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Gustavo Chacra

14.maio.2010 11:31:39

De Brasília a Teerã – Desrespeito a diretos humanos piorou no Irã no último ano, diz iraniano-brasileiro

Antes da visita do presidente Lula ao Irã, decidi entrevistar o cineasta de origem iraniana Flavio Rassekh. Jovem, fluente em português e persa, este ativista dos direitos humanos talvez seja um dos principais especialistas em Irã no Brasil. Em vez de conversar sobre a questão nuclear, preferi me focar nos direitos humanos. Abaixo, seguem as respostas dele.

1. A situação dos direitos humanos piorou no Irã no último ano?

Se for pra responder em uma só palavra, diria que sim, piorou muito. De acordo com Mahmoud Amiry-Moghaddam, um dos maiores especialistas em Direitos Humanos e responsável pelo Iran Human Rights ( http://iranhr.net/ ), “os iranianos estão passando por um dos períodos mais obscuros de sua história”, segundo o seu último relatório, confirmado pelo Iran Press Watch, International Federation for Human Rights, Anistia Internacional e Human Rights Watch as execuções sumarias por pena de morte tiveram um crescimento extraordinário superando todos as outras estatísticas dos últimos dez anos. A prêmio Nobel da Paz de 2003, Shirin Ebadi, lembrou em uma entrevista ontem que, em 31 anos de república islâmica, o Irã foi condenada 25 vezes por violações de direitos humanos. As violações parecem aumentar a cada ano, na sua gravidade e escopo.

No encontro do Universal Periodic Review, organizado pelo conselho de diretos humanos das Nações Unidas, o Irã foi acusado de prender mais de quatro mil dissidentes, promover torturas diárias e estupros de homens e mulheres dentro das prisões.

Um outro ponto importante foi a contaminação do sistema judiciário iraniano. Julgamentos conhecidos como “show trials” passaram a ser a norma dentro do sistema iraniano. Em algumas ocasiões, até 100 pessoas foram julgadas ao mesmo tempo em uma só sala sendo acompanhadas por redes de TV que mostravam “confissões”, conseguidas através de métodos coercitivos, obtidas muito antes do princípio dos julgamentos.

Membros da minoria curda, jornalistas, dissidentes políticos e lideres da fé bahá’í foram submetidos a esse tipo de julgamento. Recebi a alguns dias relatos assustadores da situação dos  presos bahá’ís na famigerada prisão de Evin. As celas não tem ar fresco ou luz durante o dia, os presos dormem no chão e lhes é permitido apenas duas horas por semana fora de seus cubículos.

2.  O movimento opositor perdeu força?

O governo iraniano conseguiu através da violência acabar com os órgãos de imprensa do pais. De acordo com o Repórteres Sem Fronteiras da França, o Irã se transformou na “maior prisão de jornalistas do mundo” ( http://en.rsf.org/iran ), um em cada 3 jornalistas presos no mundo hoje está no Irã. O controle dos meios de comunicação associado ao acesso irrestrito as antigas centrais telefônicas da Nokia e Siemens permitiram ao governo monitorar toda a informação que circula no Irã.

Eu não teria condições de dizer, daqui do Brasil, como estaria o movimento de oposição. O fato é que não acredito que essa disputa política seja a solução para os problemas daquele país. Quem poderia responder melhor essa pergunta seriam os lideres da oposição. Pra quem trabalha com direitos humanos a solução passa por um outro tipo de transformação. Não me meto em política partidária por princípio e por convicção.

Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes

O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Leia os blogs dos correspondentes internacionais do Estadão –
Ariel Palacios (Buenos Aires) – http://blogs.estadao.com.br/ariel-palaci… –
Patricia Campos Mello (Washington) – http://blogs.estadao.com.br/patricia-cam… –
Claudia Trevisan (Pequim) – http://blogs.estadao.com.br/claudia-trev… –
e Adriana Carranca (pelo mundo) – http://blogs.estadao.com.br/adriana-carr…

Comentários (273)| Comente!

273 Comentários Comente também
  • 14/05/2010 - 11:36
    Enviado por: Paulo

    Comentário breve ao estilo Glúon e Falvio Rassekh:
    .
    Religião é uma merda.
    .
    Política é uma merda.
    .
    Religião + Política putamerda!

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    • 14/05/2010 - 12:26
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Paulo, concordo com você. Faz tempo que a separação Igreja-Estado deveria ter sido concretizada

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    • 14/05/2010 - 13:53
      Enviado por: Flavio

      RESPOSTA DO FLAVIO, ENTREVISTADO

      Acredito que se a religião for causa de intolerância e guerra, seria melhor que não houvesse religião. Talvez seja por isso que existe tamanha resistência entre os jovens iranianos a essa interpretação belicista do Islã, principalmente esses que nasceram depois da revolução de 1979. Acredito que a mesma idéia se aplica aos fundamentalistas de demais religiões abrãmicas.

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    • 14/05/2010 - 14:11
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Gustavo,
      conceber que a violação dos Direitos Humanos no Irã decorre do presença religiosa (ou dos aiatolás) no poder é controverso. Sadam Hussein mantinha o islã suficientemente longe da política e nem mesmo por isso poderia alguém dizer que o Iraque era um país onde os direitos humanos eram respeitados.

      O mesmo se aplica aos populares países comunistas (seja China, Córeia, Cuba, etc.), que a despeito de ignorar direitos humanos elementares são em geral Estados ateus. Pois achar que a merda está em juntar política e religião é para mim uma falácia; e ainda que não concorde… – digamos que o tema seja pelo menos controverso.

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    • 14/05/2010 - 14:56
      Enviado por: MarioS

      “Faz tempo que a separação Igreja-Estado deveria ter sido concretizada”
      Aleluia, aleluia! I’ve got new for you Gustavo: FOI concretizada, na maior parte do mundo. Um brinde para quem adivinha aonde ainda NÃO foi.

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    • 14/05/2010 - 15:19
      Enviado por: Mauro Souza

      MarioS,
      a separação entre Estado e Religião foi concretizada na maior parte do mundo, mas apenas isso não garante nada, nem é prova de nada.
      O que está acontecendo é que a religião está sendo usada como um modo de resistência, existem dois lados nessa questão e nenhum é mais inocente do que o outro.

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    • 14/05/2010 - 15:42
      Enviado por: Zainab

      Por favor, se nao tem palavras no seu vocabulario para expressar seu desacordo, nao diga nada, nos poupe de palavreado vulgar, e baixaria.
      Respeite os outros leitores.

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    • 14/05/2010 - 17:29
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Flávio, parabéns pelo trabalho e pela luta de vocês! É processo. Escapamos dessa há 25 anos! E o caso de vocês é complexo, por conta disso que o Gustavo falou, da falta de separação de Igreja e Estado. Corretíssimo. O cristianismo tem uma grande vantagem prática, política, sobre o Islamismo, que é sua maior flexibilidade. Deve-o, entre outros, a Gutenberg, a Nicoló Macchiavelli e a Lutero. Infelizmente o Islamismo não teve este tipo de processo histórico. Eu creio que o Irã vai passar por isso, cedo ou tarde. Essas últimas eleições de lá foram muito expressivas. Há derrotas que trazem no seu bojo enormes vitórias. As últimas eleições no Irã começaram um processo de mudança mais amplo do que se poderia esperar. Há repressão brava, mas ela vai conter as coisas até que ponto? Gostaria que vocês dois – Gustavo e Flávio – comentasse isso.

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    • 14/05/2010 - 18:01
      Enviado por: Mauro Souza

      José Carlos,
      não se esqueça que Igreja Católica brindou a humanidade com As Cruzadas, a Santa Inquisiçao, a proibição do uso de camisinha… não acho que a doutrina seja flexível, apenas que seus apelos já não controlam tanto os fiéis

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    • 14/05/2010 - 20:05
      Enviado por: Yoko

      Um brinde para quem advinhar onde ainda não há separação de estado com religião?
      Você está falando de Israel?

      Poxa, finalmente ele acertou o uso do “onde”!!!

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    • 14/05/2010 - 20:54
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Sr Mauro Souza,

      Obrigado por sua observação. Concordo, claro, em termos gerais com seu comentário. Mas quero ressaltar que houve uma conquista de processo histórico sobre o autoritarismo da religião, separando-a do Estado, coisa que formalmente não aconteceu sob o Islamismo. Embora os muito religiosos possam chiar, a conquista da autonomia do digamos fiel sobre sua religião não é pouca coisa! Muitos sofreram anátemas, excomunhões, punições duríssimas, e a morte. Mas, claro, há também o outro lado – o lado agregador. Quem leu algum relato um pouco mais profundo sobre a Revolta dos Malês, na Bahia, percebeu esse outro lado, também autõnomo, do islamismo. Não havia xeque algum entre eles…!

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    • 14/05/2010 - 21:15
      Enviado por: Yoko

      Flavio, acho que não é excliusividade das religiões abraamicas. Apesar de pouco noticiado, a extrema direita japonesa também é ligada à religião xintoísta, e chegaram a matar um prefeito ou governador, há menos de 10 anos. Logo depois da Segunda Guerra a situação foi muito pior.

      Não conheço muito bem outras religiões e povos, mas vendo noticiário e lendo livros, a relação religião-estado parece ser bem contraproducente em termos de direitos humanos. É melhor que cada um fique no seu canto…

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    • 14/05/2010 - 22:18
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Que surpresa, Yoko! Não poderia imaginar que isso ocorresse no Japão! Nunca tive este tipo de informação.

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    • 14/05/2010 - 23:34
      Enviado por: Mauro Souza

      José Carlos,
      eu costumo ver a questão da expansão do islamismo, de certo modo, como foi o cristianismo sob o jugo do Império Romano, já que acaba tomando um caráter revolucionário no cenário atual das forças político-econômicas.

      Concordo, sim, que houve avanços, mas contra a vontade da Igreja que foi muito sacudida pelos acontecimento. Ela perdeu terreno, não sem lutar, para a burguesia nascente que precisava acumular capital e se livrar de dogmas católicos, daí o período convulsivo da Reforma e Contra-Reforma etc.

      O fato de a Igreja na Idade Média ser o ‘próprio’ Estado, impediu que ela se livrasse, por conta de como as coisas estavam estabelecidas, dos usos e modos de produção arcáicos do feudalismo e foi suplantada pelo capitalismo, muito mais produtivo, em ascensão. A burguesia derrotou a Igreja, criou os Estados modernos e esta não tinha nada para fazer além de se moldar à nova realidade.

      Acho muito improvável que tais acontecimentos se repitam com o islamismo. O que me parece, é que ele servirá de substrato ideológico para burguesias nacionalistas e classes trabalhadoras da periferia do capitalismo.

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    • 15/05/2010 - 11:01
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Yoko, José Carlos e tutti quanti..

      Tem alguma coisa nas escrituras judaicas/cristãs/islâmicas que versa sobre a criação de um sistema previdenciário, educacional, etc. pelo Estado? Ainda sim esse foi criado…

      Tem alguma coisa nas escrituras judaicas/cristãs/islâmicas que versa sobre a necessidade de atacar os direitos humanos e oprimir a população? Ainda sim a opressão…

      O próprio Brasil viveu seus ciclos de governos autoritários e democráticos, e imagino que vocês devem concordar que os direitos humanos aqui não foram desrespeitados em decorrência da religião.

      Ainda, se o ateísmo é fonte de todos os benesses e a religião de todos os males, gostaria que vocês comentassem sobre direitos humanos em Cuba, na China, na Coréia do Norte.

      A asociação que sugerem entre religião e opressão não possui sequer correlação estatística, quem dirá poderá ser definida como uma relação de causa e efeito. Pois, é um desrespeito os insistentes ataques que fazem a religião, excluindo os religiosos como se fossem aberrações que devem ser mantidos escondidos, longe de qualquer decisão política importante.

      Para mim parecem um bando de aloprados atacando a religião sem em nenhum momento apontar porque afinal de contas o ataque aos direitos humanos no Irã decorre da presença das autoridades Islâmicas no Estado e não de um classe política autoritária, e que por acaso também é a autoridade religiosa. É factível para alguém que se houvesse uma separação formal do Estado e da Religião no Irã a classe política seria outra, diferente da que governa o Irã atualmente?

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    • 15/05/2010 - 11:50
      Enviado por: MarioS

      Concordo Mauro, a separação entre Estado e Religião apenas não garante nada, nem é prova de nada, mas a não separação garante opressão e prova intolerância.
      Ou seja, a separação é condição necessária mas não suficiente para uma democracia, e a não separação não é condição necessária mas é suficiente para uma ditadura
      O que está acontecendo é que a religião está sendo usada como ferramenta em alguns caso e de pretexto em outros.
      Se voce estiver falando exclusivamente da separação entre Estado e Religião, claro que existem dois lados nessa questão: o das trevas e o do iluminismo.
      Como voce disse, a Igreja Católica brindou a humanidade a proibição do uso de camisinha, só que não a impõe à força, e isto faz toda a diferença do mundo.
      Não tenho nada contra “regras” religiosas, sejam elas referentes à alimentação, vestuário ou comportamento, mas tenho tudo contra obrigar todos a segui-las.

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    • 15/05/2010 - 14:57
      Enviado por: H. Backmann

      MarioS,

      acho que a religião e o Estado não se separaram onde existe casamento apenas religioso. Deixe-me ver um exemplo… Israel. Sim, claro, há outros. Mas eles não dizem que Não não uma teocracia ou uma semi-teocracia!

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    • 15/05/2010 - 15:21
      Enviado por: MarioS

      H. Backmann acho que a religião e o Estado mais do que se separaram se reconhece qualquer casamento realizado no exterior, incluindo o de pessoas do mesmo sexo. Deixe-me ver um exemplo… Israel.

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    • 15/05/2010 - 23:04
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Caro MarioS,

      Não aceitaria seus argumentos da forma simplificada como os expôs. Nenhuma teocracia pode ser uma democracia – uma distinção banal, concordo – pois, então, não podemos esperar de governos teocráticos valores típicos de estados democráticos. De maneira que acho absurdo julgar uma teocracia de forma tão superficial com muitos fizeram aqui, principalmente julgá-la inadequada por não ser justamente uma democracia.

      Se por exemplo (podem ser utilizados outros) trabalharmos exclusivamente analizando a variável direitos humanos (assumindo que deveriam ser respeitados independente da forma de governo de um Estado), temos estados teocráticos que os respeitam: Vaticano, como temos estados teocráticos que não os respeitam: Irã; ainda, temos estados democráticos que os respeitam: Estados Unidos, como estados democráticos que não os respeitam: Venezuela.

      Portanto, não concordo com você que para o respeito aos direitos humanos o estado secular seja uma condição sine qua non. Antes, volto a dizer que aparentemente essas condições (teocracia e democracia) pouco mais sugerem que ‘muito pouco’, provar então?

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    • 15/05/2010 - 23:34
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Quanto a estados tolerantes e intolerantes…
      O problema dos governos democraticos, ocidentais, progressistas… é justamente serem tolerantes demais. O Irã não manda (não tolera) suas mulheres para o exército, até onde eu penso elas não perdem nada com isso. Também não costumo ouvir falar de mulheres bomba… etc. etc.

      Desde que os Estados Unidos, durante a guerra civil, madaram suas mulheres para a guerra tudo o que fizemos foi de tal modo equiparar homens e mulheres em seu trabalho e dedicação ao próprio Estado (dobrando os braços sem nada perder) de maneira que nenhuma ‘conquista’ das mulheres foi sem uma perda equivalente ou maior.

      Repito, para que não me entendam de maneira equivocada. Eu mantenho as forças armadas do Brasil com parte do meu trabalho, em contrapartida os soldados que vão a guerra no meu lugar (se houver alguma) recebem os recursos fruto do meu trabalho. É uma compensação, eu trabalho para eles, eles vão a guerra por mim. Prefiro trabalhar para eles do que ir a guerra. Poderia ter sido soldado, passaria nos exames, mas não quero ir para guerra. (não perco o fio do argumento dizendo que não queria ser policial no Brasil…)

      Partindo do pressuposto que ir a uma guerra é um trabalho muito perigoso e muito árduo, nada mais justo do que receberem parte do meu trabalho.

      E, por ser muito perigoso e muito árduo, desde a antiguidade o ser humano entendia que esse deveria ser exclusivo aos homens, que teriam melhor desempenho e sofreriam menos os rigores desse tipo de atividade.

      Contudo, nós mudamos, assim que inventamos o tiro (diminuindo o peso das espadas), fomos logo colocando as mulheres para atirar… Então, para compensar o novo risco a que elas foram expostas (de morrer na guerra tal como os homens) damos logo a elas mais alguns direitos civis (tal como os homens)… É sempre um sistema de compensações.

      E vale ressaltar… somente alguns direitos… afinal se iranianas tem de andar com os rostos cobertos, as brasileiras tem de andar com os seios da mesma forma… Eu, por minha vez, ando com meus mamilos expostos…

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    • 15/05/2010 - 23:48
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      MarioS,

      Por fim, se o argumento finalmente se resumir a superioridade de liberdade sobre a autoridade, temo que o Ocidente não faça valer essa máxima sempre. Aliás, de maneira sutil o Estado é absolutamente autoritário – pelo que conheço o governo da Dinamarca por exemplo se dá ao direito de escolher o que faz com 2/3 do trabalho de seus contribuintes. 66% de carga tributária para mim é qualquer coisa diferente de liberdade na sua concepção ampla.

      Aliás, vi a americana (Hilary) defender justamente a ação do Estado contra o indivíduo (dando o exemplo do Brasil) no que tange escolher o que fazer com o seu próprio trabalho. Se não consideramos isso como uma forma de abuso contra as liberdades individuais estamos ideologicamente muito distantes para discutirmos de maneira a poder aprender com os argumentos um do outro.

      Pois, quando o Estado justamente nos tira tais liberdades (de decidirmos o que fazer com nosso trabalho), nos brinda com o direito de poder dizer propriamente que ele é um Estado autoritário (embora dizer isso não mude as leis nem promova uma redução de impostos).

      *** Para mim vivemos em um sistema de compensações. Aceitamos determinadas imposições para termos acesso a determinadas liberdades. Liberdades que poderiam nos ser tiradas pela força, imposições as quais poderíamos resistir pela força.

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    • 15/05/2010 - 23:58
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      E se tudo que eu escrevi não passar de um absurdo aos regalos de todos, nem mesmo se zanguem, pois o mundo segue para onde bem quer e nunca me pediu satisfação… no que aliás sempre fez muito bem… LOL

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    • 16/05/2010 - 02:26
      Enviado por: Flavio

      RESPOSTA DO FLAVIO, ENTREVISTADO

      Yoko,
      Vc tem razão, o fanatismo não é exclusividade de uma única religião ou denominação.

      José Carlos,
      Só o povo iraniano pode transformar a situação triste em que vive hoje.

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    • 17/05/2010 - 08:57
      Enviado por: MarioS

      Ramon,
      Voce está absolutamente certo quanto às trocas, a que cargas tributárias escorchantes são restritivas da liberdade (e por falar nisso, a nossa é, sem dúvida alguma, a de pior relação custo x benefício do mundo), etc
      Discordo entretanto de duas coisas: de que mulheres devam ter direitos/obrigações diferentes e de que não haja uma superioridade flagrante no sistema democrático.
      E sim, o argumento se resume a superioridade de liberdade sobre a autoridade.
      Fiquemos no seu exemplo, o da Dinamarca. NADA impede um dinamarquês de fundar um partido cuja ideologia seja a do estado mínimo e lançar candidatos ao Parlamento com uma plataforma de baixar os impostos para, sei lá, 25%.
      Ou seja, não é verdade que só nos brinda com o direito de dizer que ele é um Estado autoritário, nos brinda também com a possibilidade de propor mudanças.
      Já no Irã, a coisa é um pouquiiiiiinho diferente.
      Já ia esquecendo, mulheres bomba foram responsáveis pelos atentados no metrô moscovita.
      Vivemos em um sistema de compensações, e não poderia ser diferente a vida em sociedade, o problema se resume à relação entre direitos e deveres e ao DIREITO de escolher qual vai ser esta.

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    • 17/05/2010 - 13:52
      Enviado por: Ricardo

      Liberdade ou libertinagem?

      Ja que querem permitir os o “casamento” dos viados, então permitam tambem sexo nas ruas, drogras, palavrões… afinal, assim quem sabe o fim do mundo chega mais rapdio.

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    • 31/10/2011 - 12:45
      Enviado por: Wendel

      Sintetizou tudo com sua piada , isso aí, teocracia = terror! kkkkkk
      A história mostra isso = cristianimos(cruzadas, inquisição), islamismo ( sem: direitos humanos, liberdadede expressão, e com muita: opressão e ASSASSINATO de mulheres e minorias!)

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  • 14/05/2010 - 12:06
    Enviado por: Irlandes

    Gustavo,

    E creio que com sancoes, o Iran se tornará mais fechado e consequentemente piorará os índices de direitos humanos lá, até o dia que haja uma reencarnacao de George W Bush para “levar a liberdade e democracia ao povo sofrido do Iran”.

    Sancionar nao levará a lugar nenhum.

    Abraco.

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    • 14/05/2010 - 12:25
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Irlandês, o Irã é bem mais complicado do que o Iraque. O regime apenas cairia devido a movimentos internos

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    • 14/05/2010 - 14:29
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Não entendo em que sentido sugere o Irã como um país mais complicado. Se durante as últimas eleições o povo iraniano rejeitou o regime nas urnas é porque apoia mudanças. Se essas mudanças não podem ser geradas exclusivamente por forças internas, porque não conceber, da forma como foi realizado no Iraque, que forças internas e externas possam agir conjuntamente para modificar o regime de domínio político no Irã?

      Quais são, de fato, as particularidades do Irã?

      *** a despeito das objeções e comentários, esse é o melhor espaço dedicado ao oriente médio dentre os grandes jornais. comparado com a folha de são paulo a diferença torna-se gritante.

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    • 14/05/2010 - 22:33
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Sr Ramon Galhardo D Lopes Carvalho
      Também me indaguei isso. Aquilo só cai se aparecerem trincas na teocracia, ou seja, grandes brigas entre os aiatolás. E parece que aconteceram.
      Quanto ao espaço de discussão, sr. Ramon, não há páreo para esses fóruns do Estadão na imprensa brasileira. A real possibilidade de debate só ocorre aqui.

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    • 15/05/2010 - 07:55
      Enviado por: Pires

      As eleições do Irã podem ter sido fraudadas e há relatos que comprovam isso, mas não quer dizer que a oposição venceu. Apesar de a mídia assumir isto como dado, ainda é controverso e questionável. As pesquisas indicavam a vitória de Ahmadinejad e acho provável que, mesmo com as fraudes existentes, ele venceu de fato. Aqui tem mais informações
      http://www.counterpunch.org/dimaggio06182009.html

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    • 19/05/2010 - 14:58
      Enviado por: Zainab

      Irlandes,
      Pode me dizer qual o pais que George W. Bush levou a democracia.
      E que acabei de chegar de marte, de onde passei meus ultimos 20 anos.

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  • 14/05/2010 - 12:14
    Enviado por: justo

    Parabéns Gustavo! Excelente entrevista.
    Pena que o Brasil não tenha consciência destas coisas…Entenderia a vergonha e a indignação que me dá e dá em muitos causada pela “visita e apoio”de Lula a um regime vergonhoso e falacioso como já tive oportunidade de dizer, que é o do Irã.
    Abraços.

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    • 14/05/2010 - 12:25
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Justo, eu me foquei apenas nos direitos humanos, porque a questão nuclear já foi abordada em demasia aqui no blog. Como não conheço pessoalmente o Irã (meu foco sempre foi no mundo árabe e Israel), decidi falar com o Flavio, que domina o assunto como poucos no mundo. E é também brasileiro, além de iraniano

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    • 14/05/2010 - 14:21
      Enviado por: Flavio

      RESPOSTA DO FLAVIO, ENTREVISTADO

      Acho super meritório abrir o espaço pra falar de direitos humanos, o Guga é um jornalista de uma nova safra. Não fica sentado em uma redação -” ouvindo falar” do que acontece no mundo. Tem a oportunidade de viajar… e viaja pra saber “in loco” o que está acontecendo. Faz a sua própria pauta, não é pautado pelos outros.
      Dessa vez ele abriu o blog pra falar sobre as violações de direitos humanos no Irã, me chamou pra falar… esse é o assunto que mais me interessa hoje em dia e ao qual dedíco uma boa parte do meu tempo. Sei que muitos vem essas críticas como instrumento de uma campanha de demonização do Irã.
      Esse não é o meu caso, amo intensamente a cultura iraniana e o Irã, não ficaria feliz em ver uma nova guerra ou alguma nova catástrofe se abatendo sobre esse país tão sofrido.
      Tenho duas opções: a primeira é denunciar o que acontece, a outra opção seria ficar quieto e não fazer nada porque tudo que é dito pode ser interpretado como apoio a política externa americana. Escolhi a primeira.

      Parabéns ao Guga.

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    • 14/05/2010 - 15:00
      Enviado por: MarioS

      Parabéns ao Gustavo indeed, agora, quanto a demonizar o Irã, não sei se faz sentido demonizar o demo.
      Quando digo demo, refiro-me ao Irã de hoje, o dos aiatolás. VADE RETRO SATANAS!

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  • 14/05/2010 - 12:27
    Enviado por: João Braziliano

    Ih! Entrei no blog do Guterman por engano!

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    • 14/05/2010 - 12:52
      Enviado por: Hagá Backmann

      Não seja injusto com o Gustavo!!! Ele escreve de forma elegante, respeitosa e é o mais imparcial possível. Mesmo quando discorda dos comentários o faz num nível de educação doméstica e profissional que deveria ser exemplo para outros jornalistas.

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    • 14/05/2010 - 14:15
      Enviado por: Carlos Souza

      Quando ele concordou com o sujeito que disse “religião é uma merda”, tive a mesma impressão, de ter entrado no blog errado.

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    • 14/05/2010 - 14:50
      Enviado por: Mauro Souza

      Ele concordou que deve haver separação entre Estado e religião, não fez nenhum juízo de valor. É preciso saber ler para não cometer erros de julgamento.

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    • 14/05/2010 - 15:15
      Enviado por: MarioS

      Braziliano, Braziliano….
      1) Voce discorda de que deve haver separação entre Estado e religião?
      2) Apoia a contaminação do sistema judiciário iraniano?
      3) Não acredita nos relatos assustadores da situação dos presos bahá’ís?
      4) Duvida de que o governo iraniano conseguiu através da violência acabar com os órgãos de imprensa do pais?
      5) De que o Irã se transformou na “maior prisão de jornalistas do mundo?
      6) De que o controle dos meios de comunicação associado ao acesso irrestrito as antigas centrais telefônicas da Nokia e Siemens permitiram ao governo monitorar toda a informação que circula no Irã?
      6) Aprova um regime que legisla sobre o que beber e como se vestir?
      7) Foi um elogio comparar o blog do Gustavo ao do Guterman?

      “Quando ele concordou com o sujeito que disse “religião é uma merda”, tive a mesma impressão, de ter entrado no blog errado.”
      Por que Carlos Souza, alguma vez o Gustavo deu-lhe a impressão de ser religioso?

      Mauro,
      Algum dia voce perceberá quem são seus companheiros de jornada neste blog. Os melhorzinhos são os religiosos. ACORDE!

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    • 14/05/2010 - 15:59
      Enviado por: Carlos Souza

      Não MarioS. Mas sempre senti no blog o respeito pelas opções religiosas de todos, inclusive daqueles que preferem não seguir nenhuma. É óbvio que, na resposta, ele apenas concordou com a separação Estado-religião, mas foi infeliz em não especificá-lo – apenas escreveu que concordava com o autor. Se ele tem ou não religião, não sei e nem tenho curiosidade em saber. Eu tenho, mas tenho também grandes amigos ateus. Isso não é problema para mim.

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    • 14/05/2010 - 16:02
      Enviado por: Mauro Souza

      Acho que religião é uma questão individual, não é problema do Estado. Também companheirismo não tem nada a ver com religião. Tem um conto do Jack London com esse tema que é uma verdadeira obra-prima, o título deve ser algo como O Pagão, emprestei o livro e não tenho como conferir agora.

      Trabalhei para um indivíduo super religioso, mas que esfolava seus funcionários o quanto dava. Um outro tinha um cachorro que só comia contra-filé, enquanto os funcionário só podia comprar coxão-duro… enfim, aquele negócio de amar ao próximo tem pouca serventia na prática.

      Embora eu seja ateu, entendo que religião é um direito. O que me ‘incomoda’ é que a tendência das pessoas é se fecharem em suas crenças, raças etc, e isso acaba tolhendo a liberdade.

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    • 14/05/2010 - 18:30
      Enviado por: MarioS

      Carlos,
      Eu não tenho religião mas tenho grandes amigos que tem e isso não é problema para mim, em absoluto. MEEEEESSSSMOOO! Aliás, de certa maneira os admiro.
      Mauro,
      Também acho que religião é uma questão individual, não problema do Estado e que companheirismo não tem nada a ver com religião. Não duvido nem um pouco de indivíduos super religiosos que esfolavam seus funcionáriosne e que tem
      cachorros que comem contra-filé, enquanto seus funcionários só podem comprar coxão-duro
      Por que voce acha que eu duvido que o negócio de amar ao próximo tem pouca serventia na prática???? Algum dia voce vai entender que eu e voce temos muito, mas muito mesmo, mais em comum do que voce e fundamentalistas islamicos..
      Embora eu seja ateu, entendo que religião é um direito, claro, desde que não seja imposta.
      “O que me incomoda (sem aspas) é que a tendência das pessoas é se fecharem em suas crenças, raças etc, e isso acaba tolhendo a liberdade.”
      Cito agora Millor Fernandes:
      Nunca se viu, até hoje, um exército de ateus atacando um de religiosos tentando converte-los

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    • 14/05/2010 - 23:02
      Enviado por: Mauro Souza

      MarioS,
      me desculpe se dei a impressão de quem é você que não leva a sério a questão do “amar ao próximo”, eu me referia aos tais ‘esfoladores’.

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    • 15/05/2010 - 14:51
      Enviado por: Paulo

      PARA TUDO!!
      .
      Acreditem se quiser, mas vou ser obrigado a elogiar o Post do MarioS em 14/05/2010 as 18:30!
      .
      Boa Mario

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    • 15/05/2010 - 15:28
      Enviado por: MarioS

      Paulo, um dia desses fui eu que concordei com um seu e agora isto! Será o final dos tempos? E obrigado.

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    • 15/05/2010 - 15:29
      Enviado por: MarioS

      Tudo bem Mauro, sem problema.

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    • 15/05/2010 - 15:31
      Enviado por: MarioS

      Tudo bem Mauro, sem problemas, entendi agora.

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  • 14/05/2010 - 12:28
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    E e’ este lugar que voce defende o direito de armas nucleares?
    Realmente a demonizacao do Iran e’ apenas coisa dos inimigos…

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    • 14/05/2010 - 12:32
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Quem defende o direito de o Irã ter armas nucleares?

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    • 14/05/2010 - 12:43
      Enviado por: Mauro Souza

      quem defende o direito de o Irã possuir armas atômicas são as 5113 ogivas estadunidenses.

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    • 14/05/2010 - 14:45
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Em absoluto, o Irã tem o direito de ter o que quiser desde que arque com as consequências de suas escolhas (não reconhecer isso beira o absurdo). Ademais, o Irã ao que parece nunca negou-se a arcar com as consequências do que quer que seja.

      Ainda, digamos que o sistema legislativo do Irã o permita desenvolver essa tecnologia, e que o governo acredite que isso seria bom para o país, e por fim, que o congresso (ou equivalente) aprove o investimento financeiro necessário…

      Desde quando a soberania de um país deve ser precedida de decisões de outros países? Decisões internacionais colaterais não precedem decisões soberanas em nenhum local do mundo, caso contrário o TNP não precisaria de passar pelo Congresso americano ou russo (ou o que for…), e os Estados Unidos não teriam invadido o Iraque. Contudo, sim, o demais países do mundo tem a força de aplicar sansões (unilaterais) ao Irã da forma que o bem queiram, e se quiserem tem mesmo é de fazer…

      De uma perspectiva comparativa absurda e por isso elucidativa, todos aplicamos sansões unilaterais ao deixarmos de consumir produtos de empresas que não tem uma filosofia corporativa que nos agrade!! E minha decisão de consumir ou não qualquer coisa somente cabe a mim, bem como uma empresa assumir determinada filosofia corporativa somente cabe a ela.

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    • 14/05/2010 - 15:20
      Enviado por: MarioS

      “Quem defende o direito de o Irã ter armas nucleares?”
      Muitos frequentadores do blog. É óbvio que voce não tem culpa disso, muito pelo contrário, merece elogios por permitr todo tipo de opinião por aqui, apenas respondo a pergunta.
      E por falar em todo tipo de opinião, parabéns ao Galhardo, que deixa esclarece algo que apesar de óbvio, muitos não admitem, haja visto as críticas ao bloqueio à Cuba.

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    • 14/05/2010 - 23:39
      Enviado por: GilbertoR

      Mario
      eu entendo você.Claro se os argentinos resolvessem falar que precisam de armas nucleares para atacar o Brasil,evidente que minha resposta seria TNP neles.Mas como disse o Mauro.Paises que tem milhares de armas atomicas,são esses que se colocam como juizes de quem deve ter ou não.Eu não entendo onde está a superioridade moral.Deve ser porque sou da provincia e estes raciocinios elevados me escapam.

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  • 14/05/2010 - 12:32
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Gustavo,
    voce ja’ esqueceu sobre seu post e p discurso sobre hipocrisia?

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  • 14/05/2010 - 12:50
    Enviado por: Hagá Backmann

    Eu ficaria muito satisfeito se o Presidente Lula conseguisse ajudar a emplacar uma MORATÓRIA DA PENA DE MORTE no Irã, por pelo menos dois anos. Seria uma conquista maravilhosa, que elevaria a credibilidade do governo iraniano e do Brasil na comunidade internacional. Sou opositor da pena de morte [inclusive em países como EUA, Japão, Arábia Saudita, China, Indonésia e onde mais houver esse resquício de barbárie, já superado em toda a União Européia e Mercosul].

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    • 14/05/2010 - 13:09
      Enviado por: Hagá Backmann

      Só não se deve esquecer que o caso do Irã NÃO é isolado, havendo violação de Direitos Humanos em outros países da região, como Arábia Saudita, na Palestina ocupada e em Israel, com prisão arbitrária sem observância do devido processo legal, censura à imprensa, perseguição a parlamentares eleitos etc., tudo num quadro de Estado Policial tendente à semelhança do fascismo de um Jabotinsky. Caso contrário, a gente pode cair na campanha manipuladora de demonização do Irã, funcionando como massa de manobra da extrema-direita:

      http://electronicintifada.net/v2/article11261.shtml
      Israel imposing occupation tactics on its Palestinian citizens
      Ben White, The Electronic Intifada, 11 May 2010
      Ameer Makhoul
      Last Thursday, in the early hours of the morning, a Palestinian community leader’s home was raided by Israeli security forces. In front of his family, the wanted man was hauled off to detention without access to a lawyer, while his home and offices were ransacked and property confiscated.
      While this sounds like an all-too typical occurrence in West Bank villages such as Bilin and Beit Ummar, in fact, the target in question this time was Ameer Makhoul, a Palestinian citizen of Israel and head of the internationally-renowned nongovernmental organization network Ittijah.
      After being snatched last week, Makhoul’s detention was subject to a court-enforced gagging order, preventing the Israeli media from even reporting that it had happened. This ban was finally lifted yesterday, as Israeli newspapers were being forced to report on angry protests by Palestinians in Israel without explaining the specific provocation.
      It turned out that another Palestinian citizen of Israel, Balad party activist Omar Said, had also been arrested, and interrogated by the Shin Bet since the end of April. Now, both Makhoul and Said are to be charged with espionage and “contact with a foreign agent” — namely, Hizballah. On Monday night, hundreds of demonstrators rallied in Haifa to protest against what they call “an escalating campaign to crack down on Israel’s Palestinian citizens.”
      The gagging order recalls the Anat Kam case, where for several months it was forbidden to report that the former soldier was under house arrest and being investigated by the Shin Bet for “leaking classified military information.” The facts about Kam were first circulated by bloggers and campaigners, something repeated in Makhoul’s case (including the Facebook group “Free Ameer Makhoul & Omar Said”).
      The night raids, interrogations and charges are not isolated incidents — indeed, Makhoul had been prevented from leaving the country in April, according to an order by the interior minister. Days later, a West Bank Palestinian nonviolent resistance organizer, Iyad Burnat, was also banned from traveling at the Jordan crossing, en route to, among other things, a conference on the Geneva conventions.
      Several examples now point to an uncomfortable reality for the self-proclaimed “only democracy in the Middle East”: practices that have long been routine in the military occupation of the West Bank and Gaza are being used in Israel to suppress dissent and limit civil liberties. The green line is increasingly blurry.
      There are the Sheikh Jarrah protests, where marches and rallies against the eviction of Palestinians from their homes have been targeted by the police, including the arrest of an organizer at his home — only for him to be released without charge and no evidence presented. Then there is the trend towards repressive legislation, with the so-called nakba law making its way through the Knesset, the Israeli parliament, that will ban state funding for any group that marks the expulsions of Palestinians in 1948.
      Two weeks ago, a new bill was proposed by more than a dozen cross-party members of Knesset (MK), which would outlaw any organization “if there is a reasonable basis to conclude that the organization is providing information to foreign bodies or is involved in lawsuits abroad against senior officials in the government in Israel and/or officers in the Israeli army regarding war crimes.” Adalah, one of the groups specifically targeted, stated: “Only a state that commits prohibited acts would be interested in such legislation.”
      Arab members of the Knesset are also increasingly under attack. MKs Mohammad Barakeh and Said Naffaa have had their parliamentary immunity stripped so that they can face criminal proceedings, with the chair of the committee which deals with immunity issues reported to have suggested that “a serious decision” would have to be made as to “whether or not these parties can continue to sit in the Israeli parliament, even while they operate against the country.”
      More recently, a trip by Arab MKs to Libya has been greeted by attempts to “strip the members of their immunity,” with MK Michael Ben-Ari declaring “an historic opportunity to abolish once and for all the immunity and rights of Knesset members who hate Israel and denigrate the state.”
      At the heart of this and other cases against Palestinian citizens is contact with the wider Arab world. According to Adalah, the “charge of meeting a foreign agent” is so broad that it criminalizes “almost any Arab who establishes legitimate relations with political and social activists in the Arab world.”
      So why is this happening now? First, it is the latest manifestation of a deteriorating atmosphere in Israel, with political dissent and human rights groups under attack. Depressingly, there is considerable support among Jewish Israelis for this kind of crackdown: one poll found that 57.6 percent of respondents “agreed that human rights organizations that expose immoral conduct by Israel should not be allowed to operate freely.”
      Second, there is also a specific focus on Israel’s Palestinian minority. Three years ago, it was revealed that the Shin Bet intended to “thwart the activity of any group or individual seeking to harm the Jewish and democratic character of the State of Israel, even if such activity is sanctioned by the law.” This is no doubt in part a response to the kind of developments Makhoul talked about in January when I met him in Haifa: how “this generation” of Palestinian citizens “has grown up with October 2000 [when Israeli police killed 13 unarmed Palestinian demonstrators in Israel]. The green line disappeared — in terms of thinking, behavior, and consciousness.”
      Hussein Abu Hussein, the lawyer for both Makhoul and Said, stressed the role of someone like Makhoul in being a prominent advocate internationally for “the need for accountability” -= in other words, “the state has enough reasons to stop this voice.” Mohammad Zeidan, of the Arab Association for Human Rights (HRA), says that the arrests are “clearly political.” He believes that for some in Israel, the work being done by nongovernmental organizations and Arab parties on the international level is “crossing a red line” — “they want to remind us that this is not a democracy.”
      Ben White is a freelance journalist and writer whose articles have appeared in the Guardian’s “Comment is free,” where this essay was originally published, The Electronic Intifada, the New Statesman, and many others. He is the author of Israeli Apartheid: A Beginner’s Guide (Pluto Press). He can be contacted at ben A T benwhite D O T org D O T uk.

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    • 14/05/2010 - 13:23
      Enviado por: Jacques

      Eu também, Hagá, embora saiba, e tenho certeza de que você também sabe, que “direitos humanos no Irã” pode ser perfeitamente traduzido por “posição provocativa ao Ocidente”. Não fosse esse detalhe e o “problema” direitos humanos no Irã certamente não faria parte da pauta. O povinho liberal que adora citar o Milton “não há almoço grátis” Friedman estranhamente se esquece dele nessas horas.

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    • 14/05/2010 - 15:35
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Massa de manobra da extrema direita? Direita? Extrema?
      Caro Hagá, isso parece deboche tamanha falta de contexto e sentido.

      Quem é a direita nessa história toda? O Irã ou Israel? Irã ou Estados Unidos? A política internacional america é de direita por que o Lula Ave Migratória (como um colega bem disse abaixo) é de esquerda e é contra os Estados Unidos?

      Adriano… Eu não entendi nada do que ele falou!!!

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    • 14/05/2010 - 23:41
      Enviado por: GilbertoR

      Hagá Backmann
      nusga!!!!!!!!!!!

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    • 15/05/2010 - 00:38
      Enviado por: GilbertoR

      Hagá Backmann
      você é aquele Hagá que trocava farpas com a Dona M. Helena(R…)?

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    • 15/05/2010 - 03:48
      Enviado por: Avraham

      O Haga, disvirtua o tema com uma colocação fora do lugar. Além disso trás uma citação longa demais e em inglês sobre um assunto que não tem nada a ver com o tema discutido. O abuso dos direitos humanos discutido aqui no Irã ou em outros países ditatoriais alcança todo e qualquer cidadão que se oponha ao governo. A citação acima, se refere a casos de traição e espionagem. É assunto de segurança nacional, e, portanto, foge às regras gerais. Todo e qualquer país faz exatamente a mesma coisa quando se trata de segurança nacional, assim é no Brasil, nos EUA, No Equador ou qualquer outro país, potente ou não. Em Israel todos os criminosos são processados através dos ditames legais de igualdade, todos os seus direitos são preservados. Mesmo um terrorista, que matou civis incluindo crianças, se for pego vivo é processado com a presença de um advogado e só recebe a sentença final do Tribunal de Justiça após todo os procedimentos legais serem cumpridos, o que leva as vezes anos. No fim do processo, o acusado recebe sua sentença que, em Israel, infelizmente, nunca é uma sentença de morte, mas num caso de terrorista, uma sentença de prisão perpétua. Alí será monitorado por dezenas de organismos de direitos humanos para terem certeza que seus direitos serão assegurados.

      Conheça as prisões israelenses através do site:

      http://www.ips.gov.il/Shabas/PRISON/Daily-Routine/default.htm

      Faça você um passeio virtual pelas prisões israelenses através do site:

      http://www.ips.gov.il/Shabas/PRISON/3D-Tour/Virtual-3D-Patrol-IPS.htm

      Veja um artigo publicado sobre o tema:

      7) A Democracia Israelense Incentiva o Terror e a Criminalidade: Mais uma vez a democracia israelense opera contra seus próprios interesses.

      Em Israel também há pobreza. Dezenas de famílias vivem abaixo da linha de pobreza, vivem na rua ou em construções sem estrutura segura. Procuram comida nos restos deixados nas lixeiras dos supermercados e feiras, vivem dos favores de estranhos e organizações assistenciais, sem assistência médica, sem qualquer conforto no lar e sem perspectiva para o futuro.

      O mesmo ocorre com a população palestina, porém em escala bem maior. Em Israel, menos de 5% da população vive abaixo da linha de pobreza, já no lado palestino isso pode chegar a mais da metade da população.

      Se a vida é tão difícil aqui fora, não valeria a pena viver nos presídios israelenses?

      Uma pessoa sem qualquer expectativa de vida, faminta e sem abrigo, bem que pode avaliar os benefícios do mundo do crime. Pode melhorar sua vida e a de seus parentes e, em sendo pego pela polícia e preso, poderá pegar penas (ou férias) na prisão, onde receberá ali, normalmente, mais benefícios humanitários do que poderia esperar do Governo lá fora.

      Assistência médica, dentária e ortodentária gratuita, televisão por assinatura que conta com vários canais, rádio, jornais do dia, refeições de primeira qualidade e regulares, tendo ainda a opção de poder chegar até a cozinha da prisão e preparar sua própria refeição, biblioteca, intervalos recreativos com quadras de esportes, visitas regulares de parentes e amigos, além da opção de poder cursar uma faculdade e concluir um curso dentro da prisão, algo que jamais poderia fazer lá fora, entre outros benefícios atrativos que uma prisão cinco estrelas pode oferecer.

      Naturalmente que todo esse amparo humanitário e democrático fica por conta do contribuinte, o mesmo que pode ter sido vítima de algum atentado contra si ou sua família.

      Imagine perder um membro de sua família e depois ainda ter que sustentar o assassino nessas condições! É bom lembrar também que tais benefícios são estendidos aos presos terroristas de fora de Israel com sangue de israelenses civis nas mãos.

      Não há o que fazer! Só a atuação Divina poderá trazer a verdadeira Justiça ansiada pelo povo judeu.

      Fonte da Notícia:
      Israel HaIom, 04.02.10, pg. 18, 19, Edição 644

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    • 15/05/2010 - 11:58
      Enviado por: MarioS

      Quem disse que o caso do Irã é isolado???? Sua “defesa” lembra muito a do Lula no episódio do caixa dois.

      “Last Thursday, in the early hours of the morning, a Palestinian community leader’s home was raided by Israeli security forces. In front of his family, the wanted man was hauled off to detention without access to a lawyer, while his home and offices were ransacked and property confiscated”
      Exatamente como procedeu, inúmeras vezes, a PF aqui no Brasil. Aquela mesma PF que é cantada em verso e prosa por petistas.

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    • 15/05/2010 - 15:21
      Enviado por: Hagá Backmann

      Avraham,

      qual é o problema da citação em Inglês? Leia o Post anterior sobre educação. A Cultura Inglesa tem bons cursos de Inglês. Devemos todos ser no mínio bilíngues.

      “Segurança Nacional”? Esse não foi o pretexto usado por todas as ditaduras, inclusive a brasileira, contra os Direitos Humanos???

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  • 14/05/2010 - 13:03
    Enviado por: Tsairet Makal

    Ontem li no Globo que a Dilma disse que o Irã é um pais responsavel que tem bombas nucleares!!!!!!!!!!!
    Ato falho do inconsciente???
    Soltou sem querer o que deve escutar do TOP TOP e do Lula em conversas particulares,já que a Dilma não é uma politica profissional,e sim um poste que o Lula quer eleger pois ele não suporta quem queira brilhar mais do que ele????
    A repressão no Irã é “problema interno”,problema “externo” é só quando israelense mata palestino mesmo para se defender.
    O mundo não quer saber de estudantes e bahais do Irã e não existe um “antiiranianismo” no mundo como existe o “antissemitismo.
    Respondendo o Ali sobre o tópico passado,tenho culhôens de admitir que Israel esta arroxando Gaza sim,mais nada comparavel com West Bank que tem progredido.
    Nós nos retiramos de Gaza, e vocês ao invés de aproveitarem para progredirem como Fayad e Abbas tem feito na Cijordania,optaram por jogar foguetes.
    Fayad e Abbas aprenderam com os erros de Arafat que Homem bomba= destruição da Mukata e patrulhas e tanques nas ruas.
    E te garanto que a população não quer voltar aquela época.
    Agora se Israel levanta todo bloqueio de Gaza,para o Hamas é sinal de fraqueza,e os contrabandos serão 100% de armas,porque comida e itens do dia a dia viriam por Israel.Vamos portanto ajudar a dar corda para vocês nos enforcar???
    Vocês deixam nosso soldado apodrecer no subterraneo sem cruz vermelha e ainda querem fronteiras com ajuda!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Os presos palestinos tem tv a cabo,cruz vermelha,visita de familha,nada que Shallit tem.
    Peçam para o Egito abrir a fronteira para vocês,afinal Gaza era do Egito até 1967,nunca existiu uma “palestina” lá até 1967.
    Mais o Egito não suporta que o Hamas optou pelas alianças sirias e iranianas para trazer a guerra perto de suas fronteiras e tentar jogar a população egipcia contra seu governante Mubarack.Aluwitas e persas contra sunitas,uma guerra que nada tem haver com Israel.
    A Siria e o Irã são a desgraça da causa palestina,tanto que Fayad e Abbas querem distancia de vocês.
    Vocês tem tanta culpa pela desgraça dos palestinos,como os dirigentes deles tem,e Israel tambem tem a sua,afinal em uma guerra não tem santos.
    Só que vocês{Irã e Siria} são os de fora que aumentam esta desgraça e só sabem combater Israel com sangue libanês e palestino.Vocês usam a causa palestina,um para forçar a devolução do Golã,outro para desviar a atenção da construção da bomba.
    Literalmente vocês cagam para os palestinos,eles são um joguete na mão de vocês,como o Libano foi na mão da Siria que era considerado o segundo invazor alem de Israel.Só que o Hezboolla amiguinho de vocês nunca tratou a presença Siria como uma invazão,só a de Israel.
    Assim como a Siria detem centenas de libaneses presos ilegalmente e o Hezboolla não fala nada.
    Ali,eu assumo que Israel é parte do problema,você assume que a Siria e seus amiguinhos tambem o são ???
    Você pode ser um idealista e realmente querer o melhor para seu povo,como tenho certeza que você não é um antissemita e não quer ver o sangue palestino e libanês ser parte de um jogo.
    Não tenho nada a me opor a você.
    Mais os dirigentes da Siria e do Irã não tem seu idealismo ou romantismo,e você reage como o “filho ainda criança” que não chegou a maturidade de ver as “ruindades do pai”.
    Digo isto politicamente.
    E hora nenhuma quiz te ofender pessoalmente,desculpe se em algum momento passei esta impressão.
    Obs: Vocês são o governo do Irã e Siria,e não o Ali..

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  • 14/05/2010 - 13:04
    Enviado por: Glúon

    .
    _______________________
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    Papo de comentaristas
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    - O que existe de mais absurdo neste post?
    - É que de cada três jornalistas presos no mundo hoje, um está no Irã.
    - E você teria coragem de fazer comentários por lá?
    - Bem, só se fosse em um blog do Chacra, né?
    .
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    • 14/05/2010 - 15:18
      Enviado por: Elvira

      Realmente Gluon, ele ainda não esteve no Irã.
      “Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio.”

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  • 14/05/2010 - 13:11
    Enviado por: EDUARDO

    QUE PARAÍSO O OCIDENTE POSSUÍ PARA OFERECER À ÁSIA E AO ORIENTE MÉDIO ? NOSSA LIBERTINAGEM CONTRASTA COM O FUNDAMENTALISMO DELES. SE É SÓ COMÉRCIO, TUDO BEM. OS EXILADOS INTELECTÓIDES, SÓ QUERIAM UMA FATIA DO BOLO.

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    • 14/05/2010 - 17:56
      Enviado por: MarioS

      Sei que é inútil, mas, mesmo assim vou responder.
      “QUE PARAÍSO O OCIDENTE POSSUÍ PARA OFERECER À ÁSIA E AO ORIENTE MÉDIO ?”
      O paraíso (comparado com o inferno deles, claro), de aceitar libertinagem E fundamentalismo. Cada um que adira ao qual quiser.
      Sei que voce não vai entender a diferença, mas muitos vão: lá só se permite fundamentalismo aqui, tanto fundamentalismo quanto libertinagem.
      Vou tentar te ajudar: aqui ninguém lhe impede de entrar em um mosteiro, mesquita ou sinagoga e passar o resto da vida rezando. Ninguém, tampouco lhe impede de devotar-se a qualquer religião, tradicional ou não. MAS também ninguém lhe impede de dedicar o resto de seus dias ao vício, à bebida, ao sexo.
      Deu para perceber a superioridade desta civilização?

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    • 14/05/2010 - 18:00
      Enviado por: MarioS

      Em tempo Eduardo, paraíso quem promete são eles, por aqui, o máximo que se garante é “Life, liberty, and the pursuit of happiness”
      Virgens por aqui são raras (ainda bem) e são de quem ELAS decidirem que são, não de quem se matou para matar o máximo possível de inocentes.

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    • 14/05/2010 - 23:45
      Enviado por: GilbertoR

      Eduardo
      tudo em maiusculas significa que você está gritando.

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  • 14/05/2010 - 13:22
    Enviado por: José Carlos Salvagni

    Gustavo,

    Agradeço-lhe por mais este artigo e pela entrevista com o cineasta, cheia de links para informação sobre o que se passa naquele País. Tenho visto comentários rápidos de iranianos na internet, valendo-me do tradutor instantâneo, mas os comentários não ficam claros, até porque nenhum tradutor do mundo traduzi entrelinha…!
    O presidente Lula tem sido infeliz em alguns comentários, como os referentes aos presos políticos cubanos e à oposição do Irã, dizendo que derrotado sempre reclama. Talvez o tenha feito neste caso para preservar um espaço de simpatia para a atual missão. Mas acho que o cineasta não deve ter gostado…
    Porém, reitero meu apoio à postura multilateral do Brasil, orientada pelo Itamaraty, em relação ao Oriente Médio. Como está ficando claro pelas declarações de Sarkozy, de Medvedev e de diplomatas americanos, essa missão do presidente Lula ao Irã não parece ser apenas dele, nem do Brasil.
    Nós temos uma boa escola de diplomacia.
    Na madrugada de anteontem, ao ouvir na Eldorado, com enorme interesse, a entrevista do antropólogo Dagoberto José Fonseca sobre a África – entrevistaça! http://www.territorioeldorado.limao.com.br/player/player2.htm – me lembrei de que não só a diplomacia, mas o próprio governo americano apoiou enquanto considerou conveniente o regime de Apartheid da Africa do Sul. Apoiou, e não apenas se relacionou!
    Concluo então que nossa diplomacia e nosso Governo devem continuar em seus papéis e apostas, mas o jornalismo deve fazer o que você fez e faz aqui: mostrar o outro lado, mostrar os outros pontos de vista.
    Quanto ao que me toca, vou usar muito os links que nos oferece aqui.

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    • 14/05/2010 - 23:50
      Enviado por: GilbertoR

      José
      tenho imenso respeito pelos EUA,mas a verdade nesse caso é simples,se quiserem podem chamar de real politica,eles os EUA não tinham o menor interesse em acabar com o regime de separação sul africano.Quem acompanhou na época e não viu isso só pode estar de brincadeira.E veja não estou dizendo que estavam(EUA) errados ou certos.

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    • 15/05/2010 - 14:31
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Obrigado, sr. gilbertor.,
      Eu trouxe a essa discussão a questão do apoio sistemático – não meramente diplomático – dos governos americanos à Africa do Sul do Apartheid (inclusive, provavelmente sabiam que lá se realizou, ao que tudo indica, um programa nuclear secreto, com bombas atômicas e tudo), para questionar os que escracham a iniciativa do governo Lula, com todo o lastro de sua diplomacia, em favor de uma política multilaterial e equidistante em relação ao Oriente Médio. Os que ofendem o presidente nos comentários nos sites simplesmente omitem a linha de comportamento da diplomacia americana. Também adoro os Estados Unidos, começando pelo seu legado ao mundo em termos de República, Federação, Constituição e outros contributos. Mas política é política. E realpolitik é o que o sr. disse. Nem sempre a realpolitik é ruim. Graças a ela, Willy Brandt iniciou um processo de distensão com a antiga União Soviética que facilitou as consas para a queda do Muro de Berlim.

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  • 14/05/2010 - 13:23
    Enviado por: sergio Santos

    Interessante o discurso dos “aliados” dos Estados Unidos, país este, alás, ÚNICO na história da humanidade que utilizou DUAS bombas atômicas contra duas cidades japonesas, no maior crime de guerra da humanidade, ainda impune. E como vão os Direitos Humanos no IRAQUE? As denúncias de tortura, presos sem acusação e direitos, sequer da “Convenção de Genebra” (ou Convenções), são desprezados pelos Estados Unidos. Não defendo a utliização de armas nucleares, ou sequer de qualquer gerra, mas os argumentos são nitidamente simplistas neste caso. Tentam satanizar o Islã, mas lembrem-se de Saladino, um exemplo de Líder que respeitou os Direitos Humanos, inclusives dos cruzados que massacraram crianças, mulheres e idosos na Jerusalém sitiada. Mais cuidado na análise destas “entrevistas” seria bom para o povo brasileiro, pois não coadunamos com a disseminação do ódio.

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    • 14/05/2010 - 15:24
      Enviado por: MarioS

      “no maior crime de guerra da humanidade”
      E que critério Santos, se é que algum, voce usou para definir este ranking? O de ser o dono da verdade?

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    • 14/05/2010 - 15:58
      Enviado por: Zainab

      Não precisa de criterio para saber a dimensão dos danos que as duas bombas atomicas causaram aos japoneses, o mundo constatou.

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    • 14/05/2010 - 18:07
      Enviado por: MarioS

      Não resta dúvida Zainab que o mundo constatou a dimensão dos DANOS que as duas bombas atomicas causaram aos japoneses, mas falta esclarecer porque este seria,
      mas não são claros os critérios usado para classifica-las como o no maior crime de guerra da humanidade
      Por que não o Holocausto? Repito, qual o critério usado? Número de vítimas? Falta de motivo?.

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  • 14/05/2010 - 13:35
    Enviado por: Danielle

    Essa questão de direitos humanos no Irã é muito grave, mas não creio que seja esse o cerne motivador de sanções comerciais, pois se assim o fosse, a China também seria alvo de sanções. O recrudescimento hostil iraniano nas relações internacionais, tais como insanidades ditas a respeito do holocausto, primitivismos demagógicos como teocracias arcaicas e déspostas, me parecem ser estimulantes bem mais persuasivos. O Irã é um país de governo estranho, e isso assusta.

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  • 14/05/2010 - 13:40
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Gustavo,
    Baseado no seu conhecimento qual ditadura e’ pior no oriente medio?
    A Siria, iraniana? qual?
    Como voce explica o apoio de alguns a ditaduras sanguinarias como estas?

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    • 14/05/2010 - 14:46
      Enviado por: Gustavo Chacra

      A da Arábia Saudita, seguida pelo Egito

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    • 14/05/2010 - 15:33
      Enviado por: MarioS

      “A da Arábia Saudita, seguida pelo Egito”
      Provavelmente Gustavo, mas ao contrário de outras (Irã eSíria por exemplo),
      ela não se mete com outros países e o mundo é assim, sempre foi.
      Aliás, SOMOS assim. Pergunto a todos: o que seria necessário para fazer com que agissemos contra um vizinho que se limitasse a agir contra sua família? E contra a nossa?

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  • 14/05/2010 - 13:49
    Enviado por: Mauro Souza

    “os iranianos estão passando por um dos períodos mais obscuros de sua história”
    Isso me faz lembrar que o Iraque era um país que caminhava relativamente bem antes de ser levado à guerra contra o Irã. As mulheres, por exemplo, podiam até estudar em universidades, depois tudo ruiu.
    O Irã também poderia estar melor não fosse a rapinagem do Império Briânico e a guerra contra o vizinho.

    O fato é que esses problemas todos são consequência direta do imperialismo, de sua política ‘realista’ que visa apenas o lucro de suas grandes corporações, se unem a uns ditadores aqui, critica os dali e enquanto isso os direitos humanos vão pro vinagre.

    Como podemos ver, ao vivo e em cores, competição é uma coisa ‘muito boa’.

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    • 14/05/2010 - 15:22
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Por acaso quando o Irã foi arrebatado pela revolução islamica ele estava sobre domínio inglês?

      Foi a força da Inglaterra que fez com que al-Husseini apoiasse as forças do Eixo?

      Não concordo em absoluto com sua argumentação antiimperialista (no sentido pejorativo que a palavra tem). Aliás, um leitura rápida nos materiais publicados pelo Efraim Karsh (em especial o livro: Empires of the Sand) é suficiente não apenas para refutar seu argumento, quanto para explicar as razões pelas quais os maiores problemas do Oriente Médio são endógenos.

      No livro a Loucura de Churchill, C. Catherwood analisa como muitas vezes a Inglaterra tentou deixar o Oriente Médio a sua própria sorte em razão dessa região sempre ter exaurido os recursos da Coroa Britânica, sem ter a menor perspectiva de retorno econômico equivalente (aos gastos) a longo prazo.

      A ocupação britânica do Oriente Médio deu-se em razão da Rússia e não do petróleo como alguns querem fazer acreditar ao ler a história com vistas no que acontece no momento atual e não nos momentos em que as decisões foram tomadas.

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    • 14/05/2010 - 15:39
      Enviado por: Tsairet Makal

      Quem destruiu o direito das mulheres e dos jovens do Irã,foi a volta do Ayatola Khomeine com seu radicalismo religioso,punindo quem bebesse{O Lula lá seria enforcado}quem botasse minissaia,namorasse em publico.
      Acabou com as discotecas e festas de jovens,retrocedeu o pais no tempo.
      Isto não tem nada haver com o Iraque e os Usa,como nas areas que o Talibâ controla no Afeganistão os homens tem que ter barbas e mulheres são tratadas piores que câes.
      Isto tambem não tem nada haver com os USA.
      Vocês parecem o Leonel Brizola que dizia que todo mal do Brasil era culpa dos Americanos.
      Por traz disto existe é um grande recalque e projeçôens que um bom analista ajuda quem admtir a dificuldade e resolver se tratar.

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    • 14/05/2010 - 16:11
      Enviado por: Mauro Souza

      “a Inglaterra tentou deixar o Oriente Médio a sua própria sorte” (…)

      Resta saber o que eles estavam fazendo lá! E quem disse que eles podem tutelar o destino dos outros? A força de seus canhões, seguramente.
      Os estragos que o Império Britânico fez na Índia, na China, na África são conhecidos. Vai dizer que a Rússia tem algo a ver com isso?

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    • 15/05/2010 - 11:13
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Mauro,

      A Rússia queria uma saída para o mar e a Inglaterra não queria que isso fosse conseguido. Aliás, a Inglaterra não queria a Rússia de modo algum.

      O que é bom não perder de vista é que no momento da formação dos atuais Estados do Oriente Médio, todos esses territórios pertenciam ao Império Otomano (ningém [=arábes] ali possui coisa alguma). A Inglaterra entrou em guerra contra o Império Otomano – ganhou a guerra e ocupou os territórios.

      Então a resposta para sua pergunta: o que a Inglaterra fazia lá? A primeira Guerra. Qual seu objetivo lá? Vencer o Império Otomano/Alemanha. Qual o efeito colateral? Ocupar uma terra que embora fosse rica em petróleo (os Ingleses já sabiam disso na época) o produto em si tinha pouco valor potencial se comparado com os custos de manter uma ocupação.

      Não devemos ler a história com nossos olhos, mas com os olhos de quem a fez – caso contrário nos confundiremos mais do que o necessário.

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    • 15/05/2010 - 15:09
      Enviado por: Mauro Souza

      Ramon,
      a I Guerra surgiu porque os países imperialistas estavam tentando chegar a um acordo de como partilhar o mundo. Foi uma guerra imperialista, e como tal, a Inglaterra estava lá interessada e de olhos nos mercados, esses eram os olhos daqueles que fizeram a guerra. Se eu for ler as guerras com os olhos de quem as fez, simplesmente, já estão todas justificadas a priori.

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  • 14/05/2010 - 14:19
    Enviado por: \josé Antonio

    Gustavo, vão aparecer os defensores do Irã, claro só o são porque odeiam Israel, dizendo que entendem mais do Irã que seu entrevistado. Isso tudo sem nunca terem saido do Brasil, só com seus livrinhos de bolso.

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    • 14/05/2010 - 14:44
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José Antonio, pensei que você tivesse pedido demissão. O MarioS e a Yoko te deixaram bem para trás como comentaristas mais presentes da história da blog

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    • 14/05/2010 - 14:53
      Enviado por: Mauro Souza

      José Antonio,
      você deve então dar o braço a torcer para o Lula que já viajou mais que muita ave migratória.

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    • 14/05/2010 - 14:55
      Enviado por: Ramon Galhardo D Lopes Carvalho

      Um engenheiro agronomo paulista, bem estudado, que nunca esteve no norte de Minas Gerais pensa que o problema agrícola do local pode ser resolvido com políticas de incetivo a projetos de irrigação, culturas mais resistentes a seca, etc.

      Contudo, o sertanejo, que sequer sabe porque a água evapora o desqualifica imediatamente sobre o argumento que ele nunca esteve na região. Porque vive somente com seus livrinhos de bolso…

      Esse argumento precisa melhorar.

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    • 14/05/2010 - 15:17
      Enviado por: Paulo

      José Antonio
      .
      Sinto desaponta-lo mas Israel não é o centro do mundo Muita gente apoia o fato do Irã ter armas atômicas, independentemente do governo que lá está, por entender que os países que tem bomba não podem dizer aos que não têm que não podem te-las…
      .
      Vou te dar um exemplo, eu tinha ums vizinhos de uma banda de rock famosa, os caras faziam um puteiro de madrugada, fui até lá falei, pedi por favor, o síndico multou e os caras lá tocando o horror na madruga… comecei a fazer o seguinte, 6 horas da manhã ou punha o relógio e tocava a campainha deles até acordar os infelizes… hoje restou apenas um que diz bom dia e boa tarde mas está de saída… assim é o ser humano…
      .
      Há um ditado popular bastante apropriado a esse respeito:
      .
      Pau que dá em Chico dá em Francisco também…

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    • 14/05/2010 - 15:56
      Enviado por: MarioS

      Gustavo,
      Também achei que o Jose Antonio tivesse pedido demissão. Quanto a te-lo deixado para trás, em parte deve-se ao fato de que me incumbi da missão de não deixar as calúnias passarem batido, e na ausência dele redobrei meus esforços, nada a ver com claques organizadas, fã-clubes, .
      Mauro,
      É por aí mesmo. Alguns, quase todos, viajam e aprendem, conhecem outras realidades, outras culturas. O Lula e as aves migratórias o fazem sem saber porque (não vou nem entrar no mérito de que eu, o Jose Antonio e tantos outros aqui viajamos por nossa conta. Pensando bem o Lula também!.

      Paulo,
      Ninguém imagina que Israel seja o centro do mundo.
      Alguns apoiam o Irã ter armas atômicas, independentemente do governo que lá está, por entender que os países que tem bomba não podem dizer aos que não têm que não podem te-las, mas a grande maioria apoia por este país ser governado por um anti-semita e anti-americano
      Vou usar o seu exemplo: imagine que voce tenha uma guitarra. Não existe diferença entre toca-la em um volume civilizado, domingo a tarde e em um ensurdecedor numa madrugada de quarta? Voce realmente acredita em que não existe diferença entre permitir um piloto credenciado dirigir um caça e um débil mental bêbado faze-lo? Jura?
      O fato de ter uma guitarra é irrelevante, o que importa é como pretende usa-la.
      Os seus vizinhos faziam um puteiro de madrugada, assim como o Irã faz hoje.
      Pediu-se por favor que parassem e nada! Tenho a impressão, e corrija-me se estiver errado, que voce…. contra atacou!!!! (6 horas da manhã ou punha o relógio e tocava a campainha deles até acordar os infelizes)
      Imbecis, animais, radicais.fanáticos, fundamentalistas só entendem uma linguagem.
      Há um ditado popular bastante apropriado a esse respeito:
      Pau que dá em Chico dá em Francisco

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    • 14/05/2010 - 18:14
      Enviado por: Mauro Souza

      MarioS,
      você não foi ponto…

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    • 14/05/2010 - 19:37
      Enviado por: H. Backmann

      MarioS, seu estilo é, apesar da ideologia diversa da minha, ingeligente, agradável, educado e sutil. Por mim, pode substituir em definitivo outros comentaristas.

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    • 14/05/2010 - 20:15
      Enviado por: Yoko

      Poxa Guga, não podia me deixar em companhias mais agradáveis como o Irlandês e o Gilberto R, que têm participado mais ultimamente?

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    • 14/05/2010 - 21:31
      Enviado por: Catarina

      H. Backmann,
      concordo com vc sobre o MarioS.
      Só acho que ele se passa com com a dama japonesa, e ela nâo deixa por menos.
      Muito bem Yoko, ligadíssima.
      Elefante rosa e poodle , onde mais, que tal um passeio a beira mar, como se diz por aqui, stressou, vai surfar.

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    • 14/05/2010 - 23:59
      Enviado por: GilbertoR

      Jose Antonio e Mario
      eu entendo vocês.Claro o sujeito é anti semita com todas as letras.Fica dificil para mim entender é esse discurso de que não pode ter armas nucleares para o bem da humanidade.Os judeus não querem um Irã com armas nucleares porque a liderança atual do Irã é anti semita.

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    • 15/05/2010 - 00:07
      Enviado por: GilbertoR

      Yoko
      o Gustavo foi injusto em não citar você e o Irlandes.Quanto a mim, o ilustre jornalista parece que tem uma bronca desde quando citei meus pontos de vista sobre genetica x inteligencia.
      Abs.

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    • 15/05/2010 - 09:14
      Enviado por: José Antonio

      Gustavo e Mario, não tenho participado muito por estar ocupado tentando tirar da falencia uma empresa de supermercados no sul do Paraná. Pelos comentários vi que os rosnadores são os mesmos. Não se alegrem eu estou por perto. Os parentes em Israel também acompanham os antissemitas e suas abobrinhas..

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    • 15/05/2010 - 12:11
      Enviado por: MarioS

      “MarioS,você não foi ponto…”
      Não entendi Mauro.

      Obrigado H. Backmann, também gosto de dialogar com voce e muitos outros do blog.

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    • 15/05/2010 - 12:13
      Enviado por: MarioS

      Além de seus inúmeros afazeres, agora o Gustavo terá que procurar o que seriam consideradas companhias agradáveis para poodles. Será que terá tempo?

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    • 15/05/2010 - 15:40
      Enviado por: MarioS

      Catarina, obrigado. Não entendi o seguinte trecho:
      “Só acho que ele se passa com com a dama japonesa”
      E nem este:
      “Elefante rosa e poodle , onde mais, que tal um passeio a beira mar, como se diz por aqui, stressou, vai surfar.”

      GilbertoR,
      Fica fácil entender se voce lembrar de vários posts (e reportagens) dizendo o óbvio, que uma bomba sobre Israel atingiria diretamente Egito, Líbano, Síria e Jordânia, no minimo. As consequências a médio prazo são imprevisíveis.
      A reação causaria o caos total no mercado de petróleo. Ou seja, não seria nada bom para a humanidade

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    • 15/05/2010 - 15:41
      Enviado por: Mauro Souza

      não foi ao ponto.
      a questão que sempre vem à tona: viajar para conhecer. Como o Lula já viajou muito mais que eu, seguindo a lógica proposta, devo concluir que ele entende dos problemas mundiais muito mais do que eu, e menos que qualquer comissário de bordo.

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    • 17/05/2010 - 10:18
      Enviado por: MarioS

      “Como o Lula já viajou muito mais que eu, seguindo a lógica proposta, devo concluir que ele entende dos problemas mundiais muito mais do que eu, e menos que qualquer comissário de bordo.”

      Falei sobre isso sim Mauro:
      “Alguns, quase todos, viajam e aprendem, conhecem outras realidades, outras culturas. O Lula e as aves migratórias o fazem sem saber porque (não vou nem entrar no mérito de que eu, o Jose Antonio e tantos outros aqui viajamos por nossa conta. Pensando bem o Lula também!)

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  • 14/05/2010 - 14:50
    Enviado por: Jeferson

    Sei que as coisas devem ser muito difíceis no Irã, mas acredito que a violência jamais resolverá qualquer coisa que seja.
    Não sei não, mas se o Lula não conseguir nenhum diálogo a melhor alternativa sejam as sanções. O povo sofrerá, é certo, mas aos poucos os donos do poder perderão o comando e a população se levantará contra o regime.
    É uma luta diária, árdua, mas quando até o Brasil e a Turquia virarem as costas para o Irã o peso da comunidade internacional fará seu presidente repensar a sua posição.
    Precisamos tentar conversar primeiro, está certo, mas se não houver conversa, todos devemos nos unir em uma decisão única. Um vai ou racha.

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  • 14/05/2010 - 15:05
    Enviado por: Júnior Mocelin

    Trabalho também na área de direitos humanos, e olha, o Brasil não é lá essas coisas também. Talvez por isso o Lula simpatiza tanto com Ahmadinejad. Até acredito que o dito cujo consiga algo com ele, porque na verdade não passa de tramóias da política. O intento hoje é conseguir um governo mundial. Lula sabe disso. Está trabalhando para que sua imagem a nível internacional melhore a cada dia.

    Porém, acho um verdadeiro desrespeito com o povo brasileiro, o fato de querer arrumar o quintal do vizinho quando não arruma nem seu próprio quintal. O caso do Irã é complicado; mas caso do nosso país não fica muito para trás; pagamos os maiores impostos do planeta, serviços como o de saúde, educação, transporte, cada dia estão piores; e, se falarmos em direitos humanos, aí piora de vez.

    Talvez o Lula queira unir forças com Ahmadinejad, Chávez e Cia, porque a idéia de um governo mundial já esteja bem aflorado em suas mentes. Logo veremos essa politica imposta por Ahmadinejad, Chávez (Fidel), entre outros, reinar no Brasil (que já caminha a passos largos para isso). Uma coisa é certa: a humanidade chegou numa encruzilhada, e terá que escolher um de dois rumos apenas; não existirá a opção “em cima do muro”. Os ares de uma Terceira Guerra já começam a ser sentidos. O homerm não tem paz consigo, e por não ter consigo, não tem com os demais.

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    • 15/05/2010 - 12:15
      Enviado por: MarioS

      “pagamos os maiores impostos do planeta, serviços como o de saúde, educação, transporte, cada dia estão piores; e, se falarmos em direitos humanos, aí piora de vez.”
      Pois é Júnior e aparentemente só 15% da população enxerga isso.

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  • 14/05/2010 - 15:25
    Enviado por: André Françoso

    Não sei por que se discute tanto sobre essa região, simplesmente não há solução. Enquanto a humanidade não se libertar de deuses imaginários e tradições grotescas e absurdas isso será sempre a mesma coisa. Não, não digo que a solução seja essa bagunça ocidental libertina, aliás, esta também é controlada por um deus imaginário, o dinheiro. Será que nós não aprendemos nada com aqueles pelos quais nos matamos. Basta! Chega de bestialidade.

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    • 14/05/2010 - 15:27
      Enviado por: Gustavo Chacra

      André, a Europa teve duas guerras mundiais e o Holocausto. Discordo desta posição que considera o Oriente Médio como único lugar violenta. Sem falar que mais pessoas morreram violentamente em Ciudad Juarez, no México, do que em Bagdá em 2009

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    • 14/05/2010 - 16:39
      Enviado por: Jorge Baleia

      Entre o Velho Testamento e a Mitologia Grega, prefiro a segunda. É menos cínica e muito mais interessante. Nem falo do Islamismo. Ridículo, uma viúva rica se apaixonar por um taxista de camelos.

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    • 14/05/2010 - 16:40
      Enviado por: Paulo

      Gustavo
      .
      A pergunta de 100 contos:
      .
      O que há de comum entre Ciudad Juarez e Bagdá?
      .
      Vc acha que seu responder norte-americanos noias e malucos… tenho chance de ganhar?

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    • 15/05/2010 - 10:09
      Enviado por: bndias

      Entao o Brasil tambem nao tem solucao…Mais gente assassinada por arma de fogo no Brasil do que no Iraque…

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  • 14/05/2010 - 16:07
    Enviado por: MARCIO REIS

    Caro Chacra, sem duvida que o governo iraniano estrapola da violência e censura para manter o regime teocratico iraniano, não podemos achar que o Irã é um paraíso, mas gostaria muito que entrevistasse o procurador da ONU que fez o relatorio apontando os crimes contra humanidade cometidos por Israel na Faixa de Gaza.
    Obviamente que uma desgraça não ameniza a outra, mas tenho certeza de que o democratico regime israelense é tão funesto aos mais fracos opositores do que a ditadura teocratica iraniana.

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  • 14/05/2010 - 16:16
    Enviado por: André Françoso

    Comparar o Iraque ao México usando números oficiais é no mínimo inocente eu diria, principalmente vindo de um jornalista especialista na área. Mas de qualquer forma eu NÃO DISSE que o “oriente médio” é o único lugar violento, eu disse que enquanto as pessoas se deixarem levar pelos escritos de egocentristas bem intencionados ao invés de pensarem por elas mesmas e sentirem o amor se manifestar (não é papo hippie não, o amor é bem fácil) vai haver conflito, conflitos estes impossíveis de serem mitigados com iniciativas ignorantes e rasas como as que o ocidente propõe toda semana.

    Eu acho que logo haverá um epifania coletiva mundial que fará com que as religiões e seus falsos propagadores caiam por terra, pensando bem, isso já está acontecendo, mas enquanto não se der por completo, sinto dizer, não vai ser o Lula, nem o Obama, nem o cineasta, nem você, nem eu que dará “um jeito” na coisa. As guerras não acabam pelas ações, acabam pelas pessoas.

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    • 14/05/2010 - 17:23
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Não entendi o porquê de você dizer ser inocente. Aceite você ou não, morreram mais pessoas em Ciudad Juarez em Bagdá

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    • 14/05/2010 - 18:18
      Enviado por: Mauro Souza

      “As guerras não acabam pelas ações, acabam pelas pessoas.”

      Pessoas, suponho, praticam ações…

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    • 15/05/2010 - 13:00
      Enviado por: MarioS

      Mais pessoas morreram violentamente em Ciudad Juarez, no México, do que em Bagdá em 2009, mais pessoas morreram violentamente no Rio do que em Ciudad Juarez e mais pessoas morreram violentamente em Caracas do que no Rio em 2009
      Conclusão: guerra mata, drogas matam mais e populismo demagógico mais ainda

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  • 14/05/2010 - 16:26
    Enviado por: Joselito Miranda

    Olá Chacra
    O Lula vai pro Irã nos próximos dias, levando a pressão para fale sobre os direitos humanos naquele país. Longe de comparar com os EUA, nosso ilustre presidente irá exercitar o ‘dois pesos e duas medidas’, muito usada pela diplomacia americana.
    Lula quer pousar de alternativa para acordos internacionais, mas esquece que sua posição em relação à Cuba (no caso dos presos políticos em greve de fome) causou indignação.
    Não acredito que o Irã reveja sua atual política de direitos humanos, se é que há alguma. O que há na verdade é uma ‘perseguição humana’, mais próxima de como alguns tratam os animais.
    Abç

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    • 15/05/2010 - 13:01
      Enviado por: MarioS

      “mas esquece que sua posição em relação à Cuba (no caso dos presos políticos em greve de fome) causou indignação.”
      Até aí foi só mais uma das besteiras que ele costuma falar, muito pior foi o caso dos dois boxeadores

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  • 14/05/2010 - 16:46
    Enviado por: Marcelo

    Gustavo, parabéns mais uma vez pelo blog! Lamento pelas besteiras que és obrigado a ler aqui. Ossos do ofício? Não sei, só sei que às vezes chego a sentir vergonha pelos outros.
    Abs

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  • 14/05/2010 - 17:19
    Enviado por: Marcus

    É preciso ser muito tolo para acreditar que o Irã não busca armas nucleares. Qualquer um que acompanha as posições agressivas do regime iraniano ao longo dos anos, muitas acompanhadas de grande risco como o apoio ao terror no Iraque, Afeganistão, Gaza e Líbano, percebe que o caminho agressivo deles só irá se sustentar caso tenham bombas nucleares em seu arsenal. Lula portanto está sendo usado pelo regime do Irã e corre sério risco de cair no ridículo.

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  • 14/05/2010 - 17:20
    Enviado por: Rita

    Lendo os comentários, basicamente os leitores chegam a um ponto em comum, dentro da minha ótica claro.
    Estamos fazendo aqui o que se faz no resto do mundo, criticando igrejas ou religiões, políticos ou partidos, etc.
    No fundo, todo o problema é gerado por nós, homens e mulheres e é aí que reside a solução, inclusive para um acordo de opiniões…hummmm….eu diria que é praticamente impossível.
    Guerras ou acordos, violência ou paz, no Iran ou no Rio de Janeiro, o personagem é o mesmo, muda o cargo que ocupa e a entidade para quem trabalha ou pertence.
    O homem é o único a solucionar e nós mesmos não o conseguimos e com isso…as discussões continuarão, assim como as guerras, ditaduras, etc.
    Abraço a todos.

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  • 14/05/2010 - 17:43
    Enviado por: MarioS

    Mauro,
    “a separação entre Estado e Religião foi concretizada na maior parte do mundo”
    Verdade
    “mas apenas isso não garante nada”
    Verdade
    “nem é prova de nada.”
    Médio. Na minha opinião prova que algumas civilizações estão a frente de outras
    “O que está acontecendo é que a religião está sendo usada como um modo de resistência”
    Fato, mas também é fato que isto é contraproducente.
    “existem dois lados nessa questão”
    Sim
    ” e nenhum é mais inocente do que o outro”
    Talvez, mas um possibilita o avanço (sem garantia) e o outro GARANTE o retrocesso..

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    • 15/05/2010 - 11:07
      Enviado por: ubiratan

      Acredito que é apenas meia verdade.
      O vaticano acostumado durante a idade média a dividir o poder junto com os absolutistas, ainda não se acostumou em alguns paises a aceitar plenamente a laicidade dos mesmos.
      Principalmente em países de origem colonial hispano-portuguesa, que durante uma colonização predatória e violenta( principalmente em colonias espanholas), co-participava plenamente desse processo.
      O interessante, é que agora vem clamar contra aborto, comportamentos sociais que contrariem seus dogmas, e muitas circunstancias que não lhe dizem respeito.
      O Sr. Raztinguer, deveria se preocupar com o comportamento seus funcionarios tarados, e com a participação nefasta da Opus Dei em comunidades em que atua.

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  • 14/05/2010 - 17:48
    Enviado por: ulisses josé ribeiro

    Acredito que a unica solução para o irã, seriam os estados unidos e demais forças democráticas do ocidente(otan), invadirem aquele mais, destituirem todos seus direigentes e implantarem um novo regime com respeito aos direitos humanos, a diversidade e pessoas com maior visão humanitária do islã assumirem o novo estado.

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    • 14/05/2010 - 18:38
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Ulisses, e você também concordaria com a morte de mais de 100 mil pessoas, como no Iraque? E por que não atacar a China, também repressora?

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    • 14/05/2010 - 20:27
      Enviado por: Zainab

      Tem um ditado judeu que diz

      Quanto mais voce persegue alguem pelo que ela e, mais naquilo ela se torna.

      Uma coisa as pessoas parecem querer não entender.
      A revolução islamica do Iran foi feita com o apoio do povo
      que ja não suportava mais os desmandos do então amiguinho
      dos EE.UU Reza Phalevi.
      Todo pais que submete aos EE.UU esta liquidado.
      Quantas tentativas foram feitas pelos americanos para transformar a nossa Amazonia em uma colonia para abrigar delinquentes.
      Bom chega de escrever, isso e assunto pra mais de metro.

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  • 14/05/2010 - 17:59
    Enviado por: Marcus

    Sobre essa questão de direitos humanos, em seguida as eleições no Irã e aqueles protestos nas ruas, foi triste ver Lula desqualificando os manifestantes dizendo que aquilo era “chororô de perdedor”. Enquanto aquelas pessoas arriscavam suas vidas, o presidente soltava esse cometário no mínimo covarde pois aquelas pessoas estavam enfrentando um regime bem mais violento que aquele que o então sindicalista Lula combateu.

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  • 14/05/2010 - 18:16
    Enviado por: NIVALDO VANNUCHI

    Caro Gustavo.

    Pelo pouco que sei a respeito do IRÃ, é que existe um movimento cultural expressivo.Dentro do ISLAN acontecem situações envolvendo política e religião,que para nós deste lado do mundo beiram a fanatismo e extremismo.
    Censura quando é imposta e para ocultar desmandos e torturas,ditadores travestidos pelo poder de falsos idealistas matam e torturam em homenagem ao seu ego doentio.
    Não há no mundo de hoje respeito ao próximo,nem tampouco regras obedecidas pelo príincipio simples ensinado pelo filósofo Jesus(amar ao próximo como a ti mesmo)Que me perdoe Maomé,mas não vejo nos ensinamentos islamicos a pratica de caridade e respeito ao proximo.

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    • 14/05/2010 - 18:36
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Nivaldo, acredito que você deveria se informar mais sobre o islamismo. Verá que se trata de uma das religiões que mais prega o respeito ao próximo e a caridade (aliás, este é um dos cinco pilares do islã)

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    • 14/05/2010 - 18:52
      Enviado por: MarioS

      “Não há no mundo de hoje respeito ao próximo,nem tampouco regras obedecidas pelo príincipio simples ensinado pelo filósofo Jesus”
      “O islamismo. é uma das religiões que mais prega o respeito ao próximo e a caridade (aliás, este é um dos cinco pilares do islã)”
      Nivaldo e Gustavo, so??????????????????
      O que importa? Provavelmete tanto quanto a Constituição Brasileira.

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    • 14/05/2010 - 20:09
      Enviado por: Zainab

      Nivaldo,
      O Gustavo esta certo. Se voce quiser leia sem preconceito a vida do profeta Mohammed sws. e seus companheiros e a sunna. Um exemplo, procure ler sobre como devem ser tratados os prisioneiros de guerra. Então vera que um musulmano não e um bom musulmano se não amar nem respeitar seu vizinho.
      Não julgue uma nação por uns poucos que vivem uma vida dupla se comportando de forma a causar vergonha aos que são corretos.

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    • 15/05/2010 - 10:12
      Enviado por: bndias

      Nem todo muculmano e’ terorista, mas todo terrorista e’ muculmano…coincidencia?

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    • 16/05/2010 - 17:26
      Enviado por: Tuaregue Alemão

      bndias
      esquece que os comandos do Ira e o sinn fein, ou o batasuna, ou o ETA não são…

      Esquece porque?
      Qual seu interesse em pregar desinformação?

      Valha-me Ó Deusa, que fiz para ter que ler tanta baboseira…

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    • 16/05/2010 - 22:01
      Enviado por: Yoko

      Tuaregue, você deve ter se esquecido de rezar para alguma das n deusas….

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  • 14/05/2010 - 18:43
    Enviado por: ubiratan

    Sr. Mauro Souza;
    Concordo com o sr., são 5113 ogivas americanas, e umas outras judaicas ( de 6 a 10 ), que foram feitas sem acompanhamento daquela agência internacional que fiscaliza a proliferação nuclear. Por que?
    Porque israel é o 5l.o estado americano, e portanto faz parte da nação americana, que tem poder de veto no desmoralizado conselho de segurança da ONU.
    Sabe porque todos os paises que possuem algum estoque de armas nucleares são tratados com certo ” respeito ” pelas outras nações?
    É só lembrar de Hiroshima e Nagazaqui, onde foram ” fritadas” 500 mil pessoas, sendo que analistas respeitaveis descartavam esta opção, que foi escolhida pelo comando americano apavorado com a evolução do exército vermelho em cima dos japoneses.
    Armas nucleares – quem as tem, tem prestígio.

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  • 14/05/2010 - 19:24
    Enviado por: Martin

    Gustavo, vc precisa ler o corão…, não é isso que está escrito lá!!!
    Se alguém disser o contrário, logo é um “infiel”…, haverá consequências nada positivas, então a pregação dos “cinco pilares” é conto pra amansar os “infiéis”!

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    • 14/05/2010 - 20:29
      Enviado por: Zainab

      NÃO FALE SOBRE O QUE VC NÃO SABE.

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    • 14/05/2010 - 21:10
      Enviado por: Camila Teixeira

      Martin,

      Você está fazendo exatamente o que os fanáticos islâmicos fazem, interpretando o alcorão como quer e errôneamente. Se você estudar um pouco o idioma irá perceber que uma palavra escrita em árabe pode ter vários significados, e a tradução para a nossa língua é um grande limitante para a compreensão do alcorão. Eu diria que para estudá-lo você primeiramente deverá estudar árabe. E arriscaria ainda dizer muitos fanáticos islãmicos não devem falar árabe e interpretar este livro sagrado conforme a sua própria loucura (no irã e na turquia observei pessoas repetirem os rezos, sem saber o significado destes, pois não falam árabe… simplificando seria mais ou menos como a reza em latim feita na igreja católica).

      Cito os versos escritos no Gulistan pelo poeta persa Sa’adi de Shiraz:
      “Os povos do mundo são membros de um só corpo, partilhando a mesma essência. Quando se oprime um único membro, todos sofrem.”

      Este poeta é muito admirado, como outros poetas persas, e o povo leva seus versos no coração e declama seus poemas com brilho nos olhos. Se algum dia você for ao Irã, e conhecer o povo que lá vive, irá perceber a amorosidade e generosidade e sabedoria que existe nessa cultura. Pesquise um pouco sobre isfahan, shiraz, tabriz e você poderá conceber um pouco do que eu falo. Faz tempo que os iranis estão fartos da tirania dos fanáticos.

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    • 15/05/2010 - 00:15
      Enviado por: GilbertoR

      gritou porque?

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    • 15/05/2010 - 00:41
      Enviado por: GilbertoR

      Zainab
      gritou…

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    • 15/05/2010 - 15:39
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Camila Teixeira,

      Tenho receio de virar um chato aqui, mas é raro que a gente encontre num blog tanta informação atualizadíssima, pluralista, equilibrada. O Gustavo e você conhecem aqueles países de estar lá, comer, conversar, a gente conhece de ouvir dizer. Claro, o Tao Te King referencia que se pode conhecer o mundo sem sair de onde se está. Mas alguns têm a sorte de conhecê-lo de fato, e de ter a sensatez e a maturidade de ler os fatos como se apresentam. E ambos falam com moderação, com ponderação. Também conheço, tenho, essa literatura de que fala, mas nunca a li a fundo. Você escreve? É “encotrável” pelos modernos meios eletrônicos?

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    • 16/05/2010 - 02:06
      Enviado por: Flavio

      RESPOSTA DO FLAVIO, ENTREVISTADO

      Camila,
      Obrigado por lembrar de Saadi. O post parece ter lembrado os leitores que o Irã tem grandes poetas.

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    • 16/05/2010 - 14:11
      Enviado por: Zainab

      Gilberto e as outras pesoas.
      Me desculpem, eu me descuidei e esqueci que escrever em letras maiusculas significa gritar. Queria somente ser enfatica e não ser agressiva.
      Obrigada por por me alertar, não precisamos de grosserias, afinl estamos sempre combatendo a violencia.
      Muitissimo obrigada.

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  • 14/05/2010 - 19:57
    Enviado por: EDUARDO

    QUANTA MISÉRIA NAS PERIFERIAS DA AL. GUETOS NO HEMISFÉRIO NORTE. CORRUPÇÃO GENERALIZADA NO SISTEMA POLÍTICO MUNDIAL. DROGAS E MATANÇAS. MÃES VENDEM FILHAS. FILHOS HOMICIDAS. INPUNIDADE JURÍDICA. GRAVIDEZ PRECOCE E ALTA MORTALIDADE INFANTIL. TRÂNSITO ASSASSINO. O OCIDENTE É UM SHANGRILA. DOBRE 3 ESQUNAS E VERÃO O “APOGEU” DO NOVO MUNDO. NÃO PRECISA VIAJAR MEIO MUNDO E SE METER NUM PAÍS MILENAR.

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  • 14/05/2010 - 20:29
    Enviado por: Tsairet Makal

    Será que o TOP TOP vai no Irã pegar umas malas de dolares e euros para campanha da Dilma????
    Será que todo este apoio na tatica ingenua do “enrrola enrrola” quer dizer que o Lula e o Top Top são dois “ingenuos de graça”,ou o Irã sabe compen$ar muito bem o amigo Lula que é o padrinho da campanha da Dilma?????
    Lula de burro não tem nada,portanto eu acho é que vai ter dinheiro iraniano não contabilizado na campanha da Dilma.

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  • 14/05/2010 - 20:31
    Enviado por: Catarina

    ustavo, permita-me colocar uma poesia do maior poeta persa,Jalaleddin Rumi,
    algo assim que quando leio a minha alma se enche de ternura.
    Rumi é admirado por todos que gostam de poesia ou música, pois além de ser considerado o poeta persa do amor , algo equivalente ao nosso Vinicius de Moraes,
    as suas palavras escritas em persa tem sonoridade musical, provavelmente teria Tom Jobim de parceiro.

    “o inverno, os ramos nus que parecem dormir trabalham em segredo, preparando-se para a primavera.”

    e mais outra

    “Silêncio . Não explique o fundo de seus mares.”

    Agora eu penso, se Rumi, que viveu e escreveu há 800 anos, vivesse hoje no Irâ… ele era homossexual.

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    • 15/05/2010 - 01:51
      Enviado por: Flavio

      RESPOSTA DO FLAVIO, ENTREVISTADO

      Catarina,
      Fico feliz que no meio dessa conversa alguém tenha lembrado de Rumi, ele também é meu poeta favorito.
      Se vc me permite gostaria de apresentar uma pequena explicação sobre a interpretação de alguns ocidentais sobre o relacionamento, nas poesias, entre Rumi e Shams. Na poesia sufi o poeta sempre se diz enamorado e “intoxicado” de amor pelo Amado. Esse “Amado”, tenha um nome ou não é sempre uma representação da divindade no plano terreno.
      Se alguém tentar remover do contexto do sufismo a poesia de Rumi… pode vir a interpretar o texto como uma ode de amor a um outro homem. Esse definitivamente não é o caso.
      Um estudioso sufi conhecido, chamado Ibrahim Gamard, escreveu um artigo muito bom sobre o tema. Sugiro dar uma olhada:

      http://www.dar-al-masnavi.org/rumi-shams.html

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    • 15/05/2010 - 11:22
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Belíssimo, Catarina!!! E apropriado para esse momento deles lá. Dizem que Rumi e São Francisco de Assis se relacionavam por carta e que São Francisco teria tentado encontrá-lo (Os Sufies, Idries Shah). Levei um ano pra ler o Masnavi e não entendi lá muito. Ele é muito denso… Rumi é fundador da ordem sufi Naqshbandi, dos chamados dervixes dançantes. Mas os Sufis não estão também em maus lençóis no Irã, como os bahais ?

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    • 15/05/2010 - 12:18
      Enviado por: Camila Teixeira

      Catarina,

      Rumi escreveu seus poemas sobre a unidade e o amor e era adimirado por muçulmanos, cristão e judeus. No dia do seu sepultamento vieram representantes de várias religiões prestigiá-lo.
      Ele teve um mestre chamado Shams de Tabriz (que morava incluisve no norte do irã), e quando traduziram seus poemas para o inglês intrerpretaram seus poemas sobre o amor e unidade que escrevia ao seu mestre e sobre Deus assim. Claro que a sua opinião é a sua opinião e se você quiser mantê-la ok. Mas se você quiser pesquisar um pouco mais e comprar alguma tradução boa de rumi para o inglês, compre da octagonon press. Quando comprei um livro com a tradução de Coleman Barks parecia que ele tinha escrito um livro próprio. É uma pena.

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    • 15/05/2010 - 14:51
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Camila,

      A Catarina relacionou alguma coisa de Rumi com o homossexualismo. Como sabe, o homossexualiso é um tabu colossal no Irã, especialmente por conta do governo. Mas não vi nenhuma referência, nenhuma pista relacionada a isso na literatura referente a ele. É possível que essa insinuação decorra da explicação que o Flávio deu. Claro que se o foi, isso não viezou sua obra. Keynes também era e deixou uma obra simplesmente maravilhosa na área dele, util sempre, mas especialmente nas crises.

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    • 15/05/2010 - 19:05
      Enviado por: GilbertoR

      Jose
      não existem homossexuais na Irã.rsrsrs

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  • 14/05/2010 - 20:44
    Enviado por: luiz carlos

    mas uma vez o gustavos enfiar os pes pelos cotovelos ao fazer essa comparação do iran. por que ele nao vez com os palestinos que nao pode ir e vir em seu proprio territorio veja o cajo de uma arabe israelita foi acusado de ser informante do hezbolh estra preso incumunicavel nem seus parentes sabe-se o paradeiro dele veja que o estado judeus nao respeita o direitos humanos a muitas decadas iguais seus padrinhos da america do norte. agora falar que e iran nao respeitar o direitos humanos so pode ser uma grande piada,. o que o iran nao tolerar e o desrreispeito por susas leis e eles estao certo, se nao vao ter o brasil la na percia um estado que ninguem respeitar as leis, falar tb que as eleições foram fraudadas e uma grande mentira as oposições queriam ganham no grito e nao nas urnas nisso as oposições de la e as daqui sao muito parecidas que ganham no grito e nao nas urnas, eleições foram feita para se ganham com ideias e proposta e nao e quem falar mas auto……………..gustavo a cada comentario seu contra os paises do oriente media so fico decepcionado com vc que adorar os seu povos judeus e odeia tudo que faz oposição a eles………

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  • 14/05/2010 - 21:04
    Enviado por: Carlos Moreira

    Alguém pode me explicar qual é a postura que o Brasil tem adotado na Comissão de Direitos Humanos na ONU quanto às violações de direitos humanos no Irã?

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  • 14/05/2010 - 21:05
    Enviado por: poeta

    A tentativa do Presidente Lula de dialogar com o Irã é histórica.
    Vejam o que aconteceu com Cuba: o isolamento econômico e diplomático patrocinado pelos EUA levou à cristalização da dinastia Castro no poder e a piora constante do padrão de vida e dos direitos humanos na Ilha…
    Infelizmente os anti-lulistas radicais não enxergam isso…

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  • 14/05/2010 - 21:25
    Enviado por: Sergio

    A ignorância é a fonte de todo o mal. Mantenha seu povo ignorante e ele o seguirá. Lula e Ahmadinejad são mestres da mesma seita, justamente aquela que glorifica a ignorância. Associe o ressentimento e o recalque com uma teocracia e teremos o Irã. A simpatia que Lula nutre por estes regimes autoritários apenas revela a sua verdadeira face. Esta “amizade”, convergência de interesses, identificação tem razão de ser.
    Quando Lula diz que a teocracia do Irã é uma democracia pratica a desonestidade intelectual que sempre caracterizou o seu governo, propagando a ignorância e a mentira. Lamento apenas pelos iranianos, pois o povo persa não merecia este sofrimento, pelo menos não aquelas pessoas que atingiram um determinado grau de conhecimento. Isto é tudo muito triste.

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  • 14/05/2010 - 23:39
    Enviado por: Renan Teles

    “As celas não tem ar fresco ou luz durante o dia, os presos dormem no chão e lhes é permitido apenas duas horas por semana fora de seus cubículos.”

    Se isso é desrespeito aos direitos humanos, devemos nós, Brasil, sermos penalizados também?
    Nossas prisões, graças a nossa civilidade, não violam os direitos humanos, né?

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    • 15/05/2010 - 13:24
      Enviado por: MarioS

      Se voce não ve problemas nenhum em um país em que se é jogado em celas, sejam elas quais forem, por criticar o regime, deveria, por coerência se entregar para a polícia e pedir para ser prêso, afinal fez uma crítica ao país.

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  • 15/05/2010 - 01:07
    Enviado por: Luiz Sperry

    Teu blog em geral só melhora mas essa foto ta super baixo astral! Anima-te! Abs

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  • 15/05/2010 - 01:18
    Enviado por: Tsairet Makal

    Eu não acho o negador do Holocausto louco.
    Quem acha ele louco é quem acha que o programa nuclear dele é para “fins pacificos”.
    Só um louco que sentado no petróleo brigaria com os USA,se arriscaria a sansôens,para um “programa de fins pacifico” que no custo beneficio politico e financeiro é só prejuizo para um pais sentado no petroleo.
    E só um louco não aceitaria inspeçôens em um projeto pacifico só para mostrar que enfrenta os USA.
    Já um ditador frio e nada louco que travaria toda esta luta e enrrolação politica para ter uma bomba atômica e se sobrepor como potencia ao Egito e Arabia Saudita que não tem bombas atômicas,e que são sunitas,inimigos históricos.
    Israel é cortina de fumaça para ganhar apoio das ruas árabes e de alguns idiotas antissemitas ao redor do mundo e até deste blog.
    Irã e Israel não tem fronteiras e nunca entraram em guerra.
    Ter o Hamas de aliado em Gaza é mais na realidade uma forma de tar de olho no Egito e no futuro após ter a bomba,tentar de lá destabilizar o regime de Mubarack.
    É por isto que o Egito começou a construir um muro de aço e endurecer com o Hamas.
    O Egito não faz isto por amor a Israel.
    Como ter uma baze xiita no Libano e outra no Iraque.
    É tudo uma forma de confrontar os sunitas.
    E tem IDIOTA que acha que o Irã quer a bomba porque Israel tem armas nucleares.
    Israel é pano de fundo,é a desculpa e justificativa aceitavel,pois ele jamais pode dizer que vai acabar o poder dos vermes sunitas e que os regimes podres da Monarquia da Arabia Saudita e de Mubarack sumirão com o tempo.
    É melhor e mais simpatico bater nos judeus,afinal já tem “malhação de judas” mesmo,mais dos sunitas não existe por enquanto…

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    • 15/05/2010 - 15:53
      Enviado por: Marcus

      Você citou várias questões e pontos de vista e concordo com eles. E o pior de tudo é que o Irã, que poderia muito bem fazer um papel pacificador na região, faz justamento o oposto ou seja, alimenta as tensões e com isso um conflito de grandes proporções num futuro próximo parece inevitável. E pelo discurso das partes envolvidas, todos parecem buscar no próximo conflito e através das armas, uma solução definitiva a seu favor. Isso significa que provavelmente assistiremos muita destruição. E sendo Israel a maior potência militar da região, é de se esperar que seus adversários sofram destruição no mínimo tão destruidora ou talvez muito pior que aquelas sofridas por Israel.

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  • 15/05/2010 - 01:19
    Enviado por: Tsairet Makal

    Eu não acho o negador do Holocausto louco.
    Quem acha ele louco é quem acha que o programa nuclear dele é para “fins pacificos”.
    Só um louco que sentado no petróleo brigaria com os USA,se arriscaria a sansôens,para um “programa de fins pacifico” que no custo beneficio politico e financeiro é só prejuizo para um pais sentado no petroleo.
    E só um louco não aceitaria inspeçôens em um projeto pacifico só para mostrar que enfrenta os USA.
    Já um ditador frio e nada louco que travaria toda esta luta e enrrolação politica para ter uma bomba atômica e se sobrepor como potencia ao Egito e Arabia Saudita que não tem bombas atômicas,e que são sunitas,inimigos históricos.
    Israel é cortina de fumaça para ganhar apoio das ruas árabes e de alguns idiotas antissemitas ao redor do mundo e até deste blog.
    Irã e Israel não tem fronteiras e nunca entraram em guerra.
    Ter o Hamas de aliado em Gaza é mais na realidade uma forma de tar de olho no Egito e no futuro após ter a bomba,tentar de lá destabilizar o regime de Mubarack.
    É por isto que o Egito começou a construir um muro de aço e endurecer com o Hamas.
    O Egito não faz isto por amor a Israel.
    Como ter uma baze xiita no Libano e outra no Iraque.
    É tudo uma forma de confrontar os sunitas.
    E tem IDIOTA que acha que o Irã quer a bomba porque Israel tem armas nucleares.
    Israel é pano de fundo,é a desculpa e justificativa aceitavel,pois ele jamais pode dizer que vai acabar o poder dos vermes sunitas e que os regimes podres da Monarquia da Arabia Saudita e de Mubarack sumirão com o tempo.
    É melhor e mais simpatico bater nos judeus,afinal já tem “malhação de judas” mesmo,mais dos sunitas não existe por enquanto…….

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    • 15/05/2010 - 20:11
      Enviado por: GilbertoR

      Makal
      Você está legitimando a estrategia do Irã.Se os objetivos das lideranças daquele pais são expansionistas e ninguem está percebendo então eles estão trabalhando bem.rs

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  • 15/05/2010 - 01:29
    Enviado por: Sorales

    Direitos humanos nada mais tem sido que pura abstração de uma sociedade hedonista, movida a motes e agriolhada a uma mídia impiedosa, que consegue despertar sentimentos aparentemente racionais em contradição com a verdadeira índole do homem: Somos violentos, ambiciosos e tiranos por excelência. Da mesma forma como somos amorosos, pacíficos, solidários e associáveis. Bastam apenas os apelos externos, motivações, para que exteriorizemos tais propriedades, individual e coletivamente. A paz, que tanto decantamos em prosa e verso, serve mais para massagear os nossos egos, do que um fim realemte a ser alcançado. O mesmo é válido para a expressão “Democracia”. Me recordo dos tempos históricos, do movimento feminista internacional (do direito da mulher), nos anos 60/70, quando, para impressionar e condicionar as massas, veiculava-se na mídia debates sobre a extirpação de clitóris de nativas africanas, em rituais oriundos de tradições ancetrais, práticas que se perdem no tempo. No entanto, eles serviram perfeitamente para impressionar as conscência femininas, especialmente no Ocidente, em torno de seus “direitos”, gerando mobilizações e emulações, estimuladas por líderes que a amídia exaltava, dentro de uma refinada técnica pavloviana, respaldada pela libido freudiana (a idéia – subliminar? – de castração). Veja o caso do “conflito” da burka e do bikini, que são motes previamente calculado para estimular um confronto cultural Oriente/Ocidente. Da idéia da castração partimos agora para a da “alienação”. Algo que passou ao largo no livro do inglês Samuel Huntington, “Choque de Civilzações”, onde defende a tese de um conflito interhemisférico, com o Islã no centro das atenções mundiais. Incrível, além do feminismo e dos direitos humanos, outros paradigmas semelhantes são alvos de todo um trabalho de engenharia social, préviamente calculado, como os movimento gay, o aborto, a liberação das drogas,o ambientalismo e, mais recentemente, o indigenismo. Todos esses movimentos têm origem comum, a mesma vertente: a Inglaterra. País onde a globalização é conhecida e praticada desde tempos imemoriais. E, hoje, o Irã se insere dentro desse contexto, da guerra de propaganda, sempre orientada por apelos pscicopolíticos formulados no Isntituto Tavistock de Relações Humanas, de Londres, o maior centro de engenharia social do Planeta. Assim reina o antigo império, a dobradinha Alnglo-americana, respaldada ideologica e politicamente pelo sionismo internacional. Aí está o verdadeiro centro de onde emana o poder. Tudo que o Gustava fala do Irã neste post tem seu fundamento. No entanto, Abu Graib, Guantânamo, Israel, Síria, Egito, Arábia Saudita, Afeganistão, Chechênia, Paquistão, Síria, Darfur, etc, constituem um imenso oceano de láfgrimas, em flagrante tolerância de uma mídia engajada, onde o Irã contibui apenas como uma única gota. Coincidência ou não, é contra Londres que o líder persa Ahmadinejad mais esbraveja, quanto à ações desestabilizadoras internas contra o seu governo. Vejam como um assunto localizado no tempo e no espaço pode nos impressionar e despertar em nós indignação, em detrimento do todo. É a natureza humana explorada em suas últimas consequências. É o enigma da esfinge: “Decífra-me ou te devoro”.

    Ps. Não é no Google que se vai encontrar referências mais profundas e objetivas sobre o Instituto Tavistock. Existem outras fontes não tanto acessíveis

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  • 15/05/2010 - 07:33
    Enviado por: Sorales

    Martin

    “Nem te aparentarás com elas; não dará tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para treus filhos; Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria”… (Deutoronômio, 7: 3-4) “Cuidado com os perigos da assimilação”, disse certa vez Golda Meir, primeira-ministra de Israel a um grupo de religiosos judeus, da Europa, na década de 1960, num momento em que o mundo vivia intensamente o surgimento das sociedades alternativas, sob o lema “Paz e Amor”. É preciso que se respeite a religiosidade dos outros. Nesse sentido, a escritura, acima, poderia nos induzir a especulações nada racionais quanto ao Holocausto.

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  • 15/05/2010 - 07:37
    Enviado por: Sorales

    Correção

    Eu quis dizer (Deteronômio, 7: 3-4)

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  • 15/05/2010 - 08:34
    Enviado por: Pires

    Um ponto sobre os direitos humanos. A colocação e a entrevista do Gustavo é pertinente, sim, o problema é grave no Irã. Só acho hipócrita quem (não é o caso do autor do blog) usa o argumento de que o Brasil não deveria negociar com o Irã por causa desse problema. Se for por essa lógica, então temos que parar de negociar com a China, com Israel, com os EUA. Quando os americanos usam esse discurso é ainda mais falacioso, ou eles topam parar de comprar petróleo da Arábia Saudita ou produtos chineses?

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  • 15/05/2010 - 08:53
    Enviado por: Sorales

    Apoio mundial ao povo iraniano

    “Se as atrocidades cometidas no Irã não forem condenadas, Teerã continuará pisoteando os direitos humanos”

    Com o título e “olho” acima, o site do Estadão de hoje (Internacional) publica artigo da americana Roxana de tal (o nome não está completo), o que me lembra a campanha de preparação psicológica que antecedeu a invasão do Iraque pelos EUA. A tortura e execussão sumária de detentos (o que ela comenta no artigo) são coisas abomináveis em qualquer país do mundo. Devem ser condenadas. No entanto, a campanha desencadeada pela mídia contra o Irã, mais que seletiva, ela tem em seu bojo algo diabólico que são os interesses hegemônicos dos EUA na região do OM onde a nação Leviatã se utiliza de dois pesos e duas medidas. Além do mais, se utiliza também de recursos não menos horrendos que tanto condena para fazer prevalecer seus interesses. As formações nacionais tribais, especialmente as semíticas (o que não é o caso do Irã), têm um convívio envolto em conflitos de domínio e poder que, não raro, se descamba para a luta fratricida. E a guerra somente termina quando uma das partes se rende aos ditames da vencedora. No caso do Irã, persa, a luta com os curdos é mais que secular, mas se vista de forma localizada, no tempo, o conflito ganha contornos que chocam a cultura ocidental, que ignora éos fatos no decorrer da história dessas relações. O curdo um povo dividido em várias nações, que cultivam um ódio viceral entre si. De forma que, como proteção, buscam refúgio e tutoria em outros povos, com os quais vivem uma vida “parasitária”; aliados, no entanto, discrininados. De modo que, os curdos se aliam com o Irã, de um lado, com o Iraque, do outro, e com a Síria e até mesmo a Turquia, em alguns casos. Sem esse escudo protetor, algumas dessa “nações” já teriam desaparecido em um banho de sangue. Entre as forças de repressão que dizimaram curdos no Iraque de Saddan, com armas químicas, haviam também curdos iranianos. Voltando aos semitas, as guerras intertribais se desenrolam por séculos, sendo que, mesmo entre o povo hebreu, pelo menos como pode ser visto na Bíblia. No Iraque, por exemplo, os xiitas (lembrando que esse grupo religioso adotou uma doutrina própria, coincidentemente tribalmente contrários aos sunitas), mesmo como maioria tentaram em vão tomar o poder em pelo menos cinco ocasiões, sendo derrotados em todas elas. Os ingleses promoveram o conflito intertribal no OM com o fito de entronizar seus apaniguados no poder, após um banho de sangue com armas e dinheiro oferecidos pelo pelo Império Britânico. O que os historiadores não dizem é que a Partilha da Palestina somente se concretizou, após centenas de milhares de mortes em conflitos entre senhore tribais. Venceram os mais fortes. Estes foram agraciados com a tiranias que hoje dominam a região sob o patrocínio do Império. E não foi o que aconteceu no Iraque, hoje nas mãos so xiitas? Não se tratou da manipulação torpe pelos EUA de um conflito inter-étnico possivelmente milenar? Conflitos existentes bem antes do surgimento do Islã? Convém lembrar que, pelos mesmos mentores e pelos mesmos interesses, as tribos africanas, também con seus conflitos milenares, foram envolvidas numa guerra genocida com milhões de mortos. Muitos desses genocidas hoje vivem na Inglaterra e EUA, após fugirem de possíveisn retaliações por terem se mancumunados com os “invasores” de suas terras espoliadores de suas riquezas.

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    • 15/05/2010 - 14:48
      Enviado por: H. Backmann

      É mesmo muito parecido com a campanha de demonização do Iraque, em busca das “armas de destruição em massa”, que não existiam e eram um pretexto para a guerra.

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  • 15/05/2010 - 08:56
    Enviado por: Flavio Ferraz

    Que LULA tá fazendo LÁ !!!!! Respondam!

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  • 15/05/2010 - 10:16
    Enviado por: José Carlos Salvagni

    Gustavo,

    Tenho uma solicitação, se puder me atender. Mas primeiro, um comentário. Fiquei tão animado ontem com seu texto e com os comentários que espalhei pelos quatro ventos da mídia de relacionamento social seu endereço. Espero que aumente o número das pessoas dos que amam o pluralismo, que defendem com paixão seu direito à privacidade (que inclui o direito de ter fé religiosa ou não), e que endossem Voltaire naquela famosa frase: Não concordo com nada do que você diz, mas defendo até a morte o direito de você dizê-lo!.
    Minha solicitação (você pode usar meu endereço eletrônico para isso): o Flávio tem blog, site ou endereço? Seria útil, para a gente não falar bobagem em assuntos tão delicados, que expõem até as pessoas que estão do outro lado. E há, claro, a contra-espionagem… (Ou estou imaginando demais?).
    Pelo que parece, toda nossa “tecnologia”, toda nossa “arte” e “ginga” de falar por entrelinhas, adquirida em longos anos de ditadura, não bastam nos intercâmbios pela internet com as pessoas do Irã em sites de relacionamento. Na nossa época, não havia Carnívore e outros programas ainda mais eficientes pescadores / censores de palavras carimbadas. O receio é expor quem está do outro lado.

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    • 15/05/2010 - 12:36
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José Carlos, vou perguntar para ele e colocarei no próximo post. Mas acho que não tem blog

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    • 15/05/2010 - 12:57
      Enviado por: enzo

      O Gustavo é um dos raros jornalistas que publicam todos os textos (quase todos por razoes óbvias) mesmo quando sao críticas contra ele próprio.

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  • 15/05/2010 - 10:19
    Enviado por: Martin

    Camila, não me referi nem aos persas e nem aos árabes, apenas ao que está escrito no corão!
    A palavra islã significa submissão a Alá, submissão à sua vontade.
    A tradução, tanto em inglês como em português é oficial, e conversando com pessoas que abandoraram o islamismo, não deixam dúvidas que a interpretação “literal” é a mais aceita, outro erro de quem quer colocar panos quentes na “religião de paz”!
    A “interpretação alegórica” só é aceita pelos poetas ou pseudo-religiosos, não é oficial, a não ser, claro, quando convém!
    “Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles” (Sura 9.5).
    Os que descrêem e desviam os outros do caminho de Deus e depois morrem na descrença, Deus nunca lhes perdoará. Não fraquejeis e não faleis de paz quando fordes os vencedores. Pois Deus está convosco e observa o que fazeis” (Sura 47.34-35).
    “Os judeus dizem: ‘Ezra é filho de Deus’. E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata!” (Sura 9.30).

    Se vc puder me explicar como estas suras ficam em sua interpretação, agradeço muito, pois estes estudos são instigantes!
    *”O Alcorão”, publicado pela “Associação Cultural Internacional Gibran”, tradução de Mansour Challita.

    ,

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  • 15/05/2010 - 12:19
    Enviado por: Manoel Joaquim

    Até o retorno do nosso presidente Lula, o kit completo do establishment nacional fará seu papel de demonizar o estado iraniano. Não adianta tentarmos falar nada de racional neste momento a favor da visita do presidente e sua delegação ao Irão, que será como bater com pingos dágua numa rocha maciça, pois demanda de tempo para obter algum efeito e é o que eles sabem que não temos, e deitam e rolam as gargalhadas com estes papinhos mixurucas, que pseudos especialistas nos tentam enfiar por goela abaixo com algum exceto! Estão pensando que somos todos bobos, será??

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  • 15/05/2010 - 12:30
    Enviado por: alfredo sternheim

    Estive no Irã em 1975 a convite do 4o. festival de Cinema de Teerã (onde estavam Antonioni, Manuel de Oliveira, Lina Wertmuller, Rex Harrison, William Holden, Isabelle Huppert, entre outros), com meu filme representado Brasil. Havia liberdade de expressão, vi filmes que estavam proibidos noi Brasil e o acesso ao festival era popular, qualquer um podia comprar ingresso assim como, dias antes da minha chegada, tinha ocorrido a presentação de uma orquestra regida por Von Karajan. Engenheiros brasileiros trabalhavam, num projeto de ubrnaização para Teerã e outras cidades. Ou seja, o Irã do Xá e da imperatriz Farah procuravam progresso, cultura geral.Havia oliberdade de credos, sinagogas funcionavam e os judeus se dvaam bem com todos. O Irã era o país que tinha maior número de estudantes bolsistas no exterior. Farah(conversei com ela) busca libertar a mulher de costumes opressivos acentuados durante séculos. Mas, para combater a corrupção (existia em especial no cunhado do Xá), veio a revolução dos Aiatolás, apoiada pela m´pidia internacional. Demonizaram o Xá. Religião é fogo, sempre impõe dogmas represssivos. Só que lá , exageraram no desrespeito aos direitos humanos.(O catolicismo fez isso na Inquisição) Julgamentos sumários, mulheres adulteras ou não e gays apedrejados e enforcados. E o atual presidente é um ser lamentável, alienado ignora o Holocausto. Mas porque nenhum presidente do Brasil (não só o atual) não rompe relações com países condenados por desrespeito aos direitos humanos? Como Cuba por exemplo. Por que não se cobrou essa postura do sociologo FHC e do Congresso? Só ag9ora, poru demagogia partidária combram de Lula? Espero que a pressão de Lula ( e creio que será maior do aquela que a mídia vai noticiar) faça o Irã voltar a ter respeito humano, sem repressão a loiberdade de opinião, de orientação sexual, entre outras liberdades. Sua visita ao Irã é uma grande esperança. .

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    • 15/05/2010 - 13:38
      Enviado por: MarioS

      Alfredo,
      Aonde voce viu cobrar o rompimento de relações com países condenados por desrespeito aos direitos humanos?????? Nunca ninguém pediu isso ao Lula!
      O que se cobra dele é que não minta sobre a situação iraniana, como fez por ocasião da eleição, que não defenda o indefensável.
      Manter relações com Cuba é uma coisa, outra é dizer que lá existe democracia.
      E que poder de pressão tem o Lula contra o mini-ditador?
      Voce só pode estar brincando quando diz esperar que o Irã volte (palavra importantíssima, chamo a atenção dela para os que teimam em dizer que o regime do Xá era o próprio inferno) a ter respeito humano, sem repressão a loiberdade de opinião, de orientação sexual, entre outras liberdades.
      Orientação sexual???? Voce realmente acha possível que devido a “pressão”(?!) do Lula os gays passem a poder se declarar assim livremente em Teerã? Duvido!
      Lula tem um poder de pressão infinitamente maior sobre Evo Morales e nunca nem ao menos deu a entender que o usaria para pedir maior liberdade na Bolívia.

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  • 15/05/2010 - 13:50
    Enviado por: Jacques

    Será que a forma mais correta para que sejam condenados (todos) os que cometem crimes contra a humanidade não seria o fortalecimento do Tribunal Penal Internacional, exatamente para que parem de acontecer as famosas “bola da vez” nas quais normalmente os que têm o dedo mais sujo são os primeiros a apontar?

    http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/tidhuniversais/tpi-estatuto-roma.html

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    • 16/05/2010 - 22:15
      Enviado por: Yoko

      Eu venho defendendo isso há tempos. Mas para que funcione, todos os estados precisam assinar e ratificar a adesão.
      Se não me engano os EUA assinaram mas não ratificaram. E dificilmente acontecerá durante a presidência de Obama, já que sua secretária de estado é esposa do cara quenegou a ratificação.

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  • 15/05/2010 - 14:54
    Enviado por: H. Backmann

    O artigo de Clóvis Rossi parece esclarecedor e desmistifica muita coisa:

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u735685.shtml
    15/05/2010
    Confiança é a chave da missão Lula
    Como diplomacia não é ciência exata, não passa de chute afirmar que há 99% de chance de a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrancar um acordo do Irã. É chute também o palpite do presidente russo, Dmitri Medvedev, que crava apenas 30%.
    Números à parte, há um elemento intangível, chamado confiança, que é a chave para um acordo. Por isso, a missão Lula tem realmente chances razoáveis de ser bem sucedida.
    Para entender todo o cenário, há que voltar ao início das negociações na sua fase atual.
    Em outubro, o Irã voltou a reunir-se com o P6 (Alemanha mais os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido).
    Nessa reunião, foram os próprios técnicos iranianos que surgiram com a proposta que continua sendo a base da negociação e a única hipótese de ela dar certo: trocar urânio pobremente enriquecido iraniano por urânio enriquecido em outro país (a proposta falava em França e/ou Rússia), mas em nível que não permitisse o uso para fins militares.
    A proposta foi bem recebida pelo P6, que, no entanto, pediu precisões e discutiu números. Os iranianos ficaram de consultar Teerã (ou seja, o âmbito político, que é quem decide) e dar uma resposta. Nunca a deram.
    O chanceler Celso Amorim descobriu a razão depois, em seus contatos com um lado e outro: confiança ou, mais exatamente, falta dela. Os iranianos temiam que, se cedessem seu urânio, jamais o receberiam de volta.
    Queriam uma fórmula tipo toma-lá-dá-cá instantânea, o que é impraticável: não há barras de urânio enriquecido nas especificações necessárias aos reatores iranianos que possam ser encontradas no supermercado da esquina.
    Em janeiro, em Davos, Amorim ouviu de seu colega iraniano Manoucher Mottaki “novas ideias” para a troca de combustível nuclear, conforme a versão de Mottaki aos jornalistas brasileiros.
    Depois, Amorim diria que o que se discutira foram “tempos e quantidades” de implementar a proposta.
    Volta-se, aí, à questão central da confiança: “tempos” significa encontrar uma fórmula que permita superar o receio iraniano de não receber seu material de volta. “Quantidades” é o óbvio: quanto do urânio iraniano será enviado ao exterior.
    Não pode tanto que esvazie os estoques completamente nem tão pouco que deixe o P6 desconfiado de que o Irã ainda guarda o suficiente para fazer a bomba.
    É seguramente essa fórmula que Lula está levando ao Irã.
    Por quê Lula tem chances onde outros fracassaram? Exatamente pela questão da confiança: o Brasil merece a confiança tanto do Irã como dos Estados Unidos. Junto com a Turquia, conegociadora, são dois raros países, talvez únicos, nessa condição.
    O que não quer dizer que, em havendo a concordância do Irã com a proposta que Lula leva, está tudo resolvido. O P6 e a Agência Internacional de Energia Atômica ainda precisam ser convencidos de que o Irã merece a confiança que Lula deposita nele. É nesses âmbitos que se baterá efetivamente o martelo (ou não).

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    • 15/05/2010 - 16:23
      Enviado por: José Antonio

      O Brasil é confiavel porque é antiamericano?
      Isto não faz ninguém ser confiável, muito pelo contrário.
      Amorim e TOP TOP chegarem ao fim de uma missão com sucesso
      deve ser considerado um milagre dificil de acontecer.
      Será que o Lula levará um de seus isopores cheios da boa caninha nacional?
      Se o pegarem o que acontecerá?

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    • 15/05/2010 - 20:27
      Enviado por: GilbertoR

      J. Antonio
      ser pro americano é condição para confiabilidade?

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  • 15/05/2010 - 15:48
    Enviado por: Baruch Geyer

    “Chacra” é farsi ? O Irã tem várias etnias…. há consideráveis comunidades judeus no Irã e são tolerados com melhores direitos que árabes palestinos em Israel, essas comparações não se fazem n´O Estadão, por motivos óbvios , o estadão é cripto-sionista , impossível …

    Quanto a esse circo permanente do sionismo midiático “ocidental” agora sobre o Irã e suas supostas “armas atômicas”, bom é infantilismo da imprensa achar que após a farsa destas mesmas mídias sobre as “armas de destruição em massa do Iraque” , nunca achadas, após o país invadido e regime trocado para satisafazer à sionistas e petroleiras, além de avançar os interesses militares estratégicos de Israel e EUA em garantir sua supremacia em todo o Oriente Médio e a Ásia Central, tomando conta da energia do mundo . Terão o veto do petróleo e o Irã não se curva, daí essas abobrinhas de supostos “iranianos” no mais sionista dos jornais de São Paulo na web . Patético, toma o leitor por idiota completo. Desinforma, muito mal , só convence bem sobre a própria tendenciosidade . O tal colunista é azeri, persa , baluchi, árabe, ou judeu iraniano ? Ou filho da galera do xá que foi tão bomzinho , exilados com milhões roubados do Irã antes de 1979 ?

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  • 15/05/2010 - 17:37
    Enviado por: José Antonio

    Um editorial publicado na edição deste sábado do jornal americano “The Washington Post” critica a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Irã e diz que a postura brasileira ignora a “repressão brutal” no regime iraniano. O texto cita a morte por enforcamento de cinco dissidentes curdos, no último domingo, e a condenação de um jornalista iraniano-canadense a 74 chibatadas e 13 anos de prisão para afirmar que provavelmente está no início “uma brutal onda de repressão” com o objetivo de impedir protestos pelo aniversário das eleições de junho passado – em que o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi reconduzido ao poder sob acusações de fraude no pleito e em meio aos maiores protestos no país desde a Revolução Islâmica, em 1979.
    “Um regime que está ativamente engajado em assassinar seus cidadãos não vai se engajar em ‘negociações de boa fé’. Se houver mudanças no Irã, devem vir daqueles cuja repressão os dois presidentes estão ignorando”, afirma o texto. Desafio aos EUA O editorial afirma ainda que um dos motivos para a postura do Brasil em relação ao Irã seria o de se afirmar como potência e desafiar os Estados Unidos. “A insistência dos líderes brasileiro e turco em negociar com esses bandidos é parcialmente devido a suas ambições de demonstrar que são líderes de potências globais emergentes capazes de desafiar os Estados Unidos”,
    O texto do New York Times diz ainda que a disputa em relação ao Irã “gerou uma quantidade de atrito fora do comum” entre Brasil e Estados Unidos e que “autoridades brasileiras estão preocupadas com a possibilidade de que um fracasso neste fim de semana possa projetar Lula como um amador e atrapalhar a busca por uma vaga permanente no Conselho de Segurança”.
    “Irá Lula ao menos se preocupar em mencionar o sangue derramado por seus anfitriões nesta semana? Podem esperar sentados”, diz o jornal.

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  • 15/05/2010 - 20:10
    Enviado por: Mauro Souza

    Ramon,
    a associção entre opressão e religião fica nítida quando está atrelada ao Estado, uma vez que as sociedades são dividas em classes, ela, a religião, como instituição, claro, terá que necessarimante de oprimir as classes inferiores em detrimento das dominantes.

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  • 15/05/2010 - 23:07
    Enviado por: Roland

    Sou otimista por natureza e nesse ponto de vista meu palpite coincide com o de Lula. Se ele conseguir convencer os iranianos a maneirarem o esquema nuclear, isso vai ser uma proeza que nem os poderosos conseguiram. E a pessimista da Hillary – do país “todo poderoso” dando aquele palpite pessimista, parece inveja.Foi uma bola fora tremenda, mas não adianta que a Bola da Vez no mundo é a China, os States já eram. Se o Lula manjasse ingles poderia até ser eleito Secretrio da ONU. Mas isso é outra história! Estou torcendo para ele ter sucesso em sua missão iraniana, mas eu ainda acho que os americanos e europeus estão exagerando e inventando que o Iran está pretendo fazer isso e aquilo. Então só mesmo um brasileiro para acalmar os animos.

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  • 16/05/2010 - 08:01
    Enviado por: Henrique

    Pena que o Lula chegou ao Irã com uma semana de atraso. Tivesse chegado domingo passado, certamente o Ahmadinejad reservaria-lhe um lugar de honra no camarote para assistir os enforcamentos.

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  • 16/05/2010 - 08:15
    Enviado por: Roberto Kedoshim

    Um dos maiores erros históricos de todos os tempos é a idéia de que Catolicismo e Cristianismo são as mesmas coisas. Não são! E embora os católicos apresentem-se como cristãos, não são. O Catolicismo é fundamentado no paganismo predominante no mundo civilizado por ocasião do seu surgimento (310 DEPOIS DE CRISTO) e, claro, têm coisas em comum com o Cristianismo, mas são dogmas pontuais e estanques. A religião mais próxima do Cristianismo é o Judaísmo; muito embora essa idéia cause arrepios não só entre os ortodoxos Judeus como também entre os defensores da Teologia da Substituição.

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  • 16/05/2010 - 14:10
    Enviado por: smorgasbord

    POR QUE O DESRESPEITO À LIBERDADE DO INDIVÍDUO?

    A busca do poder pelo poder em primeiro lugar usou desde priscas eras de duas muletas: ideologias, e religiões. Sendo que estas últimas, quando se prestam, resumem-se no fundo a meras ideologias.

    No embate, são sempre os direitos individuais, a liberdade pessoal, os mais agredidos. No caso do Oriente Médio, duas forças se uniram para compor o quadro atual: o socialismo, e o islamismo. Como pode haver a combinação dessas duas forças, sendo o socialismo essencialmente contra as religiões em geral? Bem, aqui no Brasil houve as CEB, a Teologia da Libertação, holismos mil – todos sabemos bem da cooptação de uma parte da Igreja Católica, a partir da década de 60, não é?

    Uma primeira leitura para provocar a curiosidade pode bem ser uma entrevista concedida por Mohsen Sazegara ao Estadão, abaixo reproduzida (desconheço um link para ela, e peço compreensão para esta inclusão na íntegra aqui)
    _____________________________________________________________

    OESP 16/02/2006

    ‘Ahmadinejad é a face fascista do Islã’

    Mohsen Sazegara, ex-vice-ministro do Planejamento do Irã

    Sazegara passou para a oposição reformista, acabou preso e hoje, no exílio, pede referendo para mudar a Constituição

    Maria Teresa de Souza

    O iraniano Mohsen Sazegara participou ativamente da Revolução Islâmica, em 1979, e por nove anos ocupou cargos-chave no governo, como presidente de um dos maiores complexos industriais e vice-ministro de Planejamento e Orçamento. Tinha ideais socialistas e logo se decepcionou ao concluir que o país ficara mais pobre. Sazegara passou à oposição reformista e hoje defende um referendo para modificar a Constituição, retirando o poder de veto do aiatolá Ali Khamenei (sucessor do aiatolá Khomeini) e do Conselho dos Guardiães sobre legislação e projetos votados pelo Parlamento. Por isso, foi preso em 2003, fez greve de fome e acabou sendo solto em 2004 para tratamento médico nos EUA, o nde está agora como professor-visitante na Universidade de Yale. “No ano passado me condenaram a 6 anos de prisão, acho que para evitar que eu retorne”, diz ele.

    O que o levou a romper com o governo islâmico?

    Acreditávamos que com a intervenção do governo poderíamos redistribuir a riqueza. Essa foi a razão pela qual nacionalizamos bancos, indústrias. De algum modo acreditávamos em ideais socialistas. Mas, ao nacionalizar muitas instituições, elas começaram a se tornar ineficientes. Aumentou a corrupção e o fosso entre pobres e ricos, formados agora por funcionários da cúpula do governo. Hoje 3% dos correntistas no Irã têm mais de 40% dos depósitos nos bancos. O PIB per capita era de US$ 4.000 em 1977 e passou para US$ 1.500 em 1988. Mais de 4 milhões de famílias, cerca de 17 milhões de iranianos, vivem abaixo da linha de pobreza e o desemprego atinge a taxa de 21%. Além disso, fiquei decepcionado com as ações antidemocráticas do regime. E por que deveríamos intervir em política, economia, em tudo de acordo com a religião? Hoje, o discurso revolucionário, especialmente entre os jovens e a nova geração de intelectuais, foi substituído pelo da democracia, O discurso dominante agora é o da democracia e direitos humanos.

    Não seria o discurso dominante na oposição, já que Mahmud Ahmadinejad, que defende os princípios originais da revolução, foi eleito?

    Houve muito roubo. Anunciaram 27 milhões de votos em Ahmadinejad, num total de 48 milhões. Mas a estatística real é de apenas 16 milhões para ele. Tenho muitos amigos no Ministério dos Assuntos Internos. As basijis, milícias da revolução, atuam nas mesquitas e intervieram na apuração. Mesmo se considerarmos os dados oficiais, o grupo de Ahmadinejad é minoria. Em cidades como Teerã, Isfahan, Shiraz, cerca de 60% dos eleitores boicotaram a eleição. Ou seja, ele tem menos de 50% de apoio.

    Ahmadinejad está usando o dinheiro do petróleo para melhorar a vida do povo?

    Ele não está fazendo nada. O orçamento para o novo ano criará uma grande inflação. Multiplicou a verba para instituições religiosas e militaristas. Nos primeiros dias da revolução, claro, tínhamos muitos ricos, capitalistas. Hoje temos apenas altos funcionários corruptos. Ahmadinejad falava na campanha em combater a máfia no Ministério do Petróleo e apontou para o ex-presidente Ali Rafsanjani. Mas até agora nada fez. Mais de 3 milhões de iranianos trabalham para o governo. Diversas outras instituições que aparentemente não são estatais tiram seu orçamento do governo. O país deveria produzir, criar, investir. Mas não há investimentos, não estamos no mercado internacional.

    Por que ele tem insistido no confronto com o Ocidente?

    Não apenas ele, mas outros líderes compreendem que tivemos maus resultados, mas não querem revisar as teorias. Eles pensam que as teorias estão corretas, mas há pessoas corruptas que não puseram em prática os valores e, por isso, se deve voltar aos ideais e slogans do início da revolução. E um dos slogans naqueles dias era o confronto com o Ocidente. O grupo de Ahmadinejad também tem outras motivações. Ele pertence àquela parte da Guarda Revolucionária responsável por fechar jornais, reprimir o povo, assassinar escritores. Representam uma vertente fascista do Islã. Acreditam que é preciso criar slogans contra o Ocidente e mobilizar a parte tradicional e pobre da sociedade, cerca de 20 a 30%. Ahmadinejad acredita que se voltar ao confronto com a civilização ocidental e disser: ‘Temos uma democracia islâmica, uma política islâmica, uma economia islâmica’, ou seja, tudo relacionado com o Islã – o que chamo de teoria maximalista do Islã -, pode ser bem-sucedido e resolver os problemas do país.

    O ex-presidente Mohamad Khatami era reformista, esteve oito anos no governo e não conseguiu fazer mudanças. O que deu errado?

    Nós precisamos mudar a estrutura do país. As metas do movimento reformista são brecadas pela Constituição. A única saída é a reforma da Constituição. Propomos um referendo, sob supervisão internacional, no qual o povo diga se quer ou não esta Constituição. Então se elegeria um Parlamento para redigir outra Carta. Temos de partir para uma democracia parlamentar, um governo secular. Claro, isso significa a adoção de uma teoria minimalista do Islã, e não maximalista, como hoje.

    A Agência Internacional de Energia Atômica descobriu em 2003 que o Irã tinha instalações nucleares secretas. O país está interessado em produzir armas nucleares?
    Não sei. Nenhum funcionário do primeiro escalão sabe. Isso é muito secreto, restrito a um grupo pequeno em redor do aiatolá Khamenei e à cúpula da Guarda Revolucionária. Mesmo as organizações de energia atômica no Irã, responsáveis pela atividade nuclear, não sabem. Embora oficialmente os líderes tenham anunciado que não querem armas nucleares, acho que supõem que se tiverem as armas, como a Coréia do Norte, os EUA especialmente não terão como tirá-los do poder. Nisso estão errados porque o poder de todo país vem do povo.
    _____________________________________________________________

    Mohsen Sazegara, como Mahmoud Amiry-Moghaddam, como Ghandchi, como certamente Flavio Rassekh, são iranianos ou descendentes genuinamente interessados no futuro da região como um todo.

    O caso de Sazegara é muito ilustrativo, porque ele foi nada menos que um dos fundadores socialistas da Guarda Revolucionária iraniana, hoje por trás de todo o poder lá. Como ‘O PIB per capita era de US$ 4.000 em 1977 e passou para US$ 1.500 em 1988′ ? A corrupção aumentou continuamente após a revolução de 1979, atenção. Como pode um país sentado em reservas enormes de petróleo está em situação econômica difícil? Há quem diga que é culpa dos norte-americanos, como falam os Castro, o Chávez, …

    Para quem ainda não leu, recomendo, do Sazegara
    http://www.sazegara.net/docs/PolicyFocus54.pdf

    … do Ghandchi
    http://www.ghandchi.com/index-Page13.html

    É de valia a leitura atenta de Ghost Wars, de Steve Coll, que cobre desde a invasão do Afeganistão pela URSS, até o 09/11. É um trabalho jornalístico de fôlego, razoavelmente imparcial.

    Como motivação, o centro da questão realmente são os direitos humanos, a liberdade de que tantos países em especial do Oriente Médio sentem falta hoje. Como pergunta constante a ser satisfeita: Como foi possível a união entre o socialismo e o islamismo? Que socialismo foi esse? Que islamismo foi esse? A meu ver, esta é a chave da questão.

    Desculpem a extensão.

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  • 16/05/2010 - 14:12
    Enviado por: GENARO RIBEIRO

    APOIO MUNDIAL AS VÍTIMAS DAS TORTURAS, ESTUPROS DE JOVENS MUÇULMANAS POR SOLDADOS DOS EEUU, EXECUÇÕES SEM JULGAMENTOS, NA PRISÃO DE ABU GHRAIB, SOB TUTELA DA CIA E MOSSAD.

    MÃOS PODRES E SEDENTAS DE SANGUE.

    APOIO MUNDIAL AS CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS, VÍTIMAS DAS BOMBAS DE FÓSFORO LANÇADAS POR ISRAEL EM GAZA, UM DOS MAIORES MASSACRES DA HUMANIDADE, COM A CONIVÊNCIA DOS EEUU.

    APOIO MUNDIAL AS 109 INOCENTES VÍTIMAS DA CHACINA DE QANA, MAIORIA CRIANÇAS, ATINGIDAS POR MÍSSEIS DE ISRAEL.

    APOIO MUNDIAL AS 3.500 PALESTINOS DE SABRA E SHATILA, ASSASSINADOS E MUTILADOS PELO EXERCITO DE ISRAEL SOB AS ORDENS DE ARIEL SHARON.

    DESRESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS? TÁ POUCO OU QUER MAIS?

    PAREM DE CONDENAR O IRÃ. O ÚNICO PAÍS NO MUNDO QUE NÃO SABE O QUE É DIREITOS HUMANOS, CHAMA-SE: estado de israel

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    • 16/05/2010 - 21:05
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Genaro, dezenas de países do mundo desrespeitam os direitos humanos, incluindo o Brasil. Acusar apenas Israel é preconceito

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    • 17/05/2010 - 08:43
      Enviado por: Zainab

      Gustavo,
      Pode ate ser um pouco de exagero do Genaro mais preconceito não.
      Nenhum pais atualmente trata o ser humano com tanto desprezo como
      Israel, haja visto que neste pais a tortura e protegida por lei.

      http://www.prensaislamica.com
      http://www.arabesq.com.br/

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    • 17/05/2010 - 09:48
      Enviado por: GilbertoR

      tudo em letras maiusculas!?!

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    • 18/05/2010 - 10:27
      Enviado por: Avraham

      Zainab, quais as leis a que voce se refere abaixo?:

      “Gustavo,
      Pode ate ser um pouco de exagero do Genaro mais preconceito não.
      Nenhum pais atualmente trata o ser humano com tanto desprezo como
      Israel, haja visto que neste pais a tortura e protegida por lei.

      http://www.prensaislamica.com
      http://www.arabesq.com.br/

      Achei que talvez as leis estivessem nos sites que postou. Entrei, procurei e não achei. “TORTURA PROTEGIDA POR LEI” Você realmente sabe do que está falando???

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    • 19/05/2010 - 09:16
      Enviado por: Zainab

      Sei sim,
      Se não existe uma lei promulgda com artigo e tudo mais, tem a lei da impunidade.
      que faz com que o exercito israelense comete atos de barbarie contra um povo, humilhada, faminto, doente, sem direito a agua e dignidade.
      Me parece que vc se doeu muito, como se qualquer coisa arbitraria que se diga sobre o comportamento de Israel contra a Palestina seja inventado. Tudo que se diz sobre Israel e comprovado por videos, e testemunhos de jornalistas.

      Porem o Iran esta ameaçado de ser invadido por que supostamente … … …
      Quando eu escrevi (por lei) aceite apenas como um termo banal.

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  • 16/05/2010 - 17:02
    Enviado por: Victor

    Os tempos estão obscuros também no coração do capitalismo. São situações diferentes, mas saibamos que ambas ferem os direitos humanos.. De qualquer forma, acho que a aproximação do Brasil e do G15 com o Irã fará com que o país passe a necessitar de mais abertura, e melhore nesse sentido.

    A francesa que o presidente Lula ajudou a libertar ontem no Irã, a confissão que tirou do Ahmadinejad que aquela sua declaração sobre o holocausto era um equívoco. Tudo isso tem contado. À medida que o mercado do Irã torna-se mais global ele passa a necessitar mais dessa estrutura, e seu povo a dialogar com os outros países.

    Acho que este é um caminho melhor do que aplicar sanções e isolar ainda mais o país, que mesmo com um regime negativo em muitos pontos, tem um povo riquíssimo historica e culturalmente, e que merece um diálogo que não entre regimes, pois o diálogo não é de admiração do governo Lula com o modo de governar do Irã, mas entre os povos, as economias.

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    • 17/05/2010 - 10:56
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Prezado, quão comprometimento estes terão com este papo de povo riquíssimo culturalmente? Os caras são bárbaros tribais e sanguinolentos. Querem acabar com todas estas culturas, que em nossos livros de história, nos conta sobre suas riquezas culturais e nos fascina. Querem nos dizer com a destruição de cultura como a iraquiana, que farão o terceiro templo e sagrarão os vitoriosos, pois como imaginávamos por conta dos nossos livros e historiadores, que a guerra de conquista religiosa, cultural e territorial fora num passado longínquo, mas estes nos mostram há todo estante como estamos enganados.

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  • 16/05/2010 - 17:37
    Enviado por: Yoko

    Gustavo, nada tem a ver com o tema deste post, mas o que achou do impedimento da entrada de Nam Chomsky a Cisjordânia, por parte de Israel? Você abordará o assunto algum dia?

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  • 16/05/2010 - 18:13
    Enviado por: justo

    Um presente para revirar o estômago…

    Incrivel que tenhamos que ler uma barbaridade destas em pleno século XXI.

    Francesa liberada foi presente para o Brasil, diz presidente do Irã
    Segundo um ministro brasileiro, ao chegar para um terceiro encontro no dia com Ahmadinejad, durante um fórum empresarial, Lula disse ao presidente iraniano em uma sala privada que estava contente por ter visto na televisão imagens de Clotilde Reiss na França.
    “Foi um presente para o Brasil”, teria respondido Ahmadinejad a Lula, segundo a fonte.
    O Irã libertou Clotilde Reiss, professora francesa condenada por espionagem depois dos protestos realizados no ano passado contra o governo. Ela ficou presa por 10 meses.
    Por meio de um comunicado, o governo francês agradeceu os esforços de Brasil, Síria e Senegal feitos junto ao Irã pela libertação da jovem.
    ————————————————————————————————————-

    Independente de que possams ou não “agradecer” a BRASIL, o fato em si demonstra o total desprezo pelo direito, pelas leis internacionais até mesm pelo mais basico principio de humanidade.

    Pior ainda é o Brasil não condenar tais prisões sem o menor senso de direito ou justiça onde a liberdade de um ser humano possa ser moeda de troca ou um “presente” ao Lula ou a quem quer que seja.
    O Estado do Irã atua como um DEUS, determinando arbitrariamente quem pode ou não ter liberdade ou o direito a vida…

    É revoltante e nojento….Vergonhoso ter um presidente que compactua apertando as mãos de um despota sem qualificação alguma chamado Mahmoud Ahmadinejad…Tal como o novo Hitler…

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    • 17/05/2010 - 09:06
      Enviado por: Zainab

      Justo.
      (É revoltante e nojento….Vergonhoso ter um presidente que compactua apertando as mãos de um despota sem qualificação alguma chamado Mahmoud Ahmadinejad…Tal como o novo Hitler…)

      Acho que voce se enganou com o nome quanto a sua comparação a Hitler.
      O certo seria um destes:
      Netanyahu, Shimon Perez, Avgdor Lieberman ou qualquer outro dessa corja de desumanos.

      Veja neste video, estampada na cara deste palestino, a maldade de Armed Nejad.

      http://www.facebook.com/video/video.php?v=106898749346150

      Cego e aquele que ve mais faz questão de não enxergar.

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    • 17/05/2010 - 10:14
      Enviado por: MarioS

      Zainab,

      Acho que VOCE se enganou com o nome quanto a sua comparação a Hitler.
      Tente gravar um video dos opositores iranianos sendo torturados.
      O video que voce indica mostra dois cenários distintos: uma casa sendo demolida e uma pessoa triste, sem NUNCA mostrar que estão relacionados.
      Não estou dizendo que Israel não demole casas de palestinos, apenas que ESTE video é propaganda grosseira, primária.
      Pessoas como voce não vacilam em fazer acusações absurdas, tais como comparar alguns políticos a Hitler baseando-se em um filminho infantil.
      Já que voce “raciocina” assim, entre no Youtube, procure por desalojamento e poderá acusar de Hitler a centenas de políticos, inclusive brasileiros.
      Cego e aquele que ve mais faz questão de não enxergar.

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    • 17/05/2010 - 10:21
      Enviado por: Manoel Joaquim

      Neste momento, sinto-me palestino desde criancinha, e neste universo infantil formo meus pensamentos, marcando estes, com todos os personagens que agride o meu pequeno mundo, sendo estes os mesmos que dirigem um estado fascista, prepotente, mentiroso, vingativo e tirânico. O estado de Israel!!

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    • 17/05/2010 - 14:24
      Enviado por: MarioS

      “com todos os personagens que agride o meu pequeno mundo, ”
      De que o seu mundo é pequeno, minúsculo até, ninguém duvida Mané. Tudo o que voce escreve prova isto.

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  • 16/05/2010 - 18:58
    Enviado por: Hagá

    Com suas tentativas de conciliação e diálogo, o Presidente Lula está sim defendendo os direitos humanos dos iranianos. Como depois das sanções, ou apesar delas, virão os ataques dos EUA e/ou Israel [com mais força, se a campanha de demonização for fortalecida], Lula está antes de tudo lutando pela PAZ, o que significa a defesa do direito fundamental à Vida. Ou seja, sua atuação tem méritos humanitários. Antes tivéssemos agido na época do Iraque, mas preferimos o papel de office-boy de luxo do FHC. Em Março de 2003 era tarde de mais, para influenciar contra a guerra estelionatária de Bush contra o Iraque, em busca das “armas de destruição em massa”. Os milhões de iraquianos mortos, torturados, desplazados, refugiados, feridos, inválidos agradeceriam mais diálogo antes de qualquer guerra. No a la guerra!!!

    Gustavo, um saite feito por iraniano-americanos contra a guerra, apesar de ser crítico do governo do Irã:

    http://www.campaigniran.co.uk/

    Chomsky: What’s At Stake in the Issue of Iran
    by Noam Chomsky (source: Pravda)
    Monday, May 3, 2010

    In an interview with the German publication, Freitag, Noam Chomsky talks about U.S. pressure on Israel and Iran and its geopolitical significance. “Iran is perceived as a threat because they did not obey the orders of the United States. Militarily this threat is irrelevant. This country has not behaved aggressively beyond its borders for centuries. Israel invaded Lebanon with the blessing and help of the U.S. five times in thirty years. Iran has not done anything like this,” he says.´

    Barak Obama won the Nobel Peace Prize in 2009 while sending more troops to Afghanistan. What happened to the “change” that was promised?

    Chomsky: I am one of the few who is not disappointed with Obama because I placed no expectations on him. I wrote about Obama’s positions and prospects of success before the start of his campaign. Saw your website and it was clear to me that this was a moderate Democrat in the style of Bill Clinton. There is of course a lot of rhetoric about hope and change. But this is like a blank sheet where you can write anything. Those who despaired at the recent moves of Bush sought hope. But there is no basis to expect any one time to examine properly the substance of Obama’s speech.

    His government has treated Iran as a threat due to its uranium enrichment program, while countries that possess nuclear weapons such as India, Pakistan and Israel did not suffer the same pressure. How do you evaluate this way of proceeding?

    Chomsky: Iran is perceived as a threat because they did not obey the orders of the United States. Militarily this threat is irrelevant. This country did not act aggressively beyond its borders for centuries. The only aggressive act occurred in the ’70s under the Shah’s government, when, with U.S. backing, they invaded two Arab islands. Of course nobody wants Iran or any other country to have nuclear weapons. It is known that this state is governed today by a loathsome regime. But apply the same labels that are applied to Iran to partners of the U.S. such as Saudi Arabia or Egypt, and it will only be lost to Iran on human rights. Israel invaded Lebanon with the blessing and help from the U.S., five times in thirty years. Iran has not done anything like that.

    In spite of that, the country is considered as a threat…

    Chomsky: Because Iran has followed an independent path and not subordinate to any order of international authorities. They behaved in a manner similar to what Chile did in the seventies. When this country was ruled by the socialist Salvador Allende, it was destabilized by the U.S. to produce “stability.” It was not a question of any contradiction. It was necessary to overthrow the Allende government – forcible “destabilizing” – to maintain “stability” to restore the authority of the U.S. The same phenomenon is occurring now in the Gulf region. Teheran objects to the authority of the USA.

    How do you value the goal of the international community to impose severe sanctions on Tehran?

    Chomsky: The international community: a curious expression. Most of the countries in the world belong to the non-aligned bloc and strongly support Iran’s right to enrich uranium for peaceful purposes. It has repeated often and openly that it is not considered part of the so called “international community.” Obviously only those countries that follow U.S. orders belong to it. It is the U.S. and Israel threatening Iran and this threat must be taken seriously.

    For what reasons?

    Chomsky: Israel now has hundreds of nuclear weapons and delivery systems. Of the latter, the most dangerous comes from Germany. This country provides Dolphin nuclear submarines that are virtually invisible. They can be equipped with nuclear missiles, and Israel is prepared to move these submarines to the Gulf. Thanks to the Egyptian dictatorship, Israeli submarines may pass through the Suez Canal.

    I do not know if this was reported in Germany, but about two weeks ago the U.S. Navy said it built a base for nuclear weapons on Diego Garcia in the Indian Ocean. There submarines equipped with nuclear missiles would be stationed, including the so-called “bunker buster.” These are projectiles that can penetrate concrete walls several feet thick. They were designed exclusively for an intervention in Iran. Prominent Israeli military historian, Martin van Creveld Levi, a man clearly conservative, wrote in 2003, immediately after the invasion of Iraq, that “after the invasion the Iranians went crazy for not having developed any atomic weapon.” In practical terms: is there any other way to stop an invasion? Why has the U.S. has not occupied North Korea? Because there is a deterrent. I repeat: nobody wants Iran to have nuclear weapons, but the likelihood that Iran would use nuclear weapons is minimal. This can be proved in the testing of U.S. intelligence. If Iran wanted to equip themselves with a single nuclear warhead, probably the country would be devastated. Such a fate is not to the liking of Islamic clerics in the government: until now they have not shown any suicidal impulse.

    What can the European Union do to resolve the tension of this so explosive situation ?

    Chomsky: It could reduce the danger of war. The EU could put pressure on India, Pakistan and Israel, the most prominent non-subscribers to the Nuclear Nonproliferation Treaty, so that they finally sign it. In October 2009, when they protested against Iran’s atomic program, the IAEA (International Atomic Energy Agency) adopted a resolution that Israel defied, that this country sign the Treaty of Non-Proliferation of Nuclear Weapons and allow access for international inspectors to its nuclear systems. Europe and the U.S. negotiated to block this resolution. Obama made Israel know immediately that it should pay no attention to this resolution.

    It’s interesting what has happened in Europe since the Cold War ended. Those who believed in the propaganda of the previous decades had to expect that NATO would dissolve in 1990. After all, the organization was created to protect Europe from “Russian hordes.” Now they are not “Russian hordes,” but the organization expands and violates all the promises it made to Gorbachev, who was naive enough to believe what President Bush and Chancellor Kohl said, namely that NATO would not move a centimeter in the direction of Eastern Europe. In the assessment of international analysts, Gorbachev believed in everything they said. It was not very wise. Today NATO has expanded to large areas of the East and follows its strategy of controlling the world’s energy system, the pipelines and trade routes. Today it is a display of the power for intervention of the U.S.A. in the world. Why does Europe accept that? Because it does not put its foot down and looks facing the U.S.A.?

    Although the U.S.A. intends to keep on being a military superpower, its economy virtually collapsed in 2008. Billions of dollars were lacking to rescue Wall Street. Without the money from China, the U.S. might have entered into bankruptcy.

    Chomsky: There is much talk of Chinese money and it is speculated much from this fact about a power shift in the world. China could overtake the U.S.? I consider that question an expression of ideological extremism. The States are not the only actors on the world stage. To a certain extent they are important, but not absolutely. The actors, who dominate their respective States, are primarily economic: the banks and corporations. If we examine who controls the world and determines policy, we will refrain from stating a shift of world power and global workforce. China is the extreme example. These interactions occur between transnational corporations, financial institutions and the State insofar as it serves their interests. This is the only power shift, but it provides no headline.

    Original source: http://www.freitag.de/politik/1013-iran-obama-weltordnung-sanktionen

    Translated from the Portuguese version by:

    Lisa KARPOVA

    PRAVDA.Ru

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    • 16/05/2010 - 23:01
      Enviado por: Yoko

      “The EU could put pressure on India, Pakistan and Israel, the most prominent non-subscribers to the Nuclear Nonproliferation Treaty, so that they finally sign it. In October 2009, when they protested against Iran’s atomic program, the IAEA (International Atomic Energy Agency) adopted a resolution that Israel defied, that this country sign the Treaty of Non-Proliferation of Nuclear Weapons and allow access for international inspectors to its nuclear systems”

      O atual diretor da AIEA, Yukiya Amano, tem a mesma posição de Chomsky. O tema provavelmente será debatido em junho. O noticiário japonês da semana passada praticamente não falou de Irã, mas falou-se muito em obrigar os únicos 4 não signatários do PNPN a aderir ao acordo, com grande destaque para Israel.

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  • 16/05/2010 - 19:20
    Enviado por: Hagá

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u736005.shtml
    A viagem de Lula parece estar rendendo bons frutos para a Paz. Receio contudo que muitos vão lamentar qualquer progresso e buscarão no futuro mais pretextos para vender e usar armas. Aguardemos.

    16/05/2010 – 18h28
    Irã, Turquia e Brasil chegam a acordo, diz chanceler turco
    da Reuters
    colaboração para a Folha
    O ministro de Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, disse neste domingo que foi alcançado um acordo entre Irã, Turquia e Brasil sobre a troca de combustíveis nucleares, decisão que pode por fim à disputa com o Ocidente sobre o programa nuclear do Irã. Quando questionado por jornalistas em Teerã se haveria um acordo sobre a troca de combustível, ele respondeu: “Sim, isso foi alcançado após quase 18 horas de negociações”.
    [...]
    Segundo o chanceler turco, o anúncio oficial pode ser feito na segunda-feira pela manhã, após revisão pelos presidentes brasileiro e iraniano e o primeiro-ministro turco, que chegou à capital iraniana neste domingo.

    Os presidentes brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, falaram neste domingo em entrevista coletiva sobre o interesse de incrementar as relações comerciais entre seus países. Porém, eles não tocaram na questão nuclear, ponto central do encontro, como já havia acontecido mais cedo, na nota oficial divulgada no site do governo iraniano.
    Os EUA e alguns de seus aliados acusam o Irã de desenvolver um programa nuclear com fins militares, mas Teerã defende que a finalidade é pacífica e se recusa a negociar. Os EUA pressionam por uma quarta rodada de sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o país do Oriente Médio.
    Segundo o site da TV iraniana Alallam, os chanceleres de Irã, Turquia e Brasil mantiveram um encontro trilateral neste domingo para discutir, entre outros assuntos, a troca de urânio iraniano.
    O porta-voz da chancelaria iraniana, Ramin Mehmanparast, tinha dito que Teerã chegou a um acordo sobre a quantidade de urânio a ser trocada e a modalidade da troca –simultaneamente ou em lotes–, informa a Alallam. “Há um acordo sobre o momento e o volume de combustível a ser trocado”, disse ele. “Mas ainda falta decidir o local e, se houver garantias concretas, o Irã está disposto a negociar.”
    Proposta
    A proposta de Brasil e Turquia era pressionar os líderes iranianos a rever uma proposta sob a qual o Irã enviaria urânio baixamente enriquecido a outro país e, em retorno, receberia urânio altamente enriquecido — um plano que fracassou em outubro do ano passado.
    Um acordo apresentado pela ONU em outubro oferecia ao Irã que enviasse 1.200 quilos de urânio de baixo enriquecimento –o suficiente para a fabricação de uma bomba se enriquecido no patamar necessário– para a França e para a Rússia, onde seria convertido em combustível para um reator de pesquisas em Teerã.
    O Irã afirmou na época que só trocaria o seu material por urânio em níveis maiores de enriquecimento e somente no seu próprio território, condições que as outras partes envolvidas no acordo consideraram inaceitáveis.
    O acordo foi interrompido na época. O Brasil e a Turquia, ambos membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), ofereceram-se para mediar as negociações e tentar convencer o Irã a rever a oferta.
    Os Estados Unidos e países aliados estão em negociação para impor uma quarta rodada de sanções da ONU ao Irã. Washington acusa Teerã de tentar ganhar tempo ao aceitar a proposta de mediação de Lula.
    O Brasil já apresentou uma proposta segundo a qual o Irã trocaria urânio pouco enriquecido por combustível nuclear na Turquia, país que tem estreitos laços tanto com Ocidente como com o Oriente Médio. O Irã enviaria urânio ao exterior e o receberia de volta enriquecido a 20%, nível suficiente para fins pacíficos.
    Segundo a imprensa iraniana, Ahmadinejad tinha dito que aceitava “em princípio” a proposta de Lula durante uma conversa telefônica com o líder venezuelano, Hugo Chávez.
    Viagem surpresa
    O primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan viajou a Teerã neste domingo para se reunir com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e com o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
    “Estou indo ao Irã porque uma cláusula será acrescentada ao acordo que diz que a troca será feita na Turquia”, disse o premiê. “Teremos a oportunidade de começar o processo em relação à troca”, disse Erdogan. “Eu garanto que encontraremos a oportunidade para superar esses problemas, se Deus quiser.”
    Roda de apostas
    Durante visita oficial à Rússia, em entrevista concedida no Kremlin, Lula disse que há 99% de chances conquistar um acordo com o Irã durante sua passagem pelo país. Ao seu lado, o presidente russo, Dmitri Medvedev, não foi tão otimista: afirmou que as chances são de 30%.
    “Se não chegarmos a um acordo, volto para casa feliz, porque ao menos não fui negligente”, disse o presidente.
    Considerado um carismático negociador, Lula conta com o apoio da França, Turquia e da Rússia, ainda que comedido, mas os EUA já advertiram que o Irã não leva o encontro a “sério”.
    Para a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, Lula enfrenta uma “montanha a ser escalada” para tentar persuadir o Irã a limitar suas ambições nucleares.
    “Eu disse a meus colegas em muitas capitais do mundo que eu acredito que não teremos nenhuma resposta séria dos iranianos até que o Conselho de Segurança aja”, disse ela, referindo-se aos esforços liderados pelos EUA para a imposição de uma quarta rodada de sanções da ONU contra o Irã.
    O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, P.J. Crowley, disse que se o Irã não mudar seu comportamento após a visita de Lula, o país deverá pagar o preço.
    “Neste ponto acreditamos que deverá haver consequências por um fracasso em responder”, disse Crowley.

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  • 16/05/2010 - 22:02
    Enviado por: Catarina

    Falem o que falarem, o Lula continua.
    Primeiro ministro , Sócrates, de Portugal apóia a candidatura do presidente para secretário da ONU, que tambem tem o apoio de Sarkozy.
    Lembro do Ricardo Noblat comentando, no seu blog, em janeiro, quando surgiram os primeiros comentários sobre as intençôes de Lula á secretaria geral da ONU, “nâo duvidem de Lula. Eu nao duvido”.

    http://www.elargentino.com/nota-91114-Respaldan-candidatura-de-Lula-al-frente-de-ONU.html

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  • 16/05/2010 - 22:54
    Enviado por: GENARO RIBEIRO

    Caro Gustavo.
    Concordo, creio que tenha cometido preconceito neste comentário, mas na verdade falei com referência aos conhecidos massacres e chacinas mencionados.
    Verdade, que muitos países não respeitam os direitos humanos, não excluo o Iran, entretanto pelo visto, fatos como estas terríveis barbáries, a mídia se cala, ou podemos dizer: vamos divulgar pouco, para que logo sejam esquecidas.
    Você é conhecedor do poder da mídia e sabe quem dita as regras.
    Grato!
    Saúde e Paz!

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  • 17/05/2010 - 00:54
    Enviado por: Sorales

    O que os EUA não farão para melar o acordo? A ONU esteve no Iraque e não encontrou armas de destruição e massa. Mesmo assim o país foi invadido ao custo de 300 mil vidas (destruição em massa?). Israel não terá mais um tumor de fixação para desviar a atenção do mundo num momento em que o estado genocida é alvo da indiganção de nações de todo o mundo. Ahmadinejad não é tão folclórico e idiota como a mídia engajada tenta fazer parecer. Embarcou na esteira de uma estrela em ascensão (Lula), no plano da política internacional, para promover um dos maiores espetáculos de pirotencnia da diplomacia mundial dos últimos tempos. Cháves, perto deles é aprendiz de feiticeiro. Potencializou políticamente o assunto e humilhou o sionismo como nunca acontecera antes. Inclusive no campo de batalha com o Hezbollah, no Líbano. Só falta gora os americanos dizerem que as pressões contra o Irã deverão continuar pelos direitos humanos ou pela “democracia”. Bush deu o tom quando disse ao povo americano que era necessário tirar o ditador Saddan Hussein do poder para dar lugar à democracia no Iraque, diante do fato de não ter encontrado as armas.É a fábula do “lobo e do cordeiro”.

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  • 17/05/2010 - 03:37
    Enviado por: Sorales

    Lula tem moral sim para dizer o que diz sobre os EUA. É chefe de Estado de um país signatário do tratado de não proliferação de armas nucleares. Muito mais moral do que as declarações intenpestivass e ameaçadoras dos líderes radicais de Israel, que ganham espaços e comentários generosos na mídia engajada, quando se trata de um país que não somente se recusa a assinar o tratado como também possui armas nucleares. E ameaça a usá-las! Suas críticas aos EUA pelo desdèm com que trata um assunto dessa importância (com diplomatas de terceira categoria) são pertinentes. Ridículas e arrogantes as ddeclarações da secretária Hllary Clinton pela ida de Lula ao Irã; uma afronta à ética que deve prevalecer na diplomacia mundial. Uma vergonha para o povo americano, de uma personagem que, através de todo um trabalho de um “fotoshop” psicopolítico da imprensa ianque se tornou uma musa nacional quando senadora. Agora ocupa o lugar de honra , caricata, do Tio Sam, a maior arma da guerra psicológica de todos os tempos.Foi linchada pela imprensa na eleições primárias em que a Oligarquia sionista investiu pesado em Obama. Está sendo desmoralizada, desafiada e humilhada por Israel. Planeja-se no Irã a utilização de armas nucleares de “ação limitada”, as mais modernas do arsenal americano. O presidente Obama, com declarações ameaçadoras, deu início a um trabalho de preparação da opinião pública nesse sentido. Com o controle do Irã, os EUA assumem o controle total das reservas de petróleo do OM. Na África a Líbia já arregou. Quanto à Coréia, que já tem as armas, os EUA fazem o jogo do quanto pior melhor, limitando-se apenas a fazer o uso da retória. Porque a Coréa não deixa de ser um “bem” necessário por fortalecer a dependência do imperialismo ianque, num momento em que os EUA perdem espaço no contexto geopolítico no continente euroasiático, com fortes efeitos no campo das altas finanças, principalmente diante do deslocamento do eixo da economia mundial do Atlântico para o Pacífico. E não foi a China a causadora da crise do “subprime” ? Diante desse quadro, a crise é muito mais grave e ameaçadora para a paz no mundo do que aparenta ser. Porque a paz está nas mãos daquilo que há de mais primitivo nas formações nacionais da cultura humana: O tribalismo etnocêntrico, associado à teocracia do Estado confessional. Segundo o místico austro/alemão, Max Hendel, um dos caminhos da destruição do homem.

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  • 17/05/2010 - 04:34
    Enviado por: Sorales

    Caso se concretize o acordo que está sendo assinado e patrocinado pelo Brasil e Turquia no Irã, como tudo indica que irá acontecer, emergirá novamente, com mais ímpeto, a demnda da criação de um Estado Palestino, com Jerusalém compatilhada (dividia), o que o Estado confessional dos judeus não quer. Vai precipitar no quadro geopolítico da região com a consolidação de Israel como uma moderna Esparta nuclearizada no OM, como elemento fundamental da estratégia do Establishment angloamericano para controlar a região. Relutante, o Irã continuará jogando pesado com a sua diplomacia, que o Gustavo chama em seu artigo de “imperialismo”. Um imperialismo de sobrevivência, de defesa indireta da soberania. O que com as armas nucleares se conseguiria com menor custo político e financeiro. Mas a aliança do Brasil com o Irã e a Turquia não pode ser vista fora de um contexto maior, mas como parte dos desdobramentos político-estratégico e econômicos na vasta região euroasiática que constituem o principal fator que deverá determinar os rumos da configuração da ordem do poder global que se encontra em curso. Em particular as relações da Europa com a Rússia, China e outras potências regionais euroasiáticas, como a Índia e o Irã, tendem a asumir uma relevância crucial, não apenas para a superação do ambiente confontacional herdado da Guerra Fria – que muitos formuladores de políticas insistem em preservar (especialmente no eixo Londres-Washington) -, mas também para proporcionar uma imprescindível recosntrução econômica mundial, mais orientada para uma economia real do que para a orgia financeira prevalecente nas últimas décadas. Lula e Ahmadinejad, por sinal, bateram justamente nessa tecla quando escolheram a temática a ser discutida no histórico encontro entre ambos em Teerã. Nesse cenário, avulta a unidade de ações do triângulo Paris-Berlim-Moscou, que vem sendo cuidadosamente cultivada nas três capitasi (e, evidentemente, gerando ruídos em outras). Justamente diante desa nova realidade, o lider iraniano insere seu discurso, convencido que está de que uma unidade de ação como a aqui exposta, poderá atrair muito mais parceiros pelo mundo, em detrimento de um modelo de exploração cujo motor é a usura, o juro, nas rodas das altas fibanças do planeta, comandados pelo eixo angloamericano. Nesse sentido, a Grécia hoje é a bola da vez. Quem será o próximo? Tomara que não sejamos nós…

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    • 17/05/2010 - 09:38
      Enviado por: MarioS

      “Um imperialismo de sobrevivência, de defesa indireta da soberania”
      Sorales,
      E para sobreviver e defender indiretamente (?) a soberania, é mesmo necessário enforcar, estuprar e torturar opositores?
      E que tal se o mesmo acontecesse aqui? Voce torce para que não sejamos a próxima Grécia, e eu também, mas se por um acaso viermos a ser, não confunda, a causa terá sido a mesma de lá: irresponsabilidade fiscal.
      Voce acredita mesmo que estas tais “rodas das altas finanças do planeta, comandadas pelo eixo angloamericano” obrigaram o governo grego a gastar muito mais do que arrecada?
      Como disse, também torço para não sermos a próxima Grécia, mas, entre se-lo ou ser o próximo Irã, fico com a primeira opção. Melhor um corte no salário do que ser enforcado, não acha?

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    • 17/05/2010 - 09:55
      Enviado por: GilbertoR

      MarioS
      a Alemanha também não seguiu a regra dos 60% da razão divida/pib.Você vai dizer que a Alemanha pode, sem considerar que eles se beneficiaram da gastança dos outros paises europeus.A Alemanha e a França.

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    • 17/05/2010 - 14:22
      Enviado por: MarioS

      GilbertoR,
      Eu me referia ao déficit público, como fica claro no trecho:
      “o governo grego a gastar muito mais do que arrecada”

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  • 17/05/2010 - 10:27
    Enviado por: Sorales

    Mário S

    Tais ações são abomináveis e devem se condenadas onde ela sejam praticadas. No entanto, garanto para vc que os EUA as fazem às escâncaras e poucas vozes se levatam contra eles. Se, proporcionalmete condenassem os EUA em comparação com os Irã a difereça seria medida em anos luz. O mesmo digo de Israel. Por qeu então somente o Irã? Veja os voos noturnos, uma verdaqdeira ponte aérea da tortura entre Iraque e a Europa, promovido pelo serviço secreto dos EUA. Até a antiga e ex-comunista radical Albânia, da Guerra Fria se submeteu a algo tão abjeto cedendo bases para a tortura. As ações bélicas dos americanos no mundo se dão para defender os interesses de poder e domínio. As tímidas e milmétricas do Irã, é por uma questão de soberania.

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  • 17/05/2010 - 10:36
    Enviado por: Sorales

    Mário S

    Minhas crítica à Grécia se deve ao sistema econômico imposto pela oligarquia das altas finanças mundial, sendo o povo grego mais uma de suas vítimas.

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  • 17/05/2010 - 10:37
    Enviado por: Albert Chirac

    Muito bom Chacra . Devemos combater a falta de liberdades em todos os cantos . Em todos os países. Aproveitando a oportunidade queria dizer sobre GUANTANAMO . Depois fazer um breve comentário sobre IRAQUE , e AFEGANISTÃO . Onde estão os direitos do cidadão , quando uma prisão secreta eh descoberta pela imprensa e descobre-se que seres humanos estão sendo torturados até a morte em GUANTANAMO ?????? Os seres humanos presos em Guantanamo continuam a ser torturados , e a prisão continua funcionando … torturando !!! Os seres humanos presos em GUANTANAMO não teem direito a advogados , direito instituido pela ONU , no paragrafo dos direitos humanos . E a questão de Tortura não tem respaldo em nenhuma lei . Nem dos hipocritas !
    É muito boa a oportunidade para falar de direitos HUMANOS no IRAQUE ! e TAMBÉM NO AFEGANISTÃO ! Quem leu os ultimos anos o que se passa no IRAQUE E NO AFEGANISTÃO , vão dizer o que ?

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  • 17/05/2010 - 15:07
    Enviado por: Sorales

    Mário S

    Se formos atacar e bombardear os torturadores do mundo começaríamos pelos Estados Unidos. Pois eles o fazem em terras alheias. Muitos morrem nas masmorras criadas pelos americanos na Europa e no Iraque além de execussões sumárias no Afeganistão, como denunciado na imprensa. O Irã não é excessão. . Não vejo vc dizer o mesmo dos judeus na Palestina. Não são diferentes do Irã; ou piores.

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  • 17/05/2010 - 16:45
    Enviado por: Zainab

    Tem uma pequena diferença, o Iran desrespeita o proprio povo, os EE.UU desrespeita os seus e todos os outros povos. O maior desrespeito aos direitos humanos americano e a lei de comissões internacionais. No Iran a tortura não e protegida por lei como em em Israel. Eu estou me aprofundando na historia do Iran desde a revolução islamica, para poder entender, por que tantas acusações de torturadores, genocidas, e outros adjetivos barbaros que todos lhes atribuem. Talvez seja somente por que e uma republica islamica. As pessoas tem que parar de dar credito ao que o governo americano fala quando quer prejudicar outro pais.

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  • 17/05/2010 - 19:43
    Enviado por: Zainab

    Avraham,
    Infelizmente não. Estou procurando a noticia que li em um site mas não a encontro.
    Costumo sempre salvar site de noticias como esta para comprovar a caso alguem pergunte. Esta noticia estava vinculada ao comentario da lei de comissões internacionais sancionada nos EE.UU
    Vou procurar e logo que encontre te envio.
    Peço desculpas.

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  • 19/05/2010 - 10:42
    Enviado por: CARASCO

    E o LULA ainda defende este DITADORZINHO pior na questão nuclear

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  • 19/05/2010 - 11:40
    Enviado por: Edmundo

    Cada povo tem que ter as suas lutas, no momento certo, sem interferencia externa. O salvador da patria, Bush, livrou os Iraquianos das mão de saddam Houssein, a vida hoje dos Iraquianos, é uma maravilha, foram liberdados pelos marines. Hoje a vida dos Iraquianos é um inferno, sem paz, e sem segurança, e sem esperança. Chega de inbeterferencia em outros paises, Estados Unidos e o Estado judeu, são tão criminosos quanto quem eles dizem combater.

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  • 19/05/2010 - 13:10
    Enviado por: Carlos Renato Fortes Vendramini

    Ai ai ai..

    Pior que de maneira masoquista venho aqui ler os comentários sobre estado e religião. Essa conversa é tão mole que dá até sono.

    Pois eu provo que a falta de religião é a causa de todos os males. Só olhar o caso do Brasil com seus 50 mil homicídios anuais. Uma gente sem religião, sem fé, sem nada. Minto. Essa gente tem fé no demiurgo, pequeno deus chamado Lula. Logo em quem vão ter fé.

    O islamismo é um religião violenta. Afinal, Deus ofereceu o cordeiro manso e o burro selvagem. Como desprezaram e desprezam o cordeiro manso então terão o burro selvagem.

    Gente que fica discutindo estado e religião, melhor começar a estudar ou então fechar a boca.

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  • 15/03/2011 - 20:44
    Enviado por: fernanda

    esse site nao contem fontes pedidas e respostas pessimas que nao da para entender devia ser respostas para todos os publicos entenderem .

    obr.

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