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Felipe Machado

EFE/Everett Kennedy Brown

Publiquei este post na seção ‘Eu queria ser esse cara’ em homenagem ao diretor David Fincher, que está no centro da foto. Mas é só dar uma olhadinha na Angelina Jolie para imaginar que eu também não me incomodaria nem um pouco em ser o Brad Pitt

Se você ainda não viu ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’, tem que ver. Não apenas porque ele é o campeão de indicações ao Oscar (13), mas porque é um filme bem diferente do que estamos acostumados. É um filme estranho, mas muito interessante.

A história, para começar, já é incrível e bastante original. E pensar que foi baseada em um conto bem-humorado do F. Scott Fitzgerald, um dos meus escritores favoritos.

Parênteses: Todo mundo acha lindo idolatrar o Faulkner e o Hemingway porque eles eram durões, etc. Eu também idolatro os dois, por essa e outras razões. Mas acho que o Fitzgerald é super-subestimado, apesar de ter produzido obras-primas como ‘Suave é a Noite’ e ‘Grande Gatsby’. Mas deixa pra lá porque isso é tema para um outro post.

‘Benjamin Button’, o filme, não tem nada de bem-humorado. É, aliás, meio sombrio. Mas não tão sombrio quanto seria se tivesse sido dirigido pelo Tim Burton, por exemplo. É um sombrio sóbrio (pleonasmo?), realista, o que, na minha opinião, é um dos méritos do diretor David Fincher.

A história, como todo mundo sabe, é a de um homem que nasce velho e vai ficando jovem com o tempo. Se o Fincher errasse um pouquinho a mão, o filme seria uma grande piada. Ou um filme de terror. Ou um filme brega. Ou um filme de ficção científica meio Kurt Vonnegut, sei lá. Mas o Fincher transforma essa história maluca numa coisa quase plausível, extremamente lógica – se é que isso é possível. No meio do filme você até esquece que a trama é absurda, porque ele mostra exatamente o que aconteceria se ela tivesse acontecido de verdade. A única coisa chata é o recurso de contar a história por meio de um diário, a filha lendo para a mãe no leito de morte, etc. Pelamordedeus, isso aí era novidade… nos anos 50.

Tem um paralelo muito interessante, também, com a relação das pessoas com o tempo. A história parece dizer que, não importa em que direção vamos, o tempo é sempre um inimigo. Isso é tão difícil de aceitar, mas tão verdadeiro, não? Eu achei que a culpa (no bom sentido) foi tanto do Fincher quanto do roteirista, Eric Roth. A história do relojoeiro que constrói um relógio, digamos, diferente, também ficou bem legal como forma de amarrar e dar contexto à trama maluca.

Isso tudo, claro, sem contar as atuações do Brad Pitt e da Cate Blanchett. Ele está muito bem, não será surpresa se ganhar o Oscar (o cara já merece há algum tempo, vamos falar a verdade). E Cate Blanchett é sempre Cate Blanchett, uma atriz talentosa, sensível e… maravilhosa.

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É sempre triste quando um ídolo morre.

Um abraço para todos os admiradores de John Updike. De certa forma, nós, todos os leitores do mundo, estamos um pouco órfãos hoje com sua morte. Para entender o século americano, é obrigatório conhecer suas palavras.

Outro dia escrevi um texto sobre o penúltimo livro dele, ‘Terrorista’ (o último é ‘Cidadezinhas’, que ainda estou lendo). Deu uma polêmica danada.

Nesse vídeo da TV Estadão, o crítico literário Ubiratan Brasil fala um pouco mais sobre o porta-voz da classe média americana.

Thanx, Updike.

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Alessandra Ambrosio por Paulo Giandalia/AE

Alessandra Ambrósio e eu jantamos juntos no lounge do Estadão (quer dizer, ela ficou três minutos por lá e comeu um pedaço de pizza. Mas vale, né?)

No dia 18 de janeiro de 2009, eu vi a Gisele Bündchen desfilar. É um fato que contarei para os meus netos, como acontece com pessoas que viram Pelé marcar um gol ou Ayrton Senna ganhar uma corrida. Gisele é nossa Carmen Miranda pós-moderna – e sem as bananas.

Estou falando, claro, da presença de Gisele na São Paulo Fashion Week. Mais uma vez, fui obrigado a trabalhar no evento e a passar uma semana convivendo com mulheres maravilhosas. Foi um período muito difícil da minha vida, mas eu sobrevivi.

Depois do desfile, fui na festa em homenagem a Gisele, mas nem a vi por lá. Disseram que ela estava na área VIP do VIP do VIP do VIP, e eu estava apenas na área VIP do VIP do VIP. Foi a prova oficial de que não pertencemos ao mesmo mundo. Pena.

Pouca gente sabe, mas Gisele e eu temos muito em comum. Somos brasileiros, por exemplo. Descobri que ela tem uma cadela Yorkshire, a Vida; eu também tenho um cão dessa raça, o Nick. Ele, aliás, me latiu outro dia que está pensando em convidar a Vida pra jantar lá em casa. Eu apóio.

Além de Gisele, desfilou na SPFW uma modelo inglesa bem conhecida (hypada seria o termo em português), a tal da Agyness Deyn. O desfile foi na quarta-feira, mas até hoje não ouvi duas pessoas pronunciando esse nome da mesma maneira. Só agora descobri que ela se chama na verdade Laura Hollins, ou seja, um nome que realmente tem tu-do a ver com Agyness Deyn. Apelido fashion, não?

Mais fashion que isso, só eu assistindo ao desfile do Wilson Ranieri. Por acaso, a primeira fila do desfile ficou assim: Constanza Pascolato, Glória Kalil, eu, Doris Bicudo e Alexandra Farah. Ou seja, quem olhasse de fora deve ter imaginado ‘quem é esse cara?’ E eu lá, com a mão no queixo, fazendo cara de conteúdo… e para impressionar, eu ainda fingia que anotava alguma coisa toda vez que passava uma modelo… (na verdade, eu estava colando da Glória Kalil, que estava do meu lado).

Na SPFW aconteceu outra coisa que vai me marcar pelo resto dos meus dias: conheci a pessoa mais bonita que já eu vi na vida. Pense rápido: quem é a pessoa mais bonita que você já viu na vida? Pois é, a minha é a modelo Alessandra Ambrósio, que visitou o lounge do Estadão.

Para ser gentil, dei uma de anfitrião e perguntei se ela aceitava alguma coisa. Torci para que ela dissesse ‘sim, você’, mas infelizmente não rolou. Em vez disso, ela pediu um pedaço de pizza e uma água sem gás. Achei estranho modelo comer pizza, mas quando o garçom a serviu eu entendi: Alessandra deu uma mordida tão pequena que nem chegou a sentir o sabor do queijo. “Estou satisfeita”, disse. E foi embora, deixando uma pequena marca no pedaço de pizza, mas uma profunda marca no meu coração. Adeus, Alessandra. Volte sempre.

Entre os famosos, vi Larissa Maciel, a Maysa da TV. Quando a atriz passava pelo corredor, uma fã ficou tão emocionada que derrubou a cerveja no chão. Ela era tão fã que começou a cantar: ‘meu cooopo caiiiuuu…’ (Isso parece piada, mas não é)

Outro momento marcante foi o desfile de Ronaldo Fraga. Em vez de modelos, o estilista convidou crianças e pessoas com mais de 60 anos. Nunca achei que veria emoção em uma plateia tão blasé, mas as lágrimas deixaram muita gente com o rímel borrado. Eu não imaginava, mas dentro daqueles corpos magérrimos e elegantes batem corações como os nossos.

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U2

Sensacional!

O novo single do U2, ‘Get on Your Boots’, é inacreditavelmente bom. Quer dizer, inacreditável não, porque é óbvio que a maior banda da história do rock depois de Beatles e Queen faria algo genial.

Eles sempre fazem!

O som é pesado e mostra pra essas bandinhas novas e metidas o que é rock and roll. A melodia vocal tem uma influência meio árabe, o riff da guitarra do The Edge é pesadíssimo, mas o que eu gostei mesmo foi do som da bateria do Larry Mullen Jr., parece que eles gravaram nos anos 70! Está com aquele som Keith Moon/John Bonham, exageradamente acústico, na cara. Mas no fundo dá para ouvir uns efeitos, uns loops eletrônicos, que dão um ar de modernidade-retrô (existe isso?)

:-)

A pergunta agora é: como vou conseguir aguentar até 2 de março, quando sai ‘No Line on the Horizon’, o disco novo? Difícil.

O disco foi produzido pelos mestres Brian Eno, Danny Lanois e Steve Lillywhite e gravado em Fez, Marrocos (gravações adicionais no estúdio da banda em Dublin, Irlanda, no Platinum Sound Recording Studios, em Nova York, e no Olympic, em Londres.

A capa é uma foto do artista japonês Hiroshi Sugimoto (imagem abaixo) e a direção de arte do disco é de Anton Corbijn, outro cara extremamente talentoso (ele dirigiu o filme ‘Control’, cinebiografia do Joy Division, e é diretor das últimas turnês do Depeche Mode, que tem um visual incrível).

A seguir, o set list de ‘No Line on the Horizon’:

1. No Line On The Horizon
2. Magnificent
3. Moment of Surrender
4. Unknown Caller
5. I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight
6. Get On Your Boots
7. Stand Up Comedy
8. Fez – Being Born
9. White As Snow
10. Breathe
11. Cedars Of Lebanon

As informações são do site oficial da banda, U2.com .

PS. Aproveitando que estamos falando de música digital, o novo single do Morrissey, ‘I’m Throwing My Arms Around Paris’, também é bem legal.

Capa U2 novo

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Celso Lafer por Paulo Liebert/AE

Uma pausa no mundo da moda para falar de um assunto sério: a posse de Barack Obama. Foi emocionante, não? Para ver uma entrevista na TV Estadão com Celso Lafer, ex-Ministro das Relações Exteriores, clique aqui.

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Gisele Bundchen by Sergio Neves/AE

Gisele Bündchen por Sergio Neves/AE. Será que ‘Bündchen’ ainda tem trema? Sei lá. Outra coisa: se você notar bem, dá para me ver na segunda fila desse desfile, no canto esquerdo da foto. Mas peraí, por que você tentaria me achar nessa foto quando pode ficar olhando para a incrível Gisele?

Como todo ano (na verdade, duas vezes por ano), estou passando a semana trabalhando na São Paulo Fashion Week. Sim, é um grande sofrimento para mim ter que passar o dia convivendo com modelos maravilhosas, mas sou um profissional sério e tenho que me submeter a esse tipo de experiência horrorosa.

Prometo escrever sobre o evento depois de assistir a mais alguns desfiles, mas por enquanto recomendo que quem estiver interessado em se informar sobre a SPFW clique aqui para acessar o site especial criado pela equipe do Estadão. Se quiser ver trechos dos principais desfiles, clique aqui para acessar os vídeos da TV Estadão.

Graças a um passe de mágica, tradicionalmente durante a SPFW este blog se transforma em boletins de rádio, exibidos na Rádio Eldorado diariamente entre 19h e 20h. Já vou avisando que não entendo muito de moda, para isso a rádio conta com especialistas como Lilian Pacce e Deborah Bresser. Então sobre o que eu falo? Sobre o resto.

Afinal, moda não é só roupa.

(Uau, uma frase fashion profunda como um pires)

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Há casais que gostam de passar o tempo livre jogando baralho, outros preferem aproveitar o verão para jogar frescobol na praia. Mas entre os joguinhos praticados por casais, não há nenhum mais comum e desagradável que a boa e velha manipulação.

Quando se pensa simplesmente na palavra ‘manipulação’, logo imaginamos aqueles esquemas de filme de espionagem, feitos às escuras, cheios de estratégias complexas e sofisticadas. Pois a manipulação entre casais não precisa de nada disso. É bastante simples e, na verdade, quase inevitável.

Fazer alguém mudar seu jeito para agradar ao outro é uma das muitas maneiras de se manipular alguém, talvez a mais popular. Como toda a manipulação, no entanto, ela pode ser revertida em algum futuro próximo. E aí o jogo fica confuso e desequilibrado, como se alguém abandonasse subitamente um dos lados da gangorra.

Como em todo jogo, há um vencedor e um vencido. Mudar as ideias, mudar o modo de vida, mudar o comportamento… vale tudo para se conseguir criar alguém ‘perfeito’. Pena que essa perfeição é ilusória e, obviamente, desaparece no ar em algum momento – geralmente junto com o relacionamento.

Controlar a cabeça de uma pessoa é uma enorme responsabilidade, uma encrenca sobre a qual nunca entendemos a dimensão exata até o dia em que surgem os primeiros indícios de efeitos colaterais: insegurança, perda de identidade, ansiedade, medo. Por definição, a palavra ‘manipular’ significa ‘manejar’; e lembre-se que só objetos podem ser manejados.

Toda técnica de manipulação prevê o sistema de punição/recompensa. E é nisso que se baseia o dia-a-dia dos casais; eu faço isso se você fizer aquilo. Não faça isso ou então eu serei obrigado a fazer aquilo. Mas se você fizer isso, aí então prometo que eu faço aquilo. Combinado?

Inspirada pelo livro de Robert Masters e Jean Houston, a letra da música Mind Games, de John Lennon, falava de ‘jogos da mente’ no sentido positivo da expressão, quando duas pessoas juntam suas cabeças para desejar algo positivo em comum, no caso, a paz no mundo, a felicidade, etc. Seria ingenuidade acreditar que todo o mundo tem essa grandeza de alma, essa generosidade. Mas não custa nada imaginar um mundo assim, onde cada um pode ser como realmente é, sem ninguém tentando mudar o seu jeito.

Talvez a liberdade de ser quem você é traga a felicidade, não sei. A única coisa que eu sei é que ter alguém puxando as suas cordinhas como se você fosse uma marionete com certeza não a trará.

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Ana Carolina/Globo

Number nine, number nine…

Começa hoje mais um Big Brother Brasil. Como o programa é sempre a mesma coisa, eu também não preciso escrever um texto novo, né?

Segue este aqui, antigo, da época em que eu participei do programa. Sim, eu sou um ex-BBB. :-)

A única novidade deste post, na verdade, é a foto: aposto que a advogada Ana Carolina, 24 anos, nascida em Floripa, será a gata do BBB. Veremos… na Playboy/Sexy de fevereiro/março.

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Lucy Nicholson /Reuters

Alguém viu ontem o 66º Golden Globe Awards na TNT? É uma premiação de cinema no estilo do Oscar, na verdade, uma prévia da Academia. Hollywood é incrível, mesmo. Quem via aquelas dezenas de celebridades chegando no tapete vermelho para a entrega do Globo de Ouro poderia imaginar que o mundo era um lugar perfeito, sem problemas, sem crise econômica, sem Gaza, sem África… so perfect.

Era tanta gente linda, mas tanta gente linda, que parecia um Olimpo repleto de deuses da beleza. Enfim, o showbiz é um dos pilares da cultura americana, e pelo jeito vai ser assim durante um bom tempo.

(Clique aqui para ver a entrevista do jornalista Ubiratan Brasil, do Caderno 2, na TV Estadão)

Outra coisa: Fazia tempo que eu não via tanta mulher bonita no mesmo lugar: Penélope Cruz estava sensacional; Beyoncé, um escândalo; Jennifer Lopez, sem palavras; a Salma Hayek, sensacional; a Eva Mendes dava nervoso; a Kate Beckinsale estava maravilhosa. Mas sabe quais foram as minhas preferidas?

Em primeiro lugar, Kate Winslet. Ela, que não era exatamente uma mulher muito bonita em ‘Titanic’, virou uma atriz tão, tão linda – deve ser o talento. Ontem, só para se ter uma ideia, ela ganhou dois prêmios, o de Melhor Atriz de Drama (Revolutionary Road) e Coadjuvante (The Reader). O diretor Sam Mendes, marido da Kate, é um cara de sorte. Ela nunca esteve tão bonita.

AP Photo/Mark J. Terrill

Outra que me chamou a atenção foi a Laura Linney. Sei lá, eu acho ela tão bonita, tão simpática. Sabe aquelas mulheres que têm cara de gente boa? Pois a Laura (olha a intimidade) é assim para mim. Vai ver que eu dei sorte, porque ela também ganhou um prêmio ontem (Melhor atriz em minissérie para a TV, por ‘John Adams’)

Outros comentários rápidos sobre o evento:

1. Eu queria ser o Clint Eastwood. O cara vai fazer 79 anos e está inacreditavelmente bem, além de continuar trabalhando, etc. Esse eu queria ser MESMO.

2. Não consigo acreditar na beleza da Demi Moore. Acho que o sobrenome dela é ‘Gray’ e ela tem um retrato ficando velho em algum lugar de sua mansão em Malibu.

3. O Heath Ledger, que morreu no ano passado, era um excelente ator e merece todos os elogios do mundo. Ele ganhou o prêmio ontem de Melhor Ator Coadjuvante, mas acho que o discurso do diretor Christopher Nolan (‘Cavaleiro das Trevas’) foi super exagerado. Pô, o cara era bom, mas também não era o maior ator da história do cinema, né? As pessoas morrem e são canonizadas, é incrível.

4. Gosto do Johnny Depp, mas ontem o cara estava fazendo tanto tipo que tive que mudar de canal. Tudo bem, ele é galã, ótimo ator… mas faz um tipo de rebelde que pelamordedeus! Convenhamos, ‘Piratas do Caribe’ é um filme infantil e a atuação dele é caricata até dizer chega. Daí até posar de existencialista francês vai uma longa distância.

5. Se eu pudesse ser um ator, eu queria ser o Aaron Eckhart. O cara parece ser gente boa, tranquilo, faz uns belos filmes e ainda tem um dos meus papéis favoritos na história do cinema: o protagonista de ‘Obrigado por Fumar’. Gênio!

6. Quem ganha prêmios deveria ser proibido de agradecer as pessoas. É tão chato aquele papo de ‘queria agradecer meu agente, as pessoas do estúdio tal, os outros não sei o quê…’ Boring! Cada um devia subir no palco e falar algo sobre seu trabalho, como criou o personagem, como foram as filmagens… Alguma coisa rápida, mas que acrescentasse algo ao prêmio. Quem quer saber o que o Paul Giamatti pensa do diretor de marketing da HBO?

AP Photo/NBC,Paul Drinkwater

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Capa

Entre os livros que devorei no fim de ano, me sinto na obrigação de citar pelo menos dois que me marcaram por uma razão bastante específica: são de morrer de rir. Os dois são deliciosos e muito, mas muito engraçados. Sério, estou falando de literatura para chorar de rir.

O primeiro é ‘Molvânia – Um país intocado pela odontologia moderna’. É um guia de viagem de um país fictício, mas super bem feito, perfeito, como se fosse um Lonely Planet ou um Time Out. O país é um lugar horrível em todos os sentidos, mais ou menos como o Cazaquistão apresentado na tela em ‘Borat’.

Ele é – simplesmente e sem exagero – o livro mais engraçado que já li na vida. Sério, eu tive que interromper a leitura várias vezes para enxugar as lágrimas de tanto rir. Não vou contar nenhuma piadinha aqui porque fora do contexto o texto não vai ter tanta graça. Mas, por favor, se você quiser se divertir e dar boas risadas, compre esse livro hoje.

O outro é ‘Como Montar uma Mulher Bomba’, da minha amiga Luciana Pessanha. Com o subtítulo ‘Manual prático para terroristas emocionais’, o livro é uma crítica muito legal ao comportamento dos homens nos dias de hoje. Luciana também tem um blog ótimo; para acessá-lo , clique aqui.

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