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28.fevereiro.2011 15:43:44

Adeus a Scliar

No caminho de volta ao Rio, soube da morte de Moacyr Scliar, grande pessoa, grande escritor. Estivemos juntos muitas vezes e trabalhamos  juntos na Zero Hora. Naquela época, ele nos deu um susto enorme pois sofreu um desastre de automóvel quase fatal. Tive a oportunidade de falar com ele nas minhas idas a Porto Alegre para participar do projeto Fronteiras do Pensamento.

Moacyr Scliar

Scliar estava escrevendo algumas crônicas muito interessantes sobre o cotidiano, baseadas em notícias reais. Grande médico levou sua experiência  também para a literatura.Leio que foi estimulado a escrever pela mãe. Ontem, o diretor do filme premiado O Discurso do Rei, Tom Hooper, disse que fez o filme porque sua mãe foi à leitura da peça e, ao voltar para casa, disse: acho que encontrei alguma coisa para você. Conclusão do diretor: devemos ouvir sempre os conselhos da mãe. Scliar também ouviu e nos deixou grandes textos.

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26.fevereiro.2011 22:59:35

Uma voltinha pela Bolívia

Conclui minha reportagem aqui em Brasileia, na fronteira do Acre com a Bolívia. O tema são os haitianos que colocaram a Amazônia no mapa de sua diáspora, com a entrada de 250 imigrantes clandestinos aqui.

Passei muitas horas com os haitianos, creio que sairá uma boa história . Usei o tempo vago, na verdade meia hora, para fazer uma visita a Cobija, capital do departamento de Pando. Por aqui vieram também 800 refugiados políticos da Bolívia, em 2008. Já voltaram ao seu pais e deram um diploma de agradecimento ao dono da lanchonete do ginásio, onde hoje estão os haitianos.

Carambolas maduras apodrecem no chão da pousada em Brasileia.(foto FG)

Sinceramente não sabia que Cobija desempenha para o Acre o papel que o Paraguai representa para o sul do Brasil, vendendo produtos eletrônicos livres de impostos. Há uma grande procura e as pessoas visitam Brasiléia apenas para cruzar a ponte e fazer compras.

Pequeno boliviano cansou das compras e protestou.(foto FG)

Não fiz compras mas cruzei a ponte. Aliás a pousada que me hospedou aqui é especializada em receber turistas que vêm fazer compras. Na porta do meu quarto havia um pé de carambola, com algumas e o chão estava coalhada de frutas que caíram de maduras. Parece que não são muito amadas.

O lado boliviano é diferente e você percebe imediatamente que é outro pais, apesar da proximidade. Os motociclistas são proibidos de usar capacetes. As ruas estão cheias de brasileiros com imensos sacos pretos, usados aqui para embalar as mercadorias. Fiquei um pouco confuso porque na minha atividade a gente sempre associa o saco preto a outros conteudos.

Vejo pelas obras que Cobija está crescendo. É uma capital, bem mais sofisticada do que Brasileia. Aliás em Brasileia vi uma coisa fantástica: uma funerária que exibe seus caixões na vitrine.

Vitrine da funerária de Brasileia.(foto FG)

Trabalhei muito com imagem no caso dos haitianos, de forma que durante a folga fiquei um pouco preguiçoso nesse campo .Ainda assim vi coisas interessantes para mostrar e contar. Mas a batida na Amazônia é dura.Longas viagens e o que é pior, sem um lugar para o cafezinho . Creio que na terça feira a reportagem estará pronta para circular, caso o jornal entenda que este é o dia. Até vou voltando devagar ao blog.

Boliviana vende balas na rua dos eletrônicos.(Foto FG)

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O Flamengo, todos sabemos, tem um time de futebol, um de basquete e uma equipe de ginástica olímpica, para ficar  apenas  em algumas modalidades de esporte. Mas o Flamengo tem também um time de gatos que vive nas dependências do clube e têm resistido, através de várias gerações, ao movimento de alguns para expulsá-los.

O momento de vida social(Foto FG)

Não são agressivos mas também não são carinhosos. Estão na deles. Na verdade, estão no meio do caminho entre os gatos de rua e de casa. Convivem com centenas de pessoas e não podem se distrair, pois nem todos gostam deles.

De um modo geral, só saem da toca para comer, pois há duas pessoas que se encarregam disso. São vacinados. Gostam de dormir nas mesas rubronegras da Boca Maldita, lugar onde se reunem aos domingos os velhos sócios do clube.

Branquinho na porta de sua casa (Foto FG)

Fiquem com eles, enquanto faço uma viagem pelo interior da Amazônia e saio de lá como uma reportagem.

No meio do caminho, vou apresentando no blog, dentro daquele espírito do making-off de uma reportagem de jornal. A última foto da sequência é da gata de casa, Pequena, que dorme ao lado do computador e às vezes reage ao texto do autor de uma forma pouco animadora.

Malhada parece estar pronta para amigos e inimigos

Cautela de quem, depois do técnico, pode ser culpado pelas derrotas(fotoFG)

Pequena não leu e não gostou(foto FG)

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O Presidente Obama acaba de dizer que o derramamento de sangue na Líbia é inaceitável.O que acontecerá depois de uma declaração como essa? Possivelmente, os norte-americanos vão criar uma ampla frente de condenação e sanções  à Líbia. São processos políticos que precisam de algum tempo para se pensar em resultados.

A abertura de uma investigação internacional deve uma frente imediata contra Kadafi e mais do que isto revelar até para ele que não tem futuro, pois cedo ou tarde cairá nas mãos de um tribunal.

Hoje vi uma notícia importante: alguns jornalists estrangeiros parecem que cruzaram para a Líbia, pela fronteira com a Tunísia. Isso aumentará o nível de informação do mundo e dará alguma garantia individual pois a oposição vai querer mostrar uma face liberal.

Uso esta expressão liberal somente em relação ao respeito aos direitos individuais. De um ponto de vista político, não consegui fechar o quadro. São tribos em conflito, não há grandes partidos e alguns opositores acenam bandeiras lembrando a monarquia.

Esta situação me lembra a proposta do filósofo Peter Sloterdijk. Ele sugere que os Estados Unidos usem sua força aérea para lançar um parlamento pneumático que caia de paraquedas e começa a funcionar quando as forças do bem vencerem as forças do mal.

É apenas uma ironia. No caso líbio a grande questão para Obama e os aliados dos EUA é esta: como parar a matança? O futuro ainda está muito nebuloso, com tão poucas notícias verificáveis saindo de lá. O Human Rights Watch afirma que já confirmou 200 mortes. Isto basta para desfechar uma investigação internacional.

PS: Estou saindo para missao jornalística. Deixo algumas coisas para o fim de semana, mas estarei no trabalho de rua.

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Graças aos vazamentos do Wikileaks, os jornais devem estar apresentando , amanhã, grandes histórias sobre a Famiglia Kadafi. Seus filhos recebem dinheiro da companhia de petróleo estatal e tinham até a franquia da Coca Cola.

Seif, o filho intelectual de Kadafi.

Uma excentricidade: um deles pagou US$1 milhão para a cantora Mariah Carey interpretar quatro músicas num show no Caribe. Há histórias de espancamentos das mulheres e outras aventuras de bilionários que se sentem impunes em seus países.

Duvido que as empresas brasileiras instaladas na Líbia ignorassem a ação da família Kadafi. Seid Al Islam, um dos filhos, tem um jornal e é  o mais intelectualizado. Cursou a London School of Eeconomics e escreveu vários papers. Nem por isso deixa de defender seus interesses familiares contra o povo da Líbia. O filho Muatassim seria o mais barra pesada e pediu US 1,2 milhão para organizar uma milícia para a companhia estatal de petróleo e rivalizar com irmão Khamis que controla a força especial do governo.

O motivo que levou Mariah Carey a aceitar a oferta do filho de Kadafi é o mesmo que nos leva a vender blindados para o ditador: é preciso abrir empregos, melhorar o nível de vida.

Por essas razões que o Wikileaks expoê na  Líbia e que são comuns em alguns paises africanos, é que não me foi possível avançar com o projeto que determina limites éticos para a atuação das empresas brasileiras no exterior. O que é isso, criar obstáculos, no momento em que estamos ganhando dinheiro?

Ainda teremos muito que discutir nessa história da Líbia.

A diplomacia do Bunga-Bunga: Berlusconi-Kadafi

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Deve estar sendo votada hoje a medida provisória que cria a Autoridade Pública Olímpica. A decisão do governo de reduzir o número de funcionários da APO evitou um escândalo maior. De 484 cargos, o governo evoluiu para 171. A simples redução, considerada friamente, já revela uma grande inconsistência. Se era possível trabalhar com 171 funcionários, por que estavam pedindo 484?

O projeto era do Ministro dos Esportes, Orlando Silva. O relator também é do PC do B, Daniel de Almeida, da Bahia . O escândalo foi atenuado pela redução mas, no meu entender, não resistiria a uma análise mais detalhada. Para que se tenha idéia, com 70 por cento das responsabilidades nas Olimpíadas, a Prefeitura do Rio trabalha com uma equipe de 30 pessoas.

Felizmente o tema está sendo discutido no auge do escândalo sobre o programa Segundo Tempo, patrocinado pelo Ministério dos Esportes. Isso permitiu que a oposição e o próprio governo se dessem conta do exagero contido no projeto da APO formulado pelo ministro do PC do B. A APO seria um grande cabide de empregos e renda para as estruturas partidárias que a dominassem.

A presença de Henrique Meirelles atenua, mas não resolve, da mesma maneira que passar de 484 para 171 funcionários atenua mas não dissipa as grandes dúvidas sobre o processo. As denúncias formuladas contra o PC do B,  no programa Segundo Tempo, não me surpreendem.

Cabide de emprego não está com a bola toda.(foto FG)

Em 2008, foram apreendidas os comitês eleitorais do PMDB do Rio, vários kits de merenda que pertenciam ao programa e estavam sendo enviados para o trabalho de boca de urna. Denunciamos, o TRE iniciou apreendeu e iniciou um inquérito que nunca foi adiante.

A Autoridade Olímpica foi um pouco desidratada mas ainda assim 171 novos cargos, comparados com o trabalho existente no Rio, é um número alto. Era preciso articular as duas estruturas. No Rio, por exemplo, as pessoas que trabalham com as Olimpíadas estão fora do esquema normal da Prefeitura. Em outras palavras, foi constituída uma estrutura própria para o evento. Agora, o governo cria uma nova estrutura. Como é que vão interagir, a que ponto são racionais atuando separadamente? Ainda há muita coisa para ser respondida.

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O Itamaraty e a Queiroz Galvão vão tentar tirar hoje de Benghazi os brasileiros que estão numa casa que abriga 50 pessoas. Segundo as informações, o aeroporto de Benghazi está destruído, a saída deverá ser pelo mar e o porto é controlado pela oposição.

Aparentemente fretar um navio é mais difícil, pelo menos foi assim no Líbano. Mas acredito que os brasileiros  serão bem sucedidos, o que não acontece com os médicos ucranianos.

Eles declararam ao Consomolskya Pravda da Ucrânia que a oposição não quer autorizar sua saída do pais e disseram que foram trabalhar na Líbia para ganhar dinheiro e agora querem que trabalhem para a oposição.

A Embaixada da Líbia no Brasil deve continuar em contato com Trípoli, uma vez que, ao contrário de outras embaixadas-nos EUA e Indonésia os embaixadores se demitiram- os diplomatas líbios no Brasil permanecem com Kadafi.

Kadafi na tevê promete resistir até à morte

Hoje há uma importante reunião do Conselho de Segurança. Possivelmente vai ser levantada a hipótese de uma reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU. A Comissária Nave Pillay já pediu uma investigação porque há suspeitas de crimes contra a humanidade na Líbia.

Há muitas razões para se acompanhar a crise no Brasil. Há quase 700 brasileiros na Líbia, quatro grandes empresas, e, além de tudo, o Brasil ocupa a presidência do Conselho de Segurança.

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Estudantes estão em greve de fome na Venezuela e, ontem, a presidente Dilma Rousseff recebeu um pedido por eles. O pedido veio do prefeito metropolitano, Antonio Ledezma, que é a da oposição e candidato contra Chavez, em 2012.

A greve de fome começou com um pedido de entrada do Secretário Geral da OEA, José Miguel Insulza na Venezuela e está se alastrando pelo pais. Na porta da embaixada do Brasil, em Castelhana, também há grevistas acampados.

A greve está crescendo num momento em que a imprensa venezuela espera novidades. Cerca de 16 mil telegramas sobre a Venezuela foram entregues à imprensa colombiana por Julian Assenge, do Wikileaks. Os telegramas estão sendo trabalhados diariamente pelo El Espectador que vai divulgá-los sempre nas edições de quarta feira. Assange disse não confiar na imprensa venezuelana, talvez por desconhecer  existência de bons jornais de oposição, como o Tal Cual.

Vovô de punhos cerrados carrega o Che Guevara no peito(Foto FG)

Outra novidade na Venezuela é a desgraça de Kadafi, grande amigo de Chavez. Eles tinham um projeto de criar um fundo com US$1 bilhão para projetos comuns. A idéia era produzir carne e alimentos.

A greve de fome dos estudantes na Venezuela, com todas as limitações dessa forma de luta, é mais um componente para esquentar o clima pré-eleitoral, aberto com o anúncio da candidatura de Chavez.

Ontem surgiram boatos de que Kadafi iria para a Venezuela. O ditador apareceu na tevê e desmentiu, juntamente com o governo venezuelano, para quem Kadafi ficou para enfrentar a situação. Usando caças para metralhar manifestantes- faltou este complemento na nota venezuelana.

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Acabo de ouvir o depoimento da jornalista brasileira Mariana Hansen, pedindo por sua família que está sitiada, em Benghazi numa casa em que 50 pessoas estão abrigadas. O pai trabalha na Queiroz Galvão e a empresa já  teria contratado o voo de retirada. Ele pede uma ajuda do Itamaraty.

A situação em Benghazi, a julgar pelos videos que apareceram agora, é bastante grave. Há boatos de que parte do Exército aderiu aos manifestantes e que tropas de Tripoli viriam combatê-los. Há também notícias de grandes deslocamentos de manifestantes de cidades menores, rumo a Benghazi.

O Itamaraty já lançou uma nota, no princípio da noite, anunciando que está em contato com o governo líbio para resolver a sorte dos brasileiros.

Mariana Hansen disse algo com que concordo plenamente: a última preocupação de Kadafi seria  a sorte dos brasileiros. Acrescento: a única preocupação de Kadafi é salvar a própria pele, se que haja salvação para um governo genocida.

A nota do Itamary sobre a situação da Líbia pede uma solução através do diálogo. O que dizer contra uma proposta como essa? Receitaram um genérico para o caso da Líbia. Como diálogo se o governo já matou mais de 300 pessoas e está sendo acusado de genocida até por um dos seus representantes na ONU? A primeira medida é parar o massacre dos manifestantes.

Nesse momento, a propósito dos brasileiros, a Odebrecht também se prepara para retirar 5000 trabalhadores, dos quais 187 brasileiros. Muitas empresas estrangeiras estão tentando retirar seus funcionários. Além disso, deve haver também um esforço de empresas que trabalham com seguro especializado em tirar gente de situações complicadas.

Chegou a Malta um avião com 12 estrangeiros vindos da Líbia. Segundo os telegramas, apenas uma delas tinha passaporte. Portanto, foi uma saída informal.

Notícias falam de  fechamento do espaço aéreo da Líbia. Seria necessário criar uma sala de situação com gente do Itamaraty, das quatro empresas, trocando dados e informando de vez em quando como estão as coisas. As famílias precisam disso e acho que todos nós precisamos

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Genocídio é a palavra exata para definir o que Kadafi está realizando contra o povo, na Líbia.

Dois pilotos fugiram com seus caças para Malta, onde pediram asilo. Representantes da Líbia na ONU se demitiram e um deles, Ibrahim Dabashi, afirmou que Kadafi está cometendo genocídio

Os diplomatas líbios disseram algo que foi tema do primeiro post do dia, neste blog: é preciso uma Corte Internacional para apurar os crimes de Kadafi. Não é possível o mundo simplesmente assitir o voo de caças determinados a abrir fogo contra a multidão.

Estou achando o Brasil muito calado. Na presidência do Conselho de Segurança da ONU, deveria pelo menos fazer uma advertência a Kadafi.

Temos muitos negócios com a Líbia. Fazia parte de nossa política externa ampliar as trocas com aquele país, independente da repressão de Kadafi, de seu show internacional, montando tendas nos países que visita, trazendo sua enfermeira ucraniana a tiracolo.

Na questão da venda de armas, sinto que o governo procura interpretar  apenas o senso comum. Vamos negociar, abrir novos empregos, não importa quem é o comprador.

Por essas e por outras não conseguimos proibir  a fabricação e exportação das bombas cluster pelo Brasil. São aquelas bombas comumente conhecidas como bombas de fragmentação. Explodem em centenas de fragamentos e, quando não explodem, por parecerem brinquedos, são uma armadilha fatal para crianças. Só resta à minoria a clássica frase de protesto: não em meu nome.

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  • ZULA VIEIRA: ESTOU DENUNCIANDO QUE NO MARANHÃO TEM MUITAS FLAUDES NO SEGURO DEFERO QUE É COMANDAO PELA FEDERAÇÃO...
  • Fernanda: Mesmo sendo um movimento estratégico, sinto orgulho do meu país por recebê-los. Bem vindos! :)
  • Fernanda: Ainda que com atraso, desejo-lhe um feliz ano novo! Muita sorte e felicidade! :)
  • VOZ ATIVA: DESORDEM E CAOS EM SALVADOR >>> A polícia da Bahia em manifestação de máxima orquestração...
  • Dany: Gostei da sua ideia.Louvo sua coerência e sinceridade,prezado Fernando.

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