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Guga Chacra – Estadão.com.br

20.abril.2010 09:17:53

De San Diego a Boston – Politicamente correto enfraquece brancos e protestantes nos EUA

Os WASPs americanos, aos poucos, perdem o status de elite superior. Para quem não conhece a sigla, ela significa White, Anglo-Saxon and Protestant. No passado, eram os mais ricos, os acadêmicos, os políticos, os atletas, os juízes da Suprema Corte e basicamente toda a classe mais elevada americana. Judeus e outros imigrantes cresceram economicamente ao longo das primeiras décadas do século 20. Seus filhos se sentaram nas salas de aula de universidades da Ivy League, como Harvard e Yale. Negros e hispânicos se tornaram destaques nos esportes. Mas na política e na Justiça, o domínio era dos brancos protestantes, com raros casos como o do jurista judeu Benjamin Cardozo.

Até a eleição presidencial passada, todos os candidatos sempre haviam sido homens e brancos. O único presidente não protestante foi John Kennedy, que era católico. Obviamente, o primeiro negro é Barack Obama. Nova York tem prefeito judeu e já elegeu negros, assim como Washington. A Califórnia tem um governador austríaco. Pouco ainda para dizer que os WASPs não dominam mais a política. Mas e se olharmos para Suprema Corte? Com a aposentadoria de John Paul Stevens, anunciada na semana passada, não haverá nenhum protestante na Suprema Corte. Apesar de representar quase 60% da população americana, os antes dominantes protestantes estarão fora do Terceiro Poder – os demais membros são católicos (5) e judeus (2). Isso, claro, se um protestante não for nomeado.

Os EUA não são os únicos países que viram uma elite dominante perder espaço. Os cristãos maronitas libaneses ainda detém o posto de presidente pela Constituição do Líbano. Mas, divididos desde a Guerra Civil, hoje possuem uma força política inferior a dos sunitas e xiitas. Os afrikaners (brancos de origem holandesa) da África do Sul, controladores do país durante o Apartheid, vêem hoje o poder político nas mãos dos negros e o econômico com os brancos de origem inglesa.

Entre os americanos, a mudança ocorreu dentro do movimento dos direitos civis, que sempre buscou a igualdade entre as raças e religiões nos EUA. E esta existe hoje. Ser judeu ou mesmo muçulmano não impede ninguém de alcançar um cargo nos EUA. Concordo, seria complicado os americanos votarem em um islâmico para presidente, mas eles possuem uma renda per capita superior à média americana. Os negros já fizeram um presidente e dois secretários de Estado – ambos no conservador governo de George W. Bush. Os últimos três presidentes escolheram mulheres para dirigir a sua diplomacia. Será questão de tempo até uma chegar a ser presidente.

Ao mesmo tempo, esta defesa das minorias acaba prejudicando quem nasceu homem, branco e protestante nos EUA. A maioria destes WASPs não nasceu em uma família rica do Upper East Side de Nova York, não estudou em um colégio privado de Connecticut e se formou em Princeton. São pessoas comuns, desempregadas em Detroit ou Chicago, que acabam sofrendo por não pertencerem minorias. Não possuem vagas especiais em universidades e tampouco entram nas listas politicamente corretas de nomeações. Foram tantas que esqueceram de colocar os protestantes na Suprema Corte nos últimos anos.

OUTRO LADO – A maioria do Congresso americano ainda é branca e protestante. Negros sofrem com o preconceito nos Estados Unidos. Muçulmanos reclamam do tratamentos recebido da mídia. Judeus temem o fortalecimento de grupos neonazistas. Hispânicos possuem uma renda per capita bem inferior ao restante dos americanos. O percentual de negros nas cadeias é bem superior ao de brancos. Obama pode ser negro, mas sua mãe era branca e seu pai veio da África. Ele não tem envolvimento com os grandes movimentos negros do Harlem ou do sul dos EUA. A presença de mulheres, negros, judeus e católicos na Suprema Corte pode ser vista como um avanço, e não uma decadência dos WASPs. Às vezes, o politicamente correto ajuda.

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes

Perfil (a ferramenta ao lado não funciona) – O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Leia os blogs dos correspondentes internacionais do Estadão – Ariel Palacios (Buenos Aires), Patricia Campos Mello (Washington), Jamil Chade (Genebra), Claudia Trevisan (Pequim) e Adriana Carranca (pelo mundo)

Comentários (120)| Comente!

120 Comentários Comente também
  • 20/04/2010 - 09:35
    Enviado por: Palmeirense

    Gustavo,
    Vc tocou num assunto muito polêmico. No Brasil também acontece isso, a ditadura das minorias. Todos se lembram dos negros na hora das cotas, mas se esquecem que existem muuuuitos brancos pobres, na mesma condição que os negros. Há que se tomar muito cuidado ao criar benefícios para minorias. Fosse assim, a África do Sul deveria criar leis protegendo os brancos holandeses, como vc falou que perderam completamente o poder (eu não sabia). No Brasil, querem criar leis protegendo os homossexuais, mas se esquecem da liberdade de um heterossexual não querer um homossexual cuidando da sua casa ou dos seus filhos. Tudo muito polêmico. Isso termina da seguinte forma: quem pertence a uma minoria pode tudo, vide os sem-terra, que podem quebrar tudo, arrasar uma propriedade pública ou privada (eles escolhem). Já a nós, a maioria, cabe o rigor da lei. Espero que os EUA não terminem assim, parecem estar muito longe disso.
    Antes que alguém me entenda mal: sou ferrenho defensor da liberdade, tolerância e igualdade. Por isso sou contra elevar um grupo social a uma categoria especial de cidadão.

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    • 20/04/2010 - 13:10
      Enviado por: Mauro Souza

      Palmeirense,
      os sem-terra podem tudo? Vai ver que é por isso que milhares deles já foram mortos. A impunidade está do lado dos fazendeiros.
      .
      Acontece que a Reforma Agrária é tarefa das elites e não dos camponeses, como a burguesia brasileira é frouxa, a esquerda acabou tomando a frente, já que em política não existe vazio. Reforma agrária, ao contrário do que muita gente pensa, não é coisa de comunista, pois eles pretendem se tornar proprietários da terra e não fazer uso comum.

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    • 20/04/2010 - 13:16
      Enviado por: Mauro Souza

      Palmeirense,
      concordo com você que as cotas deveriam ser por situação social e não pela raça. O problema é que no Brasil os negros têm menos chance de colocação. As cotas não visam acabar com o racismo, mas minimizar seus efeitos.
      .
      Pra dizer a verdade, eu acho que o ensino deveria ser gratuito e de qualidade para todos, mas nem adianta sonhar, o governo tem gastado muito dinheiro com o Bolsa Patrão, e não sobra muito para a população.
      .
      p.s.- a repressão ao sem-terra aumentou no governo Lula, acredite quem quiser.

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    • 20/04/2010 - 17:36
      Enviado por: José Antonio

      Assino embaixo Palmeirense. As cotas só aumentam o racismo, visto que os brancos pobres estão fora. A única saida para a pobreza é a educação, como fez a Coréia do Sul. Quanto aos sem terra, acho injusto pessoas ganharem terras enquanto os outros tem que se matar de trabalhar e economizar para ter alguma coisa.
      Ficar na estrada pedindo terras que mais tarde revenderão é coisa para vagabundos.
      O nosso governo gosta de dar coisas para conseguir votos. Não mudou nada desde a época dos coronelismo que dava dentadura para a pessoa aceitar votar neles.
      Aliás o nosso presidente é da terra do coronelismo e ficou rico sem fazer nada.
      Ele se acha o exemplo do sucesso sem precisar trabalhar e sem estudar.
      A nossa primeira dama anda ganhando medalhas por não fazer nada. Este é o pais que a “maioria” das pessoas admiram o errado, o esperto, o bandido, o ladrão.

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    • 21/04/2010 - 08:47
      Enviado por: Antonio Carlos Rebouças

      Os contrarios as cotas ,pretendem manter o regime de desigualdades por mais 4 séculos ,mantendo seus privilégios.Comparar o Brasil com Africa do Sul é um desproposito,levando-se em consideração que a minoria Holandesa detinha ou detem toda a riqueza daquele país.Cotas já. Até que se ache uma solução melhor.

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    • 23/04/2010 - 08:59
      Enviado por: Paranaense

      Você está corretíssimo Palmeirense, bem como José Antônio!
      É uma pena que existam pessoas que preferem receber as coisas de graça a terem que trabalhar por elas.
      O problema é que quando se ganha algo sem esforço, não se valoriza o que ganhou, diferente quando temos que lutar, estudar, trabalhar, economizar para conquistarmos o que sonhamos.
      Não conheço ninguém (negro ou branco) que esteja em situação ruim, financeiramente, profissionalmente, e mais o que for, depois de ter que batalhar na vida, mas conheço uma infinidade de pessoas que hoje estão numa situação ruim depois de ter “ganhado” terra, uma vaguinha na faculdade por cota.
      A diferença foi a valorização que foi dada por cada um.
      Os que tiveram que aprender a pescar valorizam e sentem orgulho de terem vencido todas as dificuldades para chegarem onde estão, enquanto os que receberam o peixe… bem, receberam de graça uma vez, agora querem receber sempre…
      Vamos acordar!!! O sol nasce para todos, as dificuldades surgem para todos, ricos, pobres, negros, brancos…
      Se existem negros pobres, com dificuldades, também existem brancos pobres com dificuldades. Ao invés de criarmos uma separação por raça, ou cor, porque não nos unirmos para mudarmos isso?

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  • 20/04/2010 - 09:44
    Enviado por: Carlos Souza

    Gustavo, o que você disse sobre os WASPs de hoje serem prejudicados por não pertencerem a nenhuma minoria é uma realidade para a qual, perigosamente, ninguém tem dado muita bola. Aos poucos, constrói-se uma nova minoria que, por não estar protegida pelos ideais politicamente corretos, pode ser vista no futuro como um grupo que não mereça respeito ou oportunidades iguais às das outras parcelas da população. Além disso, como ocorreu na África do Sul, ações afirmativas e outros benefícios a determinadas minorias podem levar ao surgimento de novas elites sem, de fato, resolver problemas sociais.

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  • 20/04/2010 - 10:04
    Enviado por: Mathias

    Gustavo, não viaja!…querer comparar USA com South Africa?
    Mundo livre com despotismo?
    Há brancos com muitas ideologias…o “politicamente correto” apenas distorce a realidade, é uma praga que nãio serve para nada, mas como tudo no mundo…vai passar!

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  • 20/04/2010 - 10:07
    Enviado por: Irlandes

    Bela visao Guga,

    A raiz do mal é o preconceito, a divisao da sociedade por racas, credos, cor, costumes, etc. parece engracado, mas se os biólogos já nos definiram como Homo sapiens sapiens, nao deveria portanto ter uma outra divisao.
    Lembro daquela discussao infantil nas escolas sobre um negro vestir uma camisa ‘Orgulho de ser Negro’ que demonstra um orgulho de sua raca, leva a um preconceito contra os brancos, pois os mesmos nao poderiam vestir uma camisa ‘Orgulho de ser Branco’ pois seria racista e nao sobre orgulho da sua cor.

    Nunca fui aos EUA, mas segundo amigos que moraram ou ainda moram, já ouvi que a sociedade é “plástica”, “fake”, segundo os sentimentos demonstrados. Uma sociedade que te valoriza ao extremo pelo que tem, pela beleza, pelo material.

    Uma amiga alema que havia casado nos anos 80 com um americano e foi viver em Nova Iorque, disse que quando estava tirando a carta de motorista, ela precisou fazer um “reversal” numa rua estreita. Como ela dirigia uma camionete, ela preferiu entrar um pouco na garagem do vizinho, para ajudar na manobra. Nisso ela perdeu o teste, pois segundo o instrutor, ao entrar na garagem ela invadiu uma propriedade privada e o dono da propriedade poderia dar um tiro nela pela invasao!

    Mas tirando a paranóia americana, creio que todas sociedades acabam sendo preconceituosas, e para isso se torna necessário mecanismos para ajudar as minorias. Nao dá para prever como será com a maioria tornando-se minoria.

    Quem viver verá.

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  • 20/04/2010 - 10:16
    Enviado por: thomas

    WASP é White Anglo Saxon Protestant.

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  • 20/04/2010 - 10:40
    Enviado por: Danilo

    WASP significa White (excluindo negros, asiáticos, arabes, etc), Anglo-Saxon (excluindo irlandeses, italianos, eslavos, franceses, etc) and Protestant (excluindo judeus, catolicos, etc).

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  • 20/04/2010 - 10:43
    Enviado por: Fey

    Sem racismos, pois sou completamente a favor de haver oportunidade igual a todas as pessoas independente de raça, religião, classe ou orientação sexual, mas a minha experiência vivendo nos EUA por um bom tempo me leva a crer que embora os negros sofram realmente de descriminação na sociedade americana no geral, é também verdade que muitos tem abusado do tratamento especial de se encaixar na ‘minoria’.
    Não muito raro encontro grupos reacionários de negros entrando com bravatas alegando seu estigma em situações onde a seleção de candidatos a trabalho, estudo, política ou esporte foi feita apenas baseado na capacidade sem nenhuma pretenção.

    A imagem de negro indefeso nos EUA não existe mais na minha opinião. Ao mesmo tempo que reparo que o políticamente correto tenha conseguido colocar mais minorias em vários setores, noto também que ela não eliminou efetivamente o preconceito entre as pessoas. Pois se tornou comum em meios acadêmicos e profissionais, a criação de clubes ou fraternidades asiáticas, negras, árabes, católicas, femininas, etc. com sedes, organizações e eventos onde as pessoas mais se isolam uma das outras do que promovem maior interação com outras raças, culturas e religiões.

    Nunca entendo por exemplo por que deve se criar um canal de música negra como o BET (Black Entertainment Television). A MTV já toca mais raps, soul, e pop negras doque hard rock de brancos como antigamente. Também não entendo porque deve haver o ‘Grammy’ e o ‘Latin Grammy’! Pra que dividir um prêmio da música onde o primeiro já inclui uma variedade que cobre da música clássica a música country passando por músicas étnicas, jazz e pop também?
    Não raro são também criados bolsas de estudo especiais para negros e latinos além da cota universitária por ONGs enquanto observo alguns brancos e asiáticos tendo que trabalhar metade do dia para pagar a mensalidade mesmo tendo a mesma capacidade.

    Uma colega negra na universidade americana onde frequentei comentava até que achava triste observar alguns negros cobrando tratamento especial e se achando no direito incontestável de respeito enquanto não mostrava uma atitude a altura desse reconhecimento. Notem portanto que falo aqui de ‘alguns’ e ‘muitos’ tentando não generalizar a população.

    Sem dúvida nenhuma a igualdade dentro da lei, garante os direitos básicos de todo ser humano, e ela pode ser considerada sem dúvida uma consquista, mas é preciso se perguntar agora, se as minorias não estão descriminando a sí mesmas.

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  • 20/04/2010 - 10:53
    Enviado por: Santo

    Sobre a entrevista com Leonardo Boff
    Ele ja esteve la e sabe o que ha por detras das cortinas. Mas para quem conhece a historia univesal isto nao e surpresa. Estas atrocidades começaram no seculo VI
    desde que o cristianaismo se tornou romano. Agora isto vindo a tona devido à liberdade de imprensa, e tambem agora nao ha mais a “santa inquisiçao” e a escomunhao ja esta sendo posta em duvida. A Igreja catolica e apenas uma capa para a continuaçao do Imperio romano.

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  • 20/04/2010 - 10:56
    Enviado por: Ana

    Acredito que um dos fatores para os WASP perderem o seu “poder / status” dentro da elite americana é uma resposta da própria inversão de valores e perda de cultura dos USA. Uma vez que se tem um contato a fundo com a cultura americana (ou seja, vivendo nos USA como se fossemos americanos), nota-se que essa “cultura” é extremamente pobre, sem fatores marcantes, sem força, por isso não me surpreende que hispânicos, libaneses ou qualquer outra pessoa que não seja americana consiga ocupar espaços que antes só era ocupado por americanos. Ou seja, a elite perde força, e ao mesmo tempo fortalece uma geração de imigrantes que possuem uma renda per capita acima dos próprios americanos, uma vez que a geração de jovens americanos não consegue ao menos imaginar ou projetar suas vidas daqui há 5 anos, não tem preocupações políticas (ou seja, poucos deles vão as urnas estabelecer seu poder de cidadania!) e o que mais me assusta é que essa geração será os USA de amanhã.

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  • 20/04/2010 - 11:08
    Enviado por: Santo

    Sobre o meucomentarioacima nao vejo exagero visto que estou baseado na literatura inglesa e eu nao citei nenhuma palavra de baixo escalao. Estou baseado tambem na liberdade de expressao e de imprensa as creio que ainda existem no brasil

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  • 20/04/2010 - 11:18
    Enviado por: Paulo

    Prezados coleguinhas ultrajados com o tratamento dado aos rednecks, aos africaners e aos sangue bão da KKK vocês quase me fizeram chorar de dó desses coitados…!!!
    .
    Admiro a ousadia da piada!
    .
    A história é dinâmica e com isso impõe mudanças nas formas de pensar e de poder, o que gera alternância nos grupos – étnicos, religiosos etc – predominates ao longo do tempo/espaço.
    .
    Decorre daí o que se chama de conservador, de reacionário, trata-se do desejo de impedir essa alternância ao longo do tempo, são pensamentos, pessoas ou grupos que aspiram congelar determinados status quo, aliás esses grupos são muito pouco criativos pois as razões são sempre raciais, religiosas ou econômicas…
    .
    Agora fica claro porque a roda foi inventada várias vezes ao longo da história humana, um fenômeno que deverá se repetir em relação ao humanismo e aos direitos civis, afinal a todo instante nasce um zé-lelé querendo retornar às cavernas.

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  • 20/04/2010 - 11:31
    Enviado por: Santo

    Sobre a discrinaçao nos Estados Unidos.
    Quem nao sabe ingles nao esta a altura de avaliar este tema.Eu que aceitei a cultura amererica e domino bem a lingua inglesa e tambem sou um Ministro religioso nao vi perseguisao neste sentido. A lei e para todos e se uma percentagem de negros e latinos e outros ganham menos e porque sua profissao nao e qualificada assim como tem brancos que ganham baixos salarios pelo mesmo motivo. Se ha mais negros e latinos nas prisoes e porque eles cometeram mais transgressoes,a lei cai em cima de todos.
    Agora a maior discriminaçao esta aqui mesmo no Brasil. Por exmplo:
    Aqui os pobres vao facilmente para a cadeia enquanto os deputados, os ricos, 99/
    por cento ficam impunes .

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  • 20/04/2010 - 11:32
    Enviado por: Kuster

    O fato de Obama ser mestiço, e não negro, é sempre deixado de lado.
    Não é apenas o fato de ele ter a pele bem mais clara do que a dos negros norte-americanos (como a própria esposa dele) mas tambem o fato de ele ter sido criado pela família da mãe, branca e protestante. Negro mesmo é Eddie Murphy, ou Michael Jordan.

    Como o gustavo apontou, Obama não carrega o histórico de ser descendente de escravos, nem possui os aspectos culturais dos negros americanos

    Quanto aos WASP pobres, concordo com a teoria de que eles são, de certa forma, deixados de lado. Embora seja deplorável que este fator fomente a criação de grupos de supremacia branca. Deveria fomentar uma luta por melhores condições, e não uma luta racial.

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  • 20/04/2010 - 11:58
    Enviado por: Luiz Fernandez

    Sr.Gustavo,

    É nitído o desmoronamento do mundo ocidental, isto começou com as 2 grandes guerras cívis européias(14/39) onde se mataram algo em torno de 100milhões de brancos europeus; guerras desnecessárias, pois se não tivessem começado por vaidades não teriamos Hitler, Mussolini, Lenin, Stálin desgraças que assolaram e selaram o fim do mundo ocidental.
    O império britanico foi pro saco, graças aos equivocos “politicamente corretos”de Churchill; surgiu os EUA como o novo império que embarcado nos belos pensamentos de Jefferson, Wilson de autodeterminação vão esfacelar a velha América..
    O que virá depois, dos brancos…China, Islã o mundo será melhor?
    Veja o enfraquecimento do Cristianismo, açoitado pela mídia e desacreditado
    pela fúria do secularismo militante.

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  • 20/04/2010 - 12:22
    Enviado por: Gutierres Siqueira

    Gustavo,

    Acho que o politicamente correto nunca ajuda. É bom a igualdade de oportunidades para negros, hispânicos, mulheres etc. Agora, precisamos compreender que os valores defendidos por muitos dos antigos americanos sofrem com a ditadura do politicamente correto. É uma restrição do pensamento, da liberdade de expressão.

    O politicamente correto é um praga!

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    • 20/04/2010 - 14:15
      Enviado por: Paulo

      A idéia do politicamente correto é muito chata realmente, mas vamos combinar que:
      .
      Praga foi a escravidão!
      .
      Praga é o racismo!
      .
      Praga é o preconceito!
      .
      Praga é a xenofobia!
      .
      Praga é a falta de solidariedade!
      .
      Praga é a falta de magnanimidade!
      .
      Praga é a burrice!

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  • 20/04/2010 - 12:27
    Enviado por: Manoel Joaquim

    Prezados,
    .
    Os WASP, os bolcheviques (por mais que pensemos serem estes dois antagônicos, são na realidade irmãos siameses) e etc, tiveram suas razões de existirem como força política, num determinado tempo e espaço, pois como ferramentas descartáveis para seus manipuladores, assim que suas vidas úteis se findam, são jogados ao lixo.

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    • 20/04/2010 - 13:03
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Manoel Joaquim, não entendi o que você quis dizer

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    • 20/04/2010 - 13:21
      Enviado por: Mauro Souza

      nada a ver querer misturar bolchevique com wasp, e nenhuma dessas coisas é ‘descartável’, são fenômenos sociais, pertencem a países e extratos sociais diferentes.

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    • 20/04/2010 - 15:35
      Enviado por: MarioS

      Gustavo,
      Apesar do portugues (presumo que seja este o idioma) manoelino ser ininteligível, baseado em seu retrospecto, dá para entender o que ele quis dizer. Veja o post dele no tópico anterior se referindo a EUA, Israel e Rússia:
      “E se formos a fundo nestas pesquisas, veremos que os três países que vc mencionou, são os mesmos com laços étnicos em suas hierarquia de mando , que nos assusta ao fazermos a menor análise,”
      Não foi a primeira vez que ele, como fiel seguidor do Protocolo dos Sábios de Sião, (não claramente, falta-lhe coragem para isso) atribuiu aos judeus o controle do comunismo, do capitalismo e da Rússia pós comunismo, e “denunciou” seu plano de dominar o mundo. Ele chegou até, em outro tópico, a ser um pouco mais claro, “pedindo” para que observassemos a etnia de alguns milionários russos e elaborando um raciocínio tosco sobre a emigração de judeus russos para Israel, Wall Street e a Rússia. É idéia fixa.
      Aqui ele nada mais faz do que se repetir:
      “Os WASP, os bolcheviques (por mais que pensemos serem estes dois antagônicos, são na realidade irmãos siameses) e etc, tiveram suas razões de existirem como força política, num determinado tempo e espaço, pois como ferramentas descartáveis para seus manipuladores, assim que suas vidas úteis se findam, são jogados ao lixo.”
      Ou seja, e afirmo sem medo nenhum de errar ele credita a uma manipulação do judaismo internacional, tanto o bolchevismo quanto o poder WASP que, após terem cumprido seu papel (?) foram “jogados no lixo”.
      Também sem medo nenhum de errar digo que o Manoel Joaquim é o mais preconceituoso dos frequentadores do blog e repito aqui o desafio feito a ele pelo Jose Antonio: declarar com todas as letras que odeia os judeus e explicar porque.

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    • 20/04/2010 - 17:37
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Prezado Chacra,
      .
      Quando foi necessário resguardar mercado de trabalho, terras, boas moradias, escolas e universidades para a população branca dos USA, o establishment soube articular com suas manhas e sutilezas a ascensão desta elite para fazer o serviço sujo de segregação, agora que esta gente já não serve mais ao processo, são deixadas a própria sorte (De fato merecem).

      Uma pergunta: Quando foi que em todo este processo, a elite dos grandes banqueiros e grandes industriais deixaram de ser os que são até hoje?

      Os bolcheviques trabalharam para esta mesma elite capitalista, pois a história esta recheada de flagrante de verdadeiras fortunas saídas de wall Street, para pagamentos aos golpistas travestidos em revolucionários trotskistas bolcheviques na Rússia Czarista.Quando consumaram o golpe, o que fizeram, não foi novamente resquardar mercados?

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    • 20/04/2010 - 17:43
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Querido Mauro Souza,
      .
      são fenômenos sociais, pertencem a países e extratos sociais diferentes.

      - Já temos até máquina de fazer terremoto, que dirá geladeira, e seus cubinhos de gelo.

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    • 20/04/2010 - 21:42
      Enviado por: Manoel Joaquim

      MarioS,

      Você é muito preconceituoso, cara!! Chama-me de tosco, diz que o meu português somente se compara com dialetos do interior da ilha de Java, de repetitivo e etc.

      Po, brother, da um desconto!! Você não sabe o quanto me esforço para estar aqui com vocês. Tenho que construir um monte de traquitanas, cada dia uma diferente da outra, ir ao banco todos os dias, atender um monte de email por dia, falar no MSN de assuntos técnicos o dia inteiro, me preocupar se a turma que compõem a equipe estão contentinho para os projetos não babarem, administrar uma casa com quatros filhos e três cachorros, saber se os colégios das crianças e faculdades estão pagos, a conta de luz, de água, plano de saúde, telefone, canal de televisão via satélite, veloz, provedores diversos, a conta do posto de gasolina, um monte de fornecedores, empréstimo e cartão. Mas, contudo, ainda me sobra um instantezinho para aprender e expandir meus pensamentos neste Blog, e você ainda acha que estou aqui, depois de todo este esforço, para expor minhas opiniões?? Há mais mistério entre o céu e a terra que supõe nossa vã filosofia.
      .
      Graças, não estou preso a dogmas!!!!

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    • 20/04/2010 - 22:31
      Enviado por: Yoko

      É que tem gente com todo o tempo do mundo, e pode ficar pegando no pé dos outros. Mas não sabe a diferença do “onde” com”aonde”…

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    • 20/04/2010 - 23:24
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Boa noite Guga,

      Sem perceber, você esta entrando na conversa do MarioS, pois ele está cristalizando neste blog, a pecha de ant-semita, o que me nego terminantemente a assumir. Depois de suas declarações contra a minha pessoa, notei que alguns textos que envio para a sua aprovação são retirados alguns trechos antes de serem publicados, fazendo o mesmo perder parte do sentido.

      Continuarei participando do seu blog, agora não somente para aprender, mas para conhecer os seus mantras.

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    • 21/04/2010 - 09:00
      Enviado por: MarioS

      Manoel,
      Acredite, li e reli vários de seus textos antes de afirmar que voce é o mais preconceituoso dos frequentadores do blog. Eu não faria uma acusação dessas baseado apenas em um ou dois posts. Minha certeza se consolidou após voce esquivar-se de explicar o que pretendeu dizer com:
      “veremos que os três países (EUA, Israel e Rússia para quem não leu o original) que vc mencionou, são os mesmos com laços étnicos em suas hierarquia de mando , que nos assusta”
      Que laços étnicos existem, na sua opinião, entre os mandatários americanos e russos? E assumindo que realamente existam, por que isto o assusta?
      Apesar de seus inúmeros afazeres, voce poderia aproveitar o feriado de hoje para responder estas duas simples perguntas e provar que errei a seu respeito.
      Seria um prazer admitir isso, afinal, por razões óbvias, não gosto nem um pouco de saber da existência de mais um anti-semita, muito pelo contrário.
      Considero um elogio voce achar-me capaz fazer o Gustavo “entrar na minha conversa”, mas isto, além de não ser verdade, nunca foi minha intenção.
      Ao mesmo tempo, voce o subestima e ofende, já que se trata de um profissional da opinião, do fato, da notícia.
      Não seja modesto, se algo está se cristalizando aqui, não é por causa da “minha conversa”, mas sim devido a seus posts.
      E já que o Manoel atribui tanto poder à “minha conversa”, peço que os colegas se manifestem: a que etnia voces acham ele se referia ao citar ligações entre os mandatários americanos e russos?

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    • 21/04/2010 - 09:02
      Enviado por: MarioS

      É preferível, para quem tem tempo, usa-lo para pegar no pé do que puxar outras partes do corpo humano

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    • 21/04/2010 - 09:35
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Caríssima Yoko,
      .
      Além de perderem esta percepção do “onde” com “aonde”, essas supostas inteligências ignoram as duas escolas que busca a supremacia política dos USA. A escola dos bonesmam de Henry Stimsom e o contraponto de Henry kissinger, produzindo o que o amigo do blog chamou de “fenômeno social”, mas que entendo na minha simplicidade como construção e reconstrução de um estado manipulável e ao mesmo tempo manipulador. Qual o fato preponderante para a chegada de um Negro na presidência dos USA? Será a quebra de algum paradigma? Se for, qual será o próximo passo mais provável?
      .
      Meus pensamentos!

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    • 21/04/2010 - 09:59
      Enviado por: Manoel Joaquim

      MarioS,
      .
      Somos uma só alma, tu e eu.
      Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti.
      Eis aqui o sentido profundo de nossa relação no universo,
      Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu.
      .
      Deixe de bobagem, brother, Falamos no sentido jurídico que damos a certa ação político-ideológica e não no sentido das pessoas e o universo.

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  • 20/04/2010 - 12:30
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Gustavo,
    O maior preconceito e’ de nao-americanos contra americanos.
    Existe cultura americana (sem aspas). Ela e’ a dos voluntarios, dos que se preocupam com um pais melhor. Um pais quemuda constantemente, oque traz forca a inovacaoe criatividade.
    Falar que a cultura e’ pobre e sem fatores marcantes ou de plastico e’ falta de conhecimento, ou pior, puro preconceito.

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    • 20/04/2010 - 13:03
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Concordo com você

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    • 20/04/2010 - 13:18
      Enviado por: Mauro Souza

      o preconceito contra os estadunidenses é em decorrência da política externa daquele país.

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    • 20/04/2010 - 14:05
      Enviado por: Dr.Massaranduba

      Politica externa nao justifca preconceito. O proprio fato de se falar somente da parte ruim da politica externa e nao da boa ja’ e’ um preconceito.
      Nao existe justificativa para preconceito.
      A maioria dos crimes no estado de sao paulo sao cometidos por negrros. Entao justifica-se o preconceito contra negros?

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    • 20/04/2010 - 14:07
      Enviado por: Fey

      “o preconceito contra os estadunidenses é em decorrência da política externa daquele país.”

      Verdade. Mas também existe uma boa parcela de prepotência.
      Mesmo porque é preciso separar a política da opinião pública em se tratando de cultura e sociedade.
      O americano mediano comum não tem nada contra brasileiros, e é raro encontrar um que descrimine o brasileiro abertamente mesmo porque eles admitem a sua ignorância quanto ao conhecimento geográfico e social de nosso país.
      Já no Brasil encontro uma boa parcela da população que faz refrão ao presidente que insiste em chamar todos os “homens brancos de olhos azuis” de ‘zelites’ ou ‘imperialistas’ sem discrição.

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    • 20/04/2010 - 14:37
      Enviado por: drmfav

      O Antiamericanismo é algo intrigante. Vejamos: é algo compreensível, já que eles são a nação mais poderosa do mundo, em termos econômicos e militares, além de exportarem sua cultura mundo afora de maneira ostensiva (sempre fazendo muito dinheiro nisso), em filmes, seriados e etc. Eles impoêm sua vontade a outros países e invadem alguns outros em nome da liberdade, democracia e blá, blá, blá. Então essa é a reação natural do ser humano e das sociedades. Mas ao mesmo tempo, é muita presunção ou ingemuidade dos “antiamericanos”, acharem que se o nosso país, ou outro qualquer, que tivesse ocupado a mesma posição dos EUA, não faria a mesma coisa. Porque TAMBÉM é natural do ser humano e das sociedades essa imposição. Cada país vai defender seus interesses, mesmo se esses interesse prejudicarem muito outros. Ninguém é santo ou altruísta nessa história de política e economia internacional.
      Mas isso não tem nada a ver com WASP. Só postei por causa dos comentários acima.

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    • 20/04/2010 - 16:04
      Enviado por: Sutter

      é isso ai Massaranduba concordo

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    • 20/04/2010 - 16:56
      Enviado por: Mauro Souza

      Massaranduba,
      eu não tenho certeza de que a maior parte dos crimes seja praticada por negros. Mas como já foi dito aqui, um jornalista negro em São Paulo recebe um terço do salário do que um jornalista branco com a mesma formação. E esse é só um exemplo. Se considerarmos ainda que a mais da metade da população carcerária em SP está presa devido a roubo ou furto, crimes típicos de desempregados ou pessoas de baixa renda, percebemos que os fatos têm conexão.

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  • 20/04/2010 - 13:17
    Enviado por: Glúon

    .
    _______________________
    .
    Entreouvindo no Consulado
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    .

    - Você acha que ser um brasileiro impede alguém de alcançar um bom cargo nos EUA?
    - Se for formado em Harvard, branco e protestante, até que tem chance…
    - E haveria mais alguma exigência?
    - É claro! Tem que ter sido criado em uma família rica do Upper East Side de Nova York, estudado em um colégio privado de Connecticut e se formado em Princeton.
    - Mas se o cara, além de possuir todos esses predicados, também for jornalista?
    - Bem, ainda assim tem que ter uma boa foto, né?
    .
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    .

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  • 20/04/2010 - 13:56
    Enviado por: Fabio Nog.

    Existem distorções em todas as sociedades humanas. Quando se cria uma política específica para corrigir uma distorção, o risco que se corre é não conseguir mais acabar com a tal política, mesmo que a distorção desapareça. Acaba virando direito adquirido

    Digamos que o sistema de cotas nas universidades brasileiras propicie a melhoria do padrão de vida da faixa mais pobre da sociedade. Digamos que o Brasil continue enriquecendo nos próximos 20 anos e o sistema de cotas deixe de ser necessário. O que será que vai acontecer quando um político tentar eliminar o sistema? Posso apostar que haverá uma briga homérica, com os beneficiários defendendo seu “direito adquirido”, apoiados por toda sorte de ONGs, entidades representativas, institutos culturais, etc, além dos eternos políticos oportunistas e populistas.

    Eu acho que toda lei ou política cujo objetivo seja criar uma distorção para corrigir outra deveria vir com prazo de validade, ter data para acabar.

    Quanto aos WASPs, nada a se preocupar. Ao contrário do que foi dito aqui, a cultura americana é fortíssima e todos os que moram lá a incorporam. O sujeito, antes de ser católico, branco, esportista ou rico, ele é americano. Há todo um orgulho em se viver na terra da liberdade, da oportunidade, da livre expressão e livre pensamento, onde o dinheiro é abundante e barato e prevalece o ideário da lei e da ordem permitindo a todos prosperar sem medo de ser feliz. É uma cultura semi-materialista já que o progresso material é legitimado pela ética protestante. Você ganha dinheiro e progride porque Deus te salva se assim for. Os não protestantes gostam muito dessa ética e todos caminham na mesma direção.

    Os americanos são no dia a dia aquilo que os brasileiros só são em dia de jogo da seleção de futebol: unidos até o osso na defesa do seu país.

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    • 20/04/2010 - 15:17
      Enviado por: MarioS

      “Eu acho que toda lei ou política cujo objetivo seja criar uma distorção para corrigir outra deveria vir com prazo de validade, ter data para acabar”
      Fábio,
      Voce está 100% certo, mas lamento informar-lhe que, no Brasil, não adiantaria absolutamente NADA ter data para acabar. Sabe o que aconteceria quando a data se aproximasse? Uma briga homérica, com os beneficiários defendendo seu “direito adquirido”, apoiados por toda sorte de ONGs, entidades representativas, institutos culturais, etc, além dos eternos políticos oportunistas e populistas. Para quem duvida, duas palavras: Zona Franca.

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    • 20/04/2010 - 15:33
      Enviado por: Rodolfo

      “O sujeito, antes de ser católico, branco, esportista ou rico, ele é americano. Há todo um orgulho em se viver na terra da liberdade, da oportunidade, da livre expressão e livre pensamento, onde o dinheiro é abundante e barato e prevalece o ideário da lei e da ordem permitindo a todos prosperar sem medo de ser feliz”

      Eu fico impressionado como ao invés de copiarmos esses ideiais, preferimos rechaçá-las. Principalmente a cúpula do nosso governo e alguns que ainda vivem no mundo da fantasia.

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    • 20/04/2010 - 17:30
      Enviado por: Mauro Souza

      Rodolfo,
      duvido que um iraquiano associe USA com “terra da liberdade, da oportunidade, da livre expressão e livre pensamento…”
      E esse negócio de dinheiro abundante deve ser para uma parcela da população apenas.

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    • 20/04/2010 - 18:44
      Enviado por: MarioS

      Que bom seria se fosse “apenas” isso Rodolfo! Além de não nos inspirarmos no que outros países tem de bom, ainda, atraves do governo procuramos trazer seus defeitos.
      A maior qualidade da sociedade brasileira, invejada mundo afora, é a harmonia racial.
      Que fazem então os iluminados que nos dirigem (para onde ????)? Inventam cotas, para ver se conseguem trazer conflitos para cá.

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    • 20/04/2010 - 19:20
      Enviado por: Dr.Massaranduba

      Mauro,
      vem aqui no sul da california, em uma cidade chamada El Cajon, a leste de San Diego e voce vai encotrar milhares d eiraquianos que discordam de voce.
      fatos ,nao boatos!

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    • 21/04/2010 - 09:43
      Enviado por: Mauro Souza

      Massaranduba,
      vá para o Iraque e você vai encontrar milhões de iraquianos que discordam de você e dos milhares que você citou.

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  • 20/04/2010 - 14:54
    Enviado por: maze ulm

    Eu acho que toda vez que se pretende compensar um erro, comete-se outro erro.
    A unica forma efetiva de se acabar com a desigualdade é fazer todos iguais no principio. Se todas as crianças, sejam elas negras pobres, brancas pobres, ou ricas receberem educação de qualidade e estimulos iguais para se tornarem cientistas, poetas ou esportistas dependendo unica e exclusivamente dos talentos de cada individuo e não do local onde mora, ou da cor da pele e principalmente do sexo de cada uma, aí sim, teremos uma sociedade justa e saudavel. As outras alternativas compensam, mas não corrigem e o que está errado continua errado.

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  • 20/04/2010 - 14:56
    Enviado por: Armando

    Gustavo,
    Excelente post, realmente uma questão importante.
    O politicamente correto veio para substituir a divergência de visões em convergência de valores impondo uma censura abominável àqueles que não comungam com eles.
    O politicamente correto usurpou uma pauta incontestável, dos direitos civis igualitários, e transformou isso na ditadura das minorias. Transformou luta por igualdade por direitos civis em plataforma política parasitária. Construiu a indústria dos excluidos, aonde o mais importante é transformar direito das minorias em dinheiro e votos.
    Você construir uma sociedade com oportunidades para todos não significa a concessão de previlégios para minorias mas a construção de instituições e estruturas que permitam o acesso de todos de forma igual.
    Foram os abomináveis WASP que criaram a supremacia da América gostem ou não gostem disto e fica muito simplezinho agora, que quase tudo esta pronto, você vir e falar que tudo é uma droga e precisa ser mudado. Uma sociedade é como uma espécie dentro da natureza, a mais apta sobrevive. E a sobrevivência não é para fracos e os aptos são reconhecidos pelo mérito e não pela cor, religião, ideologia.
    Sim aos direitos civis, a igualdade de direitos e mais sim ainda à meritocracia.
    Para mim como participante de uma sociedade pouco me importa a cor do meu médico, a religião do meu professor, a ideologia do juiz de direito o que me importa é se ele é o mais capacitado para exercer essa profissão ou não.
    A China logo vai ultrapassar economicamente os E.U.A. e bem na hora que as hordas de bárbaros assolaram a sociedade americana.
    Macular a Suprema Corte com cotas custará um preço podem ter certeza. O bom nunca vai ser melhor que o excelente. Nunca.

    Armando

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    • 20/04/2010 - 15:26
      Enviado por: Palmeirense

      Armando,

      Não vai ser tão logo que a China vai ultrapassar os EUA. Existe uma eternidade de distância entre o PIB americano e o PIB chinês. Pra vc ter uma idéia, o PIB chinês não é tão maior que o brasileiro, mas não tem nem comparação com o americano. Claro que a China é potência emergente, mas dizer que logo ela irá ultrapassar os EUA é forçar a barra.

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    • 20/04/2010 - 17:48
      Enviado por: Fabio Nog.

      Segundo o FMI, o PIB americano é de cerca de US$ 14,3 trilhões. O da China é de US$ 5 trilhões e acaba de superar o Japão como segunda maior economia do mundo. O PIB brasileiro é de US$ 1,5 trilhão, praticamente igual ao da Espanha.

      A China vem crescendo mais de 10% ao ano há cerca de 25 anos, enquanto a economia americana cresce por volta de 3% ao ano. É a projeção linear desse crescimento que faz o pessoal concluir que a China irá ultrapassar os EUA em algumas décadas

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    • 20/04/2010 - 18:38
      Enviado por: Stonis

      Excelente Armando o comentário mais lúcido aqui postado, concordo contigo
      Parabéns

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    • 20/04/2010 - 18:53
      Enviado por: Decio Moreira

      Armando
      Fantáticas suas colocações e a precisão de suas palavras. Parabéns

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    • 20/04/2010 - 22:07
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Mais um com a síndrome do bem nascido!
      .
      Não existe e nunca existira meritocracia sem igualdade de oportunidade e de direito. Pode gritar a vontade, mas Ninguém fala para si mesmo em voz alta.

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    • 21/04/2010 - 00:31
      Enviado por: Paulo

      .
      Tão vendo só como os valores básicos do humanismo e da democracia continuarão tendo que ser redescobertos de épocas em épocas.
      .
      Esse papo furado de meritocracia e predominio dos mais fortes pega bem entre protozoários e samanbaias e é mais velho que fazer xixi a noite…
      .
      O homem é homem quando é solidário e democrático, quando abandona esses valores se assemelha aos ratos.

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    • 21/04/2010 - 09:16
      Enviado por: MarioS

      Paulo,
      Sem dúvida nenhuma os valores básicos do humanismo e da democracia continuarão tendo que ser redescobertos de épocas em épocas.
      Também é verdade que o homem é homem quando é solidário e DEMOCRÁTICO.
      Mas o que cotas tem a ver com democracia? Ao contrário do que tentam nos vender, nem com solidariedade tem. Trata-se de uma medida demagógica, populista e, muito pior, perigosíssima, pois pode trazer para o Brasil algo que nunca tivemos: conflitos raciais.
      Coerência não é uma virtude muito cultivada entre as esquerdas, mas, mesmo sabendo disso, choca ver como conseguem negar as óbvia e grandes oportunidades de ascenção social no Brasil e também idolatrar Lula, um dos inúmeros exemplos delas.

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    • 21/04/2010 - 11:24
      Enviado por: Manoel Joaquim

      O presidente Lula não pode e não deve ser levado como bandeira dos que aproveitam das benesses e da segregação no BraSil, pois se continuarmos com essa linha de raciocínio teremos mais 200 anos para que este Fenômeno volte acontecer.
      .
      Este é o momento das demandas políticas.

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  • 20/04/2010 - 16:16
    Enviado por: Julia Rodrigues

    Oi Gustavo,
    Acompanho quase sempre o seu blog. Acho que pelo fato de morar nos EUA sua visao sobre o Oriente Medio e muito mais ampla do que da maioria das pessoas que so vivenciam um lado da historia.
    Sou estudante de jornalismo em Ann Arbor, Michigan. Estou fazendo um trabalho pra minha aula de jornalismo digital e preciso de uma fonte relevante. Como voce escreve no blog e esta sempre viajando, achei que pudesse ter algo interessante para falar sobre midias digitais.
    Nao consegui seu e-mail por isso estou escrevendo aqui no comentario. Se pudesse me responder via e-mail ficaria grata.

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  • 20/04/2010 - 17:44
    Enviado por: jan z. volens

    O mesmo proceso esta acontecendo na America Latina – o “desbrancamento” e o chegada duma nova raca misturada dos indios, brancos e negros. O Colin Powell de paes da Jamaica decreve o pasado da sua famila: Africanos, irlandeses, indios. O George Herbert Walker Bush presentou a seus netos (filhos de mae mexicana mestica) como: “These are my brown grandchildren!” (Eles sao meus netos pardos). O McCain e sua mulher adotaram uma menina da Bangladesh. (Parbens a Brasil como nacao pelo ganho do Belo Monte contra o “Avatar”!)

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  • 20/04/2010 - 17:54
    Enviado por: ubiratan de souza

    Eu não entendo uma coisa.
    Como os ditos WASPs monopolizaram, ou ainda monopolizam a American way and life, se o estado de israel recebe anualmente $ 5 bi da administração americana a fundo perdido, para serem o ariete americano no oriente médio, junto com o reino unido ( inglaterra ), seu maior aliado.
    Os WASPs não dominam o congresso e o dpto de estado?
    Os WASPs suportam judeus em função de interesses mais estratégicos?
    O que quero concluir é o seguinte:
    Na minha opinião a Administração americana filtra toda e qualquer picuinha domestica para ampliar e manter sua influência regional ou mundial ( entenda-se
    mercados). A liderança economico-militar do acidente exercido pelos EEUU junto com alguns aliados existe para barrar interesses contrários aos seus interesses.
    É assim que vejo.

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  • 20/04/2010 - 18:02
    Enviado por: Jeferson

    Cada poder tem a sua chance de governar qualquer país mas é preciso muita sabedoria para fazer a coisa certa.
    Os WASPs tiveram a sua chance e não souberam aproveitar, isto é, sua política e seu poder só causou muitas diferenças entre as classes sociais e muitos conflitos nos EUA.
    Agora talvez seja a vez de outros comandarem e espero sinceramente que os próximos sejam mais sábios e saibam pulverizar o poder e a igualdade.
    Serve como lição não só para os EUA mas para todos. O poder pode ser muito bom mas é preciso saber usá-lo para benefício de todos.

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  • 20/04/2010 - 18:11
    Enviado por: Pedro

    Muito interessante o texto, sobre um tema super complexo. O politicamente-correto pode não ter chegado aqui no Brasil com a mesma força que vemos nos EUA, estamos longe de ter uma participação mais efetiva das minorias na política, economia e outras esferas formadoras de opinião e tomadoras de decisão no país, mas é interessante notar como, no âmbito cultural, isso é muito forte e em alguns casos chega representar um preconceito às avessas. Explico: é perfeitamente aceitável como uma manifestação cultural legítima um grupo musical se intitular “Só Preto Sem Preconceito” ou uma pessoa sair na rua com uma camiseta com os dizeres “100% negro”. Mas o que aconteceria se alguém aparecesse com um grupo musical intitulado “Só Branco Sem Preconceito” ou usasse uma camiseta dizendo “100% Branco”? Se alguém organizasse uma parada do orgulho hetero?

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  • 20/04/2010 - 18:33
    Enviado por: Paulo Henrique

    que tocante!! com peninha dos WASP, assassinos e estupradores racistas

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  • 20/04/2010 - 18:34
    Enviado por: Stonis

    O termo politicamente correto é uma besbteira, o que importa é a verdade dos fatos.
    1- Não existe raça branca, negra ou amarela, somos todos seres humanos
    2- Todo poder exige mando e consequentemente mandados
    3- Sem hierarquia não existe civilização
    4- Cristão, judeu, islmamico,budista, ateu são opções culturais, ninguém nasce religioso.
    5- Qualquer privilégio para minorias é inaceitácel
    6- A Natureza sempre dá a ultima palavra e a Ciencia existe por isso

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  • 20/04/2010 - 18:47
    Enviado por: MarioS

    “os antes dominantes protestantes estarão fora do Terceiro Poder”
    Impressionante este dado! Eu nunca poderia imaginar isso.

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  • 20/04/2010 - 18:50
    Enviado por: Decio Moreira

    Minha esposa é americana e eu sempre digo exatamente isso á ela. Mas me assusta ver que nossos governos e alguns grupos de aproveitadores tentam fazer o mesmo no Brasil; criar direito das minorias em detrimento de uma maioria que também tem os mesmos problemas.
    Mais uma vez Gustavo, voçê se superou neste artigo.
    Parabéns

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  • 20/04/2010 - 19:24
    Enviado por: Justo

    “Um gigante político, mas um anão moral”, Moisés Naím, editor da revista Foreign Policy

    Brazil’s cuddly ways are barrier to seat at the top table
    By John Paul Rathbone
    Published: April 20 2010 03:00

    Link para o artigo do Financial Times…:http://www.ft.com/cms/s/0/3494a8a8-4c13-11df-a217-00144feab49a.html

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    • 20/04/2010 - 22:12
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Justo, publiquei, mas não esquece que o assunto tem pouca ligação com o tema do post. E você andava sumido

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    • 20/04/2010 - 22:45
      Enviado por: Justo

      Oi Gustavo. Eu nao ando sumido, eu leio seu blog todos os dias. Alguns assuntos eu apenas leio, pois nao tenho nada a acrescentar, ai julgo que ficar calado é melhor.
      Sobre o teor do meu comentário voce tem razao. Mas achei muito significativo o assunto da politica externa do Brasil, me desculpe, nao voltara a acontecer.
      Abracos

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  • 20/04/2010 - 20:00
    Enviado por: Marcus Vinicius

    Vamos só para exercício intelectual tomarmos a hipótese da exclusão das classes branca e heterossexual como verdadeira, já que essa tem sido uma queixa constante nos últimos anos no Brasil.
    Se esse sentimento for verdadeiro ele deveria ser usado por essas classes para tentar entender como se sente alguém negro ou gay no Brasil. Brancos e heterossexuais reclamam que se sentem excluídos nos últimos anos. O que diriam então de grupos que tem sido excluídos não só nos últimos anos mas ao longo de toda a história do Brasil. Porque o prejuízo da comunidade negra ou gay seria menorr que desses outros grupos que passaram a se sentir excluídos apenas nos últimos anos?
    Uma segunda questão seria se perguntar sinceramente: mesmo se sentindo excluídos trocariam realmente de lugar com uma pessoa negra ou gay. A resposta me parece que é não: mesmo que tentemos negar o forte sentimento de racismo e homofobia presente na cultura brasileira, a maioria das pessoas não escolheria para si mesmo ou para seu filho ser negro ou ser gay caso lhes fosse dada esta opção. Essa escolha hipotética só confirma o preconceito (consciente ou inconsciente) que ainda é nutrido em relação a esses grupos.
    Concordo com algumas críticas, seria ideal um escola pública que pudesse preparar igualmente negros e brancos, mas essa escola não existe em nenhum lugar ainda (nem sei se algum dia irá existir). E até que não exista, as cotas são sim uma forma paliativa (embora imperfeita) de resolver o problema. As escolas brasileiras alimentam diariamente o racismo e a homofobia, os professores são mal preparados para lidar com o assunto, e os pais ou se omitem ou reforçam estes preconceitos na educação de seus filhos.

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    • 21/04/2010 - 09:24
      Enviado por: MarioS

      Marcus,
      Seria isim deal uma escola pública que pudesse preparar igualmente negros e brancos, e essa escola não existe em nenhum lugar ainda (imagino que estamos falando do Brasil). Também não sei se algum dia irá existir, mas já exisitiu
      Eu mesmo frequentei uma, e voce ficaria surpreso se soubesse a origem social de alguns de meus colegas e no que se tornaram.
      Garanto que também se surpreenderia em saber de onde vieram alguns alunos do ITA
      Cotas não são forma de resolver problema nenhum, muito pelo contrário, são fontes de outros, gravíssimos.

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  • 20/04/2010 - 20:12
    Enviado por: Hagá

    Yasuhiro Nakazone, primeiro ministro de direita do Japão [PLD] nos anos 1980, do algo da sua arrogãncia [antes de os anos 1990 serem a paralisia para a economia nipônica], dizia que os EUA iriam entrar em decadência por causa do número de negros e hispânicos que estava aumentando muito. Naquela época ainda não havia o “políticamente correto”. Mas o vexame foi tão grande que ele teve de apresentar um monte de desmentidos.

    É preciso ver os fatos em retrospectiva. Há alguns anos os negros não podiam frequentar os mesmos restaurantes dos negros ou os mesmos meios de transporte. Era uma segregação asquerosa e inadmissível. As quotas tiveram sua importância naquele país. Podem ser questionadas hoje, redefinidas.

    No caso do Brasil, penso que o melhor seria a existência de quotas para estudantes do ensino público. Evitaria distorções e mágoas entre os rivais na época de vestibular, por exemplo. E no nosso caso, felizmente não temos faniquito com “assimilação”. Somos miscigenados e essa é nossa virtude, algo muito improvávell no mundo inteiro.

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  • 20/04/2010 - 20:26
    Enviado por: Fey

    Como sempre o nível de comentários deste blog está bom hoje também.
    Noto que alguns comentaristas escrevem sobre “a vez do poder dos WASP (ou brancos)” ou “a vez de ser governado por outras raças”, etc.
    Aliás a mesma frase é muito pronunciada no nosso país em outros termos como “a vez de um homem pobre/ do povo (obviamente estamos falando do Lula) governar”.

    Embora entenda de onde vem esse raciocínio – de que a história nos mostra que o poder tem sido “cíclico” entre os povos – e que também existe aí uma dose de desabafo por se identificar com o lado mais fraco, creio que essa visão de “poder” e “ter vez” é de uma visão um tanto restrita. Porque ‘desta vez’ tem de ser de uma outra raça e não de todas as raças ou classes sociais?

    Como o próprio Gustava escreveu: “A presença de mulheres, negros, judeus e católicos na Suprema Corte pode ser vista como um avanço, e não uma decadência dos WASPs.”

    Ou seja, não existem “vezes” neste contexto, e sim uma compartilhação de lideranças baseado nas suas capacidades, assim como deveria ser des dos primórdios da nossa existência. Isso sim é pensar grande, pelo menos o suficiente para ser menos revanchista e mais aberto como Martin Luther King teria idealizado.

    A idéia de que o governos e juízes são ‘poder’, também implica na sua submissão frente a entidades que deveriam servir e liderar, oque é bem diferente de se achar donos de um país inteiro e mandar nos seus civis como bem entendem.

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  • 20/04/2010 - 20:34
    Enviado por: Oda Nobunaga

    Parece-me um equívoco achar que o politicamente correto nasceu das dádivas divinas do mundo ocidental e não das lutas diárias dos negros, das mulheres, dos judeus, muçulmanos, etc e etc. É lógico que o multicultural, multifacetado, tem lá suas contradições, como por exemplo, o estado israelense construir um muro, quando o de Berlin caiu há mais de 20 anos, mas parece-me um olhar meio cínico achar que o mundo agora está pior. Mas, eu penso que é muito melhor o tempo em que temos que pensar duas vezes em contar um piada racista, do que naquele onde realmente se incendiava pessoas de outra coloração.

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    • 23/04/2010 - 15:24
      Enviado por: Armando

      Caro Oda Nobunaga,

      Mas o contrário do politicamente correto não é o racismo ou a imolação de inocentes. Quando se critica o politicamente correto não é pelas suas humanidades e sim pelo seu viés totalitário aonde não se pode divergir o somente convergir.
      O que não está correto é o politicamente correto tentar pautar a sociedade com uma fantasia doce e simpática mas que por trás esconde uma plataforma mais política do que de direitos civis.
      Seu comentário infelizmente utiliza o mesmo expediente dos politicamente corretos, qual seja, quem não for igual a mim é o diabo, o reacionário, o racista, o extremista religioso.
      Eu sou contra o politicamente correto e não sou nenhuma dessas coisas.

      Armando

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  • 20/04/2010 - 21:57
    Enviado por: Ricardo Arcanjo

    Nenhum Protestante no Supremo? Interessante….Já imaginava que os Brancos Protestantes nos EUA estavam perdendo espaço!

    Como o cinturão bíblico têm se comportado a este respeito? Outra dúvida…nos EUA vc é considerado Latino? O que é ser Latino nos EUA?

    Abraço

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    • 21/04/2010 - 04:00
      Enviado por: Justo

      Latino vem de Ladido.= Espertalhao, trapaceiro…

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    • 21/04/2010 - 09:40
      Enviado por: Mauro Souza

      Que engraçado, é a primeira vez que ouço isso. Pensei que ‘latino’ tivesse a ver com a região do Lácio. Lembrando que o ‘c’ pode ter o som de ‘tch’, o que daria algo como “latchio”.

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    • 21/04/2010 - 10:00
      Enviado por: Mauro Souza

      Até que minha memória não está tão ruim:
      Lácio em latim = látium; em italiano = Lazio.
      .

      “O nome da região sobrevive também na designação tribal da antiga população dos latinos, que deram origem ao povo romano. Na mitologia romana diz-se que o obscuro rei Latino deu seu nome à região. A lingüística moderna postula que as origens do nome “Lácio” residem na raiz proto-indo-européia (PIE) *stela- (“espalhar”, “estender”), que expressa idéia de “terreno de natureza plana” (em contraste ao terreno de maior altitude dos vizinhos sabinos). Porém, o nome também pode ter suas origens numa língua ainda anterior, não indo-européia (vide entrada do Online Etymological Dictionary). Uma vez que “Lácio” é mais respeitado como designação para a Roma Antiga, o termo não é usado como classificação ou designação em mapas ou globos.”

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    • 21/04/2010 - 11:46
      Enviado por: Justo

      Aqui pode-se conferir a etimologia de Latino…Surpresa para alguns

      http://etimologias.dechile.net/?ladino

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    • 21/04/2010 - 13:15
      Enviado por: Fabio Nog.

      É isso aí. Os latinos foram um povo indo-europeu que migrou para o centro do que é hoje a Itália em mais ou menos 2.000 aC. Lá se expandiram assimilando outros povos locais, dentre os quais os culturalmente ricos etruscos, e formaram a gênese dos futuros romanos.

      Agora, a expressão “latinos”, em um sentido mais moderno, se aplica a todos aqueles que falam linguas derivadas do latim antigo. Isso inclui o italiano, o espanhol, o português, o romeno, o catalão e o francês. Os franceses não gostam de reconhecer mas eles também são latinos.

      Já para ladinos a explicação é mais enrolada. Ladino é um dialeto italiano falado por um núcleo pequenos de pessoas nos Dolomitas. É também uma lingua praticamente desaparecida falada por judeus sefarditas espanhóis na idade média e conhecido por judeu-espanhol. E também é sinônimo de esperteza, nos dicionários brasileiros.

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    • 21/04/2010 - 13:51
      Enviado por: Mauro Souza

      Justo,
      essa referência que você colocou diz que ‘ladino’ deriva de ‘latino’, e não o contrário.

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    • 21/04/2010 - 21:07
      Enviado por: Justo

      Mauro..voce nao leu com atençao!
      Veja a referencia cruzada no texto que te leva a ver :

      http://etimologias.dechile.net/?latino

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    • 22/04/2010 - 09:32
      Enviado por: Mauro Souza

      Justo,
      eu já havia lido com atenção, sim, lá diz o seguinte:
      Esta palabra (latino) se corrompió como ladino (…)
      .
      Depois, se você olhar em ladino vai encontrar o seguinte:
      La palabra ladino viene como es evidente de la evolucion fonética de latinus (ver latino).
      Además de significar la lengua del los sefardíes tiene tambén otros significado:
      (…)
      3. ‘astuto, listo, taimado’ en castellano actual, sentido presumiblemente provendrá de expressiones como ‘este sabe latín’ que a nivel popular se aplican a individuos muy astutos e espabilados.
      .

      Espero que isso esclareça a confusão que você fez, é ladino quem deriva de latin, é uma corruptela.
      A acepção de trapaceiro, traidor, surge mais tarde no México, já no período colonial, usada para designar tribos que se converteram ao cristianismo.

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    • 22/04/2010 - 13:05
      Enviado por: Justo

      De qualquer forma a expressao Latino é muitas vezes vista como a designaçao de espertalhoes e trapaceiros em grande parte da Europa o que em parte mostra que este preconceito tem raizes muito antigas.
      Para eles Latino e Ladino sao sinonimos.
      Abraços!

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    • 22/04/2010 - 16:48
      Enviado por: Mauro Souza

      As pessoas que pensam assim são preconceituosas.

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  • 20/04/2010 - 23:55
    Enviado por: Ben

    Se os brancos protestantes são tão maus, incompetentes e decadentes, então por que tantas minorias discriminadas pelos malditos gringos querem emigrar para os EUA?

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    • 21/04/2010 - 09:28
      Enviado por: MarioS

      Esta é a pergunta de um milhão de dólares. Repararam como o estreito da Flórida é e sempre foi uma via de mão única?

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  • 21/04/2010 - 00:09
    Enviado por: Mauro

    quanta ignorância! Já temos conhecimento suficiente para a superação destas “categorias” ou divisões primárias. Já podemos aceitar a realidade percebida com o nível de visão/capacidade cognitiva atual. A humanidade tem de evoluir e cabe a cada um de nós fazer a sua parte para a existência valer a pena e nossos filhos herdarem um mundo melhor (ache isto idealismo ou não). Uma coisa é certa, qualquer classificação simplista está muito, mas muito longe da realidade. Acredite: tudo é infinitamente complexo, e nossas abstrações são mecanismos necessários devido a nossas limitações. Achar que estas divisões primárias vão ajudar a resolver algum problema é extremamente infantil. Aliás,o texto original é muito ruim e duvido de sua veracidade: imigrantes com renda per capita maior que a dos americanos nativos? Chamem um estatístico competente para ajudar o autor e um filósofo para tentar sincronizá-lo melhor com o contemporâneo.

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  • 21/04/2010 - 02:27
    Enviado por: Degrelle

    A raça branca tende a desaparecer da face da terra. Sejam WASP ou não.
    O crescimento demográfico dos brancos é muito menor que o de outras etnias.
    As migrações massivas para a Europa e os USA, e o maior índice de natalidade dos imigrantes, fará os brancos sumirem em algumas centenas de anos. Pode ser conseqüência de séculos de colonialismo, que levou os oprimidos a migrarem para a terra dos conquistadores, e estes pagarão pelos seus crimes com o sumiço.
    Mas assim como não acho correto a extinção de determinadas raças de cachorros, igualmente penso em relação às raças humanas.
    Será que se eu defender a simples supervivência da raça branca, dirão que sou racista?
    Hoje em dia falar em raça branca é algo assim como pecado.
    Se considerarmos que os japoneses, derivam geneticamente dos chineses e também os ameríndios ou seja, a grande maioria dos mexicanos e latino-americanos, veremos que a etnia oriental será preponderante nos próximos séculos.
    Aí sou obrigado a dar a razão ao meu pai quando dizia: “Hijo, los chinos van a dominar el mundo!”

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    • 21/04/2010 - 11:19
      Enviado por: f. amaral

      Se lhe chamarão de racista só por essa afirmação, tenho dúvidas, mas me parece claro que és um preocupado com “pureza de raças” e, muito provavelmente, abomina miscigenação entre populações humanas.

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  • 21/04/2010 - 02:35
    Enviado por: jan z. volens

    EUA hoje: O juez do “Supreme Court” – Tribunal Supremo Federal – Carence Thomas (African-American) casado com mulher branca . A jueza Sonia Sotomayor – (Hispanic, os puertoriquenhos tem 65% ADN matrilineal das Indias Aruacas). O ex-sectretario de defesa William Cohen (paes brancos – mae protestante, pae judeo), mulher jornalista African-American. A embaixadora na ONU Susan Rice (a do “bate boca’ com Celso Amorim) African-American, casado com esposo jornalista branco. —- EUA: 310 milhoes, 47 milhoes (16%) “Hispanic-Latinos” (2050: 103 milhoes, 24%). “Hispanic” nome administrativo, “Latino” nome informal: 64% de origem Mexicano do Mexico ou do Sudleste dos EUA na epoca anterior a 1840. 9% de Puerto Rico. Os “Hispanic-Latinos” sao pricipalmente da raca indigena/india , muitos com mistura com branco ou negro, poucos brancos – todos juntos de familias que atoram a cultura na epoca colonial da Esphana 1492 -1898. Indios “Native American” quasi 4 milhoes, 564 “Indian Nations” com estado oficial “recognized” (325 gambling casinos, 220 tribunales autonomos), mais do que 1000 etnias indigenas sem estado oficial “recognized”. Na Nova Iorque morram 40,000 indios. Muitos milhoes de brancos, inclusive WASP, tem alguma mulher india na historia da familia – hoje mencionado como orgulho (antes jamais!). 6% dos African-American tem ADN de indios: Com os 47 milhoes de “Hispanic-Latinos” predominante de raca india – os “Indio” esta bem presente nos EUA 2010!

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  • 21/04/2010 - 02:41
    Enviado por: Degrelle

    Uma política de promoção do aumento da reprodução, é preciso nas regiões de raça branca.
    Chega do capitalismo consumista e a falta de filhos em pro do “quero ter mais coisas”
    Senão botarmos isso em nossas mentes, estaremos extintos em dois séculos.

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    • 21/04/2010 - 12:14
      Enviado por: Zezinho

      egrelle,
      voce nao respondeu minha pergunta.Aqui vai novamente:
      Voce homenageia esse famoso Nazista porque voce o admira como pessoa ouporque voce admira o Nazismo?
      Voce e’ nazista?
      obrigado.

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  • 21/04/2010 - 08:43
    Enviado por: jairo

    hehe Degrelle , só os ricos não tempo, pois eles tem muitos brinquedos, ao invés de aumentarem a população, eles preferem passear em seus carrões, iates, viajar, ou ir para as noitadas, as mulheres européias não querem mais ter filhos, mas pode ficar tranquilo, que nós não seremos extintos, esta nobre missão da perpetuação está garantida, com nós mesmo, Brasileiros, Africanos, Árabes, Turcos, chinenes etc. com altas taxas de natalidade dá para encher a Europa se necessário for, já enviamos bastante para lá para ajudar, pena que a maioria das mulheres se prostituem. Agora quanto aos protestantes dos Estados Unidos, sempre achei isso esquesito, esse pessoal se trancam em ranchos, tem uns hábitos diferentes, acredito que as pessoas não devem viver para a religião, e apenas a religião deve fazer parte da vida delas.

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  • 21/04/2010 - 12:20
    Enviado por: Mauro Souza

    Pois é, José Antonio, como você defende terroristas como Menahen Beguin e outros da Irgun que usaram o terror para expulsar camponeses pobres de suas terras na Palestina, também defende grileiros e latifundiários no Brasil. Ninguém vai poder acusá-lo de incoerência.

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  • 21/04/2010 - 17:15
    Enviado por: Immanuel

    Na década de 60 meu pai, imigrante alemão, associou-se a um senhor, e montaram uma empresa. Tudo ia muito bem até vir e da revolução de 64, devido às reformas econômicas da época. Pois bem, durante essa crise o filho do sócio do meu pai, que por acaso era advogado, roubava a empresa. Meu pai furioso foi tomar satisfações do tal rabula. O cretino disse para meu pai calar a boca, pois senão iria denuncia-lo como nazista, coisa que meu pai nunca foi, pois saiu da Alemanha e, 1930 com 8 anos de idade.
    Ou seja, espertinhos sempre aparecem, sejam eles: advogados, sem-terra, jornalistas, engenheiros, médicos dentistas; enfim de todos os matizes.

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  • 22/04/2010 - 09:17
    Enviado por: Emerson

    Concordo com o Palmeirense… e digo mais: concordo com o Palmeirense.

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  • 22/04/2010 - 10:13
    Enviado por: Eduardo

    Esta é a verdade sobre o politicamente correto: é a mudança “aceitável” de um preconceito/discriminação para outro preconceiro/discriminação.

    E o pior, esse novo preconceito/discriminação nasce apoiado pelo Estado e pelas pessoas que não percebem, a tempo, que estão a mudar o alvo de seus preconceitos e não a serem verdadeiramente tolerantes.

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  • 22/04/2010 - 13:27
    Enviado por: semcavalo

    Você tocou num assunto interessante porque os grupos minoritários nos EUA vivem “separados”. Contudo, tal vez por isso mesmo se esforçam em superar as dificuldades que lhes advém por conta da origem. No Brasil, o único ministro negro – ou tido como tal – tem como função assunto correlato…Não serve…
    Ainda assim, não é fácil aqui ou acolá. A propósito gostaria que você, ainda que de forma sumária, nos explicasse o que pensam os cidadãos americanos, negros e não negros, sobre as cotas raciais. Já vi entrevista de um educador negro que é contra. E para irritação dos negros disse que os orientais, em geral, teriam em tese menos chances que os negros, e mesmo assim se destacam muito mercê de esforço enorme, dedicação ao trabalho e valorização à educação. São “não-negros”, mas também longe do WASP. Tenho receio que, aqui, no Brasil, da política de cotas. Reconheço que há argumentos razoáveis que pregam em favor dela. Mas, tenho receio que os chamados “brancos pobres” , e nas faixas de baixa/media classe media, e os “não tão pretos” não a vejam com bons olhos. Principalmente quando os “filhos do vizinhos” entrarem na faculdade por essa vala, e os seus não, obrigados a lutar como leões para conseguir o mesmo objetivo. Mais ainda. Verificar que a diferença econômica existe, mas em favor, ou menos desfavorrecida, dos vizinhos. Ou sejam, não são tão “escuros”, mas são mais pobres que os tido como pretos. Sem dizer que descendentes de negros saiam “brancos”, com fenótipos que não “ajudam”, também, passar por cima do muro com esta vantagem.
    Meu temor: que este ambiente proporcione um caldo estimulante de rivalidades acesas que não existiam antes. Abraços.

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  • 22/04/2010 - 22:42
    Enviado por: Danius

    Meu caro amigo Gustavo Chacra,

    este assunto é muito complexo, era melhor não ter publicado esta reportagem porque muita gente não possui maturidade para ler este tipo de reportagem e vai criticar um ao outro nos comentários feito criança e quem sai machucado é tu.

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  • 23/04/2010 - 10:44
    Enviado por: CORINTIANO

    Até quando vai nascer pessoas no Brasil, que o Estado vai ter que sustentar. Vamos fazer controle de natalidade, quantidade sempre vai atrapalhar a qualidade de vida.

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