Vim para Albany, capital do Estado de Nova York. Sei que muitos fanáticos por Almanaque Abril como eu sempre souberam que a cidade de Nova York não era capital do próprio Estado. Assim como Miami e Orlando não são capitais da Flórida. Tampouco Dallas e Houston do Texas. Pior, a da Califórnia não é San Francisco, nem Los Angeles, nem San Diego. Cidades menores como Tallahassee (Flórida), Austin (Texas) e Sacramento (Califórnia) ocupam, assim como Albany, o posto de capitais.
Alguns países, incluindo o Brasil e os EUA, possuem capitais que não são as principais cidades. Canadá e Austrália são outros dois.
Por este motivo, não sei por que dão tanta importância para a polêmica de Jerusalém ser a capital de Israel ou do futuro Estado palestino. Na prática, Jerusalém já é a capital israelense. O Knesset e todos os prédios governamentais estão construídos há décadas e em funcionamento. Verdade, os outros países não reconhecem e ainda mantêm as suas embaixadas em Tel Aviv. Mas o próprio Lula se reuniu com Netanyahu em Jerusalém e isso de uma certa forma já pode ser considerado reconhecimento.
A capital de facto dos palestinos, devido à ocupação e outros fatores, é Ramallah. Nesta emergente cidade da Cisjordânia, está localizada a administração da Autoridade Palestina e todas as missões estrangeiras.
Nas negociações entre israelenses e palestinos, um lado terá que ceder na questão dos assentamentos (Israel) e o outro na dos refugiados (Autoridade Palestina). Sobra, como grande tema, o status final de Jerusalém.
Já escrevi aqui e repito. Não dá geograficamente mais para dividir Jerusalém. Há uma série de bairros judaicos no lado palestino, incluindo a Universidade Hebraica em Mount Scopus. Visitei uma capital dividida no Chipre e não há nada mais deprimente do que ver um muro atravessando uma cidade.
A saída estaria em manter Jerusalém unificada e, apenas para agradar, como capital dos dois países. No caso, seria na prática de Israel e apenas simbólica dos palestinos, com a sede da Presidência na tradicional Casa Oriental – a administração permaneceria em Ramallah.
Os moradores, independentemente da religião, poderiam optar pela cidadania que preferissem – palestina ou israelense. Com o direito de trabalhar em qualquer lugar da cidade.
Obs. Ainda estou nesta reportagem especial e apenas terei condições de responder aos comentários mais tarde. Mas os publicarei ao longo do dia
Encontro dos Leitores (Todos convidados, mas eu não estarei presente porque moro fora do Brasil)
Bar Tribunal
Rua Jericó 15, Vila Madalena (atrás do Forum de Pinheiros)
Fone: 3031-7311
Sábado, dia 28 de agosto
A partir das 16 hrs
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes
O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
Gustavo,
So não concordo que não é mais possível dívidir Jerusalém, ou melhor não aceito. Pode até ser correto o que você diz a respeito da não divisão, porém não aceito, pois isso se decorre devido ao roubo de terra palestinas por israel se isso continuar logo não terremos mais terra para palestinos, pois Israel cada vez mais vai roubando terra dos Palestinos.
Que roubo João? Jerusalem jamais foi capital dos árabes, eles nunca se interessaram por ela, nem mesmo quando a tomaram em 48. Só porque ela faz parte de uma fábula que diz que o profeta subiu aos céus de lá. Ele conseguiu estar na mesquita de Al Aqsa anos antes dela ser construida. Conta outra.
responder este comentário denunciar abusoEsse é o respeito que vejo pela religião irmã da sua josé?
Fábula?
De qualquer jeito o sr nao tem a ver com isso.. o único argumento que voce tem para falar que não nos importávamos é nenhuma, é a unicamente invenção da sua cabeça.
E deus que livre de algum muçulmano mais fervoroso ler suas palavras.. isso inflama a irá de qualquer um e é inutil para quem quer qualquer coisa se nao trazer mais mortes…
Essas suas palavras são as palavras da guerra… e é isso que vejo mais e mais pessoas querendo
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio,
Teu comentário pode ser visto como islamofóbico em “Só porque ela faz parte de uma fábula que diz que o profeta subiu aos céus de lá.”
Se essa parte do islamismo é “fábula”, podemos dizer que a abertura do Mar Vermelho por Moisés também é “fábula”, bem como as aparições de Deus a Moisés, Abraão, etc.
Todas as religiões tem “fábulas”. Dependem da crença de cada um.
Abraços.
responder este comentário denunciar abusoUma curiosidade Irlandes… As histórias de moises, abraão, entre outros, são divididos entre muçulmanos e judeus.
Jesus também é um dos maiores profetas do islã (os muçulmanos possuem uma outra versão da crucificação).
E mohamed (maomé) lógicamente há apenas na religião muçulmana (sendo o seu ultimo profeta)
responder este comentário denunciar abuso“E deus que livre de algum muçulmano mais fervoroso ler suas palavras.. isso inflama a irá de qualquer um e é inutil para quem quer qualquer coisa se nao trazer mais mortes…”
Ali, meu querido, este que é o problema da religiâo muculmana.
Jesus subiu aos céus, mas se alguém duvidar disto, nenhum cristão vai ficar irado a ponto de provocar mais mortes.
Você fala generalizando mais de um bilhão de pessoas pelas atitudes geradas por uma pequena parcela, e ainda ignora totalmente a história que já nos deram as cruzadas e todas as mortes motivadas por israel desde 48.
Por acaso você está falando que o problema de jerusalem e da palestina é simplesmente religiosa? Já deveria ter aprendido que não.
Acho horrível ter que responder a este tipo de frase… me da pena.
responder este comentário denunciar abusoAli, com esse seu comentário vc. só mostra como são os islâmicos e dá razâo para mim. Dizendo que arrisco a minha vida falando assim. Isso eu sei e faz muito tempo. Eu como judeu não ameaçaria ninguém de morte por dizerem nada do judaísmo. Vc. já viu algum judeu matar por religiâo? Os cristãos faziam isso, mas na idade média, o islamismo vive a sua idade média, com apedrejamentos e dominio das mulheres, além de mortes por nada.
responder este comentário denunciar abusoIrlandes, a diferença é que os judeus não usam as fabulas para querer nada. Jerusalem foi tomada em guerra e assim ficará. Se não nos atacassem estariam com ela até hoje, mijando no muro e a gente olhando. Estariam também com a cisjordânia e os palestinos não existiriam.
responder este comentário denunciar abusoAli,
Desculpe, mas a Catarina tocou num ponto crucial. Não foi ele nem muito menos eu que disse:
“E deus que livre de algum muçulmano mais fervoroso ler suas palavras.. isso inflama a irá de qualquer um e é inutil para quem quer qualquer coisa se nao trazer mais mortes…”
Já foram feitos filmes, livros e peças ofensivos aos cristãos e aos judeus, e as reações foram completamente diferentes das contra os cartoons.
Mais uma vez desculpe, mas alguma explicação tem que haver, é impossível ser coincidência dadas as inúmeras repetições do fenômeno.
Uma das comédias mais engraçadas que eu já assisti, A Vida de Brian, faz várias piadas com Jesus e nada aconteceu, o filme do Mel Gibson (esqueci o nome) foi execrado pelos judeus e não passou disso.
Algo está profundamente errado e isto é muito preocupante.
Meu deus.. todos me atacando..
tudo bem, não vou tentar mudar ninguem… podem atacar o islã usando como exemplo algumas pessoas.
Fazem muito bem viu… são pessoas bem melhores assim
responder este comentário denunciar abusoReparem que vocês estão usando argumentos unicamente para atacar uma religião, e dizer que as pessoas dessa religião são violentas…
Isso para mim, além de um nojento preconceito e racismo, é pura ignorancia.
responder este comentário denunciar abusoDe novo esse papinho de “roubo” pra cima da gente?
responder este comentário denunciar abusoÉ imprecionante como uma verdade torna-se mentira nas bocas dos defensores de Israel. José Antonio é roubo sim! Não tem outra palavra, é uma verdade que vocês tem que admitir não há outra! Israel rouba, tamam as terras alheias incessantemente e isso todo mundo lê todo dia… se isso é demais para você aceitar parabéns, você está virando humano.
responder este comentário denunciar abusoEu não jurei ninguem a morte, e nem sou jihadista… como pode falar que sou jihadista se nem sabe a qual religião eu pertenço?
Não entendo o que a Jihad tem a ver com tudo… o termo jihad nem quer dizer guerra nem embate corporal… e sim uma força de vontade espiritual…
A maior parte dos atentados contra israel da década de 70 foi feito por grupos da FPLP e FDLP… são grupos com líderes cristãos palestinos, que lutam contra israel pois perderam suas casas.
E eu sei que o José Antonio sabe que eu não sou Jihadista e nem estava ameaçando ninguem.
Acho ignorancia de muitos julgar alguem por alguma coisa em que acredita… ponto final.
Em um dos encontros ouvi a história do próprio José Antonio que estava em uma churrascaria e que viu um homem com uma camiseta do Hamas… ele foi tirar satisfação e obrigou o homem a tirá-la. Neste dia ele estava com uma camiseta da força aerea israelense, nenhum árabe o obrigou a tirá-la, e para mim esta camisa representa o mesmo terrorismo que para ele representa o Hamas.
Entende o que quero dizer?
responder este comentário denunciar abusoVale dizer que nesse dia o Ali estava com uma bela camisa da Siria e eu achei muito bonita. São coisas diferentes, camisetas do hamas é incentivo ao crime, camiseta da força aérea é uma homenagem a uma instituição legal de um país. Eles se dedicam a defender um povo e não atacar. Seria a mesma coisa que alguém tentar manter uma camisa do pcc e obrigar alguém a tirar a do exército brasileiro. Quanto a declaração do Ali, eu sei que ele não pensa assim, é um bom menino. É da idade dos meus filhos. Até já dei um beijo nele. É alawita, portanto muçulmano, mas não pode ver um bar.
responder este comentário denunciar abusoAcho que apenas o monte do templo e a mesquita devem permanecer como símbolo autônomo dos palestinos em jerusalem.
A legitimacão histórica da soberania judaica sobre Jerusalem é inequívoca: o número de argumentos racionais para defender esta soberania supera em muito os argumentos favoráveis a uma posse palestina. Seria desnecessário e cansativo discriminá-los aqui de tão óbvios que são.
O resto é teimosia.
Fui várias vezes à Jerusalem e vejo como requisito para a paz o entendimento de que os bairros palestinos e áreas judaicas na Jerusalem oriental deverão se tolerar, usando uma espécie de passaporte especial temporário de bi-nacionalidade para seus moradores até que o convívio afaste as diferencas.
Gustavo e comentadores.
Mesmo os simpatizantes mais fervorosos da causa palestina sabem da prerrogativa judaica sobre Jerusalem. Sobre todos os pontos de vista, os argumentos favoráveis a uma soberania israelense são mais racionais e intelegíveis que os argumentos dos pró-palestinos. Não é só porque eu quero assim, mas poque é um fato.
Fui diversas vezes à Jerusalem e penso que o monte do Templo e a Mesquita devam permanecer como símbolo autônomo e soberano da palestina. A solucão para os assentamentos e locais como a Universidade Hebraica na parte oriental passa pela criacão de um passaporte bi-nacional temporário para os os palestinos de Jerusalém e para os assentados na palestina-estado. Assim, com a convivência, as diferencas evanescerão.
Infelizmente vejo que em pouco tempo este texto pode se referir não mais apenas a capital do estado palestino, mas a todo o território da cisjordania.
É só trocar algumas palavras nesta frase:
Não dá geograficamente mais para dividir Jerusalém (cisjordania). Há uma série de bairros (assentamentos) judaicos no lado palestino
Triste
Fato! Aliás, eu até apostaria nisso..
Triste mesmo..
responder este comentário denunciar abusoBom dia a todos,
Gustavo,
A questão abordada no post de hoje é uma dos tópicos mais difíceis das negociações que serão reiniciadas. Afinal de contas, historicamente, cristãos, judeus, árabes e palestinos sempre guerrearam pelo domínio de Jerusalem. E esse sentimento de lugar sagrado pode, mais uma vez, ser óbice para a solução definitiva da peleja.
Concordo quando vc diz que a ” saída estaria em manter Jerusalém unificada e, apenas para agradar, como capital dos dois países. No caso, seria na prática de Israel e apenas simbólica dos palestinos, com a sede da Presidência na tradicional Casa Oriental – a administração permaneceria em Ramallah.”
Mas, acho que, se unificada, o mais lógico seria que os cidadãos nascidos em Jerusalem teriam dupla cidadania, não devendo existir obrigatoriedade da opção da nacionalidade. Sei que essa minha opniao é extramamente otimista, mas se assim acontecesse, surgiria uma nova geração de palestinos-israelenses que a longo
prazo minimizaria a segmentação da sociedade de Jerusalem.
Vamos aguardar os acontecimentos.
“Por este motivo, não sei por que dão tanta importância para a polêmica de Jerusalém ser a capital de Israel ou do futuro Estado palestino.”
Gustavo,
Voce sabe que sou tão religioso quanto voce, mas sabe também, pelo meu posicionamento na questão da mesquita no Ground Zero (ou perto, que seja), que prego o respeito ao sentimento alheio, que, se não for importante para mim, mas for muito para outro, devo ceder.
Tudo isso para dizer que: os judeus dão tanta importância para Jerusalém ser a capital de Israel por motivos religiosos principalmente, mas também históricos.
Quanto aos palestinos, parece tratar-se apenas de provocação, mas aceito ser convencido do contrário.
Como voce disse, na prática, Jerusalém já é a capital israelense e a capital de facto dos palestinos é Ramallah, ou seja, mesmo que não houvessem outros motivos, este seria mais do que suficiente.
Concordo em que negociações entre israelenses e palestinos, um lado terá que ceder na questão dos assentamentos (Israel) e o outro na dos refugiados (Autoridade Palestina) e, guess what, Israel já cedeu anteriormente na questão dos assentamentos!
Se os palestinos, alguma vez, cederam na dos refugiados, eu não fiquei sabendo, alguém aqui ficou?
Pois é MarioS, concordo que Jerusalém tem mais importância para os israelenses do que palestinos, e que, como o Gustavo disse, na prática, ela é a capital de Israel. Mas deve-se entender que grande parte da comunidade árabe/islâmica/persa vê a própria criação do Estado de Israel como a desapropriação de antigos donos da região por meio de uma decisão da ONU. E que, não se pode negar, antes de 48, Jerusalém não era dos judeus, independentemente se os antigos donos davam importância ou não à cidade. Isso para mim, já é argumento suficiente para contrariar qualquer posição que afirme que Jerusalém deve ser exclusivamente, ou majoritariamente, de Israel. (Não que você tenha dito isso)
responder este comentário denunciar abuso“E que, não se pode negar, antes de 48, Jerusalém não era dos judeus, independentemente se os antigos donos davam importância ou não à cidade. ”
Claro que não se pode negar Bigno, era dos ingleses. E antes disso dos turcos.
Percebe o que isto significa como argumento para contrariar qualquer posição que afirme que Jerusalém deve ser exclusivamente, ou majoritariamente de Israel? NADA!
A menos que voce esteja advogando a partilha com a Inglaterra e/ou Turquia, o que não acredito ser o caso.
Quando voce fala em antigos donos da região, está falando de quem, ingleses?
Grande parte, a quase totalidade, da comunidade árabe/islâmica (nem imagino o que os persas tem a ver com isto) sabe e afirma que a Palestina era o que hoje são Israel, Gaza, Cisjordânia E JORDÂNIA. Alguém aqui nega?
Pois bem, em 1922 80% dela foi entregue aos árabes/muçulmanos, e em 1947 metade DOS VINTE POR CENTO restantes aos judeus, que, veja só, eram 10% da população, fato também reconhecido grande parte, a quase totalidade, da comunidade árabe/islâmica.
Convenientemente alguns insistem em começar a contar a história a partir de 48. Por que não então em 68? Israel tinha aproximadamente 80 mil km2 sob seu domínio e hoje tem 20! Pronto! “Provei” que roubaram 3/4 das terras israelenses.
Como é fácil ficar apenas com os fatos que nos convem! Claro que não estou falando de voce Bigno, mas daqueles que decidem qual é o dia, mes e ano que em que a situação era a “correta”
Apesar de eu ter entendido o que você quis dizer, e com razão, ainda assim, não vejo como isso daria o direito à Israel de posse completa ou majoritária de Jerusalém.
responder este comentário denunciar abusoÉ claríssimo para mim que a legitimacão histórica de Israel sobre Jerusalém é milenar; mas, independentemente disto, Israel ganhou todas sa guerras que fizeram contra ele. Ninguém pensa no contrário: que Israel poderia ter perdido apenas uma guerra e não mais existiria. Pois as guerras contra Israel não foram para consolidar fronteiras ou reconquistar pequenos lugares sagrados, foram, isto sim, guerras de extermínio. Portanto, se há uma justificativa de poder e dominancia para Israel permanecer em Jerusalém isto inclui o prêmio por ter resistido aos exércitos de toda República Árabe Unida (RAU).
responder este comentário denunciar abuso“Alguns países, incluindo o Brasil e os EUA, possuem capitais que não são as principais cidades.”
Verdade, mas como curiosidade, o Brasil é caso único entre os latino-americanos (só não tenho certeza sobre o Equador)
Sem parar para pensar muito, acho que na Europa a Suiça é a única exceção.
MarioS,
Vale saber o que seria “principal cidade”. Seria pelo tamanho de população ou pela riqueza econômica?
Na Alemanha, Frankfurt é de longe a principal cidade econômica na Alemanha, apesar de ser menor que Berlim. Barcelona é o motor econômico da Espanha, o mesmo acontece com Milão na Itália.
.
Pior é a África do Sul, que tem capital legislativa, executiva e judiciária. E a principal cidade é Johannesburgo que não é nenhuma das capitais…
Abraços!
responder este comentário denunciar abusoIrlandês,
em relaçao a Barcelona vou ter de discordar de você. Barcelona nao é o maior motor econômico da Espanha. Nem sequer é a província com a renda per capita mais alta da Catalunha, que no caso é Girona. Barcelona é uma grande cidade, linda, cosmopolita, vanguardista, mas o motor econômico da Espanha continua sendo Madrid. E a regiao com o maior crescimento econômico, menor desemprego e melhor índice de desenvolvimento humano na Espanha, é Navarra, coisa que muita gente desconhece.
responder este comentário denunciar abuso“Vale saber o que seria “principal cidade”. Seria pelo tamanho de população ou pela riqueza econômica?”
Na maior parte das vezes as duas coisa caminham juntas Irlandes, mas no nosso caso Brasília não é uma coisa nem outra. Não vejo problemas nenhum em uma capital ser a maior cidade, a mais rica ou nem uma nem outra, minhas restrições a Brasília são outras, e muitas.
Outra coisa em que nos “destacamos” é na pouquíssima importância que o governo federal dá à cidade mais desenvolvida do país. Isto sim com certeza é caso único.
Irlandes,
Vou ter que discordar de você também em relação a Frankfurt. Frankfurt é o centro financeiro da Alemanha, mas nao o motor econômico.
As regiões mais fortes economicamente na Alemanha são Baden-Württenberg (capital Stuttgart) e a Baviera (capital München).
Mariana e Ingrid,
Tá certo. Concordo com vocês, pensei pouco para pegar os exemplos.
No caso de Madrid, confesso que fui traído pela beleza de Barcelona.. hehehehe Agora sobre Frankfurt, a região de Hessen é muito desenvolvida. Se pegar a região inteira, Ingrid, vc não acha que seria mais forte que a região de Munique?
Abraços e bom fim de semana!
responder este comentário denunciar abusoIrlandês,
realmente Barcelona é maravilhosa… mas minha paixao mesmo é a Andalucía (coisa de família). Pensando bem, os que estamos aqui na Europa poderíamos agendar um Chacraencontro qualquer dia desses, pois esses vôos da Ryanair têm um precinhos irresistíveis ![]()
Feliz fim de semana pra você também!
Gustavo, essa sua solução para Jerusalem é aceitavel, mas desde que não exista sede física para o lado palestino. Se é simbólico não pode ser real. Quanto ao Brasil a única capital de estado que não é a maior cidade é Florianópolis, e sim Joinvile. Uma das coisas que devem ser discutidas além de Jerusalem, assentamentos e refugiados é a história que se existir a palestina porque eles só aceitariam 2% de judeus em seu território e Israel tem que aceitar 20% ou mais de árabes. Lembro que estou falando dos nascidos em Israel e dos nascidos na cisjordania.
José,
de cabeça agora lembro que Vitória também não é a cidade mais populosa do Espírito Santo. E não é nem a segunda ou terceira.
Abraços.
Nao havera acordo.Pelo menos nao desta vez.E pelo que eu vejo o Hamas
nao vai concordar seja qual for o acordo.Portanto SONHOS DE VERAO………
O hamas já disse que não aceita acordo nenhum vindo de Abbas, e Abbas está estudando um plano para fugir da negociação. A única coisa que aceitariam é uma palestina da fronteira Libano/Siria até o Egito. Sem Israel é claro. O resto é histórinha para o mundo odiar os judeus.
responder este comentário denunciar abusoO Fabio tem a razão dele,pois antes de se negociar Jerusalem tem a questão de indenização de refugiados,estado palestino desmilitarizado com forças israelenses ou americanas no vale do Jordão para não virar um corredor de tuneis como na fronteira do Egito e Gaza,algo que o Hamas nunca vai aceitar.
E os judeus e israelenses só tem Jerusalem como a sua cidade sagrada, já os árabes tem Mecca e varios outros, e o muro e a mesquita são colados,não tem como dividir Jerusalem,isto é fato.
Se fosse para dividir algo, Jordania teve chances de dividir até 1967,e não o fez,ainda faziam o muro de mictório,e nenhum judeu cego ou aleijado podia rezar lá.
E não vi ninguem fazer esta pressão antes de 67 a favor de Israel ter o seu muro como hoje fazem para os palestinos terem as mesquitas.
Porque será ???
Já Israel na guerra de 67 na retomada de Jerusalem,perdeu centenas de soldados para não destruir as mesquitas e os lugares sagrados cristôens de Jerusalem.
Foi reconquista por metro por metro para poupar os lugares sagrados das outras religiõens.
Bem diferente do nosso muro sagrado que era o muro mijado.
É mais facil o Brasil fazer justiça com o Acre e devolver aos seus antigos donos.
Até o início do século XX o Acre pertencia à Bolívia. Porém, desde o princípio do século XIX, grande parte de sua população era de brasileiros que exploravam seringais e que, na prática, acabaram criando um território independente.
Em 1899, os bolivianos tentaram assegurar o controle da área, mas os brasileiros se revoltaram e houve confrontos fronteiriços, gerando o episódio que ficou conhecido como a Questão do Acre.
Em 17 de novembro de 1903, com a assinatura e a venda Tratado de Petrópolis, o Brasil recebeu a posse definitiva da região. O Acre foi então integrado ao Brasil como território, dividido em três departamentos. O território passou para o domínio brasileiro em troca do pagamento de dois milhões de libras esterlinas, de terras de Mato Grosso e do acordo de construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré.
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
O importante não é se Jerusalém Oriental será a capital. O importante é que Jerusalém Oriental seja desocupada. Só.
Infelizmente, se Jerusalém Oriental não voltar aos palestinos, a população árabe da cidade acabará toda expulsa e despossuída. Eu conheço pessoalmente gente que nasceu em Jerusalém Oriental e teve de ir embora só por ser árabe. Acho deprimente também uma cidade com um muro no meio, mas mais deprimente será constatar um dia que todos os palestinos foram expulsos de Alquds. Jerusalém Oriental voltar aos palestinos é essencial, não haverá acordo sem isso. Depois, eles decidem qual será a capital.
Isso, evidentemente, numa solução de dois estados, a qual não creio, de qualquer forma, que vá ocorrer — entre outras coisas, precisamente pelo status de Jerusalém. Em um único estado, realmente secular, realmente democrático, Jerusalém poderia ser ou não a capital; o importante é que todos teriam os mesmos direitos e ninguém teria suas terras desapropriadas com base em etnia e religião.
Chico:
Até 1967 Jerusalem era a Jordania ou a palestina ????
E que eu saiba quem tomou o muro que era dos judeus anteriormente foi a Jordania.
Se lá era palestina,porque os Jordanianos não cederam a terra aos palestinos,que jamais dividiriam com Israel e continuariam a urinar no muro ????
Só renunciaram a Jerusalem anos depois para os palestinos depois de atacarem Israel em 1967 e não querem jerusalem de volta para não ter os palestinos juntos.
A jordania tem horror a eles,o setembro negro que os diga.
E mesmo os palestinos sendo a maioria da Jordania,o Rei não tira o olho deles.
E em 67 a Jordania foi o unico pais árabe entre Egito e Siria que atacou Israel primeiro,pois cairam na conversa de Nasser que os judeus estavam sendo esmagados pelos tanques egipcios.
Acho que isto tudo deve ser levado em conta,pois quem entra num “cassino” arrisca levar todas as fichas da mesa ou sair duro.
Arriscar sem perder é só funcionario publico que brinca de greve e se não conseguir aumento,continua no emprego.
Não tem riscos,pois quem tem riscos, pensa 10 vezes antes de tentar.
A Jordania não pensou.
E se alguem tem algo a reclamar ou tratar sobre Jerusalem,podendo ter exito em algum tipo de arranjo é a Jordania.
É a Jordania que tem um tratado de paz com Israel e controla o Hamas com punho de ferros em seu pais.
Mais para ter o Kinder ovo jerusalem com a surpresinha dos palestinos dentro eles já correram fora.
Tanto que ninguem fala da Jordania num acordo de paz sobre a Cijordania e Jerusalem que foi território jordaniano até 1967,inclusive o muro que foi tomado de nós antes e nos proibiram de rezar lá.
E eu Francisco, conheço pessoalmente gente que nasceu no Egito e teve de ir embora só por ser judeu.
Compare agora o alarde que se faz, no mundo inteiro sobre os que voce conhece e os que eu conheço. Tirando o tópico recente do blog (e mais uma vez parabéns por levantar o assunto Gustavo) árabe nunca se ouve falar nada a respeito, já o caso que voce cita está todos os dias nos jornais e TVs.
Sou totalmente contra as duas expulsões, mas também sou totalmente contra fechar os olhos para uma delas. E voce?
Ah, e o Ali está correto. O mesmo argumento da “irreversiblilidade” pode ser aplicado não só a Jerusalém, mas a toda Cisjordânia. Eventualmente, os palestinos ficarão só com Gaza. Por isso, creio que a solução dos dois estados tenha se tornado inviável.
“O mesmo argumento da “irreversiblilidade” pode ser aplicado não só a Jerusalém, mas a toda Cisjordânia”
Francisco, Ali e Bigno,
Claro que o argumento pode ser aplicado, como pode também ser aplicado aquele que diz que Moisés não ouvia bem, e que Deus teria prometido aos judeus o Canadá e não Canaã, mas o importante é que NÂO FOI, não acham?
Fatos tem sua importância sim. Tirando meia dúzia de fanáticos religiosos, nenhum grupo de Israel, muito menos um governo NUNCA declarou algo nem ao menos próximo disso.
Já o oposto (toda Israel para os palestinos) é dito toda hora pelo mini-ditador que não tem nada a ver com a questão, faz parte da plataforma de um grupo no poder em Gaza.
Continuo achando que faz diferença o que uma minoria sem poder acha e o que um governo acha, voces por um acaso discordam?
Evidentemente que não é um fato, mas uma previsão. Talvez se confirme. Há de se concordar que existe a possibilidade.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, sei que voce e os outros que ca’ escrevem tem as melhores intencoes, alias, sonhar nao custa dinheiro.
Esse reuniao na proxima semana, ja esta’ destinada ao fracasso: o Bibi bem o sabe, o Abbas tb, o Obama, e todos os lideres mundiais sabem que nao vai sair nada dessa conversinha de encher linguica nem hoje nem nunca, pelos simples motivos: o que Israel quer, os refugiados arabes nao podem nos dar, e os que eles querem, nos de Israel nao podemos dar. Se o Abbas ficar doido (como aconteceu com o Rabin), de dar algo que a maioria do povo dele nao quer dar, tera’ um fim tragico: sera’ linchado pela propria populacao, o mesmo digo para o Bibi, e ambos sabem disso. Todos nos sabemos, que o que ambos quer esta’ tao distante, que e’ impossivel chegar a um acordo hoje ou nunca. Sejamos honestos: nunca sera criado um estado palestino, isso ja e’ uma luta perdida…
Infelizmente, os lideres mundias so colocam essa opcao as pessoas: a criacao de um pais palestino….
Também concordo.. não creio que veremos um Estado Palestino. Mas vejo isso como algo ruim, não bom. O que parte palestinos desejam é algo que os israeleneses não estão dispostos a ceder – sua própria existência (não no sentido de extermínio ÓBVIO!). O que, de certa forma, faz sentido: afinal, antes da ONU ter deliberado a criação de Israel, aquelas terras tinham outros donos.. qualquer acordo oferecido após isso sempre será prejuízo para os palestinos – talvez daí venha a recusa constante às propostas de Israel.
Enquanto isso não se resolve, Israel amplia ainda mais seus assentamentos, ultrapassando seu terrtório original de 48 e, naturalmente, os adeptos ao Hamas e ao terrorismo (termo que eu acho um ABSURDO – mas ok) crescem número e em intolerância.
Bigno, vc. ach acha o termo absurdo? Infelizmente não posso lhe convidar para uma pizza em Jerusalem. O muro impede isso hoje, mas gostaria de ve-lo tomando uma cervejinha e comendo e alguém explodir vc.e a sua familia. Qual a palavra que usaria para quem fez isso?
responder este comentário denunciar abuso“afinal, antes da ONU ter deliberado a criação de Israel, aquelas terras tinham outros donos.. ”
E que eram Bigno? Consulte mapas da Europa em 1913, 1919, 1941, 1946, 1988 e 2010.
Pesquise e nos informe quem é o legítimo no da Alsácia, de Gdansk (ou será Danzig?)
Por que o Tratado de Tordesilhas não está mais sendo respeitado? De quem nós brasileiros roubamos as terras a oeste do meridiano 370 léguas a oeste da ilha de Santo Antão no arquipélago de Cabo Verde?
E o Paquistão? Deveria ser devolvido aos ingleses? Ou quem sabe à India? Suas terras foram roubadas de quem?
O que me irrita, entristece, revolta é a postura de muitos em relação a Israel como se fosse um caso único, como se em nenhum outro lugar do mundo houvesse havido alteração de soberania sobre qualquer pedaço de terra.
Para eles MarioS, a partilha não ocorreu, eles não sabem que a ONU deu as terras para árabes e judeus e eles não quiseram. Simplesmente a ONU deu as terras só para os judeus. Vamos ter que ouvir isso para sempre. Como é que falava o Goebbels?
responder este comentário denunciar abusoolá gente, sou evangélico, posso dar opinião sem contaminações; não haverá paz real sem levar em conta a vontade de Deus, por mais incrédulos que as pessoas possam ser a história não deixa dúvida, o que está acontecendo faz parte do plano do Pai celeste,as Escrituras nos ensinam que Jesus voltará como o Messias, como os judeus esperam, sim o mesmo Jesus que foi rejeitado a 2000 anos atrás, pisará os pés no monte das oliveiras em Jerusalém, e todos o verão (obs: zacarias 14 todo o cap, destaque para v4, que trata especificamente de Jerusalém, por isto, posso afirmar que não será por via politica q se chegará a um acordo mas sim, pela intervenção do Deus todo Poderoso que com Jesus já interviu para a salvação do homem perdido, agora brevemente Ele aparecerá segunda vez como o Messias, esperado a 4mil anos, desde Abrãao, como Zacarias descreve de forma contudente,por isto, a importância de Jerusalém. No primeiro advento de Jesus Cristo as pessoas também estavam céticas, pois já havia passado muito tempo, e quando ninguém esperava Ele veio de forma tão inusitada que não o reconheceram,(Isaias 53ss,todo o capitulo), agora será com poder para mudar a história do homem e implantar o Reino de Deus, com Cristo governando o mundo e a capital deste Reino será Jerusalém, por isto a importância de Jerusalém,maranata, venha o seu reino querido Jesus. amém.
responder este comentário denunciar abuso“os adeptos ao Hamas e ao terrorismo (termo que eu acho um ABSURDO – mas ok) crescem número e em intolerância.”
Bigno, voce separou os adeptos do Hamas dos do terrorismo, isto é, não estabelece relação entre eles. Sem entrar no mérito desta afirmação, seu texto dá a entender que voce considera o termo terrorismo um ABSURDO de maneira absoluta, ou seja não deve-se aplica-lo a nada.
Mas palavras existem, tem um significado, e isto não é questão de opinião e terrorismo é uma delas, quer voce queira ou não.
Chamar ou não de terrorismo certos atos, pode-se discutir, mas nunca chamar o termo de ABSURDO.
Eu adoraria saber como voce chama o ato de sequestrar um avião e arremessa-lo sobre um edifício de escritórios. Ou sequestrar um navio e arremessar um idoso em sua cadeira de rodas ao mar. Ou ainda invadir um alojamento olímpico e assassinar atletas. Seria caridade? Bondade?
“Eu adoraria saber como voce chama o ato de sequestrar um avião e arremessa-lo sobre um edifício de escritórios. Ou sequestrar um navio e arremessar um idoso em sua cadeira de rodas ao mar. Ou ainda invadir um alojamento olímpico e assassinar atletas. Seria caridade? Bondade?”
Sugestão, antes de responder pense em como se sentiria se o edifício fosse na Paulista, se o idoso fosse seu pai, os atletas seus irmãos.
José Antonio, para mim não faz sentido porque – tenho certeza que vão me condenar por isso, mas ok – eu não vejo civis como ‘intocáveis’. Tudo bem que você não ve um americano do Sul pegando em uma arma e matando um iraquiano na rua. Mas talvez ele tenha apoiado a guerra e votado no Bush por causa disso. Isso o exime de culpa? Na operação “chumbo fundido” a maioria dos israelenses era a favor da invasão. Não há como negar que esses tem participação no que aconteceu. Então eu acho que terrorismo acaba sendo usado muito de forma pejorativa, uma vez que, apesar de não matar soldados, um “terrorista” também luta por uma causa (seja ela qual for). Eu nunca perdi alguém da família por causa de um ataque terrorista e não vou dizer que eu gostaria, mas da mesma forma que um ladrão que sempre esteve ferrado na vida pode matar um ente meu, um terrorista também “pode”, e quem sou eu para julgá-lo? Talvez se eu tivesse nascido em Gaza eu me juntasse ao Hamas. Ou se fosse israelense votaria com fervor no Bibi. Não tenho como dizer. Quer dizer que eu concordo? Pelo amor de Deus não! Eu não quero ver homens-bomba se explodindo por aí tanto quanto eu não quero ver soldados de Israel “invadindo” a Faixa de Gaza e etc – principalmente se houver pessoas da minha família lá. Agora, eu, José Antônio, não gostaria de ver você sendo explodido por um radical, ok?
MarioS faz muito sentido o que você falou. Mas existem casos e casos de alteração de soberania, uns fazem sentido outros não. Para mim, Israel, pela forma que o processo se desenrolou, não faz sentido para mim. E não tenho nada contra judeus ou religião alguma – eu não encaro os problemas do OM pela ótica religiosa. Em 1948 não havia, para mim, razão da criação do Estado de Israel. Não vejo o que o justifique. Confesso que quanto a essa região sou bem desinformado, mas estou dando minha opinião. O que vem a seguir da criação desse Estado são erros em cima de erros dos dois lados, geralmente um para corrigir o outro, o que dificulta muito encontrar quem tem a razão nesse conflito. (Se é que alguém de fato a tem..)
responder este comentário denunciar abusoVou ignorar as ironias desnecessárias MarioS. No meu post acima expliquei porque não concordo com o termo “terrorismo” e também disse que não gostaria que familiares meus fossem mortos. Mas eu não difiro as ações que você citou de uma guerra no Iraque, por exemplo. Também matam civis, também é injustificável – meu pai poderia tanto morrer num atentado a bomba quanto numa guerra.
Quanto ao Hamas e terroristas, a idéia que eu quis passar não foi uma separação entre eles, mas simplesmente abranger um grupo maior que o Hamas (ex: Hamas e outros ‘terroristas’ que existem no mundo). Dentro do que se entende por “terrorismo” hoje, o Hamas é sim terrorista, e muito. Só isso.
responder este comentário denunciar abuso“porém não aceito, pois isso se decorre devido ao roubo de terra palestinas por israel”
Caro, antes de ofender Israel de povo Ladrao, estude um pouco da historia da criacao das fronteiras de Israel.
1- Israel nao roubou nada de ninguem. Nosso territorio actual, porte foi cedido pela onu.
2- Outra parte foi comprada (sim, compramos!), por um preco bem grande. Muitos ectares de terra. Voces pegaram o dinheiro, e foram pra europa ou pras Americas. E agora querem a terrinha de volta?
3- Pensassem 2 vezes antes de comecar guerras. Perderam as guerras e as terras e querem de volta tb. Ou como que vcs acham que foram criadas a maioria das fronteiras de todos os paises do mundo? Sim, a grande maioria dele, tiveram que conseguir abaixo de sangue, mas pelo menos isso, temos a consciencia tranquila, pois nao ganhamos as terras comecando guerras, foram o lado muculmano que comecou a guerra.
Roubo é uma palavra muito forte mesmo. Mas quanto as guerras, era natural que os opositores à posição da ONU (que sinceramente, não serve para NADA nesse mundo) decidissem tomar ações pelas próprias mãos. Não devem ter planejado direito, dado o avassalador resultado das guerras. Ainda assim, isso não me parece conferir o direito ao aumento das fronteiras de Israel.
responder este comentário denunciar abusoEu sei que é utópico mas Jerusalém deveria ser uma cidade internacional, com gestão independente, capital do mundo. Um ícone da tolerância e da boa vontade entre os homens. Sem pertencer a ninguém e pertencendo a todos ao mesmo tempo
FabioNog,
Para nós brasileiros, defender esse conceito de internacionalização (de Jerusalem) é bem complicado, porque temos a nossa Amazonia que os usurpadores de plantão podem pleitear. Então, é bom agente ser solidário à soberania territorial israelense, por coerência, de não querer para os outros o que não queremos para nós.
Fabio,
Concordo, um lugar que, histororicamente, mostrou ter profunda simbologia religiosa para pessoas de diversos credos, deveria ser encarada como um espaço para todos.
responder este comentário denunciar abusoA meu ver, são situações muito distintas e incomparáveis. A Amazônia sempre fez parte do território brasileiro, nunca foi disputada, não há dois povos diferentes morando lá, não há história ancestral envolvendo sucessivas civilizações e não há qualquer tipo de demanda sobre ela. A idéia da internacionalização da Amazônia só existe na cabeça de ecologistas.
Já Jerusalém é uma cidade de imenso significado histórico e religioso, principalmente para as 3 maiores religiões do mundo. Um dos centros culturais mais antigos do planeta. Já foi conquistada e reconquistada por todo mundo. Tenho a impressão que é um dos lugares com maior mistura de código genético do planeta, tamanho o número de civilizações que por lá passaram e deixaram sua marca por milênios. É um território de interesse mundial
responder este comentário denunciar abusoPalmeirense, também concordo com a internacionalização da amazônia.
Meu deus, demos tanto valor a floresta quando alguem é acusado de querer controlá-la que não vemos que nós a estamos destruindo e que em poucos anos aquilo tudo pode virar plantação de soja e pastagem de gado.
responder este comentário denunciar abusoAli,
Propriedade / soberania não depende de cuidar bem ou não. A Síria cuida bem de Quneitra? Então a comunidade internacional pode ir lá e tomar? Se vc estiver aqui em SP e ver uma casa mal cuidada, isso te dá o direito de vc tomar posse, pq vc cuida melhor? E a propósito, se o Brasil decidir que vai plantar soja e criar gado na Amazônia, ela é nossa. Quem são os outros pra falar a finalidade que agente deve destinar pra ela? Eu posso apitar na Síria, falar o que ela tem que fazer ou não com seu território??? E quanto à internacionalização de Damasco, o que vc acha da idéia? Ninguém sabe cuidar melhor do que os EUA, então tá aí, vc está quase conseguindo fazer eu ficar à favor da internacionalização de Damasco, patrimônio histórico da humanidade.
FabioNog,
Alguns vão dizer que tem mais de dois povos sim, vão incluir aí meia dúzia de indígenas.
“É um território de interesse mundial”… No ponto, Fábio!
Eis a Jerusalém moderna: um local de interesse de todos com um desejoso avarento impaciente pela posse exclusiva para explorações turísticas e afins…
Concordo em parte com o Fábio, e em parte com o Palmeirense.
Jerusalém deve ser a capital de Israel e aberta para os povos de outras religiôes e a Amazônia é brasileira e os brasileiros deveriam se preocupar mais com o patrimônio ecolõgico que temos nas mâos. Até porque o futuro da terra depende muito mais da Amazõnia do que de Jerusalém…..
Palmeirense, você me entendeu errado.
O que quis dizer é o seguinte.. há muito mais pessoas reclamando que querem meter a mão internacional na amazonia do que pessoas querendo dalvá-la de nós mesmo.
Logo o sr lutará por um monte de soja e pastos… e é isso que quis dizer.
Sobre a soberania de Damasco, vou usar outro exemplo… Acho que o mundo deveria sim ajudar governos a ver a sua própria insanidade.
Se um dia a Síria, por qualquer loucura, quisesse destruir a cidade de Palmyra, ficaria muito feliz se a ONU impedisse de alguma forma esta loucura. Coisa que deveria ter feito com as estatuas gigantes de buda no Afeganistão.
Ponto final
responder este comentário denunciar abuso.
A importância de Austin está no fato de ser a cidade onde nasceu Stevie Ray Vaughan, e não se fala mais nisso!
Apoiadissimo
responder este comentário denunciar abusoO Paulo sabe das coisas ….
Muito bem, blues e nada mais.
responder este comentário denunciar abusoOi Gustavo,
Na minha cabeça Tampa era a capital da Flórida e não Tallahassee… Enfim, vivendo e aprendendo.
Quanto a não haver embaixadas em Jerusalém lembro que após a Resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU, oficializou-se a retirada das embaixadas estrangeiras de Jerusalém.
Abraços!
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Entreouvindo em Albany
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- Você sabia que África do Sul, possui três capitais?
- E onde elas ficam?
- Pretória é administrativa. Cidade do Cabo, legislativa e Bloemfontein, judicial.
- Grandes coisas, os palestinos e os israelitas também têm as suas.
- Como assim?
- A Palestina conta com Jerusalém, Ramallah e Meca.
- E Israel?
- Jerusalém, Tel Aviv e New York, né?
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heheh New York.. hehe excelente!!
responder este comentário denunciar abusoGustavo,
São três os lugares importantes para os judeus cuja compra está devidamente escriturada na Bíblia: a gruta de Machpelá (onde estão enterrados os patriarcas e, dizem, Adão e Eva), o terreno onde foi enterrado José (o vice-rei do Egito, filho de Jacó) e o terreno onde está Jerusalém. O primeiro, localizado em Hebron, foi comprado por Abraão, o segundo, em Shechem (hoje Nablus) por Jacó e o terceiro pelo Rei Davi. As transações são registradas com o nomes do comprador e do vendedor, com o preço e a localização das propriedades, e os livros são aceitos como base por muçulmanos também. Hebron e Nablus, como se sabe, têm maioria palestina. A gruta de Machpelá, ainda que não tenha sido profanada como o túmulo de José por ser Abraão ancestral dos muçulmanos, tinha acesso restrito antes de 67, assim como Jerusalém, onde os judeus sempre foram mal tratados pelo ocupante depois da expulsão pelos romanos.
A capital em si, talvez até pela importância dada pelo inimigo, sempre foi menosprezada pelos árabes, otomanos e ingleses, e só subitamente se tornou “a mais importante questão” quando os judeus a reconquistaram e desenvolveram, um pouco como a própria terra, aparentemente estéril, comprada pelos imigrantes judeus muito antes da criação do estado, que passou a ser cobiçada após mostrar-se rica e produtiva. Isso não invalida, é claro, as reclamações palestinas contra confiscos ilegais e outras injustiças perpetradas contra pequenos ou grandes proprietários. Quanto a Jerusalém, fica difícil sustentar a sacralização islâmica hipocritamente usada pelos laicíssimos heróis da Al-Fatah quando lembramos que o Muro da Lamentações, logo abaixo da mesquita Al-Aqsa era um monturo em épocas árabes.
Concordo com você. Ramallah é a capital de fato, e Jerusalém só está entrando na negociação como boi de piranha, bode na sala ou simples peão de xadrez. Num acordo final, servirá como base para maior ou menor indenização ao lado mais fraco.
Biblia agora é escritura de imóvel ?
responder este comentário denunciar abusoRicardo,
A Bíblia pode ser lida como livro de História ou mitos, como código de leis ou tratado de ética, como retrato de várias sociedades antigas ou proposta para novos sistemas políticos. Embora contenha as escrituras citadas com as devidas informações (obviamente em estilo distinto do que se lavra em cartório), ela não se resume a elas. Eu as mencionei apenas para usar a base comum das três religiões monoteístas e para contrapô-las ao discurso anti-israelense tradicional. Em outras palavras, não dá para se dizer muçulmano ou cristão e, por conveniência, rejeitar parte de um documento reconhecido como artigo de fé. Pode-se querer dividir Jerusalém, o que eu pessoalmente defendo com certas salvaguardas, mas não com base em suposta ilegitimidade ou inexistência do direito à propriedade legalmente adquirida. Quem não liga para a Bíblia pode desconsiderar toda essa linha de argumentação.
responder este comentário denunciar abusoEstá desconsiderado então : )
responder este comentário denunciar abusoAlberto, caso vc. não saiba a biblia está sendo usada para processar os judeus do mundo todo, baseados na fuga do Egito. Dizem que eles roubaram alguns pertences do faraó. Em contrapartida esses todos, nos quais me incluo podemos fazer uma ação trabalhista por 400 anos de salário não pago. Vão ter que vender as pirâmides.
Para vc. ver como os árabes agem. A biblia vale para eles reclamarem, para nós não.
E a biblia conta a história principalmente dos judeus. No Alcorão também é assim, lá, se fala mais dos judeus do que dos árabes. E se valer, no Alcorão também diz que as terras são dos judeus. Mas desta vez eles escondem esta passagem.
Tenho uma idéia parecida com a do Fábio Nog nesse sentido. Acho que por Jerusalém ser motivo de disputa, principalmente por razoes religiosas, deveria ser uma cidade neutra. Também para todos os cristaos do mundo, Jerusalém é uma cidade sagrada. Tel Aviv continuaria continuaria sendo a capital de Israel e Ramallah a capital da Palestina. Jerusalém seria como um “santuário” com direito de visita de todos, mas ao mesmo tempo, nao pertencendo à ninguém. E como a cidade já tem seu lado ocidental israelense e seu lado oriental palestino nao creio que houvesse grandes conflitos.
Como diz o Gustavo, os moradores da cidade poderiam escolher sua nacionalidade, e penso que isso deveria se feito de acordo com sua ascendência familiar. Outra questao importante é o controle demográfico e urbanístico, pois sendo uma “cidade-santuário” nao pode ter um crescimento descontrolado, pelo bem da cidade e dos moradores que já estao ali estabelecidos. Poderia ser governada conjuntamente por israelenses e palestinos e quem sabe contar com a ajuda de um país neutro (que nao tem de ser EUA ou nenhum país árabe). Jerusalém se tornaria um autêntico símbolo de paz para todos.
Mariana, Jerusalem já é livre para todas as religiôes, não tem nada para mudar. Ela só não foi livre durante a administração muçulmana ( Jordânia ). Os judeus não podiam ir na parte oriental e os muçulmanos destruiram as sinagogas. Além de fazerem do Kotel ( Muro das lamentações ) o seu mictório publico, parecido com o que acontece em Salvador, Bahia. Quando Israel a tomou em 67 teve que reconstruir tudo, existe videos dessa fase. Não pense que era bonita como hoje, era uma cidade destruida e ninguém se importava com ela. Os árabes dão tanto valor a ela que em 20 anos que a dominaram, jamais um lider deles foi até lá. Aliás existe uma parte dela proibida, a deles, quem não for muçulmano não pode ir a esplanada das mesquitas e muito menos entrar nelas. Israel deu a administração para eles. O que fizeram? Aqui só nós entramos. Vc. acha que vamos dar essa parte da cidade para eles ou internacionaliza-la? Não poderiamos ir no lugar mais sagrado do judaísmo. Neste lugar está o 2o templo, e em cima dele Al Aksa e o domo da Rocha. Só neste exemplo dá para ver que eles chegaram depois e aproveitaram a ausencia de poder judaico na cidade. Culpados, os romanos. Os ladrões como falam, existem,mas não estão do lado judaico.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio,
por essas razoes que você indicou, continuo achando que ao ser Jerusalém uma cidade neutra, nao lhes restaria aos palestinos outra opçao que ceder o direito de ir e vir de todos e a todos os lugares. Teriam de demonstrar realmente sua boa vontade de concórdia e respeito pela religiao dos outros. Eu nao sou muçulmana, mas posso entrar na mesquita aqui em Madri e em qualquer cidade espanhola ou européia. Por quê nao teria o mesmo direito de fazê-lo em Al Aksa? Agora se a esplanada das mesquitas de Jerusalém é um lugar tao negado aos “infiéis”, pelo simples fator religioso, estao demonstrando uma intolerância total aos demais povos e dizendo que sua luta é apenas religiosa. Ano passado estive por 2ª vez no Vaticano e observei como muçulmanos “cobertos de pés à cabeça” entravam no “templo sagrado dos católicos”, mas ninguém lhes negou a entrada por “infiéis”. Consenso e paz exige que cada um ceda de ambas partes e respeite a crença do outro, mas para isso os palestinos também teriam de fazer sua parte abrindo a esplanada das mesquitas aos israelenses, pois aquele é um lugar sagrado para ambos.
responder este comentário denunciar abusoFábula, meu caro José Antonio(10:48), é o que contam do Moisés batendo cajado para abrir mar e outros bolodórios inanimados de povo eleito sobre um local que nunca teve império davídico…
Independente de o profeta ter ou não subido aos céus de lá, o que importará é o fato de os palestinos estarem ali fortes e seguros pela futura capital palestina: Jerusalém, capital de todos que estiverem morando lá, mas não os que plantam o terrorismo estatal sobre a população. Vai te acostumando com a divisão numa boa… Com a cuca bem fresca.
David fundou a cidade como ela é vista hoje, queira vc. ou não. Se quer mudar a história e isto o conforta, ótimo para vc. Os judeus não usam a travessia do mar vermelho para querer alguma coisa, portanto sua comparação não faz sentido. Assim como mudaram a história de Isac e Ismael no Corão. A história é a mesma na Torá e na biblia cristã. Mas o profeta que viveu 2000 anos depois é que sabia. Tá bom
responder este comentário denunciar abusoPra mim, que não engulo essas historietas de livros escritos por tribais religiosos para favorecer grupos, vai ficar bom quando a gente tirar suas máscaras…
responder este comentário denunciar abusoMohamad,
Seria melhor vc se acostumar com a idéia de que Jerusalém não será dividida.
responder este comentário denunciar abusoPaulo: como assim?
“Seria melhor vc se acostumar com a idéia de que Jerusalém não será dividida”…?
Eu devo tomar sua frase acima como ameaça? Ou vc só pode estar brincando de radical…
Você disse:
“Vai te acostumando com a divisão numa boa… Com a cuca bem fresca.”
E eu disse:
“Seria melhor vc se acostumar com a idéia de que Jerusalém não será dividida.”
E completo:
Vá te acostumando com a idéia numa boa!kkkkkkk
Ameaça? Quem falou de ameaça? Está delirando? Não ameaço ninguém. Cuca fresca, meu.
responder este comentário denunciar abusoGustavo, boa linha de pensamento. Nâo tem como tirar Jerusalém de Israel, e dividir esta cidade que é tâo cara à história das religiôes, sobretudo para o judaismo e cristianismo, seria mais um erro histórico.
Acho que está mais do que na hora dos palestinos e árabes aceitarem que Jerusalém pertence ao mundo, e por isto (voltando ao tema dos brasileiros que viajam muito ultimamente…) vejo muitos grupos de evangélicos indo visitar Jerusalém, e se fosse dividido seria , uma terra do lá de lá muculmano e do lado de cá judeu e cristão.
Israel também deveria aceitar isso. Que Jerusalém é uma cidade “do mundo”.
Afinal, devido à grande importância da cidade para diversas religiões que o Tratado de Partilha da Palestina propunha que a cidade tivesse administração internacional.
O que, infelizmente, parece não ser mais viável.
Obrigado.
responder este comentário denunciar abusoVc. está certo Tiago, mas esqueceu o que aconteceu. Os árabes em 48 tomaram Jerusalem, eles não respeitaram essa internacionalização, por que Israel deve respeitar? Quando eles deixarem todo mundo visitar Meca, talvez possam reclamar.
O Vaticano e Jerusalem nas mãos israelenses são livres para todo mundo. Se vc. for ou não muçulmano vai poder entrar nas duas, em Meca só se for muçulmano.
Prezado José Antônio, só posso responder sua pergunta com a minha opinião, sobre porque Israel deveria respeitar os termos do Tratado: porque é a Lei. O mesmo Direito que determinou a criação do Estado de Israel determinou a divisão de Jerusalém. Portanto creio que isso deveria bastar.
A não ser, claro, que os outros pontos do Tratado como a divisão da cidade e a criação do Estado palestino sejam “frutos de obscuros interesses anti-judeus, anti-sionistas, anti-israelenses, anti-semitas, anti-(insira seu jargão preferido aqui).”
Não obstante concordo inteiramente com o sr. quando diz que os árabes tiveram seu papel nos sucessivos golpes de espada desferidos contra a paz na região. Na minha opinião está claro que os países árabes que cercam Israel pouco se importam com os palestinos. Mas não são os erros deles que devem justificar as transgressões de Israel.
Obrigado.
responder este comentário denunciar abusoDe todas as estas capitais citadas, a capital que gera polêmica é sem dúvidas Jerusalém.
Só pelo fato de países não reconhecerem já dá para fazer uma idéia.
Jerusalém indivisível, é capital de Israel “apenas” para Israel.
Sim, Mohamed, a reciproca serve igualmente para as suas crencas.
Pois pra comecar, Jerusalem nem e’ mencionada no alcorao, e em segundo esse mesmo profeta que nao fez milagre nenhum, supostamente dialogou com seu profeta na mesquita de oman, mas claro, na minha opniao isso nao passa de uma fabula tambem.
Jerusalem vai ser a capital da Palestina na semana seguinte em que Brasilia for a capital do Paraguai.
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Os palestinos tiveram toda a eternidade do mundo, por mais de 1000 anos para fazer de Jerusalem a sua capital, não fizeram (aliás não fizeram porque nunca existiram “palestinos”, foram inventados na década de 60 pela OLP). Tiveram a chance novamente em 47 quando a ONU fez a partilha, não fizeram. Agora uma coisa é certa: quem não tem competencia não se estabelece; ou, quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Simples assim? Danem-se eles e fazemos nós? E eu que ainda me pergunto porque será que aquela região não tem paz de jeito nenhum….
responder este comentário denunciar abuso“Simples assim?”
Não Bigno, antes fosse!
Quem não soubesse nada sobre o assunto e lesse este tópico, certamente pensaria: puxa vida, se os malvados israelenses ao menos concordassem em dividir Jerusalém, a paz viria, com certeza!
Voce com certeza não tomou conhecimento do assunto OM com este tópico, mas parece não saber que Jerusalém já esteve dividida! Parte para Israel e parte para Jordânia/palestinos/árabes/muçulmanos (só por aí já da para ter uma boa idéia sobre quem são os maiores culpados por aquela região não ter paz de jeito nenhum)
Conclusão de quem se compadeceu pelo fato dos palestinos não terem parte de Jerusalém: nesta época com certeza havia paz, Israel era aceito pelos vizinhos, viviam todos em harmonia, um verdadeiro paraíso.
O danem-se eles decorre do fato de que com Jerusalém dividida, Israel era atacado, como é hoje, com Gaza ocupada era atacado, como é hoje.
E existem muitos (e governando paises e regiões) dizendo claramente: não importa o quanto Israel ceda, continuaremos em guerra (se voce não sabe quem são, pergunte que eu conto)
Portanto Bigno, pode parar de se perguntar porque será que aquela região não tem paz de jeito nenhum, é porque alguns exigem o suicídio israelense para que isto aconteça.
“Simples assim?” Não Bigno, antes fosse!
Quem não soubesse nada sobre o assunto e lesse este tópico, certamente pensaria: puxa vida, se os malvados israelenses ao menos concordassem em dividir Jerusalém, a paz viria, com certeza!
Voce com certeza não tomou conhecimento do assunto OM com este tópico, mas parece não saber que Jerusalém já esteve dividida! Parte para Israel e parte para Jordânia/palestinos/árabes/muçulmanos (só por aí já da para ter uma boa idéia sobre quem são os maiores culpados por aquela região não ter paz de jeito nenhum)
Conclusão de quem se compadeceu pelo fato dos palestinos não terem parte de Jerusalém ao saber da “novidade”: nesta época com certeza havia paz, Israel era aceito pelos vizinhos, viviam todos em harmonia, um verdadeiro paraíso.
O danem-se eles decorre do fato de que com Jerusalém dividida, Israel era atacado, como é hoje, com Gaza ocupada era atacado, como é hoje.
E existem muitos (e governando paises e regiões) dizendo claramente: não importa o quanto Israel ceda, continuaremos em guerra (se voce não sabe quem são, pergunte que eu conto)
Portanto Bigno, pode parar de se perguntar porque será que aquela região não tem paz de jeito nenhum, é porque alguns exigem o suicídio israelense para que isto aconteça.
Apesar de eu ainda não concordar com você MarioS, seu argumento faz muito mais sentido. Minha indignação fica com a agressividade do HenriqueS e de muitos outros comentários aqui no blog. Quem lê sem a sua explicação fica, com certeza com uma imagem ruim. De você, agora, eu somente discordo, o que é muito diferente do que eu acho do HenriqueS, por exemplo.
responder este comentário denunciar abusoParem de se preocupar com arabes e judeus, naquela região vivem pessoas, seres humanos que têm o direito de se organizarem em vilas, cidades e paises. Façam daquilo um Pais. Cada pessoa um voto, como no Brasil (grande pais esse, O nosso). Aquele minusculo terreno é impartilhavel. Esse negócio de dois estados não vai dar certo nunca. Anotem. Não vai dar certo nunca. Essa vai ser mais um frustrada tentativa. O que dária certo? um pais, duas linguas oficiais, cada homem um voto. O nome: Israletina, ou Pale(i)srael. Esse conselho vale para Turquia tembém que ao mudar seu nome para Turcurdia, e aceitar a lingua curda como co-oficial, acabaria com seu problema. Esse negocio de dois povos dois paises e pura besteira. Veja a Suiça, 4 (quatro) povos um só pais. E dá certo. O que não dá certo é a pratica do racismo do ‘apartaid’ e da xenofobia. O planeta Terra não percente a ninguem mais doque a alguem. Abaixo o Imperialismo, o Colonialismo o Racismo, a Xenofobia. Viva a diversidade cultural, linguistica, comportamental.
existe uma probabilidade de 0,01% de mudar o status quo de Jerusalém bem como do resto do Oiente próximo (Israel, Palestina, Gaza, Líbano, Siria) nos próximos 10 anos… portanto vamos tomar umas cervejinhas e refrescar a cuca…
Até 1967 os lugares sagrados de Jerusalém estavam depredados e eram inacessiveis, principalmente aos judeus. Com a unificação e administração israelense “todos” tem acesso a tudo, como tem que ser numa democracia por respeito a todos.
Por isso concordo com o Chacra.
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Jerusalem deveria cercada e internacionalizada sob administração da Disney, pares de Mickeys e Minies de quipá, turbantes e burcas receberiam os visitantes de todo o mundo… claro que ainda restaria a briga da divisão da bilheteria… menos mal!
Ali,
Desculpe, mas a Catarina tocou num ponto crucial. Não foi ele nem muito menos eu que disse:
“E deus que livre de algum muçulmano mais fervoroso ler suas palavras.. isso inflama a irá de qualquer um e é inutil para quem quer qualquer coisa se nao trazer mais mortes…”
Já foram feitos filmes, livros e peças ofensivos aos cristãos e aos judeus, e as reações foram completamente diferentes das contra os cartoons.
Mais uma vez desculpe, mas alguma explicação tem que haver, é impossível ser coincidência dadas as inúmeras repetições do fenômeno.
Uma das comédias mais engraçadas que eu já assisti, A Vida de Brian, faz várias piadas com Jesus e nada aconteceu, o filme do Mel Gibson (esqueci o nome) foi execrado pelos judeus e não passou disso.
Algo está profundamente errado e isto é muito preocupante.
Essa sua resposta é ridicula, só de lembrar das pichações de soldados que invadiram a cisjordania e Ghaza com ódio aos muçulmanos, ofendendo essa religião.
Mas isso o sr não lembra.. não creio que seja ignorância, creio que seja oportunismo lembrar de uma ou outra coisa.
Novamente, parabens
responder este comentário denunciar abusoRidícula ou não Ali, continua o mistério: porque quem faz piadas com o judaismo, o cristianismo, o budismo, etc não corre o risco de ser assassinado mas com o islamismo sim.
Voce insiste em dizer que é uma minoria, e eu concordo, claro, mas é impossível não haver uma explicação para que este tipo de minoria só apareça em um grupo religioso.
Pegue um exemplo recente do Gustavo, o das torcidas organizadas. Voce não acharia no mínimo estranho se somente uma delas praticasse atos de violência? Eu sim.
Sinceramente, não vejo porque um assunto que começou falando da ironia de capitais de conhecimento não tão expressivo não serem as capitais de seus devidos estados e Estados e tomou isso como base para tratar mais “simbolicamente” a questão de Jerusalém como capital, independente de religião ou não nacionalidade, gerou tanta discussão.
“Por acaso você está falando que o problema de jerusalem e da palestina é simplesmente religiosa? Já deveria ter aprendido que não.”
Por favor, não tragamos religião aqui. O problema sempre de levar o assunto Jerusalém é porque lembramos de nossas veias religiosas. Se o problema não é tão religioso como disse, por que tocou no assunto várias vezes?
“Eu conheço pessoalmente gente que nasceu em Jerusalém Oriental e teve de ir embora só por ser árabe.”
“Eu conheço”, “já ouvi falar” e “alguém que eu conheço conhece” mostra, muitas vezes, casos isolados, não regras.
“porém não aceito, pois isso se decorre devido ao roubo de terra palestinas por Israel”
Frases como essas são totalmente desnecessárias, por mostrarem um conhecimento superficial do assunto e acabar “semeando a discórdia”.
Então, por que não debater o tema de uma forma mais neutra, evidenciando proposições pacíficas entre os povos, sejam eles qual forem, seja sua religião pessoal qual for, seja qual lado (se preferir assim) vc estiver. Não é uma capital de extrema importância para praticamente todos? E sua “simbologia” não é pacífica?
Pois então…
Jerusalém é reclamada como pátria por ancestralidade pelos sionistas desde a criação do Estado de Israel. Todos os crimes subsequentes derivaram dessa injustiça inicial. A saída é fácil e bem democrática: é só usar o atributo onde o povo é que vai exercer a soberania e determinar o status final dessa cidade. Plebiscito já!Ou seja, lançar mão de ações que atendem aos interesses populares. Isso é a tão propagada democracia ocidental. É o povo no poder.
Gustavo, como ficou aquela resolução da ONU de Jerusalém ser uma cidade administrada pela ONU?
Obviamente não sou o Gustavo para responder, hehe, então só comentarei. Particularmente acho que essa seria a melhor decisão, a mais justa e correta, é o que previa originalmente o Tratado de Partilha.
Penso que apenas legitimar o poder de Israel sobre Jerusalém, “a capital eterna e indivisível do povo judeu”, é cuspir na legislação internacional, a que Israel, teoricamente, estaria subordinada como todas as outras nações.
Obrigado.
responder este comentário denunciar abuso“Jerusalém deveria ser uma cidade internacional, com gestão independente, capital do mundo“.
E quem seria(m) o(s) gestor(es) Fabio?
“Jerusalém deve ser a capital de Israel e aberta para os povos de outras religiôes”
Já é aberta para os povos de outras religiôes.
Quem quiser saber um pouco mais sobre (in)tolerância, sugiro consultar sites de turismo sobre Jerusalém, daqueles que não se envolvem em disputas políticas e nem querem. Ficarão sabendo, como eu fiquei, que nas orientações sobre como/quando visitar o Santo Sepulcro, não aparecem referências, nem muito menos restrições a esta ou aquela religião. A mesma coisa acontece em relação ao Muro das Lamentações.
Já quando se busca o mesmo tipo de informação sobre a Mesquita de Al Aqsa, sim, referências e restrições.
Fenômeno similar acontece em relação a cidades consideradas sagradas ou sedes da grande maioria das religiões: eu, judeu, posso ir ao Vaticano, Belém, Nazaré, Varanasi, Anuradhapura, Lhasa ou Salt Lake City, mas não a Meca.
Alguém mais acha isto estranho? Perturbador? Sintomático?
Não tenho a resposta, Mario. A idéia de uma Jerusalém independente é a de mudar a forma como judeus e muçulmanos olham para ela e retirar um imenso problema da pauta de negociação entre as duas partes.
Eu veria Jerusalém como uma espécie de cidade-estado. Os administradores seriam eleitos pela própria população. Como esta população se divide entre árabes e judeus, provavelmente haveriam candidatos de ambos os lados. Que poderiam rotacionar no poder a cada dois anos
Se for para partir pra esse caminho, terá de ser criado um detalhado estatuto de cidade independente. Não é fácil mas a aceitação desta idéia por parte de israelenses e palestinos tiraria um problema da frente
responder este comentário denunciar abusoMarioS
“Alguém mais acha isto estranho? Perturbador? Sintomático?”
Eu acho. E o brasileiro que acabou de ser deportado do Egito por divulgação de material religioso? Isso que eles fazem é provocação na cara dura, um tapa na cara de toda a civilização ocidental que prega a tolerância religiosa.
quarto as pessoas ao escrever algo deveriam se informar melhor e nao entrar na conversa de pessoas que se passam aqui de bem informados e fazem o trabalho sujo de desinformar as pessoas o santo sepulcro qualquer um pode visitar por nao estar sob guarda do exercito sionista e por ser a maior visitaçao e alavanco ao turismo israelense e e vigiada e guardada por forças palestinas de segurança
quanto al aqsa pra quem nao sabe e o mario s como um bom judeu que e sabe esta sendo feito um trabalho para desalojar a mesquita de la como ? atraves da politica de ocupaçao sionista,cavando ao seu redor fazendo a area mais sensivel e vuneravel
Trabalho sujo mohamad kadri faz quem nega o óbvio, quem distorce a realidade e introduz dados não só falsos, e que mesmo se fossem verdadeiros não teriam NADA a ver com a questão.
Voce sabe muito bem que é MENTIRA, não esta sendo feito nenhum trabalho para desalojar a mesquita de la, e este é o dado falso.
Mas digamos que fosse verdade, restaria explicar porque Meca é inacessível aos infiéis, porque posso ir ao Vaticano, Belém, Nazaré, Varanasi, Anuradhapura, Lhasa ou Salt Lake City, mas não a Meca.
Não duvido nada que voce encontre uma maneira de culpar Israel e/ou as IDFs por isso. Repito: as cidades sagradas de TODAS as religiões menos uma são abertas a todos e as desta uma NÂO. .
Chacra, valeu a tentativa, mas seu plano ainda está bem incompleto. Quem
vai controlar o direito de ir e vir e de residir em Jerusalém? Os residentes de
Jerusalém que optarem pela cidadania palestina e forem estudar no Exterior,
vão poder voltar para casa depois? Hoje em dia, não podem. Um morador da Cisjordânia que tiver algo a tratar na parte árabe de Jerusalém, vai poder entrar
e sair livremente da cidade? Se um palestino qualquer arranjar um emprego
na parte árabe de Jerusalém, vai poder se mudar para lá? A questão de onde
fica a capital talvez seja apenas simbólica, mas a questão da soberania é bem
real. A alternativa a não dividir a cidade é as duas partes aceitarem a resolução
da ONU de 1947: administração internacional.
Toscano, agora é tarde, os judeus aceitaram, os árabes não. O mundo não anda para tras, quando se perde uma chance não adianta chorar. Ela se foi.
responder este comentário denunciar abusoGostaria de saber se a Jordania aceitaria a Cijordania de volta, e o Egito ter Gaza de volta,tudo territorialmente como antes da guerra de 1967,com toda responsabilidade sobre a segurança dos locais e suas populaçôens,assim como responsabilidades de saude,educação,etc….
Vocês sabem qual seria a resposta ????
E o porque da resposta ???
Observem o nome :
Cijordania, que é West Bank.
Ci JORDANIA, o nome já diz tudo, que é a Jordania,pais que atacou Israel em 1967 por medo de Nasser ou acreditando que ele estava esmagando os israelenses.
Derrepente some esta história,some a Ci JORDANIA,e aparecem os palestinos,e Israel é um alienigena que vem do espaço atacar os pobres palestinos do nada,como no filme do “dia da independencia” que naves alienigenas atacam os americanos e o mundo simultaneamente do nada.
Não se pode falar ou entender a história sem olhar para traz,e queimar os livros pré 1967.
1, “Verdade, os outros países não reconhecem e ainda mantêm as suas embaixadas em Tel Aviv. Mas o próprio Lula se reuniu com Netanyahu em Jerusalém e isso de uma certa forma já pode ser considerado reconhecimento.”
Errado. Tecnicamente não existe reconhecimento tácito em Direito Internacional Público. Pode ser considerado sim como mais um “constrangimento”.
2. “A saída estaria em manter Jerusalém unificada e, apenas para agradar, como capital dos dois países. No caso, seria na prática de Israel e apenas simbólica dos palestinos, com a sede da Presidência na tradicional Casa Oriental – a administração permaneceria em Ramallah. Os moradores, independentemente da religião, poderiam optar pela cidadania que preferissem – palestina ou israelense. Com o direito de trabalhar em qualquer lugar da cidade.”
O problema está nos detalhes: “simbólica”, o que significa? É preciso garantir que nenhum governo fanático irá destruir a Esplanada das Mesquitas, sob qualquer pretexto, já que seria território israelense. Quem reconhecerá o direito de os Palestinos trabalharem ou de Israelenses empregarem? As mesmas autoridades que não liberam o habite-se para eles, permitindo as sucessivas demolições de casas e o despejo de famílias, crianças, idosos?
Hoje defendo o Estado binacional, com Israel anexando de uma vez terras e pessoas. Não acredito mais na solução de dois Estados. O tempo para isso já passou.
3. Faltou mencionar o direito de indenização dos refugiados Palestinos, nos mesmos moldes que a Alemanha indenizou as vítimas de sua luta pelo seu “território vital”. Como seria o pagamento?
Haga, quem disse que as indenizações alemãs tem alguma coisa a ver com as palestinas? Vc. mistura banana com laranja. Os alemães mataram aqueles a quem indenizaram. As indenizações não foram por terras. Para ser igual os israelenses teriam que matar quase todos os palestinos. Comparar o holocausto com o caso palestino é ignorância ou sacanagem. Mas se formos discutir indenizações acho que os árabes teriam que gastar mais dinheiro, pois os judeus expulsos dos países árabes eram donos de terras e empresas. O mesmo não acontece com os palestinos que não eram donos das terras, apenas arrendatários. Aos donos nós já pagamos. Sairam com caminhôes de dinheiro rumo a europa e USA. Temos crédito nessa história, e muito.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antônio, nem toda indenização se refere a propriedades, direitos, obrigações e coisas materiais. Elas têm um efeito minimamente compensatório de danos morais, relativos à expulsão de sua pátria, viver em campos de refugiados, danos psicológicos, físicos, emocionais etc. Os goym também são gente, quer se negue isso ou não, seja por ignorância, seja por sacanagem.
responder este comentário denunciar abusoMarioS,
Eu também conheço pessoas que foram expulsas do Egito, aliás algumas pessoas bem próximas. Conheço pessoas que foram expulsas da Turquia, da China, da Índia e até da Finlândia. E nada disso justifica que essa outra pessoa que conheço não possa voltar para sua terra natal em Jerusalém. E quem é que fez estardalhaço sobre os árabes de Jerusalém Oriental? Quem é que sabe que a população árabe de lá está sendo desapropriada, exceto pelas pessoas que são muito interessadas no assunto?
Quanto à Cisjordânia, acho que estás desinformado sobre o que “fanáticos” do lado israelense digam. É normal. Tenho um amigo muçulmano que fica supreso sempre que lê alguma barbaridade dita por um fundamentalista islãmico; nem lhe passava pela cabeça que alguém pensasse aquilo. Pois é, infelizmente, tem gente doida para tudo, inclusive para advogar chacinas de não-judeus e para dizer que todos os palestinos têm que ir embora ou que têm de ser jogados no mar. E, de qualquer forma, ações falam mais que palavras: a Cisjordânia palestina está diminuindo a cada dia, e a Cisjrdânia israelense só cresce. O que eu deveria concluir a partir disso? Que o governo de Israel não quer a terra da Cisjordânia? Acho que não. ![]()
Abs,
Francisco
“E quem é que fez estardalhaço sobre os árabes de Jerusalém Oriental?”
Francisco,
Eu poderia dar dezenas de exemplos, e se voce fizer realmente questão, vou faze-lo, mas por enquanto cito apenas o boicote a produtos israelenses, que dizem os organizadores é por causa dos assentamentos. Nunca ouvi falar em nenhum gesto semelhante por causa da outra expulsão. Não estou blefando, pode ter certeza, exemplos não faltam e caso duvide, recorra ao Google.
Pesquise expulsão judeus paises árabes e depois expulsão palestinos Israel. Pode variar o quanto quiser, substituir paises árabes por Egito, Israel por Cisjordania, os números falarão mais alto.
ola gustavo,
e o encontro dos leitores de nyc?
grande abraco,
vinicius
“e isso de uma certa forma já pode ser considerado reconhecimento.”
E é? um acha, milhões não! Você está mais explicito na defesa do errado.
“Não dá geograficamente mais para dividir Jerusalém. Há uma série de bairros judaicos no lado palestino”
Oi! se estão do lado palestino é de Israel? As vezes o nó dá até no cérebro de quem defende o lado errado.
É a mentira repetida várias vezes até virar verdade.
Gostaria muito de saber se os defensores das invasões de terras por Israel (sob o pretexto do crescimento natural da população), também defendem as do MST (sob o pretexto de reforma agrária).
Pra mim é tomar terra alheia do mesmo jeito. Quem toma dos outros é bandido, ou não é mais?
MarioS
O que eles querem e’ um goy qualquer (de preferencia anti-semita), mandando e desmandando. E sabem porque eles querem isso? Porque isso causaria uma guerra civil tao grande, que talvez nem se compara ha algumas guerras civis que Israel teve antes do reinado de David.
Qualquer governante judeu sabe: dividir ou intercionalizar Jerusalem, seria guerra civil na certa. Alias, vou vos dizer uma coisa. Qualquer exigencia que Israel acate da comunidade internacional para a criacao de um tal pais que nunca existiu na historia, sera’ guerra civil na certa.
larissa
QUem disse que o problema de Jerusalem nao e’ religioso? Se alguem te falou isso e vc acreditou vc foi enganada. Talvez nao seja 100% religioso, mas que e’ quase 100% religioso, isso e’!
Sejamos realistas, e contem-se com a realidade. Jerusalem e’ exclusiva do povo Hebreu, e’ uma questao de tempo para que Eretz Yisrael seja restabelecida. Se isso nao acontecer, Hashem falhou em suas promessas!
Messenger,
Israel já foi restabelecido!
Eh, parece que vc vai ter que levar Hashem ao Procom…
responder este comentário denunciar abusoEu sou judia, tenho parentes que moram em Israel e vem me dizer que é um assunto religioso?
Por favor, os problemas só existem, porque tentam levar para o lado religioso da questão.
Ambos os interessados tem uma caráter histórico, que não precisa estar atrelado ao religioso ao formar uma posição, mesmo que os momentos na história tenham coincidido ou acontecido com os importantes na religião.
Eu estou enganada e vc diz que Jerusalém é exclusiva do povo hebreu?
Acho que é hora de rever seus conceitos sobre as outras religiões e povos. Porque vc está muito enganado.
Caro Chacra, ótimo tema.
Sei que é utopia, mas para mim o ideal seria se juntasse todo o territorio que inclue Israel e Palestina e se criasse um estado unico chamado de Jerusalem onde Israel e Palestina seriam cidades desse estado assim como Tel Aviv, Ramalah, Gaza, etc.
Seriam obrigatorios nas escolas os idiomas arabe e hebraico e o sistema de governo seria dividido entre judeus e arabes cristãos e muçulmanos, e portanto todos os locais sagrados poderiam ser frequentados pelos dois povos a qualquer momento.
Para mim seria a única forma de acordo sobre Jerusalem.
Abraço Chacra e estou com dor de cabeça devida a goleada sofrida por nosso time ontem.
“Abraço Chacra e estou com dor de cabeça devida a goleada sofrida por nosso time ontem.”
Ainda não acostumou???? Não criou anti-corpos?????
Jerusalém já é a cápital Israelense, cabe aos Palestinos deixarem ela apenas como uma cidade sagrada e abandonarem a idéia de torná-la capital.
Para que haja paz é necessáio concessões, mas acabei de ler no Hareetz, onde a ANP falava que Jerusalém é inigociável. É difícil dialogar com quem não quer o diálogo sinceramente, e é o que parece com os Palestinos.
Sou CONTRA, MUITO CONTRA, TOTALMENTE CONTRA, ABSOLUTAMENTE CONTRA a divisão de Jerusalém!!!!!!!!!!!!!!
Alguém aqui neste Blog já visitou Jerusalém nos últimos ANOS ou nas últimas SEMANAS?
Em 2002 visitei Jerusalém pela primeira vez. A parte nova da cidade é muito linda, arborizada, dinâmica, moderna, etc.
Quando visitei a Cidade Velha (ou seja, a Cidade Histórica e Murada que é dividida em Bairro Cristão, Bairro Judaico, Bairro Armênio e Bairro Árabe) achei tudo muito bonito e histórico, principalmente quando me deparei com o Kotel (Muro das Lamentações).
Mas, quando dei a volta ao redor das muralhas e passei em frente a Porta dos Leões e fui adentrando na parte árabe vi com que “amor” eles (palestinos) cuidam da parte deles….o Muro da Cidade Sagrada virou um mictório ao céu aberto, lixos entulhados, parte do muro queimado, um NOJO!!!!!!
Será que é desta meneira que eles cuidarão da cidade?
Em 2007, voltei a visitar a cidade. O lado Judaico da cidade muito bem cuidado e policiado.
Novamente fiz a volta ao redor da cidade Antiga, e passando em frente das Portas de Jafa, Sião, Montouro, Nova…tudo limpinho, com gramas verdes, árvores bem cuidadas.
Na parte árabe é outra história: na frente da Porta Dourada tem um cemitério árabe horroroso! Lápides quebradas, mato por todos os lados…eles não cuidam.
Depois passei em frente a Porta dos Leões e fui olhando o muro até chogar a Porta de Damasco.
A situação está pior que em 2007. O cheiro de urina é insuportável, o lixo jogado aumentou, os muros com sinais de fogo.Um desleixo! Adentrando um pouco a parte Oriental percebi o mesmo desleixo, uma bagunça, pouquíssimas árvores, sujeira…
DUVIDAM? COMPREM UMA PASSAGEM E VERIFIQUEM COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS!!!
Aí eu pergunto: Se Jerusalém Oriental for entregue para os palestinos, será que eles vão aprender a amar a cidade e a cuidar das ruas, árvores? Será que vão dar valor a cidade que eles a consideram santa? Ou vão continuar mijando no muro?
Mês passado estive lá novamente, a coisa vai de mal a pior (na parte árabe). Os turistas ficam deslumbrados ao visitarem Jerusalém Ocidental, mas quando eles se aproximam da parte árabe, passam apressadamente (pois é horrível e fedorento).
O único lugar de administração árabe que é bem cuidado é o Har-haBait (Esplanada das Mesquitas), onde se encontram as mesquitas de Omar e Al-Acsa. Lá é tudo limpinho e bem cuidado.
Concluindo:
1)se vc duvida , venha e veja com os próprios olhos;Uma vergonha para os palestinos!
2)descrevi a situação na divisa da parte oriental e ocidental da cidade (no trecho onde se localiza a Cidade Velha e Histórica de Jerusale’m). Se as outras cidades na cisjordânia são bem cuidadas eu não sei, pois nunca adentrei território palestino e nem posso.
Enfim:
Jerusalém, Capital Única e Indivisível do Estado e Israel.
“Enfim:
Jerusalém, Capital Única e Indivisível do Estado e Israel”…
O amigo pensa que vai tomar Jerusalém com uma pregação dessas?!!
responder este comentário denunciar abusoPois é Mohamad,
O que vc me diria da situação atual e do desleixo dos palestinos em relação a Jerusalém, hein?
Ah, não estou pensando em tomar Jerusalem com a minha pregação (até porque nem é preciso). O que falei é a realidade, nua, crua e horrorosa.
Vc já esteve aqui? Aposto que não.
Eu moro aqui em Israel, e as vezes (quando vou visitar a Cidade Santa) me deparo com aquela poluição visual do lado oriental. É só isso.
responder este comentário denunciar abusoRepito, Jerusalem vai ser a capital da Palestina, Cisjordania, West Bank (como queiram), uma semana depois que Brasilia se tornar a capital do Paraguai. Aliás uma coisa que ninguém fala é que a capital dos palestinos deveria ser Aman, na Jordania.
Uma cidade bem bonita para os palestinos. Mas acho que o reizinho e sua mulher palestina não vão querer. Já tiveram que matar muitos para salvar a pele.
responder este comentário denunciar abusoVou resumir a minha opinião citando um diálogo no fim do filme ” A CRUZADA”
Ao tomar Jerusalém Salahadim conversa com o cruzado e este pergunta: O que é Jerusalem?
Salahadim responde:
Jerusalém não é nada……..após 2 segundo vira e continua….. e tudo!!!
Brilhante!!!!!
José Antonio, como você pode dizer que os árabes nunca se interessaram por Jerusalém? Eles vivem na cidade há séculos e seria impossível você fazer uma generalização dessas. E, atualmente, está claro que se interessam pela cidade. Além disso, os árabes (cristãos e muçulmanos) a querem como capital por questões demográficas. Tanto que insistem apenas na parte Oriental. Quem a quer inteiramente é Israel e, literalmente, por questões religiosas ao afirmar ser a capital do povo judaico, coisa que os palestinos nunca fizeram
Catarina, conforma o Ali escreveu, você generaliza 1 bilhão de muçulmanos
José Antonio, Baruch Goldstein e Yigal Amir mataram em nome da religião judaica. Sem falar em diversos terroristas na época da criação do Estado de Israel que atuavam na Gang Stern
José Antonio, os palestinos não existiriam? Isto quer dizer que os milhões de habitantes da Cisjordânia teriam sido eliminados do mapa, Nablus não existiria, nem Belém, nem Ramallah? Você defende o genocídio?
Ali, eliminei o comentário do leitor que te atacava
MarioS, não é mesquita e tampouco no WTC
José Antonio, a sede física seria a Casa Oriental, para a Presidência da Autoridade Palestina
José Vasconcelos, existia pressão sim dos palestinos para ficarem independentes da Jordânia até 1967. Ainda assim, eles tinham cidadania. Em Israel, não. Portanto, até 1967, os palestinos viviam sob ocupação, mas com cidadania. Depois, passaram a viver sob ocupação de Israel, mas sem cidadania
Gustavo, Stern, Palmach e Haganah não eram religiosos e lutavam contra os ingleses e não contra os árabes, com os ataques constantes aos judeus tiveram que se defender.
Comentário sobre as terras
a maioria dos agricultores árabes trabalhava em terras de grandes proprietários, num regime de locação, em troca de 35% a 60% da produção anual. A presença dos kibutzin, as fazendas coletivas de imigrantes judeus (que provavelmente são a mais concreta implementação dos ideiais comunistas já feita, tanto que foi copiada em alguns aspectos pela ex-URSS e pela China), onde todos trabalhavam livremente, com os lucros da produção beneficiando a todos, ameaçava o poder local desses proprietários de terras, que temiam que os felahim, os agricultores, fossem influenciados pelos judeus e se revoltassem.
A maioria da população árabe, uma boa parte da qual integra hoje em dia a massa de refugiados que convencionou-se chamar de “palestinos”, já que nunca houve uma Palestina, é formada de imigrantes de países vizinhos que foram para a região atrás das oportunidades oferecidas pelos imigrantes judeus e depois fugiram das guerras. A população árabe da região era de 260,000 habitantes em 1882 e chegou a 840,000 em 1931, um aumento de mais de 220% em menos de 50 anos. Por que eles imigraram para um lugar que não tinha nada? Será que tiveram todos esses filhos? A causa foi os judeus que estavam trabalhando a terra. A população árabe das maiores cidades cresceu estrondosamente na década de 30: 87% em Haifa, 61% em Jafa, 37% em Jerusalém, fora as comunidades agrícolas fundadas e o aumento de 25% da participação de árabes na indústria. Ainda que tenham sido cometidas injustiças contra a população local nos primeiros anos da imigração judaica, os benefícios à população árabe mais do que compensam essas injustiças: Em 1920, 70% dos árabes muçulmanos da região viviam da agricultura, no regime de locação que citei anteriormente, não possuiam qualquer tipo de instalação sanitária, menos de 2% das crianças frequentavam escolas.
Gustavo, vc. entendeu errado sobre os palestinos. Claro que existiriam, mas não com esse nome. Existiriam os árabes comuns como qualquer outro. Os palestinos foram criação da liga árabe e de Arafat, ele mesmo um não palestino e sim egipcio. Não são um povo diferente
responder este comentário denunciar abusohttp://www.theglobaleducationproject.org/mideast/info/maps/palestine-1878-1927-map.jpg
responder este comentário denunciar abuso“Além disso, os árabes (cristãos e muçulmanos) a querem como capital por questões demográficas”
Como é que é Gustavo? O fato de ser capital faz com que caiba mais gente? Por que tem que ser a capital?
“José Antonio, Baruch Goldstein e Yigal Amir mataram em nome da religião judaica. Sem falar em diversos terroristas na época da criação do Estado de Israel que atuavam na Gang Stern”
Gustavo,
Voce realmente não ve nada de estranho no fato de que quem publica um cartoon ou um livro considerado ofensivo a uma religião ser ameaçado de morte? Duvido.
Não ve realmente nenhuma diferença entre o que aconteceu com Mel Gibson, ou seja, nada e com Theo Van Gogh, assassinado?
Será possível que voce atribua à coincidência o fato de as ameaças e atentados em “reação” a obras consideradas ofensivas são SEMPRE praticados por membros da mesma religião?
É mais do que claro que se trata de uma pequena minoria (sei disso Ali), mas ela SÓ existe em um lugar.
Voce citou Yigal Amir e eu pergunto: onde está ele hoje? Voce por um acaso duvida que se Baruch Golstein tivesse sobrevivido estaria preso?
Este é o ponto fundamental e todo mundo sabe disso, mas alguns, não podem reconhecer (não é o seu caso Gustavo).
Nenhum país do mundo consegue impedir um maluco de agir, nenhum mesmo, mas poucos deixam o maluco impune e menos ainda são os que o exaltam.
Finalizo com o exemplo do Bin Laden. Ele arquitetou um atentado em que morreram 3 mil pessoas e um GOVERNO recusou-se a entrega-lo.
Alguém consegue sequer imaginar Israel, Brasil, França, os EUA, Inglaterra, Itália, Austrália, etc, fazendo o mesmo?
Malucos são malucos, malucos com apoio de governo são perigosos, malucos NO governo são perigosíssimos.
Fico pensando em qual seria minha reação caso um, sei lá, boliviano revoltado por causa do Acre, matasse 3000 brasileiro e a Argentina o abrigasse e se recusasse a entrega-lo.
Gustavo, ele escreveu sim , MAS é impossível acreditar que 1 bilhão de muculmanos sâo terroristas como também é impossível dizer que 200 milhões de brasileiros sâo corruptos e chegados ao “jeitinho”.
Ali, leia as suas palavras : ISSO INFLAMA A IRÁ DE QUALQUER UM E É INUTIL PARA QUEM QUER QUALQUER COISA SE NAO TRAZER MAIS MORTES…”
No resto, faça das palavras das palavras do MarioS as minhas e ponto.
responder este comentário denunciar abusocomo evangelico e estudante deste tópico posso dar opinião sem contaminações; não haverá paz real sem levar em conta a vontade de Deus, por mais incrédulos que as pessoas possam ser a história não deixa dúvida, o que está acontecendo faz parte do plano do Pai celeste,as Escrituras nos ensinam que Jesus voltará como o Messias, como os judeus esperam, sim o mesmo Jesus que foi rejeitado a 2000 anos atrás, pisará os pés no monte das oliveiras em Jerusalém, e todos o verão (obs: zacarias 14 todo o cap, destaque para v4, que trata especificamente de Jerusalém, por isto, posso afirmar que não será por via politica q se chegará a um acordo mas sim, pela intervenção do Deus todo Poderoso que com Jesus já interviu para a salvação do homem perdido, agora brevemente Ele aparecerá segunda vez como o Messias, esperado a 4mil anos, desde Abrãao, como Zacarias descreve de forma contudente,por isto, a importância de Jerusalém. No primeiro advento de Jesus Cristo as pessoas também estavam céticas, pois já havia passado muito tempo, e quando ninguém esperava Ele veio de forma tão inusitada que não o reconheceram,(Isaias 53ss,todo o capitulo), agora será com poder para mudar a história do homem e implantar o Reino de Deus, com Cristo governando o mundo e a capital deste Reino será Jerusalém, por isto a importância de Jerusalém.
Quanto a levar em conta as escrituras,a muitos argumentos de sua verasidade;hitoricos, geograficos,apologeticos,arqueologicos,proféticos,o proprio Senhor Jesus Cristo citou a diaspora dos judeus eo seu retorno,no final do tempo do governo humano, leia mt,cap;24;(todo capitolo), poisto não importa oque eu acho + sim a vontade de , Deus e aqueles q a resitem resistem a soberania de Deus,+ uma pergunta: alguèm conhece outro livro que comessou a ser escrito a 3.500 anos atras, eainda em nossos dias continue sendo o + lido,e q tenha passado por todos os tipos de provas,me de só um exemplo,se poderem achar,para ficar aqui pois este tema é longo, disse Jesus Cristo: “passara o céu e a terra as minhas palavras não hão de passar” vem Senhor Jesus.
Como existem muitas pessoas que comentam no blog e não tem a minima noção da história, podem ir a este site que melhorarão substancialmente a sua cultura.
http://politicageral1.blogspot.com/2010/08/para-entender-israelenses-x-palestinos.html
Boa dica, Jose Antonio! Passei no endereço… É de uma insuspeição total. Nele vc pode ter uma aula de como enviesar historia a favor da estrela do Davi…
responder este comentário denunciar abusoCaros blogueiros
Um tema para discussão.
Israel sempre demonizado como intransigente está tomando a dianteira nas negociacões de paz, mesmo que estimulado pelos americanos.
Netaniahu, o tal direitista que a esquerda clama como imperialista, propõe encontros quinzenais sem pré-requisitos. O hamas acusa os palestinos que querem a paz como traidores. Outro dito fascista, Ariel Sharon, saiu unilateralmente de Gaza e continuaram as ofensas contra Israel.
Se os palestinos minarem mais esta iniciativa, como fizeram com Barak, qual o futuro da palestina? Qual a superioridade moral dos palestinos, como supostas vítimas, dalí para frente?
Eles querem que seja capital porque moram lá e há mais tempo do que quase a totalidade dos israelenses. Obviamente, podem ser parte de Israel. Mas alguma coisa precisam ser
Paulo Amorim, atualmente Jerusalém é parte de Israel e administrada pela prefeitura israelense. Os árabes locais, em sua maioria, não tem cidadania e não podem votar. Quem não faz o recolhimento de lixo e deixa a sujeira é a prefeitura. Talvez este seja um dos motivos de os palestinos quererem se separar
MarioS, bobagem dizer que quem faz piada corre o risco de ser assassinado. Veja os stand-ups muçulmanos que são a grande moda da comédia em Nova York. Entre no youtube e coloque Dean Obeidallah
“bobagem dizer que quem faz piada corre o risco de ser assassinado.”
Pode ser Gustavo, mas quem sabe deveriamos consultar Kurt Westergaard?
(CNN) — Danish political cartoonist Kurt Westergaard hid in a “panic room” inside his home as a man wielding an ax and knife cracked the glass in the home’s front door, Danish police said Saturday.
Lars Vilks?
CNN) — The Swedish cartoonist whose depiction of the prophet Mohammed as a dog has elicited death threats was the object of an attempted attack Tuesday at Sweden’s Uppsala University, police said.
Theo Van Gogh? Ups, este não dá mais.
(Folha) O diretor de cinema, cronista e escritor holandês Theo van Gogh, 47, foi assassinado nesta terça-feira em Amsterdã.
Theo van Gogh é diretor de “Submission”, filme que suscitou grande polêmica recentemente na Holanda sobre o Islã. Depois de “Submission”, o cineasta passou a receber ameaças e andava com proteção policial.
Segui seu conselho Gustavo, e não só o Dean Obeidallah como Ahmed Ahmed e Aron Kader são muito engraçados, mas não encontrei (ouvi uma meia dúzia de vídeos) nenhuma piada sobre religião, nenhuma mesmo.
Sobram as sobre Bush e, mais ainda, sobre o preconceito contra muçulmanos, ou seja, eles realmente não correm risco algum, mas não tem nada a ver com o que eu falei.
Chacra,
Com certeza Jerusalém é administrada pela prefeitura israelense, e a coleta de lixo é feita em ambas as partes com a mesma eficiência e frequência. Aliás a administração do atual prefeito, Nir Barkat, tem sido bem melhor que seus antecessores. Jerusalém está mais bonita, florida, limpa e moderna do que a alguns anos atrás (a parte ocidental é óbvio).
O segredo da limpeza é a manutenção. O que adianta a prefeitura limpar a parte oriental de Jurusalém, instalar lixeiras e caçambas de lixo, se os moradores preferem jogar o lixo no chão e aos redores das caçambas? Sim, venha aqui e verás, é incrível a capacidade de alguns palestinos de estragarem a paisagem ao redor dos muros.
Aliás, se vc viesse aqui e ficasse sentados uns 30 minutos na calçada que liga a Porta dos Leões a Porta de damasco , vc veria o costume e sujeira deles.
Quanto a mijar nos muros da Cidade santa e queimar lixo do lado do muro, sem comentários!!! Ou será que isto é sinônimo de santidade para eles.
Talvez este seja um dos motivos pelo qual religiosos e até alguns de esquerda (que apóiam a criação do estado palestino, mas são contra a divisão da cidade) não quererem se separar.Já pensou no cheiro do outro lado da cidade se a administração deles não for eficiente?
responder este comentário denunciar abusoMarioS,
Quem lançou a campanha de boicote foram os próprios palestinos. É óbvio que eles o farão em relação à sua causa, e não a outras.
Eu acho curioso que faças essa comparação, porque me parece que ocorra exatamente o contrário. A história mais divulgada no Ocidente é que os árabes expulsaram os judeus, enquanto que a expulsão de árabes por Israel só há pouco começou a ser realmente divulgada.
Mas de qualquer forma, isso foge ao assunto que eu coloquei inicialmente: é fato que os palestinos estão sendo expulsos de Jerusalém, e a menos que Jerusalém Oriental seja desocupada, parece-me óbvio que eventualmente todos acabarão tendo de sair de lá. Esse é um dos motivos pelos quais os palestinos não deveriam jamais desistir da causa da desocupação da parte oriental da cidade.
Francisco Junqueira,Nao estamos expulsando ninguem,so estamos expandindo
a Cisjordania,e muito diferente,se esta certo ou errado,veremos.
Gustavo,ERRADO,a prefeitura nao recolhe o lixo no lado oriental,ou seja,ARABE,
porque os ARABES em Israel nao PAGAM IMPOSTOS.Ai e o PONTO.
Nao ha outra explicacao e nao ha mais duvida.
Acho que Israel já percebeu como é fácil deixar tudo como está mesmo com o aparente desejo dos palestinos em mudar a situação.
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Os palestinos são muito sensíveis a momentos de instabilidade como um ataque (contra eles), um disparo (contra eles) e nessas situações a primeira coisa que fazem é suspender o diálogo. Suspendem o diálogo e esse só retorna depois de alguns anos de “calmaria”.
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Uma nova tentativa de diálogo esta marcada para iniciar semana que vem nos EUA e Israel já esta planejando um ataque contra as armas do Hezbollah estocadas na Siria. Certamente os palestinos vão querer sair da negociação, e Israel “resolve” dois problemas de uma vez, ou troca um problema pelo outro.
Jerusalém é inegociavel isso é prego virado e batido, os palestinos deveriam aproveitar a oportunidade pra ter seu Estado. Fiquei pasmo quando souber que Olmert ofereceu 93% da cisjordãnia e 5% de Israel e os lugares sagrados de Jerusalém eos arabes recusaram!!! Gustavo vc sabe qual motivo pra uma besteira dessa ser cometida? BURRICE OU O DESEJO INSANO DE TER 100% DA TERRA E ISRAEL SER TRANSFERIDO PRA UMA PALAFITA NO MEDITERRÂNEO?
Ainda acredito que esta solução, ou parte da mesma, passe por um Irã forte e nuclear!!!! Sem equidade de forças, não haverá justiça neste imbróglio!!!!!
O tempo esta passando. Tic, tac, tic tac…
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