Foi um ato de terror o fuzilamento da deputada democrata Gabrielle Giffords, num supermercado de Tucson. Sua luta era contra a dura lei de imigração do Arizona e, inclusive, foi eleita com dificuldade. O tema é muito decisivo lá. Tanto que dizem alguns jornais que para se eleger num cenário mais favorável aos republicanos ela teve de combater a lei que autoriza a expulsão de estrangeiros com algumas atenuantes : pedia mais segurança nas fronteiras e apoiava a livre posse de armas.
No Huffington Post fiquei sabendo o nome do atirador , Jared Lee Laughner que tem uma conta no You Tube. Ali propaga sua filosofia que, pelo menos no primeiro contato, me deu a impressão de ser um louco de pedra.
Estou entrando nesse tema, apenas para chamar a atenção para o fato de o tema diz respeito também ao Brasil. Calcula-se que tenhamos mais de 1,5 milhão de brasileiros nos EUA, poucos no Arizona, espero.
É uma tragédia lamentável, mas muitos observadores acham que a linguagem agressiva de alguns lideres e comunicadores republicanos pode contribuir para massacres desse tipo.
Sarah Palin apresentou um texto de condolências no seu Facebook mas ,sem dúvida, esta nova estrela republicana vai ser questionada. Ela já havia manifestado hostilidade a Giffords. A história está se desdobrando. As primeiras notícias diziam que Giffords estava morta, mas o hospital informou que ela está sendo operada. Um tiro na cabeça atravessou o cérebro. O porta-voz do hospital de Tucson está otimista quando à sobrevivência, mas , como sempre nesses casos, as sequelas são imprevisíveis, no momento. Entre os atigindos pela arma automática,uma criança e um juiz federal morreram.
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2011