O Paquistão, que talvez seja o principal aliado dos Estados Unidos na Guerra ao Terror, ajuda a milícia extremista Taleban e a rede terrorista Al Qaeda no Afeganistão na sua luta contra os americanos. Pode parecer bizarro, e é mesmo. Está nas manchetes de hoje do New York Times (“Pakistan Spy Unit Aiding Insurgents, Reports Suggest”), do Washington Post (“Pakistan aid to Taliban insurgents hinted”) e todos os grandes jornais do país.
A administração de George W. Bush sabia disso, assim como a de Barack Obama. Aliás, mesmo com essas informações, o atual presidente decidiu enviar dezenas de milhares de jovens americanos para lutar no Afeganistão na mesma época em que recebeu o Nobel da Paz.
Passamos a última década escutando que o Irã dá apoio a entidades terroristas. E realmente dá, não é mentira. Por este motivo, os iranianos são considerados inimigos dos EUA e há um movimento internacional para impedir que o regime de Teerã desenvolva a bomba atômica – os iranianos afirmam que seu programa é para fins civis. Pelo menos, o Irã não nega a sua relação com estes grupos.
Ao mesmo tempo, os EUA fecham os olhos para acordos nucleares da China com o Paquistão, que tem bomba nuclear. Concedem mais de US$ 1 bilhão em ajuda para o regime de Islamabad. E, há algumas semanas, a secretária de Estado, Hillary Clinton, que sabe das ligações Paquistão-Taleban, ao anunciar uma ajuda extra de US$ 500 milhões, afirmou que “os paquistaneses são aliados nossos em uma causa comum”.
Já passou da hora de os EUA agirem como no Vietnã. Como disse um amigo meu americano, “declarem vitória, mesmo tendo perdido a guerra, a tragam os soldados de volta”. Não dá para saber o que ocorrerá ficando ou saindo do Afeganistão. Pelo menos, haverá a certeza de menos gastos, que poderão ser direcionados para a segurança interna dos EUA e, acima de tudo, menos jovens americanos morrerão ou serão dilacerados em um distantes país da Ásia Central. Esta já é a mais longa guerra da história americana.
Quem sabe, daqui duas décadas, o Afeganistão-Paquistão não se torne um roteiro de viagem tão badalado quanto Laos-Camboja-Vietnã, que é a moda até na elite brasileira. O Laos, que era um dos regimes mais fechados do mundo até uma década atrás (quase uma Coréia do Norte); o Vietnã da guerra que matou dezenas de milhares de americano; e o Camboja, do genocida Pol Pot, do Kmer Vermelho.
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
Sr. Gustavo;
Seria minimamente pedagógico, o sr., completar a sua informação de que os vietnamitas ” mataram milhares de americanos “, com a seguinte pergunta:
O que os americanos estavam fazendo ” five hundred miles” longe de casa, jogando agente laranja sobre a vegetação e a população, e dando respaldo político e militar a camarilha corrupta de Nguen Van Tieu do vietnã do sul? Aliás os EEUU., são bastantes generosos com os aliados, sejam corruptos, criminosos de guerra, ou não. Vide Somoza , Pinochet, e Von Braun ( aquele mesmo ).
Ubiratan, blog nunca será completo. São textos curtos, para levar um tema para debate. Na discussão, os leitores, como no seu caso, devem levantar novos pontos e apresentar questões
responder este comentário denunciar abusoUbiratan tem razão, falta citar kosovo, curdos e todos os crimes contra a humanidade cometidos pela decadente nação americana.
responder este comentário denunciar abusoOs EUA invadiram o Afeganistão, aquele país cheio de gás e papoulas, para buscar Osama Bin Laden, segundo a História Oficial. Não o encontraram e ainda há relatos de que o deixaram escapar mais de uma vez. Continuam financiando o governo do Paquistão, que apóia o Taleban. Já o Irã, aquele país que produz tanto petróleo, mantém detidos familiares de Osama Bin Laden e são inimigos ferozes da Al Qaeda. Os EUA invadiram o Iraque para buscar as armas de destruição em massa, que nunca apresentaram. Mas até hoje não saíram de lá, aproveitando para administrar o petróleo. Agora afirmam que o Irã, do petróleo, desenvolve armas nucleares, sem apresentar provas concludentes. Conclusão: onde quer que esteja a verdade, os fabricantes e vendedores de armas se dão bem de qualquer maneira. Quem são eles? Quais são essas empresas? Quem são seus acionistas controladores? Eis uma reportagem que nunca li em qualquer jornal.
H, o Washington Post tocou nestes pontos na série de reportagens da semana passada
responder este comentário denunciar abusoA ídustria bélica nos EUA produz muito, gera muito emprego e paga muitos impostos. Todo esse aparato militar acaba sendo usado em algum lugar.
Assista o Filme “Bowling for Columbine” do Michael Moore. Apesar de eu achar ele bastante tendenciosos, ele elabora um pouco sobre a indústria bélica americana.
responder este comentário denunciar abusoMichael Moore é um imbecil. Critica o seu país para ganhar dinheiro.
responder este comentário denunciar abusoConcordo Jose, ele é um boçal.. Mas vale a pena ver o filme pelas fábricas de misseis que ele mostra.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, obrigado. Você tem o link?
responder este comentário denunciar abusoGP, fabricas de misseis existem em todo lugar. Quer um exemplo de armamento? A marinha israelense interceptou um navio que levava armas ao hesbolah, as armas vinham do Irã, mas sabe onde foram fabricadas? No Brasil. A minha irmã trabalha para a marinha israelense, portanto não é noticia de jornal. Foi isso que o Lula foi fazer no Irã. Vender armas, burlando as leis internacionais.
responder este comentário denunciar abusoSair falando informações que não saem no jornal por aí? Algumas irmãs deviam ficar mais preocupadas com o que fala…
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio para quem israel vende as armas que fabrica?
responder este comentário denunciar abusoIsrael não vende armas para bandidos, vende até para o Brasil. Os paises para os quais vende não estão sob restrição.
responder este comentário denunciar abusoGostei muito de “Tiros em Columbine”, achei “Farenheit” razoável e “Sycko” muito interessante. Como o sistema é capitalista, é legítimo que Michael Moore ganhe dinheiro com seu trabalho.
Não acredito nessa história de o Brasil vender armas diretamente para o Irã. Até porque não temos tecnologia para isso. Parece mais uma falácia. Informações devem ter origem fidedigna e imparcial.
Advinhem quem vende armas para o Sudão. Hein? Hein? Hein? Hein?
responder este comentário denunciar abusoComo falei Gustavo,deixa o Talibã de presente para o Irã,afinal são inimigos mortais,e mesmo que recebam alguma ajuda do Irã{o inimigo do meu inimigo é o meu amigo}como vazou nos documentos{Paquistão e Irã ajudariam a insurgencia}assim que os USA sairem o Talibã rompe qualquer vinculo minimo com o Irã e se volta contra eles.
A AlQuaida pode se estabelecer em qualquer pais pobre africano ou até planejar atentados em algum pais da Europa ou da America do Sul,não precizam de uma baze fixa.
O Paquistão sempre jogou duplo,assim como o presidente Karzai do Afeganistão.
É melhor os americanos abrirem o olho com o Iraque que tem 80% da sua população xiita e cujas milicias xiitas são armadas pelo Irã.
Se existe um impasse com o Irã sobre a questão nuclear e sobre futuros embargos,o ponto principal é o Iraque,de onde viriam retaliaçõens com facilidade absurda do Irã.
E provavelmente por mais varios anos até se definir a situação com o Irã,o Iraque terá tropas americanas.E talvez seja para sempre,como na Córeia do Sul,só que com um efetivo maior.
O Ponto x hoje é o Iraque devido ao Irã,o Afeganistão deve ser desocupado,e será mais uma fronteira para o Irã voltar a se preocupar.
Rosenvald, boa análise. Realmente, o Taleban serviria para conter o Irã, como no passado. Mesmo assim, é uma milícia deplorável
responder este comentário denunciar abusoComo assim inimigos mortais? Vejam o que diz a imprensa:
Washington (CNN) — Iran is helping train Taliban fighters within its borders, according to U.S. military and intelligence officials.
(CBS) The ancient city of Herat is Afghanistan’s best-kept secret.
For years, it has enjoyed 24-hour electricity and a booming economy, reports CBS News chief foreign affairs correspondent Lara Logan.
But it’s not thanks to U.S. efforts – it’s all because of Iran.
The city lies right on Afghanistan’s border with Iran, fueling strong economic ties. But lately Iran’s been making a different kind-of investment – one increasingly worrying to the United States: it’s backing the Taliban.
A soldier from 7th Group Special Forces finds rocket propelled grenades in a hard-core Taliban village that he knows from experience, are made in Iran.
The Sunday Times March 21, 2010
Iranians train Taliban to use roadside bombs
Miles Amoore in Kabul
TALIBAN commanders have revealed that hundreds of insurgents have been trained in Iran to kill Nato forces in Afghanistan.
Iran ‘sending weapons to Taleban’
By Kate Clark BBC News, Afghanistan
Elements in the Iranian state are sending weapons across the border to the Taleban in Afghanistan, a BBC investigation has uncovered.
http://www.cnn.com/2010/WORLD/meast/03/23/iran.taliban/index.html
responder este comentário denunciar abusoO governo americano continua hipócrita. Não se importa se dezenas de jovens morrem numa guerra nojenta. É mais viável para os Estados Unidos fecharem os olhos para os acordos da China com o Paquistão, e para as atrocidades ocorridas no Afeganistão e no Iraque.
Por que o presidente não vai lutar na guerra, para ver como é “legal” lá? Quantos homens foram lutar por vontade própria? O mais importante são os interesses dos Estados Unidos, e não se um soldado é mutilado ou se uma família sofre pela perda de um filho. O que vale na História é o alcance do poder, e não os sentimentos.
Priscila,
Quantos presidentes em exercício lutaram em guerras? Por que esta sua opção preferencial pelos EUA?
E sim, o mais importante são os interesses do país. É exatamente para defende-los que governos são eleitos, no mundo todo
Pode-se, em democracias, discutir quais sejam estes mas não atacar um governante por cumprir sua obrigação principal.
Respondendo sua pergunta,
todos os homens foram luta rpor vontade propria dado que as forcas armadas e’ composta de voluntarios.
Dr. Massaranduba
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Qual sua opinião sobre os americanos tercerizarem atividades de combate e segurança em zonas de guerra com empresas como a Blackwater que ao fim do governo Bush possuiam mais de 1 bilhão de dólares em serviços já contratados no Iraque e Afeganistão?
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É um serviço como outro qualquer tipo a afirmação do cueca frouxa Felipe Massa?
Eu sou totalmente contra a terceirizacao do servico militar de combate.
isso responde a sua pergunta?
MarioS,
“A marinha israelense interceptou um navio que levava armas ao hesbolah, as armas vinham do Irã, mas sabe onde foram fabricadas? No Brasil.” (José Antonio)
“E sim, o mais importante são os interesses do país. Pode-se, em democracias, discutir quais sejam estes mas não atacar um governante por cumprir sua obrigação principal.” (MarioS)
É mesmo? Então o Lula está certo, defendendo o interesse do Brasil de fabricar e vender armas, não importa o destinatário? Aliás, pela sua frase, está justificada toda a ação de qualquer governo se ele alegar que é do interesse do país que…. Ah, uma pergunta: o Collor, quando confiscou a poupança (ele pode dizer que era interesse do Brasil combater a inflação), também não pode ser criticado?
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
Obrigado por trazer a luz esse teu texto. Verdade que por vezes os jogos políticos beiram o adjetivo “nojento”.
O duro é ver que paga-se com vidas (de soldados como você citou acima) e com o nosso bolso (crises, impostos e desemprego) as ambições de líderes e como dito por alguns colegas, de empresas ávidas ao lucro, por mais sujo que for.
Sugiro um filme muito bom para mostrar o lado sujo das politicagens no mundo: Senhor da Guerra (Lord of War).
Enquanto isso, se fosse possível, o Barack Obama seria candidato ao “bi-campeonato” do Nobel da Paz…
:: O grande problema, Mr. Chacra é que o Afeganistão possui DUAS unidades de inteligência fragmentadas. E uma delas ( a KhAD, totalmente pro-Taliban ) fala diretamente com o ISI paquistanês. O novo general americano (o tal de Paetrus) desconsidera esses relatórios falando algo que até tem sentido – “you have to have contact with bad guys to get intelligence on bad guys”. Não é muito diferente da operação dos Kidons israelenses que se infiltram no Hamas.
–xx–
É como alguém dizer que o Mossad trabalha junto com terroristas para derrubar o Hesbollah.
E impressionante ver q esse fracasso político dos EUA, com a guerra do Afeganistao, não êh apenas herança de uma guerra iniciada pelo Bush, mas sim o legado deixado pela péssima estratégia americana, ainda na época da guerra fria, de fornecer indiscriminadamente armas para o Afeganistao expulsar os Sovieticos. Os mujahidin venceram, e depois formaram o Taleban, e o resultado todos sabem.
Agora o Sr. Presidente Premio Nobel tem q concluir a guerra de forma a não ficar tão patente que as vidas ceifadas e o dinheiro gasto não resultaram em ganho substancial para a segurança da nação. Missão impossível.
Então, nesse momento, como dito pelo amigo do Gustavo, eh melhor pensar que a guerra estah ganha e voltar para casa e aguardar os proximos capítulos desse seriado sangrento.
MarioS, nenhum presidente em exercício vai para guerra. A minha citação foi uma ironia pelo fato do Obama ter recebido o Nobel da paz e continuar mantendo a guerra, e porque o Bush iniciou essa atrocidade de maneira tão hipócrita. Não tenho opção preferencial pelos Estados Unidos, se eu tiver que criticar qualquer outra nação pelos seus erros também criticarei. Acontece que o post de hoje fala dos EUA, e quem mantém a guerra são principalmente eles. Não odeio os Estados Unidos, pois sei que eles têm pontos positivos e negativos como qualquer outro Estado do mundo.
Priscila Pacheco,
Você não percebeu que estão tentando desviar a atenção dos fatos? Até trazer familiares para cá vale! Idiotice então, nem há medida.
Os EUA só sairão de lá se for para seguir em outra guerra em qualquer canto do planeta, é muita inocência achar que todo esse aparato se justificaria apenas para vigiar um muro ao redor dos EUA, e pior, muita gente parece esquecer que os alvos dos americanos enterram muito mais vítimas que os proprios gringos.
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Para eles não existe mundo sem a intervenção americana, estão convencidos de ter esse direito, isso tudo ainda vai acabar muito mal.
Engraçado que os Estados Unidos consideram o Paquistão um aliado, um artigo no NYT de algum tempo atrás falava exatamente como os paquistaneses são intrisicamente anti-americanos (http://www.nytimes.com/2009/12/06/weekinreview/06tavernise.html?_r=1&ref=global-home). O discurso anti-americano é extremamente popular e políticos super populares como Imran Khan propagam esse discurso publicamente.
Quanto ao turismo no Paquistão: passei 3 semanas no Paquistão visitando amigos e de fato, turismo lá não é fácil mas vale super a pena
Por que vale a pena Gisela? Pergunto porque, sabendo que não irei conhecer todos os países do mundo, tenho uma escala de prioriades, aonde o Paquistão deve estar abaixo do 200º lugar. O texto que voce indica é muito interessante e reforçou minha opinião, talvez até rebaixando um pouco o país na lista. Destaco alguns trechos:
“The real terrorists are not the men in turbans we see on Al Jazeera,” said the psychiatrist, Dr. Malik H. Mubbashar, vice chancellor of the University of Health Sciences in Lahore. “They are wearing Gucci suits and Brit hats. It’s your great country, Madam.”
I asked him to spell it out. “It’s coming from Americans, Jews and Indians,” he said. “It’s an axis of evil that’s being supervised by you people.”
This is not such an unusual view in Pakistan, even if the tone was particularly harsh. At 62 years old, Pakistan is something of a teenager among nations, even in its frame of mind — self-conscious, emotional, quick to blame others for its troubles.
“But while India closed itself off, eliminated its feudal system and developed its economy, Pakistan kept a corrosive system of feudal privilege and went through decades of political upheaval. And India still looms large in Pakistan’s collective imagination.”
“He asserted that the American security company formerly known as Blackwater, a favorite target of criticism for ultranationalists, rented a house next to his, and that its employees had been trying to lure his servants with sweets, alcohol and “McDonald’s food every Sunday.”
“Conspiracy theories are pervasive in Pakistan, and Ms. Alvi offered an explanation. They are a projection, she said — a defense mechanism that protects one’s psyche from something too difficult to accept. “It’s not me, it’s you,” she said. “It’s a denial of personal responsibility, which goes a long way to cripple our growth.”
Chamou minha atenção também as referências ao processo de partilha, e lanço aqui o Capítulo II de Dois pesos e duas medidas:
O Paquistão aparece como vítima do processo e Israel, para muitos, foi o bandido
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MarioS
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Que tal 200 mil?
Gisela,
Não é Paquistão, não é Estados Unidos, é tentativa de defender o idefensável estado sionsita por trás desta falta de compromisso com a verdade desta gente.
Esqueça, vá ao Paquistão visitar os amigos, nos dizedr que vale a pena, deixa pra lá. Já defenderam até ladrão de poupança alheia, do que valem?
Sr. Cacra. Não é verdade que o Irã auxilie terroristas. Quem afirma é que tem que indicar quais terroristas, e como auxliam. O Irã é um pais que tem uma tradição pacífica de 300 anos. Auxliliar os ‘maquis’ palestinos e libaneses não é auxiliar terroristas.
Quem auxilia terroristas é os EUA, quem treinou Bin Laden? Quem patrocinou o Taliban 3 decadas atraz.
Vc. deve ser maluco. Comparar maquis aos terroristas hamas e hesbolah, só tendo um parafuso a menos. Os franceses queriam libertar o seu país. Os terroristas islãmicos querem libertar o que? Lá nunca existiu nenhum país além de Israel.
responder este comentário denunciar abusohttp://www.firstworldwar.com/maps/graphics/maps_54_palestine_gaza_1.jpg
responder este comentário denunciar abusoÉ verdade que o Irã auxilia terroristas. Quem afirma isso é o próprio Ahmadinejad:
“Iranian President Mahmoud Ahmadinejad vowed Friday to keep supporting the Palestinian militant group Hamas until the “collapse of Israel.”
Além deles apoia também o Taliban.
Auxliliar o que VOCÊ chama de ‘maquis’ é auxiliar terroristas, mas você tem o direito de chamar bananas de laranjas.
Daniel Barbosa,
Como voce indicou este mapa, assumo que voce não faça parte dos que acham um injustiça a divisão territorial decidida pela partilha de 47. Imagino que faça parte dos que dizem que ela atribuiu aos judeus 10% da Palestina, o que correspondia exatamente a sua participação na população.
http://www.firstworldwar.com/maps/graphics/maps_54_palestine_gaza_1.jpg
responder este comentário denunciar abusomeu caro…caiu a másscara do Ahmadinejad.
http://www.foxnews.com/world/2010/07/26/wikileaks-data-bolster-suspicion-iranian-ties-extremists/
responder este comentário denunciar abusohttp://www.newjerseysolidarity.org/resources/maps/populationpre1948.gif
responder este comentário denunciar abusoFauzi Achoa,
Quem criou o Hamas foi o estado sionsita e quem criou Saddam Hussein foram os Estados Unidos e daí por diante.
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Daqui duas décadas
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Afeganistão Tour
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A casa do livreiro de Cabul
Plantações de papoulas e produção de ópio
Safári com o caçador de pipas
As cavernas do Taleban
Ruínas da embaixada americana
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Faltou o cafofo do Osama…
responder este comentário denunciar abusohá muito tempo os estrategistas americanos deixaram de ser “os” estrategistas. A política externa americana, por vezes, parece absolutamente sem sentido.
Eles têm que cantar (ou falar) menos rap e menos filmes B e construírem mais escolas isso sim.
O Obama deveria ter feito o qu eprometeu durante a campanha.
nao da’ pra’ confiar nestes afegaos corruptos e malucos.
larga os caras la’ s ematando, e’ isso que eles fazem de melhor.
O GRANDE OBSTÁCULO
Obama teve como livro de cabeceira na época em que ia assumir a presidência um livro essencial para entender o que ocorre no Afeganistão:
Steve Coll, ‘Ghost Wars’, ISBN 0-14-303466-9
É, leu justo na época de sua transição do regime eleitoreiro artificial para a realidade do mandato. (Deu no NYT: According to a piece in The New York Times, then presidential candidate Barack Obama was reading Ghost Wars in the final days of the 2008 US presidential election campaign.)
Obama deve ter sido capaz de entender, desse texto do melhor jornalismo, que o problema primeiro do Afeganistão está no islamismo radical. E que cresceu enormemente lá por 1979, quando a então URSS invadiu pelas armas esse país, do qual sairia apenas em 1989, já às vésperas do débacle soviético.
Já naquela época o fundamentalismo religioso era manobrado pelos anti-comunistas, alimentando o jihad contra os soviéticos. Os EUA não entraram na guerra diretamente: apoiavam os paquistaneses, que apoiavam o jihad afegão. Os paquistaneses nunca foram um aliado sincero, e periodicamente os americanos têm uma confirmação disso – e continuam reféns. Desde a época em que a luta era contra os russos, militares paquistaneses ditos “liberais” manipulam os radicais islâmicos, militares eles mesmos avessos ao islã fundamentalista. Apenas um exemplo desses militares: Pervez Musharraf.
O problema todo portanto é anterior até ao Reagan, e não teve tratativa de 1980 para cá muito diferente por parte dos Democratas e Republicanos – exceto no discurso para os respectivos currais. A grande diferença talvez esteja no tempo necessário para entender e reagir, muito longo no caso do Clinton, por exemplo.
Sugiro a todos que queiram entender as dificuldades, as possibilidades e impossibilidades, os erros e os acertos, que façam como Obama: Leiam para começar o ‘Ghost Wars’.
O Grande Obstáculo. A conclusão no fim é sempre a mesma: não há solução decente no Oriente Médio que não passe pela adoção de Estados laicos em seus países. Em particular no Irã, no Afeganistão, na Arábia Saudita.
Até Israel tem influência religiosa demais, hoje com sua presença aumentada no seio mesmo do seu exército. (apud Gilles Lapouge no estadão).
“o problema primeiro do Afeganistão está no islamismo radical”
E não só de lá
“A conclusão no fim é sempre a mesma: não há solução decente no Oriente Médio que não passe pela adoção de Estados laicos em seus países. Em particular no Irã, no Afeganistão, na Arábia Saudita.”
100% de acordo
“Até Israel tem influência religiosa demais, hoje com sua presença aumentada no seio mesmo do seu exército”
Idem, parece que é contagioso.
Mario S,
Mão existe islamismo radical
Existe islamicos radicais. O o homem é radical, e seria se fosse evangelico catolico judeu ou de qualquer outra religião.
responder este comentário denunciar abusoSmorgasbord,
A culpa é do Islã, não é da falta de vergonha e ausência de caráter. O Islã nada tem a ver com istopois, do contrário, todas as demais religiões seriam responsáveis, por exemplo, pelo holocausto que os sionsitas estão cometem=ndo contra os palestinos há mais de sesenta anos e, com religião ou sem religião, vão pagar a conta assim como a Alemanha pagou.
Dr.Massaranduba, ninguém pode garantir que os voluntários não foram induzidos.
Essa e’ uma afirmacao retorica.
Na realidade ninguem pode garantir nada na vida.
Mas o fato e’ que ninguem obrigou os soldados a alistar, nao existe lei nenhuma.
Eles estao la’ por escolha.
Voluntários induzidos? Só se for por dinheiro. Nos USA ninguém é obrigado a servir o exército
responder este comentário denunciar abusoNa verdade Priscila, todos nós fomos induzidos a tudo que fazemos, seja pela leitura, pela educação recebida, pelo que ouvimos de outros e por outras dezenas de maneiras.
responder este comentário denunciar abusoMarioS, dessa vez concordo contigo.
responder este comentário denunciar abusoPriscila Pacheco,
Há quem esquece ou pretende fazere-se de esquecido que alistar-se no exército de Tio Sam é alternativa para não ir à fila dos desempregados, não por culpa destes. Entre morrer de fome e matar inocentes… está claro o que escolhem.
Os EUA são na atualidade, os maiores carniceiros do mundo, da 2ª guerra mundial para cá, essa nação ceifou de forma descarada a vida de milhões de pessoas, a fim de satisfazer a ganância de sua economia e de seu povo, nem a Roma imperial, nem os nazistas foram tão monstruosos, em seus desatinos bélicos. E os EUA tem um agravante que cedo ou tarde se voltará contra o seu próprio povo, eles se declaram uma democracia plena, e segundo as suas “pesquisas” de opinião, seu povo endossa em grande maioria, as atrocidades cometidas por seus sucessivos governos.
Cedo ou tarde, todos os impérios se acabam, e não vai ser diferente com o império americano, creio mesmo, que ele não irá chegar nem perto da longevidade da antiga Roma. Então, com certeza o novo senhor do mundo ha de vir com a conta na mão e apresentá-la ao “pacífico e civilizado” povo americano, e ninguém poderá dizer que a culpa foi de um governo tirano, afinal, as “estatísticas” estarão lá para provar que o “civilizado” povo americano, apoiou a todas as barbáries (Hiroshima; Nagasaki; Napalm; Agente laranja; Fósforo branco; Urânio empobrecido) enfim uma interminável lista de crimes contra a humanidade em nome de mentiras e corrupção. Quando esse dia chegar, que Deus se apiede dos pobres americanos que viverem então ..
Monstruoso e’ ler uma mensagem tao repleta de odio.
responder este comentário denunciar abusoSinto muito, mas que radical anti-americano cego. Leia mais sobre a história da humanidade conteporanea e veja, caso seja fã de Lenin ou Mao, quantas almas se foram em piores condições.
responder este comentário denunciar abusoGostaria de saber quem é esse novo império tão bondoso que vc. espera.
Claro que não vai responder.
Sr. Mário de Sampa
Eu disse da 2ª guerra mundial para cá. E mesmo que o Sr. Mao, Sr Lenin e Sr. Stalin juntos tenham matado 30 trilhões de pessoas, e os EUA “apenas” 15 milhões, isso não torna os EUA uma nação de santos ? Ou em sua opinião torna ? De mais a mais, como eu disse no meu post anterior, os três personagens descritos eram ditadores tiranos,
Já a carnificina americana tem todo o aval de seu povo, e a prova disso, é o senhor mesmo, que nem americano é, mas aplaude e defende a matança deles.
Eu não sou anti-americano, sou anti-carniceiros, mas pior que os anti-americanos, são aqueles, que nem são (americanos), mas babam, invejam e fazem a festa, com a matança dos outros. E convenhamos invejar assassinos, não chega a ser uma prova da virtude humana …
Marocs, pelo jeito você seria um ótimo norte-americano, ódio e sede de sangue [é o que não falta em você. Sua forma de falar é exatamente o que você critica no “povo americano”.
Então quer dizer que um império virá pra substituir os EUA? Me diga qual seria tão bonsinho; a China quem nem respseita os direitos humnao de seus próprios cidadãos? A índia que com seu sistema de castas? A Europa com seu xonofobismo extremo? Te liga amigo. Imperio sempre havrerá. Perfeito nunca. Aproveita que os EUA são o imperio pra você viver o American Dream que todo brasileiro tenta viver, não obstante mete o pau nos EUA. Quanta hipocrisia.
responder este comentário denunciar abusoSr. José Antônio
Que pergunta ingênua é essa ? O próximo império que sucederá aos americanos, eu não sei qual é, alguma sugestão ? Talvez os chineses, eles tem potencial pra isso, mas de uma coisa eu tenho certeza, o novo império vai matar também, todos eles (impérios) o fazem. E por isso devemos aplaudir a carnificina atual ? Ou esperar que ela não se altere para sempre ?
Muitos vão morrer, sob o domínio do novo império, e muitos vão viver bem com ele, assim como o senhor prospera e vive bem com o império e matança atuais.
Daí se entende, o porque do senhor, defender o atual estado de coisas, assim como está, continua muito bom para o senhor, então que se dane quem, ou quantos estão morrendo sabe-se lá onde ..
Como dizem “Farinha pouca, então meu pirão primeiro”. Bom capitalista, selvagem até o fim ..
Sr. GP
As suas premissas e verdades, são suas, e não minhas, não creia que meus valores, pensamentos e crenças devam ser iguais aos seus ..
responder este comentário denunciar abusoMao e Stalin juntos terem matado mais de 30 milhões de pessoas, não torna os EUA uma nação de santos, apenas torna sua frase – Os EUA são na atualidade, os maiores carniceiros do mundo, da 2ª guerra mundial para cá – mentirosa.
O seu ódio por um país extremamente democrático e liberal é assustador.
Israel é o próximo candidato a dominar o mundo!
Pelo andar da carruagem vai desencadear a 3ª guerra mundial,
com o aval dos EE.UU, ( tipo vai que eu garanto, como ja estão programando invasão em conjunto) seguido pelos aliados da UE.
Quem viver verá!
Um comentário ingênuo e cheio de ódio. Sejamos pragmáticos. Não existe país “bonzinho” ou “mauzinho”. Existem Estados, formados por pessoas que são o que são. Todo e qualquer Estado bem dirigido, vai defender seus próprios interesses. A vida é assim. Quem não concorda com isso ou é muito ingênuo ou está mal intencionado. Os EUA são uma nação riquíssima e se aproveitou disso para “dominar” a economia mundial por muitos anos. As vezes isso se faz atavés da força. Se não fossem os EUA seriam outra nação qulaquer. Oxalá fosse o Brasil!
responder este comentário denunciar abusoEm Tempo:
Se não me engano era o General Patton que costumava dizer: “Possa Deus ter piedade de meus inimigos, porque eu não terei” …
Stalin fez pior mas não falou nada a ninguém…….. hahahaah
responder este comentário denunciar abusoOi Chacra,
Esses dias lembrei que o ataque de 11 de setembro completará nove anos em breve.
E ao lembrar da invasão ao territorio afegão com o objetivo principal que é prender o Osama bin Laden e combater os talebans que aliás o principal objetivo nunca foi cumprido.
E passado nove anos, tanto americanos quantos talebans ainda continuam lá morrendo civis e tropas aliadas. E sei que a maioria dos afegãos começam a questionar porque nos ultimos anos não houve sequer melhorias de vida e econômica, ou seja, continua tudo igual.
E por fim, o terrorismo deve ser combatido mas acredito que aniquilar toda cadeia terrorista é uma questão bem complicada porque sempre surgirá outros Osamas!
Abraços
Infelizmente constatamos que eles venceram a guerra: Bin Laden não foi capturado e o sentimento de segurança dos norte-americanos nunca mais foi a mesma.
E o pior é que a atitude dos EUA os torna alvo de mais críticas ainda. Além desta análise do Gustavo, há o artigo de Simon Tisdall do caderno Aliás de ontem que mostra os erros da política externa norte-americana ( e também da Europa).
O assunto não é novo. Os romanos já tinham seus problemas similares com os Unos. E o Brasil acha que pode se meter naquela região.
“Business is business” para o “Military-Industrial-Complex – vendem avioes F-16 da Boeing a Pakistao, e vendem Rayeton-drones para lutar contra o Pakistao…
Caro Chacra,
Não vejo nada de surpresa na notícia. A minha surpresa está na surpresa das pessoas em relação a nada surpreendente notícia….
O Talibã Afeganistão é tipo de gente que já combateu até mesmo campanhas de vacinação contra poliomelite. Agora não dá para esquecer que a retirada dos EUA e outras tropas daquele país será o mesmo que condenar o povo a viver sob um regime que é o mais próximo daquilo que podemos chamar atualmente de verdadeiro inferno.
Fomentado pela OTAN e cia que ajudou a piorar ainda mais a vida dos afegãos, e
dar mais força ao talibam.
Os EE.UU tem um dia que entender que não se combate a guerra, com mais guerra.
Mas o propósito nunca foi e nem nunca será ajudar o povo, e sim matar saquear, vender armas, fazer experimentos químicos, fosforo branco, uranio empóbrecido, e todo tipo de desgraça, a que um povo jamais deveria ser submetido.
Nisso os nazistas foram menos descarados, nunca se esconderam sob a mascara da democracia, como os que hoje pregam a paz e levam a guerra!.
“condenar o povo a viver sob um regime que é o mais próximo daquilo que podemos chamar atualmente de verdadeiro inferno.”
Mas é o que a maioria de lá quer.
Mais uma tragédia anunciada, que já está consolidada faz tempo.
Os esquerdopatas de Washington, fantasiados de democratas, conseguiram fazer com que os USA virasse as costas para seu aliado, o general Pervez Musharraf, que estava acuado pelo Taleban, em um Paquistão que já possuía armamento nuclear.
É o óbvio ululante.
Sem apoio, Musharraf cairia, como efetivamente caiu. E o taleban tomaria conta do pedaço, como efetivamente tomou.
O que muita gente não gosta de exteriorizar, é que a ideologia que move o taleban está presente em todos os segmentos da sociedade paquistanesa. Está presente nas forças armadas, no judiciário, na mídia. Trata-se de religião.
Mas enfim…
Viva o politicamente correto…
Abraço
Fernando
Estou convencido que os americanos só conhecerão a paz quando aprenderem a jogar na retranca, deixar de lada a mania de xerife do mundo e se recolherem aos limites de suas fronteiras. Em se pesando os prós e os contras, suas guerras de Iraque e Afeganistão, os contras ganham disparados, se considerarmos as enormes perdas de vidas e a montanha de dinheiro gasto. Com todo o seu poderio tecnológico tem como evitar atentados semelhantes aos de 11 de setembro, em se território.
Querer impor a democracia a certos países é como plantar rosas no deserto, não dá! É petróleo que eles querem? – Poderiam estar direcionando seu talento e seus recursos para o desenvolvimento de novas fontes de energia. O mundo agradeceria em nome dos que iriam morrer em suas intervenções questionáveis.
Caro fxavier, essa balela de invasão por causa do petróleo já nã pega mais…
Só no estado do Texas, há reservas superiores às do Iraque…
O futuro (e muito mais próximo que você possa imaginar) está nos carros movidos à moléculas de hidrogênio…simplesmente… Nenhum governo é “dumbass” o suficiente para gastar centenas de Bilhões de dólares (custos de operações militares OIF, OEF) e ter em retorno o “lucro” de algumas centenas de milhões…Ah, só para a sua informação…somente 20% da companhias que estão “drilling” petróleo no Iraque, são americanas…a maioria delas é europeia e três de capital asiático.
responder este comentário denunciar abusoSou totalmente a favor de os EUA declararem vitória e trazerem os soldados de volta. Realmente não dá para saber com certeza o que ocorrerá ficando ou saindo do Afeganistão, mas podemos ter uma boa idéia no caso da saída, o retrocesso ao tempo de domínio do taliban:
- dezenas de restrições para as mulheres, tais como a de estudar e ser atendida por médicos
- destruição de símbolos religiosos
- proibição de música
- proibição de barbear-se
- proibição de empinar papagaio
- proibição de criar pombos
O triste é ver pessoas aqui no blog simpatizarem com os responsáveis por estes absurdos
.
Os americanos nunca deviam ter entrado lá e com a saída deles tudo vai piorar ainda mais, mas para mim o pior do Talebã era aquela coisa deles cortarem o nariz das mulheres… cambada de FDP!
.
Deveriam cortar o bilau desses covardes, só a ponta como o nariz das mulheres…
Mais triste é gastar bilhões de dolares com a desculpa de ir combater, um regime
e se mesclar no regime e fazer peor do que os combatidos.
Zainab,
Estão tentando desviar a atenção dos crimes, é isto, parecem o advogado do goleiro Bruno.
Organizações Tabajara
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Desconto especial pois o KIT caiu em desuso nos anos 70!
Está encalhado!
Porém a pedidos do senhor Marcos LS lançamos esta edição histórica especial!
Com ampla popularida entre vários outros anti-americanos!
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Conteúdo do KIT:
1) Bandeira americana pronta para queimar.
2) CD com grito de ordem “Abaixo o imperialismo” simulando uma multidão.
3) Fotos do Che-Guevara no tamanho que cabe em sua carteira.
4) Réplica de visto de turista para os EUA!
5) Muito outros ítems!
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Pelo visto de 70 para cá o “Kit Capaxo” vulgo “Kit Lagartixa” também conhecido como “Me chuta que eu gostio” fez bem mais sucesso!
E ainda na mesma seara relativa ao Paquistão, cabe lembrar que não basta que um país conceda uma relativa liberdade religiosa para as minorias cristãs, instiutucionalmente.
Para que a liberdade possa ser exercida, é preciso segurança, como se depreende deste artigo:
“19.07.2010 – Dois irmãos cristãos acusados de terem escrito um panfleto blasfematório sobre o Islã e o profeta Maomé foram assassinados nesta segunda-feira no leste do Paquistão, anunciou a polícia local.
Um jovem não identificado matou a tiros Rashid Emmanuel, de 32 anos, e seu irmão Sajjad, ferindo gravemente o policial que os escoltava quando deixavam um tribunal em Faisalabad, indicou à AFP uma autoridade da polícia, Amanula Khan.
Os dois irmãos tinham sido detidos no dia 2 de julho sob acusações “falsas”, segundo algumas pessoas no local.”
Abraço
Fernando
Fernando,
Você sabe quantos inocentes os Cruzados mataram em nome da religião? E quantos inocentes palestinos os sionistas mataram embaixo de nossos narizes?
Os fundamentalistas retrógrados islâmicos no Paquistão e no Afeganistão n~´ao ficam devendo nada aos crimes apontados acima. Pense nisto.
Gustavo eu acho que a saida seria eliminar esses terroristas Islamicos da face da terra e com certeza a humanidade agradeceria. A do ocidente e’ claro.
Não so eliminar os terroristas islamicos, mais os americanos, os franceses, israelenses, ingleses irlandeses etc etc.
A palavra terrorista não é sinonimo de “islamicos”
Pô Zainab,
não da pra acrescentar uns Brazucas do mal neste seu pacote!!!
responder este comentário denunciar abusoSeu texto está muito tendencioso e um pouco irônico.
O assunto não é tão fácil como se parece, estive no Afeganistão e Iraque combatendo o taleban e insurgentes.
Qualquer um sabe que o governo paquistanês precisa do “apoio” norte-americano e os US precisam do “livre” trânsito pela fronteira Pakistan-Afghanistan, a diplomacia é complicada, uma situação complexa, com uma maioria do povo paquistanes contra a aliança com os US, tendo suas mentes “lavadas” por seus lideres religiosos fanáticos, que incitam cada vez mais uma “vitoriosa e gloriosa” guerra contra os vizinhos ao sul (India).
Você deveria em vez de ironizar a atuação dos US no Iraque, entrevistar a maioria xiita Iraquiana, que é a favor de uma continuidade na presença de tropas americanas no Iraque.
Roberto, não escrevi do Iraque
responder este comentário denunciar abusoSituação complexa?
O que há de complexo em apertar o gatilho?
Sr. Roberto Tx, o sr., é um mercenário?
Como dizia meu ex-sogro, há problemas que simplesmente não têm solução, portanto solucionados estão…
Um desses problemas chama-se Índia vs. Paquistão…
Como a Índia apóia o atual governo de Kabul, o Paquistão TEM que ser contra, ora bolas…
Afeganistão tem uma história de vingança, sempre acompanha de torturas e crueldades, a cada queda de governo.
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Imagine o que o Taleban não fará se voltar ao poder.
Ruim com EUA, pior sem EUA.
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Não deveria ter começado, mas já que começou, e mudou a vida de milhares, que se adaptaram a uma nova realidade, agora tem de ir até o fim, pois tornou-se responsável pelas mudanças e adaptações.
Beleza, vamos até o fim!!!!!!
Que fim??? Aquilo não tem fim….
Eu já comentei aqui no passado que os EUA são a última potência dominante com domínio sobre todos os elementos clássicos de poder: tecnológico, militar, econômico, comercial, recursos naturais e humanos. Todas as potências que antecederam os EUA sempre buscaram o domínio destas variáveis. Quando não as tinham “dentro de casa” partiam para o domínio colonialista, econômico ou mercantil. Foi assim que a Inglaterra criou uma revolução industrial, se tornou a rainha dos mares, controlou as finanças mundiais, tinha a mão de obra mais qualificada do planeta e mantinha um império onde o sol nunca se punha.
A segunda metade do século 20, e mais ainda agora no século 21, o mundo está vendo cada vetor desses ser dominado por uma nação diferente. A China é o centro da produção industrial barata do mundo. O Brasil e alguns outros poucos países se tornaram o supridor de alimentos do mundo e caminham rapidamente para se tornar base supridora fundamental de diversos outros insumos, como minério de ferro e álcool combustível. O Oriente Médio é o principal depósito de petróleo do planeta, que é matéria prima básica da indústria química e de plásticos. A mão de obra mais qualificada não está mais nos EUA e sim na Europa e no Japão. Os EUA ainda estão na frente na geração de tecnologia e no controle militar. Economicamente, são uma imensa economia mas a comunidade européia é maior e a China chegará lá nas próximas décadas.
Isso cria uma situação nova no mundo. Não há efetivamente uma potência dominante mais e provavelmente nunca mais haverá alguém que seja dominante. O que existirá serão potências dominantes em algumas áreas, todas disputando espaço, cada uma superando a outra em aspectos específicos.
Os americanos estão sofrendo na pele essa profunda mudança na estrutura de poder do mundo porque são os que mais tem a perder. Sua política externa à la Rambo se perdeu após a queda da União Soviética e não se mostra preparada para lidar com um mundo multipolar.
Obama sonhou em as pazes com o planeta mas assustou ao começar a tomar tapa de todo mundo que quer pegar uma fatia maior do grande bolo. Aos americanos agora compete uma difícil decisão: ou continuam a assistir passivamente a erosão de seu poder no mundo ou partem pro pau de fato, confrontando seus valores primários de liberdade e respeito ao indivíduo. Esse me parece ser o dilema que a sociedade americana enfrenta hoje
FabioNog
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Esse cenário que vc descreveu, que é bastante realista e em grande parte eu concordo, indica haver um grande risco no mundo:
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Os USA se tornarem um terrorista global de larga escala agindo militarmente para recuperar ou impor o prestígio perdido, afinal esse será o único setor que ainda manterá total supremacia, dianteira que nenhum país ou bloco poderá suplantar pelo vulto financeiro que uma corrida dessas representaria, talvez por isso esse discurso incessante de guerra ao terror… que alguns coleguinhas por aqui adoram!
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Um mundo assim fica muito perto de uma hecatombe nuclear pois os USA passariam a ser como um macaco com um revolver na mão… corram todos pois ninguem sabe para onde o tiro vai ser dado!
Há gente em volta precisando ler Colossus, de Niall Ferguson; e há espaço na prateleira para livros que começam com “Rise and Fall of…” para quem contar a his´tória dos Estados Unidos e do estado sionista. Quem viver verá. Os espaços estão reservados.
responder este comentário denunciar abusoNão sei se o comentário sobre fazer algo semelhante ao Vietnã foi ironia ou não. O fato é que os EUA não declararam a vitória naquela guerra. Estive nos EUA menos de 10 anos após o término da guerra mencionada e era perceptível a vergonha que a geração adulta sentia com relação ao que aconteceu no Vietnã. Não havia o senso de que ganharam aquela guerra, muito pelo contrário.
Segundo, achar que o Afeganistão pode se tornar como o Vietnã, o Laos ou o Camboja daqui a alguns anos é muita ingenuidade, é achar que as motivações das guerras foram semelhantes, o que está muito longe de ser. Além disto, é preciso entender que o próprio posicionamento da população como um todo também difere muito entre o Paquistão/Afeganistão de hoje e a dos outros três países há 30/40 anos.
Honestamente, o texto todo carece de mais maturidade.
TERRORISMO é o que os AMERICANOS fazem:
“Wikileaks diz que documentos denunciam crimes de guerra no Afeganistão”
FALUJA , PIOR QUE HIROSHIMA
http://gilsonsampaio.blogspot.com/2010/07/faluja-pior-que-hiroshima.html
HIROSHIMA, 65 ANOS DE IMPUNIDADE.
Zainab, meu querido.
Considerando o que voce disse, que “Não so eliminar os terroristas islamicos, mais os americanos, os franceses, israelenses, ingleses irlandeses etc etc.
A palavra terrorista não é sinonimo de “islamicos””, preciso lhe dizer que não há notícia de terroristas americanos, franceses, israelenses, ingleses ou irlandeses.
O mundo só tem notícia de terroristas islâmicos ou marxistas, como as FARC, o EPP, MIR, etc.
Abraço
Fernando
Fernando,
É aí em seu planeta que vive o Pequeno Principe? Dê lembranças a ele! Será que ele já conheceu a Raposa ou ainda não? É importante para o povo deste planeta aqui saber sobre isito.
O noticiário televiso agora de manhã noticiou que embora o ilustre “patriota” Barack Hussein Obama tenha diminuído consideravelmente o número de soldados no Afganistão, o número de americanos mortos só aumenta.
Mas é elementar, meu caro Watson!!!!!!!!!!!
Quanto menos você bate, mais você apanha.
Essa é uma máxima do boxe, que foi importada do Sun Tzu.
E o último presidente norte americano, George W Bush aplicou com esmero. Durante sua gestão, pós 09/11, não ocorreu UM atentado terrorista em solo americano. NENHUM. E não foi por falta de vontade do lado de lá.
E digo isso porque tudo indica que Barack Hussein não nasceu em solo americano. Ou despreza profundamente seus compatriotas.
Ele, até hoje, usou todos os mecanismos e artifícios judiciais e políticos possíveis, para não apresentar sua certidão de nascimento original. Apenas a digital, enviada pela internet. Isso, apesar de todas as denúncias e processos.
Por que???
Não seria mais fácil, mais limpo, apenas provar que é realmente norte americano?
Abraço
Fernando
27/07/2010 – 08:51
Enviado por: fernando
“O noticiário televiso agora de manhã noticiou que embora o ilustre “patriota” Barack Hussein Obama tenha diminuído consideravelmente o número de soldados no Afganistão, o número de americanos mortos só aumenta.”
http://edition.cnn.com/2009/POLITICS/12/01/obama.afghanistan/index.html
“E digo isso porque tudo indica que Barack Hussein não nasceu em solo americano. Ou despreza profundamente seus compatriotas.”
http://www.whitehouse.gov/administration/president-obama
http://fightthesmears.com/articles/5/birthcertificate
Daniel, o Barack não só nunca apresentou o “pedaço de papel” da sua certidão de nascimento original, como bloqueou o acesso a seus dados pessoais e biográficos em todos os órgãos públicos, inclusive nas escolas onde estudou.
O porquê de tanta obstinação em ocultar seu passado sugere muita coisa.
Abraço
Fernando
Chacra, voce escreveu que “Passamos a última década escutando que o Irã dá apoio a entidades terroristas. E realmente dá, não é mentira”. Que eu saiba o Irã apoia o Hizbullah e o Hamas, que de forma alguma são organizações terroristas e sim resistência à invasão israelense!
(27/07/2010 – 08:36
Enviado por: fernando
Zainab, meu querido.
Considerando o que voce disse, que “Não so eliminar os terroristas islamicos, mais os americanos, os franceses, israelenses, ingleses irlandeses etc etc.
A palavra terrorista não é sinonimo de “islamicos””, preciso lhe dizer que não há notícia de terroristas americanos, franceses, israelenses, ingleses ou irlandeses.
O mundo só tem notícia de terroristas islâmicos ou marxistas, como as FARC, o EPP, MIR, etc.)
Fernando,
Veja o Haaretz, para ler sobre terrorista israelense, com depoimento dizendo que o israelense e o peor terrorista.
Terrorismo não é so jogar bomba, terrorismo também é o que se faz nas prisões americanas, chinesas israelenses, irlandesas. Como exemplo Abu Graib, e Guantanamo, lembra do o que a França fez na Algeria? Lembra do terrorismo da Irlanda do Norte, com direito a bombas e tudo o mais? E o que a Inglaterra fez na India? E Hroshima e Nagasak não foi o maior ato de terrorismo ja causado pelos EE.UU? Ah, o mundo não tem noticia?? O holocausto não foi terrorismo? O mundo esqueceu a expressão das crianças judias quando viam um soldado alemão? Em qual o mundo so se noticia FARC,EPP, MIR?
Terrorismo tambem é o ato de causar terror à alguem, e isso não e previlegio so dos islamicos.
Ate uma simples ameaça pode ser considerada terrorismo, ou não?
E não me chame de querido, e sim de querida!
Sou mulher!
Zainab.
Desculpe!
Abraço
Fernando
Fernndo,
Desculpas aceitas com o coração!
Pessoal,
Sou totalmente a favor da permanência das tropas norte-americanas no Afeganistão. Se já gastaram trilhões de dólares, não interessa! Devem ficar por lá, torrando dinheiro e sacrificando vidas… Quem sabe não aconteça com o Império o que aconteceu com a URSS, quando se meteu no Afeganistão e deu com os burros n’água (com uma pequena ajudinha do prejuízo que teve para controlar Chernobyl) ? Avante, irmãos norte-americanos!!! O mundo vos pertence…
Leonidas,
Bravo! Adicione mais algumas notas.
Pelo menos no Iraque eles tinham o que roubar: 9 bilhões de dólares em petróleo iraquiano nas mãos das forças americanas! O que me impressiona mais não é o roubo, que é conhecido e ninguém discute, e sim que os americanos estão indignados porque seus militares só prestaram contas de 5% do roubo! Deve ter ladrão roubando de ladrão!!! No Afeganistão eles não tem o que roubar e vão se chafurdar com despesas não reembolsáveis.
responder este comentário denunciar abusoSobre o tema, sugestão de leitura: artigo do Valor Econômico deste dia, escrito por José Luis Fiori. Diga-se de passagem, um intelectual sério.
Talvez explique por que (ou quando) o Tio Sam sairá do Afeganistão…
Gustavo, bom dia!
É a primeira vez que leio o seu blog, cheguei até ele através de uma citação do Helio fernandes da Tribuna da Imprensa. Li alguns comentários, e observei que alguns “internautas” parecem “funcionários” encarregados de responderem sempre que determinado país ou grupo é citado. “José Antonio”, deve ser pseudônimo, é ativíssimo às citações relacionadas aos Estados Unidos e Israel. À época do atentado de 11 de setembro, participava de um grupo para prática da língua inglesa, após ter feito uma brincadeira sugerindo deixar o estudo de inglês e passar a estudar francês, fui sumariamente eliminado do grupo. Desconfio que parte dos comentários, não apenas do seu, mas, de todos os blogs, twiters etc. não refletem opiniões pessoais. Se vc responder o meu comentário, e for posível, encaminhe-o para o meu endereço eletrônico. Obrigado.
É uma pena que somente poucas pessoas lúcidas observem a existência desses “funcionários”
responder este comentário denunciar abusoO tio San é o santo da história genocidio não longe disso
Vender arma sim. Realmente um País exemplar inclusive como
democracia implantada no Iraque. VERGONHA P HUMANIDADE
Alô Gustavo
Deve ser um prazer mórbido esta turma que “torce”contra a democracia,elogiando atitudes do Irã,Taliban,Paquistão,Rússia,Coréia do Norte,PT,bolivarianos,tudo isto em um país que lhes fornece ainda UM POUCO DE LIBERDADE,pois estes comentários sequer poderiam ser imaginados nos países citados.Isto você pode confirmar,pois conhece algumas destas regiões.
É culto à morte,tristeza,desgraça e miséria,tem tudo a ver.São todos expertos em felicidade e liberdades em lugares que jamais souberam o que é isto.
São perdedores de berço e pretendem um grande pai para lhes sustentar,mesmo que com isto percam o que NÃO SABEM O QUE É,liberdade e democracia.
abraços
Sr Gustavo,
pelo fato de o sr. ter estudado nos EUA e como eu, viver sob um manto cultural americanizado, pode haver influência sobre a sua narração/discussão dos fatos políticos que envolvam aquele país? O sr. realmente consegue ser isento em seus comentários? Talvez a imparcialidade não seja importante?
Vi os comentários acima sobre o exército norte americano ser composto de “voluntários”.
Todos nós sabemos que os “voluntários” não vão pra guerra “voluntariosamente” pra salvar a pátria.
Veja na lista de mortos os seus sobrenomes: Gonzales, Fernandes, Gutierrez, Sanchez, etc, em sua maioria.
Claro que podem existir alguns Powells, Johnsons, etc, mas a grande maioria vai pra guerra pra conseguir o tão sonhado Green Card.
Cada um defendendo o seu interesse e os EUA colocando os hispânicos na linha de frente “voluntariosamente”…
Para fazer comentários sobre politica internacional a pessoa não pode ser subjetivista. Quando optam por opiniões muitissimo pessoais e até com palavrões perdem fundamentos e credibilidade. Muito do que parece “inverossímil” aos olhos desses leigos e ignorantes são operações de espionagem e contraespionagem. É preciso discernir onde entra o “Sistema”, que age dialeticamente, e onde há apenas operações “transparentes”. Dar ajuda a algum grupo significa obter informações, aliados internos e criar uma terrível “dependência estratégica” quando o grupo está totalmente dependente econômica e finnceiramente ao retirar-se o apoio o grupo será fatalmente derrotado, pois sua logística será anulada. Também não se pode confundir ” o sistema militar dominante” (como no caso do Paquistão cujo sistema é aliado) com o povo e a oposição paquistanesa.
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