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Estadinho

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(Por Aryane Cararo)

Tem alguma coisa que você faça ou que você goste que ninguém mais faz ou gosta?  Sei lá, pode ser plantar bananeira na cozinha ou comer jiló de se lambuzar de gostoso. Pode ser tirar só nota 10 em matemática ou ter uma pinta bem no canto do olho. Talvez até ser um menino que detesta futebol ou uma menina que nunca gostou de brincar de boneca. Você já se sentiu diferente dos outros em alguma coisa?

Pois se você já sentiu e achou isso uma maravilha, nós estamos com você! Se achou que isso era ruim, queremos contar um segredo: ser diferente é o que faz você ser você. Imagine um mundo em que todo mundo fosse igual! Credo!

Pois Blandina Franco e José Carlos Lollo, essa dupla de autores diferentes, fizeram um livro bem diferente. E bem diferente dos diferentes que a gente vê por aí. De um jeito despretensioso, engraçado e curioso, eles criam situações entre os bichos para mostrar como em tudo existem diferenças. Algumas são muito engraçadas. Veja só as de que mais gostamos no livro Tem Sempre um Diferente:

“Todo Morcego sai à noite para caçar. Mas tem um que prefere pedir uma pizza.”

“Todo Pinguim esconde a cabeça na asa para dormir. Mas só um faz isso depois de usar desodorante.”

“Todo Rinoceronte tem chifre de pelos duros. Mas tem um que faz chapinha.”

Agora a brincadeira é com você, invente o que é diferente nos exemplos que a Blandina e o Lollo dão abaixo:

SUA VEZ

Todo Passarinho voa. Mas tem um…

Todo Hipopótamo nasce na água. Mas tem um…

Todo Lhama cospe no chão. Mas tem um…

 

Tem Sempre um Diferente. Autores: Blandina Franco e José Carlos Lollo. Salamandra, R$ 22.

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07.janeiro.2013 07:00:30

Os seres que habitam nossa fala

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(PorAryane Cararo)

Blandina Franco e Lollo acertaram em cheio outra vez! Os criadores de Quem Soltou o Pum?, Soltei o Pum na Escola e Tem Uma Janela na Minha Boca agora lançaram Os Seres Falados, incríveis criaturas que habitam as casas (e falas) de todo mundo e são responsáveis por frases que a gente conhece muito bem, como “Já vou!”, “Pega para mim!” e “Mããããeeee”. A ideia muito criativa dos autores foi desenvolvida com muito humor. É risada na certa! E identificação também. Quer ver?

Tem um ser falado que se chama  ”Vocêvaiver”. Esse é um cara que diz bobagem, se acha um grande vingador e fica planejando maldade. Mas não passa de ameaça e pirraça. O “Tôdemal” briga com facilidade, mas não é por maldade. Seu problema é ser muito emotivo e nervoso. Um que todos conhecem é o “Jávô”, um sujeito preguiçoso e folgado, que o segura no sofá ou na cama quando alguém (especialmente as mães) pede para fazer alguma coisa. E quer conhecer mais um? Então leia como é o “Semquerer” nas palavras dos próprios autores para ver como o livro é engraçado:

“Dizem que ele é desastrado, distraído e desmiolado;
Dizem que ele é culpado por tudo o que dá errado.
Se alguém derruba o suco, logo diz: não fui eu, não!
Foi o danado do ‘Semquerer’ que empurrou a minha mão.

Mas ele já está cansado de sempre ser acusado;
Não quer mais ser o culpado por tudo o que dá errado.
Então, se algo se quebrar, ou alguém você machucar,
Chame logo o ‘Desculpa’; esse, sim, irá ajudar.” 

Os Seres Falados. Autores: Blandina Franco e José Carlos Lollo. Prumo, R$ 31,90.

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30.junho.2012 06:55:56

Escapou!

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(Ilustração: José Carlos Lollo, livro Soltei o Pum na Escola)

(Por Aryane Cararo)

Quem disse que soltar o Pum poderia render tanta diversão? Nem mesmo a escritora Blandina Franco e o ilustrador José Carlos Lollo, casados na vida real, poderiam imaginar. “Ficamos surpresos com tanta gente gostando do nosso Pum”, diz Blandina. Foi tanto o sucesso que o cachorrinho de nome engraçado fez que não dava para deixá-lo solto apenas por um livro (ou no iPad). Por isso, ele surge agora em outra confusão, desta vez, na escola.

Em Soltei o Pum na Escola, cada criança pode levar seu animal de estimação para o colégio. O cachorro Pum até fica sem jeito no começo, mas logo se lambuza no tanque de areia, revira o lixo durante a aula de geografia e faz um monte de barulho e confusão. Vai parar na sala da diretora. Só mesmo a dona Liniz, a professora, para reclamar do Pum, porque ninguém mais reclamou, contam Blandina e Lollo.

Se você não viu no Estadinho de papel, clique aqui.

“O Pum só trouxe alegria”, diz o casal. Com tanta estripulia, a gente fica esperando pela próxima vez em que o Pum vai escapar, porque é sempre muito engraçada a leitura. Impossível não rir com os trocadilhos e as piadinhas (e a brincadeira não ficou repetitiva neste segundo livro). A pedido do Estadinho, o Lollo até desenhou o melhor amigo do Pum, o Chulé, um gato que gruda no pé do Pum (e que ainda não apareceu nos livros).

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O gato Chulé, desenhado pelo Lollo exclusivamente para o Estadinho

Os autores dizem que “não há outro Pum programado” (mas eles até já pensaram em como poderia ser: nas férias). O que sabemos é que quase todos os lugares podem receber a bagunça inesperada do cãozinho. Afinal, “não existe lugar impróprio, até porque, normalmente, o Pum escapa, não é solto”, dizem eles.

Mas o Lollo e a Blandina não sabem apenas soltar o Pum nos livros. Eles já fizeram obras muito sensíveis, como a história do Peixe e a Passarinha (de 2012), e outras bem engraçadas, como Grande, Pequeno (de 2011). Outros livros que eles lançaram em 2012 foram Tem Sempre um Diferente, Dona Zulmira Vai ao Circo, Tem Uma Janela na Minha Boca. E vem muito mais pela frente: Adonis, O Livro dos Tutus, Os Seres Falados, O Menino que Queria Ir

 

Soltei o Pum na Escola. Autores: Blandina Franco e José Carlos Lollo. Companhia das Letrinhas, R$ 25.

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19.março.2012 14:11:34

O Pum premiado

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Quando o Lollo e a Blandina soltaram o Pum no papel, foi um sucesso. Quando soltaram o Pum no iPad, sabíamos que o sucesso seria repetido. E agora tivemos a certeza: o livro digital Quem Soltou o Pum? acaba de ganhar a menção honrosa no 49 Bologna Children’s Book Fair, uma feira internacional de livros infantis que é realizada na cidade italiana de Bolonha. A história do cachorrinho que tem esse nome divertido concorreu com 252 candidatos do mundo todo, vindos de 25 países. E ficou entre os três primeiros!

Por isso, queremos parabenizar os autores: José Carlos Lollo e Blandina Franco (eles já fizeram várias oficinas artísticas no Circuito Estadinho) e a editora Companhia das Letrinhas. Realmente, o aplicativo é muito legal (clique aqui para saber mais). Se não conhece a história, veja o vídeo feito quando o livro de papel foi lançado:

 

Um livro digital francês ficou em primeiro lugar. Ele se chama Dans Mon Rêve, da e-Toiles Editions, e parece ser bem bacana, a julgar pela ilustração.

 

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Também levou menção honrosa o aplicativo americano The Numberlys, da Moonbot Studios LA LLC (mais informações em inglês aqui). A Moonbot faz livros digitais com animações e interatividade de muita qualidade (como The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, em inglês) e, por isso, muita gente vem chamando a empresa de “a Pixar dos aplicativos”. Só para lembrar: a Pixar fez filmes como Toy Story, Carros e Os Incríveis.

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05.dezembro.2011 07:00:09

Lá vem o sapo

 

(Por Aryane Cararo)

Era para ser mais um Circuito Estadinho normal. Mas o Lollo fez uma mágica e quem entrava como criança na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, na tarde de sábado (dia 3), saía de lá sapo! Verdade! A gente fez até fotos para mostrar. Veja só esse sapinho sapeca aí embaixo.

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Desde que virou sapo, pulava para lá e para cá, sem parar, treinando os saltos.

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Hum, acho que ele viu que estávamos o observando… O que será que ele vai fazer?

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Ah, chamou uma amiga sapa para pular junto!

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Ahhhhhhhh… Era só o Leonardo Costa, de 2 anos, brincando de imitar um sapo! Diz aí, Leo, como o sapo faz? “Rãbet!”, ele contou. Tem nome esse sapinho? “Sapo Jacaré!” E se der um beijinho nesse sapo, ele vira o quê? “Vai virar um leão ou um príncipe.” Mas, no fim da atividade, virou mesmo foi o Sapo Palhaço, conforme Leo nos contou.

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 A amiguinha era a Mariana Khoury, de 4 anos, e essa sapinha branca com bolinhas coloridas ganhou o nome de Bela. As duas contaram que iam pular muito na casa de Mariana.

 

O Leo e a Mari fizeram parte da oficina de sapos do Lollo e da Blandina Franco, que fizeram os livros Quem Soltou o Pum? e Grande, Pequeno. Para essa atividade, o Lollo levou um kit para cada criança, com a ajuda da agência Peralta StrawberryFrog, que tinha sapinhos de três tamanhos diferentes, com olhinhos e adesivo para colar, e uma máscara de sapo com língua de sogra, quer dizer, de sapo!

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As crianças tiveram basicamente que recortar os corpinhos de sapo e decorar. Mas muita gente precisou de ajuda com as tesouras. Ainda bem que os pais e o Lollo estavam lá para auxiliar.

 

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Quer dizer, nem todo mundo precisou de ajuda. A Gabriela Morgan Cherobin, de quase 3 anos, não deixou sua mãe chegar perto da tesoura. Foi a primeira vez que ela pegava em uma e não parou de picotar e picotar o papel. Ela nem quis saber muito da atividade, ficou é facinada com a tesoura. Já imaginamos o que ela vai pedir para o Papai Noel…

 

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Já o Henrique Hespanhol, de 3 anos, contou com a ajuda de um montão de gente. Quem fez o sapinho? “Minha mãe que fez.” E quem recortou? “O moço.” E quem enfeitou? “O tio.” Na verdade, a decoração foi toda dele, conta a mãe.

 

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O Lollo socorreu o Gustavo Martins e Sá, de 5 anos, que já estava revoltado porque não estava se entendendo com a tesoura. Ele estava tendo dificuldades em recortar a máscara. É que ele prefere escrever do que recortar, sabe? Desenhar também ele gosta, mas as tesouras… ai ai ai. No fim, deu tudo certo.

 

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No fim, teve sapo de tudo quanto é jeito. E muitas sapinhas. Essa da foto se chama Maria Luísa (é a verdinha, viu, gente?). A dona da sapinha também se chama Maria Luísa e ela tem 3 anos. Seu pai bem que tentou sugerir o nome Cinderela, mas Maria Luísa estava irredutível: todas as sapinhas seriam Maria Luísa. E ponto final, não é, Malu?

 

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Teve até uma família inteira de sapos! Pois veja a saparada da Juliana Menna Barreto Abeling, de 8 anos: o verde é um sapo dálmata chamado Thomas (com H, ressalta a Ju),  o branquinho é uma sapa chamada Suzana (com Z!) e o azulzinho é uma sapinha chamada Juliana (!). E não é que são os nomes da família inteira? Juliana disse que vai brincar com todos eles.

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 E teve mãe que virou sapa lá na loja, acredita? Pois veja como ficou a mãe da Paula Daniela Ferreira, de 3 anos, foi de morrer de rir, não é Dani? A filha fez também um sapo que tem chulé “porque andou sem sapato no chão”. Muito cuidado, crianças, para não ficar que nem o sapo da Dani.

 

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Teve ainda irmão fazendo a saparada juntos. O Luiz Felipe Vegas Amaral, de 8 anos, achou tudo muito fácil de fazer. Ele recortou rapidinho os sapinhos, só colou os olhos e entrou na fila para jogar Wii, logo ao lado.

 

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Seu irmão Luiz Gabriel Vegas Amaral, de 6 anos, enfeitou mais seus sapinhos, com bolinhas azul, laranja e verde.  Mas se divertiu mesmo foi com a língua de sogra-sapo. Vai tudo para a decoração da casa da mamãe. 

 

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Quem estava com pressa levou o kit para terminar em casa. Foi o caso do Pedro Campanini, de 6 anos. Seu sapinho, conta ele, vai se chamar Pula-pula e eles vão brincar juntos. E se alguém der um beijinho no seu sapo, Pedro, no que ele se transforma? “Ah, acho que em um príncipe.”

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 Mas não um príncipe como o da Camila Leite Dias, de 8 anos, que vai ser moreno, alto e bonito. E se chamará Rafael. “Eu gosto do nome”, explica ela. E enquanto ele é apenas sapo? “Vou brincar que sou amiga dele, vamos pular juntos.” E lá foi embora mais uma sapinha sapeca…

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28.novembro.2011 17:26:17

Circuito Estadinho

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Edição do Circuito Estadinho na Livraria Cultura do Market Place

O Circuito Estadinho está de volta! No próximo sábado (dia 3), vai ter oficina de sapos com o ilustrador Lollo lá na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos.

E já que estamos falando nisso, vamos aproveitar para conhecer a programação para o restinho do ano? Ainda dá tempo de se divertir bastante. É só aparecer. Vamos?

Dia 3/12/2011
Oficina de sapos com Lollo.
Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos, 15 h.

Dia 10/12/2011
Contação de história: Uma pulga deu um pulo e foi à França, com Andi Rubenstein.
Livraria Cultura Villa-Lobos, 15 h.

17/12/2011
Contação de histórias: Contos africanos, com a Cia. Conto em Cantos.
Livraria Cultura Shopping Bourbon, 15 h.

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25.setembro.2011 23:33:29

Novos pássaros

(Por Fernanda Araujo)

É primavera! Já estamos na estação mais florida e colorida do ano, mesmo com esse friozinho. E foi inspirado na beleza dessa estação que o artista plástico José Carlos Lollo comandou o Circuito Estadinho, no último sábado (dia 24), no Shopping Villa-Lobos. Lollo chegou com a escritora Blandina, sua esposa, carregando um montão de sacolas.

Enquanto Blandina distribuía as sacolas, deixando a garotada curiosa, Lollo lembrou que o Circuito Estadinho é uma iniciativa do Estadão em parceria com a Livraria Cultura. Disse também que ele e a esposa faziam livros, como o infantil Quem Soltou Pum?, mas adoravam fazer pássaros nas horas vagas. Então, em homenagem ao colorido da primavera e ao gosto pelas aves, eles resolveram ensinar a fazer pássaros, com três modelos básicos e todos os outros que a imaginação pudesse bolar.  

Fotos: Fernanda Araujo/AE
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Dentro das sacolas, as crianças encontraram adesivos, penas,
placas  de isopor e papéis coloridos com moldes de asas e bicos.
Julia Maciel, de 3 anos, foi uma das primeiras a recortar as asas do pássaro.

 

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 Laura Paulino, de 2 anos, ficou encantada.
Brincar com tesoura no colo do papai Luciano foi o máximo. 

  

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Lollo explicou a função das pecinhas e como transformá-las em um lindo pássaro.

 

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 Matheus Robles dos Santos, de 9 anos,
chegou com a irmã Helena Robles dos Santos, de 7. 
Ele aproveitou para ler um livro, enquanto ela fez o pássaro. Aliás, um lindo pássaro.  

 

 

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E teve gente como o André Lage Salgado, de 3 anos, que resolveu criar uma
nova espécie de ave. 
“Tem bolinhas e voa bastante”, explicou ele. Alguém duvida?

 

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 E gente como a Veridiana Rabello da Silva Prado, de 4 anos,
que foi com um penteado bem lindo. E levou a mamãe e a boneca.

 

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 O Cainã Concette, de 2 anos, também foi com a mamãe e fez um pássaro cheio de detalhes.

 

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 Helena Martuscelli, de 4 anos, levou seu trabalho para que
o Lollo e a Blandina dessem uma olhadinha. Nota 10!

 

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Nicholas Mac-Knight Gimenes, de 4 anos, também passou por lá.

 

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Nicholas Menegatti Anastácio Hatanaka, de 3 anos, ficou entre os primos
Daniel Kikawa, de 8 anos, e Ana Carolina Kikawa, de 6 anos

  

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 Ave rara? Teve também! Olha só o Benny Casiuch, de 3 anos.

  

Gostou? Então, anote na agenda, pois semana que vem tem mais. O próximo Circuito Estadinho vai ser no dia 1/10, às 15 h, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, com a contadora de histórias Nanda Ribeiro. Esperamos você!

 

 

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19.setembro.2011 15:17:55

Rainha da sucata

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(Por Dado Carvalho)

Sábado (17) foi dia de Circuito Estadinho lá na Livraria Cultura do Shopping Bourbon. Desta vez, a pessoa convidada para brincar com a gente foi a ilustradora Laura Teixeira.

A brincadeira consistia em fazer um desenho diferente, sem caneta nem lápis. O desenho deveria ser feito no ar. Para isso, a criança poderia usar qualquer material. Lá no Circuito havia papel colorido, fitas de várias cores, adesivos de bolinhas e coisas bem incomuns para desenhar: aquelas luvas de borracha, que os médicos usam muito, e um pano bem fininho, que parecia uma meia, mas com aberturas dos dois lados.

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Laura deu alguns exemplos do que poderia ser feito. É só usar a imaginação que aqueles materiais podem virar qualquer coisa. Depois, ela passou a vez para o pessoal brincar à vontade. E saiu cada coisa…

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Laura foi para a Livraria Cultura junto com a “boadrasta”

Sofia Lima, de 9 anos, usou a fita prateada para fazer dois bonecos. Era um casal: o menino se chamava Eder e a menina, Mariana. Sofia contou que esses são os nomes do seu pai e da sua madrasta (e como ela gosta muito da madrasta, ela prefere dizer “boadrastra”). A “boadrasta” da Sofia estava lá, ajudando.

Sofia também disse que os bonequinhos gostam de brincar de queimada. No colégio onde estuda, ela também brinca de queimada e handebol. Vai ter até um jogo daqui a algumas semanas entre a classe da Sofia, a 3ª A, e a outra classe, a 3ª B. Vamos torcer por ela?

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Ana Luiza (à esquerda) e Mariana adoram fazer compras

A Ana Luiza Cruz, de 6 anos, foi ao Circuito e encontrou uma coleguinha da escola, a Mariana Salvalagio, de 7 anos. Elas se divertiram muito: cada uma fez uma bolsa bem chique. Ana contou que ela gosta muito de fazer compras. Mas o que gosta de comprar? “Coisas, ué”, resume. “Sapato, roupa, brinquedos…” Já Mariana preza pela elegância acima de tudo. Sabe de que marca é a bolsa dela? “É da Zara”, ela conta.

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André gosta de jogar videogame

O irmão da Ana Luiza também estava lá. Ele se chama André Cruz, tem 8 anos e fez uma onça bem brava. André disse que nunca viu uma onça de verdade pessoalmente. No dia a dia, o que ele gosta de fazer é jogar videogame. Ele tem até o jogo do Megamente.

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Laura faz oficina de artes plásticas na escola…

Uma pessoa que tirou de letra a atividade foi Laura Mahfuz, de 8 anos. No colégio em que ela estuda, tem oficinas de artes plásticas. Ela lembra que já fez coisas com argila e agora está aprendendo a fazer uma caixinha de decupagem. O que Laura fez no Circuito foi um vaso cheio de ursinhos.

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…junto com a irmã, a Raquel

E a gente ficou confuso: a Laura trocou de roupa no meio da atividade? Não. Ela foi junto com a irmã gêmea, a Raquel. Ela também faz a oficina no colégio e fez um ursinho bem bonito.

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Olha quanta coisa que a Ana fez!

Já a Ana Vieira, de 9 anos, fez várias coisas muito doidas. Ela criou uma casa viva. Dentro dessa casa, vive um astronauta prateado, uma minhoca espacial cor de rosa e o Bob, que ela disse que é uma “caixa esquisita”.

Todo mundo fez alguma coisa legal. Se você também quer se divertir com a gente, não perca o próximo Circuito Estadinho. Vai ser na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, no sábado, dia 24, às 15 h. Quem estará lá é o Lollo, um artista que a gente já conhece de outros Circuitos…

Um grande abraço e até lá!

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02.julho.2011 07:30:16

Festival de pinguins

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Não é liquidação de pinguins, não. Mas até parece. Tem tanto pinguim em cartaz nos filmes, nos livros, na televisão, nos jornais e nos games que nós decidimos investigar um pouco mais essa fofa ave marinha. Ontem mesmo, dia 1/7, estreou nos cinemas Os Pinguins do Papai (baseado na obra Os Pinguins do Sr. Popper), com Jim Carrey. Por que eles fazem tanto sucesso? Será que é por que parecem macios, gostosos de apertar? Ou por que andam de um jeito desengonçado? Talvez por que parecem estar sempre vestidos para festa? A gente não sabe direito as respostas para esse mistério, mas descobriu um monte de curiosidades sobre os pinguins que nos fez gostar ainda mais deles. E você vê tudo nas páginas abaixo:

Página 1

Página 2

Página 3

Se você gostou do tema, vai gostar de ver o trailer do filme e as dicas de livros que estão logo abaixo.

Uma História de Pinguim

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Branco da neve. Preto da noite. Azul do mar. Era isso que Edna, uma pinguim, via todos os dias. Ela ficava intrigada: devia ter algo mais no mundo, pelo menos uma outra cor. Mas o quê? E procurava, procurava, procurava. Até que um dia surge uma outra cor: o laranja. Edna corre contar a novidade para todos os pinguins, que correm para ver essa outra coisa. Você pode imaginar o que é esse laranja no meio de tanto gelo?

Autor: Antoinette Portis. Tradução: Júlia Moritz Schwarcz. Ed. Companhia das Letrinhas, R$ 29.

 

O Pinguim Chamado Pinguim que Tinha Pé Frio

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Era uma vez, um pinguim que tinha frio nos pés e resolveu comprar um par de meias. Os pés esquentaram, mas as meias deixaram tudo muito escorregadio. Então, ele achou que um par de botas resolveria o problema. Mas acontece que as botas eram pesadas e quebravam o gelo. Conclusão: ele vivia afundando. Então, ele foi lá e comprou uma boia. Só que ela trouxe outro problema… Que fria! Como será que ele vai se livrar disso?

Texto: Jorge Chaskelmann e Blandina Franco. Ilustrações: José Carlos Lollo. Amarilys (Ed. Manole), R$ 23,20.

 

Joaquim, o Rei Pinguim

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Um dia, apareceu um ovo grande na fazenda. De dentro dele, saiu Joaquim, um pintinho cinza e gordinho, que só comia peixe. Embora parecesse estranho, era ele que divertia os animais da fazenda, cuidava dos filhotes da rata Heloísa, dava banho no Porquito, fazia rir a cabra, ensinava os pintinhos a nadar, acordava o galo e fazia uma sopa saborosa. Todos o adoravam. Mas, um dia, o pintinho cinza cresceu e percebeu que não era bem um frango. Então, os animais resolveram procurar que espécie era aquela e descobriram que se tratava de um pinguim real, que vive no Polo Sul. O problema é que Joaquim começou a se achar um rei mesmo e a querer uma vida de realeza. Será que isso vai dar certo?

Texto e ilustrações: Armelle Boy. Tradução: Fernanda Lopes de Almeida. Editora Ática, R$ 26,90.

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(Fotos: Aryane Cararo/AE)

No começo, era só um número 9 e um 8. Mas aí o ilustrador José Carlos Lollo decidiu unir os dois e, bem juntinhos, foi feita a mágica: eles viraram o desenho de uma flor. Aliás, só o 9 já podia ser uma, não é? Pois foi olhando para os números e tentando pensar em desenhos que se desenrolou o último Circuito Estadinho, no sábado, dia 18, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping.

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O Lollo foi lá com a proposta de ensinar a transformar elementos matemáticos em desenhos. Afinal, os números são formas, não é mesmo? E mesmo quem ainda não aprendeu matemática direito ficou ali curioso vendo uma coisa virar a outra.

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O ilustrador ensinou várias combinações. Foram tantas que até as letras foram convocadas para se transformarem em desenhos. E logo o Lollo, que estava ensinando, passou para o outro lado e aprendeu com a Sarah Simões Klein, 11 anos, e com a Larissa Risério Fernandes, de 10 anos, a fazer um pirata e um porquinho. Elas foram até a lousa e desenharam para todo mundo aprender também. Veja um pouco mais como foi o Circuito:

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“Aprendi a fazer esse pirata na internet. Tem emoticon que faz com letra”, conta a Sarah. Por isso, foi fácil para ela ver os números e as letras e pensar no que poderiam formar. Mas ela gostou bastante de ter visto outros “truques”.


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Gabrielli Amaral de Lima Rodrigues, de 11 anos, entrou logo na brincadeira. Com algumas letras O, de tamanhos variados, dois Js e dois Cs, ela fez um cachorro. Ao lado, usando só o número 3 e a letra L, desenhou uma árvore. Ela já tinha visto algo parecido em um livro. “É fácil desenhar, o difícil é entender o que vai sair”, diz.


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Enzo Hideo Inaba Delalande, de 8 anos, adora desenhar. Mas nunca tinha visto algo assim, com números. Ele conta que gostou bastante de como se faz o elefante e a raposa. Só que, na hora de ir para o papel, Enzo fez mesmo o que mais gosta: mangá. Olha só que talento!


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“Foi bem interessante. Gostei disso, vou desenhar em casa”, afirma Ana Maria Agelune Abdala, de 8 anos. Durante a atividade, Ana foi bem participativa e quis entender direitinho todos os passos. Achou alguns difíceis e gostou mesmo foi do patinho, que tinha Z, D e 7 no meio. Só que, na hora de desenhar livremente, ela fez um grande coração e o pintou de vermelho. “Vou desenhar um coração para falar de quem eu gosto.” Era para um menino da escola, que parece que também gosta dela. E mesmo que a Ana não tenha pensado nisso, um coração pode ser feito com um 3 (deitado) e a letra V, não é?


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W + W + O + M + o + S = porquinho (em laranja). Isso mesmo! Foi usando essa combinação que a Larissa foi para a lousa mostrar para todo mundo como se fazia. Ela nunca tinha pensado em quantas coisas números e letras combinados poderiam formar. Agora, a aula de matemática vai ficar mais divertida? “Vai ser um pouco diferente, porque eu não via nada nos números, só números”, conta ela, que adora desenhar e pintar (ao contrário do irmão, Lucas, de 7 anos, que ficou só de olho na atividade).


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Gabriel Franco Borusiewicz, de 10 anos, também nunca tinha visto desenho assim. Gostou e foi o último a parar de desenhar, retocando até a última hora seus peixinhos (usou C e X para formar cada um deles). Ele também acha que a aula de matemática, daqui para a frente, vai ser bem melhor.

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Já a irmã de Gabriel, a Helena Franco de Paula, de 5 anos, entende pouco de números. Mas tem o mesmo gosto do irmão por lápis, giz e outros materiais artísticos. Então, fez o que sabe fazer de melhor: desenhou o Lollo e deu sua obra para ele. Helena, diz sua mãe, é assim mesmo: toda vez que faz uma amizade (e ela adora fazer amigos), desenha a pessoa e dá a surpresa de presente. Nós adoramos a ideia, Helena!


Ah, não deu para ver direito? Tudo bem, a gente coloca um detalhe maior aí embaixo.

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Até o próximo Circuito Estadinho, pessoal! Por causa do feriado, ele vai acontecer só no dia 2/7, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, às 15 horas. Apareça para ouvir a Andi Rubenstein contar várias histórias.

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  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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