Desde que o correio passou a barrar os CDs que eu comprava na Amazon, eu tive de encontrar uma saída brasileira para comprar discos importados mais mainstream. De todas as que eu testei, a melhor em acervo e em agilidade na entrega foi a CD Point. O preço dos discos é salgado, todo aquele imposto de importação deixa mesmo quase inviável comprar importados na Internet, mas pelo menos é um jeito de não ficar à mercê do correio, que tem uma maneira muito peculiar de cobrar o imposto (comigo já aconteceu de quererem embutir até a taxa de entrega), e os discos chegam direto na sua casa.
Na web, a Peligro é onde eu mais compro. É um site pequeno, mas certeiro. O legal é que por lá é possível encontrar desde independentes brasileiros até discos gringos hypados por um preço camarada – o CD importado custa R$ 40. E é impressionante a quantidade de discos bons no catálogo.
No meio daquele mundo de lojas de instrumentos musicais na Teodoro Sampaio existe um cantinho sensacional para quem ainda compra discos. Bem ao contrário das megastores tipo Fnac – que têm um espaço enorme para os discos mas poucos títulos diferentes – a Pops tem uma das maiores concentrações de música bacana por metro quadrado em São Paulo. Jazz, música brasileira, rock, independentes. É difícil entrar lá e não sair carregado.
Além de ser um dos lugares mais legais de São Paulo para ouvir um som independente, o Milo Garage é uma ótima loja de discos. Se você procura coisas do selo Thrill Jockey, do Tortoise, por exemplo, não tem lugar melhor. Além de discos, o Milo vende muitos posters legais. Agora ele tem um site, mas ainda falta colocar na web o catálogo de discos. Não importa, o bacana mesmo é dar uma passada por lá.
2011
2010
2009
2008
2007
2006
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools