
O eterno ex-guitarrista dos Smiths (nesta foto na ponta direita) já entrou em muitas roubadas desde o fim da banda, ainda nos anos 80. Sumido, ele volta agora como integrante do Modest Mouse. O Guardian faz hoje uma boa reportagem sobre a entrada do guitarrista nesta banda meia-boca. Eu me pergunto: será que não seria o caso de ficar sumido mais um tempo?
banda meia boca?!?
Guilherme, posso fazer uma provocação? Os melhores trabalhos do Johnny Marr são os que ele fez com o Pet Shop Boys. No “Being Boring”,por exemplo.
Ricardo, você esqueceu do Electronic!!! Foi de propósito?
“Getting Away With It” é um dos clássicos da minha vida!
É mesmo,o Electronic é coisa de louco. O importante é tentar explicar pro Guilherme que The Smiths é obra menor na carreira do Senhor Marr.Abraços, minha gente
Bizarro.
Tudo nessa história é esquisito. Se bem que eu adoraria ter o Joey Santiago na minha banda. Ou o Greil Marcus no meu blog. Quem sabe?
Eu entendo a defesa, mas acho que o Electronic, a ajuda aos Pet Shop Boys e a temporada no Pretenders, só para lembrar episódios célebres, marcam um passo torto depois do outro…
dom guilherme, e assim de passos tortos em passos tortos, o senhor Marr vai nos maravilhando com sua guitarra muito especial. A verdade é que não dá prá não gostar dele.
Com certeza, essa foi a parceria mais “fuleira” da sua vida!!!
johnny marr aceitou o convite porque ele conhece e admira a força do modest mouse. antes dos dos dois últimos discos, quando então os caras, cansados da pobreza deles e da miséria de gosto dos críticos, resolveram fazer esse trabalho comercial, que trouxe o modest até o blogueiro presente — que certamente não recebeu de jabá os sete álbuns e quatro eps anteriores em sua confortável cadeira de crítico — a banda manteve sua personalidade, independente do gosto dos engolidores de hits que têm espaço pra falar ao povão por aqui e por aí e por lá.
werneck só pode não conhecer o modest mouse pra falar assim dos caras.
aliás, conhece sim: os dois últimos discos foram feitos pra sujeitos como ele. a banda agora pensa: “nós sempre soubemos o que fazer pra
agradar a massa do mau gosto, mas não queríamos. mas a idade ensina, só os jovens se debatem tanto, vamos tocar do jeitinho que vocês entendem”.
e fizeram os dois últimos discos, que eu respeito, mas não gosto de ouvir.
contudo, alguém tem que ser eleito pra dar opinião, para isso inventou-se a crítica especializada. só que, muitas vezes, essa eleição é feita por quem não conhece nada da especialidade. daí ocorre a crítica meia-boca.
posso estar enganado. admito que dou aqui minha opinião sem conhecer o passado do werneck. é que, às vezes, a gente quer ou tem que dizer o que acha e não tem tempo pra estudar o passado de todo o mundo. talvez
tenha nascido nessas mesmas condições insalubres o post lá de cima da página.
A banda não é meia-boa… estragou o post com um comentário inutil…
Banda meia boca?Será que quem fez esse comentário já escutou as obras The Moon and Antarctica e the Lonesome Crowded West?Acho que não…
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