A rede social foi objeto de uma primeira grande pesquisa nos Estados Unidos. Quem a realizou foi a Nielsen Company, especializada em pesquisas sobre a imprensa tradicional.
As constatações não trazem nenhuma novidade espetacular mas indicam que os norte-americanos utilizam a midia social(blogs, twitter, Facebook, You Tube) em 22,5 por cento do tempo que estão on line.
As redes sociais estão se tornando a forma principal de informação das pessoas-conclui um dos dirigentes da Nielsen.
Na compilação da empresa, feita ao longo de maio, os norte-americanos passaram 53,5 bilhões de minutos no Facebook, o mais procurado, superando os blogs que ocuparam 723,8 milhões de minutos dos internautas.
O Facebook é usado por 70 por cento dos internautas norte-americanos e a conclusão da Nielsen aponta para um interesse maior das grandes empresas nestes veículos.
Um dado interessante que a pesquisa não aborda: o papel da imprensa no próprio Facebook. Quantos comentários, quantas discussões não nascem do material produzido por profissionais?
A revolução está apenas começando. Pesquisas desse tipo vão aproximar as grandes empresas da rede social, respondendo, quem sabe, às questões de financiamento da produção de notícias.
Enquanto a pesquisa era publicada hoje no New Yor Times, no blog Midia Decoder, a chegada de uma grande empresa americana de locação de filmes agita o mercado brasileiro.
Netflix é o seu nome e vem se juntar a uma meia dúzia de empresas brasileiras que alugam filmes e séries de tevê . Este aluguel pode ser feito por assinatura, com direito a qualquer filme, ou pela escolha individual. Paga-se mensalidade para o acesso ilimitado ou o preço do aluguel para filmes escolhidos.
Isto vai fazer com que se passe mais tempo diante do computador, embora as opções de escolha envolvam celulares, tablets e smart TVs.
Muito cedo para prever consequências. Muita gente reclama que os catálogos no Brasil são modestos e, às vezes, prefere alugar o filme em empresas de fora.
Nada disso é tão problemático quanto a fragilidade da banda larga brasileira. É um nó infraestrutural. Dilma falou, algumas vezes, que era sua prioridade. Já se passaram oito meses de seu governo e até agora os grandes projetos não decolaram.
2011