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Guga Chacra

21.setembro.2011 06:41:58

De 1947 a 2011 – O Brasil na criação de Israel e da Palestina

no twitter @gugachacra

Assim como nesta semana em Nova York, a questão da Palestina também dividiu as Nações Unidas 64 anos atrás, quando muitas das lideranças no poder atualmente eram crianças ou sequer haviam nascido. Foram 33 votos a favor, 13 contra e dez abstenções na votação da Partilha, que culminou na criação do Estado de Israel.

Entre os que não apoiaram a divisão, além dos países árabes, estavam nações como a Grã Bretanha, Grécia, Turquia, Argentina, China, México, Colômbia, Chile e Cuba. Mas Estados Unidos e União Soviética, que eram as duas grandes potências da época, defendiam a partilha da Palestina histórica em um Estado judaico e outro árabe.

Como Moscou e Washington, o Brasil também se posicionou a favor da divisão. E um dos grandes responsáveis pela aprovação da partilha que culminou na criação do Estado de Israel foi o embaixador brasileiro Osvaldo Aranha, que presidiu a sessão histórica da Assembleia Geral da ONU. Sem os esforços do diplomata brasileiro nos dias que antecederam o voto, talvez os judeus não tivessem conseguido o reconhecimento do Estado judaico na comunidade internacional.

Devido a pressões dos americanos e soviéticos, Aranha, segundo reportagem do New York Times de 30 de novembro de 1947, pediu para que a ONU “não aceitasse adiar a votação e aprovasse de imediato a partilha, não levando em conta esforços dos países árabes para um acordo”.

Uma das propostas, segundo Thomas Hamilton, que escreveu o artigo para o New York Times, era retornar a questão para o Comissão Ad Hoc sobre a Palestina, levando em conta as sugestões árabes. Estes países eram contra a divisão do território em dois países, argumentando que os árabes eram maioria mesmo no Estado judaico.

Os argumentos apresentados não convenceram Aranha, que tinha crença na solução de dois Estados. Camille Chamoun, embaixador do Líbano junto às Nações Unidas e que viria a ser presidente libanês, tentou se reunir com o diplomata brasileiro para pelo menos adiar a votação, mas foi ignorado. No fim, o embaixador do Brasil entrou para a história e hoje dá nome a um kibutz e a uma praça em Israel.

Apesar deste papel na votação da partilha, o Brasil não reconheceu imediatamente o Estado de Israel quando este proclamou a independência em maio do ano seguinte. O reconhecimento aconteceu apenas em fevereiro de 1949, com reclamações do Egito. Em resposta ao Cairo, o Ministério das Relações Exeteriores brasileiro afirmou ter tomado a decisão “depois de muitos países e não seria correto não reconhecer Israel”.

Os árabes talvez tivessem mais sorte se outra nação da América Latina estivesse na presidência da Assembleia Geral. O Chile, com uma das maiores comunidades palestinas da diáspora, alterou a sua posição depois de pressões internas. O PRI mexicano, assim como Juan Domingo Perón, na Argentina, mantinha boas relações com o mundo árabe. Cuba vivia um hiato dentro da ditadura de Fulgencio Baptista, sendo governado pelo populista Ramon Grau San Martin.

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Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

O jornalista Gustavo Chacra, correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

Comentários (195)| Comente!

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195 Comentários Comente também
  • 21/09/2011 - 07:35
    Enviado por: HenriqueS

    Gustavo, acho que faltou voce dizer que a Assembleia da Partilha que criou Israel criou também a Palestina.
    .
    A Palestina foi criada pela ONU em 1947; se não se consolidou foi por decisões dos árabes. As dificuldades eram de todos, árabes e judeus. Uns priorizaram as enxadas enquanto outros priorizaram as armas.

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  • 21/09/2011 - 07:36
    Enviado por: Fabio Nog

    Isso está em linha com o meu pensamento, que eu externei ontem aqui. A votação foi apertada, havia divisões no plenário, muita negociação de bastidor, muita gente não ficou feliz, veio uma guerra logo depois, mas Israel surgiu e está aí até hoje. Vai acontecer a mesma coisa com a Palestina.

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    • 21/09/2011 - 11:06
      Enviado por: Paulo

      .
      Se os atuais lideres israelenses fossem espertos negociariam com o bode que já está na sala para perder o mínimo possível, porém vc como estrategista/consultor sabe muito bem que esperteza não é artigo que esteja sobrando na praça…

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  • 21/09/2011 - 08:11
    Enviado por: LSC

    Prezado, Gustavo, onde está a justiça (não peço imparcialidade, pois não acredito ser possível. É claro para onde tendem os sentimentos,e isso não é crítica. Porém, pelo menos justiça perante os fatos devemos tentar ter). O teu post de hoje é muito tendencioso. Ao lê-lo, ficamos com a impressão de que a votação da AG de 1947 foi para criar o Estado de Israel. Vc mesmo fala da partilha, portanto “os esforços do diplomata brasileiro nos dias que antecederam o voto” não foram para o reconhecimento de Israel e sim para o reconhecimento de dois Estados. Tanto que o Brasil, por não ver isso realizado ainda demorou para reconhecer Israel.

    “Os árabes talvez tivessem mais sorte “- Por que mais sorte? Sorte teria tido o mundo se eles tivessem aceito a partilha e a criação do Estado árabe ao lado de Israel.

    Infelizmente, o que vemos hoje – conflitos e a necessidade, agora sim, de uma votação específica para o reconhecimento de um Estado árabe – é fruto dessa não aceitação. Não é fruto da existência legal de Israel.

    É compreensível, mas a comparação que vc faz não cabe. São votações diferentes em situações diferentes. 1947 não foi uma votação para o reconhecimento de Israel. De maneira simplista, em 1947, a situação da região era a de territórios que estavam sendo divididos após os mandatos europeus. Todos os habitantes da região eram palestinos, independente da etnia, origem ou religião. Decidiu-se então por uma divisão. Uma parte, recebeu o que se tornou a Jordânia. Essas pessoas deixaram de ser palestinas e passaram a ser jordanianas. Outros, deixaram de ser palestinos para serem libaneses e sírios. E os que sobraram? O que sobrou? Sobrou uma pequena porção de terra que a ONU resolveu dividir em dois Estados – um para os judeus e outro para os árabes. Infelizmente, em vez da criação de dois Estados, veio a guerra e, hoje, aqui estamos, às voltas com o tema, com a sensação errada de que se trata de uma continuidade ou repetição, quando, na verdade, trata-se de um ato unilateral. Uma das partes levanta-se da mesa de negociação para pedir o reconhecimento de sua posição por uma entidade superior.

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    • 21/09/2011 - 09:15
      Enviado por: Gustavo Chacra

      LSC, eu escrevi claramente que era uma partilha para a criação de um Estado judaico e outro árabe. Acho que você não prestou atençao no texto

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    • 21/09/2011 - 09:30
      Enviado por: DrHub

      LSC ,

      A mídia lamentavelmente chama de Palestina Histórica o lado ocidental do Jordão e ignora a história nas sua argumentações .

      Palestina Histórica são ambos os lados do Jordão ,o que incluia o que hoje é a Jordânia.
      Selos do período com mapas atestam esse fato . Há várias ilustrações na internet e em vários textos .

      A Jordânia foi o estado árabe decorrente da 1ª divisão da Palestina , pelo Mandato Britânico no âmbito da Liga das Nações e no trem da auto-determinação dos povos.
      Essa é a parte ignorada da história , desde 1920 , começando com San Remo mas para quem não sabe ,hoje deslegitimizar o caráter judaico de Israel é considerado antissemitismo nos EUA e UE .

      Voltando , [e daí o revisionismo sionista ( Jabotinsky)que enxerga a Jordânia como a nação árabe da partilha da Palestina .

      O rei Abdullah sabe disto .Não é a toa que assassinou milhares de palestinos quando tentaram tomar o poder à força na Jordânia.
      Mas como o negócio em pauta é outro , montar uma nação palestina na Judea e Samaria é uma das fases do putsch islâmico total : Destruir Israel .Está no plano de fases da OLP .

      Veja as bandeiras ( pavilhões nacionais )da Jordânia e da AP : parecidas não ?

      Mas li que a votação da Palestina será adiada. Veja a diferença básica :

      O Povo de Israel era unido em torno de uma causa. Não é o caso Palestino .

      Guerras à vista.

      Infelizmente para todos .

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    • 21/09/2011 - 10:03
      Enviado por: HenriqueS

      LSC, tive a mesmissima impressão que voce. Para mim o texto não ficou claro que a Partilha decidiu igualmente pela criação de Israel e da Palestina. Isso esta evidente ao final do primeiro e do terceiro paragrafos, quando se aborda a questão como se fosse unilateral.

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    • 21/09/2011 - 10:12
      Enviado por: DrHub

      LSC ,

      Veja um link interessante e bem creditado , sobre a história desde 1920 :

      http://www.jcpa.org/JCPA/Templates/ShowPage.asp?DRIT=2&DBID=1&LNGID=1&TMID=111&FID=582&PID=0&IID=4724&TTL=Israel_as_the_Nation-State_of_the_Jewish_People:_From_the_San_Remo_Conference_(1920)_to_the_Netanyahu-Abbas_Talks

      ( Para quem não domina o inglês , o Google Tradutor resolve tudo . É só copiar e colar , eu uso bastante )

      É bem interessante como a maior parte das pessoas nada sabe sobre esses fatos .Ou sabem e não os abordam com propriedade .
      Segredos bem guardados ?

      Por ter seus sonhos de um grande estado árabe quebrado por França e Inglaterra , a recusa árabe ao estado judaico evoluiu de política para antissemitismo pelo islamismo radical

      Essa é a história .

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    • 21/09/2011 - 10:59
      Enviado por: Carlos Farol

      O texto do Gustavo fala claramente o que aconteceu. A decisão da Assembléia Geral foi pela partilha da Palestina, COM VISTAS à criação de dois Estados: um árabe e outro judeu.

      O que aconteceu depois foi que os judeus se organizaram, ocuparam o territórito determinado na partilha e declararam independência, que foi reconhecida por outros países. Tudo tinha o respaldo da decisão da ONU.

      Os árabes, ao contrário, não reconheceram a decisão da ONU, iniciaram uma guerra imediata contra o que seria o futuro Estado de Israel. Depois, não se mobilizaram pela criação de um Estado Palestino, pois tinham planos e esperanças de ainda derrotar militarmente Israel e construi uma “grande Palestina” do rio Jordão até o Mediterrâneo. Se o Estado Palestino fosse criado, isso significaria um reconhecimento implícito do Estado de Israel, o que era rejeitado pelos árabes.

      Depois desse erro original dos países árabes, veio o erro maior de Israel. Depois da Guerra dos Seis Dias, invadir, ocupar e construir assentamentos nos territórios palestinos, inclusive Jerusalém Oriental. Hoje, ironicamente, é o Estado de Israel que desrespeita a decisão da ONU sobre a partilha da Palestina. No passado, o assunto foi decidido num foro multilateral; hoje, Israel insiste que “apenas negociações bilaterais” podem criar um Estado Palestino. No entanto, como negociar limites territoriais com um parceiro que expande sua ocupação nos territórios do outro?

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    • 21/09/2011 - 12:28
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Dr Hub

      Novamente.. vamos la

      O mandato britanico da palestina compreendia a jordania, israel e cisjordania e gaza.

      Em 46 ele dividiu a parte do que hoje é Jordania para as pessoas que viviam la (haviam árabes e judeus)

      Os britanicos iriam dividir o restante entre as populações árabes e judia. Os árabes eram 80% e os judeus eram 20 (deste território, não podemos considerar a Jordania tambem). Eles dividiram 51% para o povo judeu e 49% para o povo árabe.

      Essa foi a partilha injusto que os árabes não aceitaram, e eu não acho tão inacreditável, pois é a mesma coisa que hoje, pegar israel e dividir 50/50, ja como ha 20% de árabes e 80% de judeus. Acho que voces não aceitariam isso, certo?

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    • 21/09/2011 - 13:29
      Enviado por: DrHub

      Obrigado Ali, pela atenção .

      Inegável que uma nova nação palestina, além da Jordânia, com identidade formada ao longo do processo, tenha as suas aspirações nacionais .Nada mais justo .

      A Palestina Histórica era o futuro lar nacional judaico , em ambos os lados do Jordão . Mas a parte leste foi suprimida dessa missão .
      O que temos hoje é a provável votação da 2ª divisão da Palestina Histórica que já foi dividida uma vez .

      Vale observar que a Jordânia é “Judenrein” Ali . Assim como provavelmente será o futuro Estado Palestino .

      Só acho que esse não é o caminho para a paz e sim para a guerra .Provavelmente a votação será adiada e muito mais falaremos aqui .

      Não quero convencer ninguem , permaneça com o seu ponto de vista, por favor .

      Mas tente se ater mais aos fatos históricos .Engrandece o diálogo .

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    • 21/09/2011 - 17:47
      Enviado por: Laninha.

      Sorte se Camille tivesse sido ouvido.
      Certamente sequestraram o filho do homem aranha p/ ele convocar votação.

      Nos poupe da sua árabefobia e concentre-se no fato de que israel é 1 estado ilegal e só aparece no mapa por ser base anglo-americana na Asia.

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    • 21/09/2011 - 17:56
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Dr Hub

      Também não gosto deste processo de recorrer a ONU, me parece uma ação desesperada e o objetivo alcançado eu não posso nem imaginar. Mas eu gosto do lado de que as ambições palestinas viraram foco mundial novamente.. ha dois anos estamos com o processo parado, e isso (pelo menos) ajudou muito a termos a atenção do mundo.

      Sobre os fatos históricos me desculpe, mas não entendo muito mais do que voce quando se refere ao direito histórico do povo judeu a esta terra.. para mim, isto não existe, é um argumento fraco, ou tão forte quando o Hamas bradar que deus não permite outros povos no oriente médio.. mas tudo bem, nada contra o sr pensar assim, só gostaria que não ofendesse o meu conhecimento de história da região com um fato ligado mais ao religioso do que ao histórico.

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    • 22/09/2011 - 06:21
      Enviado por: Neil Brook

      Voces ja viram alguma partilha feita pela Inglaterra dar certo? A agenda dos ingleses funcionou mais uma vez.

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    • 22/09/2011 - 08:13
      Enviado por: DrHub

      Ali ,

      O artigo citado no meu comentário ao post do LSC traz fatos históricos de 1920 até agora.
      Não fiz nenhuma referencia religiosa.

      abs

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    • 22/09/2011 - 08:51
      Enviado por: Joana

      Israel nâo é um estado ilegal – e quem diz isto deveria ser processado!!!- , a ONU é um órgâo representativo e o Brasil quer ter um cadeira permanente com voz ativa , que é o que nos merecemos. Espero que isto aconteça logo- e pelas palmas que todos os chefes de estado recebiam ontem quando tocavam no assunto de reforma da ONU , sobretudo a presidente Dilma, deve ser o próximo passo para tornar o órgâo mais adequado ao momento político econômico.

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    • 22/09/2011 - 11:43
      Enviado por: Cecilia

      Ali Abdulhamid,
      apenas um reparo quanto a números que no global talvez não tão esteja longe de sua matemática:
      segundo diversas outras fontes, as populações em 47 eram respectivamente de 2/3 de árabes e 1/3 de judeus, sendo que a estes últimos foi designada uma grande área semi-desértica. Creio que desta forma pode-se dizer que a patilha foi a mais justa possível.

      Sem falar que a população árabe dessa região entre 1920 e 1947, cresceu 120%, devido a imigração desde estados vizinhos, atraída pelo padrão de vida mais elevado que os judeus conseguiram criar. Também a população cresceu devido às melhores condições de vida, ocasionando uma notável queda da mortalidade infantil e o aumento da expectativa de vida.

      Entre 1922 e 1947, a população não-judaica cresceu 290% em Haifa, 131% em Jerusalém e 158% em Iafo. O crescimento nos povoados árabes foi mais modesto: 42% em Nablus, 78% em Jenin e 37% em Belém.

      Em tempo: concordo que as negociações vem se arrastando demais e que atualmente estavam estagnadas. Por isto acho salutar este movimento dos palestinos para ambos os lados envolvidos.

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  • 21/09/2011 - 08:13
    Enviado por: Paulo

    .
    Gustavo
    .
    Excelente esse resgate da historia! espero que sirva para que alguns dos defensores mais fervorosos de Israel aqui no blog tratem o Brasil com um pouquinho mais de respeito, a ingratidão é um dos mais abomináveis defeitos humanos.
    .
    Aprendi essa historia logo cedo na escola pública onde estudei em SP, chamava-se Colégio Vocacional Osvaldo Aranha, uma escola espetacular, uma experiência modelo destruída pelos militares, minha sala a exemplo de tantas outras reunia judeus, árabes, japoneses, italianos, espanhois, portugueses…

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    • 21/09/2011 - 09:12
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Paulo, obrigado pelo elogio ao blog

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    • 21/09/2011 - 12:06
      Enviado por: carlos 3m

      ” tratem o Brasil com um pouquinho mais de respeito”

      onde foi faltado o respeito ?

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    • 21/09/2011 - 15:03
      Enviado por: Joana

      Paulo, é isto mesmo.
      Respeito!!!

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    • 21/09/2011 - 15:46
      Enviado por: J. Antonio

      Paulo,pena que vc. esqueceu de dizer que Osvaldo Aranha não foi esquecido por Israel, lá existem várias homenagens a ele. Do jeito que falou parece que os judeus não são agradecidos a ele. Vá a Israel e fale que é brasileiro, vc. estará em casa.

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    • 21/09/2011 - 18:38
      Enviado por: Paulo

      .
      J.Antonio
      .
      Pópara!!!
      .
      Israel é grato a Oswaldo Aranha e ao Brasil gratidão que é publica nos pontos onde o Gustavo relatou e em mais alguns, o que eu disse é que alguns sionistas mais exagerados volta e meia vêem aqui no Blog esculhambando o Brasil, menosprezando e fazendo comparações sem pé nem cabeça, acho isso o fim da picada não só pq é uma grosseria como tb uma ingratidão com um país que esteve ao lado de Israel e de modo geral trata os judeus muito bem.

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  • 21/09/2011 - 08:46
    Enviado por: Rone

    Se a Palestina tiver voz e for criada o que é o mais correto
    a se fazer ; mesmo com o voto contrario dos EUA e lacaios.
    os 500 mil judeus que ocupam e estão assentados
    Com apoio do exercito israelita em terras da Cisjordania.
    Teria de haver um ressarcimento por parte desses colonos?
    Os Palestinso os aceitariam?
    Teriam de deixar a area ocupada?
    Se houvesse coexistencia entre arabes e judeus
    tudo poderia ser mais facil, mas 60 anos se passaram e
    provaram que tanto um como o o outro ,não conseguem!

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    • 21/09/2011 - 11:11
      Enviado por: Allvaro MArtins

      Infelizmente,o que vale para uma briga de rua acaba valendo para esse conflito. O primeiro passo para garantir uma paz duradoura é separar os brigões. Não é muito divulgado, mas seria algo parecido com o que foi feito após o fim da II Guerra com as populações de origem alemã que se espalhavam pela Europa Oriental, e foram todas removidas para a Alemanha, num processo que hoje teria o nome de limpeza étnica. Quem pagaria esse último pato seriam os judeus que moram em assentamentos e os árabes que moram em Israel.Mas talvez seja uma última barbaridade para resolver um conflito absurdo.
      Num mundo ideal, seria ótimo que os árabes e judeus que vivem lá aprendessem a conviver de maneira cordial e amistosa, como fazem no Brasil, por exemplo. O problema de lá é que esses 60 anos de conflitos geraram muito ódio e ressentimento, que precisam de tempo para se apagar. E fica muito difícil isso acontecer com pontos de atritos tão evidentes e tão prontos para serem explorados por forças políticas que ficariam órfãs do conflito, como o Hamas e a ultra direita Israelense.

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    • 21/09/2011 - 12:33
      Enviado por: carlos 3m

      “Se houvesse coexistencia entre arabes e judeus”
      ela existe em israel e voce pode observar com os teus olhos.

      mas se vc se refere em forma geral, sugiro observar o hamas e refletir o porque eh dificil.
      espelho ja!!

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  • 21/09/2011 - 08:52
    Enviado por: CASSEB

    Chacra li bastante a respeito da criação do estado de Israel, desde a ressurreição da ideia por Herzl até a imigração de judeus europeus à Palestina, os grupos terroristas sionistas liderados em off pelo “heroi Ben Gurion”, enfim estudei bastante nas ultimas decadas e independente de ser certo ou não a criação do estado de Israel naquele momento ( sou a favor, antes que me chamem de antissemita), mas da forma atropelada como foi feita a sessão da ONU, sem ouvir os arabes, sem sequer pedir uns dias para que os embaixadores arabes pudessem argumentar , isso tudo mais alguns artigos´publicados na época pondo em duvida a integridade de Oswaldo Aranha, me leva a desconfiar que o mesmo pode ter se corrompido.
    Voce acha que isso pode ter acontecido?
    Abraço
    Marcio Casseb Reis

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    • 21/09/2011 - 09:53
      Enviado por: Fabio Nog

      Deve ser impossivel provar que sim ou que não, até porque isso rolou 60 anos atrás. O que importa é que, do mesmo modo que a implantação de Israel foi dificil, atropelada, atritosa, gerou expulsão de algumas pessoas, absorção de outras, quebra-pau de todo tipo nas fronteiras, insatisfação, retaliação, etc, o mesmo irá acontecer com a Palestina

      Porque será que é tão dificil para as pessoas entenderem e aceitarem que a história se repete de forma sempre igual desde que as sociedades humanas se organizaram?

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    • 21/09/2011 - 10:07
      Enviado por: Fabio de Israel

      Casseb,voce nao sabia? Israel e um pais que corrompe todo mundo,inclusive os Estados Unidos,segundo voce nosso irmao mais velho,porisso estamos aonde estamos.Somos um pais
      atrasado com gente analfabeta por todos os lados,tecnologia aqui vem toda de Cuba,alias nossos
      professores,medicos,engenheiros sao todos corruptos.Alias, tambem roubamos terras,matamos
      gente inocente todos os dias.O macaco ta certo,ja dizia Jo Soares.E voce nao e Antisemita,faz-me
      rir.

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    • 21/09/2011 - 10:09
      Enviado por: HenriqueS

      Casseb, e hoje, voce quer me dizer que os petrodolares não compram votos na ONU? O Chacra mesmo ja disse que se compra voto até com uma garrafa de Ballantines.

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    • 21/09/2011 - 10:12
      Enviado por: José FARHAT

      Marcio Casseb Reis
      Eu servia na então Legação e depois Embaixada do Brasil em Damasco quando lá esteve um diplomata que acabara de ser removido da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas para outro posto. Era parte da Missão chefiada por Oswaldo Aranha. Em demorada conversa sobre a atuação de Aranha, poucos anos antes, ele confirmou que havia duvida na integridade de seu ex-chefe, inclusive sua subserviência a tudo o que lhe era ditado pelos Estados Unidos. Conto o que ouvi, sem mencionar nome de quem já não está entre nós. Tenho algo escrito a respeito, mas não vou publicar agora.

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    • 21/09/2011 - 10:56
      Enviado por: Victor

      Casseb, as suas afirmações se contradizem umas com as outras.

      Afinal, você é a favor de 2 estados? Qual é a sua idéia de paz?

      É bom lembrar que o terrorismo árabe já existia na década de 20 também.

      Houveram massacres de judeus por parte de terroristas árabes que queriam evitar a criação de um Estado Judeu.

      Algumas dicas: Massacre de Kfar Etzion e Massacre de 1929 em Hebron.

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    • 21/09/2011 - 11:13
      Enviado por: Paulo

      .
      Prof José FARHAT
      .
      Porque o morto acusador merece o respeito que o sr. não dá a Oswaldo Aranha? ou o fato de Oswaldo Aranha haver votado em favor de Israel faz dele alguém que não mereça ser respeitado?

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    • 21/09/2011 - 11:24
      Enviado por: Learsi Glória

      Leio e acompanho este blog há alguns anos sem no entanto fazer comentários. Morei na região do Mar da Galileia, lado oriental entre 1973, mas extamente fevereiro, aos 21 anos de idade e retornei ao Brasil em 1981. Casseb e outros mais, não creio que Oswaldo Aranha e outros mais tenham sido corrompidos de modo aprovar a partilha e criação das duas Nações Arabe e principalmente nosso Israel, que por sinal é Judaica mas também é arabe. O que na verdade ocorreu foram reflexos, à quela epoca muito latentes ainda, do que os aliados – Americanos e principalmente Russos – encontraram na Alemanhã e em especial na Polonia ao final da Guerra Mundial. O exterminio hebreu foi a pedra angular, aquela que de forma determinante fêz com que conciencia vissem a necessidade de se dar uma Patria tanto para Judeus como para os Arabes Palestinos que vivia sob o jugo Britanico. Entretanto se não houvesse determinação, vontade e sobre tudo coragem por parte dos judeus, ali mesmo em 1948/49 teriamos sido jogados de volta no mar. Mas se não tivesse havido a guerra hoje, Palestina e Israel seriam duas nações acredito que prosperas e Irmãs.

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    • 21/09/2011 - 12:12
      Enviado por: carlos 3m

      muito interessante a sugestao subliminar de que quem apoia israel eh corrupto. isto num blog no brasil.

      entao imaginem os vizinhos de israel o que nao falam. o fato eh que a pesar do discurso esses senhores nao aceitam a existencia de alguem diferente na sua vizinhanca. ate hoje.

      mas a culpa obviamente eh de israel, ne?

      farhat, voce se faz de discreto para preservar a identidade de quem contou suspeitas para voce, mas nao mostra a mesma discrecao em relacao a aranha. porque sera?

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    • 21/09/2011 - 13:16
      Enviado por: CASSEB

      Senhores, eu não afirmei que O. Aranha se corrompeu, eu apenas indaguei devido a como aconteceram os fatos.
      EU SOU A FAVOR DO ESTADO ISRAELENSE NAS FRONTEIRAS DE ANTES DA GUERRA DE 67, fora disso pra mim é crime, invasão, oportunismo e covardia.

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    • 21/09/2011 - 15:01
      Enviado por: Ariel

      Casseb
      “EU SOU A FAVOR DO ESTADO ISRAELENSE NAS FRONTEIRAS DE ANTES DA GUERRA DE 67, fora disso pra mim é crime, invasão, oportunismo e covardia.”

      Beleza
      agora vai convencer o Hamas disso…

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    • 21/09/2011 - 15:02
      Enviado por: Joana

      Os brasileiros Osvaldo Aranha e Dilma Roussef já estâo na história e os dois, pelo contexto de cada época, merecem respeito, caros senhores comentaristas.

      Embora os árabes nâo tenham respeitado a decisâo da partilha, Aranha fez o que deveria – e o mundo exigia na época- ,assim como a Dilma está fazendo hoje, defendendo a criaçâo do estado da Palestina, que é uma exigência do nosso tempo.
      Eu gostaria que o governo israelense entendesse isto e que fosse possível a negociaçâo, entre as liderenças dos dois povos.
      Nâo espero o mesmo dos ativistas palestinos e colonos, que estâo com o sangue quente e os nervos a flor da pele.

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    • 21/09/2011 - 15:52
      Enviado por: J. Antonio

      Paulo, parece que vc. começou a entender como eles pensam.

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    • 21/09/2011 - 17:43
      Enviado por: José FARHAT

      Paulo
      Oswaldo Aranha é acusado não somente por alguém que disse algo a seu respeito há uns 60 anos atrás e era testemunha presente. As suspeitas sobre a conduta de Oswaldo Aranha não vem apenas daquele que morreu, corre mundo. Até mesmo aqui neste blog alguém também levantou o assunto.
      Votar a favor ou contra está na consciência de quem vota, é foro íntimo.
      O que se condena em OA é a forma como conduziu as sessões da Assembléia Geral das Nações Unidas.
      Faltou justiça em sua atuação porque foi um juiz que achou desnecessário ouvir os donos da terra que eram divididas; os palestinos nunca foram ouvidos em qualquer fase.
      OA foi um juiz injusto não permitindo praticamente que os árabes falassem ou dando-lhes a chance de um adiamento de praticamente horas.
      Seu comportamento tanto foi contra o consenso do governo brasileiro, é só verificar as datas da votação e do reconhecimento do governo de Israel.
      OA para mim é personagem que não merece menção por seu comportamento indigno para um homem público.

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    • 21/09/2011 - 19:47
      Enviado por: J. Antonio

      “Chacra li bastante a respeito da criação do estado de Israel, desde a ressurreição da ideia”
      Até dá para imaginar onde vc. “estudou” isso.

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    • 22/09/2011 - 00:02
      Enviado por: Marcelo N.

      Ouvir os Arabes para a cria’cao de Israel?
      Essa ‘e boa. ‘e como ouvir palmeirenses sobre a cria’cao do Itaquerao

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    • 22/09/2011 - 11:52
      Enviado por: Cecilia

      Hipoteticamente pode até ser fato o que o Farhat escreveu para deslegitimar a votação da partilha. Contudo ele, a bem da equanimidade, também deveria referir-se à força dos petrodólares nas subsequentes votações contra Israel. Hipoteticamente, é claro.

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  • 21/09/2011 - 09:35
    Enviado por: YoussefS

    Gustavo, oportuno post,

    A partilha, como foi feita, foi uma vitória do sionismo político em ligar o problema dos refugiados judeus europeus com a partilha da Palestina. Haviam outras opções propostas pelos paises que compunham a Comissão que estava analisando o problema na palestina, como por ex. um estado confederado, mas venceu a proposta defendida pelos EUA e misteriosamente apoiada pela URSS, já que o mundo estava nos início da guerra fria. Os sinistas, com ajuda de Balford ( e da grana dos banqueiros judeus ingleses) fizeram sua agenda prevalecer. Oswaldo Aranha foi instrumento disso pois não queria ficar feio na foto perante os EUA de Truman. Aliás em 45, com a morte de Roosevelt, menos vulnerável às pressões sionistas que seu sucessor, abriu-se o caminho pra que as coisas caminhassem da forma que foi. Se foi um erro, ou um acerto, a história está dizendo. O fato é que milhares morreram, tiveram que abandonar suas casas, suas terras ancestrais, tanto de um lado quanto de outro. Hoje, colhemos a herança dessa decisão, até certo ponto manipulada, e no mundo não ha mais paz que antes, há mais incompreensão e ódio…Ganhou quem apostou no separatismo, mas estes já morreram, deixando em seu lugar seguidores cada vez mais fanáticos…não foi uma vitória da humanidade.

    Hoje Israel é uma realidade, a Palestina ainda não. Se tivessem ido por outro lado do estado confederado, com a aceitação do direito natural, talvez nao haveria a exarcebação de rancores e não estariam tantos atores hoje nesta sinuca.

    Um detalhe, que poderia ser irônico se não fosse trágico, é que o maior responsável pelo surgimento de Israel, o antisemitismo alemão, ter hoje em sua terra natal, um dos maiores apoios as ações do estado judeu (recentemente doou o 4o. submarino nuclear), com suas consequencias em relação a tragédia que se abateu nos palestinos, que no final, estão pagando, ha 60 anos, a dolorosa conta.

    É o retrato de nossa “civilização”.

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    • 21/09/2011 - 11:25
      Enviado por: José Augusto

      A conta que os palestinos pagam é a de não ter aceitado a partilha da ONU em 1948.

      O evento maior que impulsionou o sionismo não foi o antisemitismo alemão, e sim o antisemitismo russo (pogroms) e francês (julgamento do oficial Dreyfus).

      A grande maioria dos judeus que fundaram o Estado de Israel são descendentes de russos e povos eslavos, que fugiram dos terríveis pogroms. Apenas uma minoria eram oriundos de sobreviventes do Holocausto. E todas as instituições que viabilizaram o Estado Judaico (incluindo o exército) tiveram suas bases criadas antes do nazismo, por estes judeus russos.

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    • 21/09/2011 - 12:20
      Enviado por: carlos 3m

      youssefs, voce aderiu assim como o casseb e o fatah a teoria que aranha foi corrompido simplesmente por ter apoiado a partilha. ate a urss entrou no criterio.

      “Hoje Israel é uma realidade, a Palestina ainda não”
      ai eu pergunto, porque?
      minha resposta: porque nunca houve intencao de criar um estado palestino enquanto existisse israel. de 48 ate 67 as terras em disputa estavam em maos arabes, jerusalem oriental inclusive, e nao existiam assentamentos ou qualquer outro argumento atualmente em uso.
      youssefs, eh necessario olhar no espelho.

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    • 21/09/2011 - 13:57
      Enviado por: Learsi Glória

      Amigo, a informação é tudo, cria caminhos e ajusta conceitos. A Alemanha tecnologicamente avançadissima, não produz e nem nunca construiu submarino de propulsão nuclear. Os sub da IDF são convencionais com capacidade de lançamento de misseis de cruzeiro, misseis estes capazes de transportar ogivas de 500 a 1000 kilos, convencionais ou não. Agora jogar a culpa nos Israelense pela falta de uma nação palestina é realmente coisa do Hamas, fatha e quem dos Turcos saudosos do Imperio Otomano.

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    • 21/09/2011 - 14:53
      Enviado por: Joana

      “Hoje Israel é uma realidade, a Palestina ainda não”, verdade, e só nâo é uma realide desde o tempo de Aranha porque os irmâos árabes nâo aceitaram a partilha da ONU.

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    • 21/09/2011 - 15:39
      Enviado por: YoussefS

      José Augusto,
      Resumidissamente: vc aceitaria dividir seu apartamento por conta de uma indicação do síndico? Simplifiquei pra vc entender. No outro ponto vc. confundiu “iniciou” com “impulsionou”. O caso Dreyfuss ( que gerou o “eu acuso” e que abriu as portas pra reuniao na austria onde nasceu com theodor herzl o sionismo politico,,,,)…e o antisemitismo russo iniciou, mas o grande impulso para a partilha de 47 foi a barbárie nazista mostrando ao mundo os horreres desda ideologia racista no final da guerra, as datas dos fatos confirmam.

      Carlos,
      não é uma teoria, está nos anais da ONU que o Aranha, adiou em um dia pra dar mais tempo de cooptar os votos necessários e não aceitou a proposta da Síra e pedir mais tempo quando já tinha os votos garantidos. Quanto a URSS, eles mesmos demonstraram erro de avaliação em apoiar a partilha.
      Volto a dizer: Hoje Israel é uma realidade, a Palestina ainda não!
      E vc tem sua razão (mas não toda e espero que aceite esta crítica, pois ninguem a tem toda) em perguntar o por que e pensar o que pensa que “nunca houve intencao de criar um estado palestino enquanto existisse israel.” e tambem em falar que ” de 48 ate 67 as terras em disputa estavam em maos arabes, jerusalem oriental inclusive, e nao existiam assentamentos ou qualquer outro argumento atualmente em uso. ”
      Mas eu lhe pergunto: se este “nunca” não está demais, com proposta árabe engavetada ha anos, os assentamentos dilapidando o território e os recursos da terra palestina, os checks points, s prisões arbitrárias, o uso do argumento da “segurança” pra acabar com qualquer possibilidade de união entre os povos.
      Os árabes erraram…sim, mas não foram os únicos… É preciso olhar para o presente e para o futuro ( veja meu comentario abaixo) também…além do espelho, meu brother.

      Laersi Glória,
      Em retribuição a seu fundamental alerta sobre o valor da “informação” nos tranquilizando que o tal submarino não é atômico, o que decerto muda tudo, lhe brindo com um fragmento do poema “a rocha” de T.S. Elliot:
      “Onde está a vida que temos perdido em vida? Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
      onde está o conhecimento que perdemos na informação?”
      Agora, se puder, para meu entendimento e conhecimento de todos, onde vc leu o que acha que leu? Volte lá e me diga qual israelense eu culpei pela não existencia da Palestina e também explicitar sua comparação com “Hamas, fatha e quem dos Turcos saudosos do Imperio Otomano.”

      NKS,
      Não é atômico…ufa!!!

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    • 21/09/2011 - 15:55
      Enviado por: J. Antonio

      Desculpe YoussefS, Israel não possui submarinos nucleares, são os mais modernos do mundo na sua classe, mas movidos a diesel.

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    • 21/09/2011 - 17:26
      Enviado por: J. Antonio

      José Augusto, eles sabem disso, a confusão com o holocausto é intencional. Israel já tinha um país formado antes do holocausto. A historinha que os palestinos estão pagando pelo genocidio alemão é apenas mais uma que inventam para deslegitimar Israel. Ben Gurion chegou em Israel ou região palestina em 1906, Golda Meir em 1921, Shimon Perez em 1932, e tantos outros fundadores de Israel
      vieram muito antes da 2ª guerra mundial. O holocausto só abreviou a criação de um país que já existia.
      Eles vão dizer: Porque então não se salvaram do genocidio indo para lá? Simplesmente porque alguns não queriam mudar de país e a maioria era impedida de entrar pelos ingleses apoiados pelos árabes, que já nesta época estavam fazendo seus planos junto com Hitler para matar os judeus da região palestina. O seu grande incentivador era o mufti da palestina, adorador do nazismo e que chegou a se esconder em Berlim embaixo das botas do ditador alemão.

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    • 21/09/2011 - 23:29
      Enviado por: YoussefS

      J.Antônio,
      Israel não era um pais antes de 48. Não dá pra mudar a história. Tinham instituições, agencia colonizadora, as gangues terroristas e uma carta (de um lord) na manga.. mas ainda não era um pais, a não ser que vc esteja confundindo deliberadamente nação com país.
      Alem de querer mudra a história peca por generalizar, acho que ja cansei de te falar isso e vc não aprende, mas eu tenho paciencia. Pelo seu texto “todos” os árabes estavam matando os inocentes judeus na palestina. Lógico que vc sabe que nem todos os judeus eram terroristas e nem todos os árabes tb. Isso se chama honestidade intelectual. Só pra te lembrar Hitler subiu ao poder em 32, época que menos de 10 por cento da população da palestina era judia. Se os árabes tentaram defende-la da invasão sionista tinham sua razão. Se foram corretos e justos na forma podemos conversar.

      Provavelmente você, que considera quem pensa diferente de querer deslegitimar israel e ja me chamou de antisemita, nao vai entender o que vou te falar, mas vamos lá. Em minha visão Israel está cumprindo um papel importante, diria fundamental, nesta região conturbada. Será, pelo proprio exemplo de seu povo laborioso, um agente modernizador de todo o OM, isso quando as coisas se harmonizarem, a direita extremista e o fundamentalismo judaico arrefecer e o sionismo mudar o discurso de segurança com um porrete na mão.
      Não penso que esse conflito será eterno, a ficha uma hora vai cair nas mentes quem vota e decide quem será o poder. A primavera, que já floriu em Israel, e que se transformou em outono tendendo ao inverno, vai voltar. Aposto nas futuras gerações que serão mais compreesnivas e com outros valores.
      Por fim: um abraço.

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  • 21/09/2011 - 09:41
    Enviado por: José FARHAT

    Gustavo Chacra
    Você contribuiu com o seu post para esclarecer muitos pontos que nem todos aqui conhecem. Você cumpriu assim com a função principal de um jornalista: informar e informar bem, sem tomar partido contra ou a favor de qualquer das partes.
    Você está neste momento na sede das Nações Unidas para ouvir a presidenta Dilma Roussef, a primeira mulher a inaugurar uma sessão da Assembléia Geral.
    Tenho certeza que você cumprirá com o seu papel.
    Tenho também certeza que ela também colocará à vista e ouvido do mundo o que o Brasil, um país respeitado pela obra de seus filhos, o que é importante para o momento atual e reivindique para o nosso país aquilo que ele está a merecer e que lhe é devido.

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  • 21/09/2011 - 09:46
    Enviado por: YoussefS

    Só mais uma coisa…Em que pese os erros passados, devemos olhar pra frente, e pro alto, como dizia meu pai, um sábio que soube diferenciar o ser humano da ideologia. As oportunidades de remendar o erro surgem e os homens de boa vontade, que momentaneamente estão no poder nao podem perder as oportunidades que aparecem. Chega de conflito: os israelenses, os árabes, os judeus, os islamicos, os cristãos, os agnóstiocos e ateus, ninguem mais merece…afinal a humanidade é uma só assim como sua história e a história do homem sobre a terra. Cheguemos ao patar moral que deveriamos ter em pleno seculo 21.

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  • 21/09/2011 - 09:47
    Enviado por: DrHub

    A votação do Estado Palestino corre o risco de ser adiada por bastante tempo :

    http://om.ly/BczuA

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  • 21/09/2011 - 10:07
    Enviado por: HenriqueS

    Critica-se Israel pelos 300.000 colonos vivendo na Samaria e Judea. Quantos palestinos vivem no estado de Israel???? Muito mais que 300.000 ! ! !

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    • 21/09/2011 - 10:35
      Enviado por: O Analista

      KKKKKKK…Conta outra!!!!

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    • 21/09/2011 - 12:33
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      HenriqueS, dois erros no seu breve comentário

      Primeiro, são 500 mil colonos, e eles não vivem na palestina, mas em territórios ilegalmente ocupados (ilegal pela convenção de Genebra). Eles usam recursos naturais da palestina (ou cisjordania, ou oque voce quiser chamar) e não se integram a sociedade ao seu redor. Eles não nasceram ali e nem a sua familia tem ligação com a terra da cisjordania.

      Os árabes (em essencia, não palestinos) que vivem em isreal são habitantes daquela região ha mais de 64 anos (antes de 48… suas familias, claro), e são israelenses árabes, e não palestinos ocupando assentamentos.

      Essa é a diferença e o ponto frágil do seu argumento.

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    • 21/09/2011 - 14:50
      Enviado por: Joana

      Ali, em Israel verdade ” são israelenses árabes’, enquanto que na SÍRIA E NO LÍBANO sâo refugiados palestinos.

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    • 21/09/2011 - 15:11
      Enviado por: Marcio

      Ali,
      modifiquei seu texto para acomodar outros povos. Por exemplo, os indigenas brasileiros! Pela devolucao de ubatuba aos tamoios ja’!

      ” Eles usam recursos naturais do Bras il(ou terra brasilis), ou oque voce quiser chamar) e não se integram a sociedade ao seu redor. Eles não nasceram ali e nem a sua familia tem ligação com a terra do Brasil”

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    • 21/09/2011 - 18:00
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Joana.

      Desculpe, mas nao pode comparar a situação dos palestinos sírios com os libaneses. O Chacra sabe muito bem disso… os palestinos na síria tem todos os direitos da população a escola, educação e acesso a locais, só nao tem ao voto (pois é, la temos um voto que ocorre a cada 7 ou 8 anos, que podemos escolher entre continuar ou nao com o presidente. Em Teoria!)

      Marcio

      Acredito realmente que se os índios nacionais tivessem uma organização como a autoridade palestina, e um setor de RP como tem a Autoridade Palestina, com certeza teriam maiores direitos no Brasil. E de fato, acredito que somos a força invasora.

      Mas eu não sei no que ajuda nos seus argumentos jogar a batata quente para outras mãos… foi meio ruim essa né?

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    • 21/09/2011 - 20:20
      Enviado por: Marcio

      Ali,
      eu so’ quiz demonstar que voce, se comecar a pensar como um invasor que voce e’, pode passar a pensar diferente!

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    • 22/09/2011 - 08:57
      Enviado por: Joana

      Ali, quanto aos palestinos ter todos os direitos dos sírios nâo é bem assim, ou entâo viver em acampamento você chama de direitos?? Eu vi as fotos dos acampamentos dos palestinos do norte quando foram massacrados pelo exército de Assad, em junho. E onde está este povo? 10 mil pessoas, expulsas de suas barracas..

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  • 21/09/2011 - 10:08
    Enviado por: Tetsuo Shimura

    Não sou antissemita, antipalestinos ou qualquer outros povos, mas as composições políticas entre 1947 e 2011 mudaram e muito. Em 1947 a humanidade era surprendida pelos horrores do holocausto, que apesar dos contras, sensibilizaram os governos de muitos países pela partilha. Se entendi direito, que à época (1947) foi criado dois Estados e os palestinos por razões geopolíticos não assumiram a sua parte, essa seria uma parte a ser detalhada em matérias futuras. Há uma frase do meio jurídico que diz que a Lei não acolhe aos que “dormem”.

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  • 21/09/2011 - 10:11
    Enviado por: José FARHAT

    Gustavo Chacra
    Na votação para divisão da Palestina, em 1947, foram 33 votos a favor (com muita pressão de Estados Unidos), 13 contra e 10 abstenções e em outubro de 2000, veja um artigo que escrevi entãoe verifique como se alterou. Se valer a progressão o voto a favor da Palestina vencerá, mas outros fatores ainda existem que não são aquilatados por uma simples comparação de datas.

    Ontem, hoje e amanhã nas Nações Unidas

    Sempre foi assim na Assembléia Geral das Nações Unidas, a mesmice de sempre.

    O brasileiro Oswaldo Aranha presidiu a reunião da Assembléia, que adotou a partilha da Palestina em 1947, entre árabes e judeus. O resultado é a situação atual de ocupação, de fato e a força, por Israel, dos territórios que seriam a Palestina.

    Na reunião desta penúltima semana de outubro de 2000, quando a mesma Assembléia, após ouvir relato do Secretário Geral, Koffi Annan, que acabara de chegar de Sharm El-Sheikh, onde participara da reunião de cúpula, disse: “Volto com esperança, não otimismo”, foi adotada mais uma Resolução.

    A Resolução condena Israel pelo excessivo uso de força contra os palestinos e apóia o retorno de ambas as partes à mesa de negociações. Nada é mais justo que a condenação de Israel, bastando lembrar que a visita do ultra-direitista Ariel Sharon à Esplanada das Mesquitas foi uma provocação apoiada pelo próprio Governo de Israel (ou então por consentimento e ordem de quem estava acompanhado de mil soldados?) e lembrar também o espetáculo deprimente e revoltante de um pai jovem e seu filho menino, sentados com as costas para uma parede, sendo assassinados a sangue frio (enquanto a imprensa engajada a favor da ocultação por medo do “lobby judeu” afirmando que morreram “entre fogos cruzados”) e, ainda ontem, um garoto de 15 anos também foi assassinado (ele estava armado de pedras – o Davi moderno, e os soldados de israelenses com metralhadores Uzi – os Golias da atualidade).

    A Resolução também apóia o retorno de ambas as partes à mesa de negociações. Esta é a essência da sabedoria e do aconselhamento justo. Indaga-se, porém se negociar vale a pena ou é mais consumo de tempo e queima de esperança. Já se negociou tanto e tantas vezes e o resultado é sempre o mesmo: dias depois, lá vai o exército israelense atirar com suas armas modernas sobre os meninos palestinos armados com as pedras eternas.

    Esta votação da Assembléia Geral das Nações Unidas é significativa. Votaram a favor da Resolução 92 delegações, 46 se abstiveram e 6 se manifestaram contra. Sabe-se quem votou a favor e quem se absteve, mas vale a pena atentar para

    José Farhat
    em 21 de outubro de 2000

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    • 21/09/2011 - 11:15
      Enviado por: José Augusto

      José,

      Para ser imparcial no seu comentário, vale mencionar além da muita pressão dos EUA, também a muita pressão dos países árabes no sentido contrário. O que de fato ainda se manifesta nos dias de hoje.

      Os árabes tiveram a chance de aceitar a partilha, porém infelizmente preferiram o caminho da guerra. Hoje os palestinos colhem os frutos deste caminho.

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    • 21/09/2011 - 16:14
      Enviado por: J. Antonio

      “e lembrar também o espetáculo deprimente e revoltante de um pai jovem e seu filho menino, sentados com as costas para uma parede, sendo assassinados a sangue frio (enquanto a imprensa engajada a favor da ocultação por medo do “lobby judeu” afirmando que morreram “entre fogos cruzados”) ”
      O que mais irrita aqui é a profusão de mentiras que o lado palestino joga ao ar sem nenhuma responsabilidade, eles se acham espertos.
      Nos primeiros dias da intifada, Mohamed al-Dura tinha 12 anos e estava, ” passeando” por uma zona militar ( a frente de um posto de comando das IDF) quando este estava sendo atacado por terroristas ligados a Arafat. Ninguem teve o bom senso de se perguntar porque o garoto estava ali ao inves de estar na escola ou em casa. Ninguem perguntou como é que o pai soube onde o menino estava. Ninguem tambem se perguntou como é que a estacao de TV France 2 estava lá, justamente na hora em que aconteceu o fato. O Fato é que a estacao de TV France 2 filmou o incidente que foi divulgado no mundo inteiro. A narração foi feita pelo chefe do escritorio da rede estatal Francesa que, imediatamente afirmou que o menino tinha sido morto por tiros disparados por soldados de Israel.

      Sem nenhuma razao aparente e antes de qualquer investigacao, as IDF assumiram a culpa pela morte do garoto. O assunto virou ” causa celebre” no mundo inteiro como uma amostra da ferocidade dos soldados Judeus. Era impossivel atingir o garoto ” sem querer” os Judeus atiraram de proposito no menino. Nos meses que se sequiram investigacoes provaram que era impossivel que o menino tivesse sido morto por tiros vindos da posicao Israelenses, mas, quem ligava?. A estoria havia se espalhado e, em muitos paises Arabes,o pequeno ” martir” era homenageado dando a ruas, pracas e parques o seu nome.

      O caso de Mohamed al -Dura foi investigado de forma séria, professional e independente pela rede de TV Alema ARD 1 Television e levantou serissimas duvidas a respeito da seriedade do filme feito e divulgado em 30 de setembro de 2002 pela France 2. A investigacao Alema dezia que na posicao que os soldados estavam, nao poderiam ter sequer visto o pai e o garoto escondidos atras de uma barrera de cimento. A distancia, o angulo de tiro e outras razoes tecnicas impossibilitariam os soldados de Israel de ter matado o menino.
      Este e outros incidentes mostram os metodos usados pela AP para criar furor contra Israel. Um outro caso é o que foi chamado o ” Massacre de Jenin” que nunca aconteceu, e no qual Israel foi acusado de massacrar mais de 700 civis. A Espera de uma investigacao internacional, os Palestinos retiravam corpos de sepulturas para justificar as acusacoes. Outro caso, ainda mais ridiculo foi o que mostrava o corpo de um garoto morto que, a entrada do hospital, e na frente de dezenas de reporteres, e fotografos caiu da maca na que era levado. O ” pequeno martir” levantou do chao e saiu andando sem problema algum diante de toda a midia que nada reportou.

      Ao inves de partir para o contrataque, Israel tenta ser politicamente correto e diz esperar que a midia interncional, cheque as informacoes recebidas da parte da AP antes de divulga-las. Curiosamente as autoridades da AP nunca mais falaram do caso al-Dura, a familia dele literalmente desapareceu e alguns meses atras as autoridades Egipcias da cidade fronteiriza com Gaza informou que tinha detido Mohamed al-dura a saida ( ou entrada) de um dos tuneis que ligam gaza ao Egito, com um pequeno carregamento de contrabando de cigarros.

      Apesar de tudo o mundo tem uma enorme dificuldade para aprender. Durante a ultima invasao de Gaza, o Hamas informou que apenas 50 dos seus membros tinham sido mortos. E….mais uma vez comissões da ONU foram investigar o ” massacre”. Domingo passado um dos portavozes do Hamas disse que, na realidade a operacao de gaza matou mais de 300 a 400 combatentes e uns 170 a 200 membros das forças de segurança. Israel continua a afirmar que, das 1,200 vitimas mais 900 eram terroristas ou pessoas ligadas a eles. Aos poucos estamos chegando mais perto da versao de Israel.

      O quase massacre de comandos de Israel armados com fuzis de bolinhas de tinta foi transformado no massacre dos inocentes pacifistas que so queriam entregar medicamentos em gaza e, mais uma vez, a ONU, fez uma comissão para investigar as acusações. Nunca faltaram comissões para ” investigar” qualquer acusação contra Israel,

      O mais notavel é que depois da divulgacao da mentira, ninguem se preocupa com divulgar a verdade, assim em alguns paises Arabes o dia 30 de Setembro é comemorado como dia de luto pela morte do “pequeno martir” assassinado pelos Sionistas e que foi preso recentemente pelas autoridades egipcias acusado de contrabando.

      O inimigo joga nas nossas fraquezas. Israel tem um exercito temivel e um sistema de informacoes que é uma vergonha. Ate a Bolivia faria melhor do que nós fazemos em materia de informação e contra informação. A divulgacao do comunicado pelo escritorio do Primeiro Ministro a respeito de um incidente acontecido 11 anos atras é ridiculo. O caso da encenação pela TV Francesa foi ate julgado em tribunais de Paris que condenaram a TV estatal pela montagem e divulgação do espetaculo mentiroso.

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  • 21/09/2011 - 10:20
    Enviado por: Ariel

    Gustavo
    Infelizmente já começaram os confrontos entre palestinos e IDF , mesmo antes da votação.
    Que Deus ajude a todos .

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    • 21/09/2011 - 10:43
      Enviado por: O Analista

      Confrontos um ostra…ladrões de terra (que voces chamam de colonos) foram provocar os palestinos..

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    • 21/09/2011 - 11:19
      Enviado por: José FARHAT

      David e Golias? Os inocentes, os desarmados herdarão a terra.

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    • 21/09/2011 - 12:34
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Sim, ha exatos 63 anos se ainda não sabe.

      Os confrontos são inevitáveis, os confrontos são recorrentes, e os confrontos são péssimos.

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    • 21/09/2011 - 13:40
      Enviado por: Ariel

      Ali
      Eu não sabia que eles tinham começado a 63 anos
      Obrigado por me alertar…

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    • 21/09/2011 - 14:30
      Enviado por: Joana

      Crime por crime os brasileiros também podem ser considerados criminosos e assim o sâo pelos índios. Estes sim vivem muito pior do que os palestinos, nas suas reservas…

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    • 21/09/2011 - 15:03
      Enviado por: Ariel

      O Analista
      Quem provocava os palestinos antes de 1967 ?

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    • 21/09/2011 - 15:07
      Enviado por: Marcio

      “Os inocentes, os desarmados herdarão a terra.”

      Mas isso vai demorar muuuuuuuito tempo.
      Ate’ la’ melhor pensar no plano B.

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    • 21/09/2011 - 16:57
      Enviado por: Silvio

      Farhat,

      Os inocentes e os desarmados não, os sobreviventes…

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    • 22/09/2011 - 00:12
      Enviado por: Laninha.

      Ariel.

      Passe no seu blog, espero que tenha aceitado meu comentário no post sobre cacá de cães nas calçadas.

      Retornando:

      deus está morto, morreu de vergonha em Gaza 2008.
      Que não retorne jamais porque nunca se torturo e matou tanto em nome dessa entidade desde que o estado de israel foi ‘fundado’ em curto espaço de tempo .

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    • 22/09/2011 - 08:44
      Enviado por: Joana

      Inocentes e desarmandos eram os índios brasileiros, e perderam tudo.

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    • 25/09/2011 - 00:10
      Enviado por: Laninha.

      Srª Joana.

      Assim como os aborígenes brasilianos são nativos de Pindorama os árabes são nativos da Palestina.
      Solicito que procure mapas antigos e também pesquise sobre civilização fenícia que além da relevância que tem no assunto em questão nos livrou do hieroglifos [escrita de desenhos] e nos deus letras manuscritas, soltas na verdade, mas livrou a realeza e a plebe do analfabetismo.

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  • 21/09/2011 - 10:28
    Enviado por: Rodolfo

    Postei este comentário na semana passada:

    “A questão do pedido de reconhecimento do estado palestino é ao mesmo tempo mais simples e mais complexa do que se supõe. Mais simples porque o objetivo palestino é simplesmente mexer com a opinião pública. Mais complexo por envolve diversos fatores e atores. E a jogada do Fatah foi genial, midiaticamente analisando.

    A geração de líderes do Fatah foi renovada, a turma do Arafat e Mazen, que possuiam um discurso de extinção de Israel, foi trocada. A atual liderança na Cisjordânia nasceu com Israel já existindo e o discurso mudou. Na declaração de setembro, eles reconhecem a existência de Israel, mas pedem a criação de um estado palestino ao lado, utilizando-se exatamente da mesma prerrogativa usada pelos judeus em 47. Se Israel se recusasse a reconhecer o Estado Palestino, teoricamente estaria recusando uma decisão da ONU similar a usada para oficializar a sua criação, o que fortaleceria um discurso de desligitimação de Israel. Para agravar a situação, o Hamas se colocou contra a declaração unilateral, o que faz Israel ser visto externamente como alinhado ao Hamas, caso se oponha a proposta do Fatah.”

    É justamente essa questão que o governo de Israel não está percebendo, ou se está, ignora. Qualquer pessoa sã sabe que um estado palestino não surgirá da noite pro dia, independente do resultado da votação da ONU. O objetivo da liderança palestina é a opinião pública, buscar seu apoio e deslegitimar Israel. A única saída para Bibi seria declarar apoio a criação do estado palestino, com um asterisco de que as fronteiras devem ser negociadas.

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  • 21/09/2011 - 10:37
    Enviado por: Sorales

    Vejo sangue nos dentes de Rick Perry, pré-candidato republicano à presidência dos EUA. Com eu já disse no blog, o sionismo já engendra um candidato republicano que deverá ser muito mais sanguinário que Bush. Sua entrevista publicada hoje no Estadão é eivada de radicalismo. Impressionante o grau de virulência que ele transmite. Como se os palestinos fossem vermes. Onde chegamos!

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  • 21/09/2011 - 10:43
    Enviado por: Joana

    INFELIZMENTE da mesma forma que os árabes agiram na prática desconsiderando a partilha da palestina, em 1947, o apoio dos países para o estado da Palestina, em 2011, será desconsiderado por Israel, e o futuro será marcado por novos barbáries no OM. Tudo vai mau e pode ficar ainda pior.

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  • 21/09/2011 - 10:47
    Enviado por: Joana

    O Brasil poderá ajudar se interceder nas negociaçôes entre Israel e a AP já que nesta altura do campeonato o Obama está sendo esculachado tanto pelos palestinos como pelos israelenses.

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  • 21/09/2011 - 10:48
    Enviado por: Victor

    Esse post vai ser alvo de comentários que tentarão deslegitimizar Israel.

    Mas é importante lembrar que em 1947 foi votada justamente a criação de 2 Estados, como hoje se defende.

    Vejo o Brasil em uma situação confortável nesse histórico que você faz. Teve um grande papel na fundação de Israel e não seria contraditório fazer o mesmo com os palestinos, embora eu acredite que o Brasil deve pelo menos se abster no Conselho de Segurança.

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  • 21/09/2011 - 10:54
    Enviado por: Paulo Magalhães

    Já fiz esta pergunta antes e ninguém respondeu! Como resolver a aprovação de um país onde dezenas de grupos terroristas atuam? Como criar um país que não produz nada, e vive de doações, em sua grande maioria do ocidente? Como criar um país que em sua brigas internas de seus diversos grupos conflitantes se matam covardemente sempre que se enfrentam? Como criar um país assim, como? e como fica a situação de Gilad Chalid, sequestrado por terroristas Palestinos que podem ou melhor, fazem parte do governo atual.

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    • 21/09/2011 - 13:05
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Dezenas de grupos terroristas? Não entendi, o que é terrorista para voce, e quais são as dezenas?

      Mas se for milicias armadas contra uma nação ocupante, voce deve considerar que quando a ONU aceitou a partilha da palestina, israel possuia tantos grupos de milicias quantos os palestinos hoje.

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    • 21/09/2011 - 14:41
      Enviado por: O Analista

      Grupos terroristas???

      Queres dizer Grupos de Resistência, não? Resistência a ocupação judaica da terra palestina

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    • 21/09/2011 - 15:08
      Enviado por: Ariel

      Ali
      Grande é aquele que enxerga seus próprios erros…
      As divisões internas palestinas são assustadoras e é impossível firmar a paz com um grupo , quando o outro pretende assassinar todos os membros do primeiro…(Hamas X Fatah pra quem não entendeu).
      Apesar das divergências de diversos grupos que fundaram o Estado de Israel , nunca se viram cenas de barbárie como as que vimos em Gaza quando o Hamas matou os integrantes do Fatah.
      E acredite , se o IDF sair da Cisjordânia , esse será o destino do pessoal da Fatah…

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    • 21/09/2011 - 16:14
      Enviado por: Microempresário

      Paulo, não acho que os pontos que vc citou sejam impecilho para a existência de um país, a menos que exista um “novo” padrão de conduta que só se aplique a este caso. Ponto por ponto:

      “um país onde dezenas de grupos terroristas atuam?”
      A Espanha tem o ETA, a Irlanda tem o IRA, a Arábia Saudita banca vários grupos, e a Líbia do Kadafi foi perdoada e tolerada por um bom tempo, até que os interesses mudaram.

      “um país que não produz nada, e vive de doações, em sua grande maioria do ocidente?”
      Aqui é mais fácil citar exemplos, mais da metade dos países da Africa são mais ou menos assim.

      “um país que em sua brigas internas [..]se matam covardemente sempre que se enfrentam?”
      Em qual país nunca houve brigas e guerras internas ? Dê uma pesquisada na história do século XX, pode ser na Europa, América, África ou Ásia.

      “como fica a situação de Gilad Chalid, sequestrado por terroristas Palestinos”
      Sem concordar ou discordar, creio que o governo palestino o considera um prisioneiro de guerra, já que usava uniforme. Em qualquer país do mundo, a presença de um soldado estrangeiro armado e fardado é considerada ato de guerra, creio eu.

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    • 21/09/2011 - 18:02
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Concordo Ariel, gostaria muito que o hamas fosse menos violento (ou nada violento) e concentrasse os seus esforços para as ações sociais em Gaza (como fazem hoje, mas poderiam dar foco total)

      Mas como disse, ninguem é perfeito, e acho que a fronteira é como um enorme espelho.. entende meu ponto?

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    • 21/09/2011 - 19:29
      Enviado por: J. Antonio

      Microempresário, eu sei que vc. conhece a história, mas vou repeti-la. Shalit estava fardado sim, mas dentro do seu país, ele foi sequestrado. Vc. defende sequestros aqui no Brasil também?

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    • 22/09/2011 - 15:22
      Enviado por: Daniel Barbosa

      Serviço secreto israelense sequestra engenheiero palestino na Ucrânia
      BERLIM, 30 Mar 2011 (AFP) -Um engenheiro palestino, detido atualmente em Israel depois de um desaparecimento misterioso na Ucrânia, foi sequestrado por agentes ucranianos, que atuaram por conta do serviço secreto israelense (Mossad), informa o site da revista alemã Der Spiegel.

      O caso pode estar vinculado ao do soldado israelense Gilad Shalit, prisioneiro do Hamas desde 2006.

      http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/03/30/servico-secreto-israelense-sequestra-engenheiero-palestino-na-ucrania.jhtm

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  • 21/09/2011 - 10:55
    Enviado por: Alexandre

    Gustavo, creio que não ser apropriada a ênfase ao populismo do governo de Ramon Grau San Martin, pois cria um liame entre ser pró-palestina e a noção de “populismo”, e as duas nada tem a ver.

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  • 21/09/2011 - 11:01
    Enviado por: Hagá

    Gustavo, excelente Post, com perspectiva histórica abrangente.
    *
    Estou lendo precisamente nesta semana o excelente livro “Imagem e Realidade do Conflito Israel-Palestina”, do Professor Norman G. Finkelstein, Ed. Record, 2005, cuja leitura recomendo a todos os interessados no assunto. Evidencia o intuito de limpeza étnica do Zionismo desde seu início e o cinismo dos governantes de Israel, além da invenção do terrorismo.
    *
    Sr. José FARHAT, estava sentindo falta dos seus comentários, como testemunha ocular da ocupação. Volte a participar. Aliás, curiosamente os comentários nesses dias têm estado civilizados, educados, ainda que com pontos de vista tão opostos e justamente às vésperas da decisão sobre o reconhecimento da Palestina 194. Isso é muito bom para o debate civilizado. Eu já tinha ouvido algo a respeito dos “valores” de Oswaldo Aranha.

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  • 21/09/2011 - 11:11
    Enviado por: José Augusto

    Gustavo,

    Parabéns pelo post, tema muito pertinente.

    Se os árabes tivessem aceitado a partilha em 1948, a história seria diferente… mas os árabes acreditavam que jogariam com facilidade os judeus ao mar, afinal nesta época massacrar judeus era moda tanto na Europa como no Oriente Médio.

    Porém estes bravos judeus de 1948-49 provaram que sabem se defender.

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    • 21/09/2011 - 13:02
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      José, chega

      Primeiro, hoje voce aceitaria dividir o seu país meio a meio.. sendo que os árabes são 20% da população? Claro que não, então por que ainda não entende o por que de os árabes terem negados?

      E voce fica falando de massacre.. o DrHub tambem comentou de massacres de árabes. Mas eu não sei se conhecem os massacres contra arabes tambem, como Deir Yassin…

      Não estou negando que houve ataques contra judeus, mas eles não eram exclusivos… aceitem os fatos que os dois lados possuem sangue nas maos e tudo sera mais elevado moralmente.. todos os argumentos aqui apresentados

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    • 22/09/2011 - 08:40
      Enviado por: Joana

      Ali, bravo. O problema é viver de passado, sim. Mas temos que olhar a história, e eram 800 mil palestinos que poderiam muito bem ter aceitado a partilha e recebido os seus primos judeus, com SOLIDARIEDADE. Hoje, a vida dos árabes palestinos seria totalmente diferente. Mas nem por isto,
      devem viver os próximos 60 ou 100 anos matando um ao outro. Agora é o momento de olhar para frente. O mundo espera que estes dois povos deem soluçôes.

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    • 23/09/2011 - 01:21
      Enviado por: Laninha.

      A partilha foi em 1947.

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  • 21/09/2011 - 11:27
    Enviado por: Alexandre Magno

    É preciso acrescentar que, na época da votação na ONU em qua foi aprovada a partilha da Palestina, a quase totalidade dos países africanos (muitos dos quais são de maioria muçulmana) e boa parte dos países asiáticos (inclusive as então repúblicas soviéticas, muitas delas também de maioria muçulmana) não tinham ainda alcançado a independência e, portanto, não tinham direito a voto. Assim, se essa votação ocorresse hoje, a partilha da Palestina entre nativos e europeus não teria sido aprovada.

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  • 21/09/2011 - 11:34
    Enviado por: Luis

    Bom dia Gustavo,

    O Brasil não difere de nenhum outro país quando toma suas decisões. A pergunta que todos fazem é : como as decisões tomadas afetarão nossos bolsos ?

    Muitos leitores mencionaram o “lobby judeu/sionista” mas “esqueceram” de mencionar o lobby árabe e seus petrodolares que compraram os votos quando da resolução “sionismo=rascismo” ou do forte comércio com o mundo árabe (construçção civil/exportação de frangos/carnes/etc) que fecharam os olhos do Brasil na questão Irã atomico…muito conveniente.

    O estado Palestino é uma questão de tempo. O problema é o DEPOIS….fico imaginando o Hamas governando a Palestina (senão agora, mas daqui há alguns anos …como se sentirá Israel ? Hoje o principal entrave é a agressividade e determinação do Hamas de acabar com o Estado Judeu…

    O futuro estado Palestino, se forem obedecidas as fronteiras de 1967, poderá rasgar Israel em 2 pois 9 milhas separarão eles do mediterâneo…

    Como conquistar a confiança de Israel com tanto risco ? É o sangue deles (Israel) que está em risco,não o nosso.

    Shalom.

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  • 21/09/2011 - 11:50
    Enviado por: NKS

    Youssef, existe uma lógica para a doação do submarino nuclear dos alemães para os israelitas, eu não vou explicitar nem falar por parábolas como Jesus Cristo, mas você já deve ter compreendido qual é a
    razão e os interesses desta “doação”.

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    • 21/09/2011 - 15:24
      Enviado por: machucho

      doação de submarino?
      O efeito da orloff não passou AINDA.?
      Israel ADQUIRIU e modernizou seus submarinos baixo CONTRATOS e DESCONTOS advindos da indenização que vem ou vinha recebendo pelos DANOS E SAQUES que sofreram os judeus durante a segunda guerra.
      abraços

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  • 21/09/2011 - 12:01
    Enviado por: borba

    Obama é a favor de um estado Palestino,mas ele se mostra dualista.
    O problema é seu eleitorado judeu, o que ele quer
    é a reeleição!

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  • 21/09/2011 - 12:14
    Enviado por: Julio

    Tentam deslegitimizar o Estado de Israel de todas as maneiras. Agora leio acima comentaristas questionando até a integridade de Oswaldo Aranha. A resolução 181 não criou o Estado de Israel somente decidiu pela partilha. Não cabe a ONU, ao contrário do que faz crer Abbas, criar nações. Israel DECLAROU a sua independência em 1948 baseado-se na resolução da ONU porque possuia fronteiras definidas e, UM governo que atendia aos anseios de seus cidadãos. Os “palestinos” não possuem nenhum dos dois pré-requesitos para terem um Estado.

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    • 21/09/2011 - 14:37
      Enviado por: O Analista

      O Hamas está corretissimo…não existe isso de reconhecer Israel….tampouco existe isso de fronteiras de 67…toda a terra é Palestina…sempre foi e sempre será…um dia, ela será de fato também!!!

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    • 22/09/2011 - 08:33
      Enviado por: Joana

      Pensamento superficial , seu analista, e que nâo leva a nada, ou melhor, deixa tudo como está – os palestinos à margem e as chefias árabes corruptas enchendo os bolsos com as doaçôes internacionais.

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  • 21/09/2011 - 12:16
    Enviado por: Julio

    *deslegitimar

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  • 21/09/2011 - 12:18
    Enviado por: Mourão

    Declaração do Vice Ministro de Relações Exteriores de Israel à Rádio Pública de Israel.

    ……..Mas o vice de Lieberman, Danny Ayalon, disse à rádio pública de Israel que o governo deve tomar medidas para anexar os maiores blocos de assentamentos, que abrigam a maioria dos 300 mil judeus que vivem na Cisjordânia.

    “De qualquer forma, está claro para o mundo todo que esses blocos serão parte do Estado de Israel”, disse ele.

    “Nós preferiríamos que isso fosse feito como parte de um acordo, mas os palestinos – ao seguirem para a ONU – violaram todos os acordo, com os quais já não estamos mais comprometidos”, afirmou Ayalon.

    “Anexar os blocos (de assentamentos) vai permitir que evitemos problemas com a comunidade internacional cada vez que realizarmos construções”, declarou ele. As informações são da Dow Jones. ”

    …….OU seja, esta era a intenção do governo de Israel desde o início, fingir negociar para ganhar tempo, enganar o mundo todo e esbulhar a terra Palestina.

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    • 21/09/2011 - 12:54
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Os blocos entrariam na negociação com os palestinos em troca de terras no sul… mas acho que agora serão usados mesmo para pressões israelenses.

      O mais complicado dele na verdade nem é um assentamento, mas são os colonos judeus que moram em Hebron.

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    • 21/09/2011 - 13:49
      Enviado por: Ariel

      Isso você não conta , né Mourão?

      O movimento islâmico Hamas informou neste domingo que apoiará a declaração de um Estado palestino independente pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, desde que Israel não seja reconhecido, nem seja cedido “uma só polegada” do território histórico palestino.
      Em discurso proferido neste domingo no Conselho Legislativo Palestino em Gaza, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, se referiu à intenção de Abbas de pedir à ONU o reconhecimento internacional e a admissão da Palestina como Estado membro de pleno direito.

      Haniyeh reafirmou que a postura do Hamas é a de não apoiar o pedido de Abbas, mas indicou que o respaldo poderá ser dado caso esteja de acordo com os projetos do movimento islâmico.

      “Nós somos a favor da declaração de um Estado palestino em qualquer terra livre”, explicou o líder islâmico, que acrescentou que o novo Estado deveria se desvincular dos acordos assinados com Israel, não reconhecer o Estado judeu e não ceder “nenhuma polegada” dos territórios históricos.

      A postura de Haniyeh em relação à iniciativa de Abbas não representa nenhuma novidade, já que o Hamas a rejeitou desde o início por não ter participado de sua coordenação.

      “Informamos o Hamas o tempo todo, eu mesmo falei com eles diariamente”, disse, por sua vez, o negociador palestino Nabil Shaath no sábado. No entanto, o representante reconheceu que talvez “os esforços não tenham sido suficientes” para convencer o Hamas a apoiar a iniciativa de Abbas na ONU, ou pelo menos deixar de criticá-la em público.

      Para o Hamas, o fato de o pedido palestino contemplar apenas as fronteiras de 1967 e reconhecer com isso a existência de Israel representa uma violação dos direitos legítimos palestinos à terra que estava sob poder britânico antes de 1948.

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    • 21/09/2011 - 14:25
      Enviado por: José

      Mourão:
      Quem tudo quer, nada tem.
      Era melhor 90% de alguma coisa,do que 100% de nada.
      Os palestinos não perdem uma oportunidade de perder uma oportunidade.

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    • 21/09/2011 - 15:48
      Enviado por: YoussefS

      José, esta frase é interessante: Já teve sua validade e ainda vale… ora para um lado, ora pra outro, infelizmente.

      Se queiser, eu e o carlos 3m(que gente boa como é,não vai negar) lhe emprestamos nosso espelho.

      Espero que um dia esta maldita frase deixe de valer. Precisamos de gente de coragem e valentes. digo moralmente valentes, pois de valentões o mundo está cheio.

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    • 22/09/2011 - 08:25
      Enviado por: Joana

      O mais importante de tudo hoje para que houvesse negociaçôes seria os palestinos ter uma liderança única, e nâo o hamas apitando de um lado e o Fatah de outro, seria como o PT querer algo nos seus estados e o PSDB querer outra coisa em SP e PR.
      E o povo palestino à deriva..

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  • 21/09/2011 - 12:20
    Enviado por: Dany

    Vou dar uma ideia: por que não rebatizam o Estado de Israel como Judá (daí que vem o nome judeu)??Assim podiam acabar com os estigmas e preconceitos com os dois povos.
    Teriam que começar tudo de novo,baseando-se numa nova cartilha.
    Já o Osvaldo Aranha deu azar,e a culpa por desentendimentos,guerras e impasses acabou caindo sobre um brasileiro!

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    • 21/09/2011 - 16:54
      Enviado por: J. Antonio

      Até 67 os palestinos eram os judeus, existem diversos livros e jornais que provam isso. A seleção nacional de futebol da palestina era formada somente por judeus. Quando foi escolhido o nome do país existiam várias opções, inclusive palestina. Só não foi aceita porque era um nome criado pelos romanos para esculhambar os judeus. Palestina vem do nome filisteu, os maiores inimigos dos hebreus. Se fosse escolhido o nome palestina, gostaria de ter visto o criativo Arafat se virar. Na verdade o nome da Jordânia deveria ter sido palestina. Só não foi porque provaria o roubo praticado pelos ingleses das terras a serem partilhadas e dadas a familia hashemita. Vejam bem, os maiores inimigos dos hebreus eram os filisteus, povo não semita e não árabe. Não eram os palestinos (árabes) os inimigos .Eles não estavam ainda na região, não tinham saido da peninsula arábica

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    • 21/09/2011 - 17:47
      Enviado por: Gustavo Chacra

      José Antonio, você está equivocado. Nesta reportagem do New York Times citada por mim o repórter do maior jornal dos EUA, em 1947, se refere aos árabes da região como palestinos. Portanto, o termo era usado antes

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  • 21/09/2011 - 12:22
    Enviado por: Dany

    Esqueci de salientar que a mudança no nome do estado dos judeus seria oportuno porque o nome Israel se perdeu com o tempo,causando mais antipatia do que simpatia por toda parte.

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  • 21/09/2011 - 12:27
    Enviado por: carlos 3m

    a questao nao eh a criacao do estado palestino, mas qual estado palestino.

    a resolucao na onu nao resolve essa questao, mas abbas optou por motivos proprios dedicar o esforco que poderia ser usado para resolver a questao, para tentar ficar na historia como o criador do estado palestino. nao importa qual estado. essa divisao entre as faccoes palestinas dao indicio do que eh possivel esperar.

    fato eh que o hamas eh contra a iniciativa e alem do mais o teatro do acordo entre fatah e hamas ficou so no teatro. nao consigo imaginar caso tenha sucesso a iniciativa como seria o day after alem dos festejos pela populacao.

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    • 21/09/2011 - 12:50
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Carlos

      Acho realmente que nem Abbas e nem os palestinos tem esperança de sair na Onu como um estado reconhecido, mas acho que eles ficarão enormemente felizes com um melhor status na ONU, o que seria justo.

      Também acredito que ha uma grande chance deles desistirem do seu pedido perante o Conselho de Segurança e continuar na Assembleia.. isso daria menos pressão contra os americanos e israelenses, e daria maior poder de negociação aos palestinos (além do direito a recorrer de violações aos direitos humanos em guerras ou prisões alheias (eu sei que é estranho falar isso quando o Hamas também faz parte do governo… mas eu tambem não fico feliz com esta situação))

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    • 21/09/2011 - 15:05
      Enviado por: José

      Ali:
      E o Hamas seria processado por jogar foguetes a esmo em Israel ???
      Só Israel iria ser questionado???
      O Vento que venta para um lado,venta para o outro?

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    • 21/09/2011 - 18:05
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      José, eu nao sei se o Hamas seria processado caso faça isso pois eu nao sei se o tribnal de haia tem alcance até grupos, e não governos.. acho dificil que aconteça.

      Mas uma coisa é fato.. hoje Gaza ja sofre embargo economico, e é uma faca de dois gumes, pois ao mesmo tempo em que já pressiona a população de gaza contra o hamas, diminui a margem de força que israel tem para pressionar o governo interno com sanções. A mesma coisa que os EUA e a União euroéria estão sofrendo na síria.

      Certo?

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    • 21/09/2011 - 19:26
      Enviado por: O Analista

      “”a questao nao eh a criacao do estado palestino, mas qual estado palestino.”"”

      Veja o estatutos do Hamas…lá está muito bem explicito o que seria a Palestina….

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  • 21/09/2011 - 12:32
    Enviado por: Glúon

    .
    _______
    .
    Partilha
    .
    _______
    .
    Português_________meio a meio
    Inglês_____________half and half
    Francês___________moitié-moitié
    Alemão___________halb und halb
    Oriente Médio______bang-bang
    .
    ________________________________________________________________________
    ,
    A charge relacionada com o post:
    .
    http://gluoncharges.blogspot.com/2011/09/yaacov-mahmoud-partilha-de-1947-2011-o.html
    .
    __________________________________________________________________________
    .

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  • 21/09/2011 - 12:49
    Enviado por: DrHub

    Até que o O–Bum mandou bem . NO SHORTCUTS.
    Vamos aguardar o Bibi .O que veremos na ONU é a votação de um estado árabe DENTRO de Israel .

    Nefasto.

    Guerras à vista .

    E o que for bom escreveremos na pedra e o que for ruim na areia.( ditado árabe )

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  • 21/09/2011 - 12:56
    Enviado por: manoel

    Deve-se criar uma nova cruzada, com os cristão, tonrando a cidade de jerusalem, conforme uma resolução da uno, uma cidade com controle internacional.
    Isto ajudaria em muito a realização de um acordo em judeus e palestinos.
    Uma pergunta: judeus e palestinos tem a mesma lingua?

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    • 21/09/2011 - 14:57
      Enviado por: José

      Manuel:
      Uno é Fiat.
      Cruzada é inquizição.
      Portugal e França falam a mesma lingua???

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    • 21/09/2011 - 16:58
      Enviado por: J. Antonio

      Manoel, judeus e israelenses falam o hebraico, palestinos falam árabe. Para quem vem aqui meter o pau nos judeus deveria pelo menos saber o básico

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    • 21/09/2011 - 18:29
      Enviado por: Ali Abdulhamid

      Na verdade José Antonio, a maioria dos árabes israelenses falam o hebraico, e muitos palestinos tambem.. até mesmo Barghouti fala hebraico, aprendeu na prisão.

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    • 21/09/2011 - 20:15
      Enviado por: José

      Ali:
      E muitos judeus sefaradis falam árabe até hoje.
      Aprenderam nos paises árabes dos quais foram expulsos ou ameaçados,sendo cidadôens destes paises,com nacionalidade destes paises,sem “estarem em guerra” ou terem feito um ato subversivo.
      Seria o mesmo que os USA expulsarem todos árabes e mulçumanos e confiscarem as casas e negócios deles,pois estão em guerra com árabes e mulçumanos no Iraque e Afeganistão.
      Foi isto que aconteceu com os judeus que falam árabe.

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  • 21/09/2011 - 14:13
    Enviado por: CASSEB

    Não há a menor possibilidade de o estado palestino existir negociando diretamente com Israel e pior ainda com a interferencia totalmente covarde e parcial americana, os extremistas judeus jamais vão permitir que qualquer lider de Israel faça um acordo de paz e devolva os territorios ocupados criminosamente pelos posseiros de Israel, o único lider ( Rabin)que tentou não enganar ou submeter os palestinos aos seus caprichos e tentou ser justo e digno com os arabes foi assassinado covardemente por um extremista judeu, de la pra cá não houve nenhum lider israelense disposto a levar a serio um acordo de paz e olha que estamos falando de quase 20 anos atras.
    É por isso que os palestinos tem sim de tentar algo diferente, pois uma coisa é certeza absoluta, o governo israelense nunca quis de verdade um acordo de paz, e muito menos um estado palestino e se depender dele isso nunca vai acontecer, logo ir a ONU, ainda que de nada adiante é uma tentativa de pressionar e de mostrar de vez ao mundo quem são os xenofobos lideres israelenses

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    • 21/09/2011 - 14:38
      Enviado por: José

      Casseb:
      A cada cidade que Rabin se retirava,Arafat retribuia mandando homens bombas se explodir em Israel.
      E Rabin nunca disse que iria se retirar de Jerusalem, aceitar refugiados,ou tirar as idf do vale do jordão em um acordo de paz.
      Quando Sharon tirou os colonos na porrada de Gaza, era a chance palestina de fazer resorts,trazer turistas,mostrar que queriam a paz como retribuição pela RETIRADA TOTAL DE GAZA.
      Poderiam eternizar a esquerda israelense no poder,ou o Kadima centrista e ganhar coraçõens e mentes em Israel.
      Mais preferiram jogar misseis em Israel, trazer desgraça para o seu povo e servirem aos interesses do Irã e da Siria.
      Assim conseguiram eleger Bibi,e se insistirem vão eleger o Liberman, e este fala “russo” a lingua que o Putin fala,e que o Hamas vai começar a prestar mais atenção no que ele falar se for primeiro ministro.

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    • 21/09/2011 - 14:43
      Enviado por: Victor

      Casseb, eu acho muito fácil manter esses argumentos frágeis e insistir naquilo que sabe não ser verdade.

      Israel deseja a paz. Isso é interesse nacional do país. A paz é positiva para Israel porque permite que o país ganhe ainda mais legitimidade, mais segurança e principalmente desenvolvimento, que é o que os judeus buscam em seu país.

      Mas Israel não vai fazer um acordo de paz por fazer. Não vão fazer um acordo de paz apenas para agradar a comunidade internacional.

      Israel precisa de um acordo que garanta a sua sobrevivência e legitimidade e esses acordos incluem dispositivos de cooperação militar, econômica e política.

      Mas é preciso que se negocie um acordo com os palestinos. Só assim a paz virá.

      Entenda que resoluções da ONU não vão trazer paz, porque a paz não é um simples documento. É uma consciência de quem se compromete em um acordo.

      No caso, tendo um acordo por livre e espontânea vontade, construído por negociações, a paz é mais genuína, mais voluntária e mais duradoura.

      Não adianta querer impor a paz. Paz não se impõe. Paz se constrói com parceiros.

      Se Israel fosse um país xenófobo, não teria tanto investimento estrangeiro, nem investiria tanto em outros países, não receberia judeus de todos os cantos do mundo e nem refugiados da África.

      Que tal falar do que diz um certo representante da OLP? “Um Estado Palestino livre de judeus”.

      A ONU não faz milagre. A ONU é uma área de mediação.

      Se a ONU tivesse poderes e se fosse viável para impor a paz, o mundo não teria mais guerras.

      Eu sugiro que pare de gritar e ficar repetindo os mesmos clichês.

      Cuidado para não sonhar muito e cair da cama. Tá na hora de ir para o mundo real.

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    • 21/09/2011 - 15:10
      Enviado por: Fabio Nog

      Acredito que Israel tenha buscado negociar com os palestinos por muito tempo. Na medida em que não se chegava a bom termo, por qualquer que fosse a razão, Israel foi tomando medidas para garantir sua segurança, medidas essas que incluiram muros, check-points, expansão de assentamentos, invasão de Gaza, ataque a flotilhas, etc. Com isso, Israel descobriu 3 coisas: (1) a comunidade internacional reprova boa parte dessas medidas mas nada faz de efetivo contra elas, (2) o prejuízo de imagem é administrável e (3) e mais importante, a eliminação da capacidade palestina de atuar via guerrilha suprimiu qualquer capacidade de negociação do povo palestino. No dia de hoje, não há a menor razão para Israel negociar o que quer que seja com os palestinos. Qualquer pessoa no lugar de um lider israelense também faria de tudo para postergar negociações com palestinos. A única forma dos palestinos ganharem algum poder de negociação e forçar Israel a sentar seriamente em uma mesa é criando um país de forma unilateral (com todas as restrições e incertezas existentes) ou, na pior das hipóteses, gerando uma confusão institucional qualquer. Daí a ida à ONU.

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    • 21/09/2011 - 16:33
      Enviado por: bruno

      Casseb
      No momento atual, se o Abu Mazen falar em árabe ( se quizer, pode falar em outra lingua também )
      que está de acordo em negociar com o Estado de Israel Judeu e Democrático, ele abre as portas para que o governo atual israelense discutir, ja que arrasa o argumento israelense. A forma pela qual os palestinos estão se conduzindo, lamentavelmente, é tapar o sol com uma peneira. Sofisticarão a sua forma de empurrar com a barriga sem resover os seus problemas de fundo, tentarão anualmente conseguir o seu estado politicamente sem querer resolver nada. Certamente responsabilizarão os Estados Unidos….

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    • 21/09/2011 - 17:00
      Enviado por: J. Antonio

      Parece que vc. esqueceu do maior lider árabe do século passado, ele foi assassinado por fazer as pazes com Israel. Saddat

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    • 21/09/2011 - 19:20
      Enviado por: O Analista

      Depende do enfoque…para alguns ele foi assassinado por ser um traidor da causa árabe.

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    • 21/09/2011 - 19:23
      Enviado por: O Analista

      Que tal falar do que diz um certo representante da OLP? “Um Estado Palestino livre de judeus”.

      Sábias palavras…mas livre em toda a Palestina..inclusive a ocupada por israel.

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  • 21/09/2011 - 14:55
    Enviado por: CASSEB

    Os palestinos negociarem diretamente com Israel, seria o mesmo que a ovelha pedir ao lobo que a deixe viver.
    Só um imbecil como Barack Obama mesmo para tentar filosofar sobre o impossivel.

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    • 21/09/2011 - 21:50
      Enviado por: José

      É por isto que Israel não vai ser a ovelha do Hamas e dar território que eles vão tomar depois e jogar misseis na cabeça de Israel como fizeram em Gaza.
      Ai se Israel revida, é o “assassino de crianças”, e retomar o território nem pensar.
      Portanto dar terras para assassinos para depois retomar,nem pensar.
      Saimos de Gaza e levamos misseis na cabeça.
      Alguma duvida que se as IDF sair da Cijordania,o Hamas toma aquilo em um mês e vai jogar misseis em Israel até todo território judeu “ser libertado” e os refugiados voltarem para este Israel que não existe e são somente terras palestinas na sua totalidade na cabeça deles?
      Devolver terras para ter bombas e conflito em troca!!!!!!!
      O idiota do Rabin já fez isto.
      Não subestime a vontade do Hamas de jogar misseis em Israel, e o ódio dos antissemitas quando Israel se defende.

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    • 21/09/2011 - 21:55
      Enviado por: Gudrun

      Sinto muito por você, mas o Obama fez um discurso corretíssimo, impecável.
      Para quem gosta de lógica e coerência política e diplomática, abandonando paixões preconceituosas por uma idéia correta, este discurso foi uma aula.

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  • 21/09/2011 - 15:01
    Enviado por: DrHub

    O que eu mais gosto disso tudo são as artimanhas eargumentações de ambos os lados .Nem um pós -doutorado em negociação propociona tanto conhecimento .

    Eu ,particularmente , tive a oportunidade de trabalhar com muitos judeus , libaneses e sírio libaneses .
    Foi sempre uma delícia ver o desempenho de todos .
    Afinal esse é o Brasil . TG !

    Pena mesmo são as guerras .Mas esse é um mal da humanidade.

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  • 21/09/2011 - 15:02
    Enviado por: CASSEB

    Israel enrolou durante 50 anos e desde então milhares de grileiros invadiram terras palestinas, agora chega, chegou a hora de tentar algo diferente, mesmo que na pratica não mude nada.
    O pior é que parece que Israel é a vitima, pobrezinho, os malvados palestinos o estão isolando do mundo só porque os palestinos querem cumprir as leis territoriais designadas pela ONU na partilha da palestina.
    Segundo a retorica israelense, os palestinos são os vilões porque eles não esperaram os 200 anos que Israel queria que esperassem para que a lei fosse comprida.
    Vejam só a cara de pau sionista!!!.
    Abraço
    Marcio Casseb Reis

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    • 21/09/2011 - 21:48
      Enviado por: Gudrun

      Equívoco.
      Israel e os sionistas não são vítimas e estão absolutamente corretos nas suas demandas.
      Israel e os sionistas trabalham muito bem e apresentam aos países do mundo as suas razões para a não aprovação unilateral. Afinal, os países sérios do mundo entendem que não há vantagem para o povo palestino numa declaração apenas, sem negociações efetivas entre os dois atores principais.
      Vemos que os irresponsáveis da hora- frequentemente frustrados e ressentidos- não contribuem para o entendimento. São representantes do ódio e fazem sua guerra particular.
      Obama e Netanyahu estão juntos e tem muito o que mostrar para a ONU.
      Leiam os discursos. Não há como não concordar com os argumentos.

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    • 21/09/2011 - 22:35
      Enviado por: Victor

      Falou, falou, falou e não disse nada.

      Que tal lembrar que Ehud Barak propôs a Arafat 93% da Cisjordânia e Jerusalém Oriental como capital palestina?

      Foi a proposta que mais incluiu concessões aos palestinos.

      Me diga o que Arafat disse.

      É o que eu falei. Acusar é fácil, gritar é fácil. Mas raciocinar, ver a realidade como ela é, sem idealismos, é dureza e poucos conseguem isso.

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  • 21/09/2011 - 15:03
    Enviado por: Ricardo Mello

    Uma história nada edificante para o Brasil, infelizmente. Hoje, a ONU tem hoje a oportunidade histórica de corrigir a decisão impensada, imprudente e puramente emocional, tomada ainda sob o calor dos rescaldos da II Guerra. Estamos diante de uma questão politica, social, étnica e humanitaria cuja solução não pode mais ser adiada. A imensa maioria do mundo rejeita Israel e rejeitará quem o apoie – aliás, a cada dia menos, porque os EUA já sentem o peso do fardo que carregam apenas para satisfazer o poder econômico dos que levaram o país à sua maior crise

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  • 21/09/2011 - 15:13
    Enviado por: Francisco Alves

    Para mim a Cisjordânia é dos Palestinos. Por quer não reconhecer isso! Assim como Jerusalem Oriental. Se para reconhecer o estado, se eu fosse um lider Palestino, entregaria Jerusalem Oriental.
    Por metade de uma cidade eles ficam como (com) um país.

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  • 21/09/2011 - 15:37
    Enviado por: machucho

    Só espero que documentos da ONU de décadas atrás PERCAM O VALÕR E APLICABILIDADE.
    Vamos ver quem tem café no bule ali no O.M. e tentar ajudar os miseráveis do Brasil(PT vai se encarregar)e miseráveis da Àfrica(A ONU DEVERIA SE ENCARREGAR e deixar esta pauta de oprimidos palestinos para a próxima década).
    abraços

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  • 21/09/2011 - 15:42
    Enviado por: MBSjnr

    :: Boa tarde, ladies and gentlemen… só de passagem.

    –xx–

    Se me dissessem que a mudança de idéia do Bobama sobre os Palestinos
    tem mais a ver com sua reeleição e o dinheiro do lobby judaico americano,
    eu acreditaria porque o timming combina perfeitamente.

    Enquanto isso, Rick “Bliderberg Group” Perry já disse que está
    com
    as farmacêuticas direita católica Israel e não abre.
    Perry Backs Full Israeli Control Over Jerusalem
    By RICHARD A. OPPEL JR.

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  • 21/09/2011 - 15:59
    Enviado por: Oreia Vermeia

    Enquanto isso na ONU:
    - Dilma faz um discurso histórico e é aplaudida até enquanto fala.

    - Obama é recebido com frieza e visto como office-boy do Sionismo.

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    • 21/09/2011 - 17:49
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Oreia, eu estava pessoalmente na Assembleia. Não sou fã do Obama e nem da Dilma. Mas os dois foram recebidos com fortes aplausos

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    • 21/09/2011 - 18:12
      Enviado por: Marcus

      “Oreia, eu estava pessoalmente na Assembleia. Não sou fã do Obama e nem da Dilma. Mas os dois foram recebidos com fortes aplausos”

      Ou seja, a prática da desinformação, a de repetir mentiras incansavelmente até que sejam tomadas por verdade, dessa vez teve perna curta. E eu vejo isso o tempo todo. Ora por ignorância, ora por má fé.

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  • 21/09/2011 - 17:51
    Enviado por: robinson

    GUSTAVO;
    uma grande injustiça do seculo xx vai ser corrigida agora:a criação da Palestina!
    que viva em paz para sempre com israel!

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  • 21/09/2011 - 18:20
    Enviado por: Daniel H

    os palestinos tem direito a um estado. acho que quase ninguém discorda disso atualmente. também podemos criticar a retórica e embromação do atual governo israelense, mas declarar um estado palestino de forma unilateral pela onu é jogar combustível na fogueira. não podemos jogar a responsabilidade única e exclusivamente no governo israelense (situação na qual eu concordaria com o pleito palestino). governos passados estavam dispostos a fazer grandes concessões (no ponto de vista da narrativa israelense) e os palestinos acharam insuficiente. esse insuficiente de então já seria aceitável hoje, mas o governo em israel é outro. continuo achando uma grande irresponsabilidade declarar o estado dessa forma. pode haver violência na cisjordânia e mais atritos nas fronteiras com egito, líbano, síria e até mesmo jordânia. o hamas pode se afastar ainda mais de uma possibilidade de acordo real com o fatah. enfim, é estranho o brasil achar que resolver na síria (nem citada no discurso) tem que ser via negociações. lá todo dia morre alguém, nos últimos meses foram bem mais que na palestina. mas já nesta, tem q ser declaração unilateral. me explica?

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  • 21/09/2011 - 19:52
    Enviado por: mie

    Se houver negativa à justa pretensão do povo Palestino a um Estado Soberado justamente quando optam pela via legal da diplomacia através de seu maior órgão, Assembléia Geral, no foro das Nações Unidas, qual opção restará? permanecer sob o julgo da força, alimentando o ódio e o enfrentamento? não poderemos depois, indignados, reclamar das nefastas consequências. É chegada a hora de prestigiarmos a opção diplomática exercida pelos Palestinos, renunciando à violência. O acolhimento da pretensão enfraquecerá os radicais, que certamente não terão mais argumento de palanque. Tanto o povo Palestino como Israelense merecem esta oportunidade à PAZ. Judeus e Palestinos convivendo e aprendendo a conviver em paz; a criação do Estado Palestino pela via diplomática, como a utilizada para criação do Estado Judeu, é certamente um grande passo para tal desiderato

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  • 21/09/2011 - 19:56
    Enviado por: Morad Zahran

    As terras para os palestinos para mim não é moeda de troca por paz com Israel, as terras e um estado nacional palestino é um direito roubado desde 1967 por Israel, e que vem sendo robado atualmente com novos assentamentos israelenses.

    Se a paz virá isso eu não sei, talvez ambos os lados ainda não estão preparados para isso, mas com certeza a criação de uma área neutra e com limites e observadores da O.N.U podem assegurar pelo menos a segurança entre estes dois povos.

    Gustavo

    Na midia enquanto a Presidente Dilma falava, estava o Ultra Radical Libermann como representante de Israel na O.N.U, (muito apreensivo por sinal) por isso gstaria que me respondesse, já que conhece a trajetória poltica deste senhor e tudo que ele pensa sobre o destino politico dos palestinos e por tudo que já prometeu realizar caso for e com certeza será
    um dia o 1º ministro de Israel,
    vc como um ser inteligente e experiente sobre a questão Palestina, acha mesmo que Israel está interessado em paz, ou ao menos devolver algum território ocupado pelo seu exercito aos palestinos?

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  • 21/09/2011 - 20:02
    Enviado por: Fabiano Hofmann

    Os palestinos tem que aprender que perderam a guerra e as terras que um dia foram suas hj são de Israel, pq não vão cria um estado palestino no meio da Amazônia já que a Dilma defende tanto estes palestinos.

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  • 21/09/2011 - 20:37
    Enviado por: AO VIVO: Os discursos na abertura da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU - Radar Global - Estadao.com.br

    [...] 20h37 – GUSTAVO CHACRA: De 1947 a 2011 – O Brasil na criação de Israel e Palestina [...]

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  • 21/09/2011 - 21:19
    Enviado por: Os destaques dos discursos dos líderes que se pronunciaram na quarta-feira na 66ª Assembleia-Geral da ONU - Radar Global - Estadao.com.br

    [...] 20h37 – GUSTAVO CHACRA: De 1947 a 2011 – O Brasil na criação de Israel e Palestina [...]

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  • 21/09/2011 - 21:38
    Enviado por: José

    Gustavo:
    Não vi um jornal ou TV no Brasil,botar na integra a fala do Obama,falando de homens bombas,terrorismo,crianças educadas a odiar,misseis,e naçõens que querem apagar Israel do Mapa.
    Porque grande parte da imprensa omite os perigos que Israel sofre e Obama falou no discurso??

    The key points President Obama highlighted in his address to the opening of the UN General Assembly Wednesday, Sept. 21 were:
    - There are no short cuts to peace. It can only be achieved through negotiations – not statements and resolutions at the United Nations.

    - Ultimately it is up to Israel and the Palestinians to agree on borders, security, refugees, Jerusalem.
    - I also believe a genuine peace can be attained only between the Palestinians and Israelis themselves.

    - The Palestinians deserve a territorial base for their state. (Ed: The 1967 borders were not mentioned.)

    - But they must acknowledge the very real security concerns Israel faces every day.

    - Israel is surrounded by neighbors who have repeatedly waged war against it. Its people are killed by missiles on its borders and suicide bombers. Other children are taught to hate them and far bigger nations want to wipe them off the map.
    - They deserve a historical state in their historical land just as the Palestinians deserve a stated for which they have waited too long.
    - Peace depends on compromise. Each side has legitimate aspirations and both must learn to stand in the other’s shoes.

    - The US president stressed that the US is unshakably committed to Israel’s security.

    Ahead of his meeting with Prime Minister Netanyahu, Obama stressed peace cannot be imposed on the parties and a UN resolution will not bring the Palestinians a state.

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  • 21/09/2011 - 21:53
    Enviado por: Mitridates

    The Telegragh: “Strikingly, there was not one applause line in Obama’s entire speech”. “Nem um trecho do discurso de Obama foi aplaudido”, diz o jornal inglês.

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    • 22/09/2011 - 09:27
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Mitriadates, o jornal inglês mentiu, se realmente escreveu isso. Eu estava presente. E posso trazer aqui uns dez jornalistas brasileiros, da Folha, O Globo, BBC e outros, que viram o Obama ser aplaudido

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  • 21/09/2011 - 22:05
    Enviado por: Hélio Félix

    Prezado Gustavo,

    Sobre a posição das duas grandes potências à época (fins dos anos 1940) e sobre a pressão por elas exercida, há balizadas controvérsias. Sei que você se baseou, também, em reportagem do New York Times daquele período, mas um jornalista do seu gabarito sabe (bem melhor do que eu) que não se pode tomá-la como simplesmente condizente com a pura realidade dos fatos. Penso que o post no link abaixo, de um dos blogs da “The Economist” traz informações muito interessantes, algumas retiradas do livro “1948: A History of the First Arab-Israeli War”-Yale University Press, 2008, do historiador israelense Benny Morris. Vale muito a pena conferir e desmistificar certos fatos.

    http://www.economist.com/blogs/democracyinamerica/2011/09/israel-palestine

    Um abraço

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  • 21/09/2011 - 22:07
    Enviado por: DrHub

    Excelente orador , uma aula , o O-bum mudou o tom da conversa .
    Não percebi mais a urgência, antes explícita, no seu “discurso histórico”, em resolver a coisa toda.
    E a segurança de Israel foi mais uma vez posta aos olhos do mundo num belo recado ao AJad.

    O discurso do BiBi no congresso americano deu o novo tom da música ?

    É meu chapa , com Israel o buraco é mais embaixo .Se liga O-bum !!

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  • 21/09/2011 - 22:30
    Enviado por: DrHub

    Apenas para ilustrar o post anterior , o prêmio nobel da Teoria dos Jogos , Robert Aumann , explica uma aplicação da teoria no conflito árabe -israelense :

    http://www.israelnationalnews.com/Articles/Article.aspx/9585

    Vale a pena ler .

    “O Paradoxo do Chantagista ” é a aplicação defendida.

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  • 21/09/2011 - 23:33
    Enviado por: Riccardo(California,USA)

    Gustavo,

    Voce sabe porque e uma tradicao da ONU que o Brasil sempre dah a primeira palestra na abertura da assembleia geral , desde 47?

    Gostaria de saber.

    abs

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  • 22/09/2011 - 00:13
    Enviado por: Patrícia

    Os acontecimentos dos últimos dias não me levam ao otimismo. Sabemos que há um racha político nos EUA. Obama não tem espaço de manobra. Também não acredito que seja reeleito. Acredito que a ONU vai enrolar sobre a questão do estado palestino. Já existem rumores que uma decisão sobre o assunto pode levar certo tempo. Um ano passa muito rápido… Entrando um republicano de novo, porque não acredito no contrário, a situação entre Israel e palestinos vai se agravar.
    Infelizmente…

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  • 22/09/2011 - 00:20
    Enviado por: Laninha.

    Ariel

    ”Passei”.

    Comprei novo teclado p/ o pc de mesa, mas o do notebook ainda está mal e custa 100 reais 1 novo teclado. Vou pesquisar no boa dica e ver se acho + em conta. Quem sabe minha filha põe finalmente em prática o o que aprendeu no curso de manutenção de notebooks

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  • 22/09/2011 - 05:28
    Enviado por: Alexandre Magno

    Gustavo, que tal você escrever um texto sobre a execução de Troy Davis na Geórgia?

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  • 22/09/2011 - 06:15
    Enviado por: HenriqueS

    Chacra, me explica: a Palestina já não foi criada em 1947? Vai ser criada de novo? Fazendo um exercicio de imaginação (exercicio jornalistico), como voce imagina que seria hoje em dia caso os árabes não tivessem iniciado uma guerra imediatamente apos a Partilha? Como seria se os árabes tivessem implantado um estado do mesmo modo como Israel fez? Será que esse estado hoje seria para os palestinos? Continuaria sendo da Jordania? Do Egito?
    .
    O que voce acha?
    .
    Ali, o que voce acha?
    .
    Casseb?
    .
    Farhat?
    .
    Gluon?
    .
    MBSjr?

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    • 22/09/2011 - 09:24
      Enviado por: Gustavo Chacra

      Henrique, precisaria de mais tempo para responder à sua pergunta. Mas tenho a cobertura da Dilma em Nova York e mais negociações Israel-Paestina. De qualquer forma, acho que escrevi um post no passado sobre isso. E, hoje, vamos pensar no presente

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    • 22/09/2011 - 23:09
      Enviado por: Glúon

      .
      __________
      .
      Henrique S.
      .
      __________
      .
      Certamente o tema é promissor para uma charge.
      .
      ____________________________________________
      .

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    • 24/09/2011 - 08:09
      Enviado por: Laninha.

      A Palestina exste há milhares de anos…. Syria /\ Palestina… Heródoto escreveu em .450 AEC, em As Histórias de um bairro “da Síria, chamada Palaistinê “(daí Palaestina = Palestina).

      Heródoto era grego. Antes dos gregos os donos foram os egípcios, os babilônios [iraquianos], os medo [curdos]-persas [iranianos]; depois dos gregos foram os impérios romanos e otomanos. E no final do século 19, os britânicos dominavam a região, com claras intenções imperialistas.

      Antes dos otomanos Genghis Khan passou por lá vindo da Asia Centra e espalhou seu sêmen por onde pisou. Repare que nas pinturas antigas: os olhos dos árabes são puxados p/ cima como o dos mongóis [os sauditas puros têm olhos de mongol] e que a pele dos iranianos era amarelada.

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  • 22/09/2011 - 07:16
    Enviado por: Jair Almansur

    O Brasil que reconheceu Israel era:
    a) um país governado por uma ditadura fascista, cujo governo havia saido da guerra de certa forma debilitado pois tinha a princípio se mantido neutro em relação aos crimes hitlerianos;
    b) um país que ainda não tinha se livrado plenamente do colonialismo e que tinha sua elite governante ligada aos EU e Europa.

    O Brasil que reconhece a Palestina:
    a) é democrático, que há mais de vinte anos elege democráticamente seus dirigentes;
    b) é econômicamente estável e independente tendo comércio com mais nações do que com qualquer outra nação do mundo.

    Não sei se hoje Israel teria obtido votos suficientes para tomar toda a palestina como obteve durante sua fundação.

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  • 22/09/2011 - 08:16
    Enviado por: CASSEB

    Sempre desejei a paz entre palestinos e israelenses, mas pelo jeito a paz entre os dois parece tão impossivel quanto o corinthians ganhar uma libertadores.

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  • 22/09/2011 - 08:22
    Enviado por: José

    A nova lider do moribundo partido trabalista,esnobando a Livni:
    Livni já era…..

    Schneller slams Livni for saying Labor a ‘natural partner’
    By JPOST.COM STAFF
    09/22/2011 11:22

    Talkbacks (1)

    MK Otniel Schneller (Kadima) criticized party chair Tzipi Livni on Thursday for saying that the Labor Party is a natural partner for Kadima. Schneller responded, “I didn’t know that a decision was made in the Kadima institutions, the majority of whose members are center-right,” to turn and stand with the Israeli Left.

    Livni, Schneller said, forgets that Kadima is “supposed to represent the center of the political map.”

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  • 22/09/2011 - 08:27
    Enviado por: HEnrique G.

    Tic tac tic tac…..e o tempo passando. Quando que a população palestina vai perceber que essa jogada do Abbas é uma manobra dele para se perpetuar no governo. O que ele vai fazer quando retornar a Ramallah e ver que a mesada que o Bibi lhe dava vai ser cancelada. Será que o Irã ou Arabia Saudita vai dar 200 milhoês de reais ao mês ??? Tic tac tic tac eo tempo vai passando e o Abbas vai se perpetuando no governo aonde ele teria que ter saido em 2009…….

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  • 22/09/2011 - 08:56
    Enviado por: CASSEB

    Enquanto os parciais americanos estiverem a frente das negociações, mais terras palestinas serão roubadas pelo governo israelense, e menor será a chance de haver um estado palestino.
    Talvez se um país que não tivesse nenhuma relação proxima nem com Israel e nem com a Palestina pudesse substituir os EUA como intermediario da negociação, haveria justiça.
    Quem sabe a China não é esse país, pois ela alem de poderosa é neutra em relação aos dois.
    Os EUA por sua parcialidade e corrupção sempre vão atender as vontades de seu protegido e corruptor ( Israel).

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  • 22/09/2011 - 09:05
    Enviado por: NKS

    Glúon, faltou acrescentar em italiano:

    Partilha:

    em italiano: mezzo a mezzo.

    (boa idéia para uma pizza a gosto, mezzo aliche, mezzo mussarela ou mezzo margherita, mezzo calabreza, ou de qualquer outro tipo, conforme o gosto do freguês, acompanhada de coca-cola, zero,
    light ou tradicional ou ainda guaraná ou mesmo tubaína (rsrsrs).

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  • 22/09/2011 - 19:01
    Enviado por: Roland

    Gustavo – Não entendi isso que consta em seu texto “…Mas Estdos Unidos e União Soviética, que eram as 2 grndes potencias da época, defendiam a partilha d Palestina histórica emum Estado judaico e outro árabe”. O Estado de Israel foi confirmado logo em seguida.
    E o Estado árabe? Que até hoje não existe. Se houve a partilha na época o que aconteceu com a outra parte da Palestina que era para ser o Estado árabe da Palestina?

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