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Conforme o prometido, tenho acompanhado as invesigações sobre a morte de Jorge Grando e mais quatro pessoas, no Paraná. Eles foram assasinados com tiros na cabeça, depois de amarrados e concentrados na cozinha da casa de Grando, em Piraquara.

Infelizmente, até agora não há nada de novo. Fiz contato com o vereador Paulo Salamuni e com a deputada Rosane Ferreira, que , por sua vez, se encontrou com o Secretário de Segurança do Paraná.

Após crime, caso de Grando em imagem do Jornal de Londrina

O delegado Marco Aurélio Furtado, de Piraquara, trabalha com algumas hipóteses. Ele prendeu dois suspeitos que viviam na área onde Grando tinha um grande terreno e estava vendendo parte dele para pessoas interessadas em preservar o meio ambiente. Grando queria criar um corredor de proteção para a Serra do Mar e trabalhava também na defesa das nascentes do Rio Iguaçu. Um dos suspeitos era ex-presidiário, mas ambos negaram o crime. Outra  hipótese surgida, ontem, indica que Jorge Grando teria um seguro de R$700 mil e que sua ex-mulher seria beneficiada.

Creio os amigos do Paraná deveriam procurar o governador Beto Richa e convencê-lo de que é preciso criar um grupo para investigar este crime. Deixá-lo apenas nas mãos do delegado de Piraquara é um problema, por mais competente que seja. Delegacia de cidade pequena não costuma ter grandes recursos.

Uma das razões pelas quais Richa deveria se mover é o fato de que crimes como esse não são comuns no Paraná. Todos as vítima foram amarradas, concentrados e fuziladas com precisão.

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Delegados experientes sabem o que fazem, como deve ser o caso do superintendente da delegacia de Piraquara, Marco Aurélio Furtado. Ele investiga a morte de Jorge Grando e mais quatro pessoas, assassinados com tiros na cabeça na madrugada de sábado.
O fim de semana foi de difícil contato com algumas fontes no Paraná. O que leio na Gazeta do Povo sobre as investigações me deixam um pouco em dúvida. O delegado parte de quatro hipóteses: latrocínio, vingança e duas outras que não pode revelar.
Tudo bem. A hipótese mais forte é a de latrocínio, na suposição de que Grando ,vendendo terrenos na área para moradas ecologicamente corretas, guardava em casa o dinheiro dessas transações.
Por aí, começam minhas dúvidas: operações desse tipo, raramente , são pagas em dinheiro. Mais raramente ainda, alguém ia acumular o dinheiro das transações em casa, com todo um sistema bancário à disposição.
Existem casos de dinheiro no colchão. A declaração de bens dos políticos revelou isto. Mas isso não é comum em todas as áreas de atividade. A tendência é investir o dinheiro para que não seja corroído pela inflação.
Vamos tentar outras fontes ao longo do dia.

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Jorge Grando era um ambientalista conhecido e ganhou um prêmio no Japão com seu projeto sobre plantação de vime para móveis. Sua área de atuação era o Rio Iguaçu e também a Serra do Mar. Ele lançou o Dia do Rio e seu sonho era criar um corredor de proteção na Serra do Mar, com ajuda de novos ocupantes.

Imagem de Jorge Grando publicada na Gazeta do Povo


O delegado de Piraquara afirmou que tem dois suspeitos mas não deu mais indicações porque, no momento precisa do sigilo. Vou acompanhar as investigações daqui mas, se for o caso, viajo para o Paraná.

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  • ZULA VIEIRA: ESTOU DENUNCIANDO QUE NO MARANHÃO TEM MUITAS FLAUDES NO SEGURO DEFERO QUE É COMANDAO PELA FEDERAÇÃO...
  • Fernanda: Mesmo sendo um movimento estratégico, sinto orgulho do meu país por recebê-los. Bem vindos! :)
  • Fernanda: Ainda que com atraso, desejo-lhe um feliz ano novo! Muita sorte e felicidade! :)
  • VOZ ATIVA: DESORDEM E CAOS EM SALVADOR >>> A polícia da Bahia em manifestação de máxima orquestração...
  • Dany: Gostei da sua ideia.Louvo sua coerência e sinceridade,prezado Fernando.

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