Vinte barcos com militantes ecológicos e aborígenes fazem campanha contra a Petrobrás, na Nova Zelândia. A informação é da BBC. A empresa brasileira ganhou uma licança para pesquisar petróleo e gás na baia de Rakaumura. É sua especialidade.
Os militantes ecológicos estão usando o desastre da plataforma Deep Water Horizon, nos Estados Unidos. Já os aborígenes afirmam que têm medo de perder seu sustento tradicional.
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A plataforma Cherne II, da Petrobrás, foi tema de um post depois que ela sofreu um incêndio no 19 de janeiro e a notícia vazou no princípio de fevereiro. A Marinha interditou por alguns dias a plataforma e depois a liberou. Agora, ela sofre uma nova interdição, dessa vez da Superitendência do Trabalho do Rio de Janeiro (STRJ).
A plataforma não é das mais importantes, em termos de volume de produção. A Petrobrás contesta o fechamento e diz que todas as normas de segurança estão sendo cumpridas. Muito possivelmente, a STRJ visitou Cherne II por causa das denúncias do Sindicato dos Petroleiros.
Interessante como a Marinha examinou, o Ministério do Trabalho compareceu, mas até agora não há noticia da presença do setor específico do Ministério do Meio Ambiente, que, pelo seu preparo, tem condições de opinar.
Pessoalmente, não conheço Cherne II e se fosse visitá-la levaria técnicos para responder às perguntas que não sei responder e formular algumas que sequer suspeito.
O maior problema que vejo nesse momento é a falta de transparência. É preciso abrir a caixa preta. A Petrobrás afirma que está tudo bem, por que não chamar a imprensa para demonstrar sua tese?
No passado, comunicavam acidentes na hora e nos ofereciam carona nos helicópteros para chegar nos lugares. É uma ilusão autoritária achar que a transparência prejudica. Ela pode ser uma grande força para a empresa, num mundo onde as suspeições sobre a retirada de petróleo no oceano são cada vez maiores.
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Saiu hoje a notícia de que houve um incêndio na plataforma Cherne, da Petrobrás. Foi na Bacia de Campos e a tripulação levou 20 minutos para apagar o fogo. Intrigante. No dia 19 de janeiro, ano passado, a própria Petrobrás comunicava imediamente um episódio como esse. A noticia aparece agora com oito dias de atraso.
O sindicato dos petroleiros tem denunciado que, ao lado do aumento da produtividade, há queda nas condições de trabalho e segurança. Com mais esse acidente, era hora da Petrobrás convidar um grupo de parlamentares para uma inspeção na Bacia de Campos. Ou os próprios parlamentares se convidarem. Importante levar um grupo técnico junto.
Não estamos bem de prevenção nas grandes tempestades, não podemos repetir o descaso no mar. Gostaria de estar cobrindo esta inspeção para a plataforma onde trabalho agora.
2011