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Estadinho

Andi Rubenstein conta hoje a história do menino que carregava água na peneira, de Manoel de Barros.

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26.janeiro.2013 06:50:21

Zumbis do faroeste

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O Theo Guimarães, de 9 anos, mora em Santa Isabel, no interior de São Paulo, e nos mandou uma história sobre os Zumbis do Faroeste. Uma parte foi publicada no Estadinho impresso, mas você lê o texto inteiro aqui:

 

“A história dessa vez vai ser de um faroeste, calmo, tranquilo e sossegado, porém, cheio de mortos-vivos, comedores de carne humana! Num certo dia, uma escola fez um passeio ao Faroeste da Cascavel, no dia 12 de maio de 2012. Um grupo ia ter que pegar a bandeira da cor do time adversário, por isso, eles terão que achar. Naquele faroeste, tinha uma mina abandonada, onde colocaram placas assim: ‘Cuidado! Não entre! Não entre desarmado! Proibido!’

Chegando ao Faroeste da Cascavel, eles encontraram um moço falando assim:

- Cuidado! Tem pessoas que não são normais, então, tomem muito cuidado, para vocês que são jovens! Sobrevivam o quanto puderem!

Ele achou estranho aquilo de ‘Sobrevivam o quanto puderem!’ Desconfiou dessa frase assustadora, mas continuou em frente. A professora disse assim:

- Que comece a corrida!

Todos começaram a procurar, mas o grupo foi parar perto da mina! Eles encontraram as placas, mas não duvidaram. Pegaram tochas e começaram a andar. Então, ouviram gemidos estranhos. Eles ficaram com medo e não conseguiam ver a luz da entrada da mina. O gemido começou a ficar alto, alto, alto, até aparecer um zumbi!

Um aluno chamado Zeck foi pego!

(LEIA O FINAL A PARTIR DAQUI)

Os outros correram para a entrada da mina. Largaram as tochas e correram para o ônibus. O aluno foi achado morto, sem um braço, estava quase de olhos abertos, mas não virou um também. Os alunos ficaram com medo e perceberam o último aviso: ‘Não entre desarmado!’

Uma mão sem o dedo indicador, do aluno Zeck, que foi pego pelo zumbi, levantou gemendo e saiu à procura de carne!

À noite, os alunos iam dormir pensando que estava tudo bem, mas não estava. Ouvindo os gemidos do seu amigo Zeck, eles ficaram com medo e foram ver o que era.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!

- O que foi isso? – perguntou o Lucas.

- Não sei – respondeu seu amigo.

Eles saíram da cama e foram ver o que era. Eram dois Zumbis se alimentando da carne dos outros amigos.

- Cara! Vamos sair daqui! – disse Lucas, apavorado.

- Tá bom – respondeu seu amigo, com muito medo.

Eles saíram! Foram se esconder no porão da casa de madeira. Com muito medo, os dois ouviram gritos de crianças. O homem que lhe disse estava lá fora com uma arma, atirando, lutando pela sobrevivência das outras pessoas. Ele abriu a porta do porão e disse:

- Vamos! Nós não temos muito tempo de vida!

Eles saíram do porão apavorados e entraram no ônibus escolar com uma rapidez! Mas lembraram que tinha um morto-vivo a bordo. Eles gritaram tanto que ele começou a ficar com medo também. O Lucas deu um belo de um chute na fuça do zumbi e ele até parou de gemer, indo embora. Os dois conseguiram sobreviver a tempo!

Voltando para casa a salvo, eles tomaram um belo de um banho na casa de sua mãe, o moço, ele e o amigo. Todos ficaram apavorados com o terror. Mas, desta vez, não deu certo. A mina, como estava aberta, soltou os outros zumbis. Então, as outras pessoas começaram a acreditar na história. Mas, aos poucos, os zumbis foram chegando numa vagareza.

Olha, essa parte eu não vou contar, porque a parte 2 do Zumbis no Faroeste ainda vai ser lançada.”

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19.janeiro.2013 06:55:59

A mosca no leite

Andi Rubenstein conta a história da mosca que caiu na panela de leite. Como ela fará para se salvar? Veja!

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Olá, gente! Vou logo lhes contar uma história de arrasar, essa história é de arrepiar!

Aconteceu há muito tempo, quando eu ainda era moleque e soltava minha pipa ao vento. Foi assim…

Eu estava brincando, como sempre, quando minha pipa caiu como uma estrela cadente. Foi logo na floresta, a mais bonita. Entrei floresta adentro, não tinha mais saída, nem  sabia  mais de onde eu vinha. Comecei a sentir medo, logo me deu um desejo de sair daquele lugar.

Quando estava desesperado, ouvi um canto no ar, um canto bonito. Vi um bicho muito estranho, parecia um lobo, mas estava em duas patas conversando com alguém. Cheguei mais perto para ver quem era, subi logo no galho de uma árvore e comecei a ver: era o Lobisomem e a Iara. Tinha até o Saci Pererê, estavam numa prosa bonita de se ver, falavam sobre um tal de folclore, que ninguém mais queria saber, então ouvi o Lobisomem dizer:

 - Imaginem só! Ninguém mais acredita na minha história, que era de longe a mais bonita. Agora, eles querem saber só de videogame, esqueceram da sua própria cultura. É um tal de Halloween, perdemos nossa identidade. Tudo é importado!

Lembro-me de ter ouvido todos aplaudirem…

(A HISTÓRIA FOI PUBLICADA ATÉ AQUI. ACOMPANHE O RESTANTE)

Vi a Iara e o Saci Pererê se queixando de que ninguém mais acreditava nem nas histórias da tia Nastácia. Começou uma grande discussão, até que o Saci se levantou, parecia uma ilusão, mas parecia que ele estava num furacão. Então, disse:

- Caros amigos, não sei o que fazer, ninguém mais acredita na gente!

Aí foi a vez da Iara. Ela parecia estar calma, com uma sutileza no ar, então, disse:

- Concordo com  o Saci, mas sei o que fazer: vamos deixar nossa marca para todos nos verem!

Quando estavam nisso, não me lembro quem, se foi o Bumba meu Boi ou o Curupira, só sei que, ao olharem para cima, logo me viram e me botaram para correr. Porém, o Curupira me alcançou e sem demora falou:

- Se você ouviu o que nós dissemos, precisa nos ajudar, vá por aí e solte esta história no ar!

Então, durante anos venho contando essa história, agora, é a parte de vocês. Ajudem também, espalhem por aí e, quem sabe, vocês vejam o Saci com sua turma, assim como sempre, na boca do povo com o rosto sorridente.

(Por Igor Cardozo Martins, 12 anos, São Paulo, SP)

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Daniel Douer, de 11 anos

Quem participa da seção Pequenos Contadores desta semana é o Daniel Douer, de 11 anos. A história dele é muito legal, mas não coube inteira no Estadinho de papel. O que foi legal para criar um mistério e dar tempo de você imaginar o que Bombador, o pescador, achou na ilha misteriosa Jacafante. A história inteira está abaixo.

Em um dia tranquilo…

Numa segunda feira, 19/5/1887, em um dia tranquilo, Rafael, mais conhecido como Bombador, saiu para pescar. Quando chegou lá, jogou sua vara e esperou duas, três, quatro horas. Quando chegou a quinta hora, ele se encheu. Quando pensava que ia embora, e estava recolhendo sua vara, começou a puxar muito forte e ele tentando tirar. Rafael não se dava conta do peso que tinha o animal que estava lá em baixo. Era muito grande. Para mim, tinha mais de 9 metros e pesava pelo menos 981 kg. Sua vara estava quase quebrando quando a língua do bicho apareceu. O homem se apavorou, então, soltou e o animal fugiu com tudo: linha, isca e vara.

Numa terça feira, dia 29/6/1887, voltou para sua pescaria em busca do bicho. Mas, desta vez, veio mais preparado. Ele trouxe uma vara e o maior temor dos bichos, o arpão. Ele, primeiro, jogou sua vara com uma vaca cortada ao meio e ficou esperando o bicho subir para ver se conseguia pegar ele com o arpão, mas sempre é uma missão bem difícil. Depois de algum tempo, o mar estava quieto e foi nesse momento que o bicho subiu à superfície. Ele primeiro viu que tinha uma calda de jacaré, mas, quando o bicho se moveu um pouco, tinha uma tromba de elefante. Foi aí que ele falou: ‘Será que é um jacaré? Será que é um elefante? Ou será que é um Jacafante?’ Ele mal esperou e já deu um belo tiro que acertou sua perna. O animal também mal esperou e já começou a levar seu barco. Depois de algum tempo, o bicho escapou e ele foi parar em uma ilha, que não se sabe por quê, mas tinha o nome de O Jacafante.

Ele se aventurou pela floresta desta ilha e, depois de algum tempo, começou a achar muitas espécies de animais como lagartas gigantes, minhocas gigantes e até macacos que eram chamados de Mikuins e, não se sabia por quê, as espécies desta ilha eram gigantes. Ele entrou mais na floresta e, de novo, se apavorou quando viu o bicho. Bombador não sabia que o bicho poderia sair da água, então, ele começou a cantar com ritmo sem motivo nenhum: ‘Bicho na água, bicho na floresta, tanto faz até que vai dar uma meleca’. E saiu correndo e gritando como uma moça. Quando chegou à praia, disse: ‘Vou montar um plano que seja feito na água, mas na floresta depois’.

Na água ele colocou muitos arpões automáticos e também muitas redes. Quando ele saiu da água, achou um homem. Ele ficou muito feliz e perguntou seu nome. Ele disse que era Beto e perguntou: ‘O que você está fazendo?’ O Bombador respondeu: ‘Estou procurando o Jacafante, e você?’ Ele disse: ‘Estou na mesma missão, mas com um grupo. Deixa eu apresentar: a Rosa, a Mery ,a Julie, o Sony e o mais esperto do nosso grupo, o Daniel’. O Bombador disse: ‘É um prazer conhecer vocês. Posso ajudá-los?’ E eles responderam: ‘Obviamente, óbvio!’. O Bombador disse: Tá bom, mas estou com son. Vou ver se minha armadilha pegou alguma coisa e vou dormir’. Ele foi checar suas armadilhas, mas não tinha nada. Então, recolheu tudo e foi dormir.

No dia seguinte, ele acordou e a primeira coisa a fazer foi sua armadilha na floresta. Ele pendurou numa árvore uma rede automática e, no chão, colocou linhas transparentes para o bicho enroscar o pé. O objetivo era que, na hora que o bicho pisasse na linha, ele se enroscasse e aí a rede cairia e iria prender o bicho mais ainda. Ele esperou 5 horas e voltou. Quando ele viu que o bicho estava preso, foi correndo chamar seu grupo de amigos e eles também vieram correndo.

Eles falaram: ‘Com essa espécie, iremos entrar no livro dos recordes. Essa espécie é desconhecida temos que pedir ajuda para um navio transportador bem grande para levar o Jacafante para zoológico’. E só para lembrar a ocasião, ele gritou: ‘Como a gente vai embora?’ E o Daniel respondeu: ‘Calma, à noite a gente pega muitas folhas e deixa em forma que esteja escrito SOCORRO, PRECISO DE AJUDA. Depois, a gente acende o fogo. Um avião vai passar e parar para nos socorrer. Aí a gente sai dessa ilha maluca’.

Essa noite, um avião veio socorrer o grupo e levou para a cidade deles. Todo mundo viveu feliz para sempre e nunca mais ninguém se esqueceu da missão maluca, a caça pelo Jacafante.

Gostou do final da história? Imaginou outro final? Comente!

 

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20.junho.2012 07:00:58

Coisas da vida

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(Por Aryane Cararo)

Se você é uma criança que chora com histórias tristes, então separe os lencinhos de papel para ler este livro. Se você for um adulto que se emociona com as sutilezas da vida, o conselho também vale. Porque o livro Mari e as Coisas da Vida é triste, bem triste, e lindo, tão lindo. É sensível e vai tocar principalmente aqueles que já perderam os avós ou que têm avós que não parecem mais estar aqui, por causa de uma doença que os fez ficar calados ou perder a memória.

Chega a dar um nó na garganta ler a história de Mari. Ela que adorava passar as tardes com a avó, comendo bolachas, brincando no balanço que havia na cerejeira, dando a volta no laguinho e contando e ouvindo histórias, muitas histórias. Um dia, a avó cai em sono profundo e, quando acorda, já não parece mais a mesma. Não lembra do balanço, não corre mais e se esqueceu das bolachas. Como pode?, é o que Mari não entende. Mas é justamente sua insistência em entender que faz com que ela seja a única a decifrar o que os olhos da avó dizem, no final. E é a única a insistir para que a vontade da avó seja respeitada quando o avô, um dia, morre bebendo uma xícara de chá. Coisas da vida, que a gente experimenta com dor, sofrimento ou poesia.

É uma história sensível escrita pela belga Tine Mortier, com ilustrações lindas da também belga Kaatje Vermeire que emocionam e  lembram um pouco aquele universo vaporoso das lembranças e dos sonhos. Olhe abaixo uma das delicadas ilustrações do livro, não é de querer correr para perto de nossos avós? Pode chorar, se quiser. Faltou muito pouco para eu também precisar de lencinhos…

 

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Mari e as Coisas da Vida. Texto: Tine Mortier. Ilustrações: Kaatje Vermeire. Editora Pulo do Gato, R$ 37.

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(Por Aryane Cararo)

O Circuito Estadinho deste sábado (dia 16) foi bem agitado. Em vez de a Juliana Offenbecker, da Cia. Conto em Cantos, só contar histórias e o pessoal ficar ouvindo, ela fez a criançada toda levantar, sacudir, bagunçar. Todo mundo aprontou a maior farra na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. É que ela apresentou uma série de brincadeiras de roda cantadas e toda cantiga exigia uma dança ou um movimento diferente. Foi bem divertido! As crianças riram a valer, gritaram, quase ficaram doidinhas na livraria. O resultado é que todas gostaram muito.

 

 

Gostaram? Então, preparem-se que sábado que vem tem mais Circuito Estadinho. As meninas do ateliê Sucatinha de Luxo vão ensinar a fazer móbiles. Vai ser muito legal!

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12.junho.2012 15:34:32

Casa mal-assombrada

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(Por Aryane Cararo)

De um lado, Alameda da Abóbora, 76 é um livro sobre uma casa assustadora. A Mansão da Tumba fica em meio a sepulturas e tem hóspedes nem um pouco normais: Wilf, o esquisito; Doutor Entranhas, que trabalha no Laboratório de Monstros Esmagados; Penny Horrorosa, que cozinha qualquer coisa nojenta; o vampiro Barão Von Caninos; o gigantesco Screech; e Tio Igor, que aluga os quartos. É ele quem o convida a entrar nesta casa e apresenta os moradores. Os personagens já vêm recortados, para brincar de monstruosidades.

Do outro lado, ele é a própria Mansão da Tumba. Se você juntar a capa e a contracapa pelo lado contrário, uma fantástica casa mal-assombrada se arma (é um dos pop-ups mais bem-feitos que vimos por aqui!). Com tudo o que tem direito: hall de entrada, sala, banheiro, cozinha, quartos…

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O legal é ficar tentando espiar para ver o que tem dentro (várias portinhas se abrem). Talvez você não queira mais desmontar a casa para reler o livro. Tudo bem. Esse livro serve para isso mesmo: para você criar suas próprias histórias. Ele dá os personagens e o cenário (que é muito legal para deixar montado no quarto) e você inventa as aventuras horripilantes que vão se passar ali dentro.

 

Alameda da Abóbora, 76. Autor: Chris Mould. Editora Salamandra, R$ 59,90

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27.abril.2012 15:39:14

Contando o tempo

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Às vezes, o tempo passa muito rápido. Geralmente, esses dias são aqueles em que brincamos e nos divertimos muito. Mas tem horas que uma hora demora a passar… Como quando a gente tem prova ou uma aula de que não gosta. Afinal, quanto tempo o tempo tem?

Se você gostou do assunto não perca o Circuito Estadinho deste sábado (dia 28). Kika Antunes e Renata Truffa, do grupo Contantes Contentes, vão trazer histórias sobre isso. Será às 15 h, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos.

 

Circuito Estadinho: contação de histórias com Contantes Contentes na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos (Av. das Nações Unidas, 4.777, Alto de Pinheiros), às 15 h. Grátis!

 

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14.novembro.2011 19:38:47

Varal de histórias

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(Por Aryane Cararo)

Livraria é um lugar onde ficam “pendurados” livros, histórias e revistas nas prateleiras. Mas não é que a Andi Rubenstein resolveu pendurar roupas? Juro, juradinho! Aconteceu no Circuito Estadinho do último sábado (dia 12), na Livraria Cultura do Shopping Market Place.

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Ela levou um varal e colocou lá um lenço, um macaquinho, uma echarpe e um véu. As crianças tinham que escolher o que tirar dos prendedores de roupa. E para cada peça recolhida, Andi começava uma história, acompanhada do músico Gustavo Finkler.

- Alguém aí lava roupa? – perguntou a Andi.

E não é que os irmãos Lorena e Felipe Delgado, de 4 e 6 anos, disseram que sim?! Andi duvidou e perguntou como se fazia.

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- Esfregando! – respondeu Felipe. Andi esperava que ele dissesse: “Colocando na máquina.”

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Por causa dessa desinibição toda, os irmãos foram os primeiros a escolher uma peça. Mas na hora de tirar uma roupa do varal, foi difícil chegar a um consenso: Felipe queria uma, Lorena outra. No fim, eles concordaram em retirar o lenço. E lá foi a Andi começar a contar a história daquele lenço, que ela ganhou de uma amiga chamada Maria.

Maria era casada com João e eles tinham uma vaquinha. A mulher pediu ao marido para ir à cidade e trocar a vaca por alguma coisa mais útil para eles. Na primeira vez, ele trocou a vaca pelo cavalo. Na segunda, trocou o cavalo pela ovelha. Depois, a ovelha por um ganso, o ganso pela galinha e, por fim, ficou só com um saquinho com titica de galinha nas mãos. É com isso que João chega em casa, depois de um dia de trocas. O que será que Maria vai dizer? Que ele foi sabido ou ingênuo?

Sabe que tinha um João no Circuito? Ele era muito esperto!

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- Eu sou mais sabido de todo mundo! – afirmou o João Pedro Silva Rodrigues, de 5 anos. Ele adora histórias, principalmente as que envolvem animais (melhor ainda se for do fundo do mar, com tubarão). E costuma ser bem participativo e desinibido. A gente achou ele modesto também!

Se você perdeu a contação de histórias no Circuito, pode ler esse conto no livro João Boboca ou João Sabido?, de Rosane Pamplona, pela editora Brinque-Book. A gente não vai contar aqui o final. Em vez disso, perguntamos às crianças que estavam lá pelo que elas trocariam a vaca. Foi cada resposta…

 

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“Eu trocaria por um lobo! O bicho que eu mais gosto é o lobo!”, contou Felipe Franco Jordano, de 6 anos. Felipe adora as histórias do Barba Ruiva, mas ele ainda está terminando de ler o livro. E disse que gosta dos quadrinhos da Mônica que têm no Estadinho. Durante as histórias, Felipe lembrou que ter uma galinha na casa do João seria bom, porque dava para fazer coxinha, que é uma delícia. 

 

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E olhe só como ele ficou tenso quando a Andi estava contando a segunda história, de suspense. Felipe mergulha mesmo nas histórias!

 

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Mesmo quem não sabe falar ficou ali quietinha ouvindo. A Manuela Giopato Meneghin tem só seis meses, mas parecia estar entendendo tudo no colo da irmã, a Bruna G. Meneghin, de 3 anos, que adora histórias de princesas.

 

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Já o Enzo Maya Littério, de 4 anos, disse que não trocava a vaca “por um nada, nadinha”. Ele gostou mesmo foi da segunda história: ” Porque era um pouquinho engraçadinha”, explicou ele, muito exigente. Fã do Lanterna Verde, Enzo foi o mais participativo no Circuito. Ele queria ajudar a Andi a contar as histórias e estava tão compenetrado nesta tarefa que levantava o tempo todo para que fosse ouvido. Foi um assistente e tanto!

 

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Tanto que acabou escolhendo outra peça do varal, junto com a Gabriela Rocha Della Rosa, de 6 anos, que já participou antes do Circuito Estadinho! Olha ela lá na ponta à esquerda, de vestido preto, branco e rosa. Gabriela ficou o tempo todo ali, bem na frente, assim como a Heloísa Conti Belo, de 6 anos, na ponta à direita (de trancinha).

 

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Heloísa também é veterana de Circuito: já fez até um foguete numa das oficinas. Vejam que concentração! Ela morreu de rir com a interpretação da Andi.

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E por falar em gente que sempre aparece para ouvir uma história, vejam só a fofa da Marina Suppo (acima), de 3 anos, que foi lá com uma saia rodada linda e uma tiara de princesa. Quando viu o véu pendurado no varal, jurava que era vestido (de noiva). Mas era um mosquiteiro, aqueles véus que se colocam em volta da cama ou do berço para se proteger dos mosquitos.

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O Leonardo Costa, de 2 anos, e a Mariana Khoury, de 4, adoraram a contação e ficaram muito tristes quando ela acabou. Leonardo quis até dar um abraço em Andi. Ele gostou da história do saquinho, mas, no saquinho dele não tinha titica, só a galinha mesmo. A Mariana curtiu a do patinho. Acompanhe quanta troca eles fariam:

Leonardo disse: 

- Eu troquei por um cavalo, daí troquei por um burro. Eu ia trocar o burro por uma ovelha, mas escolhi um panda. Depois eu escolhi um pato.

E a Mariana:

- Troquei a vaca por um porco e levei para a lama. Depois, troquei por um patinho, que vai na água.

Legal, vocês gostam de que tipo de história?

- Eu gosto de história de caveira, gosto de cachorro e de bexiga e gosto de camiseta de futebol. Ah, e gosto de história de príncipe, aquele que salva a princesa! – disse o Leonardo. Já a Mariana contou que gosta mesmo de história de pato e da Chapeuzinho Vermelho, mas também adora assistir ao DVD da Bela e a Fera.

Se você perdeu esse Circuito, não perca o próximo, que vai ser bem diferente. Fábio Freire vai improvisar uma orquestra lá na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos. E você vai tirar sons batendo no seu corpo e em objetos que não são instrumentos musicais! Vai ser no sábado, dia 19, às 15 horas.

 

 

 

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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