful flag!!)
Os judeus tem como herança um livro que repetidamente avisa-os para olharem e confiarem em Jeová, pois se assim o fizerem, seus inimigos serão desbaratados.
Creio que muitos em Israel tem como prioridade crerem no conteúdo desse livro.
Paulo,
Sim, qualquer um tem o direito de viver como se não houvesse amanhã, e o tal do amanhã sempre chega, e daí?
Todos nós vivemos de acordo com as possibilidades de que dispomos no presente, tomamos nossas decisões baseados nelas. Cometemos erros, claro, mas pior seria decidirmos em função de coisas que só existem na imaginação de alguns, principalmente em questões de sobrevivência.
Interessante a discussão “não fossem os americanos, Israel talvez não existisse, não fosse pelos judeus Nova Yorque não seria a capital financeira do mundo…” Afinal, não são os judeus de Nova Yorque também americanos? A existência de Israel é uma questão muito mais profunda para ser discutida, que não passa pelo judaísmo, ou por ser judeu, ou como querem alguns, razões históricas.
so quando o povo americano deixar de ser domesticado e sair das garras dos sionistas e tomar FED de volta , quem sabe as coisas mudam, porenquando os arabes não devem acreditar e sempre lembrar que o anglosionismo quer escravisar , basta ler a historia dos ultimos 200 anos
Le, honestamente, não entendi o que você quis dizer. Tomar o FED de volta? Você diz o Banco Central?
responder este comentário denunciar abusoA aliança entre os dois países nunca foi colocada em cheque por um motivo capital:
cumplicidade. Um bate(Israel) e outro arrefece(USA).Quem trouxe o terror para as ruas de Jerusalém foi Sionismo expansionista, com sua política de acrescentar novos territórios aos que já possui.
Um governo que categoriza o país em zonas diferentes e privilégios da mesma forma só pode ser chamado de desonesto.
A arqueologia moderna descobriu que as escavações de Yigal Shiloh, da Universidade Hebraica de Jerusalém, nas décadas de 70 e 80, na Jerusalém das Idades do Bronze e do Ferro mostram que não há nenhuma evidência de uma ocupação no século X a.C.
O mais otimista dos pesquisadores aponta para um vilarejo no século décimo, enquanto que o resto de Judá, na mesma época seria composto por cerca de 20 pequenos povoados e poucos milhares de habitantes, portanto, um grande império davídico nunca existiu em Jerusalém.
Jerusalém Oriental é dos palestinos não por causa de escrituras ou cultos religiosos primitivos ditados para primevos desinformados, mas sim por que estão ali presentes com seu suor escorrendo…
Como é dificil mudar a história não é Mohamad. Vc. deve ter um trabalho duro.
Jerusalem dos palestinos? Conta outra. Até 67 eles nem existiam. Veja os documentos da partilha. Lá a partilha era entre judeus e arabes. Nào palestinos.
Nossa, apesar do Guga e vários colegas já terem explicado sobre a história da Palestina, esse cara continua com o mesmo discursinho.
Eta cara que gosta de rodar na vitrolinha!
responder este comentário denunciar abusoTá dificil de vc entender meu comentário, José Antonio! Vou ser mais didático : não importa quem estava em Jerusalém em qualquer época.O que importa é o aqui agora.Simples: você vai lá, pega uma caneta e vai anotando o nº da população palestina e judaica no local(Jerusalém Oriental) e pronto.Isso é democracia plena.A maioria é palestina na Jerusalém Oriental? Então, fica muito simples : que se estabeleça o estado para a maioria na localidade.
responder este comentário denunciar abusoOra, José Antonio, então, antes de 67 não havia palestinos? E os que ali viviam desde os tempos de dominação romana, chamaremos de que? E o que você chama de árabes são o que, alguma nação, alguma etnia? Reveja seus conceitos.
responder este comentário denunciar abusoYoko, vc. não aprende mesmo. Isto aqui é um blog, onde se discutem idéias, não é um lugar para ofender pessoalmente os outros. Se tem problemas procure resolve-los longe do blog.
responder este comentário denunciar abuso“você vai lá, pega uma caneta e vai anotando o nº da população palestina e judaica no local(Jerusalém Oriental) e pronto.Isso é democracia plena.A maioria é palestina na Jerusalém Oriental? Então, fica muito simples : que se estabeleça o estado para a maioria na localidade.”
Ai também não Mohamad. Se seguirmos este critério partes de LA seriam México, de Londres Indía, e assim por diante.
“não há nenhuma evidência de uma ocupação no século X a.C.” Existe, sim: na tumba do faraó Meneptah, sucessor de Ramsés II, há inscrição de que ele lutou contra hebreus.
responder este comentário denunciar abusoGustavo: como sugestão, pede pro pessoal da engenharia de sistemas diminuir o espaço da lateral direita da página (de cor verde) que esta sobrando. Você tem redigir de forma a não invadir a zona verde da página…
Pois é!
Agora tá para estourar a 3ª Intifada, mais jovens palestinos mortos,
e Israel vai ficar sem apoio da Europa e provavelmente sem apoio dos E.U.A,
o governo de Israel deveria repensar seus conceitos, porém o “Doberman” quer dizer “Liberman” está adorando tudo isso, ganhará mais popularidade se os palestinos reagirem, este homem quer ver o circo pegar fogo para que sua baboseira politica fassa efeito!
Morad:
Eu aposto que não vai haver terceira intifada,pois se tiver o Hamas sai das profundezas a qual tá sendo contido a mão de ferro pelo Fatah,e crescem nesta intifada e quando abrirem os olhos,eles jogam a população contra o fatah e fuzilam eles de barriga para o chão igual fizeram em Gaza.
Portanto para o Fatah,a intifada não vai abalar Israel,e sim a eles,portanto eles vão segurar estes protestos ao contrario de Arafat que inflou na época.
Estes protestos não crescem tão naturalmente sózinhos,só se o Fatah permitir,ou você esqueceu que na guerra de Gaza a policia do Fatah abafou os protestos na Cijordania para impedir o Hamas de sair da cova e assombrar eles.
Hoje o maior inimigo do Fatah é o Hamas,são eles que mais ameaçam a sobrevivencia deles,e não Israel.
Portanto não interessa intifada para o Fatah.
Não ofenda os dobermans! São animais de raça inteligentíssima, que não sai atacando qualquer um.
O carinha lá está mais para pequinês ou chuaua, que morde qualquer um que chega perto!
responder este comentário denunciar abusoIsrael é um pontinho no mapa fascinante. Acho que nenhum outro lugar tão pequeno no mundo causa tanta briga, ódio, amor e discussão. Por que será?
GP, o Líbano é menor ainda e causa, pelo menos, tantas brigas quanto Israel. O motivo é simples no caso israelense. As fronteiras são recentes nesta região e ainda não foram definidas. Europeus demoraram décadas para determinar as fronteiras atuais, com milhões de mortos. Acho que israelenses e palestinos estão se saindo melhor
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
muito legal a sua comparação das discussões entre as fronteiras de Israel e Palestina com as da Europa. Nunca tinha pensado nisso. Show.
Os europeus demoraram um milênio e meio para decidir suas fronteiras. Há que se lembrar que a última grande mudança de fronteiras na Europa aconteceu há 65 anos, ao final da segunda guerra mundial. E até hoje elas continuam mudando, como se viu na fragmentação relativamente recente da Iuguslávia e da Tchecoslováquia, além do esfacelamento da União Soviética. A questão étnica na Europa é extremamente relevante e frequentemente dá origem a ideiais separatistas. A Bélgica agora está imersa em uma discussão que pode redundar em sua cisão em 2 países. Na Espanha a coisa é tão séria que os bascos chamam sua região de país basco. Há uma longa lista de desejos de separação que envolve tantos países pobres (como Camarões, onde o sul quer se separar do norte) quanto ricos (como o Canadá, onde Quebec quer dizer adeus ao resto do país). Até uma nação insular como a Grã-Bretanha, vive às voltas com questões separatistas.
Fronteiras nacionais estáveis ao longo do tempo são privilégio de poucos países. Nós somos um deles (embora os gaúchos também se refiram à sua região como a pátria gaúcha)
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
A suposta “crise” no relacionamento entre Estados Unidos e Israel não existe, por maior que seja o desejo de quem suponha o contrário. Da mesma forma, a expansão nas construções é apenas uma das consequências das escolhas palestinas no período pós-Oslo, culminando no fiasco do encontro Barak-Arafat. As intifadas e os homens-bomba levaram ao endurecimento da sociedade israelense, cristalizado após a decepção pelos estúpidos ataques do Hamas quando da desocupação de Gaza.
Os israelenses, ao construírem a barreira de separação, conseguiram anular a ameaça dos atentados e retomaram uma vida normal; ao derrotarem o Hamas na última invasão de Gaza, também resolveram o problema da vulnerabilidade no Sul.
Na prática, portanto, as opções de combate adotadas por Arafat e pelo Hamas foram históricos tiros no pé, por unirem o inimigo comum numa política de indiferença e rejeição, onde o tempo parece continuamente a favor e a separação só parece favorecer.
A esperança contra essa política de isolamento deve vir de Fayad, um homem que propõe políticas muito mais inteligentes que seus predecessores. Claro que isso não vai impedir novas construções, nem são essas construções ameaça à paz, por pior propaganda que sejam. Mas pelo menos a inteligência de Fayad e seu estilo pessoal poderão provocar em Israel um sentimento de que há um parceiro para a paz, e com isso enfraquecer o amálgama que hoje une várias facções anteriormente opostas e impede um progresso na situação.
Se a situação fosse outra, as casas construídas nos territórios em disputa teriam moradores judeus, palestinos ou de qualquer outra origem, e teriam sido financiadas por americanos, sauditas ou egípcios. Ainda espero ver esse dia.
Oi Alberto, concordo com você. E vale a pena ler o texto do Friedman hoje no New York Times sobre o Fayyad
responder este comentário denunciar abusoExcelente comentário. Vou pesquisar mais sobre o Fayyad.
responder este comentário denunciar abusoRealmente os Estados Unidos não devem concordar com todas as decisões de Israel somente porque possuem interesses econômicos em comum.
Eu acho, pelo que tenho lido no Jerusalem Post, no esquerdista Yediot Aharonot, que as construções na parte Oriental é ‘pacífica’ (entre os Judeus, claro), e foi apenas uma questão de timing errado do Bibi! Gostaria de ouvir a sua opinião sobre isso.
Eduardo, a construção é pacífica, claro. Mas ela ocorre em uma área que não é reconhecida como israelense pela comunidade internacional
responder este comentário denunciar abusoVamos fazer assim, meu caro: você não fala mal do Corinthians no meu blog e eu deixo o palmeiras em paz aqui no Oriente Médico, tá?!
Abração, Guga!
Fala Antonio, não falei mal do Corinthians. Apenas disse que que você escutará o hino quando vocês perderem a Libertadores. E obrigado pela visita ao blog
responder este comentário denunciar abusoJuca
Minha opinião é que a Intifada, só tráz malificios para palestinos, “pedras contra tanques” é o cumúlo da disproporcionalidade, morrem muitos jovens por uma causa que eu já considero a muito tempo perdida, infelizmente!
É o poder do dinheiro contra o poder da Utopia, mais o que eu acho mais infeliz, é Israel construir casas para Israelenses em áreas ocupadas, áreas palestinas, isto sim é muito infelicidade, Fatah, hamas, ou outra sigla qualquer não tem nada a ver com a indignação de um povo, o povo vai para as ruas sim, com ou sem efeito, pessoas que possuem coração, cérebro, alma, que possuem filhos, sonhos e que acreditam em um dia terem um pouco de paz e poderem tocar suas vidas!
Mas eu e vc já vimos este filme um monte de vez
e sabemos no que vai dar,
e o fim todos já conhecem!
Morad:
Se um dia os palestinos aceitarem a indenização pelos refugiados sem que a Siria,o Libano,o Irâ e o Hamas impeçam,será o passo mais importante,pois sem isto,é como assinar uma escritura antes de negociar o preço,algo impossivel.
E terras serem trocadas,e o estado palestino ser desmilitarizado,afinal de contas,Israel nunca vai aceitar um” hezboolla palestino mais potente” que tenha que combater de quarteirão em quarteirão trazendo combates como do sul do Libano para dentro de Israel.
E Israel retomar território de novo com 10 vezes mais custos de vidas humanas para os dois lados do que 1967,e o mundo descer o cacete em Israel.
Portanto experiencia igual a saida de Gaza não vai haver novamente.
Nem vai fazer como o pós acordo de Oslo que cada cidade que Israel devolvia o Arafat incitava os homens bombas a se explodirem em Israel para arrancar mais dos judeus.
Se Arafuck fosse sincero,teria tido paciencia e jogado limpo,e hoje a situação seria outra sem muro de segurança,e o estado palestino hoje seria uma realidade.
Mais Arafuck no fundo só queria roubar e nunca quiz a paz possivel,e este homem enterrou toda credibilidade no processo de paz na maioria dos israelenses de uma forma que a paz fosse menos dificil de ser feita.
Portanto existia o tempo anterior aos homens bombas e o posterior,e não pode se exigir que Israel negocie como na época que ainda não tinha explodido as bombas e o entuziasmo pela paz com muito menos cuidados na segurança eram muitos maiores.
Justamente devido a proteção americana, que o Estado de Israel mata e mutila sêres humanos sem a menor preocupação ética ou moral. Israel age, como agia Hitler, sem pensar que no futuro toda essa violência empregada contra os palestinos vai se voltar contra eles.
Por isso é fundamental que além do Irã, outros países do O.M. tenham arsenal nuclear para fazer frente ao perigo sionista que ameaça o mundo.
Jhony, Israel não mutila ninguém. Não existe a menor comparação de Israel com os nazistas. Por favor, não dará mais publicar comentários com este teor
responder este comentário denunciar abusoGustavo, muitas pessoas morreram ou ficaram mutiladas com os ataques contra Gaza. Depois de ver as imagens não dá para dizer que Israel não mutila, a não ser que as bombas e fósfro branco tenham sido jogadas pr outro país.
responder este comentário denunciar abusoPois é Gustavo, vc. vem aguentando essa mala ignorante e antissionista faz tempo.
responder este comentário denunciar abuso“Por favor, não dará mais publicar comentários com este teor”
Já era tempo Gustavo. TODOS os posts do tal de Jhony são racistas e mentirosos, mas pior ainda são os que o apoiam, como neste caso.
É piada? Me avisem para que eu possa rir. Quer dizer que gritar a verdade é antissemitismo. Piada de mau gosto.
responder este comentário denunciar abusoOlha, estou lendo os comentários e a maioria é anti Israel, mas este realmente é bastante discriminatório. Gostaria que a pessoa que fez estes comentários os retirasse.
O que não foi dito aqui até agora é que quando houve a partilha do Estado de Israel, ficou definido um pedaço para Israel e outro para os arábes e que na mesma noite os arábes atacaram Israel, a chamada Guerra da Independência. Se tem alguem que se utiliza do terror, com certeza não é Israel. Israel não educa “crianças -bombas”. Alguem sabe dizer por que todas as fronteiras árabes estão fechadas para o povo palestino ???
Se os EUA tivessem os avioes mais modernos, a Forca Aerea dos EUA nao tivesse lutado para comprar 170 avioes “air tankers” (para fornecer combustiveis a outros avioes no voo) – da “Airbus” dos Europeos (Franca-Inglaterra-Alemanha-Esphana).
Jan, a USAF comprou os aviões da Airbus após o escândalo de 2003 quando se descobriu que a Boeing havia subordinado umas das mais altas funcionárias do departamento de compras da Força Aérea para colocar um pedido de algo como US$ 26 bilhões para aquisição de aviões 767 convertidos em tanque aproveitando as verbas militares extraordinárias aprovadas pelo Congresso para a Guerra do Iraque.
Nesse caso específico, trata-se de aviões civis convertidos para uso militar de baixa tecnologia. Já nos caso de aviões militares de alta tecnologia, os Estados Unidos tem, efetivamente, uma dianteira razoável sobre outros países, especialmente no caso dos aviões Stealth, sistemas de propulsão vetorizados e materiais compostos
responder este comentário denunciar abusoGustavo:
Saiu agora nos jornais de Israel:
United States President Barack Obama said Thursday that there was ‘no crisis’ in ties with Israel, despite a high-profile diplomatic feud between the allies over the Netanyahu administration’s plans to build Jewish homes in east Jerusalem.
“Israel’s one of our closest allies, and we and the Israeli people have a special bond that’s not going to go away,” Obama said in an interview on Fox News Channel’s Special Report with Bret Baier.
Gustavo
Ultimamente vc tem sofrido criticas, sobre a sua foto…aparência e tal, comparações….bommm!
Vc deve ter notado que eu não fiz nenhuma critica pois também não faço parte de um padrão de beleza satisfatório!
Então fiquei quieto!
Todavia, vale a beleza interior! Isto sim vc tem e todos do Blog concordam!
RSRSRSRSRSRSRS( só pra quebrar o gelo)
Mas que o recorte que fizeram deve ser sacanagem, de acordo com a descrição que o Gustavo fez (mapa de ponta-cabeça).
Gustavo, a continuar com esta foto alguém vai lembrar dahistória dos “xampús Chacra”…
responder este comentário denunciar abusoSou novo nos comentários, apesar de visitar o blog diariamente em busca de informações.
Acho importante ilustrar os seguintes pontos:
1-Mesmo tendo sido o primeiro pais à reconhecer o estado de Israel, Truman o fez contra os conselho do departamento de estado.
2-Golda Meir antes da guerra de 1956 visitava os Estados Unidos em busca de doações de judeus americanos.
3-A venda de armas avançadas dos EUA para Israel começou como contrapartida das vendas soviéticas para os estados árabes.
4-Por mais que se vincule judeus ao capitalismo, o estado de Israel foi fundado e durante muitos anos seguiu bases socialistas.
Para a política dos EUA mudar em relação à Israel, os israelenses têm que cometer um ato de tal grau que a relação seja inviabilizada diante da população americana, o que entendo ser muito difícil.
Gustavo,
Tenho três perguntas. O Obama está num impasse. Gostaria de saber, na sua opinião, se ele pressionar mais Israel, que impacto isso poderia ter sobre as eleições americanas? Vc acha que a AIPAC dará votos aos republicanos, mudando a equação da Casa/Senado?
E qual o risco de Netanyahu perder o cargo, frente à ira dos partidos ortodoxos de direita, se ele ceder aos passos exigidos pela Hillary?
Por último, o que existe de concreto no roadmap e nas propostas dos americanos/israelenses/palestinos sobre a situação dos refugiados palestinos no caso de se formar o estado da Palestina, eles voltariam todos para onde, para a Cisjordânia ou para Gaza?
Abs, Larissa O.
Gustavo 16:17h,
os palestinos SEMPRE viveram em territorios ocupados. SEMPRE ! ! ! Os palestinos NUNCA tiveram uma pátria, mesmo muitos séculos antes de os judeus retornarem da diáspora. Os palestinos viviam em territorios ocupados pela Jordania antes da guerra onde os JORDANIANOS, e não os palestinos, perderam territorios. Os palestinos tiveram a chance de se estabelecer desde o início da sua existencia até 1967. Se nunca tiveram interesse ou competencia para isso é porque haviam outros objetivos mais urgentes. Escolheram e erraram. A culpa é só deles e não de Israel.
Henrique, se você estiver correto (e não está), as gerações palestinas terão que pagar para sempre? Serão não-cidadãos? Ou poderão ter um país? Ou cidadania de Israel? Caso contrário, é Apartheid
responder este comentário denunciar abusoO esforço que os palestinos fazem para atravessar o muro e explodir um homem bomba é muito maior que o esforço para chamar os israelenses para conversar. Ora, os interessados são eles, os necessitados são eles, os que estão na pior são eles, então por que diabos cabe a Israel tomar iniciativas de paz?????????? Israel está em paz ! ! ! !
Se os palestinos estão incomodados eles que tomem a iniciativa, que arrumem alguém decente para conversar, que chamem para o diálogo direto e não para conversas indiretas, intermediadas por quem quer que seja. Israel está em paz, Israel não precisa de nada, não teme nada, não tem nada a perder, já tem o seu muro que garante a sua tranquilidade e pode tocar a sua vida com relativo conforto. Israel sempre cagou pra todo mundo e vai continuar cagando, crescendo e expandido seus assentamentos enquanto for do seu interesse e enquanto não for do interesse dos palestinos conversar sobre isso. Simples.
É muito confortavel para os palestinos jogar a culpa do seu sucesso ou do seu fracasso nas contas de Israel, como se tivessem que receber tudo de mão beijada. (como aliás já se acostumaram a receber). Um cacete! Arregaça as mangas, pega na enxada, vai lavrar as enormes terras que ainda tem na Cisjordania, vai fazer como os israelenses fizeram e ainda fazem desde que lá chegaram há 70-60 anos. VÃO TRABALHAR, CHEGA DE CHORAMINGAR POR ESMOLAS. Vão arar a terra, plantar, copiem o modelo israelense, peçam colaboração, cheguem junto e para de torrar o saco.
Querem fazer paz com alguém? Comecem a fazer a paz com o Hamas, resolvam as suas pendencias, depois falem com Israel. Eles ainda não aprenderam que Israel é prático, rápido e objetivo.
Sobre o apartheid, é outra conversa. Os EUA fizeram, a Africa do Sul fez, o Libano faz com os palestinos, o Irã com as suas minorias, e outros casos.
Henrique, com vc. comentando acho que vou me aposentar. Pensamos igual.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, esse seu papo de apartheid só faria sentido se Israel e os territórios palestinos fossem um país só. Não são e não serão. Pare de insistir nisso que está ficando chato. Caso você não tenha reparado, você está sozinho nesta. A idéia de um apartheid em Israel é risível. Os árabes israelenses ficam em Israel e são plenos cidadãos. Os palestinos são palestinos e, por motivos óbvios de segurança, tem dificulades de entrar em Israel (embora muitos venham trabalhar e voltem a fronteira diariamente).
responder este comentário denunciar abusoHenrique,
“Sobre o apartheid, é outra conversa. Os EUA fizeram, a Africa do Sul fez, o Libano faz com os palestinos, o Irã com as suas minorias, e outros casos.”
Vc falou certo: EUA fez, África do Sul fez (verbo no passado). E Israel?
responder este comentário denunciar abuso“Israel sempre cagou pra todo mundo e vai continuar cagando, crescendo e expandido seus assentamentos enquanto for do seu interesse”
Quer dizer, israel continuará a agir cmo país bandido, desrespeitando leis internacionais.
Já pensaram na possibilidade de um dia precisarem apelar para leis internacinais para sobreviver? Se você desrespeita as leis, não pderá reclamar se for ´vítima.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, li o livro de Stephen Walt et alii “O lobby de Israel”. Foi indicação num post seu. Considero-o essencial à compreensão da realidade do Oriente Médio. Como já disse, deixei de acreditar em qualquer seriedade do governo eleito de Israel em tratativas de paz. Netaniau é cínico ao extremo e o uso de bombas de fósforo branco no gueto de Gaza, ainda no governo anterior, bem como as desculpas esfarrapadas para não discutir a proposta da Liga Árabe, bem razoável e consensual, evidenciam a cada dia qual a parte que, por se achar mais forte nesse instante, não aproveita a oportunidade histórica justamente para tornar perenes suas fronteiras, nos limites justos e exatos de 1967. Afinal, como diz o ensinamento, “quem é um herói? Aquele que transforma um inimigo num amigo.” Israel faz o contrário! As pessoas estão mais esclarecidas e podem avaliar quais são as vítimas de terrorismo de Estado em 2010. Israel precisava de governantes mais inteligentes. Até nos EUA as pessoas ficaram de saco cheio. Eu também já disse isso em comentários antigos. Como justificar as decisões recentes sobre assentamentos, sobre sítios em Hebron e Bethlehem? Só consigo qualificar como sacanagem.
Haga, esta pergunta eu já fiz dezenas de vezes. Se era tão justo as fronteiras de 67 por que atacaram. Lembre-se as fronteiras de 67 incluem Egito e Jordania, ambos não querem palestinos por perto. Se vc. quer uma volta no tempo tem que ser total e não só o pedaço que vc. quer.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, me tira uma dúvida.
Os palestinos querem Jerusálem Oriental como capital do seu estado. Isto inclui o Muro das Lamentações?
Haga, para complementar a sua sugestão, deveria-se ler também o artigo “Com amigos assim quem precisa de inimigos”.
responder este comentário denunciar abusoGustavo
Os teus textos mostram objetividade e capacidade de síntese.
Parabéns.
Obrigado Schneider
responder este comentário denunciar abusoAcredito que num futuro próximo as coisas esquentarão muito mais na região. Imaginem o que poderá acontecer quando o Hamas tiver “bombas sujas” ou bombas atômicas. Afinal, não é de todo impossível haja vista o sumiço de plutônio quando do desmantelamento da URSS.
Tá passando da hora de um entendimento que satisfaça a necessidade de PAZ!
“Por que o espirito sionista deveria ser banido do blog? Ficariam só os apoiadores de terroristas e bandidos.”
Quer dizer, o José Antonio ofende abertamente os não-sionistas (a maioria) como terroristas e bandidos. E depois reclama que foi ofendido!
“Vcs. querem expulsar a policia da favela? ”
Polícia? Desde quando vocês são polícia? Que defende abertamente o crime, preconceito, a discriminação?
Quantos Steinhagers você bebeu antes de escrever, José Antonio???
Henrique
O seu espirito sionista é lamentavel e berrante, pensamentos como seu deveriam ser banidos deste blog, vc faz referencia a palestinos como se faz a um rebanho de gados,
ou a um povo de loucos!
Pois fique sabendo que o povo palestino é um povo marcado mais heroico por aguentar tantas injustiças, Dominação turca, dominação inglesa, dominação israelense……
sempre foi um povo dominado, pois até cem anos atrás existia algo chamado colonização, em paises da Africa, e Ásia, a maioria conquistou a sua soberania, menos a Palestina, por ultimo foi Honk Kong.
Repressão, muros, mortes, bombardeios, roubo de terras, demolição de casas e outras anexadas para servir o povo de Israel, é assim que os palestinos pagam por um erro da história, pois quem pagou o maior “PATO” pós 2ª guerra foram os palestinos.
VIVA O POVO PALESTINO HJ E SEMPRE!
Por que o espirito sionista deveria ser banido do blog? Ficariam só os apoiadores de terroristas e bandidos. Vcs. querem expulsar a policia da favela? Parece.
responder este comentário denunciar abusoAqueles que encurralam pessoas em um tipo de gueto, que atiram bombas de fóforo branco sobre eles; aqueles que mataram 37 crianças em Qana são terroristas.
responder este comentário denunciar abusoChacra
O site do Estadao ficou com um look sensacional, mas as páginas não estão abrindo no Firefox de meus dois computadores.
Quanto aos blogs, quero sugerir que HAJA UMA MELHOR DIFERENCIAÇÃO entre os comentários e as réplicas (ou adicionais).
No sistema anterior (WordPress) as réplicas recebiam um recuo diferenciado o que colaborava na rápida compreensão do que se tratava.
Depois, quando se fala no blog do poder econômico dos judeus nos EUA e a força do lobby sionista naquele país, logo levantam vozes taxando o comentarista de antisemita.
responder este comentário denunciar abusoO comentario sera’ sim antissemita se nao se reconhecer que os judeus sao minoria no lobby de Israel, e que o lobby e’ forte porque une a forca de alguns milhoes de judeus com a forca de dezenas de milhoes de evangelicos.
responder este comentário denunciar abusoSIONISMO É RACISMO – RESOLUÇÃO DA ONU
Recordando sua Resolução 1.904 (XVIII), de 20 de novembro de 1963, na qual se proclamou a Declaração das Nações Unidas sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial e, em particular, na afirmação de que “toda doutrina de diferenciação ou superioridade racial é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa”, e a expressão de sua inquietude “pelas manifestações de discriminação racial que ainda existem no mundo, algumas das quais são impostas por determinados governos mediante disposições legislativas, administrativas ou de outra índole.”
Recordando também que, em sua resolução 5.151 G (XXVIII), de 14 de dezembro de 1973, a Assembléia Geral condenou, entre outras coisas, a aliança ímpia entre o racismo sul-africano e o sionismo.
Tomando nota da Declaração do México sobre a Igualdade da Mulher e sua Contribuição para o Desenvolvimento da Paz, proclamado pela Conferência Mundial do Ano Internacional da Mulher, celebrada no México, DF, entre 19 de junho à 02 de julho de 1975, na qual se promulgou a princípio de que “a paz e a cooperação internacionais exigem a concretização da libertação nacional e a independência, a eliminação do colonialismo, do apartheid e da discriminação racial em todas as formas, assim como o reconhecimento da dignidade dos povos e seu direito à livre determinação.”
Tomando nota, ademais, da Resolução 77 (XII), aprovada pela Assembléia dos Chefes de Estado e de Governo da organização da Unidade Africana, em seu 12º período ordinário de sessões celebrado entre 28 de julho e 1º de agosto de 1975, durante a qual se considerou que “o regime racista na Palestina, ocupada e os regimes racistas em Zimbabwe e na África do Sul têm como origem imperialista comum, constituem um todo, apresentam a mesma estrutura racista e estão organicamente vinculados em sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano.”
Considerando, ademais, a Declaração Política e Estratégica para fortalecer a paz e a segurança internacional e reforçar a solidariedade e a ajuda mútua dos países não-alinhados, aprovada na Conferência de Ministros das relações Exteriores dos Países não-alinhados, celebrada em Lima, entre 20 e 30 de agosto de 1975, na qual se condenou da maneira mais enérgica o sionismo como uma ameaça à paz e à segurança internacional e se opusessem a essa ideologia racista e imperialista.
Declara que o sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial.
(texto aprovado pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 10/11/95, por 72 votos contra 34, e 32 abstenções).
Talves por isso o Lula não foi ver o tumulo!
Meias-verdades são piores que mentiras.
“A Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovada a 16 de Dezembro de 1991 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, anulou a Resolução 3379 com 111 votos contra 25 (e 13 abstenções).”
“A assembleia geral decide revogar a determinação contida na resolução 3379 de 10 de Novembro de 1975.”
NENHUMA democracia votou contra. Entre os que o fizeram estão paises como, Mali e Mauritânia aonde AINDA HOJE se pratica a escravidão.
Além destes dois também votaram contra Cuba, Irã, Sudão e República Popular Democrática da Coréia, aonde a tortura e assassinato de dissidentes é prática comum Não por coincidência barbaridades cometidas por estes quatro já tiveram o apoio do Itamarati sob Lula. Talvez por isso ele não foi ver o tumulo
Essa resolucao ja’ caiu faz tempo, sugiro que se atualize para nao pagar mico.
responder este comentário denunciar abusoVc. só esqueceu de dizer que toda essa abobrinha já foi revogada
responder este comentário denunciar abusoA resolução foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 16 de Dezembro de 1991, e é frequentemente referenciada nos debates que decorrem das acusações ao sionismo de racismo.
A resolução de 1975 foi um de muitos incidentes que refletem a antiga condenação da ONU do sionismo, que muitos consideram irônico e hipócrita, considerando que foi o Plano de Partição de 1947 das Nações Unidas que estabeleceu o estado de Israel.
Após a Guerra dos Seis Dias, na qual os aliados da União Soviética tinham sido derrotados, a intensidade de propaganda soviética contra Israel aumentou (ver Sionologia). Por outro lado, o boicote do petróleo árabe que se seguiu à Guerra do Yom Kippur de 1973 aumentou os fundos disponíveis para os esforços anti-sionistas.
Em 12 de Setembro de 1972, o presidente do Uganda, Idi Amin enviou um telegrama ao secretário-geral das Nações Unidas no qual ele elogiou o Holocausto e propunha contruir uma estátua a Adolf Hitler no Uganda, uma vez que não tinha sido erigida qualquer estátua na Alemanha.
Em 1 de Outubro de 1975, as Nações Unidas ofereceram uma recepção de boas-vindas a Idi Amin, que presidia na altura à Organização da Unidade Africana
Foi aplaudido de pé pelos presentes antes do seu discurso. Quando terminou o discurso foi também aplaudido e foi mesmo interrompido por aplausos durante o seu discurso. Nesse discurso, ele condenou a “conspiração Sionista-Americana” e exortou à expulsão de Israel das Nações Unidas e a “extinção” de Israel.
No dia seguinte, o secretário-geral das Nações Unidas e o presidente da Assembleia Geral ofereceram um jantar
público em sua honra.
Vejam quem estão elogiando. Marcos Paulo vc. é um antissemita de carteirinha. Cuidado assim não vai longe. Idéias assim em alguns lugares te poem na cadeia.
O sionismo de Herzel não abordava a questão de forma preconceituosa e nem tinha como objetivo final a criação de Israel necessariamente no que um dia foi a fronteira final do Imperio turco-otomano.
O principal objetivo era a criação de um estado judeu sob a justificativa de que essa seria a única forma de os judeus estarem “livres” para praticarem a sua cultura, o que no tempo de Herzel era em grande parte verdade.
Os seus princípios foram em parte a razão da posterior briga que ele teve com Weizman, primeiro presidente de Israel.
responder este comentário denunciar abuso”Lula ajudará se pedir ao Irã que se afaste do Hamas”
Herdeiro de Yasser Arafat dispensa mediação de Lula no diálogo interno palestino, mas pede apoio brasileiro para afastar o Irã do Hamas e boicotar assentamentos israelenses
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100318/not_imp525831,0.php
Marcos 22:44h,
obrigado pelos elogios, me sinto honrado.
click the name
Hagá
Vc precisa entender que a Liga Árabe e o sionismo fazem jogadas ensaiadas no plano da retórica, mas na prática compartilham o jogo de interesses na região. Para os tiranos, herdeiros da Partilha da Palestina, uma obra eminentemente sionista, no passado, a criação de um estado Palestino em tese lhes interessa. Mas a maioria quer um regime totalitário, como o que praticam. E a AP se encaixa perfeitamente nessa proposta. Há uma clara tendência totalitária na organização. Porque, um Estado palestino verdadeiramente democrático no OM, para esses tiranos seria um desastrre.
“…um Estado palestino verdadeiramente democrático no OM, para esses tiranos seria um desastre”. Parabéns pelo comentário. Uma verdade simples, óbvia e ainda assim tão difícil de ver para alguns. É por isso que o Hamas deve ser abominado. A esperança está em Abbas e Fayyad. Mas que muitos líderes árabes são contra por debaixo dos panos e fazem tudo para atrapalhar (vide Irã), ah são.
responder este comentário denunciar abusoGuga, eu gostaria de retomar um pensamento que eu já expressei aqui em outras oportunidades mas que me parece ainda válido.
A luta entre palestinos e israelenses vem se dando com armas diferentes. Israel faz uma guerra convencional, frontal, com armamento pesado, concebida para eliminar um inimigo armado da mesma forma. Os palestinos fazem uma guerra de guerrilha (ou de desgaste, ou psicológica, como se queira).
Guerras frontais são baseadas no pressuposto de que você tem força suficiente para derrotar completamente o outro exército e subjugar sua população civil. Se você irá escravizá-la (como no século 10) ou transformá-la numa sociedade livre (como a Alemanha do pós-guerra), é uma decisão do vitorioso e da comunidade internacional. Obviamente, nos dias de hoje a escravidão no conceito medieval não existe mais mas a escravidão econômica ou política ainda existem.
A guerra de guerrilha é baseada no pressuposto de que é impossível derrotar o outro lado numa guerra frontal mas que é possível gerar suficiente desgaste, medo, pânico, prejuízos materiais e ineficiência econômica para forçar a outra parte a sentar seriamente na mesa de negociações.
A guerra de guerrilha acaba se o atacado pedir arrego ou se o atacado controlar a ação do atacante. Este último caso é o que se vê na Palestina hoje. Israel tanto fez que isolou os palestinos e lhes tirou a capacidade de ação. Põe nessa conta aí o bloqueio de Gaza, o muro, os checkpoints, a ação de inteligência em si, a coordenação da ação de inteligência com outros países árabes amigos, o poderio militar, os assentamentos (que acabam funcionando como escudo civil), etc.
Neste contexto, não há mais guerra e Israel ganhou. Se ganhou, não há nada para negociar. O desejo verbal de obter a paz não é embasada pela necessidade real de dar algo em troca para se obter a paz. Israel tem tudo o que precisa: território, controle militar, segurança, suporte financeiro e prosperidade econômica.
Isso explica porque Israel não dá importância aos apelos americanos e do resto do mundo para a retomada do processo de paz. Também explica porque se aprovam assentamentos sem nenhum pudor. Ou porque o embargo de Gaza continua, apesar dos apelos humanitários.
Só há dois fatores que podem mudar isso: Hesbollah e Irã. O Hesbollah está quieto. O Irã está agitadíssimo.
O irônico disso tudo é que o Irã ataca verbalmente Israel por razões distintas das quais Israel se defende das acusações verbais do Irã. O Irã quer maior presença no OM e atacar Israel é uma das poucas formas de atrair os países árabes para seu círculo de influência. A meu ver, são provocações vazias no que diz respeito à segurança efetiva de Israel. Mas Israel as encara à sério e considera que o Irã é um elemento de desestabilização na relação com os palestinos. Ou seja, é a única força que pode colocar Israel na mesa de negociações.
Já os palestinos, se deixados a si mesmos, perderam o momento de selar a paz quando puderam e hoje são os escravos do século 21.
Fábio,
Como se encaixa na sua tese a recusa sistemática dos palestinos a negociarem?
Segundo seu ponto de vista, os palestinos foram completamente derrotados, foram reduzidos a escravos.
Como explicar escravos não aceitando conversar sobre sua libertação? Fico imaginando um senhor de engenho propondo libertar seus escravos sob certas condições e eles não aceitarem nem discutir o assunto porque não gostaram do cronograma de plantio da fazenda ou da cor da Casa Grande.
Fiquemos apenas nesta última vez, em que Israel APROVOU (não construiu) a construção de 1600 nos assentamentos. Voce consegue elaborar uma explicação lógica para este fato implicar na recusa ao diálogo? Eu não
Digamos que como voce diz, Israel tem tudo o que precisa, que não dá importância aos apelos americanos e do resto do mundo para a retomada do processo de paz.
Eu discordo, mas digamos que sim. Em sendo assim, por que as lideranças palestinas passam recibo? Concordo em que o timing da aprovação foi provocativo, mas juntou-se a fome com a vontade de comer, deu-se uma “razão” para quem a procurava.
Se não fosse essa seria outra qualquer, como se viu no caso da reconstrução da sinagoga, no acesso ao Muro, no passeio de Sharon, etc.
Todo mundo que está em posição de total inferioridade busca desesperadamente uma oportunidade de reverter a situação, de buscar soluções, não fica procurando pretextos.
Ai, Nog….
gostei de ver. Falou tudo.
e o mais cruel é que ao serem atirados irremediavelmente na pobreza, os palestinos acabam trabalhando como mão-de-obra na construção de novos assentamentos.
responder este comentário denunciar abusoFábio Nog, a solução não está em desestabilizar Israel, mas em estabilizar os palestinos para que possam ter unidade (ou seja, Hamas sem influência política e militar) para negociar com Israel. Tenho certeza de que nesse caso conseguiriam uma boa parte dos territórios que reivindicam. Israel já se mostrou disposto a entregar até 97% do território requerido. E se hoje a situação parece pior, é porque não há esperança de negociação com o Hamas. Nesses períodos, os votos vão mais pro Likud. Mas assim que surge alguma esperança de diálogo a população apóia os moderados na esperança de um acordo de paz com um Estado Palestino independente.
responder este comentário denunciar abusoRespondendo ao Fabio: a guerra hoje não é só militar e econômica. Há também a guerra por imagem. É o meio que ele têm para batalhar, da mesma forma como tiveram os negros da África do Sul.
Deixar cair a máscara e mostrar israel como criminoso pode levar os países a pressionar. Com quantos países israel pode contar efetvamente hoje, além dos EUA?
Não acho, não, Yoko. Guerra de imagem é coisa de marqueteiro. O mundo é coberto pela televisão desde os anos 50 e pela TV ao vivo desde o final dos anos 60. Me diga qual guerra foi evitada nos últimos 40 anos em função da cobertura da TV? Nenhuma. Ao contrário, teve país agressor que pediu a cobertura da TV (os Estados Unidos, por exemplo)
Por outro lado, eu sou absolutamente cético quanto ao peso da opinião pública quanto a assuntos de outros países. Se amanhã sairem um milhão de franceses na rua pedindo a existência do estado palestino (coisa que eu duvido muitissimo que possa acontecer), o que Sarkozy irá fazer? Oficializar a Palestino por decreto francês?
Se tem uma coisa que país nenhum tem medo é de sua “imagem internacional”
responder este comentário denunciar abusoExiste um povo palestino? Uau! e eu pensava que eram todos Arabes. Qual a lingua desse povo? Eles falam palestinens? Existem uma cultura palestina que nao seja a mesma Arabe? Ou estou ficando doido veio?
Sinceramente,
Voce já ficou doido, véio.
responder este comentário denunciar abusoHum…o que dizer de..?!?! Sinceramente a sua falta de cultura e de conhecimento em relação a cultura e povo árabe, devo supor que também em relação ao povo judeu, é entristecedora.
São comentários como o seu que geram replicas anti-semitas como “se eles são judeus deveriam estar todos em Israel”, para não falar de outras piores.
É lamentavel que alguém imagina que os árabes todos tem a mesma cultura só porque falam árabe. É como dizer que brasileiros, moçambicanos e portugueses tem todos a mesma cultura pelo fato de falarem português.
Informe-se.
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
post e comentários ótimos, pra variar…
Se você soubesse (e tenho certeza que sabe) quanto Israel, EUA, Brasil e Palestina tão dando pano pra manga aqui em Genebra…
abraços e parabéns mais uma vez.
Julia, obrigado pelo elogio
responder este comentário denunciar abusoMe chamo Aline, sou estudante do curso de ralações internacionais e gostaria de te convidar a participar de nossa semna de relações internacionais, discorrendo sobre esta assunto em uma palestra;Contato pelo email.
Aguardo resposta ao meu convite.
Obrigada
Att,
Aline
Aline, seu email é este ao lado?
responder este comentário denunciar abusoLula falou aos palestinos nos territórios que é contra o muro que os separa de Israel.
Os israelenses deveriam fazer uma proposta para o Lula. Abrir o muro e convida-lo para comer uma pizza em Jerusalém, acompanhada de uma cachacinha e muita cerveja, assim ele ficaria contente. Será que ele teria coragem de fazer isso? Poderia resolver um problema brasileiro.
José Antonio, o muro seria legítimo se respeitasse as fronteiras pré-1967, como o de Gaza. Porém, na Cisjordânia, incorporou terras de palestinos (com documentos provando a propriedade)
responder este comentário denunciar abusoGustavo Israel nào incorporou nada. O muro é provisório, serve para os palestinos não se explodirem do outro lado. Os terrenos fora da linha verde são alugados. Os palestinos gostam de receber um dinheirinho pelas suas terras. Quando deixarem a violencia de lado e se tornarem um povo pacifico e respeitador dos vizinhos o muro sai.
Os palestinos só reclamam do muro por não poder matar israelenses. O muro visa a segurança e não fronteiras, que ainda não são definitivas. As pessoas aqui comentam como se a palestina já existisse com regras e normas. Não existe nada disso, só no sonho.
Pergunta de quem não sabe e quer saber: os motivos técnicos para o muro sobrepor essas partes palestinas (que sei que são pequenas) são válidos? Ou poderiam perfeitamente estar um pouco mais para trás e surtir o mesmo efeito?
responder este comentário denunciar abusoObvamente a única saída foi receber o aluguel pela ocupação. Eles tinhm opção de dizer “não, vá negociar com o vizinho”?
E com um muro destes, é possível alguém produzir? Um muro de 6 metros faz sombra; além do risco de levar tiro prque se aproximou demais…
Jsé Atonio, eu vou construir “provisoriamente” um muro passando no meio da sua casa. Você não poderá se aproximar, sob risco de tomar tiro. Mas te pago um aluguel. Você vai ficar contente, estará recebendo dinheiro sem trabalhar. Tudo bem eu sair falando pr aí que você está feliz por receber pela vagabundagem, certo?
No momento em que os EUA deixarem de acobertar as ações ilegais de Israel, haverá um princípio de paz. Quiçá essa crise seja um indício ou disso. Mas acho que não. Muito em breve o governo Obama deverá dar o braço a torcer e retomará a única medida que lhe resta: exigir que os palestinos negociem sem condições.
Parabens! Voce escreveu o comentario de ontem, de hoje, e do futuro infinito…
responder este comentário denunciar abusoÉ errado negociar sem condições Francisco? O que é uma negociação?
responder este comentário denunciar abusoGustavo Chacra,
Há quem se baseia em uma decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1947, para reivindicar para si um estado na Palestina. Se vale, deve valer também para os palestinos e cai por terra o argumento que os palestinos ou os árabes, como se queira, nunca quiseram estabelecer o seu estado; se assim foi, hoje não é, querem sim. Os palestinos nunca foram consultados para se saber se queriam ceder parte de seu território a estranhos que aportaram em suas praias e, aí, começa a primeira grande injustiça.
Depois, não vale o argumento de conquista de terras pela guerra, pois se valesse britânicos, franceses e soviéticos (hoje russos) ainda estariam ocupando a Alemanha; e, para citar um exemplo mais recente ainda, os estadunidenses não estariam se preparando para deixar o Iraque.
Seguindo a lógica da partilha, Jerusalém teria um estatuto especial e, mais uma vez, cabe a pergunta se valeu ou não valeu a decisão da AG da ONU. Aliás, do ponto de vista do Direito, este órgão das Nações Unidas não tem poderes para impor, mas apenas sugerir ao Conselho de Segurança, este sim com direito a impor, inclusive com uso da força. Se a partilha não vale, que todos permitam que se volte ao estado anterior. Se vale, não pode valer só para um lado.
O estatuto de Jerusalém também deve obedecer à partilha ou a partilha não vale já que é parte importante de uma decisão maior. Agora, se uma parte quer reivindicar para si a soberania sobre Jerusalem, a justiça manda que o outro lado também tenha o mesmo direito de fazê-lo. Aliás, foi exatamente a soberania sobre os lugares sagrados o mais importante ponto devido ao qual Arafat recusou a oferta de Barak e Clinton em Camp David.
Chega a ser revoltante alguém reivindicar direitos para sí com prejuízo de outra parte e impedir a este que também exerça direito igual, isto é elementar e injusto.
Gustavo Chacra,
Sobre a briga entre os Estados Unidos e o estado sionista, deveria valer tudo o que o primeiro tem feito em benefício do segundo, através dos decênios. No entanto, o que se vê é deslealdade caracterizada, como por exemplo, por roubo de segredos militares, uso de recursos e bens repassados pelo primeiro ao segundo e uso destes valores e bens contra os interesses do próprio doador. A briga atual não passou de uma falta de educação para com o Vice-Presidente dos Estados Unidos, uma pessoa que mostrou sempre ser justo e a favor de uma solução que favorecesse o estado sionista e também os palestinos. De nada valeu para impedir a falta de educação, para dizer o mínimo. A reação de Obama deveria ser igual à de Eisenhower e veriamos como funciona e funciona muito bem. Para inimigos assim, mascarados de amigos, os Estados Unidos deveriam preferir inimigos declarados.
Farhat, lembrei do ditado:”Crie corvos, e estes lhe furarão os olhos”.
Quem sabe com a bicada eles acordam?
O Mula mandou o Celso Amorim à Síria para negociar uma intromissão do Brasil na questão entre a Síria e Israel. Acho graça da disposição desses caras para se meter onde não são chamados. Talvez esses caras não saibam, mas um acordo de paz assinado pela Síria vale menos do que o papel que foi usado. Mesmo porque, quem em sã consciencia, trocaria as colinas de Golan (com fontes de água, belíssimas montanhas, estação de esqui, trilhas) por um pedaço de papel?
Vamos lá, repetir ad nauseum, ISRAEL ESTÁ EM PAZ. Repitam comigo:
ISRAEL ESTÁ EM PAZ.
ISRAEL ESTÁ EM PAZ.
ISRAEL ESTÁ EM PAZ.
ISRAEL ESTÁ EM PAZ.
Israel está em paz com os palestinos.
Israel está em paz com a Síria.
Israel está em paz com o Libano.
Israel está em paz com o Egito.
Israel está em paz com a Jordania.
Israel está em paz com a Libia.
Israel está em paz com a Arabia Saudita.
Israel está em paz com o Iraque.
Israel está em paz com TODOS os árabes.
Agora, pode ser que alguns árabes não estejam em paz com Israel. Nesse caso, que tomem a atitude que acharem melhor. Basta procurar Israel e propor uma negociação, ou deixar tudo do jeito que está que está ótimo.
Dificil de entender, né?
Caro Henrique,
não votei no Lula e tão pouco concordo com muitas das políticas que ele aplica, contudo, antes de insultá-lo você deve lembrar que ele é o presidente eleito do nosso país, gostemos disso ou não. Ainda vale lembrar que apesar da imagem, por vezes correta e outras vezes nam tanto, que a mídia brasileira transmite, em geral, no exterior, ele é muito bem visto.
Em relação as suas opiniões, não concordo que Israel esteja em paz com “todos”, menos ainda com alguns dos países que você citou. Quem está em paz não precisa de exército para ocupar territórios que não são internacionalmente (oficialmente) reconhecidos ou para reprimir ataques de povos opositores. Você não vê o exército brasileiro em massa “guardadndo” as nossas fronteiras, não é mesmo?
Por tanto, não, Israel não está em paz, e se muitos podem viver tranquila e properamente em Tel Aviv, Netanya, Cesaria, e por ai vai, você deveria visitar o norte e descobrir que Israel também tem uma face bastante empobrecida, ou até mesmo pesquisar um pouco sobre a questão dos imigrantes ilegais Thailandeses, Philipinos, etc que são, na maioria das vezes, levados oficialmente para eretz para serem explorados.
Além dos palestinos, existem uma série de outras questões que podem servir como exemplos de “não paz” em se tratando da política exterior de Israel.
A parte de qualquer discussão Israel tem o mesmo direito de existir que qualquer outro país, da mesma forma, deve ser submetido as leis internacionais como qualquer outro país.
responder este comentário denunciar abusoSinceramente, alguém vê uma saída negociada desse impasse? (formação de um estado pasletino)
Até que ponto o governo israelense contempla esta possibilidade?
Acho que o statu quo se manterá por muitos anos, desde que não haja nenhum evento ou conflito que galvanize a opinião mundial.
Me pergunto sim, que influência das ações do Irã(desde a questão do enriquecimento de urânio, recrudescimento da repressão, etc) terá na postura israelense diante da questão palestina.
Gustavo, você acha que Israel irá realizar um novo Osirak? Por quê?
Abçs
Christopher, é difícil de dizer. Mas lembre-se que ninguém previu a Guerra em Gaza e a do Líbano
responder este comentário denunciar abuso“alguém vê uma saída negociada desse impasse?”
Christopher, como sua pergunta foi dirigida a todos (alguém), dou meu palpite.
Acho que só haverá uma saída negociada quando os palestinos:
1) decidirem o que querem (e que seja viavel, claro) e quem os representa
2) entenderem que é com Israel que devem negociar e pararem de tentar envolver meia-dúzia de outros paises
“LIBERAIS” = LIBERALS
Gustavo,
No seu parágrafo acima ‘Divisões. Nos EUA há divisões’ são mencionados os “liberais” norte-americanos. Devemos atentar para um fato: o conceito dos “liberais” nos EUA é único no mundo, mesmo entre os países de língua inglesa, como é o caso da Inglaterra, da Austrália. Os “liberais” nos EUA são os partidários do Partido Democrático lá: Kennedy, Clinton, Obama, …. Em português, deveríamos sempre grafar “liberais” quando aplicado a eles, entre aspas, para diferenciar dos liberais, que são os adeptos do liberalismo. Muita confusão existe inclusive na imprensa brasileira, devido à falha em atentar para isso que aparentemente é um detalhe. Não é apenas detalhe, os conceitos são fundamentais aqui, para poder-se entender as ações dos diversos grupos. A coisa permanece equivocada muitas vezes devido ao peso das informações vindas dos EUA, no contexto global da mídia em geral. Não se trata de reagir à “imposição da cultura norte-americana” apenas, é importantíssimo para evitar confusão.
Liberalismo em termos internacionais representa um pensamento que privilegia as liberdades individuais antes de mais nada, e hoje sua fundamentação e melhor expressão estão nos escritos de Isaiah Berlin e Karl Popper.
O fato dos Democratas norte-americanos defenderem muitas vezes um _liberalismo político_ não os consagra como liberais (sem aspas, em português). Do mesmo modo, os Republicanos dos EUA defenderem muitas vezes um _liberalismo econômico_ não os caracteriza de modo nenhum como _liberais_ (sem aspas).
O liberalismo, tal como entendido hoje internacionalmente, não é uma ideologia, não é muito menos “esquerda” ou “direita” e as razões desta distinção estão muito claras nos trabalhos – por exemplo – dos dois estudiosos acima.
Esse paradigma esquerda-centro-direita é muito limitado. Simplificando, ser “de esquerda” ou “de direita” neste 3o milênio deveria significar apenas ter defeitos a serem suprimidos, na medida em que, em maior ou menor grau, vem sempre embrulhado no pacote algum tipo de fundamentalismo.
Mas toda a disputa política ao redor do globo, e isso infelizmente, gira em torno deste conceito fluido e mesmo enganoso. A principal razão é que não é fácil apresentar uma identidade marcante a um eleitorado genérico, principalmente quando o nível de educação médio é baixo, sem recorrer a essa super simplificação.
Isso mesmo nos EUA. Aqui …
Smorgs, você está correto. Realmente, a definição de liberal é distinta
responder este comentário denunciar abusoAs relações Eua-Israel estão passando pela “tensão pós-Bush”…
Daqui a pouco tudo se resolve…
Gustavo ainda aguardo um resposta.
Obrigada
Na década de 90, Bibi decidiu construir um assentamento ilegal em Jabal Abu Ghneim, atual “Har Homa”, perto de Belém, derrubando as árvores centenárias do lugar. A tal (des)comunidade internacional, EUA incluídos, deu uma chiadinha, dizendo que isso iria arruinar “o processo de paz”. Tudo fumaça, naturalmente, pois não se pode arruinar algo que nunca existiu. Hoje não há mais nenhuma árvore em Jabal Abu Ghneim, e Israel não sofreu consequência alguma. E assim a coisa vai indo: lentamente toda a terra dos palestinos vai sendo engolida, EUA e Europa fingem que se importam, mas, enfim, “não há espaço entre nós e Israel”.
Como haver paz se a Palestina está com a liderança dicvidida? O Abbas pediu ao Lula para solicitar ao Ira que nao apoie o Hamas e assim ajudar a interromper essa briga interna. A coisa ta bem embrulhada. Isarel e EUA ja ja ficam de bem, esse incidente foi bom para os dois. Isarel nao pousa de aliado incondicional de Israel e os EUA saem do estigma simetrico. Jogos politicos. E o Lula essa vez mostrou toda sua superficialidade e junto com ele essa turma do Itamaraty e o seu Marco Aurelio Garcia. Um grosso de doer. Assim nao vamos obter respeito,nem ajudar a fazer a paz. O Lula só resolve o que nao depende dele, surfa na onda dos outros, qyuando tem que passar a arrebentaçao só toma caldo. Para ouvir isso do Abbas é porque ta dando uma de idiota mesmo…
A Coreia do Norte é outra que já mandou o Brasil pra casa do cacete.
responder este comentário denunciar abusoOs cientistas acabam de revelar a ancestralidade dos melhores amigos do homem, lá no oriente médio. E então? Quem é que domesticou-se por lá? Se convivemos muito bem com os ” ex-lobos ” não podemos convivemos entre os atuais homens. É verdade, a paz é uma realidade para aqueles que a desejam. Vamos parar de conversar com os representantes e começar a conversar com o povo Palestino e Judeu, afinal os que trabalham, cuidam das famílias, da terra, enfim os que realmente interessam e interessam-se pela paz.
Concordo os colega acima
Acredito que resumir a discussão colocando palestinos x israelenses, como se essa fosso uma discussão bilateral, é uma maneira bastante medíocre de tentar explicar um conflito que já ultrapassou há muito a barreira política.
O envolvimento dos demais países da região foi essencial no passado e continua sendo. Tomemos como exemplo o Reino da Jordânia, um país no qual a minoria hashemita governa e que impõe dura repressão aos palestinos. Ou no caso do Líbano, alguém acredita que os cerca de 400 mil refugiados palestinos que vivem lá serão incorporados como cidadãos?
A realidade é que refugiados não fazem sucesso em nenhum país, povos massacrados e empobrecidos tendem a ser rechaçados como foi o caso dos judeus no século passado, os dos sudaneses que entraram ilegalmente em israel nos ultimos anos.
Definitivamente Israel descumpre resoluções da ONU e viola diversos dos direitos humanos (de acordo com a lesgislação internacional), mas colocar toda a atenção sobre um dos players é em algum grau ingenuidade (ou engenhosidade), é deixar de acreditar em uma solução que envolva o poder de influência dos demais países da região.
Em relação aos Estados Unidos, acredito que a grande influência seja consequencia do poder econômico que os judeus possuem no país, milhões de dólares americanos saem todos os anos dos Estados Unidos para Israel. E segundo, a comunidade judaica, apesar de também apresentar várias divergencias internas, é bastante unida (e por vezes até muito fechada), especialmente em torno da defesa do Estado de Israel e seus supostos direitos, a união desses fatores é definitivamente muito eficiente na defesa do que muitos chamam de lobby judeu.
Recomendo aos interessados um link de uma discussão similar que está acontecendo no site da The Economist e o livro http://www.nytimes.com/2007/09/23/books/review/Gelb-t.html?pagewanted=1&_r=1
Outra recomendação é, aos que não sabem, procurem entender a diferença entre judeus, sionistas, israelenses, muçulmanos, árabes e persas. A constante definição equivocada desses adjetivos causa por vezes comentários quase infames.
Das cisões no governo palestino ao
Calandra,
Israel vive em estado de guerra há 60 anos, desde o seu primeiro dia. Ter tropas nas ruas, nas fazendas e nas casinhas de sapê faz parte do cotidiano de israelenses, tanto quanto o futebol faz parte das nossas vidas aqui no Brasil.
E garanto que isso não incomoda os israelenses. Por acaso incomoda voce? Quem me dera ter tropas fortemente armadas controlando os morros dominados por traficantes.
Em 1967, na guerra dos 6 dias, a Jordania, Siria e Egito se juntaram para invadir Israel. Nasser falava que ia jogar os judeus no mar. Eles bem que tentaram, os 3 juntos de uma vez, fortemente armados pelos russos e deu no que deu. O Egito perdeu o Sinai, a Jordania perdeu a Cisjordania e a Siria perdeu Golan. O Sinai foi devolvido integralmente com todas as benfeitorias construidas. Golan já era, cabe aos sirios o jus esperneandi. E a Cisjordania, que na época era da Jordania e não dos palestinos (haja visto que jamais houve uma Palestina constituida nem quando a ONU assim o determinou em 1948) ficaram com Israel. Foram terras conquistadas em guerra, legitimamente perdidas em guerra pelo lado derrotado e que Israel hoje administra do jeito que acha melhor, apesar dos choros palestinos e simpatizantes.
Israel criou todas as condições para viver em paz. Como disse o Nog acima, construiu um muro, controla check points, e inferniza a vida dos palestinos que antes infernizavam a vida dos israelenses com homens bombas. Para Israel a situação parece estar totalmente sob controle e normal. E em paz. Se é às custas de severa vigilancia, paciencia; esse é o preço da liberdade.
E se o nosso exercito aqui no Brasil não guarda as nossas fronteiras como deveria, azar o nosso, não é mesmo? Não é por causa disso que outros também devem ser negligentes com a sua segurança.
E se vc acha que chamar o Mula de Mula é um insulto, vc deveria ver do que os judeus são chamados aqui e pelo mundo afora. Isso porque convém à maioria misturar judaismo (religião), sionismo (movimento cívico) e Israel (nacionalidade) como se fosse tudo uma coisa só, desde que se possa destilar uma raivinha antissemita.
responder este comentário denunciar abusoNão compreendo muito essa política no Oriente Médio. São poucos que detém o poder e fazem toda a população passar por provas absurdas. Israel está errando muito com esse novo assentamento. Uma hora o mundo cansará e dará as costas para Israel. E nessa história de “sanções” quem perderá é o povo que ficará isolado por culpa desses poucos teimosos. Precisamos mais moderação e diálogo. Sei que é utópico, mas precisamos acreditar em um novo caminho.
Jeferson, vale lembrar que os poucos que governam (no caso de Israel e EUA) são eleitos pelo povo, ao pela maioria do povo.
responder este comentário denunciar abusoAcredito que o destino de israel não será muito bom, caso fique criando mais assentamentos e com políticas assim, sabemos que mesmo que haja mudanças no governo, eles sempre defendem essas posturas, só que alguns mais conservadores, outros não.
“criando mais assentamentos e com políticas assim, sabemos que mesmo que haja mudanças no governo, eles sempre defendem essas posturas,”
Quais posturas Emanuel? Quem são “eles”? Não faço a mínima idéia sobre se o destino de Israel será muito bom ou não, mas não terá nada a ver com assentamentos.
Não podemos prever o futuro, claro, mas devemos aprender com o passado. Qual seria seu palpite em 47 logo após a decisão da ONU, sobre o destino de Israel? Bom? Ruim? Lembre-se de que não havia assentamento nenhum.
E entre 48 e 67? Havia paz? E assentamentos? Estes começaram a ser criados mais de cinco anos APÓS a guerra de 67. Pausa. Até aqui temos quase 25 anos sem paz e sem assentamentos.
Em 78 assentamentos no Sinai são DESMANTELADOS. Sabe porque? Porque ofereceu-se a paz em troca disso, e entregaram. Em 2005 outros são evacuados, e recebe-se em troca milhares de foguetes.
Começa-se a perceber aqui um padrão:
- ausencia de assentamentos não implicam em paz
- alguns são confiaveis, outros não
- Israel sempre esteve disposto a fazer concessões, e fez!
- alguns retribuiram, ou melhor, fizeram sua parte, outros não
Quanta incoerência para resvalar da verdade e fugir dela. Não é difícil saber o que está faltando.
responder este comentário denunciar abusoA ocupação das terras palestinas não começou em 67, mas quando os primeiros palestinos foram expulsos, em 48.
Jerusalem esta para Israel assim como Rio de Janeiro esta para o Brasil e Hollywood esta para o EUA. Nao se pode tampar o sol com uma peneira
Marcos, certamente está. Mas também está para os palestinos como Paris para os franceses. Por este motivo, a divisão seria o mais prático. Os dois países teriam Jerusalém como capital. Por que tudo para um e nada para o outro?
responder este comentário denunciar abusoPosso dizer que Jerusalem esta para Israel assim como Rio de Janeiro esta para o Brasil e Hollywood esta para o EUA. Nao se pode tampar o sol com uma peneira
sao sou contra os palestinos. So quero dizer que eles nunca foram um povo palestino. A faixa de Gaza era do Egipto, nao de palestinos, e a parte chamada de West Bank era da Jordania. Foram adquiridos por Israel. Os jordanos e os egipicios nao estao pedindo de volta. Sao os terroristas do Hamas e do Jidah Islamica que estao articulando os muculmanos que vivem em Israel a se chamar de Palestinos. Falam que os judeus sao maus. Mas sao eles que estao dando trabalho aos”palestinos”. Esses palestinos sao puro imigrantes de outros paises arabes querendo viver uma vida melhor e com mais futuro que e estar no territorio judeu. Na Biblia fala que e um territorio que emana leite e mel. E territorio deles desde 1800 A.C. Nao estejam do lado dos terroristas. Esses mulcumanos que vivem nessas regiao sao imigrantes pobres que estavam passando necessidades em seus paises, sao poucos que viviam nessa regiao antes de se formar o estado de Israel. Isso que estao tentando fazer e mesma coisa que os mexicanos que vivem na California tentarem independizar-se dos EUA criando um estado mexicano na California
Marcos D
Nunca vi tanta inverdade e incoerência em tão poucas palavras. Recomendo que estude mais a questão, começando por verificar quem estava na Palestina, por exemplo, em 1920 e em 1948. Na primeira data não existia o Líbano, a Síria, a Jordânia, a Arábia Saudita, o Kuwait, o Iraque, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrain, o Qatar, o Oman, o Yemen e, se tomarmos as suas palavras, você diria “So quero dizer que eles nunca foram um povo palestino” e eles nunca foram libaneses, sírios, jordanianos, sauditas, kuwaitianos, iraquianos, emiráticos, bahrainis, qataris, omanianos, yemenitas, só porque não existiam em 1920. Deu para perceber que todos os povos da região também não existiam comno existem hoje e, se existem, é porque tiveram a oporotunidade e os palestinos não tiveram porque os britânicos não deixaram, mancomunados que estavam com os sionistas.
Enquanto o governo e a população mundial debatem sobre paz e segurança, o óbvio está aí pra todo mundo ver mas, as pessoas gostam de viver de ilusão. Com milhares de anos de história humana, já está mais do que provado que só o governo de Deus, exercido por Jesus Cristo, sobre a humanidade, será capaz de solucionar esses e todos outros problemas humanos. Daniel 2:44, Isaías 9:6,7.
Chacra, nao resisto e volto à sua coluna (jornalistica). Por que a impensa insiste em tratar a todos nós como débeis mentais nesta questao? O estado de Israel como já disse em outros momentos é, a meu ver, um reduto de amargurados, ressentido e vingativos e de tudo que desonra a história do povo judeu. Nao estou sózinho nisso. Muitos judeus concordam com isso. Israel faz pouco das determinaçoes do direito internacional, só recorre à elas quando lhe convém -a própria criaçao do estado e tropas de capacetes azuis no sul do Líbano-. Aplica como ninguém as regras do carrasco – cinismo, mentira e covardia – marca dos nazistas na segunda guerra. Pergunto: Até quando eu, você meu filho e seu filho vamos ter que pagar esta fatura. É muito juros…. lembra muito o mercador de Veneza. Eu nao me sinto responsável pelos odiosos eventos da 2a. guerra, nem V. nem meu filho. A rigor a Alemanha deveria ceder um espaço de seu território para a criaçao do estado de Israel, mas atendendo a interesses escusos e remotos voltaram-se covardemente contra a carne dos palestinos . Pergunto a V. há covardia maior? Nao adianta as potências ocidentais quererem exportar democracia e continuarem apoiando o Estado de Israel essa teocracia travestida de democracia pois quem manda sao também os fanáticos. É, na verdade o outro lado da moeda do fanatismo no oriente médio. A históra da humanidade está repleta de holocaustos, uns naturais outros tantos provocados pelo homem. Podemos discutir se Deus existe, se Jesus existiu se Maomé era assim ou assado mas nao podemos relativizar o holocausto. Ora a democracia!!!!! Pergunto a V. até quando isso. Quais sao de fatos nossos valores? Dinheiro e sangue ou democracia? Opto há muito pela razao. Muito do que acontece no mundo no pós-guerra deve-se a amargura e ressentimento decorrentes da segunda guerra. Ora, qual a soluçao para isso. Cinismo e hipocrisia nao sao definitivamente a soluçao.Nao sei se entre o Corao e a Biblia qual é o mais violento, mas posso lhe garantir que o judaísmo praticado pelo Estado de Israel está muito longe da paz. Pergunto: Até quando vamos tapar o sol com a peneira?
Voltaire Ford,
Parabéns por ter dito tudo em poucas linhas. Quero ver se alguém tem coragem de responder sem recorrer aos absurdos e às mentiras de sempre. Aqui está o desafio. Obrigado pela mensagem.
Por todas essas coisas que têm acontecido, deixei de apoiar a hipótese de um Estado Palestino [a ONU acabou de declarar-se mais uma vez favorável a ele]. Penso que seria melhor que Israel anexasse logo tudo, admitindo os Palestinos como cidadãos israelenses. O processo de Paz não convence mais ninguém. Israel para todos na Palestina é o melhor caminho. Estado único, mas sem Apartheid.
Anexar é uma opção inaceitável tanto a judeus como a palestinos.
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Para judeus, seria abrir mão da conquista de uma nação judaica, que foi a finalidade de todos que participaram do movimento sionista. Seria o fim de uma etnia dentro de poucos anos.
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Para palestinos, uma proposta inaceitável.
Eles querem concretizar seu status de nação, que é perante o mundo.
Os líderes do Hamas têm dado declarações, de que não é iniciativa do grupo, o lançamento de foguetes sobre Israel.
Estes ataques do momento foram reivindicados, primeiro pelo grupo radical Ansar al-Sunna, que para alguns analistas, têm relações com a Al Qaeda (em se tratando de grupos radicais, não dá para se afirmar nada categoricamente), e depois, reivindicado por um segundo grupo, também com ações independentes do Hamas, o grupo Mártires da Al Aqsa.
Das duas uma: ou Hamas se coloca realmente como líder e mantém o controle político dentro da Faixa de Gaza, ou ataques com foguetes por parte destes grupos independentes e retaliações por parte de Israel vão continuar acontecendo. E a população civil sofrendo as conseqüências.
Alguns pontos sobre a negociação da criação de um Estado palestino (apesar de que o Estado já existe na ONU desde 1988 e reconfirmado em 1998, com todas as formalizações legais) são fatos definidos: Israel não vai aceitar a volta de refugiados nem abrir mão de Jerusalém.
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Continuo afirmando que Jerusalém é um patrimônio público e não tem que pertencer a palestinos nem judeus, e muito menos ser capital deste ou daquele.
Não é localidade adequada pata tal status. Deveria ser administrada pela comunidade internacional.
Mas infelizmente isso não vai ocorrer.
Florentina,
Você já viu o estado sionista dar a oporotunidade a qualquer agremiação palestina para que possa crescer e se tornar um interlocutor ou se já for interlocutor o reconhecer como tal? No caso do Hamas, como pode dominar inteiramente nem que seja apenas Gaza, se venceram as eleições e não levaram? Percebeu onde quero chegar?
Florentina,
Quanto a Jerusalém basta reler a decisão da Assembléia Geral das Nações Unidas (eu tenho reservas a respeito devido a falta de poder decisório da AG, mas isto é outra coisa). Aqueles que batem no peito para, com base nesta decisão criarem um estado, deveriam também respeitar o que diz a decisão a respeito de Jerusalém e da criação do Estado da Palestina. Aqui mesmo neste blog há quem negue a existência dos palestinos, absurdo dos absurdos, pois foram eles mesmos quem impediram que palestinos tivessem seu Estado e que Jerusalém tivesse o estatuto contante da mesma resolução que reivindicam para criar o seu estado. Quanto você aperta, vêm a falta de coerência e de compromisso com a verdade.
Farhat
quem impediu os palestinos de terem o seu estado foram os paises arabes como Egito, Jordania e Siria que no dia seguinte a proclamaçao da ONU, abriram guerra prometendo aos palestinos todas as terras de Israel. Depois que eles SIFU, ficam botando a culpa em Israel.
A culpa é dos que se SIFU. Percebeu onde eu quero chegar?
Henrique,
Os primeiros culpados não são aqueles que colocaram obstáculos no caminho do cavalo e sim do cavalheiro que começou a corrida. Sem o estabelecimento do estado sionista por pessoas estranhas à região, não haveria intervenção do Egito, Jordânia e Síria, principalmente porque estes não tinham poder militar para enfrentar os invasores. É mentira que os palestinos sairam expontâneamente com base em promessas dos demais árabes; os palestinos sairam correndo em fuga diante da força empregada pelos sionistas. Se pensa que repetir uma falácia a transforma em verdade está enganado.
O culpado é aquele que começou a briga, não a turma do deixa-disso.
Me engana que eu gosto.
Enquanto os palestinos gostarem de ouvir as balelas dos árabes (e dos persas), ficarão eternamente na posição em que se encontram ha mais de 60 anos.
Me engana que eu gosto.
Eu hoje li:
Jerusalem é citada 647 no Vellho Testamento, 127 vezes no Novo Testamento e ZERO vezes no Alcorão.
Provavelmente porque usam a expressão Al Quds, e não Jerusalem
responder este comentário denunciar abusoAs leis internacionais só valem para os não amigos, para os amigos vale tudo.
Gostaria que a ONU tomasse contra israel, a mesma postura correta que tomou contra Saddan Hussein na primeira Guerra do Golfo quando o expulsou do territorio Kwaitiano e tambem como fez com Milosevitch quando este cercou Sarajevo.
Gustavo creio que este artigo ou resumo se assim podemos chamá-lo é uma luz sobre a escuridão de desconhecimento do que acontece, no panorama histórico-religioso e redundando em um panorama político e geopolítico.
Gostaria de parabenizá-lo pela sua opção pela verdade e também aproveitar para que voce pense em criar uma cartilha-livro sobre o oriente médio.
O que mais vejo hoje é o que voce menos quer no seu blog, que são comentários anti-semitas ou islamofóbicos, como diz a sua observação restritiva.
Minha sugestão é para que seja feita uma cartilha e que depois pode até redundar em um livro, sobre a história daquele povo, tão mal compreendido.
É uma tarefa hercúlea, mas sei que voce tem muita capacidade. Vamos aumentar o nível dos comentários deste pessoal iluminando o blog com conhecimento.
Encontro os mesmos comentários anti-semitas ou islamofóbicos no haaretz e no jpost.A ignorância grassa e para o oriente médio as emoções são atraídas e exaltadas.
Tenho estudado a história do povo judeu e pretendo estudar a estória de cada um dos povos que hoje se constituem em países no OM. Vejo claramente que Os israelenses nunca abandonarão o desejo de constituírem uma Jerusalém indivisível, como Bibi falou hoje na AiPAC , vejo que eles são os defensores das idéias ocidentais no OM, comprometendo-se com suas fronteiras. Vejo o Irã em um movimento semelhante ao Hitler em 1938. Vejo o quarteto com interesses excusos, pessoais e regionais, contratos de petrólo (Blair), Rússia (venda de armas), Obama (Gallup e petróleo), e os interesses reais pela paz são deixados de lado. Vejo a Arábia Saudita e outros exportadores tendo que engolir o ocidente pela capacidade de lhes gerar dólares.
Faça todos entenderem as motivações religiosas, as motivações políticas de cada um dos players. Vejo o seu blog como uma fonte de informação de alto nível.
Grande abraço.
Bem, esse apoio incondicional do congresso americano à Israel pode ser lido da seguinte forma: vai lá filhao, mate, roube, faça o que quiser que o paizao estará sempre por aqui. Ora, isso nao condiz com democracia, com as mais basicas premissas de direito e com tudo o que é racional , isso é uma vergonha para os EUA e para o povo americano. Voila a verdadeira face da democracia americana – sangue e dinheiro – retratada por seu congresso. Nao é fácil ser racional, mas a irracionalidade pode atingir limites absurdos nao é mesmo!
Desde a época de Ben Guirion, o Estado de Israel, para sobreviver, depende única e exclusivamente:
1 – D us
2 – Exército de Defesa de Israel.
Sem D-us, mesmo o famigerado Exercito de Israel, não é nada logo: ….é só ELE mesmo!!!!
responder este comentário denunciar abusoOlá Chacra!
Seu comentário é superficial e nem passa perto dos reais motivos de todo o imbroglio do OM.
Petróleo, petróleo idiota!!!!
Todo o movimento americano gira em volta do mesmo eixo: petróleo.
Quanto ao amor dos americanos aos judeus, basta contar quantas bombas foram jogadas contra os campos de concentração nazistas.
Conto com os dedos da minha mão direita.
Resumo da ópera: a Grande Israel é inviável. Nova guerra se aproxima e os judeus não vão gostar do final.
Olá Chacra!
Seu despreparo é coisa de louco.
Você escreve sobre um assunto sem o mínimo estudo, sem pesquisa.
Seu blog está sob o guardachuva do Estadão, daí sua responsabilidade aumenta.
Veja o que disse:
“Não fossem os americanos, Israel talvez não existisse. E, se não fosse pelos judeus, Nova York não seria a capital financeira do mundo e os EUA teriam bem menos Nobel do que possuem.”
Duas afirmações completamente furadas.
Nem a Sociologia, nem a Economia sustentam suas palavras.
Prá começar, você esquece o papel do Brasil na existência de Israel. Fundamental!!!!
Nobel x judeus. Só prá começar, quantos Nobel Israel conquistou???
Nenhum!!!!!!!! Logo, … CQD.
Não vou perder tempo te ensinando. Vá estudar moleque!
E você eh tão despreparado que sequer sabe que Israel recebeu Nobel, inclusive da Paz
responder este comentário denunciar abusoNa historia da civilização humana, povos se levantam contra Israel,alguns o dominam, outros tentam massacra-lo, outros ainda o escravizam, povos se levantam, atingem seu máximo poderio, para depois, naufragarem, no impiedoso passar do tempo, onde seu orgulho esmaece ,até ser completamente apagado e tragado pelo esquecimento. No inicio da próxima semana, na vespera de Pessach, onde judeus do mundo inteiro comemoram e rememoram o EXODUS, a saida do Egito Faraonico, há exatos 3321 anos! ,cercada de grandes milagres, pela MAO FORTE DO TODO-PODEROSO, todas as familias judaicas reunidas, afirmam solenemente: É isto que se eternizou, para nossos antepassados e para nós,que… apesar de não um, mas vários povos, se lavantarem sobre nós, para nos destruir….. mas o Santo, Bendito Seja, nos salvou de suas garras!!!( HAGADAH)
Chacra, me lembro de ter lido uma entrevista no estadão há tempos de um judeu americano. Ele lançou um livro em que sustentava que Israel deveria ter uma constituição – de verdade – e um estado laico. Antes disso, a religião – que é sempre um dogma e, portanto, não permite discussão, pois ou voce a segue ou não – impede que os judeus sejam primeiro “cidadãos israelences” e depois “judeus”.
Temos uma constituição no Brasil que a cada dia a respeitamos mais – com o fazem os Americanos – só que o dia que esta constituição não couber mais para a nossa vida Chacra, nós cidadão brasileiros iremos alterá-la.
Em israel são todos prisioneiros do dogma religioso, tudo é decido com base nisso e sem questionamento. Sinto dizer, um povo que se permitr guiar desta forma,é tão primitivo quanto seus vizinhos em relação aos quais Israel tem a certeza de ser um povo mais esclarecido.
Um abraço ao brasileiro Chacra.
Saiba mais sobre o papel da Nova ONU para a Paz e a Prosperidade Mundial. Leia o e-book free – O Sociocapitalismo por um Mundo Melhor. Disponível no site http://www.slideshare.net/pjvalente/o-sociocapitalismo
A hegemonia dos EUA nasceu e cresceu quando leram no Genesis que Deus falou que “abençoaria os que abençoassem Israel e amaldiçoaria os que amaldiçoassem Israel ” Dessa forma descobre se porque os EUA são prósperos e seus inimigos são pobres em tudo e a meu ver nunca retirarão seu apoio a Israel !
E como é que você explica, Marildo, o fato de os USA terem prosperado antes de Israel existir? Deus pagou antecipado? E ainda tem a questão da crise econômica pela qual eles estão passando e apóiam Israel.
responder este comentário denunciar abusoI A P A C, eis a questão!!!!!! Hoje quem determina as relações do Estado Norte Americano com o restante do mundo, é este ninho de víboras dentro do coração dos USA. Coitadinhos dos simples Nortes Americanos e do restante do mundo!!!!!
A AIPAC opera dentro da lei, tem menos força do que outros lobbies e está bem distante de controlar os EUA. Representa seus interesses e tenta fazer o melhor possível. Nada impede que outros grupos façam o mesmo
responder este comentário denunciar abusoChacra,
Nem os americanos suportam mais o marketing sionista.
Quanto aos métodos judeus, parece que os ingleses também não estão suportando mais.
O lobby judeu já rompeu os limites da civilização e está chegando na paranóia.
responder este comentário denunciar abusoOlá Chacra, o preparado
Quer dizer que algum cientista israelita recebeu o Nobel, ahhh….éhhh???
Cite-o!!!
Os judeus ganham prêmios porque aproveitam o clima, os investimentos e a liberdade das sociedades que os hospedam.
Como Israel é uma democradura reliogiosa, com censura é tudo mais o próximo cientista israelense a ganhar um prêmio vai o Nobel de Segurança em Condomínios e bancos.
Haganah, quá, quá, quá… Vai estudar moleque!!!!
Chacra, você deve saber que o Nobel da Paz é um agrado político, não vale.
E mesmo que vale-se, Israel só ganhou 50%.
O que vale são os científicos e esse nem seus netos vão testemunhar.
Perdeu, perdeu…, doutor…
Tanta discussão inútil, a troco de nada.
A verdade é uma só. Israel foi fundada sobre terras alheias. Imagine você, se de repente o prefeito que se acha dono da cidade chegasse a você e lhe dissesse: tem umas pessoas vivendo de favor em casas que não lhes pertencem. Então nós decidimos que você vai dividir sua casa com elas. você lhes dará metade de sua casa. E assim foi feito, com ajuda da guarda municipal.
Só que os novos ocupantes não se contentaram com a metade da casa. E na base da intimidação e da porrada, pois eram folgados e truculentos, foram aos poucos ocupando os outros quartos, a cozinha, e o banheiro, empurrando os legítimos donos da casa para viverem no galinheiro, um pedaço sujo lá no fundo do quintaL que é todo cercado por muros e arame farpado.
Você e sua família, assim empurrados, achacados, vilipendiados, explorados, o que fariam? Bem na certa foram se queixar ao prefeito, que lhes aconselhou a conversar e buscar um acordo de paz, achou que o que fizeram foi ilegal, e cortezmente os mandou de volta ao galinheiro.
Conversem, conversem dizia ele.
Ai ingenuamente você foi conversar com os intrusos, e eles rindo e debochando bateram em você, chutaram sua mulher e deram uns tabefes no seu filho.
Nessa altura do campeonato você já perdeu quase toda sua casa para elementos
arruaceiros que estavam fisicamente preparados para qualquer confronto, e nem mesmo com a ajuda de alguns vizinhos solidários, você conseguiu modificar a situação. Pior, quando você reagiu jogando pedras e outros objetos, eles lhe bateram mais fortemente e mostraram armas perigosas que o prefeito lhes havia dado.
Além do mais fecharam a saida do galinheiro e cortaram o cano que levava água. E disseram a você: terrorista, vai ficar ai sem água , sem comida e sem remédios, porque assim que vocês todos morrerem esse galinheiro também será nosso. E não se iludam porque o prefeito tá de nosso lado e nossos representantes na câmara municipal, defendem nossos interesses, pois somos ricos e poderosos.
É uma injustiça feita com você e sua família? Claro!
Então vocês sabem como os palestinos devem estar se sentindo, vendo suas terras sistematicamente ocupadas, sendo constantemente atacados, massacrados,
sem nenhum respaldo humanitário, sem nenhuma ajuda das nações ditas civilizadas, tendo somente o direito de gritar, espernear e enterrar seus mortos, e se tentam reagir, são chamados de terroristas sanguinários.
Por acaso a vida de um israelense vale mais do que a vida de um palestino? Por acaso somente os judeus tem direito a uma pátria?
Por que a ONU não faz valer suas determinações determinações como fez na Bósnia?
Antes de defender o estado sionista de israel, com unhas e dentes, devemos nos concientizar que o direito mais elementar ao ser humano é o de ser respeitado
e viver em paz e liberdade em sua própria casa. Onde estão os direitos que a ONU conferiu ao povo palestino de ter uma pátria soberana? O que estamos vendo é a predominância do direito da força, sobre a força do direito.
Ái dos vencidos. E também de todos nós, que concordamos com tamanha injustiça como se nada tívessemos a ver com isso. Como se não fôssemos todos irmãos e vivêssemos no mesmo planeta.
É preciso amor, compaixão, solidariedade, determinação para que as coisas mudem.
O Brasil Acima de tudo.
PORQUE SERÁ QUE A POPULAÇÃO GOSTA DE VIVER DE ILUSÃO? LEIA POR FAVOR, MENSAGEM ENVIADA POR DORINATO FERNANDO ROSA VINHAL DIA 20/03/2010 ÀS 13:17 E VEJA O QUE NÃO É VIVER DE ILUSÃO.
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