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Jogadores da Itália. (Antonio Calanni/AP)
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Por Tiago Leme, de Kiev (UCR)
O cansaço foi junto com a seleção espanhola o principal obstáculo da Itália na dura derrota por 4 a 0 para a ‘Fúria’, pela final da Eurocopa, afirmou o técnico da ‘Azzurra’, Cesare Prandelli.
“Eles estavam mais frescos fisicamente e nós nos desgastamos muito. Contra um time como esse é difícil recuperar. Isso tirou nosso equilíbrio. A nossa equipe deve estar bem fisicamente para render melhor”, disse o treinador, que teve alguns problemas de lesão antes e durante a competição.
Hoje, a Itália perdeu o zagueiro Chiellini, machucado, ainda no primeiro tempo e ficou com dez homens em campo no início do segundo tempo quando Thiago Motta foi colocado na partida como a última substituição do time, mas logo na sequência também sentiu problemas físicos.
Prandelli lembrou que na estreia da competição, com seu time em melhor estado, foi possível arrancar um empate por 1 a 1 com a mesma rival. “Na primeira partida do campeonato enfrentamos a Espanha em condições físicas melhores e estivemos em condições de enfrentar o adversário bem. Nessa noite, porém, só podemos parabenizar uma seleção que nos dominou.”
Depois de ter afirmado antes da decisão que seu futuro na seleção italiana estava indefinido, neste domingo, o técnico deu a entender que deve continuar no comando do time. Prandelli deixou a entrevista coletiva aplaudido pelos jornalistas graças à surpreendente campanha da Itália, tida como azarão até o início da Euro.
“O meu futuro já está escrito, mesmo se em alguns momentos meu estado de ânimo esteve diferente. Nunca tive problemas com a federação e com os dirigentes. Existe um projeto e queremos levá-lo à frente”, concluiu.
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Rádio Estadão ESPN transmite a decisão neste domigo, às 15h45

(Reuters)
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Por Tiago Leme, de Kiev (UCR), para o ESPN.com.br
O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta de incentivo à seleção do país na véspera da final da Eurocopa-2012 diante da Espanha, que será disputada neste domingo, em Kiev, na Ucrânia. O apoio foi bem recebido pelo elenco, que prometeu superação para tentar aprontar uma “supresa” para cima dos favoritos espanhóis. Ao falar do seu patriotismo o goleiro Gianluigi Buffon até se emocionou na entrevista coletiva deste sábado.
O técnico Cesare Prandelli também falou da emoção que sentiu e agradeceu Napolitano pela carta enviada.
“Li a carta e são palavras fantásticas, um apoio excelente, passei aos meus jogadores. A ideia de espírito de equipe, de determinação, de generosidade, essa é a mensagem para nós e para o país. Sentimos muito orgulho e espero cumprir o objetivo. Me sinto muto emocionado ao ler esta carta, podemos sentir que ele tem confiança na gente”, disse Prandelli, em entrevista coletiva no estádio Olímpico de Kiev.
O goleiro Buffon seguiu a linha do treinador e falou sobre o orgulho de defender a seleção italiana, chegando até a se emocionar durante uma resposta sobre o assunto.
“Canto o hino com muita emoção, é verdade. Para mim representa muito jogar pela Itália. Perdi meus avós, isso é um reconhecimento que dou a eles”, afirmou Buffon, que completou.
“A Espanha é favorita, está trabalhando assim há quatro anos, tem troféus, tem confiança, talento. A Itália é uma supresa nesse torneio para falar a verdade, e esperamos fazer uma surpresa também na final”.
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Goleiro da Espanha, Casillas. (AP)
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Por Tiago Leme, de Kiev (UCR), para o ESPN.com.br
Apesar de os italianos terem jogado o favoritismo para o lado da Espanha na final da Eurocopa, o goleiro Iker Casillas recusou o rótulo. O capitão da Fúria fez elogios ao adversário deste domingo e disse esperar uma partida equilibrada no estádio Olímpico de Kiev.
“Agradeço as palavras da Itália, mas isso é recíproco. Eles têm uma equipe muito boa. Na houve nenhuma surpresa deles contra a Alemanha. A Itália mostrou as suas características e conseguiram a vaga na final de maneira muito boa. Em nenhum momento pensamos que somos favoritos”, afirmou o goleiro espanhol.
Casillas também comparou o sentimento de estar na final da Eurocopa deste ano com o que sentiu em 2008, quando a Espanha foi campeã do torneio e deu início a um período de domínio no futebol europeu e mundial.
“Esta final de agora é diferente. Há quatro anos, chegamos depois de muito tempo sem conseguir nada. No Mundial também teve muito nervosismo, mas conseguimos. Agora é a continuidade destes anos. Há quatro anos era impensável estar nessa final. A história já está feita, queremos defender um título que conseguimos”, disse Casillas.

(Atacante foi o grande destaque da Azurra na vitória sobre a Alemanha. Foto: AFP)
Por ESPN.com.br com AFP
Os gols anotados por Mario Balotelli na vitória da Itália sobre a Alemanha por 2 a 1, na última quinta-feira, assombraram a todos que acompanham a Eurocopa. A classificação italiana para a final do torneio diante da Espanha tem a marca do polêmico atacante do Manchester City, e a seleção da Espanha, rival da Azzurra na grande final, também se preocupa com ele. Mas não só.
Segundo o meia Fábregas, a Itália tem muitas outras armas para a decisão. “Balotelli é um ótimo jogador. Ele mostrou isso ontem por marcar dois gols soberbos na semifinal contra um time muito forte como a Alemanha. Ele será uma ameaça, assim como Cassano e os outros atacantes”, falou em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
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O jogador do Barcelona analisou os adversários do próximo domingo em Kiev e garante: a final da Euro terá as duas seleções mais consistentes. “Eles têm um time muito competitivo, muito experiente da defesa até o ataque e com jogadores que tiveram excelentes temporadas por equipes como Milan, Inter de Milão e Juventus. Os defensores da Itália são muito experientes e sabem quando atacar e defender”.
“No topo disso eles têm um goleiro que é naturalmente um líder, mas a Espanha tem um grande goleiro também com Iker Casillas. Eles também têm muitas variedades na frente, jogadores fortes como Balotelli, manhosos como Cassano, e no meio-campo têm atletas especiais como Marchisio e Pirlo, que faz um grande torneio. Será um jogo duro, e os ganhadores vão merecer o título. Eu penso que nós somos os dois times mais consistentes do torneio”, afirmou Fábregas.
A Espanha, por sinal, está prestes a fazer história: campeã da Euro-2008 e da Copa do Mundo de 2010, a Fúria pode ser a primeira seleção a conquistar na sequência esses três títulos. Um alento para um país que sofre com a crise econômica continental, como lembrou Fábregas.
“Os jogadores têm sorte de ter um país atrás deles que ama futebol. É um grande prazer para nós transmitir alegria para os torcedores que nos apoiam. Os fãs têm saído às ruas a Espanha depois de nossos jogos, e existem torcedores que viajaram para a Ucrânia apesar de toda a dificuldade logística com o transporte. É fantástico ter todo o país nos apoitando. Nós temos grande fé nos torcedores e esperamos que eles tenham fé em nós. O objetivo dos jogadores aqui é continuar a escrever história”, falou.

Balotelli balança as redes alemãs e classifica a Itália. (Oliver Weiken/EFE)
Por Tiago Leme, de Varsóvia (POL), para o ESPN.com.br
“Why always me?”. Balotelli, sempre ele, aprontou novamente, mas desta vez aprontou coisa boa. O polêmico atacante italiano fez dois gols e foi decisivo na vitória da Azzurra sobre a Alemanha, por 2 a 1, nesta quinta-feira, no estádio Nacional de Varsóvia, na Polônia. Ozil, de pênalti, ainda descontou nos acréscimos, mas a Itália se classificou para a grande final da Eurocopa-2012, diante da Espanha.
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A decisão entre italianos e espanhóis acontecerá no domingo, às 15h45 (horário de Brasília), no estádio Olímpico de Kiev, na Ucrânia.
A Itália disputará a sua terceira final de Euro e vai em busca do bicampeonato, tentando repetir o feito de 1964 e impedir que a Fúria conquiste o segundo título consecutivo. O resultado desta quinta tambem manteve um tabu. A seleção italiana nunca perdeu para a Alemanha em partidas de Eurocopa ou Copa do Mundo. Agora são cinco vitórias e três empates.
O jogo
O técnico Joachim Low surpreendeu na escalação da Alemanha e voltou a escalar Kross, Gomez e Podolski entre os titulares, para as saídas de Reus, Klose e Müller. Na Itália, o zagueiro Chiellini recuperado de lesão, voltou ao time, que não teve nenhum desfalque.
Apoiada pela maioria dos torcedores presentes no estádio, a seleção alemã tentou ir para cima desde o início, animada pela campanha com 100% de aproveitamento na Euro até então. No entanto, a Itália demonstrou força e não ficou presa no campo de defesa. Pelo contrário, a Azzurra encarou o adversário de igual para igual e teve praticamente o mesmo tempo de posse de bola em um duelo bastante equilibrado. Cassano e Kross exigiram defesas dos goleios Neuer e Buffon, respectivamente, em uma chance para cada lado.

Balotelli disputa lance com Hummels durante semifinal. (Frank Augstein/AP)
Mas os italianos foram mais eficientes quando precisaram finalizar. Aos 20 minutos, a estrela do polêmico Mario Balotelli começou a brilhar. Após boa jogada de Cassano na esquerda e cruzamento para a área, o jovem atacante de 21 anos aproveitou vacilo do zagueiro Badstuber, subiu mais alto e cabeceou para abrir o placar.
A Alemanha ainda conseguiu outra chance de gol em um chute de Ozil, defendido por Buffon. Mas aos 36 minutos Balotelli balançou as redes novamente e deu certa tranquilidade para a Itália. O camisa nove recebeu ótimo lançamento de Montolivo, ganhou na corrida de Lahm, que deu condição legal ao italiano, e acertou um belo chite forte do ângulo: 2 a 0.
No intervalo, a Alemanha voltou com Klose e Reus nos lugares de Gomez e Podolski. Precisando ir para cima, os alemães ficaram mais tempo no campo de ataque, mas o lance mais perigoso aconteceu em um cobrança de falta de Reus, que Buffon espalmou para escanteio.
Com cartão amarelo por ter tirado a camisa na comoração do segundo gol e cansado, Balotteli foi substituído aos 25 minutos, dando vaga para Di Natale. A Azzura já tinha se fechado mais para segurar o resultado, com a troca de Montolivo pelo brasileiro Thiago Motta.
Nos contragolpes, a seleção italiana quase ampliou o marcador, mas Marchisio e Di Natale errara o alvo e perderam a chance de fazer o terceiro. Balzaretti até chegou a colocar a bola no gol, mas a arbitragem apitou impedimento.
Nos acréscimos, aos 47 minutos, os alemães ainda descontaram com um gol de pênalti de Ozil, após Balzaretti colocar a mão na bola dentro da área.
No final, festa da pequena torcida italiana, que compareceu em número bem menor que o adversário no estádio Nacional de Varsóvia. E festa também dos poloneses, que independentemente do vencedor, cantaram celebrando o último jogo no país nesta Eurocopa.

Foto:AFP
Por Tiago Leme, de Varsóvia (POL), para o ESPN.com.br
Finalistas da Eurocopa de 2008, Espanha e Alemanha chegaram à atual edição do torneio como grandes favoritas a conquistar o título. Com os espanhóis já garantidos na decisão, restam aos alemães corresponderem às expectativas e confirmarem a esperada final. Para isso, os comandados de Joachim Löw, que venceram os seus últimos 15 jogos oficiais, um recorde entre as seleções do continente, terão que acabar com um incômodo tabu.
No duelo válido pela segunda semifinal da competição, que ocorrerá nesta quinta-feira, às 15h45 (de Brasília, em Varsóvia, na Polônia, com transmissão da Rádio Estadão ESPN e acompanhamento em tempo real do ESPN.com.br, os germânicos terão pela frente a Itália, adversária que nunca venceram em partidas pela Copa do Mundo ou Eurocopa. Em sete jogos, os italianos venceram quatro e os outros três terminaram empatados. No duelo oficial mais recente entre ambos, os tetracampeões do mundo triunfaram na prorrogação por 2 a 0, na semifinal da Copa do Mundo de 2006 realizada justamente na casa do adversário.
Com isso, o volante Andrea Pirlo, um dos destaques da competição, declarou que os alemães têm medo dos italianos. Pelo outro lado, Bastian Schweinsteiger respondeu e disse que não há medo e sim respeito pelo adversário.
Com medo ou não, a seleção tricampeã mundial tem no presente a grande aposta para acabar com o tabu diante da Azzurra. Sem perder um jogo oficial desde o revés diante da Espanha pela semifinal do Mundial de 2010, a Alemanha é a única seleção com 100% de aproveitamento nesta Eurocopa.
Para o técnico Joachim Löw, a equipe está mais pronta para ser campeã do que em 2006, quando perdeu para a Itália, e mostrou confiança para o duelo desta quinta-feira. “Devemos impor nosso ritmo na partida e creio que seremos capazes de fazê-lo. Tínhamos uma equipe muito jovem há seis anos e acho que aquela equipe não era madura o suficiente. Mas ganhamos de grandes equipes nos últimos anos. Podemos ganhar qualquer equipe do mundo. Estamos com uma boa sensação para amanhã. Estamos bem preparados e somos absolutamente capazes de derrotar a Itália”, disse.
Do outro lado, a ideia é jogar o favoritismo para os alemães devido ao bom momento do adversário. E, para conseguir “surpreender”, o técnico Cesare Prandelli planeja manter a forma mais ofensiva que a equipe tem jogado, abandonando o tradicional jogo excessicamente defensivo do país. “É a única maneira de sua equipe ter sucesso. Somos muito calmos e temos muita vontade de colocar em prática o que treinamos. Não podemos ficar à espera na nossa zona defensiva, estamos a trabalhar nisto há dois anos. Acho que seria muito imaturo mudarmos isso agora”, afirmou.
Para o confronto, a Alemanha não sofre com desfalques e contará força máxima. Após Löw ter feito três mudanças por opção própria diante da Grécia, novas alterações não estão descartadas na equipe, principalmente na escolha do centroavante – Mario Gomez ou Miroslav Klose -, mas a tendência é que a formação seja a mesma da que foi usada durante a fase de grupos.
Já a Itália enfrenta alguns problemas para montar a equipe titular. Maggio, com dois cartões amarelos, cumprirá suspensão. Além disso, outros três jogadores são dúvidas para o confronto. De Rossi foi substituído no fim do segundo tempo da partida contra a Inglaterra por causa de um problema no nervo ciático da perna esquerda. Chiellini está com dores musculares na coxa e Abate se recupera de uma lesão na perna esquerda.
A partida ainda marcará a definição do sétimo entre os oito representantes da Copa das Confederações. Como a Espanha, já está garantida por ser a atual campeã mundial, o vice-campeão da Eurocopa se garantirá na competição que será realizada em 2013. Além dos espanhóis, Brasil, México, Japão, Uruguai e Taiti já estão confirmados no torneio. Ainda resta conhecer o representante africano.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA X ITÁLIA
Local: Estádio Nacional, em Varsóvia (Polônia)
Data: 28 de junho de 2012 (Quinta-feira)
Horário: 15h45(de Brasília)
Árbitro: Stéphane Lannoy (França)
ALEMANHA: Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Mats Hummels, Holger Badstuber e Philipp Lahm; Sami Khedira, Bastian Schweinsteiger, Thomas Muller e Mesut Özil; Lukas Podolski e Mario Gomez (Miroslav Klose)
Técnico: Joachim Löw
ITÁLIA: Gianluigi Buffon, Antonio Abate, Leonardo Bonucci, Giorgio Chielini e Federico Balzaretti; Daniele De Rossi (Thiago Motta), Andrea Pirlo, Claudio Marchisio e Riccardo Montolivo; Mario Balotelli e Antonio Cassano
Técnico: Cesare Prandelli
Rádio Estadão ESPN transmite Alemanha x Itália nesta quinta, a partir das 15h45

Bastian Schweinsteiger durante treino da eleção alemã
Por ESPN.com.br com Agência AFP
Buscando se classificar a mais uma final de Eurocopa, a Alemanha terá que superar um tabu. Afinal, a equipe nunca venceu a Itália em competições oficiais, foram três derrotas e quatro empates em partidas da Copa do Mundo e da Eurocopa. Com isso, o volante Andrea Pirlo afirmou na terça-feira que os alemães tinham “medo”. O também volante Bastian Schweinsteioger discordou.
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“Há um grande respeito, mas não medo. Eu pessoalmente não tenho medo, há muito respeito e se você não tem qualquer respeito pela Itália, você é um burro”, afirmou o jogador do Bayern de Munique. “Eu penso que a Itália é uma grande seleção, eles ganharam muito no passado e têm dado um grande passo à frente nos últimos dois anos”.
Schweinsteiger também fez elogios à sua seleção, que venceu os últimos 15 jogos oficiais que fez, um recorde entre os times nacionais do Velho Continente. “Eu penso que nós temos muita qualidade agora, nós somos taticamente e fisicamente fortes e temos bons talentos individuais. O mais importante é que trabalhamos juntos como um time, esse é o motivo para eu estar positivo. Eu estou realmente ansioso para o jogo. Eu joguei muitas partidas, mas este é o melhor momento de uma longa temporada”, afirmou.
“A questão é que nós poderemos bater o próximo grande oponente. Nós vencemos Argentina, Brasil, Inglaterra e Holanda, então o próximo grande será a Itália, eu espero”, concluiu o volante.

Técnico Cesare Prandelli comanda treino da ‘Azurra’ (Foto: Tony Gentile/Reuters)
Por ESPN.com.br com Agência Estado
O departamento médico da seleção italiana corre contra o tempo para permitir que todos os titulares fiquem à disposição do técnico Cesare Prandelli no jogo desta quinta-feira, diante da Alemanha, pelas semifinais da Eurocopa. O meia De Rossi e os defensores Chiellini e Abate estão com problemas físicos e podem ser vetados.
De Rossi foi titular contra a Inglaterra, mas precisou ser substituído no fim do segundo tempo por conta de um problema no nervo ciático da perna esquerda. Ele parece não ser problema para a decisão, uma vez que foi escalado para dar entrevista coletiva nesta quarta, véspera do jogo, o que costuma indicar que o jogador será titular.
O médico Enrico Castellacci alega que os três jogadores podem ter condições de entrar em campo em Varsóvia. “Todos eles estão melhorando e nós faremos tudo que for possível, até o último minuto, para que eles fiquem à disposição”, garantiu.
Abate, que não enfrentou a Inglaterra porque já estava com uma lesão na perna esquerda, está sem substituto, uma vez que Maggio que entrou no seu lugar nas quartas de final, recebeu o segundo cartão amarelo e está suspenso. Chiellini, por sua vez, reclama de dores musculares na coxa.
“Existe um sentimento geral de fadiga no time. Isso já era esperado após o stress e a emoção dos últimos jogos. Estamos fazendo o nosso máximo para recuperar a energia”, explicou o médico Castellacci, lembrando a classificação suada à fase final e os 120 minutos de jogo, mais pênaltis, para eliminar a Inglaterra.
2012