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Felipe Machado

10.fevereiro.2009 14:31:13

O primeiro dia de aula

Se alguém me perguntar qual é a profissão que eu menos gostaria de ser na vida eu tenho a resposta na ponta da língua: professora infantil. Não, eu não sou um monstro que odeia crianças. Mas se você já teve a oportunidade de vê-las em ação, nunca mais acharia que o rótulo de ‘santa’ cabe às religiosas que ficam enfurnadas na tranquilidade silenciosa do claustro.

Professoras é que deviam ser canonizadas.

Na última segunda-feira foi o primeiro dia de aula da minha filha. Acompanhei a adaptação e vi o que essas professoras são obrigadas a aguentar. Disputas por brinquedos. Iogurtes derrubados no chão. E, apesar de não ser praticante de ioga, vi um garotinho repetindo um mantra (‘mamãããe’) durante duas horas ininterruptas. Fiquei tão louco que saí correndo da sala e enforquei o boneco do Barney que estava pendurado na porta do banheiro.

É divertido observar o comportamento das crianças nessa idade. Elas estão na fase do ‘é meu’, ou seja, tudo que existe no mundo é deles. Deve ser difícil aceitar que nem tudo no mundo pode ser seu. Algumas crianças agem como ditadorazinhas cruéis e impiedosas, mas depois melhoram. Outras continuam assim depois de adultas; olha o Hugo Chávez, por exemplo.

Nunca gostei muito de brincar com crianças – até ter uma, claro. Acho ridículo gente que fica falando com aquela voz infantilóide de desenho animado. Mas agora, que tenho uma filha, me pego fazendo exatamente a mesma coisa. Canto até musiquinhas cujas letras são completamente sem nexo, mas minha filha fica tão feliz que elas soam como canções dos Beatles para mim. De vez em quando eu canso e coloco o ‘Kind of Blue’ para ela ouvir. Daí explico que o compositor da trilha sonora dos Backyardigans já tocou com o Miles Davis… Mas não sei se isso importa quando você tem dois anos.

Voltando à escola, acho que o primeiro dia de aula tem um significado bem maior do que apenas ver seu filho vestido com o uniforme. É como se fosse um novo parto, um nascimento social do indivíduo. Parece papo de antropólogo chato, né? Mas não é. Só vendo minha filha interagindo com outras crianças na classe é que compreendi que ela terá de conviver no dia-a-dia com outros seres humanos… e que ela não será eternamente só minha.

Não lembro bem como foi o meu primeiro dia de aula, mas o da minha filha será para sempre: o dia em que ela deixou de ser a ‘Bebel do papai’ e virou a ‘Bebel do Maternal 2′. Inesquecível.

comentários (33) | comente

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33 Comentários Comente também
  • 10/02/2009 - 15:53
    Enviado por: Kaká Daschund

    nossa, que gracinha!
    realmente, as professoras têm que amar MUITO o que fazem, porque não é pra qualquer um não!beijos.

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  • 10/02/2009 - 16:06
    Enviado por: maluco

    ai que gracinha !

    kkkkk

    parece aquelas tias velhas falando do sobrinho que faz mil anos que não ve…

    ó…ta melhorando, mas elas passam primeiro la e depois, se sobra tempo, vem aqui…

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  • 10/02/2009 - 16:24
    Enviado por: ana

    Felipe, sei exatamente o que você sentiu… é muito legal ver seu filho ficando independente, mas também dá uma dorzinha no fundo do peito… coisas da vida! Têm que acontecer para o bem de todos!

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  • 10/02/2009 - 17:01
    Enviado por: Monica

    Ah!Pai coruja, olha só!

    Achei ótimo a parte de um novo parto, bem minha mãe deve ter sofrido disto todo ano, já que eu era obrigada(isto aconteceu até o 3º ano do ensino médio) a tirar uma foto na porta de casa, ela dizia que cada ano era diferente e que iria ser incrível.

    Backyardigans, aqueles bichinhos são excelentes dançarinos, além das musiquinhas não sairem da cabeça.
    Mas uma boa dica é Beatrix Potter, acho que já tem versão em português(dá uma olhada na Liv. Cultura)…as historinhas são uma graça, os desenhos lindos e ainda por cima educativos…bem British, sabe?!

    E Felipe, a gente cresce sim…quando a Bebel tiver 21, ela vai ser a Bebel, da Bebel e ai de qm diga o contrário…mas vira e mexe a gente torce o nariz e fala: “PaiÊÊÊ…”

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  • 10/02/2009 - 17:12
    Enviado por: Moradora do EUA

    Nem te conto como vai ser quando ela virar adolescente: “Me deixa, pai”. “Cala a boca”.”Voce nao sabe como fazer este prato, mae”; etc. e tal de um filho bem ajustado,carinhoso, competente e inteligente (fico imaginando o resto como e).E eles viram as costas e te deixam falando sozinho. Ainda bem que adolescencia um dia vai embora.

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  • 10/02/2009 - 17:26
    Enviado por: Leca

    Ai Felipe, as fases que nossos filhos tem de passar acabam sendo assustadoras para nós.
    Um dia, vemos nosso bebezinho ali, e sabemos que daríamos a vida para ver nossos pequenos felizes, no outro a gente percebe que somos meros mestres a ensinar-lhes como enfrentar as coisas do dia-a-dia.
    Não quero te assustar não, mas quando a Bebel aparecer de mãos dadas com um garoto e te apresentar como namorado, aí sim você vai ter certeza que a Bebel nunca foi do papai.
    Já passei por isso.
    Dói…rs!!
    Beijos

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  • 10/02/2009 - 17:27
    Enviado por: Carolina

    Mais do que santas as professoras, ou melhor, as “tias”, são guerreiras. Eu não suportava nem minha irmã junto com 2 priminhos, imagine uma classe… Coragem…

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  • 10/02/2009 - 17:36
    Enviado por: Teresa

    Ela vai querer saber como foi e vai ler este post, que privilégio!!
    A minha mãe que não anotou nada, e teve 4 filhos, tem hora que misturas as bolas rsrs

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  • 10/02/2009 - 19:50
    Enviado por: Professora primária

    “Outras continuam assim depois de adultas; olha o Hugo Chávez, por exemplo.”

    Felipe,

    evidentemente você não sabe que todas as eleições que o presidente da Venezuela venceu foram limpas e democráticas, tudo comprovado por observadores internacionais.

    Há vezes, meu filho, em que é melhor não emitir certas opiniões…

    Recomendo o filme “A revolução não será televisionada”.

    http://www.youtube.com/watch?v=aQu8ic0WRXo

    Nunca é tarde para combater a ignorância. As oportunidades começam no maternal e não terminam nunca.

    Quem sabe você aprende…

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  • 10/02/2009 - 22:12
    Enviado por: LEIGO

    Filipe,
    Tem toda razão. As professoras infantis são umas heroínas e santas. Aliás, todos os professores, de maternal ao universitário são santos. E acho que ganham mal, pelo que fazem.
    Quanto à filha, a partir de agora, a cada dia perderá um pouco dela para o mundo. Não mais será somente sua filha. Hoje com uma filha de 21 anos, foi esse sentimento que tive desde o primeiro dia que a levei ao maternal.
    Que você seja feliz com as transformações do dia-a-dia de sua filhinha. Por outro lado, também crescemos muito, ao entender as mudanças que ocorrem com os filhos.

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  • 10/02/2009 - 22:49
    Enviado por: claudia

    Felipe, a minha mãe comentou desse texto. Eu estava ansiosa para ler. No primeiro dia da Duda na escola, eu que chorei. Ela entrou na escola, logo se entrosou com as outras crianças, com as “tias” e em pouco tempo nem lembrava que eu estava ali. Eu me emocionei de ver a minha menininha crescendo, independente. Isso faz um ano e ela continua me emocionando – assim como a minha Bel.
    Bjs.

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  • 10/02/2009 - 23:02
    Enviado por: Peterson Ramos

    Ri horrores lendo o seu post… principalmente sendo professor (1ª, 2ª, 3ª e 4ª series do ensino básico para ser mais específico)… Só para motivo de informação: volto a trabalhar amanhã… hoje é meu último dia de féria!!!

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  • 11/02/2009 - 01:19
    Enviado por: Helô Machado

    Alô, alô, Felipe,
    às vezes eu tenho que escrever aqui. Esta é uma delas. Além de adorar ‘o primeiro dia da Bebel na escola’ – o dia real e o seu texto – tenho que dizer que me emocionei quando descobri que, aos 2 anos, ela está na mesma sala de aula que eu estive, aos 4.
    Você não se lembra do seu primeiro dia na escola, mas eu me jamais me esquecerei.
    Você entrou na classe, me beijou e disse: ‘Tchau, Helô’ e se enturmou na hora com os novos amigos. Nem olhou para trás.
    Fatalmente a Bebel também não vai se lembrar deste dia, mas tomara que ela já tenha conhecido as suas melhores amigas para toda a sua vida. Como aconteceu comigo.

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  • 11/02/2009 - 02:11
    Enviado por: Thiago Monteiro

    Engraçado…
    Acho que que no dia que eu for pai serei assim mesmo ou muito babão pelo meu filho(a).
    Gostei da comparação com o ditador venezuelano, pois esse é a verdadeira criança do maternal que pensa que tudo é dele.

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  • 11/02/2009 - 10:02
    Enviado por: O Inenganável

    Belo texto.

    Abraço!

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  • 11/02/2009 - 12:18
    Enviado por: Monica

    Acho engraçado as diferentes reações dos pais ao lerem estes texto.
    Vou dar minha opinião como filha, recém saída da adolescência, e ainda, uma “bem perdida” jovem adulta com ares de independência.
    Acho que os pais, como pais, sentem que nos perde para o mundo, no primeiro dia de aula, primeiro namorado, primeiro emprego..mas devo discordar,hehe.
    Pra quem que seus filhos correram pra contar como foi o primeiro dia de aula e o monte de amiguinhos?
    Medo de quem que a filha/filho ficou morrendo de medo de contar qdo. deu o primeiro beijo, ou chorou a perda de um amigo, do primeiro emprego?
    Quem é o “culpado” por tudo de errado que acontece nas nossas vidas?
    Pra quem que ligamos quando passamos no temido vestibular?
    Nós como filhos, talvez por imaturidade ou simplesmente por sermos filhos, não dizemos que não somos do mundo…somos parte dele. O nosso mundo, ou pelo menos o “porto seguro”, é aquela pessoa pra quem gritamos, jogados na cama: “MãÊÊÊÊ/PaÊÊÊÊ eu tô doente.”

    Acho que vocês como filhos, sabem disto, então não fiquem tão desolados…hahaha :o ).

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  • 11/02/2009 - 13:26
    Enviado por: Jaque_Sena

    Nossa fiquei abismada com o post…….kkkk

    Estou no 3º semestre do curso de PEDAGOGIA…Será que vou enlouquecer junto com as crianças? kkkk

    Bjinhos…….

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  • 11/02/2009 - 14:51
    Enviado por: Edson

    Felipe,

    Li em algum lugar, mas realmente não me lembro onde. Mas guardei a frase:

    “É impressionante como as nossas crianças passam rapidamente do banco de trás do carro para o volante de suas próprias vidas”.

    De fato, é apenas uma questão de tempo. O segredo é a gente ir se acostumando e se adaptando. Os pais também tem que superar a fase do “é meu!” no que tange a seus próprios filhos. Pais que não superam essa fase geram filhos que depois são trazidos aos consultórios de psicologia. O medo da individuação é gerado pela ansiedade dos próprios pais. Sou psicólogo, e vejo isso com muito mais frequencia do que se imagina.

    Abçs!

    Edson

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  • 11/02/2009 - 15:57
    Enviado por: audrey

    pow, pelo tema poderia ter rendido um texto mais legal.
    ñ gostei hj.
    abraço.

    p.s: boa sorte pra Bebel.

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  • 11/02/2009 - 21:23
    Enviado por: Teresa

    Helô, o que vc falou me lembrou da minha grande alegria em ir pegar os meus sobrinhos na mesma escola que eu frequentei, o faço religiosamente todos os anos quando os visito.
    Além de ser muito bom rever o lugar onde passei tantos anos da minha vida, o mais curioso para mim é ver esse espaço digamos que de outra altura, doutra perspetiva, a de adulto. O que tudo me parecia enorme, gigantesco, hoje me parece muitoooo pequeno, o jardim onde eu brincava principalmente. Me sinto um Gulliver naquela sala de aula onde as mesas eram totalmente à minha altura.
    Mas o melhor para mim é que lá, na minha escolinha, é o único lugar em que me lembro de ser pequena, baixinha. Quando me separo do corpo de Gulliver, lembro bem físicamente como era ter a estatura duma criança. Todos os outros lugares me viram crescer e o espaço foi se adaptando à minha nova estatura.

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  • 12/02/2009 - 08:52
    Enviado por: tati

    :)

    espero um dia passar pelo mesmo maravilhoso momento que passou!
    deve ser mesmo inesquecível.
    bjos mil!
    tati

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  • 12/02/2009 - 15:17
    Enviado por: Lyna

    Ai! Onde será que essa “Professora Primária” trabalha? Como a mulherzinha é louca, deveria ser colocada no hospício mais próximo…deve ser petista também!
    Coitadinhas das crianças que ela “ensina” (Crianças, agora vamos cantar o “Hino a Bolívar”, de autoria do herói Chavez!!)

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  • 12/02/2009 - 19:07
    Enviado por:

    Oi Claus, tudo bem?

    Gostoso, né? Não deu para ir na festinha, acabei viajando. Fica para a próxima. Volte sempre, beijos na Duda e Isabel. Bjs, F.

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  • 13/02/2009 - 00:20
    Enviado por: Juliana

    Olá, Felipe.
    Finalmente consegui aparecer por aqui. Realmente o primeiro dia de aula é inesquecível. E como eu, como professora, já fiz parte de muitos primeiros dias de aula, sei como é importante para os pais esse momento tão bonito.
    E pode ficar tranquilo que sua Bebel está em ótimas mãos e está fazendo muitos amigos. E pelas palavra da Helô, tomara que para a vida toda!

    Abraços, Ju.

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  • 13/02/2009 - 08:46
    Enviado por: Daniela

    Quem deve chorar sao os pais qdo pagam a mensalidade de uma pre-escola “boa” em Sao Paulo: mais de R$ 1000,00!! E quem nao pode pagar?

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  • 13/02/2009 - 11:43
    Enviado por: pedro belfort

    Felipe aproveite bem essa época, pois é única e como bem disse o Edson no comentário acima, passa como um raio.
    Essa sua menininha que hoje ouve suas estórinhas, amanhã, num passe de mágica, estará indo para a Austrália…para estudar inglês ou coisa que o valha!
    Claro que isso aconteceu comigo, mas eu superei e entendi que o tempo passa e a nossa função é colocá-las no mundo, ensiná-las e as deixar voar livremente!!!

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  • 13/02/2009 - 15:44
    Enviado por: vanessa

    Olha estou passando por isso tudo minha filha tem dois anos e seis meses e como se tivesse tirando um pedaço de mim,eu sei quem esta mais chorosa se é eu ou ela…Ja tem duas semanas que esta na escolinha e ja tive vontade de tira la um monte de vezes por deixa la chorando ,mais quando vou embora ela volta a brincar…Essa fase da vida da gente e inesquecivel…filmei tudo,fiquei mais ansiosa do que ela como se fosse eu que estaria ali brincando se divertindo,mais e isso ai ,concordo com as suas palavras…

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  • 13/02/2009 - 16:00
    Enviado por: Marco Rossi

    Bacana, Felipe. Senti em suas palavras todas as irrazoáveis sensações que tive ao ver meu filho, de dois anos, em seu primeiro dia de aula, esta semana também. Concordo com o status canônico que dá às professoras. É uma tarefa colossal, quase indecifrável: amar o filho do próximo como se fosse seu… Mães em dobro, diria Padre Vieira.

    Aproveito a oportunidade para pedir a você que dê uma olhada na resenha-homenagem que faço do “Soldiers of Sunrise” em meu blog (cujo endereço pus acima). Ficaria muito feliz de contar com sua opinião.

    Abraço…

    Marco

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  • 17/02/2009 - 12:46
    Enviado por: PALMIRO MENNUCCI

    A emoção do primeiro dia de aula fica para sempre em nossa memória. Então, vem a figura do professor, como um agente de fundamental importância.São modelos vivos de persistência e paciência extrema, por não se pouparem em investir a própria vida na formação de cidadãos brasileiros. Entretanto, o Brasil, com essa grande diversidade cultural e, principalmente econômica, ainda não se permite a dar, a todos os seus filhos, as mesmas oportunidades de ensino. Só o investimento numa educação qualificada, com profissionais valorizados, fará com que o Brasil garanta à suas crianças a alto-estima e a segurança necessária para viverem num país sério e igualitário. Só assim poderemos ter uma infância e juventude sadia, com cidadãos voltados para o bem da sociedade onde vivem, respeitando aqueles que os ensinam. A educação precisa, urgentemente, ser incluida no topo da agenda das prioridades nacionais para que seja verdadeiramente qualificada à altura que o povo brasileiro merece.
    Palmiro Mennucci
    Presidente do Centro do Professorado Paulista
    S. Paulo – SP

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  • 18/12/2009 - 10:56
    Enviado por: maggie

    nao gostei

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  • 31/01/2010 - 01:00
    Enviado por: Elisâmgela

    Sou uma jovem de 26 anos,formada em Pedagogia(ed.infantil,ens.fundamental,e Administração escolar) e sou Especialista em Psicopedagogia e meu amor maior é pelas crianças de ed.infantil + confesso a vcs,que não é fácil,pois encontramos muitos pais incompreensivos que não entendem que assim como eles somos humanos e temos falhas!!!
    + apesar de td amo o que faço!!!!!!!!!!!!

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  • 31/01/2010 - 13:07
    Enviado por: Prof.ª Tati do maternal 1 ( perdemos até o nome qdo optamos por essa profissão)

    Boa tarde Felipe, você nem imagina a satisfação de saber seu lado da história.

    Saiba que os profissionais desta área tem um amor incondicional pela profissão (com algumas exceções, é claro), nós sabemos que é muito difícil para vocês, mamães, papais… vovós, então, nem se fala, confiar a nós o tesouro mais precioso de suas casas.

    É por isso que cuidamos com carinho, pois entendemos que a maior adaptação é a dos pais.

    Fique em paz!!!!

    Um abraço

    Prof.ª Tati

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  • 17/02/2010 - 17:41
    Enviado por: Gisele

    Nossa nem me fale! estou suuuuuper preocupada com o 1º dia de aula do meu pequeno.
    Ele só tem 1 ano e 8 meses, estou quase desistindo, mas as vezes volto atras o que faço? as aulas vão começar dia 22/02.
    bjusss

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