ir para o conteúdo
 • 

Flip

08.julho.2011 09:34:49

Vídeo: entrevista com valter hugo mãe

O escritor angolano radicado em Portugal valter hugo mãe fala como escreve – a saber, saíram dele neste ano no Brasil o remorso de baltazar serapião e máquina de fazer espanhois. É uma coisa bem bonita de ouvir. Tenho cá pra mim que a mesa dele com a Pola Oloixarac, hoje, ao meio dia, será das melhores desta Flip, no que depender da desenvoltura dos dois.  Vai ficar dependendo da mediação.

Coloco abaixo o vídeo com trechos da conversa que Bira e eu tivemos com ele anteontem, na qual hugo mae fala sobre como integram o livro o esquecimento bom (o da perda de memória na velhice, que para ele ajuda a superar as perdas) e o esquecimento ruim (que faz com que hoje Salazar comece a ser celebrado em Portugal por jovens e adultos).

Antes, uma curiosidade que destaquei no lide da entrevista publicada hoje no Caderno 2: enquanto valter vê com estranheza a extrema direita ganhando espaço em Portugal, sua colega de mesa na Flip, Pola, ironiza a ultraesquerda em seu único livro, As Teorias Selvagens.

O vídeo quem fez foi o Wilton Junior, fotógrafo da sucursal do Rio do Estadão que teve a linda ideia de trazer uma câmera de vídeo além da fotográfica (foram dele também os vídeos do Antonio Candido). Uma sacada e tanto que está fazendo a maior diferença numa cobertura feita por uma equipe reduzida.

Comentários (10)| Comente!

10 Comentários Comente também
  • 08/07/2011 - 15:33
    Enviado por: Gildo Araújo

    Vi na GloboNews que ele emocionou a todos e Pola ficou intimidada.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 08/07/2011 - 17:35
    Enviado por: Luciana Portinho

    Excelente iniciativa a do vídeo. Para quem não pode ir a FLIP, dá cores e calor às matérias escritas. Lúcido, humanamente simples.
    cordialmente,
    Luciana Portinho
    Campos.RJ

    responder este comentário denunciar abuso

  • 08/07/2011 - 19:52
    Enviado por: Socorro Acioli

    Você tinha razão, a palestra dela foi ótima! Chego à conclusão de que todo mundo gosta de palestrantes divertidos. Especialmente quando são geniais também.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 10/07/2011 - 12:15
    Enviado por: H F C

    vhm não está “radicado” em Portugal.
    nem terá nacionalidade angolana. quando vhm nasceu, no interior de Angola, ainda o território era uma provincia ultramarina portuguesa.
    mas seguramente a pátria de vhm é a lingua portuguesa.
    era bom que mais brasileiros quisessem entender isso e tornassem essa pátria ainda maior e mais dinâmica

    responder este comentário denunciar abuso

  • 10/07/2011 - 12:36
    Enviado por: H F C

    Gracias???

    Não entendo, mas obrigado Raquel.

    Prova uma vez mais o meu ponto.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 10/07/2011 - 16:18
      Enviado por: Raquel Cozer

      Nao leve tao a serio, Helder. Nenhuma briga com nossos vizinhos de continente, nenhum preconceito com nosso idioma… Ja inclusive fiz algumas reportagens sobre intercambio da literatura nos paises de lingua portuguesa e essa presença nos paises de outros idiomas… Beijo, Raquel

      responder este comentário denunciar abuso
    • 11/07/2011 - 11:22
      Enviado por: Raquel Cozer

      Helder, um leitor do meu outro blog, A Biblioteca de Raquel, fez um comentário sobreo uso da expressao “província ultramarina portuguesa” que achei interessante que você lesse, já que defende a causa: “Raquel, respeito muito o seu trabalho e tenho divulgado alguns dos seus textos nas redes sociais da Revista Crioula, que edito na USP. Porém, gostaria de apontar para o problemático uso da expressão ‘Província ultramarina portuguesa’, referindo-se a Angola. As implicações políticas desse eufemismo – urdido historicamente pela desfaçatez do regime salazarista – são incontáveis.”

      responder este comentário denunciar abuso
  • 12/07/2011 - 12:57
    Enviado por: H F C

    Raquel,

    A minha reação à sua “provocação” foi exagerada.
    Não tem de haver preconceito nenhum em relação a nada, eu entendi bem isso.

    Mas há que tentar defender a nossa pátria que é a lingua portuguesa, não concorda?

    Obrigado pela transcrição do comentário. Tenho noção da “força” da expressão e é bem verdade o que é dito pelo seu leitor.

    Não sou defensor da “causa”, longe disso, apenas queria dizer que muitos portugueses nasceram nas antigas colónias (outra expressão maldita). Não é fácil falar de fatos históricos melindrosos…

    Bom… melhor ficar por aqui. São temas complicados, nada a ver com a leveza dos dias em Paraty.

    responder este comentário denunciar abuso

Comentários recentes

  • Teté de Taubaté: OH
  • Paulo: Esse concurso será uma falácia, um joguete entre editores para incluir seus pupilos no exterior. Em...
  • Sonia Cristina: Sinceramente, não entendi o porquê de tanta comoção. Não vi nada de mais no texto. Será que sou...
  • Gildo Araújo: Eu senti falta dos petistas e suas plaquinhas “Fora FHC” clamando por uma FLIP exclusivamente...
  • Gildo Araújo: Essa Macumba Antropófaga não é a mesma coisa que José Celso Martinez fazia há 50 anos. Evolui...

Arquivo

Twitter de Cultura

Powered by Twitter Tools

Blogs do Estadão