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Guga Chacra

20.janeiro.2011 18:08:58

De Israel à Palestina – A solução óbvia para Jerusalém

O historiador e hoje embaixador de Israel nos Estados Unidos, Michael Oren, publicou um artigo no USA Today em que defende os pontos de vista israelenses, como cabe a qualquer diplomata. Em determinado trecho do texto, ele afirma que Israel insistirá que Jerusalém “permaneça indivisível”. Nenhuma novidade. Como o próprio Oren afirma, esta era a política até mesmo de Yitzhac Rabin, certamente o mais admirado líder israelense no mundo árabe de todos os tempos – se não for o único.

A diferença está na conclusão do parágrafo dele. “Mas entendemos que os palestinos adotam posições diferentes sobre Jerusalém e que eles levarão para a mesa de negociação”, escreveu. Perfeito. Não há nada a acrescentar ao que disse o diplomata e historiador israelense.

Israel e palestinos possuem visões distintas sobre a resolução do conflito. Nenhuma deve ser imposta sobre a outra. Tudo deve ser negociado, especialmente no status de Jerusalém, certamente mais difícil dos três obstáculos para um acordo de paz.

Há um consenso na comunidade internacional de que os refugiados palestinos retornariam apenas para o futuro Estado palestino, não para o que hoje é Israel. E outro de que os assentamentos longe da fronteira da Cisjordânia com o território israelense devam ser removidos.

No caso de Jerusalém, cada lado apresenta a sua posição. Na minha avaliação, deveriam manter a cidade unificada, pois não há nada mais bizarro do que visitar uma metrópole separada por um muro, como Nicósia, no Chipre. Deve também ser a capital de Israel, já que toda a administração israelense está na cidade. Basicamente, os dois desejos de Israel estariam concluídos. Jerusalém indivisível e capital de Israel. Porém a sede da Presidência palestina poderia ficar em Jerusalém Oriental. Seria, simbolicamente, a capital palestina, apesar de, na prática, a administração ser mantida em Ramallah.

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes

O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen e eleições em Tel Aviv, Beirute e Porto Príncipe. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

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Comentários (151)| Comente!

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151 Comentários Comente também
  • 20/01/2011 - 18:42
    Enviado por: José Antonio

    Concordo com vc. Gustavo, mas os palestinos não vão aceitar esta solução. Para quem gosta da cidade jamais iria querer ve-la dividida com um muro, mas os palestinos que não tem nenhuma história de posse com a cidade não se importam. Durante quase 20 anos eles a tiveram e as únicas coisas que fizeram foi. Destruir sinagogas, urinar no muro das lamentações, não cuidar da cidade em geral, ela estava um lixo quando os paraquedistas do Tzahal a conquistaram em 67. Israel teve que gastar milhões de Shequels para deixar Jerusalem bonita como está. Nestes 20 anos eles jamais falaram em transforma-la em capital, aliás neste tempo todo eles nunca falaram em ter um país, este papo começou em 67 depois de perderem tudo. Arafat inventou um povo que só existe na mídia e uma capital que nunca foi deles.
    Ele foi um grande ladrão do povo palestino, mas genial na sua criação, os árabes com cidadania jordaniana em uma passe de mágica do dia para a noite, se transformaram em um novo povo. Os palestinos.

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    • 20/01/2011 - 20:42
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José Antonio, não é verdade que a ideia de país para os palestinos começou em 1967. E existem árabes vivendo há gerações (talvez milênios) em Jerusalém. Como eles não têm relação com esta cidade?

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    • 20/01/2011 - 22:54
      Enviado por: Victor

      Mas bola pra frente.

      O status quo de Jerusalém não deve mudar, deve continuar como está, capital indivisível do Estado de Israel, com judeus, cristãos e muçulmanos tendo liberdade de movimento e de culto.

      Na minha opinião, capital simbólica não faz diferença, e acho que os palestinos não aceitarão isso.

      Os palestinos quando falam de parar os assentamentos, devem excluir Jerusalém, pois ela é uma, não é nem Ocidental nem Oriental, é Jerusalém.

      E seria mais sensato da parte de Israel o congelamento dos assentamentos na Cisjordânia, mas não em Jerusalém, como já foi feito naquela moratória de 10 meses.

      Seria péssimo uma cidade tão importante para o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo ser dividida ao meio, com um muro e sem que os judeus possam ter livre acesso ao Muro das Lamentações.

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    • 21/01/2011 - 09:24
      Enviado por: José Antonio

      Arábes estão em Jerusalém desde o ano 600 da nossa era, antes não tinham saido da peninsula arábica. Além dos judeus viviam em Jerusalem vários povos, mas não árabes, todos eles desaparecidos. Então fazendo as contas os árabes estão a 1400 anos e os judeus a 3000 anos contando-se da fundação da cidade por David. É óbvio saber de quem é a cidade.

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    • 21/01/2011 - 11:00
      Enviado por: MarioS

      “Na minha opinião, capital simbólica não faz diferença, e acho que os palestinos não aceitarão isso.”
      Na minha opinião, até prova em contrário, não aceitarão nada que possa, nem que remotamente, sugerir um acordo

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    • 21/01/2011 - 12:24
      Enviado por: Irlandês

      José Antonio,

      “Arafat inventou um povo que só existe na mídia e uma capital que nunca foi deles. (…) os árabes com cidadania jordaniana em uma passe de mágica do dia para a noite, se transformaram em um novo povo. Os palestinos.”

      Essa tua frase tem mesmo peso na balança áquelas de questionamentos do Holocausto (“eram poloneses e não judeus”, “eram apenas prisioneiros de guerra”, etc).

      .
      Por favor. Não há como tapar sol com a peneira. Há um povo vivendo a milênios em Jerusalém que não são considerados israelenses pelo governo de Israel e nem são judeus de povo, religião, etc.

      Como dói frases ditas aos judeus para “amenizar” ou “descaracterizar” o Holocausto, essa tua frase sobre os palestinos também teve o mesmo sentido e peso.
      .

      Abraços.

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    • 21/01/2011 - 14:58
      Enviado por: José Antonio

      Vc.esta errado Irlandes, até 67 os palestinos existiam sim, mas eram os judeus, árabes eram apenas árabes. Os judeus da região eram chamados de palestinos, a seleção de futebol da palestina era formada sómente por judeus, o jornal da região era o Palestinian Post, hoje Jerusalem Post, jornal de judeus. Até Jesus Cristo era chamado de o palestino, ele era judeu, não árabe. Entendeu qual foi a safadeza de Arafat. No holocausto os judeus também eram poloneses, alemães, russos. Eu sou brasileiro ,as também sou judeu. Vc. acha que eles foram escolhidos por serem poloneses.

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    • 21/01/2011 - 15:44
      Enviado por: Bigno

      Comparar judeus com árabes não é a mesma coisa que comparar cristãos com persas?

      Entendo que judeu é quem segue o judaísmo, independentemente de onde tenha nascido. Inclusive, pode ser judeu e árabe.

      Já árabe é como persa: nada tem a ver com religião.

      Não é isso?

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    • 22/01/2011 - 12:32
      Enviado por: JClaudio

      Só haverá paz no oriente médio, quando o petróleo acabar. Aí as potencias ocidentais sairão de lá. Ninguém ousa dizer a verdade sobre os “escolhidos de deus”, porque sentem remorsos pelo que os civilizados europeus fizeram com eles na segunda guerra e durante a idade média. Quem praticou o holocausto foram os alemães e europeus, mas temos a impressão que foram os palestinos e iranianos.

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    • 24/01/2011 - 12:21
      Enviado por: Alceste Pinheiro

      Mário,
      Os documentos divulgados recentemente mostram exatamente o contrário. Dremonstram quer os palestinos fizeram concessões inimagináveis, e que Israel recusou-as todas. Concessões amplas, inclusive em relação a Israel.

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  • 20/01/2011 - 18:43
    Enviado por: Raphael Tsavkko

    Absurdo! Simplesmente ridículo! Israel ilegalmente toma Jerusalém e todos os territórios Palestinos, massacra palestinos causando um genocídio e ainda leva Jerusalém enquanto os Palestinos se submetem? Asqueroso!

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    • 20/01/2011 - 20:41
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Raphael, não sei quem você chamou de asqueroso. Sempre é bom manter a educação em debates, mesmo quando discordamos. E vamos aos fatos. De qual genocídio você fala? Morreram 1.300 palestinos na Guerra de Gaza. O número equivale a pouco mais de 0.1% dos mortos na Guerra Irã-Iraque. Em segundo lugar, esta proposta é melhor para os palestinos do que o atual status quo. Hoje, Jerusalém, queira você ou não, está 100% sob controle de Israel. Nesta alternativa, os palestinos poderão chamar Jerusalém de capital e ainda os habitantes árabes poderiam a cidadania palestina (ou israelense, se assim preferissem). Em resolução de conflito, sempre é necessário ceder. Os palestinos, realisticamente, têm um poder de barganha menor

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    • 20/01/2011 - 21:31
      Enviado por: Marcos André Santos

      Chacra:

      “Morreram 1.300 palestinos na Guerra de Gaza.” A frase certa não seria:

      Morreram 1.300 palestinos só na Guerra de Gaza?

      Sim, pois se contarmos desde a criação de Israel vira genocídio, e os números aumentam constantemente.

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    • 20/01/2011 - 21:38
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Marcos, por favor, coloque os números (use sites confiáveis, por favor) de palestinos mortos. De forma alguma você poderá classificar como genocídio. Se quiser criticar Israel, critique pelo que é verdade, não pelo que é mito. A ocupação da Cisjordânia, por exemplo. Ou, até mesmo, o bombardeio à Gaza, dependendo de como você vê aquela guerra. Mas, por favor, não critique por algo que não existiu – genocídio

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    • 21/01/2011 - 11:03
      Enviado por: MarioS

      Marcos,
      Voce tem a mínima idéia de quantos palestinos morreram no total? E genocídio, sabe o que é?

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    • 21/01/2011 - 12:02
      Enviado por: Michael K

      Raphael

      Antes de se pronunciar sbre algo,procure se informar para depois fazer afirmações pertinentes. na partilha decidida pelas Nações Unidas em 1947, foi decidda a criação de dois países, Israel e Palestina, sendo que a parte antiga de Jerusalém seria INTERNACIONALIZADA, enquanto a parte nova, toda ela construída com dinheiro e suor de isralenses de religião judáica, seria uma cidade ISRAELENSE. Nesse contexto, não cabe a ninguém a não ser Israel, definir se seria a Capital ou não. Após o ataque mlitar desferido por 7 nações árabes contra a população judáica, guerra esta que perderam. a parte antiga ficou em mãos dos árabes. Surpresa para você, não passou a fazer parte de um país palestino, mas foi anexada pela Jordânia ( então chamada de Trnasjordânia ), que fez de todo árabe alí residente cidadão jordaniano, ou seja, árabes acabaram com o estado palestino e os mesmos jamais reclamaram. O que havia nesta parte da cidade que lembrasse a exitência de uma cultura judáica foi destruído. Você ainda acha que israel pode confiar em alguém, ou que Jerusalém não deve ficar em mãos israelenses. Não seja tão ingênuo feito uma criança de 4 anos

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    • 21/01/2011 - 12:24
      Enviado por: Marcus

      Esse genocídio que dizem que ocorreu em Gaza é mais uma mentira que repetem tanto até que começam a acreditar. Numa população de 1,5 milhão de pessoas em Gaza, morreram 1.500 ou 0,1% da população. E parte desses mortos eram do Hamas. Obviamente que a morte de civis é sempre uma tragédia, mas que guerra é um inferno, isso não é novidade para ninguem.

      O mais curioso porém é que aqueles que culpam Israelenses, mesmo os grupos de direitos “humanos”, jamais criticam o Hamas e muito menos os países que lhes fornecem armas.

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    • 21/01/2011 - 13:00
      Enviado por: MarioS

      Marcos,
      Voce tem a mínima idéia de quantos palestinos morreram no total? E a definição de genocídio, sabe qual é?
      Ela não fala em números, e, ironicamente, se formos leva-la ao pé da letra, os árabes sim poderiam ser acusados, assim como os palestinos, mas nunca Israel.

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    • 21/01/2011 - 14:29
      Enviado por: Irlandês

      Ai ai… genocídio… cada um….

      Tem hora que parece que Israel tem camaras de gás, fornos de cremação aonde os palestinos são enviados vivos…

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  • 20/01/2011 - 19:38
    Enviado por: José

    Gustavo:
    Admiro sua coragem de opiniar que Jerusalem deve ser a capital de Israel com presença simbólica palestina e que os refugiados não vão voltar nunca para Israel.
    É o que penso como a solução possivel, alem da desmilitarização da Cijordania e estudo de tropas americanas ou israelenses no vale do Jordão para não acontecer o mesmo com o corredor filadelfia entre Gaza e o Egito.
    Mais não vai ter Abbas ou Hamas que aceitem esta realidade.
    Abbas busca em varios paises o reconhecimento das fronteiras antes de 1967, que eram fronteiras Jordanianas, começou no Brasil.
    Ele quer este reconhecimento sem precisar dar nada em troca, e ainda ter Jerusalem para os palestinos.
    Não sei o que a ONU vai decidir,mais quem vai obrigar Israel,ou boicotar Israel se este não fizer uma retirada unilateral forçada ????
    Acho que assentamentos podem ser removidos ou trocados por outras terras,mais antes Abbas tem que reconhecer que Israel é um estado judeu, o que quer dizer que não vai retornar nenhum filho,ou neto de refugiado.É por isto que ele se nega a reconhecer Israel como um estado judeu.
    Gustavo,parabens por se posicionar,pois você trouxe a solução possivel, sabendo que exigencias palestinas extremas jamais passarão no Knesset pela maioria dos seus membros,mesmo que o primeiro ministro fosse a Livni.
    Acho que a sua forma de ver as coisas é o unico caminho possivel para paz.
    Mais não vai ter um lider palestino com legitimidade para renunciar o direito de retorno, pois seria confrontado pelo Hamas e pelos refugiados do Libano.
    Não tem um lider palestino que possa fazer isto atualmente,que tenha coragem de fazer isto sem que corra risco de ser morto e que no dia seguinte uma barragem de kassans venha de Gaza como sinal de opozição ao Plano.
    No Egito Sadat decidia,era o homem forte.
    Na Jordania o rei Hussein decidia,era o homem forte.
    Ambos podiam negociar e garantir a paz com Israel, como Assad poderia se interessasse a Israel.
    Já os palestinos é igual um espólio de familha com 20 herdeiros que querem coisas diferentes,e com advogados diferentes{Arabia Saudita,Irã, Egito,Siria}e este espólio nunca chegará ao final por tantas diferenças.
    Quem comprar algo deste espólio em andamento, se arrisca a perder o sinal.
    Tá dificil negociar com os palestinos por esta questão, pois antes eles teriam que se entender primeiro{Fatah,Hamas e diversas facçôens de refugiados no Libano}e depois aceitarem que o retorno seria para cijordania e que Jerusalem seria de Israel com presença simbólica palestina.
    Não acredito que eles aceitem nunca.
    Mais parabens pela sua coragem de expor o unico caminho possivel.
    Aguarde as criticas de outros,faz parte de quem se posiciona e tem leitores que o acompanha,pois não é todo jornalista que consegue o que você esta conseguindo.
    Hoje Bibi já falou no J.post de se desligar de Gaza parando de fornecer gasolina e eletrecidade, não sei se vai jogar a responsabilidade para o Egito e ao mesmo tempo mostrar para Abbas que se ele busca o estado palestino unilateralmente sem negociaçôens, Israel pode fazer o mesmo com ele.
    Não sei o que tem por traz desta jogado do Bibi e se ele realmente vai fazer o que disse:
    : Israel will work to disconnect Gaza from power grid
    By JPOST.COM STAFF
    01/20/2011 21:20

    Netanyahu, FM meet with French FM; Lieberman tells her Israel has facilitated peace, while Palestinians “commemorate terrorists.”
    Talkbacks (6)

    In a meeting with French Foreign Minister Michèle Alliot-Marie on Thursdsay, Prime Minister Binyamin Netanyahu said he will work to disconnect Israeli infrastructure from the Gaza Strip.

    Israel “will work to disconnect from Gaza in the matter of infrastructure, mainly the electricity and water,” the prime minister said.

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    • 20/01/2011 - 21:50
      Enviado por: Marcos André Santos

      Mentira: “Ele quer este reconhecimento sem precisar dar nada em troca, e ainda ter Jerusalem para os palestinos.”

      As ações diplomáticas dos palestinos são devido a falta de compromisso de Israel para negociar.

      É preciso lembrar uma frase do atual primeiro ministro: “os palestinos deveriam aceitar as negociações sem pre-condições, do contrário é autodestrutivo para eles”

      Como assim? ele afirma que sem negociações vi continuar a tomar-lhe as terras?

      “Não sei o que a ONU vai decidir,mais quem vai obrigar Israel, ou boicotar Israel se este não fizer uma retirada unilateral forçada ?”

      Realmente, Israel vive a margem da lei internacional pois não cumpre nenhuma resolução da ONU. Mas, se uma resolução dessas for aprovada terá apoio maciço da comunidade internacional e precionará Israel sob pena de cortar todas as relações com o país. Torço para que o Brasil seja o primeiro, e só retome as relações normais quando da criação do Estado Palestino.

      Abraços.

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    • 20/01/2011 - 23:01
      Enviado por: jose

      Marcos André:
      O Brasil não vai cortar relaçôens com Israel,não corta com o irã ….
      Barack ofereceu talvez até mais que o Gustavo falou, mais Arafat quiz 1.000% de tudo.
      Ficou sem nada,,,,,,
      Como o Gustavo te disse a frente, aceitem o que é possiovel, ou tentem em 100 anos montar um exercito para tomar jerusalem, e até Haifa,yafoo,a galiléia e tudo mais que os radicais palestinos consideram que é deles,que é toda terra de Israel.
      Ninguem vai obrigar Israel a nada.
      Usa,Alemanha,aliados de Israel e até outros paises europeus que possam até simbolicamente reconhecer um estado palestino,não vão brigar diplomativamente com Israel pelos palestinos,muito menos o Brasil.
      Obama e a Europa mal estão dando conta do Irã,e isto preocupa muito mais os paises árabes que o fato dos palestinos terem um estado com fronteiras da Jordania de 1967.
      Ninguem vai obrigar Israel a retroceder a fronteiras de 1967 sem negociação.
      Portanto negociem o que é possivel ou fiquem com um “estado virtual”.
      Ou façam a tatica burra do Hamas de jogar misseis e terem a reação desproporcional.
      E eu nunca vi o Gustavo dar uma resposta tão sensata:

      Marcos, poderia se o processo histórico fosse diferente. Israel dominou Jerusalém na Guerra de 1967. Antes disso, já havia erguido as suas estruturas. Hoje, seria inviável retirar tudo, levando em conta que Israel tem mais poder de barganha na negociação. Os palestinos, por sua vez, ergueram suas estruturas em Ramallah. Para eles próprios, seria mais fácil administrar a partir da Cisjordânia. Sem falar que Ramallah é praticamente um subúrbio de Jerusalém. Como sede da Presidência, os palestinos poderiam colocar em qualquer lugar que Jerusalém é sua capital. A cidade seria uma municipalidade, eleita por todos os residentes, sejam eles palestinos ou israelenses. A outra opção é o status quo – tudo em Ramallah. Ou, claro, esperar 200 anos, quem sabe, e os palestinos conseguem montar um Exército mais poderoso do que o de Israel, travam uma guerra, ganham, e unificam Jerusalém como capital palestina. Isso que você propõe?

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    • 20/01/2011 - 23:24
      Enviado por: Marcos André Santos

      José,

      Repito: Guerras não dão titularidade de posse de terra. E sim o Brasil e muitos outros países podem cortar relações diplomáticas e comerciais com Israel. Sanções a Israel surtem efeitos pois Israel precisa bem mais da comunidade internacional do que contrário. E antes de dizer o que é produzido em Israel, digo que já sei e reafirmo qu é pior para Israel.

      Abraços.

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    • 21/01/2011 - 11:08
      Enviado por: MarioS

      “Torço para que o Brasil seja o primeiro,”
      Marcos, esta sua torcida leva em consideração os interesses do Brasil?
      “e só retome as relações normais quando da criação do Estado Palestino”
      OK, mas perceba que os palestinos se RECUSAM a criar seu país, a menos, claro, que seja 100% de acordo com suas condições, incluída nestas a de que a maioria deles vá viver em Israel.

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  • 20/01/2011 - 19:49
    Enviado por: Tweets that mention De Israel à Palestina – A solução óbvia para Jerusalém « Gustavo Chacra -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by Jefferson Nascimento, Raphael Tsavkko. Raphael Tsavkko said: Toda adm Israelense tá em JErusalém? Oras, então deve ser israelense, fodam-se os Palestinos! Canalha hipócrita! http://is.gd/vr7Vr7 [...]

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  • 20/01/2011 - 19:56
    Enviado por: José

    Gustavo:
    E parece que Abbas não quer negociar,quer que o mundo forçe Israel a aceitar fronteiras jordanianas de 67.
    Abbas só pede, só reclama, mais não oferece nada.
    Então podem perguntar:
    Oferecer o que ????
    Que aceita que Israel é um estado judeu e consequentemente não voltarão refugiados para Israel.
    Este é o primeiro grande ponto.
    Não adianta se falar em terras, trocas de terras,sem antes falar estas “palavras magicas” que nenhum lider palestino aceita falar.
    Portanto antes de exigir congelamentos,falar de obras em assentamentos os quais alguns podem até fazer parte de um futuro estado palestino que se beneficiaria destas obras,como o Egito se beneficiou de varias obras que Israel fez no Sinai,Abbas tem que abrir mão de exigir o direito dos refugiados.
    Não dá para Israel ir cedendo,cedendo,cedendo, e deixa uma bomba para o final que o que foi cedido não resolveu em nada.
    Ou então vai ficar do jeito que esta.

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    • 20/01/2011 - 20:37
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José, o Abbas se cansou de negociar. Mas, na minha avaliação, eles usaram o reconhecimento como forma de barganha na negociação

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    • 20/01/2011 - 21:06
      Enviado por: José

      Gustavo:
      O Abbas “cançou” de negociar o que sem ser no sentido de receber, e sim de oferecer ???
      O que ele ofereceu a Israel ????
      Aceitou negociar que os refugiados não voltariam ???
      Aceitou negociar o que você achou como a solução para Jerusalem ????
      Sinceramente,o negociar dele foi só ficar exigindo, não ofereceu nada de signifante ou mudou sua pedida de refugiados e exigiu que Jerusalem seja capital palestina.

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    • 20/01/2011 - 23:02
      Enviado por: Victor

      O Abbas por mais que esteja bem intencionado tem que perceber que Netanyahu não é Olmert e que o governo dele não vai cair.

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    • 21/01/2011 - 11:11
      Enviado por: MarioS

      “o Abbas se cansou de negociar.”
      Tudo indica que temos conceitos diferente sobre o que seja negociar Gustavo.
      Eu não considero negociação pedir mil reais por algo, voce oferecer 600 e quando voce aumentar para 650 eu voltar a pedir mil, e continuar com este pedido quando voce oferece 700, 800, 900…
      Diga-se que passagem que Arafat nem sequer respondeu a uma oferta de 970.

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    • 21/01/2011 - 13:09
      Enviado por: Paulo

      .
      MarioS
      .
      No popular se chama negociar com gente ruim de molejo…
      .
      (por favor não considere as conotações pélvicas do termo :) )

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    • 21/01/2011 - 17:38
      Enviado por: MarioS

      Facílimo de resolver Paulo, eles que mandem então as dançarinas da dança do ventre representa-los! Garanto que encontrarão mais boa vontade do lado de “cá”.

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  • 20/01/2011 - 20:12
    Enviado por: DavidCJ

    Brilhante post Gustavo, assim como a sugestão. O que mais me impressiona é que realmente é uma solução possível e viável, porque não se aplica é que são elas. Acho que todos brigaram tanto por lá que já se esqueceram das origens das discussões e parecem não desejar terminar esta situação.

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    • 20/01/2011 - 20:37
      Enviado por: Gustavo Chacra

      DavidCJ, o problema são os dois extremos nas duas sociedades. Abbas e Netanyahu concordariam com este plano

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    • 20/01/2011 - 21:11
      Enviado por: José

      Gustavo:
      Bibi com certeza concordaria que teria uma presença simbólica em Jerusalem e viria como um grande passo para a consolidação do estado palestino Abbas reconhecer que nenhum refugiado palestino voltara para Israel.
      E quanto a Abbas,você acredita mesmo que ele aceitaria isto,e que teria legitimidade para assinar algo que o Hamas e os milhares de refugiados do Libano não vão concordar nunca????
      Neste contexto o que vale a assinatura de Abbas{se ele assinasse,pois eu não acredito}enquanto misseis viriam de Gaza como protesto????
      Como lidar com “duas palestinas” com lideres diferentes ??
      Paz com uma e guerra com a outra ???
      É algo meio esquizofrenico,não acha???

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    • 21/01/2011 - 11:19
      Enviado por: roberto

      Alô Chacra
      na hipótese muito pouco provável deste acôrdo que delineou,quais seriam as PRÓXIMAS EXIGÊNCIAS dos inimigos de Israel?.
      abraços

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  • 20/01/2011 - 21:23
    Enviado por: Nadigo

    Nem sempre o obvio para o ser humano sera a realidade de seu destino.

    Apocalipse 16:16 E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

    Apocalipse 16:17 O sétimo anjo derramou a sua taça no ar; e saiu uma grande voz do santuário, da parte do trono, dizendo: Está feito.

    Apocalipse 16:18 E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande;

    Apocalipse 16:19 e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira.

    Apocalipse 16:20 Todas ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam.

    Apocalipse 16:21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.

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  • 20/01/2011 - 21:24
    Enviado por: Marcos André Santos

    Mas porque tem que ser simbólico para a Palestina e de fato para Israel, isto não se aplicaria o contrário?

    Por favor, não façam comentários islamofóbicos, anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores.

    Abraço

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    • 20/01/2011 - 21:35
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Marcos, poderia se o processo histórico fosse diferente. Israel dominou Jerusalém na Guerra de 1967. Antes disso, já havia erguido as suas estruturas. Hoje, seria inviável retirar tudo, levando em conta que Israel tem mais poder de barganha na negociação. Os palestinos, por sua vez, ergueram suas estruturas em Ramallah. Para eles próprios, seria mais fácil administrar a partir da Cisjordânia. Sem falar que Ramallah é praticamente um subúrbio de Jerusalém. Como sede da Presidência, os palestinos poderiam colocar em qualquer lugar que Jerusalém é sua capital. A cidade seria uma municipalidade, eleita por todos os residentes, sejam eles palestinos ou israelenses. A outra opção é o status quo – tudo em Ramallah. Ou, claro, esperar 200 anos, quem sabe, e os palestinos conseguem montar um Exército mais poderoso do que o de Israel, travam uma guerra, ganham, e unificam Jerusalém como capital palestina. Isso que você propõe?

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    • 20/01/2011 - 22:12
      Enviado por: Marcos André Santos

      Não Chacra, claro que não! Justamente por isso que discordo de você, guerras não dão titularidade de posse de terra, pelo menos não de 100 anos para cá. Israel não são donos das terras porque ganharam aguerra, os EUA não são donos do Iraque, não são donos do Afeganistão, etc e etc.

      Este é o erro, se for como você diz, eles poderiam guerriar e tomar todo o OM. E olhe que para eles não seriam má idéia.

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    • 21/01/2011 - 09:02
      Enviado por: José Antonio

      Marcos, é como o Gustavo falou. Quem pode mais chora menos. Quando em qualquer época os perdedores é que ditam as regras?

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    • 21/01/2011 - 09:12
      Enviado por: José Antonio

      Se guerras não dão a titulariedade, vá dizer para a Russia sair da Ilhas Kurilas japonesas, vá dizer para a Polonia devolver as terras alemãs, vá convencer os tchecos a devolver as terras alemãs.

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    • 21/01/2011 - 11:14
      Enviado por: MarioS

      “Mas porque tem que ser simbólico para a Palestina e de fato para Israel, isto não se aplicaria o contrário?”
      Sei lá Marcos, quem sabe porque Israel permite o acesso de pessoas de todas religiões a seus lugares santos.
      Ou porque Jerusalém sempre foi considerada a capital pelo povo judeu.
      Não sei se voce sabe, mas até a divisão da cidade já foi oferecida. Sabe qual foi a resposta? Nenhuma.

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  • 20/01/2011 - 21:45
    Enviado por: Henrique S

    De 0000 ate 1967 os arabes poderiam ter feito de Jerusalem a capital dos palestinos, dos jordanianos, de quem quisessem. Claramente demonstraram que isso nunca foi a sua vontade. Depois que perderam a cidade, sagrada para os judeus, ai se lembraram de querer Jerusalem para sua capital e da Cisjordania para o seu país.
    .
    Deveriam parar de perder tempo e instituir a Cisjordania como um estado bi-nacional (árabe e israelense), fazer de Ramallah a sua capital politica, ficando Jerusalém com um escritorio ou uma representação diplomatica.
    .
    Os palestinos deveriam se espelhar na historia de todos os povos. As fronteiras de todos os países do mundo não ficam exatamente onde se gostaria que ficassem, mas são o meio termo entre o desejado e o possível. E a cada ano que passa, aumenta a diferença entre o desejado pelos palestinos e a possibilidade dos israelenses.

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    • 20/01/2011 - 22:39
      Enviado por: Marcos André Santos

      Henrique S

      Se os palestinos aceitarem assim, você acha que até quando os palestinos teriam transito livre em Jerusalém?

      Sim porque os israelenses não iam querer esta convivência pra sempre e bastasse um palestino se exaltar para que fosse expulso ou morto pela polícia de Israel, assim, sucessivamente eles seriam proibidos de entrar em Jerusalém.

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    • 21/01/2011 - 11:25
      Enviado por: MarioS

      “Sim porque os israelenses não iam querer esta convivência pra sempre”
      Em que voce se baseia para afirmar isto? Os israelenses convivem com mais de UM MILHÃO de árabes desde a criação do Estado de Israel.
      Acho que voce confundiu com outros países da região que expulsaram uma certa minoria. Ou quem sabe com a Jordânia, país onde aconteceu o Setembro Negro.
      Voce sabia que existe um país em que a entrada de “infieis” é proibida?
      Curioso voce se preocupara com uma hipótese que vai contra todas as evidências e não com discriminações reais. Por que será?

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    • 21/01/2011 - 22:19
      Enviado por: Marcos André Santos

      MarioS

      Então porque Israel quer ser reconhecido como um Estado Judaico, será que é para chamar os “amigos árabes” e comemorar com um grande um charrasco?

      Eu acho que seria para expulsa-los.

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    • 24/01/2011 - 17:51
      Enviado por: GabrielL

      Marcos André,

      Sugiro antes de mais nada, q qd viajar pra fora, vá para Israel e visite Jerusalem para ver q os árabes tb vivem normalmente suas vidas lah…A vida nas áreas palestinas é realmente mais dificil, mas msmo assim as pessoas levam suas vidas normalmente. Não transforme a região num Haiti ou num Afeganistão, pq tá longe disso…

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  • 20/01/2011 - 22:15
    Enviado por: Zezinho

    Estamos na Dinamarca?

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  • 20/01/2011 - 22:30
    Enviado por: Glúon

    .
    ___________________
    .
    Papo de comentaristas
    .
    ___________________
    .

    - Por que Jerusalém não pode ser como a Nicósia, que foi dividida entre gregos e turcos?
    - Porque acho que não seria possível isolar completamente os israelenses dos palestinos.
    - Mas eles não poderiam fazer como os cipriotas, que abriram uma passagem no muro?
    - Tá bom, tá bom. E quem iria administrar o pedágio, hein?
    .
    ______________________________
    .

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  • 20/01/2011 - 22:50
    Enviado por: carlos 3m

    a simbologia de tornar jerusalem capital por parte de arafat, foi criar uma demanda para ser negociada e ser usada como simbolo. na pratica nao ha como comparar a simbologia de jerusalem como capital pelas partes envolvidas. foi uma estrategia de arafat que deu certo porque israel vai ter que ceder alguma coisa em troca. ponto.

    eh mais facil resolver isto se israel declarar ramalah como parte da grande jerusalem e numa negociacao ceder. eh mais para atender egos.

    a parte mais importante da negociacao eh sobre os refugiados e como eles seriam incorporados na vida social e economica do futuro estado palestino, o que pressupoe que exista uma infrestrutura apropiada para tal finalidade, o que acredito nao existe. acho que se realmente ha interesse em criar esse estado, esse deveria ser o foco dos esforcos do governo palestino e nao percebo que esteja sendo.

    nem siquer os paises onde os refugiados palestinos se encontram tem se manifestado em apoiar sua incorporacao nesse futuro estado palestino. entendo extremamente relevante a relacao com a jordania ate pela sua composicao demografica e proximidade fisica, cultural e social.

    em outras palavras, se esta dicutindo o palavreado, mas deixando de lado a realidade para algum outro momento. por isso insisto que mantenho minhas duvidas sobre a real intencao de criacao de um estado palestino que poderia ter comecado em 48. se houvesse a intencao ja teria acontecido. como diz a musica: “Quem sabe faz a hora , não espera acontecer”. tb me lembra o refrao “quem quer tudo,….”

    o problema dos assentamentos foi criado a partir da postura da lideranca palestina de nao sentar para resolver na mesa de negociacoes apos 67. escolheram a violencia e grupos dentro de israel resolveram dar o troco na base de assentamentos, e quanto mais tempo demorar para mudar a estrategia palestina, mais irreversivel ficara a situacao dos assentamentos, como foi observado ao terminar a ultima rodada de negociacoes.

    parte da estrategia paelstina eh tentar delegitimar israel, e isso, como newton ja reconheceu no sec 17, gera uma reacao nao favoravel a boa convivencia. acabei de tomar conhecimento que a unesco, por pressao palestina, alterou o status do tumulo da matriarca rachel, para mesquita. o que alguem imagina que ira acontecer de bom ? [ http://www.petitiononline.com/rabbiv/petition.html ]

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    • 20/01/2011 - 23:20
      Enviado por: jose

      Carlos:
      Se querem deslegitimizar Israel, mais as chances de obterem algo vão ficar distantes.
      Israel pode até cortar a luz e gasolina para Gaza como Bibi falou,para esta “independencia” começar para valer,e o Hamas que troque de fornecedor e procure o Egito,ou ao invés de gastar em armas,que construa estaçôens de força que gerem energia para eles.
      Se Abbas querer deslegitimizar Israel mundialmente e pressionar muito Israel, Israel pode tambem cortar todas relaçôens comerciais e fornecimentos para Cijordania,e eles começam o seu estado independente,ai depois se negocia o resto, se interessar Israel negociar.
      Vamos ver como vão se gerir sem nenhuma relação de fornecimento por parte de Israel;
      E quanto mais acuado Israel se sentir, mais o Liberman e Bibi vâo crescer e o partido trabalhista e o kadima rachados e desacreditados vão diminuir até se tornar impossivel eles ganharem alguma eleição.
      E para isto que as coisas caminham.

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    • 21/01/2011 - 08:47
      Enviado por: Palmeirense

      José,
      “E quanto mais acuado Israel se sentir, mais o Liberman e Bibi vâo crescer”
      Será que não é por isso que as negociações não vão pra frente?

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    • 21/01/2011 - 11:28
      Enviado por: MarioS

      “Israel pode até cortar a luz e gasolina para Gaza como Bibi falou,para esta “independencia” começar ”
      Israel saiu de Gaza e o hamas nunca parou de lançar foguetes, mas se Bibi fizer isso, será acusado de desumanidade.
      Nem a bebês se permite esse tipo de comportamento.

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    • 21/01/2011 - 13:59
      Enviado por: José

      Palmeirense:
      O que vem primeiro, o ovô ou a galinha ????
      Depende o ponto de vista de cada um.
      É assim que lhe respondo porque Bibi e Liberman estão se fortificando e o kadima e o partido trabalhista mais fracos do que nunca diante o que foram no passado.

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  • 20/01/2011 - 23:49
    Enviado por: Florentina

    Existem certas coisas, que são óbvias.
    1 – Jerusalém não é indivisível. Ela é simplesmente “dividida”. Sempre foi . Já era anterior às disputas.
    2 – Israel criou seu Estado, mas nunca possuiu Jerusalém na totalidade. Reivindica portanto, algo que nunca lhe pertenceu.
    Nem aos Palestinos pertence.
    3 – Não há como tornar Jerusalém indivisível ou divisível. Jerusalém é o que é dos que lá estão morando, e do mundo.
    Nós, aqui de fora. Sabemos que na prática, Jerusalém não pode ser capital de ninguém.
    Antes da existência dos imbróglios de Israel e palestina, Jerusalém existia como um belo patrimônio público, e assim deve ser considerada.
    Israel e Palestinos que vão estabelecer capital noutro lugar, porque Jerusalém é nossa, do mundo.
    Sua administração deve ser pela Comunidade Internacional.

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    • 21/01/2011 - 08:55
      Enviado por: José Antonio

      Então vamos dividir Meca e o Vaticano, ou só a capital dos judeus pode ser roubada?

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    • 21/01/2011 - 11:29
      Enviado por: MarioS

      “porque Jerusalém é nossa, do mundo.”
      Por que ???? Quem determinou ? Que outras cidades “pertencem ao mundo” Florentina?

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    • 21/01/2011 - 12:09
      Enviado por: Michael K

      Florentina

      leia para poder opinar. Por mais incrível que pareça para você, mas depois da guerra dos 6 dias ( 1967 ) a divisão de Jerusalém terminou, havendo a unificação. Todo residente passou a receber identidade israelense com plenis direitos de cidadania. Em recentes pesquisas efetuadas, tanto por órgãos isralenses, estrangeiros como palestinos, agrandfe maioria desses cidadãos não quer abdicar dessa cidadania para se tornarem palestinos. Será que abdicam do ” PARAÍSO PALESTINO ” por questões religiosas. pergunte-se

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    • 21/01/2011 - 13:04
      Enviado por: MarioS

      “Nós, aqui de fora. Sabemos que na prática, Jerusalém não pode ser capital de ninguém.”

      Nós quem? Eu não sei nada disso. Para mim É e DEVE SER a capital de Israel.

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    • 21/01/2011 - 14:00
      Enviado por: Marcos André Santos

      É isso aí Florentina, esta seria uma solução justa. Contudo, duvido que aconteça pois a ganância e “o crescimento natural do país” sempre prevalece. Tem gente que acha que o país é proprietário de outro porque ganhou a guerra.

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    • 21/01/2011 - 14:45
      Enviado por: José Antonio

      Que outro Marcos, ali só existiu um país na história. ISRAEL

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  • 21/01/2011 - 05:35
    Enviado por: bruno

    Gustavo
    Você pensa como pessoa normal. A cabeça palestina é baseada em sofismas e é difícil entender o que querem. Se quizessem , podiam ter solucionado o problema ha tempo. Inventaram um povo e um país e a praxis tem que reconhece-los. Mas a historia deles começa a partir de uma guerra pertida e precisam acatar. Isso significa negociar.Sobre Jerusalem , se não houver terrorismo, seria maravilhoso houver dois Jerusalem(falo no singular). É como você comenta – a parte oriental é como um suburbio de Ramalah e que seja decretado como capital dos palestinos. O maior logro seria que os habitantes, com as suas nacionalidades, cruzem as ruas sem necessidades de barreiras – talvez dentro de 50 anos

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  • 21/01/2011 - 07:21
    Enviado por: Rafa

    Concordo que a cada dia Jerusalém fica sendo mais a capital indivisível de Israel e menos dos palestinos, pela grande quantidade de infra-estrutura criada por Israel para aquela cidade desde a guerra de 67.
    Colocar essa cidade como capital do Estado Palestino, mesmo que não seja administrada dali, requer, de toda forma, um maior convívio entre palestinos e israelenses. Isso é possível? E os atentados? O muro de separação provou aos israelenses que é fundamental para a segurança dos cidadãos. Em primeiro lugar teria que haver um compromisso por parte dos palestinos que não ocorreriam atentados e o governo teria que fazer a sua parte.

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    • 21/01/2011 - 11:59
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Rafa, eles já convivem em Jerusalém atualmente

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    • 21/01/2011 - 12:05
      Enviado por: MarioS

      E em Haifa, e em Tel-Aviv, e em Eilat. Já em Nablus, Gaza, Ramalah….

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    • 21/01/2011 - 12:30
      Enviado por: José Antonio

      A convivencia árabe judaica em Jerusalem hoje é ótima, ninguém acredita, claro os que nunca estiveram lá, mas judeus ortodoxos compram diariamente em quiosques árabes, árabes trabalham em empresas israelenses e israelenses trabalham para patrões árabes. A cidade deve ficar assim, qualquer mudança traria gente de fora para desestabilizar a convivencia.

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    • 21/01/2011 - 13:36
      Enviado por: José Antonio

      É verdade, o Gustavo sempre fala da boa convivencia em cidades israelenses, já nas da cisjordânia não é bem assim.

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    • 21/01/2011 - 14:15
      Enviado por: Gudrum

      Uma pesquisa recente demonstrou que apenas 30% dos palestinos que são moradores de Jerusalém gostariam de ser cidadãos palestinos num eventual novo Estado da Palestina. Cerca de 35 % optariam pelo novo estado, sendo que o restante, que não votou, provavelmente tem simpatia por ser israelense, mas tem dificuldades de declará-la por razões obvias.
      Enfim, Jerusalém indivisível teria mais de 50% de árabes-israelenses. Dá para compor com esta turma.

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  • 21/01/2011 - 08:57
    Enviado por: François

    O que vale neste momento e neste blog, é você ser somente um blogueiro sem nenhuma possibilidade concreta de influenciar as partes envolvidas neste assunto, e isto já me passa certo alivio!!!!!!! Todos que pensarem desta forma, estará deslegitimando a própria criação do estado de Israel, pois para a legítima existência do mesmo, para isto, foi criado um fórum internacional de países, que além do estado de Israel, foi crido também o estado da Palestina, com fronteiras determinadas e reconhecidas ainda hoje pela ONU.

    Não é atoa que até mesmo os mais incautos, já não se deixam levar por pretensos formadores de opinião, pois muitos nos levam a subversão de valores e pensamentos!!!!!!!

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  • 21/01/2011 - 09:48
    Enviado por: MARCIO REIS

    Caro Chacra muito bom dia, até porque hoje em São Paulo faz sol, é vespera de feriado prolongado e o nosso verdão goleou o Ituano ontem à noite.
    Sobre o tema, acho que israelenses e palestinos deveriam cumprir exatamente o que a resolução da ONU determina, pois as leis internacionais deveriam ser respeitadas doa a quem doer, a não ser que israelenses e palestinos estabeleçam em Jerusalem uma zona neutra, excluindo a hipotese de a cidade ser capital tanto de Israel quanto da Palestina, onde os cidadãos dos dois estados teriam passe livre para morar e visitar qualquer area da cidade sem ser interpelado ora pela polícia israelense, ora pela guarda palestina.
    Caro Chacra peço sua opinião a respeito de algo que me intriga;
    Jerusalem é um importante centro turistico mundial e portanto com um potencial financeiro altíssimo, seria este o grande motivo da disputa entre palestinos e israelenses pelo controle da cidade, inclusive um motivo maior que as disputas religiosas?
    Abraço e Dá-lhe Porco

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    • 21/01/2011 - 11:56
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Marcio, não. Jerusalém tem importância simbólica para os dois lados

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    • 21/01/2011 - 12:02
      Enviado por: MarioS

      “o nosso verdão goleou o Ituano ontem à noite.”
      Cisne negro

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    • 21/01/2011 - 15:28
      Enviado por: carlos 3m

      “Jerusalém tem importância simbólica para os dois lados”

      mas nao a mesma importancia.

      a demonstracao pratica mais clara eh que ate 1967, o muro das lamentacoes, importante monumento simbolico, era usado como mictorio publico em maos arabes.

      certamente a importancia simbolica de jerusalem nao eh a misma para as partes. a historia mostra isso claramente e ignorar isso eh ignorar a realidade.

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    • 21/01/2011 - 17:42
      Enviado por: MarioS

      Hoje, na Jerusalém sob domínio israelense, eu, que se quisesse poderia me tornar cidadão, posso visitar o Santo Sepulcro e o Muro das Lamentações, mas não a Mesquita de Al Aqsa.
      A mesma coisa vale para qualquer cristão brasileiro. Pensem a respeito.

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  • 21/01/2011 - 10:10
    Enviado por: mm

    Concordo com esta proposta, porém, há problemas.

    1-onde passaria a fronteira???

    acho que deveria haver uma fronteira em todo o entorno de jerusalem, pegando inclusive localidades como maaleh, adumin, pizgat zeev, abu gosh, mevasseret zion e etc. qualquer israelense ou palestino não residente em jerusalem teria de passar por um check point para entrar em jerusalem.

    2-quem teria o direito de residir nesta região?

    como se sabe, a direita ultra-nacionalista israelense tem a ideia de que devem haver só judeus em jerusalem. como se respeitaria onde cada um pode construir? e os novos cidadãos que chegarem?

    3-Especulação imobiliária.

    jerusalem é a uma das cidades mais caras do mundo e mais procuradas, com a instalação da capital de dois países ali isto tende a piorar. Os judeus em geral tem mais dinheiro, e isto faria com que a maioria dos arabes não conseguisse morar próximo a cidade velha. ou talvez nao conseguissem permanecer sequer em jerusalem.

    4-administração, quem administraria a cidade? qual seria a polícia? como seria a prefeitura, uma ou duas?

    acho que é possivel uma administração conjunta, mas tbm é possivel uma administração com duas prefeituras, só a policia nao da pra ser dividida

    enfim, nao é uma coisa simples.

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    • 21/01/2011 - 16:37
      Enviado por: carlos 3m

      “Os judeus em geral tem mais dinheiro”

      mm, se isto for verdade, por favor me manda a minha parte porque ainda nao vi a cor. quero meus direitos e preferentemente em franklins!!!!

      nao sei a qual proposta voce se refere, mas sua digressao nao eh real. sorry.

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    • 21/01/2011 - 17:48
      Enviado por: MarioS

      “qualquer israelense ou palestino não residente em jerusalem teria de passar por um check point para entrar em jerusalem”
      Sim, como para entrar em qualquer país do mundo. Lembre-se de que pela proposta, que voce diz concordar, Jerusalém seria ISRAEL
      “quem teria o direito de residir nesta região?”
      Cidadãos israelenses e estrangeiros com direito a residência, como em qualquer país do mundo.
      “como se sabe, a direita ultra-nacionalista israelense tem a ideia de que devem haver só judeus em jerusalem. como se respeitaria onde cada um pode construir”
      Segundo as leis do país e do município, como em qualquer país do mundo
      “e os novos cidadãos que chegarem”
      idem
      “jerusalem é a uma das cidades mais caras do mundo e mais procuradas, com a instalação da capital de dois países ali isto tende a piorar. Os judeus em geral tem mais dinheiro”
      É mesmo? Quem está bancando todas as construções de Dubai? Judeus? E a Copa no Catar, quem financiará?
      “administração, quem administraria a cidade? qual seria a polícia? como seria a prefeitura, uma ou duas?”
      Uma, israelense, ou voce não apoia a proposta?

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    • 21/01/2011 - 18:07
      Enviado por: mm

      carlos, quis dizer que a população judaica de israel em geral tem renda média mensal superior a dos árabes de israel e dos territórios palestinos.

      o que vc não considera que não foi real? nao entendi, explique melhor e discutiremos mais profundamente

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    • 21/01/2011 - 23:12
      Enviado por: carlos 3m

      2m, para poder responder apropiadamente, me informa antes qual proposta voce endossou no teu comentario. tks.

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  • 21/01/2011 - 10:51
    Enviado por: MarioS

    “Mas entendemos que os palestinos adotam posições diferentes sobre Jerusalém e que eles levarão para a mesa de negociação”
    Pois é Gustavo, perfeito. Não há nada a acrescentar ao que disse o diplomata e historiador israelense.
    Mas o que fazer se os palestinos se recusam a comparecer? Já perdi a conta de quantas vezes disse: sou contra os assentamentos, mas não consigo entender alguém impor condições PARA negociar.
    Negociar, no meu modo de ver, significa expor pontos de vista, dizer o que prentende, ouvir o outro lado e,… negociar! Eu nunca vi alguém chegar em uma loja e ao perguntar o preço de algo ouvir: só digo se isso ou aquilo.
    Quem já foi entrevistado (ou entrevistou) para um emprego sabe que não se faz exigência para INICIAR a entrevista.

    “Israel e palestinos possuem visões distintas sobre a resolução do conflito. Nenhuma deve ser imposta sobre a outra. Tudo deve ser negociado”
    Mas para isso é necessário que haja…. negociação!

    “Há um consenso na comunidade internacional de que os refugiados palestinos retornariam apenas para o futuro Estado palestino”
    Pena que os palestinos não fazem parte do consenso.
    “E outro de que os assentamentos longe da fronteira da Cisjordânia com o território israelense devam ser removidos”.
    Este sim um verdadeiro consenso.
    “Na minha avaliação, deveriam manter a cidade unificada”
    Na minha também e na de Israel. Mais uma vez (está virano rotina) quem discorda?

    Gustavo,
    Curto e grosso: ninguém é dono da verdade, cada um tem uma, mas com a sua, que é a minha também, quem está mais longe de concordar Israel ou os palestinos?

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  • 21/01/2011 - 11:57
    Enviado por: Bigno

    Gustavo, gostaria, se tiver tempo, de ter uma resposta para esse comentário, por favor:

    O problema é que, nesse caso, negociação de paz só interessa à um lado: o lado perdedor da guerra.
    O que Israel ganha com a paz? Muito pouco. Já mais do que provaram que não estão nem aí para a comunidade internacional. Tem o apadrinhamento dos EUA (mesmo que, sob certa ótica, declinante). A situação de segurança nacional é boa – apenas o Irã com a bomba atômica causaria desconforto considerável. E bem sabemos que a oposição à Israel dos países da região não depende somente da causa palestina. Bem na verdade, duvido que o Irã, o Egito e até a Síria, liguem de fato para a condição dos palestinos (evidentemente que um Estado Palestino resolveria a situação dos refugiados, mas ainda assim..). Acredito que usem isso para prejudicar Israel, um adversário no jogo de poder da região. Logo, um tratado de paz e a criação do estado Palestino não vai tirar eles “do pé” do Estado Judeu.

    Acredito que para Israel assim está bom, mantendo o status-quo – fronteiras sempre crescentes, país desenvolvido e com poder geopolítico crescente também.

    Evidentemente que isso custa vidas palestinas. Ou ao menos, as boas condições que poderiam ser oferecidas a eles. Mas, sinceramente, em que lugar do mundo seria diferente?

    Se alguém for responder, por favor, educação vai…

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    • 21/01/2011 - 12:54
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Bogno, New York Review of Books tem um artigo sobre o tema na edição desta semana. Vale a pena ler. Penso como os autores do artigo

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    • 21/01/2011 - 13:29
      Enviado por: José Antonio

      Concordo plenamente com vc. , o estado palestino só interessa a eles, para Israel não vai mudar nada. Depois de criado os palestinos vão continuar a pedir coisas, não estão acostumados a se virarem sózinhos. Só não concordo com as fronteiras, elas não se expandem e sim se reduzem. Em todo este tempo, desde 67, Israel fez dois grandes erros: 1- Dar a AP o poder sobre áreas da cisjordânia, antes se vivia muito bem. 2 – Entregar Gaza sem exigir nada em troca. Até hoje em todos os acordos os palestinos não cumpriram nem uma linha, de nenhum deles. Pouca gente sabe e muita gente cobra a parada dos assentamentos. O que não lembram é que para isso acontecer foi feito um acordo, eles parariam em troca da extinção dos ataques terroristas e lançamentos de foguetes. Como se sabe os palestinos não cumpriram mais este acordo. Só exigem

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    • 21/01/2011 - 13:44
      Enviado por: Bigno

      Já o encontrei! Valeu, Gustavo.

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    • 21/01/2011 - 14:01
      Enviado por: Gudrum

      Concordo em boa parte com o Bigno.
      Como em qualquer negócio, quero saber o que os palestinos ( e o mundo árabe ) tem para oferecer à Israel.
      O investimento israelense em organização, esforço, recursos, vidas, deslegitimização, luta contra as resoluções da ONU foram muito grandes ao longo dos anos. Seria o único país vencedor de todas as guerras ( que foram impostas a ele) que deverá pagar pela vitória. Seria o único país a ter que indenizar o lado perdedor, sem ter sido a causa do conflito, ao menos não a única causa.
      O Estado Palestino será criado, é inevitável. Mas Jerusalem ficará indivisível. A não ser que ofereçam algo muito bom, muito bom mesmo, em troca de Jerusalém oriental.
      Nesta semana até o túmulo de Rachel teve seu nome modificado pelos palestinos. Este é o respeito com as coisas judaicas que estão sob cuidados da AP?
      Israel não mudou o nome da al acqsa no monte do templo. Em outras palavras, reciprocidade. A palavra diplomática que não parece existir do lado árabe-palestino.

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    • 21/01/2011 - 17:50
      Enviado por: MarioS

      “O problema é que, nesse caso, negociação de paz só interessa à um lado: o lado perdedor da guerra.”
      De acordo Bigno, mas não é o que pensam os palestinos, que se recusam a negociar e, quando o fizeram, rejeitaram todas as ofertas. Exceto claro aquelas a que nem responderam.

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  • 21/01/2011 - 12:09
    Enviado por: MarioS

    Gustavo, off-topic, mas muito interessante. Apenas para matar de raiva os que comemoram a “decadência” do EUA

    http://www.economist.com/blogs/dailychart/2011/01/comparing_us_states_countries

    Trata-se de um mapa dos EUA onde em cada estado aparece o nome de um país com PIB equivalente ao seu. Vale a pena ver.

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  • 21/01/2011 - 13:10
    Enviado por: MarioS

    Existem vários exemplos de coisas que se exige de Israel e somente de Israel, por exemplo, que não reaja a lançamentos de foguetes sobre sua população.
    O caso de Jerusalém é apenas mais um, já que muitos pregam sua “internacionalização’, seja isto o que for.
    Argumentos? Ora, que bobagem, deve ser e pronto. Parecido com o “genocídio” de uma população que não para de crescer.

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  • 21/01/2011 - 13:12
    Enviado por: Florentina

    A fala de que Jerusalém não deve ser capital (nem de um lado nem de outro) parece ser uma fala simplória. De um incauto.
    Seria se não tivesse embasamento jurídico.
    O embasamento jurídico de que Jerusalém não é capital, é a RESOLUÇÃO 478 DO CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS.
    Ou seja, para a ONU, a Lei que estabelece Jerusalém como capital de Israel, é “nula de efeitos”.
    E mais:
    Se Jerusalém é capital de Israel, porque a maioria dos países não mantém ou retiraram suas embaixadas na Cidade Santa?
    Estou falando de coisa oficial. Preto no branco.
    Se eu considero Jerusalém capital de Israel, logo não considero a ONU.
    Ai eu pergunto, a ONU deve ser considerada ?
    Jerusalém é uma Cidade Santa de judeus, cristãos e muçulmanos.

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    • 21/01/2011 - 14:40
      Enviado por: José Antonio

      Essa mesma resolução que não foi respeitada pelos árabes.

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    • 21/01/2011 - 17:59
      Enviado por: MarioS

      Florentina,
      Voce tem idéia de quantos países não reconhecem Taiwan? E antes que voce pergunte: a ONU também não. Imaginando que seus critérios se apliquem a todos, não só Israel, o que fazer? Internacionaliza-la?

      Espero sinceramente que suas opiniões sobre Jerusalém e Israel se devam a desconhecimento do assunto. Voce sabia que a ONU NÃO reconhece o Estado Palestino? O Brasil sim, mas a ONU não.
      Estou falando de coisa oficial. Preto no branco.
      Se eu considero (como o Brasil, a Argentina e tantos outros países) os territórios ocupados como Estado Palestino, logo não considero a ONU.
      Ai eu pergunto, a ONU deve ser considerada ?

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  • 21/01/2011 - 13:31
    Enviado por: Mordechai Cano

    Gustavo

    Nao tive tempo de agradecer a gentileza que teve ao permitir que no seu espaco se falasse do meu blog a respeito do gaz encontrado em aguas territorias Isralenses e que estaria sendo reivindicado pelo libano.

    Hoje tomei meu dia livre e dei uma olhadinha no seu blog e , pelos seus comentarios, vejo uma evolucao em relacao realidade Geopolitica.

    A sua materia nao eh pro Israel ou anti palestina. Ela reflete apenas a realidade da indivisibilidade de Jerusalem , cidade na qual moram Palestinos o que nao a transforma em propriedade da AP.

    A solucao para as cidades de Judeia e Samaria dever ser essa que voce proproe
    e que ja foi oferecida varias vezes aos Palestinos. Os grande blocos de assentamentos, como o de Ariel, receberia os postos avancados que sao habitados por poucas familias e que seriam evacuados.

    Bom na teoria funciona, vamos ver como fica na pratica , pois depois da saida de gaza, o apoio aos colonos na Cisjordania creceu muito apesar da massiva propaganda da esquerda contra eles.

    No mais, agradeco novamente a sua gentileza.

    Um grande abraco

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  • 21/01/2011 - 13:40
    Enviado por: Fabio de Israel

    So ha um pequeno detalhe que esta sendo esquecido em todas as discussoes.
    GUILAD SCHALIT.Enquanto nao soltarem ele com vida e em ordem fisicamente
    e psiquicamente falando NUNCA havera acordo.Escrevam o que estou dizendo
    e ponham em suas memorias.Se Guilad Schalit aparecer MORTO,uma guerra
    vira em Gaza,pode apostar.Ele vai ser um Martir e um pretexto.Nada mais justo
    na minha opiniao.

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  • 21/01/2011 - 13:41
    Enviado por: MARCIO REIS

    Caro Chacra o obvio é cumprir a lei, por exemplo o Iraque de Saddam alegou um “direito historico sobre o Kwait”, violou as leis internacionais invadindo e ocupando um territorio que não lhe pertencia, como punição, foi expulso e punido com sanções economicas, alias muito justas, e assim deve ser tambem com todos os países que pertencem às Nações Unidas, ou só devemos lembrar da ONU quando nos convem?
    Israel não esta cumprindo a lei.
    Muito Simples

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    • 21/01/2011 - 14:36
      Enviado por: José Antonio

      Marcio, os territórios em disputa não são um país, e Israel é que foi atacado. Pense mais um pouquinho quem sabe descubra uma saida.

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    • 21/01/2011 - 15:03
      Enviado por: MARCIO REIS

      Sr. José Antonio, não importa se é um territorio ou estado, o que importa é que a ONU já deixou claro que não é de Israel, logo Israel comete um crime perante às Nações Unidas.
      Sr. José Antonio, não consigo acreditar que o Sr. não enxergue isso.

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    • 21/01/2011 - 18:19
      Enviado por: MarioS

      “Israel comete um crime perante às Nações Unidas”
      Ao contrário do que muitos aqui querem dar a entender, a ONU tomou várias resoluções, sobre os mais variados assuntos, não só Israel, e, muitos países não as cumprem.
      Mas isto parece não incomodar tanto quanto Israel, segundo eles, não cumprir.
      Por exemplo: a resolução 1373 de 2001 proibe o financiamento de atos terroristas, bem como qualquer ação que os facilite, incentive, etc
      A 1929, de 2010, determina que o Irã obedeça às resoluções da IAEA
      A 1860, de 2009, determina que se encerre o bloqueio de Gaza, e isto todo mundo parece saber, mas “ignoram” que TAMBÉM determinam a TOTAL cessação de ataques contra civis, o fim do TRÁFICO DE ARMAS e MUNIÇÕES

      O obvio é cumprir a lei, e assim deve ser tambem com todos os países que pertencem às Nações Unidas, ou só devemos lembrar da ONU quando nos convem? Só quando legisla contra Israel?

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  • 21/01/2011 - 13:47
    Enviado por: Fabio de Israel

    Gustavo,voce fez um comentario la em cima que me chamou a atencao.
    Voce respondeu para alguem ai la em cima o seguinte:
    Se os Palestinos daqui 200 anos forem mais forte belicamente,etc etc. etc.
    Israel em primeiro lugar nao vai deixar que isto aconteca, assim como exatamente
    igual o Ira nao tera a bomba atomica.Na mesma proporcao.Nao havera chance para
    isso.Nao somos tontos.

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    • 21/01/2011 - 14:29
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Fabio, coloquei de forma hipotética sabendo que isso não ocorrerá

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    • 21/01/2011 - 18:20
      Enviado por: MarioS

      Desculpem Fabio e Gustavo, mas NINGUÉM tem a mais remota idéia de como estará o mundo daqui a 200 anos, nem a 100.

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    • 21/01/2011 - 23:47
      Enviado por: Marcos André Santos

      Concordo com MarioS

      Ninguém saberá como estará o mundo e as alianças entre países. Ou alguém, naquela época, imginaria a queda do Imperio Romano, por exemplo.

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  • 21/01/2011 - 13:50
    Enviado por: José Antonio

    Gustavo, o Abbas não pode negociar nada, ele não tem nenhum cargo na AP e nem Salam Fayad. Abbas foi eleito, mas sua gestão já se esgotou, Fayad foi indicado e não tem poder de decidir nada. Além do que eles assinarem o hamas não aceita.
    O que fazer? Israel ao conversar com eles está fazendo papel de besta? O que eles assinarem vale tanto quanto o que eu assinar. Nada.

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  • 21/01/2011 - 13:59
    Enviado por: Youssef S

    Gustavo,
    Há alguns anos li esta entrevista em uma revista especilaizada de arquitetura (AU editora PINI), com um arquiteto israelense falando sobre a prática projetual dos assentamentos no West bank e em Jerusalém. Ele aborda como o desenho e a ténica que deveria servir ao Homem, se subordina ao poder e se transforma em mais uma ferramente de dominação. Alguem cita que nesta região os arquitetos tem que trabalhar em 6 dimensões ( 3 judaicas e 3 palestinas) o que seria hilário se não fosse trágico. Veja é bem interessante:

    http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/126/imprime23200.asp

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    • 22/01/2011 - 00:26
      Enviado por: Cecilia

      Youssef S, excelente link.
      Embora nós, que defendemos Israel, possamos não gostar de ver suas estratégias de dominação sobre os palestinos da Margem Ocidental através da arquitetura & urbanismo, elas são inegáveis.
      Só me dói e lamento profundamente que o sonho de justiça e paz de outrora tenha se transformado em ganância e em opressão.
      Não que a credite unicamente a nós.
      Mas num futuro, talvez não distante, esta poderá novamente recair sobre os judeus de Israel. Os profetas do Velho Testamento não cansavam de chamar o povo à razão, e os templos ruíram e o povose dispersou em lágrimas entre as nações.

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  • 21/01/2011 - 14:21
    Enviado por: Youssef S

    Gustavo,
    O MIT, patrocinou em 2007 um concurso de arquitetura com o tema: Jerusalém 2050. Pontes para a Paz. A conclusão óbvia é que sedeve incrementar as relações ( estradas, hidrovias, comercio, etc) e o fim das barreiras. Para mim as maiores ainda estão nas mentes: são os medos, a arrogancia, o separativismo, os preconceitos, o orgulho, a inveja, o ódio, e por ai vai…

    Houve uma menção honrosa para um patrício nosso.

    http://sap.mit.edu/resources/portfolio/visions_of_future/

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  • 21/01/2011 - 14:59
    Enviado por: ricardo

    A capital de Israel é Telaviv e não Jerusalém. Assim como a Palestina deve ter outra cidade como sendo sua capital. Já Jerusalém deve ser neutra, deve pertencer a todos, como patrimônio da humanidade e ambos os povos israelenses e palestinos devem formar uma força conjunta para proteger a cidade. É isso meu povo, por que é tão dificil a paz ?

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    • 21/01/2011 - 15:42
      Enviado por: Catarina

      Se um casal briga 365 dias por ano, porque é difícil a paz…
      Se a gente briga com a gente mesmo..´..
      é ter complicado a paz.

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    • 21/01/2011 - 16:59
      Enviado por: carlos 3m

      “A capital de Israel é Telaviv e não Jerusalém”

      ricardo, acho que voce nao entende qual o papel de uma capital de um pais. sua afirmacao nao confere com a realidade.

      mais real seria voce afirmar que nao gostaria que fosse

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    • 21/01/2011 - 17:05
      Enviado por: carlos 3m

      complementando sua pergunta final:

      a paz eh inatingivel enquanto a realidade nao for considerada.

      foi irreal em 47-48 nao ter aceitado criar um estado arabe (nao se falava em estado palestino naquele tempo. porque? ), foi irreal querer barrer israel do mapa em 48, 56, 67 e 73, e foi irreal dar uma de terrorista para atingir fins politicos, e continua sendo irreal querer o que nao se pode ter. freud pode ter explicacao, mas esta alem do meu alcance.

      nao sei se minha resposta lhe satisfaz, mas eh a realidade.

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    • 21/01/2011 - 17:33
      Enviado por: Romeu

      Concordo com voce Ricardo. Não sei porque Jerusalém, berço do cristianismo e do judaísmo rabínico, seitas que igualmente descendem do judaísmo sacerdotal, deva ficar apenas com o segundo.

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    • 21/01/2011 - 18:22
      Enviado por: MarioS

      Extendo ao ricardo e ao Romeu as perguntas (não respondidas) que fiz à Florentina:
      quem determinou que Jerusalém deve ser internacionalizada? Por que? Alguma outra cidade está na lista de voces?

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    • 21/01/2011 - 23:31
      Enviado por: carlos 3m

      romeu,

      pode nao ter validade para voce a iformacao que segue, mas as cidades mais importantes para os musulmanos sao meca e medina e em terceiro lugar aparentemente jerusalem, e nela os lugares sagrados sao administrados por clerigos musulmanos.

      para os cristaos catolicos eh o vaticano em primeiro lugar, alias, religiao baseada nos ensinamentos de um judeu da regiao, e os lugares sagrados para o cristianismo em jerusalem sao administrados pela igreja ortodoxa grega se nao estou enganado dentro de um acordo com as outras correntes do cristianismo.

      para os judeus jerusalem faz 3000 anos eh unica.

      http://en.wikipedia.org/wiki/Jerusalem

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  • 21/01/2011 - 16:30
    Enviado por: Florentina

    Na mesa de negociação do caso Israel/Palestina, falta um dos membros mais importante: Um representante dos palestinos.
    Porque o Abbas, é isso que o José Antônio citou acima. Ele não representa ninguém.
    É cruel, mas sem Hamas na mesa… nada de acordo.

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  • 21/01/2011 - 16:39
    Enviado por: Victor

    Eu já não gosto de Lieberman, mas tenho que concordar com ele.

    Israel nos últimos anos removeu barreiras na Cisjordânia, deu incentivos para o crescimento econômico na Cisjordânia, removendo obstáculos para produção e exportação, fez parcerias economicas, abriu a ponte Allenby na fronteira com a Cisjordânia, declarou uma moratória de 10 meses nos assentamentos, corre atrás de gente do Hamas(rival do Fatah, de Abbas) na Cisjordânia.

    E o que os palestinos dão em troca?

    Insultos, tentativa de deslegitimar Israel, não volta para as negociações, exigem sem oferecer contrapartidas, fazem manobras internacionais para tentar condenar Israel no Conselho de Segurança e Conselho de Direitos Humanos da ONU.

    Seria bem capaz que se Israel oferecesse Tel Aviv como capital da Palestina, que não haveria acordo ou os palestinos continuariam com brigas internas.

    O que Israel precisa fazer? Parar assentamentos não muda a situação, eles já fizeram isso e não se alcançou nenhum acordo de paz, os palestinos abandonaram as negociações e ainda exigem mais 3 meses de moratória, depois de outra de 10 meses.

    Não existe outra alternativa a não ser continuar construindo assentamentos até que os palestinos(refiro-me ao governo palestino) entendam que não podem exigir só concessões, que Netanyahu tem Lieberman, que Israel precisa de segurança, que precisam demonstrar serem parceiros de Israel e não inimigos.

    Aí sim as coisas podem evoluir, caso contrário, os israelenses vão se desiludir ainda mais e o próximo Knesset já vai ter Yisrael Beiteinu com umas 20 cadeiras e Likud com 30.

    Eu até acredito que Abbas precisa incorporar o espírito Fayyad de parceiria e construtividade ao invés de tentar confrontar Israel, ele não ganha nada agindo como age hoje.

    Pior para os palestinos. É o que os radicais de Israel querem, e não são radicais à la Lieberman a quem eu me refiro. Isso Abbas não quer e nem grande parte de nós queremos, então é torcer para que isso mude e fortaleça os moderados dos dois lados.

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  • 21/01/2011 - 17:30
    Enviado por: Romeu

    Gustavo. Por que aquela idéia inicial da ONU em 1948 de deixar Jerusalém como administrada pela ONU não foi para a frente? Não há hoje ninguém que defenda isso? Porque a capital religiosa dos cristãos e judeus rabínicos, duas seitas que descendem do judaísmo sacerdotal de antes de Cristo, deva ficar apenas com o judaísmo rabínico?

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    • 21/01/2011 - 17:42
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Romeu, porque não interessa a questão da religião. Existe uma coisa que se chama “facts on the ground”. Goste ou não, Jerusalém é na prática a capital de Israel e, tenha certeza, não deixará de ser aconteça o que acontecer. A melhor opção realista para os palestinos é ter a metade oriental como capital simbólica

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    • 21/01/2011 - 18:26
      Enviado por: MarioS

      “Porque a capital religiosa dos cristãos e judeus rabínicos, duas seitas que descendem do judaísmo sacerdotal de antes de Cristo, deva ficar apenas com o judaísmo rabínico?”
      Por que, entre dezenas de outras cidades do mundo importantes para a humanidade, só Jerusalém deve ser internacionalizada? E o que voce chama de
      “ficar apenas com o judaísmo rabínico?”
      Por que a religião deve determinar a soberania sobre territórios? Acho que voce não faz idéia de quantas mudanças haveriam no mundo caso este critério absurdo fosse aplicado.

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    • 21/01/2011 - 23:16
      Enviado por: François

      . FINAL. O cara é um sionista enrustido!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      Realismo!!!!! O que é isto???????????????

      Como realismo, espere o Tal do seu Cisne Negro!!!!!!!

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    • 22/01/2011 - 19:14
      Enviado por: José

      Quero completar a fala do Gustavo:
      Ou ficarem sem nada, pois na força acho impossivel.

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    • 23/01/2011 - 09:29
      Enviado por: Carlos Souza

      MarioS, a religião foi determinante para a criação de Israel. Portanto, deve pesar, sim.

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  • 22/01/2011 - 09:05
    Enviado por: François

    Í, olhe um cisne negro aqui

    22/01/2011 – 08h21
    Líder druso anuncia apoio ao Hizbollah em novo governo
    Publicidade
    DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

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    • 22/01/2011 - 11:23
      Enviado por: Gustavo Chacra

      François, é cisne branco. Já era esperado

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    • 22/01/2011 - 12:38
      Enviado por: roberto

      Alô amigos
      Segundo o politicamente correto dos comunas É CRIME ASSOCIAR A COR NEGRA/PRETO à fatos,acontecimentos ruins.
      eheheehheheheheh
      Alô Chacra:
      detonou pelo menos uns três comentários meus sem qualquer ataque a nenhum dos lados.Coloquei uma tradução de UM DOS ALCORÃO(são falsos?),pois segundo o autor SÃO DOIS e pregam uma dubiedade e contradições, ambas aceitas de acôrdo com a situiação e entrevista de um ESTUDIOSO(Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político ).
      Em tempo:Não sou contra nem a favor de judeus,israelitas,palestinos,árabes,libaneses,etc..
      Sou a favor de democracia e onde ela estiver sendo exercida pois acredito que só a democracia pode resolver estes entraves,senão vamos à guerra.
      abraços

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  • 22/01/2011 - 12:14
    Enviado por: allan

    Tenho certeza de que se eu fosse israelense, eu cederia.
    Se eu fosse palestino, brigaria.

    Então não é difícil concluir quem está errado.

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    • 22/01/2011 - 19:11
      Enviado por: José

      Allan o “Dono da Verdade”.
      Se você escolher a Dilma ela é melhor.
      Se você escolher o Serra ele é melhor.
      O que mais falar ….

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  • 22/01/2011 - 14:39
    Enviado por: donivaldo rodrigues

    parabens Gustavo, seu pensamento e soluçao sao sensatos, mas infelizmente os arabes radicais nao vao aceitar, eles querem mesmo e tudo de israel, jerusalem e a cidade do grande Rei, o Messias de Israel, da tribo de judá, descendente de david,
    depois da volta dos judeus a sua terra, jamais vao conseguir expulsalos de novo,
    o dia que israel perder uma guerra pro arabes, e os judeus tiverem que sair de suas terras, eu deixo de Acreditar no D’US de Israel. tudo ja esta escrito, tudo ja esta determinado. quer acreditem ou nao.

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  • 22/01/2011 - 17:30
    Enviado por: HenriqueS

    A solução do conflito consiste em fazer da Cisjordania um estado bi nacional palestino e israelense, com uma devolução progressiva aos palestinos em 50 anos, na medida em que se consolidarem a confiança e as relações mútuas.

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  • 22/01/2011 - 18:15
    Enviado por: pedrocampos

    Eita Gustavo! a verdade doi né?

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  • 22/01/2011 - 19:25
    Enviado por: José

    Quem tudo quer, nada tem.
    Achem certo ou errado.
    É melhor 90% de alguma coisa que 100% de nada,quanto mais quando não tem juiz nenhum nem oficial de justiça que vão despejar Israel de onde esta.
    O mesmo vale para o Golân.
    O resto é subjetivo,é ficar no nhé nhé nhé do certo e errado, e cada um tem sua verdade.
    De concreto é negociar com Israel e ver até onde pode chegar e o que deve ceder para conseguir o que for possivel, e sem terrorismo ou deslegitimização.
    O resto é masturbação ideólogica sem efeitos praticos.

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  • 22/01/2011 - 20:20
    Enviado por: wagner

    Nunca haverá paz e quando “tiver” será repentina e terminará em completa e definitiva destruição, tudo será pó e cinzas. Meu caro Gustavo Jerusalém é a Cidade de Davi. agora que Parantesco tem o Rei Davi com os Árabes?

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  • 23/01/2011 - 10:08
    Enviado por: Alfredo Neves

    Inteiramente estúpida a a argumentação de que Jerusalém deve se a capital de Israel. Todas as embaixadas estão em Tel-Aviv, até mesmo a Embaixada dos Estados Unidos da América, o grande protetor de Israel. Os americanos não tiveram coragem de mudar a embaixada para Jerusalém adotando postura contrária às resolouções da ONU, apesar de barrarem (vetar) qualquer resolução que condene Israel por qualquer alfinete.

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  • 23/01/2011 - 10:21
    Enviado por: José

    WikiLeaks: EUA suspeitam de motivação brasileira no Oriente Médio

    Publicada em 22/01/2011 às 19h48m
    José Meirelles Passos

    RIO – O governo dos Estados Unidos ainda não conseguiu decifrar, precisamente, os motivos que levam o Brasil a demonstrar tanto interesse em participar de espinhosas negociações sobre conflitos no Oriente Médio – e, sobretudo, as maneiras utilizadas para se inserir nesse contexto. Intrigados com o comportamento – que consideram pouco ortodoxo – das autoridades brasileiras sobre o assunto, diplomatas americanos têm ido além dos canais oficiais em busca de respostas, procurando contatos com as comunidades árabes no país atrás de alguma pista. Nos encontros, eles também mostram grande preocupação com a presença crescente no Brasil – segundo os seus cálculos – de militantes e simpatizantes do grupo radical xiita libanês Hezbollah, à qual o governo estaria fazendo vista grossa.

    É isso o que sugere uma série de telegramas confidenciais enviados a Washington pela Embaixada dos EUA em Brasília, entre julho de 2005 e janeiro de 2009, que o WikiLeaks entregou ao GLOBO. Num deles, os diplomatas dizem que as autoridades brasileiras “tentam justificar suas posições e políticas mais controvertidas sobre o Oriente Médio” como uma resposta às demandas políticas da comunidade muçulmana brasileira.

    No entanto, segundo a avaliação americana, tanto a comunidade árabe cristã como a muçulmana no Brasil não parecem ter o menor interesse no cenário político do Oriente Médio. Esse é um dos fatos intrigantes: “Isso levanta uma questão maior: o que está motivando, então, as políticas às vezes controversas e contraditórias do governo brasileiro em relação ao Oriente Médio?”, conclui um dos telegramas.

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  • 23/01/2011 - 13:27
    Enviado por: wagner roger

    Meu caro Gustavo, o Sr que é uma Pessoa Culta, deve saber que: Palestina é o Nome que os Imperadores de Roma “Império” deu as provincias de Samaria “Israel” e Judá .
    Vamos por parte. Samaria são as 10 Tribos que se dividiram logo após a morte de Salomão. Judá outra tribo são toda a Judéia outra tribo é Benjamim na qual Fica Jerusalém. Agora com certeza o Sr sabe que na Diáspora dos Judeus pelo mundo logo após a destruição do Templo e a Cidade de Davi-Jerusalém, as provinçias de Samaria e Juda e Benjamim ficaram desertas e posteriormente foram ocupadas por diversos “povos” incluindo os Impérios Romanos,Bizantinos etc. Ou seja Os Judeus apenas tomaram posse do que Já eram seu. Ao contrário de Outros Povos eles nunca invejaram outras Cidades como Meca, Roma etc.

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    • 23/01/2011 - 15:24
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Certo Wagner, mas existem seres humaos (demomine-os como quiser) que habitam Nablus, Ramallah, Jenin, Hebron e outras cidades da Judeia e Samaria (usando os termos bíblicos para te agradar) há séculos. O que você sugere? Que eles sejam expulsos?

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  • 23/01/2011 - 15:57
    Enviado por: Fabio de Israel

    Entao pergunto a voce Gustavo,como fica a questao da violencia oriunda quase
    todos os dias de Hebron,Jenin,Nablus,etc… Contra nos,como se resolve isto?
    Passo a bola para voce.Como voce resolveria? So um adendo: Ha especialmente
    soldados em todas estas areas de Israel “”"Policiando”"”estas areas contra possiveis ataques Terroristas.hoje por exemplo matamos 2 por atirarem em
    nossos soldados e tentarem fugir,mas nao deu.
    Nao vai parar? NAO. Nem com Estado Palestino,nem sem Estado Palestino.
    Portanto nao ha fundamento fazer coisa alguma.
    E por fim ; GUILAD SCHALITT,tem tudo a ver. Voce pensa que isto esta esquecido?
    Que vai ficar assim? por enquanto SIM.Ate quando eu nao sei,e tem gente
    que tem CORAGEM de chamar o Liberman de carrasco,assassino,etc…PIADA
    NE?

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  • 23/01/2011 - 17:25
    Enviado por: wagner roger

    Correto Gustavo, Muito pelo contrário todos os “Palestinos” que vivem em Samaria e Judéia “NÃO” devem ser expulsos pois está escrito na Lei de Moisés que “TODO” estrangeiro deve ser bem tratado nas terras de Israel, pois Israel foi estrangeiro no Egito. Como já te disse Não tenho ódio dos Árabes e de nenhum povo. Mas o que vejo é o contrário em relação aos Judeus. à Paz seja com você.

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  • 23/01/2011 - 18:07
    Enviado por: Wilson Cohen

    ….A profecia bíblica diz que só o “assolador” conseguirá o acordo “possível”. Mas, ele quebrará com 3 anos e meio, e ai começam os fatos que vão desembocar no Armagedon. Rapaz, eu tô de olho, porque aquele que conseguir essa façanha tem tudo pra ser o anticristo.

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  • 23/01/2011 - 21:19
    Enviado por: Henrique S

    O Egito acusa um grupo palestino radical de atentado contra os cristãos coptas no Cairo. Os palestinos, por sua vez, acusam…… Israel, claro.
    .
    A comissão mista (israelense/turca) que analisou o direito de defesa de Israel contra a flotilha “humanitária” a Gaza concluiu que Israel não infrigiu as leis internacionais. Da próxima vez, pra simplificar, basta jogar umas cordas nas hélices ou danificar o leme. É mais simples, mais barato, mais angustiante e menos danoso.

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  • 24/01/2011 - 07:33
    Enviado por: ARIOVALDO BATISTA

    Está-se a pontda do ice-berg, deixando de se aprofundar mais em baixo. O Oriente Médio lembra a fábula do lobo e o cordeiro, SEM QUE SE SAIBA QUEM É LOBO OU CORDEIRO, o fato é que a briga continuará com ou sem Jerusalém, ATÉ PORQUE SEMPRE HAVERÁ ÁGUA SUJA, POUCO IMPORTA QUE A SUJOU!
    A questão de Jerusalém pode ter a desculpa da paz, MAS É APENAS A DESCULPA DA GUERRA, e se não for essa cidade, será o Rio Jordão, etc. etc.
    A questão é o fundamentalismo religioso que ainda impera no O. Médio, onde os dogmas de fé dos lideres religiosos estão acima de qualquer “deus”, pouco importa se infinito ou não!
    arioba

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  • 28/01/2011 - 12:28
    Enviado por: Paulo José Valente

    A diplomacia americana está despreparada para fazer frente as demandas do mundo pós-imperialista do século 21. O que se passa no Egito uma tirania apoiada pelo governo americano) é mais uma amostra do efeito do colapso político-econômico dos EUA. O país precisa preprarar-e para atuar com eficácia em um mundo multipolar. Uma nova configuração global já se configura, como descrevi no livro O Sociocapitalismo – por um Mundo Melhor. Livro cada vez mais atual que recomendo a todos que queiram ampliar a sua visão estratégica do mundo.

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  • 31/01/2011 - 17:29
    Enviado por: Alexandre

    On Saturday 29th January 2011, @marcinhosavant said:

    URGENT MESSAGE FROM ACTIVIST IN EGYPT. PLEASE REPOST IF YOU CAN! “To all the people of world”

    Alicia Ali Marsden

    To all the people of world

    The people in Egypt are under governmental siege. Mubarak regime is banning Facebook, Twitter, and all other popular internet sites Now, the internet are completely blocked in Egypt. Tomorrow the government will block the 3 mobile phone network will be completely blocked.

    And there is news that even the phone landlines will be cut tomorrow, to prevent any news agency from following what will happen.

    Suez city is already under siege now. The government cut the water supply and electricity, people, including, children and elderly are suffering there now. The patients in hospitals cannot get urgent medical care. The injured protesters are lying in the streets and the riot police are preventing people from helping them. The families of the killed protesters cannot get the bodies of their sons to bury them. This picture is the same in north Saini (El-Sheikh zoyad city) and in western Egypt (Al-salom). The riot police is cracking down on protesters in Ismailia, Alexandria, Fayoum, Shbin Elkoum, and Cairo, the capital, in many neighborhoods across the city.

    The government is preparing to crackdown on the protesters in all Egyptian cities. They are using tear gas bombs, rubber and plastic pullets, chemicals like dilutes mustard gas against protesters. Several protesters today have been killed when the armored vehicles of the riot police hit them. Officials in plain clothes carrying blades and knives used to intimidate protesters. Thugs deployed by the Egyptian Ministry of Interior are roaming the streets of Cairo, setting fire on car-wheels as means of black propaganda to demonize protesters and justify police beatings and state torture

    All this has been taken place over the past three days during the peaceful demonstrations in Cairo and other cities. Now, with the suspicious silence of the local media and the lack of coverage from the international media, Mubarak and his gang are blocking all the channels that can tell the world about what is happening.

    People who call for their freedom need your support and help. Will you give them a hand?

    The activists are flooding the net (youtube and other sites) with thousands of pictures and videos showing the riot police firing on armless people. The police started to use ammunition against protesters. 15-year old girl has been injured and another 25 year old man has been shot in the mouth. While nothing of these has appeared in the media, there is more to happen tomorrow. Will you keep silent? Will you keep your mouth shut while seeing all these cruelty and inhumane actions?

    We don’t ask for much, just broadcast what is happening

    Written by: Mariam Hussien
    31 minutes ago · Like

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