O Ministério dos Esportes foi pacificado da mesma forma que o do Turismo. O sistema de divisão do poder permanece inalterado.
No Turismo, caiu um ministro entrou outro aliado de Sarney. Há diferenças entre os dois? O atual ministro é mais articulado, atuou na educação e tem experiência administrativa.
Houve portanto uma melhora, dentro da rigidez inabalável de manter o ministério sob a influência de Sarney.
Caiu Orlando Silva, entre Aldo Rebelo. Este com mais experiência parlamentar, com posições próprias sobre Raposa Serra do Sol e o Código Florestal.
Os jornalistas enfatizam também de suas campanhas contra o uso de palavras estrangeiras, seu projeto criando o Dia do Saci Pererê, a combinação, em sua estante, de efígies comunistas com imagens de santos catóicos.
O que querem dizer é o seguinte: a mudança foi para melhor.
A trajetória de Gastão Vieira também autorizava dizer que a mudança no Turismo foi para melhor.
É uma resignação típica . Acho que está na raiz da longa sobrevivência da ditadura militar.
A palavra de ordem é sempre buscar algo positivo nas ações do governo, para evitar confrontos prolongados.
Dilma muda os nomes mas não altera os esquemas herdados. No passado colonial, tínhamos a capitanias hereditárias.
Esporte é com o PC do B; Turismo, Minas e Energia pertencem ao Sarney. E assim por diante.
Sarney já estatizou o museu com suas imagens e documentos. É um faraó acabado.
Pelo menos, no último escândalo, discutimos alguma coisa sobre o comunismo. Chegamos ao princípio do Século XX, com múmias mais recentes.
O difícil será mergulhar na agenda atual: economia verde, erradicação da miséria, Copa do Mundo sustentável.
PS: leia o artigo de hoje no Estadão: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,e-o-vento-levou-,791649,0.htm
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Ardem fogueiras nas ruas de Santiago e Atenas e a policia de Ohio sai à caça de animais selvagens, depois que o dono do zoo abriu as jaulas e se matou.
Chegam à La Paz os índios que marcham contra uma a construção de uma estrada na Amazônia boliviana e Morales amarga uma derrota nas eleições para magistrados. A maioria rejeitou sua proposta.
No Brasil, a grande e importante notícia: o saneamento básico, de 2000 a 2008, cresceu apenas de 52,2% para 55,1%, muito pouco para nossas necessidades. Nesse passo, só universalizamos o serviço em 2060.
A Fundação José Sarney no Maranhão foi estatizada. O povo maranhense vai pagar agora pelo culto da personalidade. Foi condenado à pobreza no século XX se já está sendo pendurado pela eternidade.
É um povo admirável sobre muitos aspectos, sobretudo sua capacidade de enfrentar os desastres. Minha passagem por Trizidela do Norte, nas cheias, me convenceu de que se voltassem sua energia para mudanças políticas não seriam forçados a cultuar Sarney com seus impostos.
O argumento é de que a história republicana precisa ser preservada. Se a república no conjunto não se interessou pelo culto a Sarney, por que obrigar os maranhenses a isso?
Estive nas praias da Itália,como repórter, quando os refugiados da Albânia chegavam do longo pesadelo que foi o socialismo albanês. Eles viam a televisão italiana, acompanhavam o futebol e já estavam com a cabeça no Ocidente.
Os comunistas não perceberam que algo havia mudado e há muito tempo. Agora, o portal do PC do B afirma que é necessário impor um controle à imprensa por causa das denúncias contra Orlando Silva.
Milhões foram desviados, segundo o TCU, o próprio Procurador diz que a situação é grave e pede inquérito no Supremo. Mas o PC do B afirma que tudo é invenção da imprensa golpista e prega o controle “democrático” dos meios de comunicação.
Felizmente, ainda dá para para rir. A Associação dos Funcionários do TCU pegou $2,5 milhões dos Esportes e não demonstrou os gastos.
O presidente que assinou o convênio, ligado ao PC do B, chama-se Waucilon Carvalho de Souza. Não hesitou em pegar o dinheiro, vacila ao devolvê-lo .Ah, Waucilon.
Quando os albaneses se lançaram ao Adriático em busca da liberdade, o velho esquema comunista ainda não tinha se dado conta de fracasso.
Com um ex-ministro, Agnelo Queiroz, e um ministro, Orlando Silva debaixo de fortes acusações, com denúncias fundados explodindo em todos os cantos, os comunistas do Brasil acreditam que ainda estão no segundo tempo.
Fim de jogo, camaradas.
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Quando estoura um escândalo no Brasil, os acusados, de um modo geral, negam e tentam resistir no seu cargo. Alguns resistem. Sarney e Renan Calheiros são um exemplo da resistência bem sucedida.
Mas há uma diferença na capacidade de resistência e ela é determinada pelo contexto eleitoral. Sarney e Calheiros se elegem de qualquer maneira. Muitos de seus eleitores ignoram as acusações contra eles, outros são simplesmente agradecidos por seus favores.
O caso de um escândalo no PC do B é diferente. Em tese, remanescentes do stalinismo são capazes de negar qualquer fato ou de atribuir um duplo sentido às palavras mais transparentes.
Acontece que o PC do B tem uma base de eleitores urbanos. Há estudantes que votam no partido. No Rio, alguns intelectuais têm se revelado fieis eleitores e, em Porto Alegre, a deputado Manuela Dávila é favorita nas eleições de 2012.
Tudo isso significa que o PC do B não pode usar a mesma tática de Sarney e Calheiros. Seria menos eficaz .
Mas, por outro lado, o PC do B tem se mostrado um aliado de confiança. Vota com o governo, esvazia investigações contra aliados e, segundo as denúncias, até dinheiro para a campanha presidencial teria destinado.
O alvo principal das investigações não deveria ser apenas a participação de Orlando Silva, mas o próprio programa Segundo Tempo.
Os principais jornais e revistas já denunciaram algumas vezes o aparelhamento do programa. Pelo menos, Veja e Estado de São Paulo, Correio Brasiliense, já mencionaram as ONGs amigas do PC do B atuando no Segundo Tempo.
Colunistas esportivos dos maiores jornais, dizem agora que sempre desconfiaram do que se passava no Ministério dos Esportes.
As denúncias vêm se arrastando e agora ganham nova dimensão. Sou bastante experimentado para não ter muitas ilusões. Em 2008, kits de merendas do Segundo Tempo foram usados pelo PMDB do Rio na conquista de votos. Foram apreendidos dentro do diretório do partido, quando preparava o trabalho de boca de urnas.
O processo morreu no TRE, assim como as notícias sobre o tema desapareceram no segundo dia. Nem todo escândalo no Brasil pega. Teoricamente, é possível roubar merenda de criança pobre ao longo de todo o século.
As chances do escândalo ser levado a sério, dependem ,em primeiro lugar, de uma denúncia no interior da quadrilha que opera o desvio. Mas dependem também da pressão das outras quadrilhas que se sentem alijadas e querem parte do botim.
A agenda da política brasileira, com todas as suas deformações, se desloca, no momento, para a Copa do Mundo. Quem sabe, através do governo do esporte, grande parte da população acabe entendendo a lógica do governo em geral?
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As autoridades já admitem que o grande problema para a Copa do Mundo são os aeroportos. Cinco dos 13 escolhidos ainda têm suas obras apenas no papel: Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, Recife e Salvador.
O que se revela agora sobre os aeroportos é algo que todos os viajantes sabem. A Copa do Mundo é apenas um pretexto, pois o crescimento da demanda é constante e até independe dos jogos.
Um caso dramático é o do Maranhão, estado de onde saem os ministros do turismo, ultimamente. O aeroporto de São Luis está funcionando com tendas improvisadas.
Os turistas que procuram os Lençóis Maranhanses voltam horrorizados com a improvisao. São Luis é uma cidade quente e é muito difícil para os viajantes trocarem um saguão refrigerado pelas tendas na rua.
Sarney pode dizer que aeroportos são de competência do governo federal. Mas deixar que o aeroporto desabe ,parcialmente, é um descaso também das forças políticas locais, tão poderosas junto ao governo do PT.
Com o tempo, os figurões de República terão de usar aeroportos militares pois serão responsabilizados pelo caos.
Os terminais provisórios de passgeiros que serão construídos para a Copa correm dois riscos: podem ser transformados em permanentes ou, em caso de muita urgência, replicar os métodos precários do aeroporto de São Luís.
Nesse campo, o Brasil se aproxima mais do Maranhão, quando o objetivo estratégico deveria ser o de aproximar o Maranhão do progresso de outros estados.
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O turismo continua nas mãos de Sarney. Saiu um, entrou outro deputado maranhense. Gastão Vieira é aliado de Sarney e foi secretário duas vezes, de planejamento e educação.
Na Câmara sempre atuou na área da educação. É mais versátil que Pedro Novais, o ministro que sai, mas, dificilmente, terá tempo para dominar o tema e produzir algo que o momento exige.
Quando Sarney indica um ministro, a julgar pela passagem de Novais, ele procura, entre outras coisas, dirigir recursos para o Maranhão e fortalecer sua dominação política doméstica.
Sarney vai negar que escolheu Gastão, como negou que escolheu Novais. A troca de guarda, de um aliado maranhense para outro, dá um pouco a dimensão de como o governo vê o turismo diante dos eventos internacionais que nos desafiam.
As obras de melhoria da locomoção urbana tiveram seus prazos de conclusão adiadas para dezembro de 2013. O famoso legado vai ficando para o fim. Nos aeroportos serão construidos terminais de passageiros provisórios.
Gastar tanto dinheiro apenas para gritar gol não compensa, sobretudo nesse momento em que a economia em crise pede avanços sustentáveis. E o turismo desenvolvido era um dos fatores chave da sustentabilidade nos projetos de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
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Segundo a lei, o teto salarial do funcionalismo é 27,6 mil, equivalente ao ganho mensal de um ministro do STF.
Sarney ganha em torno de R$62 mil. Outros senadores e também deputados ganham mais que o teto, acumulando salários e aposentadorias.
No próprio Senado, a questão foi levantada para os funcionários que ganhavam, só em salários, mais que o teto.
O juiz Olindo Menezes, do TRF1, decidiu autorizar a continuidade desses pagamentos. Entre seus argumentos, estava o de que a suspensão dos pagamentos ameaça à ordem pública.
A recusa em aplicar lei representa, em gastos extras, cerca de R$200 milhões. Mas, na verdade, o tema já esteve no noticiário algumas vezes.
Toda vez que o problema surge, surge com ele uma enorme resistência ao cumprimento da lei. Já vi isso acontecer em outros momentos. A imprensa denuncia, os interessados reagem, o assunto morre.
Não há mediações políticas no Congresso para negociar o cumprimento da lei. Nem há uma autoridade que se disponha a solucionar, de forma negociada, uma saída para o impasse
Nesse vácuo político, a lei, como outras no Brasil, simplesmente, não pegou.
Ainda que para efeito de argumentação, poderíamos levar em contra a tese de que a suspensão do pagamento ameaça à ordem pública.
O juiz deveria explicitar como a ordem pública é ameaçada. Seria fácil mostrar como um projeto de aplicação progressiva da lei não ameaça a ordem pública, mas ao contrário, a fortalece.
Onde está a articulação capaz de conduzir esse tese? É difícil que apareça no Congresso porque a convivência torna-se um pouco desagradável entre deputados e senadores.
O teto legal é o salário de um ministro do Supremo. O STF por ser o parâmetro e, simultaneamente, o guardião da lei, pode ser um caminho.
Não se trata apenas de dizer que a lei está valendo, mas de ter um roteiro para aplicá-la.
Na primeira eleição direta, em 1989, Collor de Melo se popularizou na chamada “luta contra os marajás no funcionalismo de Alagoas”. Os marajás sobreviveram como tema e Collor caiu em desgraça, acusado de corrupção.
O fato de Collor ter usado de forma demagógica seu combate contra os marajás e as regras, não ditas, de convivência no Congresso,contribuem para reduzir o assunto a alguns protestos isoladas e afastá-lo da política.
Mas não deixa de ser mais uma contradição. Imprensa e opinião pública se interessam pela aplicação da lei mas não há nenhuma resposta no domínio da política.
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Desculpem a ausência. A conexão da Vivo me deixou na mão e havia aquelas pessoas usando gerúndio do outro lado da linha. Foi impossível resolver rápido.
Em Brasília, rumo a São Paulo. Participei de um seminário sobre liberdade de expressão na Câmara. Em São Paulo, o tema será pegadas de carbono
Estou impressionado com maneira como se manipula a lógica em Brasília. A sentença do TSJ que liberou os 300 salários, no funcionalismo, acima do piso constitucional é sintomática. O argumento é esse: a Constituição manda, mas os poderes são autônomos, logo o Senado tem o direito de contratar gente acima do teto constitucional.
Como se não bastasse isso, Sarney argumentou, depois o uso de helicóptero, que é um chefe e tem direito a transporte gratuito por todo o pais. O helicóptero era da Secretaria de Segurança do Maranhão.
Para retirar as malas de Sarney, um homem com traumatismo craniano teve de esperar algum tempo, antes de embarcar.
As malas do chefe são mais importantes que o traumatismo craniano de um maranhense. A decisão do Senado é mais importante que a Constituição pois o Senado é um poder autônomo.
Compreendo que tudo deva ser contestado dentro dos limites da democracia. Mas algum calor da sociedade deveria chegar a Sarney e ao desembargador que garantiu os salários acima da Constituição.
Já não se preocupam mais nem em argumentar seriamente.
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Embora leia todos os principais jornais e tente interpretar entrelinhas, até agora não entendi a hesitação de Dilma na lei de acesso às informações públicas . Nem entendi sua firmeza na incrível decisão de manter sigilo sobre os custos das obras da Copa do Mundo.
Os jornais dizem que Dilma mudou de ideia. Voltou a ser contra o sigilo eterno. E dizem também que recebeu sinal verde do Itamaraty e do Ministério da Defesa. Diplomatas e militares nada têm contra a ideia de disponibilizar documentos, depois de 25 anos. Antes tinham.
Ninguém explica a reviravolta. Nem a própria Dilma vem a público dizer claramente: sou a favor da divulgação dos documentos e vou me empenhar nisto. Como candidata, ela defendia a transparência histórica.
Já o sigilo nas obras da Copa, esse ficou como algo que o governo manterá a todo custo. O governo diz que o interpretamos mal. Eu digo que quando a maioria interpreta o governo de uma forma, não se tratando de ciências exatas, o melhor é admitir que explicou mal.
Se fossem sensatos, acabariam com a ideia do sigilo nas obras da Copa. Mesmo sem sigilo, ficará sempre no ar uma dúvida sobre o uso do dinheiro. Com o sigilo haverá certeza de que foi desviado. Mesmo que tenha sido gasto corretamente.
Por que insistir num caminho que deixará uma suspeição pairando décadas sobre os atuais dirigentes? Não posso dizer que Dilma esteja perdida. Imaginem, uma pessoa que acha que sabe tudo, como receberia a opinião de que está perdida. Talvez esteja um pouco confusa. Sarney e Collor não são bons conselheiros. Muito menos toda essa gente que chegou ao governo pensando apenas em enriquecer.
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Estou percorrendo algumas cidades do interior de São Paulo. Reclamei dos aeroportos ,mas, já na saída da cidade, um engarrafamento provocado por um carro que tombou revela que também aqui embaixo as coisas estão complicadas.
Leio que o pedágio nas estradas paulistas vão ter um aumento de 9,7 por cento . Isto vai acontecer depois do feriadão. Devo voltar antes dele e, felizmente, no sentido contrário ao do fluxo.
Escrevo um artigo para o Estadão de sexta sobre o sigilo nos documentos oficiais e nas obras da Copa do Mundo. Considero o sigilo nas obras da Copa temerário.
O governo acaba de perder um ministro da Casa civil, Antônio Palocci, por suspeitas. Já havia perdido José Dirceu e Erenice Guerra.
A CBF está sendo acusada, na pessoa do presidente Ricardo Teixeira, de ter aceitado suborno. A FIFA na Inglaterra sofre pesadas denúncias e não escapa delas João Havelange, que foi seu presidente.
Políticos e cartolas do futebol não têm condições de pedir a ninguém que lhes dê um cheque em branco.
Constato que com esse tipo de sigilo até o Sarney disse que não concorda. Sinal de que não passará no Senado da forma que o governo pede. Vamos ver se Sarney inventa uma saída.
Essa história de dizer que foi mal compreendido é ruim para o governo. Quando a maioria esmagadora entende uma proposta dessa maneira, ela não compreendeu mal. Foi o governo que explicou mal. Uma nuance importante na democracia
Para defender a ideia de manter o sigilo eterno sobre os documentos, o senador José Sarney argumentou que no Brasil não se fará wikileaks com a história.
Pensei que ele não tinha argumento para defender o sigilo. É pior do que isso: o único argumento apresentado é falso.
O vazamento das informações do wikileaks se dá sem o consentimento dos governos. O que aconteceu no Brasil foi a aprovação de uma lei, na qual se estabelece claramente o prazo máximo do sigilo.
Participei desse processo. Ele foi impulsionado pelos jornalistas. Dentre os deputados que apoiavam o acesso às informações estava o atual Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso.
Uma coisa é um vazamento do wikileaks. Outra coisa é um acesso garantido num prazo determinado por lei, aprovada democraticamente. Não é possível que Sarney não entenda isso.
Essa forma de argumentar, torcendo deliberadamente, os fatos é um desrespeito. Quem desrespeita os interlocutores está sujeito a ouvir respostas agressivas.
Quem autorizou que a decisão nesse caso fosse de Sarney e Collor? Quem pode afirmar que são os árbitros de nossa democracia? Sarney foi eleito por um acaso, Collor foi colocado para fora do cargo de presidente.
A Câmara, com dezenas de audiências públicas, ouviu muitos interessados no tema. Com a ajuda da Fundação Carter foram feitos seminários internacionais, organizados por jornalistas.
A legislação brasileira está apenas se equiparando a outras experiências latino-americanas.
Dilma Rousseff sabe disso tudo. Ou então, ela participou de um encontro na Câmara, leu um discurso sobre o tema e estava apenas blefando como candidata em potencial.
Não acredito nisso. Ela simplesmente não pode ceder a Sarney e Collor. A propaganda a apresentou como mulher de grande coragem. Ela não pode pipocar na primeira curva.
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2011