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Gustavo Chacra

11.agosto.2010 09:54:28

De Washington a Teerã – Como no Irã, EUA e Japão ainda adotam a pena de morte

A condenação à morte de Sakineh Ashtiani chocou a comunidade internacional porque o seu crime teria sido o de adultério – ela nega. Porém, como a iraniana, existem milhares de pessoas ao redor do mundo que receberão a pena capital no próximo ano. A maior parte delas por crimes graves, como assassinato e estupro. Mas a Coréia do Norte condenou em junho três cristãos à morte por difundirem a religião, sem que houvesse comoção internacional.

A pena de morte ainda existe em países avançados, incluindo os Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. Na Europa, foi banida. O Brasil não aceita sequer prisão perpétua. O Quênia determinou há pouco tempo a inconstitucionalidade da pena de morte. A maior parte dos lugares onde ainda é aceita se localiza na Ásia e na África. Na América, além dos americanos, apenas Cuba e pequenas ilhas no Caribe adotam a prática.

Dez de outubro será o dia internacional  contra a pena de morte. O foco será nos Estados Unidos. Está claro que o mundo vê as condenações à pena de morte no Irã, Arábia Saudita e Coréia do Norte como atraso dos regimes que governam estes países. São nações que ainda desrespeitam os direitos dos homossexuais, das mulheres e das minorias.

Na avaliação da Coalizão Mundial Contra a Pena de Morte, não dá para entender como os Estados Unidos, centro do liberalismo e da democracia, mata pessoas para puni-las, ainda que elas tenham cometido crimes bárbaros, como homicídio e estupro.

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes

O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comentários (205)| Comente!

205 Comentários Comente também
  • 11/08/2010 - 10:14
    Enviado por: Tiago

    Parabéns pelo post, novamente.

    Se torna “estranho” mesmo o fato de uma condenação à morte no Irã causar mais comoçao mundial, do que uma condenação nos Estados Unidos…ah, e a Justiça do Irã alega que a infeliz está condenada à morte (via enforcamento) por assassinato, não justificando o asilo oferecido pelo Lula.

    Tive um professor que dizia que um argumento jurídico que justificava a pena de morte nos EUA, era o fato de que o Estado provia aos cidadãos o que era necessário: educação, saúde, emprego…e se este cidadão saísse da linha, o Estado poderia lhe inputar uma pena de morte. Opinião esquisita, claro,mas ele dizia que era por isso que nunca se poderá ter pena de morte no Brasil, rs… desse ponto de vista, é verdade.

    Li a pouco uma obra sobre as execuções capitais do Japão no período feudal. A pena de morte era uma coisa normal e corriqueira, visto que as prisões não tinham o objetivo de corrigir/reintegrar o indivíduo, e sim de pura punição. Se o infeliz roubasse uma sandália ou um guarda-chuva, já teria sua cabeça cortada fora. Apesar da mudança de critérios, é claro, tais conceitos que fazem parte de uma sociedade são difíceis de arrancar…

    Obrigado.

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    • 11/08/2010 - 11:46
      Enviado por: Diana

      Boa observaçao! O que mais choca a comunidade internacional nao é a pena de morte mas a opressao às mulheres, a criminilizaçao do adulterio. Sem proteçao às mulheres, as crianças também ficam desamparadas. Os EUA promovem a paridade de genero assim como a grande parte dos países ocidentais.

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    • 11/08/2010 - 13:33
      Enviado por: José Antonio

      Diana, vc.está certa. Sómente países sem leis ou com leis baseadas em religião cometem absurdos contra mulheres. O estado nada tem a ver com quem dorme com quem. Os envolvidos é que devem decidir o que fazer, se houver crime aí sim deve se punir.

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    • 11/08/2010 - 15:48
      Enviado por: José FARHAT

      Diana,
      Se entendi bem, você é a favor do adultério. Justifique, por favor.

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    • 11/08/2010 - 22:29
      Enviado por: Catarina

      Nâo sei nâo, mas acho que o professor assustou a Diana. “Justifique, por favor”
      Ela deixou bem claro que adultério nâo pode ser considerado crime social passível de prisâo , chibatada , apedrejamento ou morte.
      Adultério, e isto vale para homem e mulher, deve ser resolvido pelo casal em questâo e se separar ou se continuar casados, em funçâo dos filhos e família, aprender a se respeitar. Respeito é muito bom.

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    • 12/08/2010 - 08:33
      Enviado por: MarioS

      Catarina, Catarina, voce não aprende mesm, hein? Esperar lógica em fanáticos é pura perda de tempo. Perceba o brilhantismo do “raciocínio” em questão:
      Eu acho o cigarro abominável e o mais idiota dos vícios (para minha surprêsa ouvi isto recentemente de um fumante), portanto, sou obrigado a apoiar a pena de morte, de preferência por apedrejamento, para quem fuma.

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    • 13/08/2010 - 15:15
      Enviado por: Órion Brasil

      Diana.
      Você foi extremamente feliz em seu comntário. Sucinta e clara, não deixando margens a qualquer dúvida real. Faz muito bem em não responder perguntas sem consideração e respeito a tua pessoa. As mulheres foram feitas para serem amadas e não, necessariamente, para serem entendidas. Parabéns.
      Órion

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    • 13/08/2010 - 16:18
      Enviado por: Flávio André

      A pena de morte é uma ato abominável e contraditório, pois pratica o mesmo crime que pretende punir. O Estado assassino deveria também ser condenado à morte.

      A aplicação da pena com crueldade, como na lapidação é um ato de guerra, no sentido de ser um ato político – para demonstrar poder. Isso tudo nada tem a ver com religião, que é sempre usada para justificar métodos para destruir e intimidar. Há uma guerra entre os governantes do Irã e o povo daquele país. Esse é o caso, não há nada de filosófico ou espiritual. É somente a lógica da guerra.

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    • 03/11/2010 - 12:31
      Enviado por: D.Lima

      Pegue-se por exemplo,um “cidadão” no Brasil com o “curriculum” de várias mortes,estupros,assaltos a mão armada sequestros e outras banalidades iquais,coitadinho.Uma variedade imensa de entradas,saídas,regimes semi abertos,abertos,esculachados,etc,etc,etc.e que gozem de 700 paus pagos pela Previdência,por cada filho que esse hipotético e desditoso senhor tenha procriado para a sociedade sustentar…perguntar não ofende:O que devemos fazer com o fdp?????

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  • 11/08/2010 - 10:22
    Enviado por: Milton K

    Gustavo,

    Não tenho procuração nem autorização do César Lima para reproduzir dois posts interessantíssimos que ele colocou no site do Estadão nesta manhã, e que acho enriquecedores para o tema. Se você não se importar em reproduzir, aqui estão os textos, e gostaria que você, com seus conhecimentos de OM, nos dissesse se suas informações quanto às doutrinas jurídicas adotadas no Irã são verdadeiras, A única informação que eu sabia é que a conversão do Islamismo para o Cristianismo é crime passível de pena de morte:

    7 César Lima
    11 de agosto de 2010 | 8h 57

    Atualmente todos os membros de religiões minoritárias, incluindo os da seita Sunita, não podem ser eleitos como Presidente da República. Escolas dessas religiões devem ser administradas por muçulmanos. Indenizações às suas famílias por morte são menores que as pagas aos muçulmanos, e crimes iguais recebem penas mais severas para não-muçulmanos. Um muçulmano que comete adultério com uma muçulmana é penalizado com cem chibatadas, mas se um não-muçulmano comete o mesmo delito com uma muçulmana, ele é sentenciado à morte. Conversos ao Islamismo herdam todo o patrimônio de suas famílias, mesmo o de tios e primos, se eles não se convertem também. Como resultado desses privilégios, a população não-muçulmana tem decrescido sensivelmente. Como exemplo, os Judeus passaram de oitenta mil para trinta mil desde a Revolução iraniana. Crimes de morte são penalizados da mesma forma para todos os credos reconhecidos, mas se alguém matar um Bahá’i não recebe punição alguma. A apostasia do Islamismo é proibida e pode levar à morte.

    6 César Lima
    11 de agosto de 2010 | 8h 56

    O problema com a execução dessa mulher é o motivo absurdo. Na maioria dos países civilizados que adotam a pena de morte ela só é aplicada aos homicidas. Já no Irã, que segue leis medievais o motivo é um simples adultério assim como outros que foram condenados no Irã a morte simplesmente por fazerem manifestação contra a o regime. Interessante que a antiga Pérsia teve um dos governos mais liberais e humanos de toda antiguidade, e foi berço de uma religião, o Zoroastrismo, muito tolerante e que é considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Entretanto quanto mais recentemente se originaram essas religiões menos tolerantes ficaram. A rápida expansão do califado árabe coincidiu com o caos causado pelo fim da dinastia sassânida. A maior parte do país foi conquistada de 643 a 650 pelos muçulmanos e todas as outras religiões foram perseguidas. Hoje por exemplo quem mata um seguidor da religião Bahá’ís no Irão não é condenado por nenhum crime.

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    • 11/08/2010 - 10:51
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Milton K, leve em conta que há países como o Líbano e a Argentina (até Menem) onde apenas cristãos podem ser eleitos presidentes. O Menem, por ser muçulmano, teve que se converter ao cristianismo na Argentina e depois conseguiu aprovar uma lei banindo a obrigatoriedade de ser cristão. No Líbano, se você não for cristão maronita, pode esquecer que nunca será presidente. Nem por isso a população muçulmana (sunita ou xiita) libanesa diminuiu

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    • 11/08/2010 - 15:03
      Enviado por: AN

      Gustavo, uma coisa é a vedação a que um muçulmano seja Presidente. Isso por si só não tem força de diminuir a população de determinada religião. Outra é a perseguição sistemática aos professam outra religião, que não consta existir em qualquer país ocidental, inclusive contra os muçulmanos. Já nos países islãmicos não se pode dizer o mesmo. Concorda?

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    • 11/08/2010 - 15:54
      Enviado por: José FARHAT

      AN,
      Eu não concordo. Nada há no Islã que discrimine os “donos do Livro”, isto é: judeus, cristãos e muçulmanos. Quem discrimina não é levado a isto pela religião e sim por outros motivos.

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    • 11/08/2010 - 16:00
      Enviado por: Gilmar da Silva Francisco

      Gustavo, é verdade que no Líbano os presidentes são necessariamente cristãos, mas isso é um modo de compensação/pacificação entre as populações cristãs e islâmicas que compõe o país, uma vez que o Premiê libanês, é necessariamente muçulmano, e, até onde eu saiba, os premiês tem mais poder que presidentes (são chefes de governo, não de Estado, são os governantes na prática).
      A população majoritária, muçulmana, detém o poder maior, a administração do governo. E a minoria, os cristãos, nunca administrarão enquanto não se converterem ou não se mude essa prática.

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  • 11/08/2010 - 10:27
    Enviado por: José Antonio

    Não sou a favor da pena de morte em lugares onde não existe justiça. Só morrem pobres ou a etnia perseguida. Nos USA e Japão existe justiça, os acusados tem direito a ampla defesa. As execuções demoram anos, para se ter certeza da culpa. Mesmo assim pode haver injustiças. No Irã existe um juiz do saber, ou coisa assim. Este sujeito mesmo sem provas ou qualquer coisa que incrimine o acusado pode condena-lo. É o saber supremo. Só em uma sociedade completamente maluca pode existir uma coisa dessas. Faz parte da Sharia ou lei islâmica. Quando não se tem provas eu posso mata-lo porque assim deus me ordenou. Normalmente homens não são condenados em crimes que envolvem mulheres, porque estas são sempre culpadas. Na visão deles elas parecem ter um pacto com o diabo para desviar os pobres islâmicos de suas virtudes. Nem sei como podem se reproduzir tanto, odiando a parte feminina.
    Gustavo, já que vc.foi cobrir o jogo da seleção brasileira, o que achou da seleSantos?

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    • 11/08/2010 - 10:48
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José Antonio, o ALcorão não prevê morte por apedrejamento de mulheres adulteras. Você não pode culpar o islamismo por uma decisão do regime iraniano

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    • 11/08/2010 - 10:52
      Enviado por: Irlandes

      Gustavo,

      Muito boa tua observação.

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    • 11/08/2010 - 11:42
      Enviado por: Alex

      não está no alcorão, mas está na hadith, então desta vez ouso discordar de você, há fundamentação religiosa islâmica para a pena, pode por na conta do islamismo essa.

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    • 11/08/2010 - 11:43
      Enviado por: Valderi

      JUSTIÇA nos EUA? Por acaso você nunca viu nada a respeito dos corredores da morte de lá? 90 % dos sentenciados são negros, meu irmão. Lá ainda é dificil condenar um WASP, seu desinformado. Puxa vida, como existem seres assim.

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    • 11/08/2010 - 11:46
      Enviado por: Paulo

      José Antonio
      .
      Nos EUA há uma ONG que realiza ou realizou, não sei ao certo se isso ainda continua, testes de DNA em provas de casos de execuções anteriores a existência do exame, já descobriram DEZENAS de erros…

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    • 11/08/2010 - 11:51
      Enviado por: Fauzi Achoa

      É isso mesmo José Antonio. Os malvados são os nossos presos e os presos dos nossos amigos. Os presos dos nossos inimigos são sempre nossos amigos.
      Esquadrão da morte aqui sim. Pena de morte nos EUA sim. Entre os nossos inimigos não. São pesos e medidas que informam nosso carater

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    • 11/08/2010 - 12:05
      Enviado por: José Antonio

      O que tem a ver se são negros ou não. No Brasil a maioria que está na cadeia são negros. Isto significa que eles cometem mais crimes. Só por ser negro não vejo uma maneira de inocenta-los. Por que fazem isso não é a discução aqui, pobreza , falata de oportunidades não é desculpa para matar.
      Valderi, vc. é apenas mais um antiamericano no blog. Vc.me conhece para saber se sou desinformado?

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    • 11/08/2010 - 12:35
      Enviado por: José Antonio

      Fauzi Achoa,onde eu disse isso? Vc.ficou maluco? Bandidos devem ser punidos em qualquer lugar. A turma de vcs.é que é apaixonada por bandidos, o cara se explode e mata dezenas e vcs. acham o máximo. Colocam nomes de ruas, atiram para o alto, comemoram. Acho que vc. se enganou ao clicar o meu comentário. Isso muda até acontecer com vcs. Aí mudam de idéia, choram. Não adianta, quem incentiva, ou se omite é tão bandido como quem mata. Islâmicos falarem mal da justiça americana é piada, falarem mal de Guantanamo é piada, lá só estão presos monstros assassinos. Quem não tem justiça não pode falar de quem tem.

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    • 11/08/2010 - 12:41
      Enviado por: José Antonio

      Gustavo,gostaria de salientar que apedrejamento, não é uma pena islâmica, é tribal, mas o islâmismo a permite. Se um país se intitula republica islâmica e autoriza este procedimento, no minimo concorda. Apedrejamento é uma traduçaõ errada, o que fazem é lapidação. Diferença, as pedras são pequenas e afiadas antes, para poderem doer mais sem matar no primeiro instante.

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    • 11/08/2010 - 12:45
      Enviado por: Lis

      Existe justiça nos EUA? E como você explica o fato de a maior parte da população carcerária de lá ser negra? Aliás, como se explica que um país justo tenha proporcionalmente a maior população carcerária do mundo? Que justiça é essa?

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    • 11/08/2010 - 15:06
      Enviado por: AN

      Lis, será que é porque a justiça pune mais (dentro do devido processo legal).
      Na China provalvemente se comete mais crimes, mas lá o “processo” tramita a jato e vai uma bala na cabeça.

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    • 11/08/2010 - 15:57
      Enviado por: José FARHAT

      Alex,
      Sem rodeios, não é verdade. O apedrejamento vem de tradições tribais anteriores ao islamismo. As tribos cristãs e judias, antes do Islã já a praticavam.
      Você poderia citar este Hadith? É importante.

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    • 11/08/2010 - 16:37
      Enviado por: Zezinho

      Mais uma evidencia:

      Sahih Bukhari, Volume 2, Book 23: Funerals, Number 413: Narrated ‘Abdullah bin ‘Umar: The Jew brought to the Prophet a man and a woman from amongst them who have committed (adultery) illegal sexual intercourse. He ordered both of them to be stoned (to death), near the place of offering the funeral prayers beside the mosque.” [15]

      [15] -^ Center for Muslim-Jewish Engagement. “”Sahih Bukhari, Book 23: Funerals””. http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/bukhari/023.sbt.html#002.023.413. Retrieved 2010-07-25.

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    • 11/08/2010 - 16:47
      Enviado por: MarioS

      Gustavo,
      O que importa se o Alcorão não prevê morte por apedrejamento de mulheres adulteras?
      O que importa se o apedrejamento vem de tradições tribais anteriores ao islamismo?
      O que importa se na Argentina até Menem apenas cristãos podiam ser presidente?
      Claro, há um interesse histórico, mas nada além.
      O que o fato de que alguns países/grupos/religiões/etnias tinham costumes bárbaros dos quais ABRIRAM MÃO muda o absurdo dos que insistem em mante-los?
      Imaginem um país instituindo hoje, em pleno século XXI, o canibalismo. Alguém aqui diria, bem, não podemos criticá-lo, afinal era praticado no Brasil há 500 anos.
      Por mais absurdo que isto soe, cansei de ler “justificativas” semelhantes para as perseguições a “infiéis” em países muçulmanos baseadas na Inquisição.
      Gostem ou não, é exatamente a mesma coisa.
      A hora em que algum aiatolá decidir que o uso de anestesia vai contra alguma lei religiosa, e decretar que as cirurgias passarão a ser a frio, com certeza muitos, inclusive colegas de blog, dirão: tudo bem, afinal era assim na Europa e nos EUA em 1800.
      Claro que desde que esta regra não se aplique a eles, como com certeza não se aplicarão aos que decretarem a sádica lei.

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    • 11/08/2010 - 22:37
      Enviado por: Catarina

      “O apedrejamento vem de tradições tribais anteriores ao islamismo. As tribos cristãs e judias, antes do Islã já a praticavam.”

      Exatamente. Maomé, o profeta iluminado, copiou tudo do cristianismo e do judaismo.
      Lembram-se da passagem de Maria Madalena, a prostituta. Jesus, o filho de Maria,disse, que atire a primeira pedra quem nâo tem um pecado. E um a um dos judeus foram deixando as pedras cair ao châo e virando as costas para ir embora.

      O problema é que a religiâo islâmica continua praticando o mesmo costume de 21 séculos atrás .

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    • 11/08/2010 - 23:37
      Enviado por: Marcelo N.

      As favas para o que o Alcorao diz sobre pena de morte por apedrejamento.
      O Ira, no ano 2010 esta para matar uma mulher adultera. Mata a dar com pau homosexuais e opositores do regime.
      Se o Alcorao ‘e por acaso contra essa pratica, entao o pa’is dos Aiatolas, esta indo contra a palavra de Ala.
      Falei alguma bobagem, Prof Farhat?

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    • 12/08/2010 - 08:39
      Enviado por: MarioS

      “O problema é que a religiâo islâmica continua praticando o mesmo costume de 21 séculos atrás .”
      Exato Catarina, mas muitos fingem não entender isso. Além dos exemplos que dei, canibalismo e anestesia, ficam “justificados”, por este mesmo “raciocínio”, a crucificação, o enterro de empregados quando o patrão morre e a cremação de viúvas.
      Alguns países são museus vivos das barbáries históricas e há quem aplauda.

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  • 11/08/2010 - 10:37
    Enviado por: Jana

    Bom dia Gustavo,

    Gostei da escolha do tema do post de hoje!

    Eh impressionante como democracias ditas avançadas ainda adotem a pena capital como reprimenda. Eu, por principio, não consigo concordar com a possibilidade do Estado matar a título de aplicação de justiça.

    Poucas pessoas sabem, e acho importante lembrar que a Constituicao Federal Brasileira, em seu artigo 5, inciso XLVII, alínea “a”, prevê a possibilidade da aplicação da pena de morte, em caso de guerra declarada. E o Codigo de Processo Penal Militar dispõe que, nesses casos, a execução será por fuzilamento!

    Mas, apesar dessa previsão considero pouco provável a ocorrência dessa hipótese aqui no Brasil, ou pelo menos, quero crer nisso.

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  • 11/08/2010 - 10:45
    Enviado por: Rodolfo

    O que vou falar deverá ser polêmico e provavelmente serei execrado por alguns, mas sou a favor da pena de morte em casos bem específicos. Há crimes hediondos com sinais claros de sociopatia incurável. Não nos esqueçamos que cadeia é um centro correcional e não há possibilidade reabilitação para sociopatas. Quando liberados, provavelmente voltarão a matar.

    Mesmo para quem não defende a pena de morte em nenhuma situação, temos que admitir que a lei brasileira possui alguns absurdos, quase aberrações. Assassinos deixando a prisão em menos de 10 anos, quantidade infinitas de recursos, limite de tempo de cárcere independente do crime cometido e a impossibilidade de se julgar menor como adulto.

    Para mim é revoltante uma pessoa como Champinha estar do solta depois do que cometeu. Esse é um dos casos típicos onde nãp seria nenhum absurdo fazer uso da pena de morte.

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  • 11/08/2010 - 10:46
    Enviado por: Irlandes

    Gustavo,

    Esse é um tema polêmico e também confuso.

    A prisão seria uma ferramenta para fazer o criminoso refletir sobre os atos cometidos, arrependendo-se e retorná-lo a sociedade, como um cidadão.

    Infelizmente as condições das prisões no mundo inteiro fazem que aumente a rebeldia. Mesmo nas prisões de países desenvolvidos, aonde a truculência dos agentes penitenciários faz com que os que cometeram crimes venham a se revoltar. Em vez de “amansar as feras”, bestializa o criminoso.

    Mesmo assim, é difícil defender alguns homicidas, estupradores, pedófilos que cometeram crimes chocantes e que ainda demonstram perigo à sociedade. Prisão perpétua para um caso que há apenas chances mínimas de reversão vale a pena?

    No Brasil o grande problema é a impunidade e as brechas nas legislações, além de um sistema penitenciário e judiciário falido. Um estuprador no Brasil dificilmente recebe acompanhamento psicológico dentro da penitenciária e depois da metade da pena cumprida, já pode estar solto de novo nas ruas. Daí fica difícil.

    Abraços.

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    • 11/08/2010 - 12:08
      Enviado por: Fabio de Israel

      Irlandes,Metade da Pena? ahahahaahahahaahaha.
      Nao fica uma semana meu velho.aonde voces vivem gente? que planeta?.
      E outro mundo.Impressionante como o brasileiro sonha.Voces nao conhecem
      e nem fazem ideia do que e este mundo.Acompanhamentto psicologico?
      Psiquiatrico? no Brasil?
      Anda na rua e conversa com as pessoas,e me diga que lingua eles falam.Voce nao entende metade das palavras proferidas.

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  • 11/08/2010 - 11:12
    Enviado por: Taciana

    Esclareça uma dúvida.
    Se você diz:
    “Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados.”

    Quer dizer que atacar a Igreja Católica e os católicos, pode?

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    • 11/08/2010 - 11:17
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Taciana, não pode. O problema é que são raros – talvez dois ou três em dois anos de blog – os ataques contra católicos. Contra judeus e muçulmanos, em um dia como o da flotilha de Gaza, ultrapassa 50 para cada lado. Não existe comparação. A islamofobia e o anti-semitismo são encontrados em todas as partes

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    • 11/08/2010 - 16:49
      Enviado por: MarioS

      O Gustavo tem razão Taciana. Imagine se ele tivesse que citar todas as religiões, nacionalidades e etnias.

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  • 11/08/2010 - 11:13
    Enviado por: Fabio de Israel

    Rodolfo,e isto mesmo,defendo a pena de morte no Brasil tambem,so assim
    essa corja de vagabundos vai pensar antes de estuprar alguem,ou matar por
    sacanagem,ou o que for em nome da impunidade,inclusive tem muito politico que matou muito por ai e deveria ir para a cadeira eletrica,conheco alguns ai em SP,
    tem que matar mesmo,fazer uma limpeza.Direitos humanos que se danem,pois
    nunca tiveram alguem da familia estuprada,e muito facil falar,quero ver acontecer na propria familia para ver o que eles vao pensar,lugar de assassino e em vala comum
    sem caixao mesmo.Com a palavra aqueles que ja tiveram familiares mortos por
    bandidos.Eu matei um muitos anos atras,e nao me arrependo e mataria de novo
    sem do.Motivo:tentou sequestrar meu filho na epoca de 2 anos de dentro do meu carro,pode? Tomou 4 tiros de 9 mm em pleno centro de SP.Morreu na hora.Ele estava armado,era ele ou eu,foi ele.

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    • 11/08/2010 - 11:41
      Enviado por: Paulo

      .
      Me desculpe, sinceramente, sem brincadeiras, tratar um assunto dessa natureza como quem vai ao banheiro me faz sentir vergonha de ser humano.

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    • 11/08/2010 - 13:50
      Enviado por: Marcus

      Fabio, se o cara tentou sequestrar seu filho, de 2 anos, e você reagiu e o criminoso se deu mal, algo que frequentemente não acontece, eu sinceramente acredito que dentro das circunstâncias o desfecho foi muito bom.

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  • 11/08/2010 - 11:16
    Enviado por: Fabio de Israel

    Conheco o Ari Friedenbach,advogado,cuja filha foi estuprada e morta junto com o
    namorado Cafe,se fosse eu este cara ja estava morto ha muito tempo por mim mesmo.E assim mesmo ai no Brasil,se nao o proprio bandido compra a liberdade
    e sai dando risada para matar outros.Mentira? eu ja vi.

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  • 11/08/2010 - 11:30
    Enviado por: lucio furtado sampaio

    O universo é imenso, alguns seres humanos se acham donos deste universo em nome de sua religião, do seu poder politico, e de filosofias deixadas por seus antepassados. Quando estudamos os virus dentro do ser humano, sua reprodução, seus efeitos beneficos e maleficos, e como combate-los e como os virus se protegem tem muito a haver com o comportamento humano dentro do planeta terra. Outro problema é a escravatura que nunca deixou de existe, apenas vai tomando outros estilos de modalidades desde os tempos da Grecia de acordo com o conceito de liberalismo e democracia ditado pelo poder, as vezes até individualmente de acordo com nossa atitude. A comoção das pessoas é momentanha de acordo com os meus de comunicações esta exoplorando. Um abraço.

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  • 11/08/2010 - 11:30
    Enviado por: Kxorraum

    Chacra,

    Vi uma entrevista com dois ex-condenados (foram inocentados e soltos) a morte nos EUA, e um deles disse algo interessante que tentarei reproduzir: Passamos tantos anos no corredor da morte, num espaço minúsculo, sem nenhuma regalia, que perde o sentido a pena de morte. Porque a sociedade no momento que executa a pena, pensando que está matando ao assassino, e na verdade está matando uma outra pessoa, diferente da que entrou na prisão.

    Que a pena de morte continue até mesmo em paises desenvolvidos é realmente de dificil de entender.

    Uma perguntinha Chacra, qual a tua opinião sobre a multilação? Aqui na Europa tem correntes que defendem que os incuráveis estupradores, pedófilos, etc,etc (em casos específicos) deveriam ser castrados. (Existe a castração química, mas com deixar o tratamento se reverte o efeito).

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    • 11/08/2010 - 11:46
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Kxorrraum, como você deve imaginar, acho deprimente o método tribal da mutilação. E interessante a entrevista que você relatou

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    • 11/08/2010 - 11:55
      Enviado por: Zezinho

      Gustavo corrija a sua informacao sobre mutilacao feminia:
      Human Rights Watch

      “The WHO estimates that more than 140 million girls and women globally have undergone this procedure.”

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    • 11/08/2010 - 11:56
      Enviado por: Zezinho

      Gustavo,
      corrija sua informacao sobre mutilacao feminina:
      Human Rights Watch

      “7. In which countries is FGM practiced?

      FGM is practiced in more than 27 countries in the African subcontinent, and in communities in Malaysia and Indonesia in Asia. FGM is also common among migrant communities in North America, Europe, and Australia.

      In the Middle East and North Africa, FGM is practiced in countries such as Egypt, Yemen, and Iraqi Kurdistan. FGM is also believed to be practiced to a lesser extent among communities in Oman, Jordan, and the Occupied Palestinian Territories and was practiced by Falasha Jews in Ethiopia. Recent studies also reveal that FGM is practiced in Kurdish communities in Iran.”

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    • 11/08/2010 - 12:02
      Enviado por: Fabio de Israel

      Kxorraum,conheci em Miami,um advogado de origem cubana que foi castrado por ter molestado sexualmente um menor,o tribunal decidiu por castra-lo.E uma outra historia.
      Agora,Matou, tem que morrer nao tem outra,esta historia que ficou outro e conversa pra boi dormir,nao existe isso.E utopia meu velho.Nao existe recuperacao,e mentira.
      Assim como o caso do famoso OJ SIMPSON,lembra? ele matou sim,mas com toda
      a grana ele escapou.Veja so como sao as coisas.

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  • 11/08/2010 - 11:36
    Enviado por: Paulo

    Gustavo
    .
    Deste uma paulada na caixa de marimbondos… agora corre meu chapa!!! esse tema é mais sujeito a chuvas e trovoadas que Israel x Palestinos espere para ver o preconceito e mal brotar das boquinhas por aqui…

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    • 11/08/2010 - 11:45
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Paulo, já começaram. Hoje vai ser um dia longo aqui no blog

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    • 11/08/2010 - 16:31
      Enviado por: MarioS

      Paulo,
      Apesar de discordarmos na maioria das vezes, respeito suas opiniões, e exatamente por isso, gostaria de saber o que voce pensa deva ser feito com “pessoas” como o Champinha, Bruno (caso fique provado que ele fez o que dizem que fez) e similares?
      Antes que perguntem, digo que sou contra a pena de morte, mas por motivos muito diferentes dos da tchurma dos “direitos humanos”.
      Nos casos em questão eu aplicaria a prisão perpétua sem NENHUMA possibilidade de revisão. E voce?

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    • 12/08/2010 - 02:22
      Enviado por: Paulo

      MarioS
      .
      Sou contra a pena de morte pois entendo que a sociedade, respresentada pelo Estado, se nivela em crueldade ao criminoso ao mata-lo além de sinalizar que os fins justificam os meios, o mesmo raciocínio do perverso do criminoso.
      .
      Existem milhares de criminosos merecedores de banimento social permanente e irrevogável, não apenas os bandidos da mídia como o tal Champinha e o Maníaco do Parque (que me parecem nitidamente doentes mentais) aliás sinto mais repulsa por aquela galeguinha (esqueci o nome) que matou os pais do que por esses dois lixos.

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  • 11/08/2010 - 11:37
    Enviado por: Fabio de Israel

    O pior foi o desfecho,policiais me levaram ensanguentado e assustado com meu
    filho para a delegacia na Rua Aurora como se eu fosse o bandido,e na entrada
    o Delegado ,um baixinho de oculos,me diz leva ele pro xadrez,ai eu disse :
    Leva nao,eu tenho na familia um delegado de nome …………………………….
    eu quero falar com ele AGORA,eu tenho direito,ai ele parou olhou pra mim,e disse,senta ai,passou
    uns sei la nao lembro uns 15 minutos talvez,ele recebe uma chamada e diz
    OK,DOUTOR ta liberado.Senao eu ia morrer la mesmo na cela pelos bandidos.
    Ta bom pra voces?.Isto e BRASIL.

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    • 11/08/2010 - 12:15
      Enviado por: José Antonio

      No Brasil é assim mesmo. Bandidos ricos não ficam presos, mulheres que roubaram uma caixa de margarina para dar de comer aos seus filhos ficam presas 2 anos.
      Gustavo vc. abriu a caixa do mal. Vai ser dificil ponderar os comentários

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  • 11/08/2010 - 11:54
    Enviado por: aurelio

    Gustavo.

    A adoção da pena de morte significa autorizar o Estado a matar a sangue frio, de modo premeditado, sem necessidade, pois se alguém é altamente perigoso, basta mantê-lo fora da sociedade (o que, a meu ver, justifica a prisão perpétua em determinados casos). Sem contar a possibilidade, terrível, de se executar um inocente por conta de falhas judiciais.
    A pena de morte é abominável, inadmissível. Agora, o oposto, a complacência com criminosos, como ocorre no Brasil, também significa condenar à morte ou à brutalidade grande parte de nossa população, cotidianamente atacada por homicidas e assaltantes que deveriam estar afastados do convívio social e não o são por incompetência do sistema de segurança pública, do judiciário e das brechas legais (liberdade com 1/6 da pena para crimes violentos é dizer que o crime compensa).
    Por conta de tanta leniência, nenhum país executa tantos, proporcionalmente, quanto o Brasil, através da ação dos grupos de extermínio e policiais. O raciocínio é simples: “se o sistema judicial não funciona, se bandidos e assassinos não são mantidos presos, alguém tem que matá-los para impedir o caos absoluto”.
    Portanto, critico os EUA e o Japão por manterem a pena de morte, é brutal alguém saber que será executado por seu próprio governo, sem ter a quem recorrer. Mas a lei brasileira, especialmente a falta de zelo por seu cumprimento, resulta na pena de morte informal, mais ampla que a legal de EUA e Japão.
    Pena de morte: nem lá, nem aqui.

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    • 11/08/2010 - 12:42
      Enviado por: Fabio de Israel

      Aurelio,o bandido sabe mais da lei penal do que voce e eu juntos.
      entende? Ele conhece os subterfugios da lei como a palma da mao
      dele.Porisso ele faz o que ele bem entender.Ate matar que e o mais
      simples para se livrar,sabia? e melhor estuprar e matar,do que so
      estuprar,sabia desta?Porque? porque se ele for pra cadeia matam ele
      se so estuprou…Agora se matou deixam ele quieto,sabia desta?
      Impressionante,nao e? Mas e assim.Viva as leis no Brasil.E das
      CADEIAS.

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  • 11/08/2010 - 12:16
    Enviado por: Osvane

    Achei interessante a notícia informando que cristãos na Coréia do Norte foram condenados à execução e que não houve qualquer mobilização neste sentido. Aliás, vale ressaltar que isso tem sido algo comum. Em vários países, particularmente, do Oriente Médio, cristãos tem sido mortos sem que isso gere algum tipo de reação internacional. Acho que às vezes, a comunidade internacional e a própria imprensa, fazem vista grossa a certos abusos que são cometidos contra as chamadas maiorias. Preferem focar somente nas minorias. Não que isso não seja importante, mas acho interessante uma cobertura mais ampla dessas notícias. Neste caso o mundo inteiro tem o direito de saber. E isso é um dever universal da imprensa.

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    • 11/08/2010 - 12:22
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Osvane, várias vezes falei dos cristãos no Oriente Médio e escrevi matérias específicas sobre o assunto em algumas das minhas viagens ao Líbano, Síria, Israel e territórios palestinos. Lembro que os cristãos vivem muito bem no Líbano, onde tem inclusive o cargo cativo de presidente da República e chefe das Forças Armadas. Também não há problemas na Síria. No Iraque pós-Saddam e especialmente no Egito a situação dos cristãos se deteriorou muito. Mas, mais uma vez, este não é o tema deste post. Há outros aqui neste blog em que trato especificamente dos cristãos no mundo árabe – curiosamente, meus avós são cristãos libaneses

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    • 11/08/2010 - 12:40
      Enviado por: HenriqueS

      Os palestinos cristãos são discriminados e preteridos pelos palestinos muçulmanos. E estou falando da Cisjordania, pois em Gaza, ainda mais que estão islamizando a política local, deve ser pior.

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  • 11/08/2010 - 12:17
    Enviado por: eugenia

    Gustavo eu sou nova no blog.Vc tem algum post especifico sobre islamofobia e anti-semitismo?

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    • 11/08/2010 - 12:20
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Eugenia, tenho sobre os dois. Dê uma busca no blog que você encontrará. Tente colocar “Powell” no de islamofobia. Lembro que falo dele (que fique claro, ele estava longe de ser islamofóbico, pelo contrário)

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  • 11/08/2010 - 12:18
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Mais uma vez, seguem as regras do blog, já que muitos leitores não estão respeitando

    Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes

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  • 11/08/2010 - 12:20
    Enviado por: Matthias Weinstock

    Embora a pena de morte em si seja passivel de contestacoes. Obviamente nao podemos comparar os crimes aos quais ela e aplicada, o processo legal e a forma que ela e aplicada no Japao, Estados Unidos e Coreia do Sul com as ditaduras, que a aplicam, no Oriente Medio..

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    • 11/08/2010 - 12:27
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Matthias (ex-goleiro de pólo aquático do Paulistano e hoje médico nos EUA, além de meu amigo de infância), foi exatamente isso o que eu escrevi. “Está claro que o mundo vê as condenações à pena de morte no Irã, Arábia Saudita e Coréia do Norte como atraso dos regimes que governam estes países. São nações que ainda desrespeitam os direitos dos homossexuais, das mulheres e das minorias. Na avaliação da Coalizão Mundial Contra a Pena de Morte, não dá para entender como os Estados Unidos, centro do liberalismo e da democracia, mata pessoas para puni-las, ainda que elas tenham cometido crimes bárbaros, como homicídio e estupro.” Apenas noto que você quer se focar no Oriente Médio, quando países asiáticos e africanos agem da mesma forma. Lembro ainda que nos EUA ocorreram muitos erros e pessoas inocentes morreram. Imagine se fosse um parente seu a pessoa condenada injustamente? Viva, ela sempre terá condições de, no futuro, provar a inocência

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    • 11/08/2010 - 12:37
      Enviado por: Paulo

      .
      Matthias
      .
      Será que a sociedade japonesa que provoca mais 30 mil suicídios por ano (a maioria com idades entre 20 e 44 anos) têm moral para matar alguém?
      .
      Será que quem jogou 2 bombas atômicas sobre civis inocentes têm moral para matar alguém?

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    • 11/08/2010 - 12:55
      Enviado por: José Antonio

      “Viva, ela sempre terá condições de, no futuro, provar a inocência”.
      Ou cometer o crime de novo. Existem criminosos que nunca vão ser humanos normais de novo, e para este caso devem ser executados. A sociedade além de perder
      seus entes queridos, não pode ser obrigada a sustentar estes monstros para sempre.
      Aí no Estadão tem um exemplo. Assassino confesso, deu 2 tiros pelas costas por motivo futil, foi condenado a 19 anos e está solto. Nos USA estaria morto.Ele está solto por não oferecer perigo a sociedade. Se matar não é perigo não sei o que é.
      O Brasil é o único país que uma pessoa pode matar outro por ser primário. Claro até matar é primário. Se não for preso em flagrante responde em liberdade, se tiver dinheiro, Não consigo entender onde está a justiça.

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    • 11/08/2010 - 13:19
      Enviado por: José Antonio

      Paulo, acho que suicidios não tem nada a ver com pena de morte. Suicidio é uma decisão pessoal que o estado não é responsavel. No Japão com seu alto nivel de vida eles se matam por insatisfação pessoal ligada a costumes rigidos de moral.
      Bombas atômicas foram fruto de uma guerra na qual foram atacados covardemente sem estarem em guerra. Pearl Harbor. Se não houvessem armas nucleares a contabilidade de mortos seria acrescida de pelo menos mais 1 milhão de mortos. Seria essa a conta de uma invasão por terra. Nenhuma guerra é moral e desejavel, mas as vezes os países são obrigados a se defender. A moral nunca pode estar do lado de quem ataca. E quem ataca deve saber que pode perder. Eles são os responsáveis pelos mortos. Nunca quem só se defendeu.

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    • 11/08/2010 - 13:31
      Enviado por: Everton Taveira

      Paulo

      O uso das armas atomicas na segunda guerra, não é um argumento válido. Já que o uso, no meu ponto de visto, foi motivado por questões estratégicas e que funcionou. As bombas atomicas mataram menos japoneses e economizou tempo, recursos materias e recursos humanos aliados. Os danos seriam maiores para japoneses e aliados, caso não feito o uso de armas nucleares.

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    • 11/08/2010 - 15:11
      Enviado por: AN

      Paulo, não é a sociedade japonesa que provoca os suicídios, e sim o suicida.

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    • 11/08/2010 - 17:49
      Enviado por: santo

      Certo Mattias eu escrevi meu comentario delatando esta diferenca equero corroborar
      com o seu e isto mesmo e muito mais.

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  • 11/08/2010 - 12:23
    Enviado por: Paulo

    .
    “Olho por olho dente por dente” a velha, trágica e burra Lei ainda é adotada por Estados e indivíduos ditos “Civilizados” mesmo depois de 5 mil anos de carnificina, isso é assustador.
    .
    Existem humanos sociopatas incuráveis e a estes a exclusão do convívio é suficiente, o Estado não precisa ser tão irracional e cruel quanto um criminoso.
    .
    Outra obviedade é que só se fala em pena de morte contra estrupadores e assassinos, por que políticos e tecnocratas, civis e militares, que matam milhões de seres humanos higiênicamente à partir de seus gabinetes jamais são citados como candidatos a pena capital?
    .
    Se alguém tivesse dito que ao ver seu pai morrer de enfarto por conta do plano Collor (houveram casos assim!!) e foi até a rua e deu um tiro na cara da profa. Zélia Cardoso de Melo será que estaria em liberdade gabando-se de seu ato?
    .
    A pena de morte a conta gotas pela pobreza, pela indiferença, pelo banimento, pelo preconceito é conssentida pelas sociedades e não provoca o furor dos valentões.
    .
    O ser humano é uma desgraça.

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    • 11/08/2010 - 12:49
      Enviado por: Irlandes

      Paulo,

      Muito bom teu comentário.

      Meu avô morreu de infarto fulminante devido ao Plano Verão do governo Collor.

      Enfim.. como dizia um professor de Economia na época da faculdade “um erro de um médico mata um paciente, um erro de um economista pode matar um país inteiro”.

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    • 11/08/2010 - 14:35
      Enviado por: Jana

      Paulo,

      Concordo com o seu lúcido comentário.

      Achar que possa existir sistema processual penal que elimine as injustiças e desigualdades existentes, em maior ou menor grau, em todas as sociedades eh pura ilusão. E diante disso, a possibilidade de erro judiciário, culminando na aplicação da pena de morte em um inocente, êh tão, ou mais, cruel que a ação criminosa q se pretendia reprimir, ou seja, nada justifica o risco.

      Concordo contigo, também, quando menciona a forma como alguns comentaristas tratam do assunto aqui no blog. Eh, meu caro, o desafio maior consiste em não perdermos a feh na capacidade do ser humano de agir de forma racional e ética em situações tão extremas! Não percamos as esperanças.

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    • 11/08/2010 - 15:44
      Enviado por: Mariana Motta

      Também gostei muito do seu texto. Um tio de uma grande amiga minha se suicidou por causa do Plano Collor.

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    • 11/08/2010 - 21:32
      Enviado por: Yoko

      Também concordo com o comentário do Paulo.

      Não resolver os graves problemas sociais (aqui e em qualquer parte do mundo) e aplicar penas capitais é simplista demais.

      Quanto a erros judiciários, vou fazer um comentário à parte, para não ficar extenso.

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  • 11/08/2010 - 12:38
    Enviado por: Lis

    A Coalizão Mundia Contra a Pena de Morte não entende? E se inverter a frase, será que ela entende?

    “Na avaliação da Coalizão Mundial Contra a Pena de Morte, não dá para entender como os Estados Unidos, que mata pessoas para puni-las, invade países sob falso pretexto para polhar recursos naturais, apoia ditaduras e insiste em manter uma hierarquia mundial baseada em valores puramente monetários possa ser considerado ocentro do liberalismo e da democracia”

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  • 11/08/2010 - 12:41
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Acrescento que informações erradas tampouco serão publicadas

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    • 11/08/2010 - 17:31
      Enviado por: MarioS

      Boa sorte Gustavo! E qual será o critério usado? Por exemplo, imagine que um maluco diga que Israel foi o responsável pelo atentado contra a AMIA na Argentina, o que voce fará (no pun intended)?

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  • 11/08/2010 - 12:43
    Enviado por: Fernando César

    Gustavo,
    No Líbano, em compensação, um cristão não pode ser eleito primeiro ministro. Só um muçulmano. Não sei se xiita ou sunita. Não é?

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  • 11/08/2010 - 12:45
    Enviado por: DrSallere

    Oi Chacra,

    É um tema bem polêmico que a discussão sobre pena de morte é sem fim.

    A meu ver, condendando um preso à morte não resolve totalmente o combate a criminalidade até mesmo crimes leves como o caso do adúltero e homossexualidade (nos países que condenam esses tipos de crimes). E prisão perpétua talvez seja mais dura que a pena de morte pois viverá longamente na cadeia.

    Aliás, nos estados americanos que tem pena de morte, tem maiores taxas de criminalidades que nos estados que não condenam a morte. Se não me engano os estados que tem altos índices de criminalidades dos EUA é a Califórnia e Flórida. Ambos estados que tem pena de morte.

    Abraços.

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  • 11/08/2010 - 12:46
    Enviado por: Alceste Pinheiro

    Muito boa lembrança, Chacra. Parabéns.

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  • 11/08/2010 - 12:47
    Enviado por: Glúon

    .
    ____________________________
    .
    Entreouvindo na Rua 25 de Março
    .
    ____________________________
    .

    - Você é a favor da pena de morte?
    - Desde que sejam observadas as leis civis, morais e religiosas…
    - E qual delas deve ser aplicada primeiro?
    - Bem, primeiro temos de ver se cliente quitou carnê, né?
    .
    _______________________________________________
    .

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  • 11/08/2010 - 12:50
    Enviado por: Gustavo Chacra

    HenriqueS, os israelenses cristãos e muçulmanos são preteridos pelos israelenses judeus. E isso não é o tema do post

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  • 11/08/2010 - 12:52
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Fernando César, você tem razão. O premiê sempre é muçulmano sunita e o presidente do Parlamento, xiita. Já escrevi, no mínimo, uns 40 posts sobre o assunto, inclusive três na semana passada. Vale a pena ler

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  • 11/08/2010 - 12:52
    Enviado por: Fernando César

    A China também usa do mesmo expediente.Agora mesmo, duas chineses acusadas de cafetinagem provavelmente serão executadas.

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  • 11/08/2010 - 12:58
    Enviado por: Zezinho

    Sahih Bukhari, Volume 2, Book 23: Funerals, Number 413: Narrated ‘Abdullah bin ‘Umar: The Jew brought to the Prophet a man and a woman from amongst them who have committed (adultery) illegal sexual intercourse. He ordered both of them to be stoned (to death), near the place of offering the funeral prayers beside the mosque.” [15]

    [15] -^ Center for Muslim-Jewish Engagement. “”Sahih Bukhari, Book 23: Funerals”". http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/bukhari/023.sbt.html#002.023.413. Retrieved 2010-07-25.

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  • 11/08/2010 - 13:00
    Enviado por: Zezinho

    In Islamic Sharia Law. Islamic Sharia Law is based on the Koran, the hadith, and the biography of Mohammed.[10] Stoning is well-established in the Sunni hadith of Sahih Bukhari, where it is recorded that Mohammed ordered it over 34 times as a punishment. [11] According to Ibn Qudamah, “Muslim jurists are unanimous on the fact stoning to death is a specified punishment for married adulterer and adulteress. The punishment is recorded in number of traditions and the practice of the Prophet (peace and blessings be upon him) stands as an authentic source supporting it. This is the view held by all Companions, Successors and other Muslim scholars with the exception of Kharijites.”[12]

    [12 http://www.islamonline.net/servlet/Satellite?pagename=IslamOnline-English-Ask_Scholar/FatwaE/FatwaE&cid=1119503545902. Retrieved 2010-7-25.

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  • 11/08/2010 - 13:05
    Enviado por: HenriqueS

    Para ser a favor da pena de morte, basta ver um filho morto por um assassino, que ri da sua cara e diz que ainda vai te pegar.
    .
    Quem achar que a pena de morte não cabe nesses casos, não merece o filho que tem.

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  • 11/08/2010 - 13:18
    Enviado por: ingale

    Condenar a morte uma mulher por adulterio,é a mesma coisa que condenar um assassino ? heheheheheh,virou piada
    Quando veremos colunistas e leitores esquecerem as bombas atomicas e darem como exemplos esses massacres :turcos otomanos(mulçulmanos) massacraram mais de UM MILHÃO armênios cristãos,o cumpanheiro STALIN assassinou mais de 15 MILHÕES de cidadãos sovieticos etc etc .

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    • 11/08/2010 - 15:24
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Ingale, genocídio armênio reconhecido pela Síria, Líbano, França e Argentina, mas não pelos Estados Unidos, Brasil e Israel. De qualquer forma, este não é o tema do post

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  • 11/08/2010 - 13:24
    Enviado por: Mariana Motta

    Sou totalmente contrária à pena de morte. Totalmente. Haja visto que os USA, um país que a pratica nao diminui sua criminalidade por isso. Sem contar na discriminaçao: a maioria, como já comentaram alguns, sao latinos ou negros: a cor da pele já os transforma em suspeitos. Alguns estados por lá já se deram conta, é uma pena que nao todos. No Japao, eles tem um sentido da honra misturado com a tradiçao milenar que simplesmente nao entendo, nao é toa que até fazem reunioes para “suicidar-se” conjuntamente. O Ira, bem, esse nem precisa explicar…

    Sem misturar religiao neste tema, somente pelo lado humano, considero que ninguém tem o direito de tirar a vida de outro. Já estive em perigo de morte por 3 vezes (todas elas no Brasil) e nunca passou-me pela cabeça a mais remota idéia de tomar revanche. Isso nao significa que um criminoso nao deva ser punido e creio, com severidade. O que aqui se faz, aqui se paga, mas nao com outra vida. A vida que se foi, nao vai voltar, por mais que matemos 200 em nome dela. Acredito sim, num sistema Judicial exemplar em todos os sentidos, algo de que muitos países (para nao dizer a maioria) carecem. Acredito num sistema carcerário que nao “amontoe” criminosos como pratos e que estes nao estejam ociosos, esperando a “quentinha” chegar, ou aprendendo novas formas de delinqüência na cadeia-escola. Também há criminosos cuja reinserçao na sociedade é impossível, por motivos de desordem mental.
    Entao que se construam cadeias onde o preso seja obrigado a trabalhar, onde o alimento que coloca na boca seja fruto do seu trabalho e ele possa valorizá-lo; onde haja oportunidades de estudo aos que queiram realmente recomeçar uma nova vida quando saiam da prisao; onde haja acompanhamento psicológico e psiquiátrico aos detentos, pois todos temos uma história “antes de” e cadeias onde os presos possam compreender a real diferença entre estar em liberdade e estar preso. Nada de “vis-a-vis”, celulares, drogas e demais regalias. E creio que essas cadeias, deveriam estar construídas em locais isolados das cidades, mas com muito espaço interno, de preferência no campo.
    Mas as penas devem ser cumpridas em sua TOTALIDADE (se isso realmente fosse feito, muitos criminosos jamais sairiam da cadeia), e o sistema nao pode ser corrupto, discriminatório nem apadrinhado. Nao pode existir “sou amigo de” . A justiça deve ser igual para todos, pobres ou ricos, brancos ou negros.
    Sou favorável à cadena perpétua onde a reinserçao na sociedade é impossível, no caso dos transtornos mentais. E quanto à castraçao química adotada por países na Europa, sou a favor. Muitos estupradores e pedófilos a solicitam, pois reconhecem que nao podem conter seus impulsos sexuais.

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    • 11/08/2010 - 21:41
      Enviado por: Yoko

      “nao é toa que até fazem reunioes para “suicidar-se” conjuntamente”

      Mariana, o suicídio coletivo no Japão se deve principalmente pelo sentimento de isolamento que muitos jovens sentem no Japão hoje. Muitos deles acabam “se conhecendo” por meio da internet, e juntam-se na hora derradeira porque não querem morrer sozinhos.
      Outros fazem em conjunto porque acham que se estiverem sozinhos, desistirão. Então um vigia o outro para que não pule fora.

      Leio muito sobre o assunto por causa do meu trabalho, e até hoje não li nada ligando suicídio coletivo com ritual ou honra.

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    • 12/08/2010 - 06:19
      Enviado por: Mariana Motta

      Yoko,
      acho que talvez tenha me expressado mal. Conheço casos de adolescentes que cometem suicídio por notas baixas, por desafetos, motivos banais, em minha opiniao. Homens e mulheres que cometem suicídio por perderem o emprego, por críticas recebidas de alguém, por doenças, etc. Conhecemos o harakiri desde os tempos dos samurais, passando pelos soldados de guerra e chegando aos dias atuais. Por isso disse que via algo de tradiçao milenar, misturado com um código de honra que escapa ao meu entendimento como brasileira. Atualmente tenho lido nas notícias que os jovens sofrem muita pressao no Japao, por esse nosso modo de vida acelerado, competitivo, individualista e para muitos, sem rumo certo. E que já nao praticam tanto o harakiri, e sim, entran nos carros, juntos, fecham os vidros e acendem uma espécie de “forninho”, morrendo pelos gases inalados. É muito triste, pois considero a vida um presente, um diamante em bruto, que vamos lapidando com os anos.
      Mas apesar de tudo, o Japao é o país com mais esperança de vida do mundo e ainda vejo a beleza da tranqüilidade de uma cerimônia do chá como algo digno de aplauso. É esse Japao que se resiste a desaparecer.

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  • 11/08/2010 - 13:25
    Enviado por: santo

    A pena de morte nos Estados Unidos e Japao nao podem ser considada igual
    as do Iran. Nos Estados Unidos a condenacao e crimes ediondos,e alem disto
    o condenados tem plenos direitos de defesa, e fica dez anos no corredor da morte
    para tenha ainda uma chance de se encontrar alguma prova que o torne inocente
    Qurerer diser que ea meswma coisa e mesmo que diser o muro da antiga Berlim
    era a mesma coisa que os muros de Israel. Um foi construido para prender os
    seus cidadaos e o para protege-los.
    A proposito , para resolver o problema da seguranca ai no Brasil, eu aprovaria assim brasileiros a pena de morte. Com todo os repeito ao caro jornalista,
    acho ele nao pode apenas feichar os olhos e criticaar os Estados Unidos.
    Afinal o mundo nao pode virar uma anarquia.

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  • 11/08/2010 - 13:37
    Enviado por: Marcus

    Uma coisa é certa: o código penal brasileiro é um completo fracasso e mais funciona como promotor do que inibidor da violência. O código penal deveria fazer com que as pessoas pensassem 100 vezes antes de cometer um crime, e não como hoje como se tivesse sido feito para proteger bandido.

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  • 11/08/2010 - 13:38
    Enviado por: Fabio Nog

    Mais uma vez eu vejo comentaristas se deixarem levar pela emoção ao tentar argumentar em cima de um assunto que não admite emoção para ser bem analisado. Estamos falando de crimes e punição de crimes. Então vamos separar as coisas:

    - para existir um crime é necessário que ele tenha sido tipificado antes. Roubar só é crime se existe uma lei que diz que roubar é crime. Caso contrário, pode sair roubando que não haverá problema. Isso elimina uma fonte de incertezas: aquilo que pode e aquilo que não pode ser feito.
    - se algum comete um crime, é preciso que seja provado que o tenha feito. Aqui temos problemas. A lei brasileira exige prova material. Por exemplo, o corpo de uma pessoa assassinada. Em outros lugares do mundo, como nos EUA, se várias pessoas derem depoimento afirmando que fulano cometeu um crime, o juiz pode aceitar isso como prova levando em consideração que é muito dificil um bando de pessoas se orquestrarem para mentir exatamente da mesma forma. Resultado: um crime bem feito fica impune no Brasil e uma situação dúbia pode conduzir um fulano pra cadeira nos EUA
    - a aplicação da pena não é arbitrária. Ela também está estabelecida na lei. Se a lei prevê a pena de morte é porque houve um plebiscito antes junto à população para se decidir a inclusão ou não da pena máxima na lei. Daí que comentários como “o estado não tem o direito de matar uma pessoa” deveria ser lido como “a sociedade não tem o direito de matar uma pessoa”.
    - nada disso acontece em ditaduras, regimes militares, regimes duros, regimes de exceção, etc (escolha o adjetivo que quiser). Vale o desejo de quem manda. Infelizmente, metade dos países do mundo vive em regimes não democráticos, onde uma ordem direta do dono do poder (ou do dono da religião) tem efeito de lei.
    - por fim, o fato de existirem muitos negros na cadeia nos EUA e no Brasil nada tem a ver com a qualidade do sistema judicial e sim com a falta de qualidade do sistema social, que manteve os negros à margem das oportunidades de trabalho e educação por séculos. Nos EUA e, em parte aqui também, os negros vão recuperando aos poucos sua cidadania e a tendência é que sua participação na população carcerária diminua (hoje estão aumentando os chicanos, pelo mesmo motivo)

    Eu sou contra a pena de morte. Acho que os animais que assassinam pais nas ruas de São Paulo pelo simples fato deles pedirem para não machucar os filhos não merecem morrer. Merecem mofar décadas na prisão, com muito tempo para refletir sobre seus atos. E deveriam ser impedidos de procriar para não poderem passar seus gens doentios para mais ninguém.

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  • 11/08/2010 - 14:01
    Enviado por: santo

    ha comentrios semelhante ao meu, nao creio que irao me discriminar.

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  • 11/08/2010 - 14:01
    Enviado por: Palmeirense

    Gustavo,
    “não dá para entender como os Estados Unidos, centro do liberalismo e da democracia, mata pessoas para puni-las”
    Não dá pra entender como o Brasil, tido como pacífico, permite que os menores de idade possam cometer qualquer tipo de crime e não sofram nenhuma medida punitiva, mas apensa sócioeducativas. Vaias para o Brasil.

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  • 11/08/2010 - 14:18
    Enviado por: João

    Por mais pertubador que seja ter como setença final de justiça, a morte por alguém que causou o mesmo, devemos olhar pelo prisma do encargo social. Sinceramente questiono a capacidade de se recuperar certas pessoas, você pega um ex-presidiário que causou homicidios, assaltou, e depois de anos de reclusão o sujeito sai o mesmo, e o pior sendo um gasto na teoria, para o governo maior do que um bolsa família.
    Nesse sentido eu concordo com o regime chinês onde a despesa do presidiário é paga pela família, e caso deixem de pagar, ele é morto. A sociedade não pode continuar sustentando esses parasitas, já bastam os políticos…
    Quanto ao Irã, acho hipocrisia por parte do mundo se meter nesse tema, quando aparentemente a mulher está sendo culpada pelo homicidio do marido. Essa é uma situação muito complicada, e a impressão que tem se dado é que o Irã tem sido perseguido, e por erro de estratégia do Estados Unidos (não aproveitaram o 11 de setembro para fazer isso) está se fazendo em um momento onde o governo americano tem uma baixa credibilidade pois atacou desnecessáriamente o Iraque, um país que bem ou mal estava sob controle.

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  • 11/08/2010 - 14:52
    Enviado por: Hagá

    Sou contra a pena de morte em qualquer hipótese. Acho que o mundo inteiro deveria iniciar uma campanha para acabar com essa barbárie por parte do Estado, como já sugeri por diversas vezes em comentários neste Blog.

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  • 11/08/2010 - 15:21
    Enviado por: João Alberto

    Quanto falso moralismo. Quanto tendencionismo. Quanta filosofia barata, pois tentar comparar as penas de morte entre os países acima citados, é falar uma besteira igual a do Lulla, que comparou os presos dissidentes cubanos com marginais de São Paulo.
    Que tal citar como exemplo, a Coréia do Norte, que no mes passado fuzilou o Ministro das Finanças, por ter errado na condução da economia do país, ou do Camboja, ou mesmo de Cuba ????
    Vai ver que a pena de morte nos paises comunistas e nos países mulçumanos se revestem de sublimidade.
    Voces me lembram os anos 60/70, quando os barbudinhos discutiam a salvação do mundo, encharcados de whisky, hi-fi e cuba libre. Hoje a esmagadora maioria deles está muito bem de vida e mamando nas tetas da viúva.

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  • 11/08/2010 - 15:36
    Enviado por: Ismael

    É muito positivo que se discuta a pena de morte, mesmo porque no Brasil ainda tem muita gente a favor em vista do crescimento da violência. O problema porém, com ESTE caso no Irã, não é a discussão sobre a pena de morte mas o apoio que o governo Brasileiro vem dando a esta e a outras tiranias. Parece-me ilegal, além de ser injusto, que o presidente do Brasil confunda relações comerciais com apoio a governos totalitários, afinal somos uma democracia e um país cristão. Lembro que nos USA é permitido ser de oposição, mas no Irã não.

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  • 11/08/2010 - 15:45
    Enviado por: José FARHAT

    Gustavo,
    Sou contra a pena de morte; ponto !

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  • 11/08/2010 - 15:47
    Enviado por: flavio

    gustavo presta um desserviço ao igualar as situacoes do Irã e Estados Unidos. São sistemas juridicos completamente diferentes, razões da penalidade por motivos diversos, forma de penalizacao imcomparaveis. Cria – ele nao tem este poder claro – desculpas para o Irã apedrejar mulheres indefesas.

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  • 11/08/2010 - 16:07
    Enviado por: Augusto

    Alguem ja viu algum Americano rico ser executado nos Estados Unidos….ahahah. Só se for em Hollywood…em filme de fcção.E depois estes gringos dão uma de baozinhos…pura hipôcresia. Mas tem no brasil muitos assim são contra a pena de morte e a favor do aborto. Como dizia HAWKING, STEPHEN…abandonem o planeta enquanto é tempo.

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  • 11/08/2010 - 16:13
    Enviado por: manuela

    Guga
    As execuções sumarias de lideres palestinos pelo governo de Israel não são uma especie de pena de morte e ainda sem direito a julgamento ?

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  • 11/08/2010 - 16:24
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Gilmar, a divisão do Líbano hoje não se dá entre cristãos de um lado e muçulmanos do outro. Na verdade, de um lado estão os xiitas do Hezbollah e da Amal, aliados ao cristãos seguidores de Michel Aoun. De outro, os sunitas partidários de Saad Hariri com o apoio de cristãos mais radicais como Samir Gaegea. O presidente Michel Suleiman é neutro. Tenho mais de cem posts sobre o Líbano no blog discutindo todas estas questões, inclusive alguns na semana passada e mesmo ontem. Vale a pena ler. Assuntos libaneses são os meus preferidos

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  • 11/08/2010 - 16:26
    Enviado por: Alonso

    Sempre me ocorre que o Islã foi fundado em meados do século VII (as revelações de Maomé ocorreram entre 610 e 632). Esta religião tem, portanto, cerca de 1380 anos. O que ocorria com a religião católica quando ela tinha 1380 anos? Idade Média! Extrema ingerência da religião sobre os diversos Estados, inquisição, caça às bruxas, milhares de execuções na fogueira e prática corrente de tortura em ferramentas sádicas e cruéis.

    Certos países islâmicos estão vivendo sua Idade Média…

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  • 11/08/2010 - 16:27
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Flavio, eu não igualei as situações no Irã e nos Estados Unidos. Não distorça o que eu escrevi, por favor. E sou completamente contra o apedrejamento de mulheres no Irã

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  • 11/08/2010 - 16:28
    Enviado por: Gisele Garcia

    Excelente matéria. Os EUA não tem tanta moral para julgar outro país neste sentido e a questão dos cristãos que foram mortos e não causaram comoção internacional também foi bem colocado!

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  • 11/08/2010 - 16:45
    Enviado por: Mohamad

    O papel da pena de morte é o da desforra. Funciona como vingança para aplacar a dor dos ofendidos e lição para conter novos praticantes… E o tipo de condenação que não tem nada a ver com o direito moderno.
    Penso que todas as sociedades, árabes abrangidos, deveriam revogar esse brutal castigo.

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    • 11/08/2010 - 21:54
      Enviado por: Yoko

      É uma constatação importante. A vingança (ou desforra, como você diz) está no âmago da sentença de morte da maioria das culturas. É esse desejo de busca do “equilíbrio”, da compensação, que faz com que muitos exijam a condenação do culpado, mesmo que haja dúvidas se aquele é mesmo o culpado. Muitas vezes as pessoas estão apenas em busca da compensação, de alguém para culpar e punir.

      Em outras palavras: muitos estão mais interessados em buscar um bode expiatório.

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  • 11/08/2010 - 16:48
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Zezinho, coloquei todos os links, menos os que você fala uma inverdade sobre mim. Eu disse que o alcorão não fala do apedrejamento. Todos os links colocados por você não são relacionados ao alcorão. Portanto não tenho nada que corrigir. Esta é a segunda vez hoje. Em outro trecho, você pediu que eu corrigisse uma coisa que não escrevi sobre a mutilação de mulheres. Isto é, você distorceu o que escrevi

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    • 11/08/2010 - 17:16
      Enviado por: Zezinho

      Gustavo,
      Quanto ao alcorão não falar em apedrejamento eu citei pedaços do mesmo e dei a referência. Ou você não leu?
      O que mais precisa além de citar livro, capítulo e parágrafo????

      Portanto peço a gentileza de corrijir a informação Ou me mande o seu endereço e mando uma cópia das páginas.

      Pelo visto muitos aqui estão distorcendo o que você escreve.
      Duas são as opções:
      1)Uma conspiração de lectores contra você ou
      2)Seu estilo de escrever!

      Por exemplo você falou “o método tribal da mutilação”
      Sugere que a mutilação só ocorre em tribos diluindo a mportância do fato.

      Obrigado!

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    • 11/08/2010 - 17:38
      Enviado por: Gustavo Chacra

      O Gmail de vocês também está fora do ar? O meu está com erro técnico. Gostaria de saber se é geral

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    • 11/08/2010 - 17:42
      Enviado por: Zezinho

      gmail?
      e’ yahoo!

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    • 12/08/2010 - 05:34
      Enviado por: José FARHAT

      Gustqavo,
      Você está certíssimo.
      Zezinho, em seus comenhtários de 11/08/2010 às 12:52 e 13:00 não cita o Alcorão e sim Hadith atribuídos a Abdullah bin Umar e Sahih Bukhari que não têm autoridade para transmitir o que disse o Profeta.
      Tem mais, ele mente quando diz no mesmo dia às 17:16: “Quanto ao alcorão não falar em apedrejamento eu citei pedaços do mesmo e dei a referência. Ou você não leu? O que mais precisa além de citar livro, capítulo e parágrafo????”
      O que ele coiou, e como eu disse acima, foi transcrições de bin Umar e Bukhari, nada tendo a ver com Alcorão.
      Zezinho está desinformado ou fez isto de propósito para denegrir o Islã e seu Livro Sagrado, contrariando as regras da boa educação e do próprio blog.

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  • 11/08/2010 - 16:48
    Enviado por: João Carlos

    Na Coreia do Norte, toda atividade religiosa é vista como uma rebelião aos princípios socialistas que imperam. A situação dos cristãos é extremamente dificil neste momento, embora o regime norte-coreano esteja deixando aos poucos a mão-de-ferro com a qual controlava a sociedade, muitos cristãos são mortos ou levados para trabalhos foçados.
    A Coreia do Norte tenta manipular a sociedade a fim de exterminar atividades cristãs, e usa todos os meios do poder para isso. Foram feitas pesquisas, e descobriu-se muitos cristãos secretos no país.foram expostos durante pesquisas estritas da Coreia do Norte. Diz-se que os cristãos têm sido usados como testes para armas biológicas e químicas.
    E o mundo faz de conta que não vê. Até que em fim alguém citou algo a respeito dos cristãos mortos na Coreia.

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  • 11/08/2010 - 16:53
    Enviado por: Gustavo Chacra

    MarioS, nenhum leitor deste blog defendeu o apedrejamento de mulheres. Aliás, ninguém tentou justificar a repugnante ação do governo do Irã. Portanto não faz sentido o que você escreveu. Outro dia citei o principal líder xiita do Líbano, o Fadlallah, morto no mês passado, que defendia a igualdade de mulheres e homens, o direito de a mulher decidir como deve se vestir, de usar métodos anticoncepcionais, de pesquisas sobre a clonagem entre outros pontos. Note que ele é xiita, tanto quanto qualquer aiatolá iraniano. Os líderes xiitas do Iraque tampouco defendem que o governo de Bagdá adote esta medida. A crítica deve ser feita ao regime do Irã e a outros, como na Arábia Saudita, que também utilizam este procedimento. Melhor ser específico na crítica

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  • 11/08/2010 - 16:56
    Enviado por: MarioS

    “In which countries is FGM practiced?
    FGM is practiced in countries such as Egypt, Yemen, and Iraqi Kurdistan”
    Puxa Zezinho, e eu que pensava que a resposta seria Holanda, Dinamarca, Noruega e Canadá!

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    • 11/08/2010 - 21:58
      Enviado por: Yoko

      Gustavo, acho que este comentário nada tem a ver com o post. Não deveria estar em algum lá trás, em que se falou na mutilação genital?

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  • 11/08/2010 - 16:59
    Enviado por: Tiago

    Sobre a pena de morte nos Estados Unidos, também recomento o excelente filme “A Vida de David Gale”, com o Kevin Spacey e a Kate Winslet.

    Obrigado.

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  • 11/08/2010 - 17:03
    Enviado por: João Só

    Excelente, Gustavo.

    É claro que isso não justifica o apedrejamento de nada e ninguém, mas parece que a estão acusando não de adultério mas sim de ter participado no assassinato do marido pelo amante.

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    • 11/08/2010 - 21:30
      Enviado por: Órion Brasil

      É João, parece… se alguém descobrir que o cara morreu de um infarto fulminante, e for divulgado, Vão matá-la por conspiração. Primeiro foi adultério, agora assassinato e depois pode ser qualquer coisa… Acho que ela não quiz dar alguma coisa para algum aiatholá… Agora a pouco achei a maior graça, alguém escreveu “JUSTIÇA DO IRÔ. Existe isto realmente?

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  • 11/08/2010 - 17:21
    Enviado por: MarioS

    “Está claro que o mundo vê as condenações à pena de morte no Irã, Arábia Saudita e Coréia do Norte como atraso dos regimes que governam estes países.”
    “não dá para entender como os Estados Unidos, centro do liberalismo e da democracia, mata pessoas para puni-las, ainda que elas tenham cometido crimes bárbaros, como homicídio e estupro.”
    Gustavo,
    Exatamente isto é o que eu nunca consegui entender. Este “raciocínio” é sempre aplicado pelos semi-radicais contra Israel e os EUA: como voces (Israel e EUA) são democráticos e “bonzinhos”, todo e qualquer ato incorreto será criticado à exaustão, como seus inimigos são ditaduras assassinas, espera-se deles atos criminosos.
    Até aí dá para “aceitar” (no sentido de que existe uma certa lógica) DESDE QUE, se seguisse algo do tipo: estamos com voces, melhorem, os outros são um caso perdido.
    Sei perfeitamente que voce admira os EUA e abomina o Irã, mas muita gente (que seja), para defender o regime sanguinário dos aiatolás cita a existência da pena de morte nos EUA. Claro que “esquecem” de citar duas pequeeeenaaaaasss diferenças: motivos e o processo legal.

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  • 11/08/2010 - 17:25
    Enviado por: Tetsuo Shimura

    Eu sou a favor de penas sevéras, seja capital ou prisão perpétua, tanto quanto sou testemunha de que o regime militar no Brasil não me impediu de continuar minha vida tranquilamente; muito mais tranquila que os dias atuais. O princípio da questão passa por um ditado popular: quem não deve, não treme.

    Os romanticos temas que dizem buscar a recuperação dos detentos, ditos por juristas visam exclusivamente à reserva de mercado uma vez que reincidentes são fontes fáceis de ganhos econômicos. Já aqueles que repudiam penas sevéras, ênfase aos membros do nosso legislativo, não o fazem guiados por princípios humanisticos ou religiosos, mas imaginando-se ou temerosos da condição de réus.

    Alguns exerceram o direito de condenar a pena capital ainda em prática no Japão, entretanto, poucos sabem que o mercado de câmeras de vigilância, cercas eletrificadas ou vigilância particular é inxistente naquele país; vai-se a uma loja e o normal é deixar o carro com a chave no contato e no verão, com o motor ligado para manter o ar refrigerado. Em qualquer residência o normal é apenas as chaves das fechaduras sem qualquer outro adicional como as nossas chaves tetras e correntes, tampouco as janelas necessitam de grades e os muros, apenas simbólicos, não comportam cacos de vidros ou pontas de lança. Enquanto lá permaneci, deixava meu scooter na parte frontal da casa que não tinha portão, com a chave no contato. Eu poderia continuar listando uma série infindável de experiências que caracterizam o modus vivendi naquele país, que provavelmente chocariam a todos os brasileiros, acostumados a nossa tragédia diária pela total omissão do Estado.

    No Japão, os criminosos são julgados em tribunal de primeira instância, composto por três juízes e a sentença é proferida pela concordância de pelo menos dois dos membros, o que dá mais transparência e segurança, aliada a ampla defesa. Assegurados todos os meios para que o cidadão possa viver desde o nascimento até a sua morte natural, de maneira descente, segura e confortável, é natural que aos violadores o longo braço da Lei os alcance e os puna. Cabe aqui lembrar que é muito reduzido o número de sentenciados à morte por enforcamento, método utilizado no país.

    Finalizando, confesso que não entendo a dúvida em “não dá para entender como os Estados Unidos, centro do liberalismo e da democracia, mata pessoas para puni-las, ainda que elas tenham cometido crimes bárbaros, como homicídio e estupro.” Às vítimas, cabe apenas desejar que a terra lhes seja leve? E aos familiares, como eu, qual seria a resposta para aplacar o sentimento de impotência, amargura, tristeza e porque não raiva ante a morte de um ente querido?

    Ser complascente com os outros conquanto que as vítimas não sejam nós e nossos familiares.

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    • 11/08/2010 - 19:15
      Enviado por: Mariana Motta

      Tetsuo,
      respeito sua opiniao, mas nao a comparto. Você morou no Japao, eu moro na Espanha. Meu carro “dorme” na rua, moro num edifício sem porteiro, nao tenho sequer câmera no porteiro eletrônico, minha família, crianças incluídas caminhamos com tranqüilidade à noite ou mesmo de madrugada e muitas casas da cidade ainda permanecem com a porta aberta no verao durante todo o dia. A criminalidade aumentou um pouco nos últimos anos, talvez pela crise, mas ainda é muito seguro e tranqüilo viver aqui. Na Holanda também é assim e poderia citar outros países europeos mais tranqüilos ainda. Isso se chama atuaçao do Estado, que faz sua obrigaçao de zelar pela segurança da populaçao. O crime combate-se com segurança pública e Estado de Direito. Mas nao há necessidade de pena de morte para isso, basta que as leis sejam severas e cumpridas fielmente. E quem assassina alguém, deve cumprir uma pena “em vida”, aqui, na cadeia, dia a dia, durante todos os dias de duraçao de sua condenaçao, que por lógica, tem de ser muito longa.

      A morte do criminoso, nao devolve a vida de uma vítima e transforma quem o mata, em outro criminoso.

      “E aos familiares, como eu, qual seria a resposta para aplacar o sentimento de impotência, amargura, tristeza e porque não raiva ante a morte de um ente querido?”
      Nao há resposta… só o tempo poderá liberá-lo desses sentimentos, lhe garanto que outra morte nao lhe aliviaria o sofrimento…

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    • 11/08/2010 - 21:58
      Enviado por: esther stern

      Tetsuo, adorei seu texto e sua visão sobre o assunto é exelente. Que bom que você expressou sua experiencia na coluna desse jornalista tapado. Aliás parece uma febre que vem atingindo o meio. A imprensa quer se fazer presente formando opinião, mas é cada vez mais nítido o quanto estão fora da realidade emocional da grande maioria que gostaria de se sentir segura e confortável, além de poder acreditar no braço da lei e não ter a sensação de sarcasmo e impunidade. Onde já se viu um criminoso perigoso, que tenha chefiado grupos de traficantes bem armados ter progressão de regime e ganhar uma “visitinha” para ver a familia ? E que familia um sujeito desses tem, senão uma pantomima, um deboche do verdadeiro sentido de familia. Esses caras não têm NADA na idéia no que diz respeito a familia, bons costumes e respeito ao proximo. Aliás o que ensina esses valores é a escola, que eles não frequentaram para poder fumar droga e a religião, que jamais lhes foi ensinada seja por desestruturação familiar ou por negligencia mesmo. Bom comportamento !? Ressocialização !? Realmente é uma piada de muitíssimo mau gosto com uma população que já não aguenta mais tanto escanio.

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    • 11/08/2010 - 22:04
      Enviado por: carlos 3m

      tetsuo,

      ” o regime militar no Brasil não me impediu de continuar minha vida tranquilamente; muito mais tranquila que os dias atuais. O princípio da questão passa por um ditado popular: quem não deve, não treme.”

      na teoria voce esta certo, mas voce nao resolveu questionar o regime na epoca, o que eh dever de qualquer cidadao. se o tivesse feito, eh muito provavel que tivesse tido problemas. com isto quero dizer, que o fato de voce nao ter tido problemas nao permite generalizar que qualquer que tivesse sido sua atuacao como cidadao, voce nao teria tido problemas. sutil mas ultra relevante diferenca.

      abs

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    • 11/08/2010 - 22:07
      Enviado por: Yoko

      Sinto muito informá-lo, mas o mercado de vigilância e de sistema de câmeras é bem lucrativo no Japão. A SECOM é uma das maiores do ramo.
      A violência urbana é menos severo que no Brasil, mas é suficientemente preocupante. Não apenas por causa de roubos, mas porque crimes sexuais contra mulheres tem aumentado muito. Note que o número de mulheres que vivem só é bem grande naquele país.

      Morei na região metropolitana de Tóquio, em zona urbana mas próximo de comércio aberto 24 horas. O meu vizinho de cima era o proprietário do imóvel. Mesmo assim o prédio tinha câmeras na entrada, corredores e elevador, portão eletrônico e a segurança poderia ser acionada a qualquer hora. O preço desta segurança certamente era beeem mais cara que no Brasil.

      Fora o mercado de livros sobre dicas de segurança para mulheres. Nas grandes livrarias há estantes só com isso.

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  • 11/08/2010 - 17:38
    Enviado por: Ricardo LG

    Veiaco,

    Foi aberta a caixa de Pandora!!!!!!
    Todo mundo vai dar milhões de exemplos e razões:
    Bandido tem que morrer!!!
    Mas, e se for inocente?
    Então não pode morrer.
    E se for estuprador?
    Aí, castra e mata (nesta ordem).

    Ou seja, bemvindos à reunião de condomínio do mês de agosto!!! só não vale dedo no olho e xingar a mão do outro!!
    Abrs

    Ricardo

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  • 11/08/2010 - 17:41
    Enviado por: Florentina

    Não sou a favor da pena de morte, mas para países que aplica, não deveria aplicar com o objetivo de punição, e sim, de eliminar um indivíduo, que para este país, cometeu barbaridades e continuará a cometer caso venha a fugir da prisão.
    Seria para o Estado, um perigo constante, mesmo preso.
    .
    Neste caso, não necessidade de morte com sofrimento, mas apenas a eliminação, da forma mais simples possível.
    .
    Já este caso da pena de morte da mulher no Irã, é outro caso. É um caso da intervenção absurda da religião no Estado.
    Não se trata de um indivíduo que não pode conviver na sociedade. Na verdade trata-se de alguém que não cometeu crime algum. Uma inocente.
    .
    É o lado mau da religião.
    Primeiro porque apresenta um Deus como um ser superior vingativo e assustador.
    Segundo, porque seus líderes se apresentam como se tivesse uma procuração de Deus para fazer o que quiser. No caso, barbaridades.
    .
    O que eles consideram erro passivo de castigo, ai invés de a transgressora ser punida então por Deus, eles, simples terráqueos, se acham no direito de cumprir a que eles consideram ordem divina.
    .
    Nestes aspectos, temos que diferenciar Estado democrático, aquele que não tem a interferência da religião, com as ditaduras teocráticas, cuja pena de morte atende quase sempre as leis religiosas.

    Parabéns aos poucos países árabes que conseguem afastar o fanatismo religioso do poder do Estado.

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    • 11/08/2010 - 17:43
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Florentina, o Irã não é árabe, como você sabe. E algumas ditaduras árabes não tem nada de religioso, como a do Egito, Síria, Tunísia, Líbia e Yemen

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    • 11/08/2010 - 18:16
      Enviado por: Jana

      “Neste caso, não necessidade de morte com sofrimento, mas apenas a eliminação, da forma mais simples possível.Neste caso, não necessidade de morte com sofrimento, mas apenas a eliminação, da forma mais simples possível.”

      Florentina,

      Esse pensamento eh altamente perigoso. Não podemos esquecer q Hittler e outros genocidas da história também acreditavam nessa ideia de simples “eliminação” de seres humanos.

      Como brilhantemente registrou a filosofa Hannah Arendt, em seu livro “The Human Condition” (A Condicao Humana), os regimes totalitários amparam-se no pensamento da “descartabilidade” da vida e dos demais direitos humanos, para perpetrarem barbáries intitucionalizadas.

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  • 11/08/2010 - 17:50
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Zezinho, meu Gmail voltou, mas não está enviando email. Não sei o que aconteceu. Consigo receber e atualizar apenas. Se alguém estiver com o mesmo problema, me avise

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  • 11/08/2010 - 17:55
    Enviado por: Dennis

    A única coisa que me preocupa, é que, todos os lados são muitos estranhos. Aí mora o Perigo de uma única História! Todos distorcem-na em seus favores e desejos. O que se vê aqui é um claro, eu sei, eu sou eu tenho certeza. Então o perigo de uma única história continua..!

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  • 11/08/2010 - 17:55
    Enviado por: Florentina

    Foi exatamente o que eu afirmei.
    Parabéns aos poucos países árabes sem interferência da religião no Estado, como você citou alguns.
    Não inclui o Irã como árabe, mas sim como Estado sob interferência da religião.

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    • 12/08/2010 - 05:44
      Enviado por: José FARHAT

      E o que tem a religião com os árabes; minoria que são entre os muçulmanos? É simplesmente para divulgar preconceitos contra uma religião abrahâmica, contrariando a boa educação e as regras do blog. Que alguém dissesse isto de outra religião e seria taxado de tudo o que conhecemos.

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  • 11/08/2010 - 18:01
    Enviado por: Florentina

    O Irã não é uma nação árabe, mas o caso da pena de morte de Sakineh Ashtiani é genuinamente árabe.
    Aliás, todos os atos, atitudes, crença, poder, costumes, leis etc, é tudo árabe.
    Então, coloquemos este caso no mesmo pacote.

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  • 11/08/2010 - 18:06
    Enviado por: Sérgio Paulo

    Lendo não poucos comentários anteriores ao meu, causa-me impressão desconforável, não fico perplexo, porém, pois a pena de morte é considerada tanto por gente perfumada como fetida com um excelente alternativa para combater o crime. O pior é que crime conforme a cultura é conceituado de forma diferente, tudo dependendo das consequências que certos atos podem provocar no equilíbrio determinado pelas tradições e valores. Quando eu era menino, ainda me lembro, em uma cidade pequena do interior, matar brutal e sangretamente a esposa adúltera, era defesa da honra, com absolvição plena dos homens dignos e justos que compunha o corpo de jurados. Atitude essencialmente igual as atuais leis do Irã. Ruim, muiito ruim.

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  • 11/08/2010 - 18:46
    Enviado por: Claudio

    Implícitamente você parece ser contra a pena de morte até em casos de crimes bárbaros.
    Vou dizer-lhe uma coisa, quando ouço pessoas se posicionarem assim sinto asco!
    Você não acredita de verdade que um indivíduo que corta uma criança em pedaços, depois de estupra-la, e, enfia em uma mala para tentar esconder seu crime esteja sendo injustiçado por ser condenado a execução. Não pode estar falando sério rapaz!
    Não pode estar falando sério também quando diz que um indivíduo que corta a orelha de uma criança de 6 anos de idade, depois de mantê-la em cativeiro, e, envia dentro de um envelope para a familia somente para conseguir receber um resgate não é digno de morte.
    Não pode estar falando sério quado diz que indivíduos como aquele de Goiás, que matou, esmagando a cabeça, 6 adolescentes, depois de estuprá-los, não seja digno de morte.
    Não pode estar falando sério (principalmente por ter a formação que tem) também quando coloca EUA, Coréia do Norte e Irã no mesmo balaio. Fala sério não é amigão???
    TEM DÓ HEIN!!! SR. HUMANITÁRIO.

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    • 11/08/2010 - 21:40
      Enviado por: esther stern

      Concordo contigo, Claudio. Também sinto um nojo terrível desses manés humanitarióides que querem fazer uma opinião generalizada e sem o menor escrupulo sobre a pena de morte contra crimes hediondos. Acho que esses colunistas não têm a menor competencia humanitária para debater sobre o certo ou errado que esteja aflingindo a segurança e a dignidade da população. Imagina sair de casa e ser baleado por uma gangue de vagabundos que só querem zuar, cobrar dividas de trafico, roubar e praticar atos de vandalismo contra o patromonio publico. Coisinha trivial tudo isso, pode-se dizer nas palavras desses humanitarios de plantão. Alias os crimes barbaros têm se tornado coisinha trivial graças a esses idiotas humanitarióides de plantão. Esse mané colunista deve andar de carro blindado, não ter filhos e viver viajando por ai para achar que tudo está perfeitinho.

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  • 11/08/2010 - 18:47
    Enviado por: eliezer da gama

    uma drastica diferença um adulterio e um assassino, geralmente duplo homicidio ou latrocinio( matar para roubar) animais que não dão nada pela vida humana, o que o irã faz é barbarie e não tem nada a ver com cultura , quando jesus disse quem não tem pecado atire a primeira predra , aquele povo estava acostumado aquela pratica mas o confronto fez eles recuarem, os eua fazem o correto aqui devia fazer o mesmo.

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  • 11/08/2010 - 18:53
    Enviado por: José Vasconcelos.

    Se isto acontece em Israel ia ter blog para uma semana ….
    Como não foi,não dá tanto ibope.
    Já que o tema é lei e penas que punem,leiam com atenção.
    E o Lula,vai fazer o que???
    Aguardo comentario dos leitores.

    Comentários

    RIO – Uma brasileira de apenas 14 anos foi condenada a seis meses de prisão em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, por ter feito “sexo consensual” com um paquistanês de 25 anos. Após cumprir a pena, a adolescente será deportada.
    Cartaz com lista de proibições do que fazer em local público nos Emirados Árabes O pai da garota inicialmente prestou queixa alegando que sua filha havia sido estuprada pelo paquistanês, que trabalha como motorista de ônibus, no começo de abril. A investigação, porém, comprovou que a brasileira já estava mantendo contato com o paquistanês, enviando mensagens pelo celular. Segundo o jornal The National, a adolescente se retratou da acusação de estupro durante uma audiência na corte no fim de julho.

    - Ela vinha enviando fotos íntimas dela, incluindo algumas em que ela aparecia nua, além de mensagens de texto – disse o Chefe de Justiça Saeed Abdul Bashir ao Gulf News.

    Segundo o Itamaraty, haverá recurso em segunda instância do caso. O motorista paquistanês foi condenado a um ano de prisão, também seguida por deportação.

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    • 11/08/2010 - 22:24
      Enviado por: carlos 3m

      ze, isto mostra que o caso do ira eh so um pouco mais recalcitrante. claramente, ha algo de podre no reino das arabias.

      e por se fosse pouco, tem gente que esta mais preocupada com o adulterio do que matar alguem a pedradas ou de outra forma e mesmo com a opressao das mulheres. twisted mind da nisso.

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  • 11/08/2010 - 19:24
    Enviado por: José Carlos

    O que mais me assusta é que a morte por apedrejamento, além de ser cruel, é praticada pelo povo e não por uma única pessoa, que seria o carrasco. Fico imaginando a mulher caída, sangrando, e pessoas continuando a atirar pedras… Por que tanto ódio? Quem atira pedras numa infeliz dessas será, por acaso, uma pessoa pura, casta? Se fosse, então não faria isso. Existem ONGs contra a matança de baleias, focas, etc., e não há iorganização alguma que lute contra esse tipo de execução tão perverso?

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    • 12/08/2010 - 19:56
      Enviado por: Ubiratan

      Sr., José Carlos;
      A maioria das seitas religiosas, são essencialmente misóginas, exetuando-se algumas seitas na Asia. Elas ( as seitas religiosas ) não suportam que o genero feminino tenha o poder da sedução, e consigam arrastar o genero masculino para uma loucura caliente.
      Quando querem seduzir, ninguém segura. Para mim está ótimo, nada contra.
      Em tempo: Quando era moleque levei uma estilingada na cabeça em uma briga de rua. Se essa iraniana não tiver coragem, deverá sofrer muito, infelizmente.

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  • 11/08/2010 - 19:52
    Enviado por: Manoel Joaquim

    Ontem um foi detonado com uma injeção venenosa do estado prafrentex e, aí???

    O formato continua o mesmo:

    “Está claro que o mundo vê as condenações à pena de morte no Irã, Arábia Saudita e Coréia do Norte como atraso dos regimes que governam estes países. São nações que ainda desrespeitam os direitos dos homossexuais, das mulheres e das minorias”.

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  • 11/08/2010 - 20:26
    Enviado por: Tweets that mention De Washington a Teerã – Como no Irã, EUA e Japão ainda adotam a pena de morte « Gustavo Chacra -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by Leticia Bicicretinha and Jefferson Nascimento, AntonioLuiz MCCosta. AntonioLuiz MCCosta said: RT @inter_estadao: No blog de @gugachacra: a pena de morte no Irã, EUA e no Japão http://ow.ly/2o9Zi [...]

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  • 11/08/2010 - 21:16
    Enviado por: José Vasconcelos.

    Como os iraquianos sunitas sabem que vão sofrer um banho de sangue das milicias xiitas cuja população é 80% do pais e apoiadas pelo Iraque,veja a declaração deste general iraquiano que certamente não quer que os USA vá embora e ele morra enforcado:

    11/08/2010 – 18h33
    Chefe do Estado-Maior do Iraque considera prematura retirada dos EUA antes de 2020

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    DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

    O chefe do Estado-Maior do Iraque, general Babakar Zebari, alertou nesta quarta-feira que a retirada total do Exército americano até o final de 2011 é prematura, porque suas forças não estão em condições de assumir plenamente a segurança do país antes de 2020.

    “Nesse momento, a retirada se desenvolve muito bem, porque os americanos ainda estão aqui, mas o problema será diferente depois de 2011″, declarou Zebari.

    Em entrevista coletiva, após uma reunião de altos comandantes do Exército iraquiano no Ministério da Defesa, ele advertiu que a preparação das Forças Armadas ‘chegará ao seu mais alto nível nos próximos anos’.

    O Exército americano mantém, atualmente, 64 mil soldados no Iraque. Em 31 de agosto, encerra o prazo dado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para reduzir esse número a 50 mil. Esses 50 mil deverão deixar o país até o final de 2011, segundo um acordo firmado pelos dois países em novembro de 2008.

    Babakar disse que o Iraque vai trabalhar para assumir as missões a partir de 2011, embora ‘os políticos devam encontrar outros métodos para compensar o vazio produzido depois da retirada americana em 2011, porque o Exército não estará consolidado antes de 2020′.

    “Se me perguntarem sobre a retirada, responderei aos políticos que o Exército americano deve ficar até que o Exército iraquiano esteja pronto, em 2020″, disse.

    Essa é a primeira vez que um chefe do Exército iraquiano pede aos americanos que fiquem além do prazo definido entre Washington e Bagdá.

    EUA

    Por sua vez, o governo americano sempre afirmou que respeitaria o prazo de retirada gradual estabelecido pelo presidente Obama.

    Nesta quarta-feira, após uma reunião entre Obama e responsáveis sobre a situação no Iraque, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que os EUA finalizarão sua missão de combate no Iraque “nos prazos previstos, até o fim do mês”.

    “Estamos dentro dos prazos previstos pra finalizar nossa missão de combate” no Iraque, em 31 de agosto, disse Gibbs em entrevista coletiva.

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    • 12/08/2010 - 04:51
      Enviado por: Manoel Joaquim

      De fácil interpretação: Quinta coluna!!!!! Aliás, foi somente um General, imagine dois generais???? Seria uma comoção nas mídias de todo o mundo!!!! É mole ou quer mais???

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  • 11/08/2010 - 21:29
    Enviado por: esther stern

    Acho que a pena de morte é uma necessidade para conter o avanço de uma criminalidade que não vê, não sente e não se intimida com mais nada e, o pior ainda desafia as leis que visam educar o condenado para uma posterior ressocialização. Não creio que esses indices de criminalidade irão diminuir com educação e medidas ditas “politicamente corretas” dentro de uma perspectiva humanista. Todos negam, por uma questão de modismo humanitário, mas verdade seja dita, pena de morte seria um grande avanço sobre o estado refratário da marginalidade em relação à lei. Alguém já viu uma pessoa voltar a cometer o mesmo crime quantas vezes lhe for possível depois de morto ? Ou ainda, ser visto como um icone para organizações criminosas que debocham do cidadão e da lei ? Acho que não.

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  • 11/08/2010 - 21:37
    Enviado por: wilsonjunior

    Está errado o colunista, a pena de morte não é para punir e sim como forma de CONTROLE SOCIAL!Nunca assistiram filmes Americanos em que o Juiz da a oportunidade para o criminoso de alistar-se na Marinha ou pegar perpétua, ou outra pena?Onde vc’s acham que eles enfiam os loucos nos EUA?E ainda vira e meche tem problemas.

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    • 12/08/2010 - 09:56
      Enviado por: MarioS

      “!Nunca assistiram filmes Americanos em que o Juiz da a oportunidade para o criminoso de alistar-se na Marinha ou pegar perpétua, ou outra pena?”
      Não, nunca, voce poderia citar alguns?

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  • 11/08/2010 - 21:46
    Enviado por: EDNILSON

    A comoção é simplesmente pela forma de governo vigente. Se é na China, incomoda, já nos EUA, normal. O mesmo se aplica ao terrorismo, se é muçulmano choca, se é um cristão ocidental da Irlanda (IRA) ou da Espanha (ETA), não. É tudo relativo aqui na república tupiniquim, onde Democracia parece que se resume ainda a apenas votar para presidente.

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    • 12/08/2010 - 10:00
      Enviado por: MarioS

      “O mesmo se aplica ao terrorismo, se é muçulmano choca, se é um cristão ocidental da Irlanda (IRA) ou da Espanha (ETA), não. ”
      Um dos motivos não seria que faz tempo que ETA e IRA (principalmente) não o praticam? A frequência? O fato de que o ETA, nos últimos, avisava antes para que houvesse perda de vidas? A abrangência geográfica? A total falta de clareza nos objetivos?

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  • 11/08/2010 - 21:50
    Enviado por: Catarina

    Gustavo, a relaçao que vc fez entre a puniçâo de crimes hediondos e os crimes cometidos em países árabes( ou no persa…) em nome da moralidadade sexual , no caso do exemplo de Sakineh , foi infeliz.
    Enforcar, apedrejar e matar alguém porque cometeu adultério ou é homossexual somente demonstra que estas pessoas estâo anos luz dos direitos humanos.
    No caso dos EUA, a pena de morte se aplica a crimes sem nome, como descreve o romance jornalistico de Truman Cappote , A Sangue Frio.
    Ou como descreveram algumas comentaristas hoje aqui, um estuprador que mata, corta e guarda uma criança na mala, este sim, nos EUA ou em qualquer lugar do mundo (aconteceu esta barbaridade em Curitiba e o demente abandonou a mala na rodoviária) deveria ser exterminado.

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  • 11/08/2010 - 22:05
    Enviado por: HenriqueS

    Eu sou a favor do apedrejamento (ou lapidação, como queiram) do Ahmadinejad, da Guarda Revolucionaria e dos aiatolás que perseguem religiosos, homossexuais, oposicionistas e mulheres adúlteras.
    .
    A Sakineh é a Geny do Irã; que aliás devera ser enforcada entre hoje e amanhã.

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  • 11/08/2010 - 22:08
    Enviado por: carlos 3m

    gustavo, eu mandei dias atras um email para voce no endereco yahoo que eu tinha. como nao tive resposta e voce agora esta falando em gmail, deduzo, apos meditar longamente no wc, que voce trocou de endereco de email.

    seria muita intromissao na sua vida de bloguero que voce nos proporcionasse com o teu endereco atual de email?

    ou se nao publicamente, privadamente (sem relacao ao wc)

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  • 11/08/2010 - 22:10
    Enviado por: Degrelle

    Fabio de Israel:
    Em relação às pérolas de comentários seus de 11/08/10 às 11:13 e 11:37, deixo claro que não me refiro ao fato da legítima defesa sua e de terceiros.
    Estou exclusivamente me referindo ao crime que você confessou ter cometido ao circular pelas ruas de São Paulo portando uma pistola 9 mm de uso restrito das forças armadas. Não existe porte legal para esse calibre ( nem para a policia), nem registro, e mesmo tendo acontecido o fato há anos, jamais houve porte legal de calibres restritos para as Forças Armadas.
    Só falta você dizer agora que era oficial das F Armadas… e desertou para Israel…
    Se não for assim, você confessou um crime que hoje é inafiançável e dá cadeia mesmo.
    Você Fabio, que sempre criticou o Brasil e os brasileiros por não cumprirem as leis, não só comente o crime, como também usa o tráfego de influências do parente delegado. Realmente enjoativo.
    Ainda bem que foi embora. Espero que em Israel cumpra as leis que não soube cumprir no Brasil.

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    • 12/08/2010 - 07:07
      Enviado por: Fabio de Israel

      Degrelle,uma pergunta,o que voce faria no meu lugar?
      rezaria? esperaria por justica? ao chegar em casa sem seu filho o que voce diria
      para sua esposa? Voce acredita na justica e na policia em SP ?
      Ta bom,ja entendi,voce e daqueles que acredita em tudo.sabe que?
      Me denuncia,nao tenho problemas nem no Brasil e nem de consciencia,sou
      um cara limpo,e critico o Brasil sim,ou voce nao ve o que acontece a sua volta?

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  • 11/08/2010 - 22:37
    Enviado por: carlos 3m

    sou contra a pena de morte como regra geral.

    o principal motivo eh porque na grande maioria dos casos deve ser colocado na balanca, o tipo de crime e as provas ou certeza da sentenca versus o risco de erro na condenacao e mais ainda a qualidade do sistema judiciario, que sabemos, esta longe da perfeicao em qualquer lugar do mundo.

    ha crimes que chegam a ser indescritiveis, e nao ha castigo que seja suficiente, mas as leis devem ser claras e nao podem permitir injusticas que nao possam ser reparadas em forma razoavel.

    o trato da vida humana nao pode depender em pleno sec 21, da filosofia de regimes politicos, e todos os signatarios da onu deveriam concordar em regras minimas e alterar suas respectivas legislacoes para se adequar a algo mais sec 21.

    praticas como as do ira, sao de antes da idade media e eh necessario assumir que o tempo continuou andando e fazer os ajustes onde seja necessario.

    acho absurdo termos que discutir este tipo de assunto no blog e algumas opinioes me parecem revoltantes porque acham normal esse tipo de conduta.

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  • 11/08/2010 - 22:47
    Enviado por: Yoko

    Recentemente foi aplicada a pena de morte a dois presos, réus confessos de assassinato, no Japão. São as duas primeiras penas capitais aplicadas desde o início do governo do Partido Democrático Japonês, de centro-esquerda. A ministra da Justiça, Keiko Chiba, enquanto o PDJ era da oposição, fez parte do movimento contra a pena de morte.
    A pena de morte é pouco aplicada no Japão, e muitos conseguem mudar para prisão perpétua apelando para instâncias superiores. Nos dois casos recentes os condenados desistiram da apelação. Um deles chegou a afirmar que preferiu “trocar” a aceitação da culpa e do pedido de desculpas aos familiares da vítima pela aceitação de sua condenação, e chegou a afirmar que a própria ministra deveria aplicar a pena com suas próprias mãos.

    Dito isto posiciono-me CONTRA a pena de morte.

    No ano passado foi posto à liberdade um homem chamado Toshikazu Sugaya, que cumpria pena de prisão perpétua pela morte de uma menina de 4 anos. O crime aconteceu em 1990, na cidade de Ashikaga (é conhecido como Crime de Ashikaga), e o DNA de Sugaya teria coincidido com material genético encontrado no corpo da criança.
    Sugaya havia confessado o rapto e assassinato da criança, mas durante o julgamento passou a declarar que era inocente. Ele foi preso em 1991, e em 1993 ele foi declarado culpado e condenado à prisão perpétua. Em 1996, 1997 e 2000 ele apelou da sentença, mas teve o recurso negado. Em 2002 ele entrou com ação contra a justiça de Utsunomiya.
    As coisas começaram a mudar em 2008, quando a rede de TV Nippon TV começou a veicular uma série de reportagens pondo em dúvida a confiabilidade do exame de DNA e a confissão de Sugaya. A corte de Utsunomiya negou o apelo, mas Sugaya e seu advogado não desistiram e resolveram apelar. O caso já repercutia na sociedade, e reportagens focavam na inexatidão dos testes de DNA do início da década de 1990, que tinha margem de erro muito grande. A prova apresentada pela promotoria, fitas de áudio com confissão do réu, também tinha problemas: somente o material editado constava no julgamento.
    Em dezembro de 2008 a corte de Tóquio ordenou novo exame de DNA. Tanto o exame contratado pela defesa como o da acusação tiveram o mesmo resultado: não era possível afirmar que os dois materiais pertenciam a mesma pessoa.
    Em junho de 2009 a justiça ordenou que Suaya fosse solto, por causa da dubiedade da prova. Somente em março deste ano a justiça anulou o julgamento. Mas ele já havia passado mais de 9 anos na prisão, sendo visto pela sociedade como “culpado” por 17 anos. Neste tempo ele perdeu emprego, casa, amigos. A família da criança perdeu aoportunidade de encontrar o verdadeiro culpado, porque o crime prescreveu.
    Sugaya contou que foi torturado psicologicamente para confessar, e que as gravações dos interrogatórios eram interrompidos para que ele decorasse as frases da confissão, os detalhes do crime.

    Fico pensando como seria o desfecho se houvessem aplicado a pena de morte neste caso. Quem assumiria a culpa pelo erro? A polícia que forçou a confissão, os juízes que a aceitaram e negaram a apelação poderiam assumir a culpa? de que modo?

    (Gustavo, sei que ficou enorme. Mas achei importante para mostrar que a pena de morte não é aceitável mesmo quando há confissão. Deixo-o à vontade para editar.)

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    • 12/08/2010 - 01:46
      Enviado por: Paulo

      .
      Yoko
      .
      Vale lembrar que vc está relatando um caso de um país, na média muito honesto, e sério (as vezes até demais) que dizer então em outros cantos do mundo.

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  • 11/08/2010 - 23:04
    Enviado por: Fey

    Mais uma vez estamos discutindo um assunto desnecessário e esquecendo do principal.

    Assunto desnecessário: comparar os EUA, Japão e Coréia do Sul com Irã, Coréia do Norte e Cuba só porque todos tem pena de morte. A diferença é óbvia até pra uma criança de 7 anos: os países desenvolvidos dessa lista conduzem julgamentos mais justos no tribunal, condenam a morte apenas em casos de crimes violentos, e a execução é feita com seringa. O restante condena, apartir de leis ditatoriais sem base, mata por crimes fúteis e ou por interesse político a pedradas, ou fuzilamento.

    Assunto principal: Você é a favor ou contra pena de morte de uma forma geral?

    Opinião pessoal minha. Sou a favor, des de que haja um julgamento justo por crimes hediondos, perante a provas irrefutáveis.
    É claro que esse assunto é polêmico devido a questão moral de se tirar a vida de alguém quando a pena máxima poderia ser modificada para prisão perpétua.
    Pra advogar o meu ponto de vista dou três argumentos:

    1- Estudos e análizes estatísticas de várias universidades americanas, conduzidas inclusive por professores que eram contra a pena de morte, de 2001 a 2007, concluem que a pena de morte de fato inibe o crescimento de número de homicídios. O estudo baseia na teoria econômica que afirma que quanto maior for o custo de se matar alguém, menor será o impulso do criminoso. Foi divulgado pela Washington Post:
    http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/06/11/AR2007061100406.html

    2 – Será que condenar alguém a prisão perpétua é ser mais humano? Muitos de nós, consideramos que sim, porém nunca colocamos em dúvida que o limbo eterno dentro de uma cadeia pode ser pior do que uma morte rápida e sem dor. Talvez seja interessante investigar essa área psicológica.

    3 – Pode parecer extremamente “desumano”, mas economicamente faz sentido condenar assassinos para reduzir o custo e a lotação das cadeias que sai do imposto público também.

    Respeito a opinião daqueles que são contra a pena de morte.

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    • 12/08/2010 - 01:49
      Enviado por: Paulo

      .
      Utilizar “estudos econômicos” para justificar pena de morte? os economistas sequer conseguem prever o preço da carne-sêca daqui a 1 ano!
      .
      Por favor, parem o mundo no próximo ponto que eu vou descer!

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    • 12/08/2010 - 09:44
      Enviado por: Fey

      Paulo,

      Eles se BASEIAM em esudos econômicos, eles não são economistas. Em temos técnicos se chama elasticidade de preço. O princípio é bem fundamental e todos nós utilizamos mesmo não sendo economistas inconscientemente, garanto-lhe que seria interessante pensar sobre isso sem preconceito dos economistas, mesmo você discordando da pena de morte.

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    • 13/08/2010 - 16:34
      Enviado por: Flávio André

      Fey

      Ser a favor da pena de morte é muito bonitinho e cômodo. Você já pensou que alguém vai ter que ir lá e matar o condenado? Você não acha que seria lógico que o carrasco fosse sorteado entre os cidadãos de bem? Ou faremos como na lapidação, que todos jogam pedras? A “engenharia” da pena de morte é a de um assassinato, frio, premeditado, sem dar chances de defesa à vítima e com platéia. Para mim só isso a coloca fora de questão.

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  • 11/08/2010 - 23:19
    Enviado por: PAULO GOLBA

    Fui , sou e sempre serei favorável a pena de morte para crimes bárbaros e hediondos, é necessário se mostrar aos malditos marginais que ao se cometer esse tipo de crime eles pagarão com a vida.
    Gostaria que ela fosse adotada no Brasil, quem sabe esses assasinos que andam cometendo barbaridades com mulheres , crianças e velhos pensassem duas vezes, mas somente saber que eles vão sentir o mesmo terror que suas v´timas sentiram ao saber da morte iminente já me faria sentir bem, e se precisarem de alguem pra ligar a cadeira elétrica me liguem, trabalho de graça e faço cerão, afinal é por uma causa nobre.

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  • 11/08/2010 - 23:32
    Enviado por: Carolyne

    Hu radicaliza.
    Cobra os chocolates que gastou a família do jaz e comercializa as peças.

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  • 12/08/2010 - 00:48
    Enviado por: Bueno de Taubaté

    Parece que no maior país cristão do mundo – os EUA – é onde a pena de morte mais se aplica… Nada daquilo de virar a outra face, perdoar seu inimigo, quem com ferro fere com ferro será ferido. Na hora do ‘vamo vê’, pau nos prejudicados. Por que será?

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  • 12/08/2010 - 06:25
    Enviado por: Joyce

    Como dizia Jack, vamos por partes.
    1) Há países que mantém a pena de morte após longos processos de apelação e revisão de provas de culpabilidade ou inocência. Há outros nos quais não se admite apelação, ou pior ainda, praticam ritos sumários de condenação e execução. Quem faz o quê e se fazem corretamente, é objeto de acalorados debates.
    2) Comparar os EUA com os países islâmicos é algo contraditório. Nos EUA, país cristão, o sistema penal é organizado, há amplo direito de defesa, qualquer cidadão é passível de punição (entenda-se cadeia, xilindró) seja rico (Martha Stewart, é um exemplo) ou pobre. Dizer que os EUA tem o maior nr. de presos do mundo como se isso fosse algo muito ruim equivale a apoiar o sistema penal brasileiro. O que ocorre é que a polícia investiga, prende os culpados, o judiciário julga, e daí só resta cumprir sentença. E como é no Brasil? O índice de crimes resolvidos é uma merreca, a quantidade de privilégios dos que tem educação superior lhes permite apelar e recorrer, e apelar e recorrer num ciclo sem fim (vide o caso Sandra Gomide).
    2.1) Nos países islâmicos onde há pena de morte (atenção ao que eu disse, favor não me acusar de preceonceito contra todos os que professam o islamismo!) se mistura religião, fanatismo, puro e simples desrespeito às mulheres e homossexuais. Daí porque muitos (eu inclusive) se apoquentem tanto com o caso da viúva.
    2.2) O Japão não é nem cristão nem mulçumano. A pena de morte lá é algo mais raro, mas eu não me vejo em condições de criticar o sistema legal japonês.
    2.3) Cuba e demais regimes totalitários executam porque o Estado assim quer que seja. Não tem nada a ver com religião. Se não há sistema de ampla defesa, não há como compará-los aos EUA.
    2.4) Na Rússia também tem pena de morte na forma de execuções à luz do dia (ativistas de direitos humanos, críticos do Rasputin, gente que deixou de estar entre os favoritos do Kremlin) e, outra vez, não tem nada a ver com religião.
    3) Conclusão: muitos Estados matam. Não dá pra acusar os mulçumanos de serem mais bárbaros que os outros. O que sim se pode fazer é criticar a forma de execução ou o sistema legal do país.
    4) Eu seria favorável à pena de morte no Brasil se enfim se julgassem os verdadeiros malfeitores dessa grande pátria insignificante tais como Collor e Alliados.
    5) Eu condeno a pena de morte em países onde não se pratica o direito de defesa, onde se obtem confissão após torturar o acusado, onde as acusações mais levianas são aceitadas por “espertos”, onde nada é garantido, exceto a certeza da condenação.

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  • 12/08/2010 - 07:32
    Enviado por: Florentina

    São dois tipos de pena de morte.
    .
    1 – A aplicação em crimes hediondos.
    2 – A aplicação por motivos políticos ou religiosos.
    .
    No primeiro caso, é muito divergente. Como pode se perceber aqui mesmo no blog tem gente a favor e contra.
    No segundo caso, por motivos políticos ou religiosos, parece haver uma unanimidade: É crime contra a humanidade.
    E mesmo que não houvesse, é considerado pela Corte Penal Internacional.
    .
    Temos uma Corte Penal Internacional para agir nos casos de crimes contra a humanidade.
    A pena de morte por motivação política ou religiosa se enquadra nestes crimes.
    .
    Não pode se render as explicações de se tratar de culturas diferentes os direitos nacionais, tratando-se de crimes contra a humanidade, o mundo tem obrigação de exercer pressão contra.

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  • 12/08/2010 - 08:45
    Enviado por: MarioS

    “o Alcorão não prevê morte por apedrejamento de mulheres adulteras. Você não pode culpar o islamismo por uma decisão do regime iraniano”
    Tudo bem Gustavo, mas tenho uma pergunta, aliás duas:
    O novo testamente prevê tudo o que foi feito durante a Inquisição? Quem voce culpa por ela?

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  • 12/08/2010 - 09:29
    Enviado por: drmfav

    Para criar mais polêmica.
    De início digo que tenho tendência a ser contra a pena de morte, mas estou quase em cima do muro.
    Quem é a favor (e mesmo quem é contra, não pode negar) argumenta que a pena de morte diminui os crimes de homicídio. Isto está estatisticamente comprovado por modelos matemáticos econômicos.
    Agora vamos polemizar. Todos os especialistas americanos (economistas, criminalistas, sociólogos, etc), em virtude da assustadora escalada de crimes nas décadas de 70 e 80, assumiam como um verdadeiro caos social para a década de 90. Seria uma guerra civil, com o criminoso típico o adulto jovem, pobre, que não teve acesso a educação e convivendo no meio das drogas.
    Então chegou a década de 90. E o que aconteceu? Os crimes misteriosamente começaram a cair vertiginosamente.
    Múltiplas explicações, elocubrações, mas ninguém conseguiu a resposta do porquê deste fenômeno. Falaram sobre melhor repressão, projeto tolerância zero, e vários outros motivos. Mas nenhum desses foi comporvado nos modelos matemáticos econômicos.
    Até que um economista que foi indicado inclusive ao Nobel pelo seu trabalho, e que explica para os leigos seu raciocínio no livro Freakonomics, achou a resposta.
    No início da década de 70 foi legalizado o aborto numa corte federal americana. O número de abortos aumentou exponencialmente. Quem é que mais abortava? Mulheres adolescentes, pobres, solteiras, com pouca educação, muitas vezes envolvidas com drogas. Ora, sabe-se há muito que a grande maioria dos criminosos não teve uma adequada formação familiar, educacional e cultural. Justamente os pretensos filhos das mães que preferencialmente optaram por abortá-los. Esses que foram abortados, seriam a massa de criminosos que prevaleceriam justamente no início da década de 90, pois teriam nascido no início da década de 70 (portanto com uma média de 20 anos). Com isso, esse economista (que não lembro o nome), provou, matematicamente, que a legalização do aborto diminui a criminalidade.
    Agora a enquete;
    Se você é a favor da pena de morte, como você considera o aborto?
    Estou aqui falando de termos bem pragmáticos. Não estou colocando questões religiosas, humanitárias, biológicas. Nem muito menos estou defendendo o aborto. Só estou colocando uma questão polêmica dentro de outra, fornecendo dados para análise.
    Abraços a todos.

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  • 12/08/2010 - 09:34
    Enviado por: Gustavo Chacra

    Zezinho, você não citou o Alcorão em nenhum momento. Portanto, quem deveria se corrigir é você. Seja mais claro nos links que publicar

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    • 12/08/2010 - 12:31
      Enviado por: José FARHAT

      Gustavo,
      Zezinmho não só não citou o Alcorão como citou autores de Hadith que não são confiáveis e considerados autênticos. Veja só: grande parte dos muçulmanos não reconhece a autenticidade dos Hadith quando quem os publica não prova citando o nome de quem afirmou para quem até chegar ao próprio Profeta; algo tão difícil que reduz o número dos Hadith. Por isto pedi a citação -para identificar a(s) fonte(s).

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  • 12/08/2010 - 10:12
    Enviado por: MarioS

    Estou confuso.
    11/08/2010 – 11:42
    Enviado por: Alex
    NÃO está no alcorão, mas está na hadith
    11/08/2010 – 15:57
    Enviado por: José FARHAT
    Você poderia citar este Hadith? É importante.

    Na sequência Zezinho cita alguns e, de repente, eles (Hadiths) não importam mais
    “Zezinho, em seus comenhtários de 11/08/2010 às 12:52 e 13:00 não cita o Alcorão e sim Hadith”

    Afinal, são ou não importantes??????

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  • 12/08/2010 - 10:16
    Enviado por: MarioS

    Como já disse, sou contra a pena de morte, mas sou muito mais contra a situação brasileira, em que homicidas vivem soltos entre nós, como por exemplo Antônio Marcos Pimenta Neves.
    Em Guilherme de Pádua e sua mulher Paula Nogueira Thomaz, cumpriram apenas seis dos 19 anos a que foram condenados e isto porque a vítima era famosa, caso contrário seriam soltos após três.
    Em que bandidos perigosos saem da cadeia para passar o dia dos pais, das mães, Pascóa, Natal e sei lá mais o que cometendo crimes.

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    • 13/08/2010 - 07:43
      Enviado por: Fabio de Israel

      Mario S,esqueceu do Champinha?
      esqueceu do caso da Rua Cuba e tantos outros?
      Nao ha justica no Brasil.E com as proprias maos.
      Como nos tempos do Faroeste.Igualzinho.

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  • 12/08/2010 - 10:27
    Enviado por: carlos 3m

    11/08/2010 – 22:08
    Enviado por: carlos 3m
    gustavo, eu mandei dias atras um email para voce no endereco yahoo que eu tinha. como nao tive resposta e voce agora esta falando em gmail, deduzo, apos meditar longamente no wc, que voce trocou de endereco de email.

    seria muita intromissao na sua vida de bloguero que voce nos proporcionasse com o teu endereco atual de email?

    ou se nao publicamente, privadamente (sem relacao ao wc)

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  • 12/08/2010 - 17:55
    Enviado por: delta9

    nenhum animal na natureza quer morrer, não faz parte do instinto de nenhum deles, sendo assim, se matar resolvesse algum problema, tais crimes não continuariam a existir…nossa natureza tambem é animal.

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    • 13/08/2010 - 07:39
      Enviado por: Fabio de Israel

      delta 9,deque animal voce fala,ha dois no mundo,o irracional de que mata para
      se alimentar ou quando se sente ameacado por algo ou alguem e o Racional
      que seria o homem?
      qual dos 2 voce se refere?
      O Animal irracional nao comete crimes,o racional sim.E a nossa natureza e
      diferente da deles,e muito distinto,portanto nao concordo com voce.
      No caso da Pena de Morte ,na minha opiniao, resolve sim.Pois o proximo
      vai pensar 3 vezes antes de MATAR.

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  • 12/08/2010 - 23:29
    Enviado por: César Lima

    O problema com a execução dessa mulher é o motivo absurdo. Na maioria dos países civilizados que adotam a pena de morte ela só é aplicada aos homicidas. Já no Irã, que segue leis medievais o motivo é um simples adultério assim como outros que foram condenados no Irã a morte simplesmente por fazerem manifestação contra a o regime. Interessante que a antiga Pérsia teve um dos governos mais liberais e humanos de toda antiguidade, e foi berço de uma religião, o Zoroastrismo, muito tolerante e que é considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Entretanto quanto mais recentemente se originaram essas religiões menos tolerantes ficaram. A rápida expansão do califado árabe coincidiu com o caos causado pelo fim da dinastia sassânida. A maior parte do país foi conquistada de 643 a 650 pelos muçulmanos e todas as outras religiões foram perseguidas. Hoje por exemplo quem mata um seguidor da religião Bahá’ís no Irão não é condenado por nenhum crime.

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    • 13/08/2010 - 20:33
      Enviado por: Órion Brasil

      É isto aí César Lima
      Este pessoal não admite ser contrariado nem questionado agindo com extrema violência contra opiniões contrárias ou críticas aos seus costumes e tentam destruir qualquer coisa que possa ser uma ameaça aos seus ditos e escrituras. Povo dominado e sem escolhas individuais. Lamentável e vergonhoso para a humanidade.

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  • 12/08/2010 - 23:30
    Enviado por: César Lima

    Atualmente todos os membros de religiões minoritárias, incluindo os da seita Sunita, não podem ser eleitos como Presidente da República. Escolas dessas religiões devem ser administradas por muçulmanos. Indenizações às suas famílias por morte são menores que as pagas aos muçulmanos, e crimes iguais recebem penas mais severas para não-muçulmanos. Um muçulmano que comete adultério com uma muçulmana é penalizado com cem chibatadas, mas se um não-muçulmano comete o mesmo delito com uma muçulmana, ele é sentenciado à morte. Conversos ao Islamismo herdam todo o patrimônio de suas famílias, mesmo o de tios e primos, se eles não se convertem também. Como resultado desses privilégios, a população não-muçulmana tem decrescido sensivelmente. Como exemplo, os Judeus passaram de oitenta mil para trinta mil desde a Revolução iraniana. Crimes de morte são penalizados da mesma forma para todos os credos reconhecidos, mas se alguém matar um Bahá’i não recebe punição alguma. A apostasia do Islamismo é proibida e pode levar à morte.

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  • 13/08/2010 - 00:05
    Enviado por: César Lima

    Pastor e membros de igreja são mortos a tiros

    PAQUISTÃO (14º) – No dia 15 de julho, 12 homens encapuzados assassinaram cinco cristãos que saíam de sua igreja, dois meses após os líderes receberem cartas com ameaças de um grupo extremista muçulmano.
    O pastor Aaron John e os membros da igreja Evangelho Pleno, Rohail Bhatti, Salman John, Abid Gill e Shamin Mall saíam da igreja após uma reunião para discutir questões de segurança por causa das ameaças que haviam recebido, conta o filho do pastor, Shahid John.
    “Quando saímos da igreja, doze homens atiraram contra nós”, conta Shahid John, que sobreviveu ao ferimento à bala em seu braço. “O medo dominou a área. A polícia chegou 45 minutos após o incidente, e esperamos mais 45 minutos até a ambulância chegar”.
    Além de Shahid John, mais cinco pessoas ficaram feridas durante o ataque.
    Em maio, os líderes da igreja receberam uma carta do grupo extremista Sip-e-Sahaba, alertando os cristãos a deixarem a área, diz Kiran Rohail.
    Os grupos extremistas Sip-e-Sahaba e Tehrik estão ligados à madrassa (escola muçulmana) local, e os alunos têm ameaçado a igreja desde 2008.
    Os homens encapuzados tinham a mesma aparência física de jovens, como os alunos da escola, e a maneira como atacaram indicou que eles eram extremistas treinados.
    O pastor John e Bhatti relataram as ameaças dos dois últimos anos para a polícia, mas os oficiais não os levaram a sério.
    No dia 15 de julho, o pastor convocou uma reunião para discutir medidas de segurança, conta sua viúva Naila John. A reunião terminou por volta das 19h30, quando eles saíram do templo e foram baleados.
    “Nenhum boletim de ocorrência foi registrado, por causa da pressão dos grupos muçulmanos. A polícia coletou nossos depoimentos, mas não tomaram mais nenhuma atitude”.
    Uma fonte do governo confirmou as mortes dos cristãos, e acrescentou que a pressão dos muçulmanos impediu que a mídia relatasse o caso.
    A igreja foi aberta em 1988, e o pastor John a liderava desde 2001.

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  • 13/08/2010 - 09:31
    Enviado por: douglas

    O que fazer então com esses animais que matam,estupram muitas das vezes-no Brasil-repetitivamente?Recentemente um dessas bestas repetiu o que já havia feito antes com vários jovens,e foi posto em liberdade por um juiz no mínimo leniente.(Considerando que as leis no Brasil são criadas por legisladores(!)muitos deles respondendo processos inclusive criminal.)Se lhe houvessem passado o fio de espada ou melhor,a ponta de uma corda,ou ainda,aposto-lhe uma bola de ferro de 10 kg na canela para o resto da vida essas famílias(que não são a sua) não estariam de luto.E esse é apenas um entre centenas e centenas de exemplos…

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  • 13/08/2010 - 15:00
    Enviado por: Órion Brasil

    Oi meus amigos
    Sinto pena da Sakineh Ashtiani. O que será que fizeram para esta mulher “confessar” que matou seu marido, praticamente colocando a corda no próprio pescoço? Torturas ou depressão, talvez? Será que ela desistiu de viver? Não tive acesso ao vídeo. Olha, se aqui no Brasil as mulheres são humilhadas, mesmo com toda a liberdade de imprensa e proteção legal existentes, eu fico imaginando o que elas sofrem, sujeitas a estas leis “DIVINAS”, naquela terra de Allah. Esta gente, tanto daqui como de lá, não evolui? Sei que é utópico, mas será que a humanidade não viveria com muito mais racionalidade se substituísse todas as religiões por mais educação básica, científica e filosófica, entre outras, acessível a todas as camadas sociais?
    Porque estou preocupado com isto? É porque a Internet nos dá a possibilidade de discutir idéias e defender pontos de vista, criando uma massa conceitual capaz de gerar mudanças e melhorar esta nossa aldeia global.
    Grande abraçoa todos.

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    • 15/08/2010 - 01:08
      Enviado por: Órion Brasil

      O vídeo no qual, supostamente, a Sakineh “confessa” que matou seu marido (note-se que ela já foi julgada e absolvida por este crime antes) é vergonhoso. Seu rosto quase que completamente coberto com um véu com, praticamente, só os olhos de fora, meia de lado e a imagem desfocada, com voz baixa e sobreposta por uma tradução para um dialeto. A quem eles querem enganar? Tenham mais humanidade, expulsem ela do país e mandem para o Brasil como asilada. Vai ficar melhor para todo mundo. Revejam suas leis bárbaras, assim como deveríam fazer outros países onde existe pena de morte. Apelo para o Mundo da Notícia; fiquem de olho onde quer que existam condenados a morte e divulguem, coloquem na Internet… Existem outros meios para tratar estes assuntos com maior eficiência e eficácia.

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  • 14/08/2010 - 16:54
    Enviado por: Malvada

    Sou a favor da pena de morte no caso de crimes como estupro e qualquer coisa que envolva “requintes de crueldade”, pois estou certa de que somos enganados pela visão, e nem todos que aparentam ser humanos, o são, na verdade existem milhares de monstros vestidos de gente entre nós, e a sua natureza maléfica se manifesta de uma maneira ou de outra.

    Pelo respeito a vida das verdadeiras pessoas, sou a favor da pena de morte para tais monstros desumanos, cuja existência só acrescenta dor e degradação.

    A grande questão que veio à tona com o caso de Sakineh, não é a pena de morte, mas os direitos humanos, quero dizer “HUMANOS”…..não dos monstros. A criatura não vai dormir monstro e acordar humana, e se possível fosse, ela mesma não aguentaria conviver com a memória de ter causado tamanho mal a alguém. Se algum desses psicopatas diz ter se arrependido, é mentira!

    Segundo a Dra. Ana Beatriz Barbosa, que é psiquiatra e participou do programa Roda-Viva a pouco tempo, o cérebro do psicopata reage de maneira diferente em relação as pessoas capacitadas a sentir compaixão. Vai chegar o dia, em que se poderá identificar precisamente o câncer-humano antes que ele possa se manifestar.

    No caso de Sakineh, por exemplo, está claro quem são os monstros.

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  • 14/08/2010 - 22:39
    Enviado por: Inaldo Santos

    O homem escreve leis toscas baseadas em algum costume! A sociedade evolui, muda sua forma de pensar e o costume não é mais compatível com as idéias, mas como estão escritas como lei, troca-se de papel! então a lei passa a fundamentar o costume, portanto o contrário do que deveria ser!

    Acredito que qualquer discussão mereça o devido desenvolvimento e várias partes possam opinar, então não estou aqui para reduzir tudo à uma mera e sucinta conclusão, muito pelo contrário, ao invés de fundamentarem no que homens escreveram em tempos diferentes, vamos enxergar nos homens de hoje – do leigo ao altamente qualificado – seus costumes e suas práticas para poder falar do hoje DE hoje e não usar fundamentações que partem de contextos conflitantes com nossa realidade!

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