
Por Vitor Hugo Brandalise
Ele fez um “trending topic” do Twitter, o assunto mais falado em um certo momento, virar piada de alcance mundial. Era a Copa do Mundo da África do Sul e a frase “Cala Boca, Galvão” atingia o auge da popularidade. O produtor de vídeos paulistano Fernando Motolese, de 27 anos, percebeu o potencial e criou o que ganhou fama de “a maior piada interna da história”.
Milhares de brasileiros riram juntos dos estrangeiros que divulgaram a mensagem de uma falsa campanha para salvar os “Galvão Birds”, papagaios inexistentes que – todos sabíamos – faziam referência ao narrador da Rede Globo. As 550 mil visualizações do vídeo em dois dias renderam a Motolese entrevista até para o The New York Times.
Motolese percebeu que poderia fazer disso um negócio. Hoje, quer viver de “antimarketing”: criação de piadas na internet sobre empresas e marcas, para que os próprios alvos possam revertê-las em campanhas positivas. “A crítica de produtos pode ser rentável. Assim que a Globo aceitou a piada e o Galvão Bueno falou do assunto no ar, a gozação cessou e ele saiu por cima. Foi capa de revistas semanais”, explicou. “É o conceito que pretendo utilizar em projetos futuros.”
Veja como Fernando virou notícia em 17.06.2010, por ter criado vídeo de alcance mundial durante a Copa do Mundo.
[...] This post was mentioned on Twitter by Basílio Santos. Basílio Santos said: RT @estadao ‘Cala Boca, Galvão’ rendeu a Fernando entrevista ao NYT « Eu, paulistano http://bit.ly/f6Gikx [...]
Desvirtuaram o tema o negocio era para o Galvão calar a boca mesmo.
Por que o cara é muito soberbo, acha-se o maioral, só ele sabe, fez curso com Faustão.
Concordo plenamente! O Galvão precisa aprender a calar a boca em muitas horas, até parece que quem deve se destacar é ele, que ele é a estrela! Sem comentários!
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2011
2010
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