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Guga Chacra

26.junho.2011 01:55:56

De Tel Aviv a San Diego – Como a Califórnia e o México explicam Israel e a Palestina

San Diego e Tijuana ajudam a entender a Israel e Palestina. A Califórnia era parte do México. Mas os americanos a conquistaram. Aos poucos, a área foi se “americanizando”. Sem, claro, perder as raízes. Inclusive nos nomes das principais cidades desta região, como Los Angeles, San Francisco e Sacramento. A culinária mexicana influencia não apenas este Estado como o restante dos Estados Unidos. Tacos e burritos são pratos comuns mesmo em territórios americanos que nunca foram colônias espanholas.

Há também uma fronteira internacional reconhecida. Claro, muitos mexicanos possuem o sonho de um dia reaver a Califórnia. Mas as instituições mexicanas aceitam as divisas. Sabemos da imigração ilegal, mas  por questões econômicas. Não há o ideal de reconquista. Milhões de mexicanos e descendentes adquiriram cidadania americana. Outros milhares nunca saíram do que hoje são os EUA. Eles têm orgulho tanto do país que os abrigou como das suas origens. São mexicanos e também americanos.

Tel Aviv, como em San Diego, tem uma parte antiga. O nome é Jaffa. Era o maior porto palestino. A cidade americana também seu Old Town, que era mexicano. Os israelenses incorporaram a culinária palestina, como o hummus. Algumas cidades de Israel possuem nomes árabes. Centenas de milhares de palestinos são cidadãos israelenses. Eles seriam como os mexicanos em status legal na Califórnia.

Mas existem diferenças e a solução para o conflito ocorrerá apenas quando os dois lados estabelecerem as suas fronteiras, como os EUA e o México. Notem que os ilegais mexicanos nos EUA são legais no México. O palestino da Cisjordânia e de Gaza não tem cidadania. Estas pesssoas precisam ser alguma coisa. Palestina precisa ser país.

Quando ocorrer um acordo de paz, que fique claro, não será a perfeição. Por isso disso que San Diego e Tijuana explicam Israel e a Palestina. Será um país de primeiro mundo ao lado de outro em desenvolvimento. Certamente palestinos buscarão empregos em Israel. E os israelenses precisaram deles. A fronteira será super reforçada. Haverá problemas de segurança. Mas Israel terá suas fronteiras reconhecidas pelo mundo. E os palestinos terão sua nação.

 Obs. Sigo de férias do jornal na Califórnia

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Também me reservo o direito de não publicar links de sites e blogs que eu não conheça. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios 

Comentários (73)| Comente!

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73 Comentários Comente também
  • 26/06/2011 - 08:03
    Enviado por: HenriqueS

    O maior inimigo dos palestinos que querem viver em paz, são os palestinos extremistas. Depois que eles começaram a se explodir tudo ficou mais difícil. E assim será, pois a semente germinou e nada indica que essa situação irá mudar.
    .
    Também na Palestina o perigo não é a gritaria dos maus, mas sim o silencio dos bons.
    .
    O México reconheceu a soberania dos EUA e não pensa e nem tenta ocupar os EUA. Os palestinos poderiam aprenser a mesma coisa. Poderiam começar reconhecendo que Israel é um estado judaico.

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    • 26/06/2011 - 12:19
      Enviado por: Gustavo Chacra

      HenriqueS, a Autoridade Palestina reconhece Israel. O caráter do que é o Estado (se é judaico ou não) cabe aos israelenses. Se Israel se disser judaico, e os palestinos reconhecem Israel, logo eles reconhecem o Estado judaico. Claro que, neste caso, os 20% de árabes israelenses não teriam a identidade nacional do país. Mas, enfim, eu sou contra misturar Estado e religião, como o Irã e a Arábia Saudita deixam claro

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  • 26/06/2011 - 08:47
    Enviado por: Joana

    Gustavo, interessante a comparaçâo mas vai completamente água abaixo quando se olha o mapa, e deixa de ter qualquer significado comparando o tamanho dos EUA-México com Israel-territórios palestinos.
    Acho que para as negociaçôes terem resultados concretos, outros países vizinhos a Israel teriam que dar a sua contribuiçâo com terra – como a Jordânia – que tem uma geografia cinco vezes maior do que Israel-territórios palestinos.
    O que os árabes parecem ignorar é que a demografia palestina hoje é completamente distinta de 63 anos atrás. É muita gente para pouca terra.

    Gustavo, estou começando a me familiarizar com a tua cara nova . Espero que estejas aproveitando muito bem as tuas merecidas férias.

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    • 26/06/2011 - 12:16
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Joana, todos os países árabes, incluindo Síria e Líbano, dizem há nove anos que reconheceriam Israel dentro das fronteiras pré-1967

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    • 26/06/2011 - 20:20
      Enviado por: José

      Gustavo:
      O Hezboolla nunca permitiria o Libano reconhecer Israel,quanto mais que mesmo que o estado fosse estabelecido nas fronteiras de 67,o Hezboolla não aceita a existencia da “entidade sionista” e os refugiados do Libano não voltariam para Israel.
      E a Siria sem receber o Golân, não reconheceria Israel por nada.

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    • 27/06/2011 - 00:25
      Enviado por: José Antonio

      Gustavo, acho que seria uma boa oportunidade começar a ensinar o que é certo, quem sabe o seu blog seja o primeiro.Não existem fronteiras pré e pós 67, as fronteiras não foram definidas naquela região, o que existe são as linhas onde os exércitos pararam de avançar ou retroceder. Esta negócio de fronteiras pré 67 é uma invenção dos palestinos para tentar dar uma volta no tempo, coisa que é impossível e jamais foi feita em lugar nenhum. O estado palestino não existe porque os palestinos nunca o quiseram, Israel não tem culpa disso. O que existe por parte dos palestinos e árabes em geral é a vontade de transformar toda a região em estado árabe. Se pudessem fazer isso, imediatamente se juntariam a Jordânia e fariam um país só. Claro que o reizinho seria expulso. Vários dirigentes árabes já falaram isso ao longo do tempo. A AP não reconhece o estado judeu por um simples motivo, e é por isso que Israel insiste no reconhecimento. Dizer que reconhece o estado judeu é dizer: Nenhum refugiado tem mais o direito de voltar.
      Não dizer significa: Vamos continuar a guerra contra os judeus. É simples assim. É apenas mais uma das malandragens que querem aplicar nos judeus. Quando o malandro se ACHA muito malandro, acaba tropeçando na própria malandragem, foi o que aconteceu com os palestinos. Ou quem tudo quer acaba sem nada.

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  • 26/06/2011 - 08:49
    Enviado por: Joana

    “Os israelenses incorporaram a culinária palestina, como o hummus.”

    Palestina? Pensei que fosse um prato da cozinha árabe..

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    • 26/06/2011 - 12:14
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Joana, você está correta. E os libaneses são os melhores na culinário entre os árabes, especialmente no Vale do Beqaa

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    • 26/06/2011 - 12:21
      Enviado por: Roland Scialom

      “Árabe” é uma denominação genérica que inclue muitos povos do Oriente Médio. Povos com histórias diferentes. Houve uma época da história, em que esses povos adotaram instâncias da mesma lingua, em concequencia de dominação e religião. Em tempo, em Israel come-se também falafel e outras iguarias.

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    • 27/06/2011 - 16:11
      Enviado por: Zoreh

      Minha cara, os palestinos são árabes.
      Vai dizer que acredita na mentira sionista deles serem filisteus /cretenses?
      Eu hein.

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    • 27/06/2011 - 22:03
      Enviado por: Joana

      Sim , cara Zoreh. Os palestinos sâo tâo árabes quanto os sírios, libaneses e jordânianos , que com os judeus viviam na palestina otomana . Ou entâo os judeus, libaneses, sírios também Sâo TODOS PALESTINOS.
      Afinal era a regiâo da palestina.

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  • 26/06/2011 - 09:00
    Enviado por: José

    Gustavo:
    A questão é que os palestinos querem o impossivel, preferem 100% de nada.
    É igual o terror psicologico que fazem com Shallit,pois no fundo só querem dividir e sangrar a sociedade de Israel e não fazer a troca.
    Muita gente aqui fala e nunca foi lá.
    Dividir Jerusalem, é como dividir uma casa ao meio, e isto não vai acontecer.
    Como não reconhecem Israel como estado judeu,porque isto quer dizer que refugiados não vão voltar para Israel.
    Assim como tropas de Israel ficarão no vale do Jordão.
    Só confiamos nas IDF e não nos palestinos,afinal crianças que foram educadas a odiar judeus e hoje já são adultos,não será um tratado de papel que vai tirar o ódio deles,e tão pouco a influencia iraniana ou dos extremistas.
    Portanto eles nunca aceitarão isto,e trocas terão que ser feitas e eles não vão aceitar que Israel fique com Jerusalem unificada.
    Vão em setembro na ONU tentar deslegitimizar Israel, e vão atropelar o acordo de OSLO.
    Estando então OSLO morto, Israel repensa a sua forma de agir.
    E se os paises europeus não conseguem junto com os USA, fazer nada de efetivo com o Irã que faz o que quer na região,o que vão fazer com Israel, já que nenhum dos 4 grandes vão propor alguma ação ou embargo a Israel,e os USA não vão largar Israel aos lobos???
    Acontece que os dirigentes palestinos tão bilionarios,eles cagam para a massa palestina de Gaza e do Libano,pois eles vivem no luxo, e é a causa que faz mais bilhõens entrarem no bolso deles.
    O mundo deles é algo a parte.
    É só pensar nos nossos politicos:
    Se preocupam com hospital e escola publicas {tambem universidade} e transporte publico???
    Claro que não,a familha deles andam de helicopteros ou carros bliondados,os filhos estudam em escolas da elite e na universidade vão para a PUC,e onibos é coisa que eles nunca entraram na vida,assim como hospital publico.
    E quanto mais este atrazo continuar,mais eles tem verbas para roubar.
    Só não tem a disputa territorial, pois o resto a mentalidade e a mesma.
    A elite que rouba no Brasil e nos palestinos tem casa na Europa e estudam no exterior,e tem diversas contas milionarias lá fora.
    Que diga a sumida mulher do Arafat que nunca mais se ouviu falar dela,que já deve ter arrumado um namorado bem mais novo e tá gastando em bolsas e sapatos a grana que o Arafat desviou das ONGS.
    É igual a Benedita da Silva,depois que ficou uma politica bem de vida,ela não quer nem saber de favelado,menor de rua,pobre e tudo do genero, só quer passear pelo mundo.
    Politicos brasileiros e palestinos só enxergam o povo como ganho para proveito próprio.
    A diferença é a disputa territorial que não tem no Brasil com um pais vizinho.
    Isto sem esquecermos do Acre, pois é uma história com varias versôens.
    Mais como não tem judeu no meio, que se dane o Acre,os curdos,as terras que a Turquia tomou de outros paises e os americanos dos mexicanos.
    Pressão é só na judeuzada, mesmo que 99% dos que berram contra os judeus pelo mundo nunca pisaram em Israel para entender a história deste povo.
    Talvez aprenderam que os Judeus mataram cristo,são todos ricos,só casam entre si,e coisas absurdas que se tornam verdades absolutas nestas mentes.

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    • 26/06/2011 - 12:13
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José, por favor, não generalize os palestinos

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    • 26/06/2011 - 13:00
      Enviado por: Roland Scialom

      As sínteses de José são muito resumidas por causa do espaço desta coluna, mas são bastante corretas.
      Mas, ele coloca na berlinda, com exemplos históricos recentes, elementos da estrutura da sacanagem que reina na humanidade desde o início dos tempos. Sacanagem esta, capitaneada pelas elites, qualquer que seja o lugar geográfico e/ou as crenças religiosas. Além disso, ele resume de forma pertinente como a questão palestina é escamoteada atravês de visões antisemitas.

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    • 26/06/2011 - 13:32
      Enviado por: José

      Gustavo:
      Não quiz dizer todos palestinos,mais grande parte dos seus dirigentes e das crianças que foram educadas com livros que se desenhavam fuzis e bombas nas contas de somar,que assistiam desenhos animados na tv do hamas ensinando a odiar os judeus sionistas,alem das que na época dos homens bombas botavam fogo nos ônibos de papelão de Israel com incitação de adultos, representando o onibos pegando fogo num atentado.
      Crianças fantasiadas de homens bombas,este era o “baile infantil” deles.
      Numa população de milhôens,se 5% for assim{mesmo que seja muito mais que isto},Israel não pode faciltar no vale do Jordão, e ter um Hamas muito mais poderoso que o de Gaza na Cijordania.
      Traria outra guerra,e Israel para se defender seria o pais “chacinador” pois morreria milhares de ambos os lados.
      Como aconteceria se o hezboolla atacar atualmente Israel e o Libano ser destruido,e Israel mesmo se defendendo e sofrendo uma destruição nunca sofrida, seria o culpado diante o mundo porque a destruição do Libano seria 50 vezes maior que a de Israel.
      Já sabemos que para o mundo,Israel não tem direito de se defender,pois quando se defende atacando,é assassino.
      Os direitos humanos da ONU são muito mais obcecados com Israel do que a Siria,China,Russia,USA no Afeganistão e Iraque,Turquia com os curdos,Irã com os Bahais e homosexuais,Sudão,Yemem,Somalia,etc,etc,etc,etc,………
      Portanto Gustavo, Israel tem que se manter no vale do Jordão porque não queremos outra guerra,e não confiamos na paz de papel sem as IDF mantendo a segurança de verdade que a borracha não apaga,o fogo não queima e as mãos não rasgam, como pode ser um tratado com os palestinos.
      Esta é a nossa “apolice de seguro”, e não terá governo de Israel que chegue ao poder, abrirá mão dela.
      Hoje nenhum politico que pense diferente disto,chegará ao poder em Israel.
      Utópicos não vão mais ganhar eleiçôens,e Livni só é lembrada por duas guerras desastradas,que Israel não tirou proveito delas em nada ao seu favor no final dos conflitos.

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    • 26/06/2011 - 13:42
      Enviado por: Jair Almansur

      O Brasil não só não tem disputa territorial com vizinho algum como resolveu todas elas e negociações diretas ou judiciais. Quanto ao Acre, foi bem demonstrado juntos aos órgãos judiciais internacionais que decidiram que o Acre é brasileiro. Você já ouviu falar em refugiado acrano, boliviano ou paraguaio? Algum vizinho reclama do comportamento fronteiriço do Brasil? Então não venha você arrumar pelo em ovo para azedar nossas ótimas relações internacionais. Quanto aos políticos brasileiros, nós os elegemos. São nossos políticos, governam o nosso país. O mais grave é o caso de políticos de um pais decidirem a vida de pessoas de outro pais ou de outro povo que não os elegeu. A isso denominamos colonialismo ou imperialismo.

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    • 26/06/2011 - 14:00
      Enviado por: Youssef S.

      José e demais leitores,
      Uma boa leitura para entender a questão do Acre, que nos últimos meses estranhamente voltou á tona, é o artigo: “O Barão de Rothschild e a questão do Acre” de Luiz Alberto Moniz Bandeira, Professor de História das Relações Internacionais da Universidade de Brasília, aposentado.
      http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-73292000000200007&script=sci_arttext

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    • 26/06/2011 - 15:14
      Enviado por: GabrielL

      Jair,

      Me parece q a sua percepção de história da América do Sul é tão parecida e utópica pelo terceiro-mundismo qto pro OM. Lembro-me q o Evo Morales veio com um papo de o Brasil ter adquirido o Acre em troca de “20 cavalos” com a Bolívia. Não se deve esquecer q o Brasil foi acusado diversas vezes pelos bolivianos de imperialista durante as renegociações dos contratos para compra de gás natural. Vc não conhece a história dos brasiguaios? Já houveram vários incidentes entre filhos de brasileiros no Paraguai (q são brasileiros nascidos e com terras no Paraguai) e o governo envolvendo a questão da compra e posse de terras, vista pelas autoridades locais como ocupação ou “roubo” msmo, desconsiderando o fato de q mtas terras foram compradas pelos descendentes dos brasileiros. Por fim, não tem visto a polêmica sobre a legalização dos carros brasileiros roubados na Bolívia? O msmo ocorre no Paraguai…Acho q a realidade tá longe de ser tão encantada como no mundo bizarro de fantasias e devaneios bolivarianos de nossa tão tacanha e jurássica esquerda terceiro-mundista. No fim das contas, sugiro q leia o livro “Capitães do Brasil” do Eduardo Bueno, pois mostra alguns escândalos não só do Brasil como da América do Sul colonial em q vc chegará a conclusão q não vivemos numa região séria. Só não vê quem não quer…

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    • 26/06/2011 - 17:58
      Enviado por: MarioS

      “Uma boa leitura para entender a questão do Acre, que nos últimos meses estranhamente voltou á tona, ”
      Youssef, é tudo menos estranho. Eles elegeram um caudilho, que logo virou um ditador. Como quase todos os da espécie, vive procurando “culpados” estrangeiros.
      Qualquer semelhança com as lideranças palestinas NÃO é coincidência.

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    • 26/06/2011 - 19:31
      Enviado por: José

      Israeli man narrowly escapes lynch in Issawiya

      GPS mistakenly takes 28-year-old who headed to Ma’aleh Adumim to Arab village where he was pelted with stones, beaten by locals. Village leader rescues him

      Yair Altman
      Published: 06.27.11, 01:17 / Israel News

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      A 28-year-old worker in a moving company trying to reach Ma’aleh Adumim narrowly escaped a lynch attempt in the village of Issawiya in northeast Jerusalem on Sunday after his GPS device mistakenly directed him there.

      His car was pelted with stones and he was beaten by locals. The man was rushed to the Hadassah Ein Kerem Hospital sustaining light head injuries.

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      His life was saved by one of village heads and his sons. “He’s lucky he survived,” the muhtar told Ynet. “We’re against violence from both sides and we must stand up and say no to violence.”

      Light head wounds. Victim in hospital (Photo: Guy Gerfy)

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      Border Guard forces were rushed to the scene as well as Magen David Adom units, which took the victim to the hospital. Police forces canvassed the area but no detainees have been reported.

      Last November four Israelis escaped a lynch attempt in the village, which is adjacent to the Hebrew University Mount Scopus campus. Having made a wrong turn, they accidentally entered Issawiya where they were greeted with sticks and stones. The four were eventually rescued by Border Guard forces.

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    • 26/06/2011 - 20:17
      Enviado por: José FARHAT

      Gustavo
      Concordo com o que você disse ao frequentador do blog a respeito de generalização e acrescento que ela não serve aos interesses dos dois lados e nem ao de qualquer dos lados isoladamente.
      Depois, para responder a seu interlocutor, afirmo que ninguém quer “100% do nada” o que se almeja está na já amarelada proposta de paz da Liga dos Estados Árabes aberta à mesa para ser negociada, representando tão somente princípios, pois ninguém vai negociar já tendo concedido tudo até o limite do possível.
      É digno de se reparar o comportamento de superioridade racial de certas pessoas aqui no blog, dando valor somente a Gilad Shalit e nenhum respeito humano a todos os palestinos e outros árabes, nas prisões israelenses. Um ser humano vale tanto quanto outro.
      Aqueles mesmos que levantam o fato de “gente que fala e nunca foi lá” esquecem que Theodor Herzl, antes ou durante ou depois de ter escrito o Der Judenstat também “nunca foi lá” e isto certamente não derruba a procura de um espaço para estabelecer o “estado judeu”.
      Jerusalém já existiu sob domínio muçulmano e cristão e ninguém pensou que partilhá-la “é como dividir uma casa ao meio”, mas vamos sim protestar contra o fato de alguém querer para si o que é domínio comum. Jerusalém, em minha opinião, não deveria pertencer a ninguém e sim ter o estatuto previsto na mesma Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas de que se aproveitaram os sionistas para criar o seu estado ou, do contrário, estaremos também discriminando o próprio ato da ONU não reconhecendo os outros parágrafos do mesmo documento que diz o que fazer com Jerusalém (Yerushaláyim ירושלים ou Al-Quds القدس).
      Veja-se só que absurdo: usar a religião somente para impedir a volta de refugiados. Não é a religião do estado judeu ou seu laicismo que impede que se chegue a um acordo de paz e sim ideias como esta. Estabelecer um estado atrelado a uma religião ou uma religião a um estado é igualar-se a Irã e Arábia Saudita e, neste caso, os apoiadores da idéia deveriam calar a boca e não atacar os dois países citados usando o mesmo argumento que usam favoravelmente quando se trata de Israel. Não é verdade que os árabes querem retomar toda a Palestina, o que está provado tanto na proposta da Liga quanto no discurso de Barack Obama, aceito pelo lado de cá. Talvez isto não passe de um sonho – e sonhar não é realidade – como é um sonho a Grande Israel, do Nilo ao Eufrates.
      Ninguém tem o direito de dizer o que um estado soberano pode ou não pode fazer, desde que dentro de seu território. Limitar a soberania do Estado Palestino é uma insolência sem igual no Direito Internacional que rege as relações entre Estados. Se Israel se sente ameaçado, com a presença de um Estado Palestino independente como seu vizinho, porque não admitir que os países árabes e não árabes da região também se sintam ameaçados pelo poder militar israelense – e isto é real e a outra situação não passa de uma hipótese? Esta atitude chega a ser imoral. Se Israel só confia em suas forças armadas, no além do arame farpado ou dos muros de sua fronteira, é em Israel que os vizinhos não confiam e a experiência passada é prova e justificativa para isto.
      Por acaso as crianças que escreviam palavras insanamente agressivas nos mísseis a serem lançados contra o Líbano não tinham sido ensinadas a odiar palestinos e árabes em geral? Porque então as crianças israelenses podem e as árabes não podem? No entanto, frise-se bem: do ponto de vista moral, nem uns e nem tampouco os outros deveriam ser ensinados e criados no ódio; ou será que só se pode de um lado para o outro e não no sentido inverso? As crianças israelenses que escreveram nos mísseis já estão governando ou quase chegando lá e o que se pode esperar deles a não ser ódio e agressão?
      É melhor não falar em tratados escritos em papel não respeitados pelos árabes, pois Israel tem a fama de não honrar qualquer papel escrito; as resoluções da ONU nunca foram respeitadas, a não ser um terço de uma única.
      A afirmação seguinte que foi feita na mensagem em questão é certamente o que se chama de complexo de inferioridade: atribuir aos palestinos que vão à ONU procurar legitimar o seu Estado como tentativa de deslegitimar Israel, pois legalizar um não significa infirmar o outro. A verdade por trás disto é que Israel, com o seu estabelecimento e reforço de sua posição, está tentando impedir que os palestinos tenham uma legitimidade para o seu Estado.
      O que acontecer entre Israel e os Estados Unidos não é problema do Estado Palestino; este só quer o seu reconhecimento e por isto está lutando.
      Um povo não tem a sua característica principal no comportamento moral de seus líderes, nem os palestinos pela riqueza, que falta comprovar, de seus líderes ou Israel com dois presidentes assediando as mulheres em sua volta. O povo palestino e o povo israelense não são responsáveis pelo comportamento de seus líderes.
      Finalmente, chega de choramingar, não precisa pisar em Israel para se saber a história do povo judeu, suas glórias e seus pecados, pois não são diferentes dos outros povos que habitam ou habitaram este planeta. O grande pecado do povo judeu foi seguir aquilo que o sionismo lhe ditou, igualzinho ao que fez o povo alemão que seguiu o nazismo; o resultado dos dois foi igual para a humanidade.

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    • 26/06/2011 - 21:50
      Enviado por: Jair Almansur

      Volto a reafirmar: NÓS NÃO TEMOS QUESTÕES FRONTEIRIÇAS COM NENHUM PAIS VIZINHO. FORAM TODA SOLUCIONADAS PACIFICAMENTE.
      A QUESTÃO DO PAIS COLONIAL OU MESMO DO IMPÉRIO BRASILEIRO NÃO SÃO QUESTÕES NOSSAS SÃO DOS COLONIALISTAS EUROPEUS.
      Contendas e pechinchas por preço de gaz e de energia elétrica são absolutamente normais e salutares entre compradores e vendedores. A Bolívia, assim como a Colombia, o Equador, assim como o Chile são bons amigos e parceiros comerciais do Brasil. Nenhum pais permite que estrangeiros possuam grandes extensoes de terra suas fronteiras. O Paraguai fez cumprir a lei (com meu aplauso). Tem gente que se irrita quando Venezuela e Colombia se entendem apesar de regimes políticos diferentes. São pobres diabos que não percebem que relações perenes entre Estados não podem ser maculadas pelo presidente de plantão ou pelo regime da moda.

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    • 27/06/2011 - 09:16
      Enviado por: MarioS

      “His life was saved by one of village heads and his sons. “He’s lucky he survived,” the muhtar told Ynet. “We’re against violence from both sides and we must stand up and say no to violence.”
      O nome deste homem e os dos seus filhos deveriam ser revelados e ele homenageado, ser proclamado como exemplo a ser seguido.

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    • 27/06/2011 - 09:26
      Enviado por: MarioS

      “O grande pecado do povo judeu foi seguir aquilo que o sionismo lhe ditou, igualzinho ao que fez o povo alemão que seguiu o nazismo; o resultado dos dois foi igual para a humanidade.”
      Peço a atenção dos colegas para este trecho. Ele “simplesmente” compara nazismo e sionismo e, pior ainda, afirma que os dois produziram o mesmo resultado.

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    • 27/06/2011 - 09:42
      Enviado por: MarioS

      “Contendas e pechinchas por preço de gaz e de energia elétrica são absolutamente normais e salutares entre compradores e vendedores”
      Normalíssimas ANTES da assinatura de um contrato, absurdas na vigência.

      “Nenhum pais permite que estrangeiros possuam grandes extensoes de terra suas fronteiras. O Paraguai fez cumprir a lei (com meu aplauso)”
      Voce também aplaude isso Jair (publicado no Estadão)?

      “Dezenas de famílias de fazendeiros “brasiguaios” – brasileiros e descendentes estabelecidos no Paraguai – estão sendo expulsas do país vizinho e voltando para o Brasil apenas com a roupa do corpo”
      “Ao longo dos anos, muitos brasileiros constituíram lavouras, rebanhos de gado bovinos e até criação de peixes do lado paraguaio, mas estão sendo expulsos por “bandos de homens armados”. “Quando eles chegam, não existe apelação. É sair da terra e ir embora”, explicou um dos acampados, pelo celular do acampamento.

      “expulsos por “bandos de homens armados”. “Quando eles chegam, não existe apelação. É sair da terra e ir embora”
      É isso que voce chama de fazer cumprir a lei?

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    • 27/06/2011 - 13:16
      Enviado por: Fabio de Israel

      Sr. Professor Jose Farhat, Theodor Herzl , para sua informacao esteve aqui, sim,em Israel no ano de 1898.E gostaria que me explicasse a semelhanca entre Sionismo e Nazismo.

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  • 26/06/2011 - 10:03
    Enviado por: Alexandre Magno

    Finalmente, Gustavo, você resumiu tudo. Nada mais precisa ser dito sobre o conflito entre Israel e os palestinos.

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  • 26/06/2011 - 11:12
    Enviado por: Alexandre

    Gustavo, interessante seu paralelo. O mexicano tem orgulho do país que o abrigou (EUA), mas vemos que os palestinos vivendo em Israel provavelmente não o tem, e isso só irá se resolver, como você disse, quando eles sentirem que seu país de origem é reconhecido, é respeitado, e isso só vai ocorrer com a demarcação das fronteiras e o reconhecimento do Estado Palestino.

    Vemos atualmente uma campanha sórdida e canalha de Netanyahu pelo não-reconhecimento do Estado Palestino na ONU. Sem surpresa, a escória da política mundial, como Berlusconi, está apoiando vigorosamente esse projeto. Israel alega que o estabelecimento do Estado Palestino nas condições atuais ameaçaria a existência de Israel. Ameaçar a existência de um Estado nuclear, um dos mais bem armados do mundo? Desculpa esfarrapada. Desculpa para continuar promovendo, por meio de inocentes “colônias” e “colonos que seriam injustiçados sendo removidos”, o expansionismo territorial.

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    • 26/06/2011 - 18:05
      Enviado por: MarioS

      “mas vemos que os palestinos vivendo em Israel provavelmente não o tem, e isso só irá se resolver, como você disse, quando eles sentirem que seu país de origem”
      País de origem? Uma das coisas mais sem sentido já escritas no blog. Os árabes israelenses viviam, como os judeus, em uma colônia inglesa.

      Alexandre,
      Qual é a SUA proposta para uma solução?

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  • 26/06/2011 - 11:34
    Enviado por: MarioS

    Excelente comparação Gustavo!
    “Claro, muitos mexicanos possuem o sonho de um dia reaver a Califórnia”
    Mas não lançam foguetes sobre os EUA, nem explodem bombas nas escolas americanas e se amanhã um partido começar a pregar isso, DUVIDO que os mexicanos o colocarão no poder.
    E outra coisa, no México não existem pessoas, grupos e partidos cujo meio de (muito boa) vida seja pregar a destruição dos EUA.
    “Mas existem diferenças e a solução para o conflito ocorrerá apenas quando os dois lados estabelecerem as suas fronteiras, como os EUA e o México”
    Nada a acrescentar
    “Palestina precisa ser país”
    Concordo

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  • 26/06/2011 - 11:38
    Enviado por: MarioS

    Aproveito o tópico para lembrar algo muito interessante que um colega (infelizmente não lembro quem) observou recentemente: os EUA tem (como provavelmente terá o estado palestino) seu território “interrompido” pelo Canadá. E pelo Pacífico também.

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    • 26/06/2011 - 12:10
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Mario, não entendi

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    • 26/06/2011 - 18:07
      Enviado por: MarioS

      Um colega chamou a atenção para o fato de que o Alaska é um estado americano, separando dos contigous 48 pelo Canadá. Claro que as situações são completamente diferentes, mas mostra que um país ter “dois pedaços” não o inviabiliza.
      O Pacífico aparece porque eu, comentando o post, citei o Havaí.

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  • 26/06/2011 - 12:41
    Enviado por: Glúon

    .
    ____________________________
    .
    A charge relacionada com o post.
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    http://gluoncharges.blogspot.com/
    .
    _______________________________
    .

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  • 26/06/2011 - 12:49
    Enviado por: Jair Almansur

    Caro Gustavo. Muito interessante e boa essa comparação de disputas territoriais. Eu nunca havia pensado nisso. A mim sempre me pareceu que a ocupação da Palestina se assemelhasse à ocupação das américas ou da Africa ou da India pelos europeus. Quanto ao Mexico teve grande parte de seu pais invadido enquanto que os palestinos tiveram todo o seu pais invadido. O México existe, está lá , é um grande pais. Onde está a Palestina? Você já houviu falar em campos de refugiados mexicanos? Você ja ouviu falar de atrocidades como extinção de cidades, assassinatos seletivos, bombardeios.

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    • 26/06/2011 - 18:17
      Enviado por: MarioS

      “Quanto ao Mexico teve grande parte de seu pais invadido enquanto que os palestinos tiveram todo o seu pais invadido”
      Mentira. Parte do México foi anexada aos EUA, e o restante do território continuou a se o México. Entre 48 e 67 qual era a situação de Gaza e Cisjordânia?
      “Você já houviu falar em campos de refugiados mexicanos?”
      Não, assim como não se ouve falar de campos de refugiados das DEZENAS de nacionalidades realocadas no século XX. Voce por um acaso tem idéia do número de gregos e turcos que “trocaram” de lugar após a queda do império Otomano? Se interessa por isso? Voce sabia que 15 MILHÕES de paquistaneses e indianos “mudaram” de país em, adivinhe, 1948! Se interessa por isso?
      Ou seja, a criação dos dois países não foi inédito, inédito foi a reação de uma das partes.

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    • 26/06/2011 - 21:58
      Enviado por: Jair Almansur

      O CISJORDANIANO, O GAZENSE OU O ACAMPADO NO LÍBANO É O ÚNICO SUJEITO DO MUNDO QUE NÃO TEM PAIS.

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    • 27/06/2011 - 09:30
      Enviado por: MarioS

      “O CISJORDANIANO, O GAZENSE OU O ACAMPADO NO LÍBANO É O ÚNICO SUJEITO DO MUNDO QUE NÃO TEM PAIS.”
      E continuarão sendo até o dia em que percebam que sua falta de nacionalidade é usada para enriquecer seus líderes. Seria interessante que voce respondesse as perguntas que fiz Jair, principalmente a que contesta sua afirmação sobre os palestinos terem tido todo o seu país invadido.

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  • 26/06/2011 - 13:11
    Enviado por: Roland Scialom

    A analogia entre USA-México e Israel-Palestina é interessante e instrutiva, mas há aspectos bíblicos envolvidos na questão que tornam as coisas mais obscuras e dificultam muito a compreensão. Por exemplo, por mais que as religiões ditas judeo-cristãs se apresentem como a representação correta da interface do Homem com Deus, elas não conseguiram até hoje – e estão longe de conseguir – conciliar os homens que guerreiam uns contra outros, nestes lugares ditos santos, misturando no meio de suas guerras razões divinas. Alias, toda explicação que parte de premissas religiosas (baseadas em dogmas) e usa de ferramentas da razão para provar que está correta, é surreal.

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  • 26/06/2011 - 13:56
    Enviado por: Almirante Negro

    Muito fácil de entender. São os mesmos conspiradores com a mesmma agenda!!!!

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  • 26/06/2011 - 14:11
    Enviado por: Figueiredo

    Perfeito, Chacra! Pena que o radicalismo de ambas as partes tenta impedir a única solução viável e óbvia. Gostaria de te pedir, se possível, que vc escreva um post analisando as relações da China com os EUA.
    Parabéns pelo trabalho!

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  • 26/06/2011 - 15:07
    Enviado por: NKS

    É interessante que na Califórnia é produzida energia elétrica a partir da energia geo-térmica, que é explorada desde o início da década de 80, após a crise do petróleo de
    1.979, quando ficou viável esta produção que é muito cara, muito difícil e perigosa.
    Estas usinas estão localizadas na Califórnia porque aproveitam a falha geológica (a mesma que causa terremotos) das placas tectônicas.
    A força dos EUA está na sua Tecnologia avançada e se os americanos não se perderem em guerras inúteis poderão se manter na liderança mundial por muito tempo ainda. Não é por acaso que o programa espacial recebeu o nome “Apolo” que era um deus greco-romano. É interessante que a Tecnologia faz os seres humanos alçarem
    vôos mais altos e se souberem utilizá-la não se destruirão e nem destruirão o planeta que é o território único e comum de todos os seres humanos que convivem (nem sempre
    de forma amigável como esta dos mexicanos com os americanos).

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  • 26/06/2011 - 15:16
    Enviado por: NKS

    Em 2.009 eu citei o caso da disputa da Província Cisplatina entre Brasil e Uruguai, que
    também foi um imbróglio causado por interpretações contraditórias do Tratado de Tordesilhas mas teve solução.
    É interessante que a poucos dias foi descoberto no litoral de Santa Catarina os destroços de um galeão espanhol da época do Rei Felipe de Castela que foi um rei católico que uniu laços com Portugal e no seu reinado as fronteiras do Tratado
    de Tordesilhas se expandiram mais para o ocidente e redesenharam o mapa do Brasil.

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  • 26/06/2011 - 15:37
    Enviado por: Leandro Botelho

    Texto muito bom Gustavo,
    sempre acompanho seu blog. Na minha opinião, um dos poucos lugares onde podemos encontrar um texto brasileiro de real qualidade, sem politicismos ou réplica da mídia internacional.

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  • 26/06/2011 - 15:56
    Enviado por: C.C.J

    Gustavo,

    A intensidade religiosa hoje no OM, é o maior entrave e grande diferença da San Diego e México, para Isarel e Palestina, a meu ver. Quando as negociações se baseiam em dinheiro somente, é só chegar nas contas certas e pagar por fora quem deve. Tudo se resolve facilmente e rápido.

    O problema é que a religião no OM, virou forma de alianças, poder e dinheiro. Acostumaram a se movimentar e conquistar as coisas usando a religião. Infelizmente, boa parte do povo se agarrou nisso e ficou difícil arrancar da raiz. Mesmos ditaduras seculares, usam da religião como apoio político e capital.

    O OM terá que se libertar da fúria religiosa que vive, para começar a construir um continente de paz. A primavera árabe é um caminho e um simbolo.

    Israel e Palestina dependem muito dos avanços da primavera árabe, que esta colocando novas regras ao jogo, sendo uma nova força de realizar reformas.

    Mas, infelizmente, o Assad e o Kadaf estão segurando esse avanço.

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  • 26/06/2011 - 15:58
    Enviado por: NKS

    Eu até acredito que um dia haverá uma solução para a crise judaica-palestina ou entre
    árabes e judeus, como queiram, porque um exemplo foi a longa guerra dos 100 anos entre a França e a Inglaterra e também França e Alemanha já foram inimigas mortais nas
    duas grandes guerras mundiais (na primeira com a terrível guerra de trincheiras e o uso das abomináveis armas químicas), em Verdun franceses e alemães cavavam túneis, colocavam bombas e explodiam o que estava em cima, o resultado foi que uma linda
    vila bucólica foi totalmente destruida. Alemães e franceses disputaram o território de
    Alsace Lorraine mas hoje estão unidos na Comunidade Econômica Européia e convivem
    em paz e contribuem juntos em muitas áreas inclusive na construção do caça europeu “Euro-fighter” ou “Typhoon”.
    França e Inglaterra uniram seus territórios com o trem de alta velocidade que passa no
    túnel embaixo do canal da mancha.

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  • 26/06/2011 - 18:12
    Enviado por: Drhub

    Gustavo, a solução México / EUA não criou um enclave Maia Asteca com o nome de Califórnia.Para que um 3º país , não é mesmo ?

    Se os 21 estados árabes abrissem mão dessa política reivindicatória de uma área que corresponde a 0,0004 de seus territórios as possibilidades de crescimento econômico com a paz árabe-judaica serão enormes.

    E para haver uma coexistência menos belicosa, a anexação dos territórios ou grande parte deles por Israel será inevitável.
    O fantasma populacional não assusta nem nunca assustará.
    Hoje apenas metade do povo judeu do mundo vive em Israel e vale lembrar que no começo do século passado nem um por cento viviam lá.
    Lembremos da imigração dos judeus russos recentemente.

    Aí, Gustavo, vc perguntará: E a autonomia dos árabes palestinos?

    “Netanyahu no seu livro “A Place Among the Nations” escrito em 1993 preconizou a devolução de Gaza e defendeu a democratização dos países árabes como condição” sine qua non “ para a paz da região .
    Lembrou tambem que a maioria da população árabe palestina vive nas cidades de Nablus , Ramallah, Bethlehem e Hebron que ocupam apenas um quinto do “ West Bank “.
    As maiorias árabes que vivem lá, e que quiserem permanecer em fronteiras Israelenses após um período interino ( 20 anos) poderão ter o seu Greencard ( a cidadania Jordaniana já lhes é de direito).

    Esse 3º estado formado nos territórios do Mandato Britânico de 1922 é desnecessário e inviável.

    Gustavo, ainda tem muita água para rolar por debaixo dessa ponte.

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    • 26/06/2011 - 18:32
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Anexação sem cidadania é apartheid

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    • 26/06/2011 - 19:49
      Enviado por: DrHub

      Pq vc insiste nesse “apartheid”?

      Como Netanyahu advogou , haverá cidadania , no seu tempo .
      Os árabes palestinos já tem a cidadania jordaniana.

      Basta requerer.

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    • 28/06/2011 - 00:15
      Enviado por: Kiara Deeva

      Os árabes palestinos já tem a cidadania jordaniana.

      Basta requerer.

      É isso que me incomoda.

      Dá a impressão de: “Ah, árabe é tudo igual, mesmo.”. Não, não é tudo igual.

      Esse tipo de pensamento contribuiu e muito para a situação atual deles! Mais uma justificativa sionista…

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  • 26/06/2011 - 18:24
    Enviado por: poeta

    Garota eu vou prá Califórnia
    Viver a vida sobre as ondas
    Vou ser artista de cinema
    O meu destino é ser star…
    O vento beija meus cabelos
    As ondas lambem minhas pernas
    O sol abraça o meu corpo
    Meu coração canta feliz…
    Eu dou a volta, pulo o muro
    Mergulho no escuro
    Sarto de banda
    Na Califórnia é diferente, irmão
    É muito mais do que um sonho…
    A vida passa lentamente
    E a gente vai tão de repente
    Tão de repente que não sente
    Saudades do que já passou…
    Eu dou a volta, pulo o muro
    Mergulho no escuro
    Sarto de banda
    Na minha vida ninguém manda não
    Eu vou além desse sonho…
    Garota eu vou prá Califórnia
    Viver a vida sobre as ondas
    Vou ser artista de cinema
    O meu destino é ser star…
    Uh!Uh!Uh!Uh!Bib!Bib!Uh!Uh!Uh!
    O meu destino é ser star…
    Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!

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  • 26/06/2011 - 20:15
    Enviado por: Alexandre

    MarioS, quando falei de “país de origem”, não estava me referindo à noção de Estado Nacional, obviamente. Eu apenas quis dizer que os palestinos poderiam até ter orgulho do país que os abriga e aonde vivem por questões econômicas (Israel) se sua nação fosse reconhecida por Israel e pela comunidade internacional. Aliás, para termos o Estado Palestino, só falta o reconhecimento de Israel. Caso isso ocorra, tenho certeza que nenhum país do mundo irá se opor.

    É um absurdo e hipocrisia que Israel tente obstar o reconhecimento da Palestina como país pela mesma via com que obteve seu reconhecimento há décadas atrás: por meio de votação na ONU.

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    • 27/06/2011 - 09:51
      Enviado por: MarioS

      “Aliás, para termos o Estado Palestino, só falta o reconhecimento de Israel. ”
      Não é bem assim Alexandre, Com quais fronteiras? E muito mais importante, porque a insistência no absurdo “direito(!)” de retorno?
      Como já foi dito aqui dezenas de vezes, devemos deixar o passado de lado e nos focar na busca de uma solução, mas não se pode e nem deve ESQUECER o que houve.
      Fiquemos num beeeemmmm recente: os palestinos exigiram o congelamento dos assentamentos para negociar, o que já não faz muito sentido, mas foram atendidos.
      O que aconteceu? Eles enrolaram e enrolaram até que o prazo se aproximou do fim, e deu no que deu. Lembra?

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    • 27/06/2011 - 12:38
      Enviado por: Alexandre

      MarioS, sou contra o direito de retorno, mas observe que os palestinos vão pleitear apenas o reconhecimento de seu Estado, e não o direito de retorno. O reconhecimento da Palestina não irá resultar em direito de retorno, um não tem a ver com o outro.

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    • 27/06/2011 - 22:08
      Enviado por: Joana

      “O reconhecimento da Palestina não irá resultar em direito de retorno, um não tem a ver com o outro.”
      Eu também O reconhecimento da Palestina não irá resultar em direito de retorno, um não tem a ver com o outro.gostaria que fosse assim, mas mau tratados pelos outros árabes nâo creio que os palestinos vâo querer continuar a viver nos países que os colocam como de segunda, terceira..

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    • 28/06/2011 - 00:09
      Enviado por: Kiara Deeva

      Você considera os assentamentos judaicos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental legais?

      Lembrando que:
      - A anexação desses territórios não foi reconhecida por nenhum país;
      - Israel admite ter cassado a cidadania de centenas de milhares de palestinos que se ausentaram da Cisjordânia por mais de 3 anos;
      - Soube de vários árabes dessas regiões, que perdem na Justiça, casas e propriedades para colonos financiados por milionários sionistas, como o Irving Moskovitz… Uma briga bem covarde, já que esses árabes vão gastando seus recursos, enquanto o montante pago de honorários por milionários como esse, é dinheiro de cafezinho!
      - ONG’s acusam pedreiras israelenses de irregularidades na extração de pedras! Até onde sei, qdo um território é ocupado, não se pode explorar as riquezas e recursos desse terrítório!

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  • 26/06/2011 - 21:18
    Enviado por: Kiara Deeva

    Gostei do post de hoje, Gustavo.

    Ainda tenho esperança passear na Palestina com o meu Habiby :)

    Um dos meus sonho é o dia em que ele vai ser realmente palestino, não-nascido-na-Arábia-Saudita-mas-com-passaporte-jordaniano.

    Só que, com esse complô de Netanyahu em forçar os EUA a vetar um Estado Palestino, fica complicado :( … Como disse a Tzipi Livni: “Com você no poder, Netanyahu, Israel é um Estado pária”… Assino embaixo no que a bonita disse.

    A questão é que os palestinos e o mundo inteiro está cansado dessa situação: assentamentos e mais assentamentos, vetos e mais vetos, bloqueio… Eles aceitaram muitas coisas. Por isso que eu digo: que venha Setembro. Não conseguiram com a violência, que seja com a Diplomacia. Porque se não, quando não sobrar mais nada, vão falar que os palestinos não aceitaram!

    Sempre defendi a causa palestina. Aí apareceu um palestino na minha vida. :)
    Digamos que tornou-se pessoal.

    Mas eu sou justa: também acho que Israel tem o direito de existir. Crianças e jovens israelenses não tem culpa dos erros do passado. Mas as palestinas também não tem.

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    • 27/06/2011 - 09:55
      Enviado por: MarioS

      “Crianças e jovens israelenses não tem culpa dos erros do passado. Mas as palestinas também não tem.”
      Totalmente de acordo Kiara, e também acho que a Palestina tem o direito de existir

      “Eles aceitaram muitas coisas”
      Por exemplo?
      “vão falar que os palestinos não aceitaram!”
      Voce não admite que por várias vezes não aceitaram mesmo?

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    • 27/06/2011 - 14:11
      Enviado por: Kiara Deeva

      O que eu quero dizer que os palestinos cansaram de esperar.

      Muita coisa rolou antes deles decidirem ir à ONU em setembro.

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    • 27/06/2011 - 22:05
      Enviado por: Joana

      “Um dos meus sonho é o dia em que ele vai ser realmente palestino, não-nascido-na-Arábia-Saudita-mas-com-passaporte-jordaniano.”
      Que coisa mais hedionda.
      Se nasceu na Arábia Saudita deveria ser cidadâo saudita. Os árabes complicam.

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    • 27/06/2011 - 23:39
      Enviado por: Kiara Deeva

      Eu também acho, Joana.

      Mas não é só em países árabes. Cada país tem suas regras. Parece que na Alemanha também é assim. Ouvi dizer que pelas leis do Brasil, uma criança nascida no exterior, mesmo filha de pais brasileiros, não é considerada brasileira. Alguém pode confirmar pra mim?????

      Ele nasceu na Arábia saudita, mas os pais dele são palestinos. Tanto que eu achava que ele era jordaniano rsrsrsrsrs

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  • 26/06/2011 - 21:43
    Enviado por: JOSE MOFONGO EL JEBERICO

    Gustavo, ha uma grande diferenca. No Mexico nao ha uma facao como o Hamas palestino que vive jogando bomba do lado americano e nao nao reconhece a soberania do visinho. Essa e’ a grande diferenca nao achas. Nossoutros Mexicanos queremos trabajos e no pelejas. hehehehe!

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  • 26/06/2011 - 23:07
    Enviado por: Florentina

    Boa comparação, dentro do contexto ocupação e jurisdição.
    .
    Quanto a algumas diferenças, eu destaco que Israel tem uma etnia, uma raiz a conservar, a manter.
    Os EUA não.
    Israel ainda tem um povo, o povo hebraico, pelo qual surgiu o movimento sionista com intuito de mantê-lo hebreu.
    Os EUA, é semelhante o Brasil, não tem povo, raça ou etnia a manter. É uma grande mistura, uma grande miscigenação.
    .
    Se Israel quiser levar adiante os sonhos sionistas, o de manter a linhagem hebraica terá de decidir já pela divisão de territórios, sem mistura palestina.
    Sei que isso que digo é absurso. É cruel. É injusto com palestinos que moram dentro de Israel porque ali sempre foi sua terra de origem, mas é a realidade do objetivo hebreu.
    Os atuais 20% de habitantes palestinos se tornarão em breve 30, 40, 50%, não somente em número populacional, mas parlamentarmente.
    .
    Não é minha opinião, a de que isso deva acontecer, mas se Israel quiser manter as raízes, terá de fazer algo.
    Principalmente, o de jamais unificar ou anexar territórios.
    .
    20% de palestinos cidadãos israelenses com diferente índice de natalidade dentro do mesmo território, na mesma nação, já determinam o fim em longo prazo da linhagem judaica.
    Uma decisão pela anexação ou união de judeus e palestinos, poderia ser uma boa saída pelo aspecto humano, mas representaria jogar por terra os sonhos de se criar um Estado hebreu.
    .
    A colcha de retalhos é boa neste aspecto. Pode se misturar a vontade.

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    • 26/06/2011 - 23:37
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Foorentina, boa análise

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    • 27/06/2011 - 00:42
      Enviado por: Justo

      Florentina…deixa ver se entendi…
      “Israel ainda tem um povo, o povo hebraico, pelo qual surgiu o movimento sionista com intuito de mantê-lo hebreu.”

      Então a etnia japonesa so poderia ser mantida se os japoneses sempre gerassem japoneses sem miscigenação? Ou a etnia negra? Ou ainda qualquer etnia?
      Qual é a etnia dos judeus? Tem judeu que é de origem russa, casado com descendentes de alemaes e seus filhos são judeus.
      O movimenteo Sionista nao nasceu para manter o povo hebraico para ser somente de hebreus. Nasceu porque havia urgente necessidade de ter uma patria para os judeus, mas nao somente para os judeus. E isto fica mais que claro em Israel nos dias de hoje. Israel já é um ESTADO e nele existem cidadões de todas as etnias e religioes.
      “….Se Israel quiser levar adiante os sonhos sionistas, o de manter a linhagem hebraica….”
      De que fatos voce tirou esta afirmacao dos sonhos sionistas?

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    • 27/06/2011 - 09:47
      Enviado por: Joana

      Florentina, concordo com esta idéia – colcha de retalhos- e vejo que sobretudo os palestinos têm que reconhecer o caráter judaico do estado de Israel, que é a grande questâo.
      Assim como se reconhece que a Arábia Saudita e o Irâ sâo estados de caráter islâmico.

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  • 27/06/2011 - 01:35
    Enviado por: Gabriel

    Guga, se nao levarmos em conta que ha muito poucos Mexicanos que sonham em destruir os EUA, e de que quase nao existem americanos que acreditam que toda a America do Norte os pertence por direito divino… bem, a comparacao eh boa.

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  • 27/06/2011 - 15:13
    Enviado por: Hagá

    “O palestino da Cisjordânia e de Gaza não tem cidadania. Estas pesssoas precisam ser alguma coisa. Palestina precisa ser país.”

    Perfeito!!!

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  • 30/06/2011 - 16:24
    Enviado por: NKS

    Correção: A França NÃO participou da construção do Eurofighter Typhoon.
    A França produz o caça Rafale e mísseis anti-navios exocet, que já mostraram ser
    muito eficientes.

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  • 30/06/2011 - 16:26
    Enviado por: NKS

    Os países que participaram da construção do Eurofighter Typhoon são quatro:
    Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido.

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