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Programa capacita universitários a criar apps

  • 24 de outubro de 2011|
  • 19h04|
  • Por Filipe Serrano

O  Laboratório se Sistemas Integráveis Tecnológico e o Instituto Claro estão oferecendo 100 vagas para um programa de capacitação de universitários que tenham interesse em desenvolver aplicativos ou soluções para celular.

O programa é chamado de Campus Mobile e tem duração de seis meses. Três participantes devem ser selecionados ao final para receber um prêmio total de R$ 10 mil de acordo com o Instituto.

Para participar, pelo menos a ideia do projeto precisa já estar desenvolvida. A inscrição é gratuita e vai até o dia 9 de novembro. Cem pessoas serão selecionadas para participar do programa, que começa em janeiro e vai até julho.

Apple deixa iPhone 5 para depois

  • 5 de outubro de 2011|
  • 8h05|
  • Por Filipe Serrano

* Análise publicada no caderno ‘Economia & Negócios’ nesta quarta-feira.

Não é a primeira vez que a Apple coloca um ‘S’ no iPhone. Da mesma forma que fez durante a transição do iPhone 3G para o 3GS, as novidades do smartphone estão focadas nas melhorias internas.

Não houve alterações no design. O tamanho da tela continua igual e não houve o anúncio de um iPhone menor e mais barato, como cogitado. O grande anúncio é o reconhecimento de comandos de voz em inglês, francês e alemão para controlar todo tipo de função do celular, recurso ainda em beta (teste).

A falta de novidades que justifiquem o lançamento de um produto “completamente novo”, como a Apple tentou empurrar durante a apresentação, é sempre encarada como uma frustração.

Apesar de não empolgar, com o 4S a Apple aposta em um modelo de sucesso que fez o iPhone se tornar o smartphone líder de vendas e representar US$ 13,3 bilhões do total de US$ 28,5 bilhões da receita da fabricante no trimestre passado. É uma necessidade ainda maior, principalmente no momento em que a empresa passa pela transição de comando com a saída de Steve Jobs.

O iPhone 5 fica para depois. Na visão da Apple, é melhor agora adaptar o telefone a tecnologias já presentes em aparelhos de outros fabricantes, como a câmera, além das novidades do iOS 5 e do iCloud, do que arriscar com mudanças que exigem altos investimentos na cadeia de produção.

Sem muito o que realmente falar sobre o iPhone, como a frase “Let’s talk iPhone” do convite do evento sugeria, sobrou tempo para a Apple se gabar dos resultados de vendas de iPods, iPads e iPhones e provocar os concorrentes.

Ouça o comentário sobre o iPhone 4S na rádio Estadão ESPN.

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O lançamento do iPhone

  • 4 de outubro de 2011|
  • 10h44|
  • Por Filipe Serrano

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AppStore alternativa

  • 3 de outubro de 2011|
  • 18h37|
  • Por Filipe Serrano

A brasileira Movile começou a testar um sistema de aplicativos offline da sua loja Zeewe, uma alternativa às lojas de aplicativos das duas principais plataformas de smartphones e tablets.

De acordo com Eduardo Lins Henrique, gerente de inovações da Movile e responsável pela Zeewe, a novidade lançada na semana passada permite que as informações dos aplicativos fiquem armazenadas no cache do navegar e, assim, podem ser acessadas até offline. O Zeewe 2.0 está disponível para iOS pelo endereço go.zeewe.com.

“Ele armazena as informações localmente, inclusive com a possibilidade da conexão se desligar, e a aplicação continua rodando. Parecido com o que o flash faz, só que bem focado em smartphones e tablets”, disse Eduardo.

A loja Zeewe reúne aplicativos online desenvolvidos em HTML5 e, por isso, podem ser usados sem a necessidade de instalação.

Na prática, funciona como um site. O usuário acessa o endereço www.zeewe.com pelo telefone ou tablet. A página imita o visual de um app para iPhone, e funciona como um atalho para dezenas de outros aplicativos em HTML5 divididos em categorias (games, músicas e vídeos, entretenimento, utilidades, rede social, esportes, produtividade, negócios, notícias e adulto). Sem as restrições da App Store, da Apple, e da Android Market, do Google, há atalhos para aplicativos web de diversos sites de pornografia.

A desvantagem é que o usuário precisa estar conectado à web para usar quase todos os aplicativos. Apenas três estão adaptados para funcionar offline.

A Zeewe também deve começar a implementar nos próximos meses recursos para que os desenvolvedores criem aplicativos pagos, com um modelo de distribuição semelhante ao da Apple, em que o criador fica com 70% da receita e a loja, com 30%.

“Hoje o HTML5 ainda tem menos recursos computacionais e de ferramentas de desenvolvimento do que o desenvolvimento nativo de Android e iPhone. Mas a gente acredita que com o avanço do HTML5, até com o surgimento de mais recursos, esse jogo pode ser invertido e as empresas passem a dar os primeiros passos de um aplicativo em HTML5 e depois passem a desenvolver para outras plataformas”, afirmou Eduardo.

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